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Artigos-->Até que ponto somos animais racionais? -- 11/02/2002 - 17:30 (Rose Maura Fleixer) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Há momentos em que a vida nos incita a decisões delicadas, solícitas de cautela demasiada, torneadas por perigos imprevisíveis, mas temos que nos prostar à condição de continuarmos lutando, por uma causa, as vezes por uma vaga e até por um reconhecimento.

É extremamente complicado sermos políticos e, por necessidades, também disfarçarmos nossas ideologias por passividades e neutralidade de ações até que possamos nos firmar e, só então, agirmos com a segurança de quem pode agir e não sofrer represálias.

Digo isto com certo pesar, de quem `vê na luta pela sobrevivência, uma guerra onde é matar ou morrer. Penso que neste campo de batalhas, há lugar para todos, pois só os grandes trabalhos é que foram feitos em equipe. Sozinhos, não somos ninguém; sozinhos, não construímos nada; sozinhos, estaremos sempre sós, e quem ganha com isso?: - o egoísmo, a inveja, a intolerância, a incompetência, enfim, a mediocridade.

Ao Ser Humano foi dada uma faculdade peculiar, a do raciocínio, porém, tem sido esta a diligência que tem levado o homem a fatalidades dicotomizantes à sua condição de animal racional.

Envergonho-me diante dos demais animais quando penso que se esses tivessem uma racionalidade próxima do homem e percebessem que, quanto mais o homem aprende, menos põe em prática a sua humanidade, mas, contrariamente, parece buscar um passado de primitividade, onde a razão não fazia sentido, apenas a luta pela sobrevivência e, creio eu, que ainda que mesmo naqueles primórdios tempos devia exister alguma ética, do tipo: - mato para comer, ou, por outra: - mato para não morrer.

Hoje é uma tal de "mato pelo prazer"; "ferro porque invejo" e coisas assim desse tipo...

Caros colegas, escrevo para alertar que,como disse Nietszche, somos humanos, demasiados, humanos, então hajamos como tais e não demos nosso lugar privilegiado, concedido por Deus, aos irracionais.
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