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Cartas-->Você... Klesyus... É um homem?!... Ou não?! -- 09/05/2003 - 22:28 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Então Vocessemecê está fartíssimo de saber o que se passa e persiste nesta brincadeira. O Senhor conhece a origem do problema e continua a zombar e a gozar com a situação. Que género de indivíduo é Você? Dá ideia que daí desse lado está um miúdo ao teclado.

A brincadeira cessou, Usineiro, se tem algo de íntimo que lhe dê gosto escrever aqui. Respeitêmo-nos para que obtamos condições de apresentar os nossos trabalhos.

Então o Senhor não constata o estendal que a professora produziu. Ela tem de prefigurar uma posição digna da profissão que representa e respeitar para ser respeitada. De resto, aqui o nosso caso, a liberdade é um bem experimental que ninguém tem como nós. O Senhor tem consciência disso. Têm algum jeito as quesílias que ela provoca por causa de ninharias?

Contenha-se Klesyus. Prefigure-se, escreva, aproveite o pendor que tem para produzir sempre mais e melhor. Como se chama a isto que por causa da professora temos andado aqui a fazer? "Chat" de garnizés? Indignamos os Usineiros respeitáveis e que não têm noção exacta da contenda. A professora utiliza-se disso mesmo.

Contenha-se, franqueie-se em respeitabilidade mútua e deixe que o tempo sane mazelas e viciosidades que se implantaram. Que solução queremos nós para este site?

Modere, pondere, estabeleça consciência segura sobre o que ocorre. Seja concreto e homem posto que, sendo capaz de brincar, consabe muitíssimo bem que todas as brincadeiras têm um limite.

Quer melhor exemplo, em relação à professora, do que eu? Aqui todos os dias a ser gozado, lateralizado, abandalhado e vexado. Queriam que me silenciasse armado em anjinho? Você sabe o que é um homem? Que confusão é esta? Somos todos uma cambada de estúpidos e palermas? Sim o que é que somos para aturarmos os caprichos da professora? Tome consciência disto, covardemente, vocês são meia-dúzia, fora os vândalos, e eu sou sozinho.

É pena que não tenham pejo algum deste importântíssimo facto.

Fique bem Klesyus, escreva, traga à ribalta assuntos de outro teor e, se porventura der para brincar, façámo-lo com sinceridade juvenil. Deixemos este permanente intriguismo em que nós, os contendores gratuítos e estultos, estamos envolvidos.

Façamos como o Domingos Oliveira, o Daniel Fiúza, a Olympia Salete Rodrigues, Lilian Mail e tantos outros (neste momento apressado não tenho tempo para citar) que primam pela decência e nem aos insultos correspondem ou replicam. Todos eles sabem o que se passa mas procuram manter-se neutrais o mais possível. Conhecem a estratégia da professora tão bem como o Klesyus conhece. Impecáveis, só. Respeitemos o seu teor e comportamento. Escrevem e evitam conflitos ao limite. Cessemos com esta estúrdia de vez. Façámo-lo em nome da tranquilidade de todos.

Torre da Guia
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