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Ensaios-->MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL BATISTA -- 03/10/2005 - 00:08 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


MISSIONÁRIOS AMERICANOS
E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL
EVANGÉLICO.






















TODOS OS DIREITOS RESERVADOS- É PROIBIDA A REPRODUÇÃO TOTAL OU PARCIAL DA OBRA, de qualquer forma ou por qualquer meio sem a autorização prévia e por escrito do autor. A violação dos Direitos Autorais(Lei nº 9610/98) é crime estabelecido pelo artigo 184, do Código Penal Brasileiro.



Coordenação Gráfica:
EDITORA KELPS-ISBN 86110
RUA 19, Nº 100, SETOR MARECHAL RONDON
FONE: (62) 3211-1616/ FAX (62) 3211 10 75
CEP 74560-460- GOIÂNIA, GOIÁS.
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Homepage: www.kelps.com.br








C2007
MÁRIO RIBEIRO MARTINS
Caixa Postal, 90
Palmas, Tocantins, 77001-970
FONE: (063) 3215 4496
Celular: (063) 99779311.


Impresso no Brasil
Printed in Brazil
2007






MÁRIO RIBEIRO MARTINS
Procurador de Justiça
Professor Universitário
(da Academia Goiana de Letras
e da Academia Tocantinense de Letras)














MISSIONÁRIOS AMERICANOS
E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL
EVANGÉLICO.







KELPS
Goiânia-GO
2007




Copyright C 2007 by Mário Ribeiro Martins.



Diagramação:
Capa:
Revisão: MÁRIO MARTINS




FICHA CATALOGRÁFICA


CIP- Brasil- Catalogação na fonte
Biblioteca Pública Estadual Pio Vargas
..................................................................................................................
.
Martins, Mário Ribeiro, 1943 .
M244d MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASI EVANGÉLICO.
Mário Ribeiro Martins .
Goiânia. Kelps, 2007.
p.
ISBN:
1. Brasil-Missionários-Biografias. .
2. Brasil, Goiás, Bahia, Tocantins, etc- I. Título. .
. .
. CDU: 929. 821. 134-3(817.3)-31 .
..................................................................................................................

INDICE PARA O CATÁLOGO SISTEMÁTICO:
Literatura Brasileira-Histórico-Biográfico
CDU: 929.821.134.3(817.3)-31

















DEDICATÓRIA






A todos os colaboradores, pela preciosidade das
informações fornecidas ao autor.




Aos amigos e leitores, com sincera gratidão.
Às minhas duas filhas Nívea Zênia e Nívea Keila, bem como aos netos Danilo e Letícia Minas Novas, além de Samara Minas Novas Martins Morais.


Aos que também pensam como o autor:

“AS GRANDES REALIZAÇÕES SÓ SÃO POSSÍVEIS
POR AQUELES QUE ACREDITAM POSSUIR, DENTRO
DE SI, ALGUMA FORÇA SUPERIOR ÀS CIRCUNSTÂNCIAS”.














OBSERVAÇÃO:

PAGINA 6 (PAR)

TOTALMENTE EM BRANCO. FAVOR NÃO COLOCAR NADA.


































SUMÁRIO




PUBLICAÇÕES DO AUTOR..........................................................9

INTRODUÇÃO................................................................................13

BIOGRAFIAS DOS MISSIONÁRIOS E NACIONAIS..................15

BREVE INFORMAÇÃO BIOBIBLIOGRÁFICA

FORTUNA CRÍTICA

BIBLIOGRAFIA

ÍNDICE ONOMÁSTICO
















PÁGINA 8(PAR)

TOTALMENTE BRANCA. FAVOR NÃO COLOCAR NADA.






































PUBLICAÇÕES DO AUTOR:


1) CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1972.

2) SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

3) SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE. Recife: Acácia Publicações, 1973.

4) GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE(Uma Contribuição Biográfica). São Paulo: Imprensa Metodista, 1973.

5) MISCELÂNIA POÉTICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

6) HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1974.

7) BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Co-autoria com Zaqueu Moreira de Oliveira). Recife: Acácia Publicações, 1974.

8) ESBOÇO DE SOCIOLOGIA. Recife: Acácia Publicações, 1974.

9) FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Goiânia: Editora Oriente, 1979.

10) GILBERTO FREYRE, EL EX PROTESTANTE. Tradução de Jorge Pinero Marques. Argentina: Libreria Y Editorial, 1980.

11) SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Anápolis: Editora Walt Disney, 1980.

12) PERFIL LITERÁRIO. Rio de Janeiro: Editora Arte Moderna, 1981.

13) LETRAS ANAPOLINAS. Goiânia: Editora O POPULAR, 1984.

14) JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS. Goiânia: Editora O Popular, 1986.

15) ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO. Anápolis: Editora Anapolina, 1987.

16) CADEIRA 15(Perfil Biográfico). Anápolis: Editora Anapolina, 1989.

17) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Anápolis: Fica, 1995.

18) ESCRITORES DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1996.

19) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1999.

20) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS. Rio de Janeiro: Master, 2001.

21) CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. Goiânia: Kelps, 2004.

22) RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2005.

23) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2007.

24) DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS. Goiânia: Kelps, 2007, em co-autoria com Filemon Francisco Martins.

25) MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Goiânia: Kelps, 2007.

26) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL(2002), via INTERNET, no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



PUBLICAÇÕES DO AUTOR NA INTERNET:
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARTIGOS:
A INJUSTIÇA DOS CORREIOS.
A PENA DE MORTE É A LEGÍTIMA DEFESA DA SOCIEDADE.
O QUE TANCREDO DISSE A DEUS(Neurim e Pascoal).
SAIU O LIVRO DE EDIMÁRIO.
Políticos do Brasil-um livro de se ler(Liberato Póvoa).
Pastor evangélico-Pr. João Falcão Sobrinho.
DICCIONARIO BIOGRAPHICO DE PERNAMBUCANOS CELEBRES.
MIRORÓS(Bahia)-UM PROJETO INACABADO.
BRASIL 0 X 1 FRANÇAMedo de fantasma(José Sebastião Pinheiro).
RESTRIÇÕES À ENCICLOPÉDIA BARSA.
A PASSAGEM DO MÉDICO JULIO PATERNOSTRO POR PARANÃ.
ESTADOS REPRESENTADOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.
QUEM NÃO FOI PARA A ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.
ATENÇÃO, ESCRITORES!
SOBRE O JALAPÃO(Zuenir Ventura).
ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO.
VIAGEM PELOS RIOS TOCANTINS E ARAGUAIA.
QUEM FOI OSVALDO ALENCAR ROCHA?
QUEM FOI ARTUR RIBEIRO DOS SANTOS?
HORÁCIO DE MATOS E O CAPITÃO MANOEL QUIRINO MATOS.
QUEM FOI O GENERAL MOHAMED CHICHAKLI?
HORÁCIO DE MATOS E O MAJOR MOTA COELHO.
CANTO DO CISNE(Joana Camandaroba).
PALAVRAS AO CORAÇÃO(Enaura Machado).
EXERCÍCIOS DE ADMIRAÇÃO(Ruy Rodrigues da Silva).
BERÇO CULTURAL DO TOCANTINS-NATIVIDADE OU PORTO NACIONAL?
QUEM FOI MILITÃO RODRIGUES COELHO?
A PALMA QUE SE TRADUZIU EM PALMAS.
RESULTADO DO I CONCURSO DE POESIA DA ATL.
QUEM FOI PARSONDAS DE CARVALHO?
A COLUNA PRESTES E O FUNCIONÁRIO DA PREFEITURA DE PALMAS.
O VOTO DE PROTESTO(Alexandre Garcia).
TEOTÔNIO SEGURADO E O DICIONÁRIO DO BRASIL IMPERIAL.
O EX-PROTESTANTE GILBERTO FREYRE(Robinson Cavalcanti).
UM MENINO DE JESUS(Ebenézer Gomes Cavalcanti).
MÁRIO MARTINS-NOTÁVEL DICIONARISTA(Adrião Neto).
A PROSIFICAÇÃO DA VAIDADE(Moura Lima).
O BRASIL ESTÁ VIRANDO UM PAÍS DE CORRUPTOS?
DIREITOS DA SOCIEDADE.
A IDENTIDADE SOCIAL.
DESARMAR O CIDADÃO PARA PROTEGER O BANDIDO(Irapuan Costa Jr).
A LEI BURLANDO A LEI.
CONCURSO NACIONAL DE POESIA.
TOLSTOI E O PADRE JOÃO(Quem foi Leão Leda?)
O CRIME DO CORONEL LEITÃO.
QUEM FOI SANTA DICA?
O CANTÃO TRANSFORMADO EM PASTO.
PT: UNÇÃO DOS ENFERMOS OU EXTREMA-UNÇÃO?(LEONARDO BOFF)
CONHECENDO O TOCANTINS, de Júnio Batista Nascimento.
QUEM FOI TRIGANT DES GENETTES?
LIVROS RAROS.
TOCANTINENSES, TOCANTINS.
QUEM FOI ALFREDO FREYRE?
VIAGEM DE RUFINO TEOTÔNIO SEGURADO.
QUEM FOI MÁRIO MARTINS?
QUEM FOI JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO?
O GOLPE DA RAPINA(Gabriel Nascente).
QUEM FOI ABÍLIO WOLNEY?
QUEM FOI BERNARDO SAYÃO?
A VERDADEIRA FÁBULA DO PINÓQUIO(Liberato Póvoa).
CARTA A GILBERTO FREYRE NETO.
BIOGRAFIAS E BIÓGRAFOS(Enéas Athanázio).
O SUPREMO NÃO É INTOCÁVEL(Armando Acioli).
OS DEZ ANOS DE SERRA DOS PILÕES.
QUEM FOI RUFINO TEOTÔNIO SEGURADO?
IOGA: RELIGIÃO OU TERAPIA?
O CORONELISMO NA HISTÓRIA E NA FICÇÃO(Enéas Athanázio).
CORONEL FACUNDO, MEU PARENTE.
ENTREVISTA SOBRE A ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.
A HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS.
A SOJA COMO DESASTRE ECOLÓGICO.
FORTUNA CRÍTICA.
UM LIVRO ESPECIAL-PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS-
QUEM FOI GILBERTO FREYRE?
MOEMA DE CASTRO E SEU ESPAÇO DA CRÍTICA.
A CONSTRUÇÃO DO ROMANCE EM MOURA LIMA E OUTRAS FACETAS.
O DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS.
UMA ILUSTRE FAMÍLIA DE ARRAIAS.
TOCANTINENSES, TOCANTINS.
A RESPOSTA DE GILBERTO FREYRE.
A SEPULTURA DO GENERAL.
O GENERAL DO POVO.
HISTÓRIA DE UM DICIONÁRIO.
DIONÍZIO CURADOR, MEU PARENTE.
UM DICIONÁRIO TOCANTINENSE.
ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA E A ENTREVISTA DE JOÃO UBALDO RIBEIRO.


DISCURSOS:
DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA TOCANTINEN-
SE DE LETRAS.


ENSAIOS:
DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE A a Z.


REDAÇÃO:
UM BAIANO ILUSTRE(Milton Santos).
CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS.

TODOS ESTES TEXTOS ESTÃO NA INTERNET, NO SEGUINTE ENDEREÇO:
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ATENÇÃO: A Introdução deve começar em página IMPAR, de preferência na página 13.

INTRODUÇÃO


Os missionários americanos, tanto os batistas quanto os de outras denominações, tiveram uma participação especial na vida brasileira e ainda têm. Sempre desejei fazer a biografia de todos eles. Mas a falta de dados terminou por impossibilitar o projeto.

De qualquer forma, ao longo do tempo, fui juntando as informações necessárias e, pelo menos, alguns nomes apareceram.

Outros, como, por exemplo, o meu Reitor no Seminário do Norte, Dr. David Mein, que me aceitou como aluno e depois como Professor, jamais consegui biografia completa.

A. Ben Oliver foi outro sobre o qual pouco consegui, embora tenha sido Reitor do Seminário Batista do Sul, no Rio de Janeiro. É que muitas instituições respondem evasivamente que não possuem mais os dados solicitados.

Todos os nomes abaixo biografados, bem como mais de vinte mil outros nomes, já estão no meu DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, na internet, no site www.mariomartins.com.br

É claro que é impossível fazer a biografia de todos os pastores batistas brasileiros. A ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA publicada pelo Pastor Sóstenes Borges de Sousa, em Salvador, Bahia, em 1996 já apresentava nomes e endereços de 4.922 pastores batistas entre missionários estrangeiros e nacionais.

Quando aluno do Seminário Batista do Norte do Brasil, no Recife, entre 1966 e 1974, tive professores ilustres, porem não consegui suas biografias completas. Dezenas de pastores de renome nacional ficaram de fora. Nem mesmo a INTERNET ajudou. É que nela as biografias só são encontradas, se alguém colocar. Algumas igrejas batistas tem site próprio, mas se esqueceram de prestar uma homenagem aos antigos pastores, colocando um resumo de suas biografias.

Muitos pastores, por outro lado, publicam os seus livros e não colocam nem uma informação biográfica, o que dificulta o trabalho do pesquisador.

Como se vê, este livro apareceu, primeiro na internet, no meu site, como um projeto piloto e só depois, com as atualizações que apareceram, foi transformado em livro.

Trata-se de um livro meramente biográfico, sem nenhuma preocupação literária. De alguma forma, me especializei em textos de biografias.

Publiquei LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984), JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986), ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995), ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996), DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999), DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(924 páginas, 2001), RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS(470 páginas, 2005). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(1.034 páginas, 2007), DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS(140 páginas, 2007).

Portanto, o que consegui, ainda que frágil, aí está.

PESQUISE SEMPRE NESTE ENDEREÇO:
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Palmas(TO), 2007
*MárioRibeiroMartins
é escritor e Procurador de Justiça.
(mariormartins@hotmail.com)
HomePage:www.genetic.com.br/~mario
Fones:(063)32154496Celular:(062) 9977 93 11.Caixa Postal, 90, Palmas,Tocantins,77001-970.





ATENÇÃO: Biografias de Missionários deve começar em página IMPAR, de preferência nesta página 15.

BIOGRAFIAS DE
MISSIONÁRIOS AMERICANOS:

A. B. CHRISTIE(Alonzo Bee Christie), dos Estados Unidos, 1876, escreveu, entre outros, SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DOS BATISTAS DO CAMPO BATISTA FLUMINENSE, em co-autoria com Joaquim Fernandes Lessa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1907, com 31 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Iniciou suas atividades em Friburgo, no Estado do Rio, onde fundou um Colégio Batista e se tornou Diretor.
Em 1914, esse mesmo Colégio foi transferido para Campos, no Estado do Rio. Continuou como Professor e Pregador, dedicando-se às Igrejas da Associação Batista Fluminense que é considerado o maior campo batista do Brasil, eis que, no Estado do Rio, há um batista para cada 60 habitantes, enquanto no resto do Brasil é um batista para cada 200 habitantes.
Em 1946, com 70 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond e teve de retornar aos Estados Unidos. Faleceu em 1951, com 75 anos.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. É mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido 39 anos no Brasil e ter fundado o hoje Colégio Batista de Campos, no Estado do Rio.
Sobre ele, escreveu excelente livro o Pastor Ebenézer Soares Ferreira, com o titulo “A. B. CHRISTIE, SENDO POBRE ENRIQUECEU A MUITOS”(1959).
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. B. DETER(Arthur Beriah Deter), de Golden City Dade County, Missouri, dos Estados Unidos, 25.10.1868. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pela Baylor University, William Jewel College, Southern Baptist Theological Seminary e Rochester Seminary.
No dia 19.06.1901, com 33 anos, casou-se com May Seryngeour Deter, em Rochester, New York, com quem teve os filhos Edith, Dwght, Arthur, Doris, Russel e Virginia. Em 1901, com 33 anos de idade, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, vindo para o Brasil.
Embarcaram para o Brasil no dia 03.07.1901. Passaram um ano em Campinas, São Paulo, para aprender a língua portuguesa. Estabeleceu-se o casal no Rio de Janeiro, passando a administrar a Casa Publicadora e o JORNAL BATISTA, em substituição a Entzminger.
Foi um dos fundadores da Convenção Batista Brasileira, em 1907, em Salvador, na Bahia, ao lado de Salomão Ginsburg e outros. Foi Secretário Executivo da Junta de Missões Nacionais, quando percorreu o Brasil.
Mudou-se do Rio de Janeiro para São Paulo e iniciou a construção do Templo da Primeira Igreja Batista de São Paulo. Depois de alguns anos, foi para o Paraná, tendo construído o Templo da Primeira Igreja Batista de Curitiba, inaugurando-o em 1924.
Na Revolução de 1930, foi Capelão das Tropas do Sul que foram para o Rio de Janeiro. Considerado o primeiro capelão militar batista do Brasil. Esteve também em Santa Catarina. Foi um dos fundadores do Seminário Batista Paranaense, outrora Instituto Teológico de Curitiba.
Em 1940, já com 72 anos, foi aposentado pela Junta de Richmond e teve de retornar aos Estados Unidos. Faleceu no dia 02.10.1945, em Dallas, Texas, com 77 anos de idade. Sua esposa retornou ao Brasil e foi viver com sua filha Edith, esposa de A. Ben Oliver, tendo falecido na residência deles, no Campus do Seminário do Sul, no dia 07.03.1957, sendo sepultada no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira, bem como em HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 39 anos, ter sido Capelão Militar na Revolução de 30 e ter construído muitos templos batistas.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. B. LANGSTON(Alva Bee Langston), dos Estados Unidos, 1878, escreveu, entre outros, NOÇÕES DE ETICA PRATICA, TEOLOGIA BIBLICA E SISTEMATICA, O PRINCIPIO DO INDIVIDUALISMO, A DOUTRINA DO ESPIRITO SANTO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Tinha 31 anos de idade, em 1909, quando foi nomeado pela Junta de Richmond, missionário batista, tendo vindo para o Brasil. Tornou-se Professor do Colégio Batista do Rio e também do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Foi Pastor de diversas igrejas batistas do Rio de Janeiro. Exerceu esta atividade de Pastor e também de Professor até 1936, quando tinha 58 anos de idade. Faleceu em 1965, com 87 anos.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por mais de 56 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. BEN OLIVER(Albert Benjamin Oliver), dos Estados Unidos, 1899, escreveu, entre outros, BAPTISTS BUILDING IN BRAZIL(Broadman Press, Nashville, Tennessee, 1942). Com 30 anos de idade, em 1929, foi nomeado missionário batista para o Brasil, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos.
Casou-se com Edith Deter Oliver filha de A. B. Deter que veio para o Brasil, como missionário, em 1901. Estabeleceu-se, inicialmente, nos Estados do Paraná e Santa Catarina, onde também já se encontrava o seu sogro que construiu inclusive o templo da Primeira Igreja Batista de Curitiba, em 1924.
Em 1935, chegou no Paraná. No inicio de janeiro de 1937, com 38 anos de idade, A . Ben Oliver e o pregador João E. Henck, acompanhado de um grupo de batistas, foi atacado por homens armados, depois de um culto em Ubirici, Santa Catarina, conforme DIARIO DA TARDE, Curitiba, 14.01.1937 e de que dá notícia também Zaqueu Moreira de Oliveira, em seu livro PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS(Juerp, 1999).
A Ben Oliver foi um dos organizadores da Imprensa Bíblica Brasileira, em 10.12.1943. Em 1953, quando o pastor, dr. A. Ben Oliver e sua esposa Edith Deter Oliver, missionários da Junta de Richmond, USA, residindo em Curitiba, como missionários enviados pelos batistas norte americanos, o casal recebeu uma doação da Primeira Igreja Batista na cidade de Birminghan, no Estado do Alabama, USA, para adquirir um terreno e construir um templo em Curitiba.
Isto feito, no dia 22 de agosto de 1954 foi realizado o primeiro culto no novo templo e organizada a “Igreja Batista Memorial de Curitiba”. O nome “Memorial” foi como lembrança dessa Igreja nos Estados Unidos que possibilitou a construção deste templo.
Em 1961, fez parte da Comissão de Educação Teológica com a finalidade de apresentar à Convenção Batista Brasileira de 1962, realizada em Curitiba, Paraná, os novos rumos da Educação Teológica no Brasil.
Por volta de 1951, A Ben Oliver passou a dirigir o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, tornando-se o construtor de seus maiores prédios. Permaneceu como Reitor do Seminário do Rio durante 18 anos(de 1951 a 1969), fazendo dele o maior Seminário Evangélico da América Latina. Criou uma Bolsa de Estudos no Seminário, com os recursos que recebia da Igreja onde era Pastor.
Quando deixou a função de Reitor, em virtude de sua aposentadoria, em 1969, retornando aos Estados Unidos, deixou também 18 prédios dentro da propriedade que incluía prédios de aula, capela, refeitório, biblioteca, dormitórios, casas de professores e apartamentos para alunos casados.
O novo Reitor João Soren permaneceu dois anos, saindo em 1971. Em novembro do mesmo ano(1971), assumiu o reitorado o Pastor brasileiro Dr. David Malta Nascimento.
Consoante Reis Pereira, em sua HISTÓRIA DOS BATISTAS, página, 324, ao deixar a Reitoria do Seminário em 1969, A. Ben Oliver deixou também duas funções não remuneradas, a de Reitor e a de Professor. É que como Reitor, seu salário era pago pela Junta de Richmond. Os professores, por outro lado, eram quase todos missionários norte-americanos e também recebiam de Richmond.
O novo Reitor brasileiro e os professores nacionais passaram a ter problema de salários. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muitos anos e ter construído muitos templos batistas. Referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. E. HAYES(Arnoldo Edmond Hayes), dos Estados Unidos, 1895. Em 1919, com 24 anos de idade, foi nomeado missionário batista da Junta de Richmond, em Virginia, USA, para o Brasil. Casou-se com Helen Ford Hayes. Estabeleceu-se, primeiramente, no Recife, em Pernambuco, onde passou um ano aprendendo o português. Como era também Engenheiro Agrônomo, foi designado para Corrente, no Piauí, ajudar na instalação do futuro Instituto Batista Industrial, por volta de 1920.
Sua esposa conta a viagem de Recife para Corrente: “Pernambuco não tinha estrada central. Tomamos o barco costeiro para Salvador. Dali o trem para Juazeiro-Petrolina. Subimos o Rio São Francisco até a cidade da Barra. Pegamos um barco até Formosa. De Formosa fomos para Corrente, numa caravana de 11 carros de boi. Saimos do Recife, no dia primeiro de novembro de 1920 e chegamos em Corrente, no dia sete de janeiro de 1921. Nós dois vivemos numa cabana de vaqueiro para morar no terreno proximo ao trabalho”.
Nos anos seguintes, Arnold Edmond Hayes e sua esposa voltaram para o Recife. Tornou-se Pastor de várias igrejas batistas no interior de Pernambuco, na Paraíba e em outros estados brasileiros. Quando a Igreja Batista da Torre, no Recife, em virtude do movimento radical, excluiu alguns missionários norte-americanos, eles e alguns brasileiros organizaram a Igreja Batista de Zumby em 22.03.1923 e colocaram como seu primeiro Pastor, o missionário A. E. Hayes. Quando da QUESTÃO RADICAL, foi o único missionário que compareceu à Convenção Extraordinária convocada para março de 1923, no Recife. Depois desta convenção, os missionários começaram a ser excluídos das Igrejas Brasileiras, formando-se novas igrejas.
Em 1924, Hayes deixou o Campo Pernambucano e foi organizar a Convenção Batista Paraibana que englobava os Estados da Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará. Em 1927, o missionário A. E. Hayes adoeceu gravemente e foi para os Estados Unidos.
Ao retornar, no ano seguinte, mudou-se para Campina Grande, na Paraíba, de onde saiu em 1933, para se tornar Professor do Seminário do Norte, no Recife. Em abril de 1928, com 33 anos de idade, visitou o Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, no Estado do Ceará. Ainda em 1928, A. E. Hayes foi interprete de um missionário americano que pregou na Primeira Igreja Batista de João Pessoa, na Paraíba.
Alem de Pastor e Missionário, A. E. Hayes era também enfermeiro e ajudou a muitas pessoas nesta função. Em julho de 1928, A. E. Hayes tomou posse como Pastor da Igreja Batista de Guarabira, na Paraíba. Em novembro de 1928, A. E. Hayes se tornou Vice-Presidente da Convenção Batista Paraibana.
Em 18.11.1928, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista de João Pessoa, na Paraiba. Seu filho Edmundo foi batizado por ele( A. E. Hayes) em novembro de 1928, na dita Igreja de João Pessoa. A. E. Hayes chegou a ser secretario correspondente da Convenção Regional, substituindo L. L. Johnson. Em 1933, A.E. Hayes foi professor do Seminário do Norte.
Quando da separação do Seminário e do Colégio, em 1936, conforme resolução da Convenção Batista Brasileira, Robert Elton Johnson ficou como Diretor do Colégio Americano Batista do Recife e A. E. Hayes tornou-se o Diretor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, permanecendo até março de 1937, quando se retirou de férias para os Estados Unidos, ficando em seu lugar Orlando Falcão.
Ao voltar dos Estados Unidos, não encontrou mais ambiente no Seminário e demitiu-se. Foi eleito Munguba Sobrinho e um ano depois, voltou Orlando Falcão. Com a divisão, em virtude do movimento radical, a Biblioteca do Seminário do Norte ficou sob a responsabilidade da Missão do Norte. Como A. E. Hayes tirava os livros da biblioteca e levava para casa para encaderná-los e desinfetá-los, foi acusado de estar subtraindo os livros da Biblioteca.
A Junta do Seminário que era “radical” resolveu processar a Missão, na pessoa de A. E. Hayes, pedindo, judicialmente, a devolução dos livros, o que foi concedido pela Justiça, no dia 12.12.1940, conforme noticiado pelo jornal A MENSAGEM, de janeiro de 1941. Mas o uso da justiça comum para resolver o problema da biblioteca terminou causando um transtorno na vida batista brasileira. Mesmo depois da Convenção Batista Brasileira realizada no Rio de Janeiro, em 22.01.1941, não conseguiu conter os ânimos.
Em Pernambuco, no Recife, onde ficava a sede do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, continuou existindo ainda por muito tempo a Convenção Batista Evangelizadora(dos não radicais) e a Convenção Batista Pernambucana(dos radicais).
Quanto ao missionário A. E. Hayes, não mais é referido nos livros de Historia dos Batistas, de tal forma que nem Zaqueu Moreira de Oliveira que escreveu a BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acácia Publicações, 1973) não mais falou sobre ele, depois de 1940.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral, bem como em HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muitos anos. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. J. TERRY(Adolfo John Terry), de Evergrenn, LA, Estados Unidos, 05.07.1883, escreveu, entre outros, RELATÓRIOS MISSIONÁRIOS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em julho de 1911, com 28 anos de idade, casou-se com Lulie Sparkman Terry. No ano seguinte, 1912, foi nomeado missionário batista da Junta de Richmond, em Virginia, USA, para o Brasil. Estabeleceu-se, primeiramente, no Recife, em Pernambuco, onde passou um ano aprendendo o português.
Em 1913, foi para Teresina, Piauí, em cujo Estado havia apenas duas igrejas: Corrente e Jerumenha. Entre 1913 e 1919, residiu em Teresina. Em 1920, transferiu-se para Corrente, onde, no mesmo ano, fundou o Instituto Batista Industrial de Corrente, que fora também chamado de Colégio Correntino Piauiense, Colégio Benjamin Nogueira, Instituto Batista de Corrente e Instituto Batista Correntino. Em 1931, com problemas de saúde, mudou-se para o Recife. Em 1935, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Em 1936, com 53 anos, mudou-se para Vitória, no Espírito Santo.
Nos anos seguintes, em virtude da saúde, retornou aos Estados Unidos, tendo falecido em Nova Orleans, no dia 22.07.1945, com 62 anos. Sua esposa, retornou ao Brasil, tendo sido professora da Escola de Trabalhadoras Cristãs no Recife, até sua aposentadoria, em 1957, depois de 45 anos de trabalho no Brasil.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido no Piauí por muitos anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ANNE LUTHER BAGBY, de Kansas City, Missouri, 20.03.1859. Filha do Pastor John Luther e de Ann Luther, descendente de huguenotes franceses. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 11 anos de idade, em 1870, foi batizada pelo pai nas águas do Rio Mississipi. Tornou-se organista da Igreja de Galveston, no Texas e professora da Escola Bíblica Dominical. Visto que seu pai, Dr. John Luther, foi eleito Presidente do Colégio de Baylor, na cidade de Independence, Anne Luther fez-se professora de Matemática e Diretora das moças do Colégio.
Casou-se em 21.10.1880, com 21 anos de idade, com o Pastor William Buck Bagby. Nomeados pela Junta de Richmond, de Virginia, USA, embarcaram para o Brasil, no dia 12.01.1881, em Baltimore, no navio Yamoyden, tendo chegado no Rio de Janeiro no dia em 02.03.1881. Anne foi com o marido para Santa Bárbara e depois para o Colégio de Campinas, em São Paulo, para estudar a língua portuguesa. O casal tornou-se amigo do ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque com quem continuou estudando o português. Por volta de 31.08.1882, o casal Bagby, junto com o casal Zacarias Taylor e mais o casal Teixeira de Albuquerque, todos chegaram em Salvador, na Bahia, fundando no dia 15.10.1882, a Primeira Igreja Batista da Bahia e do Brasil, que se reunia no antigo Colégio dos Jesuítas, na Rua Maciel de Baixo.
Em 24.07.1884, Anne Luther e seu esposo William Bagby chegaram ao Rio de Janeiro, de mudança. O Rio de Janeiro tinha 500 mil habitantes e além de ser a Capital do Império, era também a maior cidade do Brasil. Anne Bagby fundou, em 1902, o Colégio Batista Brasileiro, de São Paulo, onde permaneceu como diretora, por dezesseis anos, até 1918.
Em 1907, juntamente com os demais missionários, fundou a Convenção Batista Brasileira, em Salvador, na Bahia. Aposentados pela Junta de Richmond, em 1926, o casal não quis voltar para os Estados Unidos, mas permaneceu no Brasil.
William Bagby faleceu em Porto Alegre, em 05.08.1939, com 83 anos. Anne Luther Bagby faleceu no Recife, onde residia sua filha Helen, em 24.12.1942, com 83 anos.
Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. R. CRABTREE(Asa Routh Crabtree), dos Estados Unidos, 1889, escreveu, entre outros, ARQUEOLOGIA BIBLICA, HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL, BAPTISTS IN BRAZIL, DICIONÁRIO HEBRAICO-PORTUGUÊS, INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO NOVO TESTAMENTO, O SERMÃO TEXTUAL, A ESPERANÇA MESSIANICA, TEOLOGIA BIBLICA DO VELHO TESTAMENTO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Quando tinha 32 anos de idade, em 1921, foi nomeado pela Junta de Richmond, tendo vindo para o Brasil como missionário. Durante 25 anos foi Pastor da Igreja Batista da Tijuca, no Rio de Janeiro. Enquanto era Pastor, era também Professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Entre 1939 e 1940, quando tinha 50 anos de idade, foi Diretor interino do Seminário. Entre 1945 e 1954, quando tinha 65 anos, foi Diretor efetivo do Seminário. Em 1958, esteve em Portugal representando a Junta de Richmond. Em 1959, voltou ao Seminário como Professor. Foi o responsável pela construção de boa parte dos prédios do Seminário do Sul. Em 1960, com 71 anos de idade, foi considerado pela Junta de Richmond missionário emérito, devendo retornar para os Estados Unidos. Faleceu em 1965, com 76 anos.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido mais de 40 anos no Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARCHIBALD TIPPLE, de Londres, Inglaterra, 23.05.l888, escreveu, entre outros, "BANDEIRANTES DA BÍBLIA NO BRASIL CENTRAL", sem dados biográficos no livro. Um dos fundadores da Associação Educativa Evangélica de Anápolis, mantenedora de Faculdades em Anápolis e Ceres.
Ministro Evangélico, Pregador, Teólogo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Missionário da Missão Inglesa no Brasil. Inserido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.
Membro da Sociedade Brasileira de Colportagem, além de várias instituições religiosas nacionais e internacionais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu na Inglaterra, em 1888, no dia 23 de maio. Após os estudos primários, secundários e teológicos, no país de origem, inscreveu-se para a obra missionária. Antes de vincular-se à União Evangélica Sul-Americana, fez um curso especial na "London Missionary School of Medicine".
Com cerca de 26 anos de idade, veio para o Brasil, em junho de 1914. Antes de vir ao Brasil, viveu 13 anos em Chelmsford, interior da Inglaterra.
Já no Brasil, na Semana Santa de 1915, quinta-feira, casou-se com Dayse Bonina, na Igreja Anglicana de São Paulo. No ano seguinte, 1916, também na Semana Santa, nasceu seu primeiro filho, na cidade de Araguari, Minas Gerais.
Durante muito tempo, residiu em Piracanjuba (Pouso Alto). Mudou-se para Morrinhos, onde viveu por longo período. Em 1921, retornou à Inglaterra, onde passou um ano. De volta ao Brasil, continuou suas atividades missionárias em Morrinhos. Viveu também na cidade goiana de Ipameri.
Esteve sempre relacionado com Anápolis, tanto é que sua filha Betty formou-se em Anápolis, na Escola de Enfermagem "Florence Nightingale", o mesmo ocorrendo com Jean.
Transferiu-se para Campinas, Goiânia, em 1942, tendo sido o primeiro missionário a residir naquela cidade. Foi um dos fundadores, em 1947, da Associação Educativa Evangélica de Anápolis.
Presidente do Concílio de Pastores de Goiânia. Era sogro do Ex-Prefeito de Anápolis, José Batista(Zeca Batista), o qual casou-se, primeiro, com Jean que morreu no Hospital Evangélico de Anápolis e depois com a irmã Rettie.
Aposentado, passou a residir em Anápolis, representando a Sociedade Bíblica. Escreveu, em 1968, o livro "Bandeirantes da Bíblia no Brasil Central", só publicado quatro anos depois. Faleceu no dia 10 de maio de 1972, com 84 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARTHUR WESLEY ARCHIBALD, de Keene, New Hamsphire, Estados Unidos, 18.08.1906. Filho de Ira Dwight Archibald e Annie Eta Hilyard Archibald. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Começou como entregador de jornais. Em 1922, com 16 anos, terminou o segundo grau no Colegio Quincy, de Massachusetts. Frequentou a Faculdade de Eastern Nazarene College, em Boston. Estudou na Faculdade de John Fletcher, em Oskaloosa, Iowa, formando-se em 1927, em Teologia, com 21 anos. Tornou-se Pastor de uma Igreja Evangélica dos Irmãos Unidos, no Sul do Estado de Minnesota.
Casou-se com Mildred Anna Nickel Archibald(Norfolk, Nebrasca, USA, 05.07.1902), em Hector, Minnesota, USA, em 20.06.1928, com quem teve os filhos Carolyn Mildred Archibald(São Paulo, SP, 21.01.1930), Gilbert Wesley Archibald(São Paulo, SP, 06.08.1936) e Alice Lenore Archibald(Anápolis, Go, 07.07.1940). Nomeado Missionário para o Brasil, pela Ohio Conference, desembarcou no Porto de Santos, em São Paulo. Estabeleceu-se, inicialmente em São Paulo, passando a frequentar a Escola Americana, com a finalidade de aprender a lingua portuguesa. Chegou a ser tesoureiro do Instituto Mackenzie, de São Paulo, a que a Escola pertencia.
Em 1932, sem respaldo financeiro da Missão, voltou para os Estados Unidos, tendo sido Pastor da Igreja de Pawtuchet, em Rhode Island.
Em 1934, com 28 anos de idade, e algum dinheiro, retornou para o Brasil por conta própria. Foi para o interior de São Paulo tomar conta do orfanato Blossom Home.
Em 1937, já por conta da UESA(União Evangélica Sul-Americana), mudou-se para Anapolis, ultima cidade da estrada de ferro. Hospedou-se com James Fanstone, dono do Hospital Evangelico Goiano, que tinha sido inaugurado em 1927.
Aconselhado pelo Dr. James Fanstone, resolveu fundar um Instituto Biblico, onde pudesse preparar obreiros para o evangelismo. Com o passar do tempo, comprou uma faixa de terra, nos fundos do Colegio Couto Magalhães e construiu a sua residência, além dos predios para a nova Instituição, bem como uma pista de pouso para teco-tecos.
Fundou, em 1938, com 32 anos de idade, o Instituto Biblico Goiano, tendo como Professores o Rev. Archibald, Rev. William Forsyth, Rev. Eduardo Dodd e Mildred Archibald.
Nos anos seguintes, o Prof. Antonio de Oliveira Brasil, então Diretor do Colegio Couto Magalhães, já cansado e doente, resolveu passar o Colegio para o Reverendo Arthur Wesley Archibald que se encontrava nos Estados Unidos e que voltou imediatamente para assumir tambem o Colegio Couto Magalhães.
Este Colegio tinha sido fundado pelo Advogado Carlos Pereira Magalhães. Dr. Carlos, ao voltar para a sua terra no Estado de São Paulo, em 1938, passou o Colegio para o medico James Fanstone. Este passou o Colegio para o Professor Antonio Brasil e sua esposa Clarice que o repassou para o Reverendo Archibald, Professor de Inglês e Matemática.
Como a tarefa de dirigir o Instituto Biblico e o Colegio Couto Magalhães era muito pesada, resolveu o Reverendo Arthur Wesley Archibald fundar a Associação Educativa Evangélica de Anapolis, o que, de fato, ocorreu no dia 31.03.1947, com a participação ativa de James Fanstone e sua esposa Dayse Fanstone, Professor Antonio de Oliveira Brasil, Reverendo Severino de Araujo, Reverendo Nicola Aversari e do medico Dr. Newton Wiederecker.
Com a ajuda das Igrejas dos Estados Unidos, conseguiu aumentar a area territorial, onde hoje se encontra alem da UNIEVANGELICA, tambem um loteamento. O Reverendo Archibald criou tambem os internatos masculino e feminino, além de comprar onibus para a condução dos alunos do centro da cidade de Anapolis para o Colegio Couto Magalhães, numa distância de quase 10 quilômetros.
Na sua administração, foi criada a Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão(04.04.1960), sob a direção do Metodista Rev. Richard Edward Senn , a Faculdade de Direito(28.05.1968), sob a direção do Advogado Dr. Olimpio Ferreira Sobrinho, anexado o Colegio Alvaro de Melo, de Ceres, que tinha sido fundado por Nicomedes Augusto da Silva e ainda a Faculdade de Filosofia do Vale do São Patrício(27.11.1972), sob a direção de Sui May Andrade e Helena Andrade Araujo e criada a Faculdade de Odontologia(20.09.1971), sob a direção do Odontólogo Dr. Pedro José Prudente.
Foi pioneiro em várias áreas e lugares. Em 09.06.1957, assinou a ata histórica de inauguração do Templo da Igreja Cristã Evangélica do Núcleo Bandeirante, em Brasília, esclarecendo que o dito templo, não pertencia aos irmãos Ritter(que doaram a verba para a construção) nem à Missão no Brasil da Igreja Evangélica dos Irmãos Unidos, mas sim pertencia, sem restrições, à futura Igreja Cristã Evangélica de Brasília, pertencente à União das Igrejas Evangélicas Congregacionais e Cristãs do Brasil.
Esta ata histórica foi também assinada por Pedro Pereira Lima, por Alfeu Alves Vitória, Joaquim Duarte e Graciliano Ferreira da Silva. Foi incentivador da criação do Instituto Bíblico da Pedra, em Guaratiba, Rio de Janeiro, em 1945.
Como Archibald chegou em Anápolis em 1937 e faleceu em 09.05.1986, em Goiânia, com 80 anos, gastou quase 50 anos de sua vida dedicada ao evangelismo e à educação. Sua esposa, Mildred Anna Archibald faleceu em 21.07.1985, em Anápolis.
Mas como nem tudo é perfeito, terminou enfrentando uma batalha judicial entre a Associação Educativa Evangélica e a Igreja Evangélica Cristã de Anápolis, batalha esta ganha pela Associação, envolvendo vários advogados, entre os quais, Adahyl Lourenço Dias. Sobre o assunto, o Rev. Aristótens de Freitas, Presidente da Mesa Administrativa Nacional da Igreja Cristã Evangélica no Brasil, chegou a escrever um livro em 1977(hoje raríssimo, mas em poder deste autor), com o titulo O DOLOROSO CASO DO APOSSAMENTO DOS BENS DA IGREJA CRISTÃ EVANGELICA NO BRASIL PELA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGELICA e ainda o subtítulo “por um grupo de indivíduos que, rebelados contra ela, traíram seus próprios mandatos, de outorgados passaram a outorgar, de mordomos passaram a donos”.
Os indivíduos a que se refere o texto são Arthur Wesley Archibald, Arlindo Ribeiro, Nicomedes Augusto da Silva, Benjamin Siqueira Lobo, Isaac de Souza Carvalhedo e Pedro Pereira Lima.
Em 2001, seu filho Gilbert Wesley Archibald, foi Presidente da Associação Educativa Evangélica de Anápolis.
Arthur Wesley Archibald é bem estudado no livro MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Em 18.08.2006, foi comemorado o CENTENÁRIO DE SEU NASCIMENTO.
Apesar de sua importância, não é citado no site da Universidade Mackenzie, não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Não é referido no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS(1984), de Ciro Lisita Junior. Não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido muitos anos no Brasil e aqui ter sido sepultado.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ASHBEL GREEN SIMONTON, dos Estados Unidos, 1833. Apos os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Formou-se em Teologia. Tornou-se Pastor Presbiteriano.
Veio para o Brasil como missionário norte-americano, tendo chegado no Rio de Janeiro, no dia 12.08.1859, depois de uma longa viagem de navio. Era solteiro e tinha 26 anos de idade. Em 1860, com 27 anos, organiza a primeira escola dominical presbiteriana do Brasil com cinco crianças.
Em janeiro de 1862 fundou a primeira igreja presbiteriana, na cidade do Rio de Janeiro, com a realização das duas primeiras públicas profissões de fé: Henry Milford, norte-americano e Camilo Cardoso de Jesus, português. Em março de 1862 viaja para os Estados Unidos a fim de 1) visitar sua mãe que estava enferma (porém ela já havia falecido antes dele chegar), 2) prestar relatório à junta de missões que o enviara ao Brasil e 3) se casar.
Retorna ao Brasil em julho de 1863, casado com Hellen Murdoch. Em junho de 1864 nasce sua filha Mary Cole (a pequena Hellen) e, uma semana depois, sua esposa vem a falecer. Ainda em 1864 cria o jornal Imprensa Evangélica.
Em 1865 organiza com as igrejas de São Paulo (capital) e Brotas (interior) o Presbitério do Rio de Janeiro. Na data de organização (17/12/1865) é ordenado o primeiro pastor presbiteriano brasileiro, o ex-padre Rev. José Manoel da Conceição. São eleitos também dois presbíteros e dois diáconos para a igreja do Rio.
Em 1867 organiza um seminário para a formação de pastores brasileiros. Resumindo, Simonton fundou e organizou no Brasil: a primeira escola dominical presbiteriana (1860), a primeira igreja presbiteriana (1862), o primeiro jornal evangélico (1864); o primeiro presbitério (1865) e um seminário (1867).
Faleceu em 1867, com 34 anos de idade. Morreu acometido de febre amarela aos 34 anos, no dia 09 de dezembro de 1867, na cidade de São Paulo. Seu túmulo está no Cemitério dos Protestantes, ao lado do Cemitério da Consolação.
Muito bem estudado no ensaio VULTOS PRESBITERIANOS, do Rev. Alderi Souza de Matos.
Apesar de sua importância, não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

B. H. FOREMAN(Blonnye Holmes Foreman), de Rose Bud, Arkansas, Estados Unidos, 02.05.1899. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Depois de terminar o seu curso teológico e também de piloto, veio para o Brasil, inicialmente, por conta própria.
Posteriormente, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virgínia, Estados Unidos, para ser missionário no Brasil, em 1933. Com 35 anos de idade, em 1934, chegou no Recife, Pernambuco, onde permaneceu 1(um) ano aprendendo a língua portuguesa. Veio solteiro para o Brasil e assim permaneceu até a sua morte.
Em 1935, seguiu para Corrente, no Piauí, assumindo a Direção do Instituto Batista Industrial, que tinha sido fundado com o nome de Colégio Benjamim Nogueira, em 1920. Passou a dirigir o Colégio ao lado da missionária Ura Crouch que era esposa de E. H. Crouch.
Neste mesmo período, foi também Co-Pastor da Igreja Batista de Corrente. Em 1942, quando tinha 43 anos de idade, fundou, juntamente com outros membros da Igreja Batista de Corrente, a SEGUNDA IGREJA BATISTA DE CORRENTE que passou a funcionar no prédio do Instituto Batista Industrial, mas que teve vida efêmera, já que, dissolvida, seus membros voltaram para a igreja original, a Igreja Batista de Corrente.
Desgostoso com o fato, o missionário B. H. Foreman que tinha fundado um Orfanato Batista em Corrente, transferiu o dito orfanato para Campos Belos, Norte de Goiás. Já tinha visitado Campos Belos, em 1949, a convite de Chiquinho Cardoso(Francisco Antonio Cardoso).
Fixou residência em Campos Belos em 1950, tendo residido na casa de Chiquinho Cardoso até mudar-se para uma casa de Mariano Barbosa Júnior, na Rua 7 de Setembro, onde ficou até 1953, quando construiu o orfanato, perto do Aeroporto, para abrigar as crianças com as quais vivia.
Teria fundado a Igreja Batista de Campos Belos, no dia 22.07.1952. Também fundou em Paranã, norte goiano, uma ESCOLA PRIMÁRIA BATISTA, sendo uma de suas professoras, em 1953, a hoje famosa escritora Zefinha Louça da Trindade que havia nascido em Dianópolis em 1928.
Para dirigir a Escola Batista de Paranã trouxe de Corrente as professoras Zezita Lopes da Cunha e Eunice Pereira da Cunha que foram de cavalo, em 1952.
Entre os ex-alunos ilustres desta Escola Batista, destacam-se, da amizade pessoal deste autor, Adão Bonfim Bezerra(Procurador de Justiça), José Bezerra Costa(Juiz de Direito) e Cleusa Souza Benevides Bezerra(Escritora).
B. H. Foreman fundou também a Escola Batista de Dianópolis. Em abril de 1955, com 56 anos de idade, quando voava de Anápolis para Campos Belos, num dia chuvoso, seu avião apresentou defeito e caiu, morrendo nas serras da região dos Pirineus, Pirenópolis, em Goiás.
Conforme alguns, teria sofrido um ataque cardíaco. Conforme outros, o teco-teco não tinha aparelhos de precisão para tempo chuvoso e bateu na serra. Partes do seu corpo foi recolhida por um morador da região que o sepultou. Algum tempo depois, um seu colega missionário, trasladou os restos mortais para Campos Belos, onde foi enterrado.
Para José da Cunha Bastos Junior, em seu livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(1988), a data do acidente é mesmo 06.04.1955, mas para Samuel Aureliano da Silva e Odiva Silva Xavier, em seu livro CAMPOS BELOS-SUA HISTÓRIA E SUA GENTE(Brasília, 2004), a data do acidente é 28.03.1955.
Um autor refere-se à data em que o avião caiu. O outro, refere-se à data em que os destroços foram encontrados. Como não tinha herdeiros no Brasil, sua casa foi doada pela Junta de Richmond à Igreja Batista de Campos Belos e está localizada na hoje Avenida B. H. Foreman.
Quanto a Foreman, não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal, mas é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(Rio, Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito, bem como no livro PARANATINGA, de Cleusa Benevides e ainda no livro RAIZES, de Voltaire Wolney Aires, mas não é citado no livro HISTÓRIA DE CAMPOS BELOS, de Aracy Batista Cordeiro, cidade em que também fundou um Orfanato e uma Escola Batista.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CHARLES DAVIS DANIEL, dos Estados Unidos, 1856. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 9 anos de idade, em 1865, veio para o Brasil, junto com os pais que se estabeleceram na Colônia de Santa Bárbara, no interior de São Paulo, perto de Campinas, onde aprendeu a língua portuguesa. Logo em seguida voltou para os Estados Unidos, com a finalidade de estudar. Formou-se em Teologia. Em 1886, com 30 anos de idade, junto com sua esposa, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virgínia, USA, tendo vindo para o Brasil. Desembarcou em Salvador, na Bahia, em janeiro de 1886, onde já estava o missionário Zacarias Clay Taylor. Orientado por Zacarias, o missionário Charles D. Daniel seguiu para o Recife, onde batizou duas pessoas e juntamente com o evangelista Wandrejasil de Melo Lins, fundou a Primeira Igreja Batista do Recife, no dia 04.04.1886, com seis membros: Melo Lins e esposa, Charles Daniel e esposa e mais duas outras pessoas. Durante três meses permaneceu como Pastor da Primeira Igreja Batista do Recife.
Logo depois, retornou para Salvador, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista da Bahia. Em virtude de doença inesperada(o beribéri), foi obrigado a mudar-se para o Rio de Janeiro.
Aconselhado pelo missionário William Buck Bagby, dirigiu-se para Minas Gerais, tendo fundado a Primeira Igreja Batista de Juiz de Fora, em fevereiro de 1889. Em 1891, quando estava com 35 anos, em virtude da doença de sua esposa, teve de voltar para os Estados Unidos, não mais se tendo notícia dele no Brasil. Ignora-se quando e onde morreu.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido no Brasil e ter sido o fundador da Primeira Igreja Batista do Recife, bem como da Primeira Igreja Batista de Juiz de Fora, em Minas.
Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001(5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

