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Contos-->A desconfiança de Arthur -- 04/10/2005 - 14:54 (Evandro Carvalho da Silva) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O mundo rodopiou como um carrossel quando Arthur desabou em sua cama lá pelas tantas da madrugada. De repende o que era mato virou cidade, o que era a escória virou perfeição, os inimigos mortais converteram-se em parceiros inseparáveis. “Ainda bem que é o efeito da cachaça”, pensou num suspiro de lucidez antes de desabar num sono profundo e desalentador.
De manhã bem cedinho sentia fortes dores no estômago, mesmo assim não deixou de beber o tradicional café preto na padaria do Orlandini. Depois de um dia estafante na estrebaria, foi beber uma cerveja com o amigo João (que um dia haveria de sumir na multidão) e deixou escapar um elogio ao seu velho e único ofício. “Sabe João, me sinto satisfeito convivendo com os cavalos. É minha vida trocar a ferradura deles”.
Das cervejas às cachaças. Bebeu tanto, que Orlandini teve que leva-lo prá sua casa. O mundo rodopiou como um carrossel quando Arthur desabou em sua cama lá pelas tantas da madrugada. “Que nojo de perfeição e harmonia. Algo está errado”.
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