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Contos-->A arte dos tapetes de musgo -- 20/01/2010 - 14:14 (Evandro Carvalho da Silva) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Existem dias especiais para os deuses, dias estes que os transformam em esferas, dias pelos quais que jamais nos darão respostas. Porque a existência dos arqueiros que não usam flechas? Porque mundos tão díspares se entorpecem com os deuses humilhados? Porque o Tango transformou a vida do Fado em segundos de concentração em Cali? Porque o Galo dos ovos de ouro espantou um deus para longe do arqueiro em direção a astronautas de Eifell? Respostas são desnecessárias, é a ordem natural das coisas, perdedores e vencedores.
Ainda irão se lembrar do peru andino, que bebeu muito chimarrão e mudou-se para a Bacia do Prata. De um tal grupo celestial que flutuava em lugares de Luz, chegaram até a nomear um Rei que só morreria com três infartes. De um certo animal africano, que comia grama numa certa pastagem portenha, num dia de cinco lágrimas... era a concentração de Cali mais uma vez!
Concentração esta que desafiou os ponteiros e as cordas vocais de Edgar Pereya. Que matou um súdito de apenas um coração. Tantos nomes e saídas que perderam-se a quatro, oito, doze, dezesseis, vinte anos atrás. As faixas brancas do Imperador alemão, a mola propulsora do Carrossel de Amsterdã, o vitorioso derrotado, os canários dourados e de sonhos, a lebre alvi – celeste que mais tarde apreciaria o sal falso, os robôs do Imperador enfaixado, a Vodka fatal dos bêbados africanos. Já é hora de parar... o décimo sexto sonho já vai começar!

*Bobagem publicada às vésperas de Copa 98.
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