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Artigos-->CAVALO ZAINO -- 24/05/2001 - 10:05 (VIRGILIO DE ANDRADE) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Os ponteiros do relógio escorrem pela fresta da janela betume.

O tic-tac do tempo me desperta lembranças dos dias em que corria pela relva miúda e sentia o odor de suor e o cheiro de alecrim florido ser esmagado sob o peso do casco.



Quando APOLO cruzava o alagadiço ganhando galopar pantaneiro,

tal e qual herói dos filmes de big-bang,

arremetia a montaria por sobre obstáculos e fazia o animal soltar um grunhido selvagem.



Hoje, abandonei aquelas aventuras juvenis.

APOLO enrijeceu as patas e nem ao menos consegue pastar no estábulo.

Observando o dia perder o brilho e morrer,

escuto seu relinchar denunciando que BASALA KANGA está no cio.

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