Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
130 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56711 )
Cartas ( 21128)
Contos (12517)
Cordel (9864)
Crônicas (21892)
Discursos (3121)
Ensaios - (10000)
Erótico (13200)
Frases (41697)
Humor (17749)
Infantil (3605)
Infanto Juvenil (2334)
Letras de Música (5448)
Peça de Teatro (1312)
Poesias (137072)
Redação (2886)
Roteiro de Filme ou Novela (1049)
Teses / Monologos (2381)
Textos Jurídicos (1917)
Textos Religiosos/Sermões (4520)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Ensaios-->DICIONÁRIO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS -- 15/08/2007 - 11:34 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos















DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO
DE MEMBROS DA
ACADEMIA GOIANA DE LETRAS





























ATENÇÃO: PÁGINA 2(PAR), TOTALMENTE EM BRANCO.

























Mário Ribeiro Martins
Procurador de Justiça
Professor Universitário
(da Academia Goiana de Letras
e da Academia Tocantinense de Letras)









DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO
DE MEMBROS DA
ACADEMIA GOIANA DE LETRAS










Kelps
Goiânia-GO
2007


Copyright C 2007 by Mario Ribeiro Martins

Diagramação e capa: Weslley Rodrigues
Revisão: Mario Martins.

Coordenação Gráfica: Editora Kelps
Rua 19, nº 100- St. Marechal Rondon
CEP 74.560-460-Goiânia-GO
Fone: (62) 3211-1616. Fax: (62) 3211-1075
E-mail: kelps@kelps.com.br
Homepage: www.kelps.com.br

..................................................................................................................
Martins, Mário Ribeiro, 1943 .
M244d DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS.
Mário Ribeiro Martins .
Goiânia. Kelps, 2007.
p.
ISBN:
1. Brasil-Biografias-Academia.
2. Brasil, Goiás, Bahia, Tocantins, etc- I. Título. .
CDU: 929. 821. 134-3(817.3)-31 ...................................................................................................................

INDICE PARA O CATÁLOGO SISTEMÁTICO:
Literatura Brasileira-Histórico-Biográfico
CDU: 929.821.134.3(817.3)-31

TODOS OS DIREITOS RESERVADOS- É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DA OBRA, de qualquer forma ou por qualquer meio sem a autorização prévia e por escrito do autor. A violação dos Direitos Autorais(Lei nº 9610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184, do Código Penal Brasileiro.


Impresso no Brasil
Printed in Brazil
2007


C2007
MÁRIO RIBEIRO MARTINS
Caixa Postal, 90-Palmas, Tocantins, 77001-970
FONE: (063) 3215 4496
Celular: (063) 99779311.
e-mail: mariormartins@hotmail.com
site: www.mariomartins.com.br
Homepage: www.genetic.com.br/~mario.




DEDICATÓRIA



A todos os colaboradores, pela preciosidade das
informações fornecidas ao autor.




Aos amigos e leitores, com sincera gratidão.
Às minhas duas filhas Nívea Zênia e Nívea Keila, bem como aos netos Danilo e Letícia Minas Novas, além de Samara Minas Novas Martins Morais.

A Maria de Jesus Lopes Correa(Patrícia).

Aos que também pensam como o autor:

“AS GRANDES REALIZAÇÕES SÓ SÃO POSSÍVEIS
POR AQUELES QUE ACREDITAM POSSUIR, DENTRO
DE SI, ALGUMA FORÇA SUPERIOR ÀS CIRCUNSTÂNCIAS”.
















OBSERVAÇÃO:

PAGINA 6 (PAR)

TOTALMENTE EM BRANCO. FAVOR NÃO COLOCAR NADA.



































SUMÁRIO




PUBLICAÇÕES DO AUTOR..........................................................9

INTRODUÇÃO................................................................................

BIOGRAFIAS DOS ACADÊMICOS..................

BREVE INFORMAÇÃO BIOBIBLIOGRÁFICA

FORTUNA CRÍTICA

BIBLIOGRAFIA

OCUPAÇÃO DAS CADEIRAS AO LONGO DO TEMPO

ÍNDICE ONOMÁSTICO
















PÁGINA 8(PAR)

TOTALMENTE BRANCA. FAVOR NÃO COLOCAR NADA.









































(EM PÁGINA IMPAR, na 9)


PUBLICAÇÕES DO AUTOR:


1) CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1972.

2) SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

3) SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE. Recife: Acácia Publicações, 1973.

4) GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE(Uma Contribuição Biográfica). São Paulo: Imprensa Metodista, 1973.

5) MISCELÂNIA POÉTICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

6) HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1974.

7) BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Co-autoria com Zaqueu Moreira de Oliveira). Recife: Acácia Publicações, 1974.

8) ESBOÇO DE SOCIOLOGIA. Recife: Acácia Publicações, 1974.

9) FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Goiânia: Editora Oriente, 1979.

10) GILBERTO FREYRE, EL EX PROTESTANTE. Tradução de Jorge Pinero Marques. Argentina: Libreria Y Editorial, 1980.

11) SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Anápolis: Editora Walt Disney, 1980.

12) PERFIL LITERÁRIO. Rio de Janeiro: Editora Arte Moderna, 1981.

13) LETRAS ANAPOLINAS. Goiânia: Editora O POPULAR, 1984.

14) JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS. Goiânia: Editora O Popular, 1986.

15) ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO. Anápolis: Editora Anapolina, 1987.

16) CADEIRA 15(Perfil Biográfico). Anápolis: Editora Anapolina, 1989.

17) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Anápolis: Fica, 1995.

18) ESCRITORES DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1996.

19) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1999.

20) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS. Rio de Janeiro: Master, 2001.

21) CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. Goiânia: Kelps, 2004.

22) RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2005.

23) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2007.

24) DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS. Goiânia: Kelps, 2007, em co-autoria com Filemon Francisco Martins.

25) MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Goiânia: Kelps, 2007.

26) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL. Goiânia: Kelps, 2007.

27) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL(2002), via INTERNET, no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



PUBLICAÇÕES DO AUTOR NA INTERNET:
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARTIGOS:

PEDRO WILSON E OSVALDO ALENCAR.
EDITAL DOS CONCURSOS DA ATL.
O DESCASO DOS GERENTES DE CORREIOS COM AS BIBLIOTECAS.
E-MAILS QUE NUNCA FUNCIONAM.
A INJUSTIÇA DOS CORREIOS COM AS BIBLIOTECAS.
A PENA DE MORTE É A LEGÍTIMA DEFESA DA SOCIEDADE.
O QUE TANCREDO DISSE A DEUS(Neurim e Pascoal).
SAIU O LIVRO DE EDIMÁRIO.
Políticos do Brasil-um livro de se ler(Liberato Póvoa).
Pastor evangélico-Pr. João Falcão Sobrinho.
DICCIONARIO BIOGRAPHICO DE PERNAMBUCANOS CELEBRES.
MIRORÓS(Bahia)-UM PROJETO INACABADO.
BRASIL 0 X 1 FRANÇA-Medo de fantasma(José Sebastião Pinheiro).
RESTRIÇÕES À ENCICLOPÉDIA BARSA.
A PASSAGEM DO MÉDICO JULIO PATERNOSTRO POR PARANÃ.
ESTADOS REPRESENTADOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.
QUEM NÃO FOI PARA A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.
ATENÇÃO, ESCRITORES!
SOBRE O JALAPÃO(Zuenir Ventura).
ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO.
O GOLPE DA RAPINA(Gabriel Nascente)
A PALMA QUE SE TRADUZIU EM PALMAS.
VIAGEM PELOS RIOS TOCANTINS E ARAGUAIA.
QUEM FOI ABÍLIO WOLNEY?
QUEM FOI ALFREDO FREYRE?
QUEM FOI ARTUR RIBEIRO DOS SANTOS?
QUEM FOI BERNARDO SAYÃO?
QUEM FOI GILBERTO FREYRE?
QUEM FOI JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO?
QUEM FOI LEÃO LEDA?(TOLSTOI E O PADRE JOÃO).
QUEM FOI MÁRIO MARTINS?
QUEM FOI MILITÃO RODRIGUES COELHO?
QUEM FOI O GENERAL MOHAMED CHICHAKLI?
QUEM FOI OSVALDO ALENCAR ROCHA?
QUEM FOI PARSONDAS DE CARVALHO?
QUEM FOI RUFINO TEOTÔNIO SEGURADO?
QUEM FOI SANTA DICA?
QUEM FOI TRIGANT DES GENETTES?
A COLUNA PRESTES E O FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA DE PALMAS.
HORÁCIO DE MATOS E O CAPITÃO MANOEL QUIRINO MATOS.
HORÁCIO DE MATOS E O MAJOR MOTA COELHO.
CANTO DO CISNE(Joana Camandaroba).
PALAVRAS AO CORAÇÃO(Enaura Machado).
EXERCÍCIOS DE ADMIRAÇÃO(Ruy Rodrigues da Silva).
BERÇO CULTURAL DO TOCANTINS-NATIVIDADE OU PORTO NACIONAL?
RESULTADO DO I CONCURSO DE POESIA DA ATL.
TEOTÔNIO SEGURADO E O DICIONÁRIO DO BRASIL IMPERIAL.
O EX-PROTESTANTE GILBERTO FREYRE(Robinson Cavalcanti).
UM MENINO DE JESUS(Ebenézer Gomes Cavalcanti).
MÁRIO MARTINS-NOTÁVEL DICIONARISTA(Adrião Neto).
A PROSIFICAÇÃO DA VAIDADE(Moura Lima).
O BRASIL ESTÁ VIRANDO UM PAÍS DE CORRUPTOS?
DIREITOS DA SOCIEDADE.
A IDENTIDADE SOCIAL.
DESARMAR O CIDADÃO PARA PROTEGER O BANDIDO(Irapuan Costa Jr).
A LEI BURLANDO A LEI.
CONCURSO NACIONAL DE POESIA.
O CRIME DO CORONEL LEITÃO.
O CANTÃO TRANSFORMADO EM PASTO.
PT: UNÇÃO DOS ENFERMOS OU EXTREMA-UNÇÃO?(LEONARDO BOFF)
CONHECENDO O TOCANTINS, de Júnio Batista Nascimento.
LIVROS RAROS.
TOCANTINENSES, TOCANTINS.
VIAGEM DE RUFINO TEOTÔNIO SEGURADO.
A VERDADEIRA FÁBULA DO PINÓQUIO(Liberato Póvoa).
CARTA A GILBERTO FREYRE NETO.
BIOGRAFIAS E BIÓGRAFOS(Enéas Athanázio).
O SUPREMO NÃO É INTOCÁVEL(Armando Acioli).
OS DEZ ANOS DE SERRA DOS PILÕES.
IOGA: RELIGIÃO OU TERAPIA?
O CORONELISMO NA HISTÓRIA E NA FICÇÃO(Enéas Athanázio).
CORONEL FACUNDO, MEU PARENTE.
ENTREVISTA SOBRE A ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.
A HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS.
A SOJA COMO DESASTRE ECOLÓGICO.
FORTUNA CRÍTICA.
UM LIVRO ESPECIAL-PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS-(Juarez Moreira).
MOEMA DE CASTRO E SEU ESPAÇO DA CRÍTICA.
A CONSTRUÇÃO DO ROMANCE EM MOURA LIMA E OUTRAS FACETAS.
O DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS.
UMA ILUSTRE FAMÍLIA DE ARRAIAS.
TOCANTINENSES, TOCANTINS.
A RESPOSTA DE GILBERTO FREYRE.
A SEPULTURA DO GENERAL.
O GENERAL DO POVO.
HISTÓRIA DE UM DICIONÁRIO.
DIONÍZIO CURADOR, MEU PARENTE.
UM DICIONÁRIO TOCANTINENSE.
ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA E A ENTREVISTA DE JOÃO UBALDO RIBEIRO.


DISCURSOS:
DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA TOCANTINEN-
SE DE LETRAS.


CORDEL:

O QUE DEUS DISSE A TANCREDO?(Neurim e Pascoal).


ENSAIOS:

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE A a Z.


REDAÇÃO:

UM BAIANO ILUSTRE(Milton Santos).
CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS.

TODOS ESTES TEXTOS ESTÃO NA INTERNET, NO SEGUINTE ENDEREÇO:
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br














ATENÇÃO: A Introdução deve começar em página IMPAR, de preferência na página 15.


INTRODUÇÃO

Mário Ribeiro Martins*


Depois do livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS(Goiânia, Oriente, 1977), de Humberto Crispim Borges, não mais se produziu um livro que trouxesse, num só volume, a biografia de todos os patronos, fundadores e titulares das 40 cadeiras da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, oficialmente instalada em 29 de abril de 1939, no Palácio das Esmeraldas, em Goiânia, sob a presidência honorífica do Governador e Acadêmico Pedro Ludovico Teixeira que tinha sido eleito Presidente na reunião de 22.04. 1939, bem como titular da Cadeira 01 que tinha como Patrono Couto Magalhães. Pois bem, já se passaram trinta(30) anos, sem que houvesse uma edição revista e atualizada do livro de Humberto.
Daí a razão porque resolvi elaborar este DICIONÁRIO. Todos os nomes abaixo biografados, bem como mais de vinte mil outros nomes, já estão no meu DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, na internet, no site www.mariomartins.com.br ou www.usinadeletras.com.br Trata-se de um livro meramente biográfico, sem nenhuma preocupação literária.
Membro da Academia Goiana de Letras, desde 1983 e da Academia Tocantinense de Letras, desde 2001, fui também Fundador e Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Membro correspondente de diferentes academias no Brasil e exterior.
Este dicionário com nomes exclusivamente vinculados à Academia Goiana de Letras tem um sentido todo especial. É que sempre gostei das atividades acadêmicas. De alguma forma, me especializei em textos de biografias.
Publiquei LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984), JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986), ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995), ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996), DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999), DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(924 páginas, 2001), RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS(470 páginas, 2005). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(1.034 páginas, 2007), DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS(140 páginas, 2007), MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICO(496 páginas, 2007), DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGELICA DE LETRAS DO BRASIL(394 páginas, 2007).
Portanto, o que consegui, ainda que frágil, aí está.
Na verdade, cada Cadeira da Academia tem a sua própria história. É que é sempre grande o número de candidatos para cada cadeira, mas só um é eleito. E esse fato, faz a história.
Pode-se pesquisar por cada cadeira, separadamente, na forma latina dos nomes ou seja por nome de batismo. Ou se pode pesquisar, através de um índice onomástico, colocado no fim do livro, na forma britânica ou seja pelo último sobrenome.
Há fatos interessantes na vida da Academia Goiana de Letras apresentados no livro do Humberto que faz uma súmula histórica da Academia, como diz ele: “Extraída dos livros de Atas”. As “observações” feitas por ele, no fim de cada página, são de uma preciosidade enorme. Vejamos apenas as observações.
OBSERVAÇÃO 1(página 18): “Vemos, em relação à escolha inicial, efetuada a 28 de março, que foram deixados de lado os nomes de Carvalho Ramos, José Magalhães e José da Costa Pereira, substituídos, respectivamente, por Monsenhor Pizarro, Francisco Pereira e Jovelino de Campos.
No quadro em apreço aparecem grafados, erroneamente, os nomes de José Martins Pereira de Alencastre e de Monsenhor Inácio Xavier da Silva. Já os Estatutos da Academia, publicados em julho de 1939, oferecem as seguintes alterações em seu quadro social, sem consignação em ATA: Fagundes Varela é substituído por Gastão de Deus. Vitor de Carvalho Ramos surge como titular da Cadeira 14, em lugar de Paulo Fleuri da Silva. Bernardo Guimarães e Ricardo Paranhos desaparecem da relação, como Patrono e Fundador da Cadeira 15. Há uma troca de patronos entre Joaquim Ferreira e Jovelino Campos. São especificadas apenas vinte cadeiras”.
OBSERVAÇÃO 2(página 19): “Não obstante sua eleição para uma das vagas recém-criadas, a 5 de novembro de 1941, Derval toma posse no Automóvel Clube, na Cadeira 7, vaga com a morte de João Teixeira Álvares, sendo recepcionado por Vitor Coelho de Almeida. O livro de Ata da Academia não faz referencia ao acontecimento.
Mais tarde, Derval é remanejado para a Cadeira 23, na gestão Xavier Junior. A despeito da reeleição de Pedro Ludovico para Presidente, foi Colemar quem sempre a dirigiu, o que ocorreu até 5 de junho de 1947. Escolhido como titular da Cadeira 15, Ricardo Paranhos surge, depois, como Patrono da Cadeira 22. Eleito para preencher uma das cadeiras recém-criadas, a 30 de novembro de 1944, Câmara é reeleito para a Cadeira 8, vaga com o falecimento de Sebastião Fleuri Curado. Eleitos regularmente, nenhum dos intelectuais em apreço foi empossado.
OBSERVAÇÃO 3(página 20): “ Joaquim Câmara Filho e João Acioli já haviam sido eleitos em 18 de junho de 1941. A 22 de abril de 1939, dias antes da instalação da Academia, Luis do Couto solicitou, em caráter irrevogável, a exclusão de seu nome de sócio da entidade, o que lhe foi concedido.
Em atas posteriores não consta a eleição do mesmo para nenhuma cadeira. Todavia, na reunião de 6 de setembro de 1948, a Casa elege Gerson Castro Costa para a vaga do consagrado autor de LILAZES-Luis do Couto”.
OBSERVAÇÃO 4(página 21): “Foi suprimido o nome de Monsenhor Pizarro e surge Raimundo Marques de Azevedo, como Patrono. No entanto, apura-se mais tarde que o nome era Rodolfo da Silva Marques, homenageado em vida, pois só veio a falecer a 30 de julho de 1967, no Rio de Janeiro”.
OBSERVAÇÃO 5(página 33): “Conforme ATA de 22 de abril de 1939, constante do Livro 1, são considerados fundadores da Academia Goiana de Letras: 1)Pedro Ludovico Teixeira. 2)Vasco dos Reis Gonçalves. 3)Vitor Coelho de Almeida. 4)Colemar Natal e Silva. 5)Guilherme Xavier de Almeida. 6)Dario Délio Cardoso. 7)João Teixeira Álvares. 8)Sebastião Fleuri Curado. 9)Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo. 10)Albatênio Caiado de Godoi.
11)Cileneo de Araújo. 12)Gelmires Reis. 13)José de Almeida Xavier Junior. 14)Paulo Fleuri da Silva e Souza. 15)Ricardo Augusto da Silva Paranhos. 16)Augusto Ferreira Rios. 17)Gercino Monteiro Guimaraães. 18)Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo. 19)Francisco Ferreira dos Santos Azevedo. 20)Mario de Alencastro Caiado. 21)Jovelino de Campos.
OBSERVAÇÃO 6(página 34): “Foram considerados Patronos: 1)José Vieira Couto de Magalhães. 2)Constancio Gomes de Oliveira. 3)Luiz Gonzaga de Camargo Fleuri. 4)Antonio Félix de Bulhões Jardim. 5)Gastão de Deus Vitor Rodrigues. 6)Raimundo José da Cunha Matos. 7)José Martins Pereira de Alencastre. 8)Alceu Vitor Rodrigues. 9)Antonio Americano do Brasil. 10)Moisés Augusto de Santana.
11)Rodolfo da Silva Marques. 12)Inácio Xavier da Silva. 13)Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira. 14)Hugo de Carvalho Ramos. 15)Manuel de Macedo Carvalho. 16)Henrique José da Silva. 17)Joaquim Maria Machado de Assis. 18)Olegário Herculano da Silveira Pinto. 19)Joaquim Xavier dos Guimarães Natal.
20)Luis Antonio da Silva e Souza. 21)Egerineo Teixeira. 22)Ricardo Augusto da Silva Paranhos. 23)Urbano de Castro Berquó. 24)Higino Alves Rodrigues. 25)Francisco Xavier de Almeida Junior. 26)José Xavier de Almeida. 27)Bartolomeu Antonio Cordovil. 28)Florêncio Antonio da Fonseca Grostom. 29)Luis Maria da Silva Pinto. 30)Demóstenes Cristino.
Outra observação diz respeito a Paulo Nunes Augusto de Figueiredo que no dia 06 de outubro de 1942, chegou a ser eleito para a Cadeira 23, porem jamais tomou posse, embora a solenidade estivesse marcada para 10 de novembro de 1942. O historiador oficial da Academia Humberto Crispim Borges não deu explicação para o fato.
Trata-se de um livro meramente biográfico, sem nenhuma preocupação literária. Foram elaboradas 142 biografias entre os Patronos, Fundadores e Titulares da Academia Goiana de Letras, além de alguns membros correspondentes.
Os diferentes acadêmicos da Academia Goiana de Letras, entre Patronos, Fundadores e Titulares nasceram nos seguintes Estados: Bahia(8), Minas Gerais(16), São Paulo(2), Portugal(2), Rio de Janeiro(5), Rio Grande do Norte(2), Tocantins(5), Piauí(1), Paraíba(1), Mato Grosso do Sul(1), Sergipe(1) e Goiás(98).
Os nascidos no atual Estado de Goiás procedem das seguintes cidades: Anápolis(3), Goiás Velho(36), Goiânia(3), Luziânia(3), Piracanjuba(5), Silvânia(3), Morrinhos(3), Bela Vista(5), Pirenópolis(5), Niquelândia(2), Catalão(5), Corumbá de Goiás(4), Orizona(1), Caldas Novas(2), Palmeiras de Goiás(2), Jaraguá(2), Jataí(1), Rio Verde(1), Itaberaí(2), Mambaí(1), Pires do Rio(2), Crixás(1), Trindade(1), Corumbaíba(1), Aloandia(1), Paraúna(1), Pilar de Goiás(1), Hidrolândia(1).
De qualquer forma, o que foi encontrado aí está, primeiro na Internet e depois será transformado em livro. Daí o apelo, no sentido de que façam contato com o autor para corrigir ou ampliar as biografias. Pode-se usar o e-mail mariormartins@hotmail.com ou a Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970.

*MárioRibeiroMartins
é escritor e Procurador de Justiça.
(mariormartins@hotmail.com)
HomePage:www.genetic.com.br/~mario
Fones:(063)32154496Celular:(062) 9977 93 11.
Caixa Postal, 90, Palmas,Tocantins,77001-970.



Este capítulo deve começar em PÁGINA IMPAR.


CADEIRA 01
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Vieira Couto de Magalhães – PATRONO(Diamantina, Minas Gerais, 01.11.1837).
Pedro Ludovico Teixeira- FUNDADOR (Vila Boa-Goiás Velho, 23.10.1891).
Venerando de Freitas Borges(Anápolis, Goiás, 22.07.1907).
Kleber Branquinho Adorno(Goiânia, Goiás, 17.12.1953).



BIOGRAFIAS:

PATRONO DA CADEIRA 01- COUTO DE MAGALHÃES(JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES), de Diamantina, Minas Gerais, 01.11.1837, escreveu, entre outros, "VIAGEM AO RIO ARAGUAIA"(1863), "OS GOIANASES" (CONTOS-1860), "O SELVAGEM"(sua obra prima-1882).
Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou em 1857.
Foi Governador da Província de Goiás e seu Presidente durante um ano, em 1863. Voltado para a navegação do Rio Araguaia, fez estudos especiais na Ilha do Bananal, hoje no Estado do Tocantins, mantendo contato com os indios Karajás, nas aldeias de Santa Isabel, Tutemã, etc, onde, inclusive, fundou escolas para indios.
Militar Honorário do Exército Brasileiro. Conselheiro de Estado. Deputado Geral por Goiás. Criou a Caixa Econômica de Goiás (CAIXEGO).
Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Matemático.
Presidiu também as Províncias do Pará, Mato Grosso e São Paulo. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 01, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira, sendo Titular Venerando de Freitas Borges, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira, além de todos os outros livros que tratam da história política, social e econômica de Goiás.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 31, cujo Titular é Marco Anthony Steveson Vilas Boas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Diamantina, Minas Gerais, a 01 de novembro de 1837, e morreu no Rio de Janeiro a 14/9/1898, com 61 anos.
Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Fez o curso elementar no Seminário de Mariana e depois no Seminário Caraça, ambos em Minas Gerais, no ano de 1848. Cursou a Faculdade de Direito de São Paulo, em 1857, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais.
No Mosteiro de São Bento, em 1860, foi Professor de Filosofia, do futuro Presidente da República, Prudente de Morais.
Em 1862, assumiu o governo de Goiás com duas idéias fixas: a navegação do rio Araguaia e a construção de uma outra cidade para capital do Estado, já que a antiga Vila Boa era decadente e sem condições.
O bairrismo dos habitantes mais conservadores da cidade de Goiás o fez mudar de idéia e renunciar ao cargo, indo para Minas Gerais onde foi nomeado governador. Sem aceitar a indicação, foi transferido para Belém, onde se fez governador do Pará, em 1864.
Quando Governador da Província de Goiás, fundou o Colégio Santa Isabel, onde estudavam indios xavantes, gorotirés, caiapós, carajás, tapirapés e guajajaras.
Em 1865, organizou três corpos de voluntários para lutar na guerra contra o Paraguai. Em 1866, deixou o governo paraense a fim de ser governador de Mato Grosso.
Voltou a Goiás para ser eleito deputado geral em 1866. Sofrendo de impaludismo e debilitado, partiu para o Rio de Janeiro, em 1871.
Deixou inúmeros escritos, entre eles, “Um Episódio da História Pátria”(1862), “Dezoito Mil Milhas do Brasil”(1872), “Ensaios de Antropologia” (1874), “Memórias sobre Colônias Militares”(1875), “O Selvagem”(1876) “Anchieta e as Linguas Indígenas”(1877), “Gramática da Lingua Tupi”.
Em 1889, quando o império de Dom Pedro estava caindo, assumiu a Presidência da Província de São Paulo, ficando no cargo até o dia da proclamação da República. Era militar honorífico do Exército Brasileiro.
Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 14 de setembro de 1898, com 61 anos.
Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 35, cujo titular é Marco Villas Boas. Patrono da Cadeira nº 1 da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira e de que foi titular Venerando de Freitas Borges, sendo hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


FUNDADOR DA CADEIRA 01-PEDRO LUDOVICO(PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA), de Vila Boa-Goias Velho, 23.10.1891, escreveu, entre outros, “FALANDO COM FRANQUEZA”(1964), "MEMÓRIAS"(1973).
Na condição de Interventor Federal, foi o Fundador e Construtor de Goiânia, em 1932. Clinicou em Bela Vista de Goiás e Rio Verde, onde se tornou político militante. Senador da República pelo Estado de Goiás, entre 1946 e 1969. Foi Governador eleito pelo povo, entre 1930 e 1954.
Escritor, Ensaísta, Memorialista. Pesquisador, Intelectual, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Jornalista, Médico, Político. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira Nº l, e seu primeiro Presidente, na qual permaneceu até a morte, sem nunca ter tomado posse formal.
Encontra-se no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos, em GOIÂNIA E SUA VIDA, de Dilmar Ferreira, bem como no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos.
É biografado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e ainda em todos os livros que tratam da História Política, Social e Econômica de Goiás, inclusive em SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), em 23 de outubro de 1891.
Filho do médico João Teixeira Álvares e de Josefina Ludovico de Almeida.
Estudou as primeiras letras com a professora Pacífica Josefina de Castro-MESTRA NHOLA, em Vila Boa, em 1898. No Liceu de Goiás, em 1909, concluiu o curso secundário, sendo orador da Turma.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro(1910), a fim de estudar Medicina.
Formado Médico, em 1915, passou a clinicar em Bela Vista e Rio Verde, interior goiano, em 1917.
Casou-se com Gercina Borges Teixeira, em 22 de julho de 1918, com 27 anos, com quem teve, Mauro Borges, Lívia Borges, Pedro Borges, Paulo Borges, Antonio Borges e Goiano Borges.
Tornou-se Redator do Jornal O SERTÃO. Desde muito jovem revelou tendências políticas, combatendo os desmandos políticos que haviam se instalado em Goiás desde 1909. Essa oposição chegou ao caiadismo, o que lhe valeu a prisão em 1929.
Em 1930 candidatou-se a deputado federal pelo Partido Republicano, mas não foi eleito.
Em outubro do mesmo ano, comandando um grupo de 110 homens armados no Triângulo Mineiro e Sul de Goiás, tentou derrubar o caiadismo, mas foi preso em Rio Verde, embora tivesse resistido tenazmente à polícia estadual.
Com a vitória de Getúlio Vargas em 24 de outubro de 1930, voltava à cidade de Goiás de forma triunfal, sendo que durante a caminhada de volta era conduzido como prisioneiro, procedente da Cadeia Pública de Rio Verde.
Fez parte da Junta Governativa que assumiu o poder com a queda do caiadismo, ao lado de Mário de Alencastro Caiado e Emílio Francisco Póvoa, sendo nomeado em novembro de 1930 Interventor Federal.
Enfrentando séria oposição, em 1932, nomeou uma comissão para estudar a localização de um sítio que viesse a ser a nova capital do Estado.
O fato desagradou os tradicionais de Goiás Velho que passaram a conspirar. No dia 24 de outubro de 1933, lançou a pedra fundamental de Goiânia, no Município de Campinas.
Em 1935, mesmo tendo contra si essa ferrenha oposição, elegeu-se governador. No início de 1937, transferiu a Capital do Estado, de Goiás Velho para Goiânia.
Em novembro de 1937 Getúlio Vargas dissolveu o Congresso Nacional e implantou a ditadura, com a criação do Estado Novo.
No dia 28 de março de 1939, fundou, junto com outros, a Academia Goiana de Letras, tornando-se fundador da Cadeira 01, cujo Patrono é José Vieira Couto de Magalhães e de que foi titular Venerando de Freitas Borges, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
Na verdade, foi eleito seu primeiro Presidente e nela permaneceu até a morte, sem nunca ter tomado posse formal.
Nomeado por Getúlio Vargas, ficou como Interventor Federal, mantendo-se no poder até 29 de outubro de 1945 quando a ditadura de Vargas chegou ao fim.
No dia 5 de julho de 1942, fez a inauguração formal de GOIÂNIA.
No ano de 1945, em 22 de dezembro, elegeu-se senador com expressiva votação.
Em 1950 foi eleito governador do Estado, voltando de forma apoteótica ao Palácio das Esmeraldas, governando até 1954, quando se afastou do governo para candidatar-se e eleger-se senador.
Eleito Senador da República, em 1960, foi cassado pelo Ato Institucional n. 5 e teve seus direitos políticos suspensos por dez anos.
Deu a Goiás, como governador e chefe político, a oportunidade de sair do ostracismo e tornar-se um dos Estados mais politizados e mais desenvolvidos do país.
Sua esposa Gercina Borges faleceu em 1976 e ele, Pedro Ludovico Teixeira morreu em Goiânia, no dia 16 de agosto de 1979, com 88 anos de idade.
Seu pai João Teixeira Álvares e com o qual não teve boa convivência, foi médico ilustre em Uberaba, Minas Gerais, onde também faleceu, em 1940.
Pedro Ludovico Teixeira é considerado exemplo de homem público, tanto que, ao falecer em Goiânia, deixou como único bem material, sua própria casa residencial, hoje transformada em MUSEU PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA. Mas, tal como Siqueira Campos, no Tocantins, que foi Fundador e Primeiro Ocupante da Cadeira 01, da Academia Tocantinense, também Pedro Ludovico jamais conseguiu uma sede própria para a Academia Goiana de Letras, o que só ocorreu no governo de Henrique Santillo, através da instrumentalidade de Kleber Branquino Adorno, quando Secretário de Cultura do Estado de Goiás.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 01-VENERANDO DE FREITAS(VENERANDO DE FREITAS BORGES), de Anápolis, Goiás, 22.07.1907, escreveu, entre outros, "DOBRAS DO TEMPO", “SAMBURÁ”, este, com prefácio de Waldyr Castro Quinta.
Professor em Goiás Velho, na antiga Capital, Vila Boa. Primeiro Prefeito de Goiânia, em novembro de 1935. Foi criador da Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em l943, através do Decreto-Lei nº 475, de 25 de março.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Jornalista, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Orador, Poeta, Intelectual. Secretário da Fazenda. Deputado Estadual.
Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 0l, cujo Patrono é José Vieira Couto de Magalhães, de que foi fundador Pedro Ludovico Teixeira, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, do Tribunal de Contas do Estado, de que foi Conselheiro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros que tratam da História Social, Política e Econômica de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Anápolis, Estado de Goiás, a 22 de julho de 1907.
Com quatro anos de idade, mudou-se, junto com os pais, João de Freitas e Custódia Carolina Borges, para Goiabeiras (Inhumas), em 1911.
Feitas as primeiras letras, ali permaneceu até 1919, quando tinha 12 anos.
Já “coroinha” da Igreja, foi levado pelo Padre Carlos, Superior do Convento de Campinas, dos Padres Redentoristas, para aquela instituição onde deveria estudar.
Após fugir do Convento e a ele retornar, foi levado pelo mesmo Padre Carlos, para as Escolas Profissionais Salesianas de São Paulo, em 1921.
Lá permaneceu até 1926, quando, formado em Contabilidade, dirigiu-se para Uberaba, MG, onde esteve desempregado por vários meses.
Voltou a Inhumas, sem emprego. Em 1927, com 20 anos de idade, transferiu-se para a cidade de Goiás, antiga Capital.
Tornou-se professor de Contabilidade da Sucursal do Instituto Comercial do Rio de Janeiro. Taquígrafo e Contador, foi também Professor do Liceu de Goiás.
Em 1928, casou-se com Maria José de Araújo, de tradicional família vilaboense.
Escreveu para diversos jornais da época, destacando-se, “Correio Oficial”, “Voz do Povo”, usando pseudônimos como, A. Santos Leal, Marcos Ventura e Dora Fréges.
Em 1934, foi Diretor e Redator-Chefe de “O Comércio”, jornal que circulava na antiga Capital do Estado.
Em 7 de novembro de 1935, foi nomeado Primeiro Prefeito de Goiânia, tomando posse em 20 de novembro e no cargo permanecendo até 1945, quando foi exonerado, em virtude da queda do Estado Novo.
Esteve em Belo Horizonte, nos idos de 1936, onde também escreveu para a Revista “Argus”.
Fundou o “Jornal de Goiânia”. Nas eleições diretas de 1950, foi eleito Prefeito, tomando posse em 31 de janeiro de 1951 e exercendo o cargo até 1955.
Foi, por algum tempo, Diretor dos “Diários Associados de Goiás”.
Tem sido Superintendente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás(FIEG). É Diretor da Revista “Goiás Industrial”.
Foi Deputado Estadual. Fundador da Escola de Comércio de Goiânia e da Faculdade de Ciências Econômicas de Goiás, de que foi primeiro Diretor.
No início de 1980, publicou o livro “DOBRAS DO TEMPO”, numa iniciativa do escritor José Mendonça Teles que o queria na Academia, EXATAMENTE NO LUGAR DE PEDRO LUDOVICO, mas não conseguia colocá-lo, porque o estatuto da Academia proibia a eleição de qualquer candidato que não tivesse livro publicado.
Interessante é que o primeiro titular da Cadeira 1, Pedro Ludovico, só veio a ter livro publicado no fim de sua vida.
Com o livro editado, no mesmo ano foi eleito para a Academia Goiana de Letras, tornando-se Titular da Cadeira 01, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira, tendo como Patrono José Vieira Couto de Magalhães, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
Um dos fundadores da Associação Goiana de Imprensa, pertence também a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e União Brasileira de Escritores.
Foi Presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Aposentou-se como Conselheiro do Tribunal de Contas de Goiás.
Após ter publicado o livro SAMBURÁ, sua segunda e última obra, faleceu em Goiânia, no dia 16 de janeiro de 1994, com 87 anos, onde viveu ao lado de seus filhos e netos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 01-KLEBER ADORNO(KLEBER BRANQUINHO ADORNO), de Goiânia, Goiás, 17.12.1953, escreveu, entre outros, “PROCISSÃO PRA SANTO FROUXO E OUTROS CONTOS DO MESMO FEITIO”(1977), “SINFONIA DO SÓ”(POEMAS-1984), “AVANÇO I”(POEMAS), “DA ANATOMIA DO SILÊNCIO OU A GEOGRAFIA DA PRECE” (POEMAS). Publicou também “LIÇÕES DO PARLAMENTO”(1993), “MANUAL DO VEREADOR”(1994), “O MUNICIPIO EM MOVIMENTO E DIRETRIZES PRELIMINARES DE GOVERNO PARA OS MUNICIPIOS GOIANOS”(1994), 72 ANOS DE GOIÃNIA-artigos(Kelps, 2005).
Filho de Delfino Curado Adorno e Lília Branquinho. Formado em Direito, pela Universidade Federal de Uberlândia. Foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás. Mestre em Filosofia, pela Universidade Federal de Goiás. Doutorado em Ciências Ambientais, pela UFG.
Ex-Secretário de Cultura do Estado de Goiás, no Governo de Henrique Santillo. Graças a ele, o Governador do Estado comprou a CASA DE COLEMAR NATAL E SILVA, na Rua 20, centro de Goiânia, transformando-a em sede da Academia Goiana de Letras, onde hoje(1998), está instalada.
Ex-Presidente do Forum Nacional de Secretários da Cultura. Foi Secretário de Cultura de Goiânia.
Advogado, Político, Jornalista. Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ficcionista, Contista, Cronista. Produtor Cultural, Administrador, Empresário. Pensador, Ativista, Literato. Conferencista, Orador, Poeta. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 0l, cujo Patrono é José Vieira Couto de Magalhães, de que foi titular Pedro Ludovico Teixeira, bem como Venerando de Freitas Borges. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil.
Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Comandou a Comitiva que representou o Brasil na Feira Internacional de Dijon, França. Criou a Bolsa de Publicações CORA CORALINA. Em função do acidente com o Césio 137, dirigiu a Campanha Contra a Discriminação aos Goianos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Atualmente(2007), é um dos secretários do governo municipal de Goiânia, do Prefeito Íris Rezende Machado.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 02
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Constâncio Gomes de Oliveira- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 23.07.1886).
Vasco dos Reis Gonçalves- FUNDADOR(Bela Vista, Goiás, 05.04.1901).
Eli Brasiliense Ribeiro(Pium, Goiás, hoje Tocantins, 18.04.1915).
Aidenor Aires Pereira(Riachão das Neves, Bahia, 30.05.1946).



BIOGRAFIAS:

PATRONO DA CADEIRA 02-CONSTANCIO GOMES(CONSTÂNCIO GOMES DE OLIVEIRA), de Vila Boa-Goiás Velho, 23.07.1886, escreveu, entre outros, "CORRESPONDÊNCIA ENTRE A ANÁLISE SINTÁTICA E LÉXICA"(tese de concurso-1924), sem dados biográficos no livro.
Farmacêutico. Formado pela Faculdade de Farmácia do Rio de Janeiro. Secretário Particular do então Presidente do Estado, Brasil Ramos Caiado, em 1927. Professor do Liceu de Goiás, na antiga Capital do Estado.
Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Produtor Cultural, Literato, Cronista.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, na Cadeira 02, cujo fundador foi Vasco dos Reis Gonçalves, hoje(1998) ocupada por Eli Brasiliense Ribeiro e atualmente(2007), por Aidenor Aires Pereira.
Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, além de A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Cavalho Ferreira.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Pouco estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles, que dele se ocupou com 7(sete) linhas.
Nasceu em Goiás Velho, no dia 23 de julho de 1886. Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e Ana Joaquina Rodrigues de Oliveira.
Fez o curso primário em sua terra natal, no ano de 1893, matriculando-se, em seguida, no Liceu da velha capital.
Após ter sido escriturário de Barreiros, interior goiano, mudou-se, em 1909, para Uberabinha (Uberlândia), dedicando-se ao Magistério. Matriculou-se em 1910, na Escola de Farmácia do Rio de Janeiro, onde se formou. Retornando a Goiás Velho, em 1914, foi nomeado Professor de Português da Escola Normal. Torna-se Tenente Farmacêutico da Polícia Militar do Estado de Goiás, em 1915.
Ocupou o cargo de Secretário Particular do Presidente do Estado, Brasil Ramos Caiado, em 1921.
Juntamente com outros, fundou a Escola de Farmácia e Odontologia, em 1922, tornando-se Professor de Química Analítica.
Em 1924, por Concurso Público, fez-se Professor do Liceu de Goiás, na condição de Catedrático Vitalício.
Após várias licenças médicas para tratamento de saúde, faleceu em Goiás Velho, no dia 20 de novembro de 1933, com 47 anos de idade.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 2, cujo fundador foi Vasco dos Reis Gonçalves e de que foi Titular Eli Brasiliense Ribeiro, hoje(2007) ocupada por Aidenor Aires Pereira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 02-VASCO DOS REIS(VASCO DOS REIS GONÇALVES), de Bela Vista, Goiás, 05.04.1901, escreveu, entre outros, "PELO ESTADO NOVO" (ESTUDO E ANTOLOGIA-1942), sem dados biográficos no livro.
Professor da Faculdade de Direito de Goiás, em 1931, na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Interventor Federal em Goiás. Foi Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1948. Deputado Federal. Major da Polícia Militar de Goiás.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Político, Professor, Médico. Jornalista, Teatrólogo. Ativista, Produtor Cutural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista.
Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador da Cadeira 02, cujo Patrono é Constâncio Gomes de Oliveira, hoje(1998) ocupada por Eli Brasiliense Ribeiro. Atualmente(2002), é titular da Cadeira, o escritor Aidenor Aires.
Um dos fundadores da Revista OESTE, de Goiânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro, bem com em RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Suicidou-se em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 1952.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Bela Vista de Goiás a 05 de abril de 1901 e morreu no Rio de Janeiro a 20/1/1952. Filho de Manoel dos Reis Gonçalves e Angélica Honorina dos Reis.
Em 1915, concluiu os seus estudos no Liceu de Goiás, tornando-se secretário do Senado Estadual.
Fundou, em 1921, no Rio de Janeiro, juntamente com Moisés Augusto de Santana, a Sociedade Goiana de Geografia e História.
Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1922, recebendo o diploma de médico em 1927, quando retornou a Goiás.
Em 1931 lecionou Medicina Legal na Faculdade de Direito de Goiás, na antiga Capital, Vila Boa.
Em 1933 participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Elegeu-se, em 1934, Deputado Estadual à Constituinte Goiana. Tornou-se Capitão Médico da Polícia Militar do Estado de Goiás, em 1936.
Após fundar, em Goiânia, em 1938, com Gabriel Lino a REVISTA DE EDUCAÇÃO, apresentou na nova capital a peça de sua autoria, intitulada GOIÂNIA.
Foi Interventor Federal de Goiás por quatro dias, durante ausência do titular Pedro Ludovico Teixeira, em 1934.
Já em Goiânia, em 1939, juntamente com outros intelectuais, participou da fundação da Academia Goiana de Letras, sendo eleito seu Vice-Presidente.
Sua Cadeira 02 tem como Patrono Constâncio Gomes de Oliveira e é hoje(1998) ocupada por Eli Brasiliense Ribeiro. Com a morte deste, é hoje titular o escritor Aidenor Aires.
Fundou também a Revista Oeste, em Goiânia.
Em 1942 publicou o livro O Estado Novo, retratando a política vigente na época de Getúlio Vargas.
Com a queda da ditadura em 1945, elegeu-se suplente de deputado federal pelo PSD, chegando a exercer o mandato, em substituição dos deputados Guilherme Xavier de Almeida e Diógenes Magalhães.
Em 1946, por mérito, foi promovido a major PM, da Polícia Militar do Estado de Goiás.
Em 1947 transferiu-se para Pires do Rio, interior goiano, onde se instalou com uma clínica médica.
Foi eleito, em 1948, Presidente da Academia Goiana de Letras. Fundou, em 1951, a entidade CONCENTRAÇÃO TRADICIONALISTA GOIANA. Em 1952, com 51 anos de idade, no dia 20 de janeiro, estando no Rio de Janeiro, terminou por suicidar-se em Copacabana, saltando de um prédio. Foi casado com Maria de Lourdes, com quem não teve filhos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 02-ELI BRASILIENSE(ELI BRASILIENSE RIBEIRO), de Pium, antigo Distrito de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 18.04.1915, escreveu, entre outros, "CHÃO VERMELHO" (ROMANCE-1956), "PIUM" (ROMANCE-1949), "BOM JESUS DO PONTAL"(ROMANCE-1954), "RIO TURUNA"(ROMANCE-1964), "IRMÃOS DA NOITE" (CONTOS-1968), "GRÃO DE MOSTARDA"(ESTUDOS-1969), "A MORTE DO HOMEM ETERNO"(ESTUDOS-1970), “A CIDADE SEM SOL E SEM LUA”(ENSAIO-1977), "UMA SOMBRA NO FUNDO DO RIO"(ROMANCE-1977), "PERERECA"(ROMANCE-1974). Filho de Bernardino Ribeiro e de Jesuína Silva Braga.
Aposentou-se como funcionário do Fisco Estadual de Goiás. Professor, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Poeta, Romancista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato.
Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 02, cujo Patrono é Constâncio Gomes de Oliveira, de que foi fundador Vasco dos Reis Gonçalves, hoje(2000) ocupada por Aidenor Aires. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Estudado na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Biografado na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Na Academia Tocantinense de Letras foi o 1º Titular da Cadeira 27, cujo Patrono é o Frei Bertrand Oléris, cadeira hoje ocupada pelo latinista José Francisco da Silva Concesso, de Araguaína. Sua posse, no entanto, se deu em Goiânia, no dia 31.08.1994.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Pium, antigo Distrito de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, a 18 de abril de 1915. Filho de Bernardino Ribeiro e de Jesuína Silva Braga.
Concluiu o curso de Humanidades no Colégio São Tomás de Aquino, de orientação dominicana, em sua terra natal, no ano de 1929.
Foi diretor do grupo escolar “Pádua Fleury”, de Pedro Afonso, em 1936 e 1937. Transferiu-se para a Escola Normal “Padre Gonzaga”, de Pirenópolis, onde lecionou francês e português, em 1938, tendo sido também Secretário e Contador da Prefeitura Municipal.
No ano seguinte, 1939, casou-se em Pirenópolis, com Luciana Fleury.
Já em Goiânia, em 1943, tornou-se funcionário do Departamento Estadual de Cooperativismo e Professor.
Premiado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, publicou, em 1949, o romance PIUM.
Em 1950, tornou-se funcionário da Secretaria da Fazenda e Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Teve também marcante passagem pelo jornalismo, sendo diretor do “Diário da Tarde” de Goiânia (1956).
Tem vasta bagagem literária. Seu primeiro livro, sucesso absoluto, foi Pium (1949), premiado pela Bolsa de Publicações “Hugo de Carvalho Ramos”. Seguiram-se Bom Jesus do Pontal (1954). Chão Vermelho (1956). Rio Turuna (1964), premiado pela Universidade Federal de Goiás. O Perereca (1974) e a segunda edição, no mesmo ano. Antes já havia publicado Um Grão de Mostarda (1969). Tem ainda A Morte do Homem Eterno (1970), O Irmão da Noite (1968), Sombra no fundo do Rio(1977) e A Cidade sem Sol e sem Lua (1979).
Aposentou-se como Fiscal de Rendas do Estado de Goiás, em 1967.
Na Academia Tocantinense de Letras foi o 1º Titular da Cadeira 27, cujo Patrono é o Frei Bertrand Oléris, cadeira hoje ocupada pelo latinista José Francisco da Silva Concesso, de Araguaína. Para esta Cadeira, Eli Brasiliense não foi eleito, mas convidado pela Assembléia da ATL, tendo tomado posse no dia 31.08.1994, na cidade de Goiânia, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.
É considerado o maior escritor regionalista goiano. Sobre ele e com o título “ELI BRASILIENSE E SEU CHÃO VERMELHO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 2, de que também foi Presidente, em 1961 e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Sua Cadeira, na Academia Goiana, tem como Patrono Constâncio Gomes de Oliveira e foi fundada por Vasco dos Reis Gonçalves, sendo hoje(2000) ocupada por Aidenor Aires.
Faleceu em Goiânia, no dia 05 de dezembro de 1998, com 83 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 02-AIDENOR AIRES(AIDENOR AIRES PEREIRA), de Riachão das Neves, Bahia, 30.05.1946, escreveu, entre outros, "REFLEXÕES DO CONFLITO" (1970), "CANTO DO REGRESSO" (POEMAS-1979), "VIA VIATOR" (POEMAS-1986), "AMARAGREI" (1978), "ITINERÁRIO DA AFLIÇÃO"(POEMAS-1973), "LAVRA DE INSOLÚVEL" (POEMAS-1974), "NA ESTAÇÃO DAS AVES"(POEMAS-1973), "RIO INTERIOR"(POEMAS-1977), "OS DEUSES SÃO PÁSSAROS DE VENTO"(1984), “A ÁRVORE DO ENERGÚMENO”(CONTOS-2001), “O DIA FRÁGIL”(POEMAS-2005), “SELETA POÉTICA”(ANTOLOGIA-2005).
Formado em Letras Vernáculas e Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Jornalista Profissional, Promotor de Justiça Aposentado, Advogado. Escritor, Ficcionista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Conferencista. Produtor Cultural, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Ativista. Administrador, Educador, Memorialista.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu presidente, da Associação Goiana de Imprensa. Em 1983, juntamente com o romancista Antônio Baptista de Oliveira, concorreu à Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras, sendo, no entanto, eleito o escritor baiano Mário Ribeiro Martins que tomou posse no dia 19 de março daquele ano.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em várias antologias de poesia e prosa e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan, OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício, A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
Nasceu em Riachão das Neves, Bahia, no dia 30 de maio de 1946. Filho de Wilton Santos e Valeriana Aires Pereira.
Iniciou, em 1952, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, mudou-se com a família para Goiânia.
Na Capital do Estado, matriculou-se na Escola Técnica Federal de Goiás, onde cursou o Ginásio Industrial.
No Liceu de Goiânia, fez os exames de madureza do segundo grau, sendo aprovado.
No Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Católica de Goiás, terminou o curso de Letras Vernáculas, tornando-se professor.
Seu primeiro livro de poemas, “REFLEXÕES DO CONFLITO”, foi publicado em parceria com Gabriel Nascente, em 1970.
Ambos faziam parte do Novo Grupo de Escritores Novos(NOVO GEN).
O livro individual, no entanto, só foi editado em 1973, com o título sugestivo “ITINERÁRIO DA AFLIÇÃO”.
Detentor do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Com títulos bem chamativos, publicou vários outros livros, terminando por ganhar o Concurso Nacional de Poesia da Cooperativa de Escritores do Paraná, na década de 1970.
Foi vencedor do Concurso Nacional de Literatura da Caixa Econômica Estadual de Goiás(CAIXEGO).
Pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se advogado.
Na década de 1980, por Concurso Público de Provas e Títulos, entrou no Ministério Público Estadual de Goias, tornando-se Promotor de Justiça de várias cidades do interior e da Capital, função em que também se aposentou.
Passou a dedicar-se à advocacia e também às atividades literárias.
Sobre ele e com o título “AS INCURSÕES LITERÁRIAS DE AIDENOR AIRES PEREIRA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, do Prêmio Fernando Chinaglia e do Prêmio Bienal Nestlé de Literatura.
Foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás. Eleito e empossado na Academia Goiana de Letras, passou a ocupar a Cadeira 2, tendo como Patrono o ilustre professor Constâncio Gomes de Oliveira. Esta Cadeira foi fundada por Vasco dos Reis Gonçalves e teve como Titular Eli Brasiliense Ribeiro.
Atualmente(2007), é o Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, membro do Conselho de Cultura do Município de Goiânia.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br




CADEIRA 03
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luis Gonzaga de Camargo Fleuri- PATRONO(Meia Ponte-Pirenópolis, 21.06.1793).
Vitor Coelho de Almeida- FUNDADOR(Rio de Janeiro, 08.09.1879).
Alfredo de Faria Castro(Araguari, Minas Gerais, 06.03.1898).
Humberto Crispim Borges(Anápolis, Goiás, 16.07.1918).


BIOGRAFIAS:


PATRONO DA CADEIRA 03-LUIZ GONZAGA DE FLEURY(LUIZ GONZAGA DE CAMARGO FLEURY), de Meia Ponte-Pirenópolis, Goiás, 21.06.1793, produz, entre outros, "ITINERÁRIO DA CIDADE DE MEIA PONTE ATÉ A CIDADE DA BAHIA"(DUZENTAS E SEIS LÉGUAS) que foi oferecido pelo autor ao Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro.
Está vinculado ao Estado do Tocantins, porque entre 1822 e 1823, foi o representante do governo de Goiás, enviado para destruir o sonho da independência preconizada por Teotônio Segurado e Felipe Antônio Cardoso. Graças a ele, como membro da Junta Provisória do Governo de Goiás, quando de sua passagem por Porto Nacional, em 10.07.1823, foi cumprida a determinação de Dom Pedro I que tirava do cidadão Joaquim Teotônio Segurado todos os seus títulos honoríficos e seus bens materiais, nos seguintes termos:
“Sua Majestade, o Imperador, se dignou mandar pela Provisão expedida pelo Tesouro deste Império, que se proceda a sequestro em todos os Bens que por qualquer título sejam pertencentes ao Desembargador Joaquim Teotônio Segurado e assim ordeno vá imediatamente à Vila de São João da Palma e proceda no sequestro dos referidos bens, ficando Vossa Senhoria responsável ao mesmo Augusto Senhor, por qualquer falta ou omissão”.
Retornando ao Padre Fleury, foi o primeiro diretor do jornal A MATUTINA MEIAPONTENSE, fundado em Pirenópolis, Goiás, em l829, por Joaquim Alves de Oliveira. Governador da Província de Goiás e seu Presidente durante dois anos, em 1837. Criou a primeira Loteria de Goiás. Sacerdote, Jornalista, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 3, de que foi fundador Vítor Coelho de Almeida, sendo titular Alfredo Faria de Castro, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Detentor da Comenda CAVALEIRO DA IMPERIAL ORDEM DO CRUZEIRO.
Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como no texto RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e ainda em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Sobre ele escreveu Humberto Crispim, o livro intitulado “O PACIFICADOR DO NORTE”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Pirenópolis, a 21 de junho de 1793 e morreu na mesma cidade a 29/12/1846, com 53 anos de idade.
Filho de João Fleury Coelho e Rosa Maria de Lima Camargo.
Concluiu, em 1810, os estudos elementares, em sua terra natal, com o padre José Joaquim Pereira da Veiga, depois de ter estudado em Santa Cruz de Goiás.
Em 1811 foi para São Paulo a fim de seguir a carreira eclesiástica, chegando a receber o hábito de presbítero em 1817.
Em 1819, recebeu elogios do naturalista francês Saint-Hilaire que havia visitado Meia Ponte(Pirenópolis).
Em 1822 elegeu-se membro da Junta Provisória do Governo de Goiás, quando da proclamação da Independência do Brasil, ocasião em que o governador Manoel Inácio Sampaio de Pina era destituído do cargo.
Em outubro daquele ano foi designado a promover a pacificação política do Norte do Estado, cumprindo com êxito a sua missão ou seja, destruindo o sonho da independência, proclamada por Joaquim Teotônio Segurado e Felipe Antônio Cardoso.
Em 1823 recebeu ordens de conter a invasão de grupos maranhenses e piauienses no território goiano, sob o comando do Major Francisco de Paula Ribeiro.
Ainda em 1823, deu ao povoado Três Barras, até então pertencente ao Estado de Goiás, o nome de CAROLINA, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina.
Em outubro de 1824, participou da ultima reunião da Junta Provisória.
Em 5 de março de 1830 lançou, em Pirenópolis, o jornal MATUTINA MEIAPONTENSE, primeiro veículo de comunicação feito em Goiás, juntamente com o comendador Joaquim Alves de Oliveira, do qual foi redator chefe. O dito jornal circulou até 1834, quando a sua tipografia foi comprada pelo Governador José Rodrigues Jardim, visando a criação da Imprensa Oficial.
Em 1833, o Padre Luiz Gonzaga foi designado juiz municipal de sua cidade e em 1836 elegeu-se deputado geral.
Em janeiro de 1837, por carta imperial, de Dom Pedro I, foi nomeado presidente da Província de Goiás, governando apenas 8 meses e 14 dias.
Durante sua curta gestão fez circular o Correio Popular ou Correio Oficial de Goiás.
Deixando o governo, em 1839, em virtude do assassinato do Deputado Antônio Luis Brandão, elegeu-se deputado geral em 1840.
No dia 18 de julho de 1841, acompanhado de sua filha Maria Teolinda, assistiu, no Rio de Janeiro, a coroação de Dom Pedro II.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 3, cujo fundador foi Victor Coelho de Almeida e de que foi Titular Alfredo de Faria Castro, sendo hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges que, sobre ele, escreveu o livro “O PACIFICADOR DO NORTE”.
Quando da eleição de Segurado, para Governador Separatista, em setembro de 1821, o Sul de Goiás, com Capital em Vila Boa, reagiu e revidou, destruindo o sonho de independência do Norte de Goiás.
A destruição deste sonho foi feita através da instrumentalidade do Padre Luis Gonzaga Camargo Fleury que se fez acompanhar de soldados armados e percorreu o atual Estado do Tocantins durante mais de um ano, prendendo os líderes separatistas e sequestrando seus bens.
No desejo de acabar com o levante do Norte, o Padre Luís Gonzaga saiu de Pilar de Goiás, em abril de 1822, passando por Traíras, São José do Duro, Cavalcanti, Arraias, Conceição, Natividade, Carmo, Porto Nacional.
Retornou a Goiás Velho, em junho de 1823, exatamente quando o militar Raimundo José da Cunha Matos foi nomeado Governador de Armas de Goiás.
O Padre Gonzaga, como era conhecido, faleceu no dia 29 de dezembro de 1846, com 53 anos, sendo sepultado no dia 30, na Igreja Matriz de Pirenópolis, debaixo do Altar de São Francisco, vestido com os seus próprios paramentos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 03-VITOR COELHO(VITOR COELHO DE ALMEIDA), do Rio de Janeiro, 08.09.1879, escreveu, entre outros, “GOIAZ-USOS, COSTUMES, RIQUEZAS NATURAIS(ESTUDOS E IMPRESSÕES PESSOAIS)-1944, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos especiais nos Rios Araguaia e Tocantins. Depois de viajar de trem e lombo de burro, chegou em Goiás no dia 15.11.1892. Contratou guias, com os quais percorreu os quatro cantos de Goiás.
Escreveu também “EMANCIPAÇÃO RELIGIOSA NO BRASIL”(1923, “GOIÁS E A PRODIGIOSA RIQUEZA DO SEU SUB-SOLO”(1935), “PROTESTANTICES”(1932), “A TRANSUBSTANCIAÇÃO”, “AS SETE IGREJAS DO APOCALÍPSE”(1934), “SÃO PAULO APÓSTOLO”.
Do ponto de vista religioso, teve uma vida diversificada. Ordenado Padre em Roma, em 1903. Tornou-se Pastor Batista em Salvador, na Bahia. Foi Pastor Protestante Presbiteriano, no Rio de Janeiro, depois voltou a ser Padre.
Professor de Filosofia do Liceu de Goiás, na antiga capital, Vila Boa. Fundou a Escola Normal de Anápolis, onde foi Professor e Diretor.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Doutrinador, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Memorialista, Poeta, Intelectual. Relembrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Jornalista e Deputado Constituinte. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Alfredo Faria de Castro, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos.
Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros sobre a História Política, Literária e Econômica de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu no Rio de Janeiro, a 8 de setembro de 1879. Filho de Aristides de Melo Morais e de Maria Noelina Coelho de Almeida e Silva.
Após frequentar vários colégios, inclusive o Liceu de São Cristóvão, Colégio Internacional e Colégio Americano, seguiu para Paris, em 1889, onde participou de uma Igreja Presbiteriana.
Retornando ao Brasil, matriculou-se no Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Goiás, onde se formou padre em 1895.
Vocacionado para a carreira religiosa, viajou para Roma, estudando no Colégio Pio Latino-Americano, de onde saiu com as ordens sacras, em 1903.
No ano seguinte, já no Brasil, tornou-se Reitor do Seminário do Rio de Janeiro e Cônego da Catedral. Foi também Vigário de Bangu.
Em 1914, deixou a batina e se casou com Isaura Silveira, com quem teve uma filha de nome Talhita.
Transferindo-se para Salvador, como professor, em 1915, passou a frequentar a Igreja Batista.
De volta ao Rio, converteu-se ao presbiterianismo, tornando-se pregador. Fundou, em 1925, a Igreja Presbiteriana Livre. Decepcionado, voltou ao Catolicismo, em 1928.
Já em Goiás, tornou-se professor do Liceu, na Cadeira de Filosofia.
Em 1929, empreendeu suas viagens pelo interior de Goiás. Numa delas chegou a observar: “Quando percorremos a região norte, em 1929, estivemos em lugares em que os moradores, para tomarem conhecimento do conteúdo de uma carta, deveriam viajar doze léguas, afim de encontrar quem lhes soletrasse a leitura e garatujasse uma resposta.”
Em 1931, junto com outros, fundou a Escola Normal de Anápolis.
Mudando-se para Silvânia, lançou o jornal “BRASIL CENTRAL”.
Em 1934, foi eleito Deputado Estadual à Constituinte Goiana.
Juntamente com outros, fundou a Academia Goiana de Letras, em 1939, passando a ocupar a Cadeira nº 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Alfredo Faria de Castro, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Entre suas obras, destacam-se, “GOIÁS: USOS, COSTUMES E RIQUEZAS NATURAIS”, “São Paulo, Apóstolo”, “Protestantices”, “As Sete Igrejas do Apocalipse”, “A Transubstanciação”, “Emancipação Religiosa no Brasil”.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 37, de que é Titular o escritor Mário Ribeiro Martins.
Em 1942, tornou-se professor de Latim, no Liceu de Goiânia. Faleceu em Goiânia(Campinas), a 3 de novembro de 1944, com 65 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 03-ALFREDO DE FARIA(ALFREDO DE FARIA CASTRO), de Araguari, Minas Gerais, 06.03.1898, produziu, entre outros, "A LITERATURA FRANCESA" (TRADUÇÃO E NOTAS), “CONDENADOS AO INFERNO” (TRADUÇÃO).
Autor do nome GOIÂNIA para a nova capital de Goiás, através de Concurso Público, a que concorreu com o pseudônimo de Caramuru Silva do Brasil.
Professor de Francês, no Liceu de Goiás. Escritor, Ensaísta, Poeta. Jornalista, Articulista, Literato. Memorialista, Pensador, Intelectual. Produtor Cultural, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador.
Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Vitor Coelho de Almeida, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Araguari, Minas Gerais, no dia 6 de março de 1898. Filho de Bernardino de Faria Castro e de Maria Eulina Castro.
Em 1912, torna-se aluno do Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais. Juntamente com os pais, mudou-se para Goiandira, interior goiano.
Em 1918, ingressou no Regimento de Artilharia Montada de Pouso Alegre, Minas Gerais, seguindo, logo depois, para o Rio de Janeiro.
Licenciado do Exército, na condição de Tradutor, tornou-se Agente Fiscal de Roncador, no interior goiano, no ano de 1919.
Em 1926, por Concurso Público, fez-se Professor Catedrático do Liceu de Goiás.
Casou-se com Dinah Brom, em 1928, com quem teve Ney Brom, Eny Brom, Negma Brom, Rosy Brom, Nadja, Mamie e Cerise Brom. Também se formou em Direito, em 1928, e foi nomeado Professor de Francês da Escola Normal de Vila Boa.
Fundou, junto com outros, em 1933, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Já em Goiânia, em 1944, foi eleito para a Cadeira 3, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi fundador Vitor Coelho de Almeida, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Em 1960, foi escolhido pelos DIÁRIOS ASSOCIADOS para representar a cultura goiana na Organização dos Estados Americanos(OEA). Entre suas obras, destacam-se: A LITERATURA FRANCESA (Tradução-1926) e CONDENADOS AO INFERNO(Tradução do original de René Obaldia), em 1969.
Após receber o título de CIDADÃO GOIANIENSE, faleceu em Goiânia, no dia 31 de outubro de 1971, com 73 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 03-HUMBERTO CRISPIM(HUMBERTO CRISPIM BORGES), de Anápolis, Goiás, 16.07.1918, escreveu, entre outros, “CHICO MELANCOLIA”, "MOISÉS SANTANA: VIDA E OBRA", "GENERAIS GOIANOS", "HISTÓRIA DE SILVÂNIA", "HISTÓRIA DE ANÁPOLIS", "CHICO TRINTA", "CACHO DE TUCUM", "DA FARDA AO FARDÃO ACADÊMICO", "RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS", "O VALE DAS IMBAÚBAS", “GERAÇÕES EM MARCHA”, “O PACIFICADOR DO NORTE”, “AMERICANO DO BRASIL: VIDA E OBRA”. Publicou também “DO PADRE SOUZA AO RIO TEJO” e “VULTOS BONFINENSES”.
Militar do Exército Brasileiro. Escritor, Pesquisador, Professor. Jornalista, Ensaísta, Historiador. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Conferencista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.
Notabilizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 03, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi fundador Vítor Coelho de Almeida, tendo sido titular Alfredo de Faria Castro. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Encontra-se na Antologia SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Homenageado com biografia no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Nasceu na cidade de Anápolis, Goiás, no dia 16 de julho de 1918. Filho de Antonio Crispim e de Galiana Borges Crispim.
Após frequentar o Grupo Escolar “Dr. Brasil Caiado”, dirigido pelo Prof. Alarico Torres Verano, segue para Aracati (Sousânia), em 1928, estudando com o professor Nestor L. Coelho.
De lá retornou pouco tempo depois, terminando por ingressar na Escola Normal de Anápolis, em 1932, após passar pelas mãos das professoras Zanira Campos, Diva Silva, Belisária Correia, Ester Campos e Elfrida Burger.
Em Silvânia, a partir de 1934, frequentou o Ginásio Anchieta e a Escola de Instrução Militar, sendo redator da “Voz Juvenil”, onde também se bacharelou em Ciências e Letras.
Em 1942, matriculou-se na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, Minas Gerais, fazendo naquela cidade o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva(CPOR) e iniciando aí sua vida militar.
Depois de muitos estudos e atividades, casou-se com Alice Santana Ramos, no dia 10 de setembro de 1949, no distrito de Sousânia, município de Anápolis, com quem teve Maria Galiana, Antonio Gomes, Marcelo, Silvana e Maria Terezinha.
Mesmo com uma vida militar intensa, teve o seu livro “Chico Melancolia”, premiado e publicado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em 1967.
A partir de então, não parou de escrever. Em 1970, editou “Cacho de Tucum”.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, em 1972, foi recebido pelo Dr. Altamiro de Moura Pacheco, na Cadeira nº 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga Camargo Fleury, de que foi fundador Victor Coelho de Almeida, tendo sido titular Alfredo de Faria Castro.
No mesmo ano publicou “Da Farda ao Fardão Acadêmico”. Outras obras se seguiram: “História de Anápolis”(75), “Retrato da Academia Goiana de Letras”(77), “O Vale das Imbaúbas”(79), “Generais Goianos”(79), “Moisés Santana - vida e obra”(80), “História de Silvânia”(81), “Chico Trinta”(82), “Americano do Brasil - vida e obra”(82).
Em 1974, foi transferido para a Reserva de Primeira Classe, no posto de Tenente-Coronel, depois de ter sido Comandante do 16º BC, de Cuiabá, Mato Grosso, em 1969.
Ainda em 1974, tornou-se Diretor Financeiro da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO).
Foi eleito, em 1976, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Trata-se, na verdade, de um dos mais ilustres historiadores e pesquisadores de Goiás.
Sobre ele e com o título “HUMBERTO CRISPIM BORGES E OS GENERAIS GOIANOS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. Detentor da Medalha Militar de Prata, Medalha Caetano de Faria, Medalha Marechal Hermes e Medalha do Sesquicentenário.
Mais recentemente, publicou dois livros excepcionais, “DO PADRE SOUZA AO RIO TEJO”(2000) e “VULTOS BONFINENSES”(2001). Publicou também “FOGOS NO CÉU”(Romance, Kelps, 2003), “REMINISCÊNCIAS DO VERDE-OLIVA”(Contos, Kelps, 2004), “BRINCO DE RAINHA”(Contos, Kelps, 2005).
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 04
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Félix de Bulhões Jardim- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 28.08.1845).
Colemar Natal e Silva- FUNDADOR(São José do Tocantins-Niquelândia, Goiás, 24.08.1907).
Moema de Castro e Silva Olival(Vila Boa-Goiás Velho, 12.05.1932).



BIOGRAFIAS:


PATRONO DA CADEIRA 04-BULHÕES JARDIM(ANTONIO FÉLIX DE BULHÕES JARDIM), de Vila Boa-Goiás Velho, 28.08.1845, produziu, entre outros, "POESIAS DO DESEMBARGADOR FÉLIX DE BULHÕES"(Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1906-Póstuma), "POESIAS" (obra póstuma).
Vinculado ao Tocantins, por ter sido JUIZ DE DIREITO DE ARRAIAS, GOIÁS, HOJE TOCANTINS, em 1872, nomeado pela Corte Imperial, onde escreveu o poema “SÓ”, que o consagrou como poeta maior. Foi Promotor Público de Goiás Velho, com 20 anos de idade(Durante muito tempo, os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo).
Advogado pela Faculdade de Direito de São Paulo(1865). Fundador dos jornais MONITOR GOIANO, PROVÍNCIA DE GOIÁS, TRIBUNA LIVRE. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Memorialista, Articulista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Jornalista. Abolicionista, Juiz de Direito, Desembargador.
É um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 4, de que foi fundador Colemar Natal e Silva, hoje(1998) ocupada por sua filha Moema de Castro e Silva Olival.
Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SUMÚLA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA EM GOIÁS, de Basileu Toledo França e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira.
Acha-se na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles que também o incluiu no livro MEMÓRIAS GOIANAS II, edição da Universidade Católica de Goiás, sob a sua coordenação.
Nasceu na cidade de Goiás a 28 de agosto de 1845 e morreu em 1887, no dia 29 de março, em sua terra natal, com 42 anos. Filho de Inácio Soares de Bulhões Jardim e Antonia Emília de Bulhões Jardim.
Após os estudos primários em Vila Boa, seguiu para São Paulo, em 1858, onde fez o curso preparatório.
Formado em Ciências Jurídicas pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1865. Tinha 20 anos de idade, quando retornou a Goiás, a fim de exercer o cargo de Promotor Público, função para a qual, na época, não se exigia preparo jurídico.
Tinha 24 anos de idade, quando ganhou de seu pai, major Inácio Soares de Bulhões, uma tipografia, o que facilitou a sua vida como jornalista.
Nesse período, lançou o jornal “Monitor Goiano” que dava ampla cobertura a uma corrente política.
Por causa disso, foi exonerado da Promotoria, mas em seguida fundou um outro periódico, “Província de Goiás”, mantendo a mesma linha anterior, reavivando a chama da emancipação da província.
Esse jornal circulou por quatro anos, no curso dos quais incomodou seriamente os detentores do poder.
Em 1869, tornou-se professor de História e Geografia, no Liceu de Goiás.
Eleito Deputado Estadual para a Assembléia Provincial, em 1870, lutou pela construção de uma ponte no Rio Paranaíba, em Itumbiara.
Em 1871 foi nomeado juiz de Direito de Goiás, e durante todo o exercício do cargo editou o jornal “Tribuna Livre”.
Em 1872, foi Juiz de Direito de Arraias, interior goiano, hoje no Estado do Tocantins, onde teria escrito o seu mais famoso poema “SÓ”. Após passar pela Comarca de Santa Cruz de Goiás, foi removido para a Comarca de Jaraguá, em 1875.
Em 1877, tornou-se Juiz da Segunda Vara de Goiás Velho. Professor de História Sagrada e Eclesiástica, no Seminário Episcopal de Santa Cruz, na velha capital.
Quando Aristides Spinola, Presidente da Província de Goiás, fundou, em 1879, a SOCIEDADE EMANCIPADORA, foi um de seus membros proeminentes. Depois de ser transferido para São João Del-Rei, em Minas Gerais, em 1880, aposentou-se como Desembargador, retornando a Goiás Velho, em 1883.
Mais tarde, em 1885, fundou o Centro Abolicionista, editando o periódico "O libertador", defendendo com tenacidade a abolição dos escravos.
Foi um dos mais agressivos e brilhantes jornalistas goianos do século passado. Sua obra poética, no entanto, só foi publicada em 1906.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 4, cujo fundador foi Colemar Natal e Silva, sendo hoje(1998) ocupada por sua filha Moema de Castro Silva Olival.
Sua obra poética completa foi publicada com o título “POESIAS”, pela Fundação Cultural Pedro Ludovico, em 1995, numa edição preparada por Domingos Félix de Souza e prefaciada por Linda Monteiro.
Seu irmão mais novo, José Leopoldo de Bulhões Jardim(LEOPOLDO DE BULHÕES), foi Ministro da Fazenda, nos Governos de Nilo Peçanha e Rodrigues Alves. Este seu irmão, faleceu no Rio de Janeiro em 25.12.1928 e terminou dando nome a uma das cidades do interior goiano: LEOPOLDO DE BULHÕES, outrora Pindaibinha.
Eleito Deputado Provincial, em 1886, não chegou, contudo, a ver realizado o seu sonho abolicionista, pois morreria exatamente um ano antes da abolição ou seja em 29 de março de 1887, quando tinha 41 anos e sete meses de idade, em sua cidade natal, Goiás Velho.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 04-COLEMAR NATAL(COLEMAR NATAL E SILVA), de São José do Tocantins, Niquelândia, Goiás, 24.08.1907, escreveu, entre outros, “DIVISÃO TERRITORIAL E ADMINISTRATIVA DO ESTADO DE GOIÁS”(1978), "HISTÓRIA DE GOIÁS"(1935), "NA PROCURADORIA GERAL DO ESTADO"(1940), "NA TRIBUNA E NA IMPRENSA"(1940), "PARECERES E DECISÕES" (1940), “RUI BARBOSA-SEU TEMPO E SEU MEIO”(1928).
Vinculado ao Tocantins, por ter nascido às margens do Tocantins e ter feito conferência na Câmara dos Deputados em Brasília, em prol da criação do Estado. Filho de Marcelo Francisco da Silva e Eurídice Natal e Silva.
Após os estudos primários com a sua mãe, estudou no Liceu de Goiás Velho e formou-se Advogado na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Foi Professor e Reitor da Universidade Federal de Goiás.
Advogado, Jornalista, Historiador. Professor, Jurista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Cronista. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Ativista, Literato, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Membro Nº 40 da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil. Presidiu a Assembléia Geral da Ordem dos Advogados que empossou a primeira diretoria do Instituto dos Advogados de Brasília, em 25 de fevereiro de 1960, tendo tomado posse o Advogado Inezeil Penna Marinho.
Fundador da Academia Goiana de Letras, Cadeira 04, cujo Patrono é Antônio Félix de Bulhões Jardim, hoje(1998), ocupada por sua filha Moema de Castro e Silva Olival. Fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Idealizador do Instituto dos Advogados de Goiás, além de várias outras instituições.
Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Junior e em todos os livros que tratam, da História de Goiás, entre os quais, ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro.
Acha-se também nos livros PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Cavalho Ferreira e OS PIONEIROS DA CONTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em São José do Tocantins (hoje Niquelândia) a 24 de agosto de 1907. Filho do bacharel Marcelo Francisco da Silva e Eurídice Natal e Silva. Estudos primários com sua mãe, em 1914. Curso secundário no Lyceu de Goyaz, na antiga Capital, Vila Boa, em 1924.
Diplomado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito "Cândido Mendes", Rio de Janeiro (1929).
Formado em Ciências Econômicas, pela Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro, onde teve por colega seu famoso primo, Otávio de Bulhões.
Um dos Fundadores do "Centro Goiano", hoje Associação Goiana. Redator da Revista Informação Goiana, Rio de Janeiro, ao lado de Henrique Silva.
Colaborador do "Jornal do Brasil" e de "O Jornal".
Um dos criadores da Casa do Estudante, RJ.
Professor de História de Goiás na Escola Normal Oficial de Goiás; de Sociologia, Português e História Universal no Lyceu de Goyaz, em 1930.
Promotor Público na antiga Capital do Estado, em 1931(Naquela época, os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo). Secretário do Interior e Justiça. Procurador Geral de Justiça.
Advogado do Estado. Professor catedrático de Ciências das Finanças da Faculdade de Direito de Goiás e seu diretor. Professor de Psicologia Educacional, da Universidade Católica de Goiás.
Presidente da Comissão de Organização da Universidade Federal de Goiás e seu primeiro Reitor, em 1961.
Em 1932, fundou, junto com outros, o Instituto dos Advogados de Goiás. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que foi um dos fundadores, em 1933. Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de Goiás. Presidente do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura, Secção de Goiás.
A primeira edição de seu livro HISTÓRIA DE GOIÁS teve prefácio do Conde de Afonso Celso e a segunda edição recebeu o prefácio de Pedro Calmon.
Foi presidente da Academia Goiana de Letras e titular da Cadeira 4, cujo Patrono é Antônio Félix de Bulhões Jardim, hoje(1998) ocupada por sua filha Moema de Castro e Silva Olival.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1976) e da Academia Brasileira de História.
Professor Emérito pelo Conselho Universitário da U.F.G. Diploma de Emérito pela Loja Maçônica "Aurora".
Casado (21-7-1931) com a bacharel em Direito e professora Genezy de Castro e Silva, oriunda da família Caiado. Filhas: Moema de Castro e Silva Olival, professora universitária, casada com o advogado Louvercy Olival; Mariza de Castro e Silva Machado, casada com o advogado Joaquim Machado de Araújo; Magaly de Castro e Silva Pacheco, casada com o advogado Altamiro Caio Pacheco e Marilda de Castro e Silva Coelho, casada com o engenheiro Carlos Alberto Ferreira Coelho.
Sobre ele, e com o título “REALIZAÇÕES E PROJETOS DE COLEMAR NATAL E SILVA” escreveu excelente livro a sua filha Moema de Castro e Silva Olival que também o substituiu na Cadeira 4, da Academia Goiana de Letras.
De família nobre, foi Colemar Natal e Silva. Seu pai, Marcelo Francisco da Silva, além de Deputado Federal, Vice-Governador do Estado e Juiz Federal, foi também Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás.
Sua mãe, Eurídice Natal de Silva, fundou a Academia de Letras de Goiás, em 1904, em Goiás Velho.
Seu avô, Joaquim Xavier Guimarães Natal foi Ministro do Supremo Tribunal Federal, por 22 anos e único goiano, até agora(1998), a alcançar semelhante cargo. O livro de Colemar PARECERES E DECISÕES teve prefácio de Clóvis Bevilaqua.
Sobre ele e com o título “COLEMAR NATAL E SILVA E SUA HISTÓRIA DE GOIÁS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Faleceu em 23 de fevereiro de 1996, em Goiânia, com 89 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 04-MOEMA OLIVAL(MOEMA DE CASTRO E SILVA OLIVAL), de Vila Boa-Goiás Velho, 12.05.1932, escreveu, entre outros, “REALIZAÇÕES E PROJETOS DE COLEMAR NATAL E SILVA NO CAMPO DA CULTURA EM GOIÁS”(1992), "O PROCESSO SINTAGMÁTICO NA OBRA LITERÁRIA"(Tese de Doutorado-1976), sem dados biográficos nos livros, este, com apresentação de Rolando Morel Pinto e prefácio de Alfredo Bosi. Escreveu também “EURYDICE NATAL E SILVA-FIGURA LUMINAR DA CULTURA DE GOIÁS” e “ESPAÇO DA CRÍTICA-PANORAMA ATUAL” (1998). Publicou também MOURA LIMA-A VOZ PONTUAL DA ALMA TOCANTINENSE(ENSAIO CRÍTICO-HISTORIOGRÁFICO-2003).
Filha de Colemar Natal e Silva e Genezy de Castro Silva. Neta de Eurídice Natal e Silva. Bisneta de Joaquim Xavier Guimarães Natal. Aliás, único goiano até hoje(1998), Ministro do Supremo Tribunal Federal e nome de Rua em Copacabana, no Rio de Janeiro. Seu bisavô recebeu o sobrenome NATAL, em virtude de ter nascido no dia 25 de dezembro de 1860, na antiga Vila Boa, hoje Goiás Velho ou Cidade de Goiás.
Quanto a Moema, após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Colégio Sacre Coeur de Jesus, do Rio de Janeiro. Na Faculdade Santa Úrsula, também do Rio, cursou Filosofia.
Moema é Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Cronista, Contista, Produtora Cultural. Ativista, Pensadora, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Mestre em Literatura pela Universidade Federal de Goiás(UFG).
Seu esposo, Louvercy Olival, foi Professor de Matemática no Liceu de Goiás e Docente de Filologia Românica na Faculdade de Filosofia, em Goiânia. Ela, Moema, Doutora em Letras Clássicas e Vernáculas pela Universidade de São Paulo(USP), defendendo a sua tese em cima da obra de Bernardo Élis, no ano de 1976.
Professora Aposentada do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, de que seu pai foi Reitor e Fundador.
Titular da Academia Goiana de Letras, Cadeira 04, cujo Patrono é Antônio Félix de Bulhões Jardim, na vaga de seu pai, Colemar Natal e Silva que foi o fundador da Cadeira e da Academia.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação dos Docentes da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em vários textos de estudos literários e lingüísticos e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa.
Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Fundadora e Coordenadora do Centro de Estudos Portugueses, da Universidade Federal de Goiás. Comendadora da Ordem do Mérito, distinção concedida pelo Governo de Portugal, via Presidente Mário Soares. Vinculada ao Conselho Estadual de Cultura. Descrita no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes. Muito bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Por um lapso, não foi mencionada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br
Considerações sobre MOEMA DE CASTRO E SEU ESPAÇO DA CRÍTICA. Mário Ribeiro Martins é membro da Academia Goiana e da Academia Tocantinense de Letras, Procurador de Justiça e Escritor.(mariormartins@hotmail.com) Acabo de receber e também de ler o livro “O ESPAÇO DA CRÍTICA II-CRÔNICA-DIMENSÃO LITERÁRIA E IMPLICAÇÕES DIALÉTICAS”, da Professora Aposentada da Universidade Federal de Goiás, MOEMA DE CASTRO E SILVA OLIVAL. Trata-se de um livro de significação profunda e bela, em que a autora, unindo o útil ao agradável, revela mais uma vez, seu talento multiforme, num verdadeiro “doublé” de esteta e exegeta.
“O ESPAÇO DA CRÍTICA II”, focalizando a evolução da crônica em Goiás, desde os primórdios da história goiana até a atualidade, é de qualidade fundamental. A importância do livro de Moema, lançado em 2002, pelo Instituto Goiano do Livro, apoiado pela Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira, se dá num instante crucial ou seja, no momento em que a grande obra de Moema de Castro e Silva Olival teria sido esquecida, por um lapso, pela Professora da Universidade de São Paulo, Nelly Novaes Coelho, em seu livro “DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS”, com 750 páginas, editado em 2003, na cidade de São Paulo, pela Editora Escrituras.
É que, ao estudar as ESCRITORAS DE GOIÁS e sem consultar textos pertinentes, como o “DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO”, de José Mendonça Teles e “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins, terminou por deixar de fora, o trabalho profícuo e eminentemente literário da filha ilustre de Colemar Natal e Silva, autora consagrada com dezenas de livros publicados.
Ela que já foi estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, com edição revista e atualizada por Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Ela que é verbete do livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento e também do DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores, bem como do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.
Mas, retornando ao livro de Moema Olival, “O ESPAÇO DA CRÍTICA II-CRÔNICA-DIMENSÃO LITERÁRIA E IMPLICAÇÕES DIALÉTICAS”, ele também apresenta certos problemas. Um deles é a ausência de BIBLIOGRAFIA no fim do texto. Como se sabe, as famosas “notas de rodapé” não substituem a bibliografia, por várias razões, uma delas, a facilidade da consulta rápida.
E esta bibliografia, em ordem alfabética, que poderia ser o resumo de todos os autores que foram referidos nas “notas de rodapé”, não é encontrada no dito livro. Por outro lado, alguns livros goianos, relacionados com a “crônica”, deixaram de ser referidos, como é o caso do livro “DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA”, de José Fernandes, aliás, Prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo de Goiás.
Nesta linha também não foi mencionado o livro “ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS”, com 1051 páginas, de Mário Ribeiro Martins, bem como ainda “SÚMULA DA LITERATURA GOIANA”, de Álvaro Catelan e ainda “OS PRINCÍPIOS DA CRÍTICA DINÂMICA”, de Hilda Gomes Dutra Magalhães, assim como “CRÍTICA SISTEMÁTICA”, de Wendel Santos.
De qualquer forma, o livro tem o mérito de, além de ser muito bem escrito, ser também o único a tratar, especificamente, da origem e do desenvolvimento do gênero “crônica” no Estado de Goiás, com “apresentação” de Itamar Pires Ribeiro e prefácio do crítico literário Fernando Py.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 05
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Gastão de Deus Vitor Rodrigues- PATRONO(Catalão, Goiás, 08.03.1883).
Guilherme Xavier de Almeida- FUNDADOR(Morrinhos, Goiás, 07.02.1910).
Eliézer José Penna(Taquarituba, São Paulo, 08.08.1925).


BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 05-GASTÃO DE DEUS(GASTÃO DE DEUS VITOR RODRIGUES), de Catalão, Goias, 08.03.1883, escreveu, entre outros, “PARNASO GOIANO”(1910), "AGAPANTOS" (1905), "PÁGINAS GOIANAS"(1917), “O CAZECA” (FOLHETIM-1910), “TRAÇOS MULTICORES”.
Primeiro Juiz de Direito da cidade de Anápolis, em Goiás e a quem coube a instalação da Comarca, no dia 16 de abril de 1915.
Advogado, Professor, Jornalista. Poeta, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 5, fundada por Guilherme Xavier de Almeida, hoje(1998) ocupada por Eliezer José Pena. Foi membro da Ordem dos Advogados do Brasil. Enaltecido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na Antologia LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos, em VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto.
Encontra-se no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu a 08 de março de 1883, em Catalão, interior goiano. Filho de Francisco Victor Rodrigues e de Felicidade Silveira Rodrigues. Seu pai foi proprietário da segunda farmácia mais antiga do Estado de Goiás, aberta em 1858, em Catalão. Após o curso primário, transferiu-se para Paracatu, MG, onde se diplomou na Escola Normal, em 1898.
Seguiu para Uberaba, em 1901, tornando-se professor e jornalista no “Lavoura e Comércio”.
Em 1902, é surpreendido com a morte de seus dois irmãos Alceu Victor Rodrigues e Josias Victor Rodrigues.
Retornando a Goiás, matriculou-se na Academia de Direito de Vila Boa, bacharelando-se em 1906, com 23 anos.
No ano anterior, como professor da Escola Normal e do Liceu, lançou o seu livro de poesias “Agapantos”.
De volta a Paracatu, casou-se, em 1907, com Leonor Pimentel Ulhoa, com quem teve Dilênia, Manuel, Alcir, Donizeth e Gastão Filho. Em 1909, fundou o jornal “O Paracatuense”, no qual publicou a novela “O Cazeca”.
Passou a residir em Uberaba, Minas Gerais, como Professor e Jornalista do jornal LAVOURA E COMÉRCIO.
Regressando a Catalão, foi escolhido Delegado de Polícia, em 1913. Durante algum tempo, foi Juiz Municipal de Rio Verde, Goiás.
Em 1914, com 31 anos, foi nomeado Juiz de Direito da Comarca de Anápolis, instalando-a, no ano seguinte(1915), a 16 de abril, como seu primeiro juiz.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 6, de que é titular o Dr. João Asmar. Autor de “Páginas Goianas”, faleceu em Anápolis, a 17 de abril de 1917, com 34 anos.
Patrono da Cadeira 5, da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Guilherme Xavier de Almeida, sendo hoje(1998) ocupada por Eliezer José Penna.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 05-XAVIER DE ALMEIDA(GUILHERME XAVIER DE ALMEIDA), de Morrinhos, Goiás, 07.02.1910, escreveu, entre outros, "VIVENDO"(Poemas). Foi Prefeito de Morrinhos. Deputado Estadual, Deputado Federal. Serventuário da Justiça em Morrinhos.
Escritor, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Orador, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado. Um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, em 28 de março de 1939, Cadeira 5, cujo Patrono é Gastão de Deus Victor Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Eliezer José Pena.
Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França.
Encontra-se na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Morrinhos, interior goiano, no dia 7 de fevereiro de 1910, onde passou toda a sua infância. Filho de José Xavier de Almeida e de Amélia Augusta de Moraes Almeida.
Em 1911, vai com os pais para Juiz de Fora, mas em 1923 é matriculado, como interno, no Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte, em 1932, com 22 anos de idade.
Em 1934, como Advogado e Professor em Morrinhos e Caldas Novas, foi eleito Deputado, oportunidade em que foi líder do governo no Legislativo Estadual.
Foi autor de dispositivo constitucional que determinou a mudança da capital do Estado para Campinas, hoje Goiânia.
De volta a Morrinhos, elegeu-se prefeito em 1935.
Com outros companheiros, ajudou a fundar,(1939), a Academia Goiana de Letras, passando a titular da Cadeira 5, cujo Patrono é Gastão de Deus Victor Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Eliezer José Penna.
Foi ainda duas vezes deputado federal, em 1945 e 1950.
A ele coube o projeto que retirou da Constituição Federal as palavras “entre os Rios Grande e Paranaíba”, permitindo que a futura capital do Brasil ficasse no Quadrilátero Cruls e não no Triângulo Mineiro.
Morreu em Morrinhos, no dia 07 de junho de 1973, com 63 anos, no exercício da advocacia que era a sua atividade principal, além de Tabelião do primeiro ofício.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 05-ELIEZER PENNA(ELIÉZER JOSÉ PENNA), de Taquaritiba, São Paulo, 08.08.1925, escreveu, entre outros, "SEM CRAVO NA LAPELA", "IMAGENS DE MEU TEMPO".
Deputado Estadual. Secretário de Estado do Interior e Justiça, da Indústria e Comércio.
Advogado, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Coordenador Político da Campanha do Presidente Juscelino Kubitschek a Senador pelo Estado de Goiás, em 1961.
Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 05, cujo Patrono é Gastão de Deus Victor Rodrigues e de que foi fundador Guilherme Xavier de Almeida. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, de que foi seu presidente e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições culturais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos, além de SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Encontra-se na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente mencionado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Nasceu em Taquarituba, interior de São Paulo, no dia 8 de agosto de 1925. Filho de José Penna e de Virgília Penna.
Após os estudos primários em sua terra natal, foi para Itapeva e depois Avaré, onde concluiu o secundário no ano de 1943.
Na Capital Paulista, foi redator dos jornais O DIA e FOLHA DA MANHÃ.
Já em Goiânia, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Goiás, sendo orador da turma.
Tornou-se, na Capital Goiana, redator dos jornais FOLHA DE GOIAZ e O POPULAR.
Em 1958, foi Secretário do Interior e Justiça. Secretário da Indústria e Comércio, em 1965.
Elegeu-se Deputado Estadual em 1962. Assessor do Banco do Estado de Goiás(BEG), em 1960.
Durante muitos anos, foi Secretário de Imprensa do Governo do Estado.
Presidente da Associação Goiana de Imprensa, em 1957.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, em novembro de 1973, tomou posse no dia 8 de maio de 1977, na Cadeira 5, cujo Patrono é Gastão de Deus Victor Rodrigues e de que foi fundador Guilherme Xavier de Almeida.
Aposentado, dedica-se hoje(1998) ao jornalismo, escrevendo artigos para jornais e desenvolvendo atividades literárias.
Sobre ele e com o título “ELIEZER JOSÉ PENNA SEM CRAVO NA LAPELA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.



CADEIRA 06
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Raimundo José da Cunha Matos- PATRONO(Faro, Algarve, Portugal, 02.11.1776).
Dario Delio Cardoso- FUNDADOR(Corumbá de Goiás, Goiás, 10.08.1899).
Getulio Targino Lima(Floriano, Piauí, 05.08.1941).



BIOGRAFIAS:


PATRONO DA CADEIRA 06-CUNHA MATOS(RAIMUNDO JOSÉ DA CUNHA MATOS), de Faro, Algarve, Portugal, 02.11.1776, escreveu, entre outros, “ ITINERÁRIO DO RIO DE JANEIRO AO PARÁ E MARANHÃO PELAS PROVÍNCIAS DE MINAS GERAIS E GOIAZ”(1836), "COROGRAFIA HISTÓRICA DA PROVÍNCIA DE GOIÁS", “AS MEMÓRIAS DA CAMPANHA DO SENHOR DOM PEDRO DE ALCÂNTARA”(1833).
Filho de Alexandre Manuel da Cunha Matos e Isabel Teodora Cecília de Oliveira. Veio para o Brasil em 1816. No ano seguinte, dirigiu-se para Pernambuco, onde participou da Revolução Pernambucana. Militar, Marechal, Comandante de Armas em Goiás(l823).
Em 1824, residiu em Porto Nacional, com a finalidade de pacificar os indios xerentes, quando construiu o PRESÍDIO DA GRACIOSA. Como Brigadeiro, foi Representante de Goiás, na Câmara Temporária, em Lisboa, Portugal. Deputado Geral por Goiás tanto em 1825, quanto em 1829. Governador da Província de Goiás, em 1827.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Foi um dos criadores do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em 1838.
Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É também um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 6, fundada por Dario Délio Cardoso, hoje(1998) ocupada por Getúlio Targino de Lima. Membro do Instituto Histórico da França e da Academia Real de Ciências de Lisboa.
Detentor das Condecorações ORDEM DO CRUZEIRO e de SÃO BENTO DE AVIZ.
É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Acha-se no texto GENTE & LITERATURA, de José Mendonça Teles, bem como no livro O JULGADO DE PILAR(RESGATE HISTÓRICO), de Onildo de Castro.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Algarve(Faro), Portugal, a 2 de novembro de 1776 e morreu no Rio de Janeiro em 23/2/1839, com 63 anos. Filho de Alexandre Manuel da Cunha Matos e de Isabel Teodora Cecília de Oliveira.
Em 1790, tornou-se soldado no Regimento de Artilharia do Reino. Lutou na França, em 1793, já como Cabo de Esquadra. A partir de 1797, encontra-se na Ilha de São Tomé, na Costa Africana.
Transferido da África, onde viveu por vinte anos, para o Brasil, era tenente quando aqui chegou em 1816. Seguiu para o Recife, em 1817, onde lutou sob o comando do General Luís do Rego Barreto.
Português de nascimento, fez carreira militar desde soldado. Tomou parte de expedição na Ásia e na África, chegando ao posto de Coronel.
Prestou serviços relevantes no Rio de Janeiro, na Bahia, em Pernambuco e em várias outras províncias.
Sua vida em Goiás se iniciou quando, em 1823, foi nomeado Governador das Armas. Em 16 de junho de 1823 foi nomeado governador de Vila Boa, encontrando a administração em absoluta desordem.
Casado com Maria Venância Fontes Pereira de Melo e Matos, sua prima.
Com a finalidade de pacificar os indígenas, residiu periodicamente em Porto Real, hoje Porto Nacional, no Estado do Tocantins.
O Presídio da Graciosa, por ele fundado, em 1824, nas margens do Tocantins, em Porto Real, para colocar os índios xerentes, recebeu o nome de Graciosa, em homenagem à sua filha, Grácia Ermelinda da Cunha Matos, a graciosa.
Permaneceu como Governador até 1826. Depois desta data(1829), foi eleito e reeleito pelos goianos como Deputado junto à Assembléia Geral Legislativa.
A ele se deve a construção da estrada que partiu de Franca, em São Paulo, passando por Uberaba, Minas Gerais, alcançando Anicuns, até chegar à velha Capital, Goiás Velho.
Conhecido como Brigadeiro Cunha Matos, saiu do Rio de Janeiro para Goiás, no dia 08 de abril de 1823, só chegando na antiga Capital, depois de alguns meses de viagem, em lombo de burro.
Sufocou uma rebelião no Norte do Estado, em 1824, impedindo a ameaça de invasores do Maranhão e do Pará, montando seu quartel-general em Traíras (Niquelândia), depois de ter visitado Natividade, Arraias e Cavalcante.
Em Traíras, no dia 31 de dezembro de 1824, terminou de escrever o seu livro COROGRAFIA HISTÓRICA DA PROVÍNCIA DE GOIÁS, enviando-o ao Imperador Dom Pedro I.
No ano seguinte, 1825, foi eleito Deputado Geral por Goiás. Em 1829, foi reeleito Deputado. Embarcou para Portugal, em 1831, com dois anos de licença.
Retornou ao Rio de Janeiro, em 1833, sendo nomeado Inspetor do Arsenal da Corte. Alcançou o posto de Marechal, em 1835, tornando-se membro do Conselho Supremo Militar e Comandante da Academia Militar.
Em 1838, fundou, junto com outros, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro, sendo eleito Vice-Presidente.
Ainda em 1838, faleceu sua filha e auxiliar Grácia Ermelinda, sendo enterrada no Rio de Janeiro.
Com 62 anos de idade, Raimundo José da Cunha Matos faleceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de fevereiro de 1839.
Dentre seus escritos, tornou-se documentário precioso o seu “Corografia Histórica da Província de Goiás”(1826).
Mas também produziu outras obras, tais como: “Corografia Histórica das Ilhas de São Tomé, Príncipe, Ano Bom e Fernando Pó”; “Tabela das Madeiras do Brasil”; “Apontamentos sobre a Navegação do Rio Doce”.
Escreveu também “Sumário dos Acontecimentos Mais Notáveis do Império do Brasil”; “Memória Sobre a Navegação Antiga e Moderna Que Deu Lugar ao Descobrimento do Brasil”.
Conhecido como Cunha Matos, é também patrono da Cadeira 6, da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Dário Délio Cardoso, sendo hoje(1998) ocupada por Getúlio Targino de Lima.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 06-DARIO CARDOSO(DÁRIO DÉLIO CARDOSO), de Corumbá de Goiás, Goiás, 10.08.1899, escreveu, entre outros, "MANDADO DE SEGURANÇA", “A FAMILIA-FORMA DE GOVERNO”(Tese de concurso).
Diretor da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Procurador da República. Professor da Escola Normal Oficial em Goiás Velho, onde também dirigiu o Liceu de Goiás. Senador da República, pelo Estado de Goiás, em 1946.
Jurista, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, na Cadeira 6, cujo Patrono é Raimundo José da Cunha Matos, hoje(1998) ocupada por Getúlio Targino de Lima. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Procurador-Geral do Estado de Goiás. Procurador-Geral da Justiça do Distrito Federal, em 1960. Consultor Jurídico da NOVACAP, em Brasília. Juiz de Direito. Desembargador e Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro.
Tornou-se conhecido pela sua interferência no PROCESSO do famoso "CASO MICHEL" na cidade de Anápolis, Goiás, que deu origem ao escândalo no JUDICIÁRIO GOIANO e ao livro do mesmo nome, do então Promotor de Justiça José Júlio Guimarães Lima.
Encontra-se no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro e em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Corumbá, GOIÁS, a 10 de agosto de 1899. Filho de João Cardoso da Silva Farinha e Filomena de Pina Cardoso.
Estudos Primários na cidade natal com a professora Amélia Pinheiro e com o professor Joaquim Propício de Pina, em Pirenópolis.
Em 1910, morou com os pais em Santa Leopoldina (Aruanã), interior goiano.
Curso secundário no Lyceu de Goyaz (1922), quando também na Polícia Militar é promovido a Oficial.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte, U.M.G. (1927).
Casado (31-01-1929) com Antônia Nunes Cardoso. Filhos: Nerione Cardoso, Darione Cardoso e Delcione Nunes Cardoso, casados.
Amanuense e Oficial da Secretaria Particular da Presidência do Estado (1922). Escriturário da Intendência Municipal da Capital do Estado (1923-1925).
Professor de Instrução Moral e Cívica do Lyceu de Goyaz (1925). Professor catedrático vitalício da mesma cadeira (1926).
Procurador da República, da Secção do Estado de Goiás (1928-1930).
Professor do Instituto Comercial do RJ. (1926), Professor de Português da Escola Normal do Estado (1929), de História da Civilização do Lyceu de Goyaz (1928).
Professor da Escola de Direito de Goiás, da Faculdade de Direito do Estado (1932).
Diretor da Faculdade de Direito do Estado(1933). Diretor do Lyceu de Goiaz (1933). Procurador do Estado de Goiás (1934). Em 1933, fundou, junto com outros, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Desembargador da Corte de Apelação do Estado - Tribunal de Justiça - (1934 - 1945), cargo em que se aposentou.
Foi Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, em duas ocasiões.
Foi co-fundador da Academia Goiana de Letras, em 1939, ocupando a Cadeira 6, cujo Patrono é Raimundo José da Cunha Matos, hoje(1998) ocupada por Getúlio Targino de Lima.
Membro e Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás (1938 - 1945). Catedrático de Direito Constitucional da Faculdade de Direito da UFG (1951).
Assistente Técnico de Educação e Cultura do Ministério da Educação e Cultura (1955).
Procurador Geral da Justiça do D.F. (1960). Assessor Jurídico do Ministro da Viação e Obras Públicas (1961).
Assessor Jurídico do Ministro da Educação e Cultura (1963). Assessor Jurídico da Presidência da Companhia Urbanizadora da nova Capital do Brasil (1957 - 1971).
SENADOR DA REPÚBLICA. 3º Secretário do Senado Federal (1947 - 1951). Membro e Presidente da Comissão de Constituição e Justiça do Senado (1952 - 1955).
Exerceu comissões e funções no Estado. Faz parte de diversas instituições. Tem trabalhos publicados. Recebeu condecorações. Desempenhou missões no estrangeiro.
Escreveu também os seguintes livros: FORMAS DE ESTADO E FORMAS DE GOVERNO; RECURSO EXTRAORDINÁRIO ELEITORAL; PARECERES.
Após ter sido Consultor Jurídico da NOVACAP, nomeado em 1971, faleceu em Brasília, no ano de 1987, no dia 06 de dezembro, com 88 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 06-GETÚLIO TARGINO(GETÚLIO TARGINO LIMA), de Floriano, Piauí, 05.08.1941, escreveu, entre outros, “UNIVERSO DE CADA UM”, “MOMENTOS E PERFIS”(1987), “PENSAMENTO E PALAVRA”, “UMA ORAÇÃO A JOVENS ADVOGADOS”(1969), “APONTAMENTOS DE DIREITO CIVIL E PROCESSUAL CIVIL”, “A POSSE AGRÁRIA SOBRE BEM IMÓVEL-IMPLICAÇÕES NO DIREITO BRASILEIRO”, "REENCONTROS COM A JUVENTUDE"(1972).
Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Orador.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Jurista de renome. Advogado. Procurador do Estado. Notabilzado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 06, cujo Patrono é Raimundo José da Cunha Matos e de que foi fundador Dario Délio Cardoso. Sócio da Associação dos Docentes da UFG, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Arcádia Goiana de Cultura, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Academia Nacional Maçônica de Letras.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANTOLOGIA DA ARCÁDIA, de Nunes Bittencourt, no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Floriano, Piauí, a 5 de agosto de 1941. Filho de Antônio Francisco Lima e Benedita Targino Lima.
Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o Ginásio no Colégio Batista do Rio de Janeiro.
Transferindo-se para Anápolis, terminou o 2º Ciclo, no Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, tornando-se seu professor, entre 1963 e 65, com 24 anos de idade.
Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Especializou-se em Direito Civil, na Universidade Federal de Goiás.
Foi Professor de Política, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, como também de Economia, na mesma Faculdade.
Um dos fundadores da Faculdade de Direito de Anápolis, foi também seu Vice-Diretor, além de Professor de Direito Civil e Introdução à Ciência do Direito.
Advogado, tornou-se Procurador do Estado, através de Concurso, sendo o 1º colocado.
Professor de Ciência Política, na Universidade Federal de Goiás. Lecionou Direito Civil na Universidade Católica de Goiás.
Tem sido Conferencista em diferentes oportunidades, destacando-se, na Loja Maçônica Lealdade e Justiça Segunda, de Anápolis; na Faculdade de Direito do Triângulo Mineiro, de Uberaba; na Câmara Municipal de Marabá, no Pará.
Foi também Paraninfo dos Bachareis de 1969, da Universidade de Goiás, bem como na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, etc.
Tem sido professor das Universidades Federal e Católica de Goiás, bem como um dos fundadores da Faculdade Anhanguera, além de seu professor.
Participou da Antologia “Anápolis em Tempo de Poesia” e escreveu, entre outros, “Reencontros com a Juventude”.
Seus trabalhos estão publicados em vários jornais e revistas, entre os quais, “O Popular”, “O Anápolis”, “Folha de Goiaz”, Revista Goiás Judiciário, Revista de Ciência Política da Fundação Getúlio Vargas, Revista de Direito da Procuradoria Geral do Estado, etc.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 6, cujo Patrono é Raimundo José da Cunha Matos e de que foi fundador Dario Délio Cardoso.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes ocupa a Cadeira 14, cujo Patrono é Arlindo Costa. Pertence também a diferentes entidades culturais e de classe.
Aposentado como Procurador do Estado de Goiás, dedica-se hoje(1998) à advocacia, ao magistério e à literatura.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 07
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Martins Pereira de Alencastre- PATRONO(Santo Amaro da Purificação, Bahia, 19.03.1831).
João Teixeira Álvares - FUNDADOR(Santa Luzia-Luziânia, Goiás, 10.07.1858).
Inácio Xavier da Silva(Vila Boa-Goias Velho, 22.12.1908).
Benedito Silva(Campo Formoso-Orizona, Goiás, 03.04.1905).
Helio Rocha(Corumbá de Goiás, Goiás, 14.08.1940).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 07-ALENCASTRE(JOSÉ MARTINS PEREIRA DE ALENCASTRE), de Santo Amaro da Purificação-Rio Fundo, Bahia, 19.03.1831, escreveu, entre outros, “ANNAES DA PROVINCIA DE GOYAZ”.
Governador da Provincia de Goiás e seu Presidente durante um ano, em 1861. Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter estado em várias ocasiões, no Norte de Goiás, onde realizou estudos para escrever o seu livro, visitando principalmente as cidades de Arraias, Natividade e outras.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Geógrafo, Historiador, Professor. Memorialista, Cronista, Jornalista. Contista, Literato, Político. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Membro do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico do Brasil, em cuja posse, em 1863, fez o panegírico do Cônego Luis Antônio da Silva e Souza.
Promotor Público de Oeiras, no Piauí, em 1852, com 21 anos. Fundou e dirigiu, em 1853, o jornal A ORDEM, o primeiro a circular em Teresina, em cujo Liceu foi Professor de Português e onde também escreveu a MEMÓRIA COROGRÁFICA, HISTÓRICA E GEOGRÁFICA DA PROVÍNCIA DO PIAUÍ.
Após passar pelo Rio de Janeiro, Paraná e Rio
Grande do Sul, torna-se Presidente, por nomeação, da Província de Goiás, tomando posse em 21 de abril de 1861, com 30 anos.
Na condição de Presidente, impulsionou a Educação Primária, organizou o Arquivo Público e restaurou o Presídio de Santa Maria(Aruanã), abriu estradas com destino à Capital Vila Boa e levantou dados estatísticos sobre a produção de gêneros alimentícios em Goiás.
Deixou a Presidência da Província Goiana, em 26 de junho de 1862, voltando ao Rio de Janeiro, onde se tornou Secretário da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.
Escreveu também ESTUDOS HISTÓRICOS, NOTAS DIÁRIAS SOBRE A REVOLTA NAS PROVÍNCIAS DO MARANHÃO, PIAUÍ E CEARÁ, bem como LÁGRIMAS E SAUDADES(1852) e ainda o romance O CAVALEIRO DA CRUZADA.
Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de todos os livros que tratam da história social, política e econômica de Goiás.
Foi também Presidente da Província de Alagoas, em 1867, de onde saiu foragido, em virtude de ter recrutado a juventude para a Guerra do Paraguai, o que desagradou o povo.
A ele coube o mérito de fornecer as melhores informações sobre a Província de Goiás.
Após receber do Imperador a COMENDA DA ORDEM DE CRISTO, morreu no Rio de Janeiro, no dia 12 de março de 1871, com 40 anos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Um dos Patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, de que foi fundador João Teixeira Álvares, tendo sido titular o advogado Inácio Xavier da Silva, hoje(1998) ocupada por Benedicto Silva. Atualmente(2000), com a morte de seu titular, esta Cadeira foi ocupada por Hélio Rocha.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Santo Amaro, antigo Rio Fundo, na Bahia, no dia 19.03.1831. Após uma infância pobre em sua terra natal, seguiu para Salvador, onde fez o curso preparatório.
Mudou-se para o Piauí, tornando-se funcionário da Secretaria do Governo. Em 1851, foi nomeado Promotor Público de Oeiras(Naquela época os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo).
Procurador Fiscal da Tesouraria Geral, em 1852. Fundou e dirigiu o jornal A ORDEM, o primeiro a circular em Teresina, em 1853, quando também foi nomeado Professor de Português, do Liceu de Teresina.
Após suas pesquisas no Arquivo Público, em 1854, escreveu “Memória Corográfica, Histórica e Geográfica da Província do Piauí”.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1857, tornando-se Secretário da Intendência da Marinha.
Tornou-se Secretário do Governo do Paraná, em 1858. Depois de exercer importante cargo no Rio Grande do Sul, foi nomeado Presidente da Província de Goiás, assumindo a função em 21 de abril de 1861.
Como Presidente da Província, esteve em várias ocasiões no Norte de Goiás, hoje Tocantins, estudando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, etc.
No dia 26 de junho de 1862, retorna ao Rio de Janeiro, onde assume uma função na Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.
Em 1863, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, focalizando em seu discurso, a vida do Cônego Luis Antônio da Silva e Souza.
Concluiu, em 1864, o seu livro “Anais da Província de Goiás”, bem como o primeiro volume de “Estudos Históricos”.
Foi nomeado, em 1866, Presidente da Província de Alagoas, mas brigou com a população por ter convocado jovens para a Guerra do Paraguai, tendo de fugir de Maceió, enquanto os sinos tocavam.
Em 1867, já no Rio de Janeiro, recebeu do Imperador a Comenda da ORDEM DE CRISTO.
No dia 12 de março de 1871, misteriosamente, desapareceu no Rio de Janeiro, sem que seu corpo tenha sido encontrado.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 7, cujo fundador foi João Teixeira Álvares e de que foi Titular o advogado Inácio Xavier da Silva, bem como Benedito Silva.
Com a morte do professor Benedito, esta Cadeira passou a ser ocupada pelo jornalista Helio Rocha.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 07-JOÃO TEIXEIRA(JOÃO TEIXEIRA ÁLVARES), de Santa Luzia-Luziânia, Goiás, 10.07.1858, escreveu, entre outros, "CANCIONEIROS", "ELEUSA", "MONTEZUMA". PAI DE PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA. Médico, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre, de que foi titular Inácio Xavier da Silva, bem como Benedicto Silva. Sócio da Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro.
Pai de Pedro Ludovico Teixeira, o fundador de Goiânia, com o qual, desde a tenra idade, não mantinha bom relacionamento, em virtude de ter se separado da mãe de Pedro Ludovico.
Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA EM GOIÁS, de Basileu Toledo França.
Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Santa Luzia(Luziânia), a 10 de julho de 1858, onde passou parte de sua infância. Filho do Capitão José Benedito Teixeira Álvares e Clara Teixeira de Araújo.
Com cinco anos de idade, aprendeu a ler na Escola Primária de Vila Boa, para onde a família tinha se mudado.
Em 1869, com ordem do Presidente da Província e por conta do erário público, matriculou-se no Colégio Senhor do Bonfim de Meia Ponte(Pirenópolis).
Protegido pelo Bispo Dom Joaquim Gonçalves de Azevedo, foi estudar no Seminário Episcopal Santa Cruz, em Vila Boa, onde também lecionou Latim, na ausência do dito Bispo, em 1875.
Em 1877, no Rio de Janeiro, torna-se Professor do Colégio Almeida Prado e recebe auxílio da Princesa Imperial Dona Isabel.
Sustentado pelo Ministro da Fazenda, Afonso Celso de Assis Figueiredo(VISCONDE DE OURO PRETO), em 1881, matricula-se na Faculdade de Medicina.
Casou-se em 1884, com Josefina Ludovico de Almeida, com quem teve os filhos João Teixeira Álvares Júnior, Dulce Ludovico Teixeira e PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA.
Formou-se em Medicina em 1885, transferindo sua residência para a cidade de Goiás, então capital da Província, onde havia mais recursos e depois Uberaba, Minas Gerais, onde fixou residência definitivamente.
Alí, fundou o hospital CASA DE SAÚDE NOSSA SENHORA DE LOURDES, em 1900 e passou a colaborar no jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”.
Em Paris, em 1901, torna-se membro da Sociedade de Hipnologia, após participar do Congresso de Tuberculose, em Londres.
Viajou pela Europa e foi discípulo de Pasteur, estudando a raiva. Em 26 de julho de 1914, compareceu ao Congresso Eucarístico de Lourdes, na França.
Após separar-se da mãe de Pedro Ludovico, teve mais seis filhos de origem mineira e um de origem francesa, por ele criado no Brasil.
O filho João Teixeira Álvares Júnior foi colaborador de seu irmão Pedro Ludovico, sendo, inclusive, Secretário Geral do Governo, em 1937, quando da mudança da Capital para Goiânia.
O farmacêutico Jeferson, também irmão de Pedro Ludovico, residiu em Goiânia, mas retornou para São Paulo.
Geraldo Magela(Geraldo Teixeira Álvares), também irmão de Pedro Ludovico, publicou um livro sobre Goiânia intitulado “A LUTA NA EPOPÉIA DE GOIÂNIA”. Virgílio, outro irmão de Pedro Ludovico, foi funcionário aposentado da CELG.
Paulo, outro irmão de Pedro Ludovico, de mãe francesa, viveu também em Goiânia. Dulce, irmã de Pedro Ludovico, viveu ao seu lado em Goiânia.
Quanto ao Doutor João Teixeira Álvares, deixou muitos escritos, dentre eles “Montezuma” (1909), “Eleuza” (1913), “Charitas” (novela), “Questão Científica” (cirurgia do papo), “Barolas”(drama), “Cancioneiros” (versos), “Secci Oculi”(contos)e outros.
Participou da fundação da Academia Goiana de Letras, em 1939, ocupando a Cadeira n. 7, que tem como Patrono José Pereira Martins de Alencastre e de que foi Titular o advogado Inácio Xavier da Silva, bem como Benedito Silva.
Deixou dois outros livros, “Jesus Cristo”(revista) e “O Cego e a Leprosa”.
Faleceu no dia 25 de agosto de 1940, totalmente cego, aos 82 anos de idade, em Uberaba, Minas Gerais, mas seu corpo só foi transladado para sua terra natal, Luziânia, em 1946.
De seu testamento, constou apenas a doação das imagens do SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS e SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA à MATRIZ DA CIDADE DE LUZIÂNIA, todas oriundas de sua Capela particular em Uberaba, onde viveu por 41 anos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 07-INÁCIO XAVIER(INÁCIO XAVIER DA SILVA), de Vila Boa-Goias Velho, 22.12.1908, escreveu, entre outros, "O CRIME DO CORONEL LEITÃO-SEDIÇÃO NA COMARCA DE BOA VISTA DO TOCANTINS, DO ESTADO DE GOIÁS, 1892-1895", “DA VELHA GOIÁS E DE CUIABÁ”, “VIDA E OBRA DE UM GRANDE MESTRE-PROFESSOR FRANCISCO FERREIRA DOS SANTOS AZEVEDO”, sem dados biográficos nos livros.
Sobrinho do Monsenhor Inácio Xavier da Silva, fundador dos jornais “O Estado de Goiás” e “Gazeta Goiana”. Vinculado ao Tocantins, por ter pesquisado e escrito sobre uma das figuras mais importantes do norte de Goiás- o Coronel Leitão(Carlos Gomes Leitão, Caxias, Maranhão, 1835)-, que dera origem a uma das revoluções de Boa Vista do Tocantins, hoje Tocantinópolis.
A primeira Revolução de Boa Vista, conforme Palacin, se deu entre 1892 e 1895. A segunda Revolução de Boa Vista, se deu em 1907, com o banimento do Coronal Leão Leda(Leão Leda, Grajaú, Maranhão, 1840), pelo Padre João. A terceira Revolução de Boa Vista, se deu em 1930, tendo ainda como figura central o Deputado Padre João.
Quanto a Inácio Xavier, para escrever o seu livro esteve pessoalmente na região, ouvindo pessoas, lendo e pesquisando documentos. Com o passar do tempo, tornou-se funcionário do Tribunal de Contas da União.
Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Administrador, Educador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Advogado. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, hoje(1998) ocupada por Benedicto Silva. Com a morte do professor Benedicto, foi eleito para substituí-lo o jornalista Hélio Rocha, editorialista de O POPULAR e autor do livro “OS INQUILINOS DA CASA VERDE”, que disputou a Cadeira com os escritores Uarian Ferreira e Luis Estevam.
Quanto a Inácio Xavier, foi Sócio da Associação Goiana de Imprensa, de que também foi Presidente. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Secretário da Sociedade Goiana de Folclore.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Estudado no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS, de Luis Gomes Palacin.
Não deve ser confundido com o seu tio, Monsenhor Inácio Xavier da Silva, também nascido em Goiás Velho, só que em 1855. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Nasceu em Goiás Velho, no dia 22 de dezembro de 1908. Filho de Manuel Xavier da Silva e de Maria de Macedo Xavier.
Feito o curso primário, ingressou no Liceu de Goiás, em 1922. Fundou, junto com Luis de Bessa e Odílio de Sousa, em 1925, o jornal O ESTUDANTE.
Em 1932, com 24 anos, matriculou-se na Faculdade de Direito da antiga Capital. Torna-se escrivão da Justiça Federal em Goiás, em 1933.
Juntamente com Jaime Câmara e Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo editou o suplemento A RAZÃO, distribuído no interior do jornal VOSSA SENHORIA, de Leônidas Schwindt.
Em 1934, fundou com outros intelectuais, a Associação Goiana de Imprensa. Neste mesmo ano, foi redator do jornal O COMÉRCIO.
Publicou o seu livro “O CRIME DO CORONEL LEITÃO”, em 1935, quando tinha 27 anos de idade. Para escrevê-lo esteve pessoalmente em Tocantinópolis, onde os fatos ocorreram.
Fundou, com Everaldo de Souza, Hamilton Velasco e Acácio Félix de Souza, o jornal O ACADÊMICO.
Em 1937, mudou-se para Goiânia e colou grau em Direito, sendo orador da Turma.
Torna-se funcionário do Tribunal de Contas da União, em 1939. Vincula-se à Associação Goiana de Esportes, em 1940. Em 1942, é eleito Secretário da Sociedade Goiana de Folclore.
É eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, no dia 14 de novembro de 1944, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi Titular João Teixeira Álvares, sendo hoje(1998), ocupada por Benedito Silva. Com a morte do professor Benedicto, foi eleito para substituí-lo, no dia 05.10.2000, o jornalista Hélio Rocha, editorialista de O POPULAR e autor do livro “OS INQUILINOS DA CASA VERDE”, filho do jornalista Benedito Odilon Rocha, de saudosa memória.
Retornando a Inácio Xavier, em 1946, assumiu a Presidência da Associação Goiana de Imprensa. Torna-se Secretário do Governo de Goiás, em 1947. Credencia-se como Advogado do IPASE, em 1948.
Transfere-se para Cuiabá, no Mato Grosso, como Delegado do Tribunal de Contas da União, em 1949.
É removido para o Rio de Janeiro, em 1951, como Oficial de Gabinete do Presidente do Tribunal.
Em 1969, promove a mudança do Tribunal de Contas da União para Brasília, aposentando-se em Dezembro do mesmo ano. Foi casado com Helena Rios Fonseca Xavier.
Em 1970, torna-se assessor da Inspetoria Geral de Finanças do Ministério de Educação e Cultura, cargo em que permanece até o seu falecimento no dia 9 de junho de 1976, em Brasília, com 68 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA 07-BENEDITO SILVA(BENEDICTO SILVA), de Campo Formoso-Orizona, Goiás, 03.04.1905, escreveu, entre outros, "O IMPACTO DE GOIÂNIA E OUTROS ENSAIOS", "O ESTADISTA LEOPOLDO DE BULHÕES", "ORIGEM E EVOLUÇÃO DOS DESCRITORES", "EDITORAÇÃO HOJE", "A ERA DO ADMINISTRADOR PROFISSIONAL", “A ADMINISTRAÇÃO CIVIL NA MOBILIZAÇÃO BÉLICA”, “UMA TEORIA GERAL DE PLANEJAMENTO”, “VOCABULÁRIO ADMINISTRATIVO”, “A REFORMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA”, “DA DOCUMENTAÇÃO À INFORMÁTICA”. Traduziu para o português dezenas de obras, entre as quais, as de Pedro Muñoz Amato: “INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA”, “ORÇAMENTOS”, etc.
Diretor do Instituto de Documentação da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
Professor, Poliglota, Historiador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 07, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, sendo titular o advogado Inácio Xavier da Silva.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Campo Formoso(Orizona), interior goiano, no dia 03.04.1905. Filho de Minervino Silva e Maria Jerônima Silva.
Em sua terra natal, fez o curso primário e passou a adolescência.
Tornou-se funcionário da Prefeitura Municipal, até que foi chamado para organizar o Serviço de Estatística do Estado de Goiás, em 1932, com 27 anos.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1933, tornando-se funcionário público federal, através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).
Em 1939, formou-se em Ciências Sociais, pela American University, de Washington, nos Estados Unidos.
Retornando ao Brasil, em 1945, torna-se Diretor da Divisão de Aperfeiçoamento do DASP. Em 1946, é escolhido Assessor do Secretário de Assuntos Administrativos das Nações Unidas.
Fundou, junto com outros, em 1952, a Escola Brasileira de Administração Pública vinculada à Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
A partir de 1967, tornou-se Diretor do Instituto de Documentação da Fundação Getúlio Vargas.
Foi Redator Principal do jornal, em edição brasileira, O CORREIO DA UNESCO.
No dia 29 de junho de 1978, quando tinha 73 anos, com saudação de Bernardo Élis, foi oficialmente empossado na Cadeira 7, da Academia Goiana de Letras, tendo como patrono, o baiano José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, tendo sido titular o advogado Inácio Xavier da Silva.
Sobre ele e com o título “BENEDICTO SILVA E SUA EDITORAÇÃO HOJE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 06.01.2000, com 95 anos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 07-HÉLIO ROCHA(HÉLIO ROCHA), de Corumbá de Goiás, Goiás, 14.08.1940, escreveu, entre outros, “OS INQUILINOS DA CASA VERDE-GOVERNOS DE GOIÁS DE PEDRO LUDOVICO A MAGUITO VILELA”(1998), JK PARA A JUVENTUDE(2002), SETE DÉCADAS DE GOIANIA(2003), CELG 50 ANOS-MEMORIA DA ENERGIA EM GOIAS(2005), FARMACÉUTICO-PROFISSIONAL A SERVIÇO DA VIDA(Kelps, 2006), sem dados biográficos completos nos livros. Filho de Benedito Odilon Rocha e de Ana Valle Rocha.
Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Goiânia e passou a estudar no Ateneu Dom Bosco. Ingressou no jornalismo profissional com 19 anos de idade, trabalhando no jornal “DIÁRIO DO OESTE”, dirigido por Waldemar Gomes de Melo, sendo Editor-Chefe Jávier Godinho.
Foi também jornalista do “DIÁRIO DE GOIÁS”, editado pelo Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado(CERNE). Posteriormente, transferiu-se para o jornal “O POPULAR”, da Organização Jaime Câmara.
Formou-se em ESTUDOS SOCIAIS, na Universidade Federal de Goiás e também em IDIOMAS. Foi integrante, em 1968, da Turma do Primeiro Curso Bloch de Comunicação. Trabalhou no Rio de Janeiro e em Brasília.
Ao retornar a Goiânia, tornou-se, em 1972, Editor-Chefe do jornal “POPULAR”. Criador da coluna GIRO, de que também foi titular.
Em 1980, esteve no jornal DIÁRIO DA MANHÃ, participando, inclusive, de sua implantação. Retornou, em 1982, como Editor Especial do jornal O POPULAR, sendo hoje(1998), responsável pela produção de várias colunas, inclusive, pela página MEMORANDUM. Trabalhou na sucursal do CORREIO BRASILIENSE. Correspondente de O GLOBO, VEJA e ASSOCIATED PRESS.
Seu pai, Benedito Odilon Rocha, além de ter escrito o livro “5O ANOS DE POESIA”, foi também membro da Academia Goiana de Letras, tendo ocupado a Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998), ocupada por Antonio José de Moura.
Os irmãos de Hélio Rocha, Reinaldo Rocha, Ana Cláudia Rocha e Eduardo Rocha tornaram-se também respeitáveis jornalistas. Maria das Graças, Laila e Beatriz Rocha formaram-se professoras. Edgar Rocha tornou-se médico e Paulo Rocha formou-se engenheiro.
Quanto a Hélio Rocha, é mencionado em diversos livros, bem como em vários textos sobre jornalismo moderno. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 08
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Alceu Vitor Rodrigues- PATRONO(Catalão, Goiás, 1866).
Sebastião Fleuri Curado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 22.01.1864).
Joaquim Câmara Filho(Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 29.12.1899).
José Lopes Rodrigues(Almas, Goiás, hoje Tocantins, 01.12.1908).
José Sizenando Jayme(Pirenópolis, Goiás, 20.06.1916).
Isócrates de Oliveira(Pirenópolis, Goiás, 09.08.1922).
Paulo Nunes Batista(João Pessoa, Paraíba, 02.08.1924).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 08-ALCEU RODRIGUES(ALCEU VITOR RODRIGUES), de Catalão, Goiás, 1866, escreveu, entre outros, "ESBOÇO MONOGRÁFICO DAS ÁGUAS TERMAIS DE CALDAS NOVAS", sem dados biográficos no livro. Farmacêutico em Catalão, interior goiano e também em Paracatu, Minas Gerais.
Professor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Intelectual. Escritor, Memorialista, Orador. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo fundador foi Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2002) por Paulo Nunes Batista.
Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. De ilustre família de Catalão, interior goiano, era também irmão de Gastão de Deus Victor Rodrigues.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e ainda na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Catalão, interior goiano, em 1866. Filho de Francisco Victor Rodrigues e de Felicidade Silveira Rodrigues.
Em 1872, começou a estudar em escola pública na terra natal.
É nomeado Delegado de Polícia, em 1884, para a cidade de Pouso Alto(Piracanjuba).
Não tendo vocação para a atividade policial, segue para o Rio de Janeiro, onde completa o curso preparatório e se matricula na Faculdade de Farmácia.
Em 1886, torna-se colaborador de jornais no Rio de Janeiro e também no Triângulo Mineiro.
Termina o seu curso de Farmácia, em 1887, retornando a Catalão.
Transfere-se para Paracatu, em Minas Gerais, em 1888, onde se torna proprietário de Farmácia.
Em 1901, atacado por forte gastrite, desfaz-se da farmácia e retorna a Catalão. Em 1902, com 36 anos de idade, faleceu em sua terra natal Catalão, no dia 11 de fevereiro.
Entre seus irmãos, destacam-se Gastão de Deus Victor Rodrigues e Josias Victor Rodrigues.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 8, cujo fundador foi Sebastião Fleury Curado e de que foi Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2007), por Paulo Nunes Batista.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 08-SEBASTIÃO CURADO(SEBASTIÃO FLEURY CURADO), de Vila Boa-Goiás Velho, 22.01.1864, escreveu, entre outros, “UM EPISÓDIO DOS TEMPOS COLONIAIS”(1936), "TRÊS MEMÓRIAS HISTÓRICAS"(1935).
Fundador da Faculdade de Direito de Goiás, na antiga Capital do Estado, Vila Boa, em 1916.
Promotor Público, Deputado. Historiador, Jornalista, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Ficcionista, Orador, Intelectual.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, José Sizenando Jayme, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2007) por Paulo Nunes Batista.
Sócio também de outras instituições sociais, culturais e de classe. Fundou o jornal VOZ DO POVO.
Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França, além de RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás, em 22 de janeiro de 1864 e morreu em Goiânia em 2/5/1944, com 80 anos. Filho de João Fleury de Campos Curado e Mariana Augusta Fleury de Campos Curado.
Seu pai, Vice-Presidente da Província de Goiás e Deputado em várias ocasiões, recebeu do Imperador Dom Pedro II, o título de CAVALHEIRO DA ORDEM DA ROSA.
Em 1870, iniciou os estudos primários com o mestre Joaquim Fernandes de Carvalho. Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1875.
Seguiu para São Paulo, em 1880, matriculando-se no Colégio Moretzsohn, onde concluiu o curso preparatório.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1886, retornando a Goiás onde se filiou ao Partido Liberal, atraído por sua vocação política, em 1887.
Proclamada a República em, 1889, condidatou-se a deputado à Assembléia Constituinte, sendo eleito.
Pautou sua vida parlamentar como político habilidoso e estudioso dos problemas sociais.
Advogado no Rio de Janeiro. Procurador da República em Goiás. Fundador e Diretor da Faculdade de Direito, na antiga Capital do Estado, Goiás Velho, em 1916.
Participou da comissão parlamentar que elaborou o Código Civil, em 1912. Foi ainda Deputado Estadual, Promotor Público na cidade de Goiás e Juiz Substituto.
Casou-se, em 29 de julho de 1893, com sua prima Augusta de Faro Fleury Curado, no Rio de Janeiro, com quem teve Maria Paula, André, Mariana Augusta, Clarice, João, Augusto da Paixão, Josefina Maria e Sebastião Filho. O pai de sua esposa, André Augusto de Pádua Fleury foi Presidente da Província do Ceará, do Espírito Santo e Paraná, bem como Diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.
Em 1922, fundou, junto com outros, o Instituto dos Advogados de Goiás. Redator do jornal “VOZ DO POVO”, em 1927.
Torna-se Diretor da Faculdade de Direito, onde leciona Direito Civil, em 1932. No ano seguinte, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Foi um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, em 1939, na Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Vitor Rodrigues e de que foi Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Esta Cadeira é hoje(2007) ocupada por Paulo Nunes Batista.
Pertenceu ao Instituto dos Advogados de Goiás e ao Instituto Genealógico Brasileiro.
Deixou publicados os livros: “Um Episódio dos Tempos Coloniais” e “Três Memórias Históricas”.
No dia 2 de maio de 1944, faleceu em Goiânia, mas foi sepultado em Goiás Velho, com 80 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 08- JOAQUIM CÂMARA(JOAQUIM CÂMARA FILHO), de Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 29.12.1899, fundou o jornal "O POPULAR", transferindo-o, posteriormente, da antiga Capital Goiás Velho, para a nova Capital do Estado, Goiânia, em 03 de abril de 1938.
Prefeito nomeado de Anápolis, em l943, e de várias cidades goianas. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal.
Político, Escritor, Ensaísta. Empresário, Jornalista, Administrador. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Educador, Ficcionista.
Enaltecido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi Presidente da Sociedade Goiana de Folclore e membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2007), por Paulo Nunes Batista.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Baixa Verde, Rio Grande do Norte, a 29 de dezembro de 1899. Filho de Joaquim Rebouças de Oliveira Câmara e de Maria Melquíades de Miranda Câmara.
Fez o primário na cidade natal, em 1911. Terminou o secundário no Ateneu Norte-Rio-Grandense, de Natal, após ter estudado no Colégio de Santo Antônio, em 1913.
Estudou na Escola Superior de Agricultura e Engenharia de São Bento do Una, Pernambuco, mas se formou em 1922, na Escola Agrícola e Pecuária de Passa Quatro, em Minas Gerais.
Como Engenheiro Agrônomo recém-formado, trabalhou no Paraná, em 1923, na Comissão Colonizadora Cândido de Abreu.
Como Jornalista, em 1924, foi perseguido, chegando à cidade de Planaltina, em Goiás, vindo de Ivaí, no Paraná, como integrante da COLUNA PRESTES, sob o comando do general Isidoro Dias Lopes.
Em 1928, já no Planalto Central, refugiou-se em Formosa, e Santa Luzia (Luziânia), onde conheceu Americano do Brasil.
Em 1930, foi nomeado Professor-Diretor do Grupo Escolar de Planaltina, interior goiano, incorporando-se logo depois, às forças revolucionárias de Quintino Vargas, no posto de Major.
Casou-se, em Paracatu, MG, com Hilda Soter Gonzaga, em 1931. No ano seguinte, lutou contra os rebeldes na frente de Mato Grosso, quando da Revolução Constitucionalista.
Foi nomeado Prefeito de Pires do Rio, interior goiano, em 1933, e no ano seguinte assume a Prefeitura de Paracatu, MG.
De volta ao Estado de Goiás, em 1935, tornou-se Diretor do Departamento de Divulgação e Expansão Econômica do Estado. Em 1938, lançou O POPULAR, de forma semanal.
Passou à disposição do Serviço Nacional de Recenseamento, em 1939. No ano seguinte, foi condecorado pelo Governo Federal, com a medalha do Cinquentenário da Proclamação da República.
Eleito Vice-Presidente da Sociedade Goiana de Folclore, assumiu também, em 1942, a Direção do Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado.
Tornou-se Prefeito de Anápolis, a partir de 1943, ali residindo até 1945, quando deixou a Prefeitura.
Foi eleito para a Academia Goiana de Letras, em 1944, assumindo a Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Vitor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido Titular José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Paulo Nunes Batista.
Secretário da Agricultura do Estado, de 1951 a 1954, quando deixou a Secretaria, para candidatar-se a Deputado Federal.
Exerceu ainda, em 1951, a Presidência da Federação das Associações Rurais do Estado de Goiás.
Fez parte da Comissão de Cooperação Pró-Mudança da Capital Federal. Seus trabalhos foram publicados em jornais e revistas.
Faleceu a 15 de dezembro de 1955, em Goiânia, com 56 anos de idade. Vicente Rebouças, seu irmão, morreu em 1973. Jaime Câmara, o irmão caçula, faleceu em outubro de 1989.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira 22, de que é Titular Maria Ivonne Correa Dias.
A Biblioteca do Colégio Polivalente de 1º Grau, em Anápolis, recebeu o seu nome em 7 de abril de 1979.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 08-LOPES RODRIGUES(JOSÉ LOPES RODRIGUES), de Almas, Goiás, hoje Tocantins, 01.12.1908, escreveu, entre outros, "VIBRAÇÕES"(POEMAS-1949), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Florindo Lopes dos Santos e Maria Rodrigues Pinheiro.
Após os estudos primários em Natividade, seguiu para Barreiras, na Bahia e depois Salvador, onde foi colega de Jorge Amado, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória. Retornando ao Estado de Goiás, estudou no Liceu de Goiás Velho e formou-se em Direito. Durante muitos anos foi Professor da Escola Técnica Federal de Goiânia.
Docente, Advogado, Jornalista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titulares Joaquim Câmara Filho, José Sisenando Jayme e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYÁZ, de Abel Soares de Castro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 03, cuja Titular é Ana Braga. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Almas (distrito de Natividade), Goiás, hoje Tocantins, no dia 1 de dezembro de 1908. Filho de Florindo Lopes dos Santos e de Maria Rodrigues Pinheiro.
Em 1916, iniciou o curso primário em Natividade, cidade de que Almas era distrito. Seguiu para Barreiras, na Bahia, em 1923, onde se preparou para o curso de admissão ao ginásio. Matriculou-se, em 1923, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória, em Salvador, Bahia, sustentado pelo seu tio João Lourenço Rodrigues.
De volta a Natividade, em 1926, é convocado para o Serviço Militar e se incorpora ao Sexto Batalhão, na Terceira Companhia Isolada, em Goiás Velho, em 1930. Terminado o serviço militar, retorna a Natividade, a pé, percorrendo cerca de novecentos quilômetros, em 1931, quando também se torna Escrivão da Quinta Delegacia Regional.
Desejoso de continuar os estudos, voltou a Vila Boa, em 1933, empregando-se como Guarda Civil e matriculado na terceira série do Liceu de Goiás.
Tornou-se funcionário do jornal CORREIO OFICIAL e mudou-se para Goiânia, em 1936, quando também ingressou na Faculdade de Direito.
Aprovado em Concurso Público, tornou-se Professor de Geografia e História, da Escola Normal, em 1938, sendo também seu Diretor.
Bacharel em Direito, em 1944, sendo orador da turma. Por Concurso Público, tornou-se Professor de Português da Escola Técnica Federal de Goiânia, em 1946.
Visitou Portugal, Espanha, França e Itália, em 1950 e no ano seguinte, casou-se com Sílvia Lourdes do Nascimento.
Em 1957, foi eleito para a Cadeira 8, da Academia Goiana de Letras, tornando-se seu Vice-Presidente no ano seguinte. Esta cadeira tem como Patrono Alceu Vitor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido Titulares Joaquim Câmara Filho, José Sizenando Jaime e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista.
Exerce a função de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral, nos anos de 1962/63. É agraciado, em 1972, com a Medalha do Sesquicentário do Brasil, pelo Governo do Estado.
Após ter sido quase secretário perpétuo da Academia Goiana de Letras, faleceu em Goiânia, no dia 08 de agosto de 1990, com 82 anos de idade.
Sobre ele e com o título “JOSÉ LOPES RODRIGUES E SUAS VIBRAÇÕES”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 08- SIZENANDO JAYME(JOSÉ SIZENANDO JAYME), de Meia Ponte-Pirenópolis, Goiás, 20.06.1916, escreveu, entre outros, "GOIÁS, HUMORISMO E FOLCLORE" (1990), "ORIGEM DA FAMÍLIA FLEURI"(1990), “FAMÍLIA CRISPIM DE SOUSA”(1987), "PIRENÓPOLIS-HUMORISMO E FOLCLORE"(1983), entre outros.
Procurador Aposentado do Estado de Goiás. Irmão da escritora Haydée Ferreira Jayme. Filho do Genealogista Jarbas Jayme e de Maria Dinah Crispim Jayme.
Genealogista, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Esteve também vinculado à Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2007), por Paulo Nunes Batista.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Membro da Associação Goiana de Imprensa.
Referenciado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POESTAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Pirenópolis, Goiás, a 20 de junho de 1916. Cursou o primário em Anápolis, no Grupo Escolar “Dr. Brasil Ramos Caiado”. Fez o ginasial, no Ginásio Anchieta, de Silvânia, em 1936.
No ano seguinte, transferiu-se para São Paulo, onde terminou o pré-médico ou científico, no Ginásio São Bento.
Ainda na Capital Paulista, foi professor do Colégio Coração de Jesus, também chamado de Liceu Sagrado Coração de Jesus.
Retornou ao Estado de Goiás, tornando-se professor do Ginásio Anchieta, de Silvânia, antiga Bonfim.
Casou-se em 1940, a 22 de dezembro, com Maria do Rosário Roriz, natural de Santa Luzia(Luziânia).
Foi professor e Diretor do Ginásio Arquidiocesano Municipal de Anápolis (GAMA), posteriormente, Colégio São Francisco de Assis.
Matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, bacharelando-se em 1944, a 5 de novembro, com 28 anos.
Quando residente em Anápolis, na década de 1940, foi redator do jornal “O Anápolis”. Transferiu-se para Goiânia, tornando-se Diretor do Ginásio Estadual e exercendo as atividades de advogado.
Foi professor do Liceu de Goiás, da Faculdade de Filosofia e de outros estabelecimentos de ensino na Capital do Estado. Dirigiu o Instituto de Educação de Goiânia.
Na Secretaria de Educação e Cultura do Estado de Goiás, foi Diretor do Ensino de Segundo Grau. No Governo de Mauro Borges Teixeira, exerceu a função de Secretário do Governador.
Posteriormente foi nomeado Procurador do Estado, atividade pública em que se aposentou.
Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa, Ordem dos Advogados do Brasil. Seus trabalhos literários, artigos, contos e poesias, estão publicados em diferentes jornais e revistas.
Escreveu “Pirenópolis - Humorismo e Folclore”, além de estudos genealógicos.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Atualmente(2002), é ocupante o escritor Paulo Nunes Batista.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e faleceu em Brasília, no dia 04 de outubro de 1994, com 78 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUINTO OCUPANTE DA CADEIRA 08-ISÓCRATES DE OLIVEIRA(ISÓCRATES DE OLIVEIRA), de Pirenópolis, Goiás, 09.08.1922, escreveu, entre outros, "A HORA DO ANTICRISTO"(ROMANCE-1965), "DRAMA DE UM PADRE"(MEMÓRIAS-1954), “EVESTÉTICA I”(1993), “FREDERICO E O MUNDO REAL”(1983), “INTRODUCTION DU SENS COSMIQUE EN PHILOSOPHIE”(1962), "DOM SILOGILDO E OUTROS CONTOS"(1968), “EVESTÉTICA II”(ENSAIO-1994).
Diplomata de Carreira Aposentado. Professor da Universidade Católica de Goiás.
Escritor, Poeta, Jornalista. Professor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Literato, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.
Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, José Sizenando Jayme e Paulo Nunes Batista.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira l9. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu no dia 09 de agosto de 1922, em Pirenópolis, antiga Meia-Ponte, Goiás. Filho de João Basílio de Oliveira e Maria Conceição de Sá Oliveira.
Iniciou, em 1928, os estudos primários com professores particulares e terminou no Grupo Escolar Comendador Joaquim Alves, ainda na cidade natal.
Entre 1936 e 1941, cursou o Seminário Menor no Seminário de Santa Cruz de Bonfim, em Silvânia. Transferiu-se para o Seminário Menor de Mariana, em Minas Gerais, onde concluiu o correspondente ao Secundário.
De 1942 a 1944, terminou o Curso Superior de Filosofia, no Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo, Capital.
No período de 1945 a 1948, concluiu o Curso de Teologia, no Seminário Maior de Mariana, em Minas, quando foi ordenado Padre.
Entre 1969 e 1971, fez Pós-Graduação em Filosofia, na William Rice University, em Houston, Texas, Estados Unidos.
Em 1955, já no Rio de Janeiro, fez Concurso no Instituto Rio Branco, tornando-se Diplomata de carreira. Após estágio de dois anos, na Secretaria de Estado das Relações Exteriores, onde realizou o Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas, iniciou sua carreira no exterior, em 1957, com 35 anos.
Foi Diplomata nas Embaixadas do Brasil na Grécia, Tchecoslováquia, Argélia, Chile, República Dominicana, Tailândia, Paquistão.
Foi Cônsul do Brasil em Houston, Chicago e Miami, nos Estados Unidos. Aposentou-se no Cargo de Conselheiro Diplomático, em 1982, quando servia em Veneza, na Itália.
Ao retornar para Goiânia, residindo também em Pirenópolis, sua terra natal, em 1983, passou a lecionar na Universidade Católica de Goiás.
Hoje(1998), além de prestigiar as instituições culturais de que faz parte, dedica-se ao ofício de escrever e realizar palestras e conferências.
Foi eleito para a Cadeira 08, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, sendo Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, José Sizenando Jayme e Paulo Nunes Batista.
Com sua morte, no dia 11.06.1999, com 77 anos de idade, em Pirenópolis, foi eleito para a Cadeira, o escritor Paulo Nunes Batista.
Igualmente foi eleito para o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, onde ocupa a Cadeira 19, tendo como Patrono José Martins Pereira de Alencastre. Esta Cadeira é hoje(2002), ocupada por Getúlio Pereira de Araújo.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEXTO OCUPANTE DA CADEIRA 08-PAULO NUNES(PAULO NUNES BATISTA), de João Pessoa, Paraiba, 02.08.1924, escreveu, entre outros, "ABC DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE", "CANTO PRESENTE", "DE MÃOS ACESAS", "CANTIGAS DA PAZ", "A CAMINHO DO AZUL", "CORDEL ILUMINADO", “O SAL DO TEMPO”, “CHAMEGO, O URUBU”(CONTOS), “ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA”, este, em parceria com Jarbas de Oliveira. Publicou também SONETOS SELETOS(2005), LUZ EM CORDEL(2005), O VÔO INVERSO(2001).
Funcionário Público Aposentado do Fisco Estadual de Goiás. Advogado, Jornalista Profissional, Cordelista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Poeta, Pensador. Literato, Ficcionista, Produtor Cultural. Repentista, Ativista, Conferencista. Contista, Cronista, Espiritualista. Folclorista, Letrista, Intelectual. Educador, Polemista, Administrador. Trovador, Redator, Orador.
Estudado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da Associação Goiana de Imprensa, da Arcádia Goiana de Cultura.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990, na GRANDE ENCICLOPÉDIA DELTA LOROUSSE, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Nome nacional e internacional na LITERATURA DE CORDEL, com centenas de folhetos publicados, alguns traduzidos para o japonês, entre os quais, “ZÉ BICO DOCE-O REI DA MALANDRAGEM”, publicado em São Paulo pela Editora Luzeiro Limitada.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Estudado em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em João Pessoa, Paraíba, a 2 de agosto de 1924. Filho de Francisco das Chagas Batista (poeta popular e folclorista) e Hugolina Nunes Batista.
Fez o curso primário na cidade natal. Começou o secundário no Rio de Janeiro, mas só terminou mediante exames de Madureza, realizados em Goiânia, Brasília e Anápolis, em 1968. Descendente de cantadores e intelectuais do Nordeste.
Residiu na Paraíba, em Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Bahia, Minas Gerais, São Paulo e Goiás, onde se radicou a partir de 1947.
Agente do Fisco, por concurso público, formou-se também em Direito, na Faculdade de Direito de Anápolis, em 1977.
Como poeta, repentista, trovador, cronista, jornalista tem colaborado em jornais e revistas do Brasil e exterior.
Está presente em várias antologias, tais como, “A Poesia em Goiás”, de Gilberto Mendonça Teles, “A Nova Poesia em Goiás”, de Gabriel Nascente, “Aspectos da Cultura Goiana”, de Modesto Gomes e Ático Vilas Boas.
Ainda em “História de Anápolis”, de Humberto Crispim Borges, “Anápolis, Sua Vida, Seu Povo”, de Haydée Jayme, “Trovadores do Brasil”, “Nossas Trovas”, “A Trova no Brasil”, “O Rei dos Reis”, “Nossas Poesias”, “Poetas do Brasil”, “Nossa Mensagem”, “Anuário de Poetas do Brasil”, todos de Aparício Fernandes.
Assim como em “Bibliografia Paraibana”, “Antologia da Literatura de Cordel”, “O Trovismo”, “Dicionário Bio-Bibliográfico de Repentistas e Poetas de Bancada”, “Literatura Popular em Verso”, “Grande Enciclopédia Delta Larousse”, entre outras.
Destacam-se, entre suas obras, além de mais de 160 folhetos de cordel, “Canto Presente”, “Cantigas da Paz”, “A Caminho do Azul”, “De Mãos Acesas”, etc.
Na Arcádia Goiana de Cultura ocupa a Cadeira 29, cujo Patrono é Martins Fontes. Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Titular da Cadeira 30, de que é Patrono Moisés Augusto de Santana.
É Titular da Cadeira 02, na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, tendo como Patrono José Xavier de Almeida Júnior.
Pertence a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Cenáculo Brasileiro de Letras e Artes, do Rio de Janeiro, Movimento Poético Nacional, de São Paulo.
Em 1938, foi para o Rio de Janeiro. Cursou até o 2º ano ginasial no Instituto de Educação Técnico-Profissional “Visconde de Mauá”.
Interrompeu os estudos em 1940, quando começou a trabalhar. Foi trocador de ônibus, servente de consultório médico, escriturário, professor primário, jornalista, etc.
Residiu em várias cidades brasileiras. Ente 1938 a 46, no Rio de Janeiro. Entre 47 e 50, em diferentes cidades de Goiás e Bahia. De 51 a 53, em diversas cidades de Minas Gerais. Retornou ao Rio de Janeiro, em 1954.
Em 1951, representou o Diário “Hoje”, de São Paulo, no I Congresso Nacional de Intelectuais do Brasil, em Porto Alegre.
Em 1958, no Rio, foi “camelô de poesia”, “poeta popular profissional”. Em 1964, já em Anápolis, trabalhou como Chefe do Centro Social do SESI.
Nessa mesma época, após 24 anos, retornou aos estudos, fazendo as provas de madureza.
Na “Manchester Goiana”, foi também dono de banca de revista, cavoqueiro, livreiro, vendedor de folhetos, alfabetizador, relações públicas da inspetoria de trânsito, etc.
Em 1968, após vestibular, tornou-se aluno do Curso de Letras Modernas da Faculdade de Filosofia “Bernardo Sayão”.
Em fevereiro de 1969, após concurso público, ingressou no Fisco Estadual. Trabalhou em Lagolândia, Pirenópolis, Padre Bernardes e Corumbá de Goiás, além de Anápolis, onde ainda permanece vinculado ao Fisco, hoje(2007) aposentado.
Em 1969, foi menção honrosa no Concurso Literário do Instituto Goiano do Livro.
Seu 1º folheto de cordel foi publicado em Anápolis, em 1949, na Tipografia do jornal “A Luta”, de A. G. Pinto. Na década de 1960, foi professor de Português do Colégio Comercial de Anápolis.
Escreve poesias desde 12 anos, estando seus trabalhos publicados em diferentes jornais e revistas, entre os quais, “Revista da Semana”, “O Malho”, “Vera Cruz”, “Atualidade”, “Jornal do Povo”, “O Anápolis”, “O Popular”, “Cinco de Março”, etc.
Passagem pouco lembrada de sua vida, foi seu envolvimento com o Partido Comunista Brasileiro, na década de 1930, quando, inclusive, esteve preso em várias cidades brasileiras.
Hoje(1998), aposentado do Fisco Estadual Goiano, dedica-se exclusivamente à literatura na cidade de Anápolis, onde reside, prestando excelente colaboração para a divulgação da literatura feita em Goiás.
Sobre ele e com o título “PAULO NUNES BATISTA E SEU CANTO PRESENTE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Em 31.08.2000, tomou posse na Cadeira 08, da Academia Goiana de Letras, tendo como Patrono Alceu Vítor Rodrigues, sendo saudado por Brasigóis Felício. Esta Cadeira 08, foi fundada por Sebastião Fleury Curado, tendo sido ocupada por Joaquim Câmara Filho, José Lopes Rodrigues, José Sizenando Jayme e Isócrates de Oliveira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 09
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Americano do Brasil- PATRONO(Bonfim, Silvania, Goiás, 28.08.1892).
Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.04.1884).
Waldomiro Bariani Ortencio(Igarapava, São Paulo, 24.07.1923).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 09-AMERICANO DO BRASIL(ANTONIO AMERICANO DO BRASIL), de Bonfim-Silvânia, Goiás, 28.08.1892, escreveu, entre outros, "SÚMULA DA HISTÓRIA DE GOIÁS", “LIMITES GOIÁS/PARÁ”, “PELA TERRA GOIANA”, “CUNHA MATOS EM GOIÁS”, "NO CONVÍVIO COM AS TRAÇAS", "CANCIONEIROS E TROVAS DO BRASIL CENTRAL", "NOS ROSAIS DO SILÊNCIO", "PELA HISTÓRIA DE GOIÁS".
Foi sócio de Altamiro de Moura Pacheco, numa Farmácia em Bonfim (Silvânia), interior goiano.
Médico, Deputado Federal, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Conferencista. Historiador, Educador, Político. Administrador, Ficcionista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Contista, Literato, Intelectual.
Formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1917. Secretário do Interior e Justiça do Estado de Goiás. Foi Capitão Médico do Exército Brasileiro. Um dos fundadores da revista INFORMAÇÃO GOIANA, junto com Henrique Silva.
Foi assassinado em Luziânia, pelo Agrônomo Aldovrando Gonçalves. Patrono da Academia Goiana de Letras, Cadeira 9, cujo fundador foi Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo, hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio.
Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SUMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Encontra-se no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS de Joaquim Carvalho Ferreira e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Silvânia (Antiga Bonfim), interior goiano, a 28 de agosto de 1892 e morreu em Luzânia a 20 de abril de 1932. Filho de Antônio Euzébio de Abreu Júnior e de Elisa Maria de Souza Abreu. O pai de Americano do Brasil não deve ser confundido com o avô que era o agricultor Antônio Euzébio de Abreu.
Em 1898, fez os estudos primários com o próprio pai, que era professor.
Depois de fazer o exame de madureza, em 1910, no Colégio Dom Pedro II, do Rio de Janeiro, matricula-se no curso médico, em 1911.
Juntamente com Henrique Silva, fundou no Rio de Janeiro, em 1917, a revista INFORMAÇÃO GOIANA.
Formado em Medicina no Rio de Janeio, em 1917, com 25 anos, voltou a Goiás a fim de exercer sua profissão. Ingressou no Exército Brasileiro, como Oficial Médico.
Em 1918, tornou-se Secretário do Interior e Justiça do Estado de Goiás. Em 1919, é promovido a Primeiro Tenente Médico do Exército e passa a atuar no Batalhão de Caçadores de Vila Boa.
No entanto, foi no jornalismo que se distinguiu pela maneira inflamada de sua forma de escrever.
Com muito brilho, desempenhou o mandato de deputado federal, para o qual foi eleito pelo Estado de Goiás, em 1921.
Casou-se no Rio de Janeiro, no dia 23 de dezembro de 1921, com Mirtes Caiado de Castro. Em 1922, foi promovido a Capitão. Depois de passar por Formosa, interior goiano, em 1925, transferiu-se para Santa Luzia(Luziânia), onde se dedicou à medicina, ao magistério e também à advocacia provisionada.
Em 1931, fundou e dirigiu a Escola Normal de Luziânia, dedicando-se também à sericultura.
Foi uma das maiores expressões da cultura goiana, deixando muitos trabalhos publicados, dentre os quais, salientam-se: “Polêmica Genealógica”, “Pela Terra Goiana”, “Súmula da História de Goiás”, “Nos Rosais do Silêncio”, “No Convívio com as Traças”, “Cunha Matos em Goiás” e outros.
Galante, envolveu-se em conflitos amorosos que o levaram a uma morte violenta aos 41 anos de idade. Foi assassinado pelo Engenheiro Agrônomo Aldovrando Gonçalves, em pleno centro de Santa Luzia(Luziânia), no dia 20 de abril de 1932.
Seu estilo literário é de grande lirismo, embora objetivo e algumas vezes até contundente. Sobre ele, escreveu excelente livro, o escritor Humberto Crispim Borges.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 9, cujo fundador foi Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo, sendo hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


FUNDADOR DA CADEIRA 09-PEDRO CORDOLINO(PEDRO CORDOLINO FERREIRA DE AZEVEDO), de Vila Boa-Goias Velho, 20.04.1884, escreveu, entre outros, "TERRA DISTANTE", "HISTÓRIA MILITAR DO BRASIL", “DOM FRANCISCO, O BISPO CEGO”, “O MARECHAL REGO JÚNIOR E A INVASÃO DO PARANÁ”, “A EPOPÉIA DE MATO GROSSO NO BRONZE DA HISTÓRIA”, “ORGANIZAÇÃO MATERIAL E TÁTICA DAS MARCHAS”.
Professor da Escola Militar de Realengo e da Academia Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro. Militar do Exército Brasileiro.
Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. General. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Goiana de Letras, Cadeira 9, cujo Patrono é Antônio Americano do Brasil, hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos militares. Encontra-se nos livros RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS e GENERAIS GOIANOS, ambos de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), em 20 de abril de 1884 e morreu no Rio de Janeiro em 19/11/1958. Filho de Antônio Ferreira de Azevedo e de Clemência Brandão de Azevedo.
Em 1892, matriculou-se no Seminário Episcopal de Santa Cruz, na antiga Capital, Vila Boa.
Mudou-se com sua família para Niterói, RJ, quando tinha apenas 9 anos de idade.
Em 1897, estudou no Ginásio Paranaense de Curitiba, Bacharelando-se em Ciências e Letras. Em 1901, ingressou na Escola Preparatória de Tática do Realengo, no Rio de Janeiro, mas em 1905, foi removido para a Escola de Guerra de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Promovido a segundo Tenente, casou-se com Ana Mesquita, no dia 17 de abril de 1909.
Teve uma carreira militar brilhante e deixou vasta bagagem literária. Em 1912, iniciou suas atividades no magistério militar. Em 1925, depois de 32 anos de ausência, retorna a Goiás, quando publica o livro TERRA DISTANTE. Torna-se professor, em 1929, da Escola de Aviação Militar e da Academia das Agulhas Negras.
Foi o idealizador do MONUMENTO AOS HERÓIS DA LAGUNA, no Rio de Janeiro.
Depois de ter sido promovido a Major, fundou, em 1933, junto com outros, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Já viúvo, casou-se em 8 de setembro de 1934, com Maria Calmon Albernaz. De seu 1º casamento, nasceram: Cláudio, Helena, Sebastião, Hugo, Pedro, Ana Tereza e Manuel.
Depois de algumas tentativas mal sucedidas como escritor, conseguiu tornar-se conhecido com o livro CAMPANHA PRUSSIANA, publicado em 1923. A essa publicação seguiram-se: Terra Distante; Epopéia de Mato Grosso no Bronze da História (1926), Dom Francisco, O Bispo Cego (1949), ano em que foi promovido a general.
Escreveu também PONTES DE CAMPANHA SISTEMA CRISTENSEN(1912), ORGANIZAÇÃO MATERIAL E TÁTICA DAS MARCHAS(1913), ORGANIZAÇÃO E TATICA DA INFANTARIA BRASILEIRA-COMBATE DAS ARMAS COMBINADAS(1920), CAMPANHA AUSTRO-PRUSSIANA DE 1866(1923), MARECHAL PEGO JUNIOR E A INVASÃO DO PARANÁ(1946).
Em 1950, publicou História Militar do Brasil.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, eleito em 1939, tendo sido um de seus fundadores, na Cadeira 9, cujo Patrono é Antonio Americano do Brasil, sendo hoje(1998) ocupada por Waldomiro Bariani Ortêncio.
Em 1945, foi nomeado Catedrático da Escola Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro. Promovido a General, em 31 de julho de 1949.
Após ter recebido o título de CIDADÃO CARIOCA, faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de novembro de 1958, com 74 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 09-BARIANI ORTÊNCIO(WALDOMIRO BARIANI ORTÊNCIO), de Igarapava(Usina Junqueira), São Paulo, 24.07.1923, escreveu, entre outros, "DICIONÁRIO DO BRASIL CENTRAL"(1983), "SERTÃO SEM FIM"(1965), "MORTE SOB ENCOMENDA"(1974), "A COZINHA GOIANA"(1967), “SERTÃO-O RIO E A TERRA”(1959), "FORÇA DA TERRA"(1974), "VÃO DOS ANGICOS"(1969), "O QUE FOI PELO SERTÃO"(1956), “DR LIBÉRIO-O HOMEM DUPLO”(1981), “O ENÍGMA DO SACO AZUL”(1985), “ESTÓRIAS DE CRIMES E DO DETETIVE WALDIR LOPES”(1981), “AVENTURA NO ARAGUAIA”(1987), “JOÃO FOGO”(1996), “MEDICINA POPULAR DO CENTRO-OESTE”(1994), “CARTILHA DO FOLCLORE BRASILEIRO” (1997).
Residente em Goiânia, desde 1939, para onde veio com a família ainda jovem. Foi proprietário de um Cursinho Preparatório em Campinas, Goiânia, em que um de seus mestres, era o Professor Egydio Turchi.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Romancista, Ficcionista, Folclorista. Pensador, Intelectual, Letrista. Produtor Cultural, Articulista, Jornalista. Ativista, Literato, Administrador. Conferencista, Orador, Poeta.
Tinha sido antes, Alfaiate, Jogador de Futebol, Professor de Matemática, Comerciante, Industrial, Fazendeiro e Minerador.
Detentor dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado de Goiás e Prêmio JOÃO RIBEIRO, da Academia Brasileira de Letras.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 09, cujo Patrono é Antônio Americano do Brasil, de que foi fundador Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, da Comissão Nacional do Folclore, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Comissão Goiana de Folclore, Conselho Estadual de Cultura, Ordem Nacional dos Bandeirantes, Sociedade Geográfica Brasileira.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.
Estudado em DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva e em todos os dicionários e enciclopédias literárias.
Seu livro “MORTE SOB ENCOMENDA”, foi traduzido para o Inglês, com o título “A DEAL WITH DEATH”. Verbetado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Igarapava, São Paulo, a 24 de julho de 1923. Filho de Antônio Bariani e de Josefina Bariani. Em 1930, começa o seu curso primário. Passa a trabalhar nas CASAS PERNAMBUCANAS, em 1931. Em 1938, transfere-se para Ituverava, interior paulista.
Com sua família, transferiu-se para Goiânia ainda criança, vindo a residir no bairro de Campinas onde jogou futebol pelo Atlético e se estabeleceu com uma casa de discos musicais, o BAZAR PAULISTINHA.
Já na nova Capital de Goiás, ingressou no Liceu e matriculou-se no Tiro de Guerra, em 1941.
Em 1948 matriculou-se na Faculdade de Odontologia, mas não concluiu o curso, eis que resolveu primeiro casar-se, o que fez, com Ana Silva de Moraes. São seus filhos: Maria Lucy, Suely, Nancy, Luis Antonio, José Carlos e Cláudio.
Em 1956 publicou seu primeiro livro, O QUE FOI PELO SERTÃO, o que lhe valeu o prêmio “Americano do Brasil”, instituído pela Academia Goiana de Letras, iniciando-se assim na carreira literária.
Em 1961 é eleito para a Academia Goiana de Letras, na Cadeira 9, cujo Patrono é Antonio Americano do Brasil e de que foi fundador Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo. Torna-se Presidente, em 1966, da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Recebe, em 1968, o título de CIDADÃO GOIANO, concedido pela Assembléia Legislativa de Goiás.
Em 1970, realiza viagem especial aos Estados Unidos da América.
Torna-se membro do Conselho Estadual de Cultura, em 1972.
Seguiram-se os livros: “O Sertão e o Rio” (1959); “Sertão Sem Fim” (1965), “Cozinha Goiana” (1967), “Vão dos Angicos” (1969), “Força da Terra” (1974) e “Morte sob Encomenda”(1974), “Dr.Libério-Homem Duplo” (1975), O Enigma do Saco Azul(1985), Aventura no Araguaia(1987), Meu tio-avô e o Diabo(1993), Medicina Popular no Centro-Oeste(1994), João do Fogo(1996), Cartilha do Folclore Brasileiro(1997), O Homem que teimava(1998), Crônicas & Outras Histórias(1998), João do Fogo e Pimentinha(1999), Caminho da Liberdade(2001), Crônicas-Lidas na Radio Clube de Goiânia(2005).
Em 1983 circulou seu mais esperado lançamento, o “Dicionário do Centro Oeste”, com mais de 10 mil verbetes do linguajar usado na região. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 46.
É membro da Academia Goiana de Letras e um de seus mais influentes nomes.
Vinculado à Comissão Nacional de Folclore.
No programa da televisão Anhanguera FRUTOS DA TERRA, dirigido por Hamilton Carneiro, ocupa lugar de destaque, especialmente com suas estórias e receitas.
Detentor de dezenas de prêmios literários, é um dos nomes mais apreciados da literatura goiana.
Sobre ele e com o título “BARIANI ORTÊNCIO E O SERTÃO SEM FIM”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 10
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Moises Augusto de Santana- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 07.02.1879).
Albatenio Caiado de Godoi- FUNDADOR(Vila Boa, Goiás Velho, 14.04.1893).
Carmo Bernardes(Patos, Minas Gerais, 02.12.1915).
Luiz de Aquino Alves Neto(Caldas Novas, Goiás, 15.09.1945).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 10-MOISÉS SANTANA(MOISÉS AUGUSTO DE SANTANA), de Vila Boa-Goiás Velho, 07.02.1879, escreveu, entre outros, "VULTOS E FATOS DE GOIÁS", “ANOTAÇÕES AO TEXTO DAS VIAGENS DE VIRGÍLIO MARTINS DE MELO FRANCO”, “OS POVOADORES DE GOIÁS”, “EM TORNO DO ZEBU”, “FLORES DO SERTÃO”.
Um dos Patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 10, de que foi titular Albatênio Caiado de Godoy, bem como Carmo Bernardes, hoje(1998), ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
Advogado, Historiador, Ensaísta. Escritor, Pesquisador, Memorialista. Cronista, Contista, Literato. Jornalista, Político, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Morto a tiros na redação do jornal LAVOURA & COMÉRCIO, de Uberaba, em Minas Gerais, pelo médico maranhense João Henrique Sampaio Vieira da Silva, Presidente da Câmara Municipal.
Consignado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e em todos os livros que tratam da História Política, Econômica e Social de Goiás.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu a 07 de fevereiro de 1879, em Goiás Velho. Filho de Joaquim José de Santana e de Bárbara Alves de Castro Augusta Santana. Após as primeiras letras, ingressou no Seminário Episcopal de Santa Cruz, em 1892, com 13 anos de idade.
Destituído de vocação religiosa, entrou para a Escola Militar, de onde foi desligado por vaiar o Presidente da República e o Ministro da Guerra, em 1895.
Depois de passar por Maceió e Recife, seguiu, em 1897, com 18 anos, na 4ª Bateria, do 5º Batalhão de Artilharia para Canudos, participando do bombardeio e derrubada das torres da Igreja de Antonio Conselheiro.
Como escrivão de polícia, em São Paulo, iniciou o curso de Direito, dedicando-se ao jornalismo, ocasião em que dirigiu o jornal “A Nação”.
Em 1900, retornou a Goiás, fixando residência na cidade de Anápolis, onde se tornou procurador de partes. Nesta mesma cidade, casou-se com Cassiana Alves de Sousa Dutra, com quem teve Antesina Santana, Joaquim Apolinário, Paranaíba Pirapitinga, Bárbara Goiabina, Anhanguerina e Luis Paulistano.
Além de mestre-escola, foi também Secretário do Conselho de Intendência, sendo por alguns meses, seu Intendente, em 1902. Escreveu uma “Monografia do Município de Santana de Antas”(Anápolis).
Eleito deputado, em 1904, com 25 anos, seguiu para Goiás, tornando-se Procurador da República. Em 1907, fundou em Catalão o “Sul de Goiás”.
Depois de passar por Itaberaí, Morrinhos, Inhumas, retornou a Goiás, tornando-se Professor na Escola Normal e Promotor Público(naquela época, os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo).
De volta a Uberaba, lançou o “Brasil Central”, em 1912. Após algumas andanças por Barbacena e Uberlândia, retornou a Uberaba, fundando o “Minas-Goiás”.
Em Ribeirão Preto dirigiu o “Diário da Manhã”. Em 1919, fundou a revista “Paranaíba”, em Itumbiara. Criou, no Rio de Janeiro, em 1921, a Sociedade Goiana de Geografia e História.
Já em Uberaba, no dia 20 de maio de 1922, com 43 anos, foi assassinado na redação do jornal “Lavoura e Comércio”, pelo então Presidente da Câmara Municipal, médico maranhense João Henrique Sampaio Vieira da Silva.
O assassinato, no entanto, se deu pelo fato de ter Moisés Santana publicado no jornal SEPARAÇÃO alguns versos satíricos contra o médico Presidente da Câmara.
Este médico, três dias antes, o havia nomeado BIBLIOTECÁRIO da Câmara Municipal, a pedido de Quintiliano Jardim, Diretor do jornal LAVOURA & COMÉRCIO e única testemunha do crime.
Sua filha Antesina Alves Santana nasceu e faleceu em Anápolis, enquanto seu filho Joaquim Anapolino Santana apenas nasceu em Anápolis.
Os demais filhos, Paranaíba Pirapitinga, Bárbara Goiabina, Anhanguerina e Luis Paulistano nasceram em cidades estampadas nos seus nomes.
Recebendo uma sugestão do então Deputado Estadual Abílio Wolney, usou, pela primeira vez, de forma escrita, a palavra ANÁPOLIS, num artigo publicado no jornal LAVOURA & COMÉRCIO, de Uberaba, Minas Gerais, no dia 23 de novembro de 1904.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 11, de que é titular o jornalista Júlio Sebastião Alves.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 10, cujo fundador foi Albatênio Caiado de Godoi e de que foi Titular Carmo Bernardes, sendo hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 10-ALBATÊNIO CAIADO(ALBATÊNIO CAIADO DE GODÓI), de Vila Boa-Goias Velho, 14.04.1893, escreveu, entre outros, "ANTEVISÃO DO FUTURO" (1948), "O MEU TEMPO"(1969), "HOMENS E FATOS"(1971), "COMO ESTABILIZAR A DEMOCRACIA(1970)".
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo(1919). Tornou-se Promotor Público de Santa Rita do Paranaíba (Itumbiara)-1920.
Fundou, em 1921, a Faculdade de Direito de Goiás, sendo um de seus professores. Em 1922, foi eleito Deputado Estadual e fundou, junto com outros, o Instituto dos Advogados de Goiás. Primeiro Presidente e Fundador da Associação Goiana de Imprensa, em 10 de setembro de 1934.
Juntamente com o Governador Pedro Ludovico Teixeira, assinou o Decreto 1816 que transferiu de Goiás Velho para Goiânia, a Capital do Estado, no dia 23 de março de 1937.
Escritor, Ensaísta, Conferencista. Historiador, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador.
Foi também membro da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador, ao lado de outros, em 1939, Cadeira 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana, de que foi titular Carmo Bernardes, hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que foi um dos fundadores, em 1933. Redator do jornal "VOZ DO POVO", em 1927. Prefeito nomeado de Goiás Velho, em 1936. Secretário de Governo. Elege-se Deputado Federal, em 1945. Diretor da Faculdade de Direito de Goiaz e Procurador da República.
Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYAZ, de Abel Soares de Castro.
Nasceu em Goiás Velho, no dia 14 de abril de 1893. Filho de João Francisco de Oliveira Godoi e de Tereza Alencastro Caiado Godoi.
Após estudar com os pais, as primeiras letras e frequentar as aulas do professor Aires Feliciano de Mendonça, matriculou-se no Liceu, em 1907.
Transferiu-se para São Paulo, em 1912, onde fez o curso preparatório e ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Bacharelou-se em Direito, em 1919, com 26 anos, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Tornou-se Promotor Público de Santa Rita do Paranaíba(Itumbiara).
De volta a Goiás Velho, em 1920, funda, junto com outros, a Faculdade de Direito de Goiás, onde também passa a lecionar, em 1921. Em 1922, é eleito Deputado Estadual e participa da fundação do Instituto dos Advogados de Goiás. Foi Redator do jornal “VOZ DO POVO”.
Casou-se, em 18 de janeiro de 1923, com Maria Paula Fleury de Godoi, com quem teve Tales, Clovis, Marilda, Aimurê, Augusto, Teresi e Albatênio Filho. Mudou-se depois para Jaraguá, interior goiano, sendo reeleito Deputado Estadual, em 1925.
Retornando a Goiás Velho, em 1931, leciona Direito Civil na Faculdade de Direito e é nomeado, em 1932, Consultor Jurídico da Delegacia Fiscal da Fazenda Nacional, em Goiás.
Em 1933, tornou-se um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e foi escolhido como Diretor da Faculdade de Direito.
Foi nomeado Prefeito de Goiás Velho, em 1936.
No dia 23 de março de 1937, na qualidade de Secretário Geral do Estado, assinou, junto com o Governador Pedro Ludovico, o decreto histórico-1.816- que transferiu de Goiás Velho para Goiânia, a Capital do Estado.
Em 29 de abril de 1939, junto com outros, fundou a Academia Goiana de Letras, ficando com a Cadeira 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana e de que foi Titular Carmo Bernardes, sendo hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
Tornou-se, em 1940, Presidente da Associação Goiana de Imprensa(AGI).
Em 1945, foi eleito Deputado Federal. Recebe, em 1953, o título de PROFESSOR EMÉRITO, da Congregação da Faculdade de Direito.
Em 1960, em virtude de sua condição de Sub-Procurador da República, mudou-se para Brasília.
No dia 2 de fevereiro de 1973, com 80 anos de idade, faleceu em Goiânia, após ter comemorado BODAS DE OURO, em 18 de janeiro daquele ano.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 10-CARMO BERNARDES(CARMO BERNARDES DA COSTA), de Patos de Minas, Minas Gerais, 02.12.1915, escreveu, entre outros, "JÂNGALA-COMPLEXO ARAGUAIA" e “XAMBIOÁ”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Vinculado ao Estado do Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje TOCANTINS, focalizando especialmente a ILHA DO BANANAL, onde viveu por muito tempo, como Diretor do HOTEL JK, sendo também um freqüentador permanente.
Filho de Luis Bernardes da Costa e de Ana Carolina da Costa. Mudou-se, em 1920, com cinco(5) anos de idade, para a Fazenda Poções, Formosa, Goiás, freqüentando, já na cidade, uma escola primaria do Professor Frederico Pinto de Castro, em 1921.
Transferiu-se, em 1926, com onze(11) anos, para a Fazenda Cachoeira dos Ivos, no Municipio de Anapolis, Goiás, onde se fez Carpinteiro e Musico. Em 1935, com vinte(20) anos, casou-se com Maria Nicolina de Jesus, com quem teve os filhos AIMEE, ANITA, ANA MARIA, ANA MARIA DO CARMO e ENEIDA MARIA.
Tornou-se em 1940, com 25 anos, Agente Recenseador do Distrito de Santo Antonio do Capoeirão. Em 1945, com 30 anos, passou a residir em Anápolis, Goiás, vinculando-se ao jornal A LUTA, de A G. Pinto(Antonino Gomes Pinto), onde foi REDATOR, COMPOSITOR, IMPRESSOR e DISTRIBUIDOR.
Realizou em São Paulo, em 1949, com 34 anos, um curso de prótese dentária, retornando ao Distrito Anapolino de MATÃO, como Dentista Pratico, de onde se mudou para Rubiataba, interior de Goiás.
A partir de 1953, com 38 anos, retornou a Anápolis, passando a trabalhar no jornal A IMPRENSA. Depois de passar por Brasília, como Chefe de Almoxarifado da firma JUBER RESENDE, deslocou-se para Goiânia, em 1959, já com 44 anos, passando a trabalhar na Secretaria de Viação e Obras Publicas.
Logo a seguir e até 1965, trabalhou nas Centrais Elétricas de Goiás(CELG), indo depois administrar as obras do HOTEL JK, na Ilha do Bananal. Lançou, em 1966, com 51 anos, o livro de contos VIDA MUNDO, tornando-se, nesse ano, redator da Universidade Federal de Goiás.
Publicou, em 1968, REMEMORIAS I e, em 1969, REMEMORIAS II. Em 1972, com 57 anos, já trabalhando na ASSESSORIA DO GOVERNADOR OTÁVIO LAGE, lançou os livros REÇAGA e JURUBATUBA.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, em 1973, tomou posse na Cadeira 10, no dia 22 de março de 1974, com 59 anos de idade. Esta cadeira 10 tem como Patrono Moisés Augusto de Santana. Foi fundada por Albatenio Caiado de Godoy e é hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto. Carmo Bernardes foi recebido na Academia por Jerônimo Geraldo de Queiroz. Em 1975, lançou AREIA BRANCA. De 1977, data o livro IDAS E VINDAS. Entre as diversas premiações que recebeu, destaca-se o Premio Cubano CASA DE LAS AMERICAS.
Articulista de diferentes jornais e revistas e após ter editado muitos outros livros, faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 25 de abril de 1996, com 81 anos de idade.
Sobre ele e com o titulo CARMO BERNARDES DA COSTA EM JURUBATUBA, escreveu significativa matéria, o critico literário Mario Martins, no livro ESCRITORES DE GOIAS, Rio de Janeiro, Máster, 1996. Carmo Bernardes publicou também "PERPETINHA: UM DRAMA NOS BABAÇUAIS", "QUARTO CRESCENTE", RELEMBRANÇAS "JURUBATUBA", "REÇAGA", "AREIA BRANCA", "IDAS E VINDAS", "NUNILA", "MEMÓRIAS DO VENTO", "FORÇA DA NOVA", "REMEMÓRIAS DOIS", "VIDA MUNDO",.
Foi Funcionário Público Estadual. Esteve vinculado à Secretaria de Viação e Obras Públicas, bem como às Centrais Elétricas de Goiás(CELG). Jornalista Profissional. Escritor, Memorialista, Cronista. Ensaísta, Pesquisador, Contista. Intelectual, Pensador, Articulista. Produtor Cultural, Literato, Administrador. Ativista, Orador, Poeta. Educador, Ficcionista, Conferencista. Dentista Prático.
Editor do jornal A LUTA, de A. G. Pinto, na cidade de Anápolis. Redator do jornal A IMPRENSA, CINCO DE MARÇO e REVISTA VERA CRUZ.
Estudado nos livros LETRAS ANAPOLINAS, JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES E DE ANÁPOLIS, ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, ESCRITORES DE GOIÁS e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRAFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, alem de outras entidades da cultural nacional. Acha-se na ENCICLOPEDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e em todas as ENCICLOPEDIAS LITERARIAS publicadas no pais, nos últimos tempos.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva, bem como em todos os livros que tratam da história literária de Goiás.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Publicou também A RESSURREIÇÃO DE UM CAÇADOR DE GATOS que lhe rendeu o premio de três mil dólares.
Graças à instrumentalidade do jornalista Washington Novaes, algumas de suas obras foram publicadas, após a sua morte, destacando, “SELVA, BICHOS E GENTE”, “ O VISTO DO TEMPO” e “ALMANAQUE”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Publica do Espaço Cultural de Palmas.
Nasceu em Patos, Minas Gerais, a 02 de dezembro de 1915. Filho de Luis Bernardes da Costa e de Ana Carolina da Costa. Mudou-se, em 1920, para a fazenda Poções, Formosa, Goiás, frequentando, já na cidade, uma escola primária do professor Frederico Pinto de Castro, em 1921.
Transferiu-se, em 1926, para a Fazenda Cachoeira dos Ivos, município de Anápolis, onde se fez carpinteiro e músico.
Em 1935, com 20 anos, no dia 27 de fevereiro, casou-se com Maria Nicolina de Jesus. Tornou-se, em 1940, agente recenseador do Distrito de Santo Antonio do Capoeirão.
Em 1945, passou a residir em Anápolis, vinculando-se ao jornal "A Luta", de A.G. Pinto, onde foi redator, compositor, impressor e distribuidor.
Realizou em São Paulo, em 1949, um curso de prótese dentária, retornando ao distrito anapolino de Matão, como dentista prático, de onde se mudou para Rubiataba.
A partir de 1953, trabalhou em Anápolis, no jornal "A Imprensa".
Depois de passar por Brasília, como chefe de almoxarifado da firma Juber Resende, deslocou-se para Goiânia, em 1959, para a Secretaria de Viação e Obras Públicas.
Até 1965, trabalhou nas Centrais Elétricas de Goiás(CELG), indo depois administrar as obras do Hotel JK, na Ilha do Bananal.
Lançou, em 1966, o livro de contos "Vida Mundo", tornando-se, nesse ano, redator da Universidade Federal de Goiás(UFG).
Publicou, em 1968, "Rememórias I" e no ano seguinte "Rememórias II".
Em 1972, já trabalhando na Assessoria do Governador Otávio Lage, lançou "Reçaga" e "Jurubatuba".
Eleito para a Academia Goiana de Letras, tomou posse na Cadeira nº 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana e de que foi fundador Albatênio Caiado de Godoi, hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
Carmo foi recebido na Academia por Jerônimo Geraldo de Queiroz, em 1974, no dia 22 de março.
No ano seguinte, lançou "Areia Branca". De 1977, data o livro "Idas e Vindas". Entre as diversas premiações que recebeu, destaca-se o Prêmio Cubano CASA DE LAS AMERICAS.
Articulista de diferentes jornais e após ter editado muitos outros livros, faleceu em Goiânia, no dia 25 de abril de 1996, com 81 anos de idade.
Sua vaga na Academia Goiana de Letras, foi ocupada pelo escritor Luiz de Aquino Alves Neto.
Sobre ele e com o título “CARMO BERNARDES DA COSTA EM JURUBATUBA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 10-LUIZ DE AQUINO(LUIZ DE AQUINO ALVES NETO), de Caldas Novas, Goiás, 15.09.1945, escreveu, entre outros, “O CERCO E OUTROS CASOS”(1978), “SINAIS DA MADRUGADA”(1983), “MENINA DOS OLHOS”(1987), “BEG-NOSSA GENTE, NOSSA HISTÓRIA”, “DE MÃOS DADAS COM A LUA”(1984), “CANTOS DE AMAR”(1986), “ISSO DE NÓS”(1990), “RAZÕES DA SEMENTE”(1996), “DEU NO JORNAL-ENTREVISTAS JORNALISTICAS”(2000), “MEUS POEMAS DO SÉCULO XX”(2001), “SARAU”(2003), “AS UVAS, TEUS MAMILOS TENROS”(2005).
Filho de Israel de Aquino Alves e Hélia B. de Aquino. Após os estudos primários na Escola de Vanda Rodrigues da Cunha, em Caldas Novas, mudou-se para Marechal Hermes, no Rio de Janeiro, onde estudou com Evangelina Duarte Batista.
Terminou o ginásio no Colégio Dom Pedro II, no Rio, onde foi aluno de J.G. de Araújo Jorge, o mais notável poeta brasileiro da epoca.
No Liceu de Goiânia, por volta de 1963, fez o curso Clássico. Formou-se em Geografia, pela Universidade Católica de Goiás. Funcionário de Carreira Aposentado do Banco do Estado de Goiás(BEG).
Escritor, Ensaísta, Poeta. Jornalista, Pesquisador, Intelectual. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Memorialista, Repórter.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana, de que foi fundador Albatênio Caiado de Godoy, tendo sido titular Carmo Bernardes. Foi recebido na Academia pelo Academico Brasigóis Felicio.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, em 1997/98, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Caldas Novas.
Seu pai era procedente de Pirenópolis, interior goiano e gostava de tocar violão. Encontra-se Luiz de Aquino, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabrial Nascente e no RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz.
Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins e na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CADEIRA 11
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Rodolfo da Silva Marques- PATRONO(Alemão-Palmeiras, Goias, 1888).
Cylineo Marques de Araújo Valle- Leo LynceFUNDADOR(Pouso Alto-Piracanjuba, 29.06.1884).
Erico José Curado(Meia Ponte-Pirenópolis, 18.05.1880).
Gilberto Mendonça Teles(Bela Vista, Goiás, 30.06.1931).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 11-RODOLFO MARQUES(RODOLFO DA SILVA MARQUES), de Alemão-Palmeiras de Goiás, Goiás, 1888, escreveu, entre outros, "RECUSA DE AMOR".
Foi Professor do Liceu de Goiás, na antiga Capital, Vila Boa. Trabalhou na Delegacia Fiscal do Estado de Goiás, transferindo-se, posteriormente, para a Alfandega do Rio de Janeiro.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Intelectual, Literato, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.
Tio de Hugo de Carvalho Ramos. É um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 11, cujo fundador foi Cileneu de Araújo(Leo Lynce) e de que foi titular Érico José Curado, hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Alemão (Palmeiras de Goiás), em 1888. Filho de José Manuel da Silva Marques e de Mariana Amélia da Silva Marques.
Em 1893, frequenta a Escola Episcopal, onde é aprovado nos exames de contabilidade, leitura, caligrafia e gramática portuguesa.
Matricula-se, em 1899, no Liceu de Goiás, antiga Capital.
Em 1908, com 20 anos de idade, no jornal “SUL DE GOIÁS”, de Moisés Augusto de Santana, publicou o soneto “RECUSA DE AMOR”, seguindo-se outros poemas.
Em 1910, torna-se professor do Liceu de Goiás, onde também estudara.
Mediante concurso público, é nomeado, em 1912, Delegado Fiscal do Estado de Goiás.
Foi transferido para a Alfândega do Rio de Janeiro, em 1914.
Em 1916, estimula o seu sobrinho Hugo de Carvalho Ramos a publicar o livro de contos “TROPAS E BOIADAS”.
No dia 22 de maio de 1918, em Goiás Velho(Vila Boa), casou-se com Francisca de Assis Albernaz, com quem teve José Manuel e Rodomar.
Em 1921, no Rio de Janeiro, tornou-se membro da Sociedade Goiana de Geografia e Centro Beneficente, fundada por Moisés Augusto de Santana.
No dia 30 de julho de 1967, com 79 anos, faleceu no Rio de Janeiro, onde foi sepultado.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 11, cujo fundador foi Cilineo de Araújo(Leo Lynce) e de que foi Titular Érico José Curado, sendo hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 11-LEO LYNCE(CYLENEO MARQUES DE ARAUJO VALLE), de Pouso Alto-Piracanjuba, Goiás, 29.06.1884, escreveu, entre outros, "ONTEM"(POEMAS-1928), “ROMAGEM SENTIMENTAL”, “RABISCOS”, sem dados biográficos nos livros.
Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Goiaz, em 1943. Advogado, Jornalista. Deputado Estadual, Juiz de Direito. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Conferencista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Foi eleito PRÍNCIPE DOS POETAS GOIANOS. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa.
Um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, Cadeira 11, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques, de que foi titular Érico José Curado, hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa.
Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIÁZ, de Abel Soares de Castro e na Antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Pouso Alto(Piracanjuba), interior goiano, no dia 29 de junho de 1884 e morreu em Goiânia, no dia 7 de julho de 1954, com 70 anos.
Filho de João Antônio de Araújo Vale e de Eponina Marques de Araújo Vale. Após as primeiras letras com a mãe, seguiu, em 1894, para o Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Vila Boa.
Em 1896, no entanto, foi morar com o avô materno em Bela Vista de Goiás. Tinha 16 anos quando publicou o jornal O Fanal, todo ele manuscrito, em 1900.
Em 1905 adotou o pseudônimo de Leo Lynce, anagrama de seu verdadeiro nome que o tornou conhecido nacionalmente.
Casou-se, em 1907, com Clotildes da Mota Pedreira, tendo ficado viúvo no ano seguinte. Foram seus filhos: Goiani, Eponina e José Cruciano.
Em 1908 entrou na vida política, elegendo-se Deputado Estadual.
Acossado pela Revolução, deixa Goiás, indo para Uberaba, Minas Gerais, em 1909. Tornou-se Guarda-Livros, em 1910, nas cidades de Alemão(Palmeiras) e Jataí.
Diretor da Escola de Aprendizes e Artífices de Goiás Velho, em 1913.
Em 1914 reelegeu-se para o segundo mandato parlamentar e no dia 16 de maio casou-se com Maria Madalena dos Reis Gonçalves.
Em 1915 iniciou sua carreira de advogado provisionado, participando de um movimento que visava a criação de uma escola livre de Direito, na qual se matriculou.
Mudou-se, em 1920, para Urutaí, como Secretário da Fazenda Modelo.
Em 1925, com 41 anos, quando se formou em Direito, na Faculdade de Direito de Goiás Velho, renunciou ao mandato de deputado, passando a advogar em Campo Formoso(Orizona), Bonfim (Silvânia) e Vila Boa(Goiás Velho).
Foi nomeado, em 1927, Juiz de Direito de Santa Cruz de Goiás.
Em 1928 publicou o livro “ONTEM”, contendo os mais belos poemas da literatura goiana.
Tornou-se Juiz de Direito de Pires do Rio, interior goiano, em 1930.
No dia 5 de julho de 1938, foi assassinado seu irmão Egerineu Teixeira que era Prefeito de Campo Formoso (Orizona). Neste mesmo ano, foi para Bela Vista de Goiás, como Juiz de Direito.
Em 1939, aposentou-se da Magistratura Goiana e no dia 29 de abril participou da fundação da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira n.11, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques e de que foi Titular Erico José Curado, hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
Durante muitos anos foi professor de Direito Público Constitucional da Faculdade de Direito de Goiás, o que ocorreu a partir de 1943, quando se transferiu para Goiânia.
Vice-Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1947 e Professor de Teoria Geral do Estado, em 1952. No dia 7 de julho de 1954, com 70 anos de idade, faleceu em Goiânia, recebendo luto oficial de três dias, por parte do Governo Estadual.
Seu estilo literário é ainda hoje uma escola de lirismo.
Seu filho, José Cruciano de Araújo, também escritor e poeta, tornou-se Reitor da Universidade Federal de Goiás, onde também se aposentou.
Ambos, Pai e Filho, são verbetes do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 11-ÉRICO CURADO(ÉRICO JOSÉ CURADO), de Meia Ponte-Pirenópolis, Goiás, 18.05.1880, escreveu, entre outros, "ILUMINURAS"(1913), "POESIAS"(1956).
Dedicou-se também ao comércio na cidade de Corumbá de Goiás, onde viveu boa parte de sua vida.
PAI DO ESCRITOR BERNARDO ÉLIS. Comerciante, Autodidata. Advogado Rábula. Promotor Público. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Jornalista.
Incluído nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Academia Goiana de Letras, Cadeira 11, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques, de que foi fundador Cileneu de Araújo(Leo Lynce), hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido a 18 de maio de 1880, em Meia Ponte (Pirenópolis), interior goiano. Filho de Luis Fleury de Campos Curado e de Maria Joaquina de Faria Lobo.
Em 1884, iniciou o aprendizado escolar aos cuidados de uma escrava de seus avós maternos, com quem passou a morar, numa Fazenda.
Transferiu-se, em 1888, para Corumbá de Goiás, onde frequentou escola pública e iniciou-se no comércio, escrevendo aí, seus primeiros versos.
Em 1889, com 9 anos de idade, foi vítima de gravíssima queimadura, permanecendo de repouso por muito tempo.
Entusiasmado com a vida militar, a partir de uma visita que fez ao seu irmão, oficial do exército, João José, em Goiás Velho, seguiu para o Rio de Janeiro, em 1897.
Ingressou na Escola Militar, cuja carreira foi interrompida para retornar ao comércio em Araguari, Minas Gerais e Vila Boa, antiga Capital de Goiás. Nesta época, viajou pelos rios Araguaia, Tocantins e Amazonas, comprando borracha.
Nomeado Promotor Público da cidade de Goiás, em 1910, relaciona-se com os intelectuais da terra e passa a escrever para os jornais da época.
Casou-se, em 31 de maio de 1913, aos 33 anos, com sua prima Marieta Fleury de Campos Curado, com quem teve Alberto, Bernardo Elis e Elza Hilda.
Em 1916, torna-se Advogado Provisionado em Pirenópolis e Corumbá de Goiás, quando também passa a escrever para o jornal “VOZ DO SUL”, de Anápolis.
No dia 29 de setembro de 1957, com 77anos, tomou posse na Cadeira 11, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques e de que foi Titular Leo Lynce, hoje(1998) ocupada por Gilberto Mendonça Teles.
Seu filho Bernardo Élis Fleury da Campos Curado tornou-se escritor de renome nacional, eis que o único goiano até hoje(2007) membro da Academia Brasileira de Letras, após ter concorrido com o ex-presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, em 23.10.1975.
Quanto a Érico Curado, além de ter sido membro da Academia Goiana de Letras, na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 23, de que foi titular a poetisa Maria Prottis.
Foi um dos participantes do Congresso Nacional de Intelectuais, realizado em Goiânia, em 1953.
Faleceu, em Goiânia, no dia 11 de janeiro de 1961, com 81 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 11-GILBERTO MENDONÇA(GILBERTO MENDONÇA TELES), de Bela Vista de Goiás, Goiás, 30.06.1931, escreveu, entre outros, “ESTRELA D’ALVA”(1956), “PLANÍCIE”(1958), “SINTAXE INVISÍVEL”(1967), “A RAÍZ DA FALA”(1972), “ARTE DE ARMAR”(1977), “POEMAS REUNIDOS”(1978), “SACIOLOGIA GOIANA”(1982), “NOMINAIS”, "A POESIA EM GOIÁS"(1980), "LA PALABRA PERDIDA"(1967), "POEMAS REUNIDOS"(1978), "PLURAL DE NUVENS", "PÁSSARO DE PEDRA"(1962), "ALVORADA"(1955), "CAMÕES E A POESIA BRASILEIRA"(1973), "HORA ABERTA", "FÁBULA DE FOGO"(1961), "O CONTO BRASILEIRO EM GOIÁS"(1969), "VANGUARDA EUROPÉIA E MODERNISMO BRASILEIRO"(1972), "ESTUDOS DE POESIA BRASILEIRA", “30 ANOS DE POESIA”, “SONETOS”.
Professor da Pontíficia Universidade Católica(PUC) do Rio de Janeiro e da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Ex-Professor do Instituto de Ciências e Letras, da Universidade Federal de Goiás.
Foi Docente de Literatura Brasileira e Portuguesa, do Instituto de Cultura Uruguaio-Brasileiro, de Montividéu. Antigo funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em Goiânia.
Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Ficcionista, Produtor Cultural. Crítico Literário, Cronista. Ativista. Articulista, Conferencista, Educador. Pensador, Intelectual, Polemista. Administrador, Orador, Produtor Cultural.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, Prêmio Álvares de Azevedo, da Academia Paulista de Letras, Prêmio Olavo Bilac, da Academia Brasileira de Letras. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira ll, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques, de que foi fundador Cileneu de Araújo(Leo Lynce), tendo sido titular Érico José Curado.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(de que foi Presidente, seu irmão José Mendonça Teles), além de outras entidades nacionais e internacionais, entre as quais, Associação Brasileira de Imprensa, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás, Academia Brasileira de Filologia.
Estudado no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes.
Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em todas as ENCICLOPÉDIAS E DICIONÁRIOS LITERÁRIOS publicados no Brasil, entre os quais, ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Considerado hoje(2007), o mais importante escritor goiano, ao lado de Bernardo Élis e J. J.Veiga.
Encontra-se na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Bela Vista de Goiás a 30 de junho de 1931, onde também passou a infância e fez os primeiros estudos. Filho de João Alves Teles e de Celuta Mendonça Teles.
Em sua cidade natal, fez o curso primário, em 1940, frequentando escola pública.
Em Goiânia, terminou o curso científico, após frequentar o Ateneu Dom Bosco e o Liceu de Goiânia.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás(UCG), onde também licenciou-se em Letras Neo-Latinas.
Em 1956, juntamente com outros, fundou o grupo literário OS QUINZE.
Casou-se, em 23 de dezembro de 1958, com Maria do Rosário Morais. Ao longo dos anos, ocupou muitos cargos públicos. Foi Contínuo da Secretaria do Interior e Justiça de Goiás. No Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), em Goiânia, exerceu a chefia do setor de pessoal, material e comunicação.
Foi Diretor de diferentes jornais e revistas, entre os quais, “O ALFINETE”(1951), “O LITERÁRIO”(1953), “LETRAS DE GOIÁS”(1962).
Detentor de prêmios literários nacionais e internacionais, destacando-se, PRÊMIO OLAVO BILAC, da Academia Brasileira de Letras, em 1971.
Atualmente(1998), é professor catedrático no Rio de Janeiro, junto à Pontifícia Universidade Católica. Bacharelou-se em Letras neo-latinas pela Faculdade de Letras de Coimbra, Portugal, onde também é hoje Professor Visitante.
Durante muito tempo, foi Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, até quando foi afastado pelo movimento revolucionário militar de 1964.
Foi também Diretor do Centro de Estudos Brasileiros, fundado na administração do Reitor Colemar Natal e Silva.
Tem vasta bagagem literária. Seus principais livros são “Alvorada”(1955). “Estrela d’Alva”(1956), “Planície”(1958), “Fábula de Fogo”(1961). “Pássaro de Pedra”(1962). “Sintaxe Invisível”(1967).
Escreveu também “Goiás e Literatura”(1964). “A Poesia em Goiás”(1964), “O Conto Brasileiro em Goiás”(1969). “Camões e a Poesia Brasileira” (1973). “Arte de Armar” (1976). “Poesia Completa de Carlos Drummond de Andrade”(2001). “Os Melhores Contos de Bernardo Elis”(1995). “Sortilégio da Criação”(2005). “Contramargem”(2002). “Vanguardia Latinoamericana”(2000). “Intenções de Ofício”(1998). “A Escrituração da Escrita”(1996). “A Critica e o Principio do Prazer”(1995). “A Critica e o Romance de 30 no Nordeste”(1990).
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 11, cujo Patrono é Rodolfo da Silva Marques e de que foi Titular Leo Lynce, bem como Érico José Curado.
Faz parte também da União Brasileira de Escritores, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Academia Brasileira de Filologia e da Associação dos Romancistas do Brasil.
Além de outras entidades estrangeiras, como Sociedade de Lingua Portuguesa, em Lisboa e Societé de Linguistique Romane, em Paris.
Reside no Rio de Janeiro, onde é Docente da Pontifícia Universidade Católica e Professor Visitante de diferentes Universidades no Brasil e no Exterior.
Ao lado de Afonso Félix de Souza, é o mais produtivo escritor goiano da atualidade(1998).
Sobre ele e com o título “GILBERTO MENDONÇA TELES E A POESIA EM GOIÁS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Em 1989, recebeu da Academia Brasileira de Letras, o PRÊMIO MACHADO DE ASSIS, pelo conjunto de obras.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 12
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Inácio Xavier Da Silva- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 20.11.1855).
Gelmires Reis-FUNDADOR(Santa Luzia-Luziânia, 14.07.1893).
José Dilermando Meireles(Santa Luzia-Luziânia, 11.05.1928).
Martiniano José da Silva(Casa Nova, Bahia, 18.09.1936).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 12-INÁCIO XAVIER(MONSENHOR INÁCIO XAVIER DA SILVA), de Vila Boa-Goiás Velho, 20.11.1855, produziu, entre outros, “GAZETA GOIANA” e “O ESTADO DE GOIÁS”.
Após estudar na França, onde se ordenou, retornou a Vila Boa, onde foi nomeado professor de Teologia Dogmática do Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Goiás Velho.
Foi eleito Deputado Estadual por Boa Vista do Tocantins, hoje Tocantinópolis, outrora Norte de Goiás, hoje Tocantins.
Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Administrador, Educador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta.
Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto.
Vigário de Curralinho, hoje Itaberaí e também de Uberaba, em Minas Gerais. Conhecido como Monsenhor Inácio, faleceu no Rio de Janeiro, em 1929, com 74 anos de idade.
Tornou-se Patrono da Cadeira 12, da Academia Goiana de Letras, fundada por Gelmires Reis e de que foi titular José Dilermando Meirelles, hoje(1998) ocupada pelo seu sucessor Martiniano José da Silva.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 20 de novembro de 1855. Filho de Inácio Xavier da Silva e de Tereza de Jesus Gomes Xavier ou Ana da Luz Xavier, conforme o livro “GOIANOS ILUSTRES”.
Em 1862, iniciou os estudos primários em sua terra natal. Seguiu para Belém, em 1866, onde completou o curso preparatório.
Vocacionado para a vida religiosa, viajou para a França, em 1868, matriculando-se no Seminário de Angoulêne.
Recebeu a primeira Tonsura, em 1876, com 22 anos e depois de passar pelas ordens menores, alcançou o Presbiterato, em 1879, quando retornou a Goiás Velho, como Professor de Teologia Dogmática do Seminário Episcopal de Santa Cruz.
Em 1880, tornou-se Reitor do Seminário e Cônego da Capela Imperial, em Vila Boa.
Elegeu-se Deputado Federal por Goiás junto à Assembleia Geral, no Rio de Janeiro, em 1885, com 30 anos.
Depois de excursionar pela Europa em 1887, para participar do Jubileu do Papa Leão XIII, retornou a Vila Boa, onde fundou, em 1889, o jornal “GAZETA GOIANA”, defendendo a monarquia.
Em 1892, tornou-se Vigário de Curralinho(Itaberaí), interior goiano. Foi eleito Deputado por Boa Vista do Tocantins (Tocantinópolis), em 1895.
Com a ida do Bispo Dom Eduardo Duarte da Silva para Uberaba, em Minas Gerais, em 1896, também o acompanhou, tornando-se Vigário Geral e Provisor da Diocese de Uberaba.
Em 1899, com 44 anos, por graça do Papa Leão XIII, recebeu o título de Monsenhor.
Por força de uma lei estadual(nº 291), recebeu, em 1907, a concessão, por 50 anos, para explorar duas estradas de automóveis-uma que partia do Rio Paranaíba até o Rio Araguaia e a outra que saia de Formosa até Jataí.
Foi Presidente do Conselho Municipal de Uberaba, em 1922, ocasião em que chegou a ser o Prefeito Municipal.
Em 1929, com 74 anos de idade, faleceu no Rio de Janeiro.
Tornou-se Patrono da Cadeira 12, da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Gelmires Reis e de que foi Titular José Dilermando Meirelles e, atualmente(1998), ocupada pelo seu sucessor Martiniano José da Silva.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 12-GELMIRES REIS(GELMIRES REIS), de Santa Luzia-Luziânia, Goiás, 14.07.1893, escreveu, entre, "ALMANAQUE DE SANTA LUZIA"(1929), "EFEMÉRIDES GOIANAS"(1924), "GENEALOGIA DE LUZIÂNIA" (1929), "DICIONÁRIO GEOGRÁFICO DE SANTA LUZIA"(1929), “1OO CONTOS”(1978), “PÁGINAS DA ROÇA”(1946), “O POMBO BRANCO”(1948), “O BOM CANDANGO”(1978), “EFEMÉRIDES BRASILIANAS” (1960), “PEQUENOS PONTOS DA HISTÓRIA DE GOIÁS”(1946), “O PUBLICADOR DAS PUBLICAÇÕES GOIANAS”, “LUZIANIDADES”, “DEZ CONTOS DESORDENADOS”, “ESTRELA DO PLANALTO”, “LEMBRANÇAS DO PASSADO”(1979), “NA PAZ DO SENHOR”.
Promotor Público. Participou do lançamento da Pedra Fundamental da Construção da Capital Federal, no dia 7 de setembro de 1922, no Morro do Centenário, em Planaltina, no Estado de Goiás.
Jornalista, Cronista, Historiador. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Escritor, Pensador, Intelectual. Produtor Cultural, Ativista, Literato. Contista, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 12, cujo Patrono é Inácio Xavier da Silva(Padre), de que foi titular José Dilermando Meirelles, hoje(1998) ocupada pelo seu sucessor, Martiniano José da Silva.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da União Brasileira de Escritores, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe.
Fundador e Presidente Perpétuo da Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como em todos os outros textos que tratam da História Literária, Política e Social de Goiás, entre os quais, ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida e ainda no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Santa Luzia(Luziânia), no dia 14 de julho de 1893. Filho de João Paulo dos Reis e de Hosana Hermínia de Mendonça. Após os estudos iniciais, em 1898, com o professor Josué da Costa Meireles, conclui o primário, em 1902 e passa a escriturário mercantil da loja de seu pai.
Em 1910, ingressou na tipografia de “O PLANALTO”, primeiro jornal editado em Santa Luzia.
Matriculou-se, em 1913, no Colégio Xavier de Almeida, em Bonfim(Silvânia), dirigido pelo professor Antônio Euzébio de Abreu Júnior, pai de Americano do Brasil.
Já formado, foi nomeado Professor Municipal de Santa Luzia, em 1915. Torna-se Tenente da Guarda Nacional, em 1916, nomeado pelo Presidente Wenceslau Braz.
Em 1918, com 25 anos de idade, casou-se com Escolástica Benedita Carneiro, com quem teve muitos filhos, tais como: Austregésilo, Epitácio, Heráclito, Hosana, Escolástica Aparecida, Maria Madalena de Jesus, João Paulo, Antonio João, Damiana Cunha, Francisco de Assis, Vicentina de Paula e Bartolomeu Bueno. Tornou-se Conselheiro Municipal.
Publicou, em 1920, a “HISTÓRIA DE SANTA LUZIA” e em parceria com Evangelino Meireles, lançou o ALMANAQUE DE SANTA LUZIA.
Em 1924, tornou-se Promotor Público, cargo no qual permaneceu até aposentar-se em 1946(era um daqueles Promotores nomeados sem concurso público e sem curso jurídico).
Assumiu a Intendência Municipal de Luziânia, em 1927. Tornou-se Coletor Municipal de Ivanópolis, em 1931.
Foi nomeado Professor, em 1932, da Escola Normal de Santa Luzia.
Membro do Instituto Histórico e Geografico de Goiás, em 1938.
No dia 29 de abril de 1939, fundou, junto com outros, a Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira 12, cujo Patrono é Monsenhor Inácio Xavier da Silva, de que foi titular seu conterrâneo José Dilermando Meirelles, hoje(1998) ocupada pelo seu sucessor, o baiano Martiniano José da Silva.
Faleceu em Santa Luzia(Luziânia), interior goiano, em 11 de novembro de 1983, com 90 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 12-JOSÉ DILERMANDO(JOSÉ DILERMANDO MEIRELES), de Santa Luzia-Luziânia, Goiás, 11.05.1928, escreveu, entre outros, "APOLOGIA DE BRASÍLIA"(1960), "DESTE PLANALTO CENTRAL"(1978), "A MORTE TRÁGICA DE AMERICANO DO BRASIL" (1997), “DIVERTIMENTO-HUMOR COM AMOR”(1997), “O PLANALTO CENTRAL DO BRASIL NO PRESENTE, NO PASSADO E NO FUTURO”(1972), “MINISTÉRIO PÚBLICO-SUA GÊNESE, SUA HISTÓRIA”(1983), “O HISTÓRICO E O PITORESCO”(1978), “POSIÇÃO CONSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO”, “RUMOS DA REFORMA AGRÁRIA”, “UM ESTUDO SOBRE O DOMÍNIO DAS TERRAS DO DISTRITO FEDERAL”, “O JUÍZO ARBITRAL OBRIGATÓRIO COMO FORMA DE DESCENTRALIZAÇÃO JUDICIÁRIA”, “OS DANOS MORAIS EM FACE DA CONSTITUIÇÃO DE 1988”.
Filho de José da Costa Meireles e Raquel Pimentel Barbosa. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário em Goiânia. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, em 1954.
Mudou-se para Brasília em 1957. Ingressou no Ministério Público do Distrito Federal, em 1967. Foi Procurador Geral de Justiça do Distrito Federal. Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, em Brasília. Advogado. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Historiador, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Antigo Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Luziânia.
Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Letras, Cadeira l2, cujo Patrono é o Monsenhor Inácio Xavier da Silva, de que foi fundador Gelmires Reis.
Sócio do Instituto Luso-Brasileiro de Direito Comparado, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Academia de Letras e Artes de Luziânia, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de outras instituições nacionais, tais como, Clube dos Pioneiros do Distrito Federal, Instituto dos Advogados de Brasília, de que também foi Presidente.
Instituiu em Brasília a Fundação Cultural José Dilermando Meireles que abriga a Academia de Letras e Artes do Planalto. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro REGISTRO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), Edição de Humberto Ludovico de Almeida e ainda no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Faleceu em Brasília, no dia 09 de julho de 1998, com 70 anos de idade.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA 12-MARTINIANO SILVA(MARTINIANO JOSÉ DA SILVA), de Casa Nova, Bahia, 18.09.1936, escreveu, entre outros, “POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II”(parceria), “TRAÇOS DA HISTÓRIA DE MINEIROS” (1984), “RACISMO À BRASILEIRA”(1985), “SOMBRA DOS QUILOMBOS”(ENSAIO-1974), “A MOÇA QUE RIA MUITO”(1964), “MINEIROS-MEMÓRIA CULTURAL”(1980). “PARQUE DAS EMAS-ULTIMA PATRIA DO CERRADO”(2005), “QUILOMBOS DO BRASIL CENTRAL-VIOLENCIA E RESISTENCIA ESCRAVA”(2003), “ADVOCACIA-ENGENHO E ARTE”(1999), “OS QUILOMBOS NA DINAMICA SOCIAL DO BRASIL”(2001).
Filho de Mariano José dos Santos e Maria Isabel Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o ginásio no Liceu Salesiano de Cuiabá. Concluiu o secundário estudando no Colégio Pedro Gomes e no Liceu de Goiânia.
Formou-se em Direito, na Universidade Católica de Goiás, em 1966. Mestre em História, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Professor Universitário na Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior(FIMES), de Mineiros. Presidente da Agencia Mineirense de Cultura-AMINC.
Advogado, Pesquisador, Jornalista. Escritor, Memorialista, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Instituto dos Advogados de Goiás, além de várias entidades culturais, sociais e de classe.
Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício. Encontra-se em CONTOS E POESIAS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al, bem como na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Sobre ele e com o título “ESTEREÓTIPOS RACIAIS NO ENSAIO DE MARTINIANO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. Detentor do TROFEU TIOKÔ, pela UBE, de Goiás.
Na Academia Goiana de Letras, ocupa a Cadeira 12, tendo como Patrono o Monsenhor Inácio Xavier da Silva e ocupantes anteriores Gelmires Reis e José Dilermando Meireles.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 13
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 11.01.1883).
José Xavier de Almeida Junior- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.10.1902).
Francisco de Brito(Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 06.12.1904).
Eurico Barbosa dos Santos(Morrinhos, Goiás, 03.03.1933).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 13-JOAQUIM BONIFÁCIO(JOAQUIM BONIFÁCIO GOMES DE SIQUEIRA), de Vila Boa-Goias Velho, 11.01.1883, escreveu, entre outros, "ALVORADAS"(1902), "ALGUNS VERSOS"(1913). Autor da famosa canção “NOITES GOIANAS”. Fundou a FOLHA DE GOIÁS, em 1902, juntamente com outros idealistas. Foi Fiscal do Tesouro Nacional.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Historiador, Genealogista. Eleito PRÍNCIPE DOS POETAS GOIANOS”. Pormenorizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Jornalista.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 13, cujo fundador foi José Xavier de Almeida Júnior, de que foi titular Francisco de Brito, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Estudado no livro SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Encontra-se no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), a 11 de janeiro de 1883. Filho de João Bonifácio Gomes de Siqueira e de Luisa Maria Rodrigues Morais.
Em 1889, iniciou os estudos primários. Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1894, onde também se formou.
Transferiu-se para Anápolis, onde a partir de 1900, desempenhou as funções de Professor Municipal e Secretário do Conselho, além de Historiador e Poeta.
Publicou, em 1902, o livro de versos “Alvoradas” e no mesmo ano, fundou em Vila Boa, a “Folha de Goiás”.
Em 1903, exerceu, em Goiás Velho, o cargo de Oficial da Secretaria do Interior e Justiça.
Fundou em 1904, com 21 anos de idade, a Academia de Letras de Goiás, juntamente com Eurídice Natal e Silva e tornou-se Delegado Fiscal do Tesouro Nacional, em Goiás.
Transferiu-se, em 1906, para o Rio de Janeiro como Escriturário da Delegacia Fiscal, retornando a Goiás, no ano seguinte.
Em 1910, lançou o jornal “A Semana” e no ano seguinte casou-se com Zenaide Augusto d’Ávila. Publicou, em 1913, o livro “Alguns Versos”.
Um ano depois, lançou “Origem e Descendência de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera”, como também o jornal “Nova Era”.
Em 1915, fundou o “Jornal de Goiás”. Publicou, em 1920, os livros “Através dos Séculos” e a “Descoberta de Goiás”. Nesse mesmo ano, por sugestão de Gercino Monteiro, foi conduzido a “Príncipes dos Poetas Goianos” e recebeu do Governo Belga, no dia 24 de junho, a condecoração “MEDALHA REI ALBERTO”. Foram seus filhos: Luisa Augusta, Maria de Lourdes, Carmen, Eunice Augusta, Edite e Ari.
Assumiu, em 1922, a função de Inspetor de Consumo e em 1923 passou a inspecionar a quinta Delegacia Fiscal.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira nº 13, cujo fundador foi José Xavier de Almeida Júnior e de que foi Titular Francisco de Brito, hoje ocupada por Eurico Barbosa.
Entre outras obras, escreveu também, “Terra Goiana”, “Homens e Causas”, “Notas para a História de Goiás”, “Apontamentos Cronológicos de Goiás”, “História de Goiás” e “Dicionário Geográfico e Histórico de Goiás”.
Faleceu em Bonfim (Silvânia), a 17 de novembro de 1923, com 40 anos de idade, onde se encontrava trabalhando.
Conforme voz corrente, após seu falecimento, seus familiares teriam destruído todos os seus livros ainda não publicados.
Seu pai, João Bonifácio Gomes de Siqueira, nascido em Jaraguá, em 1816 e falecido em 1901, além de Desembargador e Deputado, formado pela Faculdade de Direito de São Paulo, foi um dos mais ilustres homens de Goiás.
Quanto a Joaquim Bonifácio, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 13-ALMEIDA JUNIOR(JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA JUNIOR), de Vila Boa-Goiás Velho, 20.10.1902, escreveu, entre outros, "LEITURAS E LEMBRANÇAS"(1971), "CANÇÃO DO PLANALTO"(1942), “CESAREANA SEGMENTAR”(1927), “A VIAGEM DE FREI TAPIE”(1931).
Jornalista, Médico e Professor em Anápolis, Goiás. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1926, com 24 anos.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Foi Secretário de Viação e Obras Públicas do Estado de Goiás. Aposentou-se como Médico da Estrada de Ferro.
Incorporado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi Presidente da Academia Goiana de Letras e um de seus fundadores, na Cadeira 13, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi titular Francisco de Brito, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido a 20 de outubro de 1902, na cidade de Goiás(Vila Boa). Filho de José Xavier de Almeida e de Amélia Augusta de Morais Almeida.
Fez o curso primário em Morrinhos, em 1909, seguindo depois para Petrópolis, Juiz de Fora e Uberaba, onde se bacharelou em Ciências e Letras, no ano de 1919, após ter feito o Tiro de Guerra e estudado no Ginásio Diocesano de Uberaba.
Em 1920, no “Jornal de Goiás”, publicou seu primeiro soneto.
Já no Rio de Janeiro, matriculou-se na Faculdade de Medicina, da Universidade do Brasil, em 1921. Após defender a tese, em 1927, com 25 anos de idade, “Cesareana Segmentar”, retorna a Morrinhos, passando a clinicar.
Em 1930, foi Secretário de Viação e Obras Públicas. Depois de passar por Caldas Novas, em 1931, transferiu-se para Anápolis, em 1934, onde continua médico e se torna professor.
Em 1936, com 34 anos, é nomeado médico da Estrada de Ferro Goiás.
Juntamente com outros funda, em 1939, a Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira nº 13, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi titular Francisco de Brito, atualmente(1998), pertencente a Eurico Barbosa.
Em 1941, com 39 anos, a 16 de maio, casou-se com Domitília dos Santos Curado Fleuri, com quem teve José, Horácio, Ana Amélia e Ana Domitilia. Em 1942, lançou o livro de versos “Canção do Planalto”.
Tornou-se colaborador do jornal “Voz do Sul”, de Anápolis, onde publicou os seus poemas “À Margem da Vida”.
Mudou-se definitivamente para Goiânia, em 1952, agora com 50 anos de idade.
Eleito Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1953, fez circular o primeiro número de sua revista, dois anos depois.
Publicou o livro “Leituras e Lembranças” e foi eleito pela Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, em 1973, como “Príncipe dos Poetas Goianos”.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 2, cujo Titular é o Dr. Paulo Nunes Batista.
Escreveu também “A Viagem de Frei Tapie”, pela Editora Alvina, Uberlândia, 1931.
Sua tese de doutorado foi publicada pela Tipografia Leuzinger, Rio de Janeiro, 1927.
É autor também de “Safra Literária”, “Ponta de Linha” e “Os quartetos de Omar Kaiam”.
Faleceu em Goiânia, no dia 08 de abril de 1979, com 77 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 13-CHICO DE BRITO(FRANCISCO DE BRITTO), de Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 06.12.1904, escreveu, entre outros, "CAMINHOS DO AGRESTE"(NOVELA-1982), "TERRAS BÁRBARAS"(CONTOS-1969), "MEMÓRIAS DE OUTRO TEMPO"(1980), "MASSAPÊ"(CONTOS-1974), “CADEIRA 13-DISCURSO DE POSSE NA AGL(1980).
Filho de Serafim de Britto Guimarães e Antonia Hermano de Britto. Após os estudos primários em sua terra natal, não mais estudou, tornando-se autodidata.
Mudou-se com a família para Buriti Alegre, Goiatuba e depois Goiânia, fazendo-se comerciante e depois funcionário público. Elegeu-se Deputado Estadual em 1946 e também em 1954.
Foi Superintendente do CONSÓRCIO DE EMPRESAS DE RADIODIFUSÃO E NOTÍCIAS DO ESTADO DE GOIÁS (CERNE).
Político, Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Jornalista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira l3, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi fundador José Xavier de Almeida Júnior, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de diversas instituições da cultura nacional.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi.
Sobre ele e com o título “FRANCISCO DE BRITO E O SEU MASSAPÊ”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 07, cujo Titular é Jerônimo Geraldo de Queiroz. Esta cadeira 07, em virtude do falecimento do Professor Jerônimo, está ainda hoje(abril de 2004) vaga. Posteriormente, foi eleito para a dita Cadeira, o confrade Júlio Resplande, que tomou posse no dia 19.11.2004.
Como Francisco de Britto, à luz do que noticia Juarez Moreira Filho, em seu livro, chegou a ser empossado na Academia Tocantinense, em Goiânia, no dia 31.08.1994, não poderia ter sido colocado como Patrono da Cadeira, mas deveria ter permanecido como FUNDADOR ou PRIMEIRO TITULAR.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Era articulista do jornal DIARIO DA MANHÃ, de Goiânia e escreveu até poucos dias antes de sua morte.
Faleceu em Goiânia, no dia 04 de novembro de 1995, com 91 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 13-EURICO BARBOSA(EURICO BARBOSA DOS SANTOS), de Morrinhos, Goiás, 03.03.1933, escreveu, entre outros, “CONFISSÕES DE GENERAIS-A INTERVENÇÃO MILITAR NA POLÍTICA BRASILEIRA”(1988), com prefácio de Nélson Werneck Sodré, “PEDRO LUDOVICO-A MUDANÇA REVOLUCIONÁRIA” (1992), este, com observações de Nelly Alves de Almeida e Rosarita Fleury. Escreveu também “PROFESSOR VENERANDO-UMA GRANDE VIDA”.
Filho de Aristides Ferreira Barbosa e Elisa Maria de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Durante muito tempo, foi Cronista Esportivo. Deputado Estadual. Foi Secretário da Justiça e Presidente da Assembléia Legislativa de Goiás(1985). Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás.
Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Orador, Poeta, Conferencista. Cronista, Contista, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1957. Detentor do Prêmio Literário Fundação Cultural Pedro Ludovico.
Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Antigo funcionário da Rádio Brasil Central, de Goiânia, do jornal O POPULAR e da GAZETA TRABALHISTA, em Niterói. Articulista do jornal O LIBERAL, de Morrinhos.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 13, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi fundador José Xavier de Almeida Júnior, tendo sido titular Francisco de Brito.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Tribunal de Contas do Estado, de que foi Presidente, além de várias entidades sociais, culturais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Nos últimos tempos(2001), elegeu-se Presidente da Academia Goiana de Letras. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 14
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Hugo de Carvalho Ramos- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 21.05.1895).
Vitor de Carvalho Ramos- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 16.02.1893).
Nelly Alves de Almeida(Jaraguá, Goiás, 01.10.1916).
Leda Selma de Alencar(Urandi, Bahia, 15.08.1948).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 14-CARVALHO RAMOS(HUGO DE CARVALHO RAMOS), de Vila Boa-Goiás Velho, 21.05.1895, escreveu, entre outros, “OBRAS COMPLETAS DE HUGO DE CARVALHO RAMOS” (PÓSTUMA), “TROPAS E BOIADAS"(1917), “GENTE DA GLEBA”(NOVELA), “LÁGRIMAS E RISOS”(ENSAIO).
Funcionário da Secretaria de Finanças do Governo Federal. Agente de Recenseamento em Araxá, Minas Gerais. Vítima de depressão, suicidou-se no Rio de Janeiro, em 1921, com 26 anos de idade.
Professor e Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 14, de que foi fundador seu irmão Victor de Carvalho Ramos, tendo sido ocupada por Nelly Alves de Almeida e hoje(2007), Leda Selma.
Considerado por Gilberto Mendonça Teles, o mais importante contista goiano. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva.
Estudado no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. É verbete do “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa) a 21 de maio de 1895 e morreu no Rio de Janeiro a 12 de maio de 1921, pouco depois de completar 26 anos.
Filho de Manuel Lopes de Carvalho Ramos e de Mariana Fenelon Loiola Ramos.
Seu pai, Juiz de Direito Manuel Lopes de Carvalho Ramos havia publicado em Porto, Portugal, duas obras famosas: “GOYANIA” e “OS GÊNIOS”.
Em 1901, Hugo iniciou as primeiras letras com a professora Silvina Ermelinda Xavier de Brito. Frequentou as aulas do professor José Antonio de Jesus, em 1903. Estudou com o professor Aires Feliciano de Mendonça, em 1905.
Passa a frequentar, junto com Gercino Monteiro, em 1907, o Gabinete Literário Goiano, onde lê escritores franceses e os clássicos brasileiros.
Companheiro de seu pai pelas Comarcas do interior goiano, tornou-se um observador atento dos hábitos sertanejos, daí o livro TROPAS E BOIADAS.
Foi um dos maiores escritores goianos, tendo contribuído com bons trabalhos para o desenvolvimento literário goiano.
Estreou no jornalismo, em sua cidade natal, escrevendo uma coluna permanente chamada Lágrimas e Risos, sob o pseudônimo de “HR”, no jornal IMPRENSA (1910), bem como sob o pseudônimo de “João Bicudo”.
Dois anos mais tarde, em 1912, transferiu-se para o Rio de Janeiro publicando dois contos, “A Bruxa dos Moinhos” e “À Beira do Pouso”, bem como duas novelas “Dramalhões de Faca e Bacamarte do Sertão” e ainda “Diário de um Estudante”.
Em virtude desses contos, foi convidado por João do Rio, Diretor do jornal “GAZETA DE NOTÍCIAS” a com ele trabalhar, mas Hugo não aceitou nem conhecer o Diretor do Jornal.
Em 1913 ingressou na Faculdade de Direito. Escreveu para a revista A Época e em 1917 publicou aquele que seria o seu mais festejado trabalho literário, “Tropas e Boiadas”.
Aluno da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, foi para Uberaba, Minas Gerais, em 1920, onde tenta abrir um escritório de advocacia, o que não consegue.
Durante algum tempo esteve em Araxá, MG, como AGENTE FEDERAL DE RECENSEAMENTO, acusando os primeiros sintomas da grave moléstia que o mataria, tornando-se solitário e melancólico.
Por quatro meses, esteve aos cuidados de um médico psiquiatra. Em 20 de março de 1921, escreveu sua última carta ao irmão Victor de Carvalho Ramos.
Com a saúde mental abalada, voltou ao Rio de Janeiro onde morreu, após ter se suicidado com as cordas da rede em que dormia, no dia 12 maio de 1921, com 26 anos de idade.
Sua morte foi noticiada pelos jornais como um Bacharel que antes queimara boa parte de sua obra literária.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 14, cujo primeiro titular foi exatamente seu irmão Victor de Carvalho Ramos e depois a escritora Nelly Alves de Almeida, bem como ainda, a baiana Leda Selma.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 14-VICTOR DE CARVALHO(VITOR DE CARVALHO RAMOS), de Vila Boa-Goiás Velho, 16.02.1893, escreveu, entre outros, “MÃI-XI”(1929), "LETRAS GOIANAS: ESBOÇO HISTÓRICO"(1968), "O DESCOBRIMENTO DE GOIÁS E SEU BI-CENTENÁRIO"(1925).
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Rio de Janeiro.
Dirigiu o jornal LAVOURA E COMÉRCIO, de Uberaba, em Minas Gerais.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Professor, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Crítico Literário.
Fundou a Academia de Letras do Triângulo Mineiro. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 14, cujo Patrono é seu irmão Hugo de Carvalho Ramos, tendo sido ocupada por Nelly Alves de Almeida e hoje(2007), a baiana Leda Selma. Um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e em todos os demais livros sobre a História Literária de Goiás.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa) a 16 de fevereiro de 1893, e morreu em Uberaba, MG, a 14/7/1976. Filho de Manuel Lopes de Carvalho Ramos e de Mariana de Loiola Ramos.
Irmão de Hugo de Carvalho Ramos. Em 1900, inicia os primeiros estudos com a professora Silvina Ermelinda Xavier de Brito. Em 1902, toma aulas com o professor Aires Feliciano de Mendonça e em 1903, estuda com o poeta Augusto Ferreira Rios, com quem frequenta o Gabinete Literário Goiano.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1906 e no ano seguinte foi nomeado Secretário da Assembléia Legislativa. Seguiu para o Rio de Janeiro, em 1911, matriculando-se no Colégio Dom Pedro II.
Terminado o curso, viaja numa Comissão da Estrada de Ferro Central do Brasil, pelo interior de Goiás, Bahia e Minas Gerais. Em 1912, com 19 anos de idade, ingressa no primeiro ano da Faculdade de Direito Afonso Celso, no Rio de Janeiro.
Em 1915, torna-se funcionário da Diretoria Geral dos Correios e Telégrafos e no ano seguinte conclui o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, com 23 anos.
Deu os primeiros passos na literatura, em 1917, quando começou a escrever na revista “Informação Goiana” do bonfinense Henrique Silva, que a editava na antiga capital da República, o Rio de Janeiro.
Mudou-se para Uberaba, Minas Gerais, em 1918, onde se estabeleceu como advogado e dirigiu o jornal LAVOURA & COMÉRCIO, defendendo a canditatura de Rui Barbosa para a presidência da República.
Casou-se no dia 12 de fevereiro de 1920, com 27 anos, com Helena Teixeira, com quem teve Vitória Helena e Maria Helena.
Em 1929 publicou o livro “Mãi-Xi” e, pelos jornais, fez a campanha da Aliança Liberal.
Com outros companheiros, em 1933, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Juntamente com outros intelectuais, fundou, em junho de 1939, a Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira 14 que tem como Patrono seu irmão Hugo de Carvalho Ramos, falecido em 1921 e de que é Titular Nelly Alves de Almeida. Esta Cadeira é ocupada hoje pela escritora baiana Leda Selma de Alencar.
Junto com outros escritores, fundou também a Academia de Letras do Triângulo Mineiro, em 1963, na cidade de Uberaba.
Em 1968 editou “Letras Goianas-Esboço Histórico”. Publicou também “O Descobrimento de Goiás e seu Bicentenário”(1925).
No dia 14 de julho de 1976, faleceu em Uberaba, Minas Gerais, com 83 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 14-NELLY ALVES(NELLY ALVES DE ALMEIDA), de Jaraguá, Goiás, 01.10.1916, escreveu, entre outros, "ANÁLISES E CONCLUSÕES"(1985), "TEMPO DE ONTEM"(1972), "ESTUDOS SOBRE QUATRO REGIONALISTAS"(1968), "LITERATURA E SENTIMENTO"(1982), “PRESENÇA LITERÁRIA DE ELI BRASILIENSE”(1985), "ANÁLISE DE HOMENS DE PALHA"(1973), "RETRATO DE UMA OBRA"(1994), “PRESENÇA LITERÁRIA DE BERNARDO ÉLIS”(1970), “ESTUDOS SOBRE A CRASE”(1970), “A FALA ROSEANA”(1973), “JARAGUÁ-HISTORIA E MEMÓRIA”(1982), “ESTUDOS SOBRE HUGO E VITOR DE CARVALHO RAMOS”(1982), “DEPOIMENTO PARA O MUSEU DE IMAGEM E DO SOM DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS”(1981).
Aposentada do Instituto de Ciências Humanas e Letras e da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás.
Escritora, Ensaísta, Crítica Literária. Pesquisadora, Memorialista, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Oradora, Intelectual, Poetisa. Professora do ensino superior.
Elogiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira l4, cujo Patrono é Hugo de Carvalho Ramos, de que foi fundador seu irmão Victor de Carvalho Ramos, cadeira ocupada hoje(2007), pela baiana Leda Selma.
Sócia da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, Cadeira 3l, da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira l0, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasileira de Filologia.
Presença na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro REGISTRO DE UMA OBRA, sobre ela editado pelo seu esposo Humberto Ludovico de Almeida, com notas de orelha de Jacy Siqueira e apresentação de Gilberto Mendonça Teles.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990 e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. Estudada na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Jaraguá, Goiás, no ano de 1918, no dia 01 de outubro. Filha de Alexandre Alves da Costa e Joana de Bastos Costa.
Concluiu o curso primário em Curralinho(Itaberaí), por volta de 1928.
Na antiga Capital do Estado, Vila Boa, fez o curso normal, formando-se professora no Colégio Santana, depois de ter estudado no Grupo Escolar Rocha Lima.
Mudando-se para Goiânia, tornou-se aluna da Universidade Católica de Goiás, formando em Linguas Neo-Latinas.
Foi professora da Escola Complementar de Itaberaí. Lecionou, em Vila Boa(Goiás Velho), no Grupo Escolar Rocha Lima e na Escola Normal Constâncio Gomes de Oliveira.
Em Goiânia, foi professora do Colégio Santo Agostinho e do Instituto de Educação de Goiás, onde lecionou Lingua Portuguesa e Literatura Brasileira.
Casou-se com Humberto Ludovico de Almeida, com quem teve dois filhos, Humberto e Paulo Humberto.
Colaborou em diversos jornais e revistas, destacando-se, FOLHA DE GOIAZ, O POPULAR, CINCO DE MARÇO, O ANÁPOLIS e REVISTA DA EDUCAÇÃO.
Na Academia Feminina de Letras e Artes, de que foi uma das fundadoras, ocupa a Cadeira 31.
Em 17 de fevereiro de 1977, com 61 anos de idade, foi eleita para a Cadeira 14, da Academia Goiana de Letras que tem como Patrono Hugo de Carvalho Ramos e de foi Titular seu irmão Vítor de Carvalho Ramos. Com o falecimento da Dona Nelly, em 05.12.1999, esta Cadeira passou a ser ocupada pela escritora baiana Leda Selma de Alencar.
Tornou-se Titular do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupando a Cadeira 10, tendo como Patrono Gelmires Reis.
Aposentou-se como Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras e também da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás.
Foi membro tanto do Conselho Estadual de Cultura, como do Conselho Municipal de Cultura.
Sobre ela e com o título “NELLY ALVES DE ALMEIDA E O TEMPO DE ONTEM”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 05.12.1999, com 83 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 14-LEDA SELMA(LEDA SELMA DE ALENCAR), de Urandi, Bahia, escreveu, entre outros, “DAS SENDAS À TRAVESSIA”(1986), “FULIGENS DO SONHO”, “A DOR DA GENTE”, “MIGRAÇÃO DAS HORAS”, “ERRO MÉDICO-UMA FERIDA SOCIAL”, “POIS É FILHO...”(CRÔNICAS E CONTOS), “À DERIVA”(Poemas-2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filha de Ezy Dantas e Laurinda Davi de Carvalho. Residente em Goiânia, desde 1950. Estudou no Colégio Santo Agostinho. Fundou o Jornal JUVENTUDE AGOSTINIANA, no Colégio Agostiniano de Goiânia. Tornou-se cronista da FOLHA DE GOIAZ.
Bacharel em Letras Vernáculas, pela Universidade Católica de Goiás. Pós-Graduação em Linguística, pela Universidade Federal de Goiás. Docente de Lingua Portuguesa e Literatura Brasileira.
Produtora Cultural, Ensaísta, Educadora. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe.
Incorporada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na REVISTA DA UBE GO-l989 e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Lêda Selma (de Alencar), baiana de Urandi(15.08.1948), licenciada em Letras Vernáculas pela Universidade Católica de Goiás/UCG, Pós-graduada em Lingüística pela UFG. Lecionou, por muitos anos, Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Fundou o jornal Juventude Agostiniana, no Colégio Santo Agostinho onde estudou desde o primário.
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira nº 14, tendo como Patrono HUGO DE CARVALHO RAMOS, tendo sido fundador Vitor de Carvalho Ramos. Esta Cadeira foi ocupada por Nelly Alves de Almeida. Membro da União Brasileira de Escritores/GO e da União Brasileira de Compositores. Poetisa, cronista, contista, ensaísta e palestrante.
Assina, semanalmente, aos domingos, crônicas no Diário da Manhã (foi também cronista da Folha de Goiaz, quando adolescente). Participa de várias antologias nacionais e internacionais.
É verbete em vários trabalhos críticos goianos: nos livros Estudos Literários de Autores Goianos(1995), Escritores de Goiás(1996) e Dicionário Biobibliográfico de Goiás(1999), de Mário Ribeiro Martins; no Dicionário de Mulheres(1999), de Hilda Agnes Hübner Flores; Dicionário do Escritor Goiano, de José Mendonça Teles(2000); Dicionário Crítico de Escritoras Brasileiras, de Nelly Novaes Coelho(2002), Enciclopédia de Literatura Brasileira(2001).
OBRAS LITERÁRIAS: POEMAS – Das sendas à travessia,1986; A dor da gente,1988; Fuligens do sonho, 1990; Migração das horas, 1991 e Silêncios de viento y mar (bilingüe), 2003. ENSAIO – Erro Médico: uma ferida social, 1991 (compôs bibliografia em tese de Mestrado e Doutorado – medicina/Ribeirão Preto e odontologia/Goiânia). CRÔNICAS/CONTOS - Pois é, filho..., 1997 (3ª edição). CONTOS – Nem te conto...!, 2000. CRÔNICAS – Até Deus duvida, 2002. No prelo: ROMANCE – Memórias do silêncio. POEMAS– Saudades de mim .
PRÊMIOS RECENTES: Prêmio BEG de Literatura, 1998, Goiânia. Medalha Anatole Ramos (gênero prosa), 1998 – Conselho Estadual de Cultura/GO. Medalha Leodegária de Jesus (gênero poesia), 1999 – Cons. Estadual de Cultura/GO. Troféu Tiokô (gênero poesia), 1999 – União Brasileira de Escritores/GO. Mérito Cultural (conjunto da obra), 2000 – União Brasileira de Escritores/RJ. Cidadã Goianiense, título outorgado pela Câmara Municipal de Goiânia em 2002. Cidadã Goiana – a ser recebido na Assembléia Legislativa de Goiás em 17/11/03.
PROJETOS: POESIA EM DOSES, iniciado em abril de 1999, que objetiva substituir pichações de muros e espaços ociosos por textos poéticos, bem como expô-los em placar eletrônico de estádios de futebol, em cartões postais, cartões telefônicos etc. (foi destaque na Revista ISTO É, em agosto de 2000). POESIA EM DOSES: FOME ZERO, cuja proposta é trocar poesia (antologia poética com o nome do projeto, composta por 48 autores goianos) por um quilo de alimento não perecível. O projeto é desenvolvido em supermercados, escolas, universidades, praças, empresas etc. e os gêneros alimentícios, distribuídos a pessoas carentes das periferias goianienses.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



CADEIRA 15
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Manuel de Macedo Carvalho Junior- PATRONO(Santa Maria do Araguaia-Araguacema, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1877).
Augusto Ferreira Rios- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 09.08.1876).
Basileu Toledo França(Jataí, Goiás, 18.09.1919).
Mauro Borges Teixeira(Rio Verde, Goiás, 15.02.1920).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 15-MANUEL DE MACEDO(MANUEL DE MACEDO CARVALHO JUNIOR), de Santa Maria do Araguaia-Araguacema, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1877, escreveu, entre outros, "CATEGORIAS GRAMATICAIS"(1933).
Era padre em Caiapônia(Torre do Rio Bonito), quando se incluiu na “COLUNA PRESTES”, depois de ter celebrado a missa, no dia 05 de julho de 1925, no centro de Caiapônia, comemorativa do primeiro ano da Coluna, com a presença de Luis Carlos Prestes, Miguel Costa, Juarez Távora, João Alberto, Siqueira Campos, Atanagildo França e Cordeiro de Faria.
Sob o Comando de Siqueira Campos passou em Taguatinga, Porto Nacional, Tocantínia e Pedro Afonso, em direção a Carolina, no Maranhão, de onde foi para Floriano, no Piauí.
Posteriormente, desvinculado da “Coluna Prestes”, foi preso e enviado para o Rio de Janeiro. Solto, mediante Habeas Corpus, passou a escrever sobre a coluna para diversos jornais cariocas.
Perseguido, passou a residir e trabalhar em Anápolis, Goiás, durante muito tempo, vinculado ao Departamento Brasileiro do Café.
Aclamado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi Advogado, Promotor Público e Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Sacerdote. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil.
Patrono da Academia Goiana de Letras, Cadeira 15, de que foi fundador Augusto Ferreira Rios, hoje(1998) ocupada por Basileu Toledo França. Atualmente(2007), esta cadeira 15 é ocupada pelo Ex-Governador de Goiás, Mauro Borges Teixeira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de ANTOLOGIA GOIANA, de Veiga Netto(José da Veiga Jardim Netto).
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Santa Maria do Araguaia(Araguacema), Goiás, hoje Tocantins, a 11 de setembro de 1877. Filho de Luis de Macedo Carvalho Júnior e de Joaquina Marques Santarém de Carvalho.
Após o curso primário, matriculou-se no Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Goiás Velho, de onde seguiu para Roma, em 1894, a fim de estudar no Colégio Pio Latino-Americano, com o objetivo sacerdotal.
De volta ao Brasil, celebrou sua primeira missa, na Igreja da Boa Morte, na cidade de Goiás, em 26 de dezembro de 1900, com 23 anos de idade.
Em 1901, exerceu o magistério no Seminário de Uberaba. Foi vigário de Sacramento, MG. Retornou à cidade de Goiás, em 1908, deixando a batina.
Em 1912, tornou-se advogado provisionado e casou-se com Adelaide Augusta de Oliveira.
No ano seguinte(1913), foi professor de Pedagogia e Metodologia na Escola Normal da antiga capital, tornando-se orador da Loja Maçônica Asilo da Razão.
Em 1920, é nomeado professor do Liceu de Goiás, mas entra em choque com a dinastia dos CAIADOS, de quem se tornou inimigo obstinado.
Como Promotor Público de Rio Bonito (Caiapônia) e Padre Católico, em 1925, incorporou-se à “Coluna Prestes”, seguindo para Floriano, Piauí, onde discursa em Praça Pública, depois de passar por Taguatinga, Porto Nacional, Tocantínia, Pedro Afonso e Carolina.
Em 1926, na cidade de Rio de Contas, Bahia, retirou-se da “Coluna”, por motivo de saúde e foi preso, sendo conduzido para o Rio de Janeiro, pelas forças legalistas.
Solto, mediante “Habeas-Corpus”, permaneceu no Rio, escrevendo para o jornal “A Vanguarda”, sobre a “Coluna Prestes”, em 1927.
Retornando à cidade de Goiás, dedicou-se ao magistério, sendo escolhido, em 1931, professor de literatura do Liceu, e também de língua portuguesa, ocasião em que publicou o livro “Categorias Gramaticais”.
Na Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Goiás, com 55 anos de idade, em 1932, inscreveu-se como Solicitador.
Em 1933, mudou-se para Anápolis, a fim de trabalhar no Departamento do Café. Era conhecido ora como Capitão Manuel de Macedo, ora como Padre Macedo.
No dia 2 de agosto de 1936, faleceu na Cidade de Goiás, com 59 anos.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 15, de que foi Titular Augusto Ferreira Rios, sendo hoje(1998) ocupada por Basileu Toledo França. Esta Cadeira é hoje(2007) ocupada por Mauro Borges Teixeira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 15-AUGUSTO RIOS(AUGUSTO FERREIRA RIOS), de Vila Boa-Goiás Velho, 09.08.1876, escreveu, entre outros, "TRISÁGIOS"(POEMAS-1922), "HOSANAS"(1928), "BOUQUET" (POEMAS-1911), "RAMALHETE" (POEMAS-1943).
Jornalista. Juiz de Direito de várias cidades goianas, entre as quais, Jaraguá e Anápolis. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás.
Foi um dos fundadores e Presidente da Academia Goiana de Letras, Cadeira 15, cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho, sendo hoje(1998) titular Basileu Toledo França e, atualmente(2007), Mauro Borges Teixeira.
Professor da Faculdade de Direito de Goiaz, em 1943.
Ensaísta, Escritor, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Divulgado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubê, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Vila Boa (Goiás), a 9 de agosto de 1876. Filho de André Ferreira Rios e de Luísa Venância de Almeida Rios.
Inicia os estudos, em 1883, com a Profª Pacífica Josefina de Castro(Mestra Nhola). Matricula-se em 1892, no Seminário Episcopal de Santa Cruz, ainda na antiga Capital, de onde se retira, após a morte do pai, para estudar no Liceu.
Após viagem a Uberaba e São Paulo, em 1898, para estudar e lecionar, retorna a Goiás, assumindo a Cadeira de Latim, por concurso, no Liceu, em 1904, com 28 anos de idade.
Bacharel em Direito, pela antiga Faculdade de Direito de Goiás Velho, na turma de 1906. Casou-se com sua prima Rosalina Rios, em Jaraguá, em 1907, com quem teve os filhos Francisco, Moacir, Dolores, Rui, Odete, Carmen, André, Luci, Augusto, Amarílis e Geraldo. Foi designado Juiz de Direito de Jaraguá, em 1908.
Passagem rápida por Anápolis, tendo sido Presidente do Tribunal do Júri, em 1911.
Entre suas obras, destacam-se, "Bouquet", "Triságios", "Hosanas", "O Livro", "Ramalhete", além de vários outros, inclusive, inéditos, como:
“COLÓQUIOS COM OS LUMINARES DA CIÊNCIA JURÍDICA” e “DISCURSOS E CONFERÊNCIAS”.
Foi um dos mais assíduos colaboradores dos jornais anapolinos "Voz do Sul", "O Anápolis" e outros, publicando sempre sonetos e poemas.
Fundador da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira nº 15, em 29 de abril de 1939, cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho e de que é Titular Basileu Toledo França, hoje(2007), Mauro Borges Teixeira. Terminou por ser Presidente da Academia, em 1947.
Foi Professor de Direito Romano, da Faculdade de Direito de Goiás, na Rua 20, depois incorporada à Universidade Federal de Goiás.
Aposentou-se como Desembargador do Tribunal de Apelação de Goiás.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 8, de que é titular o Prof. Antonio de Deus Teles Filho.
Faleceu em Goiânia, a 31 de outubro de 1959, com 83 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 15-BASILEU TOLEDO(BASILEU TOLEDO FRANÇA), de Jataí, Goiás, 18.09.1919, escreveu, entre outros, "ROMANCEIRO & TROVAS POPULARES"(1979), "CAVALO DE RODAS"(1979), "CANCIONEIROS E TROVAS DO BRASIL CENTRAL"(1973), "VALE DO RIO CLARO"(1979), "ROMANCE"(1951), "PIONEIROS"(1954), "MÚSICA E MAESTROS"(1962), "ESTUDOS DE EDUCAÇÃO"(1960), "CADEIRA l5"(1971), "CAPANGUEIROS E JAGUNÇOS"(1987), "O SUDOESTE"(1959), "CONTOS, FÁBULAS E FOLCLORE"(1975), "DEPOIMENTO AO MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DA AGL"(1979), "VELHAS ESCOLAS".
Foi Docente da Universidade Federal de Goiás e Secretário Estado da Educação, em 1959.
Professor, Jornalista, Historiador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Romancista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira l5, cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho, de que foi fundador Augusto Ferreira Rios, cadeira hoje(2007) ocupada por Mauro Borges Teixeira.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que foi Presidente, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Paulista de Imprensa.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Jataí, interior goiano, a 18 de setembro de 1919. Filho de José de Oliveira França e Luzia Toledo França.
Em 1927, iniciou os estudos com a professora Ana de Barros Cruz.
Em 1931, mudou-se para São José do Rio Preto, São Paulo, com a finalidade de morar com o tio Sebastião Toledo Piza.
Matriculou-se no Ginásio São Joaquim, em 1935, mas concluiu o curso no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo, em 1941.
Ingressou na Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, do Rio de Janeiro, em 1943.
Casou-se em São José do Rio Preto, São Paulo, em 1945, com 26 anos de idade, com a professora Ada Gomes, com quem teve Olga Luzia, Maria Bernadete e José Manuel.
Eleito Vereador pela UDN, em 1947. Tornou-se Diretor da Escola e Centro Social do SESC e SENAC, em 1948.
Fundou e construiu o Ginásio São Luis, onde hoje funciona a Faculdade de Direito de São José do Rio Preto, cidade em que também foi Diretor do jornal A NOTÍCIA.
Morou no Rio de Janeiro e em São José do Rio Preto, SP, antes de transferir-se em definitivo para Goiânia (1955).
Seu primeiro sucesso literário foi PIONEIROS (1954).
Foi diretor do Instituto de Educação de Goiás e mais tarde fundou o Instituto França, em 1956.
Publicou outros livros, todos com muita aceitação, como O Sudoeste (1959); Tentativa de Interpretação (1959); Música e Mestre (1962); Cancioneiros e Trovas do Brasil Central (1974); Contos, Fábulas e Folclore (1975).
Educador por excelência, foi professor da Universidade Federal de Goiás e Secretário da Educação do Estado, em 1959.
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 15, eleito em 23 de novembro de 1961, na vaga de Augusto Rios e cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho. Esta cadeira é hoje(2007), ocupada por Mauro Borges Teixeira.
Em 1964, foi nomeado Diretor do Departamento de Cultura da Universidade Federal de Goiás.
Em 1968, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que também foi Presidente.
Em 1976, Chefiou e Coordenou a Reforma Administrativa da Secretaria de Educação e Cultura de Goiás.
Outros livros publicados, nem sempre são mencionados: “Rio Preto de Ontem”(1947), “Três Instantes de Rio Preto”(1949), “Um Município no Tempo”(1951).
Nele se tem um dos mais sérios pesquisadores de Goiás.
Sobre ele e com o título “BASILEU TOLEDO FRANÇA E O VALE DO RIO CLARO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Nos últimos tempos tem se dedicado à publicação de livros como “Velhas Escolas”, “Poetisa Leodegária de Jesus”, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 15-MAURO BORGES(MAURO BORGES TEIXEIRA), de Rio Verde, Goiás, escreveu, entre outros, “A NOVA CAPITAL DO BRASIL”(1956), “A ESTRUTURA AGRÁRIA”(1963), "O GOLPE EM GOIÁS: HISTÓRIA DE UMA GRANDE TRAIÇÃO"(1965), “PELO BRASIL E PELO POVO”(1984), “A CONQUISTA DO CERRADO”(1985), “TEMPOS IDOS E VIVIDOS”(2002).
Filho de Pedro Ludovico Teixeira e Gercina Borges Teixeira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o Colégio Diocesano de Uberaba, Minas. Fez o secundário no Lyceu de Goiás Velho.
Militar pela Escola do Realengo e do Estado-Maior do Exército, no Rio de Janeiro. Filho de Pedro Ludovico Teixeira, este fundador e construtor de Goiânia.
O Filho(Mauro Borges), Deputado Federal, Senador da República. Ex-Governador de Goiás, cassado pela Revolução de l964.
Participou da Comissão de Estudos da Nova Capital Federal, Presidida pelo General Djalma Polli Coelho. Pertenceu ao Conselho Fiscal da NOVACAP, nomeado pelo Presidente Juscelino Kubitschek, em 1956.
Um dos fundadores do Iate Clube de Brasília, em 1960.
Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Intelectual, Escritor, Político.
Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.
Encontra-se no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e nos demais livros da história recente de Goiás, inclusive Enciclopédias nacionais e internacionais, entre as quais, SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro, DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
No dia 11.11.2004, com 84 anos de idade, tomou posse na Cadeira 15, da Academia Goiana de Letras, na vaga de Basileu Toledo França. Esta cadeira tem como Patrono Manoel de Macedo Carvalho Junior e teve como fundador e primeiro ocupante Augusto Ferreira Rios.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 16
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Henrique José da Silva- PATRONO(Bonfim-Silvania, Goiás, 18.03.1865).
Gercino Monteiro Guimarães- FUNDADOR(Alemão, Palmeiras, Goiás, 19.05.1894).
Zoroastro Artiaga(Curralinho, Itaberai, Goiás, 29.05.1891).
Regina Lacerda(Vila Boa-Goias Velho, 25.06.1919).
Lygia de Moura Rassi(Rio de Janeiro, 12.08.1933).
Luiz Augusto Paranhos Sampaio(Catalão, Goiás, 15.07.1937).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 16-HENRIQUE SILVA(HENRIQUE JOSÉ DA SILVA), de Bonfim-Silvânia, 18.03.1865, escreveu, entre outros, “FAUNA FLUVIÁTEL DE TOCANTINS E ARAGUAIA”, bem como “PÉROLAS E CONCHAS PERLÍFERAS DO ARAGUAIA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos na Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins.
Filho de Francisco José da Silva e Ana Rodrigues de Morais Silva. Em 1867, perdeu seu irmão, Capitão Vicente Miguel, vitimado pela cólera, na Retirada da Laguna.
Iniciou os estudos primários, em 1871, sendo aprovado na Escola Pública, em 1875. Assentou praça no Esquadrão da Província de Goiás, em 1882, sendo transferido para o Rio de Janeiro, onde se matricula na Escola Militar da Corte, em 1883.
Em 1889, com 24 anos de idade, graças ao General Deodoro da Fonseca, matricula-se na Escola Militar do Rio Grande do Sul e é promovido a Alferes.
É designado membro da Comissão Exploradora do Planalto Central-COMISSÃO CRULS, em 1892, chefiada pelo cientista belga Luiz Cruls.
Nos anos seguintes, percorreu os Rios Tocantins e Araguaia, estando na Ilha do Bananal, hoje no Estado do Tocantins, onde realizou estudos para os seus livros.
Em 1895, fez parte da Comissão que levantou o traçado da Estrada de Ferro Catalão-Cuiabá. Por tentativa de homicídio, foi julgado e absolvido em Formosa, Goiás, em 1896.
Promovido a Tenente em 1901, com 36 anos. Torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, em 1903. Em 1907, ingressou na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Promovido ao posto de Capitão, em 1908. No dia 25 de junho de 1912, com 47 anos, foi transferido para a reserva, com o posto de Major.
Fundou, em 1917, no Rio de Janeiro, junto com Americano do Brasil, a revista INFORMAÇÃO GOIANA.
Em 1923, morreu sua esposa Augusta Frida Kauffmann da Silva. Fundou, em 1933, com outros o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sendo hoje Patrono da Cadeira 38.
Entre suas obras, destacam-se: “Chácaras e Quintais”, “Indústria Pastoril”, “Poetas Goianos”(1901), “Fauna Fluviátil de Goiás”(1906), “Esboço Biográfico do Comendador Francisco José da Silva”(1907), “Sumé e o Destino da Nação Goiá”(1910), “A Bandeira do Anhanguera”(1917). Destacado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 21 de maio de 1935, com 70 anos de idade.
Patrono da Cadeira 16, da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, sendo Titular Zoroastro Artiaga, bem como Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Atualmente(2007), a Cadeira é ocupada por Luis Augusto Paranhos Sampaio.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 16-GERCINO GUIMARÃES(GERCINO MONTEIRO GUIMARÃES), de Alemão-Palmeiras de Goiás, 19.05.1894, escreveu, entre outros, "A OBRA LITERÁRIA DE HUGO DE CARVALHO RAMOS"(1921), “CRISPIM-UM ARTISTA DE CIRCO”(1918).
Prefeito de Bela Vista de Goiás. Funcionário Público Estadual, vinculado ao Departamento de Estatística e Publicidade do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Jornalista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Político. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi titular Zoroastro Artiaga, bem como Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Atualmente(2007), a Cadeira é ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França, além de IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Alemão (Palmeiras de Goiás), a 19 de maio de 1894. Filho de Benedito Monteiro Guimarães e de Joaquina Monteiro Guimarães.
Muda-se para Vila Boa (Goiás Velho), em 1900, onde inicia os estudos.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1907, tendo sido reprovado e desligado do Colégio.
Em 1910, passou a trabalhar na Assembléia Legislativa Estadual e estreou no jornalismo, assinando artigos para os jornais da antiga Capital.
Torna-se funcionário da Secretaria de Finanças, em 1913 e no ano seguinte aparece como Redator do jornal “NOVA ERA”.
Em 1918, preside a Comissão de Festejos do Primeiro Centenário de Goiás Velho e em 1921, promove homenagens à memória de Hugo de Carvalho Ramos, falecido no Rio de Janeiro.
É eleito, em 1927, Conselheiro Municipal de Vila Boa. Torna-se Secretário Particular do Interventor Federal, em 1930.
No dia 24 de abril de 1933, com 39 anos de idade, foi nomeado Prefeito Municipal de Bela Vista de Goiás e juntamente com outros, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Foi também um dos fundadores da Associação Goiana de Imprensa.
Em 1935, é colocado à disposição do Departamento de Estatística e Publicidade, transferindo-se definitivamente para Goiânia.
Aposentou-se, em 1939, dedicando-se ao jornalismo e à Academia Goiana de Letras, de que foi um dos fundadores em 29 de abril, na Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, sendo Titular Zoroastro Artiaga, bem como Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi e depois por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
No dia 20 de janeiro de 1948, faleceu em Goiânia, com 54 anos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 16-ZOROASTRO ARTIAGA(ZOROASTRO ARTIAGA), de Curralinho-Itaberaí, Goiás, 29.05.1891, escreveu, entre outros, “DOS ÍNDIOS DO BRASIL CENTRAL", “GEOGRAFIA ECONÔMICA, HISTÓRICA E DESCRITIVA DO ESTADO DE GOIÁS”, "CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DE GOIÁS", "RIQUEZAS DE GOIÁS", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter visitado e estudado o norte de Goiás, quando Presidente da Comissão de Limites de Goiás, em 1937, bem como pelo fato de ter estado, em 1971, entre os indios da Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins.
Diretor do Museu Estadual de Goiás, em Goiânia, durante muitos anos. Comandou o Departamento de Cultura do Estado de Goiás.
Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor, Jornalista, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Pensador. Intelectual, Polemista, Geógrafo. Indigenista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Funcionário Público.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, tendo sido titular Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Recebeu do Ministério da Educação e Cultura, a MEDALHA CLÓVIS BEVILÁCQUA, pelos serviços prestados à cultura brasileira.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio César Caldas e Zanoni de Goiaz Pinheiro, além de todos os livros sobre a História Política, Econômica e Social de Goiás, entre os quais, OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Em sua homenagem, a Academia Goiana de Letras ainda hoje utiliza o seu chapéu, com o qual comparecia às reuniões, como URNA DE VOTAÇÃO, quando da eleição de novos acadêmicos.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Curralinho (Itaberaí) a 29 de maio de 1891 e morreu em Goiânia a 26 de fevereiro de 1972, com 81 anos de idade.
Filho de Virgílio Pereira Artiaga e de Jovita Inocência Furtado de Lima Artiaga. Em 1898, estudou com o professor Francisco de Assis Correia, mas só terminou o Secundário depois de estudar no Ginásio Curralinhense e no Liceu de Goiás.
Aos 14 anos de idade, em 1905, lançou, em Itaberaí, o jornal O Repórter, de circulação irregular. Em 1909, foi nomeado Delegado de Polícia.
Tornou-se funcionário dos Correios e Telégrafos, em 1913. Já como Telegrafista, foi mandado para Catalão, em 1916 e para Santa Luzia(Luziânia), em 1917.
Transferiu-se para Uberabinha(Uberlândia), em 1918 e depois de passar por Rio Verde, em 1919, fixou-se como Chefe da Estação Telegráfica em Araguari, Minas Gerais, no ano de 1920.
Deixando os Correios, funda em Catalão, em 1926, o jornal “NOVO HORIZONTE” e é nomeado Escrivão da Delegacia Regional.
Em 1929, ingressou na Faculdade de Direito de Vila Boa e foi designado Escrivão do Crime de Goiás Velho.
Ainda não formado, foi nomeado, em 1933, Professor Interino de Direito Civil da Faculdade e, junto com outros, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sendo hoje Patrono da Cadeira 6, ocupada por Waldir do Espírito Santo Castro Quinta.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Goiás, em 1934, com 43 anos.
Com financiamento do governo estadual, em 1937, publicou o livro “Geografia Econômica de Goiás” e foi designado Presidente da Comissão de Limites do Estado, quando visitou o norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins.
Entre 1937 e 1942, fez os cursos de Geologia, Mineralogia, Botânica, Paleontologia e Museologia, todos no Rio de Janeiro.
Em 1942 foi nomeado diretor do Departamento Estadual de Cultura, ao qual imprimiu grande atividade.
A 31 de janeiro de 1955, com 64 anos, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, sendo Titular Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Esta Cadeira é, atualmente(2007), ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
Posteriormente foi eleito presidente da Academia, em 1957.
Em 1959, foi agraciado pelo Ministério da Educação e Cultura com a medalha “Clóvis Bevilacqua” pelos relevantes serviços prestados à cultura brasileira.
Tomou posse, em 1971, como Diretor do Museu Estadual, que mais tarde recebeu seu nome, ocasião em que visitou os indios Karajás, na Ilha do Bananal, hoje Tocantins, especialmente as aldeias de Tutemã e Fontoura.
Deixou grandes obras de cunho didático e de inestimável valor histórico. Destacam-se, entre outras, “História de Goiás”, em 3 volumes; “Usos e Costumes de Goiás”; “Minérios e Minerais de Goiás”; “Vida de Dom Eduardo Duarte da Silva em Goiás”; “Geografia de Goiás”, e outros.
Dezenas de obras ficaram inéditas, tais como, “Origem dos Indios do Brasil Central”, “Caçadas e Pescarias”, “Fauna Ictiológica de Goiás”, “Fauna Ornitológica de Goiás”, “Valor e Heroismo do Soldado Goiano”.
Foi fervoroso entusiasta da criação da Estrada de Ferro Goiás pela qual se bateu durante longos anos.
Foi casado com Araci Monteiro, com quem teve os filhos Floraci, Geralda e Otávio.
Faleceu, em Goiânia, no dia 26 de fevereiro de 1972, com 81 anos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 16-REGINA LACERDA(REGINA LACERDA), de Vila Boa-Goiás Velho, 25.06.1919, escreveu, entre outros, “FOLCLORE BRASILEIRO”(1977), "A INDEPENDÊNCIA EM GOIÁS" (1970), "PITANGA"(POEMAS-1954), "PAPA-CEIA"(FOLCLORE-1968), "CIDADE DE GOIÁS: BERÇO DA CULTURA GOIANA"(1968), "VILA BOA E CERÂMICA POPULAR"(1957), “CANTIGAS E CANTARES” (1978), “VILA BOA: HISTÓRIA E FOLCLORE”(1957), “CANTILENA”(1978), “HISTÓRIA QUE O HOMEM DE BRONZE CONTOU”(1981).
Vinculada ao Tocantins, por ter estudado e divulgado o folclore do antigo norte goiano, hoje Tocantins, focalizando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Tocantinópolis, etc.
Foi diretora da Imprensa Oficial do Estado de Goiás. Dirigiu o Museu Estadual.
Professora, Orientadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Poetisa. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Oradora. Conferencista, Intelectual, Educadora.
Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos folclóricos.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, tendo sido titular Zoroastro Artiaga, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Esta Cadeira hoje(2007) é ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
Sócia da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais.
Encontra-se em todas as antologias sobre poesia e prosa em Goiás, bem como no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, e no texto ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Recebeu o TROFEU TIOKÔ, da UBE, de Goiás. Agraciada com a MEDALHA SILVIO ROMERO, no Rio de Janeiro. Recebeu o troféu TIOKÔ, da UBE de Goiás.
Mencionada em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Goiás Velho, no ano de 1919, no dia 25.06. Filha de Umbelino Galvão e de Zenóbia Santa Cruz Camargo Lacerda.
Em 1927, iniciou os estudos primários, passando pela Escola Municipal, pelo Grupo Escolar Modelo e pela Escola Complementar.
Formou-se Professora pela Escola Normal de Goiás Velho, antiga Vila Boa. Fez Curso Técnico de Desenho e de Administração Pública. Cursou a Escola Goiana de Belas Artes.
Foi Professora da Escola Primária de Corumbá de Goiás e da Escola Normal de Vila Boa, onde também se formou, alguns anos antes.
Lecionou para o Jardim de Infância em sua terra natal e foi Professora do Ginásio Estadual de Campinas, em Goiânia, em 1949, quando se mudou para a nova Capital.
Durante muito tempo foi Diretora da IMPRENSA OFICIAL, bem como do Museu Estadual e ainda Assessora do Departamento Estadual de Turismo.
Na Faculdade Santa Úrsula, do Rio de Janeiro, fez Orientação Educacional. Na Fundação Getúlio Vargas, cursou Administração Pública. Em Goiânia, formou-se pela Escola de Belas Artes, da Universidade Católica de Goiás.
Ao lado de outros, criou o Instituto Goiano de Folclore, bem como o Conservatório Goiano de Música e a Escola de Arquitetura da UCG.
Membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.
Em 21 de setembro de 1972, com 53 anos, foi eleita para ocupar a Cadeira 16, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Henrique José da Silva e de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, sendo Titular Zoroastro Artiaga, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Esta Cadeira é, atualmente(2007), ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
Faleceu em Goiânia, no dia 14 de dezembro de 1992, com 73 anos de idade.
Sobre ela e com o título “REGINA LACERDA E O SEU PAPA-CEIA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 16-LYGIA RASSI(LYGIA DE MOURA RASSI), do Rio de Janeiro, 12.08.1933, escreveu, entre outros, “A PROSÓDIA E SUAS CONOTAÇÕES HISTÓRICO-DIDÁTICAS”(ENSAIO-1978), "REVERTERE"(POEMAS-1987), "MOMENTOS PLURAIS"(2002), este, com prefácio de Darcy França Denófrio, "ENCONTROS EM CANTOS"(POEMAS-1985), com apresentação de Aidenor Aires, "VOZES DO TEMPO"(POEMAS-1983), “VEIOS DA PAIXÃO”(2002).
Filha de Pedro Moura e Maria de Abreu Moura.
Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, passando pelo Colégio Santo Amaro e pelo Colégio São Paulo, ambos do Rio, fez o curso de piano na Escola Nacional de Música, do Rio de Janeiro. Fez Licenciatura Plena em Música, no Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás.
Residente em Goiânia desde muito jovem, onde se casou com o médico Luiz Rassi.
Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz.
Escritora, Poetisa, Pianista. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ensaísta. Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás.
Enaltecida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, bem como da Academia Goiana de Letras, Cadeira l6, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, tendo sido titular Zoroastro Artiaga, além de Regina Lacerda. Esta Cadeira hoje(2007) é ocupada por Luiz Augusto Paranhos Sampaio.
Sócia da União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa.
Menção honrosa no Concurso Nacional Coplaven de Literatura, promoção do Clube Brasileiro de Literatura. Menção honrosa nos concursos JOSÉ DÉCIO FILHO(1983), do Governo do Estado e HUGO DE CARVALHO RAMOS(1984-1985), da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Estudada na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura de Goiás.
Apesar de sua importância, não é mencionada no “DICIONÁRIO DE MULHERES”, de Hilda Agnes e nem no livro “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”, de Heloísa Hollanda e Lúcia Araújo, bem como em “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher, nem mesmo no DICIONARIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho.
Não é também suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Faleceu em Goiânia, onde também foi sepultada, no dia 25.05.2005, com 72 anos de idade.



QUINTO OCUPANTE DA CADEIRA 16-LUIZ PARANHOS(LUIZ AUGUSTO PARANHOS SAMPAIO), de Catalão, Goiás, 15.07.1937, escreveu, enre outros, "COMO SE TORNAR SECRETÁRIO DE ESTADO E PERMANECER NO CARGO"(1978), “APONTAMENTO DE GEOGRAFIA GERAL”(1995), “CAFÉ CENTRAL”(CRÔNICAS-1965), “MATÉRIAS ESTRANHAS CASUISMOS NOS TEXTOS CONSTITUCIONAIS BRASILEIROS”(1988), “COMENTÁRIOS À NOVA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA”(1989), “CRÔNICAS MALICIOSAS”(1999), “APONTAMENTOS SOBRE O CÓDIGO DE CONDUTA DA ALTA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA FEDERAL”(2001), “PROCESSO ADMINISTRATIVO”(2002), “CRÔNICAS QUASE DIDÁTICAS”(2004), “OPINIÕES DA IMPRENSA”(2004), “ESTATUTO DO IDOSO COMENTADO”(2004), “DUAS ÉPOCAS-DOIS VULTOS ILUSTRES”(2004), “EMOÇÕES DO RETORNO”(2005), “GABRIELA MISTRAL-O CANTO NOSTALGICO DOS ANDES”(2005), “PARA LER NA SALA DE ESPERA”(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Na condição de Vereador, foi Presidente da Câmara Municipal de Goiânia.
Advogado, Escritor, Professor. Político, Pensador, Intelectual. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Jornalista, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta.
Fez uso do pseudônimo Paulo Paranoá, com o qual escreveu artigos para jornais e revistas.
Referenciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Academia Goiana de Direito, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presidente do Instituto Cultural Brasil-Chile. Vice-Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na Antologia VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz, em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e na ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo, bem como em ASPECTOS DA CULTURA GOIANA, de Ático Frota Vilas Boas da Mota e Modesto Gomes.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Foi vinculado à Advocacia Geral da União. Consultor Jurídico do Ministério do Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, bem como do Ministério da Agricultura e da União. Foi Professor do Ateneu Dom Bosco, da Escola Técnica Federal, do Colégio Estadual Pedro Gomes, etc.
Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 15 de julho de 1937. Filho de Duílio Sampaio e Helena Paranhos Sampaio.
Iniciou, em 1944, os estudos primários em sua terra natal, com a sua prima Palmira Porto Guimarães Rodovalho e depois com a professora Yayá Santana(Rosentina de Santana) e o curso ginasial no Colégio Presidente Roosevelt. No Colégio Ateneu Dom Bosco, de Goiânia, terminou também o científico.
Formou-se em Letras Neolatinas, em 1958, na Universidade Católica de Goiás. Em 1960, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás.
Especialista em Direito Civil e Processo Civil, pela UFG.
Professor do Ateneu Dom Bosco, da Faculdade de Ciências Econômicas e da Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas.
Delegado Federal da COBAL(Companhia Brasileira de Alimentos), em 1960. Vereador de Goiânia, em 1962. Líder do Prefeito Hélio de Brito e Presidente da Câmara Municipal de Goiânia.
Consultor Jurídico da Prefeitura Municipal de Goiânia. Juiz do Tribunal de Justiça Desportiva.
Fundou, junto com outros, o Instituto Brasileiro de Direito Municipal, a Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas e o Instituto Goiano de Direito Agrário.
Foi Chefe de Gabinete da Secretaria de Planejamento do Governo de Goiás.
Foi professor da Faculdade Anhanguera, além de outras instituições acima referidas.
Na Academia Goiana de Letras, ocupa a Cadeira l6, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, tendo sido titular Zoroastro Artiaga, além de Regina Lacerda. Esta Cadeira foi ocupada também por Lygia de Moura Rassi.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



CADEIRA 17
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Maria Machado de Assis- PATRONO(Rio de Janeiro, 21.06.1839).
Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 05.10.1902).
Jaime Câmara(Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 16.07.1909).
Benedito Odilon Rocha(Corumbá de Goiás, 07.04.1916).
Antonio José de Moura(Mambaí, Goiás, 30.07.1944).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 17-MACHADO DE ASSIS(JOAQUIM MACHADO DE ASSIS), do Rio de Janeiro, RJ, 21.06.1839, escreveu, entre outros, CRISALIDAS(Poesia-1864), FALENAS(Poesia-1870), CONTOS FLUMINENSES(1870), RESSURREIÇÃO(Romance-1872), HISTORIAS DA MEIA-NOITE(Contos-1873), IAIÁ GARCIA(Romance-1878), MEMORIAS POSTUMAS DE BRAS CUBAS(Romance-1881), DOM CASMURRO(Romance-1900), MEMORIAL DE AIRES(Romance-1908), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho de Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Perdeu a mãe muito cedo. Pouco se conhece de sua infância e adolescência. Foi criado no morro do Livramento, no Rio de Janeiro e ajudou a celebrar Missa na igreja da Lampadosa.
Em 1855, com 16 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o poema "ELA", no jornal de Francisco de Paula Brito, MARMOTA FLUMINENSE, datado de 12.01.1855.
Em 1856, entrou para o jornal IMPRENSA NACIONAL, como aprendiz de tipógrafo. Conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor. Em 1859, com 20 anos, já era revisor e colaborador no CORREIO MERCANTIL.
Em 1860, a convite de Quintino Bocaiúva, passou para a redação do DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO. Passou a escrever regularmente também para a revista O ESPELHO, onde estreou como crítico teatral. Colaborou com A SEMANA ILUSTRADA, entre 1860 e 1875. Foi colaborador do JORNAL DAS FAMÍLIAS, no qual publicava seus contos.
Em 1861, com 22 anos de idade, publicou seu primeiro livro, na tipografia de Paula Brito, com o título QUEDA QUE AS MULHERES TÊM PARA OS TOLOS, mas o nome de Machado aparecia aí como tradutor.
Em 1862, tornou-se Censor Teatral, cargo que lhe dava ingresso livre nos teatros. Começou também a colaborar no jornal O FUTURO, órgão dirigido por Faustino Xavier de Novais, irmão de sua futura esposa. Seu primeiro livro de poesias, CRISÁLIDAS, saiu em 1864, quando tinha 25 anos.
Em 1867, com 28 anos, foi nomeado ajudante do diretor de publicação do DIÁRIO OFICIAL. Em 12.11.1869, com 30 anos de idade, casou-se com Carolina Augusta Xavier de Novais, irmã de Faustino Xavier de Novais. Em 1872, publicou seu primeiro romance RESSURREIÇÃO.
Ainda em 1872, foi nomeado primeiro oficial da Secretaria de Estado do Ministério da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, iniciando assim a carreira de burocrata que lhe seria até o fim o meio principal de sobrevivência.
Em 1874, começou a publicar, no jornal O GLOBO, de Quintino Bocaiúva, em folhetins, o romance A MÃO E A LUVA. Intensificou a colaboração em jornais e revistas, como O CRUZEIRO, A ESTAÇÃO, REVISTA BRASILEIRA, escrevendo crônicas, contos, poesia, romances, que iam saindo em folhetins e depois eram publicados em livros.
Teve sua peça TU, SÓ TU, PURO AMOR, levada à cena no Imperial Teatro Dom Pedro II, em junho de 1880, por ocasião das festas organizadas pelo Real Gabinete Português de Leitura para comemorar o tricentenário de Camões.
De 1881 a 1897, quando tinha 58 anos, publicou na GAZETA DE NOTÍCIAS as suas melhores crônicas. Em 1881, foi convidado pelo Ministro interino da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, Pedro Luis Pereira de Sousa, para seu Oficial de Gabinete. Ainda em 1881, saiu também o livro MEMÓRIAS PÓSTUMAS DE BRÁS CUBAS, que ele publicara em folhetins na REVISTA BRASILEIRA de 15.03.1879 a 15.12.1880.
Revelou-se também extraordinário contista em PAPÉIS AVULSOS, de 1882 e nas várias coletâneas de contos que se seguiram. Em 1889, com 50 anos, foi promovido a diretor da Diretoria do Comércio no Ministério em que servia.
Do grupo de intelectuais que se reunia na Redação da REVISTA BRASILEIRA, e principalmente de Lúcio de Mendonça, partiu a idéia da criação da Academia Brasileira de Letras, projeto que Machado de Assis apoiou desde o início.
Compareceu às reuniões preparatórias e no dia 28.01.1897, quando se instalou a Academia, foi eleito presidente da instituição, à qual ele se devotou até o fim da vida.
Com as dezenas de obra que publicou, tornou-se o escritor maior das letras brasileiras e um dos maiores autores da literatura de língua portuguesa. Enquanto vida teve, suas obras foram publicadas pela LIVRARIA GARNIER. Em 1936, W. M. Jackson, do Rio de Janeiro, publicou as Obras completas, em 31 volumes. Raimundo Magalhães Júnior organizou e publicou, pela Civilização Brasileira, os seguintes volumes de Machado de Assis: CONTOS E CRÔNICAS (1958), CONTOS ESPARSOS (1966), CONTOS ESQUECIDOS (1966), CONTOS RECOLHIDOS (1966), CONTOS AVULSOS (1966), CONTOS SEM DATA (1966), CRÔNICAS DE LÉLIO (1966), DIÁLOGOS E REFLEXÕES DE UM RELOJOEIRO (1966).
Outros trabalhos: Desencantos, comédia (1861); Queda que as mulheres têm para os tolos, sátira em prosa (1861); Teatro, volume que se compõe de duas comédias, O protocolo e O caminho da porta (1863); Quase ministro, comédia (s.d.); Crisálidas, poesia (1864); Os deuses de casaca, comédia (1866); Falenas, poesia (1870); Contos fluminenses (1870); Ressurreição, romance (1872); Histórias da meia-noite, contos (1873); A mão e a luva, romance (1874); Americanas, poesia (1875); Helena, romance (1876); Iaiá Garcia, romance (1878).
Memórias póstumas de Brás Cubas, romance (1881); Tu, só tu, puro amor, comédia (1881); Papéis avulsos, contos (1882); Histórias sem data (1884); Quincas Borba, romance (1891); Várias histórias (1896); Páginas recolhidas, contos, ensaios, teatro (1899); Dom Casmurro, romance (1899); Poesias completas (1901); Esaú e Jacó, romance (1904); Relíquias da casa velha, contos, crítica, teatro (1906); Memorial de Aires, romance (1908).
Publicações póstumas: Crítica (1910); Outras relíquias, contos, crítica, teatro (1932); Crônicas, quatro volumes (1937) ; Correspondência (1932); Crítica literária (1937); Páginas escolhidas (1921); Casa velha (1944).
Em 1975, a Comissão Machado de Assis, instituída pelo Ministério da Educação e Cultura e encabeçada pelo presidente da Academia Brasileira de Letras, organizou e publicou, também pela Civilização Brasileira, as Edições críticas de obras de Machado de Assis, em 15 volumes, reunindo contos, romances e poesias desse escritor máximo da literatura brasileira.
Jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo. Faleceu também no Rio de Janeiro, em 29.09.1908, com 69 anos de idade.
É o fundador, não só da Academia, mas também da Cadeira 23, da Academia Brasileira de Letras. Ocupou, por mais de dez anos, a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Sua Cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono José de Alencar, Fundador(ele mesmo, Machado de Assis), sendo também ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Foi Presidente da Academia Brasileira de Letras entre 1897 e 1908.
Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA(que lhe dedicou 9 páginas), de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Na Academia Goiana de Letras é o Patrono da Cadeira 17, que tem como Fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, bem como Benedito Odilon Rocha. Esta Cadeira hoje(2007), é ocupada por Antonio José de Moura.



FUNDADOR DA CADEIRA 17-JOAQUIM CARVALHO(JOAQUIM CARVALHO FERREIRA DE AZEVEDO), de Vila Boa-Goiás Velho, 05.10.1902, escreveu, entre outros, "PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS", sem dados biográficos no livro.
Professor da Faculdade de Direito de Goiaz, na antiga Capital do Estado, bem como na Nova Capital, Goiânia. Docente de Direito Administrativo da Faculdade de Direito da Universidade Católica. Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Advogado, Jornalista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa e da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, tendo sido titular Jaime Câmara, bem como Benedito Odilon Rocha, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Encontra-se em POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), a 5 de outubro de 1902 e morreu em Goiânia, em 4 de março de 1970, com 68 anos de idade.
Filho de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo e de Virgínia Carvalho Ferreira. Matriculou-se, em 1909, na escola de Pacífica Josefina de Castro, MESTRA NHOLA. Concluiu o curso ginasial, em 1920, no Liceu de Goiás, entrando para a Faculdade de Direito no ano seguinte.
Em 1924, foi nomeado Diretor-Gerente do jornal “CORREIO OFICIAL”.
Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Goiás, ainda na velha capital(Goiás Velho), em 1926, com 24 anos de idade. No ano seguinte prestou concurso para a cadeira de História do Brasil no Liceu de Goiás, tornando-se seu Professor.
Em 23 de maio de 1928, com 26 anos, casou-se com Antonieta Perilo, com quem teve a filha Maria Ecilme.
Para chegar a Professor Catedrático do Liceu, em 1929, defendeu a tese “Formação dos Limites do Brasil e Antecessores de Cabral”.
Tornou-se, em 1931, Professor da Escola Normal de Goiás Velho e leciona Economia Política, na Faculdade de Direito.
Juntamente com outros, funda, em 1933, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e passa a dirigir o jornal “A RAZÃO”.
Transferiu-se para Goiânia, em 1937, continuando nas atividades magisteriais e também no jornalismo.
Foi, em 1939, um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis e de que foi Titular Jaime Câmara, bem como Benedito Odilon Rocha, sendo hoje(1998) ocupada por Antonio José de Moura, o “MOURINHA”.
Torna-se Diretor, em 1946, do Serviço de Fomento Agrícola Federal, em Goiás.
Com a morte de José Honorato da Silva e Souza, em 1952, foi nomeado Diretor da Faculdade de Direito, chegando a Vice-Reitor da Universidade Federal de Goiás.
Em 1961, já aposentado do magistério, assumiu o Departamento de Expansão Cultural do Estado. Quando estourou a Revolução de 1964, era Diretor do Departamento de Educação do Estado de Goiás.
No dia 4 de março de 1970, faleceu em Goiânia, com 68 anos de idade.
Deixou publicados, vários livros, entre os quais, “Os Bispos de Goiás”, “Presidentes e Governadores de Goiás” e “História Militar de Goiás”.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 17-JAIME CÂMARA(JAIME CÂMARA), de Baixa Verde(JOÃO CAMARA), região de Jardim de Angicos e Cauaçu, 16.07.1909, escreveu, entre outros, "NOS TEMPOS DE FREI GERMANO"(1974), "OS TEMPOS DA MUDANÇA"(1967), “CADEIRA Nº 17”(1971), “NA ACADEMIA DE LETRAS E ARTES DO PLANALTO”(1977), “NO INSTITUTO HISTORICO E GEOGRAFICO DE GOIÁS”(1978).
Deputado Federal pelo Estado de Goiás, onde também foi Secretário de Estado. Fundador da Organização Jaime Câmara de Rádio e Televisão, incluindo O POPULAR, JORNAL DE BRASÍLIA, JORNAL DO TOCANTINS, RÁDIO ANHANGUERA, RÁDIO EXECUTIVA, TELEVISÃO ANHANGUERA, TELEVISÃO TOCANTINS, ETC.
Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter trazido para o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, toda a estrutura da Organização Jaime Câmara, através do jornal, rádio e televisão.
Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal(Brasília), presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico).
Escritor, Ensaísta, Memorialista. Jornalista, Industrial, Empresário. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Cronista, Contista, Pesquisador. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo como titular Benedito Odilon Rocha, sendo hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Sócio da Academia Brasiliense de Letras, da Associação Brasileira de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da União Brasileira de Escritores, de que foi seu presidente, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Paulista de Imprensa, Academia de Letras e Artes de Luziânia.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas, que, inclusive, tem o seu nome: BIBLIOTECA JORNALISTA JAIME CÂMARA.
Também em sua homenagem, a Academia Tocantinense de Letras, criou a COMENDA JAIME CÂMARA, destinada a pessoas que se destaquem como amigos da Academia.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Baixa Verde, Rio Grande do Norte, a 16 de julho de 1909. Filho de Joaquim Rebouças de Oliveira Câmara e de Maria Melquíades de Miranda Câmara.
Iniciou os estudos primários, em 1916, transferindo-se, em 1918, para o Colégio Santo Antonio, de Natal, Capital do Estado do Rio Grande do Norte.
Em 1930, transferiu-se para Goiás, via Planaltina, onde se encontrava seu irmão Joaquim Câmara Filho.
Seguindo para Vila Boa(Goiás Velho), trabalhou, inicialmente, como datilógrafo da Loteria Goiana.
Junto com outros, fundou, em 1931, o TIRO DE GUERRA de Vila Boa.
Dois anos mais tarde, em 1932, foi nomeado revisor gráfico da Imprensa Oficial, onde viu despertar a vocação para o jornalismo.
Em 1934, com outros companheiros, fundou a Associação Goiana de Imprensa. Com a finalidade de explorar o ramo gráfico, fundou, em 1935, com Henrique Pinto Vieira, uma firma comercial.
Com a mudança da Capital do Estado para Goiânia, comprou a parte de seu sócio e, transferiu-se em 1937, para a nova cidade juntamente com seu irmão Joaquim e no ano seguinte, 1938, fundou o jornal O Popular, com edição semanal.
Participou da fundação do Automóvel Clube de Goiás, em Goiânia, em 1937. Foi eleito, em 1943, Presidente da Associação Comercial do Estado de Goiás. No mesmo ano, no dia 6 de setembro, com 34 anos, casou-se com Maria Célia Guimarães, com quem teve, entre outros, Jaime Câmara Junior.
Iniciou, em 1947, a construção do Edifício-Sede da Associação Comercial, na Avenida Goiás.
Em 1955 fundou, com outras pessoas, a Rádio Anhanguera, no mesmo ano em que foi secretário de Viação e Obras Públicas.
No mês de dezembro de 1955, faleceu seu irmão mais velho Joaquim Câmara Filho.
Pela Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, em 1957, recebe o título de “CIDADÃO GOIANO”.
Em 1958 foi eleito Prefeito de Goiânia, sob a sigla do PSD. Diretor do Banco do Estado de Goiás, em 1961. Fundou, junto com outros, em 1962, a Faculdade de Ciências Econômicas.
Presidente da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO), em 1964, quando também fundou a Televisão Anhanguera.
Inicia a construção da sede própria do Instituto Artesanal dos Cegos de Goiás, em 1968, exercendo a sua presidência durante algum tempo.
No dia 1º de julho de 1970, com 61 anos de idade, tomou posse na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis e de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, sendo titular Benedito Odilon Rocha, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Após viajar por vários países da Europa, fundou, em 1972, na Capital da República, o JORNAL DE BRASÍLIA.
Em fevereiro de 1973, faleceu seu irmão Vicente Rebouças.
Em 1974, foi eleito Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Como Deputado Federal em várias ocasiões, foi também responsável pelo projeto que criou nas escolas, a cadeira “EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA”. Torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(1978).
No dia 19 de março de 1983, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Goiás(FIEG), proferiu o discurso de recepção ao escritor Mário Ribeiro Martins que tomava posse na Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras.
Tornou-se o titular da mais sólida empresa de comunicação de massa de todo o Estado, reunindo “O Popular”, “Rádio Anhanguera”, “Rádio Araguaia”, “Rádio Executiva”, “Rádio Jornal de Brasília”, “Televisão Anhanguera”.
E mais ainda, a “Televisão Tocantins” (Anápolis), “Televisão Riviera” (Rio Verde), “Televisão Rio Vermelho”(Luziânia), “Televisão Pirapitinga”(Catalão), “Televisão Paranaíba” (Itumbiara), “Jornal do Tocantins”(Araguaína/Palmas), “Jornal de Brasília” (DF), etc.
Em 1982 foi eleito, pelo PDS, deputado federal.
Ao falecer, em 29 de outubro de 1989, com 80 anos de idade, deixou à frente da ORGANIZAÇÃO JAIME CÂMARA, seu filho Jaime Câmara Júnior.
Em sua homenagem, foi criada em Goiânia, cidade em que viveu, a Fundação Jaime Câmara, administrada pelos seus filhos e netos.
Sobre ele e com o título “JAIME CÂMARA E OS TEMPOS DA MUDANÇA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Pelos relevantes serviços prestados ao Estado do Tocantins, seu nome foi colocado na principal biblioteca de Palmas que foi inaugurada com o título de “BIBLIOTECA MUNICIPAL JORNALISTA JAIME CÂMARA”, hoje localizada no Espaço Cultural de Palmas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 17-ODILON ROCHA(BENEDITO ODILON ROCHA), de Corumbá de Goiás, 07.04.1916, escreveu, entre outros, "50 ANOS DE POESIA"(1988).
Seus filhos Hélio Rocha, Reinaldo Rocha, Ana Cláudia Rocha e Eduardo Rocha tornaram-se também respeitáveis jornalistas. Maria das Graças, Laila e Beatriz Rocha formaram-se professoras. Edgar Rocha tornou-se médico e Paulo Rocha formou-se engenheiro.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Jornalista, Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Contista, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe.

Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como no livro CONTOS E NOVELAS, de Graciliano Ramos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Corumbá de Goiás, no dia 7 de abril de 1916. Filho de Francisco da Silva e de Eudóxia das Dores Rocha.
Iniciou, em 1922, os estudos primários com sua mãe, concluindo na Escola Pública Estadual do Sexo Masculino, com a professora Ovídia da Costa Campos, em Corumbá de Goiás.

