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Artigos-->Centro de tortura no Rio -- 11/01/2013 - 09:47 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

10/01/13

 Jornalista que morreu na Argentina indicou à CNV existência de centro clandestino de tortura no Rio

Ottoni Fernandes atuou na resistência ao regime militar e foi preso e torturado pela equipe do delegado Fleury. Em depoimento à CNV, apontou a existência de uma casa de tortura na zona sul da cidade

 

Descrição: 10/01/13 - Jornalista que morreu na Argentina indicou à CNV existência de centro clandestino de tortura no Rio

Jornalista Ottoni Fernandes, morto no último dia 28 na Argentina./ Foto: Agência Brasil.

O jornalista Ottoni Guimarães Fernandes Júnior, morto no último dia 28 na Argentina, prestou um importante serviço à Comissão Nacional da Verdade e à luta pela busca da memória e justiça. Militante de oposição à ditadura de 64, Fernandes se ofereceu para prestar depoimento à CNV, em outubro passado, onde contou detalhes da sua prisão e tortura, em 1970, pela equipe do delegado Sérgio Paranhos Fleury.

Fernandes foi preso por integrar a Aliança Libertadora Nacional (ALN), grupo de resistência armada à ditadura, e levado a um centro de tortura clandestino localizado em São Conrado, bairro da zona sul carioca, junto com outros cinco prisioneiros, todos encapuzados.

A casa de tortura indicada por Ottoni já havia sido mencionada em depoimentos de outros torturados, mas nunca com a precisão que possibilitasse o reconhecimento do local. Ali, esteve preso com Eduardo Leite, o Bacuri. Ele contou que encontrou Eduardo muito machucado, “mas ainda vivo”. Bacuri foi encontrado morto em São Paulo, após mais de 100 dias de prisão e tortura no Rio de Janeiro.

Apesar de a tortura ser ilegal, mesmo no regime militar, e, portanto, esses locais são clandestinos, casas como as mencionadas por Ottoni são chamadas de “centros clandestinos” de tortura, pois as sevícias ocorriam em imóveis privados, normalmente cedidos por colaboradores do regime e não em prédios públicos. Esse expediente geralmente acontecia quando a prisão ainda não era oficialmente documentada e comunicada às autoridades judiciais.

“Ottoni revelou nomes de companheiros desaparecidos que encontrou, ainda com vida, em vários presídios e casas de tortura por onde passou. Foi um colaborador valioso da CNV na questão dos mortos e desaparecidos e da estrutura da repressão da Ditadura. A mesma calma com que falou à Comissão deve tê-lo ajudado a enfrentar a violência a que foi submetido em vários lugares do Rio, sem entregar ninguém”, afirma a psicanalista Maria Rita Kehl, membro da CNV, que participou, com Paulo Sérgio Pinheiro e José Carlos Dias, da colheita do depoimento de Fernandes.

Ottoni Fernandes foi torturado diversas vezes e só conseguiu sair com vida da prisão porque entregou pistas de um “ponto” (como eram chamados os locais de reunião dos opositores ao regime miliar) falso, armado por ele próprio com antecedência para despistar os militares em caso de prisão.

Ao final do depoimento, Fernandes disse: "a tortura não termina quando param de te bater, nem quando você sai dos quartéis e delegacias e vai pro presídio. A tortura psicológica dos presos não termina nunca".

HISTÓRIA E RESISTÊNCIA - Ottoni Fernandes foi um militante de esquerda que atuou na resistência à ditadura militar de 64. O primeiro contato com a militância veio através do movimento estudantil, em SP. Em seguida, entrou para na Aliança Libertadora Nacional (ALN), no Grupo Tático Armado, e em 1968 já vivia na clandestinidade.

Depois da morte do líder da ALN, Carlos Marighella, Fernandes foi viver clandestinamente no Rio de Janeiro. No bolso de Marighella foi encontrado o endereço de um irmão do depoente que não tinha ligação com a resistência, mas que abrigava alguns militantes em sua casa em Curitiba.

Em 1970, Fernandes foi preso pela equipe do delegado Fleury e por militares do Centro de Informações da Marinha (CENIMAR), no bairro da Tijuca. Foi torturado e depois levado ao Distrito Naval onde respondeu a um Inquérito Policial Militar (IPM). Quando o preso descrevia as torturas que havia sofrido, o delegado Fleury ordenava ao escrivão que omitisse as informações, segundo relatou.

Ottoni Fernandes também atuou como jornalista em jornais de circulação nacional como a Gazeta Mercantil, onde chegou a ser diretor-geral. Foi redator-chefe da revista Isto É e editor da Exame. Foi também diretor de Comunicação do Instituto Lula, secretário executivo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República na gestão de 2007 a 2010 e atualmente ocupava a direção internacional da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Ele sofreu um infarto fulminante dia 28 de dezembro, quando passava férias com a família na Patagônia Argentina. O corpo de Fernandes foi sepultado em São Paulo no último dia 4 de janeiro. As memórias do jornalista também podem ser lidas no livro “O Baú do Guerrilheiro”, publicado em 2004, pela editora Record.

 

Assessoria de Comunicação

Comissão Nacional da Verdade

Mais informações à imprensa: Lívia Mota e Marcelo Oliveira

61-3313-7324      

comunicacao@cnv.presidencia.gov.br

http://www.cnv.gov.br/noticias/10-01-13-jornalista-que-morreu-na-argentina-indicou-a-cnv-existencia-de-centro-clandestino-de-tortura-no-rio/

 

Comentário

Félix Maier

Faltou o essencial ser publicado no texto acima, postado no site chapa-branca dos comissários do povo: quais os crimes cometidos pelo jornalista em questão. Tenho certeza que nenhum anjinho foi torturado, a maioria dos ditos "torturados" tinham ligações com grupos terroristas sanguinários, como a própria presidente Dilma Rousseff e sua querida VAR-Palmares. Convém ressaltar que muitos terroristas e "militantes" políticos mentiam sobre a tortura quando eram presos - assim como fazem os meliantes da atualidade, orientados por advogados - para tentar se defender perante os grupos terroristas de que confessaram sob tortura e por isso delataram companheiros, e para tentar obter pena mais suave na Justiça Militar.

Seria interessante a Comissão Nacional da Verdade publicar em seu site o verdadeiro autor da morte de Edson Luís, ocorrido em 1968 no restaurante Calabouço, no Rio de Janeiro. Eu já informei aos comissários do povo o nome do assassino e até agora obtive apenas um retumbante silêncio.

O historiador Carlos Ilich Santos Azambuja, no texto A parcialidade escancarada, assim escreve a respeito da reticência de Elio Gaspari sobre o assunto: “Por que Gaspari, um historiador, evita dizer o nome desse seu colega, de Faculdade e de partido, que disparou a arma? Esse é um segredo de polichinelo, embora jamais o autor da morte tenha sido processado por esse crime. Seu nome? Apenas as iniciais, pois não desejo prejudicá-lo, onde quer que esteja. Assim, aquilo que ele julga que ninguém sabe, ele vai saber que eu sei: ACFPP”. No dia 22/11/2012, por meio de e-mail, Azambuja me confidenciou: “O nome do cara do qual eu escrevi apenas as iniciais é ANTONIO CARLOS FARIA PINTO PEIXOTO, na época militante do PCB. Faleceu em 15 de Julho de 2012”. - Cfr. em A voz do Ouvidor da Comissão Nacional da Verdade - Usina de Letras.

Aposto que os comissários bolcheniquins não têm interesse em elucidar esse fato da História recente do Brasil, porque estão comprometidos apenas com a defesa dos terroristas, em detrimento dos fatos. Ou seja, não passam de farsantes a serviço do petralhismo.

 
 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:

PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara

Netsaber

Usina de Letras

 

 

DNA: Deu positivo, Lula é o Pai do Mensalão!!!

Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu,

Márcio Alaor de Araújo,

Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,

Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:

O mensalão em 38 fotos

A cronologia do escândalo do mensalão

E Dirceu e LuLLa não sabiam de nada?

O Chefe, de Ivo Patarra

Planalto fez gestão para poupar Lulinha

Lula, o BMG e o tenebroso decreto de sexta-feira, 13

Advogado de Jefferson diz que Lula era o chefe do mensalão

Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão

Nervos demais, Lula de menos no mensalão

As provas contra o BMG

MPF acusa Lula de improbidade por favorecer BMG

Ministério Público Federal entra com ação contra Lula

Lula e ex-ministro são acusados de favorecer Banco BMG

MPF/DF PEDE CONDENAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Ministério Público pede bloqueio dos bens de Lula

Banco do Brasil vai incorporar o deficitário Banco Popular

Os esquecidos do mensalão

Os segredos de Valério – Reinaldo Azevedo 

Carlinhos Cachoeira – Wikipédia, a enciclopédia livre

Há seis anos, Cachoeira era personagem da CPI dos Bingos, a 'CPI do fim do mundo'

Cachoeira teria ligações com executivo da construtora Delta

Delta recebeu dinheiro do PAC por obra inexistente

Delta financiou a campanha presidencial de Dilma

Imagens de O Chefe Lula

 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Avenida Brasil: A novela do mensalão

Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

Imagens de mensalão em história de quadrinhos

A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos

 

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil

 

Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em

http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html

 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

(já disponível em livro - http://www.editoraschoba.com.br/detalhe-livro.php?id=281)

 

LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2
TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4

 

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