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Cartas-->O poeta vira anjo. Homenagem ao poeta Henrique Freitas -- 25/06/2002 - 19:13 (Daniel Fiúza Pequeno) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
O poeta vira anjo. Homenagem ao poeta Henrique Freitas


Autor: Daniel Fiúza
25/08/2002

Quando um poeta morre
As flores se abalam
Suas cores se calam
Suas pétalas escorrem
Seu aroma foge.

O sol brilha diferente
A natureza sente
Pássaros não cantam
Canta triste o vento
Quando um poeta morre
O poema vira lamento.

Fragmenta-se a ternura
A sensibilidade chora
A inspiração vai embora
A poesia entristece
Quando morre um poeta
O cupido guarda a seta
Porque o amor está de luto.

Um poeta quando morre
Perde os apaixonados
Sentem os enamorados
O coração fica apertado
A vida perde o colorido
Carinho fica sem sentido
E a emoção fica calada.

Um poeta quando morre
Deixa parte da sua vida
Nas emoções que causou
Nas alegrias sentidas.
Uma sinfonia de arcanjo
Numa carruagem celestial
Leva o poeta pro infinito
O poeta vira anjo
E se torna imortal.

Amigo Henrique Freitas você sempre estará entre nós.

















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