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Cartas-->À Mulher da Usina ! -- 27/06/2002 - 10:41 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

----- Melhor ou pior, na existência decorrente, nada significam para mim. A vida sabe-me ou não bem. Não confundam pois o título.

----- Ora suave e doce, ora ácida e azeda, consoante a bonança ou as intempéries espirituais que se lhe deparam, também inverna o intelecto para que a voragem temporal faça seu curso e liberte a natureza dos nefastos monstros extremos que constantemente extravazam os limites da humanidade.

----- Quem lhe teclar o nome como título de obra feita por outrém, constatará nu e cru quanto o entrelaçamento das ditas forças do bem e do mal a enformam e desenformam sem que Ela possa mover uma única palha para impedir ou suster as avalanches do cinismo e as catadupas da raínha maestra da vida: a hipocrisia!

----- Retratos, auto-retratos, demonstrações inequívocas das mentezinhas assoladas pelo medo da existência, mais negras do que a negrura, simulam-se afrodisíacas noivas envolvidas em endeusada alvura, virgens hediondas, das tais que concitam a loucura para os festins de todas as possíveis e impossíveis violências.

----- Homenzinhos homenzarrazões, descabelados cerebrais em face do juízo anódino, seguidores da submissão social, a fingirem que existem dentro da lágrima inocente que há-de provávelmente chorá-los, como chora todos, à hora da morte, esse insustentável nada que a inteligência adensa de mistério insolucionável.

----- Perdoa-lhes, Mulher.

----- O perdão, acredito, é o mais justo e sublime dos castigos. Cedo ou tarde resulta. Cedo ou tarde revela-nos o esplendor da desculpa em acto de voluntariosa confissão solene.

-------------- Que saudade de meus olhos
-------------- Sob a luz do tempo ido:
-------------- Mar, espuma, lodo, escolhos,
-------------- Viam tudo colorido!

----------------- Torre da Guia ------------------
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