Em 1929, tornou-se aluno interno do Ginásio Anchieta de Bonfim(Silvânia), onde funda, juntamente com Hélio Araújo Lobo, o jornal “VOZ JUVENIL”.
Entre seus professores de literatura, na época, estava Vítor Coelho de Almeida. Já formado, retornou à sua terra natal, em 1937, tornando-se professor da Escola Pública Estadual e do Grupo Escolar João Mendes.
Em 1939, com 23 anos, foi nomeado Secretário da Prefeitura Municipal de Corumbá de Goiás, casando-se no dia 15 de julho do mesmo ano, com Ana Valle, com quem teve os filhos acima referidos.
Assumiu, em 1940, o cargo de Delegado Municipal de Recenseamento. Nos anos seguintes, deixa o magistério e a Prefeitura, fazendo-se comerciante de “secos e molhados”.
Em 1947, foi eleito Prefeito Municipal de Corumbá de Goiás, renunciando ao cargo em maio de 1950, quando se mudou para Goiânia.
Já na Capital do Estado, tornou-se funcionário do Ministério da Agricultura e da Faculdade de Filosofia, fundada por Dom Emanuel Gomes de Oliveira.
Em 1952, com 36 anos de idade, concluiu o curso científico no Atheneu Dom Bosco, de Goiânia.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1957, com 41 anos, na Faculdade de Direito da Rua 20, hoje pertencente à Universidade Federal de Goiás.
Em 1964, tornou-se Assessor Jurídico da Delegacia Federal de Agricultura, em Goiás, aposentando-se nesta função no dia 12 de agosto de 1988, com 72 anos.
No dia 25 de maio de 1990, com 74 anos, foi empossado na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Um de seus contos, foi publicado no livro de Graciliano Ramos “ANTOLOGIA, CONTOS E NOVELAS”, 3º volume.
Faleceu em 02 de setembro de 1990, com 74 anos de idade, enquanto sua esposa Ana Vale Rocha morreu oito anos depois, em 1998, com 75 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 17-ANTONIO JOSÉ DE MOURA(ANTONIO JOSÉ DE MOURA), de Mambaí, Goiás, 30.07.1944, escreveu, entre outros, "DIAS DE FOGO" (ROMANCE-1983), "NOTÍCIAS DA TERRA"(CONTOS-1978), "PORTA SEM CHAVE" (POEMAS-1970), "QUILÔMETRO UM"(POEMAS-1965), "SETE LÉGUAS DE PARAÍSO"(ROMANCE-1989), "UMBRA"(ROMANCE-1996), “MAGRINHA”(2001), “MULHERES DO RIO”(2003), “CENAS DE AMOR PERDIDO”(2006).
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás.
Advogado, Procurador do Estado, Jornalista Profissional. Escritor, Ensaísta, Poeta. Contista, Cronista, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Conferencista.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em muitas antologias nacionais e internacionais. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Ocupa também a Cadeira l7, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, assim como Benedito Odilon Rocha.
Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Estudado na SUMÚLA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Mambaí, Goiás, no dia 30 de julho de 1944. Filho de Joaquim José de Moura e Maria Donata de Moura.
Iniciou, em 1951, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, mudou-se com a família para Goiânia, indo morar em Campinas.
Na Capital do Estado, estudou em diferentes colégios, formando-se em Contabilidade na Escola Técnica de Comércio de Campinas, bairro de Goiânia.
Matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, onde se bacharelou em 1970, com 26 anos, tornando-se Advogado.
Foi redator do Suplemento Literário do jornal “O POPULAR”.
Também dedicado ao jornalismo, publicou, em 1965, “QUILÔMETRO UM”, seu primeiro livro de poesia.
No ano de sua formatura, 1970, editou o segundo livro “PORTA SEM CHAVE”, muito bem recebido pela crítica.
Detentor do PRÊMIO FÉLIX DE BULHÕES, da Academia Goiana de Letras e do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Seu primeiro livro de contos, “NOTÍCIAS DA TERRA”, foi publicado em São Paulo, em 1978.
“DIAS DE FOGO”, seu primeiro romance, foi editado em São Paulo, no ano de 1983 e foi ganhador do PRÊMIO FERNANDO CHINAGLIA, MENÇÃO ESPECIAL.
O segundo romance, “SETE LÉGUAS DE PARAÍSO”, foi publicado em 1989, no Rio de Janeiro.
Ganhador do PRÊMIO STATUS DE LITERATURA LATINO-AMERICANA, em 1982.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, ocupa a Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, tendo sido fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, anteriormente ocupada por Jaime Câmara e também por Benedito Odilon Rocha.
Seu mais recente romance, “UMBRA”, foi editado em São Paulo, em 1997.
Advogado e Jornalista, aposentou-se como Procurador do Estado de Goiás. Membro do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 18
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Olegário Herculano da Silveira Pinto- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 16.03.1857).
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 14.04.1875).
Bernardo Elis Fleuri de Campos Curado(Corumbá de Goiás, Goiás, 15.11.1915).
Miguel Jorge(Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 16.05.1933).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 18-HERCULANO DA SILVEIRA(OLEGÁRIO HERCULANO DA SILVEIRA PINTO), de Vila Boa-Goiás Velho, 16.03.1857, escreveu, entre outros, “O REESTABELECIMENTO DA NAVEGAÇÃO NO ARAGUAYA”, “INTERESSES DE GOIÁS”, “DAMIANA DA CUNHA”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Vinculado ao Tocantins, por ter navegado pelo Rio Araguaia, passando por Araguacema, estudando a viabilidade econômica de sua navegação, quando Governador de Goiás, em 1917.
Publicou também "INTERESSES DE GOIÁS", “MEMÓRIA JUSTIFICATIVA DOS LIMITES DE GOIAZ, COM OS ESTADOS DE MATTO-GROSSO, MINAS GERAIS, PARÁ E BAHIA”, este, juntamente com José Carlos de Carvalho e Henrique Silva.
Senador da República pelo Estado de Goiás(1921/1930). Presidente Republicano do Estado de Goiás durante um ano, em l9l3 e seu Governador até 1917.
Advogado. Capitão Reformado do Exército Brasileiro. Comandante de Brigada da Guarda Nacional. Construiu a Estrada de Ferro Central de Pernambuco.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Engenheiro Civil.
Construtor da Estrada de Ferro Grão-Pará. Professor da Escola Militar do Ceará. Deputado Federal. Membro da Comissão de Agricultura, Comércio, Indústria e Artes, do Senador Federal.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 18, cujo fundador foi Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, tendo sido titular Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos.
Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, além de PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira, bem como em SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro.
Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É mencionado em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 16 de março de 1857. Filho de João José da Silveira Pinto e de Josefa Joaquina da Silveira Pinto.
Iniciou o curso primário, em 1864, mas ingressou no Liceu de Goiás, em 1868. Junto com outros estudantes, em 1873, fundou o jornal AURORA.
Em 1873, seguiu para o Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Militar, tornando-se Alferes em 1878, com 23 anos.
Promovido a Tenente, em 1881, colou grau como Engenheiro Civil na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, em 1882, com 27 anos.
Transferido para São Paulo, ingressou na Faculdade de Direito, em 1885. Mandado para Fortaleza, tornou-se, em 1888, Professor de Lingua Vernácula na Escola Militar do Ceará.
Em 1889, já no Recife, foi promovido ao posto de Capitão e Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Recife.
Transferiu-se para a Reserva do Exército, em 1891, assumindo a Direção da Estrada de Ferro de Pernambuco.
Tornou-se Engenheiro da Estrada de Ferro do Grão-Pará, em 1893 e ainda da Estrada de Ferro Paranaguá-Curitiba e Mauá-Petrópolis.
Em 1902, torna-se Coronel Comandante da Brigada da Guarda Nacional da Capital da República, Rio de Janeiro.
No dia 2 de março de 1913, foi eleito Presidente do Estado de Goiás(Governador), permanecendo no cargo até 1917, quando pede licença de seis meses para tratamento de saúde, não mais retornando.
Como Governador, percorreu o Rio Araguaia, passando por Santa Maria do Araguaia (Araguacema), estudando o restabelecimento comercial da navegação.
Eleito Deputado Federal, por Goiás, em 1918, alcançou em 1921, sua eleição para Senador da República, representando o Estado de Goiás.
Voltou a ser eleito Deputado Federal, em 1924, e novamente eleito Senador, em 1926. Como jornalista, foi colaborador do BRASIL CENTRAL, do CORREIO DA TARDE, do GAZETA DA TARDE e do JORNAL DO BRASIL.
No dia 13 de agosto de 1929, faleceu no Rio de Janeiro, com 74 anos de idade.
Foi casado com Olimpia de Aquino e Castro, com quem teve uma filha chamada Antonieta da Silveira Castro. Sua casa residencial no Rio de Janeiro, foi doada ao Hospital de Caridade, de Goiás Velho, antiga Vila Boa, sua terra natal.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 18, cujo fundador foi Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, sendo Titular Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 18-FRANCISCO AZEVEDO(FRANCISCO FERREIRA DOS SANTOS AZEVEDO), de Vila Boa, Goiás Velho, 14.04.1875, escreveu, entre outros, "ANNUÁRIO HISTÓRICO, GEOGRÁPHICO E DESCRIPTIVO DO ESTADO DE GOYÁZ PARA 1910", “CARTA GEOGRÁFICA DE GOIÁS(1903), “PÁGINAS ÁRIDAS”, “CONSIDERAÇÕES GERAIS SOBRE AS QUANTIDADES NEGATIVAS”, “DATA GREGORIANA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL”, “ANO INAUGURAL DA ERA CRISTÔ, “DICIONÁRIO ANALÓGICO DA LÍNGUA PORTUGUESA-IDÉIAS AFINS” (1950), “GRANDE DICIONÁRIO ANALÍTICO DA LÍNGUA PORTUGUESA”.
Engenheiro Civil. Para escrever o seu ANUÁRIO, visitou, entre 1908 e 1909, o Norte de Goiás, hoje Tocantins, em especial as cidades de Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc.
Formou-se na Escola de Minas, de Ouro Preto. Deputado Provincial. Jornalista. Professor de Geografia do Liceu de Goiás. Pesquisador de minérios nos rios Tesoura, Água Limpa, Vermelho, Itapirapuã, Peixe, Crixás e Santa Maria.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Dicionarista, Gramático, Historiador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Goiana de Letras, Cadeira 18, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto, tendo sido titular Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e na ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás a 14 de abril de 1875 e morreu na mesma cidade em 15/11/1942, com 67 anos. Filho de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo e de Rita Brandão Ferreira.
Iniciou o curso primário em sua terra natal, em 1881, matriculando-se no Liceu, em 1885.
Aos 15 anos foi matriculado na Escola Militar, no Rio de Janeiro, chegando a Cedete, mas não correspondeu, por lhe faltar vocação para a carreira das armas.
Para se manter, depois de retornar a Vila Boa, em 1891, conseguiu emprego nos Correios e Telégrafos, mas foi transferido para São Paulo, onde não se adaptou.
Ajudado por Leopoldo de Bulhões, que reconhecia todo o seu potencial, mudou-se, em 1895, para Ouro Preto, Minas Gerais, onde fez o curso de Agrimensura, na famosa Escola de Minas.
Em 1896, foi nomeado Engenheiro do Estado. Já mais maduro e experiente, organizou a “Carta Geográfica de Goiás”, que seria impressa em 1904, mas duramente criticada por Henrique Silva no jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”, de Uberaba.
Além de Engenheiro e Pesquisador, foi professor do Liceu de Goiás e seu Diretor. Em 1907, tornou-se professor da Escola Normal de Vila Boa, bem como Diretor.
Entre 1908 e 1909, percorreu cidades e rios do norte de Goiás, hoje Tocantins, onde fez pesquisas para o seu ANUÁRIO que foi publicado em 1910, descrevendo cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc.
Foi também professor do Colégio Santana e do Seminário Santa Cruz, ambos em Goiás Velho. Em 1921, foi nomeado Diretor do Liceu de Goiás, deixando, no entanto, a direção do mesmo em 1930, para assumir a Direção da Escola Normal.
Junto com outros, fundou em 1933, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ainda em Goiás Velho.
Em 1939, com 64 anos, foi um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira 18, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto e de que foi Titular Bernardo Élis Fleury de Campos Curado, sendo hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Deixou, inédito, “O Grande Dicionário Analítico de Língua Portuguesa”, cujos originais mereceram edificantes elogios da Academia Brasileira de Letras.
Na Antiga Capital do Estado, em 1904, sob a Presidência de Eurídice Natal e Silva, fundou a primeira Academia de Letras de Goiás, quando a cidade tinha catorze mil habitantes e São Paulo tinha quinze mil.
Em 1909, foi eleito Deputado Estadual, mas não chegou a tomar posse, em virtude da revolução. Na administração pública, exerceu cargos de relevância.
Viveu sempre em Goiás Velho, sua terra natal, onde também faleceu, a 15 de novembro de 1942, com 67 anos de idade. Foi casado com Virginia Carvalho, com quem teve os filhos José, Joaquim, Emanuel, Rita, Messias, Pedro, Paulo, João e Terezinha.
Seu DICIONÁRIO ANALÓGICO DA LINGUA PORTUGUESA, foi publicado após a sua morte, em São Paulo, pela Companhia Editora Nacional, em 1950.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 18-BERNARDO ÉLIS(BERNARDO ÉLIS FLEURY DE CAMPOS CURADO), de Corumbá de Goiás, 15.11.1915, escreveu, entre outros, "O TRONCO"(1956),"ERMOS E GERAIS"(1944), "PRIMEIRA CHUVA"(1955), "VERANICO DE JANEIRO"(1966), "CAMINHOS DOS GERAIS"(1975), "CAMINHOS E DESCAMINHOS" (1965), "MARECHAL XAVIER CURADO, CRIADOR DO EXÉRCITO NACIONAL"(1973), "AS TERRAS E AS CARABINAS", "ANDRÉ LOUCO"(1978), "DEZ CONTOS ESCOLHIDOS", "CHEGOU O GOVERNADOR", "JECA-JICA"(1986), "GOIÁS EM SOL MAIOR"(1985), "APENAS UM VIOLÃO"(1984), "OS ENIGMAS DE BARTOLOMEU ANTONIO CORDOVIL"(1980), "DESEMPENHO DAS ACADEMIAS DE LETRAS NO BRASIL", "VILA BOA DE GOIÁS: ESTUDOS SOCIAIS"(1979).
Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter escrito o romance “O TRONCO”, publicado pela primeira vez em 1956 e hoje com várias edições, focalizando a briga de São José do Duro, hoje Dianópolis, entre a polícia militar de Goiás e a família do Coronel Abílio Wolney.
O romance, como se sabe, terminou por se transformar em filme, dirigido por João Batista de Andrade, tendo, entre outros artistas, o ator Antônio Fagundes que fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama.
Quando tinha 22 anos de idade, em 1937, esteve em Pedro Afonso, no hoje Estado do Tocantins. Não conseguindo realizar o seu intento, de bom emprego público, dirigiu-se para Goiânia, tornando-se Secretário da Prefeitura Municipal e iniciando ali a sua carreira literária.
Professor, Jornalista, Advogado. Diretor do Instituto Nacional do livro, em Brasília. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Poeta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista.
Destacado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi professor da Escola Técnica Federal e da Universidade Federal de Goiás. Membro do Conselho Federal de Cultura, da Associação Nacional de Escritores, da Academia Goiana de Letras, Cadeira l8, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto, de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu presidente e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras na Cadeira 01, concorrendo com o Ex-Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado no livro DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.
Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Corumbá de Goiás, a 15 de novembro de 1915. Filho de Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado. Transferiu-se para Goiás Velho, em 1921, estudando no Grupo Escolar de Vila Boa e depois com o professor Alcides Ramos Jubé, em 1929.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1930, passando a interessar-se por literatura, quando também faz o Tiro de Guerra.
Em 1934, publicou o poema "A Chaminé", no jornal que havia fundado "O Liceu".
Designado Escrivão de Polícia de Anápolis, em 1936, mudou-se para esta cidade, onde continuou a escrever poemas e histórias, imaginadas a partir de "A Bagaceira", de José Américo.
Após trabalhar no Cartório do Crime em Corumbá, dirigiu-se para Pedro Afonso, Norte de Goiás, em 1937, onde tentou viver com um cargo político, na Inspetoria da Fazenda, sob a administração do político José de Souza Porto.
De lá, devidamente recomendado, foi para Goiânia como Secretário da Prefeitura Municipal, em 1939.
No ano seguinte(1940), matriculou-se na Faculdade de Direito e publicou alguns contos na revista "O Malho", do Rio, bem como trabalhou na revista “OESTE”, em 1942.
Em 1944, lançou "Ermos e Gerais", pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, PRÊMIO que havia sido instituído pelo primeiro Prefeito de Goiânia, Professor Venerando de Freitas.
No mesmo ano(1944), casou-se em Morrinhos, com Violeta Metran, de quem se separou muito posteriormente.
Bacharel em Direito, em 1945, participou do 1º Congresso de Escritores na cidade de São Paulo, tornando-se nesse mesmo ano, professor da Escola Técnica Federal de Goiânia.
Em 1947, com 32 anos, tomou posse na Academia Goiana de Letras, na Cadeira nº 18, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto e de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, sendo hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Está vinculado ao Estado do Tocantins, pelo fato de ter contado a história da Quinta-Feira sangrenta, ocorrida em São José do Duro, hoje Dianópolis, em seu famoso romance “O TRONCO”, depois transformado em filme.
Eleito Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1964, com 49 anos.
Pelos seus livros, recebeu o "Prêmio José Lins do Rego", "Prêmio Jabuti", "Prêmio Afonso Arinos", "Prêmio Sesquicentenário", etc.
Em 1975, com 60 anos, a 10 de dezembro, tomou posse na Cadeira nº 01, da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, depois de derrotar o mais forte candidato-Juscelino Kubitschek de Oliveira- com saudação de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.
Entre seus livros, destacam-se, "A Terra e as Carabinas", "Primeira Chuva", "O Tronco", "Caminhos e Descaminhos", "Veranico de Janeiro", "Caminhos dos Gerais", "Seleta de Bernardo Élis", etc. Em 1987, com apoio financeiro do Governo de Goiás, a Editora José Olympio, do Rio de Janeiro, publicou o livro OBRA REUNIDA DE BERNARDO ÉLIS, em 5 volumes.
Novamente casado, passou a residir em Brasília, trabalhando no Instituto Nacional do Livro, de onde retornou, algum tempo depois, para Goiânia. Seus filhos: José Semeão, Silas e Ivo.
Após ter sido Presidente da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, Órgão do Governo Estadual, na Gestão do Governador Maguito Vilela, faleceu, em Goiânia, no dia 30 de novembro de 1997, com 82 anos de idade, tendo sido enterrado no MAUSOLÉU DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, no Rio de Janeiro.
Sobre ele e com o título “BERNARDO ÉLIS EM ERMOS E GERAIS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Apesar da polêmica sobre o conteúdo do romance “O TRONCO” que, inclusive, já teve mais de dez edições, Bernardo Élis tem o mérito de ter sido até hoje(2007), o ÚNICO GOIANO membro da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site wwww.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Foi casado também com Maria Carmelita, com quem viveu de 1981 até sua morte em 30.11.1997 e que é a responsável pelo espólio literário de Bernardo Élis.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(Goiânia, Kelps, 2007), de Mário Ribeiro Martins.



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 18-MIGUEL JORGE(MIGUEL JORGE), de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 16.05.1933, escreveu, entre outros, "ANTOLOGIA DO NOVO CONTO GOIANO"(1972), “KYBUI”(PEÇA-1995), "AVARMAS"(CONTOS-1978), "OS FRUTOS DO RIO"(POEMAS-1974), "VEIAS E VINHOS" (ROMANCE-1981), “AMOR-POLDRO QUE SE DOMA”(PEÇA-1997) "ANTES DO TÚNEL" (CONTOS-1967), "TEXTO E CORPO", "A DESCIDA DA RAMPA"(CONTOS-1993), “COUTO MAGALHÃES-A VIDA DE UM HOMEM”(1970), “INHUMAS-NOSSA CIDADE” (POEMAS-1978), “URUBANDA” (CONTOS-1985), “MOROSINHO” (NOVELA-1985), ATRAS DO MORRO AZUL”(CONTOS-1985), “UM ANJO NO GALINHEIRO” (NOVELA-1986), "ASAS DE MOLEQUE"(NOVELA-1989), "TEATRO MODERNO"(PEÇA-1981), "O VISITANTE E OS ANGÉLICOS"(PEÇA-1974), "CAIXOTE"(ROMANCE-1975), “PROFUGUS”(POEMAS-1990), “SETECONTOS SETECANTOS”, “ANA PEDRO”, “NOS OMBROS DO CÃO”(ROMANCE-1991), “PÃO COZIDO DEBAIXO DE BRASA”(ROMANCE-1997), “CALADA NUDEZ”(POEMAS-1998). “LACRAUS”(CONTOS-2004), “MARBRASA”(POEMAS-2004), “TEATRO MODERNO”(DRAMATURGIA-2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Professor da Universidade Federal de Goiás e da Universidade Católica de Goiás.
Quando tinha dois anos de idade(1935), mudou-se com a família para Goiabeiras, hoje Inhumas, Goiás, onde viveu a infância, desde 1935.
Romancista, Dramaturgo, Ator. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Educador. Cronista, Contista, Ficcionista. Literato, Conferencista, Produtor Cultural. Administrador, Orador, Poeta. Jornalista, Advogado, Farmacêutico, Bioquímico.
Formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Terminou o curso de Letras e de Direito na Faculdade Católica de Goiânia.
Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Brasileira de Farmaceuticos, da Associação dos Docentes da UFG, da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Estadual de Cultura de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu Presidente.
Detentor dos Prêmios Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e José Décio Filho, do Governo Estadual. Premiado também pela Associação Paulista de Críticos de Arte.
Consta de várias antologias de poesia e prosa. Estudado no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.
Encontra-se na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaíra Turchi, bem como no DICTIONARY OF INTERNATIONAL BIOGRAPHY e ainda na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, assim como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Presidiu, em Boston, nos Estados Unidos, em 1997, o Juri do Primeiro Concurso de Literatura Brasileira, a convite do Ministério das Relações Exteriores. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, no dia 16 de maio de 1933. Filho de Miguel Jorge e Sarah Thomé Jorge.
Em 1935, com dois anos de idade, mudou-se com a família para Goiabeiras(Inhumas), Goiás, onde passou a sua infância.
Iniciou, em 1940, os estudos primários na cidade de Inhumas, para onde se mudou. Concluiu o curso ginasial em Goiânia, no Ateneu Dom Bosco.
Para fazer o curso de “humanidades”, partiu para Belo Horizonte, em Minas Gerais. Matriculou-se no Colégio Marconi, onde terminou o científico.
Lá frequentou o Teatro Francisco Nunes, o Conservatório de Música e participou de um coral regido pelo maestro Isaac Karabtchevsky.
Na Faculdade de Farmácia e Bioquímica, da Universidade Federal de Minas Gerais, formou-se com o título de FARMACÊUTICO BIOQUÍMICO.
Retornou para Goiabeiras, mas sua família estava se mudando para Goiânia. Tornou-se Professor de Farmacotécnica, ao mesmo tempo em que passou a estudar Letras e Direito, na Universidade Católica de Goiás, onde também foi docente de Literatura Brasileira.
Com a criação do GRUPO DE ESCRITORES NOVOS (GEN), dele começou a participar em 1963, com 30 anos de idade, sendo seu Presidente em duas oportunidades.
Dois anos depois, em 1965, lançou o seu primeiro livro de contos ANTES DO TÚNEL.
Daí em diante, não mais parou de escrever e publicar, alcançando prêmios nacionais e internacionais, entre os quais, da Associação Paulista de Críticos de Arte.
Sua turma de Bacharéis em Direito, em 1966, na Universidade Católica, marcou época. Não só porque publicou o livro “POESIAS E CONTOS BACHARÉIS”, mas também porque foi formada de nomes hoje ilustres, como José Mendonça Teles, Geraldo Marmo Coelho Vaz, Alaor Barbosa, Iêda Schmaltz, Fernando Valladares, Martiniano José da Silva, Edir Guerra Malagoni e muitos outros, fidelíssimos às especulações literárias.
Por Concurso Público, fez-se Professor da Universidade Federal de Goiás e da própria Universidade Católica, onde se formou em Letras e Direito.
Durante muitos anos, foi Editor do Suplemento Cultural do jornal O POPULAR. Nos Estados Unidos da América, em 1997, a convite do Ministério das Relações Exteriores, presidiu em Boston, o Juri do Primeiro Concurso de Literatura Brasileira.
Editor, atualmente(1998), do Suplemento Cultural do jornal OPCÃO, publicado em Goiânia.
Foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, em substituição a Bernardo Élis, na Cadeira 18, cujo Patrono é Olegário Herculano Silva Pinto e fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo.
Tomou posse no dia 01 de outubro de 1998, com saudação de Jerônimo Geraldo de Queiroz.
Sobre ele e com o título “EFEITOS PICTÓRICOS NA POESIA DE MIGUEL JORGE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, de 1989 e 1998. Prêmio Machado de Assis, da Biblioteca Nacional, em 1997. Prêmio Melhor Livro de Ficção, da Associação Paulista de Críticos de Arte, em 1981.
Aposentado das atividades do magistério, dedica-se hoje exclusivamente à literatura. Atualmente(2007), é Membro do Conselho Municipal de Cultura.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 19
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Xavier dos Guimarães Natal- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 25.12.1860).
Mario de Alencastro Caiado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 16.12.1876).
João Batista Gonçalves Accioli Martins Soares(Pouso Alto-Piracanjuba, 01.10.1912).
Waldir do Espírito Santo Castro Quinta(Caldas Novas, Goiás, 04.06.1920).
José Ubirajara Galli Vieira(Pires do Rio, Goiás, 22.02.1954).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 19-GUIMARÃES NATAL(JOAQUIM XAVIER DOS GUIMARÃES NATAL), de Vila Boa-Goiás Velho, 25.12.1860, escreveu, entre outros, "PROJETO DE REFORMA CONSTITUCIONAL".
Professor de Pedagogia da Escola Normal de Vila Boa, antiga Capital de Goiás. Advogado, Promotor Público. Juiz de Direito da Comarca de Rio das Pedras(Curralinho e Itaberaí). Procurador Geral da República, no Governo Nilo Peçanha.
Como Jornalista, fundou o jornal O BRASIL FEDERAL, entre outros. Foi Ministro do Supremo Tribunal Federal.
Escritor, Jurista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 19, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, tendo sido titular João Batista Gonçalves Accioly Martins Soares, hoje(1998) ocupada por Waldyr do Espirito Santo Castro Quinta. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por José Ubirajara Galli.
Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Encontra-se também em GOIANOS ILUSTRES, de José Ferreira de Sousa Lobo e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 25 de dezembro de 1860.
Filho de Luis Pedro Xavier dos Guimarães e de Leonor Gertrudes Fialho Guimarães.
Em 1867, iniciou o curso primário com o pai e com ele aprendeu o ofício de Encadernador de livros.
Com a morte do pai, a mãe o mandou para São Paulo, em 1877, com 17 anos para estudar Direito.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1882, com 22 anos, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Casou-se com Ângela de Bulhões Jardim, em 1883, com quem teve os filhos: Eurídice, Félix, Odalgisa, Lavínia, Dulce, Moema e Graciema. Tembem em 1883, com 23 anos, foi nomeado Promotor Público de Goiás Velho e Professor de Pedagogia da Escola Normal. (Naquela época, os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isto não permaneciam no cargo).
Nomeado Juiz Substituto, em 1885, é, no entanto, processado pelo Presidente da Província e pelo Governo Federal, em virtude do descumprimento de ordens deles emanadas. Absolvido, retornou ao cargo em 1886.
Em 1889, tornou-se Juiz de Direito da Comarca de Rio das Pedras, com sede em Curralinho(Itaberaí).
Em setembro de 1890, foi eleito Deputado de Goiás à Constituinte Nacional. Em 25 de fevereiro de 1891, impetrou, junto ao Juiz Federal Manoel Lopes de Carvalho Ramos, o primeiro HABEAS CORPUS do Brasil para 23 deputados cassados pelo Presidente do Estado, obtendo ganho de causa.
Redigiu, em 1897, a pedido do Presidente Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, um projeto de Reforma da Constituição Estadual.
Exerceu até agosto de 1905, o cargo de Juiz Federal no Estado de Goiás.
No dia 11 de setembro de 1905, com 45 anos de idade, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal e em 1909 chegou ao posto de Procurador Geral da República, no Governo do Presidente Nilo Peçanha.
Já aposentado, faleceu no Rio de Janeiro, no dia 23 de junho de 1933, com 73 anos de idade.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 19, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, sendo Titular João Batista Gonçalves Accioly Martins Soares, hoje(1998) ocupada por Waldyr do Espírito Santo Castro Quinta. Esta Cadeira, atualmente(2007), é ocupada por José Ubirajara Galli.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 19-MARIO CAIADO(MARIO DE ALENCASTRO CAIADO), de Vila Boa-Goiás Velho, 16.12.1876, fundou, entre outros, a "VOZ DO POVO", em sua cidade natal.
Foi Lenhador, Advogado, Juiz de Direito. Deputado Constituinte, Senador da República(1935, com 59 anos de idade).
Tornou-se, em 1908, Juiz de Direito de Pouso Alto, hoje Piracanjuba. Em 1914, foi promovido para a Primeira Vara de Goiás Velho. Governador do Estado de Goiás durante um mês, em 1932, substituindo interinamente Pedro Ludovico.
Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás.
Jornalista, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Membro N.º 68 da Associação Goiana de Imprensa. Foi membro da Junta Governativa de Goiás, durante a Revolução de 1930.
Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França, bem como na obra SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 16 de dezembro de 1876. Filho de Luis Antônio Caiado e de Maria de Alencastro Caiado.
Iniciou o curso primário, em 1883, matriculando-se algum tempo depois, no Seminário Episcopal de Santa Cruz.
Em 1893, mudou-se para Catalão, de onde regressa para Vila Boa, passando a estudar no Liceu de Goiás.
Era LENHADOR e TOUCINHEIRO até que, em 1898, José Xavier de Almeida lhe conseguiu o emprego de auxiliar da Diretoria da Segurança Pública.
Matriculou-se, em 1902, na Academia de Direito de Goiás, concluindo o curso em 1905, com 29 anos, quando também se casou com Maria Aleluia de Barros.
Em 1907, foi nomeado Juiz de Direito de Pouso Alto(Piracanjuba). É removido, em 1915, para a segunda Vara da Capital e se torna professor de Geografia do Liceu.
Assume uma Cadeira na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais, em 1917.
Fundou, em 1927, o jornal “VOZ DO POVO”, a serviço do Partido Republicano.
Em 1930, quando da Revolução que derrubou o CAIADISMO, assumiu, junto com Pedro Ludovico Teixeira e Emílio Póvoa, a Junta Governativa de Goias.
Em 1933, com 57 anos, foi eleito Deputado à Assembléia Constituinte Nacional.
Foi eleito, em 1935, Senador à Assembléia Constituinte Estadual, figura esdrúxula até então existente.
Em 15 de junho de 1938, foi promovido a Desembargador do Tribunal de Goiás.
Fundador do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, bem como da Academia Goiana de Letras, Cadeira 19, cujo Patrono é Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi titular João Accioly, hoje(1998) ocupada por Waldyr do Espírito Santo Castro Quinta. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por José Ubirajara Galli.
Aposentado como Desembargador, faleceu em Goiânia, no dia 7 de janeiro de 1948, com 72 anos de idade..
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 19-JOÃO ACCIOLY(JOÃO BATISTA GONÇALVES ACCIOLY MARTINS SOARES), de Pouso Alto-Piracanjuba, Goiás, 01.10.1912, escreveu, entre outros, “CANÇÃO DA MANHÔ(1948), “POEMAS ALEMÃES”(1954), "TEMPO REPETIDO"(1984), "BARRO PRETO"(1941), "OLHO D ÁGUA"(1937), “NA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO E CULTURA DE SÃO PAULO”(1957).
Secretário da Educação e Cultura do Município de São Paulo. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, na Capiltal Paulista.
Músico Instrumental, foi Clarinetista de Orquestra. Advogado, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Professor. Contista, Cronista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista.
Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Clube de Poesia de São Paulo, de que foi presidente e um dos fundadores, da União Brasileira de Escritores de São Paulo, de que também foi Presidente, aliás, o único goiano a ocupar este cargo.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Pouso Alto(Piracanjuba), a 01 de outubro de 1912. Filho de Francisco Acioly Martins Soares e de Maria Teófila Gonçalves Martins Soares.
Iniciou o primário com sua própria mãe, em 1919, matriculando-se no internato do Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais, em 1929.
Bacharelou-se em Ciências e Letras(secundário), em 1933, sendo escolhido orador da turma.
Transferiu-se para São Paulo, em 1934, ainda muito jovem, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pelas Arcadas ou Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Funcionário do Banco Nacional do Comércio, torna-se também, em 1937, Chefe de Gabinete do Diretor Geral da Secretaria da Fazenda de São Paulo, ano em que publicou seu primeiro livro, pela Editora Saraiva, “OLHO D’AGUA”.
No dia 18 de janeiro de 1938, colou grau em Direito, tendo como companheiro de quarto o estudante Jânio Quadros.
No mesmo ano(1938), casou-se com Dirce Monteiro, com quem teve o filho Weber.
Foi editado no México, em 1942, com trinta mil exemplares, o seu romance “BARRO PRETO”.
Em 1944, com 32 anos de idade, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, mas só tomou posse na Cadeira 19, no ano de 1954, dez anos depois da eleição, com saudação de Bernardo Élis. Sua Cadeira tem como Patrono Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, sendo hoje(1998) ocupada por Waldir do Espírito Santo Castro Quinta. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por José Ubirajara Galli.
Publicou, em 1948, o livro “A CANÇÃO DA MANHÔ. Nesse mesmo ano, tornou-se Presidente do Clube de Poesia de São Paulo, criando a “Revista Brasileira de Poesia”.
Desempenhou importantes funções públicas em São Paulo, tendo sido Presidente da Caixa Econômica do Estado de São Paulo, em 1951 e Secretário da Educação e Cultura do Município de São Paulo, em 1955.
Chegou a ser Presidente da União Brasileira de Escritores de São Paulo, em 1952, aliás, o único goiano a ocupar tal cargo, pelo menos, até hoje(2007).
Diretor Financeiro das Centrais Elétricas de Urubupungá, em 1962, foi também presidente da Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo, em 1965.
Com sérios problemas de saúde, inclusive de ordem mental, em virtude do desastre comercial que sofreu em 1969, faleceu em São Paulo, Capital, onde sempre viveu, no dia 01 de maio de 1990, com 78 anos de idade.
Sobre ele e com o título “JOÃO ACCIOLY E SEU OLHO D`ÁGUA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 19-CASTRO QUINTA(WALDIR DO ESPIRITO SANTO CASTRO QUINTA), de Caldas Novas, Goiás, 04.06.1920, escreveu, entre outros, “ACORDÃOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE GOIÁS” (SUMÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA CIVIL), "LETRAS E LITERATOS DE ONTEM E DE HOJE", in CATÁLOGO BIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, Sesc, l966. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, de que foi Presidente. Redator da Constituição do Estado de Goiás, em 1967 e 1970. Ex-Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), de que foi um dos fundadores.
Professor, Jornalista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Intelectual, Orador, Polemista. Ativista, Conferencista, Poeta. Político, Administrador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista.
Deputado Estadual. Foi Presidente da Federação Goiana de Futebol. Articulista de diferentes jornais e revistas, entre os quais, FOLHA DE GOIAZ.
Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, bem como do DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Caldas Novas, no ano de 1922, em 04 de junho. Filho de José Ribeiro Quinta e Eunice de Castro e Silva.
Após os estudos primários e secundários em Morrinhos, estudou no Liceu de Goiânia. Formou-se pela Faculdade de Direito de Goiás (1948), com 28 anos de idade, passando a exercer a atividade de professor de Direito Constitucional até 1966.
É fundador e professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás e da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA).
Desde 1962, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás, ocupando, inclusive, sua presidência.
Redigiu o texto da Constituição do Estado de Goiás, em 1967 e em 1970. Atuou como articulista do jornal Folha de Goiás.
Foi deputado estadual, oportunidade em que revelou sua elevada categoria de tribuno.
Militou no desporto sendo presidente da Federação Goiana de Futebol.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, tomou posse como titular da Cadeira 19, cujo Patrono é Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, tendo sido titular João Batista Gonçalves Accioly Martins. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por José Ubirajara Galli.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 06, tendo como Patrono Zoroastro Artiaga.
Foi casado com Athail de Castro Quinta, com quem teve os filhos Waldyr de Castro Quinta Filho(médico), Regina Célia(Professora), Maria Cristina(Engenheira) e Fernando Antonio(Engenheiro).
Faleceu em Goiânia, no dia 01.02.2006, com 84 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 19-UBIRAJARA GALLI(JOSÉ UBIRAJARA GALLI VIEIRA), de Pires do Rio, Goiás, 22.02.1954, escreveu, entre outros, "POEMAS E PAPOS"(1977), “A FABULA DO EXTASE”(1982), "LICORES DA CARNE"(POEMAS-1988), "SETEMBRO NA POESIA", “POEMAS BALZAQUIANOS”(1986), “AMOR INVERSO”(POEMAS-1990), “ANTOLOGIA DE POESIA PIRESINA”(1991), sem dados biográficos nos livros. Escreveu também “TATUAGENS EM FUGA”(1998), “ALMÍSCAR”(1994). Este, com prefácio de Maria Terezinha Martins e notas de orelha de Darcy França Denófrio e Reinaldo Barbalho. Publicou também “A HISTÓRIA DA INDUSTRIA GRÁFICA EM GOIÁS”(2004), “A HISTORIA DA MINERAÇÃO EM GOIÁS”(2005), “A HISTORIA DA PECUARIA EM GOIAS”(2005), “A HISTORIA DA HOTELARIA EM GOIÁS”(2005), “LIMPADOR DE NÓDOAS”(CONTOS-2005), “ANTOLOGIA POÉTICA BRASIL, CHILE E PERU”(2005), “ORLANDO ALVES CARNEIRO-ILUMINADO EMPREENDEDOR”(2006), “A HISTORIA DO BATISMO CULTURAL DE GOIÂNIA”(2006), “OS ANHANGUERAS EM GOIAS”(2006), “A HISTÓRIA DO COMERCIO EM GOIÁS”(2006), “ALDEMAR DE ANDRADE CÂMARA”(BIOGRAFIA-2006), “CARLOS DAYRELL”(BIOGRAFIA-2006).
Foi Diretor do Instituto Goiano do Livro e Assessor Geral da Secretaria Estadual de Cultura. Dirigiu a Ação Cultural da Fundação Pedro Ludovico. Professor, Escritor, Poeta. Memorialista, Ensaísta, Pesquisador. Ficcionista, Educador, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista Contista. Administrador de Empresas. Funcionário Público Estadual.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, da Associação Goiana de Imprensa.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990.
Atualmente(1998), Presidente da Fundação Cultural Pires do Rio, sua terra natal.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em quase todas as antologias de poesia e prosa publicadas em Goiás. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Pires do Rio, Goiás, no dia 22 de fevereiro de 1954. Filho de Ludgero Carolino Soares Vieira e Elisa Galli Vieira.
Iniciou, em 1961, os estudos primários em sua terra natal, na Escola Sagrado Coração de Jesus, no Grupo Escolar Martins Borges e no Grupo Escolar Vasco dos Reis, de Urutaí, interior goiano.
Começou o curso secundário em Pires do Rio, no Ginásio Sagrado Coração de Jesus, mas só concluiu no Colégio Estadual de Goiânia, o famoso Liceu de Goiás.
Preparando-se para os exames vestibulares, estudou também em Colégios Pré-Universitários.
Formou-se, em Goiânia, na Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, bacharelando-se em Administração de Empresas.
Seu primeiro livro de poesia, “POEMAS E PAPOS”, foi publicado em 1977. Foi Diretor do Instituto Goiano do Livro e Assessor da
Secretaria de Cultura de Goiás. Editor do Suplemento Cultural do Jornal Top News.
Dirigiu o Departamento de Ação Cultural da Fundação Pedro Ludovico Teixeira. No biênio de 1994 a 1996, foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Com vários outros livros publicados, encontra-se hoje (1998) em sua cidade natal, como Presidente da Fundação Cultural de Pires do Rio. Presidente do Country Clube de Pires do Rio. Criou em 1984, junto com Jacy Siqueira, Virmondes Campos Junior e Silvio Felipe, o Concurso de Poesia Falada Cidade de Pires do Rio.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, tomou posse como titular da Cadeira 19, cujo Patrono é Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, tendo sido titular João Batista Gonçalves Accioly Martins e Waldir do Espírito Santo Castro Quinta.
Diretor da Casa de Cultura Altamiro de Moura Pacheco, pertencente à Academia Goiana de Letras. Assessor do Instituto Cultural José Mendonça Teles. Presidente da Academia Piresina de Letras e Artes. Produtor de textos da Empresa Contato Comunicação.
Membro do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Academia Urutaiana de Letras, Artes e Ciencias. Membro correspondente da Academia Catalana de Letras e da Academia de Letras, Ciências e Artes de Inhumas. Patrono do Instituto Histórico e Geográfico de Inhumas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 20
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luiz Antonio da Silva e Souza- PATRONO(Tijuco do Serro Frio, Minas Gerais, 1764).
Jovelino de Campos- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 19.10.1887).
Ursulino Tavares Leão(Crixás, Goiás, 10.09.1923).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 20-SILVA E SOUZA(LUIZ ANTONIO DA SILVA E SOUZA), de Tejuco do Serro Frio, Minas Gerais, 1764, escreveu, entre outros, “O DESCOBRIMENTO DA CAPITANIA DE GOIÁS”(1824), "MEMÓRIA ESTATÍSTICA DA PROVÍNCIA DE GOIÁS"(1825), “MEMÓRIAS GOIANAS”(1830), “MEMÓRIAS SOBRE O DESCOBRIMENTO, GOVERNO, POPULAÇÃO E COISAS MAIS NOTÁVEIS DA CAPITANIA DE GOIÁS”(1812), “DISCÓRDIA AJUSTADA”(1819).
Deputado Provincial, pela Província de Goiás, junto às Cortes Portuguesas. Professor de Latim em Goiás Velho, antiga Capital do Estado.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Sacerdote, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Dirigiu a prelazia de Goiás.
Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Patrono na Academia Goiana de Letras, Cadeira 20, de que foi fundador Jovelino de Campos, hoje(1998) ocupada por Ursulino Tavares Leão.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, admitido em 1835, com 71 anos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e em todos os livros sobre a História de Goiás.
Encontra-se no livro ANNAES DA PROVÍNCIA DE GOIÁZ, de José Martins Pereira de Alencastre. Sobre ele, escreveu excelente tratado, o escritor goiano José Mendonça Teles.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Tijuco do Serro Frio, bispado de Mariana, Minas Gerais, em 1764. Filho de Luis Antônio da Silva e Souza e de Micaela Arcângela da Silva.
Iniciou os estudos primários em sua terra natal. Em virtude da raça e da cor, teve dificuldade para seguir a carreira eclesiástica.
Viajou para Lisboa e depois Roma, onde conseguiu ordenar-se Presbítero Secular.
De volta a Lisboa, em 1787, foi aprovado em concurso para provimento da Cadeira de Latim, criada na Capitania de Goiás, por carta régia de 16 de abril de 1787.
Voltou ao Brasil em 1789 e no ano de 1790, chegou a Vila Boa(Goiás Velho), onde instalou a Cadeira de Latim.
Em 1807, com 43 anos de idade, foi substituído nesta cadeira, pelo seu irmão, também Padre, José Antônio da Silva e Souza.
Assumiu a Prelazia de Goiás, em 1818, com 54 anos. Formando um triunvirato com o Ouvidor Antonio Marques e o Coronel Luis da Costa, dirigiu a Capitania de Goiás, em 1820.
Realizada a eleição dos Deputados às Cortes Constituintes de Lisboa, em 1821, foi o Cônego Luis Antônio da Silva e Souza um dos eleitos, juntamente com o Ouvidor da Comarca de São João das Duas Barras, Desembargador Joaquim Teotônio Segurado.
Viajou para o Rio de Janeiro, mas desiste de ir a Portugal tomar posse, em virtude do movimento da Independência que se alastrava.
Em 1824, tornou-se Vigário Geral da Prelazia e Tesoureiro do Hospital de Caridade de Goiás Velho.
Após concurso público, em 1831, foi nomeado como Professor de Retórica, cadeira recém-criada em Goiás.
No dia 30 de setembro de 1840, faleceu em Vila Boa(Goiás Velho), onde foi sepultado, com 76 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 20-JOVELINO DE CAMPOS(JOVELINO DE CAMPOS), de Vila Boa-Goiás Velho, 19.10.1887, escreveu, entre outros, "MAGNÓLIAS", sem dados biográficos no livro.
Deputado Estadual. Juiz de Direito de Anápolis, interior goiano. Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás. Professor da Faculdade de Direito de Goyaz, em 1944.
Jornalista, Professor. Escritor, Poeta, Pesquisador. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Presente no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan.
Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa.
Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYAZ, de Abel Soares de Castro.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), a 19 de outubro de 1887. Filho de José Campos e de Mariana Naves Campos. Iniciou os estudos primários, na Escola Pública, em 1895. Após o curso primário, matriculou-se no Liceu, em 1904, na antiga Capital.
Em 1906, com 19 anos, casou-se com Diva de Brito Ferreira, passando a lecionar em Curralinho (Itaberaí), em 1908, de onde foi para Anicuns, retornando em seguida a Goiás, em 1910, quando morreu sua esposa. Casou-se depois com Julieta Gomes Perilo. Com as duas esposas teve os filhos: Hercílio, Zanira, Geraldo, Euvaldir, Hailê, Ilza, Ivone, Tereza, Maria do Rosário e Ligia.
Depois de passar pela Secretaria da Fazenda(1911), foi designado para a Cadeira de Português no Liceu e Escola Normal, ambos de Vila Boa, 1912.
Em 1914, com 27 anos, casou-se pela segunda vez, agora com Julieta Gomes Perilo e tornou-se Promotor Público da Capital, cargo para o qual, na época, não se exigia formação jurídica. Os Promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo.
Matriculado na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais de Goiás, foi, nesse mesmo ano, eleito Deputado Estadual. Era 1916.
Após sua formatura em Direito, em 1920, foi designado Juiz de Direito de Anápolis.
No dia 1º de fevereiro de 1921, com 34 anos, reinstalou a Comarca que tinha tido como primeiro Juiz Gastão de Deus Victor Rodrigues, em 1915.
O primeiro Grupo Escolar de Anápolis foi inaugurado sob sua presidência, em 1926, representanto o Presidente do Estado. Professor do Instituto de Ciências e Letras, fundou, junto com outros, em 1931, a Escola Normal de Anápolis.
Promovido, em 1935, a Desembargador, com 48 anos de idade.
Foi um dos fundadores, quatro anos depois, em 1939, da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira nº 20, embora o Estatuto da Academia fale em Cadeira 17, e Humberto Crispim Borges se refira à Cadeira 21.
Esta Cadeira 20 tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza, sendo hoje(1998) ocupada por Ursulino Tavares Leão.
Aposentado, em 1943, da Magistratura Goiana, tornou-se Professor de Teoria Geral do Estado, na Faculdade de Direito, em 1945.
Escreveu para diversos jornais da época, com o pseudônimo de Leo Castilho, entre os quais “Voz do Sul”.
Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de janeiro de 1965, com 78 anos de idade.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 17, cujo Titular foi o Dr. James Fanstone.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 20-URSULINO LEÃO(URSULINO TAVARES LEÃO), de Crixás, Goiás, 10.09.1923, escreveu, entre outros, "A PROCISSÃO DO SILÊNCIO" (1990), "PRAÇA DA VEREDA MAIOR"(1986), "EXISTÊNCIA DE MARINA"(1967), "SALMOS DA TERRA"(1985), "LIVRO DE ANA"(1972), "CONFISSÃO DO ABANDONO"(1967), "FONTE EXPRESSA"(1975), “SEGUNDO LIVRO DE ANA”(1980), "MAYA"(1949), "RODOVIA PREFERENCIAL"(1981), "BALDEAÇÃO PARA NÍNIVE" (1994), "A MALDIÇÃO DA CRUZ"(1996), “JUDITH”(1998), “VAGA-LUMES NA NEBLINA”(2005), “O VELHO AVESSO DO NOVO”, parceria com Lena Leão(2005), “SANTIDADE E POESIA”(2006).
Foi Procurador Geral de Justiça, em 1975 e Vice-Governador do Estado de Goiás. Advogado, Professor, Deputado Estadual.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Romancista, Ficcionista, Articulista. Intelectual, Pensador, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Conferencista, Orador, Poeta.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 20, de que foi seu presidente por vários anos. Sua Cadeira tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza, de que foi fundador Jovelino de Campos.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 04, da Academia Brasiliense de Letras, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais. Concebeu e realizou o primeiro e único “ENCONTRO DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO BRASIL”, em Goiânia.
Apreciado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990, além do DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Crixás, Goiás, a 10 de setembro de 1923. Filho de Tomaz Leão da Silva e de Luíza Tavares Leão.
Mudou-se para Anápolis, em 1929, com 6 anos de idade, passando a frequentar o Grupo Escolar Antesina Santana.
Seguiu para Silvânia, interior goiano, em 1939, para estudar no Ginásio Anchieta, dando ali os primeiros passos literários na “Voz Juvenil”.
Já em Belo Horizonte, em 1944, matriculou-se no Curso Pré-Jurídico do Colégio Arnaldo, ingressando na Faculdade de Direito, em 1946. Publicou, em 1949, o romance “Maya”, pela Pongetti, do Rio de Janeiro.
Concluiu, no ano seguinte(1950), o curso de Direito, ano em que também vai ao 3º Congresso Brasileiro de Escritores, em Salvador, como Delegado Mineiro.
Ainda em 1950, com 27 anos, a 14 de dezembro, casou-se em Ouro Preto, com Gislene Petrilo, vindo residir em Anápolis.
Diretor da Escola Técnica de Comércio, onde também lecionou Português e História Administrativa, em 1952, foi eleito Deputado Estadual, tornando-se lider do Governo na Assembléia, em 1965, com 42 anos.
Após viagem ao exterior, foi empossado na Cadeira nº 20, da Academia Goiana de Letras, na cidade de Anápolis, no dia 30 de julho de 1967, com saudação de Basileu Toledo França. Esta Cadeira tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza e de que foi Titular Jovelino de Campos.
No ano seguinte, publicou “Confissões do Abandono”(1968) e “Existência de Marina”(1968).
Foi eleito, em 1969, com 46 anos, Presidente da Academia Goiana de Letras. Em 1970, tornou-se professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), ano em que recebeu o título de “Cidadão Anapolino” e foi eleito Vice-Governador do Estado.
Concluiu, em 1971, o curso da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Publicou, em 1972, o “Livro de Ana”. Eleito membro da Academia Brasiliense de Letras, na Capital Federal, recebeu nos anos seguintes, várias condecorações, entre as quais, o título de COMENDADOR, da Sociedade Geográfica Brasileira de São Paulo, em 1973.
Tornou-se Procurador Geral de Justiça do Estado de Goiás, em 1975, e no ano seguinte lançou, em Brasília, “Fonte Expressa”.
De 1978, data “Estudo sobre Aluísio Azevedo” e de 1980 o “Segundo Livro de Ana”. Já em 1981, publicou “Rodovia Preferencial”, possuindo vários originais prontos para publicação.
Nos anos seguintes, sua produção literária foi extraordinariamente intensificada, com a publicação de várias obras em âmbito nacional, entre as quais, “Baldeação para Nínive” e “A Maldição da Cruz”, além de “Judith”, bem como ainda “Depois e Ainda”, “Crônicas & Outras histórias”, “Roteiro dos sentimentos da Cidade de Goiás”.
Sobre ele e com o título “URSULINO LEÃO-SEUS CONTOS E CRÔNICAS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é titular da Cadeira 04, tendo como Patrono Guimarães Natal.
Mudou-se definitivamente para Goiânia e tornou-se um dos mais apreciados cronistas do jornal O POPULAR. Com a morte de sua esposa Lena Leão(Gislene Petrillo Leão) , em 10.08.2004, passou a dedicar-se ainda mais à literatura, bem como à sua Fazenda, no interior goiano.
Detentor de muitos prêmios literários, entre os quais, TROFEU JABURU, pelo Conselho Estadual de Cultura de Goiás, TROFEU PELICANO, pelo Conselho de Cultura da Maçonaria Grande Oriente de Goiás, TROFEU GOYAZES-ELI BRASILIENSE, pela Academia Goiana de Letras.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 21
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Egerineo Teixeira- PATRONO(Bela Vista, Goiás, 11.01.1901).
Luis Ramos de Oliveira Couto- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 06.04.1884).
Gerson de Castro Costa(Trindade, Goiás, 02.08.1917).
José Fernandes(Alto Rio Doce, Minas Gerais, 18.03.1946).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 21-EGERINEO TEIXEIRA(EGERINEO TEIXEIRA), de Bela Vista, Goiás, 11.01.1901, fundou o jornal "A ROÇA". Irmão de Leo Lynce(Cileneo de Araújo).
Foi Prefeito Municipal de Orizona(Campo Formoso), época em que foi assassinado por Benedito de Almeida.
Político, Jornalista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Articulista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, como também na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Bela Vista, Goiás, no dia 11 de janeiro de 1901. Filho de Brasilino Roque Teixeira e de Eponina Marques Teixeira.
Iniciou os estudos primários, em 1908, em sua terra natal. Em 1914, foi morar em Goiás Velho, com seu irmão Leo Lynce(Cileneu de Araújo).
Matriculou-se, em 1915, no Liceu de Goiás, mas no ano seguinte transferiu-se para Campo Formoso(Orizona).
Em 1917, foi nomeado Promotor Público de Campo Formoso, cargo para o qual, na época, não se exigia formação jurídica.
No dia 3 de setembro de 1921, com 20 anos, casou-se com Carolina Amália da Costa.
Lançou, em 1923, o jornal “A ROÇA” que teve forte repercussão nos meios políticos.
Em 1935, foi eleito Prefeito Municipal de Campo Formoso, mas só em 30 de novembro de 1937, após muita briga política, foi confirmada a sua eleição, pelo Interventor Federal.
No dia 5 de julho de 1938, quando tinha 37 anos de idade, com tiros pelas costas, foi assassinado por Benedito de Almeida.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 21, cujo fundador foi Luís Ramos de Oliveira Couto e de que foi Titular Gerson de Castro Costa, sendo hoje(1998) ocupada pelo Professor Mineiro, José Fernandes.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 21-LUIZ RAMOS(LUIS RAMOS DE OLIVEIRA COUTO), de Vila Boa-Goiás Velho, 06.04.1884, escreveu, entre outros, “VIOLETAS”(1904), bem como “LILASES”(1913) e “MOEMA”(1927), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter sido Juiz de Direito de Dianópolis, antiga São José do Duro.
Filho de Venância Luísa do Couto Brandão Bastos ou Vicência Após os estudos primários, matriculou-se na Escola Episcopal, em 1893, indo para o Liceu de Goiás, em 1898.
Ingressou na Academia de Direito, em 1904, após ter sido Escriturário da Diretoria de Finanças do Estado. No ano seguinte, 1905, editou, em Portugal, a obra poética “Violetas”.
Formado em Direito, no ano de 1906, com 22 anos de idade, foi nomeado Juiz de Direito da Comarca de Rio Palmeiras, com sede em Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, em 1907, onde residiu por mais de quatro anos.
Casou-se, na antiga São José do Duro(Dianópolis), com Maria Aires Cavalcante, em 1911, tendo nascido em 1912, o seu primeiro filho, Goiás do Couto. Outros filhos: Goiandira do Couto, Guynemar, Maria Lucia do Couto, João Soledade, Denise, Neide, Manuel, Marlui e Isabel.
No ano posterior foi enviado para a Comarca de Rio Paranaíba, com sede em Catalão. Em 1916, fundou, juntamente com outros a Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais de Goiás, proferindo o discurso de sua instalação.
Por volta de 1917, quando era Juiz de Catalão, descobriu no município a “CRUZ DO ANHANGUERA”, conduzindo-a para Goiás Velho, onde hoje se encontra. No ano de 2002, esta Cruz foi levada pelas águas do Rio Vermelho que quase destruiu Goiás Velho, mas foi encontrada dias depois.
Tornou-se professor de História Universal e do Brasil, no Liceu de Goiás, em 1922, após ter sido aposentado das funções de Juiz de Direito de Santa Rita do Paranaíba(Itumbiara).
Publicou “Moema”, em 1924, onze anos depois de lançar “Lilazes”. Procurador Geral do Estado e Advogado, “aceitando o patrocínio de causas nas comarcas servidas por automóveis”, dirigiu-se para Anápolis.
Em 1931, em nome do Prefeito, do povo, do Foro e da “Voz do Sul” fez uma saudação especial aos pilotos do primeiro avião do Correio Aéreo Nacional(CAN) que desceu em Anápolis.
Lecionou Direito Internacional Privado, na Faculdade de Direito de Goiás Velho, em 1932. No ano seguinte, 1933, fundou, juntamente com outros, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, em Goiás Velho.
Em 1939, já em Goiânia, fundou, junto com outros, a Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira 21, cujo Patrono é Egerineu Teixeira, da qual, no entanto, pediu exclusão. Estatutariamente, porém, é considerado o primeiro ocupante. Foi também Titular desta Cadeira Gerson de Castro Costa, sendo hoje(1998) ocupada por José Fernandes.
Pertenceu a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, “Sociedade de Homens de Letras do Brasil e França”.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 07, de que é titular a Dra. Helena Ferreira Melazzo.
Já residente em Goiânia, aposentou-se como Professor da Faculdade de Direito de Goiás, em 1940, com 56 anos.
Sua filha Goiandira do Couto, nascida em 1915, tornou-se famosa pintora na hoje cidade de Goiás.
Faleceu em Goiás Velho, sua terra natal, a 20 de junho de 1948, com 64 anos de idade. Era conhecido no mundo literário e jurídico como LUIS DO COUTO.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 21-GERSON DE CASTRO(GERSON DE CASTRO COSTA), de Trindade, Goiás, 02.08.1917, escreveu, entre outros, "GOIÂNIA-A METRÓPOLE DO OESTE"(1947), "VOZES DA SELVA"(1976), “LITÂNIA DAS ESTAÇÕES”(POESIAS-1987) este, com apresentação de José Asmar. Deputado Estadual(duas vezes), Deputado Federal(três vezes). Membro do Bloco Parlamentar Mudancista que apoiava a construção de Brasília. Diretor da Rádio Clube de Goiânia.
Jornalista Profissional. Pesquisador, Memorialista, Escritor. Ensaísta, Ativista, Literato. Intelectual, Orador, Poeta. Produtor Cultural, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Advogado.
Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 21, cujo Patrono é Egerineu Teixeira, de que foi fundador Luiz Ramos de Oliveira Couto, hoje(1998) ocupada por José Fernandes.
Sócio também de outras agremiações culturais, sociais e de classe, entre as quais, Instituto dos Advogados de Goiás, Ordem dos Advogados do Brasil. Diretor da revista OESTE e um dos fundadores da FOLHA DE GOIAZ, ao lado de Waldemar Gomes de Melo e Edson Hermano de Brito.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, além de diferentes antologias de poesia e prosa.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Trindade, Goiás, a 2 de agosto de 1917. Filho de Luis Martins Costa e de Otaviana de Castro Costa.
Iniciou o curso primário, em 1923, na sua própria casa, matriculando-se no Liceu de Goiás, em 1932.
Como Escriturário da Secretaria da Fazenda, em 1936, foi transferido para Goiânia. Em 1939, associando-se a Edison Hermano e Waldemar de Melo fundou em Campinas o jornal Folha de Goiaz, mais tarde incorporado ao grupo dos Diários Associados, de Assis Chateaubriand.
Matriculou-se, em 1942, na Faculdade de Direito de Goiás. Em 1943 foi nomeado diretor da revista Oeste e publicou o livro “Goiânia, Metrópole do Oeste”, obtendo o primeiro lugar em concurso instituído pelo Governo do Estado.
Em 1944 foi nomeado diretor do Departamento Estadual de Imprensa e Propaganda e em 1946, formou-se em Direito, com 29 anos, sendo Orador da Turma.
Casou-se, em 1947, com Anita França, com quem teve João, Paulo Augusto e Arnaldo. Do segundo casamento, teve Maria de Fátima. Em 1948, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, na Cadeira 21, cujo Patrono é Egerineu Teixeira e de que foi fundador Luís Ramos de Oliveira Couto, sendo hoje(1998) ocupada por José Fernandes.
Foi político muito atuante. Em 1950 foi eleito Deputado Estadual e Presidente da Assembléia Legislativa. Com maciça votação reelegeu-se para a legislatura de 1955/59.
Em 1958, foi eleito Deputado Federal, em cuja legislatura apresentou projeto de lei que criou a Universidade Federal de Goiás, sancionado no ano seguinte pelo então presidente Juscelino Kubtschek.
Casou-se, pela segunda vez, em 1964, com Lucíola Nunes.
Afastado da vida política, depois de haver concorrido sem êxito para o Senado, estabeleceu-se com seu escritório de advocacia, no centro de Goiânia.
Em 1976, publicou “Vozes da Selva”, que mereceu elogiosas críticas da imprensa especializada.
Faleceu em Brasília, no dia 22 de setembro de 1992, com 75 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 21-ZÉ FERNANDES(JOSÉ FERNANDES), de Alto Rio Doce, Minas Gerais, 18.03.1946, escreveu, entre outros, “A POLIFONIA DO VERSO”(1978), em co-autoria com Orlando Antunes Batista, “O POETA DO PANTANAL”(1984), “O EXISTENCIALISMO NA FICÇÃO BRASILEIRA”(1986), “A LOUCURA DA PALAVRA” (1987), “O POEMA VISUAL”(1996), “O POETA DA LINGUAGEM”(1983), “DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA”(1992), este, Prêmio BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo do Estado. Escreveu também “O POEMA VISUAL-LEITURA DO IMAGINÁRIO ESOTÉRICO”(DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XX), “ASSOMBRAMENTO” (CONTOS-1999), “TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA”(1999), “CICATRIZES PARA AFAGOS”(2002), “O SELO DO POETA”(2005), “ÁGUA MOLE”(2005).
Filho de João Martins Ramos e Efigênia Ramos de Almeida. Fez os estudos primários em sua terra natal. Em Rio Claro, São Paulo, no Seminário Claret, concluiu o ginásio e o científico.
Cursou Filosofia Pura no Studium Theologicum, de Curitiba. Na Universidade Católica do Paraná, fez o curso de Letras/Português. Na Universidade de Santa Catarina, cursou o Mestrado em Letras. Doutorou-se em Letras, pela Universidade do Rio de Janeiro.
Professor Aposentado do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, lecionou Literatura Brasileira e Teoria da Literatura.
Tornou-se Professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal de Goiás, onde também se aposentou.
Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Literato, Contista, Cronista. Conferencista, Orador, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. CRÍTICO LITERÁRIO.
Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 2l, da qual foi também Presidente Provisório. Sua Cadeira na Academia tem como Patrono Egerineu Teixeira, de que foi fundador Luiz Ramos de Oliveira Couto, tendo sido ocupada por Gerson de Castro Costa.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 44, tendo como Patrono Francisco Tossi Colombina. Está vinculado à Associação Goiana de Imprensa, Associação Brasileira de Literatura Comparada, American Portugueses Studies Association. Recebeu prêmio do Instituto Nacional do Livro. É Cidadão Goianiense e Cidadão Goiano, pela Câmara Municipal e pela Assembléia Legislativa.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), edição de Humberto Ludovico de Almeida, bem como em todas as obras que tratam da literatura goiana contemporânea.
Atualmente(1998), Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação, da Universidade Salgado de Oliveira(UNIVERSO), onde também é Professor, em Goiânia.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Com seu livro “O EXISTENCIALISMO NA FICÇÃO BRASILEIRA” recebeu o PRÊMIO SILVIO ROMERO, da Academia Brasileira de Letras.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 22
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Ricardo Augusto da Silva Paranhos- PATRONO(Catalão, Goiás, 22.11.1866).
Elpenor Augusto de Oliveira- FUNDADOR(Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais, 03.11.1893).
Primo Neves da Mota Vieira(Romaria, Minas Gerais, 11.06.1918).
Jacy Siqueira(Pires do Rio, Goiás, 29.10.1935).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 22-RICARDO PARANHOS(RICARDO AUGUSTO DA SILVA PARANHOS), de Catalão, Goiás, 22.11.1866, escreveu, entre outros, "O CRIME DE CATALÃO"(1893), “OS CANIBAIS”(1898).
Foi Deputado à Assembléia Constituinte Goiana. Seu pai, Antonio da Silva Paranhos, foi Senador da República pelo Estado de Goiás(1884) e assassinado por questões políticas no dia 30 de novembro de 1897, em Catalão, Goiás.
Advogado, Jornalista, Poeta. Cronista, Contista, Literato. Político, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Ricardo, o filho, é um dos patronos da Academia Goiana de Letras, na Cadeira 22, cujo fundador foi Elpenor Augusto de Oliveira, de que foi titular Primo Neves da Mota Vieira, hoje(1998) ocupada por Jacy Siqueira.
Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na Antologia VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz, em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e na ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo.
Encontra-se no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 22 de novembro de 1866. Filho de Antonio da Silva Paranhos e de Belisária Antonia da Costa Paranhos.
Iniciou os estudos primários, em 1873, na sua terra natal, onde também estudou na Escola Pública. Em 1877, matriculou-se no Colégio Nossa Senhora do Bonfim, de Entre-Rios(Ipameri), interior goiano.
Ingressou no Colégio Genettes de Paracatu, Minas Gerais, em 1879, tendo como colegas Afonso Arinos de Melo Franco e Virgílio Martins de Melo Franco.
Em 1880, estudou em São Paulo, no Colégio Moretzohn, mas teve de voltar para Catalão, em virtude de doença.
Nomeado Capitão da Guarda Nacional, em 1884. Depois de ser escolhido Conselheiro Municipal, foi eleito Deputado, em 1890, com 24 anos, à Assembléia Constituinte Goiana.
Em 1891, seu mandato e de mais 23 Deputados da Oposição foi cassado pelo Presidente do Estado. Mas em 1892, com a chegada do Marechal Floriano ao Poder, todos reconquistaram o cargo.
No dia 30 de novembro de 1897, seu pai Antonio da Silva Paranhos, Senador da República foi assassinado, por questões políticas, levando o filho a escrever o livro “OS CANIBAIS”, publicado no Rio de Janeiro, em 1898.
Fundou, em 1903, com Absaí de Andrade, o jornal “GOIÁS E MINAS”. No mesmo ano, foi eleito Senador Estadual, figura esdrúxula até então existente.
Por motivos políticos, mudou-se para Bagagem(Estrela do Sul), Minas Gerais, em 1908.
Transferiu-se, em 1911, para Araguari, Minas Gerais. No mesmo ano, passou a residir em Corumbaíba, Goiás, ao lado de sua filha.
No dia 22 de abril de 1939, tornou-se fundador da Academia Goiana de Letras, mas na publicação dos Estatutos não apareceu o seu nome, sendo hoje Patrono da Cadeira 22, cujo fundador foi Elpenor Augusto de Oliveira e de que foi Titular Primo Neves da Mota Vieira, ocupada atualmente(1998) por Jacy Siqueira.
Casado com Maria Carolina Leite Paranhos, com quem teve os filhos: Orestes, Osires, Alceste e Diva.
Faleceu, em Corumbaíba, interior goiano, em 1941, com 75 anos de idade, mas seus restos mortais foram trasladados, alguns anos depois, para o MORRO DA SAUDADE, em Catalão, sua terra natal.
Com supervisão do Monsenhor Primo Vieira e de Prestes Paranhos, sua obra completa foi republicada em 1973.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 22-ELPENOR AUGUSTO(ELPENOR AUGUSTO DE OLIVEIRA), de Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais, 03.11.1893, escreveu, entre outros, "FOLHAS CAÍDAS"(POEMAS-1944), sem dados biográficos no livro.
Jornalista, Médico e Poeta. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos, de que foi titular Primo Neves da Mota Vieira, hoje(1998) ocupada por Jacy Siqueira.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Sociedade Brasileira de Medicina, além de outras entidades sociais, culturais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Encontra-se na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais, em 3 de novembro de 1893. Filho de Modesto Justino de Oliveira e de Custódia Augusta da Silva Oliveira.
Iniciou o curso primário em sua terra natal, no ano de 1900. Em 1904, ingressou no curso ginasial, em Ouro Preto, Minas Gerais.
Matriculou-se, em 1909, na Escola de Farmácia e Odontologia. Já formado, em 1912, com 19 anos, tornou-se funcionário da Secretaria da Agricultura de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
Ingressou na Faculdade de Medicina, em 1913, mas transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde colou grau como Médico, em 1918, com 25 anos.
Ainda na antiga Capital Federal(Rio de Janeiro), em 1919, foi Farmacêutico da Marinha, Médico da Saúde Pública e Professor do Colégio Pio Americano.
Em 1924, mudou-se para Goiás, mas foi preso pela “COLUNA PRESTES” que o obrigou a acompanhá-la como Médico.
Conseguiu chegar em Pouso Alto(Piracanjuba), em 1929, alí se radicando como Médico do Serviço de Saneamento e Profilaxia das Endemias Rurais.
Em 1934, tentou uma conciliação política entre Pedro Ludovico e Domingos Velasco.
Exerceu a medicina em diversas cidades goianas, entre as quais, Palmeiras de Goiás, Leopoldo de Bulhões, Pilar de Goiás, etc.
No dia 15 de setembro de 1947, foi eleito para a Cadeira 22, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos e de que foi Titular Primo Neves da Mota Vieira, sendo hoje(1998) ocupada por Jacy Siqueira.
Casou-se em 2 de janeiro de 1948, com 55 anos de idade, com Anunziata Orsini Spencieri, com quem teve os filhos Clodomiro, Elciene, Custodia e Elvânio.
Em 1952, assumiu a Presidência da Academia Goiana de Letras.
Transferiu-se para Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1956. No dia 3 de novembro de 1968, faleceu na Capital Mineira, com 75 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 22-MONSENHOR PRIMO NEVES(PRIMO NEVES DA MOTA VIEIRA), de Romaria, Minas Gerais, 11.06.1918, escreveu, entre outros, “LITANIAS”(1949), “PENUMBRA VOLITIVA”(1951), “ELEVAÇÕES MARIANAS”(1953), “PRECES DE ANGELUS”(1955), “CROMOS” (1956), “VITRAIS”(1963), “ESTRELAS DE RASTROS” (1964), “PIRILAMPOS”, "O VERSO E A SUBVERSÃO DO VERSO"(1977), "BORBOLETAS BRANCAS"(1967), "HÓSPEDES DO TEMPO", "POSTAIS ANTIGOS E OUTROS POEMAS"(1973).
Foi vigário da Catedral de Goiânia. Antigo Professor da Universidade Católica de Goiás. Ex-Diretor da Faculdade de Letras de Santos, em São Paulo.
Religioso, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos, de que foi fundador Elpenor Augusto de Oliveira, hoje(1998) ocupada por Jacy Siqueira.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Sociedade Goiana de Cultura, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Romaria, Minas Gerais, no dia 11 de junho de 1918. Filho de José Maria Vieira e Helena Neves Vieira.
Iniciou, em 1926, os estudos das primeiras letras em casa. Mudou-se com a família para Catalão, interior goiano, onde estudou o curso de Admissão ao Ginásio.
Retornou à terra natal, ingressando numa Escola Pública, em 1928, no Distrito de Grupiara, pertencente a Estrela do Sul, Minas Gerais.
No ano de 1932, matriculou-se no Seminário Menor de Botucatu, Estado de São Paulo.
Transferiu-se, em 1938, para o Seminário Central de São Paulo, onde cursou Filosofia e Teologia.
Ordenou-se padre em 1944 na cidade de Santos, onde passou grande parte de sua vida, transferindo-se a seguir para Cubatão, também Estado de São Paulo, onde foi vigário.
Em 1947, foi Professor de Literatura Geral e Teologia Fundamental no Seminário do Ipiranga, em São Paulo.
Seu primeiro livro publicado foi LITANIAS (1949). Depois apareceram outras publicações, dentre as quais, PENUMBRA VOLITIVA (1951); ELEVAÇÕES MARIANAS (1953), PRECES DE ÂNGELUS (1955).
Fundou a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santos, SP, época em que editou CROMOS (1956), muito bem recebido pela crítica literária.
Em 1957, fundou, com outros, a Academia Santista de Letras e tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Santos.
Transferido para Goiânia, em 1962, assumiu a paróquia de Nossa Senhora das Graças, além do magistério na Faculdade de Filosofia.
Foi também Capelão do Colégio Assunção e Diretor Arquidiocesano de Ensino Religioso.
Em 1968, com Bolsa da Fundação Calouste Gulbenkia, estudou em Lisboa, Portugal, especializando-se em Literatura Portuguesa.
Publicou ainda Vitrais (1963), Estrelas de Rastros (1964); Borboletas Brancas (1967); Postais Antigos (1977) e O Verso e a Subversão do Verso (1978).
Já Bacharel em Direito, com o curso concluído em Goiânia, foi nomeado, em 1972, Juiz Pró-Sinodal do Tribunal Eclesiástico de São Paulo.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, eleito em 8 de janeiro de 1968, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos e de que foi fundador Elpenor Augusto de Oliveira, sendo hoje(1998) ocupada por Jacy Siqueira.
Faleceu em São Paulo, na cidade de Santos, no dia 19 de julho de 1994, com 76 anos de idade. Conforme Mendonça Teles, em seu DICIONÁRIO, teria falecido em Lisboa, Portugal.
Sobre ele e com o título “PRIMO NEVES DA MOTA VIEIRA E SUAS LITÂNIAS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 22-JACY SIQUEIRA(JACY SIQUEIRA), de Pires do Rio, Goiás, 29.10.1935, escreveu, entre outros, "DO TEMPO E DO ESPAÇO"(1974), "OPUS PIRES DO RIO"(1978), "A VOZINHA ESPECULA"(1995), “A BANDA ONTEM E SEU FUTURO”-(UM MANUAL PRÁTICO E ORIENTADOR-1981), “O PLANEJAMENTO GOVERNAMENTAL EM GOIÁS”(1979), “POESIA DE ALGUÉM E DO EU TAMBÉM”(1981), “OUTUNO”(1985), “QUARTETO EM BRUMA”(1989), “VOZES DE UMA RAÇA”(1990), “O LIVRO DE YEDRA”(1990), “O CASO DA ANTA COM O JABUTI”(1991), “DESPONTAR DA GOIANIDADE”(FOLCLORE-1991), “A PRESENÇA SIRIO-LIBANESA EM GOIÁS”(1992), “A PRIMAVERA ENSINA O PÁSSARO A VOAR”(1993), “ORQUESTRAÇÕES DO MENINO AMANTE”(1994), “CRONOLOGIA PIRESINA”(1995), “CASAMENTO DO CONDE GLILOSTRO”(1996), “MEU CANTO DO CHÃO NATIVO”(2001), “UM CONTATO SINGULAR E OUTROS ENSAIOS DE HISTÓRIA DE GOIÁS”(2006).
Filho de Jucelino Siqueira e Maria Cabral de Siqueira. Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Martins Borges e na Escola Paroquial Sagrado Coração de Jesus, concluiu o ginásio no Liceu de Goiânia. Mudou-se para a Capital do Estado em 1953, dedicando-se ao jornalismo.
Fundou o jornal DIÁRIO DA TARDE, em Goiânia. Foi Presidente da Fundação Cultural de Goiás, no Governo de Ary Ribeiro Valadão. Criou a Orquestra Sinfônica de Goiás, por volta de 1956.
Escritor, Poeta, Professor. Jornalista, Contista, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Articulista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Historiador, Ensaísta. Redator, Publicitário, Editor. Ficcionista, Folclorista, Literato. Conferencista, Orador, Educador.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos, de que foi fundador Elpenor Augusto de Oliveira, tendo sido titular Primo Neves da Mota Vieira.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, além de REGISTRO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), edição de Humberto Ludovico de Almeida, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Foi membro do Conselho Estadual de Cultura. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás ocupa a Cadeira 26, tendo como Patrono Jarbas Jaime. Aposentou-se como Funcionário do Fisco Estadual.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 23
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Urbano de Castro Berquó- PATRONO(Araguari, Minas Gerais, 11.01.1906).
Derval Alves de Castro- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 28.04.1896).
Pedro Celestino da Silva Filho(Corumbaíba, Goiás, 27.11.1915).
Helvécio de Azevedo Goulart(Itajubá, Minas Gerais, 12.08.1935-Goiania, 19.11.2009).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 23-URBANO BERQUÓ(URBANO DE CASTRO BERQUÓ), de Araguari, Minas Gerais, 11.01.1906, traduziu, entre outros, "E A FRANÇA TERIA VENCIDO", do General De Gaulle, com notas e comentários pessoais.
Estudou no Liceu de Goiás, na antiga Capital, onde viveu, até matricular-se no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Foi funcionário do Ministério da Agricultura.
Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.
Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo fundador foi Derval Alves de Castro, de que foi titular Pedro Celestino da Silva Filho, hoje(1998) ocupada por Helvécio Goulart.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, além de ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, bem como em RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Araguari, Minas Gerais, no dia 11 de janeiro de 1906. Filho de Joaquim Gomes da Silva e Josefina de Castro Berquó.
Foi registrado no Cartório de Araguari, em 30 de agosto de 1915, como sendo filho de Urbano Velasco Berquó.
Em 1911, já em Vila Boa(Goiás Velho), iniciou o curso primário.
Ingressou no Liceu de Goiás, em 1916, mas por pouco tempo.
Matriculou-se, em 1918, no Colégio Militar do Rio de Janeiro, gratuitamente, por ordem do Ministro da Guerra.
Em 1924, foi preso, em virtude de discurso ofensivo à autoridade militar, o que aconteceu na Sociedade Literária do Rio de Janeiro.
Iniciou o curso de Direito em 1928, mas preferiu ser REVISOR do “CORREIO DA MANHÔ, chegando, em 1929, a comentarista político.
Em 1935, com 29 anos de idade, após concurso público, foi nomeado Servidor Público Federal do Ministério da Agricultura, onde fundou a REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO, de que foi o primeiro Diretor.
No dia 21 de abril de 1942, faleceu no Rio de Janeiro, onde sempre viveu, com 36 anos.
Foi casado com Zulmira Ferreira, com quem teve os filhos César e Sueli.
Traduziu para o português, o livro do General De Gaulle “E A FRANÇA TERIA VENCIDO”, com excelente introdução.
Na Academia Goiana de Letras, tornou-se Patrono da Cadeira 23, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo como Titular Pedro Celestino da Silva Filho, sendo hoje(1998), ocupada por Helvécio Goulart.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 23-DERVAL DE CASTRO(DERVAL ALVES DE CASTRO), de Vila Boa-Goiás Velho, 28.04.1896, escreveu, entre outros, "PÁGINAS DE MEU SERTÃO"(1930), "ANAIS DA COMARCA DO RIO DAS PEDRAS"(Itaberaí, antigo Curralinho-1933), sem dados biográficos nos livros.
Engenheiro Civil, pela Faculdade de Engenharia de Juiz de Fora, Minas Gerais, em 1918, com 22 anos.
Advogado, pela Faculdade de Direito de Goiás. Funcionário da Estrada de Ferro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Contista, Cronista. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó, de que foi titular Pedro Celestino da Silva Filho, hoje(1998) ocupada por Helvécio Goulart.
Sócio da Sociedade Goiana de Folclore, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Encontra-se no tratado ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Vila Boa(Goiás Velho) no dia 28 de abril de 1896 e morreu no Rio de Janeiro em 1956. Filho de Augusto Alves de Castro e de Delfina Maria de Castro.
Em 1903, iniciou os estudos com a professora Pacífica Josefina de Castro(Mestra Nhola).
Ingressou no Liceu de Goias, em 1909, transferindo-se, em 1912, para o Ginásio Diocesano de Uberaba, em Minas Gerais.
Formou-se Engenheiro Civil em 1918 em Juíz de Fora, Minas Gerais e dezoito anos mais tarde(1936), formava-se em Direito.
Em 1919, estabeleceu-se em Pernambuco, como Engenheiro do Departamento Nacional de Obras contra a Seca(DNOCS). Em 1920, retornou a Goiás, como funcionário da Estrada de Ferro.
Casou-se, em 1927, na cidade de Curralinho(Itaberaí), com Maria Rios da Fonseca, com quem teve os filhos Haroldo, Terezinha e Nuno Silvio.
Em 1936, diplomou-se em Direito e quatro anos depois, em 1940, elegeu-se membro da Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó e de que foi Titular Pedro Celestino da Silva Filho, sendo hoje(1998) ocupada por Helvécio Goulart.
Fundou e dirigiu, em 1942, a Sociedade Goiana de Folclore.
Deixou alguns trabalhos publicados, destacando-se Páginas do Meu Sertão (1930), Anais da Comarca de Rio das Pedras (1933).
Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 2 de fevereiro de 1952, com 56 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 23-PEDRO CELESTINO(PEDRO CELESTINO DA SILVA FILHO), de Corumbaíba, Goiás, 27.10.1915, escreveu, entre outros, "ROSAS ATÔMICAS"(Poemas-1974), "MOTIVOS SERTANEJOS"(1948), "SEARA DE IDÉIAS"(Discursos-1959), “VIVENDO”(artigos-1983), “RABISCOS”(Poemas-1942), “LIGEIROS DADOS HISTÓRICO-GEOGRÁFICOS DE MORRINHOS”(1941), “O ARROZ NA ECONOMIA GOIANA”(1963), “CRUZADA DO NÍQUEL”(1964), "DA JANELA DO TREM"(Poemas-1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Foi Presidente do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. Deputado Estadual, Deputado Federal.
Advogado. Professor, Educador, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Articulista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil e da Casa do Poeta Brasileiro de Brasília, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan.
É biografado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Jínior, no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e na ENCICLOPEDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990.
Estudado na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Corumbaíba, Goiás, no dia 27 de outubro de 1915. Filho de Pedro Celestino da Silva e de Durvalina Naves Silva.
Em 1921, iniciou os estudos primários em sua terra natal. Matriculou-se no Internato de São José, em Mendes, Estado do Rio, em 1927.
Transferiu-se, em 1928, para o Seminário Episcopal de Bonfim(Silvânia).
Ingressou, em 1931, na Escola Normal de Morrinhos. Em 1933, lecionou no Grupo Escolar Pedro Nunes. Tornou-se, em 1934, professor de Português e Francês da Escola Normal.
Entre 1936 e 1940, foi Juiz Municipal, Escrevente de Cartório e Secretário da Prefeitura Municipal de Morrinhos.
Casou-se, em 1942, aos 27 anos de idade, com Zuleika Borges Pereira, com quem teve os filhos Pedro, Paulo de Tarso e Gilka Maria.
Fundou, em 1949, o jornal “O LIBERAL” e no ano seguinte, 1950, foi eleito Deputado Estadual. Em 1955, já reeleito Deputado, tornou-se Presidente da Assembléia Legislativa de Goiás.
No dia 31 de julho de 1955, com 40 anos, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, passando a titular da Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó e de que foi fundador Derval Alves de Castro, sendo hoje(1998) ocupada por Helvécio Goulart.
Em 1959, no dia 26 de setembro, foi eleito Presidente da Academia Goiana de Letras.
Foi eleito Deputado Federal, em 1963 e no ano seguinte visitou os países da Europa.
Vinculou-se ao Tribunal de Contas do Estado de Goiás, do qual foi Presidente e nele se aposentou.
Publicou vários outros livros, destacando-se, “Aos Meus Amigos”, “Morrinhos”, “Cruzada do Níquel”, “Prisão Preventiva Compulsória”, “Ordem Jurídica e Ordem Econômica”, “Segurança Nacional”, “Inconstitucionalidade da Sublegenda”, etc.
Faleceu em Goiânia, no dia 08 de agosto de 1996, com 81 anos de idade.
Sobre ele e com o título “PEDRO CELESTINO E SEUS RABISCOS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 23-(HELVÉCIO GOULART(HELVÉCIO DE AZEVEDO GOULART), de Itajubá, Minas Gerais, 12.08.1935, escreveu, entre outros, "A JANELA AZUL"(POEMAS-1970), "DURAÇÃO DOS DIAS" (POEMAS-1998), "AS PALAVRAS" (POEMAS-1980), "MEMÓRIA DAS ÁGUAS" (POEMAS-1976), “DISTÂNCIA”(POEMAS-1997), “FIGURAÇÕES”(Poemas-2000), "ANTOLOGIA POÉTICA"(2004), este, com notas de orelha de Domingos Félix de Souza.
Foi Superintendente do Consórcio de Empresas de Radiofusão e Notícias do Estado de Goiás(CERNE).
Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
Escritor, Contista, Cronista. Poeta, Ensaísta, Jornalista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afránio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo sido titular Pedro Celestino da Silva Filho.
Sócio de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Faz parte também de antologias de poesia e prosa.
Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Itajubá, Minas Gerais, no dia 12 de agosto de 1935. Filho de Bráulio Goulart de Azevedo e Elisa Capello Goulart.
Iniciou, em 1942, os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Coronel Carneiro Júnior. Concluiu o curso ginasial no Colégio de Itajubá.
Por volta de 1950, com 15 anos de idade, mudou-se com a família para Goiânia, passando a estudar nos colégios locais, onde terminou o curso secundário.
Na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado.
Em 1970, publicou seu primeiro livro de poemas “A JANELA AZUL”, muito bem recebido pela crítica.
Secretário do Governo do Estado, no período de 1974 a 1975. Assessor Especial do Governador do Estado de Goiás. Superintendente do Consórcio de Empresas de Radiofusão e Notícias do Estado(CERNE).
Publicou, em 1977, o seu segundo livro de poesias, “MEMÓRIA DAS ÁGUAS”, de fina sensibilidade poética.
Em 1980, editou o seu terceiro livro de poemas, “AS PALAVRAS”.
Ganhador do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, terminou por publicar em 1986, o livro “DURAÇÃO DOS DIAS”.
Dentro da Coleção Vertentes, da Universidade Federal de Goiás, editou, em 1995, o livro “ANTOLOGIA POÉTICA DE HELVÉCIO GOULART”.
Foi eleito, em 1997, com 62 anos de idade, membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo sido titular Pedro Celestino da Silva Filho.
Aposentou-se como Servidor do Tribunal de Contas do Estado de Goiás.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. Faleceu em Goiania, no dia 19.11.2009, com 74 anos de idade.




CADEIRA 24
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Higino Alves Rodrigues- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 1872).
José Trindade da Fonseca e Silva- FUNDADOR(Jaraguá, Goiás, 07.06.1904).
José Peixoto da Silveira(Cristais, Minas Gerais, 06.05.1913).
José Normanha de Oliveira(Carinhanha, Bahia, 21.04.1916).
Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 24-YGINO RODRIGUES(HIGINO ALVES RODRIGUES), de Vila Boa-Goiás Velho, 11.01.1872, escreveu, entre outros, "FLORES DO DESERTO", "DINAMITES", "PAMPEIROS", “TRINOS E TRENOS”, e “VERSOS DIVERSOS”.
Viveu em Uberaba, Minas Gerais, onde editou seus livros, na Gráfica de Quintiliano Jardim, onde também era impresso o jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Jornalista, Militar.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, de que foi fundador José Trindade da Fonseca e Silva, tendo sido titular José Peixoto da Silveira, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira.
Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Encontra-se no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto, bem como na “SÚMULA DA LITERATURA GOIANA”, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em “A POESIA EM GOIÁS”, de Gilberto Mendonça Teles. Estudado na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no ano de 1872, em 11. 01. Filho de Salvador José Venâncio e de Luísa Alves Barbosa.
Iniciou o curso primário, em 1879, com a proteção de seu padrinho Tomás Fonseca.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, na antiga Capital, em 1884, terminando o curso no ano de 1888.
Em 1889, assentou praça no Batalhão de Infantaria e chegou a Cabo de Esquadra, mas abandonou a carreira militar, por falta de vocação.
Torna-se colaborador, em 1892, do jornal “GAZETA DE GOIÁS”, dirigido pelo Monsenhor Inácio Xavier da Silva.
Segue para o Rio de Janeiro, em 1894, onde se torna redator do jornal “NACIONAL”, então dirigido por Aníbal Mascarenhas, Lindolfo Azevedo e Henrique Câncio.
Casou-se em Franca, Estado de São Paulo, no dia 10 de fevereiro de 1904, aos 32 anos de idade, com Maria Tereza Espíndola, uma viúva rica, de 45 anos de idade.
Conforme notícia publicada em outubro de 1904, no jornal de Quintilhano Jardim, o “LAVOURA E COMÉRCIO” de Uberaba, Minas Gerais, onde viveu algum tempo, escreveu também o romance “JUSTIÇA RETA”.
No dia 3 de julho de 1907, faleceu de Tuberculose Pulmonar, na Santa Casa de Franca, interior de São Paulo.
A cidade de Franca lhe ergueu um MAUSOLÉU com referências elogiosas e o título de suas obras.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 24, cujo fundador foi José Trindade da Fonseca e Silva e de que foi Titular José Peixoto da Silveira, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR DA CADEIRA 24-CÔNEGO TRINDADE(JOSÉ TRINDADE DA FONSECA E SILVA), de Jaraguá, Goiás, 07.06.1904, escreveu, entre outros, "POLIANTEA", "LUGARES E PESSOAS-SUBSÍDIOS ECLESIÁSTICOS PARA A HISTÓRIA DE GOIÁS"(1948).
Secretário da Educação do Estado de Goiás. Foi Pároco de Campo Formoso(Orizona), de Anápolis, entre outras cidades goianas.
Sacerdote, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Professor. Deputado Federal.
Registrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como no livro BEG-NOSSA GENTE, NOSSA HISTÓRIA, de Luiz de Aquino.
Encontra-se no texto ANÁPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Jaraguá, Goiás, a 7 de junho de 1904. Filho de Ernesto Camargo da Fonseca e de Ernestina Luísa da Fonseca.
Fez o primário em Corumbá de Goiás, em 1910, com o professor Agnelo Arlington Fleury Curado.
Tornou-se, em 1914, sacristão do Monsenhor Francisco da Silva que o enviou ao Seminário de Vila Boa(Goiás Velho).
Começou a escrever no jornal “Santuário da Trindade”, de Campinas, Goiás, em 1922.
Em 1924, com 20 anos, dirigiu-se para o Seminário de Mariana, Minas Gerais, onde fez estudos eclesiásticos.
Em 1930, com 26 anos, tornou-se diácono em Pirenópolis e depois presbítero em Anchieta, Espírito Santo.
Foi, no entanto, como auxiliar de Dom Abel, que encetou a carreira sacerdotal em Anápolis, em 1931.
Após ter sido vigário de Santa Cruz, em Goiás, passou a dirigir o jornal “Brasil Central”, órgão da arquidiocese de Goiás, em 1935.
Nomeado pároco de Orizona(Campo Formoso), interior goiano, de lá saiu, em 1943, para dirigir o Ginásio Municipal de Anápolis. Em 1947, publicou “Poliantea” e no ano seguinte lançou “Lugares e Pesssoas”.
Secretário de Educação do Estado, em 1951, elegeu-se Deputado Federal três anos depois(1954).
Em 1955, foi escolhido para a Cadeira nº 24, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues e de que foi Titular José Peixoto da Silveira, sendo hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).
Terminado seu mandato de deputado, foi para o Banco de Goiás, tendo sido, em 1959, nomeado Presidente do Serviço Social Rural.
Em 1961, hospitalizou-se em São Paulo e no ano seguinte faleceu em Goiânia, no dia 27 de fevereiro de 1962, com 57 anos de idade.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 09, de que é Titular o Prof. Ernst Heeger.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 24-PEIXOTO DA SILVEIRA(JOSÉ PEIXOTO DA SILVEIRA), de Cristais, Minas Gerais, 06.05.1913, escreveu, entre outros, “PELA SAÚDE DO POVO”(1952), bem como “AGRICULTURA EM GOIÁS”(1950), “VERSOS QUE A GENTE FAZ”(1937), “PERFIS DOS DOUTORANDOS”(1938), “AUGUSTO RIOS-POETA”(1946), “VERSOS ESQUECIDOS”(1952), “RELEMBRANDO AUGUSTO RIOS”(1974), “A CASA DE JOÃO DE BARRO”(1982).
Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter inaugurado postos de saúde nas cidades do antigo norte goiano, entre as quais, Pedro Afonso.
Filho de Joaquim Fernandes da Silveira e de Joana Peixoto da Silveira. Iniciou os estudos primários na zona rural, em 1920, com professor contratado, indo logo depois para o Grupo Escolar de sua cidade natal(Cristais).
Matriculou-se, em 1927, no Ginásio Antonio Vieira, de Formiga, Minas Gerais, onde encenou a peça de sua autoria “AS MANHAS DE ZEBEDEU”. Passou a estudar, em 1931, no Ginásio Dom Silvério, de Sete Lagoas, Minas Gerais.
Ingressou, em 1933, na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, Minas Gerais, formando-se no dia 3 de dezembro de 1938, com 25 anos de idade, quando foi orador da turma.
Mudou-se para Jaraguá, Goiás, onde no dia 4 de janeiro de 1941, com 28 anos, casou-se com Galiana Rios, com quem teve os filhos Lucia, Flavio, Maria José, Maria das Graças, José Júnior, Fernando e Jacinta Bernadete.
Tornou-se Médico da Colônia Agrícola Nacional de Goiás(CANG), em Ceres.
Foi eleito, em 1945, Prefeito de Jaraguá e dois anos depois, 1947, foi eleito Deputado Estadual.
Em 1951, torna-se titular da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás, ocasião em que presta relevantes serviços ao Norte de Goiás, hoje Estado Tocantins, construindo e inaugurando postos de saúde em cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc.
Em 1955, exerce o cargo de Secretário da Fazenda. Tornou-se, em 1959, membro do Conselho Fiscal da NOVACAP, depois de ter sido Vice-Presidente da Comissão de Cooperação para mudança da Capital Federal.
Em 1961, assumiu a Secretaria de Educação e Cultura de Goiás. Elegeu-se Deputado Federal, em 1962, com 49 anos e se fez membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, tendo como Patrono Americano do Brasil.
Recebeu o título de “CIDADÃO GOIANO”, em 1963 e foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues e de que foi fundador José Trindade da Fonseca e Silva, sendo hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).
Foi candidato ao Governo de Goiás, em 1966, mas não conseguiu apoio suficiente para ser eleito.
Em 1968, viajou por diversos países da Europa e representou Goiás, no Congresso do Japão, em 1971. Nos anos seguintes, dedicou-se a atividades médicas e literárias, especialmente em Brasília, onde passou a residir. Escreveu também “Agricultura em Goiás”(1950), “A Nova Capital e a Discriminação de Renda”(1955)”Calendário de uma Idéia”(1955), “Pela Saúde do Povo”(1959), “Combinado Agro-Urbano e Reforma Agrária”(1963).
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Faleceu em Goiânia, no dia 16 de janeiro de 1987, com 74 anos de idade. Sobre ele, foram publicados, O GENTIL HOMEM(1987) e FRAGMENTOS DO MEU TEMPO(Edição póstuma-1997).
Seu filho José Peixoto da Silveira Júnior(Goiânia, 02.07.1954), tornou-se um dos mais ilustres intelectuais brasileiros.
Ambos(Pai e Filho) são verbetes do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 24-JOSÉ NORMANHA(JOSÉ NORMANHA DE OLIVEIRA), de Carinhanha, Bahia, 21.04.1916, escreveu, entre outros, "PENSAMENTOS VIVIDOS" (CRÔNICAS-1985),"MOMENTOS E VERSOS DE ONTEM" (POEMAS-1990), "REENCONTRO", "À MARGEM DO TEMPO"(ENSAIO-1995), “NOS CAMINHOS DA HISTÓRIA”(ENSAIO-1998).
Filho de João Moreira Normanha e Maria de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio Arnaldo de Belo Horizonte, Minas Gerais.
Pioneiro de Goiânia, para onde veio ainda jovem, em 1950, com 34 anos de idade, e onde fundou em 1951, o Instituto Goiano de Radiologia(IGR), para dedicar-se à medicina.
Formado em Belo Horizonte, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1945, com 29 anos.
Depois de exercer a profissão no interior da Bahia e de Minas, mudou-se para a Capital de Goiás, em 1950.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Literato, Contista, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural.
Instalou, em Goiânia, o Instituto Goiano de Radiologia e Radioterapia. Aposentou-se, depois de 35 anos, como Chefe do Departamento de Radiologia, do Instituto Nacional de Previdência Social(INPS).
Membro da Associação Médica de Goiás, de que foi um dos fundadores. Sócio concursado do Colégio Brasileiro de Radiologia, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais, da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Rodrigues, tendo como fundador José Trindade da Fonseca e Silva e de que foi Titular José Peixoto da Silveira. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).
Efetivo da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras e da Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.
Foi o primeiro secretário do Conselho Regional de Medicina de Goiás e seu Conselheiro durante muitos anos.
Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 29, tendo como Patrono Salomão de Vasconcelos.
Vinculado à Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, à Academia Mineira de Medicina e ao Instituto Mineiro de História da Medicina.
Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, REVISTA DA UBE GO-l989.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
José Normanha faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 05.09.2006, com 90 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 24-HÉLIO MOREIRA(HÉLIO MOREIRA), de Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938, escreveu, entre outros, "CONCEITOS EM PROCTOLOGIA"(1993), Escreveu também COUTO MAGALHÃES- O ÚLTIMO DESBRAVADOR DO IMPÉRIO(2005), com apresentação de Bariani Ortêncio e notas de contra-capa de Laura Chaer e ainda ENTRE O SONHO E A REALIDADE(2001). Editou também HEMORROIDAS-MANUAL PARA PACIENTES(1992), ATUALIDADE EM COLOPROCTOLOGIA(1996), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Antonio Moreira e de Olívia Moreira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também se formou.
Conforme alguns autores, teria nascido em Gaspar Lopes, município de Alfenas, interior mineiro e se formou em Medicina na cidade de Alfenas, em 1964. Conforme outros, teria se formado Médico, pela Faculdade de Medicina, da Universidade Federal do Paraná(UFPR), em 1964, com 26 anos.
Fez residência médica na Santa Casa de São Paulo. Mudou-se para Goiânia, em 1965. Passou a trabalhar na capital goiana, em 1966. Professor Titular da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, no Departamento de Cirurgia.
Casou-se com Marilia Teixeira Sampaio Moreira, com quem teve três filhos, todos médicos, José Paulo, Hélio Junior e Ana Paula.
Foi Presidente da Sociedade Internacional de Cirurgiões Universitários de Colon e Reto.
Em 1998, com 60 anos de idade, fez conferencias cientificas, na sua especialidade, para professores e alunos da Universidade de Moscou, na Rússia, a convite da Academia de Ciências.
Médico. Escritor, Conferencista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Foi Chefe do Departamento de Cirurgia do Hospital das Clínicas de Goiás.
Editor, durante dez anos, da Revista Goiana de Medicina.
Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Maçônica de Letras, Sociedade Brasileira de Coloproctologia e Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, além de Academia Goiana de Medicina e Instituto Histórico e Geográfico de Goias.
Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários livros de estudos científicos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Presente na Antologia MÉDICOS EM PROSA E VERSOS(Goiânia, Kelps, 1999).
Seu livro COUTO MAGALHÃES-O ULTIMO DESBRAVADOR DO IMPERIO foi lançado em Palmas, Tocantins, no auditório da Assembléia Legislativa, no dia 25.04.2006, com a presença inclusive de sua esposa Marilia e de seu filho Helio Junior.
Sobre o autor e seu livro, escreveu excelente matéria a jornalista Elisangela Farias, sob o titulo ROMANCE SOBRE UM GRANDE HOMEM DO IMPERIO, no JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 25.04.2006.
Detentor do PRÊMIO GOYASES(ELI BRASILIENSE), outorgado pela Academia Goiana de Letras pelo seu livro sobre Couto de Magalhães, como romance destaque de 2005.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Rodrigues, tendo como fundador José Trindade da Fonseca e Silva e de que foi Titular José Peixoto da Silveira, além de José Normanha de Oliveira.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 25
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Francisco Xavier de Almeida Junior- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 16.05.1877).
Claro Augusto de Godoi- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 19.06.1896).
Brasigois Felício Carneiro(Aloândia, Goiás, 13.07.1950).



