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Ensaios-->Lembrai-vos de 35! Esquecer é também trair! -- 25/11/2010 - 09:48 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Repassando...
Desconheço o autor, mas sabe-se que esquecer também é trair...

*************

Estão testando até onde vai o poder relativo recentemente adquirido em termos de História...
É, ao mesmo tempo, revoltante e principalmente preocupante que, há anos tenham se infiltrado num meio de tão fácil permeabilidade social como a educação e, nele comecem a por de fora suas mangas para testar como estamos em relação à atenção para os ataques.

É notório que os que nela militam estão no Brasil em busca de ascendência social e venham de forma legítima 'buscando um lugar ao sol' apesar de sabermos que é um dos segmentos mais explorados por todos os tipos de governo e sociedade política e economicamente comuns hoje em dia explorar ao máximo os educadores e usá-los a seu serviço como massa de manobra pois, no Brasil ao menos, em grande parte, por virem de estamentos sociais mais baixos - numa reprodução das sociedades tanto socialistas quanto capitalistas - os filhos da burguesia melhor assentada na escada social vão para áreas mais atrativas e que 'dão melhor futuro'(sic) - alguns ainda vão para Letras/tradução pois não querem saber de sala de aula (nem teriam condição) -, que a educação, faz com que muitas dessas pessoas, com pouco preparo e conhecimento da História verdadeira, não só a contada pelos vencedores, tendenciosa e falaciosa em qualquer lado, se deixem seduzir por ideologias que acabem fazendo-as crer que o socialismo/comunismo seja melhor para si e os seus e seus futuros. É provado que não.

Executar a 'Internacional' talvez nem o Hino Nacional é 'bater na cara' no cidadão, provocação que escolhe e indica caminhos que não queremos nem precisamos trilhar. É preciso saber se é verdade o que ocorreu e se já se está indo tanto com o carro à frente dos bois.
É mais que necessário ficarmos atentos e demonstrar repulsa por essas ações alienígenas.
Precisamos de polítcas sociais de inclusão focadas para determinados segmentos sim, de forma a propiciar condições de escolha e busca de futuro cada vez mais digno mas, é preciso também enxergar o que está escondido por trás de visões obliteradas por filtros que negam a liberdade de escolha.

Flávio

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“LEMBRAI - VOS DE 35!”

O contundente, incisivo e conciso “slogan”, uma estaca gravada no coração dos comunistas, aos poucos perde, num país sem memória, o seu principal ensinamento - a cautela, a atenção, a prevenção.

À época, considerado um país semicolonialista, seu contexto era fértil, assim julgavam, para a execução dos mesmos métodos aplicados, exitosamente, no golpe bolchevista de 17 de novembro de 1917.

A tentativa, desencadeada em solo pátrio contava com o aval, planejamento, apoio e monitoramento da Internacional Comunista (Moscou), que iludida com as informações de Luís Carlos Prestes, o Cavaleiro da Esperança (russa?), de que as frentes populares estavam aos seus serviços e submissas aos seus desígnios, e que o Brasil cairia de maduro aos pés de suas propaladas “colunas de guerrilheiros”.

Pretendiam transpor para o Brasil, o modelo de revolução delineado por Moscou e, assim, as mesmas idéias - força e os mesmos temas foram explorados à exaustão, cópias fiéis daquela ação revolucionária que contavam como favas contadas, crentes na passividade do povo e na inépcia das Forças Armadas.

O relativo sucesso na área militar, assim entendido o esforço de infiltração e de recrutamento de adeptos nas Forças Armadas, viria a ser importante fator para o desencadeamento da primeira tentativa de tomada do poder pelos comunistas por meio da luta armada.

A republiqueta sul - americana estava pronta para cair.

E a tentativa teve lugar, na noite de 23 de novembro em Natal, na manhã de 24 em Recife, e na madrugada de 27 no Rio de Janeiro. Em cada, um retumbante fracasso.

Tolhida no Rio de Janeiro, seu principal foco, soçobrou nos demais estados. Inerme, sem os sucessos iniciais esperados, sucumbiu no seu nascedouro, graças ao sacrifício de um punhado de heróis.

Felizmente, apesar das vítimas imoladas no altar da insânia, da covardia e da insensatez, o 27 de novembro de 1935, que cobriu de luto a memória nacional, também foi uma data fatídica, infausta para os inimigos da democracia, que pelas armas, traiçoeiramente, vitimaram inocentes, ao sacudir uma nação pacífica e ordeira com um macabro golpe de força.

Sim, lembrar o quê? Como fracassou a PRIMEIRA TENTATIVA DE TOMADA DO PODER?

Sim, para os subversivos não é bom recordar uma vergonhosa e insana intentona; portanto, apaguem da memória, dos registros, dos arquivos, para que os incultos cidadãos esqueçam as lições da história, e como os tolos, recaiam nos mesmos erros, cometam os mesmos enganos e entronizem falsas ideologias e solertes embusteiros.

É brasileiros, a DEMOCRACIA é por demais importante e frágil para ser descurada, e ficar à mercê de golpistas e interessados em substituí - la por práticas, sabidamente tiranizadoras.

Patriotas, diante da nebulosa sombra que paira novamente sobre esta terra, ameaça crescente advinda da aplicação das teorias de Gramsci, e outros ideólogos comunistas, alertamos que no dia de ontem, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), na Faculdade de Educação, teve início, e prosseguirá nesta data, O Ciclo de Conferências Socialismo e Educação.

No Ato De Abertura, às 0830 horas de 22 de novembro, foi executada a “Internacional”.

Portanto, todo o cuidado é pouco. E, por mais que eles deplorem,

“LEMBRAI - VOS DE 35”, ou melhor, “DE 27 DE NOVEMBRO DE 1935”.

ESQUECER TAMBÉM É TRAIR

Brasília, DF, 23 de novembro de 2010


Obs.: Textos recebidos de meu amigo Eraldo Banza (F. Maier).



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