D. L. HAMILTON(David Luke Hamilton), do Texas, Estados Unidos, 1866. Seu irmão Jefthe Erasthus Hamilton foi missionário no Brasil. Quando Salomão Ginsburg fundou, em sua própria residência, o Seminário Batista de Pernambuco(hoje, Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil), no Recife, em 01.04.1902, Jefthe E. Hamilton foi seu primeiro Diretor.
Durante a semana lecionava no novo seminário e aos domingos ia para Maceió, visto que era missionário em Alagoas. Aliás, estes foram os primeiros alunos do seminário: Emílio W. Kerr, Alfredo de Lima, Benevenuto Chaves, João dos Santos, Alcino Coelho e Nicodemos de Carvalho.
Os primeiros professores foram: Salomão Ginsburg, Jefthe Hamilton, João Borges da Rocha, Artur Lindoso, Antonio Aristônico e José Coelho da Silveira.
Posteriormente, Jefthe Hamilton transferiu-se para Belém, no Pará e para a região amazônica, onde faleceu algum tempo depois. Para o seu lugar no Seminário, veio o missionário W. H. Canadá que assumiu a partir de 1903, quando o seminário teve sete alunos e o Colégio Americano Batista Gilreath passou a ter os cursos preliminar e complementar para alunos internos e externos.
Antes de se tornar missionário no Brasil, no lugar de seu irmão J. E. Hamilton que havia falecido, D. L. Hamilton foi Superintendente das Escolas do Município de Georgetown, nos Estados Unidos.
Em 1904, com 38 anos de idade, D. L. Hamilton foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário para o Brasil. Depois de passar por vários Estados, entre os quais, Bahia e Alagoas, fixou-se no Recife, em 1909, com 43 anos, tendo trazido de Maceió, vários alunos de sua classe teológica para serem matriculados no Seminário do Recife, cuja DIREÇÃO ele acabara de assumir.
O Colégio Batista continuou sob a direção de H. H. Muirhead que o dirigiu até 1927. D. L. Hamilton tornou-se, em 1909, Pastor da Primeira Igreja Batista do Recife, no lugar de Salomão Ginsburg que se transferiu para a Bahia.
Em 1911, D. L. Hamilton foi de férias para os Estados Unidos, ficando em seu lugar no Seminário e na Primeira Igreja, o missionário H. H. Muirhead. Em agosto de 1912, D. L. Hamilton voltou de férias e reassumiu a direção do Seminário. Em 1913, fundou a REVISTA HOMILÉTICA destinada à orientação dos pregadores.
De 1914 a 1915, enquanto H. H. Muirhead estava de férias, D. L. Hamilton foi o Diretor do Seminário, do Colégio e da Evangelização, quando também comprou por 65 contos de réis, a Chácara dos Barões da Soledade, onde hoje estão instalados o Colégio Americano Batista e o Seminário do Norte.
Em 1920, D. L. Hamilton e Pereira Sales fundaram o jornal O BATISTA REGIONAL. Em 1921, quando D. L. Hamilton voltou de férias dos Estados Unidos, tinha sido substituído por H. H. Muirhead, tornando-se meramente professor de Matemática do Seminário e do Colégio.
Não se conformou com a situação e abriu-se uma crise nas instituições. Na verdade, a questão era outra: D. L. Hamilton criticava a esposa de Muirhead, Dona Aline, em virtude de sua amizade pessoal com Alfredo Freyre, o pai de Gilberto. No fundo, nada havia entre eles, a não ser que estavam traduzindo juntos vários livros.
Em represália, H. H. Muirhead(1879), mais novo em idade, deu um jeito de afastar D.L. Hamilton da direção das instituições, com apoio dos demais missionários. Desgostoso com os colegas missionários, Hamilton passou a apoiar os pastores radicais brasileiros, entre os quais, Adrião Bernardes e Orlando Falcão.
Como D. L. Hamilton era muito popular entre os alunos, estes se rebelaram contra a direção do Seminário e do Colégio, de tal forma que, em 20.02.1923, quase todos os estudantes ministeriais tinham saído do Colégio Americano Batista, o que obrigou os radicais a fundarem o Colégio Batista Brasileiro e, conseqüentemente, o Seminário Batista Brasileiro.
A briga foi tal que os missionários organizaram o jornal O CORREIO DOUTRINAL e os radicais lançaram O BATISTA REGIONAL. Do lado dos missionários, foi organizada a Convenção Batista Pernambucana e do lado dos radicais, a Convenção Batista Regional.
Por volta de 1924, já com 58 anos, D. L. Hamilton se desligou da Junta de Richmond e voltou de férias dos Estados Unidos, já como missionário da Associação Batista do Texas para dirigir, no Brasil, o Seminário Batista Brasileiro que tinha sido criado no Recife, ao lado do Colégio.
Assim, em 20.06.1925, foi criada a Associação Batista Brasileira, com 55 igrejas batistas, contrapondo-se com a Convenção Batista Brasileira. Somente 10 anos depois, em 1935, as duas convenções voltaram a se comunicar.
Sobre D. L. Hamilton, disse Antonio Neves Mesquita: “Ele jamais se conformou com a união dos dissidentes. Todavia, não fez guerra a ninguém, limitando-se a lutar para manter o Colégio que dirigia e a classe teológica. Foi nesta luta intensa que ele esgotou o resto das forças físicas, tendo de voltar anos depois à sua terra, para lá morrer”(Mesquita, BAPTISTAS DO BRASIL, II, p. 287).
Sobre o assunto, escreveu Mário Ribeiro Martins: “D. L. Hamilton, já idoso, tinha retornado aos Estados Unidos e não mais existia. Não havia, portanto, o perigo de matá-lo prematuramente. Com o seu falecimento, a atuação da Associação do Texas, no Brasil, praticamente desapareceu. Enquanto a Convenção Batista Brasileira se reunia com representantes de vários Estados, a Associação Batista Brasileira apenas contava com igrejas de Pernambuco, Bahia, além de poucas em outros Estados e numero reduzido de mensageiros. Os radicais estavam cansados de lutar.”(Martins, IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, p. 49).
D. L. Hamilton faleceu nos Estados Unidos, em 1936, com 70 anos de idade. Não é referido no BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido muitos anos no Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DANIEL FRANK CROSLAND, de Orangesburg, Carolina do Sul, Estados Unidos, 22.09.1871. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, tornando-se Pastor de diversas igrejas batistas nos Estados Unidos. Foi casado com Daud O. Crosland, de quem se divorciou. Casou-se depois com Myrtice Virginia Drey Crosland, com quem viveu até morrer.
Quando estava com 33 anos de idade, em 1904, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário para servir no Brasil. Veio para o Rio de Janeiro, chegando em 15.05.1905.
Aprendeu a lingua portuguesa e ficou 6(seis) anos no Estado do Rio de Janeiro. Em 1906, com 35 anos de idade, ao montar num cavalo, caiu e ficou “manco” de uma perna.
Em 1911, com 40 anos de idade, foi para Belo Horizonte, Minas Gerais, passando a trabalhar no Campo Mineiro que naquela época compreendia também o Estado de Goiás. Fundou a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte, em 1912. Foi missionário em Niterói, no Estado do Rio, em Minas Gerais e Goiás. Durante 9(nove) anos, trabalhou no campo goiano.
Em 1934, no dia 08 de julho, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista de Ipameri, interior goiano. Em virtude de ter se divorciado, foi afastado da Southern Baptist Convention ou melhor dizendo, da Junta de Richmond, em 1924.
Continuou, no entanto, no Brasil, como Pastor Batista. Em 1937, com 66 anos de idade, transferiu residência para Goiânia. Em 28.11.1937, fundou a Primeira Igreja Batista de Urutaí. No dia 30.01.1938, fundou a Primeira Igreja Batista de Goiânia, ficando tambem como seu Pastor. No dia 20.07.1939, fundou a Primeira Igreja Batista de Morrinhos.
Foi um dos responsáveis pela consagração ao Ministério Batista do Pastor José da Cunha Bastos Júnior, no dia 21.07.1939. O Pastor Bastos como era conhecido, antes de ser Pastor, foi batizado juntamente com sua esposa Leonor, pelo missionário Daniel Frank Crosland na Primeira Igreja Batista de Goiânia, em 01.12.1938, mas morava mesmo em Ipameri.
Em 01.12.1939, o Pastor José da Cunha Bastos Júnior assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista de Ipameri, onde permaneceu por 7(sete) anos até 1946.
Quanto ao missionário Daniel Frank Crosland foi também o responsável pela criação da Convenção Batista Goiana, em 21.07.1939, separando-se definitivamente da Convenção Mineira a que estavam vinculadas todas as igrejas de Goiás que eram, Morrinhos, Goiânia, Ipameri e Urutaí.
Suas anotações sobre os BATISTAS foram traduzidas por H. Boyce Taylor. Morreu Daniel Crosland no Brasil e aqui foi sepultado ao lado de sua esposa Myrtice. Uma de suas filhas, a Ellen Jane Crosland Guimarães passou a residir em Montes Claros, Minas Gerais.
Faleceu Daniel Crosland em Belo Horizonte, no dia 28.12.1947, com 76 anos de idade. Não é referido no BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido muitos anos no Brasil e aqui ter sido sepultado.
Apesar de sua importância, não é relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP-1972), de José dos Reis Pereira, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
Foi estudado no livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(Editora Anapolina, 1988), de José da Cunha Bastos Júnior.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DAVID MEIN, de Michigan, USA, 21.11.1919, escreveu, entre outros, O QUE DEUS TEM FEITO(Rio,Juerp,1982), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escreveu também THE CONTRIBUTIONS OF BAPTISTS TO THE LIFE OF BRAZIL. Tese de Doutorado, no Southern Baptist Theological Seminary, 1945.
Filho de John Mein e de Mildred Cox Mein. Seu pai, JOHN MEIN(João Mein), nasceu na Inglaterra em 1883, mas cedo se transferiu para os Estados Unidos, tendo estudado no Instituto Moody, de Chicago e no Seminário de Louisville, onde estudou teologia, tendo vindo para o Brasil, como missionário, em 1914.
John Mein, no entanto, só se tornou Doutor em Divindade, no dia 06.06.1950, em Georgetown, Kentucky.
Quanto a David Mein, após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em virtude da atividade missionária de seu pai, passou por vários Estados brasileiros.
Começou no Brasil, pelo Rio de Janeiro, onde seu pai foi Diretor da Casa Publicadora Batista(hoje JUERP). Esteve em Campos, no Estado do Rio, onde seu pai foi Diretor do Colégio Batista de Campos. Nos anos seguintes, foi para Alagoas, visto que seu pai tinha sido transferido para Maceió, onde fundou em 1923, com 40 anos, o Colégio Batista Alagoano. A esta altura, David Mein estava com 4(quatro)anos de idade.
Entre 1930 e 1935, seu pai dirigiu o Colégio Batista do Recife e o Seminário do Norte que funcionavam juntos. Depois de passar pelo Seminário de Louisville, onde fez Teologia, David Mein foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virgínia, para atuar no Brasil.
Em 1945, com 26 anos, fez o seu DOUTORADO no Southern Baptist Theological Seminary. Em 1948, com 29 anos de idade, tornou-se Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tendo sido, em 1949, Diretor interino do Seminário, em substituição a seu pai que tinha ido de férias para os Estados Unidos.
Em 1951, foi Presidente da Convenção Batista Evangelizadora, na Igreja Batista da Rua Imperial. Em 1953, com 34 anos, foi Secretário Executivo interino da Junta Evangelizadora. Durante muitos anos, David Mein foi Pastor da Igreja Batista do Cordeiro, no Recife.
Seu pai, John Mein, em 1953, ao completar 70 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond e passou a direção do Seminário para o seu filho David Mein que tinha sido eleito pela Junta Administrativa e estava com 34 anos de idade.
David Mein assumiu a direção do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em 03.03.1953, depois de ter se formado Bacharel em Artes, Mestre em Teologia e Doutor em Teologia. Em 1960, David Mein foi Secretário Executivo Tesoureiro da Junta Evangelizadora. Nos dias 28 de abril a 1º de maio de 1967 ocorreu na cidade de Salvador, Bahia, a 1ª Conferência de Educação Teológica, no templo da Igreja Batista 2 de julho, presidida pelo Dr. David Mein, reitor do Seminário de Recife.
Em 1966, quando o autor destas notas matriculou-se no Seminário do Norte foi por ele recebido, depois de ter feito Exame Psicotécnico com o Doutor Julio N. Paternostro, de São Paulo.
Em 1968, depois que este autor foi consagrado ao Ministério Batista, para a Igreja Batista de Tejipió, no Recife, foi também apresentado pelo Doutor David Mein que era membro da Loja Maçônica CAVALEIROS DA CRUZ, Grande Oriente do Brasil, para nela ser “iniciado”, o que de fato ocorreu, tendo alcançado, inclusive, o grau 30 da Maçonaria.
Em 1972, quando este autor concluiu o seu curso de Mestrado em Teologia, sob a orientação do Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira, defendendo a tese O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, foi por ele convidado para ser professor do Seminário, tendo ali lecionado até o ano de 1974.
Entre 1977 e 1981, com 62 anos de idade, o Rev. Dr. David Mein foi eleito Presidente da ASTE(Associação de Seminários Teológicos Evangélicos, do Brasil). Foi Secretário Executivo da ABIBET(Associação Brasileira de Instituições Batistas de Ensino Teológico) de abril de 1970 a maio de 1984.
Seu filho, John Mein(que no costume brasileiro seria John Mein Neto), é Presidente da Câmara Americana de Comércio de São Paulo.
Quanto a David Mein, não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muitos anos. David Mein faleceu nos Estados Unidos, em 18.11.1995, com 76 anos de idade. Em sua homenagem, a Capela do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na Rua Padre Inglês, 243, recebeu o nome de CAPELA DAVID MEIN.
Sobre ele, há uma excelente TESE DE DOUTORADO defendida pelo Professor Jilton Moraes, com o título: “O VALOR DA BREVIDADE PARA A RELEVÂNCIA DA PREGAÇÃO-ENSAIO A PARTIR DE UMA ANÁLISE CRÍTICA NO TRABALHO HOMILÉTICO DE DAVID MEIN”. É que o Doutor David Mein gostava de fazer sermões curtíssimos, o que todos adoravam.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ELIAS HOTON QUILLEN, dos Estados Unidos, 1822. Veio para o Brasil em 1867, com 45 anos de idade. Um dos pastores americanos de Santa Barbara, interior paulista. Foi professor em Santos. Em Piracicaba, São Paulo, foi professor dos filhos e genros do futuro Presidente da República Prudente de Moraes.
Lecionou tambem em Itatiba. Nesta ocasião, deixou a esposa em Santa Barbara, onde ela lencionava inglês e francês. E. H. Quillen faleceu em 1886, no dia 21 de março, com 64 anos de idade. É considerado o primeiro pastor batista sepultado no Brasil.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muitos anos e aqui ter sido sepultado.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ENTZMINGER(William Edwin Entzminger), dos Estados Unidos, 25.12.1859, escreveu, entre outros, LYRA CRISTÃ(Hinos Evangélicos-1919), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Em abril de 1891, com 32 anos de idade, casou-se com Maggie Grace Griffith. O casal, enviado pela junta de missões estrangeiras da Convenção Batista do Sul dos EUA, sediada em Richmond, Virginia, chegou a Salvador, na Bahia, em 11.08.1891.
Juntamente com William Buck Bagby, Zachary Clay Taylor, Salomão Luiz Ginsburg, Eurico Alfredo Nelson e James Jackson Taylor, foi um dos seis missionários batistas pioneiros no Brasil. Acometido por febre amarela e malária, o casal pouco tempo depois foi para o Recife, em Pernambuco. Na capital pernambucana, morreram os filhos Margarida, em 1891, e William Junior, em 1894. Mas mesmo assim, o casal permaneceu durante mais de sete anos no Recife.
Foi nesta época, por volta de 1899, que brigou com Wandrejasil de Mello Lins, contribuindo para um desentendimento entre as igrejas de Maceió e Rio Largo, o que foi censurado pela Missão do Norte.
Em 1900, com sua esposa muito doente, Entzminger transferiu sua residência para o Estado do Rio de Janeiro (Nova Friburgo e Rio de Janeiro).
Em janeiro de 1901, fundou "O Jornal Batista". De 1901 a 1919, foi diretor deste periódico denominacional. Em 1904, verificou que estava leproso e foi para os Estados Unidos, onde se tratou, retornando curado, em 1908.
Em 1911, Entzminger, juntamente com Salomão Luiz Ginsburg, Otis Pendleton Maddox, Amélia Joyce e Emma Paranaguá, foi nomeado pela Convenção Batista Brasileira, na assembléia realizada em Campos (RJ) para a Comissão de revisão final dos hinos do "Cantor Cristão" (OJB, 02 nov 1911, p.2).
Em 1919, publicou "Lyra Cristã", o primeiro hinário batista no Brasil com música (OJB, 10 jul 1919, p.12). Em 1920, viajou para os EUA, onde faleceu sua esposa Maggie Grace. Em 1921, foi residir em Petrópolis (RJ), mas trabalhava na Casa Publicadora Batista (antecessora da JUERP), no Rio de Janeiro.
Em 1922, casou-se com a missionária Amélia Joyce. Em 11 de janeiro de 1930, com 71 anos, Entzminger faleceu e foi sepultado, no Cemitério Municipal de Petrópolis (OJB, 13 jan 2002).
São também de Rolando Nassau as informações seguintes: “Pesquisamos as edições de "O Jornal Batista" publicadas entre 10 de janeiro de 1901 e 11 de janeiro de 1930. Curiosamente, essas datas marcam a fundação de "O Jornal Batista" (1901) e o falecimento de Entzminger (1930). Algo semelhante ocorreu na biografia de João Filson Soren: sua posse no pastorado da PIB do Rio de Janeiro (03 de janeiro de 1935) e seu falecimento (02 de janeiro de 2002).
Depois de Salomão Luiz Ginsburg, foi o maior hinógrafo entre os missionários no Brasil. Entzminger escreveu, traduziu ou adaptou 72 letras de hinos para o "Cantor Cristão"(CC). Dos 72 hinos, menos de um terço deles (21) foram aproveitados no "Hinário para o Culto Cristão" (HCC).
Entre 1904 e 1925, previamente 26 foram publicados em "O Jornal Batista". Dos 26, foram abandonados 18 e aproveitados oito no HCC, que serão aqui comentados com o objetivo de mostrar as circunstâncias em que foram escritos por Entzminger.
Dos 18 hinos previamente publicados em OJB e que foram abandonados pela Comissão do HCC forneceremos agora as épocas de publicação: 1904 (no.448-CC); 1908 (no.370); 1909 (nos.451, 466 e 502); 1910 (nos.128 e 497); 1911 (no.340); 1913 (no.53); 1916 (nos.187 e 413); 1917 (nos.58, 210, 251, 305 e 499);1918 (nos.97 e 355). "Tal qual estou" (CC-266, HCC-300) foi publicado em OJB (22 out1908, p.1), depois de Entzminger ter traduzido quatro das seis estrofes de Charlotte Elliot escritas em 1834 para o hino "Just as I am".
A poetisa inglesa ficou inválida em 1821, quando tinha 32 anos de idade; foi a primeira hinógrafa a compilar um hinário para deficientes físicos ("The Invalid’s Hymn Book", 1834-1854). Este hino foi traduzido quando Entzminger, em 1908, voltou dos EUA para o Brasil curado da lepra; ele, até então, dizia: "Tal qual estou, sem esperar que possa a vida melhorar, em Ti só quero confiar".
Ainda em 1908, sob o impacto da terrível doença, mas curado, Entzminger traduziu o hino "It is well with my soul", de Horatio Gates Spafford (CC-398, HCC-329).
Tendo passado por grande provação, Entzminger, tal como Spafford (que perdeu quatro filhas no naufrágio do transatlântico "Ville du Havre"), poderia escrever: "Se paz a mais doce me deres gozar, se dor a mais forte sofrer, oh! seja o que for, Tu me fazes saber que feliz com Jesus sempre sou!". Este hino foi publicado em OJB (05 nov 1908, p.1), pouco tempo depois do "The Baptist Hymn and Tune Book" (1904). Inspirado pelo hino patriótico norte-americano "My country, ‘tis of thee", de Samuel Francis Smith, Entzminger fez uma adaptação ("Do meu país Brasil, ó terra varonil, é meu cantar"), que a Comissão do HCC alterou em 1990.
O hino (CC-574, HCC-600) foi dedicado aos alunos dos colégios evangélicos no Brasil (OJB, 06 abr 1910, p.2). É possível que Entzminger, então diretor de "O Jornal Batista" e residente no Rio de Janeiro, tenha ficado entusiasmado com a recente organização, pelo missionário John W. Shepard, do Colégio Batista do Rio.
Na época, o Itamarati incentivava o intercâmbio cultural entre o Brasil e os EUA. O vetusto hino "Rock of Ages", de Augustus Montague Toplady, foi traduzido em 1913 ("Rocha eterna, foi na cruz que morreste tu, Jesus", CC-371, HCC-307), quando Entzminger já estava em seu 20o. ano de ministério no Brasil (OJB, 31 jul 1913, p.2). O célebre hino "Stille nacht", escrito por Joseph Mohr em 1818, foi traduzido do alemão para o inglês por John Freeman Young. Provavelmente usando essa versão inglesa, um século mais tarde o hino de Mohr foi traduzido por Entzminger ("Noite de paz! Noite de amor!", CC-30, HCC-91, OJB, 01 nov 1917, p.1).
Também em 1917, Entzminger traduziu outro hino famoso, o "Brighten the corner where you are", escrito em 1912 por Ina Duley Ogdon, o que demonstra que Entzminger, em plena Primeira Guerra Mundial (1914-1918), procurava acompanhar o lançamento de novos hinos evangelísticos; deu-lhe o título "Brilha no meio do teu viver" (CC-417, HCC-488, OJB, 04 e 11 jan 1917, p.1).
Das quatro estrofes do hino "Have Thine own way, Lord", de Adelaide Pollard, Entzminger traduziu livremente três, sob o lema "Cristo, bom Mestre, eis meu querer" (CC-175, HCC-369); o hino tinha sido publicado em 1907 no "Alexander’s Supplement" para o "Northfield Hymnal", compilado por George Stebbins, e na coletânea "Kingdom Songs" (1921).
Sua esposa Maggie Grace tinha falecido recentemente quando Entzminger escreveu a letra do hino, o que é muito provável (OJB, 01 dez 1921, p.11). Não nos parece ter sido escrito quando seus filhos morreram (1891 e 1894) no Recife (PE); o hino de Adelaide Pollard foi originalmente escrito mais tarde (1902); nem quando viajou para os EUA (1904) para tratar-se da lepra (ver: Edith Brock Mulholland, HCC-Notas Históricas. Rio de Janeiro: JUERP, 2002, pp.286 e 287). Entzminger escreveu o estribilho (aproveitado no hino "Com alegria venho, ó Deus", HCC-367) e as estrofes do hino "Aqui no mundo branda luz" (CC-528), que foram publicadas em 1925, sem a música de Robert Harkness (OJB, 08 jan 1925, p.13). Era um hino dedicado às crianças de nossas igrejas. Na época, Entzminger estava casado com sua segunda esposa, a missionária Amélia Joyce. Lamentavelmente, do CC não foram aproveitados, entre outros, os hinos nos.53, 97, 210, 340, 370, 413, 451, 466 e 499; estes estavam entre os hinos mais queridos do povo batista no Brasil. Eram hinos de Entzminger”.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA(1998), de Marcos Antonio Marcondes, não é mencionado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE MUSICA ERUDITA BRASILEIRA(2005), de Olga G. Cacciatore, não é lembrado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ERNESTO ALONZO JACKSON, dos Estados Unidos, 1877. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Veio para o Brasil, em 1898, com 21 anos de idade, como missionário presbiteriano da CHRISTIAN ALLIANCE. Localizou-se, inicialmente, no Recife, onde manteve contato com o missionário batista Zacarias Taylor, terminando por se tornar batista, sendo batizado por Zacarias Taylor.
Deixou a sua missão presbiteriana e passou a viver por conta da Comissão de Evangelização das igrejas batistas da Bahia até que saísse a sua nomeação como missionário batista da Junta de Richmond. Esta nomeação pela Junta de Richmond só ocorreu, após o seu casamento, em 1902, eis que tinha vindo solteiro dos Estados Unidos.
Casou-se nos Estados Unidos, com Jeannette Beazley, em 31.12.1902. Em 1900, fez pregações na cidade de Santa Rita, interior baiano, bem como na cidade da Barra do Rio Grande e no ano seguinte(1901), visitou pela primeira vez o Piauí, tendo estado em Corrente, em companhia do Coronel Benjamim Nogueira que fora por ele batizado.
Jackson é considerado o primeiro pregador batista a pregar no Piauí, embora o primeiro evangélico a pregar tenha sido o Pastor Presbiteriano e Médico George W. Butler, em 1887. Jackson esteve também no Espírito Santo, em Goiás e Mato Grosso. Entre 1913 e 1914, foi secretário correspondente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira.
Em novembro de 1928, quando tinha 51 anos de idade, ao retornar dos Estados Unidos, de férias, faleceu no naufrágio do navio Vestris, juntamente com sua mulher e um filho.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. É mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido mais de 20 anos no Brasil e ter visitado os sertões da Bahia, do Piauí e de Goiás.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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EURICO NELSON(Eurico Alfredo Nelson ou Erik Alfred Nelson), de Estocolmo, Suécia, 17.12.1862. Como sua família se tornou batista e foi perseguida pelos luteranos, terminou por fugir para os Estados Unidos, estabelecendo-se em Kansas. Filho de André e Ana Maria Nelson.
Eric, como era seu nome original, trabalhou no campo com gado. Com 14 anos de idade, se converteu e foi batizado. Com 22 anos de idade, em 1884, abandonou a casa do pai, indo para o Texas. Em 1889, com 27 anos, interessou pelo Brasil.
Em novembro de 1891, com 29 anos de idade, desembarcou por conta própria no Porto de Belém do Pará. Arranjou emprego numa Companhia de Navegação e fez de sua casa um Hospital para ajudar pessoas com febre amarela.
Em 07.01.1893, com 31 anos, casou-se com Ida Lundberg, em Belém. Diante da conversão de algumas pessoas, convidou Salomão Ginsburg para organizar a Primeira Igreja Batista de Belém, o que aconteceu no dia 02.02.1897, com 11 membros fundadores.
Em 02.03.1897, Salomão o levou para o Recife, deu-lhe mais algumas instruções e o consagrou ao Ministério Batista, tendo sido também nomeado missionário pela Junta de Richmond.
No dia 05.10.1900, fundou a Primeira Igreja Batista de Manaus. Por causa de seu conhecimento dos rios da Amazônia, passou a ser chamado APÓSTOLO DA AMAZÔNIA. No dia 23.05.1908, fundou a Primeira Igreja Batista de São Luis, no Maranhão. Em 14.11.1908, fundou a Primeira Igreja Batista de Fortaleza, no Ceará. Depois de trabalhar 48 anos no Brasil, dos 76 de sua existência, faleceu em 17.05.1939.
Não é referido no BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Sobre ele, escreveu excelente livro, o Pastor José dos Reis Pereira, com o título O APÓSTOLO DA AMAZÔNIA, Rio, JUERP, 1980. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido 48 anos no Brasil. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GEORGE WILLIAM BUTLER, de Georgia, Estados Unidos, 1849. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Formou-se Medico em Baltimore, por volta de 1875, com 26 anos de idade. Casou-se com Rena Humphrey Butler.
Em 1883, com 34 anos, chegou ao Brasil, como Médico Missionário da Igreja Presbiteriana do Sul dos Estados Unidos, cujo Comitê de Missões Estrangeiras estava sediado em Nashville, no Tennessee. Estabeleceu-se, inicialmente, no Recife, Pernambuco, onde ficou por dois anos com a finalidade de aprender a língua portuguesa. Em maio de 1885, com 36 anos, foi transferido para São Luis do Maranhão. Sua primeira convertida e batizada foi Maria Bárbara Belfort Duarte, esposa de um parlamentar do Império. Organizou a Igreja Presbiteriana de São Luis em junho de 1886 e inaugurou o templo da igreja em julho de 1887.
Ainda em 1887, foi a Teresina, no Piauí, tendo sido o primeiro ministro protestante a visitar o Piauí, quando pregou para Manoel Ildefonso de Sousa(Juiz de Direito), Higino Cunha(Jornalista), Antonio de Sousa Rubim(Advogado), Misael Francisco de Lemos(Oficial do Exercito), Segisnando Alencar(Capitão do Exercito) e muitos outros.
Higino Cunha se tornou autor do livro HISTORIA DAS RELIGIÕES NO PIAUI, editado em 1924. Em 1893, com 44 anos, o medico missionário George W. Butler, foi transferido de São Luis para o Recife.
No ano seguinte(1894), os Butler foram morar em Garanhuns, Pernambuco. Em 1895, foram batizados os primeiros convertidos ao Presbiterianismo, entre os quais, Jerônimo Gueiros. Um dos frutos do trabalho do Dr. Butler foi Vicente Themudo Lessa que morava em Canhotinho.
Foi este missionário Dr. George W. Butler que, além de ter batizado Themudo Lessa, também o encaminhou para o Rio de Janeiro, com 16 anos de idade. Em Garanhuns, construiu o templo, fundou uma escola, origem do Colégio Quinze de Novembro e lançou a semente para o futuro Seminário Presbiteriano do Norte.
Embora médico, em dezembro de 1896, com 47 anos, teve de defender tese na Faculdade de Medicina da Bahia, em Salvador, para poder continuar clinicando no Brasil.
Nos anos seguintes, mudou-se para Canhotinho, a 25 quilometros de Garanhuns, onde também construiu um templo. Neste templo, colocou os restos mortais de Manoel Correia Vilela(Né Vilela) que, no dia 05.03.1898, em São Bento do Una, foi morto por uma punhalada que deveria atingir o Dr. Butler.
Em Canhotinho, construiu também um colégio e um hospital. Faleceu em Canhotinho, Pernambuco, onde foi sepultado no dia 27.05.1919, com 70 anos de idade. Passou a ser chamado “O MEDICO AMADO DE PERNAMBUCO”. Bem estudado por Alderi Souza de Matos, em seu trabalho VULTOS PRESBITERIANOS.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido e sido sepultado no Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 paginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

H. H. MUIRHEAD(Harvey Harold Muirhead), dos Estados Unidos, 1879, escreveu, entre outros, O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formado em Teologia nos Estados Unidos, foi nomeado Missionário Batista pela Junta de Richmond, vindo para o Brasil, em 1907, quando tinha 28 anos de idade, acompanhado de sua esposa Alyna Berth Mills.
Iniciou-se no Recife como Diretor do Colégio Batista Gilreath que tinha sido fundado em 1902, por Salomão Ginsburg. Permaneceu na direção do Colégio até 1927. Em 1910, Muirhead assumiu a direção do Seminário Teológico, bem como da Primeira Igreja Batista do Recife.
Em 1915, passou a dirigir o jornal A MENSAGEM que tinha sido transferido da Bahia. Sob sua direção, o Colégio deixou de ser Gilreath, para se tornar Colégio Americano Batista. Em 1917, sob a direção de Muirhead, o Colégio Batista formou a sua primeira turma de bacharéis em ciências e letras, constituída de Gilberto Freyre, Manoel Tertuliano Cerqueira, Antonio Neves Mesquita, Manoel Dias e Fernando Wanderley(A fotografia destes formandos se encontra com o autor destas notas).
Ainda em 1917, dona Alyna Muirhead, traduziu, junto com Alfredo Freyre, o livro MANUAL NORMAL, destinado às Escolas Bíblicas Dominicais. Esta amizade entre Dona Alyna e o professor Alfredo Freyre não foi bem entendida e surgiram comentários deselegantes.
H. H. Muirhead tornou-se o representante da Missão do Norte, instituição sustentada pela Junta de Richmond, nos Estados Unidos.
Teve participação fundamental na primeira fase do movimento radical de 1923, especialmente quando, sendo Diretor do Seminário Teológico Batista, convidou Alfredo Freyre, que não sendo batizado na Igreja Batista, tornou-se professor do Seminário para lecionar Filosofia da Religião Cristã, Latim Eclesiástico e Leitura Expressiva da Bíblia.
Nos anos seguintes, foi ser Diretor do Colégio e do Seminário do Rio. Faleceu em 1957, quando tinha 78 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 31 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 Volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HAWTHORNE(Alexandre Travis Hawthorne), dos Estados Unidos, 1825. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, tornando-se Advogado.
Alistou-se no exército sulista durante a guerra da secessão. Terminada a guerra, saiu com a patente de General. Resolveu vir para o Brasil estabelecer uma colônia, tendo demarcado terras no sul da Bahia.
De volta aos Estados Unidos para buscar mais recursos, sua única filha morreu. Convertido, tornou-se pregador. Começou a trabalhar para estabelecer uma missão batista no Brasil.
Na Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, em Lexington, em 1880, apresentou um relatório monumental elogiando o Brasil. Em virtude de seu relatório foi nomeado representante da Junta de Missões Estrangeiras no Estado do Texas.
Graças ao General Hawthorne, vieram para o Brasil vários missionários, inclusive o casal pioneiro William Buck Bagby e Anne Luther Bagby que chegou no Rio de Janeiro, no dia 02.03.1881. Quanto ao General Hawthorne, faleceu nos Estados Unidos, em 1899, com 74 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter estado no Brasil e ter dado condições para que dezenas de missionários batistas viessem para o Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 paginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

J. J. TAYLOR(James Jackson Taylor), de Alabama, USA, 1855, escreveu, entre outros, HARMONIA DOS EVANGELHOS(Tradução) e A ARTE DE PREGAR(tradução), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Depois de terminar a Universidade, matriculou-se no Seminário de Louisville, formando-se em Teologia, com 30 anos de idade, em 1885.
Nos anos seguintes, depois de consagrado ao ministério batista, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Upper Street, em Lexington, Kentucky. Depois foi Pastor em Móbile, Alabama.
Em 1889, com 34 anos, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, como missionário batista na China, mas não chegou a ir, porque sua mulher morreu. Passou 2 anos ensinando grego na Universidade Batista de Ouachita, no Arkansas.
Em agosto de 1891, com 36 anos, desembarcou no Rio de Janeiro, acompanhado de sua nova esposa Ada e de um filho de 4 anos. Seguiu para São Paulo, a fim de estudar português. Encontrou-se com William Bagby e Salomão Ginsburg na região de Campinas, onde estudava a língua.
Foi para o Rio, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, quando conheceu Francisco Fulgêncio Soren, recém-convertido que morou em sua casa por 10 meses, até que fosse estudar nos Estados Unidos.
Deixando o Rio, onde tinha pegado uma febre amarela, seguiu para Juiz de Fora, Ouro Preto e Belo Horizonte. Em fevereiro de 1897, fundou, junto com Bagby, a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte. Em 1899, fundou, junto com outros, a Primeira Igreja Batista de São Paulo. Escreveu e traduziu hinos evangélicos, entre os quais, o 66, 93 e 486, do Cantor Cristão. Em 1908, fundou a Igreja Batista da Liberdade, em São Paulo.
Entre 1912 e 1916, foi professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 1917, voltou para São Paulo e fundou a Primeira Igreja Batista de Ribeirão Preto. Doente, voltou aos Estados Unidos, falecendo em 15.01.1924, com 69 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por 33 anos e ter fundado diversas igrejas batistas. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOHANN BIERI, de Buetschwill, Estado de Berna, Suiça, 1933. Filho caçula de Eduard e Klara Bieri. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Em 1955, com 22 anos, foi para o Seminário em Basileia, na Suiça. Em 1959, com 26 anos, foi consagrado Pastor. Pastoreou a Igreja de sua cidade natal. Nos anos seguintes, fez curso linguistico na Inglaterra, onde encontrou Edith Gass, com quem se casaria já no Brasil.
Em janeiro de 1962, com 29 anos, veio para o Brasil, ligado a uma Missão Evangélica, de que se separou por questões doutrinarias. Sua noiva veio para o Brasil em agosto de 1962. Terminados os estudos de português, casou-se em janeiro de 1963, com Edith Gass, em Nova Friburgo, Estado do Rio.
Na 1ª Igreja Batista de Niteroi, foram batizados pelo Pastor Harold Renfrow e Johann Bieri foi consagrado como Pastor Batista. A Junta Executiva do Estado do Rio mandou o casal para Parati-Mirim, onde permaneceu por 3 anos, tendo ali organizado uma Igreja Batista, com 50 membros, entre civilizados e indios guaranis.
Em 1965, o casal foi nomeado pela Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, para trabalhar entre os indios Mundurucus, no Pará. Em janeiro de 1966, o casal de missionarios chegou na maloca em Sai Cinza, no Alto Tapajós, onde ficou por 20 anos.
Em 1977, mudou-se para Santarem, no Pará, onde ficou 8 anos. Foram organizadas por ele, as Igreja Batistas de Jacareacanga e Mamaeaná, além de Igreja Batista da Floresta.
No dia 14.11.1985, o Pastor Johann Bieri foi submetido a uma cirurgia em Belem, no Pará, tendo falecido com 52 anos de idade. De seu casamento com Edith, teve o filho Haroldo Bieri nascido em 1968, alem de Elisabeth. Era tambem sua colaboradora, a enfermeira Antoinete Gass.
Apesar de sua importancia, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOHN MEIN(João Mein), da Inglaterra, 1883, escreveu, entre outros, A CAUSA BATISTA EM ALAGOAS(1929), A BIBLIA E COMO CHEGOU ATÉ NÓS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Ainda jovem, transferiu-se com a família para os Estados Unidos. Estudou no Instituto Moody de Chicago. Foi para o Seminário de Louisville onde fez Teologia. Em 1912, quando tinha 29 anos de idade, concluiu o Mestrado em Teologia.
Em 1914, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virgínia, tendo vindo para o Brasil. No Rio de Janeiro, iniciou-se como Diretor da Casa Publicadora Batista(hoje JUERP). Nos anos seguintes, tornou-se Diretor do Colégio Batista de Campos, no Estado do Rio. Depois de algum tempo, foi ser missionário batista em Alagoas, com sede em Maceió.
Em 1923, com 40 anos, fundou o Colégio Batista Alagoano. Entre 1930 e 1935, dirigiu o Colégio Batista do Recife e seu Seminário que funcionavam juntos. Em 1942, passadas as duas fases do radicalismo batista brasileiro, foi convidado para continuar dirigindo o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 1953, ao completar 70 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond e passou a direção do Seminário para o seu filho David Mein que tinha sido eleito pela Junta Administrativa. Ainda foi missionário nas Ilhas Bahamas. Faleceu em 1962, com 79 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 39 anos e ter publicado muitos livros em Português.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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JULIETT BARLOW, dos Estados Unidos, 1880. Veio para o Brasil juntamente com o casal missionário Ernesto Jackson e Janeth Jackson. Não veio como missionaria da Junta de Richmond, mas por conta dos irmãos gêmeos Benjamim José Nogueira e Joaquim Nogueira Paranaguá.
Foi a primeira professora do primeiro Jardim de Infância instalado no Piaui, no antigo Colegio Correntino Piauiense, tambem chamado de Instituto Batista Industrial, Instituto Batista de Corrente e Instituto Batista Correntino, em Corrente, no Piaui, por volta de 1903.
Passou a residir na casa do Coronel Benjamim Nogueira, em 1903, quando tinha 23 anos de idade. Barlow veio para o Brasil tambem como professora de inglês dos filhos do Coronel e do Colégio Correntino. Juliett Barlow foi uma dos 26 fundadores da Igreja Batista de Corrente, em 10.01.1904.
Depois desta data, seu nome não é mais encontrado na Historia dos Batistas do Brasil, não se sabendo mais nada sobre ela. É referida na HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito.
Não é mencionada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é referida na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, bem como não é lembrada no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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KATE STEVENS CRAWFORD TAYLOR, de Bell, Texas, 1862. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Seu pai era Pastor e sua mãe, mulher de grande cultura. Fez o curso superior na Universidade de Salado, onde também concluiu pós-graduação e entrou para o magistério.
Casou-se com Zacarias Clay Taylor em 25.12.1881, quando tinha 19 anos de idade, numa cerimônia celebrada por Hawthorne. Em 03.01.1882, foi nomeada junto com o esposo, pela Junta de Richmond, de Virginia, tendo embarcado como missionários ao Brasil, em 11.01.1882.
Kate foi com o marido para Santa Bárbara e depois para o Colégio de Campinas, em São Paulo, para estudar a língua portuguesa. O casal tornou-se amigo do ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque com quem continuou estudando o português.
Por volta de 31.08.1882, o casal Taylor, junto com o casal Bagby e mais o casal Teixeira de Albuquerque, todos chegaram em Salvador, na Bahia, fundando no dia 15.10.1882, a Primeira Igreja Batista da Bahia e do Brasil, que se reunia no antigo Colégio dos Jesuítas, na Rua Maciel de Baixo.
Traduziu alguns hinos, depois colocados no CANTOR CRISTÃO, entre os quais, O Grande Amigo. Em 1894, com 32 anos de idade, após doze anos de Brasil, Kate Stevens Taylor faleceu em Salvador, na Bahia, sendo sepultada no Cemitério Britânico da Bahia. Em 1919, com 68 anos de idade, quando estava na cidade de Corpus Christi, no Texas, seu antigo esposo Zacarias Taylor que tinha se casado com a segunda mulher chamada Laura e uma filha, todos vieram a falecer por ocasião do MAREMOTO que destruiu a cidade. Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

KIDDER(DANIEL PARISH), de Darlen, Nova York, 18.10.1815, escreveu, entre outros, “REMINISCÊNCIAS DE VIAGENS E PERMANÊNCIA NO BRASIL”(1845), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Após os estudos primários em sua terra natal, formou-se em filosofia e teologia, na Wesleyan University, em 1836. Quando tinha 22 anos de idade, em 1837, veio para o Brasil, como Missionário Metodista, aqui permanecendo até 1840. Como missionário, pregador e observador percorreu a Bahia, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará, Pará e Norte de Goiás.
Vinculado ao Tocantins, por ter visitado o antigo norte de Goiás, passando por cidades como Arraias, Natividade e Porto Nacional, no hoje Estado do Tocantins, fazendo pregações religiosas. Entre suas obras, destaca-se também “BRASIL E BRASILEIROS”. Foi missionário da American Bible Society. Seu livro principal, escrito no original inglês, tinha o título de SKETCHES OF RESIDENCE AND TRAVELS IN BRAZIL.
Mencionado em vários livros, entre os quais, “ANTOLOGIA DO FOLCLORE BRASILEIRO”, de Câmara Cascudo e “DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO”, de Raimundo Menezes. Aposentou-se como Pastor Metodista em 1887. Faleceu em Evanston, Chicago, no dia 29.07.1891.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

L. M. BRATCHER(Lewis Malen Bratcher), de Kentucky, USA, 1888, escreveu, entre outros, FRANCISCO FULGÊNCIO SOREN(Nashville, 1938), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Depois de ter estudado o secundário no Georgetown College, matriculou-se no Seminário Batista de Louisville, formando-se Doutor em Teologia, em 1918, quando tinha 30 anos de idade.
Nomeado missionário pela Junta de Richmond, veio para o Brasil em fevereiro de 1919. Tornou-se Diretor do Colégio Batista de Campos, no Rio de Janeiro. Depois de ter viajado pelo interior do Brasil, inclusive Goiás, em 1925, voltou ao Rio de Janeiro, fazendo-se Diretor do Internato e Externato do Colégio Batista do Rio.
Nesta época, foi eleito Secretário Correspondente Tesoureiro da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro, onde trabalhou por 28 anos. Foi esta Junta de Missões que enviou missionários para os vales dos Rios São Francisco, Tocantins e Araguaia. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09.12.1953, com 65 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério São João Batista. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido 34 anos no Brasil, sendo aqui sepultado. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

LOREN M. RENO, dos Estados Unidos, 1872. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1904, com 32 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. No mesmo ano, chegou em Salvador, na Bahia e logo depois foi para Vitória, no Espírito Santo. Foi casado com Alice Reno, escritora que publicou vários livros.
Auxiliado por pastores que ao longo do tempo foram surgindo, como Francisco José da Silva e Fernando Viana Drummond, fundou, por volta de 1905, o Colégio Americano de Vitória. Fundou o Serviço de Assistência Doméstica que consistia na ida de enfermeiras batistas às casas das famílias, onde davam remédios, aplicavam injeções e pregavam o evangelho.
Publicou a REVISTA DA MOCIDADE. Construiu o templo da Primeira Igreja Batista de Vitória que só foi totalmente inaugurado em outubro de 1932, já pelo Pastor Almir dos Santos Gonçalves. Comprou todas as propriedades, onde foi construído o Colégio Americano Batista e que só foi definitivamente inaugurado em setembro de 1933. Seu trabalho missionário consistia em fazer evangelismo domiciliar, fazendo visitas de casa em casa.
Quando estourou o movimento radical de 1938 não estava mais vivo, porém teve participação especial na primeira fase do movimento em 1923. Faleceu em Vitória, Espírito Santo, no dia 05.03.1935, com 63 anos de idade. Depois de sua morte, uma das ruas na frente do Colégio Batista de Vitória, passou a ter o seu nome: Rua Loren Reno.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 31 anos no Brasil e ter aqui morrido em 1935, depois de ter fundado colégios e igrejas.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MADDOX(Otis Pendleton Maddox), dos Estados Unidos, 1874. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1905, com 31 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil.
Desembarcou no Rio de Janeiro, passando a exercer o pastorado em diversas igrejas batistas, tendo se tornado também Secretário do Campo no Rio de Janeiro.
Em 1917, com 43 anos de idade, mudou-se para Minas Gerais. Organizou a Convenção Batista Mineira. Algum tempo depois, fundou o Colégio Batista Mineiro, para o qual comprou uma enorme propriedade no alto da cidade, por intermédio de terceiros, para não despertar a ira da Igreja Católica.
Foi Secretário Correspondente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira. Em 1945, com 71 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond, tendo de retornar aos Estados Unidos. Faleceu em 1955, com 81 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 40 anos no Brasil e ter fundado o Colégio Batista Mineiro, além de ter organizado várias igrejas batistas.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MAGGIE RICE, de Buchanan, Missouri, Estados Unidos, 1859. Filha de Pastor, converteu-se com 14 anos de idade, em 1873. Depois de muito insistir com a Junta de Richmond que não tinha verba, terminou sendo nomeada em 16.05.1887.
Chegou ao Brasil, junto com a familia Bagby, em 21.06.1887, com 28 anos de idade. No ano seguinte, no entanto, foi acometida de febre amarela, vindo a falecer no dia 26.11.1888, sendo sepultada no Rio de Janeiro, no Cemitério do Caju.
É considerada a primeira missionaria solteira sepultada no Brasil e a fundadora da primeira escola batista no Brasil. Morreu com 29 anos de idade. Trabalhou como missionaria no Brasil durante 17(dezessete) meses e cinco dias.
Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MINA EVERETT, do Texas, Estados Unidos, 1857. Filha de pais não evangélicos, converteu-se ao evangelho por volta de 1880, com 23 anos de idade. Como professora, lecionou em Saltillo, no Texas. Em 1885, esteve na Primeira Igreja Batista de Monterey, no México. Logo depois, foi nomeada pela Junta de Richmond para o Brasil. Chegou ao Rio de Janeiro, no dia 31.12.1885, tendo ficado com o casal William Buck Bagby e sua esposa, com a finalidade de aprender a lingua portuguesa. Foi, no entanto, acometida de febre amarela e beriberi. Teve de retornar para os Estados Unidos em 1887. Como não conseguiu vir outra vez para o Brasil, passou a viajar pelo Texas, sob a orientação do General Hawthorne, fazendo palestras sobre as possibilidades missionárias do Brasil e levantando recursos para o trabalho missionário. Terminou sendo eleita Secretaria Executiva da União Missionária Batista Feminina do Texas, onde ficou por 17(dezessete) anos.
É tida como a primeira missionária solteira nomeada pela Junta de Richmond para o Brasil. Faleceu em Glendale, California, em 25.02.1936, com 79 anos de idade.
Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MINNIE LEVATTA LANDRUM, dos Estados Unidos, 1892. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1922, com 30 anos de idade, foi nomeada pela Junta de Richmond, de Virgínia, USA, missionária batista para servir no Brasil.
Chegou no Rio de Janeiro no mesmo ano(1922) e começou a estudar a língua portuguesa. Com o domínio do português, foi eleita Secretaria-Correspondente-Tesoureira da União Geral das Senhoras do Brasil, permanecendo neste cargo por 37 anos.
Com recursos da Junta de Richmond e das verbas da União Geral, comprou a metade de um andar, no Edifício da Casa Publicadora Batista, na Praça da Bandeira, no Rio de Janeiro, onde colocou a União Geral das Senhoras. Representando esta União, viajou por todas as capitais do Brasil, bem como seu interior, fazendo propaganda e organizando “Sociedades de Senhoras”.
Em 1959, com 67 anos de idade, foi aposentada pela Junta Americana de Richmond e teve de voltar para os Estados Unidos, onde faleceu no mesmo ano de 59, com 67 anos. Era conhecida como Miss Minnie. Foi substituída nesta atividade pela missionária Sophia Nichols.
Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionada neste Dicionário Brasileiro por ter vivido quase 40 anos no Brasil.
Apesar de sua importância, não é mencionada no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Hilda Agnes e nem no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher e nem é referida no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente citada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RAIMUNDO KOLB(Raymond Lowrey Kolb), dos Estados Unidos, 05.04.1914. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Terminado o seu curso de Teologia e de piloto, foi nomeado como missionário para o Brasil, pela Junta de Richmond, de Virgínia, Estados Unidos, em 10.10.1944.
Neste mesmo ano, com 30 anos de idade, casou-se com Martha Ann Cochran Kolb, com quem teve vários filhos. Em maio de 1945, com 31 anos, desembarcou no Recife, Pernambuco, onde ficou um (1) ano para aprender a língua portuguesa.
Em abril de 1946, seguiu para São Luis do Maranhão, hospedando-se com o Pastor Capitulino Amorim. Viajou depois para Teresina, Piauí, tendo ficado hospedado com o Pastor João Martins de Morais.
Em 13.08.1946, aceitou o convite da Igreja Batista de Teresina para assumir o seu pastorado, passando a residir em Teresina a partir de outubro de 1946.
Em 27.07.1947 faleceu em Teresina, o filho do casal. No dia 27.08.1947, aniversário de Ana Kolb, seus familiares lhe deram de presente um automóvel que passou a ser usado na evangelização. Naquela época, a Junta de Richmond não fornecia carros para os seus missionários.
Em 1950, a família Kolb se transferiu para o Recife, como Professores do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, ali permanecendo até 1957. No ano seguinte(1958), transferiu-se para Corrente, Piauí, tornando-se Diretor do Instituto Batista Industrial. Neste ano, pilotando o avião da Missão, esteve em várias cidades da Bahia, entre as quais, Ipupiara(Fundão ou Jordão), terra natal do autor destas notas, conduzindo o Pastor José de Brito Barros que ali realizava conferências evangélicas.
Aposentado, o missionário Raimundo Kolb e sua família, retornou para os Estados Unidos, onde, em junho de 1994, com 80 anos de idade, comemorou Bodas de Ouro(cinqüenta anos), eis que se casou em junho de 1944.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal e nem no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(Rio, Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter sido, oficialmente, o primeiro missionário batista enviado pela Junta Americana de Richmond a residir em Teresina.
O casal Kolb quebrou um tabu do Relatório Missionário de 1919 que afirmava ser impossível um americano residir em Teresina, porque a cidade não tinha luz elétrica, nem água encanada e nem transporte urbano.
Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RAY THOMAS FLEET, de Memphis, Tennessee, Estados Unidos, 08.07.1928. Filho de Garner e Ollie Surber. Apos os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Dedicou-se ao estudo do Canto, do Saxofone e Clarinete.
Com 16 anos de idade, converteu-se ao Evangelho, tornando-se Diretor Congregacional de Música, na Igreja Batista de Hollywood, em Memphis, Tennessee. Com 18 anos, passou a estudar na Universidade de Oklahoma, depois no Seminário Teológico Batista do Sudoeste, bem como na Universidade Batista de Ouachita.
Após a Graduação, trabalhou em várias igrejas, entre as quais, Igreja Batista de Beulah, Igreja Batista de Rodgers, etc. Em junho de 1964, com 36 anos de idade, foi nomeado missionário da Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, Junta de Richmond, de Virgínia, tendo vindo para o Brasil.
Durante os primeiros 19 anos trabalhou com as igrejas batistas brasileiras no Recife e no interior de Pernambuco. Foi Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, quando este autor, foi um de seus alunos.
Posteriormente, tornou-se Professor da Faculdade Teológica Batista de São Paulo, onde tambem fez o seu curso de Doutor em Teologia. Depois de 30 anos de serviço no Brasil, aposentou-se, retornando para os Estados Unidos, por volta de 1994, passando a colaborar com a Igreja Batista de Dallas. Faleceu nos Estados Unidos, no dia 22.12.2006, com 78 anos de idade, depois de sofrer 7 anos com um câncer.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Não é relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 30 anos no Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RETIE BUCHAN WILDING, de Glasgow, Escócia, l889, escreveu, entre outros, "SEMEANDO EM LÁGRIMAS". Médica. Foi missionária da União Evangélica Sul-Americana, na ILHA DO BANANAL, Goiás, hoje Tocantins(onde seu marido foi sepultado, vítima de malária).
Viveu no interior de Goiás, especialmente Catalão, Goiás Velho, Leopoldina(Aruanã), juntamente com seu esposo, missionário Joe Wilding, após casar-se em Anápolis, em 1932.
Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pregadora, Colportora, Sanitarista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Contista, Cronista. Evangélica. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista.
Referida nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos religiosos.
Mãe do médico Joe Wilding(Dr. Diô), do Hospital Evangélico Goiano de Anápolis. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal.
Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RICARDO JACOB INKE, da Letônia, 1880, escreveu, entre outros, COMPÊNDIO DE TEOLOGIA SISTEMÁTICA(em língua leta), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, na fronteira da Letônia com a Lituânia, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 12 anos, converteu-se ao protestantismo batista. Tinha 20 anos de idade, em 1900, quando veio para o Brasil, radicando-se em Santa Catarina, com a família. Mudou-se para Porto Alegre, matriculando-se numa Escola de Obreiros que os alemães tinham fundado.
Terminados os estudos, foi para a Argentina, onde foi consagrado ao ministério batista, vivendo entre letos e argentinos por 5 anos. Nos Estados Unidos, nos seminários de Rochester e Menton, concluiu o curso de Mestre em Divindade.
De volta ao Brasil, foi Pastor em Nova Odessa e Campinas, São Paulo. Tornou-se Secretário Executivo da Convenção Batista Paulistana. A convite de Shepard, foi ser professor no Rio, no Colégio Batista do Rio e no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Em 1921, com 41 anos de idade, foi Presidente da Convenção Batista do Rio de Janeiro. Esteve nos Estados Unidos, como missionário aos russos, sustentado pela Convenção Batista do Norte dos Estados Unidos.
De volta ao Brasil, tornou-se Deão do Seminário do Sul e professor de diversas matérias. Tem hinos publicados no Cantor Cristão. Como poliglota, falava português, leto, inglês, russo, alemão e espanhol. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1936, com 56 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido 36 anos no Brasil e aqui ter sido sepultado.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL(1974), de Osvaldo Ronis.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RICHARD EDWARD SENN, dos Estados Unidos, 1928, escreveu, entre outros, TECNOLOGIAS AVANÇADAS DE EDUCAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR NO BRASIL(PUC, SP, 1974), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Teologia e se consagrou Pastor Metodista. Veio para o Brasil e passou por São Paulo, com a finalidade de aprender a língua portuguesa. Em 1955, com cerca de 27 anos de idade, chegou em Anápolis, Goiás, como Missionário da UESA(União Evangélica Sul-Americana).
Foi colocado à disposição da Associação Educativa Evangélica, como Diretor do Colégio Couto Magalhães, de Anápolis. Este Colégio tinha sido fundado pelo Dr. Carlos Pereira Magalhães, sua esposa Gertrudes e sua filha Alice Magalhães, em 15.02.1932. Nesta época(1932), o Dr. Carlos Magalhães era Promotor de Justiça de Anápolis(Os Promotores eram nomeados a bel prazer dos governantes e por isso não permaneciam nos cargos muito tempo). Em 1936, o Dr. Carlos voltou para a sua terra Piracicaba, interior paulista e o Colégio ficou com o Dr. James Fanstone.
O Rev. Richard Senn ficou 15 anos em Anapolis, de 1955 a 1970, envolvido com a Associação Educativa Evangélica. Em 1961, com 33 anos, tornou-se fundador e Diretor da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anapolis, onde permaneceu até 1970, quando se mudou para a Universidade Metodista de Piracicaba, interior de São Paulo.
Em 1969, como missionário da UESA, foi também Pastor da Igreja Metodista de Anápolis, na Rua Firmo de Velasco, 1192. Em 1974, já na Universidade Metodista de Piracicaba, defendeu tese de Doutorado, na Pontifícia Universidade Católica(PUC, SP), com o titulo TECNOLOGIAS AVANÇADAS DE EDUCAÇÃO E O ENSINO SUPERIOR NO BRASIL(PUC, SP, 1974).
Em 1995, com 67 anos, fez questão de vir dos Estados Unidos para receber uma homenagem que lhe foi prestada pela Associação Educativa Evangélica de Anápolis que lhe deu o titulo de PROFESSOR FUNDADOR DA FADA(Faculdade de Direito de Anápolis).
Aposentado, retornou aos Estados Unidos, onde vive hoje(2006). É muito bem estudado no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Apesar de sua importância, não é estudado no livro PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL-Imprensa Metodista, 1967), de Isnard Rocha.
Não é referido no site da Universidade Metodista de Piracicaba, não é mencionado na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal, não é citado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RICHARD RATCLIFF, dos Estados Unidos, 1831. Foi batizado na Igreja Batista, em 1847, com 16 anos. Consagrado ao Ministério Batista, em 02.07.1860, com 29 anos de idade. Um dos pastores da Igreja Batista de Santa Barbara, no interior paulista.
Foi pastor da dita igreja, de 10.09.1871 até abril de 1878. É considerado o primeiro lider eclesiástico no Brasil e o primeiro pastor da primeira igreja batista da Colonia de Santa Barbara. Em 12.08.1869, celebrou o primeiro casamento na Colônia de Santa Barbara, unindo em matrimonio Robert Norris e Pattie Steagall. Ratcliff casou-se com Eunice Providence Hetherwick, em fevereiro de 1866, com 35 anos de idade, com quem teve os filhos Maud, Annice, Cornelia, Richard e Ernest. Sua esposa Eunice faleceu em 1876 e foi sepultada perto de Santa Barbara, no dia 07.12. Eunice tinha nascido em Lousiana, USA, 07.02.1843.
Ratcliff voltou para os Estados Unidos e se casou com Elsie Riggs, no dia 26.01.1887. Elsie faleceu em 1902. Ratcliff faleceu nos Estados Unidos em 23.07.1912, com 81 anos.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ROSALEE MILLS APPLEBY, de Missouri, Estados Unidos, 1894, escreveu, entre outros, OURO, INCENSO E MIRRA, A VIDA VITORIOSA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Casou-se com David Appleby(1891-1925).
O casal foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, em 1924, para servir no Brasil como missionários batistas. Estabeleceu-se em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde também estava aprendendo a língua portuguesa.
No dia em que nasceu o seu primeiro filho(16.10.1925), o missionário David Appleby faleceu repentinamente. Rosalee não retornou para os Estados Unidos. Ficou no Brasil criando o filho, pregando o Evangelho e escrevendo livros.
Fundou em Belo Horizonte um programa de rádio chamado RENOVAÇÃO ESPIRITUAL. Seu filho se chamou David Appleby e viveu no Brasil até 17 anos de idade, em 1942.
Nos Estados Unidos, onde passou a viver, escreveu a biografia de Villa-Lobos. Quanto a Rosalee, na década de 1950, desenvolveu um trabalho evangélico de avivamento espiritual, a que se filiaram, entre outros, os Pastores José Rego do Nascimento, Enéas Tognini e outros. Escreveu dezenas de outros livros e traduziu centenas de folhetos evangélicos. Em 1958, já com cerca de 64 anos de idade e ainda residindo em Belo Horizonte, Rosalee Mills Appleby adoeceu gravemente e foi se tratar nos Estados Unidos.
Seu programa de rádio foi entregue ao Pastor da Igreja Batista da Lagoinha, José Rego do Nascimento. Mencionada neste Dicionário Brasileiro por ter vivido mais de 30 anos no Brasil e ter tido um filho brasileiro, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Não é referida na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal.
Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SALOMÃO GINSBURG(Salomão Luis Ginsburg), de Suwalki, Polônia, 06.08.1867, escreveu, entre outros, UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL(Autobiografia), com introdução de T. B. Ray. Este livro foi escrito originalmente em Inglês, em 1921 e traduzido para o português por Manoel Avelino de Souza, em 1940.
Seu pai era Rabino e sua mãe professora. De origem judaica, nascido numa cidade russa, foi enviado para estudar na Alemanha, onde ficou até os 14 anos, em 1881, completando o curso colegial. Diante da intransigência do pai, fugiu para Londres, na Inglaterra, onde aprendeu a arte da tipografia e onde se converteu ao protestantismo, tornando-se Ministro Evangélico Congregacional, em 1882, quanto tinha 15 anos de idade.
Depois de passar algum tempo em Porto, Portugal, para aprender um pouco da língua portuguesa, chegou no Rio de Janeiro em 10.06.1890, quando tinha 23 anos, vinculando-se à Igreja Evangélica Fluminense, dita Congregacional, fundada por Dr. Kalley, mas dirigida naquele momento pelo Rev. João M. G. dos Santos.
A convite do Dr. Fanstone, que era Presbiteriano, foi para o Recife, no inicio de 1891, permanecendo por vários meses. Em seguida foi para Salvador, onde foi batizado na Primeira Igreja Batista da Bahia, em novembro de 1891, pelo Pastor W. C. Taylor, tornando-se também Pastor Batista e missionário da Junta de Richmond, nos Estados Unidos.
Casou-se a primeira vez, em 1891, com Carrie Bishop que, já no Brasil, depois de cinco meses, morreu de febre amarela, na Bahia. Com a morte de sua primeira esposa, mudou-se da Bahia para o Rio de Janeiro.
Casou-se a segunda vez em 01.08.1893, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, casamento celebrado por J. J. Taylor, com Emma Morton, que já era missionária da Junta de Richmond, com quem teve sete filhos. Estes filhos, no entanto, não são mencionados em sua AUTOBIOGRAFIA.
Foi fundador do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em 01.04.1902, na Rua chamada CAMINHO NOVO, número 106.
Depois de ter passado por várias igrejas batistas no Brasil, viajando por todos os Estados, foi trabalhar no Rio de Janeiro, em 1914, na Casa Publicadora Batista, junto com o missionário W. E. Entzminger. Faleceu em São Paulo, em 31.03.1927, quando tinha 60 anos de idade.
Sobre ele escreveu excelente matéria, em sua página na internet, Rolando de Nassau: “Hinos de Ginsburg - Na primeira edição (1891) do "Cantor Cristão", encontramos 16 hinos; três apresentam letras originais de Salomão Luiz Ginsburg (1867-1927); os outros treze, são traduções de hinos escritos por Crosby, Whittle, Bullinger, Norton, Rowley, Bonar, Ogden, Nettleton, Reed e Neumeister.
As letras originais são: "Oh! vem, divina luz!" (CC-263), "Eu ouví a voz de Deus" e "Oh! que farei prá me salvar?" (posteriormente retiradas).
As traduções são: "Chuvas de bênçãos" (CC-l68), "Tão perto do Reino" (posteriormente substituída pela de Ricardo Pitrowsky), "Avançai!" (CC-446), "Vinde a Mim!" (CC-218), "Do Deus santo somos filhos" (CC-364), "Conta-me a história de Cristo" (CC-196), "Cantarei a linda história" (CC-44), "A cruz ainda firme está" (CC-l97), "A mensagem do Senhor" (CC-198), "Cristo, meu Salvador, veio a Belém" (CC-200), "Oh! vinde à fonte de sangue!" (CC-215), "Ó corações, considerai" (CC-233), "Cristo salva o pecador" (CC-234).
Ginsburg escreveu, pelo menos, 115 hinos, dos quais 105 figuram no "Cantor Cristão" (edição de 1971). Pelo volume de sua contribuição e pela ousadia de sua iniciativa, Ginsburg teve participação destacada e importante na construção do nosso primeiro hinário batista”.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SHEPARD(John Watson Shepard), dos Estados Unidos, 1879, escreveu, entre outros, TEMAS DO NOVO TESTAMENTO, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1906, com 27 anos de idade, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos para o Brasil. Iniciou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, que tinha sido fundado por Salomão Ginsburg em 1902. Quando a Convenção Batista Brasileira, fundada em Salvador, em 1907, pensou em Educação Teológica no Sul do Brasil, convidou John Watson Shepard para a tarefa.
Em 1908, ele se mudou para o Rio de Janeiro e no mesmo ano inaugurou o Colégio Batista e o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Equiparou o Colégio Batista ao Colégio Dom Pedro II, do Rio de Janeiro, considerado então Colégio Padrão de ensino secundário. Comprou algumas propriedades no bairro da Tijuca, onde hoje se encontram estas instituições. Em 1931, quando já estava com 52 anos de idade, teve de retornar aos Estados Unidos, por problemas administrativos com a Junta de Richmond. É que queria a construção de novas salas de aula, enquanto os demais missionários queriam a construção de casas para professores nos terrenos do Colégio.
De volta aos Estados Unidos, foi trabalhar no Instituto Bíblico de Nova Orleans, hoje, um dos seis grandes Seminários da Convenção Batista do Sul. Faleceu em 1954, com 75 anos.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muito tempo e ter fundado o Colégio Batista do Rio e o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

S. L. WATSON(Stephen Lawton Watson), dos Estados Unidos, 1880, escreveu, entre outros, HARMONIA DOS EVANGELHOS, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1914, com 34 anos de idade, veio para o Brasil, nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, dos Estados Unidos. Tornou-se Professor de Hebraico, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Entre 1920 e 1934, foi Diretor Geral da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade, da Convenção Batista Brasileira. Nos anos seguintes, foi Diretor do Colégio Batista e também do Seminário Teológico, onde já era Professor, desde sua chegada ao Brasil em 1914. Em 1938, quando já tinha 58 anos, foi convocado para ser Diretor do Colégio Batista de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que estava passando por uma crise administrativa.
Em 1941, com 61 anos, foi designado pela Convenção Batista Brasileira para assumir a direção do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, que estava em crise em virtude da chamada segunda fase do radicalismo batista brasileiro.
Em 1942, retornou ao sul do Brasil e estabeleceu residência na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Foi encarregado, pela Imprensa Bíblica Brasileira, de fazer uma nova revisão da versão da Bíblia que tinha sido traduzida por Antonio Ferreira de Almeida. Durante muito tempo, foi Diretor da Junta Patrimonial, além de ter sido Pastor de diversas igrejas batistas no Rio de Janeiro. Foi o fundador e primeiro secretário executivo da Junta de Beneficência. Faleceu em 1966, com 86 anos de idade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por mais de 36 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 paginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

THOMAS JEFFERSON BOWEN, dos Estados Unidos, 1814, escreveu, entre outros, GRAMATICA YORUBA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
É considerado o primeiro missionário batista enviado ao Brasil, pela Junta de Richmond, de Virginia, nos Estados Unidos. Foi enviado primeiro à Nigéria, na África, onde aprendeu a língua IORUBA e escreveu uma gramática.
Em 1856, com 42 anos de idade, retirou-se da África por questões de saúde. Em 1860, com 46 anos, foi transferido pela Junta de Richmond para o Rio de Janeiro, onde desembarcou no mesmo ano. Como era conhecedor da língua Ioruba, passou a conversar com os escravos nesta língua, o que despertou muitas desconfianças, tendo sido, inclusive, preso no Rio de Janeiro. Retornou para os Estados Unidos em 1861, onde faleceu em 1875, com 61 anos de idade. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter sido, oficialmente, o primeiro missionário batista enviado pela Junta Americana de Richmond ao Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TOMAZ COLLINS JOYCE, de Dublin, Irlanda, 1869. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Londres, na Inglaterra, onde completou os seus estudos teológicos. Foi batizado numa Igreja Batista Livre. Consagrado ao Ministério Evangélico, tornou-se Pastor Congregacionalista.
Foi enviado para o Brasil, em 1894, com 25 anos de idade, como missionário da Igreja Congregacionalista, a mesma que tinha mandado Salomão Ginsburg para o Brasil.
Desembarcou no Rio de Janeiro. Algum tempo depois, foi para Campos no Estado do Rio, onde se encontrou com Salomão Ginsburg que terminou por batizá-lo, consagrando-o ao Ministério Batista, em 1898, quando estava com 29 anos de idade.
Durante muito tempo, foi Pastor no interior do Estado do Rio. Transferiu-se posteriormente para Salvador, na Bahia, onde trabalhou na Primeira Igreja Batista da Bahia. Nesta ocasião, brigando com o missionário Zacarias Taylor, terminou formando uma outra Igreja que teve duração efêmera.
Em 1910, com 41 anos de idade, Tomaz Collins faleceu em Salvador, na Bahia, acometido por uma infecção provocada por uma bolha no pé, mal curada. Gilberto Freyre, em seu livro TEMPO MORTO E OUTROS TEMPOS, página 22, conta também este mesmo fato, dizendo que a infecção foi oriunda de um bicho de pé.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter aqui vivido e aqui morrido.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

W. C. TAYLOR(William Carey Taylor), dos Estados Unidos, 1886, escreveu, entre outros, GRAMÁTICA GREGA, DICIONÁRIO GREGO, MANUAL DAS IGREJAS, COMENTÁRIO AO EVANGELHO DE JOÃO, COMENTÁRIO À EPISTOLA DE TIAGO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1916, com 30 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Chegou ao Recife e foi direto para o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tornando-se Diretor e Professor por mais de vinte anos.
Em 1936, foi nomeado Secretário da Junta de Richmond para a América Latina, tendo se mudado para o Rio de Janeiro. A partir de 1940, tornou-se Professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e do Instituto de Treinamento Cristão, depois IBER.
Teve participação fundamental no movimento radical do norte, tanto que, para defender os CONSERVADORES, fundou o jornal CORREIO DOUTRINAL que permaneceu até 1932. Como teólogo e jornalista, iniciou seus artigos no JORNAL BATISTA, em 1942 e manteve a coluna “Canto dos Bereanos” até 1956.
Neste ano, já aposentado, por ter completado 70 anos, teve de retornar aos Estados Unidos, onde faleceu em 1971, com 85 anos de idade.
Publicou dezenas de livros em português e alguns em inglês. No Brasil, manteve polêmicas notáveis com os pastores presbiterianos Ernesto Luiz de Oliveira e Miguel Rizzo Júnior.
Nos Estados Unidos, manteve polemica com o pastor metodista Stanley Jones.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido no Brasil durante mais de 40 anos, além de ter publicado dezenas de livros em português. É analisado também em HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins ou no site www.mariomartins.com.br
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Leia mais sobre ele em MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO, in www.mariomartins.com.br

W. B. BAGBY(WILLIAM BUCK BAGBY), do Texas, USA, 05.11.1855. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Universidade de Waco que, anexada ao Colégio de Baylor, tornou-se Universidade de Baylor, a maior Universidade Batista do Mundo. Em 1875, quando tinha 20 anos de idade, formou-se na Universidade e foi trabalhar na fazenda. Tornou-se também professor e pregador. Com 23 anos, em 16.03.1879, foi consagrado ao Ministério Batista, em Plantersville. Casou-se com Anne Luther Bagby, em 21.10.1880.
Em 12.01.1881, já como missionários da Junta de Richmond, embarcaram para o Rio de Janeiro, chegando no dia 02.03.1881. Seguiram para Santa Bárbara, interior de São Paulo, onde havia muitos norte-americanos.
Depois foram para o Colégio Presbiteriano de Campinas aprender a língua portuguesa, onde mantiveram contato com o ex-padre Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque que era também professor de português. Encontraram com Zacarias C. Taylor que também tinha chegado dos Estados Unidos como missionário e resolveram ir para Salvador, na Bahia, onde a cidade tinha 250 mil habitantes.
Levaram com eles o ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque. Chegaram em Salvador, no dia 31.08.1882. No dia 15.10.1882, fundaram a Primeira Igreja Batista da Bahia, no antigo Colégio de Jesuítas, na Rua Maciel de Baixo, com 5 membros ou seja o Casal Bagby, o Casal Taylor e o ex-padre.
Os três primeiros convertidos na nova Igreja foram: Emília, Senhorinha e Mary O´Rorke. O primeiro homem convertido foi o funileiro João Gualberto Batista que, posteriormente, foi consagrado Pastor.
Como a nova Igreja já tinha 25 membros, o casal Taylor resolveu continuar na Bahia e o casal Bagby foi para o Rio de Janeiro, onde chegou em 24.07.1884.
No dia 24.08.1884, fundou, junto com mais outras pessoas, Miss Mary O`Rorke, a dona da pensão, onde estava hospedado, Senhora Williams e o próprio casal Bagby, a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro ou seja a segunda do Brasil, sem contar as duas igrejas americanas de Santa Bárbara, São Paulo.
Nesta época, o Rio de Janeiro tinha 500 mil habitantes, enquanto Salvador, a segunda maior cidade do Brasil, tinha 250 mil habitantes.
Percorreu várias cidades brasileiras, entre as quais, Campos, onde fundou a Primeira Igreja Batista, em 23.03.1891. Fundou a Primeira Igreja Batista de Niterói, em 18.07.1892. Mudou-se depois para o Estado de São Paulo, onde viveu 27 anos, fundando, inclusive, o Colégio Batista Brasileiro, em 1902.
Em 1907, fundou, junto com outros-Zacarias Taylor, A. B. Deter e Salomão Ginsburg- a Convenção Batista Brasileira, em Salvador, na Bahia. Em 1927, seguiu para o Rio Grande Sul, onde ficou os últimos 12 anos de vida.
William B. Bagby faleceu em 05.08.1939, com 84 anos de idade, sendo sepultado em Porto Alegre. Sua esposa Anne Bagby, mudou-se para o Recife, onde morava sua filha Helen e faleceu com 83 anos, em 24.12.1942.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido no Brasil durante 58 anos, dos 83 que viveu, além de ter sido aqui sepultado.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

W. W. ENETE(William Walters Enete), dos Estados Unidos, 1893. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Por volta de 1918, com 25 anos, matriculou-se no Seminário de Louisville, onde se formou em 1923.
Em 1924, com 31 anos, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro e começou o aprendizado do Português. Fundou a primeira Escola Popular Batista na Igreja Batista de Catumbi, no Rio de Janeiro, por volta de 1925. Escreveu os manuais necessários para estas escolas populares.
Durante 17 anos e até por volta de 1941, esteve à frente do Departamento de Escolas Populares, da Convenção Batista Brasileira. Em 1942, com 49 anos de idade, saiu pelo Brasil afora, num ônibus residência, devidamente aparelhado para realizar estas Escolas Populares.
Trabalhou nesta atividade durante 16 anos, até que a Junta de Richmond lhe aposentasse em 1958. Como usava um boneco ventríloquo, além de mágicas e outras técnicas, tornou-se conhecido como “TIO BILLY”.
Retornou aos Estados Unidos, onde faleceu em 1967, com 74 anos. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 34 anos. Sobre ele, há excelente matéria no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZACARIAS CLAY TAYLOR, de Jackson, Mississippi, 1851, traduziu, entre outros, O RETRATO DE MARIA NO CÉU, HISTÓRIA DOS BATISTAS. Como a família perdeu os bens na Guerra da Secessão, mudou-se para o Texas, em 1865. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Quando tinha 18 anos de idade, em 1869, foi para o Colégio. Em 1875, com 24 anos, matriculou-se na Universidade de Waco e depois foi para a Universidade de Baylor, onde se formou, em 1879. Foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da cidade de Runnels.
Depois de ler o livro O BRASIL E OS BRASILEIROS, de Kidder e Fletcher, resolveu estudar no Seminário de Louisville, com o objetivo de vir para o Brasil como Missionário. Casou-se em 25.12.1881 com Kate Stevens Crawford Taylor, numa cerimônia oficiada por Hawthorne.
Nomeado pela Junta de Richmond embarcou para o Brasil em 11.01.1882. Uniu-se ao casal Bagby que já tinha chegado ao Brasil e juntamente com o ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque, chegou em Salvador, Bahia, em 31.08.1882, fundando a Primeira Igreja Batista da Bahia, no dia 15.10.1882, na Rua Maciel de Baixo.
Em 1886, fundou o jornal O ECO DA VERDADE, considerado o primeiro jornal batista brasileiro. Este jornal e sua tipografia deixaram de existir em 1900. Sua esposa faleceu já no Brasil, em 1892, tendo sido sepultada no Cemitério Britânico da Bahia, depois de ter tido quatro filhos.
Viúvo, em 1895, Zacarias Taylor casou-se a segunda vez com Laura Barton que tinha sido missionária na China por cinco anos. Em 1898, fundou o Colégio Americano Egidio, em Salvador. Este Colégio foi, posteriormente, transferido para Jaguaquara, no interior baiano, com o nome de Colégio Batista Taylor Egídio.
Em 1907, fundou junto com outros missionários, a Convenção Batista Brasileira, em Salvador, Bahia.
Em 1919, com 68 anos de idade, quando estava na cidade de Corpus Christi, no Texas, ele, sua mulher Laura e uma filha, vieram a falecer por ocasião do MAREMOTO que destruiu a cidade.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido 27 anos no Brasil, além de ter fundado Igrejas, Colégios, Jornais, etc.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ALGUMAS FIGURAS
DO BRASIL EVANGÉLICO.


ABERALDO DA COSTA FRÓES, de Lavras de Rio Bonito, Estado do Rio, 04.05.1932. Filho de Alfredo da Costa Fróes e Maria Joaquina Fróes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 05.11.1952, com 20 anos de idade, foi batizado na 1ª Batista de Ipanema, no Rio de Janeiro, pelo Pastor Rafael Zambroti. Em 12.01.1957, com 25 anos, casou-se com Ivaldinéa Freire Fróes, com quem teve os filhos Ester, Ruth e Daniel.
Em 21.06.1974, foi consagrado ao Ministério Batista, na Igreja Batista do Bairro Nova América, tomando posse no pastorado da Igreja Batista Monte Horebe, em Miguel Couto, Nova Iguaçu, Estado do Rio, onde ficou por 32 anos, até a sua morte no dia 05.07.2006, de enfarte, com 74 anos de idade.
Não é referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADRIÃO BERNARDES(Adrião Onésimo Bernardes), de Baixa Grande, Bahia, 01.03.1891, escreveu, entre outros, PRINCIPIOS QUE VIVEM(1963), NÓS, ELES E OUTROS(1964), CHISPAS DA BIGORNA(1965), ESPIRITISMO(1965), ISTO É SÃO PAULO(1965), ECUMENISMO(1967), ENGLISH FACTS FOR COLLEGE STUDENTS(1968), SERMONADO(1970), A BIBLIA E A CIÊNCIA, DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO, BRASIL DESCOBERTO E POR DESCOBRIR, O GRANDE FLAGELO DA SOCIEDADE MODERNA, O LIVRO PERDIDO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação, ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de José Silvério Bernardes e de Francisca Madalena.
Era aprendiz de alfaiate em Santo Antonio de Jesus, na Bahia, quando se encontrou com o missionário Salomão Ginsburg e foi batizado por ele na Igreja Batista, em 1909, quando tinha 18 anos de idade.
Nos anos seguintes, foi para o Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife, concluindo o secundário. Em seguida matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, formando-se Bacharel em Teologia.
Enviado pelo Seminário, foi estudar nos Estados Unidos, na Universidade de Baylor, onde fez Mestrado em Teologia(Th.M). De volta dos Estados Unidos, revalidou o Diploma na Universidade do Recife, em 1923, fazendo-se Bacharel em Direito.
Já como Pastor Batista, tornou-se Professor do Colégio Americano e do Seminário do Norte, entre 1920 e 1925, tendo participado ativamente do movimento chamado RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, conforme se lê em HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974) de Mario Ribeiro Martins ou no site www.mariomartins.com.br
Quando Salomão Ginsburg, em 1921, publicou o seu livro UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL, em inglês, fez-lhe rasgados elogios, inclusive revelando o seu nome original ADRIÃO ONÉSIMO BERNARDES.
Na tradução brasileira de 1940, feita por Manoel Avelino de Souza, na página 195, aparece uma observação que deve ter sido feita pelo tradutor, nos seguintes termos: “Infelizmente o Sr. Adrião desmentiu tudo que affirma delle neste capitulo. Hoje está separado da igreja e entregue a outros misteres”.
De fato, nos anos seguintes, Adrião Bernardes, mudou-se para São Paulo, deixando a Igreja Batista. Passou a lecionar em diversos colégios, entre os quais, Liceu Nacional Rio Branco, Colégio Estadual de Catanduva, de Taubaté e de Mogi das Cruzes. Lecionou no Colégio Mackenzie e no Colégio Paulistano. Fundou o Colégio Estadual e a Escola Normal Brasilio Machado.
Em 06.03.1954, foi eleito Deão do Seminário Presbiteriano Conservador de São Paulo. Nos anos 1954 e 1958, foi candidato a Deputado Federal, por diferentes partidos, mas não conseguiu se eleger. Em 1962, elegeu-se Deputado Federal por São Paulo, na legenda do PST(Partido Social Trabalhista).
Com a extinção dos partidos pelo Ato Institucional de 02.10.1965, filiou-se à ARENA(Aliança Renovadora Nacional). Deixou a Câmara dos Deputados em 1967, por não ter conseguido se reeleger. Passou a dirigir a CODEBRÁS(Coordenação do Desenvolvimento de Brasília). Faleceu em São Paulo, em 19.11.1969, com 78 anos de idade.
Foi casado com Alda Gueiros Bernardes, com quem teve seis filhos. Por ter sido Deputado Federal, é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBÉRICO ANTUNES DE OLIVEIRA, de Santa Maria da Vitória, Bahia, 13.11.1911, escreveu, entre outros, ISTO É UM FATO(Discurso-1957). Filho de Segifredo Antunes de Oliveira e Júlia do Espírito Santo.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Órfão de pai aos 5 anos, foi enviado junto com os irmãos Walfredo, Adherbal e Elizabeth para Salvador, ficando com a TIA NININHA e mais tarde, indo para São Paulo junto ao tio Odilon Antunes de Oliveira.
Em 1929, foi para o Rio de Janeiro, matriculando-se no Colégio Batista e depois no Seminário Batista do Sul do Brasil. Formou-se em Teologia em 1936, sendo consagrado Pastor Batista, indo logo depois pastorear a Primeira Igreja Batista de Manaus, no Amazonas.
Em 1938, casou-se no Rio de Janeiro, com Betty Pitrowski, que se tornaria Betty Antunes de Oliveira. Esta, filha de Ricardo Pitrowski e Eugenia Thomas. Do casamento, vieram os filhos Nancy, Betty, Nelson, Junia, Gláucia e Lincoln.
Em 1957, como Deputado Federal, CHEFIOU A DELEGAÇÃO BRASILEIRA, representando a Fundação Amazônia e a Câmara dos Deputados junto à Conferência Internacional das Organizações Não Governamentais ligada à ONU, em junho de 1957, em Roma, na Itália.
Ministro Evangélico, Professor, Educador. Advogado, Psicólogo. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Faleceu em 11.07.1988, com 77 anos de idade, tendo sido sepultado em Manaus.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br
É sobrinho de Albérico Antunes de Oliveira, o Arquiteto Construtor de Palmas, nova Capital do Tocantins, Dr. Walfredo Antunes de Oliveira Filho.

ALBERTO MAZONI ANDRADE, de Aracaju, Sergipe, 1906, escreveu, entre outros, VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO DAS TORRES CAMPANÁRIAS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 15 anos de idade, mudou-se de Sergipe para Minas Gerais. Matriculou-se na Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto. Em 1928, com 22 anos de idade, formou-se nesta Escola. Por concurso público, tornou-se Professor, Livre Docente e depois Catedrático da mesma Escola de Minas.
Em 1946, com 40 anos, tornou-se Professor da Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, bem como da Escola de Engenharia, da dita universidade. Foi Diácono da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte. Entre 1939 e 1944, foi Diretor do Colégio Batista Mineiro.
Secretario da Convenção Batista Brasileira em ocasiões diferentes. Em 1951, foi Presidente do Segundo Congresso da Mocidade Batista Brasileira.
Faleceu em Belo Horizonte, em 1957, com 51 anos de idade. A Praça onde fica o Colégio Batista Mineiro recebeu o seu nome, bem como o seu BUSTO inaugurado em 1967, quando da Convenção Batista Brasileira.
Sobre ele, Lauro Bretones escreveu o livro PRISIONEIRO DA ESPERANÇA(BH,Mg, 1979).
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCIDES TELLES DE ALMEIDA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1913. Filho do Chefe de Trens da Central do Brasil, Baltasar Teles de Almeida. Irmão da cantora Araci Teles de Almeida. Estudou no Colégio do Engenho de Dentro e no Colégio Nacional do Meyer. Quando tinha 18 anos de idade, em 1931, foi batizado pelo Pastor Ricardo Pitrowsky, na Igreja Batista do Engenho de Dentro. Depois de ter sido livreiro e professor de História, matriculou-se no Seminário Betel, do Rio, onde se formou Bacharel em Teologia, em 1944, com 31 anos.
Foi professor do Ginásio Betel, do Ginásio Batista e do Colégio Batista Shepard. Em 1949, com 36 anos, foi consagrado Pastor Batista para a Igreja Batista Betel. Em 1951, foi eleito Presidente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira, enquanto era também Professor.
Em 1960, foi eleito Secretário Executivo da dita Junta, tendo deixado o magistério secular. Através dele, os batistas brasileiros enviaram missionários batistas e brasileiros para Portugal, Bolívia e mais oito(8) paises.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 1979, quanto tinha 66 anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALDERI SOUZA DE MATOS, de Bom Retiro, Santa Catarina, 16.12.1952, escreveu, entre outros, “A ESCOLA AMERICANA: ORIGENS DA EDUCAÇÃO PROTESTANTE EM SERGIPE (1886-1913). SÃO CRISTÓVÃO - SE, 2004. (PREFÁCIO, PÓSFACIO/PREFÁCIO)”, “A CAMINHADA CRISTÃ NA HISTÓRIA: A BÍBLIA, A IGREJA E A SOCIEDADE ONTEM E HOJE. 1ª. ED. VIÇOSA - MG: EDITORA ULTIMATO, 2005”, “OS PIONEIROS PRESBITERIANOS DO BRASIL (1859-1900): MISSIONÁRIOS, PASTORES E LEIGOS DO SÉCULO 19. 1ª. ED. SÃO PAULO: EDITORA CULTURA CRISTÃ, 2004”, “FILÓSOFOS E CORRENTES FILOSÓFICAS EM GRÁFICOS E DIAGRAMAS. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 2003. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, “ O DIÁRIO DE SIMONTON: 1852-1866. SÃO PAULO: EDITORA CULTURA CRISTÃ, 2002 (ORGANIZAÇÃO)”, “EM DEFESA DA FÉ. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 2002. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, “HOMENS SÃO DE ISRAEL, MULHERES SÃO DE MOABE. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 2002. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, “MANUAL BÍBLICO DE HALLEY. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 2001 (REVISÃO)”, “MOMENTOS DECISIVOS NA HISTÓRIA DO CRISTIANISMO. SÃO PAULO: EDITORA CULTURA CRISTÃ, 2000. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, “TEOLOGIA CRISTÃ EM QUADROS. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 1999. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, “BÍBLIA DE ESTUDO VIDA. SÃO PAULO: EDITORA VIDA, 1998. (TRADUÇÃO/LIVRO)”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Filho do Rev. Alcides Matos, de 80 anos e mãe não referida em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 22 anos de idade, em 1974, Bacharelou-se em Teologia pelo Seminário Presbiteriano do Sul(1970/1974).
Consagrado ao Ministério Evangélico, tornou-se Pastor Presbiteriano. Em 1979, com 27 anos, formou-se em Filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná(1978/1979). Em 1983, com 31 anos, Bacharelou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Curitiba(1979/1983).
Em 1988, com 36 anos, concluiu o Mestrado em Novo Testamento, na Andover Newton Theological School(1986/1988). Em 1996, com 44 anos, terminou o Doutorado em História da Igreja, na Boston University School of Theology(1993/1996).
Com o passar do tempo, tornou-se especialista na área de Teologia, com ênfase em História da Igreja, atuando principalmente nos seguintes temas: Bíblia, patrística, protestantismo, protestantismo brasileiro, cristianismo e missões.
É considerado Historiador oficial da Igreja Presbiteriana do Brasil. Professor de História da Igreja no Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, em São Paulo. Centenas de artigos publicados em jornais e revistas, do Brasil e exterior.
Examinador de Bancas de Mestrado e Doutorado, em Universidades Brasileiras e estrangeiras.
Poliglota. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Vinculado ao Instituto Presbiteriano Mackenzie. Rua Maria Borba, 15 - 3º Andar, Vila Buarque, 01221-040 - Sao Paulo, SP – Brasil.
Site: www.mackenzie.com.br/teologia. Atende pelo e-mail: pos.teo@mackenzie.com.br.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE AUTORES BRASILEIROS(Salvador, CDPB, 1999), de Antonio Paim, não é referido no DICIONÁRIO DE AUTORES IBERO-AMERICANOS(1982), de Pedro Shimose, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALFREDO FREYRE(Alfredo Alves da Silva Freyre Júnior), de Água Preta, Pernambuco, 1875, traduziu, entre outros, NOVO MANUAL NORMAL-1918(com Aline Muirhead). Traduziu, posteriormente, A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.
Filho de Alfredo Alves da Silva Freyre e Maria Raymunda da Rocha Wanderley. Casou-se, em 1895, com 20 anos de idade, com Francisca de Melo Freyre(falecida em agosto de 1943), com quem teve vários filhos, entre os quais, são mais conhecidos Ulysses de Mello Freyre e Gilberto Freyre(Gilberto de Melo Freyre).
Após os estudos iniciais em sua terra natal, mudou-se para o Recife, em cuja Faculdade de Direito, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. O pai de Alfredo Freyre, de descendência espanhola, foi comissário de açúcar no Recife e dono dos Engenhos Trombetas e Mascatinho, mas quando morreu, como tinha muitos filhos, em virtude de três casamentos, quase nada sobrou para o filho Alfredo Freyre que teve de trabalhar, inicialmente como Professor, Advogado e depois como Juiz para sustentar a família.
Juntamente com os missionários norte-americanos, fundou, em 1905, o Colégio Americano Batista Gilreath, na hoje Rua Dom Bosco, Boa Vista, Recife, do qual foi professor e Diretor. Foi professor de Latim de seu filho Gilberto Freyre, no dito Colégio.
Com o passar do tempo, tornou-se Juiz Municipal, Juiz de Direito e Juiz Substituto Federal no Recife. Na Faculdade de Direito, tornou-se Catedrático de Economia Política.
Mas, há aspectos da vida do Dr. Alfredo Freyre, pouco mencionados ou propositadamente esquecidos.
Articulistas e historiadores têm o hábito de referir-se ao Dr. Alfredo Freyre, apenas com a expressão: “O PAI DE GILBERTO FREYRE”. Há um pouco de esquecimento à pessoa insigne do Juiz Pernambucano, talvez pela expressividade do filho.
Todos os relatórios da época enviados à JUNTA DE RICHMOND, nos Estados Unidos, mencionavam seu nome. No relatório de 27.11.1908, quando o Colégio do Parque Amorim tinha apenas 3(três) anos de idade, está escrito: “Dr. Alfredo Freyre, nosso mais sábio professor de Português e Francês”(H.H.Muirhead, “Annual Report of the Boys`Academy of the Pernambuco Mission”, in ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1909. Nasville, Tenn: Marshall & Bruce Company, 1909, p.94.
Referindo-se a uma verba que viera da Missão Norte-Americana, para a compra da última parte da propriedade do Colégio, escreveu H. H. Muirhead: “A Missão inteira, inclusive Dr. Alfredo Freyre, nosso esplêndido professor nativo, riu e gritou, cantou hinos e se abraçou, de tal modo que os vizinhos pensaram que nós estivéssemos prontos para o asilo”(H. H. Muirhead, “Seventy-first Annual Report of the Foreign Mission Board- Pernambuco Field”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1916, p. 163).
Sobre a situação religiosa do Dr. Alfredo Freyre, há o seguinte depoimento de H. H. Muirhead: “Dr. Alfredo Freyre tem sido sempre liberal em seus pontos de vista religiosos e é agora um crente professo, embora não batizado ainda”(H. H. Muirhead, “Seventy-third Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1918, p. 217).
W. C. Taylor, no seu relatório de 1921, solicitou a atenção da JUNTA DE RICHMOND, para a importância do Dr. Alfredo Freyre, escrevendo: “É justo também que este reconhecimento seja dado como dívida dos batistas do Sul dos Estados Unidos e batistas brasileiros ao Dr. Alfredo Freyre. Ele tem ensinado a cerca de 40(quarenta) missionários norte-americanos, colocando-os em contato com a vida brasileira. É sua capacidade que tem guiado, incólume, nossas instituições. Tem sido pregador constante da mensagem do cristianismo contra a corrente do materialismo. Tem influenciado poderosamente nossos estudantes para o bem. A compreensão que ele tem do seu próprio povo tem resistido a movimentos imorais na vida estudantil”.
“É sua devoção ao ensino”-continua W. C. Taylor- “sem qualquer preocupação de lucro e honra, que tem tão ricamente dotado nossa escola com a dádiva de seu GÊNIO E O CHARME DE SUA PERSONALIDADE” (W. C. Taylor, “Seventy-seventh Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1922, p. 222).
O Dr. Alfredo Freyre traduziu, juntamente com D. Aline Muirhead, o chamado NOVO MANUAL NORMAL que foi adotado pelas Igrejas Batistas do Brasil, nos idos de 1918. Traduziu, posteriormente, o livro intitulado A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.
Coube ainda ao Dr. Alfredo Freyre fazer a apresentação da BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS, traduzida pela classe de História do Seminário Batista do Norte do Brasil, dirigida pelo Prof. H. H. Muirhead, e publicada em 1918, no Recife, pela Tipografia de A MENSAGEM.
De sua apresentação, destacam-se as frases: “Não é a nosso ver, a simples história de uma seita religiosa através dos tempos e dos paises. É muito mais. É a historia da democracia. É o registro de um grande esforço pela Liberdade Religiosa. Vêde e contemplai esse povo forte guardando a sua pureza de princípios e sempre fiel ao Novo Testamento”.(Henrique C. Vedder, BREVE HISTÓRIA DOS BAPTISTAS. Traduzida pela classe de História do Seminário. Recife: Typographia d`A Mensagem, 1918, p. 2).
Dr. Alfredo Freyre, conforme Carlos Barbosa, foi professor de quase todas as disciplinas no Colégio Americano Gilreath, tendo sido contratado para Português e Francês. Lecionou, contudo, Direito Comercial, Economia Política, Literatura, Língua Latina, etc. Permaneceu nesta instituição de 1907 até 1934.(Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.6).
W. C. Taylor, referindo-se à importância e simpatia do Dr. Alfredo Freyre, escreveu: “Crente declarado, grande amigo do Evangelho, que no tempo das perseguições teve, como Juiz, de ser respeitado. Colocou-se a frente dos nossos cultos, com maravilhosa paciência e habilidade, comprando, inclusive, para nós todas as nossas grandes propriedades no Recife. Foi nosso Advogado em cada momento, constante defensor do Evangelho de mil maneiras, professor de mais de 60 missionários.(W.C. Taylor, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE. Rio de Janeiro, 1955. p.35).
A contribuição do Dr. Alfredo Freyre foi de tal modo significativa que, em 1915, mesmo sem ser batizado na Igreja Evangélica, foi eleito Professor do Seminário do Norte(hoje Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil) para ensinar Latim Eclesiástico, Filosofia da Religão Cristã e Leitura Expressiva da Bíblia(A . N. Mesquita, HISTORIA DOS BAPTISTAS EM PERNAMBUCO. Recife: Typographia do C. A.. B, 1930, p. 186.
A integração do Dr. Alfredo Freyre foi tanta que W. C. Taylor escreveu: “Estamos no principio de uma classe nocturna, no MANUAL NORMAL(para a Escola Dominical Baptista), que vai continuar duas semanas. Temos uns 50 matriculados. Eu, o dr. Muirhead e o Dr. Alfredo Freyre ensinamos esta semana”(Noticiário, O JORNAL BAPTISTA, 27.03.1919, p.8).
Além de professor do Colégio Americano Batista e seu Diretor, ocupou vários outros cargos, um deles mencionado por Carlos Barbosa: “Ainda este mês(janeiro de 1925), o Dr. Alfredo Freyre foi nomeado ‘registrar’(secretário). Foi também Diretor do Departamento de Línguas do Colégio e Diretor do Departamento de Filosofia, do Seminário do Norte” (Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.8).
Entre 1918 e 1919, Dr. Alfredo Freyre foi professor de Leitura Expressiva da Bíblia, na Escola de Trabalhadoras Cristãs(hoje Seminário de Educadoras Cristãs, na Rua Padre Inglês). Sobre esta Escola está escrito: “A Missão autorizou o Dr. Alfredo Freyre a comprar a propriedade da escola. Ele conseguiu empréstimo de um amigo, em termos generosos”(Mildred Cox Mein, CASA FORMOSA. Recife: Editora Santa Cruz, 1966, p. 26).
A convicção religiosa do Dr. Alfredo Freyre foi expressa na apresentação de suas disciplinas no Seminário do Norte, em 1918. Sobre a INTERPRETAÇÃO VOCAL E LITERÁRIA DA BIBLIA disse: “Não há parte do culto público mais importante do que a leitura da Palavra de Deus”.
Sobre o LATIM ECLESIÁSTICO, escreveu: “A vulgata de Jerônimo tem um interesse especial para o pregador brasileiro, pois é a base das traduções usadas nesta terra e a única Bíblia de muitos”. Referindo-se à PHILOSOPHIA DA RELIGIÃO CHRISTÃ, acentuou: “Os pastores hão de encontrar todas as formas de philosophia e por isso devem ser instruídos no movimento philosophico atravez dos séculos”(PROSPECTO ANNUAL DO SEMINARIO BAPTISTA DO NORTE DO BRAZIL, 1918, p.20).
Dr. Alfredo Freyre permaneceu como professor do Seminário até 1919, quando saiu por pressão dos batistas radicais que acusavam os missionários norte-americanos de terem colocado no Seminário, um professor “incrédulo”. Permaneceu, no entanto, como Professor do Colégio Americano Batista até 1934, quando tinha quase 60(sessenta anos).
Em 1942, já com 67 anos de idade, chegou a ser preso no Recife, junto com o filho Gilberto Freyre, por pura perseguição politica.(Diogo de Melo Menezes, GILBERTO FREYRE. Rio de Janeiro: CEB, 1944. p.293).
Quanto ao filho Gilberto Freyre, leia-se QUEM FOI GILBERTO FREYRE? no seguinte endereço:
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ALMEIDA SOBRINHO(José Manoel Almeida Sobrinho), de Belém, Pará, 1877. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Iniciou-se na Teologia com Salomão Ginsburg, por volta de 1892, quando tinha 15 anos de idade.
Em 1905, com 28 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Santarém, no Pará. Em 1907, com 30 anos, assumiu o pastorado da Igreja Batista de Manaus, no Amazonas, onde ficou até 1910. Neste período, foi também Pastor da Primeira Igreja Batista do Pará, em Belém.
Em 1909, quando estava participando da Convenção Batista Brasileira, no Recife, foi a Maceió, em Alagoas, onde conseguiu fazer as pazes entre as Igrejas que estavam brigando por causa da Maçonaria, o que ocorreu em 23.01.1910.
Com o falecimento de sua esposa, em Manaus, mudou-se para a Bahia, a convite de Salomão Ginsburg, em 1911. Tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista da Bahia, em Salvador.
Almeida Sobrinho organizou a Segunda Igreja Batista da Bahia, em 07.09.1913. Ainda em 1913, esteve na Igreja de Cruz do Cosme, em Manaus, mas logo voltou para a Bahia.
Em 1925, com 48 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Santo Amaro da Purificação, no litoral baiano. Foi nesta época que estimulou o então estudante Isnard Rocha a se decidir pelo Ministério da Palavra. (Isnard, como se sabe, tornou-se Ministro Metodista e escreveu o livro PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL-Imprensa Metodista, 1967).
Depois de 1925, Almeida Sobrinho, acompanhado de seu filho Judá que nasceu no Pará, em 1904 e de sua filha Talita, mudou-se para Minas Gerais.
Seu filho Judá Emanuel Cavalcanti de Almeida foi estudar no Colégio Granbery, de Juiz de Fora, ao lado de Isnard Rocha e se formou em Teologia em 1933, mas faleceu em 29.05.1934, sendo sepultado no Rio de Janeiro, falando na ocasião o seu pai Almeida Sobrinho. Talita filha de Almeida Sobrinho, tornou-se enfermeira num dos Hospitais do Rio.
Almeida Sobrinho foi autor do hino 221, do Cantor Cristão e tradutor do hino 224. Foi também o idealizador da Junta de Beneficência, quando falou do assunto na Convenção Batista Brasileira de Salvador, na Bahia, em 1913.
Dois anos depois da morte do filho Judá(1934), Almeida Sobrinho faleceu em 1936. Já tinha deixado a Igreja Batista e se tornado Pentecostal, conforme Reis Pereira. É mencionado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira. É referido no livro PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL-Imprensa Metodista, 1967.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES, de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, 1893, escreveu e traduziu, entre outros, TEOLOGIA DE JESUS CRISTO, HEROIS E MÁRTIRES DA OBRA MISSIONÁRIA, TREINAMENTO DOS MEMBROS DA IGREJA, AUTOBIOGRAFIA DE HUDSON TAYLOR, A IGREJA NO LAR, A PESSOA DE CRISTO, O INDIVIDUALISMO EM SUAS EXPRESSÕES DOUTRINARIAS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Nicolau Pereira Gonçalves e Fanny dos Santos Gonçalves.
Após os estudos primários realizados em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 1910, foi batizado pelo missionário Loren Reno. Em 1913, com 20 anos, foi Primeiro Secretário da Convenção Batista Brasileira, o que ocorreu também em 1914 e 1915.
Em 1921, com 28 anos de idade, foi consagrado ao Ministério Batista, como co-pastor de Loren Reno, na Primeira Igreja Batista de Vitória do Espírito Santo. Em 1929, com 36 anos, assumiu o pastorado integral da igreja.
Em 1934, com 41 anos de idade, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de Vitória. Em 1943, com 50 anos, foi eleito para a Academia Espírito-Santense de Letras. Tornou-se, por concurso publico, Professor de Inglês em Vitória, ao defender a tese: A ERA ISABELIANA DA LITERATURA INGLESA. Permaneceu no pastorado integral da Primeira Igreja Batista de Vitória, durante 17 anos, de 1929 até 1946.
Neste ano de 1946, foi eleito Diretor de O JORNAL BATISTA, mudando-se para o Rio de Janeiro. Alem do jornal batista, assumiu o Pastorado da Igreja Batista da Piedade, no Rio. Por duas vezes, foi Diretor do Departamento de Livros da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade.
Em 1964, com 71 anos e depois de ter ficado 18 anos no JORNAL BATISTA, deixou a direção do jornal, mas permaneceu como seu colaborador com a coluna “FACETAS DA VIDA CRISTÔ que escreveu até a sua morte em 1981, quando estava com 88 anos de idade.
No dia 30.04.1982, o autor destas notas, foi empossado na Cadeira 31, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, exatamente a Cadeira que tinha sido ocupada por Almir Gonçalves.
Pastor Almir dos Santos Gonçalves foi casado com Herarquedina Lemos, com quem teve muitos filhos, entre os quais, são conhecidos deste autor, Margarida Lemos Gonçalves(Vitória, ES, 05.02.1927) e Almir dos Santos Gonçalves Junior(Vitória, ES, 14.01.1938). Mas há também os filhos Fanny Gonçalves Gomes, Aracy Gonçalves Baptista, Alice Gonçalves de Freitas, Noemi Carrie Lemos Gonçalves, Esta Fern Lemos Gonçalves de Assis(falecida).
É mencionado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ANTÔNIO MAURÍCIO, de Viseu, Portugal, 1893, escreveu, entre outros, SALVO PARA SERVIR e SEMENTES, LÁGRIMAS E FRUTOS. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou, inclusive Teologia.
Na primeira guerra mundial, em 1914, com 21 anos, alistou-se no Exército Português e foi mandado para a África, lutando contra os alemães.
Terminada a guerra, voltou para Portugal, tendo sido batizado pelo Pastor João Jorge de Oliveira. Casou-se com Alice Mingot Mauricio(que faleceu em 1967).
Embarcou para o Brasil e resolveu estudar no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, concluindo o Mestrado em Teologia em 1919. No inicio de 1920, foi nomeado missionário brasileiro, pela Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira, para atuar como Pastor na cidade de Porto.
Em 1928, fundou em Portugal, o jornal O SEMEADOR BAPTISTA. Em 1932, com 39 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Leiria, ainda em Portugal. Entre 1939 e 1940, esteve nos Estados Unidos, onde se doutorou em teologia, no Seminário Batista de Nova Orleans.
Em 1942, já em Portugal e por problemas administrativos, foi demitido pela Junta, tendo retornado, no entanto, em 1946. Em 1953, continuou no pastorado da Igreja de Leiria. Em 1960, já com 67 anos, fundou a Igreja Batista de Coimbra, em Portugal.
Em 1969, casou-se, pela segunda vez, com Adalgisa Wanderley. Nos anos seguintes, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde faleceu em julho de 1980, com 87 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ANTONIO NEVES DE MESQUITA, de Porto, Portugal, 1888, escreveu, entre outros, HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(1932), HISTÓRIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), PANORAMA DO MUNDO BIBLICO, POVOS E NAÇÕES DO MUNDO ANTIGO, MEMÓRIAS(1976), sem dados biográficos pessoais completos nos livros e sem quaisquer outras informações ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal(Portugal), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seus pais eram portugueses e por isso viveu algum tempo em Portugal.
No Brasil, viveu inicialmente, em Manaus e Belém. Na Capital Paraense, montou uma barbearia, junto com o irmão e contratou uma professora particular de Português, Inglês e Francês. Conheceu a Bíblia e foi batizado pelo Pastor Luis Reis, na Primeira Igreja Batista de Belém, em 1913, quando tinha cerca de 25 anos de idade.
Em 1915, foi para o Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, onde se formou em Ciências e Letras, em 1917, ao lado de Gilberto Freyre, Tertuliano Cerqueira, Manoel Dias e Fernando Wanderley, conforme foto original de formatura, em poder do autor destas notas.
Como o Colégio e o Seminário eram juntos e já estava fazendo matérias teológicas, foi consagrado Pastor Batista, na Igreja Batista da Rua Imperial, em 05.05.1917. No fim de 1917, já estava com o curso de Bacharel em Teologia terminado. Em 1918, fez o Mestrado em Teologia.
Em 1919, seguiu para os Estados Unidos, para o Seminário Batista de Fort Worth, no Texas, onde concluiu o curso de Doutor em Teologia. Em 1922, voltou dos Estados Unidos e reassumiu o Pastorado da Igreja Batista da Rua Imperial, no Recife.
Teve participação fundamental na primeira fase do movimento radical de 1923, porquanto foi ele que foi enviado à Junta de Richmond, nos Estados Unidos, para tentar um acordo com os radicais brasileiros, o que não deu muito efeito.
Permaneceu mais algum tempo como Professor do Seminário do Norte, no Recife. Mas nos anos seguintes, mudou-se para o Rio de Janeiro, tornando-se Professor do Colégio e do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, bem como Pastor da Igreja Batista de Catumbi. Logo depois, deixou a Igreja e o Seminário, para se tornar Secretário Executivo da Junta de Beneficência.
Em 1955, quando já estava com 67 anos de idade, juntamente com outros evangélicos, comprou o Banco de Operações Mercantis S.A, tornando-se seu Diretor-Presidente, no desejo de melhorar as condições da Junta de Beneficência. Mas como a maioria das ações não pertencia a evangélicos, o Banco pediu concordata e deu prejuízo a muitos evangélicos.
Antonio Neves de Mesquita faleceu no Rio de Janeiro em 1979, com 91 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE, de Rio Largo, Maceió, Alagoas, 15.04.1840, escreveu, entre outros, TRÊS RAZÕES PORQUE DEIXEI A IGREJA DE ROMA, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Felipe Ney de Albuquerque e Helena Maria da Conceição. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1856, quando tinha 16 anos, matriculou-se no Liceu de Maceió. Cinco anos depois, em 1861, ingressou no Seminário Católico de Olinda, ali permanecendo por vários anos. Terminados os estudos em 1871, Antonio Teixeira de Albuquerque viajou para Fortaleza, Ceará, onde foi ordenado sacerdote, no Seminário Diocesano, no dia 30.11.1871.
Em 1873, já era vigário de Limoeiro de Anadia, em Fortaleza. Nos anos seguintes, deixou a batina e voltou para Pernambuco. Mudou-se para o Recife, onde se casou com Senhorinha Francisca de Jesus, no dia 07.09.1878, quando tinha 38 anos de idade, com quem teve, entre outros, Antonio Teixeira de Albuquerque Filho, nascido em 1873.
Este casamento foi feito pelo missionário presbiteriano John Rockwell Smith na Rua do Imperador 71, onde se reunia a Igreja Presbiteriana que fora fundada em 11.08.1878.
Em 03.03.1879, chegou ao Rio de Janeiro, junto com a família. No dia 09.03.1879 filiou-se à Igreja Metodista do Cadete, no Rio de Janeiro, sendo recebidos pelo Pastor John James Ransom. Ainda em 1879, foi enviado para ajudar o trabalho metodista em Piracicaba, em São Paulo, inclusive lecionando na Escola Newman, onde foi professor dos filhos de Prudente de Morais, posteriormente Presidente da República.
Em maio de 1880, o Pastor batista Elias Hoton Quillin o colocou como seu supervisor na Escola da Missão. Em 20.06.1880, Antonio Teixeira de Albuquerque uniu-se à Igreja Batista da Estação, em Santa Bárbara, São Paulo, tendo sido batizado pelo Pastor Robert P. Thomas e se tornou o PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO, ali permanecendo por algum tempo, inclusive na região de Capivari.
Em 16.09.1881, nasceu o seu filho Pedro Teixeira de Lima. Mudou-se depois para Salvador, na Bahia, lá chegando em 31.08.1882, de tal forma que, no dia 15.10.1882, assinou a Ata de organização da Primeira Igreja Batista na Bahia, ao lado de W. B. Bagby e Zacarias C. Taylor. A esposa de Antonio Teixeira foi batizada na Primeira Igreja Batista da Bahia em 05.06.1883.
Em 17.05.1885, Antonio Teixeira retornou à sua terra natal e junto com os missionários, organizou a Primeira Igreja Batista de Maceió. Escreveu também, junto com Zacarias C. Taylor, em 1883, o livro REGRAS DE ORDENS E REGULAMENTOS PARA A IGREJA. Publicou também O PADRE APÓSTATA.
Faleceu em Rio Largo, Alagoas, em 09.04.1887, quando tinha 47 anos. Sobre ele escreveu excelente livro, a escritora Betty Antunes de Oliveira, com o título ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE- O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO-1880. O livro foi publicado no Rio de Janeiro, em 1982, baseado em muitos documentos, inclusive num artigo do autor destas notas publicado no JORNAL BATISTA, Rio de Janeiro, 09.02.1975, com o título “RIO LARGO: BERÇO E TÚMULO DE DOIS PIONEIROS BATISTAS-MELO LINS E TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE”.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARISTEU DE OLIVEIRA PIRES, de Mundo Novo, Bahia, 01.07.1919, escreveu, entre outros, DONO DE TUDO(Poemas-1981). Concluiu o curso primário no Colégio de Ponte Nova, na Bahia. Transferiu-se para São Paulo, passando a estudar no Colégio José Manoel da Conceição.
Em 1942, ingressou no Seminário Teológico Presbiteriano de Campinas, concluindo o curso de Bacharel em Teologia, em 1946. Foi consagrado Pastor Presbiteriano e seguiu para Aracaju, Sergipe, onde ficou até 1949, como Pastor das sete igrejas existentes no Estado.
Foi Pastor da Igreja Presbiteriana da Mangueira, em Salvador. Mudou-se para Campo Formoso, na Bahia, tendo sido Pastor e Diretor do Ginásio Augusto Galvão e da Escola Normal Anísio Teixeira, até 1957.
Transferiu-se para Buenos Aires, Argentina, em 1958, como Professor da Faculdade Evangélica de Teologia, onde ficou até 1961. Em 1962, retornou a Salvador, como Pastor da Igreja Presbiteriana da Bahia.
Em 1963, com 44 anos, dirigiu-se para Anápolis, Goiás, onde se tornou o primeiro Diretor do Colégio Maracanã e por 8 anos foi Professor do Colégio Estadual de Anápolis, alem de Pastor da Igreja Presbiteriana Central.
Em 1973, tornou-se Pastor da Igreja Presbiteriana Nacional de Brasília. Fez concurso público e passou a lecionar no Centro de Línguas, da Fundação Educacional do Distrito Federal. Assessor do Administrador de Taguatinga, DF. Trabalhou na Assessoria da Representação do Governo de Minas Gerais junto ao Governo Federal.
Depois de ter sido Pastor em Goianesia, Goiás, foi, em 1984, ser Pastor da Igreja Presbiteriana Central de Anápolis, conhecida como “Igreja dos Fanstone”. Presidente de vários Presbitérios e Sínodos.
Faleceu em Anápolis, Goiás, em 2006, com 87 anos de idade. Biografado no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANAPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ARISTÓTENS DE FREITAS, de Feira de Santana, Bahia, 13.10.1922, escreveu, entre outros, “O DOLOROSO CASO DO APOSSAMENTO DOS BENS DA IGREJA CRISTÃ EVANGELICA NO BRASIL, PELA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGÉLICA-por um grupo de indivíduos que rebelados contra ela, traíram seus próprios mandatos, de outorgados passaram a outorgar, de mordomos passaram a donos”(1977), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 03.12.1955, com 33 anos de idade, formou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Congregacional do Rio de Janeiro.
Consagrado ao Ministério Evangélico, tornou-se Pastor da Igreja Cristã Evangélica de Coroa Grande, bem como de Nova Iguaçu, no Estado do Rio. Mudou-se para o Espírito Santo, tendo sido Pastor de Colatina e Vitória.
Foi Pastor da Igreja Cristã Evangélica de Gurupi, norte de Goiás, hoje Tocantins. Exerceu o pastorado na Ilha do Bananal, entre os Índios Carajás. Foi Pastor da Igreja Cristã Evangélica de Cristianopolis, no interior goiano. Pastoreou a Igreja Cristã Evangélica Central de Anápolis.
No dia 15.04.1969, assumiu o pastorado da Igreja Cristã Evangélica Central de Goiânia, onde permaneceu por 15 anos, até abril de 1984.
Era Presidente da Mesa Administrativa Nacional da Igreja Cristã Evangélica do Brasil, em janeiro de 1977, quando escreveu “um documentário completo sobre a Associação Educativa Evangélica de Anápolis e seus 18 anos de filiação e subordinação à Igreja Cristã Evangélica no Brasil”. A ação impetrada pela Igreja Cristã Evangélica no Brasil foi contra Arthur Wesley Archibald, Arlindo Ribeiro, Nicomedes Augusto da Silva, Benjamin Siqueira Lobo, Pedro Pereira Lima e Isaac de Souza Carvalhedo, alem de outros, como Cacildo Bernardes dos Santos, Francisco Elias Matos, Roque Bernardes Sobrinho, Josiah Bailey Wildin, Ademar Franqueiro da Silva e Mounir Naoun.
Com o passar do tempo, a Igreja Cristã Evangélica do Brasil terminou perdendo a ação que fora iniciada no dia 24.12.1971, tendo como Advogado da Igreja Cristã Evangélica, o Jurista Dr. Adahyl Lourenço Dias.
Quanto ao Rev. Aristótens de Freitas casou-se com lzabel Sakai de Freitas, que, alguns anos depois, se tornou secretaria da "Associação De Mulheres Evangélicas do Brasil, Caixa Postal 607, Goiânia, Goiás”.
Em 1995, foi eleito Pastor Emérito da Igreja Cristã Evangélica Central de Goiânia. Faleceu em Goiânia, no dia 25.07.2006, com 84 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS(1984), de Lisita Júnior, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ARQUIMÍNIA BARRETO(Archiminia Barreto), de Salvador, Bahia, 1868, escreveu, entre outros, MITOLOGIA DUPLA, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Sua irmã, Jaquelina Barreto, foi professora da Escola Industrial, fundada pelos missionários em 1894, em Salvador e que se iniciou com 50 alunos. Era professor dos meninos, o evangelista Florentino Rodrigues da Silva. Era professora das meninas, exatamente a Jaquelina, irmã de Arquimínia.
Esta escola foi a semente para a formação, em 1898, do Colégio Batista Taylor-Egídio que hoje(2005) se encontra em Jaguaquara, na Bahia.
O Colégio Americano que se instalara inicialmente em Salvador, pelos esforços da missionária Laura B. Taylor e pelo Capitão Egídio Pereira de Almeida, transferiu-se em 1922, depois da morte de seu benfeitor, para o interior baiano, recebendo o nome dos fundadores, Taylor e Egídio, passando a ser Colégio Americano Taylor-Egídio.
O Capitão tinha se convertido em Salvador, em 1893 e foi batizado por Zacarias Taylor. Quanto a Arquimínia, era filha de um padre, vigário da Paróquia de São Pedro, em Salvador. Com o passar do tempo, Arquiminia tornou-se professora pública e foi ensinar numa escola do interior baiano.
De volta a Salvador, passou a viver com sua irmã Jaquelina que era viúva. Através de um folheto de Zacarias Taylor, as duas irmãs se converteram e foram batizadas em Salvador. Arquimínia começou a escrever artigos para o jornal publicado por Zacarias Taylor. Alguns destes artigos foram reunidos no livro MITOLOGIA DUPLA.
Como pregadora, Arquiminia chegou a pregar na Igreja de Vila Nova, na capital baiana.
Apesar de sua importância, não é mencionada no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br. ou www.mariomartins.com.br

AUGUSTO FERNANDES(AUGUSTO CARLOS FERNANDES), de Amargosa, Bahia, l891, escreveu, entre outros, "MAIS UM", com prefácio do Reverendo José Furtado Mendonça, sem dados biográficos no livro.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Casou-se com Celina Viegas Fernandes, irmã do Pastor Antonio Viegas, com quem teve vários filhos, entre os quais, Edith Fernandes, Augusto Carlos Fernandes Filho, Edístio Carlos Fernandes.
Formou-se Bacharel em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife e foi consagrado Pastor em 14.05.1911, com 20 anos de idade.
Sustentado pelas Igrejas Batistas da Bahia, foi designado para substituir o missionário norte-americano Ernesto Jackson, no sertão baiano. Instalou-se em Santa Rita, Bahia, em 1911. Batizou em Formosa, Bahia, em setembro de 1912, o casal Jonas Barreira de Macedo e Maria Bueno Teixeirense de Macedo. Ele era até então um comerciante e se tornou depois, um grande pastor.
Fez o batismo da Professora Mergelina Dourado(que era até então presbiteriana) e que se casou com Julião Guerra.
O Pastor Augusto Carlos transferiu sua residência para a cidade da Barra, Bahia, onde fundou a Escola “INSTITUTO AMOR ÀS LETRAS”, de curta duração. Em 1917, o Pastor Augusto Carlos Fernandes tornou-se Diretor do Colégio Benjamim Nogueira e Pastor da Igreja Batista de Corrente, Piauí.
Professor do Instituto Batista Industrial de Corrente, no Piauí, onde também foi Prefeito Municipal e Juiz de Paz. Em 1920, a Missão Norte-Americana transferiu sua sede para Corrente e em 1922 o missionário A. J. Terry passou a acumular as funções de Diretor do agora Instituto Batista Industrial e Pastor da Igreja Batista de Corrente.
O Pastor Augusto Carlos ainda continuou como Professor do Instituto até 1923. Nos anos seguintes, mudou-se para Goiás. Pastor protestante em Goiânia durante muitos anos, indo depois para Brasília.
Estabeleceu-se no Núcleo Bandeirante, Distrito Federal, tornando-se professor do Ginásio Brasília, desde a sua fundação em 1957. Faleceu em Brasília, em 1989, com 98 anos de idade.
Escritor, Ensaísta, Poeta. Contista, Cronista, Literato. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista.
Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diferentes entidades culturais, sociais e de classe.
Presente na CRESTOMATIA POÉTICA SUL PIAUIENSE, de Cândido Carvalho Guerra, no DICIONÁRIO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Encontra-se no livro TERRA DE UM PALADINO, de Correntino Paranaguá, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AUGUSTO THEODORO DE MELO, de São Joaquim da Serra, Minas Gerais, 20.04.1873. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Formou-se em Teologia.
Em 1922, com 49 anos de idade, foi consagrado ao Ministerio Batista, tornando-se Pastor. Era Pastor da Igreja Batista de Araguari, Minas Gerais, quando foi eleito e empossado na Igreja Batista de Ipameri, Goias, em 28.08.1928.
Esta Igreja Batista de Ipameri e as demais pertenciam ao Campo Paulista, mas em 1928 passaram a pertencer ao Campo Mineiro. Somente em 21.07.1939, foi organizada a Convenção Goiana, desligando-se de Minas Gerais.
O Pastor Augusto permaneceu na Igreja Batista de Ipameri ate 31.08.1930. Terminado o seu pastorado, voltou a Minas Gerais, não mais se tendo noticia dele, exceto que morreu no dia 13.06.1938, com 65 anos de idade.
É mencionado no livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(1988), de José da Cunha Bastos.
Apesar de sua importância, não é referido na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira, bem como em HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BELARDIN DE AMORIM PIMENTEL, de Suaçu(Aracruz), Espírito Santo, 1934. Filho de Oscar Pereira de Amorim e Laura Coutinho de Amorim. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Foi batizado com dez anos de idade, em 03.09.1944, em Aracruz. Através da instrumentalidade do Pastor Carl Elof Swensom, foi estudar no Colégio Pan Americano de Aimorés, em Minas Gerais, em 1948, com 14 anos.
Em 1949, foi para o Colégio Americano Batista de Vitória, Espírito Santo. Em virtude de uma crise entre o Colégio e a Primeira Igreja Batista de Vitória, transferiu-se para o Colégio Estadual, onde terminou o curso de Contabilidade, em 1959, com 25 anos.
Seguiu para o Rio de Janeiro, matriculando-se no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, tendo se formado no dia 02.12.1962. No dia 27.12.1962, com 28 anos, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista de Alcântara, no Rio de Janeiro.
No dia 01.02.1964, casou-se com Heloisa Helena(filha de Fileu Medeiros e Zaida Ribeiro), com quem tem os filhos Laura Helena, Ana Cláudia e Marcelo. Foi também Pastor da Primeira Igreja Batista de Londrina(Paraná) e da Primeira Igreja Batista de Campo Grande(RJ).
Em 27.10.1993, tornou-se Secretário-Geral da Convenção Batista Carioca e depois seu Diretor-Geral. Com o passar do tempo, tornou-se Pastor da Igreja Batista do Jardim Joari.
Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Utahy Santos, para O JORNAL BATISTA, Rio, 06.11.2005. É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BENÍCIO LEÃO, de Salvador, Bahia, 1903. Filho de Leonardo Leão dos Santos e Cezaria Leão. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Trabalhava como Alfaiate em Salvador. Em 1921, com 18 anos de idade, foi para o Colegio Americano Batista do Recife, terminando ali o secundário. Matriculou-se, nos anos seguintes, no Seminário Teologico Batista do Norte do Brasil, no Recife, onde se formou em Teologia.
Consagrado ao Ministerio Batista, foi ser Pastor da Igreja Batista de Olinda, Pernambuco. Em 26.10.1928, com 25 anos de idade, tornou-se Mestre em Teologia. Em fevereiro de 1929, casou-se com Zulmira Andrade Moura. No dia 13.03.1929, foi empossado na Primeira Igreja Batista de Manaus, no Amazonas.
Algum tempo depois, tornou-se Pastor da Igreja Batista de São Luis do Maranhão. Deste momento em diante, não há mais registros de Benício Leão. A não ser que haja algo sobre ele em alguma Historia dos Batistas no Amazonas ou Historia dos Batistas no Maranhão, livros não localizados por este autor.
Não é referido no livro BAIANOS ILUSTRES(Ibrasa, 1979), de Antonio Loureiro de Souza e não é referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BENJAMIM JOSÉ NOGUEIRA, de Corrente, Piauí, 01.01.1855. Irmão gêmeo de Joaquim Nogueira Paranaguá. Filho de José Francisco Nogueira Paranaguá e Isabel de Jesus Pacheco Paranaguá. Com 14 anos de idade, em 1869, foi, juntamente com o seu irmão gêmeo, para o Seminário das Mercês, em São Luiz, Maranhão. Não se dando bem no Seminário, voltou para Corrente, dedicando-se à Pecuária, enquanto o seu irmão foi estudar medicina em Salvador. Benjamim Foi batizado em junho de 1901, em Corrente, com 46 anos de idade, pelo missionário Ernest Jackson. Juntamente com seu irmão que já tinha se tornado médico e político, fundou uma Escola em Corrente, sustentada por eles mesmos.
Esta escola teve a construção iniciada em 1903 e terminada em 10.01.1904. Ainda em 1903, os dois irmãos trouxeram, por sua própria conta, dos Estados Unidos, a professora Juliett Barlow para ensinar Inglês aos filhos do Coronel e lecionar na Escola que já estava sendo construída.
Esta Escola foi depois chamada de Colégio Benjamim Nogueira e, posteriormente, teve outros nomes, sendo hoje Instituto Batista Correntino, depois de ter sido Instituto Batista Industrial. Benjamim Nogueira foi um dos 26 fundadores da Igreja Batista de Corrente, no dia 10.01.1904. Benjamim foi casado com Etelvina Barbosa Nogueira. Exerceu na Igreja Batista de Corrente, o cargo de Diácono. Benjamim faleceu em Corrente, no dia 11.01.1910, com 55 anos de idade.
Seu irmão gêmeo Joaquim Nogueira Paranaguá faleceu em 11.01.1926, com 71 anos de idade. Com o falecimento de Benjamim, seu filho Raimundo da Paz Nogueira passou a cuidar da Igreja Batista de Corrente e também da Escola anexa.
É mencionado em todos os livros que tratam da Historia dos Batistas no Brasil, inclusive em HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Bem estudado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito. É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BETTY ANTUNES DE OLIVEIRA(Betty Pitrowsky), do Rio de Janeiro, RJ, 13.05.1919, escreveu, entre outros, MOVIMENTO DE PASSAGEIROS NORTE AMERICANOS NO PORTO DO RIO DE JANEIRO(1981), ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO(1982), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filha de Ricardo Pitrowsky e Eugênia Thomas. Com 13 anos, matriculou-se na Escola Nacional de Música, da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou com o Curso Superior de Piano, em 1936.
Casou-se com o Pastor Alberico Antunes de Oliveira, em 1938, indo para Manaus, Amazonas. Em 1950, regeu o Aleluia de Handel, pela primeira vez, no Teatro Amazonas.
Em 1966, retornou à Escola de Música, da Universidade do Brasil, no Rio, onde concluiu novos cursos em 1971. Além de ter sido membro da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, dirigida pelo Dr. João Filson Soren, foi também membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, do Colégio Brasileiro de Genealogia e da Associação Brasileira de Pesquisadores de História.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CAPITULINO LÁZARO AMORIM, de São Bento, Maranhão, 25.10.1906. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 18 anos, em 1924, assentou praça no 24º BC, continuando no Rio de Janeiro, para onde o Batalhão foi transferido. Deixando o Exército, matriculou-se no Colégio Batista do Rio, onde trabalhava como Copeiro e depois Alfaiate. Concluído o Colégio, fez até o terceiro ano na Faculdade de Medicina, mas não pode continuar.
Em 1933, com 27 anos de idade, formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 15.07.1935, com 29 anos de idade, casou-se com a Professora do Colégio Batista, Josefa Cardoso, com quem teve os filhos Arlenco, Eudes, Esther, Manuela, Jéferson e Rui.
Em 12.07.1935, foi consagrado Ministro Evangélico, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Ricardo Albuquerque e depois Igreja Batista de Marechal Hermes. Em maio de 1939, retornou ao Maranhão, tornando-se Pastor de várias igrejas, entre as quais Rosário e Pedreiras.
Em 1942, com 36 anos, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista de São Luis, onde ficou durante 42(quarenta e dois) anos. Na década de 1940, rompeu com os missionários americanos que sustentavam o trabalho batista no Maranhão, por apenas algum tempo, tanto que, em abril de 1946, o Missionário Raymundo Kolb seguiu para São Luis do Maranhão, hospedando-se com o Pastor Capitulino Amorim.
Foi eleito Deputado Estadual, mas não deixou o pastorado da Primeira Igreja, além de ter exercido outros cargos na administração estadual.
Em 1941, o Pastor Capitulino chegou a deixar o pastorado da Igreja Batista de São Luis, razão por que a Primeira Igreja Batista de Teresina o convidou com o salário de Quinhentos Mil Reis mensais, na esperança de que ele(Capitulino) se transferisse para Teresina, no Piauí, o que não aconteceu, porque Capitulino retornou ao pastorado da Igreja de São Luis e o Pastor que já tinha sido empossado Wandir Lobo Bonfim foi desempossado e terminou indo para Teresina como Pastor interino e depois Pastor efetivo até 24.12.1944, quando se mudou para Aracaju.
Em 1948, com 40 anos de idade, na Convenção Batista Brasileira, realizada no Edifício “LOVE”, do Colégio Batista do Rio de Janeiro, o Pastor Capitulino fez parte da Comissão nomeada por Rubens Lopes para dar “parecer” sobre o caso do Professor Antonio Neves Mesquita que levou o Seminário do Sul à Justiça do Trabalho, em virtude de questões trabalhistas.
Fizeram parte desta Comissão, além do próprio Capitulino, também Alberto Stange Junior como Relator, Alberto Mazoni como Secretário e mais ainda José de Souza Marques, Ebenézer Cavalcanti, Gutemberg Guedes, Fidelis Morales, Frederico Vitols, Antonio Charles e Severino Araújo.
Fundou, em 1958, o Colégio Cardoso Amorim que, em 1976, já contava com 1.300 alunos.
No dia 11.01.1963(quando Capitulino já estava com 55 anos de idade), na Primeira Igreja Batista de São Luis, em Convenção Extraordinária, o Missionário W. Parker levantou a impossibilidade de a Missão Batista Equatorial continuar o seu trabalho em cooperação com o Pastor Capitulino, pelo que a melhor solução seria a divisão.
Assim, o Pastor Capitulino organizou a Convenção Batista do Maranhão, com 9(nove) Igrejas, além de outras que foram organizadas.
Em 1971(quando Capitulino estava com 63 anos), o trabalho batista no Maranhão foi unificado, tendo sido orador da ocasião, o Pastor João Falcão Sobrinho. Quanto ao Pastor Capitulino Amorim, continuou à frente da Primeira Igreja Batista de São Luis, até que, por idade avançada, foi substituído pelo Pastor Eliezer Lourenço da Silva, ex-aluno do Seminário do Norte.
O Pastor Capitulino faleceu em São Luis do Maranhão, em 1996, com 90 anos de idade. É referido na HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins, no livro OS BATISTAS NO MARANHÃO(São Luis, JUNTIVA, 1984), de Jovelina Maria dos Reis.
Apesar de sua importância, não é relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001), de José dos Reis Pereira, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CARLOS PEREIRA DE MAGALHÃES, de Lorena, São Paulo, 1881. Filho do gramático Eduardo Carlos Pereira(1855-1923) e de Luisa Pereira de Magalhães-Louise Lauper(1859-1921). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pela Escola Americana de São Paulo. Viajou pela Europa com a finalidade de fazer altos estudos e se tornar Ministro Evangélico, o que não ocorreu.
Em 1908, com 27 anos de idade, já no Brasil, formou-se em Direito. Dirigiu-se para o Alto Tocantins, passando a ajudar o povo com a homeopatia.
Durante 6 meses residiu em Corumbá de Goiás. Mudou-se para Anápolis, em 1920, tornando-se proprietário de uma casa. Durante muito tempo, foi Promotor de Justiça de Anápolis(naquela época, os Promotores Públicos não eram concursados, eram nomeados pelos governantes a seu bel prazer).
Casou-se com Gertrudes Pereira Magalhães, com quem teve os filhos, Alice Pereira Magalhães, Leda Pereira Magalhães e Eduardo Pereira Magalhães. Em 1925, foi um dos fundadores do Instituto de Ciências e Letras de Anápolis.
Com 51 anos de idade, fundou, junto com esposa e filhos, uma escola primária que se transformaria em Colégio Couto Magalhães, no dia 01.02.1932. Fundou a Igreja Presbiteriana Independente de Anápolis. Seu filho Eduardo Pereira de Magalhães foi Pastor desta Igreja em 1934.
Carlos Pereira de Magalhães foi o introdutor do eucalipto em Goiás, plantando-o em diversos lugares. Escreveu para diversos jornais da época, entre os quais, o jornal A LUTA, de A. Pinto.
Foi um dos fundadores da Biblioteca Pública de Anapolis, em 1933. Mudou-se de Anápolis em 1936, indo exercer a advocacia em São Paulo.
Faleceu em 1962, com 81 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério dos Protestantes de São Paulo. É biografado no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins. Mencionado no livro MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes e 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CORIOLANO COSTA DUCLERC, de Aracaju, Sergipe, 1891. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 06.03.1916, com 25 anos de idade, assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista de Teresina, em substituição ao missionário Adolfo Terry que tinha sido um dos fundadores da Igreja em 06.12.1914. Coriolano até então tinha sido membro da Igreja Batista da Torre, no Recife.
Coriolano ficou como Pastor da Primeira Igreja de Teresina, de 06.03.1916 até 16.02.1920, quando assumiu o pastorado, o Pastor Teófilo Dantas de Sousa que ficou como Pastor da Igreja até morrer em 10.01.1936.
Coriolano voltou para Pernambuco e depois foi para a Bahia. Em 1923, com 32 anos de idade, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista da Bahia, em Salvador.
Casou-se com Dulce Madureira Duclerc, com quem teve a filha Ivanda Madureira Duclerc(Poling), em 20.12.1927, nascida em Sergipe, quando Coriolano tinha 38 anos. Nos anos seguintes, mudou-se de Sergipe, indo para o Recife. Foi Pastor de várias Igrejas Batistas em Pernambuco.
Em 1939, tornou-se Evangelista Geral do Campo Pernambucano, vinculado aos missionários norte-americanos e à Convenção Batista Evangelizadora de Pernambuco.
Envolveu-se com o chamado movimento radical, em sua segunda fase. No dia 05.09.1939, quando tinha 48 anos de idade, assinou o famoso “PACTO DA PAZ” que pretendia estabelecer a harmonia entre os batistas do campo pernambucano.
Em 1940, foi Secretário Executivo Correspondente da Convenção Batista. Durante muito tempo foi membro da Junta Administrativa do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, função que renunciou em 1941, quando também se afastou da Convenção dos Missionários.
Em 1953, com 62 anos, em virtude das brigas denominacionais, Coriolano fez parte da Convenção Batista Pernambucana que se tornaria Associação Batista Pernambucana, vinculada à NABA(North American Baptist Association). Este vínculo com a NABA terminou em 1958, quando também a Associação Batista voltou a ser Convenção Batista Pernambucana.
Deste momento em diante, não há mais registros de Coriolano Costa Duclerc. É estudado na HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito, bem como na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Apesar de sua importância, não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DAN DE SOUSA NUNES, de Brejo da Serra, Bahia, 1919. Filho de João de Sousa Nunes e mãe não mencionada. Em 1930, com 11 anos de idade, foi batizado pelo Pastor Antonio Viegas, na Igreja Batista de Brejo da Serra que tinha sido organizada em 01.11.1922.
O Pastor Antonio Viegas era cunhado do Pastor Augusto Carlos Fernandes que, por sua vez, era Pastor da Igreja Batista da Cidade da Barra, na Bahia, às margens do Rio São Francisco.
Dan de Sousa Nunes, em 1949, com 30 anos de idade, tornou-se Evangelista da Junta de Missões Nacionais, junto às Igrejas Batistas do Sul do Piaui. Dan de Sousa nunca aceitou a sua consagração como Pastor e permaneceu como Evangelista até a sua aposentadoria.
A Igreja Batista de Brejo da Serra, na Bahia, organizada em 1922, foi transferida para União, no Piauí, em 1943 e em 1956 se transferiu de novo para Lagoa de Dentro, hoje Avelino Lopes, Piauí. Em 1965, Dan de Sousa, já com 46 anos de idade, junto com outros obreiros, inaugurou o novo templo da Igreja Batista de Avelino Lopes, na condição de Evangelista.
Em 1972, com 53 anos de idade, Dan de Sousa Nunes se aposentou como obreiro da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, não mais se ouvindo falar sobre ele.
Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRAFICO DO ESTADO DO PIAUÍ(1994), de Claudio Bastos. É estudado na HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito.
Não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira, bem como em HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita.
Não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DAVID GOMES, de Itaúna, Minas Gerais, 23.12.1919, escreveu, entre outros, ESCOLA BÍBLICA DO AR. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 12 anos de idade, converteu-se ao Evangelho, através da instrumentalidade do Pastor Lewis Malen Bratcher(L. M. Bratcher), missionário norte-americano, tornando-se pré-seminarista com 16 anos.
Terminado o curso de Bacharel em Teologia, foi consagrado Pastor Batista. Fundou a Escola Bíblica do Ar, em 1949, no dia 05 de maio, quando tinha 30 anos de idade. Mestre em Divindade e Doutor pela Universidade Garden Web, na Carolina do Norte, Estados Unidos.
Foi pastor titular das Igrejas Batistas da Tijuca (atual IB do Andaraí) e da Esperança (de 1966 a 1991) - igreja que fundou e da qual era pastor emérito. Foi idealizador dos edifícios da Fé e do Amor. Autor de 22 livros, David Gomes ocupava a cadeira de número 14 na Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB), da qual foi presidente por dois mandatos.
Presidente emérito da Sociedade Bíblica do Brasil e da Convenção Batista Brasileira(CBB), o pastor David também foi considerado cidadão honorário de cidades em quase todo o Brasil.
No período de 1954 a 1968, atuou como secretário-geral da Junta de Missões Nacionais (JMN) da CBB. Casado com Haydée Suman Gomes por 58 anos, deixou cinco filhas, todas envolvidas na obra do Senhor, entre as quais, Esther Ruth Gomes Silva e um filho, Marcos David, que está à frente da Ebar, além de sete netos.
Faleceu no dia 06.08.2002, com 83 anos de idade, no Hospital Adventista Silvestre, Rio de Janeiro, tendo sido velado na Primeira Igreja Batista do Rio.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DJALMA CUNHA(Djalma Antonio da Cunha e Silva), de Amarante, Piauí, 1894. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 20.02.1915, foi batizado em sua terra natal, pelo missionário americano Adolfo Terry, quando tinha 21 anos de idade. Era filho do Capitão Jerônimo Antonio da Cunha e Silva. Foi membro da Congregação de Amarante, até então pertencente à Igreja Batista de Floriano.
Ainda em 1918, foi para o Recife. Depois de passar pelo Colégio Americano Batista Gilreath, foi para o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tendo sido consagrado ao Ministério Pastoral na Igreja Batista da Vila Natan(Moreno), antes de terminar o curso.
Em 1919, foi Secretário Correspondente da Convenção Batista Regional de Pernambuco. Também em 1919, foi Presidente do Congresso Regional da Mocidade Batista, com sede no Recife. Em 1922, com 28 anos, concluiu o Bacharel em Teologia.
Em 1925, fez parte da comissão, ao lado de Salomão Ginsburg, J. F. Love e Adrião Bernardes que deu parecer sobre a questão nortista para a Convenção Batista Brasileira, reunida no Rio de Janeiro.
Fez parte do Movimento Radical Brasileiro, consoante o livro HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974) ou no site www.mariomartins.com.br
Nos anos seguintes, foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Aracaju, Sergipe e da Primeira Igreja Batista de Curitiba.
Em 1934, Djalma Cunha mudou-se para São Paulo, tornando-se Pastor da Igreja Evangélica Batista da Liberdade, onde permaneceu até 1936, quando foi convidado para o Seminário do Rio.
Em 1936, Djalma Cunha transferiu-se para o Rio de Janeiro, tomando posse como Diretor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, substituindo S. L. Watson. Foi o primeiro Reitor brasileiro do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Permaneceu à frente do Seminário até 1945, quando foi substituído pelo Pastor norte-americano, da Junta de Richmond, A. R. Crabtree.
Nesta época, foi também Pastor da Igreja Batista de Icaraí, no Rio de Janeiro. Conforme Itamar Sousa Brito, em seu livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(2003), Djalma Cunha era Pastor da Igreja Batista de Vila Pompéia, São Paulo, quando faleceu, não dizendo a data.
Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

DOMINGOS MENDES DA SILVA, de Santo Amaro da Purificação, Bahia, 1920. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Formado em Medicina, na Faculdade de Medicina de Niteroi, foi para o Rio de Janeiro, tornando-se membro da Primeira Igreja Batista de Niteroi, no Estado do Rio.
Tornou-se Medico do Instituto Nacional de Imigração e Colonização(INIC), tendo vindo para a região de Anapolis, atraido pela fundação da COLONIA AGRICOLA DE CERES tambem chamada de COLONIA AGRICOLA NACIONAL DE GOIAS(CANG), nas décadas de 1940 e 1950.
Em outubro de 1948, o Dr. James Fanstone, fundador e dono do Hospital Evangélico Goiano, de Anápolis, estimulou o Dr. Domingos Mendes da Silva, até então Médico do Hospital Evangélico de Anápolis, a visitar a CANG, recem criada Colonia Agricola de Ceres.
Seu objetivo era fortalecer o corpo clínico do Hospital da Colônia em função do aumento do número de habitantes na região. Em 1949, com cerca de 29 anos de idade, o Dr. Domingos mudou-se para a CANG(em Ceres), onde trabalhou no Hospital da Colônia até 1951, ano em que saiu para montar o seu próprio Hospital das Clínicas Centro Goiano, o primeiro hospital privado da região do Vale do São Patrício.
A demanda por atendimento de saúde era muito grande na região, e a sua área de abrangência chegava até o sul do Pará, Maranhão, Norte Goiano – hoje Tocantins- e Bahia. O Hospital das Clínicas Centro Goiano foi criado como um hospital de vocação generalista, atendendo a todos os tipos de doenças.
Dr. Domingos teve um papel muito importante no desenvolvimento do aglomerado de saúde de Ceres, pois foi um aglutinador dos médicos da cidade.
Na área da educação, o então prefeito e médico Dr. Domingos Mendes da Silva, fundou em 1955, O Colégio Estadual Hélio Veloso que está localizado na Av. Brasil, Praça Cívica s/n, centro, em Ceres- Goiás, vinculado à Rede Pública de Ensino - Secretaria de Estado da Educação.
Este Colegio Estadual foi criado com o intuito de satisfazer às necessidades educacionais da comunidade local formada por agricultores imigrantes de vários estados brasileiros, notadamente de Minas Gerais, que aqui chegaram para trabalhar na Colônia Agrícola Nacional de Goiás – CANG, criada em 1948, primeira experiência de Reforma Agrária no Brasil.
Vale lembrar que nesta época já existia o município de Ceres localizado no mesmo espaço geográfico da CANG. Efetivamente a emancipação significou a união da administração, ou seja, o Prefeito eleito, no caso o Dr. Domingos Mendes da Silva, seria o responsável pela administração municipal, incluindo a CANG, e extinguindo-se a figura do Administrador da Colônia indicado pelo Governo Federal.
O dr. Domingos criou tambem em Ceres a Escola de Enfermagem, a Maternidade e o Centro Radiológico. Foi um dos fundadores da Igreja Batista de Ceres. Com o passar do tempo, tornou-se Diretor Proprietario da Radio Cultura de Ceres.
Colocou o seu Hospital, em Ceres, à disposição dos missionarios da Junta de Missões Nacionais para qualquer tratamento, numa epoca em que os pastores não eram beneficiados pelo antigo INPS.
Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Educativa Evangélica, da qual foi Membro Dirigente até 1999.
Casou-se com Eudméa Hassel Mendes da Silva, nascida em Aperibé, Estado do Rio de Janeiro, com quem teve varios filhos, destacando-se os medicos Francisco Hassel Mendes da Silva e Carlos Hassel Mendes da Silva.
Eudméa Hassel tem sido Diretora da Escola de Enfermagem e tesoureira da Clinica Centro Goiano. Seu filho Carlos Hassel Mendes da Silva(Ceres, Go, 10.03.1952), além de Médico, foi também Prefeito de Ceres e Deputado Federal entre 1995 e 1998.
Casou-se com Celina Ferreira Hassel Mendes, com quem tem três filhos.
Quanto ao Dr. Domingos é bem estudado no livro LIÇÕES QUE O MINISTERIO ENSINA(Juerp, 1981), de Isaias Batista dos Santos. Pouco estudado no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES-Historia da Associação Educativa Evangélica(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho.
Faleceu o Dr. Domingos Mendes da Silva, no dia 23.11.2006, com 86 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é referido no livro BAIANOS ILUSTRES(Ibrasa, 1979), de Antonio Loureiro de Souza, bem como em HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é referido no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS(1984), de Ciro Lisita Júnior. Não é estudado na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp,1940), de Antonio Neves Mesquita ou no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

EBENÉZER GOMES CAVALCANTI, de Santa Maria do Belém, Pará, 19.10.1911, escreveu, entre outros, OS BATISTAS E O ECUMENISMO, A GAZELA DE JOPE(Romance), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Antonio Gomes Cavalcanti e Dia Rodrigues Cavalcanti.
Seu pai era alto funcionário do Banco Comercial do Pará e faleceu com 92 anos, em Belém, em 27.07.1967. Sua mãe faleceu em 1918, de gripe espanhola.
Foi criado pela avó materna Rita Nunes Nogueira(de Baturité, Ce) que também cuidou dos demais irmãos Elieser, Antonio, Ruth, Olir e Adiel.
Seu pai se casou a segunda vez com Ernestina Farias Cavalcante, com quem teve os filhos Omar e Eliel. Casou-se a terceira vez com Eunice Pinheiro da Câmara Cavalcante, com quem teve o filho Fernando.
Quanto a Ebenézer, após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou a Escola da professora Mestra Elisa e depois o Grupo Escolar Barão do Rio Branco. Concluiu o Curso Comercial, na Escola de Comércio de Belém, recebendo o título de “GUARDA-LIVRO”. Passou também pelo internato do Colégio Moderno. Formado na área, passou a trabalhar na Casa Bancária Moreira Gomes, ganhando cem mil reis por mês.
Quando tinha 17 anos de idade, em 06.05.1928, foi batizado na Primeira Igreja Batista de Belém, pelo Pastor João Daniel do Nascimento, chegando a Presidente da União de Mocidade.
Em 1930, quando tinha 19 anos, seguiu para o Recife, na busca de estudos teológicos, tendo ficado hospedado na Biblioteca da casa do Dr. Antonio Neves de Mesquita, até o início das aulas. Sob a direção do Dr. William Carey Taylor, passou a estudar no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, enquanto cursava o secundário no Ginásio Oficial do Estado. Terminou o curso de Bacharel em Teologia, em 1936 e no ano seguinte-1937- diplomou-se Mestre em Teologia.
Fundou, junto com Jônathas Braga e outros, o jornal A VOZ DO SEMINARISTA. Para se sustentar, trabalhou como Auxiliar do Bibliotecário do Seminário. Como estudante do Seminário, ganhou o PRÊMIO ZACARIAS TAYLOR. Foi Seminarista Auxiliar do Pastor Munguba Sobrinho, na Igreja Batista da Capunga, no Recife.
No dia 08.05.1936, foi consagrado Pastor da Igreja Batista de Vitória de Santo Antão, interior de Pernambuco, tendo passado também pelas Igrejas de Limoeiro do Norte, Afogados, Concórdia e Olinda. Fizeram parte do Concílio Consagratório, os pastores: José Munguba Sobrinho, José Florêncio Rodrigues, Jonas B. de Macedo Filho, Pedro Cerqueira, Leslie Leônidas Johnson(L.L.Johnson), Orlando do Rego Falcão, Severino Batista, R. Elton Johnson, W. C. Harrison e Lívio Lindoso.
Ainda no Recife, foi professor concursado de Português, no Ginásio da Madalena, do Dr. Aderbal Jurema, entre 1935 e 1936. No dia 08.06.1937, no navio NEPTUNIA, chegou em Salvador, Bahia, sendo recebido pelo Pastor Alfredo Mignac e uma Comissão da Igreja Batista Dois de Julho.
Mas, só tomou posse na Igreja Dois de Julho, em 22.11.1937. Esta Igreja tinha tido, desde sua fundação em 21.11.1923, apenas quatro pastores: M. G. White, John Mein, Manoel Ignácio Sampaio e Alfredo Mignac.
Em 14.02.1938, casou-se em Santo Antonio de Jesus, interior baiano, com a filha do Pastor João Martins de Almeida e de Maria Andrelina de Almeida, de nome NOEME MARTINS DE ALMEIDA, com quem teve os filhos Eneida Cavalcanti Heber, Enéas de Almeida Cavalcanti e Élvia Mirian Cavalcanti Fadul.
Em 08.12.1944, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Bahia, tornando-se Advogado. Em 1948, foi Consultor Jurídico da Secretaria da Agricultura da Bahia. Em 1950, foi eleito Deputado Estadual, na Bahia.
Em 1956, foi nomeado Conselheiro do Tribunal de Contas do Município, tendo sido seu Presidente e onde também se aposentou. Em 1958, viajou pela Europa, visitando 12 países.
Em 20.12.1964, recebeu o título de Cidadão de Salvador, pela Câmara Municipal. Em fevereiro de 1973, fez o prefácio do livro GILBERTO FREYRE-O EX-PROTESTANTE, do autor destas notas, publicado pela Imprensa Metodista, de São Paulo, prefácio este que se acha no site www.mariomartins.com.br
Na década de 1940, foi um dos mais autênticos representantes do RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, tendo publicado artigos em Jornais e Revistas, como se vê no livro HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974) ou no site www.mariomartins.com.br
Além de escritor, pesquisador, orador, polemista, foi um dos maiores articulistas d`O JORNAL BATISTA, com sede no Rio de Janeiro, mas distribuído para todo o Brasil. Em 1949 e depois em 1969, foi Orador Oficial da Convenção Batista Brasileira, de que foi seu Vice-Presidente, em 1962.
Faleceu no Hospital Português, de Salvador, no dia 01.06.1979, quando tinha 68 anos de idade, tendo sido Pastor da Igreja Batista Dois de Julho, em Salvador, durante 41 anos, 6 meses e 11 dias. Sobre ele foi escrito o excelente livro O PENSAMENTO VIVO DE EBENÉZER GOMES CAVALCANTI, por Celso Aloísio Santos Barbosa, em 1982. É referido em dezenas de livros, especialmente os que tratam da História dos Batistas no Brasil.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES, de Antonio Loureiro de Souza, editado em 1979 e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

