Usina de Letras
Usina de Letras
                    
Usina de Letras
26 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 56709 )
Cartas ( 21159)
Contos (12581)
Cordel (10002)
Crônicas (22133)
Discursos (3130)
Ensaios - (8932)
Erótico (13377)
Frases (43181)
Humor (18330)
Infantil (3739)
Infanto Juvenil (2591)
Letras de Música (5463)
Peça de Teatro (1315)
Poesias (137939)
Redação (2915)
Roteiro de Filme ou Novela (1054)
Teses / Monologos (2386)
Textos Jurídicos (1922)
Textos Religiosos/Sermões (4711)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Ensaios-->Os caminhos que levam à guerra civil -- 18/05/2011 - 12:54 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
 

Assim como é em cima, também é embaixo.

Com base no comentário do jornalista Álvaro Alves de Faria

 

 

Os exemplos,  que são praticados em cima, no topo da pirâmide social, também são praticados em baixo, na sua base. Com o tempo, o que era ridículo deixa de ser. Com o tempo, o que era escândalo deixa de ser. Com o tempo, o que era crime deixa de ser.

No decorrer do tempo, aqueles que conheciam o ridículo deixam de existir, vão envelhecendo, e morrem.

Os que agora estão crescendo, já estão formando suas personalidades sem esses tais de ‘senso de ridículo e de escândalo’ e tudo se torna uma normalidade. Não há mais um referencial do que é certo e do que é errado. A honra, entre outras qualidades, são coisas do passado. Quebraram-se todos os padrões de normalidade e de harmonia social.

A autoridade está desmoralizada aos olhos dos antigos, mas é normal aos olhos dos novos que formam essa turba amorfa que vem surgindo no cenário nacional.

Os pais de hoje já não formam a família sobre os mesmos valores com que a formavam antigamente. Os jovens crescem com a nova mentalidade de que tudo com que os antigos se indignavam, para eles, é a normalidade.

O Brasil agora é outro, onde não há lugar para os que se indignam ou se dizem ultrajados. Para eles, trata-se apenas de uma inveja por não estarem participando do butim.

Em 16 anos o consórcio socialista formado pelas quadrilhas ‘PSDB/PT’ e colaboradores, descaracterizou completamente a sociedade brasileira.

Em minha passagem pelo Instituto de Economia da Unicamp, tive a pachorra de ouvir de um de seus professores, filiado ao PSDB, dizer que a corrupção era ‘um mal necessário’, já que o Estado não sabia aplicar corretamente o dinheiro arrecadado dos impostos. E que, através da corrupção, os recursos pelas mãos dos corruptos, acabam mais bem aplicados pelos investimentos na ‘iniciativa privada’. Não me convenci. A maior parte do dinheiro, desviado dos cofres públicos, vai para os paraísos fiscais e não é aplicado aqui em Pindorama.

De qualquer forma, essa gente do PSDB/PT et caterva, da base de sustentação governista, de ambos os partidos e colaboradores (que são muitos e fisiológicos) – esses dois dos principais partidos traidores da pátria –, demonstram claramente que pretendem fazer ‘justiça com as próprias mãos’. Eles não querem vingança somente contra as Forças Armadas, que os alijaram da res pública, mas também contra o povo que lhes traiu em 1964, apoiando a contra revolução redentora da pátria.

Ninguém parece perceber isso.

PSDB/PT et caterva, ou seja, PMDB e demais, tomaram o Brasil de assalto diante de um eleitorado xucro, fazendo dessa posse do Brasil uma espécie de empresa que lhes pertencem. Reinam eles, absolutos, sobre um povo cujo eleitorado que se encaixa mal adequadamente em tudo o que é em cima, e também em tudo que é embaixo.

Fica ressalvada apenas uma minoria, que não aceita essa situação retrógrada. Eu faço parte de desta minoria e, à medida que ela aumentar, os caminhos de uma revolução sangrenta poderão se tornar os únicos a serem percorridos.

Talvez falte isso mesmo, ao povo brasileiro, para que se qualifique como uma das maiores potências mundiais, democráticas e capitalistas.

 

(by appointment of my friend ‘Patriota’ who sent me this text)

 

Saudações,

 

  
Francisco Vianna
Comentários

O que você achou deste texto?        Nome:     Mail:    

Comente: 
Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui