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Ensaios-->Purificar e destruir - Usos políticos dos genocídios -- 29/09/2009 - 11:14 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Embora a obra ignore as “depurações” na Rússia stalinista, na Cuba “castrista”e na Europa oriental no pós-guerra (vide Pós-guerra, uma história da Europa desde 1945, de Tony Judt) é uma leitura necessária, mesmo para entender e atribuir culpas nos massacres omitidos.

Purificar e destruir - Usos políticos dos massacres e dos genocídios

Autor(es): Jacques Sémelin

Editora: DIFEL

Área(s): Ciências Sociais / Política

ISBN: 9788574321004

546 pág.

Preço: R$ 54,00

Disponibilidade: envio imediato

Descrição:

Este livro, excepcional em todos os pontos, é fruto de muitos anos de trabalho no âmbito de um programa do Centro Nacional de Pesquisa Científica da França, o CNRS. Ele propõe um enfoque fortemente transdisciplinar e comparativo, tentando “pensar” os processos de violência que desembocaram em massacres e genocídios da época moderna.

Como tais crimes em massa foram possíveis? Quais manipulações da linguagem e dos espíritos intervieram para preparar a “passagem ao ato”, sobretudo com a elaboração prévia de um imaginário e de justificativas? Como se articula e alucina a mecânica do assassínio?

O autor baseou fundamentalmente sua investigação em vários exemplos: a Shoah judaica da Segunda Guerra Mundial, as limpezas étnicas da ex-Iugoslávia, o genocídio da população tutsi de Ruanda e, ainda, os genocídios armênio e cambojano. Devido à amplitude da documentação utilizada, à riqueza das referências bibliográficas e à exigência permanente da análise, este livro é, ao mesmo tempo, vertiginoso e sem equivalente. Nunca, sem dúvida, se havia abordado de tão perto esse enigma insondável, esse “buraco negro” diante do qual a compreensão humana titubeia.

Tradução Jorge Bastos

Sobre o autor
Jacques Sémelin é professor do Instituto de Estudos Políticos (Sciences Po.) de Paris e diretor de pesquisa do Centro de Estudos e Pesquisas Internacionais (CERI/CNRS). Trabalha há vários anos a questão das violências extremas e dos assassinatos em massa, assunto em que se tornou uma autoridade, inclusive fora da França.Também dirige o projeto internacional de uma enciclopédia dos massacres e genocídios.


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