EBENÉZER SOARES FERREIRA, de São João da Barra, Estado do Rio, 19.09.1926, escreveu, entre outros, “A.B. CHRISTIE, SENDO POBRE, ENRIQUECEU A MUITOS” (2A EDIÇÃO), “BILLY GRAHAM, UM VASO ESCOLHIDO”, “CITAÇÕES DE POETAS GREGOS NA LITERATURA PAULINA”, “VADE-MECUM DO OBREIRO E DA IGREJA”, HOJE, “MANUAL DO OBREIRO E DA IGREJA”(11A EDIÇÃO), “ANGELOLOGIA”, “VIDAS DEVOTADAS À CAUSA”, “DIFICULDADES BÍBLICAS” – VOL. I (2A EDIÇÃO), “DIFICULDADES BÍBLICAS” – VOL. II, “HISTÓRIA DAS BATISTAS FLUMINENSES”, “HISTÓRIA DO SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA DO SUL DO BRASIL” (EM PARCERIA COM EDGAR HALLOCK), “HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE INSTITUIÇÕES BATISTAS DE ENSINO TEOLÓGICO” (ABIBET), “HISTÓRIA DO SEMINÁRIO TEOLÓGICO BATISTA FLUMINENSE”, “EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA” (4A EDIÇÃO), “O APÓSTOLO DA BENEFICÊNCIA”, “O PERFIL DO PASTOR”,“EL PERFIL DEL PASTOR” – Publicado em Barcelona, Espanha, “REPENSANDO A DENOMINAÇÃO BATISTA BRASILEIRA” (ORG.), “O CLAMOR DA CRIANÇA DESAMPARADA E A CONSCIÊNCIA CRISTÔ, “DA VASSOURA A FUNDADOR DE UNIVERSIDADE”, “TEOLOGIA DA IGREJA”, “A DOUTRINA DOS DONS ESPIRITUAIS NA BÍBLIA” – (revista – JUERP).
Traduziu, entre outros, “GUIA DA BÍBLIA” (GUIDE TO THE BIBLE) DE BRUCE BICKEL E STAN JANTZ. Tem as seguintes obras a caminho do prelo: “ANTOLOGIA DE POETAS EVANGÉLICOS”, “A BÍBLIA NA HISTÓRIA, NAS LETRAS, NAS ARTES, NAS CIÊNCIAS E NA EXPERIÊNCIA HUMANA”, “O PASTOR E OS LIVROS”, “O APÓSTOLO PAULO E AS LEIS ROMANAS”.
Obras em preparo: “ENCICLOPÉDIA EVANGÉLICA BRASILEIRA”, “100 MICROBIOGRAFIAS”, “PROFECIAS MESSIÂNICAS”, “HISTÓRIA DAS PERSEGUIÇÕES AOS BATISTAS NO ESTADO DO RIO”, “HISTÓRIA DA CONVENÇÃO BATISTA BRASILEIRA”, “TEOLOGIA DA ORAÇÃO”, “TEOLOGIA DOS CARISMAS” (OU “DONS ESPIRITUAIS”), “ENCICLOPÉDIA DE DIFICULDADES BÍBLICAS EXPLICADAS”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Antônio Soares Ferreira e Ana Pires Ferreira. Casou-se com Noemi Lucília Lopes Soares Ferreira. Após os estudos iniciais em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Primário: 1a à 4a série – “Grupo Escolar Newton Prado” – Portela, RJ – 1936 – 1939. Ginasial: “Colégio Batista Fluminense” – Campos, RJ – 1942 – 1945. Científico: “Colégio Batista Fluminense” – Campos, RJ – 1946 – 1948.
CURSOS SUPERIORES: Bacharel em Teologia-“Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil”, Rio de Janeiro, RJ – 1949 – 1952. Bacharel em Letras Neolatinas- “Faculdade de Filosofia Ciências e Letras do Instituto La-Fayette”, Rio de Janeiro, RJ – 1951 – 1953. Licenciado em Letras Neolatinas- “Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade do Rio de Janeiro”, Rio de Janeiro, RJ – 1961. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais “Faculdade de Direito da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro”, Niterói, RJ –1958 – 1962. Especialista em Educação “Universidad de La Habana”, em convênio com a “Universidade Estácio de Sá”, Rio de Janeiro, RJ – 1996.
CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO: Master of Theology “Southwestern Baptist Theological Seminary”, Fort Worth, Texas, USA, 1954 – 1955. Master of Education “Southwestern Baptist Theological Seminary”, Fort Worth, Texas, USA, 1956. Mestrado em Psicopedagogia “Universidad de La Habana”, em convênio com a “Universidade Estácio de Sá” – 1996. Doutorado em Educação American World University, Iowa, USA – 2003.
TÍTULO HONORIS CAUSA: Doutor em Divindade. Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil – 2001.
FUNÇÕES DIDÁTICAS EXERCIDAS: Professor do “Instituto Nacional do Povo”, Rio de Janeiro, RJ. 1950 – 1951. Disciplina lecionada: Francês. Professor do “Colégio Batista Fluminense”, Campos, RJ. 1952 – 1964. Disciplinas lecionadas: Latim, Espanhol, Filosofia, História. Professor do “Colégio Estadual Agrícola Professor Antônio Sarlo”, Campos, RJ. 1959 – 1984. Disciplinas lecionadas: Inglês, Português, Moral e Cívica. Professor do “Liceu de Humanidades de Campos”, Campos, RJ. 1960 – 1984. Disciplinas lecionadas: Francês e Português.
Professor da “Faculdade de Filosofia de Campos”, Campos, RJ. 1964 – 1970. Disciplina lecionada: Didática Geral. Professor do “Seminário Teológico Batista Fluminense”, Campos, RJ. 1963 – 1984. Disciplinas lecionadas: Velho Testamento, Apologética, Eclesiologia, Exegese. Professor do “Colégio João Alfredo”, Rio de Janeiro, RJ. 1985 – 1989. Disciplina lecionada: Português. Professor do “Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil”, Rio de Janeiro, RJ. Disciplinas lecionadas: a) Para o Curso de Bacharel em Teologia – Ciência e Fé e História dos Batistas. b) Para o Mestrado em Teologia – Protestantismo Brasileiro e História dos Batistas. 1994 – 1998.
CARGOS DE DIREÇÃO: Diretor do “Colégio Batista Fluminense”, Campos, RJ. 1964 – 1984. Diretor (Fundador) do “Seminário Teológico Batista Fluminense”, Campos, RJ. 1963 – 1984. Reitor do “Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil”, Rio de Janeiro, RJ. 12.12.1984 – 02.03.1999. Diretor Geral do Seminário Teológico Batista de Niterói, RJ. (2005- ).
MEMBRO DE CONSELHOS E OUTRAS ENTIDADES: Foi membro do primeiro “Conselho de Cultura” do antigo Estado do Rio de Janeiro. Foi membro do “Conselho Municipal de Cultura de Campos”, Campos, RJ. Foi membro do “Conselho Estadual de Educação”, RJ. Foi membro do “Definitório da Santa Casa de Campos”, Campos, RJ. Foi membro do “Sindicato dos Professores do Ensino Particular do Estado do Rio de Janeiro”, RJ. Foi membro da “Junta de Escolas Dominicais e Mocidade”, hoje, “Junta de Educação Religiosa e Publicações”, da Convenção Batista Brasileira, por duas vezes. Foi membro da “Junta Administrativa do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil”, por duas vezes. Foi membro da “Junta Executiva da Convenção Batista Brasileira”, por duas vezes. É membro do “Conselho de Planejamento e Coordenação” da Convenção Batista Brasileira. É membro do “Conselho do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro”. É membro do “Conselho Editorial da Junta de Educação Religiosa e Publicações da Convenção Batista Brasileira”.
MEMBRO DE ASSOCIAÇÕES JORNALÍSTICAS: Membro da “Associação Fluminense de Jornalistas”. Membro da “Associação Evangélica de Imprensa”. Membro da “Associação de Imprensa Campista”.
MEMBRO DE ENTIDADES LITERÁRIAS: NO BRASIL- “Academia Pedralva de Letras e Artes”, Campos, RJ. “Academia Evangélica de Letras do Brasil”, Rio de Janeiro, RJ. É membro fundador (1962) e atual (2005) Diretor-Secretário. “Sociedade Brasileira de Romanistas”, Rio de Janeiro, RJ. “Associação Brasileira de Escritores”, Rio de Janeiro, RJ. “Academia de Letras Municipais do Brasil”, São Paulo, SP. “Academia Eldoradense de Letras”, Eldorado, SP. “Academia Anapolina de Letras”, Anápolis, GO. “União Brasileira de Escritores”.
NO EXTERIOR- Na Inglaterra: Membro da “The International Academy of Letters of England”. Membro da “Baptist Historical Society”. Nos Estados Unidos: Membro da “The American Schools of Oriental Research”.
PASTORADOS EXERCIDOS: Foi ordenado Ministro Evangélico, no dia 18 de dezembro de 1952, com 26 anos de idade. Foi pastor-auxiliar da Segunda Igreja Batista de Campos, RJ, de 21.12.1952 a 01.01.1957. Pastoreou a Primeira Igreja Batista de Guarus, Campos, RJ, de 02.01.1957 a 02.01.1986.
Exerceu ainda, concomitantemente com o pastorado da Primeira Igreja Batista de Guarus, Campos, RJ, pastorados interinos nas seguintes igrejas: Parque Guarus, Custodópolis, Usina Sapucaia, Morro do Coco, Baixa Grande, Baltazar, Jacarandá, Ponto de Cacimbas, São Francisco de Paula, Poço Gordo, Saturnino Braga, São João da Barra, Travessão de Barra do Itabapoana, todos no Estado do Rio de Janeiro. Pastoreou, de 1986 a 1997, a Igreja Batista de Jardim da Prata, em Nova Iguaçu, RJ. Pastoreia, interinamente, a Primeira Igreja Batista de Niterói, desde abril de 2005. Organizou 13 igrejas batistas.
LIDERANÇA: Foi fundador e presidente da “Associação Batista da Planície” – 1960 – 1963. Foi presidente da “Convenção Batista Fluminense” nos anos de 1963, 1964, 1965, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1979, 1984, 1985, 1987, 1991. Foi presidente da “Convenção Batista Brasileira” em 1969 e 1971. Foi presidente da “Associação Nacional de Educandários Batistas” – ANEB, de 1975 a 1982. Foi presidente da “Associação Brasileira de Instituições Batistas de Ensino Teológico” – ABIBET, nos anos de 1978 e 1979. Foi presidente da “Associação dos Estabelecimentos Particulares de Ensino” de Campos, RJ, de 1978 a 1980.
É Secretário-Executivo da “Associação Brasileira de Instituições Batistas de Ensino Teológico” – ABIBET, desde 1983. CONFERÊNCIAS PROFERIDAS: Para a “Ordem dos Ministros Batistas do Estado do Espírito Santo”. Tema: “Angelologia”. Para a “Ordem dos Ministros Batistas do Estado de São Paulo”. Tema: “O Pastor e os Livros”. Para a “Ordem dos Ministros Batistas do Estado de Minas Gerais”. Tema: “Demonologia”. Para a “Ordem dos Ministros Batistas Cariocas”. Tema: “Ordenação ao Ministério”. Para a “Ordem dos Ministros Batistas da Convenção Batista Fluminense”. Tema: “Profecias Messiânicas”. Para o “Congresso da Mocidade Batista Brasileira”. Tema: “A Bíblia e a Antropologia”.
Para a “Academia Evangélica de Letras do Brasil”. Tema: “A Contribuição dos Evangélicos para o Progresso do Brasil”. Para a “Imprensa Bíblica Brasileira”. Tema: A Bíblia nas Ciências, na Literatura, nas Artes e na Experiência Humana”. Para o “Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil”. Tema: “A Legislação Mosaica e a Civilização”. Para a “Academia Pedralva de Letras”. Tema: “Rui Barbosa e a Cultura Brasileira”. Para o “Conselho de Cultura de Campos”. Tema: “A Pátria”. Para o Conselho de Cultura de São João da Barra”, RJ. Tema: “O Autêntico Professor”. Para a “Ordem dos Pastores Batistas do Brasil”. Tema: “O Preparo Adequado para o Ministro de Hoje”. Para o “Seminário Teológico Batista Fluminense”, Campos, RJ. Tema: “Vocação”. Foi Orador Oficial da Assembléia Anual da Convenção Batista Fluminense, em 1971 e em 1991.
TÍTULOS DE CIDADANIA E OUTROS: Título de Cidadania Campista. Título de Cidadania Cardosense. Título de Cidadão da Cidade de Corpus Christi, Texas, USA. Título de “Cidadão Benemérito do Estado do Rio”, outorgado pela Assembléia Legislativa Estadual. Título de “Pastor Emérito da Primeira Igreja Batista de Guarus”, Campos, RJ. Título de “Pastor Emérito da Igreja Batista de Jardim da Prata”, Nova Iguaçu, RJ. Título de “Presidente Emérito da Convenção Batista Brasileira”. Patrono dos Homens Batistas da Convenção Batista Fluminense.
REDATOR DE PERIÓDICOS: Foi fundador e redator de “O Batista Fluminense”. Foi redator de “O Fluminense” (órgão estudantil). Foi redator de “Arauto Fluminense”. Foi redator de “Escudeiro Batista”. Foi fundador e redator da revista “Estudos Bíblicos e Históricos”. Foi fundador e redator de “O Batista da Planície”. Foi Diretor da “Revista Teológica”.
COLABORADOR COM ARTIGOS PARA: Revista “Unitas”. Revista “Diretriz Evangélica”. Revista “Abertura”. Revista “Manancial”.Revista “O Cooperador”. Revista “Visão Missionária”. Revista “Mocidade Batista”. Revista “União de Adultos”.“O Jornal Batista”. “O Jornal Jovem”. Jornal “Monitor Campista”. Jornal “A Cidade”. Jornal “Folha do Povo”. Jornal “O Lidador”.
VIAGENS: Em 1967, por ocasião do quadringentésimo qüinquagésimo aniversário da Reforma Protestante, esteve nas duas Alemanhas, visitando e participando de conferências em Leipzig, Erfurt, Eisernach, Eisleben e Waterburg, além de ter participado de conferências em Berlim Ocidental e Frankfurt.
Depois, visitou Londres, Paris, Zurich, Genebra, Roma, Madri, Lisboa, Amsterdã. Em 1969, esteve outra vez nos Estados Unidos (pois ali estudou de 1954 a 1956), agora, porém, na condição de Presidente da Convenção Batista Brasileira, ocasião em que pregou e fez conferências em vários Estados, pregando inclusive na Memorial Baptist Church, em Washington.
Em 1970, por ocasião do “XII Baptist World Congress of the Baptist World Alliance”, que se realizou em Tóquio, Japão, falou sobre o “Desenvolvimento do Trabalho Batista na América do Sul”. Ainda em 1970, antecedendo ao Congresso da Aliança Batista Mundial, passou um mês fazendo conferências evangelísticas na Ásia, participando da tradicional Asian Campaign, em Taipei, Chaung, Calcutá, Hong Kong. Visitou também Tailândia, Egito e Israel. Em 1972, esteve no Canadá e nos Estados Unidos. Em 1973, esteve na Jamaica.
Em 1975, esteve na Libéria, África do Sul, Suécia, Dinamarca, Bélgica. Ainda em 1975, esteve na Rússia, ocasião em que pôde pregar na Primeira Igreja Batista de Moscou. Em 1976, esteve nas Filipinas e Japão. Em 1976, esteve representando o Brasil, como membro do Executive-Comittee da Baptist World Alliance, nos seguintes países: Austrália, Indonésia e Nova Zelândia. Teve oportunidade de visitar ilhas da Melanésia, como Fiji, Samoa, Tahiti. Em 1978, esteve em Porto Rico.
Em 1979, esteve no Uruguai, Paraguai e Argentina, onde proferiu conferências. Em 1985, esteve no México, onde pregou, e nos Estados Unidos, assistindo ao Congresso da Aliança Batista Mundial, realizado em Los Angeles, Califórnia. Aí foi eleito Member of the Commission on Doutrine and Interchurch Cooperation.
Em 1994, esteve na África do Sul, onde proferiu conferências na Igreja Batista de Johanesburg. Em 1995, esteve em Buenos Aires, Argentina, participando do 16a Conference of Baptist World Alliance. Em 1996, esteve em Hong Kong, participando das reuniões do General Council of the Baptist World Alliance, onde falou para a Worship Comissionn, sobre “Enoch walked with God”. De lá, foi a Macau e China.
CONHECIMENTO DE LÍNGUAS: Além do Português, fala Inglês e Espanhol. Pode ler e traduzir Francês e Italiano. Tem certo conhecimento de Latim, Grego, Hebraico e Alemão. Intérprete de inglês e espanhol, em várias ocasiões.Tem trabalhado como tradutor de livros em inglês.
Em cerimônia no dia 06 de março de 2001, com Culto de Ação de Graças, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB), no Rio de Janeiro, o Pastor Ebenézer Soares Ferreira recebeu o título Honoris Causa de "Doutor em Divindade". O título é um reconhecimento pela sua trajetória em 49 anos de pastorado e por sua dedicação ao Seminário, onde foi reitor por 15 anos, de 11 de dezembro de 1984 a 5 de março de 1999.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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EDÉSIO GUERRA, de Corrente, Piauí, 1907. Após os estudos primários, em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 16 anos, em 1923, foi para o Recife, onde se tornou aluno do Colégio Americano Batista Gilreath, fazendo ali o curso clássico.
Em 1931, com 24 anos de idade, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na famosa Faculdade de Direito do Recife. Logo depois, dedicou-se à advocacia e ao ensino.
Foi professor do Colégio Americano Batista. Fundou, no dito colégio, a Biblioteca “Nogueira Paranaguá”, em homenagem ao correntino ilustre Dr. Joaquim Nogueira Paranaguá que, além de Médico, era também evangélico batista e tinha sido também Senador da República e Governador do Piauí.
Edésio Guerra foi Presidente da Convenção Batista Pernambucana, foi Presidente do Hospital Batista de Pernambuco e foi primeiro secretário da Convenção Batista Brasileira.
Acometido de doença grave, o Dr. Edésio Guerra(Advogado) faleceu no dia 02.10.1933, quando tinha 26 anos de idade.
Sobre ele, escreveu Zaqueu Moreira de Oliveira, em seu livro PANORAMA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO, p.40: “Em 1933, os jornais batistas estaduais e nacionais, estampam a dolorosa notícia do passamento de um dos mais esperançosos moços de todo o Brasil. Trata-se de Edésio Guerra”.
Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto, não é relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUI(2004), de Itamar Sousa Brito, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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EDUARDO CARLOS PEREIRA, de Caldas, Minas Gerais, 08.11.1855, escreveu, entre outros, A MAÇONARIA E A IGREJA CRISTÃ, GRAMÁTICA EXPOSITIVA(1907), GRAMÁTICA HISTÓRICA(1916), QUESTÕES DE FILOLOGIA, CRESTOMATIA HISTÓRICA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio Ipiranga. Passou por Araraquara(SP), Campinas(SP) e depois foi para São Paulo, onde chegou, já como Professor, em 1874, com 19 anos de idade.
Em 07.03.1875, tornou-se evangélico, vinculando-se à Igreja Presbiteriana de São Paulo. Em 1877, passou a lecionar na Escola Americana. Deixou de estudar Direito para se tornar Pastor Protestante, após licenciar-se pelo Presbitério Evangélico do Rio de Janeiro, em 1880, quando tinha 25 anos de idade.
No ano seguinte(1881), foi ordenado Ministro e se tornou Pastor da Igreja Presbiteriana de Campanha(MG). Em 1888, com 33 anos, assumiu o Pastorado da Igreja Presbiteriana de São Paulo, onde ficou por 34 anos.
Como o Sínodo Presbiteriano, no ano de 1903, não acolheu a sua tese sobre a incompatibilade entre Maçonaria e Cristianismo, fundou a Igreja Presbiteriana Independente de São Paulo.
Em 1884, organizou a Sociedade Brasileira de Tratados Evangélicos que só publicava textos de pastores brasileiros. Em 1887, levou o Presbitério do Rio de Janeiro a apoiar a libertação dos escravos.
Em 1895, por concurso público, tornou-se Professor de Português e Latim do Colégio Estadual de São Paulo. Em 1916, representou o Brasil no Congresso Evangélico Pan-Americano no Panamá. Em 1922, visitou a Europa e os Estados Unidos. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.
Faleceu em São Paulo, no dia 02.03.1923, com 68 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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EDUARDO PEREIRA DE MAGALHÃES, de São Paulo, Capital, 1908. Filho de Carlos Pereira de Magalhães e Gertrudes Pereira de Magalhães. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário no Ginásio Gammon de Lavras, em Minas Gerais. Saiu do Colégio de Lavras e foi para o curso do José Manoel da Conceição. Nos anos seguintes, foi para o Rio de Janeiro, matriculando-se no Seminário Unido, onde concluiu Teologia.
Na Faculdade de Filosofia, da Universidade Livre do Rio de Janeiro, doutorou-se em Filosofia. Em 1930, com 22 anos de idade, foi ordenado Ministro Presbiteriano, pelo Presbitério do Oeste, da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil, fundada pelo seu avô, o gramático Eduardo Carlos Pereira.
Transferiu-se para Anápolis, Goiás, onde já vivia seu pai, tornando-se Pastor da Igreja Presbiteriana Independente de Anápolis, na década de 1930. Foi um dos fundadores da Biblioteca Publica de Anápolis, em 01.04.1933.
Mudando-se de Anápolis, foi Pastor em Bebedouro e Nova Palestina. Tornou-se Inspetor de Ensino Secundário, nomeado pelo Governo Federal. Membro da Associação Paulista de Imprensa. Publicou diversos livros, dentre outros, EDUCAÇÃO DA MOCIDADE BRASILEIRA, PROBLEMAS DA MOCIDADE, etc. Foi redator de muitos jornais, entre os quais, O BANDEIRANTE CRISTÃO, O LÁBARO, etc.
Faleceu em 1959, com 51 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério dos Protestantes de São Paulo. É biografado no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins. Mencionado no livro MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ELIAS RAMALHO(Elias Pereira Ramalho), de Recife, Pernambuco, 1900. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Juntamente com seu irmão Ismael Ramalho, foi batizado na Igreja Batista da Rua Imperial, no Recife, por Antonio Neves de Mesquita.
Depois de passar pelo Colegio Americano Batista(Rua Dom Bosco, 1308), formou-se em Teologia no Seminario Teologico Batista do Norte do Brasil(Rua Padre Inglês, 243). Foi consagrado Ministro Evangelico em 29.10.1923, no Recife.
Foi Pastor de diferentes Igrejas batistas em Pernambuco. Em maio de 1928, foi ser Pastor da Igreja Batista de Jaguaquara, na Bahia. Casou-se com Lydia Ramalho. Neste período, foi convidado para ser Pastor da Igreja Batista de Jequié, na Bahia, mas não aceitou. Fez parte da Comissão que em 1938 tentou resolver o problema do Neo-Radicalismo Brasileiro junto ao Dr. Charles Maddry, Secretário Executivo da Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos. Desta Comissão faziam também parte: W. C. Taylor, Djalma Cunha, Orlando Falcão, Manoel Avelino de Souza, Erodice de Queiroz, Higino Teixeira, João Henck, João Daniel do Nascimento, Elias P. Ramalho, João Norberto da Silva, Carlos Dubois, Alberto Augusto, H. H. Muirhead e A. J. Terry.
Com sua importancia, é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. É relembrado na BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acácia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, bem como em HISTORIA DAS IDEIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins.
Não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, bem como não é lembrado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ELIÉZER PEREIRA DE BARROS, de Castanhal, Pará, 25.12.1916. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante 10 anos serviu às Forças Armadas nos Fortes de Belém, inclusive na Segunda Guerra Mundial, tendo sido Tenente Instrutor da elite militar.
Transferiu-se para Pernambuco. Formou-se em Teologia no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Nos anos seguintes, mudou-se para São Paulo, passando a trabalhar com a Juventude Batista do Estado.
Durante 10(dez) anos, foi Secretário Executivo da Convenção a Batista de São Paulo. Em 1966, com 50 anos de idade, transferiu-se para Belém, do Pará. Tornou-se Professor e Deão do Seminário Teológico Batista Equatorial de Belém. Foi Diretor da Cruzada Mundial de Literatura na região norte que compreendia do Maranhão ao Acre.
Foi Pastor da Igreja Batista de Pedreira e da Igreja Batista de Perebebuí. Tornou-se notável com suas apoteoses e apresentações. Mudou-se para Ceres, no interior de Goiás, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Ceres e Professor da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Vale do São Patrício, vinculada à Associação Educativa Evangélica de Anápolis. Aí foi Professor de Sociologia e Filosofia. Sua esposa Dona Emília, foi aluna do autor destas notas na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão de Anápolis.
Depois de 5 anos em Ceres, tornou-se Pastor da Igreja Batista da Vila União em Goiânia, onde ficou 2 anos. Em 1978, já com 62 anos, mudou-se para Campinas, São Paulo, tornando-se Pastor da Igreja Batista do Cambuí, por 13 anos. Desta mesma Igreja, foi feito Pastor Emérito.
Foi também Professor, Deão e Diretor da Faculdade Teológica de Campinas, durante cerca de 27 anos. Dedicou-se também ao Aconselhamento e à Terapia Pastoral.
Faleceu em 08.10.2005, em Campinas, com 89 anos de idade, tendo sido sepultado no Cemitério da Saudade. Quando morreu em Campinas, residia com o seu filho mais velho Rubim Tapajós Silvestre Pereira de Barros. Seu outro filho Eliézer Pereira de Barros Filho mora atualmente em Pittsburgh, EUA.
Deixou as netas Caroline Barros, Stephanie e Christine, bem como as noras Renata e Esther.
Era irmão de Onésima, Obal, Sóstenes, Ophir, Benjamim e Josué, de 85 anos.
Apesar de sua importância, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL, de José dos Reis Pereira, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volunes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente mencionado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ELIZEU MARTINS FERNANDES, de Cocal, Pastos Bons, Maranhão, 15.06.1940, escreveu, entre outros, OS BATISTAS NO MARANHÃO(São Luis, JUNTIVA, 1984), em co-autoria com Jovelina Maria dos Reis. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 17 anos, em 1956, foi estudar no Instituto Teológico Batista de Carolina. Em 1960, foi para Belém, no Pará.
Em 1966, foi colega do autor destas notas, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, onde concluiu o Bacharel em Teologia em 1970. Ainda no Recife, fez Filosofia Pura, na Universidade Católica de Pernambuco.
De volta ao Maranhão, bacharelou-se em Ciências Jurídicas, em 1980, com 40 anos de idade, na Universidade Federal do Maranhão.
De 1971 a 1980, foi Pastor da Igreja Batista Central de São Luis. Entre 1980 e 1981, foi Pastor da Igreja Batista Betania. Nos anos seguintes, foi para a Igreja Batista do Calvário. Presidente da Convenção Batista Maranhense. Membro da Junta de Missões Mundiais, Membro da Junta Patrimonial Batista do Brasil. Casou-se com Irenilda Fragoso da Silva, com quem tem Bérgson, Elizeu Filho e Elinson Fernandes.
Apesar de sua importância, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL, de José dos Reis Pereira, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volunes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente mencionado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

EMÍLIO KERR(Emílio Warwick Kerr), de Cantagalo, Rio de Janeiro, 14.04.1880, escreveu, entre outros, UMA PÁGINA SOMBRIA DE MINHA VIDA, MENSAGEM AOS RADICAIS, NÃO SE AVEXE DR. MADDRY, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de William Stephen Kerr e Otilia Emma Lorenz. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seus pais eram da Escócia e tinham vindo para o Brasil. Estava em Campos, no Estado do Rio, quando se encontrou com Salomão Ginsburg, sendo por ele batizado, na Primeira Igreja Batista de Campos, no dia 22.10.1899, com 19 anos de idade.
Fez um curso teológico por correspondência, com o missionário J. J. Taylor. Trabalhou com Salomão no Estado do Rio algum tempo. Estudou no Liceu de Humanidades, de Campos, no Colégio Abílio, do Rio de Janeiro e no Colégio Grambery, de Juiz de Fora, em Minas Gerais.
Junto com Salomão foi para o Recife, tendo sido secretário da reunião que organizou o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em 01.04.1902, na Rua Caminho Novo, 106. Embora tivesse sido secretário, era também aluno do novo Seminário, ao lado de Alfredo Lima, Benevenuto Chaves, João dos Santos, Alcino Coelho e Nicodemos de Carvalho.
Os outros que fundaram o Seminário do Norte: Salomão Ginsburg, Jefte Hamilton, João Borges da Rocha, Artur Lindoso, Antonio Aristônico e José Coelho da Silveira.
Já consagrado ao Ministério Batista, foi ser Pastor da Primeira Igreja Batista de Belém do Pará. Tinha 22 anos. Envolveu-se com uma moça e foi excluído da Igreja, em 02.09.1902. Retornou para São Paulo, passando a ler livros em várias línguas.
No dia 15.03.1915, reconciliou-se na Igreja Batista da Liberdade, em São Paulo, no pastorado de T. C. Bagby. Em 1916, na Convenção Batista Brasileira de São Paulo, substituiu o Orador Oficial da Convenção que não apareceu para fazer o discurso.
Em 1917, já estava de volta na Igreja Batista. Em 1918, na Convenção de Vitória, no Espírito Santo, faltando o orador, pregou o Sermão Oficial. Em 1925, no dia 12 de março, foi reconsagrado ao Ministério e foi eleito Pastor da Primeira Igreja Batista de São Paulo, com 45 anos de idade.
No ano seguinte, foi Pastor interino da Igreja Batista da Liberdade, em São Paulo. Saiu da Igreja com um grupo de irmãos e formou a Igreja Batista Paulistana, onde foi pastor alguns anos, entregando o pastorado ao ex-padre Rafael Gióia Martins.
Foi Presidente da Convenção Batista Estadual de São Paulo e colaborador do JORNAL BATISTA. Fundou vários jornais: O EVANGELISTA e O ARAUTO(Manaus), O ATALAIA(Sorocaba), O BATISTA BANDEIRANTE(São Paulo).
Traduziu vários livros, dentre outros, O DESCANSO DA FÉ OU O DESCANSO DA ALMA, de A. B. Earle, UM ESTUDO SISTEMATICO DE DOUTRINA BIBLICA, de Thomas Paul Simmons.
Em 1930, com 50 anos, foi interprete do Pastor americano George Truett, quando pregou em São Paulo. Em 1939, com 59 anos, na Convenção Batista de São Paulo, distribuiu folhetos da Coleção Kerr, que estimulou ainda mais o movimento radicalista.
Foi casado, em 13.06.1908, com Herminia Rossi, com quem teve seis filhos, entre os quais, Hermínio Kerr, famoso em Eletricidade. Faleceu em São Paulo, em 07.11.1959, com 79 anos de idade.
É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ENÉAS TOGNINI, de Avaré, São Paulo, 1913, escreveu, entre outros, QUATROCENTOS ANOS DE SILÊNCIO PROFÉTICO(1951), TRISTEZA OU PAZ? JOÃO- O BATISTA, BATISMO NO ESPIRITO SANTO, MOISÉS- UM HOMEM SANTO NA ESCOLA DO DESERTO, MARIA MADALENA, UM CORAÇÃO IGUAL AO TEU, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Entre 1956 e 1961, quando estava com 43 anos de idade, foi Diretor do Colégio Batista Brasileiro, de São Paulo, bem como Pastor da Igreja Batista de Perdizes na capital paulista.
Em 1965, com 52 anos, vinculou-se ao movimento de renovação espiritual. Deixou a Igreja e o Colégio e passou a percorrer o Brasil, pregando a renovação espiritual e divulgando os seus livros. Em 1967, junto com José Rego Nascimento e outros, fundou a Convenção Batista Nacional, com cerca de 60 igrejas que tinham sido expulsas da Convenção Batista Brasileira.
A Convenção Batista Nacional, conforme informação de José dos Reis Pereira, em seu livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001), está hoje com cerca de 400 igrejas.
Quanto a José Rego Nascimento(de Santa Rita, Paraíba, 24.12.1922) está hoje(2005), com 83 anos e reside em Belo Horizonte, MG.
Quanto a Enéas Tognini, casou-se com Hélia Moreira. Fundou a Faculdade Teológica Batista de São Paulo. Fundou a Igreja Batista do Povo, na Vila Mariana. Em fevereiro de 2004, com 91 anos, recebeu o título de CIDADÃO PAULISTANO.
Apesar de sua importância, não é estudado no REPERTÓRIO BIOGRÁFICO E GENEALÓGICO PAULISTA, de João Gabriel Sant´Ana e nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ERASMO BRAGA(Erasmo de Carvalho Braga), de Rio Claro, São Paulo, 23.04.1877, escreveu, entre outros, LIVRO DO PROFESSOR(1921), THE REPUBLIC OF BRAZIL: A SURVEY OF THE RELIGIOUS SITUATION(1931), LEITURA I(1939), LEITURA II(1939), LEITURA INTERMEDIÁRIA(1931), RELIGIÃO E CULTURA(1944).
Traduziu, dentre outros, O DILÚVIO(1901), GLOSÁRIO HEBREU/PORTUGUÊS(1902), AS REVELAÇÕES DO SÉCULO III(1904), NOVELAS INGLESAS(1905), CANÇÃO DO PEREGRINO SÍRIO(1907), APRENDER E ENSINAR(1922), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de João Ribeiro de Carvalho Braga e Alexandrina T. Silva.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 5(cinco) anos, aprendeu a ler, com sua própria mãe que era professora. Passou pelo Colégio Morton e pela Escola Americana. Viveu em Botucatu(SP), ajudando a mãe na Escola da família.
Estudou no Colégio Mackenzie(SP) e no Instituto Teológico Presbiteriano, onde se formou em 1898, depois de ter estudado no Seminário de Friburgo, no Rio de Janeiro. Ordenou-se Ministro Evangélico Presbiteriano em 1899. Seu pai João Ribeiro de Carvalho Braga foi eleito Prefeito de Sorocaba, mas renunciou em 1899.
Passou a lecionar em Niterói. Junto com Álvaro Reis, tornou-se co-fundador do jornal O Puritano, em 1899. Por volta de 1901, casou-se com Olindina Jardim, com quem teve os filhos Otto, Vera, Paulo, Tito, Milton.
Tornou-se Professor do Colégio Mackenzie e do Seminário Teológico Presbiteriano. Em 1903, foi um dos fundadores da Sociedade Científica de São Paulo e se tornou Pastor da Igreja Presbiteriana de Pinheiros.
Com a formação da Igreja Presbiteriana Independente, por Eduardo Carlos Pereira, em 1903, Erasmo Braga preferiu ficar com a Presbiteriana Tradicional. Membro fundador da Academia de Letras de São Paulo.
Tornou-se Pastor da Igreja Presbiteriana de Campinas, por volta de 1910. Por concurso público, tornou-se Professor de Inglês do Colégio do Estado. Teve como irmãos: Ruben- Advogado e Jornalista, Laércio-Oficial da Marinha Mercante, Irineu -Engenheiro, Hermes- Médico.
Participou de dezenas de Congressos Nacionais e Internacionais, em diferentes países do mundo.
Faleceu em Niterói, Rio de Janeiro, em 11.05.1932, com 55 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ERNESTO FULGÊNCIO SOREN, Carioca, do Rio de Janeiro, 1917. Filho de Francisco Fulgêncio Soren e Jane Filson Soren. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Por volta de 1930, quando tinha 13 anos de idade, foi batizado pelo próprio pai que era Pastor, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. Durante algum tempo viveu nos Estados Unidos, onde seu pai tinha estudado.
De volta ao Brasil, fez curso de Direito na antiga Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Foi secretário-auxiliar do Dr. L. M. Bratcher, na Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira. Fez concurso público para o Instituto de Resseguros do Brasil, onde trabalhou até a morte.
Em 1937, foi Presidente da Assembléia da Mocidade Batista Carioca, o mesmo ocorrendo em 1938. No anos seguintes(1940), foi eleito Presidente da Assembléia da Mocidade Batista Brasileira, o mesmo ocorrendo em 1941 e 1945. Foi membro da Junta Administrativa do Colégio Batista do Rio de Janeiro.
Faleceu no Rio de Janeiro em 1946, com 29 anos de idade, vitimado pela Tuberculose.
Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ERODICE FONTES DE QUEIROZ, de Campos, Estado do Rio, 1898. Após os estudos primários em sua terra natal, descolou-se para outros centros, onde também estudou. Fez os seus estudos no Colégio Batista de Campos e depois no Colégio Batista do Rio.
Em 1923, com 25 anos de idade, formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. No fim de 1923, foi consagrado ao ministério batista, tornando-se Pastor da Igreja Batista da Portela, no Rio.
Nos anos seguintes, foi Pastor em Miracema, Pádua, Carangola e Itaperuna.
Em 1936, com 38 anos de idade, mudou-se para São Paulo, tornando-se Pastor da Igreja Batista da Liberdade, onde permaneceu 32 anos. Em 1968, com 70 anos, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista de São Caetano do Sul, interior de São Paulo.
Faleceu em São Paulo em 1980, com 82 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ESTER SILVA DIAS, de São Paulo, Capital, 1900. Filha do Pastor Florentino Rodrigues da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
No Colégio Batista do Rio de Janeiro fez os estudos secundários, inclusive normal. Transferiu-se depois para São Paulo e se tornou professora do Colégio Batista de São Paulo, até 1933.
Em 1934, com 34 anos de idade, foi eleita Secretária-Correspondente-Tesoureira, da União Geral de Senhoras da cidade do Rio de Janeiro, tendo ficado no cargo por 38 anos.
Casou-se com o Engenheiro Presbiteriano José Dias. Continuou como Professora de Matemática no Rio. Em 1935, foi eleita Presidente da União Geral de Senhoras do Brasil, tendo sido reeleita por 24 anos seguidos.
Representou as mulheres batistas do Brasil, em vários congressos nacionais e internacionais.
Faleceu no Rio de Janeiro em 1981, com 81 anos de idade. Apesar de sua importância, não é mencionada no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Hilda Agnes e nem no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher e nem é referida no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente citada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

FRANCELINO FERREIRA BARBOSA, de Resplendor, Minas Gerais, 10.11.1927. Com 14 anos de idade, em 10.08.1941, foi batizado pelo Pastor Paulo Manhard. No Colégio Americano Batista de Vitória, formou-se em Contabilidade.
Em 21.04.1962, foi consagrado ao Ministério, tornando-se Pastor Batista. Em 03.12.1967, com 39 anos, casou-se com Lourdes Rosa de Oliveira Barbosa, com quem teve os filhos Ninfa, Héber, Nancy e Emerson.
Em 1971, com 44 anos de idade, concluiu o seu curso de Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Tornou-se Pastor da Igreja Batista de Vila Pancas, Espírito Santo. Foi Pastor da Igreja Batista de Benfica e Caminho da Esperança, em Juiz de Fora, Minas.
Foi Pastor da Igreja Batista de Itaguaí e Areia Branca, no Rio de Janeiro.
Em 1974, com 47 anos de idade, tornou-se Missionário da Junta de Missões Mundiais, indo para o Paraguai, onde permaneceu por 20 anos. Retornou do Paraguai em 1994. Continuou trabalhando como missionário da Igreja Batista em Fazenda Rio Grande. Aposentado, passou a residir em Curitiba, onde faleceu em 27.08.2005, com 78 anos de idade.
Sobre ele, escreveu excelente matéria Israel Francisco, para O JORNAL BATISTA, Rio de Janeiro, 20.11.2005.
Apesar de sua importância, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira, com atualização de Clóvis Pereira e Othon Ávila Amaral ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

FRANCISCO DE MIRANDA PINTO, de Campos, Estado do Rio, 1862. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 18 anos de idade, em 1880, matriculou-se na Escola de Engenharia do Rio de Janeiro. Já formado, foi estudar nos Estados Unidos, em Boston, no Massachussetts Institute of Technology, onde ficou por 5 anos. O sermão de sua formatura foi proferido pelo famoso Pregador Phillips Brooks.
De volta ao Brasil, foi trabalhar como Engenheiro na Estrada de Ferro Leopoldina. Em Niterói, onde vivia, foi batizado por W. E. Entzminger na Primeira Igreja Batista de Niterói. Durante muitos anos foi Presidente da Junta Patrimonial. Foi membro da Junta de Missões Nacionais.
Um dos fundadores da Sociedade Bíblica Brasileira. Diácono da Primeira Igreja Batista de Niteroi, da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro e da Igreja Batista do Méier.
Faleceu no Rio de Janeiro em 1951, com 89 anos de idade. Um de seus filhos José de Miranda Pinto, tornou-se Pastor Batista no Rio e fundador do Seminário Teológico Batista Betel.
Quanto a Francisco de Miranda Pinto, apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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FRANCISCO FULGÊNCIO SOREN, Carioca, do Rio de Janeiro, 1869. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Converteu-se na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro e nela foi batizado em 1890, com 21 anos de idade, por William Buck Bagby.
De janeiro a outubro de 1893, residiu na casa de J. J. Taylor, durante dez meses. No ano seguinte, 1894, foi encaminhado pelos missionários J. L. Downing e J. J. Taylor para os Estados Unidos, a fim de fazer o curso universitário completo.
Foi para o William Jewell College, de Liberty, no Missouri, onde fez o curso de Bacharel em Artes, em 1899, com 30 anos. Em seguida, foi para o Seminário de Louisville, mas não chegou a terminar o curso. Durante 7 anos esteve nos Estados Unidos.
De volta ao Brasil, foi consagrado Pastor Batista em 28.02.1901. Em 1905, nos Estados Unidos, casou-se com Jane Filson Soren.
Foi Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro por mais de 33 anos ou seja entre 1902 e 1935, na Rua Frei Caneca, quando deixou o pastorado, sendo substituído pelo filho.
Escreveu para vários jornais, entre os quais JORNAL BATISTA. Em muitas ocasiões, foi eleito Presidente da Convenção Batista Brasileira. Construiu o templo da Primeira Igreja Batista do Rio. Em 1930, o templo recebeu o Primeiro Congresso Batista Latino-Americano, sendo Francisco Fulgêncio eleito Presidente.
Com a morte de Francisco Fulgêncio Soren, naquele mesmo ano(1933), a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro convidou o filho João Soren para seu Pastorado.
Quando tinha 27 anos de idade, em 1935, João Soren foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor. Foi casado durante 55 anos com a profª Nicéa Miranda Soren com quem teve três filhos, quatro netos e três bisnetos.
Ficou viúvo(João Soren) em 14 de maio de 1990. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio durante mais de 50 anos consecutivos, sendo que seu pai foi Pastor da mesma Igreja por mais de 33 anos. Assim, os dois somaram na mesma Primeira Igreja Batista do Rio, cerca de 83 anos de pastorado, de 1902 até 1985.
Enquanto Francisco Fulgêncio Soren faleceu em 01.10.1933, quando tinha 64 anos de idade, o filho João Filson Soren faleceu às 21 horas do dia 2.01.2002, aos 93 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GABINO BRELAZ, de Recife, Pernambuco, 1905. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Colégio Americano Batista. Formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, com 25 anos de idade, em 1930. No mesmo ano(1930), casou-se com Árvila da Paz Brelaz, de 22 anos(Recife, 1908-1943), com quem teve os filhos Gabino Brelaz Filho e Glaura Brelaz. Árvila era a primeira filha do Pastor Manoel da Paz, que fora Pastor, dentre outras, da Igreja Batista da Rua Imperial e da Igreja Batista do Cordeiro, no Recife, na década de 1920. Em seu pastorado, W. C. Taylor(William Carey Taylor) foi eliminado da Igreja Batista do Cordeiro, quando da “Questão Radical”. O Pastor Manoel da Paz foi Presidente da Convenção Batista Regional e faleceu com 45 anos de idade, no dia 26.04.1926, como Pastor da Igreja Batista do Cordeiro.
Quanto ao Pastor Gabino Brelaz, em 1936, com 31 anos de idade, tornou-se Pastor da Segunda Igreja Batista de São Luis, no Maranhão. Reconstruiu o Templo da Igreja e construiu o Prédio do Colégio Batista. Em 1939, com 34 anos, foi eleito Presidente da Convenção Batista Maranhense, realizada na Igreja Batista de Pedreiras. O Pastor Gabino permaneceu em São Luis até outubro de 1940.
Em dezembro de 1940, com 35 anos, assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista do Pará, em Belém. No dia 24.08.1943, sua esposa Árvila faleceu do coração, tocando piano em casa, quando tinha 35 anos. Com a morte de sua esposa, o Pastor Gabino Brelaz deixou o Pará e voltou para sua terra natal, Pernambuco. Casou-se depois com Arquimínia Brelaz, com quem teve os filhos Grace Brelaz(já falecida) e Glaucus Brelaz, residente em Natal.
Mas, entre 1944 e 1948, foi Pastor da Igreja Batista de Rio Branco(hoje Arcoverde, em Pernambuco), de onde saiu, porque boa parte da Igreja não queria que ele fundasse o primeiro Ginásio da cidade. O sonho do educandário batista só foi realizado em 1954, através do Pastor Israel Dourado Guerra e sua esposa Edilazir Guerra que fundou o hoje Colégio Onze de Setembro.
Nos anos seguintes, Gabino Brelaz foi ser Pastor em Natal, no Rio Grande do Norte, na Igreja Batista de Natal, na Rua Mossoró, onde foi homenageado, inclusive, com nome de rua, tal como RUA PASTOR GABINO BRELAZ, em Campo Macio, Natal. Sobre ele, nenhuma outra informação foi conseguida, não se sabendo quando faleceu. Foi o primeiro Diretor do Colégio Batista de Natal. Nada sobre ele é encontrado no site HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO NORTE NA WEB, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Seu filho Gabino Brelaz publicou em 1964, o livro A DEIDADE DE CRISTO NO EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO(São Paulo, SP, PUCRS, 1964), como tese de Doutorado em Teologia.
Bem estudado no livro OS BATISTAS NO MARANHÃO(1984), de Jovelina Maria dos Reis, et al. O nome BRELAZ não é encontrado no DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS(1999, 4 volumes, 4.600 páginas), de Carlos Eduardo de Almeida Barata e Antonio Henrique da Cunha Bueno.
Apesar de sua importância, Gabino Brelaz não é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BAPTISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, não é lembrado na BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GERALDO BALDUINO SILVA, de Pontalina, Goiás, 29.09.1928, escreveu, entre outros, UM GRITO D`ALMA(1978), NEM HOMEM, NEM MULHER(1979). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 1950, com 22 anos de idade, mudou-se para Anápolis, passando a estudar no Colégio Municipal de Anápolis, depois de ter passado pelo Colégio São Francisco de Assis. Em 1953, com 25 anos, terminou o curso ginasial, no Colégio Couto Magalhães.
Em 1959, foi redator do jornal O LIBERAL, de Janhir Lobo, em Anápolis. A partir de 1961, foi Diretor do Curso Primário do Colégio Couto Magalhães. Em 1965, com 37 anos, concluiu o curso Normal, na Escola Normal de Anápolis.
Em 1970, com 42 anos, termino o curso de Letras Modernas, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão. Com o passar do tempo, tornou-se Ministro Evangélico, vinculado à Igreja Cristã Evangélica. Foi Professor de Português e Ingles, de diversos colégios, entre os quais, Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, em Anápolis. Escreveu para vários jornais, dentre os quais, O ANAPOLIS, JORNAL DO ENSINO, O EDUCACIONAL, etc. Focalizado na PEQUENA ANTOLOGIA ANAPOLINA(1970), de Watison Alves Ferreira.
Transferiu-se para Cristianopolis, Goiás, na década de 1970, vinculando-se ao Colégio Nilza Rizzo, de que foi Diretor. Em seguida, mudou-se para Ceres, tornando-se Professor da Faculdade de Filosofia do Vale do São Patrício.
Em 1980, com 52 anos, transferiu-se para Brasília, como Pastor da Igreja Cristã Evangélica do Gama e professor de diferentes colégios.
É bem estudado no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANAPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins. É referido em MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho.
Apesar de sua importância, não é estudado no livro ANAPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO(1981), de Haydée Jayme Ferreira, não é referido no DICIONARIO ENCICLOPEDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GERDA MITT-Barbara Saffnauer- de Karksi Nuia, Estônia, 1921, escreveu, entre outros, MEMORIAS-LUTAS, SONHOS E REALIZAÇÕES(2005), com prefacio de Paschoal Piragine, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado.
Veio para o Brasil em 1924, com 3 anos de idade. Seus pais foram morar na Colonia Padre José Bento, perto de Pouso Alegre, Minas Gerais. Em 1933, quando tinha 12 anos de idade, sua família mudou-se para o centro de Pouso Alegre. Em 1937, com 16 anos, seus familiares foram para Indaial, Santa Catarina.
Em 1943, com 22 anos, seus pais foram para Curitiba, Paraná. Nesta cidade, concluiu o curso básico e colegial. Em 1943, com 22 anos, filiou-se à Primeira Igreja Batista de Curitiba, onde seu pai Arnaldo Mitt foi tesoureiro por muitos anos.
Gerda foi para o Rio de Janeiro, em 1945, agora sozinha, onde fez o curso de Educação Religiosa, no Colégio Batista, terminando em 26.12.1946. Fez Estagio Pratico de Enfermagem no Hospital Pronto Socorro Central do Rio. Em 1950, com 29 anos, tornou-se missionária itinerante no Estado do Paraná.
Em 1951, matriculou-se no curso de enfermagem na Escola de Enfermagem Ana Nery, no Rio de Janeiro. Em 1959, com 38 anos, fez a Escola Paulista de Enfermagem, da Pontifícia Universidade Católica(PUC) de São Paulo, formando-se em 29.02.1960.
Em 1961, foi ser Enfermeira no Hospital Victor Ferreira do Amaral, em Curitiba. Em 1965, foi trabalhar na Secretaria de Saúde Publica do Estado do Paraná. Em 1967, foi trabalhar no Centro de Saúde de Curitiba. Em 1973, fez curso de Licenciatura em Enfermagem, na Universidade Católica do Paraná, para poder lecionar nas Escolas de Enfermagem, onde, de fato, foi professora por muito tempo.
Em maio de 1982, com 61 anos de idade, aposentou-se do serviço publico. Nos anos seguintes, tornou-se CAPELÃ VOLUNTARIA no Hospital das Clinicas de Curitiba. Seu livro LUTAS E VITORIAS-VÕITLUSED JÁ VÕIDUD(1998) foi escrito originalmente na língua da Estonia, sua terra natal, pela própria autora.
Em 1987, escreveu o livro a HISTORIA DO MUNICIPIO DE SENADOR JOSÉ BENTO(Colônia Padre José Bento). Publicou também A PARTEIRA LEIGA DOMICILIAR e HIGIENE EM RELAÇÃO À SAUDE. Conhece todas as cidades do Paraná e quase todas as capitais do Brasil. Viajou pela América do Sul e América do Norte, bem como por quase todos os paises da Europa. Esteve na Austrália e na Nova Zelândia.
Hoje(2006), com mais de 85 anos, reside em Curitiba, no Paraná. São seus irmãos: Ketsia, Paulo, Samuel Mitt, Helmuth Arnaldo, Helio Mario e Ingrid Margarida. Ernesto e Erica Anni faleceram crianças.
Seu pai Arnaldo faleceu em 01.09.1957, com 62 anos e sua mãe Adélia faleceu em 1967. Seu sobrinho Ronaldo Mitt é um dos mais importantes fotógrafos de Palmas, no Tocantins, onde reside faz 9 anos, vindo de Porto Alegre.
Gerda Mitt é mencionada na PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção.
Apesar de sua importancia, não é devidamente mencionada no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citada no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GIÓIA JÚNIOR(RAFAEL GIÓIA MARTINS JÚNIOR), de Campinas, São Paulo, 09.08.1931, escreveu, entre outros, “CÂNTICO NOVO”, “MENINO POBRE”, “APARECEM AS FLORES NA TERRA”, “ESTÁTUAS DE SAL”, “CANTO MAIOR” e “BEM-ME-QUER.” Filho de Rafael Gióia Martins e de Elza Lazarina Gióia Martins.
Depois dos estudos no Colégio Batista Brasileiro e no Colégio Roosevelt, formou-se pela Faculdade de Direito do Vale do Paraíba.
Poeta, Jornalista, Radialista, Advogado, Político e Professor universitário. Foi Presidente do Sindicato dos Profissionais do Rádio e da Associação dos Radialistas do Estado de São Paulo. Foi Vereador em São Paulo(1964), com 33 anos de idade.
Como Deputado Estadual(1966-MDB), foi Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo, tendo sido reeleito em 1970. Em 1975 foi eleito Deputado Federal por São Paulo(ARENA). Em 1978, foi reeleito. Em 1982 foi mais uma vez reeleito(PDS).
No pleito de novembro de 1986, quando tinha 55 anos, não conseguiu ser eleito Deputado Federal Constituinte(PDS), deixando Brasília e retornando a São Paulo.
Foi membro da Igreja Batista de Vila Mariana, sob a responsabilidade do Pastor batista Dr. Rubens Lopes. Foi conferencista naquela e em outras Igrejas, além de ter sido, em certa ocasião, Orador Oficial da Convenção Batista Brasileira.
Exerceu os cargos eletivos de Vereador, Deputado Estadual e Federal, que lhe foram conferidos por eleitores das mais diferentes comunidades evangélicas.
Pertenceu também à Maçonaria, tendo sido membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil. Foi membro da Academia Paulista de Jornalismo, da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Presidiu o Conselho da União Brasileira de Escritores.
Foi casado com Dinorá Fernandes Gióia Martins, com quem teve dois filhos.
O Escritor Mário Ribeiro Martins, no livro “ESCRITORES DE GOIÁS”, no capítulo “POETAS DO EVANGELISMO BRASILEIRO” faz referência ao trabalho de Gióia Júnior, afirmando: “A poesia de Gióia Júnior é expressivamente humana, o que se observa em um dos seus versos: Menino pobre do meu bairro, grita,/ para que escutem tua voz tremente,/ amargurada, enfraquecida e aflita./ Pelos irmãos que dantes não gritaram,/ clama nas ruas angustiosamente,/ exige o pão que os homens te roubaram.”
Gióia Júnior, com seus versos cheios de emoção e mesclados de humanidade, simplicidade e saudade, fez sucesso na Televisão e no Rádio, quando declamava suas poesias, entre as quais, “ORAÇÃO DA MAÇANETA”, “FICA, SENHOR, COMIGO!” e a “GANGORRA”. Gióia Júnior foi saudado por Mário Barreto França e ao lado de Jônatas Braga formou a tríade dos maiores poetas evangélicos do Brasil. Durante algum tempo, apresentou pela Rádio Bandeirantes, o programa “CHEGA DE PROSA”, com Gióia Júnior, onde falava sobre assuntos variados e declamava seus versos escritos com sensibilidade e emoção. Terminava o programa com a expressão, que o caracterizou: “E CHEGA DE PROSA”.
Faleceu em São Paulo, 04.04.1996, com 65 anos. Seu pai, Rafael Gióia Martins, depois de ter sido padre, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista do Brás, em São Paulo, por muitos anos. Quanto a Gióia Junior, apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Bem estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GUENTHER CARLOS KRIEGER, de Blumenau, Santa Catarina, 25.01.1938, escreveu, entre outros, “NHANNE DAHÂZE KRKREPUS MNÕZE”(COMO SURGEM AS DOENÇAS).
Em co-autoria com sua esposa Wanda Braidotti Krieger publicou também o “DICIONÁRIO ESCOLAR XERENTE-PORTUGUÊS E PORTUGUÊS-XERENTE”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de pais alemães, Adam Krieger e Gertrud Herta Krieger.
Após os estudos iniciais em sua terra natal, no Grupo Escolar “Machado de Assis” e na Escola Normal “Dom Pedro II”, dirigiu-se para Jacutinga, Minas Gerais, em 1958, onde fez o curso bíblico destinado à evangelização dos Indios.
Com 21 anos de idade, em 1959, tornou-se Missionário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, vindo trabalhar entre os Indios, na Região de Tocantínia, quando se tornou Diretor e Professor da Escola Bilingue Xerente, da Aldeia Baixa Funda, além de professor no Ginásio Batista de Tocantínia.
No período de férias, fez o curso de Madureza em Brasília. Foi consagrado Pastor, no dia 03.12.1960, na Igreja Batista de Casa Verde, em São Paulo. Na Universidade Federal do Pará, fez Licenciatura em Pedagogia. Em 1975, Bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
No mesmo Seminário, em 1981, fez o curso de Mestrado em Teologia. Casou-se com Wanda Braidotti Krieger, nascida em São Carlos, São Paulo, em 13.03.1937, com quem tem os filhos Orlando Luiz Krieger, Guenther Carlos Krieger Filho e Marcos Fernando Krieger.
Em 1973, foi Diretor Administrativo do Instituto Batista de Carolina, no Maranhão, além de seu professor, bem como no Ginásio do Sertão Maranhense. Presidente da Ordem dos Pastores Batistas do Brasil, no Tocantins. Professor do Colégio Estadual de Miracema do Norte, bem como do Tiro de Guerra.
Pastor da Igreja Batista de Miracema. Presidente da Convenção Batista do Tocantins, em 1978. Atualmente(2000), o casal continua residindo entre os indios xerentes de Tocantínia, ambos empenhados na tradução do Novo Testamento para a lingua xerente até o ano 2002, já que foram traduzidos os livros bíblicos de Marcos, Atos dos Apóstolos e de João.
Com a construção da Usina Hidrelétrica do Lajeado, nas proximidades das aldeias xerentes, a 50 quilômetros de Palmas, Tocantins, o Pastor Guenther Carlos tem sido chamado para produzir textos em lingua xerente e portuguesa, com a finalidade de melhor orientar os indígenas, especialmente agora, quando das comemorações dos QUINHENTOS ANOS DO BRASIL, no dia 22 de abril de 2000.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Não é mencionado na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira, com atualização de Clóvis Pereira e Othon Ávila Amaral ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GUTEMBERG NERY GUARABYRA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1915. Pastor da Igreja Batista da Barra do Rio Grande, na Bahia, às margens do Rio São Francisco, como Missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, por volta de 1940.
Em 1943, com 28 anos de idade, Gutemberg Guarabira foi Pastor da Igreja Evangélica Batista em União, no Estado do Piauí. Esta Igreja que tinha sido organizada em 01.11.1922, foi transferida do Brejo da Serra, interior da Bahia, para o Sul do Piauí ou seja vila de União.
Em 1956, esta Igreja se transferiu, de novo, de União para Lagoa de Dentro, hoje cidade de Avelino Lopes. Gutemberg Guarabira foi o primeiro Presidente da Convenção Batista Sertaneja, em 1949, eleito no Acampamento Batista, realizado em Corrente, Piaui.
Ele, no entanto, permanecia como Pastor da Igreja Batista da Barra, às margens do Rio São Francisco. Em 5 de junho de 1949 é fundada, em Xique-Xique, Bahia, uma Congregação Batista, sob a liderança do Pastor Gutemberg Nery Guarabira, missionário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira. A Igreja Batista de Barra é a patrocinadora do evento.
Durante muitos anos Gutemberg Nery Guarabyra foi Pastor de várias outras Igrejas às margens do Rio São Francisco. Quando o conheci, pessoalmente, em 1959, na cidade de Bom Jesus da Lapa, na Bahia, ele já não mais pertencia ao quadro da Junta de Missões Nacionais, bem como tinha deixado o pastorado efetivo e era apenas membro da Igreja Batista da Lapa.
Exercia a Advocacia, como um dos melhores Advogados Rábulas de Bom Jesus da Lapa. Quando saí da Lapa, em 1962, para estudar no Colégio Americano Batista do Recife, ainda o deixei na cidade, como excelente Advogado.
Não consegui melhores informações sobre Gutemberg Guarabyra, embora tivesse solicitado por e-mail ao seu próprio filho, o músico Guarabyra Filho, mas ele é mencionado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp-2003), de Itamar Sousa Brito.
Seu filho Gutemberg Nery Guarabyra Filho, nasceu na cidade da Barra, Bahia, em 20.11.1947, exatamente quando seu pai era Pastor da Igreja Batista da Barra. Conforme alguns autores, Guarabyra Filho teria nascido em Bom Jesus da Lapa, o que não é verdade. Ele apenas passou boa parte de sua adolescência em Bom Jesus da Lapa, cantando inclusive, no Coral da Igreja Batista da Lapa.
Guarabyra Filho mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1966, com 19 anos de idade e depois de trabalhar como boy num escritório de contabilidade, terminou sendo um dos maiores nomes da Musica Popular Brasileira, formando em 1973 a dupla SÁ E GUARABIRA que se imortalizou com o sucesso SOBRADINHO, referência à barragem de Sobradinho no Rio São Francisco que fez o sertão virar mar.
Guarabira Filho publicou o livro de ficção O OUTRO LADO DO MUNDO. É bem estudado na ENCICLOPÉDIA DA MUSICA BRASILEIRA(1998), de Marcos Antonio Marcondes.
Apesar de sua importância, Gutemberg Nery Guarabyra- o pai- não é estudado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp-2001), de José dos Reis Pereira, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HONÓRIO BENEDITO OTTONI, de Príncipe, hoje Serro, Minas Gerais, 1847. Filho de família ilustre em que se destacaram Cristiano Benedito Ottoni(Engenheiro) e Teófilo Benedito Ottoni(Político). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Teologia, tornando-se Padre em 1874, com 27 anos de idade. Fez-se Cônego Católico e também Capelão Vitalício do Exército. Foi Deputado Estadual em Minas Gerais. Secretário de Estado no Ceará.
Em 1894, com 47 anos de idade, viajando para os Estados Unidos, para tratamento de saúde, encontrou-se com o missionário Neighbor e os dois filhos do missionário Taylor, terminando por se converter ao Evangelho, já na Califórnia, depois da leitura de um jornal batista.
De volta ao Brasil, foi batizado por Zacarias Taylor, em maio de 1895, perante uma multidão de cerca de 500 pessoas. Como poliglota, falava mais de seis(6) línguas. Mudou-se para o Rio de Janeiro e foi consagrado Pastor Batista na Primeira Igreja Batista do Rio.
Como não foi escolhido pastor desta igreja, escreveu à Junta de Richmond, em Virginia, Estados Unidos, em março de 1896, pedindo a sua nomeação como Missionário e contando de sua experiência de ter pregado o Evangelho para o Presidente da República Prudente de Morais.
Não foi nomeado missionário, mas recebeu ajuda financeira dos americanos, de tal forma que, em 1899, junto com Zacarias Taylor e mais João Batista, fez parte do Concílio que consagrou ao ministério, o Pastor Alexandre de Freitas.
Foi professor do Colégio Americano Egidio, em Salvador, mais tarde chamado Colégio Batista Taylor Egídio e que fora transferido para Jaguaquara, no interior baiano.
Em 1900, já com 53 anos de idade, deixou o Colégio e passou a exercer atividades seculares, sem contudo voltar para a Igreja Católica, não se tendo mais notícia dele.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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IELON ANTONIO DO NASCIMENTO, de Recife, Pernambuco, 30.09.1940. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1958, com 18 anos de idade, foi batizado pelo Pastor Adolfo Lira Rego, na Primeira Igreja Batista do Recife.
Na Universidade Federal de Pernambuco, formou-se Engenheiro de Pontes e Estradas. Foi contratado pela SUDENE(Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste), onde trabalhou durante algum tempo.
No Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, iniciou o curso de Bacharel em Teologia, mas só terminou no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1966, com 26 anos de idade.
Foi jornalista do DIARIO DE PERNAMBUCO. Foi locutor da Radio Clube de Pernambuco, bem como da TV RADIO CLUB, do Recife.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar na Junta de Rádio e Tv, da Convenção Batista Brasileira. Foi consagrado ao Ministério Batista, na Primeira Igreja Batista de Vigário Geral, no Rio de Janeiro.
Casou-se com Edna Loureiro, com quem tem dois filhos. Com a mudança da JURATEL(Junta de Radio e Televisão) para Campinas, em São Paulo, transferiu-se para Campinas, tendo sido Pastor da Igreja Batista de Nova Jerusalém e depois da Primeira Igreja Batista de Americana. Foi também Pastor da Primeira Igreja Batista de Ipiranga, na capital paulista.
Voltando a JURATEL para implantar o setor de Televisão, tornou-se membro da Igreja Batista da Liberdade, então pastoreada pelo Pastor Joelcio Barreto. Durante muito tempo, atuou na TV PALAVRA.
Faleceu em São Paulo, no dia 25.08.2006, com 66 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é mencionado na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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ISAAC BARRETO RIBEIRO, de Barra do Rio Grande, Bahia, 1925. Filho de Arthur Ribeiro Sobrinho e de Angélica Barreto Ribeiro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Pegou o vapor na cidade da Barra, margens do São Francisco e foi para Pirapora, Minas Gerais, alcançando de trem, Belo Horizonte.
Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
Casou-se, por volta de 1942, com Clotildes (Lolita) Dias Ribeiro, com quem teve os filhos Alex, Daisy, Marta e Fernando. Alex Dias Ribeiro é ex-piloto de Fórmula 1.
Dona Clotildes Fraga Dias(nome de solteira) é filha de João Fraga Dias e de Cremehilda Ribeiro Dias(de Castro Alves, Bahia, 1906, esta, autora do livro de poemas FOLHAS ESPARSAS e falecida em 13.04.1984). Dona Clotildes teria nascido em Poções, na Bahia, por volta de 1927.
Quanto ao Doutor Isaac, pela instrumentalidade do Engenheiro Bernardo Sayão, companheiro de Juscelino Kubitschek, foi trabalhar na Colônia Agrícola de CERES, no interior de Goiás.
Em 22.12.1956, com 31 anos, foi visitar a Cidade Livre e o Catetinho, em Brasília. Mudou-se posteriormente para Anápolis, onde trabalhou no Hospital Evangélico Goiano, de propriedade de James Fanstone.
Depois de algum tempo, foi morar e trabalhar na Cidade Livre, em Brasília. É considerado um dos primeiros Médicos de Brasília, eis que foi o primeiro a instalar uma Clínica Particular, na Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante. Antes, porem, no dia 04.12.1956, chegou o Médico mineiro Edson Porto no Canteiro de Obras da NOVACAP.
Na esquina da Avenida Central, com Dom Bosco, Isaac Barreto construiu em madeira, o Centro Cirúrgico de Brasília, inaugurando-o em 03.05.1957, data da Primeira Missa de Brasília, onde fazia partos, consultas, raios X e laboratórios.
Em setembro de 1957, juntamente com outros, fundou a Primeira Igreja Batista de Brasília, na qual tocava harmônio e regia o coro da congregação.
Em 06.02.1959, fundou, junto com outros, a Associação Médica de Brasília, de que foi seu Primeiro Presidente. Participou da primeira equipe de médicos do Hospital IAPI, hoje HOSPITAL JK. Fez o discurso, em nome da Cidade Livre, quando Juscelino desceu de helicóptero, na avenida central, para visitar a região.
Depois de 1962, foi corista e instrumentista da Igreja Memorial Batista de Brasília. Sua irmã Miriam Barreto Ribeiro, foi professora do autor destas notas, no antigo Fundão de Brotas(hoje Ipupiara), Bahia, por volta de 1949, quando este autor tinha 06 anos de idade e ela morava com o seu parente Coronel Arthur Ribeiro. Quanto a Isaac Barreto Ribeiro, após fazer curso de Direito, terminou se tornando Perito Criminal e em seguida Promotor de Justiça no Distrito Federal.
É mencionado no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASILIA(1992), de Adirson Vasconcelos. Em 2000, quando Brasília completou 40 anos, o Doutor Isaac completou 75 anos de idade. É referido no livro DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMILIA RIBEIRO MARTINS(Goiânia, Kelps, 2007), de Mario Ribeiro Martins e Filemon Francisco Martins.
Apesar de sua importância para os Batistas, não é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL, de José Reis Pereira(Juerp, 2001), na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISAAC SOUSA CARVALHÊDO, de Pedreiras, Maranhão, 23.01.1940, escreveu, entre outros, A MAÇONARIA COMO UM REDUTO EVANGELICO(1982). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Transferiu-se para Ceres, Goiás, terminando o ginásio no Colégio Álvaro de Melo.
Em 1966, com 26 anos de idade, concluiu o curso Normal, no Colégio Couto Magalhães, de Anápolis, tendo feito também Teologia no Seminário Bíblico Goiano.
Em 1970, com 30 anos, terminou o curso de Historia, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis. Ainda em 1970, como Ministro Evangélico, foi Presidente do Supremo Concilio da Igreja Cristã Evangélica no Brasil. Neste período, foi Pastor de varias Igrejas e ocupou vários cargos denominacionais.
Em 1977, com 37 anos, bacharelou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Foi Diretor do Colégio Álvaro de Melo, em Ceres. Diretor do Colégio Couto Magalhães. Diretor Geral da Associação Educativa Evangélica de Anápolis.
Eleito Vereador(1978) junto à Câmara Municipal de Anápolis. Durante muito tempo, foi Diretor da Faculdade de Direito de Anápolis. Especializou-se em Direito Agrário e Direito Processual Civil, num convenio entre a Universidade Federal de Goiás e a FADA. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Grande Oriente do Brasil. Deputado Federal pela Loja Maçônica União e Justiça Anapolina.
Como Membro do Conselho Estadual de Educação de Goiás, deu Parecer favorável para a criação, a nível superior, dos cursos de Zootecnia e Agronomia, em Rio Verde, Goiás, bem como para a criação dos cursos de Ciências Contábeis e Administração, na Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis(hoje-2006, pertencente à Universidade Estadual de Goiás-UEG).
Pela Portaria MEC 647, de 24.05.2000, fez parte da Comissão Nacional de Formação de Professores, como representante da União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). Mas como nem tudo é perfeito, terminou enfrentando uma batalha judicial entre a Associação Educativa Evangélica e a Igreja Evangélica Cristã de Anápolis, batalha esta ganha pela Associação, envolvendo vários advogados, entre os quais, Adahyl Lourenço Dias.
Sobre o assunto, o Rev. Aristótens de Freitas, Presidente da Mesa Administrativa Nacional da Igreja Cristã Evangélica no Brasil, chegou a escrever um livro(hoje raríssimo, mas em poder deste autor), com o titulo O DOLOROSO CASO DO APOSSAMENTO DOS BENS DA IGREJA CRISTÃ EVANGELICA NO BRASIL PELA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGELICA e ainda o subtítulo “por um grupo de indivíduos que, rebelados contra ela, traíram seus próprios mandatos, de outorgados passaram a outorgar, de mordomos passaram a donos”.
Os indivíduos a que se refere o texto são Arthur Wesley Archibald, Arlindo Ribeiro, Nicomedes Augusto da Silva, Benjamin Siqueira Lobo, Isaac de Souza Carvalhedo e Pedro Pereira Lima.
É bem estudado no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANAPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins. É referido em MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho.
Apesar de sua importância, não é estudado no livro HISTORIA DA CAMARA MUNICIPAL DE ANAPOLIS(2004), de Julio Alves, não é analisado no livro ANAPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO(1981), de Haydée Jayme Ferreira, não é referido no DICIONARIO ENCICLOPEDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISAÍAS BATISTA DOS SANTOS, de Jaguaquara, Bahia, 19.03.l9l2, escreveu, entre outros, "LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA"(1981), "O PASTOR E SUAS FINANÇAS"(1967).
Ministro Evangélico Batista. Foi Presidente da Associação Educativa Evangélica de Anápolis. Diretor e Redator do Jornal O BATISTA GOIANO. Pastor de diferentes igrejas batistas no Brasil, entre as quais, Primeira Igreja Batista de Anápolis, de que o autor destas notas foi Co-Pastor, entre 1975 e 1977. Ex-Secretário Executivo da Convenção Batista Goiana.
Escritor, Professor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.
Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA(1977), de Sóstenes Borges de Souza.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Nasceu em Jaguaquara, Bahia, a 19 de março de 1912. Estudou no Colégio Taylor Egídio, da cidade natal, indo depois para o Recife, onde frequentou o Colégio Americano Batista e o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil.
Aliás, foi um dos alunos que deixou o Seminário do Norte, em virtude do movimento radical de 1939, indo para o Seminário Brasileiro.
Em 1940, foi consagrado ao Ministério Evangélico ainda no Recife, retornando depois à Bahia, para pastorear a Igreja Batista de Serrinha.
Casou-se com Nívea Minas Novas Batista dos Santos(Santo Amaro da Purificação, BA, 25.04.1924), em 1945, com quem teve vários filhos. Nesse mesmo ano, foi pastorear a Igreja de Rui Barbosa, fundando ali o Instituto Erasmo Braga.
Transfere-se para Ipameri, interior de Goiás, em 1951, pastoreando a igreja local, de onde sai, dois anos depois, para o Espírito Santo, também para o pastorado.
Em 1957 mudou-se para Ceres, Goiás, assumindo o pastorado e o magistério no Colégio Álvaro de Melo, indo, em 1962, para Goiânia, sendo como Pastor, eleito Secretário Executivo dos Batistas de Goiás.
Em 1971 mudou-se para Anápolis, como Pastor da Primeira Igreja Batista. Eleito membro da Associação Educativa Evangélica, foi também seu Presidente e Secretário Executivo.
Recebeu, em 1978, o título de “Cidadão Anapolino”, através do então vereador Dr. Isaac Souza Carvalhedo. No ano anterior, numa homenagem da Igreja Presbiteriana Independente, sua família recebeu o título de “Família-Modelo”, em culto realizado sob a direção do Rev. Silvio Araújo Lobo. Em 1979. retornou à Bahia, pastoreando em Rui Barbosa e a partir de 1983, em Salvador.
Impresso no Rio de Janeiro, na antiga Casa Publicadora Batista, publicou, em 1981, o livro “Lições que o Ministério Ensina”. Em 1967, publicou em São Paulo, sob o patrocínio da Ordem dos Ministros Batistas do Estado, a tese, “O Pastor e suas Finanças”.
Além de colaborador de “O Jornal Batista”, Diretor e Redator de “O Batista Goiano”, tem sido conferencista em vários lugares e oportunidades.
Sua família, extraordinariamente grande, tem sido assim constituída:
1- Elenaide casou-se com Mário e tiveram duas filhas, Nívea Zênia casada com Kenned e tem dois filhos, Danilo e Letícia; e Nívea Keila casada com Rubens, tem Samara. Elenaide separou-se e hoje está casada com João Melhado.
2- Elenauro casou-se com Suzy e tem cinco filhos : Lucília, Daniel, Paulo Henrique , Luciana e Samuel.
3- Isanias ( falecido ) casou-se com Lúcia e tiveram um filho: Otto Phelipe.
4- Mirtes casou-se com Hélio e tem três filhos: Júlya Helena , casada com Ricardo e tem dois filhos : Lucas e Thiago; Newton Henrique, casado com Christiane; e Adryane casada com José Fernandes e tem uma filha : Jennyfer.
5- Evandro casou-se com Marilene e tem três filhos: Ricardo casado com Daiane, Artur e Suzana.
6- Nívea casou-se com Josemar e teve três filhos : Josemar júnior, Julyana e Jônathas.
7- Josenias casou-se com Marly e teve três filhos : Elisa, Fernanda e Fábio. Josenias separou-se e hoje está casado com Luciana com quem teve um filho, Silas.
8- Luiza casou-se com Gesser e teve três filhos: Priscila casada com Nelson, David e Susan.
9- Valquíria casou-se com Leonardo com quem teve quatro filhos: Einar, Laura Luciana, Renan e Rênia Leane. Valquíria separou-se e hoje está casada com Ademir.
10- Isaías casou-se com Eliane e teve dois filhos: Rodrigo e Renata.
11- Rosalí casou-se com Ióris que era viúvo e criou seus dois filhos, Breno e Cecíla. Tiveram duas filhas , Nathália( falecida) e Luanna.
12- Stela casou-se com Paulo e teve um filho, Paulo Júnior . Stela separou-se, casou com Robério e tiveram um filho, Isaías Roberto.
13- Halcima casou-se com Euler e tem uma filha, Lídia.
O Pastor Isaias Batista dos Santos faleceu no Hospital Geral e Ortopédico e foi enterrado em Brasília, Distrito Federal, no dia 01.06.1990, com 78 anos de idade. Dona Nívea, como é conhecida, vive em Salvador, na Bahia.

ISAQUE ARAGÃO.TEXTO DE ALFREDO OLIVEIRA PARA A "COMUNIDADE STBNB", NO ORKUT, NO TÓPICO `POR ONDE ANDAM OS EX-PROFESSORES?´PROF. ISAQUE ARAGÃO, SERVO BOM E FIEL!!!Manoel Alves Barbosa nasceu em 4 de outubro de 1924, mas só descobriu seu nome de registro aos catorze anos de idade. Para todos os que o conheciam, era Isaque Aragão. Bacharel em Ciências e Letras e em Teologia, foi oficial do Exército Brasileiro, servidor civil da Presidência da República e professor do STBNB (década de 70 e 80), entre outras atividades. Batizado em 1942 pelo Pr.Tiago Araújo, tornou-se Diretor de Música da Igreja Batista do Cordeiro em 1947 e foi consagrado diácono em 14 de junho de 1959. Isaque foi fundador e primeiro presidente da Associação dos Diáconos Batistas de Pernambuco. Casou-se com Doralice do Aragão Barbosa e teve dois filhos, Humberto e Liliane. Mudou-se para a sua morada celestial em 26 de maio de 2008, com 84 anos, tendo sido sepultado às 15h do mesmo dia no Cemitério Parque das Flores, após um culto de ação de graças, onde estiveram presentes, parentes, amigos, membros da Igreja Batista do Cordeiro e de outras igrejas, diáconos da Associação dos Diáconos Batistas de Pernambuco, além de pastores e ex-pastores da Igreja Batista do Cordeiro. Foi o pregador da ocasião o Pr. Miquéias da Paz Barreto, pastor da Igreja Batista da Concórdia. "Bom está servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei. Entra no gozo do teu Senhor!" (Mt.25:21).

ISMAEL RAMALHO(Ismael Pereira Ramalho), de Recife, Pernambuco, 1901. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Juntamente com seu irmão Elias Ramalho, foi batizado na Igreja Batista da Rua Imperial, no Recife, por Antonio Neves de Mesquita. Depois de passar pelo Colegio Americano Batista(Rua Dom Bosco, 1308), formou-se em Teologia no Seminario Teologico Batista do Norte do Brasil(Rua Padre Inglês, 243).
Foi consagrado Ministro Evangelico em 08.02.1924, tornando-se o Primeiro Pastor da Igreja Batista de Tegipió(fundada em 28.01.1923). Ismael Ramalho foi Pastor da Igreja de Tegipió, durante 17 anos, de 1924 até 1941.
Foram também pastores desta Igreja: Jonatas da Cunha Braga-5 anos, L. L. Jonhson-30 dias, J. B. Hunderwood-45 dias, Livio Lindoso-4 anos, Raimundo Kolb-1 ano, Merval Rosa-3 anos, José Viana de Paiva-4 anos, Pedro Machado-1 ano, Gelson Lopes Martins-4 anos, Raimundo Nogueira-3 anos e Mario Ribeiro Martins-5 anos(1968 a 1973).
Este último era Pastor desta Igreja quando ela completou 50(cinquenta anos), no dia 28.01.1973, tendo pregado nas solenidades, os Pastores Silas de Brito Lopes(Igreja Batista Central de Vitoria, Espirito Santo) e David Gomes(Presidente da Sociedade Biblica do Brasil e Pastor da Igreja Batista da Esperança, no Rio de Janeiro). Quanto a Ismael Ramalho, foi tambem Pastor da Igreja Batista de Areias, nos arredores do Recife. Participou ativamente do movimento radical de 1923 e tambem de 1938. Depois de 1941, foi ser Pastor da Igreja Batista de Estrela, em Jaguaquara, Bahia.
Apesar de sua importancia, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é citado na BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acacia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, bem como não é lembrado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISNARD ROCHA, de Santo Amaro da Purificação, Bahia, 1910, escreveu, entre outros, PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL(Imprensa Metodista, 1967), HISTORIAS DA HISTORIA DO METODISMO NO BRASIL, BIOGRAFIAS, FATOS SOLENES E PITORESCOS DO METODISMO NO BRASIL, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Pedro da Rocha Ferreira e Oraide Meiback da Rocha.
Em 1925, com 15 anos de idade, ainda em Santo Amaro, definiu sua vocação ao Ministério Evangélico, através da instrumentalidade do Evangelista Almeida Sobrinho.
Em 1928, com 18 anos, foi estudar em Juiz de Fora, Minas Gerais, no Colégio Granbery(da Igreja Metodista do Brasil), onde trabalhou junto com Judá Cavalcante de Almeida no Refeitório do dito Colegio.
Depois de terminar o curso ginasial, iniciou o Curso Teológico na Faculdade de Teologia, da mesma Instituição, formando-se em 1935, com 25 anos, ao lado de Ari Boncristiani Ferreira, Juvenal Ernesto da Silva e Levy Arlie Tavares. Na dita Faculdade Teológica, foi aluno do Rev. Derly Chaves, Jalmar Bowden, Oscar da Silva Machado e Ary B. Ferreira.
Durante muitos anos, trabalhou com o Rev. João Augusto do Amaral, C. B. Dawdey e Isaias F. Sucasas. Casou-se com Esmeralda Barros Rocha, com quem teve os filhos, Esis de Barros Rocha, Isis de Barros Rocha e Isnard de Barros Rocha.
Entre 1932 e 1967, foi Pastor Metodista de várias igrejas, entre as quais, Bauru, Botucatu, Fernão Dias, Avaré, Marilia, Pompéia, Poços de Caldas, Ourinhos, Central de São Paulo, Vila Mariana e Jabaquara. Autor de diversos livros religiosos. Foi Pastor da Igreja Metodista do Jardim Botânico, em São Paulo, fundada em 03.03.1895.
Apesar de sua importância, não é convenientemente biografado em seu próprio livro de biografias(PIONEIROS E BANDEIRANTES DO METODISMO NO BRASIL-1967), não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISRAEL BELO DE AZEVEDO, de São Mateus, Espírito Santo, 09.06.1952, escreveu, entre outros, por ordem de publicação: "AS CRUZADAS INACABADAS" (GÊMEOS, 1980), "PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIO DE JANEIRO: COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE (PIB-RJ, 1988), "O PRAZER DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA" (HAGNOS, 2003), "O MITO DA FAMÍLIA PERFEITA" (TEXTUS, 2003), “DESCUBRA AGORA COMO VIVER BEM EM FAMÍLIA”; EXODUS, 1997), "A CELEBRAÇÃO DO INDIVÍDUO" (UNIMEP, 1997), “UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO PENSAMENTO BATISTA BRASILEIRO”(VIDA NOVA, 2004), "DESCUBRA AGORA COMO DEUS AGE" (EXODUS, 1997), "JOÃO FILSON SOREN: O COMBATENTE DE CRISTO (PIB-RJ, 1995), "O OLHAR DA INCERTEZA" (PRAZER DE LER, 1998), "PRIMEIRA VIAGEM AO MUNDO DA COMUNICAÇÃO" (GAMA FILHO, 1999), "CONVITE À VIDA" (IGREJA BATISTA ITACURUÇÁ, 2002), "NO COMPASSO DA GRAÇA" (JUERP, 2003), "O FRUTO DO ESPÍRITO" (SEPAL, 2003), "SE MEU POVO ORAR" (MK, 2003), "TEM MENSAGEM PARA VOCÊ" (VIDA, 2003), "GENTE CANSADA DE IGREJA" (HABACUC, 2003), "DIANTE DA DEPRESSÃO" (IMPETUS, 2003), "DIA A DIA COM DEUS ATRAVÉS DA BÍBLIA" (MK, 2003), "AS MENSAGENS NAS EPÍSTOLAS AOS CORÍNTIOS" (JUERP, 2004), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Derly Franco de Azevedo e Loydes Belo de Azevedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1975, onde também fez o curso de MESTRE EM TEOLOGIA, em 1980.
Casou-se com Rita de Cassia Vieira de Azevedo, com quem tem a filha Rachel Vieira Belo de Azevedo. Foi Diretor e Redator da Revista Universitária CAMPUS, da Junta da Mocidade Batista, no Rio de Janeiro, em 1977.
É formado também em Comunicação (1977) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Concluiu o curso de Pós-Graduação em História, em 1982, na Universidade Federal Fluminense.
Tornou-se DOUTOR EM FILOSOFIA, pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, em 1995. Em 1997, foi Coordenador Editorial, da Editora UNIMEP(Universidade Metodista de Piracicaba), no interior de São Paulo, quando publicou, entre outros, o livro EROTICAMENTE HUMANO, de Nabor Nunes Filho.
Tornou-se Pastor da Igreja Batista de Itacuruçá, no Rio de Janeiro, desde 12.12.1999, tendo sido ordenado Pastor em 10.12.1999. Com o passar do tempo, foi eleito Reitor do Seminário Teologico Batista do Sul, no Rio de Janeiro, função em que também permanece hoje(2006). É um dos colaboradores da REVISTA BRASILEIRA DE TEOLOGIA.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JAIME WRIGHT, de Curitiba, Paraná, 1925. Filho de Missionários Americanos Presbiterianos no Brasil. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Colégio Metodista em Passo Fundo (RS), onde seus pais eram missionários. Formou-se em Teologia.
Com 25 anos de idade, em 1950, foi consagrado Pastor da Missão Presbiteriana Brasil Central, um dos grupos pioneiros do Presbiterianismo no Brasil. Foi pastor evangelista em Caitité, no interior da Bahia.
Na década de 1970, seu irmão Paulo Wright desapareceu, em virtude do movimento revolucionário de 1964. O Reverendo Jaime Wright aproximou-se de Dom Paulo Evaristo Arns, um dos responsáveis pela procura de desaparecidos no País, com quem trabalhou por nove anos seguidos.
Foi Secretário-Geral da Igreja Presbiteriana Unida(IPU). Foi um dos colaboradores na construção do livro BRASIL NUNCA MAIS, best-seller na década de 1980, com prefácio de Dom Evaristo Arns, publicado pela Editora Vozes.
Foi homenageado com a Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos, comenda do Grupo Tortura Nunca Mais. Casado, cinco filhos, Jaime Wright virou também personagem do livro “UM MILAGRE, UM UNIVERSO”, de Lawrence Weschler (Companhia das Letras).
Foi entrevistado pela revista VINDE, no Rio de Janeiro. Para o projeto Brasil Nunca Mais, foram copiados clandestinamente os cerca de 700 processos que transitaram nas auditorias militares e estavam nos arquivos do STM (Supremo Tribunal Militar).
Os processos eram copiados em Brasília e transportados para São Paulo, onde se concentrou a pesquisa. Trabalhou em cima desses documentos por cinco anos, publicando-se os resultados em 12 volumes, quase 7 mil páginas, fazendo-se o resumo num livro que se chamou “BRASIL: NUNCA MAIS”, com prefácio de Dom Evaristo, um dos mais vendidos da história da literatura brasileira do tipo não ficção. O livro está na 27a edição, com cerca de 300 mil exemplares vendidos.
Publicou-se também Perfil dos Atingidos, um dos 12 volumes, que é a melhor coletânea brasileira da esquerda que atuou durante a ditadura. Seu irmão, Paulo Wright, também evangélico, que atuou como "subversivo", foi preso, torturado, morto e é desaparecido até hoje.
O presidente Fernando Henrique reconheceu a lista com 136 pessoas torturadas, mortas e desaparecidas quando estavam sob custódia das Forças Armadas. Falta agora que se diga onde estão os restos mortais para que seus familiares tenham direito a fazer um enterro digno.
O chefe do SNI (extinto Serviço Nacional de Informações) em São Paulo era um presbítero. O chefe do CIE (Centro de Informações, hoje Centro de Inteligência do Exército) era um presbiteriano. Os presbiterianos estavam muito bem cotados dentro do sistema.
Foi presidente da Missão Presbiteriana do Brasil Central e responsável pelo trabalho da igreja americana no país. Seu pai e sua mãe foram missionários em Santa Catarina e no Paraná, onde nasceu. Durante muitos anos serviram numa igreja pioneira no Vale do Rio do Peixe, em Santa Catarina. Aposentados, retornaram para os Estados Unidos.
Em 1987, a IPU (Igreja Presbiteriana Unida) se reuniu em assembléia-geral, em Vitória (ES),e foi eleito por unanimidade como primeiro secretário-geral daquela nova denominação. Foi nomeado pelo presidente Fernando Henrique como membro do comitê nacional julgador do Prêmio de Direitos Humanos. Em 1958 renunciou à sua cidadania americana.
Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JAMES FANSTONE, Pernambucano, do Recife, 08.08.l890, escreveu, entre outros, "TRÊS TESES", "MISSIONARY ADVENTURE IN BRAZIL". Filho de missionários evangélicos ingleses que serviram no Recife. Seu pai, Dr. Fanstone, era Pastor Presbiteriano no Recife, desde 1889.
Formado em Medicina, na Inglaterra, com diploma reconhecido pela Universidade de Minas Gerais, em l923. Foi fundador do Hospital Evangélico de Anápolis, da Escola de Enfermagem Florence Nightingale e do Colégio Couto Magalhães, bem como da Associação Educativa Evangélica.
Fundador e Presidente do Rotary Club de Anápolis, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Escritor, Memorialista, Pesquisador. Ensaísta, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Pianista, Médico.
Citado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira, bem como em HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges. Encontra-se na antologia ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nascido no Recife, Pernambuco, a 8 de agosto de 1890. Filho de missionários, logo dirigiu-se para a Inglaterra, onde foi educado. Em 1915, colou grau na Universidade de Londres, em Medicina e Cirurgia, com distinção em Patologia e Clínica Médica, classificando-se em segundo lugar.
Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu no Exército Britânico, no Royal Army Medical Corps, no Regimento Northampton, como Capitão-Médico, de 1915 a 1919. Em 1921, conquistou o título de Doutor em Medicina, recebendo também o diploma de Medicina de Higiene Tropical. Foi assistente, em 1915, da Clínica Médica de Lord Dawson.
A partir de 1921, tornou-se Livre Docente da Cadeira de Medicina Tropical, na Universidade de Londres. Casou-se com Ethel Marguerite Peattfield (Dayse Fanstone), em 1922, com quem teve dois filhos: O médico Henrique Maurício Fanstone e o advogado William Baird Fanstone.
Já no Brasil, revalidou o seu diploma, em 1923, defendendo Tese na Universidade de Minas Gerais. Após conhecer várias partes do Brasil e também de Goiás, terminou por fixar residência em Anápolis, em 1925, onde dois anos depois, fundou o Hospital Evangélico Goiano. Alguns anos mais tarde, em 1937, fundou a Escola de Enfermagem “Florence Nightingale”. Foi fundador também, junto com Carlos Pereira Magalhães, do Colégio Couto Magalhães, em 1932, tornando-se Diretor do mesmo, a partir de 1934.
Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Real de Medicina e Higiene Tropicais, Colégio Real de Cirurgiões, da Inglaterra. É membro fundador do Rotary Club de Anápolis, do qual já foi Presidente em várias oportunidades.
Em 1951, recebeu de Sua Majestade o Rei Jorge VI, o título de Oficial da Divisão Civil da Mais Excelente Ordem do Império Britânico.
Entre suas obras, destacam-se, “Discussões sobre Quinino”, “Missionary Adventure in Brazil” e “Três Teses”. Cidadão Anapolino, pertence também à Academia Anapolina de Letras e Artes, ocupando a Cadeira 17, cujo Patrono é Jovelino de Campos.
Com sua morte e em sua homenagem, foi fundada, em Anápolis, a FUNDAÇÃO JAMES FANSTONE.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JEZIMIEL NORBERTO DA SILVA, de Recife, Pernambuco, 13.11.1927. Filho de João Norberto da Silva e Antonia Cavalcanti da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil.
Casou-se, em 14.11.1952, com Marlú Lindoso, filha de Livio Lindoso e de Edeltrudes Coelho Lindoso. Com Marlú teve os filhos Jezimar, Jilmar, João Lívio e Luza.
Durante 47 anos foi pastor das seguintes Igrejas: Igreja Batista de Nova Canaã, da Primeira Igreja Batista de Ilhéus, Primeira Igreja Batista de Fortaleza, Igreja Batista Betel, Igreja Batista de Bom Jardim, Igreja Batista Independência e Igreja Batista do Centenário.
Foi Presidente da Convenção Baiana por 5 vezes, nas décadas de 1960 e 1970. Foi também Presidente da Convenção Batista Cearense. Foi Presidente da Ordem dos Pastores da Bahia e do Acampamento Batista Baiano. Foi Secretário da Educação de Ilhéus, na Bahia. Primeiro Prefeito de Nova Canaã, na Bahia. Fundou o Colégio Florestal em Nova Canaã.
Com o passar do tempo, tornou-se Missionário Especial da Junta de Missões Mundiais na África do Sul. No dia 15.11.2002, na Capela da Primeira Igreja Batista de Orlando, Estados Unidos, foi celebrado um Culto de Ação de Graças, pelos 50 anos de matrimônio do casal. Atualmente, era membro da Igreja Batista Jerusalém, em Barra do Choça, na Bahia.
Faleceu na Bahia, no dia 05.12.2006, com 79 anos de idade. Tinha quatro filhos e sete netos.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é citado na BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acacia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, bem como não é lembrado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JILTON MORAES DE CASTRO, de Maceió, Alagoas, 21.04.1946, escreveu, entre outros, PÚLPITO: PREGAÇÃO E MÚSICA(Rio, JUERP, 2002, 224 p). HOMILÉTICA: DA PESQUISA AO PÚLPITO(Recife, STBNB, 1a edição: 2000, 2a edição 2002). HÁ UM MENINO NA RUA(Rio, JUERP, 1999, 99 p). A RIQUEZA MAIOR (Rio, JUERP, 1a Edição 1985, 2a edição 1987 (esgotado), 172 p.) HOMILÉTICA-DA PESQUISA AO PÚBLICO(São Paulo, VIDA ACADÊMICA, 2005, 236 p), este, com prefácio de Lourenço Stelio Rega e capa de Marcelo Moscheta, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Agenor Moraes Filho e Juvenilha Moraes de Castro. Concluiu o ensino médio no Colégio Americano Batista do Recife, em dezembro de 1966, com 20 anos de idade.
Fez o BACHAREL EM TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em novembro de 1971, com 25 anos. Terminou o curso de MESTRE EM TEOLOGIA (Th. M.), no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em novembro de 1983. Com 47 anos de idade, concluiu o curso de DOUTOR EM TEOLOGIA (Th. D.), em junho de 1993, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife, Pernambuco.
Casou-se com Ester Souto de Moraes, com quem tem os filhos Lídia, Lílian, David e Daniel. Foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor, no dia 20.05.1971, com 25 anos de idade, na Igreja Batista do Cordeiro, no Recife, para pastorear a Igreja Batista de Henrique Jorge, em Fortaleza, no Ceará.
Foi colega do autor destas notas no Seminário do Norte, quando este, além de ter sido aluno e primeiro Mestre em Teologia da instituição, em 1972, defendendo a sua tese, sob a orientação do Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira, foi também professor do Seminário até 1974.
Quanto a Jilton, foi Pastor Titular da Igreja Batista de Henrique Jorge, Fortaleza, Ceará, de Maio de 1971 a julho de 1974. Pastor Titular da Primeira Igreja Batista do Pará(Belém), de Agosto de 1974 a janeiro de 1983. Pastor Titular da Primeira Igreja Evangélica Batista de Teresina (PI), de Fevereiro de 1983 a dezembro de 1984. Foi também Pastor Titular da Igreja Batista Imperial, no Recife(Pe), de Fevereiro de 1985 a dezembro de 2000, onde ficou por cerca de 15 anos.
Em 1985, com 39 anos de idade, tornou-se Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, ali permanecendo até o fim do ano 2000. Em fevereiro de 2001, mudou-se para Brasília, Distrito Federal, tornando-se Diretor da Faculdade Teológica Batista de Brasília.
MAGISTÉRIO DE NÍVEL SUPERIOR:
Faculdade Teológica Batista de Brasília – Brasília – DF. Fevereiro 2001 – junho de 2006. Área de atuação – Administração acadêmica. Diretor Geral: Fevereiro 2001 até o presente(2006). Área de atuação – Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.): Variedade na Pregação Bíblica, Pregação e Adoração, Pregação na Atualidade, Grandes Pregadores e sua Pregação. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia-Homilética I , Homilética II, Pregação Expositiva, Planejamento no Ministério da Pregação, Teologia da Família, Estágio Supervisionado em Ministério Pastoral, Administração Eclesiástica, Orientação de Monografias. Agosto de 1986 – janeiro 2001. Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife – PE. Área de atuação - Administração Acadêmica: Coordenador do Curso de Doutorado em Teologia (Th. D.), Coordenador do Curso de Mestrado em Teologia (Th. M.), Coordenador do Curso de Bacharelado em Teologia, Coordenador do Curso de Educação Religiosa (interino). Área de atuação – Docência – Pós-Graduação: Doutorado em Teologia (Th. D.)- Pregação na Atualidade, Ensino de Homilética no Brasil, Variedade na Pregação Bíblica, Grandes Pregadores e Sua Pregação. Mestrado em Teologia (Th. M.)- Pregação na Atualidade, Pregação nas Parábolas de Jesus, Variedade na Pregação Bíblica, Grandes Pregadores e Sua Pregação, Relacionamentos no Ministério Pastoral, Pregação nos Escritos Paulinos. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia- Homilética I , Homilética II, Laboratório de Pregação, Ministério Pastoral, Pregação Para Ocasiões Especiais, Planejamento no Ministério da Pregação, Jornalismo e Publicidade na Igreja, Administração Eclesiástica, Administração Educacional da Igreja, Estágio Supervisionado em Ministério Pastoral, Orientação de Monografias.
Agosto de 1974 – janeiro 1983. Seminário Teológico Batista Equatorial – Belém – PA. Área de atuação - Administração Acadêmica: Coordenador de Promoções. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia- Homilética I e II, Administração Eclesiástica, Administração Educacional da Igreja, Educação Religiosa na Igreja.
PROFESSOR VISITANTE:
Dezembro de 2005. Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife, PE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Doutorado em Teologia (Th. M.). Pregação em Tempos de Crise-julho de 2004-Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife, PE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Doutorado em Teologia (Th. M.) Pregação na Atualidade. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Pregação na Atualidade. Julho de 2003. Faculdade Teológica Batista do Paraná – Curitiba, PR. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). A Comunicação da Mensagem Bíblica.
Março - junho de 2003. Campbellsville University (Theological School) – Campbellsville, Kentucky – USA. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Ministry of Proclamation and Worship.
Novembro de 2001. Seminário Teológico de Fortaleza (da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil) – Fortaleza – CE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Pregação na Atualidade.
Julho de 2000. Seminário Teológico Batista Equatorial – Belém – PA. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação.
Setembro de 1998. Seminário Teológico Batista Capixaba – Vitória – ES. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação.
Julho de 1994 – fevereiro de 1996. Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil – Rio de Janeiro – RJ. Área de atuação – Docência – Pós-Graduação – Curso de Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação. Grandes Pregadores e Sua Pregação. Pregação nos Escritos Paulinos.
MINISTÉRIO PASTORAL:
Pastor Titular da Igreja Batista de Henrique Jorge, Fortaleza, Ceará, de Maio de 1971 a julho de 1974. Pastor Titular da Primeira Igreja Batista do Pará(Belém), de Agosto de 1974 a janeiro de 1983. Pastor Titular da Primeira Igreja Evangélica Batista de Teresina (PI), de Fevereiro de 1983 a dezembro de 1984. Pastor Titular da Igreja Batista Imperial, no Recife(Pe), de Fevereiro de 1985 a dezembro de 2000.
APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS:
Autor da Tese de Doutorado. Recife, Pernambuco, 1993. Tema: “A Importância da Brevidade Para a Relevância da Pregação – Ensaio a partir de uma análise crítica no trabalho homilético de David Mein”.
Autor da Dissertação de Mestrado. Recife, Pernambuco, 1983. Tema: “A Pregação Neo-Testamentária: Uma Nova Dimensão à Mensagem do Antigo Testamento”.
PUBLICAÇÕES- HINOS:
Desejo Te Adorar, Senhor (Música de Ralph Manuel). Nº 69 Hinário Para o Culto Cristão. Ao Eterno Salvador Jesus (Música de Ralph Manuel). Nº 76 HCC. Ó Senhor, Vem me Dirigir (Música de Ralph Manuel). Nº 212 HCC. Aceita, Agora, Senhor, Meu Deus (Música de Ralph Manuel). Nº 241 HCC. Santuários Nós Somos. Parceria Werner Kaschel (Música de Skinner Chávez-Melo). Nº 246 HCC. Livre em Cristo (Música de Ralph Manuel). Nº 308 HCC. Perto, Mais Perto (Música de Ralph Manuel). Nº 442 HCC. O que Fez Por Mim (Música de Ralph Manuel). Nº 443 HCC. Jesus Recebeu e Abençoou as Criancinhas (Música de Ralph Manuel). Nº 609 HCC.
What He Did for Me (Tradução: Juan Sutton). Contemporary Praise. January – March 1992.
PERIÓDICOS:
Pregando Sermões Segmentados. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 2º Trimestre 2004 – p. 20.
Monólogo de Judas – Tão Perto e Tão Longe (parceria com David Moraes). Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre 2003 – p. 26.
Há Lugar Para a Pregação? Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 3º Trimestre 2003 – p. 24.
A Variedade Na Pregação – O Sermão Monólogo. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre 2001 – p. 19.
Pregando na Alegria e na Dor. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre 2000 – p. 22.
Não Torture Seus Ouvintes. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre 1999 – p. 25.
A Cumplicidade na Pregação. Revista Reflexão e Fé – Recife – PE – Agosto de 1999 – p. 103.
A Variedade no Ministério da Pregação - O Sermão Segmentado. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1994 – p. 17.
As Bem-aventuranças do Pastor. Revista Administração Eclesiástica - Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1990 – p. 37.
Passos Para Arquivamento e Identificação de Sermões. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1989 – p. 15.
Os Dez Mandamentos do Adorador. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1985 – p. 22.
As Bem-aventuranças do Adorador. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1985 – p. 23.
Os Dez Mandamentos do Pregador. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1984 – p. 22.
As Bem-aventuranças do Pregador. Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1982, p. 11.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 Volumes, 6211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É referido na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA(Salvador, Artios, 1997), de Sóstenes Borges de Sousa. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO BARRETO DA SILVA, de Ernesto Machado, São Fidelis, Estado do Rio, 10.08.1904. Filho de Inácio Barreto da Silva e Francisca Barreto da Silva. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Em 31.01.1921, com 17 anos de idade, matriculou-se no Internato do Colegio Batista Fluminense, de Campos, Estado do Rio, dirigido por L. M. Bratcher. Passou a trabalhar no Colégio para se sustentar. Foi colega de Waldemar Zarro e Abelar Suzano de Siqueira. Em 1925, com 21 anos, transferiu-se para o Colegio Batista Shepard, no Rio de Janeiro, onde terminou o secundário e o normal. Concluiu o curso de Teologia, no Seminario Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio. Foi colega de Samuel Sheidegger e Luciano Lopes. Em 18.12.1927, com 23 anos, foi consagrado ao Ministerio Batista, na Igreja Batista de Magé, Estado do Rio, num Concilio constituido de A.B.Christie, Leobino Guimarães e A. B. Langston. Permaneceu na Igreja Batista de Magé de 1927 até 1930.
No dia 28.12.1930, assumiu o pastorado da Igreja Batista de Pádua, no Estado do Rio. Casou-se, em 19.12.1931, com Florentina Rodrigues Barreto, com quem teve os filhos Elcia, Ilcéia e Joelcio Rodrigues Barreto.
No dia 12.10.1936, deixou a Igreja para se tornar Diretor do Colegio Batista de Campos. Este Colégio tinha sido fundado em 11.01.1910, em Friburgo, Estado do Rio, pelo Dr. Canadá. Coube ao missionário A. B. Christie fazer a mudança deste Colégio para Campos, em 1913, passando a funcionar a partir de 1914.
Foram também Diretores deste Colégio os seguintes obreiros: L. M. Bratcher, Alfredo Reis, Alberto Portela, F. R. Morgan, Fideles Morales, Erodice de Queiroz, A. B. Christie, J. Elmer Lingerfelt e João Barreto da Silva. Foi tambem Pastor da Igreja Batista de Cabeceiras de Ubá(1934) e Monte Verde(1936).
Organizou as Igrejas, Segunda Igreja Batista de Campos, Terceira Igreja Batista de Campos(1941), Igreja Batista de Guarus(1949), Igreja Batista de Coroa(1955), Igreja Batista de Camará(1955), Igreja Batista de Conselheiro Josino(1957), Igreja Batista da Pecuaria(1957), entre outras.
Foi tambem Pastor da Igreja Batista de Murundu e da Igreja Batista de Rio Preto, no Estado do Rio. Foi membro do Conselho Estadual de Educação, da Junta do Seminário do Sul, da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade, do Conselho Batista de Educação.
Foi Presidente da Convenção Batista Fluminense. Presidente da Ordem dos Pastores por dez anos consecutivos. Sua filha Élcia casou-se com o Pastor Ebenezer Soares Ferreira, com quem teve os filhos Ebenezer Junior, Ilce Helena, Miriam e João Marcos. Sua filha Ilcéia se casou com o funcionario publico José de Souza. Seu filho Joélcio Rodrigues Barreto se tornou Pastor e se casou com Elma Gomes de Souza.
Quanto ao Pastor João Barreto da Silva, faleceu com 59 anos de idade, no dia 09.07.1963, num acidente entre a Rural em que viajava e um trem de ferro noturno da Leopoldina procedente do Rio de Janeiro, numa curva de nivel nas proximidades de Ururaí, perto de Campos.
Recebeu dezenas de homenagens, entre as quais, Ginasio Pastor João Barreto da Silva, no Parque Guarus, em Campos, Rua Pastor João Barreto da Silva, no Parque Leopoldina, Edificio Pastor João Barreto da Silva, no Colegio Batista Fluminense e em São Fidelis, sua terra natal, a Rua Pastor João Barreto da Silva.
Sobre ele, escreveu excelente biografia, o Pastor Ebenezer Soares Ferreira, com o titulo JOÃO BARRETO DA SILVA-GRANDE PASTOR E EDUCADOR((Rio, 2004).
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO EMILIO HENCK, de Curitiba(Portão), Paraná, 30.09.1897. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi batizado na Primeira Igreja Batista de Curitiba, no dia 17.03.1917, com 20 anos, pelo missionário Roberto Pettigrew.
Foi para o Rio de Janeiro, tornando-se aluno do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, onde se formou Bacharel em Teologia. Fez-se evangelista da Igreja Batista de Catumbi(Central), no Rio de Janeiro.
No dia 24.12.1929, com 32 anos de idade, foi consagrado ao Ministério Batista. De 01.01.1930 até 1933, foi Pastor da Igreja Batista de Ponta Grossa, no Paraná. De 1933 até 1948, foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Curitiba.
No inicio de janeiro de 1937, o Pastor João Emilio Henck e o missionário A . Ben Oliver, acompanhados de um grupo de batistas, foi atacado por homens armados, depois de um culto em Ubirici, Santa Catarina, conforme DIARIO DA TARDE, Curitiba, 14.01.1937 e de que dá notícia também Zaqueu Moreira de Oliveira, em seu livro PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS(Juerp, 1999).
Nos anos seguintes e até 1964, foi Secretario-Correspondente e Evangelista Geral do Campo Paranaense. Depois de 1964 e até 1975, tornou-se Diretor do Departamento de Estatística e Historia, da Convenção Batista Paranaense.
Ao lado de Djalma Cunha, Orlando Falcão, Manoel Avelino de Souza, Erodice de Queiroz, Higino Teixeira, João Daniel do Nascimento, Elias Pereira Ramalho, João Norberto da Silva, Carlos Dubois, Alberto Augusto e João Soren fez parte da Comissão de Brasileiros que tratou do problema “As novas bases de cooperação e o neo-radicalismo”, em 1936.
Tornou nome de praça em Curitiba: PRAÇA JOÃO EMILIO HENCK. Não é referido no site da Convenção Batista Paranaense(2006) e nem no site da Primeira Igreja Batista de Curitiba, onde foi Pastor durante 15 anos.
Sobre ele disseram Mirtes e Helio: “Nós conhecemos o Pr Emílio Henck. Quando nós chegamos aqui em Curitiba, em 1986, ele ainda era vivo, estava com 89 anos de idade. Ele era muito querido por todos na igreja. Era bem velhinho e para não dar muito trabalho pras filhas, morava em um Hotel. De de vez em quando a gente levava ele lá, após o culto, pois era nosso caminho”.
Faleceu em Curitiba, Paraná, no dia 16.02.1994, com 97 anos de idade. É bem estudado na PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção. É mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é citado na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita.
Não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO FALCÃO SOBRINHO, de Barra Funda, Rio de Janeiro, 1929. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Tornou-se, com o passar do tempo, Pastor da Igreja Batista de Irajá, no Rio de Janeiro. Mantem no O JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, a coluna PARÁBOLAS VIVAS. É professor do Seminário do Sul.
Em 1966, batizou na Igreja Batista de Acari, no Rio de Janeiro, o futuro Pastor Renato Cordeiro de Souza. Em 1967, foi Diretor da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações), da Convenção Batista Brasileira.
Em 1969, se fez presente no Primeiro Congresso da União Batista Latino-Americana(UBLA), em Bogotá, na Colômbia. Foi Presidente da UBLA, em Cochabamba, na Bolívia. Pastor Emérito da Igreja Batista de Irajá, no Rio.
Em 1971, foi orador, quando da unificação do trabalho batista no Maranhão, eis que, até então havia a Convenção Batista Maranhense e a Convenção Batista do Maranhão, uma vinculada aos missionários americanos e a outra vinculada do grupo do Pastor Capitulino.
Em 1973, como Secretário-Executivo da Convenção Batista Brasileira, esteve em Porangatu, Goiás, quando da união em uma só convenção, da Convenção Batista do Médio Tocantins(com sede em Carolina, Maranhão) e a Convenção Batista do Alto Tocantins(com sede em Tocantinia, Goiás). Estas duas convenções posteriormente, em 1992, se transformaram em Convenção Batista do Tocantins.
Escreveu o livro JESUS-DO GÊNESE AO APOCALIPSE(2001), ACONSELHAMENTO CRISTÃO EM TEMPO DE CRISE(2005), A TÚNICA INCONSÚTIL, PARÁBOLAS VIVAS, A PREDESTINAÇÃO CONFORME A BIBLIA(2001), ESTOU CONVOSCO, ENSINANDO OS FILHOS SOBRE O DINHEIRO, ETC.
É também Vice-Presidente da Convenção Batista Brasileira. É mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É referido na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA(Salvador, Artios, 1997), de Sóstenes Borges de Sousa. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO GUALBERTO BATISTA, de Salvador, Bahia, 24.06.1852. Era funileiro e se converteu através da instrumentalidade de Zacarias Clay Taylor que tambem o batizou na Primeira Igreja Batista da Bahia, no dia 08.11.1883, tendo sido inclusive o tesoureiro da Igreja.
Foi consagrado Pastor batista no dia 25.10.1885. Zacarias Taylor disse: “Eu o batizei, consagrei-o ao ministério e casei-o. Trabalhei com ele por 23 anos e por fim enterrei-o”.
Quando o Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque faleceu em 1887, a Primeira Igreja Batista de Maceió convidou o pastor João Gualberto para seu pastor, lá ficando até dezembro de 1894. De volta a Bahia, continuou trabalhando com o Pastor Zacarias Taylor.
Realizou batismos em Juazeiro da Bahia. Viajou pelo Rio São Francisco, tendo estado na cidade da Barra. Participou da organização das Igrejas Batistas de Vitória da Conquista e Canavieiras, na Bahia. João Gualberto faleceu em 1906, com 52 anos. É considerado o primeiro crente e pastor batista baiano. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira e no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO JORGE DE OLIVEIRA, de Viseu, Portugal, 12.01.1882. Foi o primeiro missionário enviado pelas igrejas batistas brasileiras a um outro país. Veio para o Brasil com 11 anos e, aos 16, se converteu na Congregação Batista do Engenho de Dentro (Rio de Janeiro, RJ).
Com 17 anos de idade, em 1899, foi estudar na Universidade de Baylor, Texas(EUA). Concluiu o curso de Teologia em maio de 1910, apoiado pelo Pr. Salomão Guinsburg, um dos membros da comissão de Missões Estrangeiras.
João Jorge casou-se com Prelediana Farias, filha de portugueses radicados em Garanhuns, Pernambuco.
No dia 18.08.1911 desembarcou na cidade do Porto, em Portugal. Foi pastorear a Primeira Igreja Batista Portuguesa, organizada por Zacarias Taylor, em 20 de dezembro de 1908.
O missionário começa um intenso trabalho, aproveitando o primeiro aniversário da Proclamação da República Portuguesa, em 05 de outubro. Realizou uma série de conferências, tendo como resultado 30 decisões. João Jorge é um homem de grandes sonhos e leva a igreja, em 1912, a campanha de construção de um novo templo.
Em 1915, a falta de dinheiro ameaça parar a construção, mas o missionário vem para o Brasil para levantar mais recursos. Depois de 45 dias, reúne 3:063$820 (três contos, sessenta e três mil, oitocentos e vinte réis) para continuar a construção.
Finalmente, em 13.02.1916, surge no Porto o mais belo templo evangélico de Portugal, conhecido como Tabernáculo Batista, por causa da sua semelhança com o de Londres. João Jorge sabia usar o discurso, os dias especiais, o jornal, os folhetos, as cartas e as influências.
Por causa dessa habilidade é que, com menos de um mês de inaugurada, a igreja recebia por profissão de fé um estudante de vinte anos, que se tornaria o segundo missionário das igrejas da Convenção Batista Brasileira, Antônio Maurício. Sobre João Jorge, não se tem maiores informações. É mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importancia, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOÃO SOREN(João Filson Soren), Carioca, do Rio de Janeiro, 21.06.1908, escreveu, entre outos, “SERMÕES”, “RAÍZES DA CORRUPÇÃO”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Fulgêncio Soren e Jane Filson Soren. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
No Colégio Batista Shepard concluiu o bacharelado em Ciências e Letras, enquanto estudava matérias teológicas no Seminário Batista do Sul do Brasil, onde se formou em Teologia. Em 1928, com 20 anos de idade, embarcou para os Estados Unidos, onde fez mestrado em Teologia e Artes, voltando ao Brasil em 1933.
Seu pai, Francisco Fulgêncio Soren foi pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, na Rua Frei Caneca, a partir de 1902 e até por volta de 1935, quando deixou o pastorado, sendo substituído pelo filho. Com a morte de seu pai naquele mesmo ano, a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro o convidou para seu Pastorado. Quando tinha 27 anos de idade, em 1935, João Soren foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor. Foi casado durante 55 anos com a profª Nicéa Miranda Soren com quem teve três filhos, quatro netos e três bisnetos. Ficou viúvo em 14 de maio de 1990. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio durante mais de 50 anos consecutivos, sendo que seu pai foi Pastor da mesma Igreja por mais de 33 anos. Assim, os dois somaram na mesma Primeira Igreja Batista do Rio, cerca de 83 anos de pastorado, de 1902 até 1985. João Soren Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira por dez mandatos e Presidente da Aliança Batista Mundial de 1960 a 1965, sendo o primeiro latino a receber essa investidura. Foi presidente da Ordem dos Pastores do Distrito Federal (hoje Rio de Janeiro). Foi reitor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, orador e presidente da Aliança Batista Mundial, fundador da Sociedade Bíblica do Brasil.
Pertenceu à Academia Brasileira Evangélica de Letras e foi membro do Conselho de Administração do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro. A Faculdade Georgetown, em Kentucky – USA lhe conferiu o Doutorado em Divindade, em 1955 e a Faculdade Batista William Jewell, em Missouri – USA, o Doutorado em Letras, em 1960. Por sua incomum capacidade de tradução simultânea, serviu como interprete, no Estádio do Maracanã, do grande pregador norte-americano Billy Graham, em 1960.
Em 1944, com 36 anos de idade, emocionou o Brasil ao apresentar-se como voluntário para servir como Capelão na II Guerra Mundial sendo convidado então para estruturar o Serviço de Capelania Evangélica que ainda não existia nas Forças Armadas brasileiras.
Foi nomeado Capelão Militar em 13 de julho de 1944 e classificado no 1º Regimento de Infantaria, (Regimento Sampaio). No dia 20 de setembro do mesmo ano embarcou com destino ao teatro de operações da Europa, onde permaneceu por 341 dias.
A contribuição cívica com que ele honrou sua pátria na condição de Capelão Evangélico das Forças Expedicionárias Brasileiras lhe rendeu as seguintes condecorações militares: “Medalha do Esforço de Guerra”, “Medalha da Campanha da FEB”, “Cruz de Combate Primeira Classe” e a “Silver Star” (do Exército Norte Americano).
Posteriormente, receberia ainda as seguintes medalhas, pelos mesmos motivos: “Mascarenhas de Moraes”, “Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial”, “Amigos da Marinha” e “Monte Castelo”, entre outras.
O trabalho do Capelão Soren no front de batalha foi tão importante, que o General Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, lhe prestou um elogio, publicado no “Boletim da Divisão”, de 28 de fevereiro de 1945.
De volta ao Brasil, participou ativamente das atividades dos ex-combatentes, vindo a presidir, a partir de 1978, a Confraternização dos Ex-Combatentes e Veteranos Evangélicos da FEB (CONFRATEX-FEB), de que foi o idealizador.
João Filson Soren faleceu às 21 horas do dia 2 de janeiro de 2002, aos 93 anos de idade.
João Soren foi o primeiro capelão evangélico do Exército Brasileiro, por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Ele serviu à Força Expedicionária Brasileira (FEB) entre 1944 e 45, quando tinha 36 anos.
Viveu quase um ano na Itália e recebeu mais de dez condecorações militares, inclusive a Cruz de Combate de 1ª Classe, a mais alta honraria do Exército.
Como hinógrafo inspirado que era, escreveu oito hinos: "No caminho do Senhor", "A mão que me conduz", "Com Jesus", "Cristo maravilhoso", "Ó povo, vêde a luz", "O monte do Senhor", "Fala e não te cales", "Olhando para Cristo". Traduziu "Que a pátria inteira cante em Teu louvor".
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOAQUIM FERNANDES LESSA, de Campos, Estado do Rio, 1882, escreveu, entre outros, SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DOS BATISTAS DO CAMPO BATISTA FLUMINENSE, em co-autoria com A. B. Christie, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 15 anos de idade, em 1897, foi batizado por Salomão Ginsburg na Igreja Batista de Campos. Não fez curso formal de Teologia, mas aprendeu tudo com Salomão. Foi consagrado Pastor Batista e exerceu o pastorado em várias igrejas, inclusive em Rio Preto, Minas Gerais, onde tentaram matá-lo quando batizava novos convertidos.
Em 1906, esteve em Dores de Macabu, no Estado do Rio. Em 1908, esteve em Friburgo, Estado do Rio. Em 1912, esteve em Castanhal, no Estado do Pará, onde chegou a ser perseguido.
Ainda em 1912, com 30 anos de idade, foi eleito Presidente da Convenção Batista Brasileira, o mesmo ocorrendo em 1913 e em 1914. Tornou-se líder dos Batistas Fluminenses.
Amigo intimo do missionário norte-americano Alonzo Bee Christie, com ele escreveu um relato da história dos batistas fluminenses que nunca foi publicada.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 1935, quando tinha 53 anos de idade.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOAQUIM NOGUEIRA PARANAGUÁ, de Corrente, Piauí, 01.01.1855, escreveu, entre outros, “DO RIO DE JANEIRO AO PIAUÍ PELO INTERIOR DO PAÍS”(1905), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, terminando por formar-se Médico, na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1882. Casou-se com Emma Weguelin Nogueira Paranaguá, de formação luterana.
Como político, foi Deputado Federal, Senador da República e Governador eventual do Piauí. Vinculado ao Tocantins por ter viajado pela região do Jalapão e ter feito pesquisas sobre a fauna e a flora no Rio do Sono, bem como previsto a sua junção com o Rio Sapão, Rio Preto até as águas do Rio São Francisco.
Em 1900, apresentou o Projeto Paranaguá que previa a mudança da Capital Federal para o Planalto Central, repetindo o projeto que já tinha sido apresentado em 1853, pelo seu parente, o Marquês de Paranaguá(Senador João Lustosa da Cunha Paranaguá, de Corrente, 21.08.1821).
Em agosto de 1908, foi batizado, juntamente com a esposa, pelo missionário batista norte-americano Ernest A. Jackson, nas águas do Rio Preto, em Santa Rita, na Bahia.
Em seguida, pediram carta de transferência da Igreja de Santa Rita para a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, cujo Pastor era Francisco Fulgêncio Soren. Seu irmão gêmeo Benjamim José Nogueira já tinha sido batizado algum tempo antes, em 1901, na cidade de Corrente.
Quanto a Joaquim Paranaguá, foi um dos responsáveis pela fundação da Igreja Batista de Corrente, no Piauí, o que trouxe sérias desavenças com o clero católico. É verdade que a Igreja de Corrente foi fundada em 1904 e o Dr. Paranaguá só foi batizado em 1908.
Em 1910 e 1911, foi Presidente da Convenção Batista Brasileira. Um de seus filhos, Correntino Nogueira Paranaguá, também Médico, residente no Rio de Janeiro, diretor de um hospital e membro da Sociedade Brasileira de Geografia, escreveu, em 1980, o excelente livro “TERRA DE UM PALADINO”, em que também focaliza, ainda que de forma negativa, a figura do Coronel Abílio Wolney, que tinha invadido várias cidades do Sul do Piauí.
Quanto a Joaquim Nogueira Paranaguá foi também Presidente da Associação Cristã de Moços e escreveu várias obras, entre as quais, “LENDAS DO SUL DO PIAUÍ”.
Faleceu em Corrente, no ano de 1926, no dia 01 de janeiro. É mencionado em diferentes livros, dentre outros, “DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS”, de Adrião Neto e “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO DE ESCRITORES MÉDICOS”, de Orsini Carneiro Giffoni.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JONAS BARREIRA DE MACÊDO FILHO, de Santa Rita do Rio Preto, Bahia, 29.09.1912. Filho do Pastor Jonas Barreira de Macedo e Maria Teixeirense de Macedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com os pais para Corrente, no Piauí.
Com 13 anos de idade, em 07.03.1926, foi batizado na Igreja Batista de Corrente, pelo missionário Adolfo J. Terry. Estudou no Instituto Batista Industrial de Corrente.
Em 1931, com 19 anos foi para o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife, Pernambuco. Fez curso de Humanidades no Colégio Americano Batista e colou os graus de Bacharel e Mestre em Teologia em 1938, quando tinha 26 anos de idade.
No dia 7.03.1936 na Igreja Batista de Nova Ipiranga, Recife, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor.
Desde então exerceu o pastorado de 26 igrejas: Nova Ipiranga, Escada e Catende em Pernambuco. Parnaíba, 2a de Teresina, Uruçuí, Jerumenha, Solidão, Floriano e Amarante no Piauí. Nova Iorque do Maranhão, PIB de Mangabeira, Macaúba, Água Branca, União, Nova Mangabeira, Sambaíba, Baixão Grande, São Domingos do Maranhão, Lagoa do Mato e Carolina, no Estado Maranhão. Ibotirama, PIB de Feira de Santana, Santo Estevão, Sobradinho e Pamplona, no Estado da Bahia.
Por sua iniciativa e sob a sua presidência foram organizadas dez das igrejas mencionadas e mais uma no campo maranhense, a Primeira Igreja Batista de Imperatriz, por ocasião da primeira Campanha Simultânea de Evangelização no Maranhão.
Jonas Barreira de Macêdo Filho casou-se pela primeira vez no dia 28.04.1937, quando tinha 25 anos, com Rubenita Farias, com quem teve os filhos Reginaldo, Ione, Humberto, Carlos, Lutero, Osíres, Aurélio, Clarissa, Eclésio Farias de Macedo, Jonas Tércio, e Judson. Após cinco anos de viuvez, contraiu novas núpcias, com a professora Jamim Peixoto de Macedo. Educador, Missionário, Evangelista. Pregador. Líder Denominacional.
Após três anos de ministério pastoral em Pernambuco, o Pastor Jonas Barreira de Macedo Filho passou dez anos de ministério itinerante no Piauí e no Maranhão, e em seguida encetou suas atividades na docência teológica, passando 16 anos no Instituto Teológico de Carolina, no Maranhão, de 1951 a 1966, quatro anos no Instituto Teológico Batista de Ibotirama, Bahia, de 1967 a 1970 e 29 anos no Seminário Teológico Batista do Nordeste, em Feira de Santana-Bahia, de 1971 até a sua chamada.
Cooperou com a Convenção Batista Brasileira e com as convenções regionais ou estaduais, Pernambucana, Piauí-Maranhão, Tocantina, Sertaneja e Baiana.
Ao completar 50 anos de ministério pastoral, em 1986, considerou-se jubilado, passando a dedicar-se apenas ao ensino teológico.
Faleceu em Feira de Santana, Bahia, com 87 anos, no dia 22.03.2000, deixando 25 netos e oito bisnetos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JONATHAN DE OLIVEIRA, de Três Lagoas, Mato Grosso do Sul, 26.01.1926. Filho de Sebastião Custodio de Oliveira e Guiomar Teodora de Oliveira. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Com 18 anos de idade, em 1944, foi terminar os estudos em Campinas, São Paulo. Com 26 anos, em 1952, foi para o Seminario Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, recomendado pela Primeira Igreja Batista de Campinas.
Em 06.10.1956, foi ordenado ao Ministerio Batista, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Coelho Neto, no Morro da União, Rio de Janeiro. No ano seguinte, concluiu o curso de Bacharel em Teologia. Em 15.02.1957, com 31 anos de idade, casou-se com Alice Machado Borges, com quem tem os filhos Jane, Elise, Juraci, Carlos Roberto e Jonathan Junior.
Durante 27 anos, foi Pastor da Primeira Igreja Evangelica Batista de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Foi tambem Pastor da PIB de Coelho Neto(RJ), da PIB de Sidrolandia(MS) e da Igreja Batista Deus Conosco, de Campo Grande(MS).
Já foi 3º Secretario da Convenção Batista Brasileira. Membro da Junta Patrimonial, da Junta de Missões Nacional e de Missões Mundiais. Presidente da Convenção Batista Sul-Mato-Grossense. Presidente da Ordem dos Pastores do Mato Grosso do Sul. Foi Diretor e Professor do Seminario Teologico Batista do Oeste do Brasil.
Em seu ministerio, foram organizadas dezenas de Igrejas, entre as quais, SIB de Cuiabá, PIB de Canarana, etc. Atualmente(2006), é Pastor da Igreja Batista Deus Conosco, em Campo Grande(MS).
Sobre ele escreveu excelente materia, Eloisa Leite e Joicy Britts, para O JORNAL BATISTA(Rio de Janeiro, 08.10.2006). Apesar de sua importancia, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é referido em HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JÔNATHAS BRAGA(Jônatas Braga), de Recife(Rua Alecrim, São José), Pernambuco, 08.05.1908, escreveu, entre outros, “O POEMA DA VIDA”(1942), “A NOVA ALEGRIA”(1942), “O SUAVE CONVITE”(1948), “O MILAGRE DO AMOR”(1969), “O CÂNTICO DA MINHA ESPERANÇA”(1970), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Estudou na Escola Normal de Pernambuco e no Colégio Americano Batista do Recife. Formou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Licenciou-se em Letras Neolatinas, pela Universidade Federal de Pernambuco.
Além de Ministro Evangélico, foi professor de Português no Ginásio Pan-Americano, do Recife e no Colégio Agrícola de São Lourenço da Mata, da Universidade Federal Rural de Pernambuco. Foi membro ativo da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Jonathas Braga tornou-se um dos mais populares poetas evangélicos, ao lado de Mário Barreto França e Gióia Júnior, formando a tríade dos maiores poetas do evangelismo nacional. Jônathas Braga e sua esposa Dona Áquila, além de alguns de seus filhos, como Jedida, Jemima, Jerusa e outros foram membros da Igreja Batista de Tegipió, no Recife, quando o autor destas notas foi Pastor daquela Igreja, de 1968 a 1973.
Sua irmã, Abigail Braga, médica, tornou-se excelente poetisa evangélica.
Sobre Jonathas Braga, escreveu excelente matéria, o escritor Filemon Francisco Martins para o site www.usinadeletras.com.br. Apesar de sua importância, e mesmo tendo sido Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e do Ginásio Pan-Americano, do Recife, não é lembrado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.

JORGE BUARQUE LYRA, de Recife, Pernambuco, 1903, escreveu, entre outros, A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO(1953), A MAÇONARIA E A POLITICA NO BRASIL, MAÇONARIA E RELIGIÃO, CATOLICISMO ROMANO À LUZ DA BIBLIA, DA HISTÓRIA E DA RAZÃO, 100 MENSAGENS DA PALAVRA DE DEUS, A MULHER DO PASTOR, A MESA BATISTA, A DIVINDADE DE CRISTO, EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, VERDADES SOLENES, O REDENTOR DA HUMANIDADE(Poemas), O ROMANISMO À BARRA DO EVANGELHO, SALVAÇÃO PELA FÉ, HISTÓRIA GERAL DA BIBLIA, UM CAPÍTULO DAS EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA(1960), JOAQUIM NABUCO-O HOMEM E A AÇÃO, NOS PÓRTICOS DA IMORTALIDADE, RUI-O SOL DA NACIONALIDADE, DISCURSOS ACADÊMICOS, CELESTE MORADA, HORRORES DA GUERRA E ESPLENDORES DA PAZ, A TRÍPLICE MARAVILHA DO HOMEM E O TRÍPLICE MINISTÉRIO DA MULHER, A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E O ULTRAMONTISMO, PROTESTO, QUANDO A MUSA CANTA(Poemas), CONSELHOS DE MESTRE, O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL, LATIM GINASIAL PELOS TEXTOS, LATINITAS, LATIM SEM MESTRE, NOVOS SERMÕES, O CRISTIANISMO À LUZ DA HISTÓRIA, HEXASSOCIALISMO, A PENA DE MORTE, A BIBLIA E A CIÊNCIA MODERNA, AS VIGAS MESTRAS DA MAÇONARIA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia e se tornou Ministro do Evangelho dentro do Presbiterianismo. Chegou ao mais alto grau da Maçonaria Brasileira- o grau 33.
Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de São Paulo, Cenáculo Fluminense de Historia e Letras, Academia Guanabarina de Letras. Sobre ele, escreveram dezenas de intelectuais, dentre outros, Galdino Moreira, Josué Cardoso, Rodrigues Vale, César Dacorso Filho, Jerônimo Gueiros, Manoel de Melo, Francisco Gaya Gomes, etc. Com o passar do tempo, fundou a sua própria Editora para publicar os seus livros e de outros autores, localizando-se na Rua Gen. Andrade Neves, 51, fone 2-7637, Niterói, Estado do Rio.
Na década de 1940, fundou, em São Paulo, a Casa Lyra Editora, onde também publicou diversos livros. Exceto os títulos de seus livros e participação em Academias, nada é encontrado sobre ele que sirva para esclarecer a sua infância, juventude, velhice e morte. Em abril de 1951, com 48 anos de idade, foi submetido ao Tribunal Supremo da Igreja, em virtude de fatos relacionados com o Código de Disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil.
Em 1963, com 60 anos, foi jubilado(aposentado) pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, via Presbitério de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, em virtude de sua cegueira e cardiopatia grave.
Faleceu em 1977, com mais de 74 anos de idade, no Rio de Janeiro. Não é lembrado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ ALMEIDA GUIMARÃES, de Maceió, Alagoas, 02.08.1932. Filho de José Marcolino Guimarães e Maria Almeida Guimarães. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Iniciou os estudos no Liceu Alagoano. Foi para o Colegio Batista Alagoano. Com 17 anos de idade, em 1949, dedicou-se ao Mestre. Em 1950 foi para o Recife, passando a estudar no Seminario Teologico Batista do Norte do Brasil.
Com 20 anos, em 29.05.1953 foi consagrado ao Ministerio Batista, tornando-se Pastor da Igreja Batista da Concórdia, no Recife. Em 1954, formou-se Bacharel em Teologia. Tornou-se Professor de Letras, no Colegio Americano Batista.
Casou-se em 1954, com Debora Guimarães, com quem teve os filhos Cássia Gislene, Claudio Marcos e Marco Aurelio. Sua esposa Debora formou-se no Seminário de Educadoras Cristãs(Escola de Trabalhadoras Cristãs). Construiu e inaugurou o Templo da Igreja Batista da Concórdia, onde permaneceu durante 22 anos, de 1953 até 1975.
Nos anos seguintes, tornou-se Secretario Executivo da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco(JUNTIVA/PE). Em 1980, com 48 anos de idade, assumiu o pastorado da Igreja Batista da Capunga, no Recife, onde permaneceu durante cerca de 26 anos, até 30.09.2006.
Em 1990, foi Reitor do Seminario Teologico Batista do Norte do Brasil. Foi Professor da Universidade Catolica de Pernambuco, da Universidade Federal Rural, do Seminário do Norte e do Seminario de Educadoras Cristãs.
Em 1993, recebeu o titulo de DOUTOR HONORIS CAUSA, do Seminario do Norte. Em 1994, recebeu o titulo de CIDADÃO HONORÁRIO DO RECIFE. Em 1996, junto com irmãos da Igreja da Capunga, esteve em Israel. Em 2001, recebeu o titulo de CIDADÃO PERNAMBUCANO, da Assembleia Legislativa de Pernambuco.
Foi Presidente da Convenção Batista Evangelizadora, da Convenção Batista de Pernambuco e da Ordem dos Pastores Batistas de Pernambuco. Foi Vice-Presidente da Convenção Batista Brasileira. Orador oficial da 66ª Assembleia da Convenção Batista Brasileira. Foi Presidente da Junta de Missões Mundiais. Membro da Junta de Missões Nacionais e da Junta de Beneficência.
Sobre ele escreveu excelente materia, a Diaconisa da Igreja Batista da Capunga, Glaucilia Perruci, no JORNAL BATISTA(Rio de Janeiro, 08.10.2006).
É mencionado no livro BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acácia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira.
Apesar de sua importância, não é referido na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, bem como em HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ BRITTO BARROS, de São Bento, Maranhão, 15.07.1930, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DO NAZARENO(Poemas-1966), CRIANÇADA, VAMOS RECITAR, "SERMÕES EM DESTAQUE"(2005), APASCENTA MEUS CORDEIROS, COMO LÍDER-VOCÊ ATRAI OU ESPANTA?, POEMAS PARA O SEU NATAL, SALVE JESUS-O NOSSO HERÓI DA PÁSCOA, MÃE DOCE MÃE IMORTAL, CARTA ABERTA AOS PAIS, FAVOS DE MEL(Meditações-2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Jaime Bacelar de Barros e Joana de Deus Britto Barros.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1944, com 14 anos de idade, foi para a Escola Técnica de São Luiz, no Maranhão.
Em 1953, com 23 anos, formou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife(Instituição em que o autor destas notas também estudou, só que em 1970).
Em 31.10.1954, José Britto Barros foi ordenado Pastor Batista, na Primeira Igreja Batista de Fortaleza, no Ceará. Em 1961, com 31 anos de idade, casou-se com Altamira Barros, com quem teve os filhos Suely e Jadiel.
Em 1966, na Vila Mariana, em São Paulo, foi Orador Oficial da Convenção Batista Brasileira. Foi Pastor nos Estados do Ceará, Amazonas, Piauí e Bahia.
Em 1983, com 53 anos de idade, mudou-se para João Pessoa, na Paraíba, de onde recebe convites para proferir Conferências Religiosas. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Historiador, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. É mencionado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto. Considerado um dos GÊNIOS DA ORATÓRIA EVANGÉLICA NACIONAL.
Foi missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, lotado em Ibotirama, Bahia, como Professor do chamado SEMINÁRIO DO SERTÃO.
Aposentado, criou por volta de 1983, a CRUZADA ALGO MARAVILHOSO, de que é Conferencista, já tendo sido Pregador em todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. E-mail: prj33arros@ig.com.br
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DA CUNHA BASTOS JÚNIOR, Goiano, de Morrinhos, 12.10.1911, escreveu, entre outros, "LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS"(1988). Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA) e da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA).
Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Historiador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Advogado.
Incorporado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE). Ministro Evangélico Batista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos históricos. Foi membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira 09, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e religiosas, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.
Nasceu em Morrinhos, Goiás, a 12.10.1911. Cursou o Primário em escola particular e o Secundário na Escola Normal da cidade natal. Bacharel e Licenciado em Geografia e História pela Faculdade de Filosofia de Goiás. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da UFG.
Em 1930, foi tipógrafo do Correio Oficial do Estado. Ainda em Morrinhos, em 1933, tornou-se Diretor da Escola Complementar. Escrevente juramentado do Cartório do 2º Ofício. Agente Municipal de Estatística de Ipameri.
No dia 21.07.1939, em Ipameri, Goiás, José da Cunha Bastos Júnior foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor através da instrumentalidade do missionário norte-americano Daniel Crosland.
O Pastor Bastos como era conhecido, antes de ser Pastor, foi batizado juntamente com sua esposa Leonor, pelo missionário Daniel Frank Crosland na Primeira Igreja Batista de Goiânia, em 01.12.1938, mas morava mesmo em Ipameri.
Em 01.12.1939, o Pastor José da Cunha Bastos Júnior assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista de Ipameri, onde permaneceu por 7(sete) anos até 1946.
Diretor do Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, de Anápolis, em 1963. Inspetor Regional de Estatística de Goiás, foi também Vice-Diretor da Faculdade de Direito de Anápolis, por vários anos. Fez diversos cursos de especialização na área de Geografia, sob o patrocínio do IBGE. Foi professor em muitas cidades de Goiás.
Escreveu, entre outros trabalhos, “Lineamentos de Deontologia Jurídica”. Foi gerente do jornal “Morrinhos”, em 1933. Fundou e dirigiu o jornal “O Rebate”, em Goiás Velho, no ano de 1927. Por vários anos foi diretor do jornal “O Batista Goiano”.
Casado com Leonor Castro de Bastos, é pai de seis filhos.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Titular da Cadeira nº 09, cujo Patrono é Zoroastro Lima Artiaga. Ministro Evangélico, exerceu o pastorado em algumas igrejas, inclusive na Segunda Igreja Batista de Anápolis. Tem sido Professor em diversas escolas superiores, entre as quais, Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, Faculdade de Ciências Econômicas e Faculdade de Direito de Anápolis.
Ao falecer na “Manchester Goiana”(Anápolis), deixou uma biblioteca repleta de livros e jornais raríssimos, de que era colecionador.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DE MIRANDA PINTO, Carioca, do Rio de Janeiro, 1898. Filho de Francisco de Miranda Pinto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Quando tinha 30 anos de idade, em 1928, foi para os Estados Unidos, onde fez o curso de Bacharel em Artes(Colegial), no William Jewell College. Nos anos seguintes, fez o Bacharel em Teologia, em Filadélfia, no Eastern Baptist Theological Seminary. Em 1934, com 36 anos, voltou para o Brasil.
Foi consagrado ao ministério batista e tornou-se Pastor da Igreja Batista do Méier, no Rio de Janeiro. Foi membro da Junta do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Como não conseguiu criar neste seminário um curso noturno para dar oportunidade àqueles que trabalhavam durante o dia, resolveu levar a sua Igreja do Méier a fundar o Seminário Teológico Batista Betel.
Para sustentar o Seminário e o Abrigo, fundou a Associação Evangélica da Fé. Entre os pastores que se formaram no Seminário Betel, destacam-se: Alcides Teles de Almeida, Éber Vasconcelos, Irland Pereira de Azevedo, etc.
Durante 30 anos, até 1964, foi Pastor da Igreja Batista do Méier. Afastou-se para cuidar do Seminário que passou a ter sede própria. Por cerca de 25 anos, foi Presidente da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira.
Quando faleceu em 1967, com 69 anos, no Rio de Janeiro, foi substituído na direção do Seminário Betel por sua esposa Tabita Kraule de Miranda Pinto.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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JOSÉ DOS REIS PEREIRA(da Silva), de Piraí, Estado do Rio, 1916, escreveu, entre outros, BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS(Rio de Janeiro, JUERP, 1972), O APÓSTOLO DA AMAZÔNIA(1980), SAL DA TERRA, DA CEIA DO SENHOR À TRANSUBSTANCIAÇÃO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Matriculou-se, em 1936, com 20 anos de idade, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Teologia em 1940, com 24 anos, ao lado de Osvaldo Ronis, que foi também professor do Seminário do Sul, Alberto Araújo, que foi por alguns anos professor no Seminário e Pastor, por mais de 50 anos, da Igreja Batista de Neves, Emanoel Fontes de Queiroz, que foi Secretário-Executivo da Junta de Missões Estrangeiras e Benjamim Monteiro, que foi Diretor, por vários anos, do Orfanato Batista do Distrito Federal, hoje Cidade Batista da Criança (no Rio de Janeiro). Quanto a José dos Reis Pereira, foi Presidente da Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, em 1962, com 46 anos de idade. Foi professor do Seminário do Sul por quase (40)quarenta anos e redator de "O Jornal Batista", por 24(vinte e quatro) anos.
Em março de 1991, com 75 anos, quando do Congresso Batista Brasileiro, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, foi eleito Presidente Emérito da Convenção Batista Brasileira.
Pastor, Professor, Jornalista. Doutrinador, Memorialista, Ensaísta. Historiador, Ex-Diretor do JORNAL BATISTA. Publicou 11 livros. Entre os batistas, é um dos poucos nomes ligeiramente referidos na Grande Enciclopédia Delta-Larousse.
Seu livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001) teve uma reedição atualizada e ampliada através do filho Clóvis Moreira Pereira(que atualizou de 1982-2001) e de Othon A. Amaral(que escreveu um apêndice sobre os batistas de Santa Bárbara, em São Paulo).
Faleceu em 15.10.1991, com 75 anos, no Rio de Janeiro. Pena que a JUERP, pela instrumentalidade de seu Diretor Geral Almir dos Santos Gonçalves Júnior, não lhe tenha prestado uma última homenagem, colocando a sua biografia completa no livro, bem como tendo cuidados especiais com o INDICE ONOMÁSTICO, cujas páginas não correspondem ao texto, além de erros na ficha catalográfica que informa ter o livro 400 páginas, quando tem, na verdade, 480 páginas.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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JOSÉ LAURINDO FILHO, de Alegre, Espírito Santo, 1955. Filho de José Laurindo e Emiliana. Foi batizado na Igreja Batista de Alegre, com 11 anos, em 24.04.1966. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se em Matemática, na Universidade Federal do Espírito Santo, em 1976. Bacharelou-se em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1980. Casou-se com Loyde Paulino Alves Laurindo, em 17.01.1981, com quem tem os filhos Michele, Rebeca e Haniele.
Em 1988, com 33 anos de idade, foi para a Inglaterra trabalhar com a BAPTIST MISSIONARY SOCIETY, da Grã-Bretanha, onde ficou até 1994. Voltando ao Brasil, tornou-se Pastor da Primeira Igreja Batista de Campo Grande, no Rio de Janeiro, onde ficou por quase 12 anos.
Em 01.09.2006, foi empossado no Pastorado da Primeira Batista de Niterói. Foi também Pastor da Primeira Igreja Batista de Cuiabá, no Mato Grosso. Pastor interino da Igreja Batista de Versalhes, na Grande Paris, França.
Foi Presidente da Convenção Batista Centro América, no Mato Grosso. Diretor interino do Seminário Teológico Batista Centro América, no Mato Grosso. Foi Presidente da Convenção Batista Carioca. Membro da Junta de Missões Mundiais(mais de 10 anos). Presidente da Junta de Missões Mundiais. Professor do Seminário Teológico Batista Carioca.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA, de Sóstenes Borges de Souza.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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JOSÉ MANOEL DA CONCEIÇÃO, de São Paulo, Capital, 11.03.1822. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do professor Jacinto Heliodoro de Vasconcelos. Estudou alemão com Teodoro Langaard.
Filho de portugueses, foi Presbítero Secular do Habito de São Pedro. Em 1845, com 23 anos, foi ordenado padre. Tornou-se sacerdote católico, exercendo a função em Monte-Mor, Piracicaba, Santa Bárbara, Taubaté, Sorocaba, Limeira, Ubatuba e Brotas, interior de São Paulo.
Após conversar com o Rev. Alexander Blackford sobre a Bíblia, mudou-se para o Rio de Janeiro, tornando-se aluno de Simonton, Blackford e Chamberlain. Convertido ao presbiterianismo, tornou-se membro da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, em 23.10.1864, ano em que também foi excomungado da Igreja Católica Apostólica Romana.
No dia 17.12.1865, com 43 anos de idade, foi consagrado como o Primeiro Pastor Presbiteriano Brasileiro, junto ao Presbitério do Rio de Janeiro. Tornou-se, portanto, o primeiro pastor protestante brasileiro. Passou a ser chamado de “Padre Protestante”. Realizou muitas cruzadas evangelísticas no Rio de Janeiro, em São Paulo, bem como no interior do Brasil.
Entre 1867 e 1868 esteve nos Estados Unidos, em tratamento de saúde. Foi um dos fundadores da Imprensa Evangélica no Brasil. Escreveu diversos trabalhos, dentre outros, NOVA HISTÓRIA SAGRADA DO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO(tradução do alemão, Rio, 1861), AS EXÉQUIAS DE ABRAÃO LINCOLN, Presidente dos Estados Unidos da América, com um esboço biográfico(Rio, 1864).
Faleceu no dia 25 de dezembro de 1873, aos 51 anos de idade, no Rio de Janeiro. Seu túmulo também se encontra no Cemitério dos Protestantes em São Paulo, ao lado do tumulo de Simonton.
Por causa da data de sua ordenação no dia 17 de dezembro comemora-se o dia do pastor presbiteriano. A ele foram prestadas várias homenagens, entre as quais, nomes de ruas e instituições, dentre outras, Seminário Presbiteriano Rev. José Manoel da Conceição, de São Paulo.
Sobre ele, escreveu excelente verbete Luis Correia de Melo, no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(São Paulo, 1954, p. 157), dizendo que ele morreu em total abandono, numa casa da estrada de Pavuna, no Rio, conforme informação de Sacramento Blake, em seu Dicionário Bibliográfico Brasileiro(Rio, 1883).
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ NIGRO, de Rossano Calabro, Itália, 1881. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Veio para o Brasil, ainda muito jovem, juntamente com a família.
Durante muito tempo, foi barbeiro em Botucatu, interior de São Paulo. Converteu-se ao Evangelho. Estudou Teologia. Com o passar do tempo, foi consagrado ao Ministério Evangélico, tornando-se Pastor Batista. Formou-se em Direito, tornando-se Advogado.
Em 1931, quando tinha 58 anos, foi eleito Primeiro Presidente da União Batista Paulista. Em 1935, foi eleito Tesoureiro da Loja Maçônica “Regeneradora Botucatuense”, interior de São Paulo.
Em 1936, foi eleito Diretor do Colégio Batista do Rio de Janeiro, onde permaneceu por algum tempo. Quando tomou posse, o Colégio tinha 432 alunos e estava quase fechando as portas. Quando entregou o cargo, tinha 1.241 alunos. Infelizmente, por questões de política denominacional, envolvendo o movimento radicalista, terminou por ser demitido do Colégio Batista do Rio.
Em 1940, foi eleito Presidente da Convenção Batista Brasileira, realizada em Salvador, na Bahia. Entre 1947 e 1951, com 75 anos de idade, foi Diretor do JORNAL PALMITAL, na cidade do mesmo nome. Ainda não foi possível descobrir a data de seu falecimento. Sobre este assunto, escreveu o Pastor Gilson: "Voltando a residir no Rio, pouco depois foi eleito para a Junta de Missões Mundiais (Estrangeira, à época) e como membro da mesma foi fiel e dedicado. Essa foi a última atividade denominacional, já que pouco depois de ter cumprido o seu mandato, Deus o chamou deste mundo, estando com 77 anos, e isto aconteceu em 11/07/1958."
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ REGO DO NASCIMENTO, de Santa Rita, João Pessoa, Paraiba, 24.12.1922, escreveu, entre outros, CALVÁRIO E PENTECOSTE(1960), RENOVAÇÃO ESPIRITUAL, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Para trabalhar e estudar, mudou-se para o Rio de Janeiro.
Em 1951, com 29 anos de idade, formou-se Graduado em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Trabalhando num banco e estudando inglês, terminou por ser o Orador da Turma, quando da formatura, o que não agradou a muitos, eis que não era Bacharel em Teologia e sim Graduado.
Foi consagrado ao Ministério Batista e foi ser Pastor de uma igreja no interior da Bahia, depois de ter pedido demissão do Banco. Em 1955, com 33 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Vitória da Conquista, na Bahia, passando a pregar a doutrina do “batismo no Espírito Santo”.
Em 17.05.1958, com 36 anos, assumiu o pastorado da Igreja Batista de Lagoinha, em Belo Horizonte. Em 1961, a Igreja Batista de Lagoinha foi desligada da Convenção Batista Mineira. A igreja de Lagoinha e mais 30 igrejas passaram a formar a Convenção Batista do Estado de Minas Gerais, sob a influencia de José Rego do Nascimento, Enéas Tognini e Achilles Barbosa.
Estas igrejas e mais outras espalhadas pelo Brasil, formaram a Convenção Batista Nacional com cerca de 400 igrejas. Nos anos seguintes, José Rego do Nascimento, já com mais de 50 anos, terminou por adoecer gravemente, ficando na liderança do movimento o Pastor Enéas Tognini.
Com 83 anos de idade, em 2005, vive em Belo Horizonte, Minas Gerais. Casado com Joselina Oliveira Nascimento, com quem teve o filho José Rego Nascimento Júnior, nascido em 05.09.1959. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ VIDAL DE FREITAS, de Oeiras, Piauí, 13.11.1901. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 03.02.1925, com 24 anos, juntamente com Djalma Cunha, H. H. Muirhead, W. C. Taylor, Orlando Falcão, Manuel Valentim, João do Nascimento e Antonio Neves de Mesquita, assinou a Declaração que pretendia acabar o Movimento Radical, o que, de fato, não aconteceu.
Chegou a ser professor do Seminário Batista Brasileiro, ao lado de Adrião Bernardes, quando este seminário funcionou na Primeira Igreja Batista do Recife. Alguns anos depois, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Corrente e em seguida foi pastorear a Segunda Igreja Batista de Teresina, ambas no Piaui.
Com o passar do tempo, deixou o pastorado e se tornou Juiz de Direito. Foi Juiz de Direito de Corrente, de Paulistana, de Valença, de Picos, de Campo Maior e Teresina.
Foi Desembargador do Tribunal de Justiça do Piauí. Professor de Direito Comercial da Faculdade de Direito do Piauí. Foi membro da Academia Piauiense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Piauí.
Escreveu os livros CONTRADIÇÃO(1946), PERFIS ACADEMICOS(1976), DESEMBARGADORES DE ONTEM E DE HOJE(1979), JESUS CRISTO E O SABADO(1981).
Faleceu em Teresina, Piauí, no dia 19.06.1987, com 86 anos de idade. Seu parente Helio Vidal de Freitas foi Pastor da Primeira Igreja Batista do Recife, nas décadas de 1960 e 1970.
É mencionado em todos os livros que tratam da Historia dos Batistas no Brasil, inclusive no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acácia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, HISTORIA DAS IDEIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins e HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves Mesquita. É referido no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto.
Não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSIAS BATISTA DE SOUZA, de Corrente, Piauí, 1901, escreveu, entre outros, “ESBOÇO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PEDRO AFONSO”, sem dados biográficos. Após os estudos primários em sua terra natal, fez curso de seminário, tornando-se PASTOR BATISTA.
Vinculou-se à Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro. Como Missionário da referida Junta, pastoreou várias Igrejas do interior da Bahia, inclusive a Igreja Batista de Barra, onde batizou a mãe do autor destas notas. Transferiu-se, posteriormente, para Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, assumindo o pastorado da Igreja Batista de Pedro Afonso, em 1935.
Casou-se em Carolina, no Estado do Maranhão, com Raimunda Maranhão(Mundica), com quem teve os filhos Hélio e Alano.
Por volta de 1942, desvinculou-se da Igreja Batista de Pedro Afonso, tornando-se professor. Como professor de línguas, deu aulas particulares, em 1943, para vários alunos, entre os quais, o pedroafonsino ilustre Manuel Messias Tavares(membro da Academia Tocantinense de Letras).
Quanto ao Pastor Josias, foi secretário da Prefeitura Municipal de Pedro Afonso, na administração do Prefeito Pedro Tavares dos Reis.
Como proprietário de uma gráfica em Pedro Afonso, nela publicou o seu livreto “ESBOÇO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PEDRO AFONSO”, resultado da palestra que proferiu em 26 de julho de 1947, quando das comemorações do CENTENÁRIO DE PEDRO AFONSO, na condição de Orador Oficial das festividades.
Durante muitos anos, no período de 1943 a 1947, foi Promotor Público de Pedro Afonso(nesta ocasião, não se exigia o curso de Direito, para o exercicio da promotoria, tão pouco concurso público, sendo os promotores nomeados a bel prazer dos governantes e por isso não permaneciam no cargo).
Posteriormente, mudou-se para Anápolis, Goiás e de lá para Brasília, onde faleceu, não se tendo localizado a data.
Mencionado no livro “HISTÓRIA DE PEDRO AFONSO”, de Ana Brito Miranda e em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros da Silva. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Apesar de sua importância, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ, de Itamar Sousa Brito, não é referido no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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JÚLIO BORGES DE MACEDO, de Remanso(Peixe), Bahia, 01.07.1908, escreveu, entre outros, POESIAS E OUTROS ESCRITOS. Filho de Francisco Borges de Macedo e de Alcina Borges de Macedo. Após os estudos primários em sua terra natal, com um professor particular, deslocou-se para outros lugares, onde também estudou.
Com 12 anos de idade, mudou-se para Uruçuí, no Piauí. Durante algum tempo, esteve em Ribeiro Gonçalves. Em 1929, com 21 anos de idade, matriculou-se no Instituto Batista Industrial, na cidade de Corrente, Piauí, onde também era Alfaiate.
Em 1933, já com 25 anos, casou-se com Arquimínia Guerra do Nascimento, sua colega de classe. Transferiu-se para Curimatá, no Piauí, passando a trabalhar na Fazenda Boa Vista, de sua sogra, como agricultor e como alfaiate.
Fundou, junto com Samuel Dourado Guerra e outros, o Instituto Educacional Julião Guerra, em Curimatá. Foi nomeado por Getúlio Vargas, Prefeito de Parnaguá, no Piauí, por seis anos.
Em 1953, já com 45 anos, conseguiu a emancipação de Curimatá, tendo sido seu Prefeito provisório. Tornou-se comerciante de tecidos, miudezas, gêneros de exportação e fazendeiro nas horas vagas.
Faleceu em Curimatá, Piauí, no dia 17.02.1978, com 70 anos de idade.
Pai de 10 filhos: Delile Guerra de Macedo(Advogado), Carlyle Guerra de Macedo(Médico), Enir Guerra de Macedo(Geógrafa), Lair Guerra de Macedo(Biomédica), Júlio Borges de Macedo Filho(Ministro Evangélico e colega do autor destas notas no Colégio Americano Batista do Recife), Alírio Guerra de Macedo(Médico), Alvimar Guerra de Macedo(Médico), Osimar Guerra de Macedo(Funcionário Público), Nilce Guerra de Macedo(Socióloga) e Estelita Guerra de Macedo(Médica).
Como Pregador Evangélico(Batista) que era, iniciou a construção do Templo Batista de Curimatá, mas não conseguiu vê-lo terminado, eis que morreu antes.
Seu livro, edição póstuma, tem observações de diversos amigos, entre os quais, José Florêncio Rodrigues Júnior, professor do autor destas notas no Colégio Americano Batista do Recife e ainda de Cândido Carvalho Guerra.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JUSTINIANO DIAS PORTUGAL, de Sapucaia, Estado do Rio, 07.02.1890. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Formou-se em Teologia, pelo Seminario Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Foi consagrado ao Ministerio Batista em Carangola, Minas Gerais, no dia 28.03.1926, com 36 anos de idade. Tornou-se Pastor da Igreja Batista de Ipameri, Goias, de 04.04.1926 até 28.08.1928. Esta Igreja Batista de Ipameri e as demais pertenciam ao Campo Paulista, mas em 1928 passaram a pertencer ao Campo Mineiro. Somente em 21.07.1939, foi organizada a Convenção Goiana, desligando-se de Minas Gerais.
Terminado o seu pastorado, voltou ao Rio, não mais se tendo noticia dele, exceto que morreu em Teresopolis, Estado do Rio, no dia 14.12.1969, com 79 anos de idade.
É mencionado no livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(1988), de José da Cunha Bastos.
Apesar de sua importância, não é referido na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira, bem como em HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

