Usina de Letras
Usina de Letras
65 usuários online

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 63883 )
Cartas ( 21386)
Contos (13325)
Cordel (10376)
Crônicas (22605)
Discursos (3261)
Ensaios - (10894)
Erótico (13607)
Frases (52410)
Humor (20251)
Infantil (5708)
Infanto Juvenil (5077)
Letras de Música (5465)
Peça de Teatro (1389)
Poesias (141247)
Redação (3393)
Roteiro de Filme ou Novela (1066)
Teses / Monologos (2447)
Textos Jurídicos (1985)
Textos Religiosos/Sermões (6455)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Aguarde carregando ...
Cordel-->Voltei a cordelizar no terreiro da Usina. -- 06/08/2005 - 02:28 (Wellington Vicente) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Há algum tempo afastado
Do convívio literário
Abri o dicionário
Que fala em verso rimado
E me senti inspirado
Pela musa nordestina
Que pela graça divina
Transportou-me ao meu lugar
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Mesmo meio encabulado
Por atitudes mesquinhas:
Falsos poetas nas "rinhas"
Com texto pornografado
Por não terem o "bom guardado"
Na arte mais genuína
Essas aves de rapina
Vocês têm que deletar!!!
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Voltem, Rubênio Marcelo,
O Fiúza, O Almir Filho,
Tragam de novo mais brilho
Ao nosso rancho singelo
Pra transformá-lo em castelo
De poesia divina
Que diverte, instrui, ensina
A quem sabe navegar.
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Vamos falar de sertão,
De um vaqueiro encourado
Que parte todo animado
No rastro do barbatão.
Abaixo a esculhambação!
Pois a palavra ferina
Não constrói, só elimina
A poética que quer brotar
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Porto Velho, RO, 06.08.2005






Comentarios
O que você achou deste texto?     Nome:     Mail:    
Comente: 
Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui