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Ensaios-->Carta a Marcus Flavinius -- 13/09/2010 - 08:52 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Carta de Marcus Flavinius

Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 12 de setembro de 2010.

A República agoniza – fala. O dinheiro, a libertinagem, os costumes gregos corrompem os cidadãos. A plebe vive da esmola que lhe dão a cada mês. Se não receber a parte do trigo que calcula lhe devem, insurge-se. Mas os magistrados eleitos, os questores, tribunos, pretores e cônsules são ainda piores que os pobres cidadãos. Compram os votos; vendem a si mesmos. (Caio Júlio César)

Recebi, recentemente, um e-mail do grande amigo e mestre Coronel Gelio Augusto Barbosa Fregapani no qual ele faz um comentário sobre as medidas que vem sendo adotadas pelo Governo Federal em relação ao desprestigiado Ministério da Defesa. Fregapani conclui, o mesmo, reproduzindo o conteúdo de uma carta redigida pelo Centurião da Segunda Coorte da Legião Augusta, Marcus Flavinius, ao seu primo Tertullus, em Roma, aproximadamente no ano 20 DC. A atualidade e a semelhança com os acontecimentos da Roma antiga com os do Governo encastelado no Planalto são impressionantes.



- Tomem Cuidado com a Cólera das Legiões



“Ao deixar nossa terra natal, disseram-nos que íamos defender os direitos sagrados a nós conferidos por tantos de nossos cidadãos assentados em além-mar, por tantos anos de nossa presença, por tantos benefícios levados por nós para populações que necessitavam de nossa assistência e de nossa civilização. Fomos capazes de verificar que tudo era verdadeiro e, porque era verdadeiro, não hesitamos em derramar nossa cota de sangue, em sacrificar nossa juventude e nossas esperanças.



Não nos arrependemos de nada, mas enquanto aqui somos inspirados por este estado de espírito, dizem-me que, em Roma, as facções e conspirações são numerosas, que as traições prosperam, e que muitas pessoas em suas incertezas e confusões dão atenção às horríveis tentações de abandonar e difamar nossas ações.



Não posso acreditar que tudo isto seja verdadeiro, ainda que as guerras recentes tenham mostrado quão prejudiciais tais ambientes possam ser e aonde possam levar. Apresse-se em acalmar-me - é o que peço - e diga-me que nossos amigos cidadãos nos entendem, apoiam-nos e nos protegem, como estamos protegendo a glória do Império. Se for de outra forma, se tivermos que deixar nossos alvos ossos em vão, nestas areias desertas, então tomem cuidado com a cólera das legiões”.





Solicito Publicação



Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)

Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E–mail: hiramrs@terra.com.br



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