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Cordel-->Voltei a cordelizar no terreiro da Usina. -- 06/08/2005 - 02:28 (Wellington Vicente) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Há algum tempo afastado
Do convívio literário
Abri o dicionário
Que fala em verso rimado
E me senti inspirado
Pela musa nordestina
Que pela graça divina
Transportou-me ao meu lugar
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Mesmo meio encabulado
Por atitudes mesquinhas:
Falsos poetas nas "rinhas"
Com texto pornografado
Por não terem o "bom guardado"
Na arte mais genuína
Essas aves de rapina
Vocês têm que deletar!!!
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Voltem, Rubênio Marcelo,
O Fiúza, O Almir Filho,
Tragam de novo mais brilho
Ao nosso rancho singelo
Pra transformá-lo em castelo
De poesia divina
Que diverte, instrui, ensina
A quem sabe navegar.
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Vamos falar de sertão,
De um vaqueiro encourado
Que parte todo animado
No rastro do barbatão.
Abaixo a esculhambação!
Pois a palavra ferina
Não constrói, só elimina
A poética que quer brotar
Voltei a cordelizar
No terreiro da Usina.

Porto Velho, RO, 06.08.2005






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