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Ensaios-->As artimanhas de Timochenko, das FARC -- 24/01/2012 - 15:24 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Desde o primeiro minuto em que o presidente Santos diga “sim” ao diálogo que Timochenko propõe, a maquinaria internacional das FARC se porá de novo em marcha.


Contra o que alguns estimam neste momento, não acredito que o senhor Timochenko esteja pedindo “diálogo” ao presidente Santos. Ele fez isso em uma ou duas mensagens, mas mudou de tática e de tom, quando viu que podia ir mais longe. Timochenko, em seu último texto de 9 de janeiro, está exigindo coisas antes de dialogar. O homem é astuto. Está pedindo, por exemplo, que lhe despejem o Catatumbo, que lhe retirem os “milhares de soldados e dezenas de naves artilhadas em plano de guerra” que ele acredita que o Estado colombiano situou lá, “em Cúcuta, Ocaña, Tibú e outras localidades”. Depois de provavelmente se consultar com o poder militar venezuelano, o pérfido Timochenko exige da Colômbia que essa zona de fronteira fique sem proteção para ele poder mover-se sem problemas. Em seguida, Hugo Chávez se propôs como “mediador” em qualquer tentativa de diálogo com as FARC. O que estão preparando as FARC e Caracas nessa região?

Algo muito grave, sem dúvida, pois quatro dias depois seis, municípios do Norte de Santander foram atacados pelas FARC (em Tibú, Teorema, Sardinata, Hacarí, San Calixto e Convención), o que deixou três civis mortos, três civis feridos, dois policiais feridos, um vão do oleoduto Petronorte explodido e uma torre elétrica demolida.

O plano de Timochenko é completo, pois pretende, ademais, utilizar a população dessa região como força de choque. O chefe das FARC está tratando de instigar o ódio de classe e a suspeita, os melhores ingredientes da guerra civil, para confundir e dividir a população dessa zona de valor estratégico. Não é senão ver a caricatura que faz dos dois lados que, segundo ele, existem ali: por um lado, as empresas petroleiras, de carvão e de palma oleoginosa (que ele demoniza com os epítetos de “transnacionais” e “depredadoras”), e do outro os cultivadores, colonos e indígenas que são, segundo o falso refrão marxista, as “vítimas” dos primeiros. Se esse parágrafo não é uma ameaça contra as empresas e contra a população em geral do Catatumbo, é o que?

O mais infame: nessa mensagem, que ele intitula “Sem mentiras, Santos, sem mentiras”, Timochenko tenta lavar as mãos por sua matança de reféns do 26 de novembro passado no Caquetá. As FARC não são culpadas, diz o chefe terrorista: o culpado é o Governo. Timochenko exibe ali o ódio que sente pelos jornalistas que não dançam conforme a sua música, ao ameaçar Herbin Hoyos por seu trabalho de apoio às famílias dos seqüestrados pelo bando narco-terrorista. Essa é a terceira ameaça grave que o texto do chefe das FARC contém. O governo deve proteger Herbin Hoyos e os jornalistas, pois Timochenko ameaçou-os a todos.

Isso é o que alguns colunistas, uns por cegueira e outros por negligência, chamam a “retórica menos belicosa” de Timochenko, ou a “mudança de tom de Timochenko”. Uma conhecida jornalista chega a ver o chefe terrorista como “esmerado escritor”.

Sem dúvida, é muito “esmerado” esse indivíduo, mandante do assassinato de monsenhor Duarte Cancino em março de 2002, entre outros crimes, como acaba de anunciar o juiz segundo especializado de Cali. “Esmerado”, pois Timochenko afirma que a verdade não existe, pois esta depende “de quem e com que difusão a afirme”, que o que um comunista diz é verdade e o que um “burguês” diz é mentira. A esse grau de miséria intelectual chegaram alguns mandarins da esquerda bogotana, que não temem se arrastar pelo lodo ante as ninharias ideológicas das FARC.

Esses mandarins estão entusiasmados, pois Timochenko lançou a proposta de “retomar a agenda que ficou pendendo (sic) no Caguán”. Não vêem que assim se vai conformando a nova farsa contra a Colômbia. Desde o primeiro minuto em que o presidente Santos diga “sim” ao diálogo que Timochenko propõe, a maquinaria internacional das FARC se porá de novo em marcha. Os Pérez Esquivel, a esquerda caviar norte-americana e espanhola, o chavismo latino-americano e a extrema esquerda européia, se porão a ganir em coro: Santos deve paralisar as operações das Forças Armadas e aceitar a “solução negociada” que as FARC propõem. Santos deve fazer com que a “justiça transicional”, em via de incrustação na Constituição, se encarregue de encontrar a brecha para que ninguém seja julgado nem punido (pois essa é a meta dessa curiosa “justiça”), e que em seguida se abra a grande festa bárbara: que todos esses criminosos tenham permissão para entrar em atividade proselitista e propagandística na Colômbia, que se lance outra vez a União Patriótica, e que se instale uma assembléia constituinte onde eles e seus assessores estrangeiros tenham a voz principal. E que a Colômbia cale e sofra.

Essa agenda de transbordamento do Governo começará com a abertura de qualquer tipo de diálogo. Pois o que interessa não é o diálogo senão o rito, o gesto. Com ele, as FARC poderão comprar uma anistia de fato. Sua meta é que lhes retirem a classificação de organização terrorista nos Estados Unidos e na Europa, que essas potências retirem o apoio à Colômbia e que os governos “progressistas” permitam às FARC abrir “escritórios de paz” em cada capital. Se o conseguem, os êxitos formidáveis da Colômbia contra as FARC nos últimos dez anos terão sido em vão.

Essa é a receita para fazer o corralito para Santos e para enterrar definitivamente a linha de firmeza contra a insegurança. Santos um dia pede às FARC “gestos de paz” e no outro rechaça toda a idéia de um novo Caguán. Qual é a linha verdadeira? Timochenko fará “gestos de paz”, sem dúvida, enquanto continua a guerra com ajuda das BACRIM, para empurrar Santos a um pântano: para que ele converse em algum lugar, em uma zona desmilitarizada, como Timochenko prefere, ou no estrangeiro, como sugerem as boas almas do Governo. E, sobretudo, como pede o ex-presidente Andrés Pastrana. Quem cedeu 48.000 km² às FARC durante três anos, convertendo-se no responsável pelo maior auge que elas tenham tido em toda sua história, agora aparece como o mais perspicaz negociador “da paz”. Ele aconselha Santos a abrir um diálogo no exterior e não se sabe que outras coisas mais. Pois Santos havia posto alta a pauta para conversar com as FARC: um cessar fogo unilateral, a entrega de suas armas e que liberem todos os seus seqüestrados (Reuters, 10 de janeiro de 2012). Isso é pedir muito a Rodrigo Londoño, cognome “Timoleón Giménez” ou “Timochenko”, que se sente apoiado por alguns para exigir tudo antes de dialogar.

Enquanto isso, os colombianos, civis e militares, continuam enterrando os mortos, como acabamos de ver no Norte de Santander. A Colômbia não tem nada que negociar com as FARC, salvo sua rendição incondicional definitiva.



Nota:
O corralito foi estabelecido, na Argentina, para evitar e interromper a retirada de depósitos em contas-correntes e poupanças, que seriam trocados por dólares ou transferidos diretamente para o exterior. Para tanto, congelaram-se os depósitos dos poupadores e estabeleceram-se limites semanais para a retirada de fundos.

Isso foi feito para impedir a quebra do sistema financeiro, ante uma corrida aos bancos, e evitar uma crescente falta de liquidez. Foi imposta pelo governo de Fernando de la Rúa em dezembro de 2000, em plena crise econômica da Argentina. 


A justificativa secundária almejada por Domingo Cavallo, ao cargo do Ministério da Economia Argentina, foi conseguir um maior uso dos meios de pagamento eletrônico, evitando assim a evasão impositiva e provocando a “bancarização” da população, sendo este um benefício para os bancos.


Essa medida causou grande convulsão social na Argentina, ante o caráter impopular da referida medida e da não resolução da crise econômica, mas somente da postergação dos efeitos mais negativos. Tudo isso culminou com a derrubada do governo de centro-esquerda de Fernando de la Rúa. (Fonte: Wikipédia)

 

Tradução: Graça Salgueiro

 
 

Nota da tradutora:

Esse painel ocorreu em novembro do ano passado, pouco depois da morte de Alfonso Cano, mas só agora o canal RCN disponibilizou para os participantes. Apesar disso, está atualíssimo porque as coisas na Colômbia continuam avançando num sentido negativo, onde o presidente Juan Manuel Santos já fala em sentar-se para conversar com “Timochenko”, o atual cabeça das FARC, e mesmo contra todas as evidências, continua admitindo Chávez como seu melhor amigo.

Chamo a atenção para a contradição entre o deputado opositor venezuelano, Miguel Angel Rodríguez, e o senador colombiano, Armando Benedetti, que deveria defender a Colômbia mas é nitidamente chavista, apesar de pertencer ao partido de la U, fundado pelo ex-presidente Uribe. E ele diz claramente que no primeiro encontro que Santos, já como presidente empossado da Colômbia, teve com Chávez, ficou estabelecido que o tema FARC seria abolido das conversações futuras entre os dois países, atitude que foi duramente criticada tanto pelo deputado venezuelano, como pelo nosso articulista, coronel Luis Alberto Villamarín Pulido, que participou brilhantemente do debate.

Se alguém quiser entender o que está se passando na Colômbia de hoje, cedendo desavergonhadamente aos ditames do Foro de São Paulo e ao Plano Estratégico das FARC, este vídeo é uma verdadeira aula de valor inestimável.


Em um painel de experts acerca da segurança nacional, realizado pelo programa “La Noche” de Claudia Gurisatti para NTN 24, canal internacional de RCN Televisión, participaram o ex-presidente da Colômbia, Álvaro Uribe Vélez, o senador colombiano Armando Benedetti, o deputado venezuelano Miguel Angel Rodríguez do estado Táchira, e o coronel colombiano Luis Alberto Villamarín Pulido, para analisar a presença na Venezuela, com a anuência do presidente Hugo Chávez, do terrorista e novo cabeça das FARC, Rodrigo Londoño, cognome “Timochenko”.

O ex-presidente Uribe ratificou a denúncia e confirmou que com Chávez as FARC contam com um novo refúgio amável na Venezuela. O senador Benedetti se dedicou a defender a política apaziguadora de Santos e a justificar a ação de Chávez, enquanto que o deputado venezuelano demonstrou um amplo conhecimento do tema para confirmar que não são simples “suspeitas”, senão fatos reais de suma gravidade para a continuidade da democracia e da liberdade no continente.

Por sua parte, o coronel Villamarín enfatizou que as FARC renovaram as linhas de ação do Plano Estratégico, transferiram mais frentes para a fronteira, têm terroristas alojados na Venezuela, as autoridades chavistas são seus alcoviteiros, há campos de treinamento político e militar nos estados venezuelanos fronteiriços com a Colômbia, e Chávez não deixou de apoiar as FARC, mesmo que Santos o considere seu “novo melhor amigo”.

 

Tradução: Graça Salgueiro

 
 

Então, outra vez há “ventos de paz”. Mais uma vez as FARC e o Partido Comunista com um braço clandestino (que nem é tanto), voltam a tirar vantagem político-estratégica. A amnésia colombiana é total.

 Para cúmulo dos males contra a Colômbia, Chávez designou como Ministro da Defesa o militar venezuelano mais próximo aos cabeças das FARC, com os quais tem um acordo de velha data.


Pela enésima vez as FARC voltam a sair com as suas. Como dizia Tirofijo: “Se a oligarquia diz que não, perde. E se diz que sim, perde também”. Com três calculadas cartas com linguagem florida, Timochenko jogou outro ás para repetir a mesma metodologia para iludir a sempre desorientada direção política colombiana, os jornalistas empenhados na mentira e os analistas do conflito, aqueles que pontificam do divino e do humano da guerra, sem havê-la vivido, nem muito menos ter lido o Plano Estratégico do grupo terrorista.

Nada de novo sob o sol. Os mesmos “ventos de paz” sopraram nos anos oitenta quando de costas para a realidade nacional mas de frente para suas intenções egocêntricas, Belisario Betancur nomeou uma comissão de paz integrada por sábios em tudo, menos em negociar com o Partido Comunista e seu braço armado, que nessa época acumulavam 30 anos de preparação para esse cenário manipulador.

Em que pese que as conversações de Casa Verde foram um fracasso para o estabelecimento, e em que pese que as Forças Militares advertiram com clareza que as FARC saíram ganhadoras dessa emboscada populista de Belisario, seu sucessor Barco caiu no mesmo erro. E depois César Gaviria mordeu o anzol com “ventos de paz” nas conversações de Cravo Norte, Caracas e Tlaxcala. Do mesmo modo as FARC saíram ganhadoras e a Colômbia sacrificada, porque os negociadores dos respectivos governos sabiam mais de outros temas do que de fazer frente à estratégia política e armada da combinação.

Porém, se a estupidez e a falta de informação do estabelecimento fosse pouco, o veleidoso presidente Pastrana Arango inventou um processo de paz sem nenhum objetivo concreto, com negociadores bisonhos e ineptos mas, quando não pôde conter o monstro de mil cabeças que se formou, Pastrana comprometeu o país em uma guerra mais sangrenta do que já havia sido: sem nenhum objetivo nem clareza conceitual. Pela quarta vez consecutiva as FARC e o Partido Comunista saíram ganhadores com o tema dos “ventos de paz”.

Com a nefasta intromissão de Hugo Chávez e Piedad Córdoba na suposta libertação dos seqüestrados, voltou a ficar claro que os terroristas e seus cúmplices internacionais “querem a paz”. Inclusive antes de morrer Jojoy tinha montado uma ópera bufa com o jornalista Jorge Enrique Botero, no qual o mais sanguinário de todos os cabeças das FARC apareceria ante o mundo como um cruzado pela paz, ao lado da terrorista holandesa Tanja.

Quando Cano morreu, apareceu nos meios de comunicação em Cali um sacerdote tão desinformado quanto oportunista, com o argumento de que “velho, cego e indefeso” (quase como para canonizá-lo), Cano morreu quando tentava aproximações pela paz. Antes de morrer Tirofijo dizia o mesmo. Hoje, Timochenko joga essa carta ante a opinião pública para ver se a Colômbia morde a isca e cai no anzol.

Embora em público Santos exteriorize tons fanfarrões de que não cederá ante as argúcias das FARC, em privado sonha com a re-eleição derivada de um exitoso processo de paz. Parece que sua passagem pelo Ministério da Defesa foi em vão e, fora isso, que o atual ministro tampouco o assessora nestes temas, como se evidenciou na emboscada da CELAC em Caracas, onde Timochenko e as FARC saíram com as suas diante de 33 presidentes de nações do hemisfério.

Então, outra vez há “ventos de paz”. Mais uma vez as FARC e o Partido Comunista com um braço clandestino (que nem é tanto), voltam a tirar vantagem político-estratégica. A amnésia colombiana é total. Em menos de um mês a opinião pública esqueceu que, por ordem de Timochenko, os terroristas das FARC assassinaram a sangue frio quatro seqüestrados que levavam mais de uma década em seu poder.

Se se aprofunda um pouco, a situação foi similar durante 30 anos sem que o governo de turno aprenda. Durante a época de Casa Verde as FARC dilataram a assinatura do acordo de trégua e cessar fogo, com argumentos tais como seu desejo de que se levantasse a base militar de Uribe-Meta, enquanto de maneira cínica negavam, como continuam fazendo até agora, sua responsabilidade em seqüestros extorsivos.

Por fim, o senador comunista Alberto Rojas Puyo trabalhava mais como moleque de recados de Jacobo Arenas do que como delegado do governo nacional, e de forma desleal o informava por meio de mensageiros das FARC acerca de tudo o que o governo pensava, do mesmo modo que parece ter acontecido com quem nos computadores de Reyes e Jojoy se identifica com os cognomes de “Teodora” e “Gaitán”.

A farsa do Caguán foi calcada no estratagema de Casa Verde. Hoje, há vozes que propõem diálogos no exterior que certamente seriam a repetição da farsa de Tlaxcala e Caracas, com a circunstância agravante de que os comunistas Rafael Correa, Hugo Chávez, Evo Morales, Daniel Ortega, Dilma Rousseff, a Kirchner, Mujica e Lugo lhes dariam embaixadas e tratamento como “lutadores políticos”.

Fatos reais indicam que Santos não tem um plano estratégico coerente para uma eventual negociação com as FARC. Nem sequer existe um ente encarregado de dirigir o tema. Se Santos pensou em uma comissão de paz com vistas a derrotar as FARC na mesa de negociações, é algo ultra-secreto, pois devido a seu populismo demagógico não se conhece nenhum plano claro de como organizá-lo, nem quais serão os objetivos precisos.

É tal a desordem em torno ao tema que Chávez rompeu a promessa de não interferir em assuntos internos da Colômbia, quando anunciou sua vontade de mediar na solução ao conflito. É algo articulado. Chávez cravou o punhal nas costas de Santos durante a Cúpula da CELAC onde, além disso, a ministra Holguín demonstrou ignorância maiúscula acerca do tema e da forma de ser do novo melhor amigo de Santos. Por essa razão, as FARC e os comunistas voltaram a sair com as suas.

E para cúmulo dos males contra a Colômbia, Chávez designou como Ministro da Defesa o militar venezuelano mais próximo aos cabeças das FARC, com os quais tem um acordo de velha data, consistente em dividir a fronteira bi-nacional em três seções para que os Blocos Norte, Magdalena Medio e Oriental das FARC entrem e saiam da Venezuela com a cumplicidade da Guarda Nacional e da Força Armada desse país, e desde lá continuem a guerra contra a Colômbia como se reflete no incremento de ações terroristas no Norte de Santander e Arauca.

Isso sem contar que Chávez e Ahmadinejad urdiram acordos secretos em torno das FARC na semana passada, pois sua relação com o bando terrorista é vital para sua re-eleição, para os objetivos a longo prazo de seu projeto bolivariano e para sua campanha continental anti-ianque.

Além disso, as FARC na era Timochenko gravitam sobre o Plano Estratégico que é um programa narcoterrorista de guerra contra a Colômbia, não uma opção de paz, a qual é interpretada pelo Partido Comunista como a derrota contra o capitalismo e a imposição de uma ditadura similar à cubana.


Tradução: Graça Salgueiro

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