BIOGRAFIAS:


PATRONO DA CADEIRA 25-XAVIER DE ALMEIDA (FRANCISCO XAVIER DE ALMEIDA JUNIOR), de Vila Boa-Goiás Velho, 16.05.1877, escreveu, entre outros, "A LUTA CONTRA A VELHICE"(1928), sem dados biográficos no livro.
Usou também o pseudônimo JOÃO SEM REGRAS. Foi Prefeito de Barretos, no Estado de São Paulo.
Médico, Jornalista, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ativista, Produtor Cultural, Articulista.
Lançado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Faleceu no Sanatório Pinel de São Paulo, após morar em Anápolis, Pires do Rio e outras cidades brasileiras, onde clinicou.
É um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo fundador foi Claro Augusto de Godoy, hoje(1998) ocupada por Brasigóis Felício.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro CADEIRA 15-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido em Goiás Velho, a 16 de maio de 1877. Filho de Francisco Xavier de Almeida e de Luísa Isolina da Silva Almeida. Terminado o primário, ingressou no Liceu de Goiás, em 1886. Começou, em 1888, o seu curso pré-vestibular. Seguiu para São Paulo, em 1896, onde concluiu o preparatório.
Já em 1900, com 23 anos, matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.
A partir de 1903, tornou-se colaborador de vários jornais do Rio de Janeiro e São Paulo, entrando em contato com intelectuais da época, entre os quais, Olavo Bilac, Capistrano de Abreu e outros.
Concluído o curso de Medicina, em 1905, com 28 anos, defendeu tese no ano seguinte, tendo obtido distinção.
Retornou a Goiás, em 1906, onde passou a clinicar, funcionando também como redator do jornal “Imprensa”, órgão do Partido Republicano. No mesmo ano, tornou-se médico da Polícia Estadual.
Em 1907, passou a lecionar no Liceu de Goiás, as cadeiras de Física, Química, História Natural, Português e Literatura.
Em Pitangueiras, Estado de São Paulo, já em 1910, foi eleito conselheiro municipal e no ano seguinte, tornou-se Intendente.
Para Barretos, São Paulo, transferiu-se em 1918, onde foi de Intendente a Prefeito Municipal, em 1922, com 45 anos. Publicou o livro “A Luta Contra a Velhice”, em 1928.
Fixou residência em Anápolis, em 1934, ali permanecendo até mudar-se para Pires do Rio, no ano de 1935. Deixou também a obra “A Lepra no Brasil”.
Sobre ele, disse o “Correio Oficial”, de março de 1936: “Francisco Xavier de Almeida Júnior pertenceu a uma geração brilhante que há de ficar gravada, para sempre, nos anais de nossa história. Pertenceu, sim, e foi dela um dos elementos mais representativos. Foram-lhe companheiros, desde a última década do século passado, entre outros, Godofredo de Bulhões, Acrísio da Gama, Moisés Santana, Honestino Guimarães, Joaquim Bonifácio - que elevaram muito o renome de nossa terra”.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira nº 25, de que foi fundador Claro Augusto de Godói, sendo atualmente(1998) ocupada por Brasigóis Felício.
Escreveu para o jornal “A Semana”, de Barretos, sob o pseudônimo de João Sem Regras.
Faleceu no Sanatório Pinel, em São Paulo, em 1936, no dia 1º de março, com 59 anos de idade. São seus filhos: Túlio, Augusto e Odete.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 25-CLARO GODÓI(CLARO AUGUSTO DE GODÓI), de Vila Boa-Goiás velho, 19.06.1886, escreveu, entre outros, "FRAGMENTOS DO PASSADO" (HISTÓRIA E GENEALOGIA-1975), com notas de orelha de Maximiano da Mata Teixeira e prefácio de Gilberto Mendonça Teles. Publicou também “FAMÍLIA JARDIM”(GENEALOGIA-1961).
Advogado da Prefeitura do Rio de Janeiro, onde se aposentou como Procurador. Recebeu o título de "Cidadão Carioca", em 1960. Deputado Federal pelo Estado de Goiás. Foi Secretário Particular do Presidente do Estado, o famoso Pinheiro Chagas.
Professor da antiga Faculdade de Direito de Goiás, na velha Capital do Estado.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista Profissional, Historiador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Educador. Cronista, Contista, Administrador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Brasileira de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Genealógico Brasileiro de São Paulo.
Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como em ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro e ainda em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 19 de junho de 1896.
Conforme alguns autores, teria nascido em 1886. Filho de João Francisco de Oliveira Godói e de Teresa Alencastro Caiado Godói.
Iniciou as primeiras letras, em 1904, com o professor Aires Feliciano de Mendonça. Em 1908, tomou aulas particulares com o poeta Augusto Rios e matriculou-se no Liceu de Goiás.
Trabalhou, em 1913, na Diretoria de Finanças do Estado e no ano seguinte, tornou-se Telegrafista dos Correios e Telégrafos.
Em 1915, foi Secretário da Chefatura de Polícia. Matriculou-se, em 1916, na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais.
Bacharelou-se em Direito, em 1920, com 34 anos, época em que foi também Secretário do Gabinete Literário Goiano.
Casou-se, em 1922, com Maria Elisa Pereira da Silva, com quem teve os filhos Aécio, Zilda e Nilza. Em 1924, com 28 anos, foi Secretário da Segurança Pública do Estado de Goiás.
Realizou, em 1926, a primeira viagem de Goiás ao Rio de Janeiro, em carro Ford, junto com Arnulfo Caiado, levando 9 dias para percorrer 1.949 quilômetros.
Redator do jornal “VOZ DO POVO”, em 1927, foi condenado a dois meses de detenção e multa de dois contos de reis, sendo absolvido pelo Tribunal Superior.
Em 1928, começou a advogar em Corumbaíba, Goiás e depois Ipameri.
Com a Revolução de 30, passou a Secretário Particular de Pinheiro Chagas, Presidente do Estado de Goiás.
Tornou-se professor de Direito Judiciário Penal, em 1932, da Faculdade de Direito na antiga Capital.
Foi eleito Deputado Federal, em 1934, com 48 anos, permanecendo no Congresso Nacional até o seu fechamento.
Em 1937, foi nomeado funcionário do Ministério da Educação.
No dia 25 de junho de 1941, com 55 anos, foi eleito para a Cadeira 25, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Francisco Xavier de Almeida Júnior, sendo hoje(1998) ocupada por Brasigóis Felício.
Ainda no ano de 1941, fez-se Advogado da Prefeitura do Distrito Federal, no Rio de Janeiro.
Membro da Junta Consultiva do Café, em 1947, aposentou-se como Procurador da Prefeitura do Rio de Janeiro, em 1954.
Recebeu o título de “CIDADÃO CARIOCA”, em 1960 e no ano seguinte publicou um estudo genealógico com o título “A FAMÍLIA JARDIM”.
No dia 2 de fevereiro de 1973, morreu, em Goiânia, seu irmão Albatênio Caiado de Godói.
Em 1977, recebeu, em Goiânia, a ORDEM DO MÉRITO ANHANGUERA.
Faleceu no Rio de Janeiro, dia 05 de dezembro de 1989, com 103 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 25-BRASIGÓIS FELICIO(BRASIGÓIS FELICIO CARNEIRO), de Aloândia, Goiás, 13.07.1950, escreveu, entre outros, "SERMÕES DO ATEU"(1972), "EXÍLIO"(1986), "LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS"(1975), "MARTÍRIO DAS HORAS"(1974), "DIÁRIOS DE ANDRÉ"(1974), "ESCRITO NO MURO"(1980), "HOTEL DO TEMPO"(1981), "A MARCA DE CAIM"(1984), "A DOR DAS COISAS"(1985), "A LUZ NAS VÍSCERAS"(1991), "OS NAVEGANTES"(1977), "MONÓLOGOS DA ANGÚSTIA"(1975), "O ROSTO DA MEMÓRIA"(1991), "ÁRIAS DO SILÊNCIO"(1992), "O TEMPO DOS HOMENS SEM ROSTO", "VIVER É DEVAGAR"(1996), “CRÔNICAS & OUTRAS HISTÓRIAS”(1998), “ELES NÃO BEIJAM MOLHADO”(1997), “MEUS GEMIDOS DE JÓ”(2000), “ARMAGEDOM-A MARCHA DA INSENSATEZ”(2002), “O CRISTO QUE NÃO DEU CERTO”(2002), “O BUFÃO DO POVO”(2004), “NO BARCO DOS DIAS-TRINTA ANOS DE NAVEGAÇÃO POÉTICA”(2004), “VOZES DO FAROL”(2005), “O BALÉ DAS ILUSÕES”(2005).
Funcionário público. Jornalista. Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo Patrono é Francisco Xavier de Almeida Júnior, de que foi fundador Claro Augusto de Godoy.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em todas as antologias de poesia e prosa publicadas em Goiás, entre as quais, A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente.
Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA e ainda em A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Aloândia, Goiás, no dia 13 de julho de 1950. Filho de José Felício dos Santos e Divina Carneiro da Silva.
Iniciou, em 1957, os estudos primários em sua terra natal e também na Escola Henrique Silva, de Campinas, Goiânia, matriculando-se logo a seguir no Colégio Estadual Pedro Gomes, terminando alí o curso ginasial.
Estudou também no Colégio Bandeirante, mas não concluiu o segundo grau. Em 1968, com 18 anos de idade, entusiasmou-se pelo jornalismo e pela literatura, passando a integrar o NOVO GEN(GRUPO DE ESCRITORES NOVOS).
Com “SERMÕES DO ATEU”, de 1972, seu primeiro livro de poesias, começou uma carreira literária vitoriosa.
Em 1975, foi agraciado com o TROFÉU TIOKÔ, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que também foi Presidente.
Jornalista militante de diversos jornais em Goiás, entre os quais, O POPULAR.
Seu romance “DIÁRIOS DE ANDRÉ” foi censurado e apreendido por ordem do Ministro da Justiça, Armando Falcão.
De Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia, chegou a membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo Patrono é Francisco Xavier de Almeida Júnior e de que foi Titular Claro Augusto de Godói.
Com dezenas de livros publicados e premiações de âmbito nacional e internacional, continua a jornada literária como cronista do jornal O POPULAR.
Terminou por vencer, em 1996, o Concurso Caliandra de Literatura, da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia, com o livro “VIVER É DEVAGAR”.
Recentemente(1998), este livro foi adotado no Vestibular da Universidade Federal de Goiás.
Sobre ele e com o título “BRASIGÓIS FELÍCIO E OS SERMÕES DO ATEU”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 26
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Xavier de Almeida- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.01.1871).
Altamiro de Moura Pacheco- FUNDADOR(Bela Vista, Goiás, 15.03.1896).
Augusta Faro Fleury de Melo(Goiânia, Goiás, 04.11.1948).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 26-XAVIER DE ALMEIDA(JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA), de Vila Boa-Goiás Velho, 23.01.1871, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO À ACADEMIA DE DIREITO”, bem como “ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS”(LEI Nº 188), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Francisco Xavier de Almeida e de Luísa Isolina da Silva Almeida. Iniciou o curso primário, em 1878. Matriculou-se, em 1884, no Liceu de Goiás. Já em 1886, tornou-se colaborador do jornal “PUBLICADOR GOIANO”, pregando o abolicionismo.
Em 1891, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, colando grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1894, com 23 anos.
No governo de Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, em 1895, já de volta a Goiás, foi nomeado Secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública, quando visita o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, frequentando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc.
Aparece, em 1896, como Redator do jornal “GOIÁS”. Em 1898, redigiu a Organização Judiciária do Estado de Goiás(Lei nº 188) que vigorou até 1918.
Eleito Deputado Federal, em 1899, afastou-se da Secretaria de Segurança Pública.
Foi eleito Presidente do Estado de Goiás, em 2 de março de 1901, com 30 anos e neste mesmo ano, casou-se com Amélia Augusta Lopes de Morais, com quem teve os filhos José, Amélia, Helena, Hermenegildo, Álvaro, Paulo, Guilherme, Maria Luisa, Francisco, Maria Helena e Alberto.
No salão nobre do Liceu de Goiás, em 24 de fevereiro de 1903, instalou a Academia de Direito(Faculdade de Direito), cuja Lei de nº 186, fizera aprovar em 1898. Em 1905, como Presidente do Estado, sanciou a Lei nº 266 que mudou o nome do Arraial Novo dos Paulistas para Vila Xavier de Almeida(hoje Corumbaíba).
Como Deputado Federal, em 1907, com 36 anos, conseguiu a primeira verba para a construção da ponte de Itumbiara, ligando Goiás a Minas.
Elegeu-se Senador da República, em 1909, com 38 anos, derrotando Leopoldo de Bulhões, mas o Congresso Nacional preferiu empossar o perdedor, visto que já era Senador desde 1894.
Perseguido politicamente, em 1910, mudou-se para Petrópolis, depois Juiz de Fora e finalmente Morrinhos, onde se tornou pecuarista.
Em 1948, no aniversário de instalação da Academia de Direito(Faculdade de Direito), por ele fundada em 1903, foi o Paraninfo dos Doutorandos.
No dia 6 de fevereiro de 1956, com 85 anos de idade, faleceu em Morrinhos, interior goiano.
Na Academia Goiana de Letras, tornou-se Patrono da Cadeira 26, cujo fundador foi Altamiro de Moura Pacheco, hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 26-ALTAMIRO PACHECO(ALTAMIRO DE MOURA PACHECO), de Bela Vista de Goiás, Goiás, 15.03.1896, escreveu, entre outros, "SONHANDO COM MINHA TERRA"(1974), "REALIDADE E FICÇÃO"(1972), "CIVISMO EM AÇÃO"(1968), "ROCHEDO E FERROLHO" (1968), "PRIMÓRDIOS DE BRASÍLIA"(1962), "A INDUSTRIALIZAÇÃO DO BOI EM SEU HABITAT"(1972), "XAVIER DE ALMEIDA-MEU PATRONO"(1974).
Como Farmacêutico, foi Sócio de Americano do Brasil numa Farmácia na antiga Bonfim (Silvânia), interior de Goiás.
Médico, Filantropo. Empresário, Fazendeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Político. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Presidente da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital do Brasil, no Governo de Juca Ludovico, sendo Presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira. Responsável pela desapropriação das terras localizadas na área do território, onde foi construida a cidade de Brasília.
Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de dezenas de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores.
Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan.
Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Ainda em vida, doou para a Academia Goiana de Letras, a sua MANSÃO, localizada numa das principais avenidas de Goiânia, AVENIDA ARAGUAIA, 240, onde, além de uma Biblioteca de livros raros, existem quadros de valor inestimável.
Doou, igualmente, para o Governo do Estado de Goiás, as MATAS VIRGENS, onde hoje se encontra o PARQUE ECOLÓGICO DE GOIÂNIA, inexplicavelmente chamado Ulisses Guimarães. Falecido em 1996, com 100 anos, sua vaga na Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, foi ocupada pela escritora Augusta Faro Fleury de Mello.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu Altamiro de Moura Pacheco, na cidade de Bela Vista, Goiás, a 15 de março de 1896 e faleceu em Goiânia em 10.06.1996, após completar um século de edificante e profícua existência.
Filho de Francisco Domingos Pachedo e de Maria Genoveva de Moura Pacheco. Aos sete anos de idade, muda-se com seus pais para a cidade de Bonfim, hoje Silvânia, e em 1909, passa a estudar no Colégio Xavier de Almeida, do educador Antônio Eusébio de Abreu Júnior, pai de Americano do Brasil.
Falecendo-lhe o genitor, em 1910, assumiu-lhe o lugar, no comando do lar, ajudando sua mãe a criar os seis irmãos mais novos, lecionando, inclusive, na Fazenda Santa Bárbara.
Em 1913, foi nomeado Secretário da Intendência de Bonfim(Silvânia) e no Colégio, tornou-se Regente de Alunos.
Comprou, em 1915, com 19 anos, uma farmácia, ainda em Bonfim, tendo como sócio Americano do Brasil.
Seguiu, em 1918, para o Rio de Janeiro, onde foi servir no 52º Batalhão de Caçadores. No mesmo ano, foi nomeado Promotor Público de Bonfim, época em que não se exigia para o cargo qualquer formação jurídica.
Mudou-se para Bela Vista, em 1922, onde comprou nova Farmácia.
Superada essa fase, fez, primeiramente, o curso de Farmácia na antiga Capital de Goiás, em 1928, e, posteriormente, o de Medicina, em Niteroi, Estado do Rio de Janeiro, em 1933, retornando a Bela Vista, onde montou a sua clínica.
Transferiu-se para Goiânia em 1936, com 40 anos, residindo em Campinas, em pleno período de construção da Capital, instalando alí um Centro Cirúrgico que abrigou o primeiro corpo médico da nova cidade.
Em 1941, fundou, junto com outros, a Sociedade Goiana de Pecuária e se tornou um dos fundadores do Banco Agropecuário de Goiás.
Como Presidente da Sociedade Goiana de Pecuária, em 1945, iniciou a construção do Parque Agro-Pecuário, na Vila Nova.
Candidatou-se, em 1950, com 54 anos de idade, ao Governo do Estado de Goiás, mas não se elegeu. No ano seguinte, viajou por vários países da Europa, America do Norte e América Central.
Em 1960, depois de ter visitado o Oriente Médio, viajou pelo Sul da África, Austrália, India, Japão, China e outros países.
Foi eleito, em 1970, com 74 anos, membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, cujo Patrono é José Xavier de Almeida, sendo hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.
Sempre solteiro, amealhou ao longo do tempo considerável fortuna.
Chamado a presidir a Comissão de Desapropriação de Terras para a Construção de Brasília, terminou por convencer os proprietários de oitenta e quatro(84) fazendas a ceder as suas terras ao preço de OITENTA CENTAVOS(80), o alqueire.
Para facilitar os seus contatos com os donos das terras, instalou em Santa Luzia(Luziânia), no dia 19 de maio de 1956, no prédio da Irmandade de São Vicente de Paula, um ESCRITÓRIO MÓVEL.
Teve como auxiliares, nomes ilustres, entre os quais, dos Desembargadores Marcelo Caetano da Costa e Hamilton de Barros Velasco. Os Juizes de Direito Moacir Ribeiro de Freitas e Luiz Honório Ferreira.
Foram também seus ajudadores, os Promotores de Justiça Arquelau Augusto Gonzaga e Domingos Juliano; o Engenheiro Joffre Mozart Parada e o Advogado Segismundo de Araújo Melo.
Assim, no dia 30 de dezembro de 1955, um mês antes da posse de Juscelino foi comprada a Fazenda Bananal, onde hoje se localiza o Plano Piloto de Brasília.
A dita Fazenda era de propriedade de Jerônimo José da Silva e Jorge Peles, este, sogro do ex-Governador de Brasília, Joaquim Domingos Roriz.
Sobre Altamiro de Moura Pacheco, a escritora goiana Rosarita Fleury escreveu excelente livro, publicado em 1981, com o título “ALTAMIRO DE MOURA PACHECO-RESPONSABILIDADE COMO FATOR DE UMA VIDA PROVEITOSA”. Focaliza, especialmente, as doações feitas pelo Dr. Altamiro, de lotes, chácaras e fazendas, aos Governos Federal, Estadual e Municipal, destacando-se, entre tais doações, o atual AEROPORTO DE GOIÂNIA e o QUARTEL DO EXÉRCITO.
Poucos meses antes de falecer, doou ao Estado, as matas do PARQUE ECOLÓGICO DE GOIÂNIA, inexplicavelmente hoje(1989) chamado Parque Ulisses Guimarães. Posteriormente, tornou-se PARQUE ECOLÓGICO ALTAMIRO DE MOURA PACHECO, popularmente conhecido como Parque Ecológico.
Para a Academia Goiana de Letras, de que era titular da Cadeira 26, doou o seu PALACETE, no Centro de Goiânia, na Avenida Araguaia, 240, com uma biblioteca constituída de cerca de doze mil volumes.
Entre os títulos e honrarias que recebeu, destacam-se, “Ordem do Mérito Militar” (1955), do Ministério do Exército; “Medalha do Pacificador”(1965), do Ministério da Guerra.
Também recebeu a “Ordem do Mérito Marechal João Pessoa”(1968), do Instituto Histórico do Distrito Federal; “Ordem do Mérito Aeronáutico” (1969), do Ministério da Aeronáutica; “Ordem do Mérito Anhanguera”(1977), do Governo de Goiás.
Faleceu em Goiânia, no 10 de junho de 1996, com mais de 100(cem) anos de idade.
Sobre ele e com o título “ALTAMIRO DE MOURA PACHECO E SUA REALIDADE E FICÇÃO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 26-AUGUSTA FARO(AUGUSTA FARO FLEURY DE MELO), de Goiânia, Goiás, 04.11.1948, escreveu, entre outros, "MORA EM MIM UMA CANÇÃO MENINA"(POEMAS-1982), "O DIA TEM CARA DE FOLIA"(POEMAS-1991), "AVESSOS DO ESPELHO"(POEMAS-1995), "LUA PELO CORPO"(POEMAS-1994), "ESTADO DE GRAÇA"(POEMAS-1988), "ALICE NO PAÍS DE CORA CORALINA", "POR QUEM CHORA POTIRA?". Publicou também “A FRIAGEM”(CONTOS--1995), “A MENINA QUE VIAJOU PARA O SOL”(CONTOS-1997), “O AZUL É DO CÉU?”(1990), “O USAR A CUCA É MELHOR DO QUE PANÇA”(1992), “A DOR DIVIDIDA-UM CASO DE AIDS”(1994).
Formada em Pedogogia pela Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Fundadora do Centro Educativo Piaget.
Escritora, Ensaísta, Poetisa. Pesquisadora, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Professora, Oradora, Conferencista. Curso de Mestrado em Literatura e Linguística. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que recebeu o TROFÉU TIOKÔ, do Conselho Estadual de Cultura, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, Cadeira l5. Detentora do “PRÊMIO ALEJANDRO JOSÉ CABASSA”, da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro.
Presente em diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Letras, onde tomou posse na vaga de Altamiro de Moura Pacheco, na Cadeira 26, cujo Patrono é José Xavier de Almeida. Descrita nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Verbete da antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Titular do Conselho Estadual de Cultura.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990, além da PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Goiânia, Goiás, no dia 04 de novembro de 1948. Filha de Augusto da Paixão Fleury Curado e Ivany Fleury.
Iniciou, em 1954, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, em colégios diferentes, fez os cursos de “humanidades”.
Matriculou-se na Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás, onde se formou em Pedagogia, tornando-se professora.
Aos 15 anos de idade, passou a se envolver com educação, terminando por fundar em Goiânia, ao longo do tempo, o Centro Educativo Piaget.
Mestra em Literatura, pela Universidade Federal de Goiás, nas áreas de Teoria da Literatura e Linguística.
Seu primeiro livro de poesia, “MORA EM MIM UMA CANÇÃO MENINA”, foi publicado em 1982.
Defensora do Patrimônio Histórico e Ecológico de Goiás, tem sido membro do Conselho Estadual de Cultura e da Academia Feminina de Letras e Artes.
Detentora do TROFÉU TIOKÔ, em 1993, concedido pela União Brasileira de Escritores de Goiás, de que é membro.
No Instituto Histórico e Geográfico, ocupa a Cadeira 22, tendo como Patrono Sebastião Pompeu de Pina.
Com dezenas de livros publicados, foi eleita para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, cujo Patrono é José Xavier de Almeida e de que foi Titular Altamiro de Moura Pacheco.
Atualmente(2007), é Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.
Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia de Ciências, Letras e Artes de Trindade, Gabinete Literário da Cidade de Goiás. Sócia fundadora do Museu Casa de Cora Coralina, em Goiás Velho.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 27
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Bartolomeu Antonio Cordovil(Antonio Lopes da Cruz)- PATRONO(Rio de Janeiro, 1746).
Leolídio Di Ramos Caiado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 27.06.1921).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 27-ANTONIO CORDOVIL(BARTOLOMEU ANTONIO CORDOVIL-ANTONIO LOPES DA CRUZ), do Rio de Janeiro, 1746, escreveu, entre outros, "DITIRAMBO ÀS NINFAS", "EPÍSTOLA AOS ÁRCADES DO RIO DE JANEIRO".
Conforme alguns autores, Cordovil teria nascido em Ouro Preto, Minas Gerais e de lá veio para Goiás. Esta versão contraria o próprio testamento de Bartolomeu Cordovil que diz ter nascido no Rio de Janeiro.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Historiador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador.
Advogado pela Universidade de Coimbra, em Portugal. Veio para Goiás em l783 , como primeiro Professor de Latim de Goiás, nomeado pelo Governador Tristão da Cunha Menezes, em l788.
Lecionou l2 anos em Meiaponte(Pirenópolis), onde faleceu em l800. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 27, cujo fundador foi Leolídio di Ramos Caiado.
Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes agremiações sociais e culturais de seu tempo, entre as quais, Arcádia Ultramarina de Portugal.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na HISTÓRIA DA INSTRUÇÃO PÚBLICA EM GOIÁS, de Genesco Ferreira Bretas.
Sobre ele e com o título "OS ENÍGMAS DE BARTOLOMEU ANTÔNIO CORDOVIL", escreveu excelente livro o falecido escritor Bernardo Élis.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.

Nasceu no Rio de Janeiro, no ano de 1746. Filho de Antonio Lopes Palmeiras e de Elena da Cruz Passos.
Após estudar o primário, o secundário e “humanidades”, acompanhou, em 1783, o Capitão-General Tristão da Cunha Meneses pelo interior do Brasil.
O Capitão Meneses tinha sido nomeado Presidente da Capitania de Goiás.
Ao Capitão, dedicou os seus versos de louvação, especialmente, “DITIRAMBO ÀS NINFAS”.
Por recomendação do próprio Tristão Menezes, esteve em Lisboa, Portugal, onde se provisionou Professor de Gramática Latina de Meia Ponte(Pirenópolis), o que foi feito através de Carta Régia, oriunda de Lisboa e datada de 16 de abril de 1787.
Retornou de Lisboa, no navio “VIRIATO”, saindo no dia 6 de agosto de 1787 e chegando ao Rio de Janeiro no dia 7 de outubro.
Declarou em seu testamento ser Irmão Terceiro da Ordem de São Francisco, no Rio de Janeiro.
Assumiu e instalou a Cadeira de Gramática Latina em Pirenópolis, no ano de 1788.
Faleceu em Meia Ponte, no dia 12 de outubro de 1800, com 54 anos, sendo sepultado na Igreja Matriz de Pirenópolis.
A Certidão de seu Atestado de Óbito foi encontrada pelo Professor Genesco Ferreira Bretas, no MUSEU DAS BANDEIRAS, de Goiás Velho, no meio dos papéis do Baú de Americano do Brasil.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 27, hoje(1998) ocupada por Leolídio di Ramos Caiado.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR DA CADEIRA 27-LEOLÍDIO CAIADO(LEOLÍDIO DI RAMOS CAIADO), de Vila Boa-Goiás Velho, 27.06.1921, escreveu, entre outros, “CURRICHÃO DA SAUDADE”(1963), “DRAMAS DO OESTE”(1950), “EXPEDIÇÃO SERTANEJA ARAGUAIA/XINGU”(1945), “ARAPOEMA”(1975), “VALE DAS CARAÍBAS”(1975), este, com prefácio de Ascânio Faria.
Vinculado ao Tocantins, por ter vivido e publicado livros quase todos relacionados com a Ilha do Bananal, no Estado do Tocantins.
Filho de Leão Di Ramos Caiado e Illydia Maria Perillo Caiado. Secretário Estadual do Meio Ambiente, em 1975, no Governo de Leonino Caiado.
Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Escritor, Pesquisador, Jornalista. Sertanista, Ensaísta, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 27, cujo Patrono é Bartolomeu Antônio Cordovil.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e um dos raros goianos no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), a 27 de junho de 1921. Filho de Leão Di Ramos Caiado e de Ilídia Perilo Caiado.
Iniciou, em 1928, o curso primário em sua terra natal. Ingressou, em 1934, no Ginásio Anchieta de Bonfim(Silvânia). Transferiu-se, em 1936, para o Liceu de Goiás.
Em 1941, mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a frequentar o curso agrícola Betlen, com vistas à carreira militar.
Ingressou na Escola Preparatória de Fortaleza, no Ceará, em 1942, com 21 anos. Estudou em Campo dos Afonsos, em 1943, na Escola da Aeronáutica, saindo com a graduação de 3º Sargento.
No Aeroclube do Brasil, no Rio de Janeiro, fez o curso de Piloto Civil.
Convidado pelo marechal Rondon, integrou, em 1945, a Expedição Araguaia-Xingu, fazendo o levantamento do rio Tapirapés, o que lhe valeu preciosa experiência, tanto que no ano seguinte publicou seu primeiro livro, “Expedição Sertaneja Araguaia-Xingu” (1946).
Matriculou-se na Faculdade de Direito de Goiás, em 1947, com 26 anos.
No ano de 1950, participou da EXPEDIÇÃO HERMANO RIBEIRO, com a finalidade de estudar os indios do Rio Javaé. Nesta ocasião, viveu na Ilha do Bananal, hoje no Tocantins.
Em 1951, com 30 anos de idade, bacharelou-se em Direito e nesse mesmo ano lançou “Dramas do Oeste”, que recebeu muitos elogios. Em 1963 publicou “Curichão da Saudade”.
Foi eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 27, no dia 21 de abril de 1971, com 50 anos de idade, cujo Patrono é Bartolomeu Antônio Cordovil. É também membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Durante algum tempo, no Governo de seu parente Leonino Caiado, foi secretário do Meio Ambiente, em 1975, ano em que publicou um de seus melhores trabalhos, o livro “Arapoema”.
Em 1979, voltou a ocupar o cargo de Secretário do Meio Ambiente no Governo Estadual.
Entre as honrarias e títulos que recebeu destacam-se, “MEDALHA COUTO MAGALHÃES” e “MEDALHA MARECHAL RONDON”, da Sociedade Geográfica Brasileira, em 1971, bem como ainda PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, de 1952.
Atualmente(2007), já aposentado, dedica-se à atividade agropecuária, à literatura e também à ecologia. Tem o seu nome, o laboratório da Agência Goiana do Meio Ambiente.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 28
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Florêncio Antonio da Fonseca Grostom- PATRONO(Traíras-Niquelandia, 1777).
Modesto Gomes da Silva- FUNDADOR(Paraúna, Goiás, 26.02.1931).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 28-FONSECA GROSTOM(FLORÊNCIO ANTONIO DA FONSECA GROSTOM), de Traíras-Tupiraçaba, Niquelândia, Goiás, l777, escreveu, entre outros poemas, o "MAGNÂNIMO OLIVEIRA"(homenagem a Joaquim Alves de Oliveira, fundador do jornal A MATUTINA MEIAPONTENSE). Considerado o primeiro goiano a escrever poesia, conforme Gilberto Mendonça Teles, citando Sebastião Fleury Curado, in “MEMÓRIAS HISTÓRICAS”.
Mudou-se, posteriormente, para São João Del-Rei, Minas Gerais, onde exerceu a Advocacia, falecendo em Juiz de Fora, em 1860, com 83 anos. Antes de transferir-se definitivamente para Minas Gerais, esteve no Norte de Goiás, hoje Tocantins, em cidades como Arraias e Natividade, tentando a vida através da música.
Advogado, Professor. Músico, Poeta. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Jornalista.
Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 28, cujo fundador foi Modesto Gomes da Silva.
Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.



Nasceu em Traíras, Tupiraçaba (Niquelândia), interior goiano, em 1777. Iniciou os estudos elementares, em 1786, na sua terra natal, onde também começou a aprender música.
Transferiu-se, em 1794, para Meia Ponte(Pirenópolis), onde também se casou com Maria Joana.
Neste período esteve no Norte de Goiás, hoje Tocantins, tentando a vida de músico em Arraias e Natividade.
Em 1811, escreveu “OBRAS POÉTICAS”, texto dedicado ao Juiz de Paz Joaquim Alves de Oliveira que seria alguns anos mais tarde, em 1830, o fundador do jornal MATUTINA MEIAPONTENSE.
Mudou-se, em 1813, com 36 anos, em companhia de seu parente João Crisóstomo Pinto da Fonseca, Juiz de Paz de Goiás Velho, para a cidade de São João Del-Rei, Minas Gerais, onde se encontrava seu bisavô, o político e advogado Afonso Arinos de Melo Franco.
Transferiu-se, algum tempo depois, para Juiz de Fora, também em Minas, onde continuou a trabalhar como Advogado Provisionado, adquirindo notável fortuna.
Faleceu com 83 anos de idade, em 1860, deixando um filho natural e rica biblioteca.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 28, hoje(2007) ocupada por Modesto Gomes da Silva.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 28-MODESTO GOMES(MODESTO GOMES DA SILVA), de Paraúna, Goiás, 26.02.1931, escreveu, entre outros, “ESTUDOS DE HISTÓRIA DE GOIÁS”(1974), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando as diferentes facetas da região, em seus livros, “ASPECTOS DA CULTURA GOIANA"(1971), "HISTÓRIA E LITERATURA" (1968), “A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL E SEUS REFLEXOS EM GOIÁS”(1972). Publicou também "AS HORAS E OS MINUTOS"(1971), "UM RIO DENTRO DOS OLHOS"(1977), “ESTUDOS DE LITERATURA GOIANA”(1979), “AS CONTAS DO ROSÁRIO” (1983), “O PÓ DA TRISTEZA” (1997), “EM BUSCA DO TEMPO”(2002), “O DIA E A AGONIA”(2006).
Filho de Floriano Gomes da Silva e de Ordália Ferreira da Silva. Iniciou o curso primário, em 1939, em sua terra natal, onde também concluiu o curso secundário. Mas foi aluno interno do Ateneu Dom Bosco, de Goiânia. Fez o curso superior de História, na Universidade Católica de Goiás. Nos anos seguintes, Bacharelou-se em Direito, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás.
Casou-se em Paraúna, com Ana Ferreira, com quem teve os filhos Maria Clara, Maria Saurismélia, Maria Telma, Luis Antonio, Maria Marta, Ana Carolina e Ordália Maria.
Lecionou no Ginásio Otaviano de Morais, em Paraúna e no Colégio Pedro Gomes, de Goiânia.
Por concurso público, tornou-se Professor de Teoria da História e Teoria da Literatura, no Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, onde também se aposentou.
No dia 21 de julho de 1971, com 40 anos, foi eleito para a Cadeira 28, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Florêncio Antonio da Fonseca Grostom. Tomou posse no dia 7 de março de 1972, com saudação de Jaime Câmara.
Foi Chefe de Gabinete do Secretário de Interior e Justiça. Diretor do Departamento Estadual de Cultura. Chefe do Serviço de Documentação do Estado e Diretor do Departamento de Ensino Médio, todos vinculados ao Governo de Goiás.
Como Jornalista Profissional, foi também Diretor do Suplemento Literário do jornal “O POPULAR”. Trabalhou neste jornal durante 12 anos e manteve a coluna diária “TEMA LIVRE”. Trabalhou também no jornal FOLHA DE GOIAZ e no JORNAL OPÇÃO, de Herbert de Morais Ribeiro, bem como no JORNAL DE LETRAS, do Rio de Janeiro. Fez parte da equipe de esportes da RADIO E TV BRASIL CENTRAL.
Posteriormente, tornou-se Juiz de Direito, por concurso público de provas e títulos, de várias Comarcas do interior goiano, inclusive Pirenópolis, função em que se aposentou.
Hoje(2007), dedica-se à advocacia e às atividades literárias e agropecuárias.
Sobre ele e com o título “MODESTO GOMES DA SILVA E OS ASPECTOS DA CULTURA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ficcionista, Contista, Cronista. Literato, Administrador, Produtor Cultural. Ativista, Historiador, Memorialista. Advogado, Professor, Jornalista.
Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da União Brasileira de Escritores de Goiás(de que foi Presidente), da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Estadual de Educação e Cultura.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa.
Acha-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS”, de Temis Gomes Parente.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 29
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luis Maria da Silva Pinto- PATRONO(Pilar de Goiás, Goiás, 15.03.1775).
Jerônimo Geraldo de Queiroz- FUNDADOR(Campina Verde, Minas Gerais, 13.04.1917).
Ney Teles de Paula(Piracanjuba, Goiás, 30.05.1949).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 29-SILVA PINTO(LUIZ MARIA DA SILVA PINTO), de Papuã-Pilar de Goiás, Goiás, 15.03.1775, escreveu, entre outros, “ORTOGRAFIA OU ARTE DE ESCREVER”(1829), “ARITMÉTICA OU ARTE DE CONTAR”(1831), "DICIONÁRIO DA LÍNGUA BRASILEIRA" (1832), “PRINCÍPIOS DE MORAL CRISTÔ(1846), “GRAMÁTICA BRASILEIRA OU ARTE DE FALAR”(1847)“HISTÓRIA DE MINAS GERAIS”(1857).
Deputado Provincial, pela Província de Goiás, junto ás Cortes Portuguesas. Foi proprietário do COPILADOR MINEIRO, em Ouro Preto, Minas Gerais, onde residiu por muitos anos.
Professor, Jornalista, Dicionarista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como em LETRAS E LITERATOS DE ONTEM E DE HOJE, de Waldir Castro Quinta, in CATÁLOGO BIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, Sesc, l966.
Encontra-se ainda em GOIANOS ILUSTRES, de José Ferreira de Sousa e no livro O JULGADO DE PILAR (RESGATE HISTÓRICO), de Onildo de Castro.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Papuã(Pilar de Goiás), no dia 15 de março de 1775. Filho de José Pinto Silva e de Joaquina Maria Zunega ou Maria Joana Rodrigues, conforme o livro “GOIANOS ILUSTRES”.
Em 1777, seu pai, que buscava ouro, foi sacrificado pelos índios Goianases, razão por que mudou com a mãe e a irmã para Vila Rica(Ouro Preto), após serem recomendados ao Presidente da Capitania de Minas Gerais.
Foi batizado, em 1778, por Tomás Antonio Gonzaga, noivo de Maria Dorotéia Joaquina de Seixas(MARÍLIA DE DIRCEU), tornando-se protegido do Frei Domingos da Encarnação Pontevel.
Matriculou-se, em 1785, no Colégio Osório, do Arraial de Sumidouro. Retornando a Vila Rica, em 1788, tornou-se aluno do Frei Pontevel, sendo aprovado em Retórica, Filosofia, Teologia, Matemática e Linguas.
Após conquistar o Doutorado em Humanidades, foi nomeado, em 1795, com 20 anos, pelo Visconde de Barbacena, Secretário do Palácio do Governo Mineiro.
Em 1805, recebeu a patente de Sargento-Mor, ao mesmo tempo em que se aperfeiçoava em Tipografia, com o Padre Joaquim Viegas de Meneses.
Já promovido a Major, em 1820, com 45 anos, instalou uma Tipografia em sociedade com o português Manuel José Barbosa.
Em 1822, foi eleito Deputado à Segunda Junta Governativa Provincial.
Por sua sugestão, foi criado o jornal “IMPRENSA OFICIAL”, em Minas Gerais, sendo seu primeiro administrador.
Lançou, em 1823, com 48 anos, o primeiro jornal de Minas, o COPILADOR MINEIRO e foi nomeado Secretário do Governo.
Seu “DICIONÁRIO DA LINGUA BRASILEIRA”, publicado em 1823, foi o primeiro dicionário escrito por brasileiro e impresso no Brasil.
Entre suas obras, destaca-se também “O MAPA GEODÉSICO DE MINAS GERAIS”, editado em 1825.
Em 1835, com 60 anos, elegeu-se Deputado Provincial e no ano seguinte tornou-se membro do Instituto Histórico e Geografico Brasileiro, no Rio de Janeiro.
Já aposentado, exerceu, em 1852, com 77 anos, a Procuradoria Fiscal da Mesa de Rendas de Minas Gerais.
Conforme Afonso de Taunay, Silva Pinto casou-se três vezes.
No dia 20 de dezembro de 1857, com 82 anos de idade, faleceu em Vila Rica(Ouro Preto), Minas Gerais, onde foi sepultado. Conforme alguns autores, teria falecido em 1869, com 94 anos.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 29, hoje(1998) ocupada por Jerônimo Geraldo de Queiroz. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Ney Teles de Paula.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 29-JERÔNIMO DE QUEIROZ(JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ), de Campina Verde, Minas Gerais, 13.04.1917, escreveu, entre outros, "HOMENS DE PALHA", "SOCIOLOGIA E DIREITO"(1967), "EVOLUÇÃO CULTURAL DE GOIÁS"(1969), "UNIVERSIDADE E JUVENTUDE", “A IGREJA CIVILIZOU GOIÁS”(1961), “BOA NOITE SÃO PAULO BRASILEIRO”, "MANUAL DO ORADOR".
Vinculado ao Tocantins, por ser membro titular da Academia Tocantinense de Letras.
Foi Reitor da Universidade Federal de Goiás e Professor da Faculdade de Direito.
Advogado, Jornalista, Docente. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista.
Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, além de CONTOS E POESIAS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al.
É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 07, cujo Patrono é Francisco de Britto. Sua posse se deu na cidade de Palmas, no dia 15.08.1997, quando estava com 80 anos de idade. Não foi eleito, mas convidado pela Assembléia Geral da ATL, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.
Nasceu em Campina Verde, Minas Gerais, a 13 de abril de 1917. Filho de Sebastião Ferreira e Mônica Maria Macedo Queiroz.
Concluiu os estudos primários na Fazenda Perobas, em sua terra natal, por volta de 1929. Matriculou-se no Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais, onde terminou o curso secundário, em 1933.
Já em Belo Horizonte, ingressou na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, onde se bacharelou em 1938, com 21 anos de idade.
Formado em Direito e com ampla experiência na advocacia, deixou Belo Horizonte, mudando-se definitivamente para Goiânia, Goiás, em 1952, com 35 anos.
No dia 10 de março de 1957, no Salão Nobre da Faculdade de Direito de São Paulo, pronunciou memorável conferência, em nome do Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico), na instalação da Primeira Semana Nacional Mudancista da Capital Federal.
Exerceu importantes cargos na área do ensino Secundário e Superior, tendo sido, inclusive, Inspetor Escolar. Professor Catedrático de Direito Judiciário e de Sociologia Rural e Urbana.
Diretor da Faculdade de Direito de Goiás, em Goiânia. Em sucessão ao ilustre Professor Colemar Natal e Silva, fundador da Universidade, terminou por tornar-se Reitor da Universidade Federal de Goiás (1964/69).
Em 1967, pela Editora da Universidade de Goiás, publicou o livro “SOCIOLOGIA E DIREITO”. Homem de vasta cultura e orador primoroso, tem numerosas obras publicadas, dentre elas “Minas Intelectual”; “Sociologia do Direito”; “Essências do Panamericanismo”; “Homens de Palha”; “Planejamento Por Três Anos”; “Da Divisão Sumaríssima entre os Incapazes”.
Entre suas obras inéditas, destacam-se: “Precursores de Kant”; “Justiça da Progressividade do Imposto Sucessório”, “Contribuição à Literatura Brasileira”, “Cadernos de Estudos”, “O Processo Civil”; “Sociologia Goiana” e “Cristais Sonoros”.
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, cujo Patrono é Luis Maria da Silva Pinto. Foi eleito em 1971 e empossado no dia 6 de abril de 1972, com saudação de Waldomiro Bariani Ortêncio.
Está vinculado também à União Brasileira de Escritores, à Ordem dos Advogados do Brasil, à Associação Goiana de Imprensa e ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Com seus 81 anos de idade, o Prof. Jerônimo é figura marcante na sociedade goiana, pelo seu brilhantíssimo e pela sua forma entusiasta de viver a vida.
Com o título “ANÁLISE LITERÁRIA DE HOMENS DE PALHA”, escreveu, em 1973, excelente livro, a professora Nelly Alves de Almeida.

Também sobre ele e com o título “JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ E OS HOMENS DE PALHA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Seu discurso de posse na Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 07, no dia 15.08.1997, na cidade de Palmas, tendo como Patrono Francisco de Brito, é um documento histórico de valor inestimável.
Faleceu em sua Fazenda, em Guapó, de enfarte fulminante, com 86 anos de idade, no dia 24.09.2003, sendo sepultado no Cemitério Santana, de Campinas, bairro de Goiânia.
Foi casado com a mineira Celma Afonso Fontoura, com quem teve 5 filhos.
Sua vaga na Cadeira 29, da Academia Goiana de Letras, está sendo disputada pelo candidato único, Desembargador Ney Teles de Paula, filho de Piracanjuba. Eleito, Ney Teles de Paula foi empossado no dia 24.06.2004.
Na Academia Tocantinense de Letras, a Cadeira 07 de Jerônimo Geraldo de Queiroz, continua vaga, pelo menos até esta data(Junho de 2004). Posteriormente(28.09.2004), foi eleito para esta cadeira, o confrade Júlio Resplande, também como candidato único, tendo tomado posse no dia 19.11.2004, no auditório da Polícia Militar, em Palmas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 29-TELES DE PAULA(NEY TELES DE PAULA), de Piracanjuba(Pouso Alto), Goiás, 30.05.1949, escreveu, entre outros, "DIMENSÕES DO EFÊMERO"(1976), “ANTONIO AMERICANO DO BRASIL-UM ESBOÇO BIOGRÁFICO”(1982), “A ROSA PARADISÍACA E OUTROS ESCRITOS”(2000), “MOACIR TELES-O SENTIDO DE SUA MORTE NOS TEXTOS DE JORNAIS”(2004), “A ESCADA DE JACÓ E OUTROS ESCRITOS”(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho de Guilherme Siqueira de Paula e Dulce Gonçalves Teles. Formado em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Especialização em Direito Penal, pela Universidade Federal de Goiás. Diretor artístico da Rádio Universitária.
Foi Assessor Especial dos Governos de Leonino Caiado e Irapuan Costa Júnior. Juiz de Direito em Goiânia. Professor da Escola Superior da Magistratura, vinculada ao Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Memorialista, Jornalista, Radialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Literato, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Advogado.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 24, tendo como Patrono José Lopes Rodrigues, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO).
Acha-se na Antologia ASSIM É JATAÍ, do escritor médico Hugo Ayaviri Amurrio e em várias antologias de poesia e prosa.
Encontra-se no livro LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa.
Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos.
Com o passar do tempo, tornou-se Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, cujo Patrono é Luis Maria da Silva Pinto, tendo sido fundador Jerônimo Geraldo de Queiroz. Fundador e Presidente da Academia Piracanjubense de Letras e Artes. Sócio correspondente da Academia Belavistense de Letras, Artes e Ciências.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 30
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Demóstenes Cristino- PATRONO(Caratinga, Minas Gerais, 14.07.1884).
César Baiocchi- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 15.04.1928).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 30-DEMÓSTENES CRISTINO(DEMÓSTENES CRISTINO DA SILVEIRA), de Caratinga-Fazenda Caju, Minas Gerais, 14.07.1884, escreveu, entre outros, "TROVAS"(1959), "MUSA BRAVIA"(1949), sem dados biográficos nos livros.
Formado em Odontologia, em Juiz de Fora, Minas Gerais, mudou-se para Ipameri, interior goiano, onde exerceu a função de Dentista. Foi colaborador do IPAMERI JORNAL.
Literato e Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Orador, Cronista, Contista. Aministrador, Educador, Ficcionista.
É um dos patronos da Academia Goiana de Letras, Cadeira 30, hoje(1998), ocupada por César Baiocchi.
Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990.
Estudado no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Encontra-se no livro PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na Fazenda Caju, Caratinga, Minas Gerais, no dia 14 de julho de 1884. Filho de José Cristino da Silveira e de Leonarda Cristino.
Iniciou, em 1902, os estudos primários em sua terra natal. Em 1904, passou a morar com o avô, no distrito de Entre-Folhas.
Em 1912, matriculou-se na Faculdade de Odontologia de Juiz de Fora, Minas Gerais, concluindo o curso em 1914, com 30 anos.
Como dentista, fixou residência, em 1920, em Poços de Caldas, Minas Gerais. Mudou-se para Ipameri, interior goiano, em 1926, com 42 anos, dedicando-se sempre à odontologia.
Poeta inspirado, publicou, em 1949, com 65 anos de idade, seu livro de versos “MUSA BRAVIA”, no Rio de Janeiro, que recebeu crítica elogiosa de J. G. de Araújo Jorge.
Em 1959, com 75 anos, editou o livro “TROVAS”.
No dia 18 de abril de 1962, com 78 anos de idade, faleceu em Ipameri, Goiás, onde também foi sepultado.
Seu único parente de que se tem notícia hoje(1998) é a poetisa Iêda Schmaltz, sua neta, pernambucana de nascimento, mas goiana de coração.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 30, hoje(1998) ocupada por César Baiocchi.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 30-CÉSAR BAIOCCHI(CÉSAR BAIOCCHI), de Vila Boa-Goiás Velho, 15.04.1928, escreveu, entre outros, "MAIS UM PONTO, DEPOIS DE OUTROS CONTOS"(1969), "SETE MULHERES DE TRINTA E UM OLHO D AGUA"(1972), "CORRIOLA, PARANÁ-BRASIL"(1966).
Foi Vereador e Prefeito de São João do Caiuá, no Paraná. Presidente do Conselho de Cultura do Distrito Federal, em Brasília.
Médico. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista.
Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 30, cujo Patrono é Demóstenes Cristino.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, 1990 e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e em diferentes antologias de poesia e prosa. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa) a 15 de abril de 1928. Filho de Colombo Baiocchi e de Isabel Asciscla Guimarães Baiocchi. São também seus irmãos Emircesar Guimarães Baiocchi(Engenheiro Civil) e Mari de Nazaré Baiocchi(Arqueóloga).
Iniciou, em 1935, o curso primário e em 1939, matriculou-se no Liceu de Goiás.
Em Goiânia, no ano de 1944, ingressou no curso científico, concluindo-o já em Curitiba, Paraná, no ano de 1946.
Em 1947, matriculou-se na Faculdade de Medicina de Curitiba, ao mesmo tempo em que passou a trabalhar na Rede Ferroviária.
Fundou, junto com outros, em 1949, a revista “PARANÁ UNIVERSITÁRIO”.
Em 1952, com 24 anos, formou-se em Medicina e no ano seguinte, 1953, casou-se com Josephine Desounet, com quem teve os filhos Rômulo e Maura.
Formado em Medicina, no Paraná, exerceu a profissão naquele Estado, onde militou na política, sendo vereador e prefeito de uma cidade do interior e suplente de deputado estadual.
Construiu uma CASA DE SAÚDE, em 1955, na cidade de São José do Caiuá, interior paranaense, onde também foi eleito Vereador. Trabalhou na Rede Ferroviária Paraná-Santa Catarina.
Em 1958, com 30 anos, foi eleito Deputado Estadual e no ano seguinte, 1959, elegeu-se Prefeito de São José do Caiuá.
Em 1964, transferiu-se para Brasília, onde se estabeleceu com sua clínica psiquiátrica, mudando-se a seguir para Goiânia.
Posteriormente, retornou para Brasília, onde reside. Publicou, em 1966, o livro “CORRIOLA PARANÁ BRASIL”.
Eleito Presidente da Associação Psiquiátrica de Brasília, em 1968, com 40 anos de idade.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em 1968, com o livro “MAIS UM PONTO, DEPOIS DE OUTROS CONTOS”.
Ingressou, em 1970, na Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, do Rio de Janeiro.
Em 1971, participou do Congresso Mundial de Psiquiatria, no México.
Com saudação do acadêmico Bernardo Élis, tomou posse na Cadeira 30, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Demóstenes Cristino, em abril de 1972, ano em que também publicou seu livro “SETE MULHERES DE TRINTA E UM OLHO D’AGUA”.
Foi Presidente da INCA S/A, firma de negócios imobiliários, durante muito tempo, bem como Presidente do Conselho de Cultura do Distrito Federal. Instituidor, em 1973, com 45 anos de idade, da Fundação César Baiocchi. Nos anos 90, foi Presidente do Conselho e Secretário de Cultura, Esporte e Lazer do Distrito Federal.
Desenvolve, em Luis Alves, interior goiano, o Pólo de Desenvolvimento do Turismo Ecológico no Rio Araguaia. Em 1995, na região de São Miguel do Araguaia, Goiás, promoveu o 1º Fórum de Defesa dos Lagos e do Rio Araguaia.
Atualmente(2007), reside em Brasília, onde também exerce a profissão de Médico Psiquiátra.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 31
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Eurídice Natal e Silva- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.11.1883).
Rosarita Fleury(Maria do Rosário Fleury)- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 27.10.1913).
Belkiss Spenzieri Carneiro de Mendonça(Vila Boa-Goias Velho, 15.02.1928).
Ana Braga Machado Gontijo(Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.1923).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 31-EURÍDICE NATAL(EURÍDICE NATAL E SILVA-Ciná de Talnery), de Vila Boa-Goiás Velho, 23.11.1883, escreveu, entre outros, “NOTAS DE VIAGEM AO ARAGUAIA”(1939), "UM IDÍLIO NA SAVANA"(tradução), “ECIDE”, “GALILEU”(tradução), “BIOGRAFIA DE GUIMARÃES NATAL”.
Filha de Joaquim Xavier dos Guimarães Natal e Ângela Bulhões Jardim. Fundou a Primeira Academia de Letras de Goiás, na antiga Capital, Vila Boa, hoje Goiás Velho ou Cidade de Goiás, em 1904, quando a cidade tinha catorze mil habitantes, época em que São Paulo tinha quinze mil. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Administradora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa.
Citada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Foi casada com o Procurador da República Marcello Francisco da Silva
Mãe do fundador e benfeitor da Academia Goiana de Letras, Colemar Natal e Silva, bem como ainda Eurídice Silva Juliano.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na “SÚMULA DA LITERATURA GOIANA”, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Sobre ela, escreveu excelente estudo, a sua neta Moema de Castro e Silva Olival.
Na Academia Goiana de Letras é Patrona(Patronese) da Cadeira 31, cuja fundadora foi Rosarita Fleury, hoje(1998) ocupada por Belkiss Spenciere Carneiro de Mendonça. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Ana Braga.
Faleceu em Goiânia, no dia 31.08.1970, com 87 anos de idade.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Quanto à sua filha, EURIDICE SILVA JULIANO, Goiana, de Goiás Velho, 1920, escreveu entre outros, “DOMINGOS JULIANO-DADOS BIOGRÁFICOS E DOCUMENTÁRIO”, “COLETÂNEA”(1977), sem dados biográficos pessoais nos livros.
Traz o discurso de sua mãe Eurídice Natal e Silva, na Academia de Letras de Goiás Velho, fundada em 1904 e os traços biográficos de seu avô Guimarães Natal(Joaquim Xavier).
Professora de Matemática do Instituto de Educação de Goiás.
Casada com Domingos Juliano, antigo Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Irmã de Colemar Natal e Silva. Filha do Procurador da República Marcello Francisco da Silva e sobrinha do antigo Ministro da Fazenda Leopoldo de Bulhões(José Leopoldo de Bulhões Jardim).
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 31- ROSARITA FLEURY(MARIA DO ROSÁRIO FLEURY), de Vila Boa-Goias Velho, 27.10.1913, escreveu, entre outros, “RETALHOS”(POEMAS-1935), “SÃO JOÃO”(POEMAS-1940), “EURÍDICE NATAL E SILVA: EVOLUÇÃO CULTURAL”(1979), "SOMBRAS EM MARCHA"(ROMANCE-1983), "ELOS DA MESMA CORRENTE"(ROMANCE-1959), “VIDA E OBRA DE ALTAMIRO DE MOURA PACHECO”(1981). Publicou também “LEODEGÁRIA DE JESUS”(ESTUDOS-1973), “HEITOR FLEURY”(BIOGRAFIA-1974), “JARBAS JAYME-HISTORIADOR(BIOGRAFIA-1977), “EURIDICE NATAL”(BIOGRAFIA-1979).
Filha de Heitor Morais Fleury e Josefina Caiado Fleury. Estudou no Colégio Santana de Goiás Velho e no Colégio Santa Clara, de Goiânia. Diferentes cursos de Extensão Universitária.
Foi Secretária do Instituto de Educação de Goiás e do Colégio Universitário.
Fundadora e Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, durante muitos anos.
Professora, Orientadora Pedagógica. Inspetora de Ensino Secundário. Administradora, Ficcionista, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Romancista. Cronista, Contista, Literata. Redatora, Conferencista, Oradora.
Abordada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 31, cuja Patrona é Eurídice Natal e Silva, hoje(1998) ocupada por Belkiss Spenciere Carneiro de Mendonça. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Ana Braga.
Sócia da União Brasileira de Escritores de Goiás, bem como do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA BRASIL E BRASILEIROS DE HOJE, de Afrânio Coutinho.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo.
Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e em todos os livros que tratam da história literária de Goiás. Pelo seu livro ELOS DA MESMA CORRENTE, recebeu o PRÊMIO JULIA LOPES DE ALMEIDA, da Academia Brasileira de Letras.
Faleceu em Goiânia, no dia 14 de março de 1993, com 80 anos.
Sobre ela e com o título “ROSARITA FLEURY E OS ELOS DA MESMA CORRENTE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 31- BELKISS SPENZIERI(BELKISS SPENZIERI CARNEIRO DE MENDONÇA), de Vila Boa-Goias Velho, 15.02.1928, escreveu, entre outros, "A MÚSICA EM GOIÁS"(1980). Doutora em Música. Formada pela Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás, onde se aposentou.
Pianista, Musicista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Articulista, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa.
Fundadora do Conservatório de Música da UFG, de que também foi docente.
Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Ordem dos Músicos do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG.
Sócia também da Academia Feminina de Letras e Artes, Cadeira 6, bem como do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo.
Articulista do jornal "O POPULAR", de Goiânia. Presidente da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), em 15 de fevereiro de 1928. Filha de Belmiro Spenzieri e Diana Luiza do Couto.
Iniciou, em 1935, seus estudos com sua avó, Nhanhá do Couto(Maria Angélica da Costa Brandão), grande incentivadora da música erudita em Goiás.
Após os estudos primários em sua terra natal, terminou o secundário no Liceu de Goiás e no Liceu de Goiânia.
Concluiu o curso de professora de Piano na Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Teve, dentre outros professores, Paulino Chaves, Joseph Kliass, Camargo Guarnieri e Arnaldo Estrella.
Em 1956, com 28 anos, fundou, com outras pessoas, o Conservatório Goiano de Música, mais tarde Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás, tendo sido sua diretora até 1977.
Apresentou-se em recitais em Paris, Madri e em Lisboa, em missão do Ministério das Relações Exteriores do governo brasileiro.
É membro da Academia Feminina de Artes e Letras de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, na Cadeira 02, tendo como Patronese Maria Angélica do Couto Brandão(NHANHÁ DO COUTO).
Seu esposo, Simão Carneiro de Mendonça, foi médico ilustre e professor da Universidade Federal de Goiás.
Na Academia Goiana de Letras, é titular da Cadeira 31, que tem como Patronese Eurídice Natal e Silva, de que foi fundadora Rosarita Fleury. Esta Cadeira é, atualmente(2007), ocupada por Ana Braga.
Aposentou-se como professora do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás.
Foi a primeira Presidente da Fundação Cultural de Goiás. Foi Presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Membro do Conselho Deliberativo e Honorífico da Sociedade Goiana de Cultura(mantenedora da Universidade Católica de Goiás).
Gravou um CD, com obras inéditas de Camargo Guarnieri. Também em CD, gravou o PANORAMA DA MUSICA BRASILEIRA PARA PIANO. Fez gravações de Musica Brasileira para a Radio Suisse Romande(Genebra), Rádio Difusão Portuguesa, Rádio Nederland(Holanda), Rádio BBC(Londres).
Tem vários trabalhos publicados sobre música e é articulista especial do jornal O POPULAR, de Goiânia.
Faleceu no dia 17.11.2005, em Goiânia, Goiás, com 77 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 31- ANA BRAGA(ANA BRAGA MACHADO GONTIJO), de Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.1923, escreveu, entre outros, "A COMUNICAÇÃO NO MÉDIO NORTE GOIANO", "NOSSA SENHORA DE NATIVIDADE E DOM ALANO MARIA DU NODAY", "A TÊMPERA DA MULHER TOCANTINENSE", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Publicou também “NELLY, A ESCRITORA AMIGA”(1983) e “UM NOME DE MULHER NA HISTÓRIA DE GOIÂNIA”(1999). Editou também “A FORÇA DO REGIONALISMO NA OBRA DE JUAREZ MOREIRA FILHO”(2001).
Atual(2001) Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, onde ocupa a Cadeira 4.
Foi Deputada Estadual representando o Norte de Goiás.
Pormenorizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Historiadora. Advogada, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista.
Assessora Política do Governo do Estado do Tocantins, na primeira administração do Governador Siqueira Campos.
Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras.
É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro REGISTRO DE UMA OBRA (Nelly Alves de Almeida), editado por Humberto Ludovico de Almeida e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloisa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araujo, bem como em DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 03, cujo Patrono é José Lopes Rodrigues. Ao lado de Juarez Moreira Filho e José Liberato Povoa, foi fundadora da Academia Tocantinense de Letras. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Peixe, Goiás, hoje Tocantins, no dia 29 de novembro de 1923. Filha de Anísio Pereira Braga e Edetina Nunes Braga.
Iniciou, em 1928, os estudos primários com a Mestra Anita(Ana Ponce Leones). Continuou os estudos com a professora Fany de Oliveira Macedo.
Mudou-se com a família para Descoberto(Porangatu) e depois Trindade, onde estudou no Grupo Escolar João Pessoa, participando do Grêmio Teatral, dirigido pelo padre Pelágio e por Otavinho Arantes.
Em 1936, foi para Goiânia, matriculando-se no Colégio Santa Clara, terminando alí o curso Normal. Em 1951, com 28 anos, foi vereadora junto à Câmara Municipal de Goiânia, ano em que se casou com seu primo Luiz de Queiroz que faleceu quatro anos depois.
Professora do Liceu de Goiânia, nomeada por Pedro Ludovico. Foi docente também do Instituto de Educação de Goiás. Bacharelou-se, em 1952, em Geografia e História, pela Faculdade de Filosofia, da Universidade Católica de Goiás.
Em 1956, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Em 1960, com 37 anos e já como Deputada Estadual, casou-se pela segunda vez com o Médico Trajano Machado Gontijo Filho, com quem teve quatro filhos e de quem se separou alguns anos depois.
Residiu em Tocantinópolis, onde seu marido foi Prefeito Municipal, em 1962. Mudou-se depois para Porangatu, onde construiu o Hospital Nossa Senhora da Piedade e elegeu seu marido Prefeito Municipal.
Concluiu o curso de Enfermagem, em 1963, com 40 anos, pela Escola São Vicente de Paula, da UCG. Foi Diretora do Ginásio Comercial de Porangatu, em 1966, bem como da Escola Normal de Porangatu.
Chefiou o Departamento de Cultura do Estado de Goiás, em 1973.
Procuradora do Estado de Goiás, aposentou-se em 1979, com 56 anos. Tornou-se Chefe do Departamento Administrativo da Secretaria da Fazenda de Goiás, em 1984.
Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, foi nomeada pelo Governador Siqueira Campos, em 1989, Coordenadora dos Assuntos Históricos e Culturais e Membro do primeiro Conselho de Cultura do Estado do Tocantins, tendo tomado posse em 14.05.1989, na cidade de Natividade.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 49, cujo Patrono é Joaquim Teotônio Segurado.
Na Academia Tocantinense de Letras de que foi fundadora(ao lado de Liberato Povoa e Juarez Moreira Filho), ocupa a Cadeira 03, que tem como Patrono José Lopes Rodrigues. Sua posse se deu em 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.
Atualmente(2000), é a dinâmica Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, hoje regiamente instalada numa das dependências do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, que se localiza na frente do Centro Administrativo de Goiânia. Posteriormente, graças ao Governador Marconi Perillo, a Academia Feminina ganhou sua sede própria e tem como Presidente hoje(2004) a escritora Augusta Faro Fleury de Mello.
Na Academia Goiana de Letras, é titular da Cadeira 31, que tem como Patronese Eurídice Natal e Silva, de que foi fundadora Rosarita Fleury. Esta Cadeira foi também ocupada por Belkiss Spenziere Carneiro de Mendonça.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 32
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Francisco Ayres da Silva- PATRONO(Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1872).
José Mendonça Teles- FUNDADOR(Hidrolândia, Goiás, 25.03.1936).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 32- FRANCISCO AYRES(FRANCISCO AYRES DA SILVA), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1872, escreveu, entre outros, “DA ELECTROLYSE MEDICAMENTOSA NAS ARTHRITES”(Tese-1899), "CAMINHOS DE OUTRORA-DIÁRIO DE VIAGENS"(Póstuma-1972).
Após o primário em sua terra natal, estudou no Seminário Santa Cruz, de Goiás Velho e no Lyceu de Goiás.
Formado em Medicina, pela Faculdade Nacional do Rio de Janeiro, em 1898, quando tinha 26 anos de idade. Deputado Federal, de 1914 a 1937. Vice-Presidente do Estado de Goiás, no Governo de Eugênio Jardim, em 1921.
Ao contrário do que se poderia imaginar, foi sempre contra a divisão do Estado de Goiás, tendo, inclusive, criado o jornal “NORTE DE GOYAZ”, só para combater o ideal separatista, eis que era favorável ao desenvolvimento do norte e não à sua divisão.
Médico, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Foi membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.
Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro GENTE & LITERATURA, de José Mendonça Teles.
É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Porto Imperial(Porto Nacional), Goiás, hoje Tocantins, em 11 de setembro de 1872.
Filho do Coronel Joaquim Ayres da Silva, chefe político e antigo Deputado por Goiás junto à Constituinte Republicana e de Raquel Pinto Cerqueira Ayres.
Fez o curso preparatório no Seminário Santa Cruz em Vila Boa, antiga Capital de Goiás, depois de ter estudado o primário em sua terra natal.
Já no Rio de Janeiro, em 1899, diplomou-se em Medicina, defendendo a tese: “DA ELECTROLYSE MEDICAMENTOSA NAS ARTHRITES”. Retornou à sua terra natal, Porto Nacional, alí exercendo a medicina por mais de cinquenta anos e até morrer, em 1957.
Já conhecido como DOUTOR CHIQUINHO, tornou-se o primeiro professor de aula particular, em Porto Nacional. Exerceu as funções de Secretário da Intendência Municipal. Conselheiro(1902) e Delegado Literário do Estado(1912).
Fundou, em 1905, o jornal NORTE DE GOYAZ com a finalidade, entre outras, de promover o desenvolvimento do Norte de Goiás, já que era contrário à formação do Estado do Tocantins.
Em 1915, casou-se com Edmunda Pereira Ayres. Vinculou-se à Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, bem como à Academia Físico-Química de Palermo, na Itália.
Saindo do Rio de Janeiro, no dia 16 de outubro de 1928, conduziu os primeiros caminhões a Porto Nacional, alí chegando, depois de muitos meses de viagem, no dia 16 de fevereiro de 1929.
Saiu do Rio de Janeiro até Pirapora, em Minas Gerais, onde colocou os caminhões, aliás, um caminhão e um automóvel num dos vapores que desciam o Rio São Francisco.
Desceu na cidade da Barra, na Bahia. Fazendo estradas, seguiu para Santa Rita de Cássia, Formosa do Rio Preto, São Marcelo, Ponte Alta do Tocantins, Monte do Carmo e Porto Nacional, numa extensão de 720 quilômetros. Gastou três meses e oito dias de viagem.
Suas viagens de Porto Nacional a Belém do Pará, em 1920, e do Rio de Janeiro a Porto Nacional, em 1929, foram anotadas, dia a dia, no livro CAMINHOS DE OUTRORA, com prefácio de Altamiro de Moura Pacheco.
Manteve amizade e correspondência com homens ilustres de seu tempo, entre os quais, Abílio Wolney, Eugênio Jardim, Olegário Herculano da Silveira Pinto, Hermenegildo de Morais, Antônio Ramos Caiado(Totó Caiado) e Pinheiro Machado.
Trouxe para Porto Nacional, entre outros, dois melhoramentos que eram nacionalmente cobiçados: Estação Climatológica e Estação Rádio-Telegráfica.
Ao morrer, com oitenta e quatro anos e treze dias de idade, no dia 24 de maio de 1957, seu testamento foi anulado pela Justiça, mas na maior parte, espontaneamente executado pelos herdeiros. É que, antes de morrer e por razões de ordem puramente política, havia deserdado um de seus filhos.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 32, hoje(2007) ocupada por José Mendonça Teles.
Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 06, cujo Titular é Antonio Luiz Maya.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 32-JOSÉ MENDONÇA(JOSÉ MENDONÇA TELES), de Hidrolândia, Goiás, 25.03.1936, escreveu, entre outros, “AMOR/DIÁRIO”(POEMAS-1992), “EM DEFESA DE GOIÂNIA”(MEMÓRIA-1988), “ENCANTAMENTO”(POEMAS-1985), “GENERAL CURADO: ESTUDO BIOGRÁFICO”(1973), “NO SANTUÁRIO DE CORA CORALINA”(ENSAIO-1991), “QUANDO OS FLAMBOYANTS FLORESCEM”(POEMAS-1988), “A IMPRENSA MATUTINA” (ENSAIO-1989), “UM RIO DENTRO DE MIM”(DISCURSO-1979), “A CIDADE DO ÓCIO”(CONTOS-1970), “FRONTEIRA”(ESTUDOS-1977), “VIA SACRA”(CONTOS-1979), “VIDA E OBRA DE SILVA E SOUZA”(ENSAIO-1978), “SETEMBRO NOS REUNE” (CRÔNICAS-1981), “GENTE E LITERATURA”(ESTUDOS-1983), “IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA”, “A VIDA DE PEDRO LUDOVICO”(ENSAIO-1992), “MEMÓRIAS GOIANIENSES” (1985), “CONTITULOS”(CONTO-1972), “ATLÉTICO SENTIMENTO & GLÓRIA” (CRÔNICAS-1995), “CRÔNICAS DA CAMPININHA”(1997), “CRÔNICAS DE GOIÂNIA”(1998), “CRONICAS E OUTRAS HISTORIAS”(1998), “ITINERÁRIO POÉTICO VILA BOA-PIRENOPOLIS”(1999), “CHÃO GOIANO”(1999), “DICIONÁRIO DO AUTOR GOIANO”(2000-reedição-2006), “AVENTURAS DO ZÉ PEQUENO”(2002), “CRONICAS DE HIDROLANDIA”(2003), “A VIDA DE PEDRO LUDOVICO-FUNDAÇÃO DE GOIANIA”(2004), “EU TE VEJO, GOIANIA”(2005), “CRONICAS VILABOENSES”(2005), “SEMEADORES DE FUTUROS”(2005), “CRONICAS DE MIM”(2006).
Irmão do escritor Gilberto Mendonça Teles. Funcionário Aposentado do Fisco Estadual. Professor da Universidade Católica de Goiás. Foi Secretário de Cultura do Município de Goiânia.
Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Contista, Cronista, Literato. Jornalista, Conferencista, Orador. Ativista, Pensador, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Ex-Presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Membro da Associação dos Docentes da UCG, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 32, de que foi Presidente. Sua Cadeira na Academia temo como Patrono o médico de Porto Nacional, Francisco Ayres da Silva.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 08, de que também tem sido Presidente, da Academia Paulista de História, da International Academy of Letters of England, da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades nacionais e internacionais.
Verbetado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Acha-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Muito bem estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Hidrolândia, Goiás, no dia 25 de março de 1936. Filho de João Alves Teles e de Celuta Mendonça Teles.
Iniciou, em 1943, os estudos primários em sua terra natal e em Brazabrantes.
Já em Goiânia(Campinas), nos anos seguintes, estudou no Grupo Escolar Henrique Silva.
Na Escola Técnica de Comércio de Campinas, onde residia, terminou o curso básico.
No famoso Liceu de Goiás, em Goiânia, concluiu o curso científico, já trabalhando em diferentes atividades para sobreviver.
Em 1966, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Sua turma de Bacharéis em Direito, marcou época, não somente porque publicou o livro “POESIAS E CONTOS BACHARÉIS”, mas também porque dela fazem parte ilustres nomes da literatura goiana, entre os quais, Miguel Jorge, Geraldo Marmo Coelho Vaz, Alaor Barbosa, Fernando Valladares, Martiniano José da Silva, Iêda Schmaltz, Edir Guerra Malagoni, etc.
Mediante Concurso Público, vinculou-se ao Fisco Estadual, atividade em que também se aposentou.
Tornou-se Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade Católica de Goiás e Diretor do Centro de Cultura Goiana.
Foi eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 32, cujo Patrono é Francisco Ayres da Silva.
Presidente do Conselho Estadual de Cultura de Goiás e Secretário de Cultura do Município de Goiânia, numa das administrações do Prefeito Nion Albernaz. Membro do Conselho do Patrimônio Histórico de Goiânia.
Durante dez(10) anos, foi Presidente da Academia Goiana de Letras e durante 12 anos, Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Hoje(2007), é seu Presidente AD VITAM.
Sobre ele e com o título “A PRODUÇÃO LITERÁRIA DE JOSÉ MENDONÇA TELES”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Foi também professor da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis e da Faculdade Cora Coralina, de Goiás Velho. Em 2003, com 67 anos, recebeu da Universidade Católica de Goiás, o titulo de DOUTOR HONORIS CAUSA. Foi Presidente da Aliança Francesa, em Goiânia. Fundador e Ex-Diretor do Instituto de Pesquisa e Estudos Históricos do Brasil Central, vinculado à Sociedade Goiana de Cultura, mantenedora da Universidade Católica de Goiás.
Fundador e Presidente do Instituto Cultural José Mendonça Teles, com sede própria na Rua 24, Nº 48, Centro, Goiânia, Goiás, 74.093-140, atendendo pelo e-mail jmt@yahoo.com.br
Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro, da Academia Paulistana de História de São Paulo, da Ordem Nacional dos Bandeirantes de São Paulo. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina, bem como do Distrito Federal, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Alagoas, Bahia e Paraná.
Detentor da MEDALHA JOÃO RIBEIRO, da Academia Brasileira de Letras, da MEDALHA TIRADENTES, da MEDALHA ANHANGUERA e do GRAU DE COMENDADOR, do Governo de Goiás.
Ganhador do PREMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS(Prefeitura de Goiânia), da BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO(Governo Estadual), PREMIO CLIO DE HISTORIA(da Academia Paulistana), PREMIO ASSIS CHATEAUBRIAND(da Academia Brasileira de Letras).
Autor do Hino Oficial do Cinqüentenário de Goiânia e do Hino Oficial de Goiás, musicados pelo Maestro Joaquim Jayme.
Executou os projetos de reedição do jornal A MATUTINA MEIAPONTENSE, dos livros CHOROGRAPHIA HISTORICA DA PROVINCIA DE GOYAZ, ANAIS DA PROVINCIA DE GOYAZ, DICIONÁRIO DA LINGUA BRASILEIRA, bem como da REVISTA OESTE e da série MEMORIAS GOIANAS(volumes I a XVII).
Trouxe de Portugal, em Microfilme, os documentos da Capitania de Goiás e do Piauí, referente ao período de 1731 a 1822. Autor do projeto de TOMBAMENTO de 15 BENS HISTÓRICOS DE GOIANIA. Um dos cronistas oficiais do jornal O POPULAR, de Goiânia.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 33
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Eusébio de Abreu Junior- PATRONO(Bonfim-Silvania, Goiás, 1863).
Alaor Barbosa dos Santos- FUNDADOR(Morrinhos, Goiás, 13.03.1940).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 33- ANTONIO EUSÉBIO DE ABREU(ANTONIO EUSÉBIO DE ABREU JUNIOR), de Bonfim-Silvania, Goiás, 1863, escreveu, entre outros, "GRAMÁTICA POPULAR DA LÍNGUA PORTUGUESA" (l923).
Filho de Antônio Euzébio Abreu(agricultor) e pai de Antônio AMERICANO DO BRASIL.
Proprietário de vários colégios no interior de Goiás, entre os quais o Colégio Bonfinense, COLÉGIO XAVIER DE ALMEIDA na antiga Bonfim(Silvânia).
Foi Diretor do PEDAGÓGICO FORMOSENSE, na cidade de Formosa, interior de Goiás.
Professor, Jornalista, Educador. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Gramático. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Produtor Cultural.
Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Autor do HINO DE GOIÁS.
Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como no texto IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 33, hoje(1998) ocupada por Alaor Barbosa.
Ao longo do tempo, retirou o “JÚNIOR” de seu nome, passando a assinar apenas Antônio Euzébio de Abreu, o que confunde com o nome de seu pai que era apenas um agricultor.
Foi autor do HINO DE GOIÁS. Nos últimos tempos, José Mendonça Teles também escreveu um HINO DE GOIÁS, musicado pelo Maestro Joaquim Jayme.
Faleceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no dia 11.08.1954, com 91 anos de idade.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 33-ALAOR BARBOSA(ALAOR BARBOSA DOS SANTOS), de Morrinhos, Goiás, 13.03.1940, escreveu, entre outros, "MONTEIRO LOBATO DAS CRIANÇAS" (1968), "CONFISSÕES DE GOIÁS"(ENSAIO-1968), "CIDADE DO TEMPO"(CONTOS-1964), "CAMPO E NOITE" (CONTOS-1971), "O EXÍLIO E A GLÓRIA" (ROMANCE-1980), "OS RIOS DA CORAGEM", "PICUMÃS"(ONTOS-1966), "SACI E ROMÃOZINHO"(1969), "A EPOPÉIA BRASILEIRA" (1981), "PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA" (1983), "PRAÇA DA LIBERDADE"(1986), "MEU DIÁRIO DE CONSTITUINTE" (1990), "CURSO SINTÉTICO DE DIREITO COMERCIAL TERRESTRE", "CÓDIGO DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS" "O SACI DA MATA E O COELHINHO DO MUTIRAMA" (1969), “MEU DIÁRIO DA CONSTITUINTE”(1990), "CAMINHOS DE RAFAEL"(CONTOS-1995), "RUI BARBOSA-PENSAMENTO EM AÇÃO"(1980), "O FICCIONISTA MONTEIRO LOBATO"(1996), "A MORTE DE CORNÉLIO TABAJARA"(ROMANCE-1997).
Filho de Aristides Ferreira Barbosa e Elisa Maria de Oliveira. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Jornalismo no Rio de Janeiro, trabalhando no JORNAL DO BRASIL.
Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Católica de Goiás, tendo como colegas de turma Miguel Jorge, José Mendonça Teles, Geraldo Coelho Vaz, Ieda Schmaltz, Edir Malagoni, Luiz Fernando Valladares Borges e Martiniano José da Silva. Com exceção de Ieda Schmaltz, Edir Malagoni e Luiz Fernando, todos os outros foram para a Academia Goiana de Letras.
Mudou-se para Brasília em 1984. Mestre em Literatura Brasileira, pela Universidade de Brasília.
Funcionário do Senado Federal, na condição de Assessor Jurídico, função em que se aposentou em 1993, com 53 anos.
Jornalista Profissional. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Advogado. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato.
Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 33, cujo Patrono é Antônio Eusébio de Abreu Júnior, pai de Americano do Brasil.
Sócio da Associação Nacional de Escritores, União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Sobre ele e com o título “PERFIL LITERÁRIO DE ALAOR BARBOSA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Residente em Brasília, onde é advogado militante. Detentor do PREMIO BOLSA CORA CORALINA(1997).
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 34
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Jarbas Jayme- PATRONO(Meia Ponte-Pirenópolis, 19.12.1895).
Waldir Luiz Costa- FUNDADOR(Araxá, Minas Gerais, 30.04.1917).
Guimarães Lima-José Júlio(Três Pontes, Minas Gerais, 05.01.1914).
José Asmar (Anápolis, Goiás, 19.03.1924).
Maria Augusta Sant’anna Moraes(Piracanjuba, Goiás, 15.07.1936).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 34- JARBAS JAYME(JARBAS JAYME), de Meia Ponte-Pirenópolis, Goiás, 19.12.1895, escreveu, entre outros, "CINCO VULTOS MEIAPONTENSES" (1943), "FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS"(1973), "DO PASSADO AO PRESENTE" (1952), "ANEDOTÁRIO MEIAPONTENSE"(1958), "VALE SEIS"(1958), "ESBOÇO HISTÓRICO DE PIRENÓPOLIS" (1971).
Pai da escritora Haydée Jayme e do escritor José Sisenando Jayme. Escritor, Professor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Conferencista, Genealogista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Noticiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Patrono na Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo fundador foi Waldir Luiz Costa, de que foi titular José Júlio Guimarães Lima, hoje(1998) ocupada por José Asmar. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Maria Augusta Sant´Anna Moraes.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, e ainda nos demais textos sobre a História de Goiás.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nascido no Município de Pirenópolis(Fazenda Água Limpa), Goiás, a 19 de dezembro de 1895. Filho de Sizenando Gonzaga Jayme e Eugênia Goulão.
Fez o primário na cidade natal. Concluiu o secundário como aluno interno no Seminário de Santa Cruz, em Ouro Fino, Goiás Velho.
Destituído de vocação sacerdotal, retornou a Pirenópolis, dedicando-se à atividade agropastoril, na Fazenda Barreiro, de sua propriedade, no município de Jaraguá.
Em 1915, com 20 anos, casou-se com Maria Diná Crispim.
Transferiu-se, em janeiro de 1923, para Anápolis, onde foi tudo: comerciante, professor primário, funcionário da Prefeitura, jornalista, homem público.
Juntamente com outros, lançou o jornal “Voz do Sul”, em 1930 e no ano seguinte fundou o “Verbo”.
Foi Diretor e um dos fundadores da antiga Escola Normal de Anápolis, como também da Escola Normal “Padre Gonzaga”, de Pirenópolis.
Em duas ocasiões, foi Prefeito de Palmeiras de Goiás. Em 1951, foi Chefe de Polícia Civil.
Casou-se, pela segunda vez, em 1948.
Escreveu para diversos jornais, entre os quais, “O Anápolis”, “A Imprensa”, “O Araguari”, “Lavoura e Comércio”, de Uberaba; “Diário de Notícias”, de Ribeirão Preto; “Matutina”, de Pirenópolis; “O Ipameri”, “Cinco de Março”, de Goiânia, entre outros.
Utilizou vários pseudônimos, destacando-se, Rubro, Ferrabraz, Jajay, Príncipe Negro, Lilases, etc.
Ainda em vida, publicou “Cinco Vultos Meiapontenses”, “Do Passado ao Presente”, “Vale Seis”, “Anedotário Meiapontense”, todos com recursos próprios.
São obras póstumas, “Esboço Histórico de Pirenópolis” e “Famílias Pirenopolinas”. Entre as inéditas, destacam-se, “História das Casas de Pirenópolis” e “Os Sumos Pontífices”.
Membro do Instituto Genealógico Brasileiro e da América Latina, está também vinculado ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, como Patrono da Cadeira 26, de que é Titular Rosarita Fleury, hoje ocupada por Jacy Siqueira.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 34, cujo fundador foi Waldir Luiz Costa, tendo sido titular Guimarães Lima e, atualmente(1998), José Asmar. Hoje(2007), esta Cadeira está ocupada por Maria Augusta Moraes.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira 01, de que foi titular Adahil de Amorim.
Faleceu em Pirenópolis, interior goiano, no dia 21 de julho de 1968, com 73 anos de idade.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 34- WALDIR LUIZ COSTA(WALDIR LUIZ COSTA), de Araxá, Minas Gerais, 30.04.1917, escreveu, entre outros, "PERSONALIDADE JURÍDICA DAS DIOCESES"(1951), sem dados biográficos no livro. Publicou também “ARAXÁ-DA MALOCA AO PALÁCIO”(1950).
Filho de Clarimundo Batista da Costa e Dimpina de Paiva Teixeira. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Foi Prefeito de Araxá, em 1946, com 29 anos.
Lecionou no Liceu de Goiânia e no Ateneu Dom Bosco. Recebeu do Papa Paulo VI, no próprio Vaticano, o título de Comendador da Ordem de São Gregório Magno, registrado na Secretaria de Estado do Vaticano, em Roma, sob o nº 5.971.
Procurador Geral da Fazenda Pública, junto ao Tribunal de Contas do Estado. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Cidadão honorário de Formosa, em Goiás.
Advogado, Jornalista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, AtIvista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista, Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme, de que foi titular José Júlio Guimarães Lima, hoje(1998) ocupada por José Asmar. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Maria Augusta Moraes.
Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de josé Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Foi Professor da Universidade Federal de Goiás, da Universidade Católica, da Faculdade de Ciências Econômicas, da Escola de Serviço Social e do Centro de Estudos Brasileiros de Goiânia.
Faleceu em Goiânia, no dia 29 de junho de 1982, com 65 anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 34-GUIMARÃES LIMA(JOSÉ JULIO GUIMARÃES LIMA), de Três Pontes, Minas Gerais, 05.01.1914, escreveu, entre outros, “CATALÃO EM MARCHA”(1940), “NOTA PROMISSÓRIA”(1943), “NO MINISTÉRIO PÚBLICO”(1949), “NO ROLAR DO TEMPO”(1984), "GOIÁS LIBERTADO"(1967), "O CASO MICHEL"(1943), “GOIAZ: TERRA & ALMA”(1983), “PATRONO JARBAS JAYME”(1984).
Foi Promotor Público de Anápolis. Procurador de Justiça de Brasília. Deputado Estadual em Goiás. Secretário de Segurança Pública de Goiás. Professor Universitário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Conferencista. Polemista, Ficcionista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Intelectual, Orador, Poeta.
Registrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme, de que foi titular Waldir Luiz Costa, hoje(1998) ocupada por José Asmar. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Maria Augusta Moraes.
Sócio da Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia, de que foi Presidente, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Nacional de Escritores, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além, do DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Três Pontas, Minas Gerais, a 22 de dezembro de 1915. Conforme alguns autores, teria nascido em 05.01.1914. Filho de José Augusto de Assis Lima e de Sydnéia Júlia Guimarães Lima.
Após concluir os estudos propedêuticos, matriculou-se na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte, onde terminou o curso em 1937, com 23 anos.
Como acadêmico de Direito, foi professor de Português e História na Faculdade de Comércio de Minas.
Terminado o curso em 37, veio para Goiânia como Secretário da Prefeitura Municipal, a convite do Prefeito Venerando de Freitas Borges e professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito de Goiás e ainda de Literatura Brasileira.
Em 1938, foi Diretor da Imprensa Oficial, nomeado por Pedro Ludovico.
Nomeado Promotor Público de Catalão(naquela época, os promotores eram nomeados a bel-prazer dos governantes e por isso não permaneciam nos cargos), em 1939, com 25 anos, lá também foi professor de Português e Geografia do Colégio Nossa Senhora, bem como Procurador Judicial da Prefeitura.
Mudou-se para Anápolis, em 1942, com 28 anos, como Promotor Público, de onde saiu para o Rio de Janeiro, a fim de exercer a advocacia, o magistério e o jornalismo, após abandonar o Ministério Público Goiano, em virtude do “Caso Michel”.
Trata-se do PROCESSO DE INVENTÁRIO que se transformou em escândalo da justiça goiana em Anápolis e em que se envolveu o então Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Desembargador Dario Délio Cardoso.
Em 1948, no Governo Coimbra Bueno, foi Secretário de Estado do Interior e Justiça. Em 1950, foi Secretário de Segurança Pública no Governo Hosanah Campos, sendo também eleito Deputado Estadual.
Por concurso, ingressou no Ministério Público do Distrito Federal (Rio de Janeiro), transferindo-se, em 1960, para o Ministério Público de Brasília, onde foi Procurador Geral de Justiça de 64 a 75 e Presidente do Conselho Penitenciário Federal.
Foi professor da Universidade Nacional de Brasília(UNB) e é Procurador de Justiça com assento na Câmara Civil do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios.
Presidente da Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia, interior goiano. Membro correspondente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, é autor de vários livros, destacando-se, “Catalão em Marcha”(1938), “O Caso Michel”(1943), “Goiás Libertado”(1947), “No Ministério Público”(1949), “Goyaz, Terra & Alma”(1983), “A Missão do Jurista”(1984), “No Rolar do Tempo”(1984), etc.
Faleceu em Brasília, onde sempre viveu, no dia 05 de agosto de 1987, com 73 anos de idade. Para Mendonça Teles, em seu Dicionário, teria falecido no Rio de Janeiro.
Apesar de sua importância, não é convenientemente mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TERCEIRO OCUPANTE DA CADEIRA 34-ZÉ ASMAR(JOSÉ ASMAR), de Anápolis, Goiás, 19.03.1924, escreveu, entre outros, Escreveu vários livros, entre outros, “OPOSIÇÃO TAMBÉM GOVERNA”-ALFREDO NASSER NA POLÍTICA ESTADUAL E NACIONAL(1994), “CÂMARA FILHO, O REVOLTOSO QUE PROMOVEU GOIÁS”(1989), “GENTE E TEMPO”(1987), “CRIXÁS-DO BERÇO DE OURO À LUTA PELA VIDA”(1988), “UM TRIBUNAL NA HISTÓRIA”(2000), “MARISTAS EM GOIÁS”(2002).
Jornalista Profissional, com militância nos principais jornais do país, entre os quais O GLOBO, do Rio de Janeiro, de que foi Redator e Repórter, além de “FOLHA DE SÃO PAULO”.
Ex-Diretor da GOIASTUR, em Goiânia, onde reside e desenvolve suas atividades profissionais e literárias.
Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Pesquisador, Memorialista. Desenhista, Caricaturista, Piadista. Pensador, Intelectual, Conferencista. Literato, Produtor Cultural, Ficcionista. Administrador, Educador, Orador. Comunicador, Poeta, Ativista. Artista Plástico, Relações Públicas.
Detentor das Comendas ORDEM DO CEDRO, pela República do Líbano, ORDEM DO MÉRITO NACIONAL, pelo Paraguai e ORDEM DO MÉRITO ANHANGUERA, pelo Estado de Goiás.
Historiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Imprensa(ABI).
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.
Encontra-se na Antologia “COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS”, de Gabriel Nascente.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu em Anápolis, Estado de Goiás, a 19 de março de 1924. Filho de Abrahão Jorge Asmar e Amina Jorge.
Após o primário, concluiu o curso ginasial, no Ginásio Arquidiocesano de Anápolis (GAMA), em 1944.
Desde cedo começou a trabalhar como tipógrafo, editando um jornal manuscrito, através do qual tornou-se colaborador de “O Tico-Tico” e “Suplemento Infantil”, de “O Jornal”, do Rio de Janeiro, em 1938.
Foi tipógrafo de “A Luta”, jornal de A.G.Pinto, em 1939. Com 18 anos, em 1942, tornou-se Redator Chefe de “O Anápolis”, até 1948, com 24 anos.
Mudou-se para o Rio de Janeiro, como Repórter e Redator de “O GLOBO”, entre 1949 e 58. Foi Radio-repórter da “RÁDIO GLOBO”, também do Rio de Janeiro, entre 55 e 58.
Foi repórter da “FOLHA DE SÃO PAULO”, entre 50 e 51. Redator da “Voz do Brasil”, em 52. Redator da “Rádio Rural”, em 54. Redator da Confederação Nacional da Indústria, em 61.
Diretor da Agência de Notícias All Pres, Rio de Janeiro, em 64, com 40 anos. Assessor de Imprensa da Shell, em 68. Editor da Revista “Comércio & Mercados”, da Confederação Nacional do Comércio, em 1971.
Em 1973, com 49 anos, foi redator da Empresa Brasileira de Turismo (EMBRATUR), no Rio. Em 1975, foi Diretor do Escritório de Representação do Governo de Goiás, no Rio de Janeiro.
Diretor da Empresa de Turismo do Estado de Goiás (GOIASTUR), em Goiânia, a partir de 75, quando retornou da Cidade Maravilhosa. Em 1976, com 52 anos, foi Diretor do jornal “FOLHA DE GOIAZ”.
Entre 77 e 80, foi Titular de Comunicações externas do Banco de Desenvolvimento de Goiás. A partir de 1980 tem sido Assessor da Secretaria do Governo do Estado de Goiás.
Fez viagens culturais e profissionais pelo Oriente Médio, Europa, África, América do Sul, etc.
Membro do Conselho Estadual de Cultura, em 1982, com 58 anos de idade.
Conferencista, inclusive, no Curso de Pós-Graduação da Universidade Católica de Goiás.
Centenas de Artigos e Reportagens, além de Condecorações, entre as quais, Ordem do Mérito(Governo do Paraguai) e Ordem do Cedro(Governo do Líbano).
Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação Goiana de Imprensa, etc. Com diversas obras literárias escritas, além de roteiros para Cinema, destacou-se como Desenhista do Ano, alem de ter sido Caricaturista.
Na Academia Goiana de Letras ocupa a Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme e de que foi Titular Waldir Luiz Costa, bem como José Júlio Guimarães Lima. Atualmente(2007), esta Cadeira é ocupada por Maria Augusta Moraes.
Seus poemas estão publicados em diferentes jornais, revistas e livros, entre os quais, na Antologia “Colheita”, de Gabriel Nascente.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 07, tendo como Patrono Antonio P. Cardoso.
Faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 27.05.2006, com 82 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é convenientemente mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



QUARTO OCUPANTE DA CADEIRA 34-MARIA AUGUSTA(MARIA AUGUSTA SANT’ANNA MORAES), de Piracanjuba, Goiás, 15.07.1936, escreveu, entre outros, "HISTÓRIA DE UMA OLIGARQUIA: OS BULHÕES"(TESE DE MESTRADO-1972), sem dados biográficos no livro. Publicou também “HISTÓRIA DE GOIÁS”(1975), em parceria com o Padre Luiz Palacin Gomez. Editou também “MONTE ALEGRE DOS TEMPOS DO CAFÉ À FACULDADE DE MEDICINA”(1976).
Filha de Gilberto de Santana Xavier Nunes e de Dinazilia Alves de Amorim.
Após os estudos primários em sua terra natal, fez o colegial no Colégio Santa Clara e no Santo Agostinho, de Goiânia.
Formou-se em História e Geografia, pela Universidade Católica de Goiás. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, onde também fez Curso de Mestrado em História. Doutorado em História, pela Universidade de São Paulo(USP).
Fez o curso da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Escritora, Ensaísta, Memorialista. Pesquisadora, Intelectual, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista.
Evocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 23, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Aposentou-se como professora da Universidade Federal de Goiás. Em 2000, foi Secretária da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura, sendo a primeira mulher a fazer parte de sua Diretoria Executiva. Nesta mesma instituição(SGPA), criou o Museu Agrário, inaugurado em 15.05.2006. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Piracanjubense de Letras.
Sócia fundadora da Sociedade Brasileira de Pesquisa Histórica e da Sociedade Brasileira de Medicina, ambas de São Paulo.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 34(tomou posse em 16.08.2007), cujo Patrono é Jarbas Jayme, tendo como fundador Waldir Luiz Costa e de que foi Titular Guimarães Lima, além de José Asmar.
Não é referida no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Schuma Schumaher, não é referida em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo, não é estudada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho
Apesar de sua importância, não é convenientemente mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 35
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Zeferino de Abreu- PATRONO(Curralinho-Itaberai, Goiás, 1863).
José Luiz Bittencourt- FUNDADOR(Aracaju, Sergipe, 03.01.1922).



BIOGRAFIAS:


PATRONO DA CADEIRA 35-ZEFERINO DE ABREU(ZEFERINO DE ABREU), de Curralinho-Itaberai, Goiás, 1863, escreveu, entre outros, "CONTOS SERTANEJOS", "CASOS REAIS"(1910), sem dados biográficos nos livros. Conforme alguns livros, teria nascido em Goiás Velho, sendo descendente de Joaquim Pedro Dias de Abreu.
Começou os estudos no Seminário Santa Cruz, na antiga Capital do Estado, Vila Boa.
Muito jovem, foi estudar no Colégio do Caraça, Minas Gerais, fundado em 1820, pelos padres da Congregação de São Vicente de Paulo.
A bem da verdade, quando ali chegou existia apenas o Seminário, já que o Colégio tinha sido desativado em 1842 e ele só chegou em 1884, quando tinha vinte e um anos de idade.
Neste mesmo prédio, foi estabelecido o Seminário Maior de Mariana, que teve o seu apogeu com o missionário Júlio José Clavelin, até 1885.
Estudou também neste Seminário de Mariana e foi ordenado padre pelo Arcebispo Dom Silvério Gomes Pimenta. Sua ordenação se deu em 10 de outubro de 1890 e sua posse na Igreja de Nossa Senhora da Piedade, no dia 15 de outubro de 1890, com 27 anos.
Seus dois livros foram escritos quando vigário de Piacatuba(Piedade), em Minas Gerais. Foi Padre de Leopoldina e Piedade, interior de Minas Gerais, onde faleceu numa epidemia de varíola.
Após combater a epidemia de varíola, juntamente com seu sacristão Cristovam Alves, terminou por ser atingido por ela.
Apesar dos esforços do Doutor Cavalcante, faleceu às 23 horas, do dia 16 de novembro de 1913, com 50 anos de idade e foi a última vítima da varíola na localidade de Piedade.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990.
Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.
Estudado na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 35, hoje(2007) ocupada por José Luiz Bittencourt.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 35-JOSÉ LUIZ BITTENCOURT(JOSÉ LUIZ BITTENCOURT), de Aracaju, Sergipe, 03.01.1922, escreveu, entre outros, “DO HOMICIDIO CULPOSO NA LEGISLAÇÃO PENAL BRASILEIRA”(1952), “LEÃO NA JAULA”(1967), "PRÁTICA DA DISCORDÂNCIA"(1989), "DIMENSÃO POLÍTICA DOS DIREITOS HUMANOS"(1979), "PODER E POLÍTICA NACIONAL"(1976), "DOS FUNDAMENTOS DA LIBERDADE NO ESTADO MODERNO"(1956), “A CONSCIÊNCIA DA PALAVRA”(2003).
Diretor da Rádio Difusora de Goiânia. Redator do Jornal FOLHA DE GOIÁS, na década de 1940. Foi Vice-Governador do Estado de Goiás.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Membro da Academia Goiana de Letras, na Cadeira 35, cujo Patrono é Zeferino de Abreu.
Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra(ADESG).
Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Vinculado ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, na Cadeira 12, cujo Patrono é Capistrano de Abreu, bem como ao Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão, Instituto Histórico e Geográfico de Sergipe, Academia Goiana de Letras Jurídicas e Associação Goiana de Imprensa.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Aracaju, Sergipe, em 03.01.1922, de tradicional família de São Cristovão, antiga capital sergipana. Filho de Carlos Batista Bittencourt e de Luíza Guaraná Bittencourt.
Com a morte do pai, em 17 de maio de 1934, mudou-se para Goiás, estabelecendo-se em Campinas das Flores.
Por volta de 1943, com cerca de 21 anos de idade, casou-se com Veneranda Cabral Bittencourt, com a qual teve dez filhos.
Iniciou sua carreira política, como Vereador junto à Câmara Municipal de Palmeiras de Goiás, interior goiano.
Em duas legislaturas sucessivas, foi eleito Vereador junto à Câmara Municipal de Goiânia. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Goiás.
Ao longo do tempo, tornou-se Professor de Teoria Geral do Estado, Direito Constitucional e de Filosofia do Direito, na Universidade Católica de Goiás.
Fez-se membro e Presidente do Conselho Estadual de Educação, bem como Presidente da Comissão de Encargos Educacionais e ainda da Câmara de Legislação e Normas.
Diretor do Departamento Estadual de Cultura, do Departamento de Lotes Urbanos de Goiânia e do Departamento de Agricultura de Goiás.
Foi Diretor Administrativo da Organização de Saúde do Estado de Goiás(OSEGO).
Como Deputado Estadual, ocupou o cargo de Diretor da Secretaria Geral da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás.
Foi Secretário da Administração e Secretário da Educação do Município de Goiânia.
No Governo do Interventor Coronel Meira Matos, após a queda de Mauro Borges, tornou-se Secretário da Administração.
Durante o Governo do Marechal Ribas Júnior, desempenhou o cargo de Secretário da Educação.
Terminou a sua carreira política, como Vice-Governador do Estado, no Governo de Irapuan Costa Júnior.
Durante muitos anos, foi Advogado na Capital e no interior do Estado.
Em 1973, cursou a Escola Superior de Guerra e tornou-se Delegado da ADESG, em Goiás.
Aposentou-se como Procurador do Estado de Goiás.
Seu filho, Luis Bittencourt(1957), depois de ter sido Deputado Estadual, elegeu-se Deputado Federal e é um dos mais ilustres nomes da Engenharia e da cultura em Goiás, tendo escrito o livro O OUTRO LADO DA MOEDA(2003), alem de GOIÁS-A HISTÓRIA ESCRITA COM CORAGEM e ainda BRASIL-PAIS DA INJUSTIÇA SOCIAL.
Quanto a José Luiz Bittencourt é estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. José Luiz Bitrencourt faleceu em Goiania, no dia 26.09.2008, tendo sido sepultado no Cemiterio Jardim das Palmeiras, depois de cerimônia religiosa, celebrada pelo Arcebispo de Goiania, Dom Washington Cruz.



CADEIRA 36
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Visconde de Taunay(Alfredo Maria Adriano D`Escragnole)- PATRONO(Rio de Janeiro, 22.02.1843).
Francisco Ayres-FUNDADOR(São Julião, Portugal, 05.09.1903).
Geraldo Coelho Vaz(Goiânia, Goiás, 24.09.1940).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 36- VISCONDE DE TAUNAY(ALFREDO MARIA ADRIANO D`ESCRAGNOLE), do Rio de Janeiro, 22.02.1843, escreveu, entre outros, CENAS DE VIAGEM(1863), MOCIDADE DE TRAJANO(1871), A RETIRADA DA LAGUNA(Historia-1872), LAGRIMAS DO CORAÇÃO(Ensaio-1873), HISTORIAS BRASILEIRAS(1874), O ENCILHAMENTO(Economia-1894), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho de Amado Félix Emílio Taunay e de Gabriela de Robert d’Escragnolle.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou humanidades no Colégio Pedro II, onde se Bacharelou em Letras(secundário) em 1858, com 15 anos de idade. Em 1859, com 16 anos de idade, ingressou no curso de Ciências Físicas e Matemáticas da Escola Militar. Alferes-aluno em 1862. Bacharel em Matemática em 1863.
Foi promovido a segundo-tenente de artilharia em 1864, inscrevendo-se no 2º. ano de Engenharia Militar, que não terminou, por receber ordem de mobilização, com os outros oficiais alunos, em 1865, quando tinha 22 anos, no início da Guerra do Paraguai.
Foi incorporado à Expedição de Mato Grosso como ajudante da Comissão de Engenheiros, para trazer ao governo imperial notícias do corpo expedicionário de Mato Grosso, que havia muito se supunha perdido e aniquilado.
Trouxe da campanha profunda experiência e inspiração para a maior parte dos seus escritos, a começar do primeiro livro, CENAS DE VIAGEM (1868).
Em 1869, o Conde d’Eu, comandante-em-chefe das forças brasileiras em operação no Paraguai, convidou o primeiro-tenente Taunay para secretário do seu Estado-Maior, sendo encarregado de redigir o DIÁRIO DO EXÉRCITO, cujo conteúdo foi, em 1870, reproduzido no livro do mesmo nome.
Terminada a guerra, foi promovido a capitão, e terminou o curso de Engenharia, passando a Professor de Geologia e Mineralogia da Escola Militar.
Em 1871, com 28 anos, publicou o primeiro romance, MOCIDADE DE TRAJANO, com o pseudônimo de Sílvio Dinarte, que usaria na maior parte das suas obras de ficção.
Publicou também, em francês, A RETIRADA DA LAGUNA, sobre o desastroso e heróico episódio de que participou. A publicação chama a atenção de todo o Brasil para o jovem escritor.
Por indicação do Visconde do Rio Branco, candidatou-se a Deputado Geral pelo Estado de Goiás, que o elegeu para a Câmara dos Deputados em 1872, mandato que foi renovado em 1875, quando tinha 32 anos.
Foi também Presidente da Província de Goiás(1873). Como Presidente da Província Goiana, visitou quase todas as cidades localizadas às margens dos rios Tocantins e Araguaia, no hoje ESTADO DO TOCANTINS, especialmente Arraias, Conceição do Norte, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso.
Em 1874, com 31 anos, casou-se com Cristina Teixeira Leite Taunay, com quem teve o filho Afonso de Taunay que nasceu em 1876, em Florianópolis, Santa Catarina, exatamente quando o Visconde de Taunay era Presidente da Provincia.
De 1876 a 1877 foi Presidente da Província de Santa Catarina. Nunca mais voltaria ao serviço ativo do Exército. Promovido a major em 1875, demitiu-se do posto em 1885, já tomado por atividades na política e nas letras. Em 1878, com 35 anos, caindo o Partido Conservador, em cujas fileiras militava, partiu para a Europa, em longa viagem de estudos.
De volta ao Brasil em 1880, encetou uma fase de intensa atividade em prol de medidas como o casamento civil, a imigração, a libertação gradual dos escravos, a naturalização automática de estrangeiros.
Deputado novamente de 1881 a 1884, por Santa Catarina. Em 1885, com 42 anos, foi candidato a Deputado pelo Rio de Janeiro, sua terra natal, mas foi derrotado.
Foi Presidente do Paraná de 1885 a 1886, pondo em prática a sua política imigratória. Em 1886 foi eleito Deputado Geral por Santa Catarina e, logo a seguir, Senador pela mesma província, na vaga do Barão de Laguna. Foi no Senado um dos mais ardorosos partidários da Abolição.
Em 6.09.1889, recebeu o título de Visconde, com grandeza. Estava no início de uma alta preeminência nos negócios públicos quando a proclamação da República lhe cortou a carreira, dada a intransigente fidelidade com que permaneceu monarquista até à morte.
Na imprensa da época há numerosos artigos seus que se destinavam a pôr em destaque as virtudes do imperador banido e do regime que a República destruíra.
Foi oficial da Ordem da Rosa, Cavaleiro da Ordem de São Bento, da Ordem de Aviz e da Ordem de Cristo.
Taunay foi um infatigável trabalhador, patriota, homem público esclarecido e apaixonado homem de letras. Teve a plena realização do seu talento no terreno literário.
Sua obra de ficção abrange, além do romance, as narrativas de guerra e viagem, descrições, recordações, depoimentos, artigos de crítica e escritos políticos. Foi também pintor, restando dele telas dignas de estudo. Era grande apaixonado da música, tendo deixado várias composições.
Estudioso da vida e da obra dos grandes compositores, manteve com escritores e jornalistas polêmicas sobre essa arte, notadamente com Tobias Barreto.
Seu avô, o famoso pintor Nicolau Antônio Taunay, foi um dos chefes da Missão Artística Francesa de 1818, no Brasil e seu pai, Félix Emílio Taunay, foi um dos preceptores de D. Pedro II e durante muito tempo dirigiu a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro.
Pelo lado materno, era neto do Conde d’Escragnolle, emigrado da França pelas contingências da Revolução.
Engenheiro militar, professor, político, historiador, sociólogo, romancista e memorialista. Visconde Taunay(Alfredo) não deve ser confundido com Afonso de Taunay.
Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
Como jornalista, escreveu para jornais e revistas, dentre outros, JORNAL DO COMÉRCIO, GAZETA DE NOTÍCIAS, O CRUZEIRO e REVISTA BRASILEIRA.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França.
É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Publicou também "A PROVÍNCIA DE GOYAZ", “INOCÊNCIA”, “A RETIRADA DA LAGUNA”, “CÉUS E TERRAS DO BRASIL”, "CENAS DE VIAGEM", LÁGRIMAS DE UM CORAÇÃO, DA MÃO À BOCA SE PERDE A SOPA, A MOCIDADE DE TRAJANO, O ENCILHAMENTO, ESTUDOS CRÍTICOS.
Seu livro “LA RETRAITE DE LA LAGUNA” escrito originalmente em francês foi traduzido pelo seu filho Afonso de Taunay.
Faleceu no Rio de Janeiro em 25.01.1899, com 56 anos de idade. Fundador da Cadeira 13. Sua Cadeira 13, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Francisco Otaviano, Fundador(ele mesmo, Visconde de Taunay), sendo também ocupada por Francisco de Castro, Martins Junior, Sousa Bandeira, Helio Lobo, Augusto Meyer, Francisco de Assis Barbosa e Sergio Paulo Rouanet.
Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 36- FRANCISCO AYRES(FRANCISCO AYRES), de São Julião, Portugal, 05.09.1903, escreveu, entre outros, "A VERDADE NUA"(1984), "FOLHAS SOLTAS"(1985), "TERRA VERMELHA"(1945), “JESUS CRISTO, MEU COMPANHEIRO”(1985), “KRISNHAMURTI”(1947), “EÇA DE QUEIROZ-VIDA E GLÓRIA”(1983), “CAMINHÃO DE DESTINOS”(1983), “POEMAS DA VIDA E DO SONHO”(1981), “A IGREJA EM FACE DO ESPIRITUALISMO”(1934), “ESPIRITISMO”(1938), “CONFERÊNCIAS”(1938), “BASES PARA A CONSTRUÇÃO DE UM MUNDO NOVO”(1939).
Filho de Joaquim Ayres Teixeira Júnior e Maria Augusta da Cruz. Veio para o Brasil com 07 anos de idade, em 1910. Estudou no Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro.
Formou-se em Medicina pela Universidade Nacional do Rio de Janeiro. Na década de 1940, foi Médico em Campo Grande, Mato Grosso.
Mudou-se para Goiânia em 1957, com 54 anos de idade, tornando-se Professor da Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás. Médico, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Matogrossense de Letras, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 36, cujo Patrono é Visconde de Taunay, hoje(1998) ocupada por Geraldo Marmo Coelho Vaz.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.
Faleceu em Goiânia, no dia 06 de setembro de 1987, com 84 anos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 36-COELHO VAZ(GERALDO MARMO COELHO VAZ), de Goiânia, Goiás, 24.09.1940, escreveu, entre outros, "VULTOS CATALANOS"(1959). Por causa disso, é tido como Poeta de Catalão.
Escreveu também "MENSAGEM LIVRE"(POEMAS-1971), "ÁGUAS DO PASSADO" (POEMAS-1986), “CORPO DO NOTURNO”(POEMAS-1990), “POEMAS DE ASCENÇÃO” (1963), "REVIVENDO" (DISCURSOS-1986), “CORPO NOTURNO”(1990), "RASTRO LITERÁRIO"(CRÔNICAS-1991), “CAMINHOS DE SEMPRE” (POEMAS-1996), “MEMÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DE GOIÁS”(1998), “DIÁRIO DE TROPEIRO”(1999), “LITERATURA GOIANA-SINTESE HISTÓRICA”(2000), “AQUINO PORTO E A INDUSTRIALIZAÇÃO EM GOIÁS”(2001), “GOIANIA-69”(2002), “SENADOR CANEDO-VIDA E OBRA”(2004), “COELHO VAZ-POEMAS REUNIDOS”(2004), “SELETA ACADÊMICA”(2005), “FORÇA LITERÁRIA”(2005), “VINTE POEMAS E DESENHOS ILUMINADOS”(2006).
Foi Secretário de Cultura do Governo do Estado. Ex-Presidente da Fundação Cultural Pedro Ludovico, durante o Governo peemedebista de Iris Resende Machado.
Advogado. Procurador do Estado Aposentado. Fazendeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, l990.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 36, cujo Patrono é Visconde de Taunay, de que foi fundador Francisco Ayres. Atualmente(2007), é o Presidente da Academia Goiana de Letras.
Sócio da Academia Catalana de Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu Presidente e sendo Vice-Presidente o escritor baiano Mário Ribeiro Martins, na época, residente em Anápolis.
Também sócio da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia, da Ordem dos Advogados do Brasil.
Foi um dos fundadores do Grupo de Escritores Novos(GEN).
Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente, além de DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.
Atualmente(1998), foi eleito, pela terceira vez, Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás(UBE).
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Campinas (Goiânia), no dia 24 de setembro de 1940. Filho de Glicério Coelho e Maria Vaz Coelho.
Em 1942, com 2 anos, mudou-se com os pais para o município de Ipameri e em 1947, com 7 anos, seguiu para Catalão, interior goiano, onde concluiu o curso primário, ginasial e o técnico de contabilidade, em 1961, com 21 anos. Daí ser considerado filho de Catalão.
Chegou a estudar no Seminário São José, de Campinas, durante dois anos. Ao lado de nomes ilustres da literatura goiana, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1966, com 26 anos, na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás.
São de sua turma, entre outros, os escritores Miguel Jorge, José Mendonça Teles, Alaor Barbosa, Iêda Schmaltz, Edir Guerra Malagoni, Martiniano José da Silva e Luiz Fernando Valladares. Com exceção de Ieda Schmaltz(falecida), Edir Malagoni e Luiz Fernando, todos os outros chegaram à Academia Goiana de Letras.
Além de ter fundado o jornal “A VOZ DO ESTUDANTE”, de Catalão, foi também repórter do jornal “FOLHA DE GOIAZ”, de Goiânia.
Casou-se com a advogada e artista plástica Alcione Guimarães, com quem tem o filho Paulo Sérgio. Sua esposa Alcione, alem de Artista Plástica, escreveu também ZUARTE(Kelps, 2000), com notas de orelha de Darcy França Denófrio, constituído de (40)quarenta poemas e mais (40)quarenta Quadros-Poemas. Publicou tambem "FUSO DE PRATA"-CONTOS(São Paulo, Nankin Editorial, 2006), com notas de orelha de Valentim Facioli.
Professor do Liceu de Goiânia e da Academia de Polícia, além do Colégio Comercial Cinco de Julho. Diretor financeiro da SANEAGO e seu assessor jurídico. Chefe do Cerimonial do Governo do Estado.
Secretário de Estado da Cultura, no Governo de Iris Resende Machado e a quem coube a transformação da dita secretaria, em Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira.
Na sua primeira gestão como Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás, teve como Vice-Presidente, o escritor Mário Ribeiro Martins.
Aposentou-se como Procurador do Estado de Goiás. Na Academia Goiana de Letras, ocupa a Cadeira 36, cujo Patrono é Visconde de Taunay e de foi fundador Francisco Ayres.
Membro do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 11, tendo como Patrono Honestino Guimarães.
Detentor do TROFEU TIOKÔ(1994), da UBE de Goiás. Medalha HUGO DE CARVALHO RAMOS(2004), do Conselho Estadual de Cultura de Goiás. Recebeu, em 2004, o PREMIO CLIO DE HISTORIA, da Academia Paulistana de História. Detentor da Comenda GRÃO-MESTRE DA ORDEM DO MERITO ANHANGUERA, do Governo de Goiás, no grau de Comendador.
Em 1998, elegeu-se pela terceira vez Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás. É o atual Presidente da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. Ultimamente(2004), lançou na FUNDAÇÃO JAIME CÂMARA, em Goiânia, o livro SENADOR CANEDO-VIDA E OBRA, com notas de orelha de José Sêneca Lobo e apresentação de Antônio César Caldas Pinheiro, além de notas de contra capa de José Mendonça Teles.
A Enciclopédia de Literatura Brasileira, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, reeditada em 2001, sempre o tratou como GERALDO MARMO COELHO VAZ.
Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CADEIRA 37
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Crispiniano Tavares- PATRONO(Ilhéus, Bahia, 28.10.1855).
Mario Ribeiro Martins- FUNDADOR(Ipupiara, Bahia, 07.08.1943).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 37-CRISPINIANO TAVARES(CRISPINIANO TAVARES), de Ilhéus, Bahia, 28.10.1855, escreveu, entre outros, "CONTOS, FÁBULAS E FOLCLORE", "CONTOS INÉDITOS".
Estudou na Escola Politécnica do Rio de Janeiro por conta do Imperador Dom Pedro II que o sustentou por l0 anos.
Na década de 1900, com 45 anos, mudou-se para a cidade goiana de Rio Verde, onde também faleceu.
Geólogo, Agrimensor, Geógrafo. Literato, Jornalista, Engenheiro de Minas. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Radicou-se em Rio Verde, no Estado de Goiás, onde foi assassinado, no dia 13 de fevereiro de 1906, quando tinha 51 anos de idade, por José Bento de Godói, em virtude de um triângulo amoroso.
É que se apaixonara pela mulher de José Bento, seu antigo auxiliar na atividade de Agrimensor. Como a casa de Bento de Godoi ficava ao lado do escritório do Dr. Crispim, este, ao passar pela manhã, na frente da casa, recebeu um tiro de "CHUMBEIRA".
Mesmo baleado, ainda entrou no escritório, pegou uma espingarda "FOGO CENTRAL" e deu um tiro na nuca de José Bento que morreu na hora, enquanto o Dr. Crispim, levado para a Cadéia, lá faleceu, horas depois, em virtude da falta de socorro e dos ferimentos recebidos.
Patrono da Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras, cujo titular‚ é o também baiano, escritor Mário Ribeiro Martins.
Sua obra foi restabelecida numa edição crítica criteriosamente feita pelo professor Basileu. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Ilhéus, na Bahia, no dia 28 de outubro de 1855. Iniciou, em 1863, os estudos primários em sua terra natal.
Com quinze(15) anos de idade, em 1870, deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde passou a estudar por conta da Coroa Imperial, como protegido de Dom Pedro II.
Após o curso preparatório com o professor Vitório da Costa, matriculou-se na Escola Politécnica do Rio de Janeiro.
Transferiu-se, em 1877, para a Escola de Minas, em Ouro Preto, Capital do Estado Mineiro, formando-se em 1880, com 25 anos de idade.
No mês de agosto de 1880, casou-se com Antonia de Paula Felicíssimo Tavares, de tradicional família, indo passar a sua lua-de-mel no Rio de Janeiro.
Na Capital Federal, foi pessoalmente agradecer ao Imperador Dom Pedro II, os favores até então recebidos, agora como Engenheiro de Minas e Geólogo.
Tal o seu dinamismo que chegou a fundar o jornal MINAS ALTIVA, cujo único redator, compositor e impressor era ele mesmo, fato que ocorreu em 1882, na cidade de Ouro Preto.
Em 1883, com 28 anos de idade, veio ao interior de Goiás, realizar pesquisas geológicas e minerais em Bonfim(Silvânia) e Meia Ponte(Pirenópolis), estudos estes publicados em revistas especializadas, especialmente na “REVISTA DE ENGENHARIA”, do Rio de Janeiro.
Depois de passar pela região de Abaeté, instalou-se em Uberaba, Minas Gerais, como alto funcionário da Estrada de Ferro Mojiana, numa Chácara Modelo por ele construída com o nome de “QUINTA DA BOA ESPERANÇA”, pelos idos de 1887.
De lá saiu, para radicar-se em Rio Verde, no Estado de Goiás, por volta de 1889, depois de viajar em lombo de burro de Uberaba até as nascentes do Rio Araguaia, onde realizou estudos que foram aproveitados pelo Geólogo Norte-Americano Orville A. Derby.
Na Academia Goiana de Letras é patrono da Cadeira 37, hoje(2007) ocupada pelo escritor também baiano Mário Ribeiro Martins.
Lamentavelmente, as poesias românticas de Crispiniano Tavares foram destruídas pelo Engenheiro Glycon de Paiva, seu sobrinho, que as julgou atentatória à memória de sua tia Antônia Felicíssima Tavares, esposa de Crispiniano.
Sobre ele e com o título “CRISPINIANO TAVARES EM GOIÁS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR DA CADEIRA 37-MARIO MARTINS(MARIO RIBEIRO MARTINS), de Ipupiara, Bahia, 07.08.1943, escreveu, entre outros, "CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL"(1972), "SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA"(1973), "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE"(1973), "MISCELÂNIA POÉTICA"(1973), "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE"(1973), "HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL"(1974), "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA"(1974), "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO"(1974)(com Zaqueu Moreira de Oliveira), "FILOSOFIA DA CIÊNCIA"(1979), "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL"(1980), "PERFIL LITERÁRIO"(1981), "LETRAS ANAPOLINAS"(1984), "JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS"(1986), "ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO"(1987), "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS"(1995), "ESCRITORES DE GOIÁS"(1996), "DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS"(1999), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS”(2001), “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”(2004), “RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS”(2005), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS”(2006), “DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS”(2007), “MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO”(2007), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL”(2007), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS”(2007), “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL”(2002), via INTERNET, no seguinte endereço: www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Foi Professor da Faculdade de Direito de Anápolis e da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão. Aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás, em 24.04.1998.
Escritor, Jornalista, Poeta. Historiador, Teólogo, Ensaísta. Memorialista, Professor, Sociólogo. Filósofo, Pesquisador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Conferencista. Pensador, Ativista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 37, cujo Patrono é o baiano Crispiniano Tavares. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis.
Presidente da FEDERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS DE ANÁPOLIS. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Noticiado no DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, l99l, de Francisco Igreja, no DIRECTORY OF INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS, de Teresinka Pereira, USA, l994. Promotor de Justiça de Anápolis, na década de 1990.
Citado na "FORTUNA CRÍTICA" da ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva e na “FORTUNA CRITICA” da ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Mencionado no livro “SOCIEDADE GOIANA”, de Artur Rezende.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais VENTANIA, de Gabriel Nascente, PLURICANTO, de Joanyr de Oliveira. É bibliografado no DICIONÁRIO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
No dia 24 de abril de 1998, aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Nasceu em Ipupiara, Bahia, a 07 de agosto de 1943. Na cidade natal(antigo Jordão ou Fundão de Brotas), aprendeu a ler com a professora Miriam Barreto, na Escola Arthur Ribeiro e com sua tia Almerinda Ribeiro Santos. Filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro Martins, foi criado com a avó Maria Ribeiro dos Santos até os doze anos.
São seus irmãos, Adão Martins Filho, Eunice Ribeiro Martins, Filemon Francisco Martins, Marli Ribeiro Martins, Nina Ribeiro Martins, Gutemberg Ribeiro Martins e Manoel Ribeiro Neto.
Em Morpará, para onde seu pai se mudou, como comerciante e político, concluiu o primário com a “professora Zélia” e a “professora Dona”(Maria Jerônima Magalhães Mariani). Ajudando na Loja de tecidos “A Primavera”, só se preocupava com os livros e a pescaria do Rio São Francisco.
Através da instrumentalidade da missionária batista Zênia Birzniek, sua mãe de criação, passou a estudar em lugares diferentes.
Em 1958, residiu em Xique-Xique, onde estudou por algum tempo, residindo com o Pastor Jonas Borges da Luz.
Foi para Bom Jesus da Lapa, em 1959, tornando-se aluno do Ginásio “Bom Jesus”, dirigido pelo Dr. Antonio Barbosa.
Concluiu, no entanto, o ginásio, no Colégio São Vicente de Paulo, em 1962. Foi orador da turma e pelo primeiro lugar, recebeu “Medalha de Honra” e uma viagem à Salvador acompanhado pelas Freiras Diretoras do Colégio.
Em Bom Jesus da Lapa, viveu com o Pastor Pedro Pereira do Nascimento e sua esposa Esther Ribeiro Nascimento, com o então Coletor Estadual Eliel Barreto e também com Bevenuto Ribeiro, político local, de quem recebeu forte influência, especialmente evangélica, tornando-se ali pregador.
Foi para o Recife, em 1963, com 20 anos, matriculando-se no mesmo Colégio em que estudara Gilberto Freyre, o Colégio Americano Batista Gilreath. Trabalhando para se manter no Centro Batista, sob a direção de Mattie Lou Bible, ganhou seu primeiro prêmio literário, o “Prêmio Machado de Assis”, de cuja comissão fazia parte o poeta Marcus Accioly.
Em 1965, terminou o curso Clássico. Como “Carteiro do Colégio”, foi detido por algumas horas, nos Correios e Telégrafos, do centro do Recife, quando da Revolução de Março de 1964, para verificação da pasta onde se encontravam correspondências retiradas da Caixa Postal.
Em 1966, após Exame Psicotécnico com o Dr. J. N. Paternostro, de São Paulo, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, também no Recife.
Dois anos depois, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Tegipió, onde permaneceu até 1974.
Bacharelou-se em Teologia, em 1970, passando a professor de Teologia Bíblica, Cristianismo Ante-Niceno, Teoria do Conhecimento, Filosofia, Sociologia e História do Cristianismo, entre outras, na mesma instituição.
Ainda em 1970, licenciou-se em Filosofia Pura, na Universidade Católica de Pernambuco, onde também fez Licenciatura em Sociologia, tornando-se professor de Pesquisa Social, no Departamento de Ciências Sociais e do qual se afastou no fim de 1974. No mesmo ano, foi professor do Ginásio “Manoel Arão” e do Ginásio e Escola Técnica de Comércio do Moreno.
Casou-se a 17 de janeiro de 1970, em Salvador, com Elenaide dos Santos Martins, com quem tem duas filhas, Nívea Zênia dos Santos Martins(04.10.1971) e Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977).
Em 1972, Bacharelou-se em Ciências Sociais, na Universidade Federal de Pernambuco, passando a professor de Estudo de Problemas Brasileiros, na Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Na mesma época, foi professor da Faculdade de Turismo e Comunicação, como também da Escola Superior de Relações Públicas, da qual se desligou, em 1974.
Ainda em 1972, terminou o Mestrado em Teologia, com especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese “ O Radicalismo Batista Brasileiro”, sob a orientação do Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira, hoje(1998), Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Nesse mesmo ano, passou a escrever para “O JORNAL DO COMMERCIO”, sob a orientação de Alberto Cunha Melo. Publicou, no referido ano, seu primeiro livro, “Correntes Imigratórias no Brasil”, através da Acácia Publicações. Iniciou, no “Jornal Batista”, do Rio, uma série de artigos sobre Gilberto Freyre.
Na Espanha, em 1973, especializou-se em Educação Moderna, Sociologia e Administração, em Madrid e Alcalá de Henares. Participou da Conferência Nacional sobre Integración del Minusvalido en la Sociedad e do V Congresso Internacional de Sociologia, em Barcelona. Proferiu palestra no Instituto de Cultura Hispânica, de Madrid.
Seu diploma, assinado por Alfonso de Borbon, lhe foi entregue por Juan Carlos de Borbon, hoje Rei da Espanha. Fez viagens culturais a Portugal, França e Inglaterra. Retornando ao Recife, em 1974, foi eleito Presidente da Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco.
Tornou-se Diretor do Centro de Educação Teológica por Extensão.
Sob o patrocínio do Grande Oriente de Pernambuco e como membro da Loja Cavaleiros da Cruz, fez o curso de “Formação de Veneráveis de Lojas”.
No mesmo ano(1974), passou a escrever para o “DIÁRIO DE PERNAMBUCO”, ao lado de Mauro Mota, Orlando Parahym e outros.
Lançou em São Paulo, em 1973, pela Editora Metodista, seu livro “Gilberto Freyre, o Ex-Protestante”, posteriormente traduzido para o espanhol por Jorge Piñero Marques. Pela Acácia Publicações do Recife, publicou, em 1973, o livro “Miscelânia Poética”.
No mesmo ano, foi também lançado “Sociologia da Comunidade”, o mesmo acontecendo com o livro “Subdesenvolvimento: Uma Conceituação Estática e Dinâmica”.
Ainda em 1973, representou o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na II Conferência Nacional Teológica, em Brasília. Fez o curso da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Foi componente da Banca Examinadora dos Exames Vestibulares da Escola Superior de Relações Públicas.
Realizou conferências e exposições, em diferentes oportunidades e lugares, entre os quais, no Colégio “Esuda”, onde também foi professor. Em 1974, foi Conferencista no Colégio Americano Batista, quando das homenagens prestadas a Gilberto Freyre. Funcionou como Expositor da II Semana de Sociologia, na Universidade Católica de Pernambuco, o mesmo ocorrendo no II Seminário de Relações Públicas.
Através da Editora Acácia Publicações, do Recife, publicou o livro “ESBOÇO DE SOCIOLOGIA”. No mesmo ano foi lançado também a “HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL”, sua tese de mestrado transformada em livro. Em colaboração com Zaqueu Moreira de Oliveira, editou ainda em 1974, o livro “BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO”, pela Acácia Publicações.
Numa promoção da Universidade Católica de Pernambuco, foi Expositor do II Simposium de Direitos Humanos. Participou do III Encontro Nacional para Professores e Orientadores de Moral e Civismo, numa promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Pernambuco.
Em Campinas, São Paulo, e sob o patrocínio da JURATEL, realizou o curso de Comunicação Social.
Foi Relator da Comissão de Reestruturação do Trabalho Cristão entre Universitários, como também fez parte do Grupo de Trabalho da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco.
Ainda em 1974, elaborou o Projeto de Pesquisa, “Estudo Sociológico sobre a Problemática dos Menosválidos Físicos e Psíquicos no Recife”.
Foi também autor do “Ante-Projeto da Criação do Departamento de Educação Teológica por Extensão do Seminário Teológico do Norte”.
APÓS 11 ANOS DE ESTUDOS E TRABALHOS NO RECIFE, deixou o Estado de Pernambuco, no fim de 1974, onde manteve contato com os mais importantes nomes do mundo literário, jornalístico, teológico e universitário.
Em 1975, estabeleceu-se em Anápolis, Goiás, como Professor da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e da Faculdade de Direito, lecionando, entre outras, “ESTUDOS DE PROBLEMAS BRASILEIROS, INTRODUÇÃO À FILOSOFIA, ORIENTAÇÃO VOCACIONAL, SOCIOLOGIA I, II, III, IV, V e VI, ÉTICA PROFISSIONAL, TEOLOGIA I, II, III e VI, FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO, SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, CULTURA RELIGIOSA, etc. Para todas as disciplinas foi autorizado pelo Conselho Federal de Educação, do MEC, através dos pareceres 1875/75; 606/77; 735/78 e ainda para ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO 1º E 2º GRAUS, PRÁTICA DE ENSINO DAS DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS.
Bacharelou-se em Direito, em 1976, na Faculdade de Direito de Anápolis. Durante muito tempo foi Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia, da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e posteriormente do Departamento de Cultura Geral e Básica e ultimamente do Departamento de Direito Público da Faculdade de Direito.
Ainda em 76, foi Conferencista no III Encontro Nacional de Universitários, no Rio de Janeiro. Participou do VIII Encontro Regional do Ensino Superior Isolado, em Brasília, promoção do MEC.
No mesmo ano, começou a escrever para os jornais MANCHESTER e O POPULAR, sobre assuntos literários.
Em 1977, ao lado do Pastor Isaias Batista dos Santos, foi Co-Pastor da Primeira Igreja Batista de Anápolis, proferindo palestras e conferências em vários lugares, atividade acumulada com o magistério superior nas Faculdades locais.
Escreveu também para a Revista Educação e Realidade, do Rio Grande do Sul, Revista Campus, do Rio de Janeiro, Jornal Hoje, de São Paulo e iniciou uma série de artigos no CORREIO DO PLANALTO, sob o título “Literatura e Direito”, focalizando Direitos Autorais, Opção Profissional, Autores Goianos e a vida de Gilberto Freyre.
Em 1978, fez concurso para Promotor de Justiça, tendo sido nomeado para a Comarca de Abadiânia. Quando da posse no Centro Administrativo de Goiânia, foi orador da turma, sendo o discurso publicado em vários jornais.
Fez curso de especialização em Direito Penal e Processual Penal, com os Drs. Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros, respectivamente.
Fundou, junto com outros, a Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que é Presidente. Participou do “Anuário de Poetas do Brasil”, e de “Escritores do Brasil” publicados no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.
Publicou, em 1979, o livro “FILOSOFIA DA CIÊNCIA”. Recebeu o Diplome D’Honneur du Cannet (France). Pelo Clube de Imprensa de Anápolis, foi eleito o “Escritor do Ano”. Recebeu o “Mérito Bibliográfico”, da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores. Foi eleito pelo jornal TOP NEWS, como “Destaque do Ano”, em literatura.
Em 1980, recebeu o “Mérito Filosófico”, da Academia Internacional de Ciências Humanísticas. Foi eleito para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, na Cadeira 3, o mesmo ocorrendo para O Ateneu Angrense de Letras e Artes, além de outras.
Em 1981, foi eleito “Intelectual do Ano em Goiás”, pela Revista BRASÍLIA. Tornou-se membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil, no Rio, como também da Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba. Foi empossado na Academia Anapolina de Letras e Artes, na Cadeira 37.
Em 1982, tomou posse na Academia Evangélica de Letras do Brasil, na Cadeira 31, tendo como Patrono o teólogo Almir dos Santos Gonçalves, antigo Diretor do JORNAL BATISTA, no Rio de Janeiro.
Lançou o livro “SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL”. Foi eleito Titular do Centro Literário de Felgueiras, Portugal. Publicou também “PERFIL LITERÁRIO”.
Em 1983, tomou posse na Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras, presidida por Ursulino Tavares Leão, tendo como Patrono Crispiniano Tavares e sendo recebido pelo jornalista Jaime Câmara, no dia 19 de março, no Auditório da FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS(FIEG).
Recebeu o diploma de “Membre D’Honneur”, do Club Des Intellectuels Français, de Paris. Tem sido Diretor da Revista “Perfil”, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Ainda em 1983, no dia 26 de outubro, tornou-se Membro Titular Fundador da Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo, sob a presidência do Prof. Antenor Santos de Oliveira.
Tem participado de diversas comissões de concurso, destacando-se, “Prêmio Cultural Folha de Goiaz”, focalizando a Vida e a Obra de James Fanstone. Foi examinador do III Concurso de Poesia Moderna do SESC, de Anápolis.
Em 1983, figurou no livro de José Mendonça Teles, “Gente & Literatura”, como um dos 32 ligados à literatura goiana. É também verbete do “Dicionário Literário Brasileiro”, de Raimundo Menezes, da Academia Paulista de Letras.
Seu Livro “Filosofia da Ciência”(Goiânia, Oriente, 1979) recebeu referências elogiosas, no Boletim Informativo da Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro.
Está também vinculado a diferentes entidades culturais, como membro titular e correspondente, destacando-se, além das já mencionadas, Academia Conquistense de Letras, Academia Internacional de Ciências Humanísticas, Academia Poços-Caldense de Letras, Academia Eldoradense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana, Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão, Academia de Letras de Uruguaiana, Instituto Cultural do Vale Caririense, Academia de Letras e Artes de Pernambuco.
Seus trabalhos literários estão publicados em vários outros jornais, tais como, “Revista Nacional”, do Rio de Janeiro; “Correio do Ceará”, de Fortaleza; “Diário da Manhã” de Goiânia; “Jornal da Paraíba”, de Campina Grande; Jornal “Fortaleza”, do Ceará; Boletim AGMP, de Goiânia; Jornal “Liberdade e União”, de Goiânia; “O Progresso”, de Dourados, MS; “Tribuna Piracicabana”, de Piracicaba, SP, além de revistas, como “Revista da Academia Feminina de Letras do Paraná”, “Revista do Ateneu Angrense de Letras e Artes”, “Revista Brasília”, etc.
Foi também membro do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis, nomeado pelo Prefeito Municipal Olimpio Ferreira Sobrinho, no ano de 1982, pelo Decreto 2682/82, ao lado de nomes como, Hélio Lopes de Oliveira, Dom Manoel Pestana Filho, Paulo Nunes Batista, Rev. Nicomedes Augusto da Silva, Célia Siqueira e Helena Melazo.
Em 1984, foi eleito Orador Oficial da Loja Maçônica “Lealdade e Justiça II”, de Anápolis, sob a presidência do Venerável Mestre, Dr. Pedro Muniz Coelho. No mesmo ano, como membro do Conselho Filosófico de Kadosch nº 09, de Goiânia, presidido pelo Grão Mestre, Dr. Absaí Gomes de Brito, alcançou o grau 30.
Ainda em 1984, foi eleito membro correspondente da Academia de Letras de Brasília. Está também vinculado, como membro correspondente, à Academia de Letras do Planalto, em Luziânia, sob a presidência do Dr. José Júlio Guimarães Lima.
Publicou artigos de crítica literária, em diferentes jornais, sobre os seguintes autores: José Mendonça Teles (“O ANÁPOLIS”, 6.9.82 e 30.8.82); Modesto Gomes da Silva (“O ANÁPOLIS”, 13.9.82 e 20.9.82); Primo Neves da Mota Vieira (“O ANÁPOLIS”, 11.10.82 e 18.10.82. Gilberto Mendonça Teles (“CORREIO DO PLANALTO”,31.11.81 e 7.11.81); Regina Lacerda (“O ANÁPOLIS”, 4.10.82 e 27.9.82); Altamiro de Moura Pacheco(“CORREIO DO PLANALTO”, 4.11.81). Benedito Silva (“O ANÁPOLIS”, 15.11.82; Carmo Bernardes da Costa (“CORREIO DO PLANALTO”, 11.7.81 e 26.6.81); Francisco de Brito (“O ANÁPOLIS”, 25.10.82 e 1.11.82); Bernardo Élis (CORREIO DO PLANALTO, 12.12.81).
E ainda: José Lopes Rodrigues (“CORREIO DO PLANALTO”, 10.10.81 e 3.10.81); Eliezer José Penna (“CORREIO DO PLANALTO”, 19.9.81 e 26.9.81); Rosarita Fleury (“CORREIO DO PLANALTO”, 12.9.81e 5.9.81); Jerônimo Geraldo de Queiroz (“O ANÁPOLIS”, 31.7.82).
Bem como: Nelly Alves de Almeida (“CORREIO DO PLANALTO”, 22.8.81 e 29.8.81); Waldomiro Bariani Ortêncio (“CORREIO DO PLANALTO”, 17.10.81 e 24.10.81); Eli Brasiliense Ribeiro (“CORREIO DO PLANALTO”, 7.8.81 e 14.8.81); Colemar Natal e Silva (“CORREIO DO PLANALTO”, 18.7.81 e 25.7.81); Basileu Toledo França (“O ANÁPOLIS”, 9.8.82 e 16.8.82); Jaime Câmara (“CORREIO DO PLANALTO”, 28.11.81 e “O ANÁPOLIS”, 23.8.82).
Escreveu também artigos de crítica literária, focalizando dados biográficos e análise de obras, de outros autores, tais como: Adolfo Graciano da Silva Neto (“DIÁRIO DA MANHÔ, 10.4.83, “REVISTA NACIONAL”, 9.1.83); Almir Gonçalves (“FOLHA DE GOIAZ”, 4.2.83); Paulo Nunes Batista (“CORREIO DO PLANALTO”, 23.5.81 e 29.5.81).
No mesmo sentido, publicou artigos sobre escritores, como: Crispiniano Tavares (“REVISTA NACIONAL”, 11.9.83), “TRIBUNA PIRACICABANA”, 8.10.83, “O POPULAR”, 22.3.83); Sidiney Pimentel (“REVISTA NACIONAL”, 4.11.82, “O POPULAR”, 23.4.78); Miguel Jorge (“O POPULAR”, 28.5.78 e 18.3.79); Marieta Telles Machado (“O POPULAR”, 4.6.78); Martiniano J. Silva (“O POPULAR”, 16.7.78).
Igualmente escreveu sobre: Luiz Palacin (“O POPULAR”, 1.4.79); Oliveira Leite Gonçalves (“O POPULAR”, 10.12.78); Antônio Geraldo Ramos Jubé (“O POPULAR”, 17.9.78); Alaor Barbosa (“O POPULAR”, 20.5.79); Iron Junqueira (“CORREIO DO PLANALTO”, 13.9.80 e 20.9.80 e 11.10.80); Humberto Crispim Borges (“CORREIO DO PLANALTO”, 29.7.80); Adovaldo Fernandes Sampaio (“O POPULAR”, 25.7.79).
Em seus artigos literários, focalizou também: Gabriel Nascente (“CORREIO DO PLANALTO”, 28.3.81 e 4.4.81); Brasigóis Felício (“CORREIO DO PLANALTO”, 11.4.81 e 17.4.81); Aidenor Aires Pereira (“CORREIO DO PLANALTO”, 25.4.81); Carlos Ribeiro Rocha (“O POPULAR”, 10.7.77); Ursulino Leão (“O POPULAR”, 13.11.77); Érico Veríssimo (“O POPULAR”, 1.10.78); Joaquim Nabuco (“O POPULAR”, 2.7.78).
Também sobre: Gilberto Freyre (“O POPULAR”, 30.7.78, “CORREIO DO PLANALTO”, série de 18 artigos, 5.7.80 a 13.9.80, “JORNAL DO COMMERCIO”, Recife, 4.10.72, “JORNAL BATISTA”, Rio, 16.7.72, “DIÁRIO DE PERNAMBUCO”, 9.1.75).
Fez parte da Comissão Julgadora do Concurso Literário “Hugo de Carvalho Ramos”(79). Foi expositor no Congresso Maçônico Internacional do Rio de Janeiro, com o tema “O Materialismo e a Maçonaria”, tese publicada no “CORREIO DO PLANALTO” em 15.8.82.
Em 1984, além de outros trabalhos, escreveu a Antologia “LETRAS ANAPOLINAS”, reunindo mais de 200 literatos da terra de Santana.
Como escritor, professor, poeta, etc., tem recebido REFERÊNCIAS, através de jornais e revistas, de diferentes pensadores, destacando-se: GILBERTO FREYRE (Diário de Penambuco, 31.12.72; Folha de São Paulo, 29.3.81); CARLOS AZEVEDO (Jornal do Commercio, 6.8.74). ROBINSON CAVALCANTI (Jornal do Commercio, 14.1.73); A. RODRIGUES MENESES (Jornal de Hoje, SP, 4.12.72); PAULO NUNES BATISTA (O Popular, 7.11.76); ÂNGELO MONTEIRO (Jornal de Letras, RJ, 11.72); JOSÉ DOS REIS PEREIRA (Jornal Batista, RJ, 31.12.74).
No mesmo sentido foi elogiado por: URSULINO LEÃO (O Popular, 26.2.78); E. D’ALMEIDA VITOR (Correio Braziliense, 28.3.79); ABDIAS LIMA (Tribuna do Ceará, 24.10.79); MARIINHA MOTA (Presença de Lorena, 9.11.78); JÚLIO SEBASTIÃO ALVES (Folha de Goiaz, 25.8.78); MIGUEL JORGE (O Popular, 30.9.78); HAYDÉE JAYME FERREIRA (Correio do Planalto, 18.10.80); SEBAS SUNDFELD (O Movimento, SP, 15.10.78); ROBERTO PIMENTEL (Folha de Goiaz, 8.7.79).
Igualmente, recebeu referência de : GERALDO OLIVEIRA (O Taubateano, 30.4.79); INOCÊNCIO CANDELÁRIA (Diário de Mogi, 5.7.79); JOAQUIM ROSA (Jornal Opção, 18.5.79); CARLOS RAMOS (Tribuna de Caxias, RJ, 20.1.81); LUIZ OTÁVIO SOARES (O Popular, 19.6.79); DILMAR FERREIRA (Correio do Planalto, 2.9.78); J. LEITE SOBRINHO (Jornal da Paraíba, 12.11.81); JOSÉ JÚLIO GUIMARÃES LIMA ( O Popular, 22.3.83); FERNANDO MARTINS (O Popular, 12.5.82).
Ainda foi referenciado por: JAIME CÂMARA (O Popular 22.3.83); REIS DE SOUZA (Revista Brasília, 4.82); BRASIGÓIS FELÍCIO (O Popular, 19.6.79); TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO (O Popular, 16.1.77); EVERARDO GUERRA (Diário de Pernambuco, 10.11.74); LIVROS & AUTORES (Jornal do Brasil, 12.5.79); A. G. RAMOS JUBÉ (O Popular, 25.11.78); MARIETA TELES MACHADO (O Popular, 25.6.78); MODESTO DE ABREU (Anuário da ACLERJ, 80); LUCÉLIA BRAZ (O Popular, 17.3.83); MARINEUSA RIBEIRO (Folha de Goiaz, 30.4.82); LUIZ CARLOS MENDES (Correio do Planalto, 19.7.80).
Está também vinculado à “Sociedade de Homens de Letras do Brasil”, no Rio de Janeiro, à União Brasileira de Escritores do Amazonas e a várias outras instituições, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público.
Em 1986, publicou o livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS.
No dia 26 de dezembro de 1989, na cidade de Anápolis, Goiás, casou-se com Amália de Alarcão Ribeiro Martins, hoje(1998), Juíza de Direito do Estado do Tocantins, de quem se divorciou alguns anos depois.
Seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.034 páginas, foi publicado em 1995.
Em 1996, publicou o livro ESCRITORES DE GOIÁS, pela Editora Master, do Rio de Janeiro.
Nos anos seguintes, trabalhou na elaboração de seu melhor livro, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Sobre este livro recebeu referências elogiosas de GÊZA MARIA (O POPULAR, 07.05.99); MARIÁ SOARES (JORNAL DO TOCANTINS, 23.03.2000); LUCIANE GOEBEL(JORNAL DO TOCANTINS, 24.06.1999).
Atualmente(2000), acabou de elaborar o seu mais novo livro, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, editado em 2001.
Aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás, em 24 de abril de 1998. Pai de duas filhas, Nívea Zênia dos Santos Martins (04.10.1971) e Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977).
Com o advento da INTERNET, a ela se vinculou, tendo uma página literária completa no seguinte endereço: www.mariomartins.com.br.
Atualmente(2001), reside em Palmas, Tocantins, onde desenvolve atividades literárias e culturais. Neste mesmo ano, publicou pela Editora Master, do Rio de Janeiro, o livro com 924 páginas, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS.
No ano de 2001, numa eleição também disputada pelos escritores Gil Correia-Gilberto Correia da Silva(Gurupi) e Hélio Miranda(Palmas), foi eleito para a Cadeira 37, da Academia Tocantinense de Letras, tendo tomado posse no dia 05.04.2002.
Ainda em 2001, fez Pós-Graduação em Administração Pública, num convênio entre a UNITINS(Universidade do Tocantins) e a ADESG(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), quando esteve estudando no Rio de Janeiro para complementação do curso.
Em 28.09.2001, recebeu o titulo de PERSONA INTELECTUAL, da CASA DE LETRAS de Paraíso, Tocantins, em solenidade pública realizada no TEATRO MUNICIPAL CORA CORALINA, daquela cidade.
No dia 05.04.2002, sob a Presidência do Dr. Juarez Moreira Filho, toma posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o Frei José Maria Audrin, sendo recebido pelo orador da Academia, o maranhense, de Alto Parnaíba, José Cardeal dos Santos.
Como resultado de trabalho feito juntamente com Mery Ab-Jaudi Ferreira Lopes e Vânio José Simoneto, seu texto “REFLEXOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NAS FINANÇAS MUNICIPAIS” é publicado no livro CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONTEMPORÂNEA, editado pela EDUCON/UNITINS, com apresentação do professor Galileu Marcos Guarenghi, Diretor do Projeto Telepresencial.
Em 2003, com o titulo de DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, inseriu na Internet, todas as biografias dos dicionários anteriormente publicados, no site:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Em 14.01.2004, concede entrevista à Rádio Comunitária de Ipupiara, também chamada de “FORTALEZA DE SÃO JOÃO”, sobre sua infância na cidade e suas atividades profissionais e literárias, ocasião em que é entrevistado pelos locutores Paula Saldanha, Aristides Silva, Mary e André, além de seu Diretor Renato.
Além da atualização constante do DICIONÁRIO, via Internet, continua produzindo artigos literários e proferindo palestras sobre literatura.
Em 12.03.2004, pela Portaria 003/2004, da Presidente Isabel Dias Neves, foi nomeado Coordenador do Projeto Patrono, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.
No dia 02.07.2004, foi nomeado pela Presidente da Academia, membro da Comissão que analisou os CURRICULUM VITAE dos candidatos inscritos na Cadeira 07, da Academia Tocantinense de Letras, na vaga do Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz, tendo sido aprovado o nome de Júlio Resplande.
Também em julho de 2004, lançou pela Editora Kelps, de Goiânia, seu mais recente livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, que foi focalizado pela jornalista Elisangela Farias, no JORNAL DO TOCANTINS, de 15.09.2004, sob o título “HOMENAGEM AOS CORONEIS BRASILEIROS”.
2005. 17.06. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, apresentando a biografia dos 40(quarenta) PATRONOS e dos 40(quarenta) TITULARES.
2006. Coloca na INTERNET, no site www.mariomartins.com.br, o livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando a biografia de todos os PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRA e TITULARES DAS 40 CADEIRAS. Foram elaboradas 274 biografias entre os Patronos, Fundadores e Titulares da Academia Brasileira de Letras.
2006. 16. 06. Funciona como cicerone do escritor Gilberto Mendonça Teles que esteve em Palmas, proferindo palestra no Auditório do MEMORIAL COLUNA PRESTES, na Praça dos Girassóis.
2007.15.01. Lança em Ipupiara, na Bahia, juntamente com seu irmão Filemon Francisco Martins, o livro DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS, com 587 nomes de parentes e aderentes.
2007. 10.02. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando 274 biografias dos PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRAS e dos 40(quarenta) TITULARES atuais.
2007.10.05. Lança em Palmas, Tocantins, o livro MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, apresentando mais de 200 biografias de missionários norte-americanos e ilustres nomes do evangelismo brasileiro.
2007. Trabalha na elaboração do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL, de que é Membro Correspondente. O texto parcial se encontra na internet, no site www.mariomartins.com.br O livro já foi publicado com 392 páginas.
2007. Produz o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de que é membro titular, ocupando a Cadeira 37.



CADEIRA 38
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Bernardo Joaquim da Silva Guimarães- PATRONO(Ouro Preto, Minas Gerais, 15.08.1825).
Cora Coralina- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.08.1889).
Maria do Rosário Cassimiro (Catalão, Goiás, 23.09.1934).


BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 38-BERNARDO GUIMARÃES (BERNARDO JOAQUIM DA SILVA GUIMARÃES), de Ouro Preto, Minas Gerais, 15.08.1825, escreveu, entre outros, CANTOS DA SOLIDÃO(Poesia-1852), O ERMITÃO DE MUQUEM(Romance-1868), LENDAS E ROMANCES(Novela-1871), O GARIMPEIRO(Romance-1872), HISTORIAS DA PROVINCIA DE MINAS GERAIS(1872), FOLHAS DE OUTONO(Poesia-1883), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho de Joaquim da Silva Guimarães e Constança Beatriz de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Dos 4 aos 16 anos viveu em Uberaba e Campo Belo, Minas Gerais. Antes dos 17 estava de volta a Ouro Preto, onde terminou os preparatórios. Participou, em 1842, da revolução liberal, lutando ao lado dos legalistas. Matriculou-se, em 1847, com 22 anos de idade, na Faculdade de Direito de São Paulo, onde se tornou amigo íntimo e inseparável de Álvares de Azevedo e Aureliano Lessa.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, nos exames de segunda época, no começo de 1852, com 27 anos.
Exerceu o cargo de juiz municipal e de órfãos de Catalão, em Goiás, entre 1852 e 1854, onde escreveu O ERMITÃO DE MUQUEM OU HISTORIA DA ROMARIA DE MUQUEM NA PROVINCIA DE GOIAS, publicado em 1868.
Entre 1861 e 1864, voltou a Catalão, já como Juiz de Direito. Morou em Catalão, na mesma casa em que vivera por algum tempo, o Poeta Fagundes Varela. Na mesma época, fez jornalismo e crítica literária no Rio de Janeiro. Em 1864-65, de novo, o poeta voltou para o Rio de Janeiro, onde publicou o volume POESIAS(1865).
Fixou-se, a partir de 1866, em Ouro Preto, onde foi nomeado Professor de Retórica e Poética no Liceu Mineiro.
Casou-se em 1867, com Teresa Maria Gomes, com quem teve oito filhos. Como foi extinta a cadeira de Retórica e Poetica, Bernardo Guimarães viu-se, já casado, sem colocação.
Entre 1869 e 1872 escreveu várias obras. Em 1873, foi nomeado Professor de Latim e Francês em Queluz, hoje Lafayette, Minas Gerais.
Em 1875, com 50 anos, publicou o romance A ESCRAVA ISAURA que se tornou a mais popular das suas obras.
Dedicando-se inteiramente à literatura, escreveu ainda quatro romances e mais duas coletâneas de versos.
A visita de Dom Pedro II a Minas Gerais, em 1881, deu motivo a que o Imperador prestasse expressiva homenagem a Bernardo Guimarães, a quem admirava.
Magistrado, jornalista, professor, romancista e poeta.
Faleceu em Ouro Preto, Minas Gerais, no dia 10.03.1884, com 59 anos de idade.
É o patrono da Cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Raimundo Correia. Sua Cadeira 5, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Bernardo Guimarães), Fundador Raimundo Correia, sendo também ocupada por Osvaldo Cruz, Aloísio de Castro, Candido Mota Filho, Rachel de Queiroz e José Murilo de Carvalho.
Na Academia Goiana de Letras é o Patrono da Cadeira 38 que tem como Fundador Cora Coralina(Vila Boa-Goias Velho, 20.08.1889) e de que é titular Maria do Rosário Cassimiro (Catalão, Goiás, 23.09.1934).
Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 38-CORA CORALINA(ANA LINS DOS GUIMARÃES PEIXOTO BRETAS), de Vila Boa-Goias Velho, 20.08.1889, escreveu, entre outros, "POEMAS DOS BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS"(1965), "MEU LIVRO DE CORDEL"(1976), "VINTÉM DE COBRE-MEIAS CONFISSÕES DE ANINHA"(1983), "ESTÓRIAS DA CASA VELHA DA PONTE"(1985), “OS MENINOS VERDES”(1986).
Vinculada ao Tocantins, por ter sido o seu nome dado à Biblioteca de Cristalândia ou seja BIBLIOTECA PÚBLICA MUNICIPAL CORA CORALINA e também em Paraíso, onde se tem PALÁCIO DA CULTURA CORA CORALINA.
Doceira, Contista, Poetisa. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Cronista, Articulista. Pensadora, Ativista, Literata. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Produtora Cultural, Educadora, Observadora.
Filha de Jacinta Luiza do Couto Brandão Peixoto e do Desembargador Francisco de Paula Lins dos Guimarães.
Em 25 de novembro de 1911, com 22 anos de idade, muda-se da cidade de Goiás, indo para São Paulo, com o Advogado Cantidio Tolentino de Figueiredo Bretas, grávida do primeiro filho. Mas só se casa com o Advogado que era pai do seu filho e vinte anos mais velho do que ela, em 1926.
Depois de ter morado em várias cidades do interior de São Paulo, durante 45 anos, voltou à Cidade de Goiás, em 1956, quando já contava com 67 anos de idade, indo residir na Casa Velha da Ponte, onde viveu como CORA CORALINA ou ANINHA DE GOIÁS.
Faleceu no dia 10 de abril de 1985, com 96 anos, em Goiânia, sendo enterrada em sua terra natal.
Recomendada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores.
Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 38, cujo Patrono é Bernardo Guimarães, hoje(1998) ocupada por Maria do Rosário Cassimiro. Sócia da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Nacional de Escritores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.
Doutora "Honoris Causa", pela Universidade Federal de Goiás. Ganhadora do Troféu Juca Pato, em 1983, concedido pela União Brasileira de Escritores de São Paulo, com a Participação do JORNAL FOLHA DE SÃO PAULO.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Encontra-se em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.
Considerada por Carlos Drummond de Andrade a poetisa mais conhecida e mais importante do Brasil.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Nasceu Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas(Cora Coralina) em Vila Boa, Goiás Velho, no dia 20 de agosto de 1889.
Filha de Francisco de Paula Lins dos Guimarães e de Jacinta Luiza do Couto Brandão Peixoto.
Iniciou, em 1897, os estudos primários em sua terra natal, prosseguindo-os nas escolas públicas então existentes, sempre com o nome de Aninha.
Com 14 anos de idade, em 1903, publica seus primeiros versos em jornais escolares, alguns feitos com esmerada caligrafia, assinando com o diminutivo de Ana.
Em 1907, com 18 anos de idade, tornou-se Redatora do jornal “A ROSA”, impresso em papel cor-de-rosa, tendo como companheiras Leodegária de Jesus, Rosa Godinho e Alice Santana.
Com o título “Tragédia na roça” publicou, em 1910, com 21 anos, o seu primeiro conto, no “ANUÁRIO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E DESCRITIVO DE GOIÁS”, editado pelo professor Francisco Ferreira dos Santos Azevedo.
No início de 1911, com 22 anos, conheceu, em um sarau literário, o novo Chefe de Polícia de Vila Boa, recém nomeado pelo Governador, quando recitou alguns poemas.
Com 22 anos de idade, em 25 de novembro de 1911, uniu-se com o Chefe de Polícia Cantídio Tolentino de Figueiredo Bretas, saindo de Goiás Velho e indo morar no interior de São Paulo.
Com ele viveu 45 anos e teve seis filhos, dos quais, dois falecidos.
Andando por Avaré, Jaboticabal, Andradina e pela própria Capital, viveu fora de Goiás 45 anos, tempo suficiente para que Vila Boa deixasse de ser a Capital do Estado de Goiás e se transformasse numa agradável cidade do interior.
Seus filhos, Paraguassu, Cantídio Filho, Jacinta e Vivência Bretas foram transformados em 15 netos e 29 bisnetos.
Retornou para Goiás Velho, já viúva, em 1954, com 65 anos de idade, indo morar na CASA VELHA DA PONTE, onde se tornou doceira e poetisa por mais de vinte anos.
Em 1956 publicou “O CÂNTICO DE VOLTA”, em Goiás Velho, já com o pseudônimo de Cora Coralina, sendo recebida num coquetel pelos intelectuais goianos.
Nove anos depois, em 1965, já com 76 anos de idade, conseguiu a publicação de seu primeiro livro pela Editora José Olympio, “POEMAS DOS BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS”.
Onze anos mais tarde, em 1976, agora com 87 anos de idade, publicou seu segundo livro, pela Editora Cultura Goiana, “MEU LIVRO DE CORDEL”.
Com 90 anos de idade, em 1979, através de carta, recebeu elogio público de Carlos Drummond de Andrade e deixou a atividade de doceira, em virtude de ter quebrado o fêmur direito, passando a usar muletas.
Quando tinha 92 anos de idade, em 1981, recebeu o TROFÉU JABURU.
Com 94 anos de idade, em 1983, recebeu o título de “DOUTORA HONORIS CAUSA”, da Universidade Federal de Goiás, sob a presidência da Reitora Maria do Rosário Cassimiro.
Em 1984, com 95 anos de idade, recebeu o TROFÉU JUCA PATO, da União Brasileira de Escritores de São Paulo e Folha de São Paulo, sendo tema de um CASO VERDADE, da Rede Globo de Televisão.
No dia 6 de dezembro de 1984, com 95 anos, tomou posse na Cadeira 38, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Bernardo Guimarães, sendo hoje(1998) Titular Maria do Rosário Cassimiro.
Com 95 anos, 7 meses e 20 dias, no Hospital São Salvador, de Goiânia, faleceu no dia 10 de abril de 1985, ANA LINS DOS GUIMARÃES PEIXOTO BRETAS-ANINHA-CORA CORALINA, sendo seu corpo conduzido para Goiás Velho, onde se fez enterrar no Cemitério São Miguel.
Sua filha Vivência Bretas Tahan, publicou, sobre ela o livro intitulado “CORA CORAGEM, CORA POESIA”.
Sobre ela e com o título “CORA CORALINA E A SUA ORAÇÃO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




SEGUNDO OCUPANTE DA CADEIRA 38-MARIA DO ROSÁRIO CASSIMIRO(MARIA DO ROSÁRIO CASSIMIRO), de Catalão, Goiás, 23.09.1934, escreveu, entre outros, “UMA UNIVERSIDADE PARA O TOCANTINS”(1996), "DESENVOLVIMENTO E EDUCAÇÃO NO INTERIOR DO BRASIL"(1980), "O PROCESSO EDUCATIVO"(1980), “ANÁLISE PRELIMINAR PARA UMA DIAGNOSE DO ESTADO DE GOIÁS”(1971), “A UNIVERSIDADE E A PROBLEMÁTICA ECONÔMICA”(1980), “UMA VISÃO DO CAMPUS AVANÇADO”(1980), “A UNIVERSIDADE OPORTUNA”(1983), “A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA”(1983), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Escreveu também "RUMOS DA UNIVERSIDADE BRASILEIRA", este em co-autoria com o Professor Oliveira Leite Gonçalves.
Ex-Reitora da Universidade Federal de Goiás, bem como da UNIVERSIDADE DO TOCANTINS(UNITINS), em sua fase inicial, em 1989.
EX-PRESIDENTE DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Conferencista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Professora Aposentada do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Doutora em Educação pela Universidade de São Paulo(USP).
Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 38, que tem como Patrono Bernardo Guimarães e de que foi fundadora Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas(CORA CORALINA).
Sócia da União Brasileira de Escritores de Goiás, assim como da Associação Nacional de Profissionais de Administração Educacional, além de outras instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Sociedade Brasileira de Estatística, Sociedade Interamericana de Administração da Educação, Associação de Orientadores Educacionais do Estado de Goiás.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Foi Reitora da Universidade do Tocantins e é hoje(1998) Presidente da Academia Goiana de Letras, comandando trinta e quatro(34) acadêmicos homens e apenas seis(6) mulheres.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 23 de setembro de 1934. Filha de Josias Cassimiro da Silva e Maria da Costa Milagre.
Iniciou, em 1941, os estudos primários em sua terra natal, onde também concluiu o curso secundário.
Alguns anos depois, formou-se em Pedagogia, pela Faculdade de Filosofia, da Universidade Católica de Goias, concluindo também, na mesma instituição, o curso de orientação educacional.
Foi Professora do Grupo Escolar Modelo de Goiânia, do Instituto Pestallozi da Capital, bem como do Ginásio Estadual de Porto Nacional, norte goiano, hoje Estado do Tocantins.
Após a defesa de tese, recebeu o diploma de Doutora em Educação, pela Universidade de São Paulo(USP).
Especialista em Formação de Orientadores Educacionais e Profissionais, no Rio de Janeiro.
Curso de Especialização em Educação para a América Latina, em São Paulo.
Capacitação em Planejamento da Educação, em Santiago do Chile, administrado pela UNESCO.
Foi Coordenadora Geral da Secretaria da Educação e Cultura do Estado de Goiás.
Como Professora Universitária, foi nomeada em 22 de dezembro de 1981, pelo Presidente da República João Batista Figueiredo, Reitora da Universidade Federal de Goiás, cargo que exerceu por quatro anos.
Em 1989, foi Reitora da Universidade do Tocantins (UNITINS).
Do Ministério das Relações Exteriores, recebeu a Comenda ORDEM DO RIO BRANCO, com o título de GRANDE OFICIAL.
Foi a primeira mulher goiana a tornar-se Reitora da Universidade Federal de Goiás e a primeira mulher brasileira a ocupar uma Reitoria.
É a primeira mulher goiana a ser eleita Presidente da Academia Goiana de Letras, função que exerce atualmente(1998) com a maior dignidade.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 43, que tem como Patrona Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas(CORA CORALINA).
Atualmente(2000), continua residindo em Goiânia, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias.
Pouco analisada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Bem estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. Presente no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes.
Por um lapso, não foi mencionada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, bem como em “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”, de Heloísa Hollanda e Lúcia Araújo e ainda em “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher.
Apesar de sua importância, não é estudada no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CADEIRA 39
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Pedro Gomes de Oliveira- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.04.1882).
Mario Rizério Leite- FUNDADOR(Brumado, Bahia, 08.11.1912).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 39-PEDRO GOMES(PEDRO ADALBERTO GOMES DE OLIVEIRA), de Vila Boa-Goiás Velho, 23.04.1882, escreveu, entre outros, “NA CIDADE E NA ROÇA”(CONTOS-1924), “O PITO ACESO”(CONTOS-1942), sem dados biográficos nos livros.
Foi Professor de História Universal e Português do Liceu de Goiás, na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Seu segundo e último livro, foi publicado vinte anos depois do primeiro, quando o autor já residia em Goiânia.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Literato, Contista, Cronista. Ficcionista, Administrador, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural.
Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe.
Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 39, hoje(1998) ocupada por Mário Rizério Leite.
Faleceu em Goiânia, em 1955, com 73 anos de idade. Em sua homenagem, foi dado o nome de “COLÉGIO PEDRO GOMES”, ao mais conceituado colégio estadual da Capital de Goiás.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 39-MÁRIO RIZÉRIO(MÁRIO RIZÉRIO LEITE), de Brumado, Bahia, 08.11.1912, escreveu, entre outros, "LENDAS DA MINHA TERRA"(1951), "POEIRA NO AR"(ROMANCE-1951), "MÃE MARIINHA"(1960), “XURUÊ” (CONTOS-1970), "MUÇURANA"(ROMANCE-1981), “O VAQUEIRO CIRÍACO”(CONTOS-2001), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Pompílio Dias Leite e Deolinda Rizério de Moura Leite.
Estudos primários em sua terra natal.
Formado em Medicina, pela Universidade da Bahia, veio para Goiás em 1939. Sua vinda se deu como Chefe de uma Campanha Sanitarista do Ministério de Educação e Saúde.
Estabeleceu-se em ARRAIAS, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde viveu por muitos anos, como Médico responsável pelo POSTO DE SAÚDE de Arraias. Nesta cidade também se casou com Edith Ayres França, com quem teve o filho Mário Rizério Filho, logo falecido, João Ayres Rizério Neto, Selma Ayres Rizério e Ivan Rizério Ayres.
Mudou-se depois para Goiânia, tornando-se Professor de Física do Instituto de Química e Física da Universidade Federal de Goiás, durante 23 anos.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em 1951.
Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Alguns dos seus livros foram traduzidos para o Espanhol e publicados na Colômbia.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Ficcionista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Conferencista, Intelectual.
Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, bem como no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 39, que tem como Patrono Pedro Gomes de Oliveira.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.
Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva, bem como em ARRAIAS-SUAS RAÍZES E SUA GENTE, de Rosolinda Batista de Abreu Cordeiro.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br




CADEIRA 40
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Arlindo Costa- PATRONO(Piracanjuba, Goiás, 23.09.1881).
Antonio Geraldo Ramos Jubé- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 29.01.1927).



BIOGRAFIAS:



PATRONO DA CADEIRA 40-ARLINDO COSTA(ARLINDO COSTA), de Pouso Alto-Piracanjuba, Goiás, 23.09.1881, escreveu, entre outros, "LÍRIOS DO VALE"(1907), sem dados biográficos no livro, com prefácio de João Teixeira Álvares, pai de Pedro Ludovico.
Viveu em Anápolis, onde foi Jornalista, Professor e Político. Coletor do Tesouro Estadual, Deputado Estadual.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Poeta, Ficcionista, Educador. Conferencista, Orador, Idealista.
Considerado o primeiro poeta anapolino, embora não tenha nascido em Anápolis.
Um dos Patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 40, de que foi fundador Antônio Geraldo Ramos Jubé.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é também Patrono de uma das cadeiras.
Exposto nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Pouso Alto (Piracanjuba), Estado de Goiás, a 28 de setembro de 1880. Filho de Antônio Manuel da Costa e de Maria Elisa da Silva Costa.
Feitos os primeiros estudos em Antas (Anápolis), com o professor Adolfo da Silva Batista, aos seis anos de idade, seguiu para Uberaba, em 1901, sob a proteção do Padre Cunha, onde concluiu o curso normal.
Foi Diretor da Escola Publica de Uberaba, casando-se com Julieta Nince.
Retornando de Uberaba, onde passou de 1907 a 1912, também como professor nomeado do Grupo Escolar Uberabense, retomou a direção da política anapolina.
Nela permanecendo até a sua morte, em 1928, com 47 anos de idade, o que ocorreu na casa de sua irmã Matilde Crispim Silva, em circunstância misteriosa, no dia 4 de janeiro.
Além de professor, foi coletor, conselheiro, Presidente do Conselho, Juiz Municipal, Deputado Estadual. Colaborou em diversos jornais, destacando-se, "GAZETA DE UBERABA", "LAVOURA E COMÉRCIO", "BRASIL CENTRAL".
Ao lado de "Poemas da Saudade", livro inédito, publicou, em 1907, "Lírios do Vale", um conjunto de poesias, de fina sensibilidade, em que o romantismo é a grande característica, com prefácio de João Teixeira Álvares, pai de Pedro Ludovico.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 14, de que é titular o Dr. Getúlio Targino Lima.
A Academia Goiana de Letras, ao criar a Cadeira nº 40, o colocou como seu patrono. Essa Cadeira é hoje(1998) ocupada por Antônio Geraldo Ramos Jubé.
Quando professor do Grupo Escolar Uberabense representou o professorado do Triângulo Mineiro, no Congresso de Professores em Belo Horizonte.
Foi também jornalista, advogado e político.
Trama política o levou à morte em 4 de janeiro de 1928, por envenenamento, consoante voz corrente.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



FUNDADOR DA CADEIRA 40-RAMOS JUBÉ(ANTONIO GERALDO RAMOS JUBÉ), de Vila Boa-Goiás Velho, 29.01.1927, escreveu, entre outros, "CANTIGAS DO MEU AMOR"(POEMAS-1950), "DUAS ELEGIAS"(POEMAS-1948), "ÚLTIMOS POEMAS" (1950), "LIRA VILABOENSE" (POEMAS-1984), "ANTOLOGIA POÉTICA"(1995), "IARA" (POEMAS-1954), "RESSURREIÇÃO E OUTROS POEMAS", "SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS"(1978), "FLAUTA ANDARILHA E OUTROS POEMAS"(1984).
Promotor Público, Procurador de Justiça Aposentado. Foi Professor de Literatura, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, onde também se formou em Letras Neolatinas.
Antigo funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).
Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Conferencista, Literato.
Juntamente com Jesus Barros Boquady e Genaro Maltez, fundou o jornal PRIMEIRA HORA, em Brasília.
Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 40, cujo Patrono é Arlindo Costa.
Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SUMÚLA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990.
Encontra-se na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), a 29 de janeiro de 1927. Filho de Antonio Benedito Ramos Jubé e Maria Isabel da Veiga Jubé.
Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Liceu de Goiânia.
Formou-se pela Faculdade de Direito de Goiás em 1952 e licenciou-se em Letras Vernáculas, pela Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras da Universidade Católica de Goiás, em 1963.
Foi Redator do JORNAL OIÓ, em Goiânia, bem como Professor de Literatura das Universidades locais.
Foi Promotor Público em Guapó por quatro anos. Veio para Goiânia posteriormente, até ser promovido a Procurador de Justiça do Estado de Goiás, cargo no qual se aposentou.
Desde muito jovem interessou-se pelas letras, sendo inclusive professor do Liceu de Goiânia e militando na imprensa como eficiente colaborador de jornais na área literária.
Dentre suas publicações ressaltam-se “Cantigas do Meu Amor” (1950); “Últimos Poemas” (1956); “Iara” (1954) e “Síntese da História Literária de Goiás” (1978).
Eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 40, que tem como Patrono Arlindo Costa, tornou-se seu secretário (1998) na administração da Presidente Maria do Rosário Cassimiro, ex-reitora da Universidade Federal de Goiás.
Hoje(1998), aposentado do Ministério Público Goiano, dedica-se exclusivamente à literatura.
Sobre ele e com o título “A LUCIDEZ DO SENSO CRÍTICO NOS ENSAIOS DE RAMOS JUBÉ”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br




ALGUNS MEMBROS CORRESPONDENTES(ORDEM ALFABÉTICA):



ANTÔNIO CARLOS ELIZALDE OSÓRIO, de Guaraí, Rio Grande do Sul, 14.05.l927, escreveu, entre outros, "EMIGRANTE DO PARAÍSO", "PEÇO A PALAVRA PELA ORDEM", "O SILÊNCIO E SUAS RAÍZES", "QUASE HAIKAIS", "TOPIA E UTOPIA", "ARSENAL DA VIGILIA", "O DESAFIO DO BRANCO", "BRASÍLIA: DIÁLOGO COM O FUTURO", "DÉCIMA AURORA", "CONTO CANDANGO", "REBANHO DE VENTOS".
Residiu em Goiânia, durante muito tempo, onde também exerceu a Advocacia, além de ter se casado com a professora goiana Natanry Osório, de Goiás Velho.
Mudou-se para Brasília em 1957. Considerado o primeiro Advogado a se estabelecer na nova Capital Federal(1957).
Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador e Conferencista.
Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, de que também foi Presidente, União Brasileira de Escritores de Goiás e Academia de Estudos Literários e Linguísticos de Anápolis.
Presidente da Academia Brasiliense de Letras e do Instituto dos Advogados de Brasília.
Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida e no RETRATO DE UMA OBRA, editado por Humberto Ludovico de Almeida, bem como no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadades e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Membro da Academia Goiana de Letras(Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Correspondente).


ANTONIO LIBÉRIO NEVES, de Ribeirão das Antas, Buriti Alegre, Goiás, 29.04.l934, escreveu vários livros, entre os quais, "PEDRA SOLIDÃO"(POEMAS-1965), "O ERMO"(POEMAS-1970), "CIRCULAÇÃO DE SANGUE", "FORÇA DE GRAVIDADE EM TERRA DE VEGETAÇÃO RASTEIRA", "A SOLIDÃO DOS MUROS"(FICÇÃO-1976), "MIL QUILOMETROS REDONDOS" (FICÇÃO-1974).
Aposentou-se como Funcionário Público Municipal da Capital Mineira. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
Advogado, Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Contista. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Letras, de que é membro correspondente.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no "DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO", de Raimundo Menezes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Ribeirão das Antas, Buriti Alegre, Goiás, no dia 29 de abril de 1934. Filho de Marinho Neves e Gabriela Castro Neves.
Iniciou, em 1941, os estudos primários em sua terra natal.
Com sua família, mudou-se para Tupaciguara, Minas Gerais, onde fez o curso ginasial.
Transferiu-se para Uberlândia, Minas, concluindo alí o curso científico.
Em 1960, já em Belo Horizonte, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais.
Seu primeiro livro, PEDRA SOLIDÃO, foi publicado em 1965, seguindo-se O ERMO, em 1968 e FORÇA DE GRAVIDADE EM TERRA DE VEGETAÇÃO RASTEIRA, no ano de 1978, com prefácio de Márcio Almeida.
Na Capital Mineira, tornou-se funcionário público municipal, alí também se aposentando.
Membro da Comissão de Redação do Suplemento Literário do jornal MINAS GERAIS, é também Coordenador dos Seminários promovidos pelo CONSELHO ESTADUAL DE CULTURA DE MINAS GERAIS.
Atualmente(2007), é membro correspondente da Academia Goiana de Letras.


DOMINGOS CARVALHO DA SILVA, de Vila Nova de Gaia, Portugal, 21.06.l9l5, escreveu, entre outros, "LIBERDADE, EMBORA TARDE", "MÚLTIPLA ESCOLHA", "VIDA PRÁTICA", "POEMAS ESCOLHIDOS", "GIRASSOL DE OUTONO", "VOZES FEMININAS NA POESIA BRASILEIRA", sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais.
Fundador em Brasília, Distrito Federal, da Academia Brasiliense de Letras, de que foi seu Presidente. Professor da Universidade Nacional de Brasília (UNB).
Escritor, Ensaísta, Crítico. Contista, Pesquisador, Cronista. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Poeta. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990.
Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como na ANTOLOGIA DA POESIA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Carlos Nejar.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br
Membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(Correspondente).



HILDEGARDES VIANA CANTOLANO, de Salvador, Bahia, 31.03.l9l9, escreveu, entre outros, "FESTAS DE SANTOS E SANTOS FESTEJADOS", "ANTIGAMENTE ERA ASSIM", A BAHIA ERA ASSIM, BREVES NOTICIAS SOBRE ACONTECIMENTOS NA BAHIA NO INICIO DO SÉCULO, A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA-ASPECTOS FOLCLÓRICOS, A COZINHA BAIANA-SEU FOLCLORE, SUAS RECEITAS.
Jornalista, Folclorista. Advogada, Musicista. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Historiadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora. Poetisa.
Sócia da Sociedade Brasileira de Folclore. Professora e Folclorista em Salvador, na Bahia, onde reside.
Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Estudou em Portugal e foi Professora da Universidade Federal da Bahia. Membro da Academia Baiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia. Faleceu em Salvador, no dia 13.06.2005, com 86 anos.
Sobre ela, escreveu excelente matéria o articulista José Mendonça Teles, no jornal O POPULAR, Goiânia, 01.11.2005, bem como a cronista Consuelo Pondé de Sena, Presidente do Instituto Historico e Geografico da Bahia, em sua coluna PONTO DE VISTA, no jornal A TARDE, de Salvador. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente).


JOSÉ ADIRSON DE VASCONCELOS (ADIRSON DE VASCONCELOS), de Santana do Acaraú, Ceará, 11.07.l936, escreveu dezenas de livros, entre outros, “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA” (BIOGRAFIAS). Foi Presidente da TV GOIÁ, de Goiânia, onde residiu, entre 1979 e 1984. Publicou também “A MUDANÇA DA CAPITAL”, “AS CIDADES SATÉLITES DE BRASÍLIA”, “A EPOPÉIA DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”.
Membro de várias instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Luziânia, Federação das Instituições Culturais de Anápolis.
Formado em Direito e Administração. Mudou-se para Brasília em 1957.
Jornalista, Professor, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.
Foi Jornalista Profissional do CORREIO BRASILIENSE. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Com seu conjunto de obras, tornou-se o maior especialista em livros sobre Brasília. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br
Membro da Academia Goiana de Letras(Correspondente), do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(correspondente).



NELLY NOVAIS COELHO, de São Paulo, Capital, 17.05.l922, escreveu, entre outros, "TRÊS MOMENTOS POÉTICOS", "DICIONÁRIO CRÍTICO DE LITERATURA INFANTIL/JUVENIL BRASILEIRO", “A LITERATURA FEMININA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO”. Publicou também “DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS”(2003).
Filha de Gastão Irineu Novaes e Silvana Novaes. Formou-se em Letras, pela Universidade de São Paulo, em 1959. Doutorou-se em Letras, pela USP, em 1967.
Implantou na USP, em 1980, a Cadeira de Literatura Infantil e Juvenil. Fez estágio na Fundação Colouste Gulbenkian de Lisboa, Portugal. Bolsista da Fundação Fulbright, Estados Unidos. Professora visitante da Universidade da Califórnia, Los Angeles, Estados Unidos.
Professora do Departamento de Letras, da Universidade de São Paulo(USP).
Jornalista, Escritora. Dicionarista, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Conferencista, Poetisa. Cronista, Ficcionista, Produtora Cultural. Pensadora, Ativista, Contista. Administradora, Educadora, Oradora.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990.
Divulgada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro REGISTRO DE UMA OBRA, de Nelly Alves de Almeida, Edição de Humberto Ludovico de Almeida.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Prêmio JABUTI, da Câmara Brasileira do Livro. Prêmio ESSO REPORTAGEM, 1988.
Sobre ela escreveu excelente matéria o jornalista Rogério Borges, no jornal O POPULAR, Goiânia, 26.03.2003, sob o título “LETRAS FEMININAS”, quando do lançamento do livro na Fundação Jaime Câmara, de Goiânia, no dia 26.03.2003, com a presença de vários intelectuais, inclusive o autor destas notas.
Referida em todos os livros que tratam da literatura brasileira, inclusive em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Considerações sobre O “DICIONÁRIO CRÍTICO” DE NELLY NOVAES COELHO. Embora o livro tenha sido escrito para abranger o período de 1711 a 2001, o livro de Nelly Novaes Coelho, Professora da Universidade de São Paulo,“DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS”, com 750 páginas, lançado em São Paulo, em março de 2003, pela Editora Escrituras, esqueceu completamente NÃO SÓ A EXISTÊNCIA DO ESTADO DO TOCANTINS(criado em 1988), mas também a presença de suas escritoras no cenário nacional.
Faltou pesquisar livros atuais, tais como, “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa, “ANTOLOGIA DE AUTORES TOCANTINENSES”, de Márcio Barcelos, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE”, de Otávio Barros da Silva, “FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS”, de Temis Gomes Parente, entre outros.
De forma mais específica, não foi feito nenhum levantamento no “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS”(Master, Rio de Janeiro, 2001), de Mário Ribeiro Martins, com 924 páginas, focalizando dezenas de escritoras do Tocantins, algumas nascidas e vinculadas ao antigo Norte de Goiás e outras relacionadas ao atual Estado do Tocantins, nem mesmo o “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL”, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www. usinadeletras.com.br, com mais de vinte mil verbetes.
Dentre as primeiras escritoras nascidas e vinculadas ao antigo norte goiano, há de se lembrar, os seguintes nomes-ANA BRAGA(A COMUNICAÇÃO NO MÉDIO NORTE GOIANO), AMÁLIA HERMANO(REENCONTRO), ANA BRITO MIRANDA(CONTOS ESPARSOS), ARACI BATISTA CORDEIRO(HISTÓRIA DE CAMPOS BELOS E DAS FAMÍLIAS PIONEIRAS), ALDENORA CORREIA(BOA VISTA DO PADRE JOÃO), ROSOLINDA BATISTA(ARRAIAS-SUAS RAÍZES E SUA GENTE), dentre outras.
Quanto ao segundo grupo, de escritoras relacionadas ao atual Estado do Tocantins, que para aqui vieram ou aqui vivem, podem ser destacados os seguintes nomes-TEMIS GOMES PARENTE(FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS), CÉLIA BOTELHO(OS XAVANTES), EDNA GOYA(TEXTOS DIDÁTICOS PARA GRAVURA), ELIEUMA DE ABREU(ANALOGIAS-POEMAS), FÁTIMA AMÉRICO(ADVINHA O QUE ESTOU VENDO!), FRANCISCA MIRANDA(MEUS POEMAS), JUCIENE RICARTE(A ESCRAVIDÃO NEGRA NO TOCANTINS COLONIAL), LÍDIA SORAYA(OS POVOS INDÍGENAS DO TOCANTINS), MÁRCIA COSTA(PADRE LUSO-TESTEMUNHO DE UMA VIDA CRISTÃ), MARGARIDA GONÇALVES(BEATRIZ A QUE FAZ FELIZ), MARINALVA BARROS(PEDAÇOS DE MIM), TOMÁSIA PARRIÃO(OS SABORES DO TOCANTINS), ZEFINHA LOUÇA(MOMENTOS POÉTICOS), além de muitas outras escritoras que a exigüidade de espaço não permite mencionar.
De qualquer forma, trata-se de um livro de excepcional qualidade, em que o talento multiforme da autora, mais uma vez se faz presente, fornecendo uma extraordinária contribuição para a divulgação das escritoras brasileiras.
Pena que as escritoras tocantinenses, com o número considerável de mais de cem, tenham ficado de fora, mas que sejam incluídas na edição revista e atualizada, dentro de pouco tempo.
Quanto a Nelly Novaes Coelho, é também membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(Correspondente).



TEOBALDO DA COSTA JAMUNDÁ, de Recife, Pernambuco, l9l4, escreveu, entre outros, "ANOTAÇÕES NA PAISAGEM RURAL", "CONTOS E POEMAS".
Historiador, Professor, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Educador, Administrador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual.
Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Correspondente).







ATENÇÃO: BREVE INFORMAÇÃO deve começar em PÁGINA IMPAR.


BREVE INFORMAÇÃO
BIOBIBLIOGRÁFICA DE MÁRIO RIBEIRO MARTINS.

(Este texto está na INTERNET, no seguinte endereço:
http://www.mariomartins.com.br)
MARIO RIBEIRO MARTINS
(CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS,
77001-970) FONES: (063) 3215 4496- (063) 99779311
HOME PAGE:http://www.genetic.com.br/~mario
E-MAIL: mariormartins@hotmail.com)


1943(07.08). Nasce em Ipupiara(antigo Fundão ou Jordão de Brotas), Bahia, na Região da Chapada de Diamantina, criado com a avó Maria Ribeiro dos Santos, filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro Martins, sendo seus irmãos, Adão Martins Filho, Eunice Ribeiro Martins, Marli Ribeiro Martins, Nina Ribeiro Martins, Filemon Francisco Martins, Gutemberg Ribeiro Martins e Manoel Ribeiro Neto.

1949. É alfabetizado, ainda em Ipupiara, Bahia, pela sua tia Almerinda Ribeiro Santos e pela Professora Miriam Ribeiro Barreto, irmã do Dr. Isaac Ribeiro Barreto, primeiro Médico de Brasília.

1950. Muda-se para Morpará, Bahia, onde seu pai se torna comerciante, político e pregador batista. Ajudando na Loja de Tecidos "A PRIMAVERA", preocupa-se com os livros e a pescaria no Rio São Francisco.

1954. Depois de estudar com a Professora Zélia Magalhães, conclui o PRIMÁRIO, ainda em Morpará, com a Professora "DONA"(Maria Jerônima Magalhães Mariani).

1955. Retorna à cidade natal Ipupiara, antigo Fundão ou Jordão de Brotas, (onde também nascera, em 1859, o Coronel Militão Rodrigues Coelho), dedicando-se à lavoura, inclusive à construção de cercas de pedra e de arame, roçagem de pastos e outras atividades agro-pastoris.

1958. Através da instrumentalidade da missionária batista Zênia Birzniek, sua mãe de criação, de origem leta, muda-se para Xique-Xique, Bahia, onde estuda durante algum tempo, residindo com o Pastor Jonas Borges da Luz.

1959. Transfere-se para Bom Jesus da Lapa, Bahia, onde passa a residir com o Pastor Pedro Pereira Nascimento, depois com o Coletor Eliel Barreto e, finalmente, com Bevenuto Ribeiro, político local, de quem recebe forte influência, especialmente evangélica, tornando-se alí pregador batista.

1962. Após ter sido aluno do Ginásio "BOM JESUS", dirigido pelo Dr. Antonio Barbosa, conclui o GINÁSIO no Colégio São Vicente de Paulo, sendo Orador da Turma e pelo primeiro lugar, recebe "MEDALHA DE HONRA" e uma viagem a Salvador, acompanhado pelas Freiras Diretoras do Colégio, quando viaja de avião pela primeira vez, saindo da cidade de Bom Jesus da Lapa, interior baiano.

1963. Matricula-se no Colégio Americano Batista(GILREATH) do Recife, na Rua Dom Bosco, Boa Vista, (onde também, nos idos do ano de 1907, estudara Gilberto Freyre). Trabalha para se manter nos estudos, no Centro Batista, sob a direção da missionária Mattie Lou Bible.

1964. Como "Carteiro do Colégio" é detido por algumas horas, nos CORREIOS E TELÉGRAFOS, do centro do Recife, quando da REVOLUÇÃO DE MARÇO para verificação da pasta onde se encontram correspondências retiradas da Caixa Postal do referido Colégio, destinadas aos professores, algumas delas oriundas da União Soviética e de Cuba.

1965. 28.02. Estando em Petrolina, Pernambuco, ganha uma “carona” num avião “Teco-Teco” para chegar ao Recife, onde estudava. Ao sobrevoar a famosa SERRA DAS RUSSAS, o avião apresenta defeito e cai, pegando fogo. É jogado numa “MOITA DE CAPIM”, onde é encontrado sem sentidos, mas sobrevive sem qualquer sequela, sendo levado para o Hospital Barão de Lucena, no Recife. O Piloto e o Fazendeiro(proprietário do avião) foram “CARBONIZADOS”.

1965. 20.12. Termina, no mesmo Colégio Batista, o curso CLÁSSICO. Ganha seu primeiro prêmio literário, o "PRÊMIO MACHADO DE ASSIS", de cuja Comissão faz parte o poeta Marcus Accioly, também ex-aluno do Colégio, hoje, escritor de renome nacional, autor de, entre outros, “GURIATÃ-UM CORDEL PARA MENINO”.

1966. Após Exame Psicotécnico com o Dr. J. N. Paternostro, de São Paulo, matricula-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, também no Recife, na Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista.

1968. É consagrado MINISTRO EVANGÉLICO, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Tejipió, nos arredores do Recife, onde permanece como Pastor até 1973, de cujo CONCÍLIO EXAMINATÓRIO participam os Teólogos DOUTORES DAVID MEIN, LÍVIO LINDOSO, JOÃO VIRGÍLIO RAMOS ANDRÉ, RAIMUNDO FROTA DE SÁ NOGUEIRA, H. BARRY MITCHELL, JOSÉ DE ALMEIDA GUIMARÃES, RENATO CAVALCANTI, ZACARIAS FERREIRA LIMA, VALDOMIRO LUIS DE SOUZA, ELIZEU MARTINS FERNANDES, LUIZ JOSÉ DE SIQUEIRA, ALCIDES PEREIRA MACHADO, JOSÉ VIANA DE PAIVA, JONAS BARBOSA DE LIMA, PEDRO BATISTA DOS REIS, JOÃO LUIS DE SOUZA, MANOEL NAZÁRIO DA SILVA, GENÉSIO GUIMARÃES LIMA E OSÉAS CORREIA SANTOS.

1968. Vincula-se ao GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO, através da Loja Maçônica "CAVALEIROS DA CRUZ", do Recife, onde faz o curso de "Formação de Veneráveis".

1970. Bacharela-se em TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tornando-se professor da mesma instituição, nas áreas de Teologia Bíblica, História do Cristianismo, Teoria do Conhecimento, História da Filosofia, Sociologia da Comunidade, entre outras.

1970. Passa a escrever para "O JORNAL DO COMMERCIO", "DIÁRIO DE PERNAMBUCO", ambos do Recife, e "JORNAL BATISTA", do Rio de Janeiro. Publica seu primeiro livro "CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL", sob o pseudônimo de SNITRAM M. ORIEBIR.

1971. Licencia-se em FILOSOFIA PURA, na Universidade Católica de Pernambuco, tornando-se professor de Pesquisa Social, na mesma instituição. Neste mesmo ano leciona também no Ginásio Manoel Arão, na Escola Técnica de Comércio da cidade de Moreno, na Escola Superior de Relações Públicas e na Faculdade de Turismo e Comunicação. Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua primeira filha, Nívea Zênia dos Santos Martins(04.10.1971).

1972. Conclui o curso de MESTRE EM TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, com especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese "O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO", sob a orientação do Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira.

1972. Termina o curso de BACHAREL EM CIÊNCIAS SOCIAIS, na Universidade Federal de Pernambuco, tornando-se professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, na disciplina Estudo de Problemas Brasileiros. É Examinador na Comissão de Vestibular da Escola Superior de Relações Públicas, no Recife.

1973. Estuda na Espanha, onde se especializa em EDUCAÇÃO MODERNA, SOCIOLOGIA e ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, em Madrid e Alcalá de Henares. Seu diploma, assinado por Alfonso de Borbon, lhe é entregue por Juan Carlos de Borbon, posteriormente Rei da Espanha.

1973. Participa da Conferência Nacional sobre Integración del Minusvalido en la Sociedad e do V Congresso Internacional de Sociologia, em Barcelona. Profere Conferência no Instituto de Cultura Hispânica de Madrid, com o tema "LA ALFABETIZACIÓN EN EL CONTEXTO DE LA EDUCACIÓN PERMANENTE". Faz viagens culturais a Portugal, França e Inglaterra.

1973. Retornando ao Recife, é eleito Presidente da Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco. Torna-se Diretor do Centro de Educação Teológica por Extensão, do Seminário Batista do Norte. Faz o curso de FORMAÇÃO DE VENERÁVEIS DE LOJAS, sob o patrocínio do Grande Oriente de Pernambuco.

1973. Lança em São Paulo, pela Imprensa Metodista, o seu livro "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", traduzido para o Espanhol por Jorge Piñero Marques. Publica também, ainda no Recife, os livros "MISCELÂNIA POÉTICA", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA".

1974. Representa o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na Conferência Nacional Teológica, em Brasília. Faz o curso da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Torna-se componente da Banca Examinadora dos Exames Vestibulares da Escola Superior de Relações Públicas. Leciona no Colégio Pré-Vestibular ESUDA. É biografado por Osvaldo Ronis no livro "UMA EPOPÉIA DE FÉ-A HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL".

1974. Faz Conferência no COLÉGIO AMERICANO BATISTA, quando das homenagens prestadas a Gilberto de Mello Freyre. Funciona como Expositor na II Semana de Sociologia da Universidade Católica de Pernambuco, o mesmo ocorrendo no II Seminário de Relações Públicas.

1974. Publica , ainda no Recife, o livro "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA". Lança também a "HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL", sua tese de mestrado transformada em livro. Em colaboração com o Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira, publica a "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO".

1974. Participa como Expositor do II Simposium de Direitos Humanos, promoção da Universidade Católica de Pernambuco. Participa, igualmente, do III Encontro Nacional de Professores e Orientadores de Moral e Civismo, numa promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Pernambuco.

1974. Em Campinas, São Paulo, sob o patrocínio da JURATEL, conclui o curso de COMUNICAÇÃO SOCIAL. Torna-se Relator da Comissão de Reestruturação do Trabalho Cristão entre Universitários, como também participa do Grupo de Trabalho da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco. É autor do Ante-Projeto de Criação do Departamento de Educação Teológica por Extensão do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. É referenciado por David Mein no livro "CATÁLOGO GERAL".

1975. APÓS 12 ANOS DE ESTUDOS E TRABALHOS NO RECIFE, DEIXA O ESTADO DE PERNAMBUCO, ONDE MANTEVE CONTATO COM OS MAIS IMPORTANTES NOMES DO MUNDO LITERÁRIO, JORNALÍSTICO, TEOLÓGICO E UNIVERSITÁRIO.

1975. Muda-se para Anápolis, Goiás, tornando-se Professor da Faculdade de Direito e da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, lecionando, entre outras matérias, Estudos de Problemas Brasileiros, Introdução à Filosofia, Orientação Vocacional, Sociologia, Ética Profissional, Teologia, Filosofia da Educação, Sociologia do Desenvolvimento, Cultura Religiosa, Estrutura e Funcionamento do lº e 2º Graus e Prática de Ensino das Disciplinas Pedagógicas, todas com autorização do Conselho Federal de Educação, através dos Pareceres 1875/75, 066/77, 2941/77 e 735/78.

1975. Leciona também Moral e Cívica e História, no Colégio Cosmorama. É referenciado por Lena Castello Branco Costa no livro "DOCUMENTA 175", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1976. Conclui o curso de DIREITO. Torna-se Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e, posteriormente, do Departamento de Cultura Geral e Básica, bem como do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito de Anápolis. Vincula-se ao Instituto Histórico e Geográfico de Anápolis. É conferencista no III Encontro Nacional de Universitários, no Rio de Janeiro.

1976. Toma posse na Academia de Letras da Manchester Goiana. Participa do VIII Encontro Regional do Ensino Superior Isolado, em Brasília, numa promoção do Ministério da Educação e Cultura(MEC). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista, d O POPULAR, sob o título "Mais literatura e menos café society". Torna-se membro da SOCIEDADE DE HOMENS DE LETRAS DO BRASIL, no Rio de Janeiro.

1977. Torna-se Co-Pastor da Primeira Igreja Batista de Anápolis, quando adquiri, juntamente com o Pastor Isaias Batista dos Santos, na Rua Quintino Bocaiuva, centro, o terreno da Indústria Nasciutti, onde hoje se localiza o atual templo. É resenhado por Israel Belo de Azevedo na CAMPUS-REVISTA DO ESTUDANTE, do Rio de Janeiro.

1977. Passa a escrever para os jornais MANCHESTER, O POPULAR, FOLHA DE GOIÁS, CORREIO DO PLANALTO, O ANÁPOLIS, DIÁRIO DA MANHÃ, EDUCAÇÃO E REALIDADE(Rio Grande do Sul), REVISTA CAMPUS(Rio de Janeiro), JORNAL HOJE(São Paulo). Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua segunda filha, Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista d O POPULAR, sob o título "Vida e Iniciação Literária". É referenciado por José Vieira de Vasconcellos no livro "DOCUMENTA 203", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. É aprovado em 13º lugar no CONCURSO PÚBLICO PARA PROMOTOR DE JUSTIÇA. É nomeado pelo Governador Irapuan Costa Júnior para a Comarca de Abadiânia. Quando da posse no Centro Administrativo de Goiânia, é orador da turma, sendo o discurso publicado em vários jornais.

1978. Faz curso de Especialização em DIREITO PENAL e PROCESSUAL PENAL, respectivamente, com os Doutores Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Lafayette de Azevedo Pondé no livro "DOCUMENTA 207", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. Funda, juntamente com outros, a Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Tem seus trabalhos literários publicados nos livros ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL E ESCRITORES DO BRASIL, editados no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.

1978. Vincula-se à ACADEMIA INTERAMERICANA DE LITERATURA E JURISPRUDÊNCIA. Funda o CLUBE BRASILEIRO DE LITERATURA. É eleito membro da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO AMAZONAS. É resenhado por J. Heydecker, em São Paulo, no volume "LIVROS NOVOS".

1979. Publica, pela Editora Oriente, de Goiânia, o livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" que recebe elogios do Boletim Informativo da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Brasigóis Felício, d O POPULAR, sob o título "Precisamos de mais literatura".

1979. Recebe o DIPLOME D HONNEUR DU CANNET, do Clube dos Intelectuais Franceses. É eleito ESCRITOR DO ANO, pelo Clube de Imprensa de Anápolis. É biografado por Nysa Moraes Figueiredo no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É elogiado por J. Heydecker no JORNAL DO BRASIL, Rio de Janeiro.

1979. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "O momento é de inversão de valores". Vincula-se ao INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE, em Juazeiro do Norte, Ceará. Recebe o MÉRITO BIBLIOGRÁFICO, da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores. Torna-se membro da ACADEMIA ELDORADENSE DE LETRAS, no Estado de São Paulo. É referenciado por Sidiney Pimentel no livro "O MENINO DOURADO".

1979. É eleito DESTAQUE DO ANO EM LITERATURA, pelo Jornal TOP NEWS, de Goiânia. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário Hugo de Carvalho Ramos, numa promoção da UBE-GO e patrocínio da Prefeitura Municipal de Goiânia. Vincula-se à ACADEMIA GOIANIENSE DE LETRAS. É entrevistado pela jornalista Mariinha Cunha, do TOP NEWS, sob o título "Literatura como destaque do ano". É referenciado por Neila Monteiro no jornal FOLHA DE GOIAZ.

1980. Recebe o MÉRITO FILOSÓFICO, da Academia Internacional de Ciências Humanísticas. É eleito para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, na Cadeira 3, tendo como Patrono Gonzaga Duque. É referenciado por Sebas Sundfeld no livro "ROSAS SOBRE O PIANO".

1980. É recebido como membro do Ateneu Angrense de Letras e Artes, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Dilmar Ferreira, do CORREIO DO PLANALTO, sob o título "Filosofia divulga o nome de Anápolis". É biografado por Joaryvar Macedo no BOLETIM DO INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE.

1980. Torna-se membro da INTERNATIONAL ACADEMY OF LETTERS OF ENGLAND, em Londres. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Federação das Entidades Fronteiristas do Rio Grande do Sul. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Poesia Moderna, promoção do Boletim Perfil, em Anápolis.

1980. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Pompília Lopes dos Santos na REVISTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DO PARANÁ.

1981. É eleito INTELECTUAL DO ANO EM GOIÁS, pela Revista Brasília. É biografado por Alípio Mendes na REVISTA DO ATENEU ANGRENSE DE LETRAS. É referenciado por Clério José Borges, em Vitória, no jornal CORREIO POPULAR. Torna-se membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro. É elogiado por Raimundo Araújo no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS, Rio de Janeiro.

1981. É Examinador na Comissão Julgadora do II Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É eleito membro da ABRARTE CULTURA ARTÍSTICA DE PETRÓPOLIS. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Filosofia ensina a viver e a pensar". É biografado por Isaias Batista dos Santos no livro "LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA". É referenciado por Modesto de Abreu no livro "MEUS 80 ANOS".

1981. Vincula-se à ACADEMIA DE LETRAS DA REGIÃO DO ABC, em Santo André, São Paulo. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Salvador. É eleito para a Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba, no Paraná. Recebe a honraria GLORIA AO IMORTAL, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Quixadá.

1981. Toma posse na ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do III Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É referenciado por Arthur F. Baptista no livro "PRIMAVERA EM TROVAS". É biografado por Abdias Lima no jornal O ESTADO, de Fortaleza.

1981. Toma posse na Academia Anapolina de Letras e Artes, na Cadeira 37. É entrevistado pelo jornalista Modesto de Abreu, no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, sob o título "Por que as academias hoje?". Recebe a distinção "LIDER DE LA FECHA SIMBOLO", pela Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio.

1981. É resenhado por Benedicto Silva no BOLETIM INFORMATIVO DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. É referenciado por Vanildo de Senna no livro FUNDAMENTOS JURÍDICOS DA MAÇONARIA ESPECULATIVA. É referenciado por Abdias Lima no jornal FORTALEZA.

1981. Recebe o grau de CAVALEIRO ROSA CRUZ-GRAU 18, do Supremo Conselho do Brasil, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Acrósticos, promoção da AAFCL, de Anápolis. Torna-se membro da ACADEMIA DE ESTUDOS LITERÁRIOS E LINGUÍSTICOS, na Cadeira 15, tendo como Patrono, seu pai Adão Francisco Martins.


1981. É resenhado por Modesto de Abreu no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É referenciado por J. Leite Sobrinho no JORNAL DA PARAÍBA.

1982. Lança o livro "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL". Publica, no Rio de Janeiro, bem como o livreto "PERFIL LITERÁRIO". É empossado na Cadeira 31, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, tendo como patrono, o Teólogo Almir Gonçalves. É eleito titular do Centro Literário de Felgueiras, em Portugal. É referenciado por Mariinha Mota, em São Paulo, no JORNAL A RUA.

1982. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana acompanha o momento atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Sonetos, promoção do Boletim Perfil. Preside a FEDERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS DE ANÁPOLIS. É pesquisado por Betty Antunes de Oliveira no livro "ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO".

1982. É Expositor no Congresso Maçônico Internacional do Rio de Janeiro, com o tema "O MATERIALISMO E A MAÇONARIA", tese publicada no CORREIO DO PLANALTO, em l5 de agosto de l982. É nomeado pelo Decreto 2682/82, Membro do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis, pelo então Prefeito, Dr. Olimpio Ferreira Sobrinho. É elogiado por Abdias Lima no jornal CORREIO DO CEARÁ.

1982. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d O POPULAR, sob o título "Uma Visão Panorâmica da Realidade Sociológica". Recebe a honraria PRIMEIRO PRÊMIO DE PLAQUETE, do Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana. É biografado por Reis de Souza na REVISTA BRASÍLIA. É referenciado por Maurílio Lemes no jornal DIÁRIO DA MANHÃ.

1983. No dia 19 de março, no Auditório da FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS(FIEG), toma posse na Cadeira 37, da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares e sendo recebido pelo jornalista Jaime Câmara, em solenidade presidida pelo acadêmico Ursulino Leão. É biografado por José Mendonça Teles no livro "GENTE & LITERATURA".

1983. Torna-se Diretor da Revista PERFIL, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Trovas, promoção da AAFCL, de Anápolis. É pesquisado por José dos Reis Pereira no livro "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS DO BRASIL".

1983. Recebe o diploma de MEMBRE D HONNEUR, do Clube dos Intelectuais de Paris. É Expositor na Loja Maçônica União e Justiça, com o tema "O CÓDIGO CANÔNICO DO PAPA JOÃO PAULO II". Prefacia o livro "NATUREZA DO VENTO", de Petrônio Botelho Rocha. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, sob o título "Obras de Goiás e sobre Goiás".

1983. Torna-se Membro Fundador da Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo. Participa da Comissão Julgadora do "PRÊMIO CULTURAL FOLHA DE GOIAZ", focalizando a vida e a obra de James Fanstone. É examinador do III Concurso de Poesia Moderna, do SESC, em Anápolis. É referenciado por Renato Baez no livro "GENEALOGIA E OPINIÕES".

1983. Figura no livro de José Mendonça Teles "GENTE & LITERATURA", como um dos 32 nomes ligados à literatura goiana. É verbete do "DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO", de Raimundo Menezes. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d O POPULAR, sob o título "Pensamento de um novo acadêmico".

1983. Como membro titular correspondente, vincula-se a diferentes entidades culturais do país, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Pernambuco, Academia Conquistense de Letras, Academia Internacional de Ciências Humanísticas, Academia Poços-Caldense de Letras, Academia Eldoradense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana, Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão.

1983. Tem seus trabalhos literários publicados em vários jornais e revistas, entre os quais, CORREIO DO CEARÁ, de Fortaleza, REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, JORNAL DA PARAIBA, de Campina Grande, REVISTA BRASILIA, do Distrito Federal, TRIBUNA PIRACICABANA, de Piracicaba. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Licínio Leal Barbosa.

1984. É eleito Orador Oficial da Loja Maçônica LEALDADE E JUSTIÇA II, sob a Presidência do Venerável Mestre, Dr. Pedro Muniz Coelho. Como Membro do Conselho Filosófico de Kadosch nº 09, de Goiânia, presidido pelo Grão Mestre, Dr. Absaí Gomes Brito, alcança o GRAU 30. Vincula-se como membro titular correspondente à Academia de Letras de Brasília e à Academia de Letras do Planalto, em Luziânia. É biografado por Luiz Vital Duarte no livro "RUY BARBOSA-SUA OBRA, SUA PERSONALIDADE".

1984. Publica artigos de crítica literária, em diferentes jornais, sobre mais de uma centena de autores goianos e nacionais. Recebe referências elogiosas, via jornais e revistas, através de artigos de Gilberto Freyre(FOLHA DE SÃO PAULO), Carlos Alberto Azevedo(DIÁRIO DE PERNAMBUCO), Robinson Cavalcanti(JORNAL DO COMMERCIO), José dos Reis Pereira(JORNAL BATISTA), E. D Almeida Vitor(CORREIO BRAZILIENSE), Abdias Lima(TRIBUNA DO CEARÁ), Sebas Sundfeld(O MOVIMENTO), Modesto de Abreu(REVISTA DA ACADEMIA), Reis de Souza(REVISTA BRASÍLIA), Ângelo Monteiro(JORNAL DE LETRAS), Carlos Ramos(TRIBUNA DE CAXIAS), etc.

1984. Lança o livro "LETRAS ANAPOLINAS", Antologia de Poesia e Prosa, reunindo mais de duzentos literatos de Anápolis. É Expositor no III Ciclo de Conferências Jurídicas, em Anápolis, com o tema "OS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL". Vincula-se à CASA DE CULTURA DE ITABERABA, no sertão da Bahia. Prefacia o livro "ESTILHAÇOS DE SAUDADE", de Rosalina Marques da Costa.

1985. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário José Décio Filho, promoção da UBE-GO. É referenciado por Eustázio Pereira, em Santos, no JORNAL DESTAQUE. Recebe "DIPLOME D ACADEMICIEN", da La Fleur des Neiges, France. É agraciado com o "MÉRITO CULTURAL", da Escola Humanista e Cultural do Rio Branco, Acre. É referenciado por Henriette Kaisser na revista ACADEMIE DE LA FLEUR DES NEIGES, FRANCE. Recebe a Comenda "KNIGHT GRAND CROSS", da Royal Order of Our Lady of Grand Gothia, Inglaterra.

1985. É referenciado por Anna Leite, de São Paulo, no jornal A REGIÃO. É eleito para a ACADEMIA PETROPOLITANA DE EDUCAÇÃO, em Petrópolis. É referenciado por Enéas Athanázio, em Santa Catarina, no jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA. É referenciado por Raimundo Araújo, do Rio de Janeiro, no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS.

1986. Recebe o título "COMMANDEUR DE JUSTICE DE L ORDRE ROYAL DE SAINT-ANDRE DE SCYTHIE, Inglaterra. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da IMAGEM ATUAL, sob o título "AAFCL divulga Anápolis no Brasil e exterior". Recebe a honraria "COMENDA BISPO AZEREDO COUTINHO", da Academia de Letras e Artes de Pernambuco. É biografado por Altamiro de Moura Pacheco na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. É referenciado por Luiz Vital Duarte no livro A EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO.

1986. Publica o livro "JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS", antologia de poesia e prosa, com 600 páginas. Vincula-se à ACADEMIA PETROPOLITANA DE POESIA RAUL DE LEONI, em Petrópolis. É designado Coordenador das atividades do Ministério Público, em Anápolis. É resenhado por Apolônia Gastaldi no livro "A FORÇA DO BERÇO". É referenciado por Jacy Gomes de Almeida no livro "IMINÊNCIAS III". É biografado por Jaime Câmara na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS.

1987. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Decoração Natalina, numa promoção do Clube de Diretores Lojistas de Anápolis. É entrevistado pela jornalista Mirza Seabra Toschi, da GAZETA POPULAR, sob o título "Academia divulga Anápolis". Recebe o "DIPLOME DE MEMBRE D HONNEUR, da Societé des Poètes et Ecrivains Régionalistes, Nimes, França.

1987. É referenciado por Luiz Carlos Mendes no jornal GAZETA POPULAR. Publica o livreto "CADEIRA 15-PERFIL BIOGRÁFICO". Tem seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" resenhado por Antonio Paim no volume BIBLIOGRAFIA FILOSÓFICA BRASILEIRA. É referenciado por Geraldo Coelho Vaz no livro REVIVENDO.

1987. É entrevistado pelo jornalista Fábio di Souza, da GAZETA POPULAR, sob o título "Endereçário Cultural Brasileiro". Prefacia o livro FUNDO DE GAVETA, de João Batista Machado. É referenciado por Luiz do Couto Filho no jornal CIDADE DE GOIÁS. Recebe o título de PROFESSOR DECANO da Faculdade de Direito de Anápolis. Toma posse na ACADEMIA PETROPOLITANA DE LETRAS, em Petrópolis.

1987. Publica o livro "ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO", com nomes e endereços de instituições culturais. É biografado por Ari Lins Pedrosa no livro "O VÉU DO VENTO". É referenciado por Diniz Felix Santos, em Brasilia, no boletim POIETIKÉ.

1988. É Examinador na Comissão de Concurso para Oficial de Registro Civil, em Souzânia, Anápolis, numa promoção do Tribunal de Justiça de Goiás. Prefacia o livro FOLHAS ESPARSAS, de Laurentina Murici de Medeiros. É biografado por Francisco Igreja no "DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS". É referenciado por Eno Teodoro Wanke no livro "XIXI NO ABISMO".

1988. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA, do Instituto Histórico e Cultural Pero Vaz de Caminha, em Brasília. Prefacia o livro BARRO DO MESMO BARRO, de Paulo Valença. É eleito VICE-PRESIDENTE DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DE GOIÁS, sob a Presidência de Geraldo Coelho Vaz. É resenhado por Haydée Jayme Ferreira no livro "O CANTO DO CISNE".

1989. Prefacia o livro A FACE OFENDIDA, de Paulo Valença. É eleito para a ACADEMIA ACREANA DE LETRAS, no Acre, Rio Branco. É referenciado por Ismael Gomes da Silva no livro "SEARA DE ILUSÕES". Prefacia o livro UM PEDACINHO DO MEU SONHO, de Euripedes Balsanulfo de Freitas. Torna-se membro do Conselho Fiscal da Associação Goiana do Ministério Público.

1989. 26.12.1989. Casa-se com Amália de Alarcão, de quem se divorcia alguns anos depois. É referenciado por José Pinheiro Fernandes no livro "O REAL INIMAGINÁVEL". É referenciado por Wanderley de Medeiros no jornal O POPULAR. É elogiado por Luiz Vital Duarte no livro "EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO COMUNISMO NO BRASIL".

1990. Prefacia o livro RELVA AZUL, de Leonice Pesci Vidotto. Recebe a distinção PERSONALIDADE CULTURAL DA DÉCADA NEOTROVISTA, do Clube dos Trovadores Capixabas, em Vitória, Espírito Santo. Prefacia o livro "PÔ...EMAS", de Manoel Messias de Morais. É biografado como verbete na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. É referenciado por Gênio Eurípedes em Jataí no jornal FOLHA DO SUDOESTE.

1991. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Coplaven de Literatura, numa promoção do Grupo Coplaven. Toma posse como membro da INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito titular do MOVIMENTO POÉTICO EM SÃO PAULO.

1992. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Master de Literatura, numa promoção do Grupo Master. É referenciado por Rosemary Pereira, no jornal O RADAR, no Paraná. Recebe a honraria DESTAQUE DE IMAGEM, da Revista Imagem Atual, de Anápolis. Toma posse como MIEMBRO ACADEMICO "AD HONOREN", da ACADEMIA DE BELLAS LETRAS DEL CONO SUR, Uruguai. É referenciado por Anand Rao no jornal CORREIO BRAZILIENSE.

1993. Recebe a distinção MÉRITO JUSCELINO KUBITSCHEK, do Supremo Conselho Internacional, em Brasília. É Conferencista na Fundação Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É referenciado por Alaor Scisínio, do Rio de Janeiro, no jornal LETRAS ITAOCARENSES.

1993. Recebe o título de CIDADÃO ANAPOLINO, da Câmara Municipal de Anápolis, pelo Decreto Legislativo 001/93, de l6.03.93, de autoria do Vereador Achiles Mendes Ribeiro, sendo Presidente o Vereador José Escobar Cavalcante. É biografado por Adrião Neto no livro "ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS". É biografado por Lucélia Cunha no jornal O POPULAR.

1994. Recebe a honraria COMENDA GOMES DE SOUZA RAMOS, da Prefeitura Municipal de Anápolis. É resenhado por Nelly Alves de Almeida no livro "REGISTRO DE UMA OBRA". Torna-se verbete do DICIONÁRIO DA INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito para a ACADEMIA JATAIENSE DE LETRAS, em Jataí, Goiás. Toma posse como membro da ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS, em Niterói.

1994. É verbete na ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA, editada no Rio de Janeiro. É referenciado por Darcy França Denófrio no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I". É referenciado por Napoleão Valadares no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA. É mencionado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II".

1995. Lança o livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", dicionário biobibliográfico, com 1052 páginas. Assume a Cadeira 59, da ACADEMIA ITAOCARENSE DE LETRAS, em Itaocara, Rio de Janeiro. É eleito para a ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, em Catalão, Goiás.

1995. Torna-se membro do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DISTRITO FEDERAL, em Brasília. É referenciado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II". É analisado por Gabriel Nascente no jornal DIÁRIO DA MANHÃ. Publica artigo na ANTOLOGIA DE VERBETES DA ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA, no Rio de Janeiro.

1995. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, pelo lançamento do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, numa iniciativa do Deputado José Lopes. Vincula-se à Cadeira 23, da ACADEMIA TAGUATINGUENSE DE LETRAS, no Distrito Federal, tendo como Patrona Leodegária de Jesus. É referenciado por Gabriel Nascente no livro "VENTANIA".

1996. Pela MASTER, do Rio de Janeiro, publica o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", dicionário biobibliográfico, com 815 páginas. Toma posse, na Cadeira 23, do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GOIÁS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares, sob a Presidência de José Mendonça Teles. É referenciado por Paulo Nunes Batista no livro "O SAL DO TEMPO".

1996. Prefacia o livro "LIRA LIVRE", de Celso Cavalcante Batista. Tem seus livros expostos, na EXPOSIÇÃO DE ARTE E LITERATURA, de Leonice Pesci Vidotto, em Osvaldo Cruz, São Paulo. Escreve o POSFÁCIO do livro ARESTAS DE SEDA, de Francisco Nascimento. É referenciado por Hugo Ayaviri Amurrio no livro "CULTURA MUSICAL".

1996. Torna-se membro da ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS, em Manaus. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DOS 300 ANOS DA MORTE DE ZUMBI, em Brasília, DF, através do Supremo Conselho Internacional da OIC. É Examinador no IV Momento Poético da Rede Municipal de Ensino. É citado por Joanyr de Oliveira no livro "PLURICANTO".

1996. Concede entrevista aos alunos da Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É Conferencista na Aula Inaugural da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iporá, Goiás. Prefacia o livro "IMPÉRIO DOS DESEJOS", de Maria da Luz. Ao lado de Alaor Barbosa e Geraldo Coelho Vaz, integra a Comissão que analisa o CURRICULUM VITAE e opina sobre a candidatura de Ubirajara Galli à Cadeira 26 da Academia Goiana de Letras. Esta cadeira terminou sendo ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.

1997. Tem sua HOME PAGE publicada na INTERNET, no seguinte endereço: http://www.genetic.com.br/~mario, tendo como e-mail: mariormartins@hotmail.com. É eleito para a ACADEMIA MANTIQUEIRA DE ESTUDOS FILOSÓFICOS, em Barbacena, Minas Gerais. Recebe o segundo lugar no OITAVO CONCURSO NACIONAL DE OBRAS PUBLICADAS, com o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", em São Lourenço, Minas Gerais. No dia 07 de agosto, é promovido pelo Conselho Superior do Ministério Público, ao cargo de PROCURADOR DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, último degrau da carreira ministerial.

1997. Assume a Cadeira 98, da ACADEMIA DE LETRAS E CIÊNCIAS DE SÃO LOURENÇO, Minas Gerais, tendo como Patrono o Marquês de Olinda. É biografado na coluna PERSONALIDADES-VULTOS ANAPOLINOS, do Jornal "A NOTÍCIA", pelo jornalista Júlio Alves. Profere palestra na Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA), focalizando a literatura goiana. Tem seus poemas publicados na antologia OFICINA CADERNOS DE POESIA, de Sérgio Gerônimo, do Rio de Janeiro. É bibliografado no livro LITERATURA PIAUIENSE PARA ESTUDANTES, de Adrião Neto. É referenciado no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES, de Olimpio Ferreira Sobrinho.

1998. Em 24 de abril, é publicada no DIÁRIO OFICIAL, sua aposentadoria como Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Passa a residir também na cidade de Palmas, Capital do Estado do Tocantins.

1999. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas, apresentando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram ou viveram no Estado de Goiás.

2000. Dedica-se exclusivamente a atividades literárias, fazendo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense, bem como pesquisando material para o seu novo dicionário.

2001. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, com 924 páginas, focalizando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram, passaram ou viveram no antigo Norte de Goiás e no hoje Estado do Tocantins.

2001. Faz Pós-Graduação em Administração Pública, no III CEPE(CICLO DE ESTUDOS DE POLÍTICA E ESTRATÉGIA), num convênio entre a UNITINS(UNIVERSIDADE DO TOCANTINS) e a ADESG(ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA), quando estuda no Rio de Janeiro para complementação do curso, através de visitas aos diferentes Ministérios e Instituições Públicas.

2001. 28.9. Recebe o título de “PERSONA INTELECTUAL”, pela Casa de Letras, de Paraiso, no Tocantins, em solenidade pública realizada no Teatro Municipal “Cora Coralina” daquela cidade.

2002. No dia 05.04.2002, sob a Presidência do Dr. Juarez Moreira, toma posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o Frei José Maria Audrin, sendo recebido pelo orador da Academia, o maranhense, de Alto Parnaíba, José Cardeal dos Santos.

2002. Como resultado de trabalho feito juntamente com Mery Ab-Jaudi Ferreira Lopes e Vânio José Simoneto, seu texto “REFLEXOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NAS FINANÇAS MUNICIPAIS” é publicado no livro CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONTEMPORÂNEA, editado pela EDUCON/UNITINS, com apresentação do professor Galileu Marcos Guarenghi, Diretor do Projeto Telepresencial.

2003. Continuou suas atividades literárias, proferindo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense. Com o título de DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, inseriu na Internet, todas as biografias do dito dicionário, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

2004. 14.01. Concede entrevista à Rádio Comunitária de Ipupiara, também chamada de “FORTALEZA DE SÃO JOÃO”, sobre sua infância na cidade e suas atividades profissionais e literárias, ocasião em que é entrevistado pelos locutores Paula Saldanha, Aristides Silva, Mary e André, além de seu Diretor Renato. Além da atualização constante do DICIONÁRIO, via internet, continua produzindo artigos literários e proferindo palestras sobre literatura.

2004. 12.03. Pela Portaria 003/2004, da Presidente Isabel Dias Neves, foi nomeado Coordenador do Projeto PATRONO, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.

2004. 13.07. Lança em sua cidade natal-Ipupiara e também em Lençóis, Bahia- seu novo livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, focalizando as figuras de Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Franklin de Albuquerque e Abílio Wolney, além de Feliciano Machado Braga, Antonio de Siqueira Campos, José Wilson Siqueira Campos e mais os Coronéis Isidório Ribeiro dos Santos e Artur Ribeiro dos Santos. Este livro foi focalizado pela jornalista Elisangela Farias, no JORNAL DO TOCANTINS, de 15.09.2004, sob o título “HOMENAGEM AOS CORONEIS BRASILEIROS”.

2004. 26.08. Na Escola Técnica Federal de Palmas, como representante da Academia Tocantinense de Letras, profere palestra sobre LITERATURA.

2004. 01.09. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, pelo lançamento do livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, numa iniciativa do Deputado Laurez Moreira.

2005. 17.06. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, apresentando a biografia dos 40(quarenta) PATRONOS e dos 40(quarenta) TITULARES.

2006. Coloca na INTERNET, no site www.mariomartins.com.br, o livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando a biografia de todos os PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRA e TITULARES DAS 40 CADEIRAS. Foram elaboradas 274 biografias entre os Patronos, Fundadores e Titulares da Academia Brasileira de Letras.

2006. 16. 06. Funciona como cicerone do escritor Gilberto Mendonça Teles que esteve em Palmas, proferindo palestra no Auditório do MEMORIAL COLUNA PRESTES, na Praça dos Girassóis.

2007.15.01. Lança em Ipupiara, na Bahia, juntamente com seu irmão Filemon Francisco Martins, o livro DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS, com 587 nomes de parentes e aderentes.

2007. 10.02. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando 274 biografias dos PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRAS e dos 40(quarenta) TITULARES atuais.

2007.10.05. Lança em Palmas, Tocantins, o livro MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, apresentando mais de 200 biografias de missionários norte-americanos e ilustres nomes do evangelismo brasileiro.

2007. Trabalha na elaboração do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL, de que é Membro Correspondente. O texto parcial se encontra na internet, no site www.mariomartins.com.br O livro já foi publicado.

2007. Trabalha na elaboração do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de que é Membro Titular, na Cadeira 37. O texto parcial se encontra na internet, no site www.mariomartins.com.br



ATENÇÃO. A Fortuna Crítica deve começar em página IMPAR.

the Baylor Hospital personnel.


FORTUNA CRÍTICA.

(COMENTÁRIOS SOBRE OS LIVROS DE
MÁRIO RIBEIRO MARTINS)

ABDIAS LIMA, in TRIBUNA DO CEARÁ. Fortaleza, 20 de julho de l979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA é o novo livro de reflexão filosófica de Mário Ribeiro Martins. É uma outra dimensão didática da filosofia, em linguagem simples, clara e com apresentação metódica. Utilizado por diferentes segmentos, o livro tem recebido os maiores elogios da crítica especializada, especialmente pela forma objetiva como a matéria é apresentada. O autor, Mário Ribeiro Martins, é Bacharel e Mestre em Teologia, Licenciado em Filosofia Pura, Bacharel em Ciências Sociais e Direito. Especializou-se em Educação Moderna e Administração Pública, respectivamente, em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha. Seu livro é indispensável aos estudantes e estudiosos de filosofia, podendo servir também para leituras complementares em outros cursos".

ABSAÍ GOMES BRITO, in LIBERDADE E UNIÃO. Goiânia, 30 de março de 1983: "A Academia Goiana de Letras tem, desde a noite de sábado, novo integrante-Mário Ribeiro Martins-empossado na Cadeira 37, cujo Patrono é Crispiniano Tavares que, como Mário Martins, era também baiano, mas tornou-se goiano por adoção. Autor de vários livros, nas áreas de filosofia, teologia, sociologia, literatura, destacando-se, entre outros, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", "MISCELÂNIA POÉTICA", o novo acadêmico é também Professor Universitário e Promotor de Justiça na Manchester Goiana, onde se destaca como Presidente da Federação das Entidades Culturais de Anápolis".

ACADEMIA CARIOCA DE LETRAS, via Correspondência. Rio de Janeiro, 08.06.2007: “Prezado Mario Ribeiro Martins, Muito grata! Acabo de receber DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Na Biblioteca da Academia Carioca de Letras serão lidos com a devida atenção e cuidado que merecem, a começar por mim, atual Presidente da Academia. Tudo de bom, bonito e um abraço fraterno da Stella Leonardos, secretária geral da UBE”.

ACADEMIA DE LETRAS DA BAHIA, via Correspondência. Salvador, Bahia, 27.06.2007: “Prezado Escritor Dr. Mario Ribeiro Martins, tenho a satisfação de acusar e agradecer o recebimento das seguintes obras de sua autoria-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICO, já inseridos na biblioteca desta casa, o que é uma honra, eis que Vossa Excelência é também um baiano da Chapada Diamantina. Atenciosamente, Edivaldo Boaventura, Presidente em exercício”.

ADRIÃO NETO, via e-mail. Teresina, Piauí, 25.11.2004. “Pelo inestimável valor e magnitude de sua gigantesca obra, Mário Ribeiro Martins tem lugar garantido na honrosa galeria dos maiores escritores e homens de letras do Brasil. Com a construção desta obra, de colossal importância para a Literatura Nacional, Mário Ribeiro Martins – um dos mais notáveis dicionaristas biográficos e homens de letras do país –, pode e deve ser considerado com o seu conterrâneo, o baiano Sacramento Blake da Literatura Brasileira”.

AFFONSO ARINOS DE MELLO FRANCO FILHO, via e-mail. Rio de Janeiro, 20.12.2006: “Agradeço, penhorado, a amável gentileza do seu fecundo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, com 1.034 páginas, eis que, além do meu nome na Cadeira 17, lá estão também muito bem retratados meu pai Afonso Arinos de Mello Franco(1905), na Cadeira 25 e o velho Affonso Arinos de Mello Franco(1868), na Cadeira 40. Parabéns pelo excelente livro”.

AFRÂNIO COUTINHO et al, in ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA. Rio de Janeiro: Mec/Fae, 1990, II vol, página 870: "Mário Ribeiro Martins, nascido em 07 de agosto de 1943, Ipupiara, Bahia, poeta, biógrafo, Promotor de Justiça, Professor Universitário, diplomado em Ciências Sociais, Teologia e Direito. Membro da Academia Goiana de Letras, da Academia de Letras e Artes de Pernambuco, da Academia de Letras José de Alencar, entre outras. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, PERFIL LITERÁRIO, MISCELÂNIA POÉTICA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, etc".

ALARICO VELLASCO, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Ainda há pouco o escritor Mário Ribeiro Martins- que é também Promotor de Justiça, em Anápolis, Goiás- acaba de lançar o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l.052 páginas, de extraordinária qualidade, onde o autor consigna à página 93, entre os l.500 nomes ali focalizados, um verbete especial sobre o Professor Benedicto Silva, goiano, de Campo Formoso, hoje Orizona, que completa nesta data os noventa anos de idade e a quem homenageamos, nesta festa realizada no salão da CASA SUIÇA, aqui no Rio de Janeiro".

ALOISIO MIGUEL MARQUES, in JORNAL DA SEGUNDA. Goiânia, 16 de maio de 1995: "Mário Ribeiro Martins enriquece o acervo da cultura goiana com mais uma obra de peso. O livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, já nas melhores livrarias do ramo, transcende o comum das pesquisas. É obra de consulta obrigatória e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito nesta parte do Brasil, cobrindo os séculos XVIII, XIX e XX, com mais de 1500 verbetes apresentados em ordem alfabética e entrada pelo nome de batismo, focalizando autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado de Goiás".

ANN HARTNESS, in THE GENERAL LIBRARIES. UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN. 20.06.2000: Mário Ribeiro Martins, agradeço o envio do seu interessante livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Ele representa uma contribuição importante para a bibliografia de Goiás. Eu sei o quanto é trabalhoso escrever uma obra de referência como esta. Muito me agrada saber que o amigo gostou do meu livro BRASIL: OBRAS DE REFERÊNCIA-1965-1998. Este foi um projeto muito interessante que levou quase dez anos e eu já estou trabalhando na próxima edição.

ANTONIO GERALDO RAMOS JUBÉ, in O POPULAR. Goiânia, 24 de setembro de 1978: "Fiquei bastante sensibilizado com a sua apreciação crítica de meu despretencioso livro SINTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia. Não conhecia eu- do Mário Ribeiro Martins- essa face de seu talento multiforme. De significação profunda e bela, seu artigo "A LUCIDEZ DO SENSO CRÍTICO NOS ENSAIOS DE RAMOS JUBÊ", publicado no jornal O POPULAR, é uma excelente contribuição para a construção da crítica literária em Goiás".

ANTONIO LISBOA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Possuidor de vasto currículo, o Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins-residente em Anápolis-terminou recentemente uma pesquisa de muito fôlego. Trata-se do volumoso(1051 páginas) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, um conjunto de textos publicados em jornais, revistas e livros sobre autores goianos. Há também entrevistas do autor concedidas a diversos periódicos, discursos e outros fatos literários. Num trabalho de mais de duas décadas, Mário Martins relaciona os nomes mais expressivos das letras em Goiás e no Brasil".

ALBERTO CUNHA MELO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 15 de março de 1973: "O Sociólogo Mário Ribeiro Martins está preparando a edição de um ensaio de sua autoria, cujo título GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, a ser publicado pela Imprensa Metodista, de São Paulo, inclui artigos publicados na secção literária deste jornal e do JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, devendo trazer novos dados sobre a vida evangélica, no Recife e nos Estados Unidos da América, do internacional mestre de Apipucos".

ANA BRAGA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l5 de fevereiro de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é fruto de uma pesquisa literária de mérito incomensurável. Trabalho de fôlego, como costumamos dizer. Texto onde o autor se revela um notável pesquisador, um analista dos gêneros literários e um coordenador organizado, conhecedor de nossos valores literários e, acima de tudo, o idealista que soube garimpar nomes ilustres, desde o século dezoito até a modernidade, resumo dos nossos autores, ressaltados os gêneros e as obras dos mesmos. Seu livro, Mário Ribeiro Martins, foi um presente régio para a literatura goiana".

ÂNGELO MONTEIRO, in JORNAL DE LETRAS. Rio de Janeiro, 10 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins está concluindo um ensaio que terá o título de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, estudando as atividades intelectuais do escritor pernambucano, antes de CASA GRANDE & SENZALA", quando se dedicou ao evangelismo, ainda que ligado ao Colégio Americano Batista Gilreath, onde estudou nos idos de 1917, bacharelando-se em Ciências e Letras, tendo como colegas, os pastores Tertuliano Cerqueira, Manoel Dias, Fernando Wanderley e Antonio Neves de Mesquita".

APARÍCIO FERNANDES, in ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL. Rio de Janeiro: Folha Carioca Editora, 1980, IV volume, página 405: "Mário Ribeiro Martins passou a infância e parte da adolescência nas cidades de Ipupiara, Morpará, Xique-Xique e Bom Jesus da Lapa. Escreveu para o DIARIO DE PERNAMBUCO e JORNAL DO COMMERCIO, ambos do Recife. Possui os seguintes livros publicados, entre outros: SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, etc".

A. RODRIGUES MENEZES, in JORNAL DE HOJE. São Paulo, dezembro de 1972: "Gilberto Freyre e a Primeira Igreja Batista do Recife. Sob o título acima, escreveu para as páginas de um dos nossos matutinos em Recife, o confrade Mário Ribeiro Martins, focalizando o nome do nosso eminente Sociólogo e Antropólogo Gilberto Freyre, não somente como membro daquela igreja pernambucana, no Recife, mas também como membro e pregador da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, nos Estados Unidos".

ARTHUR REZENDE, in O POPULAR. Goiânia, 22 de fevereiro de 1995: "COMPLETÍSSIMO. A coluna acaba de receber exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, opúsculo de 1.052 páginas. O livro já se encontra nas livrarias. Vale dizer que se trata da mais completa publicação no gênero por aqui. Cerca de 1.500 nomes são focalizados no Dicionário Biobibliográfico dos Escritores, além outras informações importantíssimas sobre os diferentes aspectos da literatura goiana. Ideal para consultas e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito da região. Tão completo que até referência ao titular da Coluna lá está".

BELKISS SPENCIERI CARNEIRO DE MENDONÇA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 13 de dezembro de l996: "Ao ler "ESCRITORES DE GOIÁS", de sua autoria-Mário Ribeiro Martins- muito admirei sua capacidade de, em pesquisa meticulosa e valorizadora, relacionar tão grande número de escritores de nosso Estado. Constitui-se numa grande realização sua, demonstrando ser possuidor de "força superior às circunstâncias". Louvo, também, sua decisão de fazer constar, em livro, sua preciosa produção literária, que, pela transitoriedade da publicação jornalística, estaria fadada ao esquecimento".

BENEDICTO SILVA, in INFORMATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Rio de Janeiro, 10 de junho de 1981: "O presente trabalho- FILOSOFIA DA CIÊNCIA-, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia, de autoria do ilustre professor Mário Ribeiro Martins, não se restringe aos seus objetivos pedagógicos, mas busca, sobretudo, reafirmar a grandeza e a significação da investigação filosófica, através da qual o homem se descobre como ser no mundo, daí a razão por que se trata de um livro do mais alto valor, essencial à reflexão filosófica".

BRASIGÓIS FELÍCIO, in O POPULAR. Goiânia, 05 de outubro de 1984: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins, membro da Academia Goiana de Letras, está colocando nas livrarias um livro que é importante contribuição ao conhecimento da história e atualidade das letras de Anápolis. Trata-se de LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e trezentos nomes estudados, notas de orelha de José Mendonça Teles e prefácio de Ursulino Leão, focalizando nomes de Jornalistas, Poetas e Escritores da Manchester Goiana".

BRAZ LIMONGI, in O ARAUTO. Florianópolis, SC, 08 de dezembro de 1978: "Radicado em Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça e Professor Universitário, com seus trinta e cinco anos apenas, é um autor fecundo, produzindo obras sociológicas, literárias, filosóficas e teológicas, como se observa em SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX ou ainda no ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, bem como em VIDA E OBRA DE THOMAS HELWYS, entre outros".

CARLOS ALBERTO AZEVEDO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 6 de agosto de 1974: "O teólogo e sociólogo Mário Ribeiro Martins é fruto de poucas gerações, ex-aluno do Colégio Americano Batista e do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, onde também é professor, bem como da Universidade Federal Rural de Pernambuco e Universidade Católica, tem-se inquietado com problemas escolásticos, entre os quais, O ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX, etc".

CARLOS CAVALCANTE, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 06 de setembro de 1974: "Habitualmente leio o Diário de Pernambuco e, por último, artigos bem produzidos do Sociólogo e Teólogo Mário Ribeiro Martins, formado em Ciências Sociais, pela Universidade Federal de Pernambuco, mas também em Teologia e Filosofia, respectivamente, pelo Seminário Protestante da Rua Padre Inglês e pela Universidade Católica do Recife. Este jornal, que já tinha nomes como Mauro Mota, Orlando Parahym, Glaucio Veiga e outros, enriqueceu ainda mais as suas páginas seculares".

CARLOS RAMOS, in TRIBUNA DE CAXIAS. Caxias, RJ, 20 de janeiro de 1981: "Mário Ribeiro Martins é natural de Ipupiara, Bahia, mas radicado hoje em Goiás, onde é Ministro Evangélico, Promotor Público e Professor, volta-se para a atividade literária e cultural, como autor de diversos livros, sendo um dos mais interessantes, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE que focaliza a adolescência evangélica do Mestre de Apipucos no Recife, trazendo histórias fascinantes como aquela do missinário americano que vendeu seu piano para ajudar na passagem de Gilberto para os Estados Unidos".

CELSO ALOYSIO SANTOS BARBOSA, via e-mail. Rio de Janeiro, 09.07.2007: “Prezado Dr. Mário Martins. Li tudo o que escreveu sobre José Cabral de Vasconcelos e sou de opinião que o texto não pode ser melhor, por falta absoluta de informações. SUGIRO PUBLICAR ASSIM. Parabenizo-o pelo esforço e por ter chegado ao final do livro. Estaremos todos orando a Deus pelo irmão e aguardando o produto final de seu trabalho. Continuamos a sua disposição para qualquer ajuda que ainda esteja em nosso alcance. Forte abraço, CELSO ALOÍSIO”.


CONDESSA DE MEIA-PONTE(VERA LOPES DE SIQUEIRA), in A NOTÍCIA. Anápolis, 19 de outubro de 1997: “FILHA DILETA DO SENHOR. Para o eminente Promotor, Professor e Escritor Mário Ribeiro Martins. Um elogio feito com sinceridade, não há coisa melhor para nos ajudar a procurar olhar sempre para frente e ver que o mundo continua lindo. Assim me senti, ao tomar conhecimento do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Fui premiada. Se há um nome que tem enriquecido a cultura em Goiás, este é Mário Ribeiro Martins. Seu livro focaliza, entre outros, meu pai, José Assuero de Siqueira que, sendo jornalista, ao fundar o jornal O PIRINEUS, em 1931, escrevia os seus artigos com o pseudônimo de Conde de Meia-Ponte, de que me apropriei para também escrever meus artigos”.

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE GOIÁS, via Correspondência. Goiânia, 18.12.2006: “Senhor Escritor Dr. Mario Ribeiro Martins, agradecemos a Vossa Senhoria a gentileza de enviar-nos um exemplar do livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de sua autoria, trabalho que demonstra o ótimo desempenho e a seriedade com que o nobre escritor trata as questões relativas à instituição cultural tocantinense. Receba nossos parabéns pela iniciativa. Atenciosamente, Samuel Albernaz, Presidente”.

DILMAR FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 08 de setembro de 1978: "CANTO DE MORTE NOS POETAS NACIONAIS, publicado no livro ESCRITORES DO BRASIL, editado por Aparício Fernandes, no Rio de Janeiro, é um trabalho de análise que Mário Ribeiro Martins elaborou, estudando as composições poéticas de vários autores brasileiros, não somente contemporâneos, como também pertencentes a várias escolas literárias, chamando a atenção do leitor para a constante presença da expressão MORTE nos escritores do Brasil".

DIVALDO SURUAGY, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 23 de junho de 1999: “Gostaria de parabenizá-lo pela magnífica compilação realizada sobre os ESCRITORES DE GOIÁS. Imagino não existir, em nenhum outro Estado do País, uma obra de tão grande vulto. Receba minha admiração com os votos de que prossiga utilizando sua sólida cultura, aliada à imensa capacidade de trabalho e dedicação à pesquisa, para continuar engrandecendo a literatura brasileira”.

DOMICIO PEREIRA DE MATTOS, via Correspondência. Rio de Janeiro, 28.06.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, atendendo circular do confrade Ebenezer Soares Ferreira, estou lhe remetendo 4 dos 8 livros por mim editados. Neles o nobre confrade encontrará subsídios sobre o titular da Cadeira 10, da AELB, Domicio Pereira de Mattos, aliás, um dos 40 patronos. Presentes ainda hoje apenas 2, eu e o querido companheiro Ebenezer(cadeira 27). Veja no livro DEVANEIOS, ligeiro resumo de como nasceu a nossa Academia(capitulo 27, página 117). Valorizo a sua tarefa e peço a Deus que lhe dê animo para completá-la”.

EBENÉZER GOMES CAVALCANTI, in GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973, página 15: "Mário Ribeiro Martins reclama dos arquivos de mais de meio século uns traços da influência protestante na adolescência de Gilberto Freyre, pesquisa a que acode o sociólogo com indisfarçável sentimento de ternura pelo reencontro com o passado remoto, num artigo intitulado DEPOIMENTO DE UM EX-MENINO PREGADOR, publicado no DIARIO DE PERNAMBUCO. Seu tranquilo depoimento nada tem de amargo ou evasivo, antes confirma os registros de Mário Martins, dando-lhes mais sabor, mais vida e mais evocações".

EBENÉZER SOARES FERREIRA, in CORRESPONDÊNCIA. Rio de Janeiro, 30.05.2007: “Recebi, ontem, os três exemplares do livro MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICO. Estarei entregando o exemplar do Seminário do Sul e da Academia Evangélica. Comecei a ler a obra e fui me deliciando, pois sou fascinado por esse tipo de literatura. Agradeço-lhe o envio da referida obra, bem como o exemplar do DICIONÁRIO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, que é o atestado eloqüente da sua grande veia de pesquisador beneditino. Imagino quanto tempo não gastou nessa garimpagem intelectual, para oferecer ao leitor ávido de conhecimentos a sua incomensurável contribuição. Sei que sua pena destra vai nos legar uma preciosidade: o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL. Rogando ao Senhor abençoá-lo, sempre, firma-se o amigo e colega.”

E. D ALMEIDA VITOR, in CORREIO BRAZILIENSE. Brasília, 28 de março de 1979: "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, de Mário Ribeiro Martins é uma pesquisa que objetiva contribuir para a biografia global do eminente sociólogo pernambucano, focalizando aspectos interessantíssimos, inclusive as fontes pesquisadas, entre as quais se destaca o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, datado de 1915, nos Estados Unidos. Mas Mário Ribeiro Martins é também colaborador em jornais e revistas especializadas. Seu outro livro-FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de caráter essencialmente didático, interessa a todos os que participam dos problemas do homem e que queiram refletir sobre a vida e o mundo, de uma perspectiva filosófica, daí a razão por que tem recebido os maiores encômios da crítica nacional".

ELISANGELA FARIAS, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 15.09.2004: “Fundão de Brotas, hoje Ipupiara, este é o cenário da obra CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, do autor e membro das Academias Goiana e Tocantinense de Letras, Mário Ribeiro Martins que foi lançado recentemente na cidade de Lençóis, Bahia e já pode ser encontrado nas livrarias de Palmas, Capital do Tocantins. O livro que fala sobre os Coronéis Horácio de Matos e Militão Rodrigues Coelho, focaliza também um outro Coronel baiano, Franklin Lins de Albuquerque, do médio São Francisco, bem como a figura do Coronel Abílio Wolney, do antigo Norte de Goiás, hoje Dianópolis e ainda trata de outros assuntos interessantes, entre os quais, OS DOIS SIQUEIRA CAMPOS e um JUIZ GUERREIRO”.

ENÉAS ATHANÁZIO, via carta de Camboriú, Santa Catarina, 12.11.2004: “Refiro-me ao pequeno e substancioso livro “GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE”, de autoria de Mário Ribeiro Martins, publicado em 1973, pela Imprensa Metodista, de São Paulo e que tem o esclarecedor subtítulo de “uma contribuição biográfica”. Embora se trate de obra esgotada, é interessante comentá-la em face do ineditismo do tema e as consequências para o biografado. Nessas páginas, o autor mergulha fundo no tema, rebuscando papéis e variadas fontes em laboriosas pesquisas. Mostra ele que o Dr. Alfredo Freyre, pai do Mestre de Apipucos, manteve estreitas relações com os batistas de Pernambuco, com eles colaborando(tendo sido Diretor do Colégio Americano Batista Gilreath) e professando sua fé, embora nunca batizado”.

ESCOLA SUPERIOR DA MAGISTRATURA DE PERNAMBUCO, via Correspondência. Recife, 26.02.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, é com satisfação que recebemos e agradecemos os livros RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS E DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS de sua autoria. Informamos, outrossim, que as publicações ficarão à disposição dos alunos, professores e magistrados, bem como do Tribunal de Justiça do Estado de Pernambuco, sendo uma grande fonte de consulta. Atenciosamente, Joseane Ramos Duarte Soares, Gestora da Biblioteca”.

ESCOLA TECNICA FEDERAL DE PALMAS, via Correspondência. Palmas, 01.06.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, Recebemos e agradecemos os livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICOS todos de sua autoria, já inseridos na Biblioteca João Paulo II, desta escola. Atenciosamente, Ana Cristina Schmidt Salgado”.

EVERARDO GUERRA, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 10 de novembro de 1974: " Um dos seus mais recentes biógrafos, Mário Ribeiro Martins, no epílogo de seu precioso livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, afirma: Há homens que nascem em determinadas épocas e lugares para realizar grandes obras. É o caso de Gilberto de Mello Freyre, cuja biografia, focalizando especialmente a sua adolescência protestante no Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife e em Fort Worth, no Texas, Estados Unidos, revela a importância da obra escrita pelo Ministro Evangélico, Sociólogo e Professor Mário Martins".

FACULDADE TEOLOGICA BATISTA DE SÃO PAULO, via Correspondência. São Paulo, 04.06.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, pela presente expressamos a nossa palavra de gratidão pelos exemplares dos livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRAFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Informamos que os livros já se encontram no acervo de nossa biblioteca. Rogamos a Deus as mais ricas bênçãos pela sua vida e ministério. Atenciosamente, Marilza Delgado”.

FENELON TEODORO REIS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 26 de setembro de l996: "Tenho a honra de acusar o recebimento do exemplar de seu livro que ostenta o apropriado título "ESCRITORES DE GOIÁS", onde o nobre escritor traça o perfil dos grandes nomes da literatura goiana. Mário Ribeiro Martins, realmente merece aplauso essa sua iniciativa, sempre tão rara, entre nós, porém, próprias de homens cuja inteligência não é apenas direcionada ao próprio intelecto, e sim, a utiliza também para enaltecer os valores de outras pessoas que se dedicam ao mesmo ramo de atividade, ou seja, levar conhecimento e as experiências de vida a quem gosta de atualizar-se através de uma boa leitura".

FERNANDO LINS, in E-MAIL FERLINS@ZAZ.COM.BR Palmas, 09 de julho de 1998. “Uma das maiores satisfações que tive aqui em Palmas, Tocantins, foi conhecer tanto pessoalmente quanto a grandiosa obra literária, filosófica e sociológica de Mário Ribeiro Martins. Missionário da fé e homem imbuído dos mais elevados valores morais e espirituais, com refinado senso de justiça, de generosidade, de amizade e de humildade. Você é daquelas pessoas que nós, seus contemporâneos, não temos como avaliar devidamente, pois seu pensamento iluminado está acima das nossas mensurações. Mas os pósteros saberão reconhecer e apreciar a sua verdadeira grandeza”.

FERNANDO MARTINS, in O POPULAR. Goiânia, 12 de maio de 1982: "O presente livro, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, é o resultado das experiências vividas por Mário Ribeiro Martins dentro do Magistério Superior. Pretende o autor conferir uma visão panorâmica da realidade sociológica. Não se trata de uma tradução que reflita uma concepção sociológica de outros centros de cultura, mas de um conjunto de experimentos, todos eles vividos nas salas de aula, como Professor de Sociologia nos Cursos de Ciências Sociais, Filosofia e Direito".

FERNANDO PY, in DIÁRIO DE PETRÓPOLIS. Petrópolis, RJ, 08 de dezembro de l996: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Promotor de Justiça e Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, elaborou uma obra valiosíssima de referência, com mais de mil páginas, onde faz um Dicionário Biobibliográfico de Autores de Goiás, extremamente minucioso, e mais estudos sobre escritores goianos e outros, além do registro de jornalistas e mais intelectuais do Estado. Excelente fonte de informação".

FILADELFO BORGES DE LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 02 de abril de 1995: "Adquiri em Goiânia, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. Deleitei-me no manuseio das suas páginas e muito ainda o farei. A obra é completa. Completíssima, conforme a definiu o mestre e jornalista Arthur Rezende. Com 1.052 páginas e mais de 1.500 verbetes estudados e focalizados, todos eles referentes aos escritores de Goiás, há também temas como Ministério Público, Academia Goiana de Letras, entre outros. O autor a escreveu para a imortalidade. Cumprimento-o de pé e me alegro sobremaneira".

FILEMON FRANCISCO MARTINS, in email, filemonmartins@bol.com.br: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de nos brindar com mais um livro de sua brilhante pena. Desta feita, “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”, que retrata fatos importantes ocorridos nas cidades interioranas da Bahia e do Brasil, envolvendo figuras notáveis e polêmicas, como Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Abílio Wolney e Franklin Lins de Albuquerque. O autor, competente e talentoso, tem-se mostrado um dos mais experientes e pacientes pesquisadores da atualidade. É festejado como cronista, poeta, dicionarista criterioso, crítico consciente e cultor exemplar da verdade histórica, trazendo à luz da publicidade, através do seu livro, episódios interessantes da vida destes líderes, pouco conhecidos do grande público leitor. Essas reflexões nos vêm à mente com a leitura amena e prazerosa de “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS” que prova tratar-se de uma obra de fôlego, contribuindo para resgatar a memória quase sempre esquecida de nossos antepassados.

FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 15 de maio de 1995: "No MOSAICO de março, deparei-me com o nome ilustre do intelectual goiano, Dr. Mário Ribeiro Martins no rol dos acadêmicos correspondentes da distinta Academia Itaocarense de Letras. Pesquisador talentoso da literatura de Goiás, editou em livro, com l.051 páginas, cerca de l.500 verbetes, focalizando homens e mulheres que ao longo dos séculos XVIII, XIX e XX escreveram e publicaram livros no Estado de Goiás e várias críticas literárias, incluindo prefácios, entrevistas, discursos, etc, com o título ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, já considerado pela crítica como completíssimo".

FRANCISCO IGREJA, in DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS. Rio de Janeiro: OFICINA, 1991, página 228: "Mário Ribeiro Martins nasceu em Ipupiara, Bahia, em 1943. Bacharel em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito. Promotor de Justiça e Professor Universitário. Detém prêmios literários e condecorações diversas. Produtor cultural, organizador de antologias, publicou livros didáticos, biográficos e ensaios literários, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE; SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL".

FUNDAÇÃO CASA DE JOSÉ AMÉRICO, via Correspondência. João Pessoa, Paraíba, 26.06.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, recebemos e agradecemos os livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, GENEALOGIA DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONARIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICO, todos reveladores de seu talento multiforme e de sua capacidade de produzir obras realmente úteis para a pesquisa. Atenciosamente, Maria de Fátima Bezerra da Silva Duarte Cruz”.

GABRIEL NASCENTE, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 19 de março de 1995: "Ufa! Haja fôlego! O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS- chegou de carreta. É provável que, para o seu traslado, de Anápolis a Goiânia, precisou de bons ombros, muita vitamina e sol... visto, naturalmente, como um tijolaço, tal o número de páginas: l052. A mais completa bibliografia de autores goianos feita até hoje entre os escribas da terra. Um verdadeiro arrastão da cultura goiana, com investidas até lá pelos rincões do século XVIII, onde o autor foi buscar elementos para edificar o seu catatau bibliográfico".

GERALDO BONADIO, in JORNAL CRUZEIRO DO SUL. Sorocaba, SP, 23 de julho de 1995: "Nos ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS agora editados por Mário Ribeiro Martins, além de analisar a produção de escritores nacionais como Almir Gonçalves, Carlos Rocha, Crispiniano Tavares, Érico Veríssimo, Gilberto Freyre, Joaquim Nabuco, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros, entrega ao público uma obra de referência de fundamental importância que é o Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás, com mais de l.500 verbetes apresentados em ordem alfabética, bem como uma listagem de jornalistas e articulistas de Goiás, de todos os tempos".

GERALDO COELHO VAZ, in O POPULAR. Goiânia, 30 de maio de 1985: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins publicou LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, que não é seu primeiro livro, mas é de grande importância para as letras goianas, uma vez que traz no seu bojo a história literária da próspera cidade de Anápolis. Estudando mais de trezentos nomes, entre jornalistas, poetas e escritores, o autor se preocupou em divulgar os dados biográficos de cada um, além de algum tipo de produção literária, recolhida de livros, jornais e revistas".

GERALDO OLIVEIRA, in O TAUBATEANO. Taubaté, SP, 30 de abril de 1979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" é o novo livro de reflexão filosófica do escritor, professor e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins, de Anápolis, Goiás, também Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Com sua diversidade de temas, entre os quais, ÂMBITO GERAL DA FILOSOFIA, PERSPECTIVA HISTÓRICA DA FILOSOFIA, PROBLEMAS GERAIS DA FILOSOFIA, FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, FILOSOFIA NO BRASIL, ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA, FILOSOFIA E DIREITO, FILOSOFIA E CIÊNCIA, o autor fornece uma visão completa de toda a problemática filosófica".

GESSY SABALA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 30 de outubro de 1995: "Sobre ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que tive o prazer de comprar aqui em Santa Maria, Rio Grande do Sul, talvez, por ser o senhor um autor consagrado, entre os grandes literatos nacionais, com a grande experiência da arte de bem escrever, seu trabalho se agiganta e torna-se notável em todos os sentidos, dentro da técnica, do tema e do entendimento, de tal forma que se torna fácil para o leitor compreender e aquilatar o valor das 1.051 páginas que formam um verdadeiro monumento à cultura goiana".

GÊZA MARIA, in O POPULAR. Goiânia, 07 de maio de 1999: “Já está pronto o primeiro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Depois de muita pesquisa e dedicação, o escritor e Procurador de Justiça Mário Ribeiro Martins, um baiano que se diz goiano de coração, fez o lançamento da obra na Biblioteca Pública de Salvador, no dia 23. O local foi escolhido para homenagear Sacramento Blake, autor do Dicionário Bibliográfico Brasileiro, o primeiro livro do gênero, publicado há 116 anos. São mais de 1200 páginas contendo informações sobre a vida e a produção de mais de dois mil autores que publicaram livros em Goiás”.

GILBERTO FREYRE, in FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 29 de março de l98l: "Um simpático Dr. Mário Ribeiro Martins publicou há pouco um opúsculo-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973. Pena que não me tenha ouvido outras vezes. Eu lhe teria contado coisas mais, talvez de interesse para o seu estudo. Aliás, anteriormente, num jornal do Recife -JORNAL DO COMMERCIO- este simpático e bem intencionado cronista de coisas evangélicas no Brasil já vinha recordando meus contatos de adolescente -o que também o fizera no DIARIO DE PERNAMBUCO-com o evangelismo, quando quase menino de l7 anos. Contatos e tendências de que me orgulho. Duraram ano e meio. Mas ano e meio que me enriqueceram a vida e o conhecimento da natureza humana, no sentido de relações dos homens com Deus e com o Cristo, que é um sentido de que ainda hoje guardo comigo parte nada insignificante.".

GILBERTO MENDONÇA TELES, in CORRESPONDÊNCIA. Rio de Janeiro, 27.02.2007: “MÁRIO RIBEIRO MARTINS é meu companheiro na Academia Goiana de Letras, mas ambos vivemos fora de Goiânia: ele em Palmas, no Tocantins; eu no Rio de Janeiro, de modo que raramente nos vemos em Goiânia. Mas no ano passado fui fazer uma conferência em Palmas e tive o prazer de encontrá-lo, com Isabel dos Santos Neves (Belinha), à minha espera no aeroporto. Os passeios, os jantares, a conversa agradável na sua possante caminhonete com ar refrigerado, tudo me foi revelando uma pessoa admirável, que eu só conhecia mesmo pelo trabalho de pesquisador cultural do Centro-Oeste. Homem cordial, culto, de conversa cativante e conhecedor apaixonado da realidade em que vive — Goiás e Tocantins, por onde fluem os mais importantes rios do Brasil — MÁRIO MARTINS realmente me cativou e me deu consciência da sua importância na consolidação cultural do novo Estado. Livros como Escritores de Goiás, Dicionário biobibliográfico de Goiás e Dicionário biobibliográfico do Tocantins, para ficar apenas nesses, são uma notável trilogia que dá bem uma amostra de seu poder de pesquisa e organização, suficientes para comprovar o valor da sua contribuição na leitura do mapa cultural da região do Centro-Oeste. Daí a minha admiração pelo seu trabalho intelectual, que reitero”.

GINO FREY, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 8 de setembro de l995: "O intelectual de Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, lançou o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, obra que já se encontra nas livrarias. São mais de 1.500 verbetes dentro do Dicionário Biobibliográfico dos Escritores de Goiás, além de outros assuntos importantes, entre os quais, Poetas e Escritores do Evangelismo Brasileiro, Academia Goiana de Letras, Ministério Público, Escritores Nacionais, Jornalistas e Articulistas de Goiás, etc".

GUIDO BILHARINHO, in DIMENSÃO. Uberaba, MG, 25 de agosto de 1995: "Recebi e agradeço o exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, livro de Mário Ribeiro Martins, cuja aquisição me foi por demais proveitosa. Dada a histórica, geográfica e cultural ligação de Goiás com o (futuro) ESTADO DO TRIÂNGULO, a obra em referência, com centenas de nomes procedentes das Minas Gerais e agora radicados em terras goianas, é da mais alta importância para todos que, aqui, participam, de um modo ou de outro, da construção de um patrimônio cultural comum".

GUIMARÃES LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de l983: "E poucas academias têm o privilégio de possuir em seu seio os cultores da Ciência de Platão-a Filosofia. Mário Ribeiro Martins será a sua estrela solitária. Com suas idéias, ele vai abastecer a Academia Goiana de Letras. Autor de um livro específico sobre o assunto-o FILOSOFIA DA CIÊNCIA, além de centenas de artigos publicados em jornais e revistas, sobre os problemas filosóficos. Mário Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça chega à Academia de Colemar Natal e Silva com um cabedal de conhecimentos extraordinariamente grande que só contribui para engrandecer as letras goianas".

HAYDÉE JAYME FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 18 de outubro de 1980: "O interessante, Professor Mário, é que deve ter havido entre nós, uma comunicação telepática, independente da nossa vontade e do nosso conhecimento. Lendo os seus artigos, quando da revisão, aqui na redação do jornal, verifiquei tratar-se de um mestre da lingua portuguesa, dada a forma escorreita como escreve e transmite suas idéias. Claro, objetivo, conciso, seu estilo agrada sobremaneira e permite concluir a razão por que a sua presença está inserida em jornais como DIARIO DE PERNAMBUCO, JORNAL DO COMMERCIO DO RECIFE, JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, O POPULAR, FOLHA DE GOIAZ, DIÁRIO DA MANHÃ e tantos outros espalhados pelo Brasil".

HÉLIO DE BRITO, in CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA. Goiânia, 26 de maio de 1999: “Com anuência do PLENÁRIO, envia correspondência ao escritor Mário Ribeiro Martins, expressando-se efusivos cumprimentos deste poder LEGISLATIVO, pelo lançamento do seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Muito nos deixa orgulhosos a ilustre iniciativa de Mário Ribeiro Martins, ao formular o vasto Dicionário Biobibliográfico de Goiás, obra esta que, sem resquício de dúvida, irá corroborar com o fortalecimento dos alicerces sustentadores da literatura goiana. Mais do que um eficiente meio de pesquisa, o livro possui a notável proposta de reestruturar e conservar nomes inolvidáveis, responsáveis pela formação e consolidação da história literária de Goiás. Além disso, assume a importante incumbência de difundir o trabalho de escritores de nossa atualidade, que, por sua vez, jamais deverá se tornar imemorável perante as gerações seguintes”.

ILDIBAS ANTONIO DO NASCIMENTO(Diretor Geral do CAB), in CORRESPONDÊNCIA. Recife, 13.02.2007: “Com imensa satisfação o Colégio Americano Batista expressa sua gratidão pelo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Enviamos um carinhoso abraço ao nosso ilustre EX-ALUNO e relembramos que o CAB continua zelando pela divulgação dos valores eternos que foram defendidos pelos pioneiros fundadores desta casa nos idos de 1906”.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO, via Correspondência. Rio de Janeiro, 29.03.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, o IHGB, reconhecido à cativante gentileza de Vossa Senhoria, agradece-lhe as publicações, a seguir mencionadas RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS que enriquecerão sua biblioteca. Atenciosas saudações, Corrêa e Castro”.

IRON JUNQUEIRA, in JORNAL O TOPNEWS. Goiânia, 25 de novembro de l996: "A mais completa enciclopédia de autores goianos, a que mais abrange escritores, jornalistas e intelectuais, é de autoria de um garimpeiro tenaz e meticulosamente indagador, o Professor Mário Ribeiro Martins que escreveu o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e mais recentemente ESCRITORES DE GOIÁS. Não há quem milite nas letras que escape desse intelectual que, antes de ser Promotor de Justiça, devia ser Promotor de Cultura. Seu livro recebeu avaliação dos mais consagrados críticos e é conhecido por todo o Brasil, estando presente nas mais diferentes bibliotecas particulares, municipais, estaduais e nacionais. Uma coisa se pode garantir: SE ELE NÃO CONHECE UM ESCRITOR ESTREANTE, ANÔNIMO, É SÓ POR ENQUANTO. UM DIA ELE VAI BATER À SUA PORTA OU LHE TELEFONAR".

INOCÊNCIO CANDELÁRIA, in DIARIO DE MOGI. Mogi das Cruzes, SP, 05 de julho de 1979: "Em sequência a esse fato, tomamos conhecimento do talento, da cultura e da produção literária de Mário Ribeiro Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, em Goiás, autor de vários livros-destacando-se GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE e FILOSOFIA DA CIÊNCIA- e nome dos mais expressivos da cultura goiana, eis que, membro de dezenas de entidades culturais no Brasil e exterior, além de Presidente da Federação das Instituições Culturais de Anápolis".

IVAN MENDONÇA, in O POPULAR. Goiânia, 28 de julho de l996: "Já nas melhores livrarias, o livro ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Professor Universitário, Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, membro da Academia Goiana de Letras, escreveu um livro para a posteridade, destacando aspectos interessantíssimos da literatura goiana, além de incursões pela literatura nacional. Com 815 páginas e mais de 1.800 verbetes, focalizando nomes de pessoas que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás. Trata-se de texto de leitura obrigatória".

IVES GANDRA DA SILVA MARTINS(Presidente da Academia Paulista de Letras), in DEDICATÓRIA do Livro CEM SONETOS. São Paulo, 07.12.2006: “Prezado acadêmico Mario Martins, agradeço, sensibilizado, o obséquio de 2(dois) exemplares(para a Academia e para mim), de seu belo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, de fina sensibilidade e de importância histórica para as letras nacionais, retribuindo-lhe com o meu CEM SONETOS, publicado em 2006”.

JAIME CÂMARA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de 1983: "Mário Ribeiro Martins chega à Academia Goiana de Letras com uma bibliografia interessantíssima. Poderia discorrer aqui, por muitas horas sobre a vida e a obra desse cultor da ciência de Platão, tão rica de exemplos edificantes, tão cheia de episódios que não só o engrandecem, mas dignificam a Casa que, agora, ele passa a integrar. Há homens que enchem a sua época, pelas qualidades que possuem, pela atividade que desenvolvem, pelos serviços que prestam à coletividade. São expoentes da cultura, repositórios da sabedoria, da inteligência, do talento, da criatividade. São homens simples, na maioria das vezes, mas de uma imensa grandeza de coração. Mário Ribeiro Martins que hoje transpõe os umbrais da Academia Goiana de Letras é um desses homens".

JERUZA BORGES, via e-mail. Brasília, DF, 10.06.2007: “Ontem eu dei uma lida no livro sobre os americanos e também brasileiros que ajudaram no trabalho evagelístico no Brasil, e vi sobre D. Zênia, que bom!!! Acho que ela gostaria de saber. Não sei se vc já se comunicou com ela ou enviou p/ ela. Nós, eu, Luiz Carlos e Paulo estivemos com ela em janeiro/2007. Fomos lá em Pirambu onde ela mora. Ela ficou muito feliz em nos ver e quis notícias suas. Ela sempre fala em vc, querendo algum contato. Acho que ela ficaria muito feliz se vc enviasse esse livro e escrevesse algo p/ ela ou ligasse. Nós ficamos até procupados porque ela mora só e vive somente com a aposentadoria dela, parece que as igrejas onde ela trabalhou não a ajudam. Ela tem uma vida bem simples e acredito que só não passa dificuldades porque Deus é fiel. A oração dela em relação a isso é que Lula dê aumento para os aposentados. Ele deu agora parece-me que 3,5% o que deve representar uns R$ 20,00 reais de aumento p/ ela que ganha menos de dois sal. Mínimos. Quanto aos americanos, acredito que a colaboração deles para o evangelho no Brasil foi muito valiosa e a homenagem e reconhcimento que vc faz no seu livro é louvável. Foram eles que trouxeram o evangelho para nós, colaborando demais com construção de templos e escolas. Lembrei-me dos americanos que iniciaram a Faculdade Teológica Batista de Brasília - FTBB. O Pr Dwey Muholland e sua esposa Edith, a Miss. Mabel Sheldon iniciaram seu ministério aqui lá no Piauí, num Instituto Bíblico que foi transferido p/ Brasília se tornando na FTBB. Eles se aposentaram e voltaram para os EUA, mas o filho do casal (que nasceu no PI) é o vice-reitor da UNB - Timothy Muholland. Temos um outro casal Laurence e Maria Rea que se aposentaram e escolheram viver aqui em Valparaizo-GO. São boas lembranças e que bom que alguém reconhece o trabalho deles. P A R A B É N S!!!”.

J. LEITE SOBRINHO, in JORNAL DA PARAÍBA. Campina Grande, PB, 12 de novembro de 1981: " Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, escritor, poeta, jornalista e professor é um dos mais ilustres nomes das letras em Goiás, exercendo também outros papéis relevantes na cultura daquele Estado. Autor de centenas de artigos em jornais e revistas especializadas, bem como de dezenas de livros, entre os quais, poder-se-ia relembrar CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, etc".

JOANYR DE OLIVEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 18 de agosto de 1995: "No último domingo, por acaso, vi em mãos de um amigo, um exemplar de seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Tive a grata surpresa de nele encontrar dois verbetes sobre mim, razão por que me apresso em escrever para agradecer-lhe pelo privilégio de estar presente em tão valiosa obra, certamente a mais importante no gênero editada no Planalto Central. Meus calorosos aplausos por páginas tão ricas de informações, que passam a ser de consulta obrigatória, especialmente por escritores, professores e estudantes de literatura".

JOÃO ROSA, in O COMERCIÁRIO. Anápolis, 10 de maio de 1996: "Mário Ribeiro Martins, embora Promotor de Justiça, dedica boa parte de seu tempo, ao levantamento das letras em Goiás, daí o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com mais de 1.051 páginas, focalizando nomes interessantíssimos de pessoas que já escreveram livros e estão, de alguma forma, ligados à literatura goiana. Formado em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, além de curso de Mestrado. Membro da Academia Goiana de Letras, está também vinculado a várias outras instituições no Brasil e Exterior".

JOAQUIM ROSA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 18 de maio de 1979: "Moral da história- FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de Mário Ribeiro Martins, é um livro que deve ser lido até por quem sofre de alergia por filosofias, mas gosta de aprender, ainda que dobrando o famoso Cabo das Tormentas, como este escrevinhador. O texto produzido pelo Promotor de Justiça e Professor Universitário de Anápolis é extraordinário e tem recebido os melhores elogios. Quanto a mim, continuo com o mesmo pensamento sobre o assunto: A FILOSOFIA É TÃO IMPORTANTE PARA A VIDA, QUE A VIDA, SEM ELA, SERIA A MESMA COISA".

JOEL DE SANT’ANNA BRAGA(Presidente do Colégio de Procuradores de Justiça), via Correspondência. Goiânia, 28.03.1983: “Cumpre-me, em virtude de decisão unânime desse Colendo Colégio de Procuradores, apresentar a Vossa Excelência, congratulações pelo ingresso brilhante e merecido na Augusta Academia Goiana de Letras, o que enobrece e dignifica a Instituição do Ministério Publico Goiano, fileiras a que pertence o nobre colega, como Promotor de Justiça da Comarca de Anápolis. Ao ensejo, receba os cumprimentos do Colegiado, com os protestos de elevada estima e apreço”.

JOSÉ DE MOURA FILHO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l2 de setembro de l996: "Foi motivo de júbilo para este Desembargador receber tão importante obra, aqui em Palmas, no Tribunal de Justiça do Tocantins, intitulada ESCRITORES DE GOIÁS, de sua autoria, publicada agora em l996. Trata-se, na verdade, de livro indispensável para conhecermos melhor a história e os valores literários dos escritos e escritores de nossa região, incluindo nomes de relevância tanto em Goiás quanto no atual Estado do Tocantins. Continue, nobre escritor Mário Ribeiro Martins, pois o seu continuar é também o seu preservar na imortalidade".

JOSÉ DOS REIS PEREIRA, in JORNAL BATISTA. Rio de Janeiro, l5 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins foi lançado por este jornal com uma série de artigos sobre Gilberto Freyre e sua adolescência religiosa, sendo hoje, um dos melhores articulistas deste e de outros órgãos da imprensa nacional. Quanto ao seu livro recentemente lançado, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, é o resultado da série de artigos produzidos por Mário Martins, tanto para este jornal, como para o JORNAL DO COMMERCIO, do Recife, focalizando a adolescência protestante de Gilberto Freyre vivida, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos da América".

JOSÉ FARIA NUNES, in JORNAL DA TERRA. Caçu, Goiás, 15 de setembro de 1999: “Ao ser lançado em Caçu, no dia 26 de agosto de 1999, alcançou extraordinário sucesso, o livro do Procurador de Justiça e Escritor Mário Ribeiro Martins. Trata-se do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas e 2.500 biografias. É um trabalho esmerado que retrata pessoas que nasceram, viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins e que, efetivamente, tiveram os seus livros individuais publicados, entre os quais, o autor desta nota, caçuense nato, que publicou seu primeiro livro com o título: CAÇU-UMA CULTURA EM ASCENSÃO”.

JOSÉ JAMIL FERNANDES MARTINS, Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, via Correspondência. Palmas, 17.11.2005: “Agradeço a gentileza do livro de sua autoria RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, oportunidade em que parabenizo-o pela obra e apresento meus sinceros votos de pleno e continuado êxito na carreira literária, já tão bem solidificada através de livros como DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS e muitos outros”.

JOSÉ MENDONÇA TELES, in GENTE & LITERATURA. Goiânia: UCG, 1983, página 127: "As obras de Mário Ribeiro Martins refletem a inquietação de um moço diante de um mundo em constante movimentação, com bruscas e amargas transformações, e, como testemunho de seu tempo, acredita na força da criação literária, como medida capaz de conduzir os homens às universalidades da cultura e do pensamento. Sua vida literária é das mais profícuas. Participante ativo de vários congressos e seminários sobre cultura, tem prestado excelente contribuição, como articulista, nos jornais e revistas de Goiânia, Anápolis, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, entre outros, escrevendo sobre temas sociológicos, educacionais, filosóficos, teológicos, econômicos, psicológicos e de crítica literária. Seu livro LETRAS ANAPOLINAS é uma antologia que fica e há de ensebar-se nas mãos do tempo, pois só se conhece a história de uma cidade, depois de conhecer a história dos homens que a cantaram em prosa e verso".

JOSÉ PEREIRA DA COSTA, in BOLETIM INFORMATIVO DA AGMP. Goiânia, 10 de novembro de 1984: "Lançado, em reunião festiva nesta Associação, o livro LETRAS ANAPOLINAS, de autoria do ilustre colega Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Com prefácio do Ex-Procurador Geral de Justiça do Estado de Goiás, Dr. Ursulino Tavares Leão e notas de orelha do escritor José Mendonça Teles, o texto é uma antologia muito bem cuidada, de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e cerca de duzentos nomes estudados, entre jornalistas, poetas e escritores da próspera cidade de Anápolis, onde o autor se destaca também como Professor Universitário".

JUAREZ MOREIRA FILHO, in PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Palmas, 2004: “Mário Ribeiro Martins, Procurador de Justiça, ensaísta, dicionarista, historiador e pesquisador brasileiro. Portanto, trata-se de um homem culto, preparado e que pertence a várias entidades culturais, sociais e de classe. É membro de dezenas de academias, excelente conferencista, orador, pesquisador assíduo, jurista, sociólogo, filósofo, teólogo e educador. Tomou posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, na minha gestão como Presidente, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em Palmas, no dia 05.04.2002”.

JULIO ALVES, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 13 de março de l982: "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL é o mais novo livro do professor Mário Ribeiro Martins. Com mais de quatrocentas páginas, o compêndio aborda os principais temas da disciplina. Trata-se, na verdade, de uma outra dimensão didática da Sociologia, em são focalizados assuntos como o ÂMBITO GERAL DA SOCIOLOGIA, CONCEITOS BÁSICOS DE SOCIOLOGIA, CATEGORIAS SOCIAIS, DESENVOLVIMENTO E URBANIZAÇÃO, SOCIOLOGIAS ESPECIAIS, SOCIOLOGIA E DIREITO, A SOCIOLOGIA NO BRASIL E EM OUTROS PAISES".

LAILA NAVARRETE, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 12 de março de 1995: "Do Promotor de Justiça de Anápolis e Escritor Mário Ribeiro Martins, recebemos o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, levantamento completo da literatura goiana, incluindo até Dicionário de escritores, com 1.051 páginas, em que um dos 1.500 verbetes, biografa a autora desta coluna que, nos idos de 1974, publicou o livro de poesias ESPELHO FOSCO, com prefácio de Ursulino Leão e notas de orelha de Anatole Ramos".

LEILA MICCOLIS, in BLOCOS. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é o mais novo livro de Mário Ribeiro Martins, contendo 1051 páginas(não é erro gráfico não: são 1051 páginas, mesmo!), abrangendo Dicionário Biográfico dos Escritores de Goiás, além de textos do autor sobre personalidades da Literatura Nacional, do Evangelismo Brasileiro, do Ministério Público, da Academia Goiana de Letras, incluindo entrevistas culturais, prefácios, referências literárias, bem como relação das obras publicadas pelo autor nas mais diferentes áreas".

LENNA BORGES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, Tocantins, 10.06.2007: “Livro retrata missionários americanos. O escritor Mario Ribeiro Martins, membro da Academia Goiana de Letras e da Academia Tocantinense de Letras, autor do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, lançou, recentemente, o livro MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, em Goiânia e Anápolis. A obra já está nas livrarias de Palmas”.

LEONICE PESCI VIDOTTO, in JORNAL DA COMARCA. Osvaldo Cruz, SP, 25 de agosto de 1995: "Seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é obra-prima que faz o Brasil se orgulhar de seu autor. Para reunir autores tantos e desenvolver o trabalho em si, só mesmo um gênio escolhido pelo olhar de Deus. Seu carisma floriu a messe cultural brasileira... e, ao me incluir... me fez também a sua jornada, caminho, incentivo e esperança. Lutador sem fronteiras, Mário Ribeiro Martins, além de tudo, é um ser humano consciente de sua importante missão no mundo".

LIBERATO PÓVOA (JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA), in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 27 de janeiro de 1998: "Mário Ribeiro Martins, conceituado estudioso da literatura e autor de incontáveis obras nos campos da Sociologia, Biografia, História, Literatura, Filosofia e outros, além de ensaísta, crítico literário, traz a público sua valiosa obra ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que vem preencher uma grande lacuna nesta parte específica da literatura. A par de trazer um estudo biobibliográfico de centenas de autores das mais diferentes procedências, mas que produziram frutos em Goiás e no Tocantins, mostra ser uma obra imprescindível a todos os que militam no campo literário, mormente da pesquisa, demonstrando, de forma irrefutável, a riqueza literária e cultural de que são detentores estes dois Estados. É uma obra de referência, não só pela pesquisa séria que levou a sua publicação, mas também porque mostra as diversas facetas deste literato, que considero polivalente, posto que desincumbe com a mesma desenvoltura e versatilidade nos diversos campos em que atua, haja vista os ensaios e estudos que compõem a metade das mais de mil páginas desta obra, que mostra tratar-se de um autor consciente, imparcial, que sabe escrever e- o que é mais importante- gosta do que faz, porque faz bem".

LICÍNIO LEAL BARBOSA, in O POPULAR. Goiânia, 16 de junho de 1986: "Em primeiro lugar, os cumprimentos pelo paciente levantamento dos autores que produziram literatura na acolhedora cidade de Anápolis. Gostaria, em seguida, de lhe agradecer a lembrança de me haver incluído o nome entre os escritores anapolinos, cidade que considero o meu berço goiano. Louvo-lhe, por último, o contributo que oferece ao estudo da literatura goiana, através do livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, na qual a Manchester Goiana se situa com destaque, augurando-lhe continuar na pesquisa e na divulgação da literatura goiana, com a segurança que o caracteriza".

LIVALDO FREGONA, via e-mail. Imperatriz, MA, 12.07.2007: “Caro Mário Martins- Não imagina a inveja que sinto de sua coragem e disposição em produzir tanto e em tão boa qualidade. Entreguei os destinados à Biblioteca da Academia Imperatrizense de Letras e estou lendo o que a mim foi oferecido. O presidente Agostinho Noleto fez constar em ata e disse que correspondentes como você e o Zacarias nada ficam devendo aos melhores membros fundadores de nossa entidade. Agradecemos, pois, de coração, sua participação e ajuda. Que Deus continue mantendo em você essa coragem de garantir às gerações futuras, tanta história que o tempo corrói”.

LUCÉLIA BRAZ DA CUNHA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de março de 1995: "O escritor baiano- radicado em Anápolis desde 1975, onde exerce o cargo de Promotor de Justiça e Professor Universitário- Mário Ribeiro Martins acaba de lançar mais uma obra. Desta vez, ele apresenta o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, onde reúne, em um só volume de mais de mil páginas, produções literárias publicadas em Jornais, Revistas e Livros, além de um bem elaborado DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DOS ESCRITORES DE GOIÁS, focalizando, em órdem alfabética pelo nome de batismo, mais de mil e quinhentos autores que nasceram, viveram ou escreveram sobre as terras goianas".

LUCIANE GOEBEL, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 24 de junho de 1999: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de lançar o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(Editora Master), uma obra completa que registra vida e obra de autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado, a partir do século XVIII. São 1.230 páginas e mais de dois mil verbetes, resultantes de quase três anos de pesquisa. O autor também faz referência a Sebastião Rocha Lima, pai de Luiz Fernando Rocha Lima, ex-diretor geral da Organização Jaime Câmara no Tocantins”.

LUIZ CARLOS MENDES, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 19 de janeiro de 1980: " Em virtude desta divulgação realizada pela Editora Oriente, o professor Mário Ribeiro Martins vem tendo suas obras-entre as quais FILOSOFIA DA CIÊNCIA-conhecidas em outros países e também laureadas. É o caso da honraria recentemente recebida, qual seja, o DIPLOME DE MEMBRE D HONNEUR, do Club des Intellectuels Français, em Paris, França, bem como ainda, a distinção LIDER DE LA FECHA SIMBOLO, da Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio, em Buenos Aires".

LUIZ OTÁVIO SOARES, in O POPULAR. Goiânia, 19 de junho de l979: "O Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins lançou há pouco o livro FILOSOFIA DA CIÊNCIA, editado pela Oriente. É um trabalho de novas proposições didáticas, contendo, inclusive, um pequeno dicionário filosófico, além de temas atuais, entre os quais, a questão da filosofia e da liberdade, reflexões sobre o homem e os movimentos filosóficos com repercussão no Brasil, daí a razão por que o livro tem recebido os melhores elogios da crítica especializada".

MARA ROBERTA, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 01.10.2002: “Autores na Internet. Quem ainda não teve a oportunidade de ler o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, do escritor Mário Ribeiro Martins, poderá fazê-lo pela web. É só acessar o site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. O referido Dicionário é uma obra extremamente necessária. Através dele é possível conhecer a biografia e a obra literária de centenas de pessoas que publicaram livros, nascidas ou que viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins, além de outras regiões do Brasil”.

