Usina de Letras
Usina de Letras
35 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63502 )
Cartas ( 21356)
Contos (13308)
Cordel (10364)
Crônicas (22588)
Discursos (3250)
Ensaios - (10775)
Erótico (13602)
Frases (51999)
Humor (20212)
Infantil (5650)
Infanto Juvenil (5008)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1387)
Poesias (141399)
Redação (3380)
Roteiro de Filme ou Novela (1065)
Teses / Monologos (2444)
Textos Jurídicos (1975)
Textos Religiosos/Sermões (6396)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Cronicas-->Terror Branco -- 25/05/2003 - 03:26 (José Ricardo da Hora Vidal) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

Preso ante ao juízo inerte da alvura da folha de papel, o poeta está só!

Seu cérebro é o campo de batalha em que as idéias e a arte e as palavras exalam avassaladoras forças telúricas, travam uma guerra civil sem quartel e tentam (muitas vezes em vão) gerar o verso necessário.

Suando e sofrendo e teimando e limando, o poema digladia-se pelas entranhas do poeta.

A folha branca é o deserto sem mácula. As palavras fogem como caça assustada. A pena paralítica esconde o caos interior do poema que aflora à pele mas se recusa a descer ao papel.

Mesmo afinando a lira e a canta amolada os versos vergastam o poeta intensamente até que - finalmente - o poema maduro desponta dentre as linhas pela brancura virgem do papel, tal qual uma aurora maculada no horizonte...
Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui