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Ensaios-->TRANÇA (soneto) -- 12/11/2005 - 13:43 (MIGUEL EDUARDO GONÇALVES) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos




TRANÇA


Na febre de um desejo rés da pele
Tormento em chama jamais apagada
A dança da serpente inebriada
É esplendor que peço que me vele


No ministrar da sensação causada
Vertigem da carne não há que zele
Por sentimento que o grito repele
E se poliniza de forma ondeada


Nos pecados que as paredes refletem
Sombras em liturgia confidente
Para aquecer a cor de todo o ambiente


A quente orgia, uma luxúria ardente
É música de corpos nus somente
Que se enlaçam, dançam e se derretem


Miguel Eduardo Gonçalves

portalnet/beethovem




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