MARCELO TOSTA, in EMAIL 01@FFE.MAR.MIL.BR (COMANDANTE) Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2000: “Apraz-me, sobremodo, comunicar a aquisição do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, uma magnífica obra que retrata a pujança da literatura goiana e do Tocantins, por herança. Laços de amizade ligam-me a Tocantins, pela especial deferência da Turma 1999 da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-ADESG. Assim, agradeço ter tido a oportunidade de conhecer melhor Goiás e Tocantins, através de seu extraordinário livro”.

MARCO MACIEL(Senador), via correspondência. Brasília, DF, 18.07.2007: “Ao prezado Acadêmico Mário Ribeiro Martins, tenho a satisfação de registrar o recebimento do livro MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, enriquecido com amável dedicatória. Cumprimentando-o pela obra, agradeço a gentileza com que me distinguiu”.

MARIÁ SOARES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 23 de março de 2000: “O Procurador de Justiça e escritor Mário Martins pretende ainda este ano elaborar o Dicionário Biobibliográfico do Tocantins. Neste sentido, Martins está recebendo doações de livros e biografias de escritores para comporem o dicionário. A proposta é dar continuidade ao DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS que ele elaborou em 1998. O nome do governador José Wilson Siqueira Campos está no dicionário de Goiás, na página 1038, por ter escrito o excelente livro “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”.

MARIA ELIZABETH FLEURY TEIXEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de março de 1995: "Fiquei realmente surpresa e encantada com seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Verdadeira obra prima, de minunciosa pesquisa e de valor inestimável para a literatura goiana, especialmente para seus estudantes e estudiosos. Parabéns pelo fôlego de longo alcance. De coração, agradeço as bonitas palavras sobre mamãe e sua obra. Sei que ela nos acompanha de perto e também está contente com seu livro".

MARIETTA TELES MACHADO, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "De todos os que se manifestaram sobre a minha obra em conjunto, nenhum nela penetrou com mais sabedoria, com mais profundeza, com mais inteligência, dizendo exatamente o que sou e penso, do que Mário Ribeiro Martins. Promotor de Justiça e Professor Universitário, seu trabalho como crítico literário, tem sido dos mais profícuos, focalizando e estudando os diferentes nomes da literatura goiana, desvendando-lhes os segredos, bem como interpretando-os para o mundo literário".

MARIINHA MOTA, in PRESENÇA DE LORENA. Lorena, SP, 09 de novembro de 1978: "O livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, do ilustre mestre de Anápolis, Mário Ribeiro Martins, é um documentário importante de fatos até então desconhecidos da crítica, sobre a religiosidade, nos primeiros anos de existência, do conhecido autor de CASA GRANDE & SENZALA. Publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, o texto se apresenta como excelente contribuição para se conhecer melhor a história da vida de um dos homens mais notáveis deste país, o sociólogo e antropólogo Gilberto de Mello Freyre".

MARINEUSA RIBEIRO, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 24 de julho de 1982: "O Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins se destaca em todos os setores culturais de Anápolis, daí a razão por que foi eleito o MELHOR DO ANO, EM LITERATURA, pelo Clube de Imprensa de Anápolis e também DESTAQUE DO ANO, na mesma área, pelo jornal TOP NEWS, de Goiânia. Autor de vários livros, entre os quais, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, tem contribuido para a divulgação do nome de Anápolis, no Brasil e exterior, através das entidades culturais, de que é membro honorário e correspondente".

MÁRIO SOUTO MAIOR, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 30 de abril de 2000: “Trata-se do excelente DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins que, em boa hora, me veio ter às mãos, no momento exato em que estou trabalhando na segunda edição do nosso Dicionário de Folcloristas Brasileiros. Pesquisando no trabalho de Mário R. Martins encontrei mais de vinte folcloristas goianos. E o nosso dicionário estava muito pobre de folcloristas de Goiás. O DICIONARÃO, de Mário Martins, só tem um inconveniente-não pode ser lido na cama, como é do meu costume, eis que tem cerca de 1230 páginas”.

MERVAL ROSA, via e-mail. Recife, 15.06.2007: “Acompanho com muita alegria sua rica produção literária. Muito grato pelos livros que doou para o STBNB e para o velho professor e amigo que lhe tem grande admiração. Que Deus continue a abençoar esse relevante ministério que você exerce. O STBNB se sente muito honrado por ter no rol de seus ex-alunos um autor de seu nível que muito honra nossa instituição. Muito obrigado por tudo que tem representado para o STBNB. Esperamos que sua produção científica seja uma inspiração para muitas vidas. Um abraço fraterno de seu velho amigo e professor, Merval Rosa”.

MIGUEL JORGE, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "Está surgindo um novo crítico literário em Goiás, Mário Ribeiro Martins, ocupando-se dos escritores goianos com um carinho especial e fazendo um levantamento crítico da literatura feita em Goiás. Procedente do interior da Bahia, nascido em Ipupiara, na Chapada de Diamantina, mas recém-chegado do Recife, onde se formou em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, é também Jornalista, Articulista e Professor na cidade de Anápolis. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, é um nome que já desponta no meio intelectual goiano".

MIGUEL REALE, in O POPULAR. Goiânia, 23 de outubro de 1979: "Quero cumprimentá-lo pelo seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", de excepcional qualidade, pela modernidade do texto, onde faz referência não somente às minhas obras, entre as quais, FILOSOFIA DO DIREITO, mas também ao Instituto Brasileiro de Filosofia que tive o prazer de fundar, em 1949, na capital paulista, esclarecendo-lhe que o Instituto é formado de secções estaduais, não existindo, em funcionamento efetivo, uma secção goiana, o que é deveras lamentável. Gostaria que escrevesse, nesse sentido, aos seus colegas de Goiânia, inclusive ao Professor Jônatas Silva, cujo endereço é Avenida Goiás, 636, Sala 706, Goiânia, Goiás".

MODESTO DE ABREU, in ANUÁRIO DA ACLERJ. Rio de Janeiro, dezembro de l98l: "Este Anuário está reproduzindo uma entrevista concedida pelo escritor Mário Ribeiro Martins, Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, ao jornal CORREIO DO PLANALTO, da cidade de Anápolis. O entrevistado responde a perguntas interessantíssimas, relembrando inclusive a resposta dada por Olavo Bilac, quando lhe perguntaram, por que os membros das academias eram chamados de imortais, ao que disse o poeta: É PORQUE NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS. Mário Martins, como se sabe, é autor de diferentes livros, entre os quais, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA", etc".

MOURA LIMA, in FOLHA DA CIDADE. Gurupi, To, 31 de março de 2004: “Mário Ribeiro Martins, de Ipupiara, antigo Jordão ou Fundão de Brotas... Retornando ao Brasil, tornou-se brilhante Professor Universitário... Ficou bastante conhecido, como um dos mais notáveis dicionaristas do país... Autor de vasta obra literária, que o coloca na galeria dos grandes vultos da literatura brasileira, notadamente no campo da Sociologia, da Filosofia e da História, destacando-se, dentre elas, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS e o grande DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br”

MURILO BADARÓ, via e-mail. Belo Horizonte, MG, 19.12.2006, atendimento@academiamineiradeletras.org.br: “A Academia Mineira de Letras agradece o envio dos exemplares do livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, que, além de enriquecer o nosso acervo, constitui excelente fonte de pesquisa para se conhecer melhor todos aqueles que, no passado e no presente estão vinculados à Academia Brasileira de Letras no Rio de Janeiro”.

NAPOLEÃO VALADARES(Presidente da Associação Nacional de Escritores-ANE), via CORRESPONDÊNCIA. Brasília, DF, 15.12.2006: “Agradecemos pelo precioso livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS que enriquecerá nossa biblioteca. Temos certeza de que o livro em apreço é mais uma obra importante e uma excelente contribuição para a Literatura Brasileira. Aproveitamos a oportunidade para manifestar a nossa admiração pelo seu excepcional trabalho literário”.

NEILA VIEIRA MONTEIRO, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 20 de setembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, o novo Promotor de Justiça, recentemente concursado, além de ser Professor da Faculdade de Direito de Anápolis, é também autor de vários livros, fez curso de Especialização em Educação Moderna e Sociologia Espanhola na Europa e faz parte da União Brasileira de Escritores de Goiás, sendo também colaborador em diferentes jornais e revistas do país. Entre seus livros, já publicados, destacam-se CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc".

NELLY ALVES DE ALMEIDA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de abril de 1995: "Nada há de mais sublime, na nossa sincera opinião, que o trabalho bem definido, sobretudo se ele se insere na área cultural, dignificando a inteligência, sublimando o espírito. É o que sentimos ao ter à frente o substancioso volume ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria de Mário Ribeiro Martins. Convencemo-nos, então, de que o homem, pondo-se a serviço de causas nobres, cumpre, sem dúvida, o mais alto dos destinos. Caminho seguro para pesquisa, ressaltando sua visão de mestre, altamente experimentado. Muito passamos a lhe dever, os escritores goianos".

NENITA NAVARRO, in A FEDERAÇÃO. Itu, São Paulo, 08 de março de 1997: “O jornalista e acadêmico Ednan Mariano Leme da Costa, agradece, por meio desta coluna, ao escritor Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário e membro da Academia Goiana de Letras, a gentileza do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Trata-se do retrato completo da Literatura Goiana(817 páginas), contendo, inclusive, Artigos Literários, Dicionário Biobibliográfico, Referências Literárias e belo CURRICULUM VITAE do autor, que nasceu a 7 de agosto de 1943, em Ipupiara, Bahia e reside em Anápolis, Estado de Goiás”.

NICE MONTEIRO DAHER, in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 07 de agosto de 1997: “Escritor Mário Ribeiro Martins. Acabei de ler, mais uma vez, o seu valioso livro “ESCRITORES DE GOIÁS”, em cujas 817 páginas, encontrei verdadeiras preciosidades literárias. E, mais uma vez, vendo meu nome no rol de tanta gente que honra nossa cultura, senti que me seria agradável agradecer-lhe sinceramente. Seu livro, tão especial em nosso meio intelectual, traz aos escritores nele aconchegados, uma simpática e formidável confiança que nem sempre é nossa companheira”.

NYSA MORAES DE FIGUEIREDO, in ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Rio de Janeiro, 0l de dezembro de 1979: "Dr. Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça do Estado de Goiás, radicado em Anápolis, mas também baiano de nascimento, jornalista, poeta e professor da Faculdade de Direito daquela cidade, é um dos nomes mais representativos da cultura e das letras naquele promissor Estado. Seu livro, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, nos conduz a momentos interessantíssimos, ao focalizar a adolescência evangélica do famoso mestre de Apipucos, no Recife, Pernambuco".

ODILON ALVES ROSA, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 29 de abril de 1982: "O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL- tem cunho essencialmente didático, sendo destinado aos estudantes do ciclo básico universitário, numa linguagem clara e acessível. Trata-se de um texto altamente informativo. Não é uma tradução que reflita uma visão sociológica de outros centros de cultura ou que use uma terminologia complexa e abstrata, mas é, antes de tudo, uma experiência já vivida nas salas de aula, com a participação direta dos alunos ou em cursos rápidos, oferecidos em oportunidades diferentes".

OLIMPIO FERREIRA SOBRINHO, in O POPULAR. Goiânia, 27 de dezembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins que foi escolhido como Orador Oficial na cerimônia de posse dos novos Promotores de Justiça, aprovado em Concurso Público, realizado pelo Ministério Público do Estado de Goiás, é a expressão maior desta nova geração de intelectuais. Seu discurso, em nome dos trinta e dois novos Promotores de Justiça, todos empossados na presença do Governador do Estado, Dr. Irapuan Costa Júnior, primou pela elegância e pela inteligência, terminando por concitar a todos para refletir na expressão latina-OMNIA SUB LEGE ET CONSTITUTIONE-tudo e todos, sob o império da Lei e da Constituição".

OTHON ÁVILA AMARAL, in O JORNAL BATISTA. Rio de Janeiro, 19.08.2007: “Mário Ribeiro Martins realiza com seus livros biobibliográficos um trabalho de paciência beneditina e da mais elevada dedicação à causa da cultura. Seus dicionários, particularmente, o da Academia Brasileira de Letras, em que focaliza em sínteses biográficas os seus membros, cadeira por cadeira, desde os fundadores, é uma obra preciosíssima. Tê-los em nossas estantes é uma demonstração de nosso apreço àqueles que se dedicaram à formação intelectual do Brasil”.

PAULO BERTRAN, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 28 de setembro de 1998: “Ao prezadíssimo Dr. Mário- Historiador e Memorialista, com meus cumprimentos especiais por seus “salvados” históricos importantíssimos, seja através de “LETRAS ANAPOLINAS”, “JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS”, “ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS”, “ESCRITORES DE GOIÁS” ou “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”. Com os abraços “ANTESINOS”(é nosso verdadeiro gentílico anapolino, das Antas). Foi inventado por Moisés Santana em homenagem- que virou Grupo Escolar- “O ANTESINA SANTANA”, primeira filha do Moisés. A nascida em Antas, portanto ANTESINA, um belo gentílico. Com o carinho do ANTESINO, Paulo Bertran”.

PAULO CÉSAR DOS SANTOS, in CASCATA DE VERSOS. Petrópolis, RJ: Editora Pirilampo, 1987, página 145: "Mário Ribeiro Martins é Promotor de Justiça e Presidente de várias entidades culturais e seculares. Autor de diversos livros, entre os quais, LETRAS ANAPOLINAS, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Membro honorário e correspondente de inúmeras instituições literárias, dentre outras, Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni, Academia de Letras e Artes de Pernambuco".

PAULO NUNES BATISTA, in O POPULAR. Goiânia, 7 de novembro de 1976: "É que Mário Ribeiro Martins é dono de um invulgar poder de síntese, aliado a uma cultura geral respeitável. Dominando o idioma com total segurança, estudioso do evangelismo nacional em todos os seus aspectos, o autor de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE trouxe revelações importante sobre a vida do mais ilustre sociólogo e antropólogo brasileiro. Seu livro, editado pela Imprensa Metodista de São Paulo, com prefácio do Pastor batista Ebenézer Gomes Cavalcanti e observações do Professor Universitário Robinson Cavalcanti, trata exatamente da adolescência evangélica do produtor da obra classica CASA GRANDE & SENZALA".

PAULO VERANO, via e-mail(paulo.verano@barsaplaneta.com.br). São Paulo, 10.07.2007: “Prezado Dr. Mario Ribeiro Martins, acuso o recebimento dos livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRAFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, cuja qualidade é extraordinária, capas bem produzidas, diagramação perfeita, aproveitando para parabenizar pelas duas obras publicadas. Atenciosamente, Paulo Verano, Diretor Editorial Barsa Planeta Internacional Ltda”.

RAIMUNDO RODRIGUES DE ALBUQUERQUE, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de dezembro de 1995: "Estou roubando-lhe o tempo para lhe dar os parabéns por esta obra extraordinária "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS" que recebi ontem, como presente do irmão maçon Aristóteles de Lacerda Júnior. Fico-lhe grato, Mário Martins, e obrigado por me ter incluído em tão excelente volume. O livro é de um valor inimaginável. Apesar dos meus setenta e seis anos, estou em plena atividade literária. Morei muitos anos em Vianópolis, Paraúna, Inhumas, Palmeiras de Goiás, fundando ginásios e jornais. Iniciei no magistério o Modesto Gomes da Silva, filho do extraordinário poeta Floriano Gomes que, infelizmente, não publicou suas poesias. Em Vianópolis, junto com Issy Quinan, nos idos de 48, fundei o jornal local. Seu livro me trouxe gratas recordações de homens e mulheres, jovens e adultos que se tornaram grandes literatos em Goiás".

REGINA CÉLIA TORMIN, via e-mail. Em 08.07.2007: “Olá, Mário, sou eu novamente incomodando você. Porém, é para dar boas notícias. Entrei em contato com Bariani e José Mendonça Teles e grata foi a surpresa por encontrar pessoas tão atenciosas e disponíveis em ajudar. Bariani parece ser encantador e grande conhecedor de dicionários, já que esta é a sua profissão: dicionarista. José Mendonça não mediu esforços em me ajudar e enviará o material que tem sobre a obra. Estou muito feliz e grata a você que é o responsável por eu estar conseguindo elaborar o meu projeto. Ambos perguntaram o meu grau de parentesco com Dr. Paulo Tormin o que talvez até exista. Esse sobrenome é do meu marido, natural de Araxá. O pai dele era de Sacramento, próximo a Uberaba e coincidentemente, os familiares do Dr. Paulo também. Bariani me disse que ele havia acabado de se encontrar com Dr. Paulo que estava fazendo caminhada como ele. Gostaria muito de, um dia, conhecê-los pessoalmente. Porém, enquanto isso não ocorre, sempre que puder manterei contato e espero que você mande "bilhetinhos" para mim. Minha mãe sempre falava que a gratidão é o sentimento que torna as pessoas diferentes, melhores. E é esse sentimento que tenho agora em mim e me faz melhor. Obrigada e que Deus o proteja”.


REIS DE SOUZA, in REVISTA BRASÍLIA. Brasília, DF, 02 de abril de 1982: "Professor Universitário, Promotor de Justiça, Escritor fecundo, Mário Ribeiro Martins é o INTELECTUAL DO ANO DE GOIÁS, em pesquisa realizada pela Agência de Notícias Brasília, com diversificada atividade literária e biobibliografia impressionante para um jovem de trinta e poucos anos. Baiano de nascimento, Pernambucano de formação intelectual, mas radicado em Anápolis, onde preside diferentes instituições literárias, o autor de SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL fez cursos de Especialização em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha, além de viagens culturais a Portugal, Inglaterra e França".

RENATO BERBERT DE CASTRO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de março de 1996: "Tive a oportunidade de examinar, na Fundação Clemente Mariani, aqui em Salvador, na Bahia, a obra do também baiano, Escritor, Professor Universitário e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Seu belo trabalho sobre os escritores de Goiás, intitulado ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, é um importante estudo, de consulta permanente, que não pode faltar em qualquer boa biblioteca. Chamou-me especial atenção seu artigo alí inserido, denominado "JORGE AMADO E O COLÉGIO ESPERANÇA", no qual há informações pouco conhecidas de algumas facetas da vida do autor de GABRIELA, CRAVO & CANELA".

RICARDO ALFAYA, in INFORMATIVO NOZARTE. Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1995: "Com 1.051 páginas, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, trata da vida e obra de centenas de escritores de Goiás, trazendo vários trabalhos literários do autor, além de informações especialíssimas sobre consagrados autores nacionais, entre os quais, Gilberto Freyre, Érico Veríssimo, Jorge Amado, Joaquim Nabuco, todos estudados com carinho especial pelo ilustre baiano que se encontra radicado em terras goianas".

ROBERTO DE SOUZA SALLES(Reitor da Universidade Federal Fluminense), via CORRESPONDENCIA. Niterói, 14.06.2007: “Ao Dr. Mario Martins. Agradeço a Vossa Senhoria, a gentileza do envio dos livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, traçando um retrato da História do Brasil. Em nome da Universidade Federal Fluminense, coloco-me à disposição para colaborar no que for preciso para o engrandecimento das letras em nosso país”.

ROBERTO PIMENTEL, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 05 de agosto de l979: "Entre os nomes que focalizaram a obra de Ursulino Tavares Leão, está o crítico literário Mário Ribeiro Martins que se apresenta como um dos mais significativos autores vivendo hoje no Estado de Goiás. Seu trabalho, na divulgação dos escritores goianos, através de artigos de jornais e revistas, tem sido formidável e recebido os melhores elogios. Pela instrumentalidade do BOLETIM PERFIL, órgão noticioso da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que também é Presidente, tem conduzido o nome de Goiás aos demais Estados da Federação".

ROBINSON CAVALCANTI, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 21 de fevereiro de 1973: "Mário Ribeiro Martins focaliza, neste jornal, o evangélico Gilberto Freyre não somente no Brasil, mas também nos Estados Unidos. Aqui, quando era aluno do Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, de que seu pai, Alfredo Freyre, era Diretor. E lá, como membro da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, além de aluno de vários seminários e universidades protestantes, entre os quais, a Universidade Batista de Baylor. Nesta, defendeu sua tese de mestrado "SOCIAL LIFE IN BRAZIL IN THE MIDDLE OF THE 19TH CENTURY", posteriormente transformada em CASA GRANDE & SENZALA. De parabéns, o historiador Mário Ribeiro Martins pela série de crônicas que tem escrito nesta jornal sobre o período evangélico da vida do MESTRE DE APIPUCOS".

ROSEMARY LOPES PEREIRA, in O RADAR. Apucarana, PR, 01 de agosto de l996: "Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, historiador, grande estudioso da literatura nacional, dedicou sua mais recente pesquisa aos escritores goianos que são muitos e bons, lançando o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", proporcionando aos leitores profundos conhecimentos sobre a vida e a obra de magníficos autores, dando uma visão do trabalho literário e cultural daquele Estado que empresta brilho às letras brasileiras, destacando, entre outros, a figura de Cora Coralina que encantou a todos, falando da natureza e da vida em seu BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS".

ROSENWAL FERREIRA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 19 de março de 1995: "Adquiri o grosso volume- 1.051 páginas- do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, e logo nas primeiras duzentas páginas percebe-se que é uma obra criteriosa, equilibrada, escrita com a seriedade de quem pesquisou muito: o autor é o conhecido e respeitado Professor Universitário, Promotor de Justiça, membro da Academia Goiana de Letras, Mário Ribeiro Martins. Vale a pena conferir. E certamente será uma história dos textos literários de nossa terra".

RUBENS GONÇALVES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 14.11.2002: “Conhecido por sua extensa pesquisa sobre autores goianos e tocantinenses, o escritor Mário Ribeiro Martins resolveu inovar. Lançou no início deste ano, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. Até aí, nada demais, não fosse o fato de o material estar disponível apenas na Internet, no seguinte endereço: www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Constantemente atualizado, o Dicionário já reune a biografia de mais de dez mil escritores, com livros efetivamente publicados. O objetivo é fazer com que pesquisadores e as pessoas de modo geral, conheçam autores de difícil acesso ou seja aqueles que não são facilmente encontrados em Enciclopédias.”

SEBAS SUNDFELD, in O MOVIMENTO. Pirassununga, SP, 15 de outubro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, Professor Universitário e Promotor de Justiça, é autor de vários livros de qualidade, entre os quais, CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc. Chamou-nos, no entanto, atenção especial, seu livro intitulado GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, em que a vida do antropólogo pernambucano é focalizada, sob um prisma diferente ou seja, o enfoque evangélico de sua adolescência, questão pouco divulgada ou mesmo não divulgada pelos seus biógrafos".

SÓCRATES OLIVEIRA DE SOUZA, via dedicatória do livro 100 ANOS DA JUNTA DE MISSÕES NACIONAIS DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA. Rio de Janeiro, 24.05.2007: “Ao meu amigo Mario Ribeiro Martins, uma das mentes mais brilhantes que conheço”.

SONIA MARIA FERREIRA, in JORNAL ATUAL. Goiânia, 0l de julho de l996: "A Estante do Livro do CECULCO(CENTRO DE CULTURA DO CENTRO-OESTE) recebeu um exemplar do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do escritor Mário Ribeiro Martins. O autor, membro da Academia Goiana de Letras, da União Brasileira de Escritores e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, faz uma análise completa dos diferentes aspectos da literatura goiana, incluindo em seu dicionário verbetes sobre jornalistas, articulistas e literatos de Goiás, bem como discursos e artigos sobre alguns escritores de outros Estados Brasileiros".

STELLA LEONARDOS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de julho de 1995: "Muito grata pela oportunidade de adquirir ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Não há a menor dúvida de que o amigo contribuiu- e como!- para a divulgação da literatura goiana. Amanhã mesmo, vou mostrar o livro a Plínio Doyle(no famoso SABADOYLE) e a Sylvia Jacinto, que lá estará, entre outros escritores. Seu livro constará do MUSEU DA CASA DE RUI BARBOSA, o que é importante, eis que obra meritória, digna de aplauso geral".

STÊNIO CARVALHO DE LIMA, in NÁUTICO NOTÍCIAS. Fortaleza, CE, 10 de dezembro de 1995: "Desejo, neste espaço de A FALA DO PRESIDENTE, destacar o recebimento de precioso livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins, também membro da Academia Goiana de Letras, texto editado pela Federação das Instituições Culturais de Anápolis, obra valiosíssima que já se encontra incorporada ao acervo da Biblioteca do Náutico Atlético Cearense".

TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO, in O POPULAR. Goiânia, 16 de janeiro de 1977: "O livro de autoria de Mário Ribeiro Martins-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE-, enriqueceu ainda mais a literatura biográfica brasileira. Se o sociólogo pernambucano não tivesse um biógrafo tão inteligente, a fase mais importante de sua vida não seria conhecida por nós, amantes do saber. Baseada em documentos irrefutáveis, como o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION OF THE UNITED STATES OF AMERICA, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY OF BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE e carta da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, Waco, Texas, entre outros, a pesquisa trouxe excelente contribuição para se conhecer melhor este momento da vida de Gilberto Freyre".

TEREZY FLEURI DE GODOI, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 3l de agosto de l996: "Com atraso de mais de um ano, estou lhe enviando estes livros. Incrível, mas isto acontece. Logo que tive a oportunidade de conhecê-lo, pessoalmente, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, lembrei-me dos livros, mas os dias correm céleres, e... antes tarde do que nunca . Excelente o seu livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", que sempre tenho às mãos aqui em Brasília. Um trabalho precioso, que enriquece as nossas letras, fruto de sua ilustre e brilhante pena. Com sua vasta e valiosa bibliografia, além de notável CURRICULUM, pelo qual parabenizo, sinto no dever de afirmar que seu trabalho sobre aqueles que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás, é uma verdadeira preciosidade, excelente contribuição para se conhecer melhor a literatura feita no Estado de Goiás".

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE GOIÁS, via Correspondência. Goiânia, 31.05.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, o sistema de bibliotecas da Universidade Católica de Goiás tem a satisfação de agradecer o envio do material encaminhado por Vossa Senhoria, constituído dos seguintes livros- DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGELICO. Acreditamos que ações como essas podem contribuir para o crescente aprimoramento de nossas bibliotecas, apoiando as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão. Atenciosamente, Daniel Marinho”.

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE, via Correspondência. Niterói, 14.06.2007: “Ao Dr. Mario Ribeiro Martins. Agradeço a Vossa Excelência, em nome da Universidade Federal Fluminense a gentileza do envio dos livros DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS e MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, traçando um retrato da História do Brasil. Coloco-me à disposição para colaborar no que for preciso para o engrandecimento das letras em nosso país. ROBERTO DE SOUZA SALLES-Reitor”.

URSULINO LEÃO, in O POPULAR. Goiânia, 26 de fevereiro de 1978: "Somente agora é que tive o prazer de ler o seu lúcido(e generoso) estudo sobre a minha modesta obra publicado no jornal O POPULAR, do dia 13 de novembro de 1977. A mim, me parece, seja esta a verdadeira missão do crítico-ir até onde o escritor esteve e não tentar mostrar-lhe aonde ele deveria ter ido. Este e outros trabalhos de sua lavra focalizando os autores goianos, com a seriedade que lhe é peculiar, só contribuem para engrandecer a literatura feita em Goiás, tornando-a muito mais conhecida, além das margens do Paranaíba".

VIRGINIA FREIRE DA COSTA, in CORRESPONDÊNCIA. Rio de Janeiro, 09.03.2006: “Divisão de Depósito Legal da Fundação Biblioteca Nacional. Agradecemos e confirmamos o recebimento das publicações RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS enviadas à Biblioteca Nacional, em cumprimento à Lei 10.994, contribuindo significativamente para o enriquecimento do “Acervo Memória Nacional. A divulgação de sua produção editorial dar-se-á através da Bibliografia Brasileira, distribuída no Brasil e Exterior via nosso site: www.bn.br”.

WALDIR AZEVEDO BRAGA, in FOLHA DO MARANHÃO DO SUL. Carolina(MA), 05.06.2001: “Em nossa visita à cidade de Palmas, dia 20.05.2001, conhecemos o escritor Mário Ribeiro Martins que, ao lado do Deputado Darci Coelho nos cercou de muita atenção e carinho. Mário Martins já escreveu dezenas de livros, entre os quais, destacamos “Gilberto Freyre, o Ex-Protestante”, “Filosofia da Ciência”, “Sociologia Geral & Especial” e “Estudos Literários de Autores Goianos”. Não podemos deixar de citar dois importantes dicionários, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS e o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, lançados recentemente”.

WILLIAM PALHA DIAS, via e-mail. Teresina, Piauí, 29.06.2007: “Caro Amigo Mário R. Martins, saúde e paz! Recebi com muito prazer o pacote de livros de sua autoria em número de 04, sendo, um, para a Biblioteca Estadual e os demais para o meu deleite. Quanto ao destinado à biblioteca do Estado, fiz sua entrega no dia 25 do fluente mês, conforme recibo. Em relação aos demais, tão logo permita-me o tempo, estarei degustando a convincente leitura de seus bem elaborados textos. Com um abraço de agradecimento, receba os meus efusivos parabéns por tão oportunas obras”.

WILSON DA SILVA BÓIA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 20 de setembro de 1995: "Recebeu a Academia Paranaense de Letras, aqui em Curitiba, no Paraná, o seu maravilhoso e alentado livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l052 páginas e cerca de l500 verbetes no capítulo referente ao Dicionário Biobibliográfico. Acreditamos no enorme esforço dispendido pelo confrade na execução de tão gigantesco trabalho. É uma obra que dignifica o seu autor e enobrece as letras goianas. A Academia considerou o seu livro uma excelente obra de referência e um repositório inesgotável de informações de ordem cultural".

ZANOTO(JOSÉ DE SOUZA PINTO)-DIVERSOS CAMINHOS, in CORREIO DO SUL. Varginha, MG, 01 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, tem o mérito especial de ressaltar, acima de tudo, a Literatura Goiana. De pronto, o autor apresenta um bem elaborado Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás. Focaliza Jornalistas e Articulistas de épocas diferentes, no Estado. Reproduz referências literárias sobre o autor, entrevistas concedidas, prefácios publicados em livros de outros autores e fala sobre alguns escritores, bem como sobre Ministério Público e Academia Goiana de Letras, instituições a que pertence".

ZAQUEU MOREIRA DE OLIVEIRA, via dedicatória do livro 100 ANOS DA JUNTA DE MISSÕES NACIONAIS DA CBB. Rio de Janeiro, 24.05.2007: “Ao colega Mario Ribeiro Martins, recordando os tempos em que pesquisávamos juntos na Biblioteca do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na Rua Padre Inglês, no Recife. Um abraço”.



ATENÇAO: A Bibliografia deve começar em página IMPAR.




BIBLIOGRAFIA


Abranches, Dunshee. A ESFINGE DO GRAJAÚ. São Luis(Ma), Alumar, 1941.

Abreu, Alzira Alves et Beloch, Israel et Lattman-Weltman, Fernando et Lamarão, Sérgio Tadeu de Niemeyer. DICIONÁRIO HISTÓRICO BIOGRÁFICO BRASILEIRO. Rio de Janeiro, FGV, 2001. 5 Volumes.

Acevedo, Cristobal De. COLEÇÃO DOS PRÊMIOS NOBEL DE LITERATURA. Rio de Janeiro: Editora Delta, 1963.

Agassiz, Luiz Et Agassiz, Elizabeth Cary. VIAGEM AO BRASIL(1865-1866). Tradução de Edgar Sussekind de Mendonça. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1938.

Alencar, Claudovino. O CABO E A NORMALISTA. Brasília(DF): SE, 1972.

Almeida, Horácio De. CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS. Rio de Janeiro: CBAG, 1983.

Almeida, Luciano Mendes De(Dom). MEMBROS DA CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL. São Paulo: Edições Paulinas, 1984.

Almeida, Victor Coelho De. GOIAZ(Usos, Costumes, Riquezas Naturais). São Paulo: Revista dos Tribunais, 1944.

Amaral, Azevedo. O ESTADO AUTORITÁRIO E A REALIDADE NACIONAL. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1938.

Amaral, Othon Ávila. ROTEIRO HISTÓRICO DOS BATISTAS FLUMINENSES. Rio de Janeiro, SE, 1977.

Andrade, Nair Leal De. HISTÓRIA E HISTÓRIAS DA CANG. Goiânia: Kelps, 1990. Referência à Colônia Agrícola Nacional de Goiás, em Ceres.

Ayres Neto, Abílio Wolney. O DURO E A INTERVENÇÃO FEDERAL. Anápolis, GO, Biblioteca Virtual AW Editor, 2003.

Aires, Voltaire Wolney. ABILIO WOLNEY, SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES(A Saga de Jagunços e Coronéis do Sertão). Dianópolis(To), Edição do Autor, 1996.

Albuquerque, Antonio Teixeira de. TRÊS RAZÕES PORQUE DEIXEI A IGREJA DE ROMA. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1945.

Alexandre, Mário Jesiel de Oliveira. RAIZES BATISTAS POTIGUARES. Natal, Fundação José Augusto, 1984.

Amado, Jorge. O CAVALEIRO DA ESPERANÇA. Rio de Janeiro, Editorial Vitória, 1926.

Amaral, Othon Ávila. MARCOS BATISTAS PIONEIROS. Rio de Janeiro, SEI, 2001.

André, João Virgilio Ramos. A OBRA MISSIONÁRIA EM PORTUGAL. Rio de Janeiro, JUERP, 1981.

Araújo, Carlos. MILAGRES NA CHAPADA-ROMANCEIRO DA CHAPADA DIAMANTINA. São Paulo: Scortecci, 2005.

Araújo, Léa Sayão Carvalho de. MEU PAI, BERNARDO SAYÃO. Brasília, Senado Federal, 1976.

Araújo, Vivaldo J. HISTÓRIA DA TERRA BRANCA. Goiânia: Kelps, 2000.

Arinos, Afonso. AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO-UM ESTADISTA DA REPÚBLICA. Rio de Janeiro, Editora Nova Aguilar, 1976.

Arrais, Monte. O ESTADO NOVO E SUAS DIRETRIZES. Rio de Janeiro: Livraria José Olympio, 1938.

Asch, Sholem. O APÓSTOLO. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1945. Tradução de Godofredo Rangel.

Aslan, Nicola. PEQUENAS BIOGRAFIAS DE GRANDES MAÇONS BRASILEIROS. Rio de Janeiro, Editora Maçônica, 1973.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA AMAZONENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1999.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA BAIANA NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1999.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA CEARENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1996.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA ESPIRITO-SANTENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1998.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA FLUMINENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1998.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1997.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA MARANHENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1994.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1998.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA NORTE-RIO-GRANDENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1998.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA PIAUIENSE NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1995.

Assis Brasil, Francisco de Assis Almeida Brasil. A POESIA SERGIPANA NO SÉCULO XX(Antologia). Rio de Janeiro, Imago, 1998.

Assis Chateaubriand, Francisco de Assis Chateaubriand Bandeira de Melo. O PENSAMENTO DE ASSIS CHATEAUBRIAND. Brasília, Fundação Assis Chateaubriand, 1998. Planejamento, Organização e Edição de Adirson Vasconcelos.

Assumpção, Alípio Xavier. PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ. Prefácio de José dos Reis Pereira. Curitiba(PR):Editora Lítero-Tecnica, 1976.

Audrin, José Maria. ENTRE SERTANEJOS E INDIOS DO NORTE. Rio de Janeiro, Editora Agir, 1946.

Audrin, José Maria. OS SERTANEJOS QUE EU CONHECI. Rio de Janeiro, Editora José Olympio, 1963.

Ayres, Francisco. KRISHNAMURTI. São Paulo: EGEPSA, 1947.

Azevedo, Francisco Ferreira dos Santos. ANUÁRIO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E DESCRITIVO DO ESTADO DE GOIÁS. Araguari(MG), Editora Século XX, 1910.

Azevedo, Israel Belo de. COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE. Rio de Janeiro, SE, 1988.

Barata, Carlos Eduardo de Almeida et Bueno, Antonio Henrique da Cunha. DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS. São Paulo, Árvore da Terra, 2001. 4 Volumes.

Barbosa, Celso Aloísio Santos. O PENSAMENTO VIVO(Ebenézer Gomes Cavalcanti). Rio de Janeiro, SE, 1972.

Barbosa, Celso Aloísio Santos et Amaral, Othon Ávila. LIVRO DE OURO-EPOPÉIA DE FÉ, LUTAS E VITÓRIAS. Rio de Janeiro, Juerp, 2007.

Barros, João Alberto Lins de. MEMÓRIAS DE UM REVOLUCIONÁRIO. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1953.

Barros, Socorro Rocha Cavalcanti. OS CAVALCANTES DO CORRENTE. Teresina(PI), SE, 2003.

Bastos, Cláudio. DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO ESTADO DO PIAUÍ. Teresina(PI), FMCM, 1994.

Behar, Eli. VULTOS DO BRASIL(Dicionário Biobibliográfico Brasileiro). São Paulo, Livraria Exposição do Livro, 1967.

Benevides, Cleusa. PARANATINGA. Palmas: Gráfica Pollo, 2005.

Benício, Manoel. O REI DOS JAGUNÇOS. Rio de Janeiro, Typografia Jornal do Commercio, 1899.

Benson, George. A AGRICULTURA SOB O COMUNISMO. Rio de Janeiro: GRD, 1963. Tradução de Heloisa de Carvalho Tavares.

Berry, Edward G. OS BATISTAS EM BRASILIA. Brasilia(DF): SE, 1963.

Bichara, Ivan. CARCARÁ(Romance). Prefácio de Antonio Carlos Villaça. Rio de Janeiro: Editora José Olympio, 1988.

Bittencourt, Adalzira. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL. Rio de Janeiro, Pongetti, 1969.

Bittencourt, Agnello. DICIONÁRIO AMAZONENSE DE BIOGRAFIAS. Rio de Janeiro, Conquista, 1973.

Blake, Augusto Vitorino Alves Sacramento. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1883.

Bloch, Joseph W. PEQUENA HISTÓRIA DO MOVIMENTO TRABALHISTA NORTE-AMERICANO. São Paulo: SE, 1950.

Boas, Sérgio Vilas. BIOGRAFIAS E BIÓGRAFOS-JORNALISMO SOBRE PERSONAGENS. São Paulo, Summus Editorial, 2002.

Borges, Humberto Crispim. GENERAIS GOIANOS. Goiânia, Oriente, 1979.

Borges, Humberto Crispim. RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. Goiânia, Oriente, 1977.

Braga, Henriqueta Rosa Fernandes. MÚSICA SACRA EVANGÉLICA NO BRASIL. Rio de Janeiro, Kosmos, 1961.

Brandão, Noemia Paes Barreto. WANDERLEY DE SIRINHAÉM(Genealogia). Rio de Janeiro, SEI, 1996.

Bratcher, Lewis Mallen. FRANCISCO FULGÊNCIO SOREN. Rio de Janeiro, JUERP, 1985.

Bretones, Lauro. ROTEIRO DOS BATISTAS. Rio de Janeiro, SE, 1948.

Brinches, Victor. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO. Rio de Janeiro, Fundo de Cultura S/A, 1965.

Brito, Itamar Sousa. HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ-UM SÉCULO DE LUTAS E VITÓRIAS. Rio de Janeiro: JUERP,2003.

Bunyan, João. A PEREGRINA. São Paulo: Imprensa Metodista, 1944.

Cacciatore, Olga G. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE MUSICA ERUDITA BRASILEIRA. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2005.

Câmara, Dom Jaime De Barros(Arcebispo De Belém Do Pará). APONTAMENTOS DE HISTÓRIA ECLESIÁSTICA. Rio de Janeiro: Vozes, 1942.

Campos, José. UM BRASILEIRO NA UNIÃO SOVIÉTICA. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1953.

Campos, José Wilson Siqueira. GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS. Brasília(DF), SE, 1978.

Campos, José Wilson Siqueira. PROJETO PARA UM NOVO MAPA DO BRASIL. Palmas(TO): Jornal O Estado do Tocantins, 2001.

Capelli, Esse(Saulo Falcão Campelo). BREVES ANOTAÇÕES SOBRE A BIBLIA. Brasilia(DF): Ipiranga, 1999.

Cárdenas, Eduardo. 20.000 BIOGRAFÍAS BREVES. New York, Libros de América, 1963.

Castro, Aloysio De. DISCURSOS LITTERARIOS. Rio de Janeiro: Editora Vecchi, 1942.

Castro, Onildo De. O JULGADO DE PILAR-RESGATE HISTÓRICO. Brasilia(DF): Grafisa Editora, 1996.

Cavalcanti, Clodovil Fortes. UMA VIDA INSPIRADORA. Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1965.

Cecilio, Anysio. BERÇO DA VIDA E CAMINHO DA VERDADE. São Paulo: Comercial Safady, 1957. Livro totalmente escrito em Árabe. O autor nasceu em Trípoli(Síria) em 1892 e morreu em Anápolis(Goiás) em 1968.

Cenni, Franco. ITALIANOS NO BRASIL. São Paulo, EDUSP, 2003.

Chagas, Américo. O CHEFE HORÁCIO DE MATOS. Salvador, EGBA, 1963.

Chagas, Mário. NA CHAPADA-CRÔNICAS DE UMA REGIÃO DIAMANTINA. Juiz de Fora, MG, Esdeva, 1979.

Chaud, Antônio Miguel Jorge. IMIGRANTES EM CATALÃO. Goiânia(GO): SE, 1996.

Chaves, Maria Pacheco. OS GRANDES ESQUECIDOS DE UM BRASIL VERDADEIRO. São Paulo, Gráfica Urupês, 1970.

Chiniquy, Carlos(Padre). CINQUENTA ANOS NA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA. São Paulo: Livraria Independente, 1947. Tradução de Waldemar W. Wey.

Cintra, Sebastião Oliveira. GALERIA DAS PERSONALIDADES NOTÁVEIS DE SÃO JOÃO DEL-REI. Belo Horizonte(MG), SE, 1994.

Coelho, Nelly Novaes. DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS. São Paulo, Escrituras, 2002.

Costa, Delcio. COLUNAS BATISTAS NO BRASIL. Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1964.

Costa, Francisco Augusto Pereira da. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES. Recife(PE), Tipografia Universal, 1882.

Costa, Thomas Lourenço. ANUÁRIO BATISTA BRASILEIRO. Salvador, SE, 1910.

Cousin, Almeida. CEM ANOS DE MEMÓRIAS. Rio de Janeiro: Editora Cátedra, 1975.

Coutinho, Afrânio et Sousa, J. Galante de. ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA. São Paulo, MEC, 2000.

Crabtree, A. R. HISTÓRIA DOS BATISTAS DO BRASIL. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1937.

Crystal, David. BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA. New York, USA, Cambridge University Press, 1994.
Cunha, Guilhermino. SUA IGREJA PODE CRESCER. São Paulo, Editora Vida, 2006.

Curado, Mariana Augusta Fleury. FLEURYS E CURADOS. Goiânia, Líder, 1979.

Duarte, Luiz Vital. EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO COMUNISMO NO BRASIL. Olinda(Pe), S.E, 1989.

Élis, Bernardo(Bernardo Élis Fleury de Campos Curado). O TRONCO. Rio de Janeiro, José Olympio, 1987.

Ferreira, Dilmar. GOIÂNIA E SUA VIDA. Goiânia: Editora CINCO DE MARÇO, 1969. Prefácio de Zoroastro Artiaga.

Ferreira, Ebenézer Soares. HISTÓRIA DOS BATISTAS FLUMINENSES. Rio de Janeiro, SE, 1991.

Ferreira, Joaquim Carvalho. PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS. Goiânia, Editora UFG, 1980.

Ferreira, Júlio Andrade. HISTORIA DA IGREJA PRESBITERIANA DO BRASIL. São Paulo, Casa Editora Presbiteriana, 1959.

Ferreira, Wilson Castro. AINDA FLORESCE A JABOTICABEIRA. Campinas(SP): Caminho Publicações, 1990.

Filho, J. S. Ribeiro. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS. Rio de Janeiro, Brasiliana, 1965.

Filho, Juarez Moreira. PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.

Filho, Juarez Moreira. PATRONOS DA ATL. Goiânia, Editora Bandeirante, 2006.

Flores, Hilda Agnes Hubner. DICIONÁRIO DE MULHERES. Porto Alegre, Nova Dimensão, 1999.

Fontana, Riccardo. FRANCESCO TOSI COLOMBINA. Brasília: Charbel, 2004.

Fontes, Arivaldo Silveira. VULTOS DO ENSINO MILITAR. Rio de Janeiro, SEI, 1991.

Franco, Afonso Arinos De Melo. UM ESTADISTA DA REPÚBLICA(Afrânio de Melo Franco e seu Tempo). Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1976.

Franco, Francisco de Assis Carvalho. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL. São Paulo, Comissão do IV Centenário, 1954.

Francovich, Guilhermo. FILÓSOFOS BRASILEIROS. Rio de Janeiro: Presença, 1979.

Franco, Virgílio Martins de Melo. VIAGEM À COMARCA DE PALMA, NA PROVINCIA DE GOYAZ. Rio de Janeiro, SE, 1876.

Freitas, Aristótens de. O DOLOROSO CASO DO APOSSAMENTO DA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGÉLICA. Goiânia, SE, 1977.

Gardner, George. VIAGEM AO INTERIOR DO BRASIL. Tradução de Milton Amado. Belo Horizonte(MG): Editora Itatiaia, 1975.

Giffoni, Orsini Carneiro. DICCIONARIO BIO-BIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO DE ESCRITORES MÉDICOS. São Paulo, Livraria Nobel S.A, 1972.

Ginsburg, Salomão L. UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL(Autobiographia de Salomão Ginsburg). Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1925. Tradução de Manoel Avelino de Souza.

Godinho, Durval Da Cunha. HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL. Goiânia(GO): SE, 1988.

Godoy, Claro Augusto. FRAGMENTOS DO PASSADO(Genealogia). Goiânia, Editora O POPULAR, 1975.

Goldman, Frank P. OS PIONEIROS AMERICANOS NO BRASIL. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1972.

Gomes, Vicente Ferreira. ITINERÁRIO DA CIDADE DE PALMA, EM GOYAZ À CIDADE DE BELÉM, NO PARÁ, PELO RIO TOCANTINS(1859). Rio de Janeiro, Correio Mercantil, 1861. Palma é hoje Paranã, no Tocantins e o autor era Juiz da Província, nomeado por Dom Pedro II.

Harrison, Helena Bagby. OS BAGBY DO BRASIL. Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1987.

Hartness, Ann. BRASIL: OBRAS DE REFERÊNCIA(1965-1998). Brasília: Briquet de Lemos, 1999.

Hollanda, Heloisa Buarque et Araújo, Lucia Nascimento. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS. Rio de Janeiro, Rocco, 1993.

Hollanda, Roberto Torres(Rolando de Nassau). UMA IGREJA VIVA PARA O DEUS VIVO. Brasília, Igreja Memorial Batista, 2005.

Hook, Sidney. OS HERÓIS ATRAVÉS DA HISTÓRIA. São Paulo: Editora Universitária Ltda, 1945. Tradução de J. C. Ribeiro Penna.

Hubbard, Ethel Daniels. ANA DE AVA. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1944. Tradução de Emma Morton Ginsburg.

Ichter, Bill. VULTOS DA MÚSICA EVANGÉLICA NO BRASIL. Rio de Janeiro, JUERP, 1967.

Janus. O PAPA E O CONCÍLIO. São Paulo: Livraria Acadêmica, 1930. Tradução de Rui Barbosa.

Jayme, Jarbas. ESBOÇO HISTÓRICO DE PIRENÓPOLIS. Goiânia(Go): Imprensa da UFG, 1971. 2 VOLUMES.

Jayme, Jarbas. FAMILIAS PIRENOPOLINAS(Genealogia). Goiânia, Editora Rio Bonito, 1973. 5 volumes.

Jayme, José Sisenando. ORIGEM DA FAMILIA FLEURY. Goiânia, SIE, 1990.

Jorge, Miguel. COUTO DE MAGALHÃES-A VIDA DE UM HOMEM. Goiânia, Oriente, 1970.

Júnior, José Da Cunha Bastos. LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS. Anápolis(G0): Gráfica Anapolina, 1988.

Júnior, Lisita. DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS. Goiânia, Editora da UCG, 1984.

Júnior, Manoel Francisco Dias da Silva. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE BRASILEIROS CÉLEBRES DESDE 1500 ATÉ OS DIAS ATUAIS. Rio de Janeiro, Laemmert, 1871.

Kennedy, James L. CINCOENTA ANOS DE METODISMO NO BRASIL. São Paulo: Imprensa Metodista, 1928.

Key, Jerry S. EDUCAÇÃO TEOLÓGICA-O QUE DEUS TEM FEITO. Rio de Janeiro, JUERP, 1982.

Kruse, Hermann. GOYAZ- DAS WAHRE HERZ BRASILIENS. São Paulo, Riedel & Co., 1936.

Leite, Ubirajara Berocan. ALAGOANOS INTRÉPIDOS. Goiânia, Editora Luzes, 1992.

Leonard, Émile-G. O PROTESTANTISMO BRASILEIRO. São Paulo, ASTE, 1963.

Léry, Jean De. VIAGEM À TERRA DO BRASIL. Rio de Janeiro: Biblioteca do Exército, 1960. Tradução de Sérgio Milliet.

Lessa, Vicente Themudo. ANAIS DA PRIMEIRA IGREJA PRESBITERIANA DE SÃO PAULO. São Paulo: SE, 1938.

Lima, Guimarães(José Júlio Guimarães Lima). O CASO MICHEL. Rio de Janeiro: Artes Gráficas, 1943.(Trata-se de um inventário que se transformou em escândalo da Justiça Goiana em Anápolis e em que se envolveu o então Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Desembargador Dario Délio Cardoso).

Lima, Moura. SERRA DOS PILÕES-JAGUNÇOS E TROPEIROS. Gurupi(To), Editora Cometa, 2001.

Lins, Wilson. OS CABRAS DO CORONEL. Rio de Janeiro, GRD, 1964.

Lobo, José Ferreira de Souza. GOIANOS ILUSTRES. Goiânia, Oriente, 1974.

Long, Eula Kennedy. DO MEU VELHO BAÚ METODISTA. São Paulo, Imprensa Metodista, 1968.

Llorca, Bernardino(S.J). NUEVA VISIÓN DE LA HISTORIA DEL CRISTIANISMO. Barcelona(Espanha): SE, 1955.

Lopes, Luciano. CRISTO E SUA FILOSOFIA. Rio de Janeiro: SE, 1945.

Lowell, Joan. TERRA PROMETIDA. São Paulo, Edições Melhoramentos, 1957.

Macedo, Júlio Borges de. NO CORAÇÃO-POESIAS E OUTROS ESCRITOS. Teresina, Companhia Editora do Piauí, 1978.

Macedo, Nertan. ABÍLIO WOLNEY-UM CORONEL DA SERRA GERAL. Goiânia: Legenda Editora, 1975.

Machado, Othon Xavier De Brito. OS CARAJÁS. Prefácio de Francisco Jaguaribe Gomes de Mattos. Rio de Janeiro: Imprensa Nacional, 1947.

Magalinski, Jan. DESLOCADOS DE GUERRA EM GOIÁS. Goiânia, Editora da UFG, 1980.

Maior, Mário Souto. DICIONÁRIO DE FOLCLORISTAS BRASILEIROS. Recife, Comunicação Editora, 1999.

Marcondes, Marcos Antonio(Editor). ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA-POPULAR, ERUDITA E FOLCLÓRICA. São Paulo, Publifolha, 1998.

Mariz, Vasco. QUEM É QUEM NAS ARTES E NAS LETRAS DO BRASIL. Rio de Janeiro, Gráfica Olímpica, 1966.

Marques, César Augusto. DICIONÁRIO HISTÓRICO-GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO. São Luiz(MA), Tipografia do Frias, 1870.

Martins, Mário Ribeiro. CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. Goiânia, Kelps, 2004.

Martins, Mário Ribeiro. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Rio de Janeiro, Master, 1999.

Martins, Mário Ribeiro. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS. Rio de Janeiro, Master, 2001.

Martins, Mário Ribeiro. JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS. Goiânia, Gráfica O POPULAR, 1984.

Martins, Mário Ribeiro. RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Goiânia, Kelps, 2005.

Martins, Mário Ribeiro. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Goiânia, Kelps, 2007.

Martins, Mário Ribeiro et Martins, Filemon Francisco. DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS. Goiânia, Kelps, 2007.

Martins, Mario Ribeiro. MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Goiânia, Kelps, 2007.

Martins, Mario Ribeiro. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL. Goiânia, Kelps, 2007.

Mathews, Ruth Ferreira. ANA BAGBY, A PIONEIRA. Rio de Janeiro, Casa Publicadora Batista, 1972.

Mattos, Raymundo José da Cunha. CHOROGRAFIA HISTÓRICA DA PROVINCIA DE GOIAZ. Rio de Janeiro, IHGB, 1864.

Mein, David. O QUE DEUS TEM FEITO. Rio de Janeiro, JUERP, 1982.

Mein, John. A CAUSA BATISTA EM ALAGOAS. Recife, Tipografia do CAB, 1928.

Melatti, Júlio Cézar. INDIOS E CRIADORES(A SITUAÇÃO DOS KRAHÓ NA ÁREA PASTORIL DO TOCANTINS). Rio de Janeiro: I.C.S, 1967.

Melo, Luis Correia de. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS. São Paulo, Comissão do IV Centenário, 1954.

Mendonça, Edízio. BARRA DO MENDES-UMA HISTÓRIA DE LUTAS. Salvador(BA: SECTUR, 2003.

Mendonça, Rubens de. DICIONÁRIO BIOGRÁFICO MATO-GROSSENSE. São Paulo, Mercúrio, 1953.

Meneses, Diogo de Melo. GILBERTO FREYRE. Rio de Janeiro, CEB, 1944.

Menezes, Amaury. DICIONÁRIO DAS ARTES PLÁSTICAS EM GOIÁS. Goiânia, Fundação Cultural, 1998.

Menezes, Raimundo de. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO. São Paulo, Saraiva, 1969.

Mesquita, Antonio Neves de. HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO. Recife, Tipografia do CAB, 1930.

Moraes, Walfrido. JAGUNÇOS E HERÓIS. Brasilia, Câmara dos Deputados, 1984.

Nascimento, José Anderson. CANGACEIROS, COITEIROS E VOLANTES. São Paulo, Ícone Editora, 1998.

Nascimento, Júnio Batista do. CONHECENDO O TOCANTINS-HISTÓRIA E GEOGRAFIA. Goiânia, Kelps, 2004.

Neto, Adrião. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS. Teresina(PI), Editora Geração, 1998.

Neto, José Vicente de Oliveira(CAZUZA). O VALE DE UM RIO PRETO DE ÁGUAS CRISTALINAS. Santa Rita de Cássia(BA), SE, 1999.

Netto, Wanderlino Teixeira Leite. DANÇA DAS CADEIRAS-HISTÓRIA DA ACADEMIA NITEROIENSE DE LETRAS. Rio de Janeiro, IMPRENSA OFICIAL, 2001.

Nunes, Luiz Gonzaga. GENEALOGIA DA FAMILIA NUNES. Belo Horizonte, MG, Rona Editora, 1986.

Oliveira, Alírio Afonso de. IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA. Goiânia, CERNE, 1980. Co-autoria com José Mendonça Teles.

Oliveira, Antenor Santos de. BRASILEIROS NOTÁVEIS. Rio de Janeiro, Juerp, 1967.

Oliveira, Betty Antunes De. ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE- O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO(1880). Rio de Janeiro: SE, 1982.

Oliveira, Betty Antunes. CENTELHA EM RESTOLHO SECO. Rio de Janeiro, SE, 1985.

Oliveira, Carolina Rennó Ribeiro de. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES. São Paulo, Irradiantes, 1982.

Oliveira, Haroldo Cândido de. INDIOS E SERTANEJOS DO ARAGUAIA. São Paulo, Edições Melhoramentos, 1949.

Oliveira, Joanyr de. AS ASSEMBLÉIAS DE DEUS NO BRASIL. Rio de Janeiro, CPAD, 1997.

Oliveira, José Teixeira de. DICIONÁRIO BRASILEIRO DE DATAS HISTÓRICAS. Rio de Janeiro, Imprensa Nacional, 1950.

Oliveira, Zaqueu Moreira de. PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS. Rio de Janeiro, JUERP, 1999.

Oliveira, Zaqueu Moreira de. DESAFIOS E CONQUISTAS MISSIONÁRIAS-100 ANOS DA JUNTA DE MISSÕES NACIONAIS DA CBB. Rio de Janeiro, Convicção Editora, 2007.

Orico, Osvaldo. CONFISSÕES DO EXÍLIO(JUSCELINO KUBITSCHECK). Rio de Janeiro, Editora Francisco Alves, 1977.

Ortêncio, Bariani(Waldomiro). DICIONÁRIO DO BRASIL CENTRAL. São Paulo, Editora Ática, 1983.

Paim, Antonio(Organizador). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE AUTORES BRASILEIROS. Brasília, DF, CDPB, 1999.

Palacin, Luis Gomes. CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS-O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA. São Paulo, Edições Loyola, 1990.

Paranaguá, Correntino. TERRA DE UM PALADINO. Brasília, Centro Gráfico do Senado, 1980.

Paternostro, Júlio. VIAGEM AO TOCANTINS. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1945.

Peregrino, Umberto. IMAGENS DO TOCANTINS E DA AMAZÔNIA. Rio de Janeiro, Companhia Editora Americana, 1942.

Pereira, Armando De Arruda. DIÁRIO DE VIAGEM DE SÃO PAULO A BELÉM DO PARÁ DESCENDO O ARAGUAIA. São Paulo: Graphica Paulista, 1935.

Pereira, José dos Reis. HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL. Rio de Janeiro, JUERP, 2001.

Perez, Renard. ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira, 1960.

Picanço, Francisco. DICIONÁRIO DE ESTRADAS DE FERRO. Rio de Janeiro, Lombaerts, 1891.

Pinheiro, Antonio César Caldas e Pinheiro, Zanoni de Goiaz. TRONCO E VERGÔNTEAS(Genealogia). Goiânia, Editora Bandeirante, 2002.

Pordeus, Ismael. RAÍZES HISTÓRICAS DE BRASÍLIA. Fortaleza(CE), Imprensa Oficial, 1960.

Póvoa, Liberato. DICIONÁRIO TOCANTINENSE DE TERMOS E EXPRESSÕES AFINS. Goiânia, Kelps, 2002.

Prada, D. Francisco. GÊNESE(Visita de Dom Cláudio a Tocantinópolis em 1883). Goiânia, SE, 1978.

Rahal, Antonio Osires. PERSONALIDADES DE TERESÓPOLIS(Biografias). Teresópolis, RJ, SEI, 1985.

Ramos, Cornélio. LETRAS CATALANAS. Goiânia: Oriente, 1972.

Reily, Duncan A. HISTORIA DOCUMENTAL DO PROTESTANTISMO NO BRASIL. São Paulo, ASTE, 1984.

Reis de Souza. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA. Rio de Janeiro, GBC, 1998.

Reis, Jovelina Maria dos et al. OS BATISTAS NO MARANHÃO. São Luis, JUNTIVA/MA, 1984.

Ribeiro, Roberto Feijó. DICIONÁRIO DAS MANIAS, FOBIAS E ATRAÇÕES. Fortaleza(CE), Editorial Cearense, 1986.

Rocha, Everaldo Pedreira. ROCHA-UMA FAMILIA DA BAHIA-1774/1998(ESTUDO GENEALÓGICO). Salvador, Empresa Gráfica da Bahia, 1999.

Rocha, Isnard. HISTORIA DA HISTORIA DO METODISMO NO BRASIL. São Paulo, Imprensa Metodista, 1967.

Ronis, Osvaldo. UMA EPOPÉIA DE FÉ: A HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL. Rio de Janeiro, JUERP, 1974.

Sáfady, Jorge Salim. A IMIGRAÇÃO ÁRABE NO BRASIL. São Paulo, Garatuja, 1994.

Sanches, Edmilson. ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ. Imperatriz(Ma), Instituto Imperatriz, 2003.

Santana, João Gabriel. REPERTÓRIO BIOGRÁFICO E GENEALÓGICO PAULISTA. São Paulo, Press Grafic, 1987.

Santana, João Gabriel. GENEALOGIA SEBASTIANENSE. São Paulo, Press Grafic, 1976.

Santana, Moisés Augusto. VIAGENS DE VIRGÍLIO MARTINS DE MELO FRANCO-ANOTAÇÕES AO TEXTO. Uberaba(MG), SE, 1922.

Santos, Isaias Batista Dos. LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA. Rio de Janeiro: JUERP, 1981.

Santos, Messias Amaral dos. GRANBERY-SUA MÍSTICA, SUA HISTÓRIA. São Bernardo do Campo(SP), IMPRENSA METODISTA, 1990.

Sarinho, José Negreiros de Almeida. MEMÓRIA JUSTIFICATIVA DO PROJECTO DE ESTRADA DE FERRO DO PARÁ A GOYAZ, ENTRE ALCOBAÇA À MARGEM ESQUERDA DO BAIXO TOCANTINS E A CIDADE DE BOA VISTA SOBRE O ALTO TOCANTINS. Rio de Janeiro, Typ. G. Leuzinger, 1882.

Sayão, Léa(Léa Sayão Carvalho de Araújo). MEU PAI, BERNARDO SAYÃO. Brasília, SE, 1964.

Schumaher, Schuma. DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL. Rio de Janeiro, Editora Zahar, 2000.

Secchin, Antonio Carlos. GUIA DOS SEBOS DAS CIDADES DO RIO DE JANEIRO E DE SÃO PAULO. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 2003.

Shimose, Pedro. DICCIONARIO DE AUTORES IBEROAMERICANOS. Madrid, MAE, 1982.

Silva, Antonio Moreira da. DOSSIÊ DE GOIÁS. Goiânia, Master Publicidade, 2002.

Silva, Francisco Ayres Da. CAMINHOS DE OUTRORA(DIÁRIO DE VIAGENS). Goiânia(GO): Oriente, 1972.

Silva, Ignácio Xavier da. O CRIME DO CORONEL LEITÃO-SEDIÇÃO NA COMARCA DE BOA VISTA DO TOCANTINS, DO ESTADO DE GOIÁS, 1892-1895. Goiás Velho, Gráfica Popular, 1935.

Silva, Innocencio Francisco da et Aranha, Brito. DICCIONARIO BIBLIOGRAPHICO PORTUGUEZ. Lisboa, Imprensa Nacional, 1883.

Silva, José Trindade da Fonseca. LUGARES E PESSOAS. São Paulo, Escolas Salesianas, 1948.

Silva, Otávio Barros da. BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR. Araguaina(To), Fieto, 1997.

Silva, Samuel Aureliano Da Et Xavier, Odiva Silva. CAMPOS BELOS-SUA HISTÓRIA, SUA GENTE.Brasilia(DF): Editora Ser, 2004.

Sobrinho, J. F. Velho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO. Rio de Janeiro, Pongetti, 1937.

Sodré, Nelson Werneck. O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL. Rio de Janeiro, Bertrand Brasil, 1997.

Sordi, Neide Alves Dias de(Coordenadora). REPERTÓRIO BIOGRÁFICO DA JUSTIÇA FEDERAL-1890/1990. Brasília, DF, CJF, 2000.

Sorokin, Pitirim A. A CRISE DO NOSSO TEMPO(Panorama Social e Cultural). São Paulo: Editora Universitária, 1945. Tradução de Alfredo Cecílio Lopes.

Souza, Antonio Loureiro de. BAIANOS ILUSTRES. São Paulo, IBRASA, 1979.

Souza, Márcio. BREVE HISTÓRIA DA AMAZÔNIA. São Paulo, Marco Zero, 1994.

Souza, Sóstenes Borges. ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA. Salvador, Artios, 1996.

Studart, Guilherme. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE. Fortaleza(CE), SE, 1910.

Tapajós, Vicente. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE HISTORIADORES, GEÓGRAFOS E ANTROPÓLOGOS BRASILEIROS. Rio de Janeiro, IHGB, 1991.

Tapie, Père Marie Hilário. CHEZ LES PEAUX-ROUGES-FEUILLES DE ROUTE D’UN MISSIONNAIRE DANS LE BRÉSIL INCONNU. Paris, Librairie Plon, 1926.

Taunay, Affonso de E. HISTÓRIA DAS BANDEIRAS PAULISTAS. São Paulo, Edições Melhoramentos, 1951.

Taunay, Visconde De. GOYAZ. São Paulo: Companhia Melhoramentos, 1931.

Teixeira, Amália Hermano. PERFIS-PESSOAS QUE MARCARAM MINHA VIDA. Goiânia, Luzes, 1993.

Teixeira, Marli Geralda. OS BATISTAS NO BRASIL-UM ESTUDO DE HISTORIA SOCIAL. Salvador, SE, 1975.

Teles, Gilberto Mendonça. A POESIA EM GOIÁS. Goiânia, Editora da UFG, 1964.

Teles, José Mendonça. DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO. Goiânia, Kelps, 2000.

Tipple, Archibald. BANDEIRANTES DA BIBLIA NO BRASIL CENTRAL. Goiânia, Editora Aplic, 1972.

Toledo, J.(José Mário Arruda). DICIONÁRIO DE SUICIDAS ILUSTRES. Rio de Janeiro, Editora Record, 1999.

Tournier, Reginaldo. LÁ LONGE, NO ARAGUAIA. Rio de Janeiro, SE, 1928.

Vainfas, Ronaldo(Organizador). DICIONÁRIO DO BRASIL COLONIAL(1500-1808). Rio de Janeiro, Objetiva, 2001.

Vainfas, Ronaldo(Organizador). DICIONÁRIO DO BRASIL IMPERIAL(1822-1889). Rio de Janeiro, Objetiva, 2002.

Valadares, Napoleão. DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA. Brasilia(DF), André Quicé, 1994.

Vasconcelos, José Adirson. OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASILIA. Brasília(DF), Gráfica do Senado, 1992.

Vaz, Geraldo Marmo Coelho. MEMÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DE GOIÁS. Goiânia, Kelps, 1998.

Vaz, Geraldo Marmo Coelho. VULTOS CATALANOS. Uberaba, MG, Editora Zebu, 1959.

Veiga Neto, José da. ANTOLOGIA GOIANA. São Paulo, Revista dos Tribunais, 1944.

Vellasco, Alarico. MEU PRIMOGÊNITO(Discursos e Escritos Vários). Rio de Janeiro: SE, 1953.

Vidal, Barros. PRECURSORAS BRASILEIRAS. Rio de Janeiro, A Noite Editora, 1939.

Vieira, David Gueiros. O PROTESTANTISMO, A MAÇONARIA E A QUESTÃO RELIGIOSA. Brasília, Editora UNB, 1980.

Walker, Williston. HISTORIA DA IGREJA CRISTÃ. Rio de Janeiro, JUERP/ASTE, 1980.


ATENÇÃO: O TITULO “OCUPAÇÃO DAS CADEIRAS” DEVE FICAR EM PÁGINA IMPAR.


OCUPAÇÃO DAS CADEIRAS
AO LONGO DO TEMPO.

CADEIRA 01
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Vieira Couto de Magalhães – PATRONO(Diamantina, Minas Gerais, 01.11.1837).
Pedro Ludovico Teixeira- FUNDADOR (Vila Boa-Goiás Velho, 23.10.1891).
Venerando de Freitas Borges(Anápolis, Goiás, 22.07.1907).
Kleber Branquinho Adorno(Goiânia, Goiás, 17.12.1953).

CADEIRA 02
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Constâncio Gomes de Oliveira- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 23.07.1886).
Vasco dos Reis Gonçalves- FUNDADOR(Bela Vista, Goiás, 05.04.1901).
Eli Brasiliense Ribeiro(Pium, Goiás, hoje Tocantins, 18.04.1915).
Aidenor Aires Pereira(Riachão das Neves, Bahia, 30.05.1946).

CADEIRA 03
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luis Gonzaga de Camargo Fleuri- PATRONO(Meia Ponte-Pirenópolis, 21.06.1793).
Vitor Coelho de Almeida- FUNDADOR(Rio de Janeiro, 08.09.1879).
Alfredo de Faria Castro(Araguari, Minas Gerais, 06.03.1898).
Humberto Crispim Borges(Anápolis, Goiás, 16.07.1918).

CADEIRA 04
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Félix de Bulhões Jardim- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 28.08.1845).
Colemar Natal e Silva- FUNDADOR(São José do Tocantins-Niquelândia, Goiás, 24.08.1907).
Moema de Castro e Silva Olival(Vila Boa-Goiás Velho, 12.05.1932).

CADEIRA 05
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Gastão de Deus Vitor Rodrigues- PATRONO(Catalão, Goiás, 08.03.1883).
Guilherme Xavier de Almeida- FUNDADOR(Morrinhos, Goiás, 07.02.1910).
Eliézer José Penna(Taquarituba, São Paulo, 08.08.1925).

CADEIRA 06
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Raimundo José da Cunha Matos- PATRONO(Faro, Algarve, Portugal, 02.11.1776).
Dario Delio Cardoso- FUNDADOR(Corumbá de Goiás, Goiás, 10.08.1899).
Getulio Targino Lima(Floriano, Piauí, 05.08.1941).

CADEIRA 07
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Martins Pereira de Alencastre- PATRONO(Santo Amaro da Purificação, Bahia, 19.03.1831).
João Teixeira Álvares - FUNDADOR(Santa Luzia-Luziânia, Goiás, 10.07.1858).
Inácio Xavier da Silva(Vila Boa-Goias Velho, 22.12.1908).
Benedito Silva(Campo Formoso-Orizona, Goiás, 03.04.1905).
Helio Rocha(Corumbá de Goiás, Goiás, 14.08.1940).

CADEIRA 08
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Alceu Vitor Rodrigues- PATRONO(Catalão, Goiás, 1866).
Sebastião Fleuri Curado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 22.01.1864).
Joaquim Câmara Filho(Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 29.12.1899).
José Lopes Rodrigues(Almas, Goiás, hoje Tocantins, 01.12.1908).
José Sizenando Jayme(Pirenópolis, Goiás, 20.06.1916).
Isócrates de Oliveira(Pirenópolis, Goiás, 09.08.1922).
Paulo Nunes Batista(João Pessoa, Paraíba, 02.08.1924).

CADEIRA 09
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Americano do Brasil- PATRONO(Bonfim, Silvania, Goiás, 28.08.1892).
Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.04.1884).
Waldomiro Bariani Ortencio(Igarapava, São Paulo, 24.07.1923).

CADEIRA 10
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Moises Augusto de Santana- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 07.02.1879).
Albatenio Caiado de Godoi- FUNDADOR(Vila Boa, Goiás Velho, 14.04.1893).
Carmo Bernardes(Patos, Minas Gerais, 02.12.1915).
Luiz de Aquino Alves Neto(Caldas Novas, Goiás, 15.09.1945).

CADEIRA 11
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Rodolfo da Silva Marques- PATRONO(Alemão-Palmeiras, Goias, 1888).
Cylineo Marques de Araújo Valle- Leo LynceFUNDADOR(Pouso Alto-Piracanjuba, 29.06.1884).
Erico José Curado(Meia Ponte-Pirenópolis, 18.05.1880).
Gilberto Mendonça Teles(Bela Vista, Goiás, 30.06.1931).

CADEIRA 12
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Inácio Xavier Da Silva- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 20.11.1855).
Gelmires Reis-FUNDADOR(Santa Luzia-Luziânia, 14.07.1893).
José Dilermando Meireles(Santa Luzia-Luziânia, 11.05.1928).
Martiniano José da Silva(Casa Nova, Bahia, 18.09.1936).

CADEIRA 13
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 11.01.1883).
José Xavier de Almeida Junior- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.10.1902).
Francisco de Brito(Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 06.12.1904).
Eurico Barbosa dos Santos(Morrinhos, Goiás, 03.03.1933).

CADEIRA 14
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Hugo de Carvalho Ramos- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 21.05.1895).
Vitor de Carvalho Ramos- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 16.02.1893).
Nelly Alves de Almeida(Jaraguá, Goiás, 01.10.1916).
Leda Selma de Alencar(Urandi, Bahia, 15.08.1948).

CADEIRA 15
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Manuel de Macedo Carvalho Junior- PATRONO(Santa Maria do Araguaia-Araguacema, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1877).
Augusto Ferreira Rios- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 09.08.1876).
Basileu Toledo França(Jataí, Goiás, 18.09.1919).
Mauro Borges Teixeira(Rio Verde, Goiás, 15.02.1920).

CADEIRA 16
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Henrique José da Silva- PATRONO(Bonfim-Silvania, Goiás, 18.03.1865).
Gercino Monteiro Guimarães- FUNDADOR(Alemão, Palmeiras, Goiás, 19.05.1894).
Zoroastro Artiaga(Curralinho, Itaberai, Goiás, 29.05.1891).
Regina Lacerda(Vila Boa-Goias Velho, 25.06.1919).
Lygia de Moura Rassi(Rio de Janeiro, 12.08.1933).
Luiz Augusto Paranhos Sampaio(Catalão, Goiás, 15.07.1937).

CADEIRA 17
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Maria Machado de Assis- PATRONO(Rio de Janeiro, 21.06.1839).
Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 05.10.1902).
Jaime Câmara(Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 16.07.1909).
Benedito Odilon Rocha(Corumbá de Goiás, 07.04.1916).
Antonio José de Moura(Mambaí, Goiás, 30.07.1944).

CADEIRA 18
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Olegário Herculano da Silveira Pinto- PATRONO(Vila Boa-Goiás Velho, 16.03.1857).
Francisco Ferreira dos Santos Azevedo- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 14.04.1875).
Bernardo Elis Fleuri de Campos Curado(Corumbá de Goiás, Goiás, 15.11.1915).
Miguel Jorge(Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 16.05.1933).

CADEIRA 19
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Joaquim Xavier dos Guimarães Natal- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 25.12.1860).
Mario de Alencastro Caiado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 16.12.1876).
João Batista Gonçalves Accioli Martins Soares(Pouso Alto-Piracanjuba, 01.10.1912).
Waldir do Espírito Santo Castro Quinta(Caldas Novas, Goiás, 04.06.1920).
José Ubirajara Galli Vieira(Pires do Rio, Goiás, 22.02.1954).

CADEIRA 20
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luiz Antonio da Silva e Souza- PATRONO(Tijuco do Serro Frio, Minas Gerais, 1764).
Jovelino de Campos- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 19.10.1887).
Ursulino Tavares Leão(Crixás, Goiás, 10.09.1923).

CADEIRA 21
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Egerineo Teixeira- PATRONO(Bela Vista, Goiás, 11.01.1901).
Luis Ramos de Oliveira Couto- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 06.04.1884).
Gerson de Castro Costa(Trindade, Goiás, 02.08.1917).
José Fernandes(Alto Rio Doce, Minas Gerais, 18.03.1946).

CADEIRA 22
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Ricardo Augusto da Silva Paranhos- PATRONO(Catalão, Goiás, 22.11.1866).
Elpenor Augusto de Oliveira- FUNDADOR(Itambé do Mato Dentro, Minas Gerais, 03.11.1893).
Primo Neves da Mota Vieira(Romaria, Minas Gerais, 11.06.1918).
Jacy Siqueira(Pires do Rio, Goiás, 29.10.1935).

CADEIRA 23
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Urbano de Castro Berquó- PATRONO(Araguari, Minas Gerais, 11.01.1906).
Derval Alves de Castro- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 28.04.1896).
Pedro Celestino da Silva Filho(Corumbaíba, Goiás, 27.11.1915).
Helvécio de Azevedo Goulart(Itajubá, Minas Gerais, 12.08.1935).

CADEIRA 24
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Higino Alves Rodrigues- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 1872).
José Trindade da Fonseca e Silva- FUNDADOR(Jaraguá, Goiás, 07.06.1904).
José Peixoto da Silveira(Cristais, Minas Gerais, 06.05.1913).
José Normanha de Oliveira(Carinhanha, Bahia, 21.04.1916).
Hélio Moreira(Alfenas, Minas Gerais, 15.01.1938).

CADEIRA 25
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Francisco Xavier de Almeida Junior- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 16.05.1877).
Claro Augusto de Godoi- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 19.06.1896).
Brasigois Felício Carneiro(Aloândia, Goiás, 13.07.1950).

CADEIRA 26
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
José Xavier de Almeida- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.01.1871).
Altamiro de Moura Pacheco- FUNDADOR(Bela Vista, Goiás, 15.03.1896).
Augusta Faro Fleury de Melo(Goiânia, Goiás, 04.11.1948).

CADEIRA 27
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Bartolomeu Antonio Cordovil(Antonio Lopes da Cruz)- PATRONO(Rio de Janeiro, 1746).
Leolídio Di Ramos Caiado- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 27.06.1921).

CADEIRA 28
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Florêncio Antonio da Fonseca Grostom- PATRONO(Traíras-Niquelandia, 1777).
Modesto Gomes da Silva- FUNDADOR(Paraúna, Goiás, 26.02.1931).

CADEIRA 29
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Luis Maria da Silva Pinto- PATRONO(Pilar de Goiás, Goiás, 15.03.1775).
Jerônimo Geraldo de Queiroz- FUNDADOR(Campina Verde, Minas Gerais, 13.04.1917).
Ney Teles de Paula(Piracanjuba, Goiás, 30.05.1949).

CADEIRA 30
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Demóstenes Cristino- PATRONO(Caratinga, Minas Gerais, 14.07.1884).
César Baiocchi- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 15.04.1928).

CADEIRA 31
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Eurídice Natal e Silva- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.11.1883).
Rosarita Fleury(Maria do Rosário Fleury)- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 27.10.1913).
Belkiss Spenzieri Carneiro de Mendonça(Vila Boa-Goias Velho, 15.02.1928).
Ana Braga Machado Gontijo(Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.1923).

CADEIRA 32
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Francisco Ayres da Silva- PATRONO(Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.1872).
José Mendonça Teles- FUNDADOR(Hidrolândia, Goiás, 25.03.1936).

CADEIRA 33
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Antonio Eusébio de Abreu Junior- PATRONO(Bonfim-Silvania, Goiás, 1863).
Alaor Barbosa dos Santos- FUNDADOR(Morrinhos, Goiás, 13.03.1940).

CADEIRA 34
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Jarbas Jayme- PATRONO(Meia Ponte-Pirenópolis, 19.12.1895).
Waldir Luiz Costa- FUNDADOR(Araxá, Minas Gerais, 30.04.1917).
Guimarães Lima-José Júlio(Três Pontes, Minas Gerais, 05.01.1914).
José Asmar (Anápolis, Goiás, 19.03.1924).
Maria Augusta Sant’anna Moraes(Piracanjuba, Goiás, 15.07.1936).

CADEIRA 35
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Zeferino de Abreu- PATRONO(Curralinho-Itaberai, Goiás, 1863).
José Luiz Bittencourt- FUNDADOR(Aracaju, Sergipe, 03.01.1922).

CADEIRA 36
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Visconde de Taunay(Alfredo Maria Adriano D`Escragnole)- PATRONO(Rio de Janeiro, 22.02.1843).
Francisco Ayres-FUNDADOR(São Julião, Portugal, 05.09.1903).
Geraldo Coelho Vaz(Goiânia, Goiás, 24.09.1940).

CADEIRA 37
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Crispiniano Tavares- PATRONO(Ilhéus, Bahia, 28.10.1855).
Mario Ribeiro Martins- FUNDADOR(Ipupiara, Bahia, 07.08.1943).

CADEIRA 38
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Bernardo Joaquim da Silva Guimarães- PATRONO(Ouro Preto, Minas Gerais, 15.08.1825).
Cora Coralina- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 20.08.1889).
Maria do Rosário Cassimiro (Catalão, Goiás, 23.09.1934).

CADEIRA 39
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Pedro Gomes de Oliveira- PATRONO(Vila Boa-Goias Velho, 23.04.1882).
Mario Rizério Leite- FUNDADOR(Brumado, Bahia, 08.11.1912).

CADEIRA 40
A esta Cadeira, estão vinculados os seguintes nomes:
Arlindo Costa- PATRONO(Piracanjuba, Goiás, 23.09.1881).
Antonio Geraldo Ramos Jubé- FUNDADOR(Vila Boa-Goias Velho, 29.01.1927).

ATENÇAO: O Indice Onomástico deve começar em página IMPAR.

INDICE ONOMÁSTICO-FORMA LATINA
(Os números referem-se às páginas principais)


AIDENOR AIRES PEREIRA.
ALAOR BARBOSA DOS SANTOS.
ALBATENIO CAIADO DE GODOI.
ALCEU VITOR RODRIGUES.
ALFREDO DE FARIA CASTRO.
ALTAMIRO DE MOURA PACHECO.
ANA BRAGA MACHADO GONTIJO.
ANTONIO AMERICANO DO BRASIL.
ANTONIO CARLOS OSÓRIO(Correspondente).
ANTONIO EUSEBIO DE ABREU JUNIOR.
ANTONIO FÉLIX DE BULHÕES JARDIM.
ANTONIO GERALDO RAMOS JUBÉ.
ANTONIO JOSÉ DE MOURA.
ANTONIO LIBÉRIO NEVES(Correspondente).
ARLINDO COSTA.
AUGUSTA FARO FLEURY DE MELO.
AUGUSTO FERREIRA RIOS.
BARTOLOMEU ANTONIO CORDOVIL.
BASILEU TOLEDO FRANÇA.
BELKISS SPENZIERI CARNEIRO DE MENDONÇA.
BENEDITO ODILON ROCHA.
BENEDITO SILVA.
BERNARDO ELIS FLEURY DE CAMPOS CURADO.
BERNARDO JOAQUIM DA SILVA GUIMARÃES.
BRASIGOIS FELICIO CARNEIRO.
CARMO BERNARDES DA COSTA.
CESAR BAIOCCHI.
CILINEO MARQUES DE ARAUJO VALLE.
CLARO AUGUSTO DE GODOI.
COLEMAR NATAL E SILVA.
CONSTANCIO GOMES DE OLIVEIRA.
CORA CORALINA.
CRISPINIANO TAVARES.
DARIO DELIO CARDOSO.
DEMOSTENES CRISTINO.
DERVAL ALVES DE CASTRO.
DOMINGOS CARVALHO DA SILVA(Correspondente).
EGERINEU TEIXEIRA.
ELI BRASILIENSE RIBEIRO.
ELIEZER JOSÉ PENNA.
ELPENOR AUGUSTO DE OLIVEIRA.
ERICO JOSÉ CURADO.
EURICO BARBOSA DOS SANTOS.
EURIDICE NATAL E SILVA.
FLORENCIO ANTONIO DA FONSECA GROSTOM.
FRANCISCO AYRES.
FRANCISCO AYRES DA SILVA.
FRANCISCO DE BRITO.
FRANCISCO FERREIRA DOS SANTOS AZEVEDO.
FRANCISCO XAVIER DE ALMEIDA JUNIOR.
GASTÃO DE DEUS VITOR RODRIGUES.
GELMIRES REIS.
GERALDO COELHO VAZ.
GERCINO MONTEIRO GUIMARÃES.
GERSON DE CASTRO COSTA.
GETULIO TARGINO LIMA.
GILBERTO MENDONÇA TELES.
GUILHERME XAVIER DE ALMEIDA.
GUIMARÃES LIMA.
HELIO MOREIRA.
HELIO ROCHA.
HELVECIO DE AZEVEDO GOULART.
HENRIQUE JOSÉ DA SILVA.
HIGINO ALVES RODRIGUES.
HILDEGARDES VIANA(Correspondente).
HUGO DE CARVALHO RAMOS.
HUMBERTO CRISPIM BORGES.
INACIO XAVIER DA SILVA(Advogado).
INACIO XAVIER DA SILVA(Padre).
ISOCRATES DE OLIVEIRA.
JACY SIQUEIRA.
JAIME CAMARA.
JARBAS JAIME.
JERONIMO GERALDO DE QUEIROZ.
JOÃO ACIOLLY.
JOÃO TEIXEIRA ALVARES.
JOAQUIM BONIFÁCIO GOMES DE SIQUEIRA.
JOAQUIM CAMARA FILHO.
JOAQUIM CARVALHO FERREIRA DE AZEVEDO.
JOAQUIM MARIA MACHADO DE ASSIS.
JOAQUIM XAVIER DOS GUIMARÃES NATAL.
JOSÉ ADIRSON VASCONCELOS.
JOSÉ ASMAR.
JOSÉ DILERMANDO MEIRELES.
JOSÉ FERNANDES.
JOSÉ LOPES RODRIGUES.
JOSÉ LUIZ BITTENCOURT.
JOSÉ MARTINS PEREIRA DE ALENCASTRE.
JOSÉ MENDONÇA TELES.
JOSÉ NORMANHA DE OLIVEIRA.
JOSÉ PEIXOTO DA SILVEIRA.
JOSÉ SIZENANDO JAYME.
JOSÉ TRINDADE DA FONSECA E SILVA.
JOSÉ UBIRAJARA GALLI VIEIRA.
JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES.
JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA.
JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA JUNIOR.
JOVELINO DE CAMPOS.
KLEBER BRANQUINHO ADORNO.
LEDA SELMA DE ALENCAR.
LEOLIDIO DI RAMOS CAIADO.
LUIZ ANTONIO DA SILVA E SOUZA.
LUIZ AUGUSTO PARANHOS SAMPAIO.
LUIZ DE AQUINO ALVES NETO.
LUIZ GONZAGA DE CAMARGO FLEURI.
LUIZ MARIA DA SILVA PINTO.
LUIZ RAMOS DE OLIVEIRA COUTO.
LYGIA DE MOURA RASSI.
MANUEL DE MACEDO CARVALHO JUNIOR.
MARIA AUGUSTA DE SANT´ANNA MORAES.
MARIA DO ROSÁRIO CASSIMIRO.
MARIO DE ALENCASTRO CAIADO.
MARIO RIBEIRO MARTINS.
MARIO RIZÉRIO LEITE.
MARTINIANO JOSÉ DA SILVA.
MAURO BORGES TEIXEIRA.
MIGUEL JORGE.
MODESTO GOMES DA SILVA.
MOEMA DE CASTRO E SILVA OLIVAL.
MOISES AUGUSTO DE SANTANA.
NELLY ALVES DE ALMEIDA.
NELLY NOVAES COELHO(Correspondente)
NEY TELES DE PAULA.
OLEGÁRIO HERCULANO DA SILVEIRA PINTO.
PAULO NUNES BATISTA.
PEDRO CELESTINO DA SILVA FILHO.
PEDRO CORDOLINO FERREIRA DE AZEVEDO.
PEDRO GOMES DE OLIVEIRA.
PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA.
PRIMO NEVES DA MOTA VIEIRA.
RAIMUNDO JOSÉ DA CUNHA MATOS.
REGINA LACERDA.
RICARDO AUGUSTO DA SILVA PARANHOS.
RODOLFO DA SILVA MARQUES.
ROSARITA FLEURY.
SEBASTIÃO FLEURY CURADO.
TEOBALDO DA COSTA JAMUNDÁ(Correspondente)
URBANO DE CASTRO BERQUÓ.
URSULINO TAVARES LEÃO.
VENERANDO DE FREITAS BORGES.
VASCO DOS REIS GONÇALVES.
VISCONDE DE TAUNAY.
VITOR COELHO DE ALMEIDA.
VITOR DE CARVALHO RAMOS.
WALDIR DO ESPIRITO SANTO CASTRO QUINTA.
WALDIR LUIZ COSTA.
WALDOMIRO BARIANI ORTENCIO.
ZEFERINO ABREU.
ZOROASTRO ARTIAGA.




INDICE ONOMÁSTICO-FORMA BRITÂNICA.
(Os números referem-se às páginas principais)

A
ABREU, ZEFERINO.
ACIOLLY, JOÃO.
ADORNO, KLEBER BRANQUINHO.
ALENCAR, LEDA SELMA DE.
ALENCASTRE, JOSÉ MARTINS PEREIRA DE.
ALMEIDA, NELLY ALVES DE.
ALMEIDA, GUILHERME XAVIER.
ALMEIDA, JOSÉ XAVIER DE.
ALMEIDA, VITOR COELHO DE.
ALVARES, JOÃO TEIXEIRA.
ARTIAGA, ZOROASTRO.
ASMAR, JOSÉ.
ASSIS, JOAQUIM MARIA MACHADO DE.
AZEVEDO, JOAQUIM CARVALHO FERREIRA DE.
AZEVEDO, FRANCISCO FERREIRA DOS SANTOS.
AZEVEDO, PEDRO CORDOLINO FERREIRA DE.
AYRES, FRANCISCO.


B
BAIOCCHI, CESAR.
BATISTA, PAULO NUNES.
BERQUÓ, URBANO DE CASTRO.
BITTENCOURT, JOSÉ LUIZ.
BORGES, HUMBERTO CRISPIM.
BORGES, VENERANDO DE FREITAS.
BRASIL, ANTONIO AMERICANO DO.
BRITO, FRANCISCO DE.



C

CAIADO, LEOLIDIO DI RAMOS.
CAIADO, MARIO DE ALENCASTRO.
CAMARA, JAIME.
CAMPOS, JOVELINO DE.
CARDOSO, DARIO DELIO.
CARNEIRO, BRASIGOIS FELICIO.
CASSIMIRO, MARIA DO ROSÁRIO.
CASTRO, ALFREDO DE FARIA.
CASTRO, DERVAL ALVES DE.
CORALINA, CORA.
CORDOVIL, BARTOLOMEU ANTONIO.
COSTA, ARLINDO.
COSTA, CARMO BERNARDES DA.
COSTA, GERSON DE CASTRO.
COSTA, WALDIR LUIZ.
COUTO, LUIZ RAMOS DE OLIVEIRA.
CRISTINO, DEMOSTENES.
CURADO, BERNARDO ELIS FLEURY DE CAMPOS.
CURADO, ERICO JOSÉ.
CURADO, SEBASTIÃO FLEURY.


D


F
FERNANDES, JOSÉ.
FILHO, JOAQUIM CAMARA.
FILHO, PEDRO CELESTINO DA SILVA.
FLEURI, LUIZ GONZAGA DE CAMARGO.
FLEURY, ROSARITA.
FRANÇA, BASILEU TOLEDO.


G
GODOI, ALBATENIO CAIADO DE.
GODOI, CLARO AUGUSTO DE.
GONÇALVES, VASCO DOS REIS.
GONTIJO, ANA BRAGA MACHADO.
GOULART, HELVECIO DE AZEVEDO.
GROSTOM, FLORENCIO ANTONIO DA FONSECA.
GUIMARÃES, BERNARDO JOAQUIM DA SILVA.
GUIMARÃES, GERCINO MONTEIRO.


J
JAIME, JARBAS.
JARDIM, ANTONIO FÉLIX DE BULHÕES.
JAYME, JOSÉ SIZENANDO.
JORGE, MIGUEL.
JUBÉ, ANTONIO GERALDO RAMOS.
JUNIOR, ANTONIO EUSEBIO DE ABREU.
JUNIOR, FRANCISCO XAVIER DE ALMEIDA.
JUNIOR, JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA.
JÚNIOR, MANUEL DE MACEDO CARVALHO.

K


L
LACERDA, REGINA.
LEÃO, URSULINO TAVARES.
LEITE, MARIO RIZÉRIO.
LIMA, GETULIO TARGINO.
LIMA, GUIMARÃES.


M
MAGALHÃES, JOSÉ VIEIRA COUTO DE.
MARQUES, RODOLFO DA SILVA.
MARTINS, MARIO RIBEIRO.
MATTOS, RAIMUNDO JOSÉ DA CUNHA.
MEIRELES, JOSÉ DILERMANDO.
MELO, AUGUSTA FARO FLEURY DE.
MENDONÇA, BELKISS SPENZIERI CARNEIRO DE.
MORAES, MARIA AUGUSTA DE SANT´ANNA.
MOREIRA, HELIO.
MOURA, ANTONIO JOSÉ DE.


N
NATAL, JOAQUIM XAVIER DOS GUIMARÃES.
NETO, LUIZ DE AQUINO ALVES.


O
OLIVAL, MOEMA DE CASTRO E SILVA.
OLIVEIRA, CONSTANCIO GOMES DE.
OLIVEIRA, ELPENOR AUGUSTO DE.
OLIVEIRA, ISOCRATES DE.
OLIVEIRA, JOSÉ NORMANHA DE.
OLIVEIRA, PEDRO GOMES DE.
ORTENCIO, WALDOMIRO BARIANI.

P
PACHECO, ALTAMIRO DE MOURA.
PARANHOS, RICARDO AUGUSTO DA SILVA.
PAULA, NEY TELES DE.
PENNA, ELIEZER JOSÉ.
PEREIRA, AIDENOR AIRES.
PINTO, LUIZ MARIA DA SILVA.
PINTO, OLEGÁRIO HERCULANO DA SILVEIRA.

Q
QUEIROZ, JERONIMO GERALDO DE.
QUINTA, WALDIR DO ESPIRITO SANTO CASTRO.

R
RAMOS, HUGO DE CARVALHO.
RAMOS, VITOR DE CARVALHO.
RASSI, LYGIA DE MOURA.
REIS, GELMIRES.
RIBEIRO, ELI BRASILIENSE.
RIOS, AUGUSTO FERREIRA.
ROCHA, BENEDITO ODILON.
ROCHA, HELIO.
RODRIGUES, ALCEU VITOR.
RODRIGUES, GASTÃO DE DEUS VITOR.
RODRIGUES, HIGINO ALVES.
RODRIGUES, JOSÉ LOPES.


S
SAMPAIO, LUIZ AUGUSTO PARANHOS.
SANTANA, MOISES AUGUSTO DE.
SANTOS, ALAOR BARBOSA DOS.
SANTOS, EURICO BARBOSA DOS.
SILVA, BENEDITO.
SILVA, COLEMAR NATAL E.
SILVA, EURIDICE NATAL E.
SILVA, FRANCISCO AYRES DA.
SILVA, HENRIQUE JOSÉ DA.
SILVA, INACIO XAVIER DA(Advogado).
SILVA, INACIO XAVIER DA(Padre).
SILVA, JOSÉ TRINDADE DA FONSECA E.
SILVA, MARTINIANO JOSÉ DA .
SILVA, MODESTO GOMES DA.
SILVEIRA, JOSÉ PEIXOTO DA.
SIQUEIRA, JACY.
SIQUEIRA, JOAQUIM BONIFÁCIO GOMES DE.
SOUZA, LUIZ ANTONIO DA SILVA E.


T
TAUNAY, VISCONDE DE.
TAVARES, CRISPINIANO.
TEIXEIRA, EGERINEU.
TEIXEIRA, MAURO BORGES.
TEIXEIRA, PEDRO LUDOVICO.
TELES, GILBERTO MENDONÇA.
TELES, JOSÉ MENDONÇA.


V
VALLE, CILINEO MARQUES DE ARAUJO.
VAZ, GERALDO COELHO.
VIEIRA, JOSÉ UBIRAJARA GALLI.
VIEIRA, PRIMO NEVES DA MOTA.
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui