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Ensaios-->Qual é a História que se ensina nas escolas militares? -- 25/10/2007 - 10:36 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Preâmbulo

Félix Maier

Ali Kamel, jornalista de O Globo, descobriu recentemente a roda, ao escrever alguns artigos sobre a doutrinação esquerdóide existente nas escolas e nas universidades brasileiras. Ora esses graves fatos já foram anteriormente denunciados por pensadores como Olavo de Carvalho, José Osvaldo de Meira Penna, Ubiratan Iório (Jornal do Brasil), Ipojuca Pontes (site Mídia Sem Máscara), Miguel Nagib (site Escola Sem Partido) e outros, como este simples escriba, que em 2000 escreveu 'As libélulas da USP', disponível no endereço http://www.olavodecarvalho.org/convidados/libelulas.htm e também neste site, http://www.dominiocultural.com/artigo/?id=1282&PHPSESSID=07081538b160e0828719ddecd8ff9640.

No entanto, quando Ali Kamel descobriu a roda (digo, ao abordar o assunto em O Globo), houve uma ampla discussão na mídia, o que é ótimo, de modo que até a revista Época, em seu último número (22/10/2007), abordou o tema em chamada de capa 'O que estão ensinando a nossas crianças'. Convido o leitor a clicar em http://www.blogdasemana.globolog.com.br/ e deixar seu comentário sobre o tema.

Abaixo, transcrevo carta do coronel da Aeronáutica, Lúcio Wandeck, que, além de prestar seu depoimento pessoal, interpela nossas autoridades a respeito do assunto, especialmente as autoridades militares. O coronel Lúcio está muito preocupado que nosso País venha a produzir milhares de novos Lamarcas, com a lavagem cerebral de nossos jovens e adolescentes, no que tem razão, especialmente os 'lamarcas' que já proliferam dentro do grupo guerrilheiro que eu chamo de 'messetê' (MST), que tem Che Guevara, 'el chancho' (o porco) como patrono.

Triste Brasil! Triste América Latrina!

***

QUAL É A HISTÓRIA, SENHORES?

Segunda-feira, 22 de outubro de 2007 13:50

Senhor Procurador-Geral da República
Senhores Comandantes da Marinha, Exército e Aeronáutica
Senhores Oficiais-Generais
Senhores Capitães de Mar-e-Guerra e Coronéis
Senhores Capitães-de-Fragata e Tenentes-Coronéis

Quem lhes encaminha a matéria abaixo da autoria do jornalista Ali Kamel é um velho coronel de 74 anos, que em 31 de março de 1964, tenente ainda, pegou em armas e foi juntar-se a uma centena ou pouco mais de oficiais superiores e a uns tantos capitães e tenentes das três Armas que se agruparam na escola Anne Frank, ao lado do Palácio Guanabara, único reduto de apoio às tropas de Minas Gerais que marchavam para o Rio de Janeiro a fim de depor o presidente João Goulart, que, estrategicamente, se homiziara no Palácio das Laranjeiras contando com o socorro que, presumivelmente, adviria do Corpo de Fuzileiros Navais, sob o comando do execrável almirante Cândido Aragão.

Quem lhes encaminha esta mensagem presenciou quando o governador Carlos Lacerda dirigiu-se à escola Anne Frank e informou ao Ten Cel Av Burnier (comandante do grupo de insurgentes) que acabara de receber uma ligação do general Amaury Kruel, que lhe dissera: 'sob o meu comando, as tropas do II Exército marcham para o Rio de Janeiro a fim de depor o presidente da República'. Foi um alívio receber essa notícia, porque sendo Kruel e João Goulart amigos, especulava-se qual seria a posição do general. Especulação infundada, porque aos generais o cumprimento do dever para com o Exército e à Pátria sobrepunha-se a laços de amizade, carreira militar, aspirações políticas, interesses pessoais e temores de qualquer ordem.

Fui um tenente que com uma velha submetralhadora Thompson a tiracolo protegeu de uma possível cilada o major de Artilharia Etchegoyen, enquanto ele, cumprindo ordem do Ten Cel Burnier, interrogou o comandante de três carros blindados na esquina da Rua das Laranjeiras com Pinheiro Machado. Havia-nos chegado o informe de que o comandante queria juntar-se a nós, mas não conseguia prosseguir porque havíamos obstruído o acesso ao Palácio Guanabara com pesados caminhões de lixo. Precisávamos saber qual era a verdadeira motivação do comandante, tenente de Cavalaria Fred Perdigão, já falecido, que a nós se juntou com seus blindados na defesa incondicional da democracia, e a quem nunca foi dado sequer o nome de um beco em algum subúrbio carente, ao passo que, em homenagem à memória do Ten Cel Av (comunista) Paulo Malta Rezende, anos depois foi dado o nome de um logradouro na Barra da Tijuca. O Ten Cav Perdigão cumpriu, de modo inconteste, o juramento de 'dedicar-se inteiramente ao serviço da Pátria, cuja Honra, Integridade e Instituições defenderei com o sacrifício da própria vida'.

Meus senhores, é exclusivamente com a prerrogativa de quem testemunhou a História que lhes dirijo a palavra, não para enfatizar que lhes cabe a defesa dos postulados que levaram as Forças Armadas à contra-revolução de 1964, porque essa proposição é inerente ao soldado. Contudo, cabe-lhes, e como cabe-lhes!, perceber que se avizinha célere o avanço dos gramicistas que ora preparam, sem reação, nas escolas e nos campos o terreno para a implantação da ditadura do proletariado.

Vale o ditado, 'de nada adianta colocar o cadeado depois da porta arrombada!'

Meus senhores, Procurador-Geral da República, Oficiais-Generais e Oficiais-Superiores -- muitos dos quais crianças ou adolescentes em 1964 ou nos anos subseqüentes -- chegou a hora, e como chegou!, de, em defesa das crianças e adolescentes de hoje do nosso Brasil, tomar a atitude que compete, constitucionalmente, a Vossas Excelências.
Lembremos que essas crianças serão os futuros oficiais, sargentos, soldados e marinheiros das nossas Forças Armadas.

Quantos Lamarcas teremos no futuro, se hoje não colocarmos um ponto final nessa lavagem cerebral a que estão expostos?
Lembremos que a História que aprendemos nos bancos escolares -- fase de formação da consciência -- fica para sempre.

Também é hora de perguntar aos senhores Oficiais-Generais, qual é a História que vem sendo ministrada aos nossos marinheiros, soldados, alunos dos colégios militares, escolas de formação e aperfeiçoamento de subalternos, escolas preparatórias de cadetes, e aos aspirantes e aos cadetes das academias de formação de oficiais, e, por que não, aos oficiais-alunos dos Cursos de Aperfeiçoamento, Guerra Naval e Estado-Maior, nenhum deles testemunha da História e, muito pelo contrário, vítimas da descomunal, solerte, insidiosa, execrável campanha movida dia-a-dia, há décadas, pelos vencidos de 1964?

Em 1977, aluno do Curso de Admissão à ECEMAR, dei parte de um professor (civil) de história, que a interpretava com tendência socialista. Ainda hoje, isso poderá ocorrer nas escolas militares?

A História que vem sendo ministrada às nossas crianças pelo MEC, sob a direção do ministro da Educação Fernando Haddad, indicado pelo PC do B, é uma afronta à democracia e à Pátria, que exige ser tecnicamente tipificada e seus autores denunciados pela Procuradoria-Geral da República.

'Quem se omite, indiretamente se associa!', é bom lembrar, antes que seja tarde demais.

Atenciosamente,

Lúcio Wandeck

Coronel da Aeronáutica - Reformado

***

O Globo - 18 set 2007

O que ensinam às nossas crianças

ALI KAMEL

Não vou importunar o leitor com teorias sobre Gramsci, hegemonia, nada disso. Ao fim da leitura, tenho certeza de que todos vão entender o que se está fazendo com as nossas crianças e com que objetivo. O psicanalista Francisco Daudt me fez chegar às mãos o livro didático 'Nova História Crítica, 8ª série' distribuído gratuitamente pelo MEC a 750 mil alunos da rede pública. O que ele leu ali é de dar medo. Apenas uma tentativa de fazer nossas crianças acreditarem que o capitalismo é mau e que a solução de todos os problemas é o socialismo, que só fracassou até aqui por culpa de burocratas autoritários. Impossível contar tudo o que há no livro. Por isso, cito apenas alguns trechos.

Sobre o que é hoje o capitalismo: 'Terras, minas e empresas são propriedade privada. As decisões econômicas são tomadas pela burguesia, que busca o lucro pessoal. Para ampliar as vendas no mercado consumidor, há um esforço em fazer produtos modernos. Grandes diferenças sociais: a burguesia recebe muito mais do que o proletariado. O capitalismo funciona tanto com liberdades como em regimes autoritários.'

Sobre o ideal marxista: 'Terras, minas e empresas pertencem à coletividade. As decisões econômicas são tomadas democraticamente pelo povo trabalhador, visando o (sic) bem-estar social. Os produtores são os próprios consumidores, por isso tudo é feito com honestidade para agradar à (sic) toda a população. Não há mais ricos, e as diferenças sociais são pequenas. Amplas liberdades democráticas para os trabalhadores.'

Sobre Mao Tse-tung: 'Foi um grande estadista e comandante militar. Escreveu livros sobre política, filosofia e economia. Praticou esportes até a velhice. Amou inúmeras mulheres e por elas foi correspondido. Para muitos chineses, Mao é ainda um grande herói. Mas para os chineses anticomunistas, não passou de um ditador.'

Sobre a Revolução Cultural Chinesa: 'Foi uma experiência socialista muito original. As novas propostas eram discutidas animadamente. Grandes cartazes murais, os dazibaos, abriam espaço para o povo manifestar seus pensamentos e suas críticas. Velhos administradores foram substituídos por rapazes cheios de idéias novas. Em todos os cantos, se falava da luta contra os quatro velhos: velhos hábitos, velhas culturas, velhas idéias, velhos costumes. (...)

No início, o presidente Mao Tse-tung foi o grande incentivador da mobilização da juventude a favor da Revolução Cultural. (...) Milhões de jovens formavam a Guarda Vermelha, militantes totalmente dedicados à luta pelas mudanças. (...) Seus militantes invadiam fábricas, prefeituras e sedes do PC para prender dirigentes politicamente esclerosados. (...)

A Guarda Vermelha obrigou os burocratas a desfilar pelas ruas das cidades com cartazes pregados nas costas com dizeres do tipo: Fui um burocrata mais preocupado com o meu cargo do que com o bem-estar do povo. As pessoas riam, jogavam objetos e até cuspiam. A Revolução Cultural entusiasmava e assustava ao mesmo tempo.'

Sobre a Revolução Cubana e o paredão: 'A reforma agrária, o confisco dos bens de empresas norte-americanas e o fuzilamento de torturadores do exército de Fulgêncio Batista tiveram inegável apoio popular.'

Sobre as primeiras medidas de Fidel: 'O governo decretou que os aluguéis deveriam ser reduzidos em 50%, os livros escolares e os remédios, em 25%.' Essas medidas eram justificadas assim: 'Ninguém possui o direito de enriquecer com as necessidades vitais do povo de ter moradia, educação e saúde.'

Sobre o futuro de Cuba, após as dificuldades enfrentadas, segundo o livro, pela oposição implacável dos EUA e o fim da ajuda da URSS: 'Uma parte significativa da população cubana guarda a esperança de que se Fidel Castro sair do governo e o país voltar a ser capitalista, haverá muitos investimentos dos EUA. (...) Mas existe (sic) também as possibilidades de Cuba voltar a ter favelas e crianças abandonadas, como no tempo de Fulgêncio Batista. Quem pode saber?'

Sobre os motivos da derrocada da URSS: 'É claro que a população soviética não estava passando forme. O desenvolvimento econômico e a boa distribuição de renda garantiam o lar e o jantar para cada cidadão. Não existia inflação nem desemprego. Todo ensino era gratuito e muitos filhos de operários e camponeses conseguiam cursar as melhores faculdades. (...)
Medicina gratuita, aluguel que custava o preço de três maços de cigarro, grandes cidades sem crianças abandonadas nem favelas... Para nós, do Terceiro Mundo, quase um sonho não é verdade? Acontecia que o povo da segunda potência mundial não queria só melhores bens de consumo. Principalmente a intelligentsia (os profissionais com curso superior) tinham (sic) inveja da classe média dos países desenvolvidos (...)
Queriam ter dois ou três carros importados na garagem de um casarão, freqüentar bons restaurantes, comprar aparelhagens eletrônicas sofisticadas, roupas de marcas famosas, jóias. (...) Karl Marx não pensava que o socialismo pudesse se desenvolver num único país, menos ainda numa nação atrasada e pobre como a Rússia tzarista. (...) Fica então uma velha pergunta: e se a revolução tivesse estourado num país desenvolvido como os EUA e a Alemanha? Teria fracassado também?'

Esses são apenas alguns poucos exemplos. Há muito mais. De que forma nossas crianças poderão saber que Mao foi um assassino frio de multidões? Que a Revolução Cultural foi uma das maiores insanidades que o mundo presenciou, levando à morte de milhões? Que Cuba é responsável pelos seus fracassos e que o paredão levou à morte, em julgamentos sumários, não torturadores, mas milhares de oponentes do novo regime? E que a URSS não desabou por sentimentos de inveja, mas porque o socialismo real, uma ditadura que esmaga o indivíduo, provou-se não um sonho, mas apenas um pesadelo?

Nossas crianças estão sendo enganadas, a cabeça delas vem sendo trabalhada, e o efeito disso será sentido em poucos anos. É isso o que deseja o MEC? Se não for, algo precisa ser feito, pelo ministério, pelo congresso, por alguém.

ALI KAMEL é jornalista.

Leiam ainda:

Polêmica: 20 milhões usaram livros de história rejeitados pelo MEC

Livros da coleção Nova História Crítica têm sido acusados de
veicular propaganda ideológica do socialismo

A coleção de livros didáticos Nova História Crítica, do autor Mario Schmidt, já foi usada nos últimos dez anos por mais de 20 milhões de estudantes no País. O livro foi rejeitado neste ano pela avaliação do Ministério da Educação (MEC) e tem sido acusado de veicular propaganda ideológica. Segundo a Editora Nova Geração, responsável pela publicação, foram comprados e distribuídos a escolas de todo o País 9 milhões de exemplares nos últimos anos. Como o governo só compra livros didáticos a cada três anos, o exemplar deve ser repassado para os colegas mais novos duas vezes, ou seja, é usado por três alunos.

Segundo o ministério, 50 mil escolas receberam a coleção desde 1998. Na compra feita pelo MEC em 2005, ela representava 30% - a maior parte - do total de livros de história escolhidos. A opção pelo livro é feita pelos próprios professores a partir de um guia do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) do MEC. Nele, há uma avaliação de especialistas de universidade federais contratados para o serviço.

'Esse livro é o maior sucesso do mercado editorial didático dos últimos 500 anos', diz o editor da Nova Geração, Arnaldo Saraiva. Ontem, a editora e o autor divulgaram carta conjunta sobre o artigo do jornalista Ali Kamel publicado no jornal O Globo, na terça-feira, que transcreveu trechos da coleção.

'Não publicamos livros para fazer crer nisso ou naquilo, mas para despertar nos estudantes a capacidade crítica de ver além das aparências e de levar em conta múltiplos aspectos da realidade', diz o comunicado. Procurado, Schmidt não quis dar entrevistas.

A coleção, com livros para alunos de 5ª a 8ª séries, menciona que a propriedade privada aumenta o egoísmo e o isolamento entre as pessoas e que o Movimento dos Sem-Terra (MST) se tornou um importante instrumento na luta pela justiça social no Brasil. Além disso, critica o acúmulo de capital da burguesia e faz elogios ao regime cubano. No comunicado divulgado ontem pelo autor e pela editora, eles afirmam haver também no livro trechos que falam de maneira crítica sobre o socialismo e o comunismo. 'A URSS era uma ditadura. O Partido Comunista tomava todas as decisões importantes. (...) Quem criticava o governo ia para a prisão', informa a publicação para a 8ª série.

'O problema do livro do Schmidt é que ele não propõe um debate historiográfico, além das incorreções e do preconceito', afirma o professor de metodologia de ensino de história da pós-graduação da Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP), Alexandre Godoy. Ele diz ainda que as incorreções identificadas pela equipe de avaliação do PNLD na coleção Nova História Crítica, como 'erro conceitual', 'doutrinação ideológica' e 'incoerência metodológica' também aparecem na maioria dos livros didáticos recomendados pelo MEC. 'Não existe um livro ideal, livre de ideologia', afirma Godoy.

Para a docente da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP) Silvia Colello, não se pode pensar que somente a posição ideológica pode ter orientado a escolha dos professores pelo livro. 'Critérios como divisão e sugestão de exercícios costumam ser levados em conta.' Para ela, o maior problema do ponto de vista educacional é a propaganda ideológica, porque a escola deve ser um espaço para os alunos formarem consciência histórica. 'Eles têm de conhecer os fatos para compreender o mundo e a própria vida.'

'Esse autor é bem aceito nas escolas porque tenta uma aproximação com a linguagem adotada pelos jovens, mas acaba caindo em uma abordagem rasa', diz a pedagoga e autora do livro de história da Série Brasil, da Editora Ática, Maria Lima. Sua tese de doutorado na USP discutia justamente as relações entre língua escrita e consciência histórica em produções textuais para crianças e adolescentes.

Para ela, o maior problema da coleção Nova História Crítica é a superficialidade. Além disso, ela acredita que o autor peca ao tentar brincar com algumas informações importantes e a ironia não fica clara. Na página 65 do livro da 8ª série, por exemplo, a legenda de uma imagem é a seguinte: 'Crianças levam flores para o doce papai Stalin. ?Salve a infância!? Obra de propaganda do governo soviético.' No trecho, faltam elementos para explicar a ironia, o que pode prejudicar uma compreensão crítica dos alunos, acredita.


TRECHOS

Página 65:

'A propriedade privada separava mais ainda as pessoas uma das outras. Porque um grupo de pessoas tinha boas propriedades e vivia bem, e as outras ficavam com poucas coisas e viviam mal. A propriedade privada aumentava o egoísmo e o isolamento entre as pessoas'

Página 191:

'O MST tornou-se um importante instrumento na luta pela justiça social no Brasil do começo do séc. XXI. Seu objetivo é simples: a reforma agrária. Ou seja, terra para quem trabalha no país onde há tanta terra nas mãos de quem não trabalha'

Página 109:

'E como foi que a burguesia inglesa conseguiu acumular tanto capital? Financiando os ataques corsários (piratas), traficando escravos, emprestando dinheiro a juros, pagando salários miseráveis... Vencendo guerras, comerciando, impondo tratados...'

Página 225:

'Cuba é um país pobre que conseguiu bons resultados no campo da educação e da saúde. Por que o Brasil, que tem uma economia mais industrializada e uma renda per capita superior à cubana, ainda não alcançou esses resultados?'

*Nova História Crítica para 8ª série:

*Na introdução

'Ou seja, o autor não é o dono do saber absoluto.'

*Página 225

'Logo depois da Revolução Cubana, inúmeros comandantes do Exército e da Polícia do antigo ditador Fulgêncio Batista, conhecidos por suas ligações com a tortura de presos políticos, a corrupção e as ligações com a máfia, foram julgados por tribunais revolucionários e fuzilados. Na revolução nicaragüense, ao contrário, os oficiais somozistas desonestos e assassinos foram punidos apenas com alguns anos de cadeia. Você concorda que torturadores e assassinos de presos políticos sejam executados depois de uma revolução popular?'

*Nova História Crítica para 7ª série:

*Página 211

Comparação entre vida tradicional e vida na modernidade:

Sociedades tradicionais

*Vida tranqüila na aldeia
*Vida comunitária: todo mundo se conhece
* Sentimento de solidariedade
*O tempo passa mais devagar e acompanha os ciclos da natureza

Modernidade

*Vida agitada na cidade
* Solidão nas grandes cidades
* Individualismo e competição
* 'Tempo é dinheiro: disciplina do trabalho para aumentar a produção tudo muda sem parar'

Fonte: Estadão


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