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Cartas-->CARTA PARA GÉBER -- 05/05/2004 - 13:03 (Jairo Nunes Bezerra ) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Amigo Géber,

Recebi com prazer o seu-email(obra prima, tanto
que vai figurar abaixo, embora sem sua anuência).
A boa produção deve ser exibida. Não nasci no
Maranhão, mas sou filho de cidade irmã: Parnaiba-
PI. Sempre visito São Luís. É lá que tenho um espaço de lazer, principalmente vislumbrando à
distância, a bela cidade. E isso é feito no terraço"Consentâneo", ladeado por vinhos. Aqui
também acham que sou meio-louco, não pela minha
produção literária, mas pelo vinho consumido. UM
forte abraço do amigo JAIRO.


Amigo Jairo Nunes Bezerra,

em resposta a seus e-mails "substanciais" cito um exerto do prefaciador do meu único livro impresso, "Do Distrato Social (Da Nação pós Cabral" que é o Mário Hélio (Historiador, Jornalista, Doutor, PhD nas "Oropa, Frância e Bahia" e na Espanha e o "scambau") no qual diz: " Não falta a Rhomano a habilidade para o trocadilho, a inversão de slogans, ditos, anagramas, e outras libertinagens com as palavras. Como se a irreverência devesse já começar nos vocábulos. Isso, entretanto, é apenas uma das faces, meramente instrumental, da sua sátira. A arregimentação de uma nova realidade é que parece efetivamente fasciná-lo. Seria exagero encontrar nesse Distrato social menos um elogio da loucura que uma utopia? Um olhar veloz dirá que não. E poderá lembrar-se, logo em seguida, de que há mesmo um elogio da natureza do que deveria ser o humano do que verdadeiramente ele é. Confirmará a desconfiança, numa passagem como esta: “Tínhamos a felicidade dos Bons Selvagens, de morarmos todos juntos, num manicômio (todos eram loucos por todos)."

A mim, me interessa (e muito) comentários do quilate que você me fez, amigo Jairo, pois somente através de percepcões como a sua é que vale a pena continuar.
Bom seria que eu soubesse se o amigo é ou não maranhense, pois assim meu respeito e adimiração seriam potencializados.

Mais um texto para extravasar minha vaidade em receber elogoios seus: "Géber, que também é artista plástico de importância, aparece agora em livro, e com outro nome. Mas é o mesmo. O mesmo menino certamente buliçoso disfarçado em mais de uma centena de crônicas e paródias. O mesmo escultor de um bestiário original. De um zoomorfismo que mostra a face verdadeira do gênero humano quando se deforma.
Em que gênero situar o que escreve? Na sátira, gênero rhomano. Para explicar o que escreve a etimologia é bastante útil. Se a palavra sátira vem da expressão lanx satura, que quer dizer prato cheio, como não pensar nisto ao abrir este livro e percebê-lo repleto de tantas “cantigas” em prosa de escárnio e maldizer?" (M.Hélio).

Do amigo (cada vez mais vaidoso)

Géber




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