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Artigos-->A QUESTÃO DA MENINGITE -- 20/05/2005 - 08:55 (ZACARIAS MARTINS) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
A 2ª Felig – Feira do Livro de Gurupi, que está sendo promovida pela Fundação Cultural do município, prossegue com uma movimentada programação até o sábado, no Centro Cultural Mauro Cunha, com lançamentos literários, sessões de autógrafos de autores tocantinenses, palestras e oficinas, além de shows com músicos regionais.

Na sexta-feira, às 14 horas, está programada uma palestra com o escritor e deficiente auditivo, Arlindo Nobre, com o tema “A Meningite”, doença da qual ele é vítima. À noite, às 20 horas, o escritor estará lançando o livro “Memórias de um surdo pós-meningite”, publicado pela Editora Veloso, de Gurupi.

No livro, Arlindo Nobre, que ficou surdo em conseqüência de meningite, em 1989, dá uma demonstração de força e prova que a vontade de viver está acima de qualquer deficiência.

Na época, o escritor tinha apenas 13 anos de idade e passou por uma experiência que mudou bruscamente sua vida, já que perdeu a audição. E o pior de tudo é que a surdez surgiu como seqüela de uma doença das mais preocupantes no meio médico: a meningite.

O escritor Paulo Henrique Costa Mattos, da Academia Gurupiense de Letras, que assina o prefácio do livro, afirma que a doença que tornou Arlindo Nobre portador de necessidades especiais de comunicação, causou extrema dificuldade na conquista de suas metas educacionais, vocacionais e sociais, porém, ressalta que isso não o impediu, de forma alguma, de compreender o mundo que o cerca, de lutar para estar inserido nele.

Para Costa Mattos, Arlindo Nobre e seu livro são uma daquelas oportunidades que chegam mostrando claramente com seu exemplo de vida o quanto é importante aprender a curar nossas feridas e aprender a andar. “São uma daquelas oportunidades que nos obrigam a pensar sobre os nossos próprios sofrimentos e nos mostra como é fácil aprender a alegria de viver, apesar dos infortúnios”, finaliza.

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