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Artigos-->A responsabilidade pessoal é mesmo tão ruim? -- 13/07/2019 - 21:08 (Lorde Kalidus) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

 

Qual a dificuldade que temos em decidir por nós mesmos? Será a responsabilidade pessoal tão ruim assim? Não existe outro modo de se usufruir da liberdade, de se ser totalmente livre se não for desta forma.

Hoje, quando vi um post de um amigo a respeito da atriz Fernanda Montenegro, não pude deixar de pensar nesse assunto. Vejo muita gente criticando a postura desta ou daquela emissora, muitos dizendo que determinados programas de tv deveriam ser proibidos, que certas coisas não deveriam ser mostradas, mas onde fica a própria capacidade da pessoa de dizer o que vai e o que não vai ser assistido na televisão de sua casa, cujo controle está em suas mãos, ou de ter pulso firme e determinar o que seus filhos devem ou não assistir? E a sintonia que um casal deve ter para tomar esta decisão, será que está tão enfraquecida que é preciso que tudo seja decidido por um governo e que este intervenha em tudo em vez de cada um simplesmente decidir o que é aceitável ou não para si?

Um povo que não consegue decidir sozinho o que é ou não aceitável, simplesmente boicotando ou deixando de lado aquilo que não lhe interessa, atacando brutalmente aquilo que repudia, deve se perguntar se realmente não possui qualquer interesse naquilo que odeia ou se, na verdade, precisa que aquilo seja destruído simplesmente porque sabe de sua própria incapacidade de manter o que considera nocivo longe de si e de seus filhos. No caso da emissora de tv e das novelas, qual a dificuldade de simplesmente mudar de canal? Por que é preciso fazer uma publicidade, ainda que indireta, de determinadas atrações em vez de simplesmente não lhes dar audiência e guardar a própria atenção para algo mais interessante? O ataque muitas vezes gera mais notoriedade e mais curiosidade sobre o que se odeia do que necessariamente o boicote, pois acaba criando uma publicidade, ainda que negativa, sobre aquilo que se quer destruir e, consequentemente, dando combustível para que aquilo que se quer tirar do ar continue sendo exibido. Já era hora disso ter sido percebido.

É preciso que o povo se pergunte se realmente possui capacidade para ser livre, se precisa que um governo decida até mesmo o que seus aparelhos de televisão vão exibir. Decidam: ou quem educa nossos filhos somos nós... ou o governo. Mas lembrem-se que quem colocou os filhos no mundo não foram eles... 

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