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Cronicas-->As peripércias televisivas de L. José -- 14/03/2003 - 14:04 (Filipe Camelo Pereira da Silva) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A comunidade artística brasileira é bestial! Na mais eufêmica possibilidade são confortavelmente comparativos à macacos de um circo querendo aparecer ao publico na ànsia por um pedaço de biscoito. Que o diga Loiro José- aquele da Ana Maria Braga-, um dos acometidos pela barbárie.
O Loiro José sim! Ele tem personalidade. Não precisa esconder sua burrice atrás de um físico sensual. Não foi molestado sexualmente pelos pais quando criança. Portanto , não explora um passado pessoal obscuro para promover-se.
Ao contrário de sua parceira de trabalho, o papagaio tem algo interessante. Ainda assim não escapa do uso de sua sexualidade machista para compor a espevitada personalidade.
Ultimamente a televisão brasileira - sobretudo a emissora do guru Silvio Santos- vem aproveitando-se da seminudez dos funkeiros. Isso é ridículo! Mesmo com a mais superficial interpretação de cultura que existe não se pode dizer que a pornografia em horário nobre é memorável. O sistema capitalista e a libido do brasileiro, nos torna escravos da programação de rádio e T.V medíocres que nos é imposta diariamente. Tudo isso impulsionado pela lascívia voyeristica nacional. O que nos dá o titulo de país honorário dos exportadores de prostituição. É ruim para nós e- é claro- para o nosso amigo Loiro José. Coitado!
Mas tomemos cuidado! Quem pensa que o ventríloquo e seu fantoche ave não tem seu montante de culpa no desgaste do sistema, é inocente ou analfabeto. Com um programa totalmente voltado à culinária e outras frivolidades, o mesmo prega nitidamente o apego do ambiente caseiro à mulher. Prova isso ( assim como em todos os programas televisivos do ramo) o uso de artigos e 3ª pessoa no feminino. É impressionante o modo como isso submete a mulher ao seu eterno papel de "Amélia".
Somos eu, você e o não menos louvável L. José - o fantoche, não o ventríloquo- vítimas de nossa própria ação aculturada sobre a mídia. Resta a alternativa de nos bestificarmos diante do bom uso da Lei de Murf pela mídia internacional. O principal foco desse erro é a supérflua televisão. "Onde fomos parar...?!".Só posso lamentar mais uma sofrida vez por Loiro José. Coitado...!
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