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Artigos-->Para quem quiser seguir o "dobrar dos sinos" em Portugal ! -- 28/05/2003 - 09:13 (António Torre da Guia) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos

993300>Ponto da Situação



No meu sorriso, no nosso sorriso, pende e baila a náusea indignada, mas o alinho dos lábios queda-se sobretudo confiante em que, face a consumação dos gravíssimos crimes que a imperdoável negligência dos responsáveis permitiu, desta feita a justiça vai lograr-se e cumprir-se, condenando ou inocentando quem deveras o merece.



Quando a náusea sobe e se revela à tecla dos mais conceituados e tarimbados cronistas, é sinal inequívoco de que a procissão dos dias entrou popr beco esconso e não se lhe vislumbra retorno fácil ao adro.



Os imunes impunes e os inúteis nefastos da política terão de ter as horas urgentemente contadas. O vomencial e hediondo imbróglio pedófilo tem de deslindar-se e dar à luz a verdade concisa. Não haverá outro modo para atenuar a repulsa do futuro nas vítimas que fatalmente têm encontro marcado com o ego. O que por aí consta é de arrepiar e embasbacar a mais céptica das moderações.



Para a escancarada desonestidade sobre o erário público, para os crimes de devassidão imperdoável, o castigo terá de ser exemplar. A caldeira da indignação fervilha em instante e delicado estado de perigosidade. O "Grande Irmão" ao invés não carece de pagar direitos de autor ao estrangeiro. Os ilustres convidados estão entrando um a um na "casa do sucesso".



Medite-se sobre a atitude que o bobo mor da devassidão mediática toma e alardeia em face de uma convocação judicial séria. Confine-se o seu "humorístico" primor na pele do bezerro que se atreveu a colocar em palco. Acorra-se sem demora aos "Parasitas" de Guerra Junqueira e estabeleça-se o paradigma da confrangedora actualidade com que os portugueses se debatem sem poder evitá-la.



O nosso Presidente da República estará decerto a meditar na mais azada forma de aliviar o sórdido ambiente que desaba, quiçá limpando-o num ápice, se optar por dissolver a AR, solicitando ao povo que determine pelo voto, em mercê de personalidades dignas e justas, um Portugal levantado hoje de novo. Segundo as escrituras, por muito menos lavou Pilatos as mãos.



Torre da Guia

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