LÍVIO CAVALCANTI LINDOSO, de Serinhaém, Pernambuco, 20.12.1908, escreveu, entre outros, “RELATORIO DO SEMINARIO BATISTA DO NORTE. Atas, Relatórios e Pareceres da CBB. Rio de Janeiro: Casa Publicadora Batista, 1942”.
Filho de Antonio Franklin Lindoso e Anália Cavalcanti Lindoso. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seu tio e pai adotivo diácono Artur Lindoso foi um dos fundadores do Seminário Batista em Pernambuco, em 01.04.1902, na casa de Salomão Ginsburg. Lívio formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil.
Por volta de 1933, com 25 anos de idade, Livio Lindoso chegou a ser Pastor no Campo Paraibano, mas logo voltou ao Recife, sua terra adotiva. Lívio Lindoso, como era conhecido, foi convidado para Professor Adjunto do Seminário em 1934, com 26 anos de idade.
Casou-se com Edeltrudes Coelho Lindoso, com quem teve, entre outros, Marlú Lindoso. Esta Marlú se casou com o Pastor Jesimiel Norberto da Silva em 14.11.1952, com quem teve os filhos Jezimar, Jilmar, João Lívio e Luza. O Pastor Jesimiel faleceu na Bahia, no dia 05.12.2006, com 79 anos de idade.
Voltando ao Pastor Livio Lindoso, ele foi um dos que ASSINOU O PACTO DA PAZ, em 05.09.1939, prometendo no artigo 2 “não fazer parte de conchavos ou cabalas para tirar quisquer irmãos das posições que ocupavam nas instituições”. Assinaram também este pacto: Natanael Medrado, W. C. Harrison, E. G. Wilcox, A. E. Hayes, L.L Johnson, John Mein, Adolfo Lira, José Domingues, Antonio Dorta, Benedito Lira, José Albuquerque Lins e Coriolano Duclerc.
Só que em 08.03.1940, Livio Lindoso e Munguba Sobrinho foram demitidos do professorado no Seminário do Norte. Em maio de 1940, o Pastor Livio Lindoso fundou e se tornou Redator do jornal A MENSAGEM.
Em 14.06.1940, o Pastor Livio Lindoso se tornou Presidente da Convenção Batista Evangelizadora de Pernambuco, neste dia organizada, na Igreja Batista da Capunga, com 25 igrejas e 142 mensageiros.
Em 1941, o Pastor Livio Lindoso voltou para o Seminário do Norte e se tornou Presidente da Junta Administrativa do Seminário. Em 1943, o Pastor Livio se tornou Secretário Geral da Junta da Convenção Evangelizadora de Pernambuco. Em 1955, substituindo David Mein que entrou de férias, Livio Lindoso tornou-se Diretor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil.
Em 1956, a Junta do Seminário criou o cargo de DEÃO e elegeu o Professor Livio Lindoso, quando este tinha 48 anos de idade, como seu Deão. Em 1961, Livio voltou a ser Secretario Executivo da Junta Evangelizadora.
Quando o autor destas notas foi aluno do Seminário entre 1966 e 1970, Livio Lindoso foi seu professor de língua grega. Em 1975, quando este autor deixou o Seminário indo para Anápolis, em Goiás, lá continuou o Pastor Livio Cavalcanti Lindoso, constando do CATÁLOGO GERAL DE 1975, do STBNB, página 8, como Bacharel em Ciências e Letras e Mestre em Teologia.
Nesta época(1974), este autor era Diretor do Curso de Educação Teológica por Extensão(página 64 do Catálogo Geral), Professor de Cristianismo Anti-Niceno, Teoria do Conhecimento, etc.
Quanto a Livio Lindoso, por volta de 1974, casou-se com Angelita, uma ex-aluna do Seminário de Educadoras Cristãs, de 22 anos (ele tinha 66) e tiveram duas filhas. Ele faleceu no Ceará há cerca 15 anos, por volta de 1992, com 84 anos de idade.
É referido na HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974), de Mario Ribeiro Martins, na BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO, de Zaqueu Moreira de Oliveira.
Sobre o assunto, leia a correção feita pela sua filha Ester, ao autor, via Orkut, no dia 23.01.2008: "Oi, Mário, Sou Ester, filha de Lívio Lindoso e vi a mini-biografia dele que você colocou na comunidade do STBNB. Só algumas correções: meu pai teve três filhos com minha mãe, Angelita-não duas filhas, como mencionado. Lílian, a mais velha, eu, Ester, a segunda e Rafael, o terceiro filho. Ele morreu em 1982, com 74 anos e não em 1992, como está escrito na comunidade. Abraços, Ester." Apesar de sua importância, não é suficientemente relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001), de José dos Reis Pereira, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

LUCIANO LOPES(José Luciano Lopes), de Caratinga, Minas Gerais, 07.02.1901, escreveu, entre outros, CRISTO E SUA FILOSOFIA(1945), HISTÓRIA DA CIVILIZAÇÃO, O PROFESSOR IDEAL, FIGURAS HISTÓRICAS DO MUNDO ANTIGO, GRANDEZA E DECADÊNCIA DOS ROMANOS, ABRAÃO LINCOLN, BENJAMIN FRANKLIN, EDUCAÇÃO DO HOMEM, SALVEMOS O BRASIL, CARTILHA MODELO, PESTALOZZI-O GRANDE EDUCADOR, CRISTO E OS PROBLEMAS SOCIAIS DO BRASIL, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 19 anos de idade, quando fazia o terceiro ano primário, foi convidado pelo missionário norte-americano, da Junta de Richmond, Loren M. Reno, para estudar no Colégio Batista Americano de Vitória.
Em 1925, com 24 anos, transferiu-se para o Colégio Batista do Rio de Janeiro. Para se sustentar nos estudos, tornou-se datilógrafo e taquígrafo do Dr. Langston, quando este estava escrevendo a famosa obra TEOLOGIA SISTEMÁTICA.
Formou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, do Rio de Janeiro, formou-se professor.
Casou-se com Hagar Barbosa Lopes(Dona Dala), com quem teve vários filhos. Não exercendo o pastorado, passou a desempenhar as missões de sua chamada vocacional, tais como, ensino, pregação, treinamento, literatura, jornalismo e educação.
Foi Vereador no antigo Estado da Guanabara, entre 1959 e 1961. Foi membro da Igreja Batista Itacuruçá, no Rio de Janeiro(hoje 2005, pastoreada pelo Rev. Israel Belo de Azevedo).
Com 80 anos de idade, em 1981, Luciano Lopes ingressou na Sociedade dos Gideões Internacionais e foi distribuir Biblias nas escolas, universidades, hospitais e presídios.
Em sua homenagem foi criada a ONG- ASSOCIAÇÃO PROFESSOR JOSÉ LUCIANO LOPES presidida por Silvino Carlos Figueira Netto.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MANOEL AVELINO DE SOUZA, de Santa Inês, Bahia, 10.11.1886, escreveu, entre outros, HINOS EVANGÉLICOS, UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL(Tradução), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1906, com 20 anos de idade, foi batizado depois da pregação do missionário Salomão Luiz Ginsburg(1867/1927). Trabalhava no comércio, quando se converteu. Em 22 de junho de 1907, com 21 anos de idade, assistiu à Primeira Assembléia da Convenção Batista Brasileira, realizada em Salvador, Bahia. Além de 43 mensageiros, estavam presentes, entre outros, A. B. Deter, Zacharias Taylor e Salomão Guinsburg, quando foi eleita sua primeira diretoria: Presidente - Francisco Fulgêncio Soren; 1º Vice-presidente - Joaquim Fernandes Lessa - 2º Vice-presidente - João Borges da Rocha; 1º Secretário - Teodoro Rodrigues Teixeira; 2º Secretário - Manuel I. Sampaio; Tesoureiro - Zacharias Taylor.
Em 1910, conversando com T. B. Ray, secretário-auxiliar da junta de missões estrangeiras da convenção batista do Sul dos Estados Unidos da América, decidiu-se pelo trabalho evangelístico. Foi para o Rio de Janeiro em 1911. Estudou, juntamente com Ricardo Pitrowsky e Sebastião Angélico de Souza entre outros, no Colégio Batista e no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Durante os estudos, foi evangelista, auxiliando o missionário William Edwin Entzminger, pastor da Primeira Igreja Batista de Niterói e redator de "O Jornal Batista". Em 1916, bacharelou-se em Teologia, na primeira turma formada pelo Seminário do Sul. Em 1917, obteve o grau de Mestre em Teologia.
Em agosto de 1917, foi consagrado pastor da Primeira Igreja Batista de Niterói e iniciou a construção do templo dessa igreja. Em 1918, pouco tempo depois de ter concluído os cursos no seminário, aconteceu a sua primeira eleição para a presidência da Convenção Batista Brasileira.
Em dezembro de 1919, casou-se com D.Eva, com quem teve, entre outros, o Pastor Samuel de Souza e Helena de Souza. Em 1921, inaugurou o templo da PIB de Niterói, na Rua Visconde de Sepetiba. Nos anos de 1923 e 1924, fez curso de aperfeiçoamento em Homilética no Seminário Batista de Louisville, Kentucky (EUA).
Em 1925, 1928 e 1929, foi novamente eleito presidente da Convenção Batista Brasileira. Em 1929, obteve o doutoramento em Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras do Rio de Janeiro. Foi professor de Filosofia, Teologia e Homilética no STBSB(Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil) e fundou o Colégio Batista de Niterói.
Em 1930, foi eleito 2o. vice-presidente do Congresso Batista Latino-Americano. Em 1931, traduziu o livro "A Wandering Jew in Brazil" ("Um Judeu Errante no Brasil"), autobiografia de Salomão Luiz Ginsburg, só publicado pela Casa Publicadora Batista, em 1940. De 1934 a 1939, ocupou uma das vice-presidências da Aliança Batista Mundial. Em 1941 e 1942, foi eleito presidente da Convenção Batista Brasileira, voltando, em 1945, pela sétima e última vez, à essa presidência.
Foi duas vezes orador oficial da Convenção Brasileira (1920 e 1932) e várias vezes presidente da Convenção Fluminense. Em 1960, construiu o segundo templo, na Rua Marquês do Paraná, diante da principal artéria da então capital fluminense.
Manuel Avelino faleceu em 27.09.1962 e foi sepultado no cemitério de Maruí, em Niterói (RJ).
É de Rolando de Nassau as seguintes informações sobre Manuel Avelino: “Ele escreveu para o "Cantor Cristão" 26 letras originais e adaptou três letras que encontrou traduzidas. Nas edições de "O Jornal Batista" dadas a lume entre 1917 e 1928 foram publicados 14 hinos, dos quais 11 foram aproveitados no "Cantor Cristão".
Os três hinos que não foram incluídos no CC são os seguintes: 1) "Vinde a Jesus", escrito no Rio de Janeiro em 1o. de outubro e publicado em OJB (25 out 1917, p.9); 2) "Cristo, o Mestre, nos manda", dedicado a João Isidro de Miranda (OJB, 30 ago 1928, pp.1 e 7); 3) "Santos hinos de louvores", escrito em Niterói em 27 de setembro e dedicado à PIB de Vitória (ES), Loren M.Reno e Almir S.Gonçalves (OJB, 04 out 1928, p.11).
Justamente o mais famoso, "Temos por lutas passado", escrito em 1917, quando iniciava-se a construção do templo da Rua Visconde de Sepetiba, embora tenha entrado em sucessivas edições do CC, inclusive por ocasião da revisão de 1958, não foi previamente publicado em OJB.
Presumivelmente, foram escritos, e talvez publicados em OJB, depois de 1928, mais 18 hinos, os quais não temos condições de determinar as suas datas de composição; seria necessário pesquisar as edições de OJB entre 1928 e 1971, quando foi lançada a 36a.edição. Em 1921, foram publicados cinco hinos: "Hoje, inaugura-se aqui" (CC-564) e "Vamos nós louvar a Deus" (CC-385), escritos especialmente para a inauguração do templo na Rua Visconde de Sepetiba, ocorrida em 17 de abril de 1921 (OJB, 21 e 28 jul 1921); o hino "Nós iremos com Cristo Jesus" (CC-495), uma adaptação feita por Manuel Avelino em 1o. de outubro (OJB, 13 out 1921, p.5); o hino "Bendito Senhor, nosso Rei Jesus" (CC-418), dedicado à Sociedade Feminina da PIB de Niterói (OJB, 17 nov 1921, p.5) e o hino "O povo, sim, coberto de densas trevas" (CC-29), escrito para o Natal (OJB, 22 dez 1921, p.4).
O hino missionário "Disse Jesus: Ide por todo o mundo" (CC-438) foi escrito em Niterói, em 15 de maio, e dedicado à CBB (OJB, 25 maio 1922, p.6). Escritos também em Niterói, os hinos sobre oração: em 21 de julho, "Nosso Deus e Pai bondoso" (CC-158) (OJB, 27 jul 1922, p.11); em 31 de agosto, "Ó Deus bendito, atende o nosso rogo" (CC-156) (OJB, 12 out 1922, p.3).
No início de 1923, três hinos que falam de amor foram escritos antes de viajar para o seminário de Louisville: 1) "Duas vidas" (CC-567), dedicado a Esther Silva Dias (OJB, 04 jan 1923, p.8); 2) "Oh! Maravilha do amor de Jesus" (CC-36) (OJB, 08 fev 1923, p.1) constou do 1o. fascículo da la. edição musicada do CC, que foi lançada, na íntegra, em 1924; 3) "Que doce voz tem meu Senhor!" (CC-384) (OJB, 19 abr 1923, p.1).
Por intermédio da Irmã Flávia Mirtes Cunha dos Santos, o venerando pr.Samuel de Souza (PIB do Ingá, em Niterói, RJ), filho de Manuel Avelino, prestou-nos valiosas informações sobre mais quatro hinos, que a seguir adicionamos a este artigo.
O pr. Samuel de Souza esclareceu que o hino intitulado "A chamada" ("Vinde a Jesus") (OJB, 25 out 1917, p.9), não incluído no "Cantor Cristão", foi escrito para a posse do pr.Leobino Rocha Guimarães; que o hino intitulado "A tarefa da Igreja", com música de C.H.Gabriel ("Cristo, o Mestre, nos manda"), foi dedicado a João Isidro de Miranda, membro da Igreja Batista em Castro Alves (BA); que o hino dedicado aos 25 anos (1903-1928) da PIB de Vitória (ES), com o título "Reconhecimento", era uma adaptação do hino no.62 do "Cantor Cristão" (1971).
Em 1921 e 1924, foram publicados mais dois hinos: "Vida feliz" (OJB, 01 dez 1921) e "Natal de Jesus" (OJB, 25 dez 1924), possivelmente enquanto estudava em Louisville, Kentucky (EUA). Para a revisão de 1958, Manuel Avelino escreveu, musicados por sua filha Helena de Souza, os hinos alternativos: "Unidas trabalhando" (no.486), para ser cantado pelas senhoras da PIB de Niterói (RJ); "Vamos à guerra santa!" (no.352); "A nossa fortaleza é Deus" (no.402), para a consagração do pr.Rafael Zambrotti; e "Nós iremos com Cristo Jesus gozar uma vida de eterno prazer e amor" (no.439).
O pr.Samuel de Souza esclareceu ainda que o hino "União vital" ("Duas vidas, Senhor, se unem num só ser"), dedicado a Esther Silva Dias, tinha sido usado em 1922 também no casamento do pr.Alberto Portela (CC-495, ed.1958, CC-567, ed.1971).
A CBB, em sua assembléia, em janeiro de 1958, mandou publicar a revisão do CC, feita por uma comissão composta de Manuel Avelino, Ricardo Pitrowsky, Moisés Silveira e Alberto Portela. Uma revisão radical: de acordo com o relatório, das 29 letras de Manuel Avelino, 10 deveriam ser retiradas do CC.
Mas em 1971 os hinos números 29, 51, 52, 83, 94, 156, 336, 495, 511 e 555-CC, escritos por Manuel Avelino, foram poupados de serem excluídos do CC (36a. edição), o que tinha sido aprovado pela Comissão de 1958, presidida pelo próprio hinógrafo! Manuel Avelino não era músico, mas sabia escolher música para as letras de seus hinos. Aproveitou músicas de Bliss, Bradbury, Gabriel, Kirkpatrick, Miles, Ogden, Scholfield, Sweeney, Towner e outros. Manuel Avelino captou melodias de agrado popular. Não era músico genial, mas tinha que ser um poeta congenial.
Acostumada ao cantochão das ladainhas católicas, repetitivas até a exaustão (os cânticos evangélicos da atualidade são tão repetitivos quanto os mantras), a religiosidade brasileira em contato com o canto evangélico recebeu a novidade de afirmações doutrinárias serem cantadas em estrofes.
Além disso, o ritmo do "gospel hymn" era um elemento de modernidade no canto religioso, que atraía os que se aproximavam das "novas seitas". Na primeira metade do século 20, a música evangélica tinha sua identidade, não se confundia com a música profana popular. Amigo da música tradicional, Manuel Avelino pressentia a aproximação, na década de 50, de estilos musicais incomuns e extravagantes, que poderiam desvirtuar (como desvirtuaram, depois de 1960!) o canto congregacional dos batistas. Afinal de contas, cabia-lhe preservar a hinodia constante do "Cantor Cristão", do qual era um dos poucos contribuintes brasileiros.
O "gospel-rock" estava começando a desembarcar nas praias de Niterói ... Mais tarde, viriam os teclados, as guitarras, os saxofones, as baterias, os pandeiros, a coreografia, a dança ...Qual foi a contribuição de Manuel Avelino? Dar sentimento nacional a uma hinodia importada; não poderia oferecer-lhe uma melodia de índole nativa, por não ser músico.
A Comissão do HCC mostrou-se mais radical: das 29 letras, somente cinco (CC-94=HCC-304; CC-191=HCC-296; CC-335=HCC-497; CC-361=HCC-251; CC-454=HCC-502) foram aproveitadas no "Hinário para o Culto Cristão" (HCC).
No dizer de José dos Reis Pereira, as obras de Manuel Avelino de Souza "permanecem e testificam do grande valor de sua vida" (OJB-09 nov 1986, p.1)”.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA(1998), de Marcos Antonio Marcondes, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MANOEL DA PAZ(Manoel Corinto Ferreira da Paz), de Moreno, Pernambuco, 25.10.1880. Filho de Mariano Ferreira da Paz e Carlota Liberata Mangueira. Foi batizado por Salomão Ginsburg, no Recife, em 24.08.1902, com 22 anos de idade.
Tornou-se, ao lado de Eloy Correia de Oliveira e Manoel Olimpio de Holanda Cavalcanti, um dos três primeiros alunos, do Seminário Batista de Pernambuco, fundado por Ginsburg em 01.04.1902, hoje Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. Juntamente com os dois colegas, foi consagrado ao Ministério Batista, no Templo da Primeira Igreja Batista do Recife, no dia 20.12.1905. Manoel da Paz tornou-se Pastor da Igreja Batista da Rua Imperial, antiga Gameleira. Eloy Correia foi para a Igreja Batista de Moganga(hoje Siriji). Manoel Olimpio(Pastor Nino) foi para a Igreja Batista de Ilhetas.
Em 22.05.1907, com 27 anos, casou-se com Ana Ferreira da Paz, com quem teve 7 filhos: Árvila(primeira esposa do Pastor Gabino Brelaz, falecida em Belém do Pará, em 24.08.1943). Abigail(casada com Nicodemos Alves Guedes). Corinto Ferreira da Paz(casado com Onélia Campelo da Paz) Pastor em Alagoas, nas Igrejas de Rio Largo e Betel. Auristela(casada com José Rodrigues de Melo). Cláudio(casado com Mercedes). Juvenal(casado com Luzinete). Áurea da Paz(Professora do Seminário de Educadoras Cristãs, do Recife). Quanto a Manoel da Paz, foi também Pastor da Igreja Batista de Nazaré da Mata, da Igreja Batista de Gravatá, da Igreja Batista da Torre, da Igreja Batista do Feitosa e ainda da Igreja Batista do Poço, em Maceió, Alagoas.
Com o passar do tempo, tornou-se Pastor da Igreja Batista do Cordeiro, onde fundou a Escola Paroquial Batista(depois e até 1985, Instituto Batista do Cordeiro).
Com a eclosão do MOVIMENTO RADICAL, afastou-se dos missionários americanos e se tornou Presidente da Convenção Batista Regional, alem de redator do jornal O BATISTA REGIONAL.
Em seu pastorado, W. C. Taylor(William Carey Taylor) foi eliminado da Igreja Batista do Cordeiro, no Recife.
Manoel da Paz faleceu no dia 26.04.1926, com 45 anos de idade, de tuberculose, quando era Pastor da Igreja Batista do Cordeiro. A viúva Ana da Paz, juntamente com os filhos, passou a residir na Escola da Igreja, recebendo o auxilio mensal de CEM MIL RÉIS.
No Centenário da Igreja Batista do Cordeiro, o Pastor Manoel da Paz foi homenageado com a fotografia na Galeria dos Pastores e seus filhos Áurea e Juvenal, membros da Igreja Batista da Capunga, no Recife, receberam uma Placa Metálica, além do livro 100 ANOS DE HISTÓRIA DA IGREJA BATISTA DO CORDEIRO.
Sobre ele, escreveu excelente matéria o Pastor Francisco Bonato Pereira da Silva, no O JORNAL BATISTA, Rio de Janeiro, 17.12.2006. É referido em HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, de Mario Ribeiro Martins, Recife, Acácia Publicações, 1974. Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira. Não é citado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MANOEL TERTULIANO CERQUEIRA, de Irará, Bahia, 1893. Foi batizado por Salomão Ginsburg, em sua cidade natal, por volta de 1907, quando tinha catorze(14) anos de idade. Em virtude de perseguições da família, foi levado para Salvador pelo mesmo Salomão e depois encaminhado para o Colégio Americano Batista Gilreath, do Recife.
Em 1917, formou-se no dito Colégio, tendo como companheiros de formatura, Gilberto Freyre, Antonio Neves de Mesquita, Manoel Dias e Fernando Wanderley.
Nos anos seguintes, cursou o Bacharel em Teologia, do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Formado, foi para Belém do Pará, onde se tornou Pastor da Primeira Igreja Batista de Belém.
Após concluir o curso de Medicina no Pará, transferiu-se para São Paulo, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista de São Paulo. Embora distante, foi também participante do Radicalismo Batista Brasileiro, conforme o livro HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974, de Mario Ribeiro Martins ou no site www.mariomartins.com.br
Apesar de sua importância, não é estudado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza e nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MANOEL VIRGINIO DE SOUZA, de Pilar, Alagoas, 06.04.1874. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, tornou-se Musico, Sapateiro, Alfaiate, Tamanqueiro, Seleiro, etc.
Com 22 anos de idade, em 1896, casou-se com Maria Luiza de Souza, em Maceió. Em 1898, converteu-se ao Evangelho, tornando-se Evangelista.
No dia 11.02.1906, com 32 anos de idade, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor. Tornou-se Missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira. Como o missionário Roberto Pettigrew estava em Alagoas e conhecia o seu trabalho, convidou o Pastor Manoel Virginio para conhecer o campo do Paraná, onde havia somente duas igrejas: a Igreja Batista de Paranaguá e a Igreja Batista de Antonina.
No dia 02.12.1912, conseguiu chegar em Paranaguá, acompanhado da esposa, nove filhos e uma empregada. Tornou-se Pastor de Antonina. Organizou a Igreja Batista de Assungui e a Igreja Batista de Serra Negra.
Em 11.04.1913, mudou-se para Curitiba, onde lançou a semente para a Primeira Igreja Batista de Curitiba. Como tinha se mudado para Curitiba, a Junta de Missões Nacionais o desligou, cortando também o seu salário.
No dia 12.10.1915, faleceu a sua esposa, ficando só com 10 filhos. Com a chegada do missionário A. B. Deter que o ajudou, voltou a residir em Curitiba.
Em 06.07.1951, faleceu em Curitiba, com 77 anos de idade, sendo velado na Primeira Igreja Batista de Curitiba. Seus filhos que foram os primeiros batizados em Curitiba tornaram-se Professores, Advogados, Médicos, etc. Foi sepultado no Cemitério da Água Verde.
Em 17.02.1970, uma das ruas de Curitiba, passou a ter o nome RUA PASTOR MANOEL VIRGINIO DE SOUZA. É bem estudado na PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção. É mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Não é citado na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MARGARIDA LEMOS GONÇALVES, de Vitória, Espírito Santo, 05.02.1927, escreveu, entre outros, “BEATRIZ-A QUE FAZ FELIZ”, sem dados biográficos pessoais no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com apresentação do Pastor David Gomes. Filha de Almir dos Santos Gonçalves e Herarquedina Lemos(Filhinha).
Fez seus primeiros estudos no Colégio Batista de Vitória, no Espírito Santo. Em 1945, mudou-se, juntamente com a família para o Rio de Janeiro, tornando-se ela(Margarida) membro da Igreja Batista de Itacuruçá.
No dia 11.09.1948, assinou o seu contrato com a Junta de Missões Nacionais. No dia 04.11.1948, deixou o Rio de Janeiro e chegou às margens do Rio Tocantins ainda no ano de 1948, quando tinha 21 anos de idade, como missionária batista, trabalhando, inicialmente, no Instituto Teológico Batista de Carolina, no Maranhão.
Em 1950, com 23 anos de idade, mudou-se para Tocantinia, passando a trabalhar com a missionária Beatriz Silva que morreu em 1996. Foi Diretora e Professora do Colégio Batista de Tocantínia, no interior de Goiás, hoje Tocantins, por cerca de quarenta anos.
É Licenciada em Pedagogia, pela Universidade Federal do Pará, em Belém. Bacharel em Educação Religiosa, pelo The Baptist Seminary Fort Worth, Texas, Estados Unidos, entre 1961 e 1963. Durante muitos anos foi missionária da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro.
Residente em Palmas, no Estado do Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Lecionou no Colégio Batista de Santarém(1987), no Pará e no Instituto Batista de Carolina(1948), no Maranhão.
Em 1972, em Altamira, no Pará, assistiu à inauguração da RODOVIA TRANSAMAZÔNICA, com a presença do então Presidente da República Emílio Garrastazu Médici.
Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Historiadora, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Membro da Academia Carolinense de Letras, no Maranhão, em 1950. Em 1995, foi a primeira mulher a ser oradora oficial da Convenção Batista Brasileira, em São Luis do Maranhão. Em 2005, recebeu a Medalha Tiradentes, da Policia Militar do Estado do Tocantins. Em 2006, recebeu também o titulo de Cidadã Palmense.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras e Conselho Estadual de Educação do Tocantins.
Recebeu o título de CIDADÃ TOCANTINENSE, da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, em 2006. É hoje(1998), Vice-Presidente do Conselho Municipal de Educação da Capital e Diretora Geral do Colégio Batista de Palmas.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.
Juntamente com outras pessoas, fundou a Primeira Igreja Batista de Palmas. Fundou e tornou-se Diretora do Colégio Batista de Palmas.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 22, cuja Patrona é Regina Augusta Reis, Arquiteta de Porto Nacional, falecida em acidente de trânsito na Belém/Brasília, no dia 08.11.1984. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.
Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, 2001.
Seu pai, Pastor Almir dos Santos Gonçalves, era filho de Nicolau Pereira Gonçalves e Fanny dos Santos Gonçalves. São irmãos de Margarida Lemos Gonçalves: 1)Fanny Gonçalves Gomes. 2)Aracy Gonçalves Baptista. 3)Alice Gonçalves de Freitas. 4)Noemi Carrie Lemos Gonçalves. 5)Esta Fern Lemos Gonçalves de Assis(falecida). 6)Almir dos Santos Gonçalves Junior(Vitória, ES, 14.01.1938).
No dia 24.02.2007, comemorou o seu aniversário de 80(oitenta) anos, com um culto no Teatro Fernanda Montenegro, de Palmas, sendo orador da ocasião, seu irmão Almir dos Santos Gonçalves Junior, com a presença, entre outros, do Governador Marcelo Miranda e de sua irmã Fanny, com mais de 90 anos de idade, por ser a mais velha dos irmãos.
Ainda em 2007, transferiu residência para a cidade de Lajeado, continuando a colaborar com a Igreja Batista e como Consultora do Ensino Municipal.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MARIO BARRETO FRANÇA, de Recife, Pernambuco, 14.02.1909, escreveu, entre outros, NO JARDIM DO SENHOR(Poemas), SOB OS CEUS DA PALESTINA(Poesias), E OUVIU-SE UMA VOZ DO CÉU, UM CAMINHO NO DESERTO, O LOUVOR DOS HUMILDES, VEJO A GLÓRIA DE DEUS, LIÇÕES QUE A VIDA ME DEU, PELAS QUADRAS DA VIDA(1969), SOU PEREGRINO NA TERRA(1972), UM SONHO MODIFICOU MEU DESTINO, COMO AS ONDAS DO MAR, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Neto do grande Jurisconsulto, Filósofo, Professor e Poeta sergipano Tobias Barreto de Menezes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Depois de ter estudado no Recife, Santos e Niterói, fazendo cursos militares, terminou sendo General do Exército Brasileiro, onde se aposentou. Pertencente à comunidade batista, seus versos ainda são declamados em incontáveis Igrejas Evangélicas espalhadas pelo Brasil, sendo, portanto, um dos mais conhecidos e amados poetas brasileiros. Poeta, Trovador, Cronista. Contista, Memorialista, Professor de português, matemática, ciências e educação física. Foi Regente do Ensino Industrial do Estado do Rio. Jornalista, filiado à Associação Fluminense de Jornalistas. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Estado do Rio.
Membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil e do Cenáculo Fluminense de História e Letras, além de Academia Pedralva de Letras e Artes. Diferentes distinções, entre as quais, MEDALHA DO PACIFICADOR, MARIA QUITÉRIA e Medalha MARECHAL CAETANO DE FARIAS.
Participou da Coleção "Nossas Trovas"(1973), "Nossas Poesias"(1974) e "Anuário de Poetas do Brasil,"(1975), de Aparício Fernandes.
Sobre ele, escreveu excelente matéria o escritor Filemon Francisco Martins, no site: www.usinadeletras.com.br
Apesar de sua importância, e de ter sido GENERAL DO EXÉRCITO BRASILEIRO, não é devidamente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MELO LINS(Wandregésilo Melo Lins), de Rio Largo, Maceió, Alagoas, 1839. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Estudou no Liceu de Maceió, junto com Antonio Teixeira de Albuquerque, seu colega de infância, terminando o Liceu em 1861, quando tinha 22 anos de idade.
No Recife, manteve contato e estudou com os congregacionais e os presbiterianos que chegaram antes dos batistas. Foi aluno do Rev. Smith, presbiteriano e do Rev. Fanstone, congregacionalista, que, no entanto, era batista.
Freqüentou a Igreja Presbiteriana durante dez anos. Por volta de 1885, o missionário Zacarias Taylor batizou Melo Lins no Rio Beberibe, quando este já tinha cerca de 46 anos.
Ambos foram para Alagoas e lá se encontraram com Antonio Teixeira de Albuquerque, tendo fundado a Primeira Igreja Batista de Maceió, com 10 membros, em 17.05.1885, tendo ficado como Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque.
Em 1886, Melo Lins foi consagrado ao ministério batista, tornando-se Pastor. A convite de Zacarias Taylor, foi ser Pastor no Recife. Junto com os missionários, fundou a Primeira Igreja Batista do Recife, no dia 04.04.1887, tendo ficado até 1890 ou seja durante 3 anos, como Pastor da dita Igreja.
Em virtude de brigas internas, Melo Lins teve de deixar o pastorado e voltou para Maceió. Em maio de 1894, Melo Lins retornou ao Recife e foi ser Pastor da Congregação Batista de Nazaré, em março de 1895, que se transformou em Igreja, em janeiro de 1896, com o nome de Igreja Batista de Nazaré da Mata.
Em 1898, já estando com 59 anos de idade, Melo Lins voltou para Alagoas, com a finalidade de ser Pastor da Primeira Igreja Batista de Maceió. Daí em diante, não mais se ouve falar em Mello Lins, exceto que foi sepultado em Maceió, em 22.12.1926, com 87 anos de idade.
Sobre ele, escreveu Emile G. Leonard, em seu livro O PROTESTANTISMO BRASILEIRO-ESTUDO DE ECLESIOLOGIA E HISTÓRIA SOCIAL, São Paulo: ASTE, 1963, p. 165): “um dos primeiros brasileiros ilustres convertidos ao protestantismo batista, Wandrejasil de Mello Lins, pertencia a uma das grandes famílias de fazendeiros do Rio Largo(Alagoas)”.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MERVAL DE SOUZA ROSA, de Altos, Piauí, 03.08.1926, escreveu, entre outros, PSICOLOGIA DA RELIGIÃO, além de outros nove livros, sem dados biográficos completos nos textos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Jesuína Maria do Espírito Santo.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Sua cidade de origem- ALTOS- está localizada entre Teresina e Campo Maior. Em janeiro de 1947, Merval Rosa e Manoel Campos, na condição de pregadores leigos, dirigiram, por algum tempo, a Igreja Batista de Campo Maior.
Em 13.12.1948, vindo do interior do Piauí, com 22 anos de idade, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Nos anos seguintes, Bacharelou-se em Teologia. Com o passar do tempo e já como Professor do Seminário do Norte, viajou para os Estados Unidos, onde fez Mestrado e Doutorado em Teologia e Psicologia Educacional.
De volta ao Brasil, formou-se em Letras Clássicas. Fez o curso de Bacharel e Licenciatura em Filosofia Pura, bem como o Bacharel em Psicologia.
Em 1954, com 28 anos de idade, começou suas atividades como Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tendo sido professor do autor destas notas no início de 1970.
Casou-se com Anita, com quem teve os filhos Aneci, Esdras, Miriam, Rute e Ester. Como Ministro Evangélico, foi pastor de diferentes igrejas em Pernambuco.
Nos últimos tempos(2004), com 78 anos de idade, tem sido Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. (Dona Anita, sua esposa, faleceu no Recife, no dia 07.05.2006, tendo sido velada na Igreja Batista do Cordeiro).
Escritor, Conferencista. Administrador, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Pensador, Ativista, Educador, Orador.
É mencionado em dezenas de livros, dentre outros, HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ, de Itamar Sousa Brito. Mas não é referido no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MIRTES MATIAS(Mirtes Matias Antonio), de Valença, Rio de Janeiro, 12.01.1933, escreveu, entre outros, POEMAS PARA MEU SENHOR(1967), HÁ UM DEUS EM TUA VIDA, COMPRA-ME UMA FLOR, “BOM DIA, AMOR”, VIM FICAR CONTIGO, “CANTA, MESMO QUANDO...”, MENINA SEM NOME(1972), ANTES QUE CAIAM AS ESTRELAS(Romance-1972), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1966, com 33 anos de idade, formou-se em Teologia.
Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Professora, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Autora de literatura infantil, Teatróloga.
Apesar de sua importância, não é mencionada no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Schuma Schumaher, não é referida em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo, não é estudada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, não é suficientemente lembrada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 Volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MOISÉS SILVEIRA, de Macaé, Estado do Rio, 1908. Com 14 anos de idade, em 1922, foi batizado por Joaquim Fernandes Lessa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário no Colégio Batista do Rio. Em 1933, com 25 anos de idade, tornou-se professor do Colégio Batista.
Em 1935, tornou-se Diretor do Departamento de Literatura da Junta de Escolas Dominicais. Em 1938, com 30 anos, licenciou-se em Letras, pela antiga Universidade do Distrito Federal. Foi professor de português nas Escolas da Prefeitura Municipal do Rio.
Em 1940, foi eleito Diretor-Redator do O JORNAL BATISTA, em substituição a Teodoro R. Teixeira. Ficou no jornal batista até 1946. Foi eleito Secretário Executivo da Junta de Missões Estrangeiras, tendo aberto o campo missionário na Bolívia, em 1946. Foi eleito Diretor do Colégio Batista do Rio, em 1952, onde ficou até 1969. Em 1970, com 62 anos, tornou-se Superintendente de Publicações Gerais, da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações). Estava nesta função, quando faleceu no Rio de Janeiro, em 1972, com 64 anos de idade.
Foi diácono da Igreja Batista de São Cristóvão, hoje Quarta Igreja Batista do Rio. Foi membro da Igreja Batista de Rio Dourado. Foi membro da Comissão Revisora do “CANTOR CRISTÃO”.
Bem estudado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

MUNGUBA SOBRINHO(José Munguba Sobrinho), de Recife, Pernambuco, 1895, escreveu, entre outros, TRÍPLICE VITÓRIA DO AMOR, QUANDO CHEGA A PRIMAVERA, ESBOÇO DE HOMILÉTICA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 16 anos de idade, em 1911, matriculou-se no Colégio Americano Batista Gilreath e em seguida no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, onde se formou Bacharel, em 1916.
Em 1918, com 23 anos, no mesmo Seminário, concluiu o Mestrado em Teologia. Nos anos seguintes, foi para Manaus, na Amazônia, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Manaus. Teve participação diminuta na primeira fase do movimento radical, em 1923.
Depois de alguns anos em Manaus, assumiu em 1929, quando tinha 34 anos de idade, o pastorado da Igreja Batista da Capunga, no Recife. Na mesma época, tornou-se igualmente, professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 1937, com 42 anos, foi eleito Diretor, por dois anos, do Seminário do Norte, em substituição a Orlando Falcão, o que provocou muita briga e a segunda fase do movimento radical, em 1940.
É que Orlando Falcão tinha sido um excelente administrador e, ao invés, de ser reeleito, foi substituído por Munguba Sobrinho. Depois de 2 anos, teve de ceder o seu lugar de Diretor a um missionário norte-americano, no caso S. L. Watson, para que a contenda terminasse, o que também não aconteceu.
Durante mais de 40 anos, foi Pastor da Igreja Batista da Capunga. Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira em 1926, em 1932, em 1936 e em 1947.
Faleceu no Recife, com 77 anos de idade, em 1972.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

NABOR NUNES FILHO, de Itabaiana, Paraíba, 26.06.1944, escreveu, entre outros, EROTICAMENTE HUMANA(1997), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Nabor Nunes de Figueira e Noeme Marques de Figueira.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Descendente de uma família de poetas de literatura de Cordel e de repentistas Nordestinos, entre os quais, o poeta Paulo Nunes Batista, Agostinho Nunes, Ugolino Nunes, Nicandro Nunes, etc.
Entre 1965 e 1969, fez o curso de Bacharel em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife, Pernambuco, tendo sido colega do autor destas notas no dito seminário. Entre 1970 e 1972, fez o curso de Bacharel em Música Sacra, no mesmo Seminário do Norte.
Casou-se com Mirian, com quem teve Adriana, Luciana e Luciano. Nos anos seguintes, mudou-se para São Paulo.
Entre 1983 e 1989, fez nova Graduação em Música. Entre 1992 e 1994, concluiu o curso de Mestrado em Educação, na Universidade Metodista de Piracicaba, defendendo a tese “EROS E HUMANIZAÇÃO”, tendo como Orientador Dr. Hugo Assmann.
Entre 1995 e 1997, com o mesmo Orientador, concluiu o curso de Doutorado em Educação, defendendo a tese “DEVANEIO E ARTE NA COMPLEXIDADE HUMANA”, na mesma Universidade Metodista de Piracicaba.
Nos anos seguintes e a partir de 1984, tornou-se Professor, Regente e Compositor do Coral Universitário da Universidade Metodista de Piracicaba. Em 1986, tornou-se Diretor e Administrador do Núcleo Universitário de Cultura, da UNIMEP, em Santa Bárbara D`Oeste, interior paulista.
Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Cordelista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Pianista, Compositor.
Membro do Conselho da Faculdade de Ciências da Religião, bem como vinculado a Comissões e Consultoria da dita Faculdade. Citado no DICIONÁRIO DE MUSICA EVANGÉLICA(1994), de Rolando de Nassau. Foi Ministro de Música em algumas Igrejas Batistas do Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA(1998), de Marcos Antonio Marcondes, não é mencionado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE MUSICA ERUDITA BRASILEIRA(2005), de Olga G. Cacciatore, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

NICOMEDES AUGUSTO DA SILVA, de Sacramento, Minas Gerais, 14.05.1915, escreveu, entre outros, VIDA E OBRA DE UM MISSIONARIO EDUCADOR-Arthur Wesley Archibald(1984). Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Por volta de 1930, foi trabalhar como sapateiro na fábrica de sapatos de Ipameri, interior de Goiás, na chamada Fábrica Santa Cruz, da firma Leyser & Benvinhate.
Nesta fabrica sofreu um acidente com uma descarga eletrica. Foi conduzido como morto, de trem, para o Hospital Evangelico Goiano de Anápolis, do Dr. James Fanstone. Depois de muitos meses sobreviveu, mas ficou mutilado.
Em 1937, com 22 anos, através do missionário Archibald foi fazer o curso de Teologia no Instituto Bíblico Goiano de Anápolis, concluindo o curso em 21.11.1943.
Ordenado Ministro Evangélico, em 1944, foi ser Pastor da Igreja Cristã Evangélica de Pirenopolis e depois de Ceres, onde fundou ainda em 1944, o Colegio Alvaro de Melo, a serviço da Igreja Evangélica e da União Evangélica Sul Americana (UESA).
Entre 1951 e 1955 foi para o Rio de Janeiro, onde se tornou Diretor do Instituto Álvaro Reis. Voltando ao Estado de Goiás, tornou-se Pastor da Igreja Cristã evangélica de Goiás Velho. Em 1958, com 43 anos de idade, assumiu a Direção do Internato do Colégio Couto Magalhães.
Em 1959, esteve em Brasília, como Pastor da Igreja Cristã Evangélica do Núcleo Bandeirante. No Seminário Bíblico Goiano, antigo Instituto Bíblico Goiano, fundado por Archibald, em 1938, foi, a partir de 1960, Presidente, Diretor e Tesoureiro.
Em 1964, tornou-se Secretario Executivo da Associação Educativa Evangélica de Anapolis. Fundou e pastoreou a Igreja Cristã Evangélica Livre de Anápolis. Foi Presidente da Mesa Administrativa Nacional da Igreja Cristã Evangélica do Brasil.
Em 1973, foi Diretor-Geral do Complexo Educacional Couto Magalhães. Presidente da Associação Educativa Evangélica de Anápolis em muitas oportunidades, inclusive quando o autor destas notas se tornou Professor da Faculdade de Filosofia e da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA).
Recebeu muitos títulos honoríficos, destacando-se CIDADÃO ANAPOLINO(1978) e COMENDA SOUZA RAMOS(1982). Casou-se com Dona Balbina Mendonça Ribeiro, com quem teve a filha Loide Eunice Silva.
Faleceu na UTI do Hospital Evangélico Goiano de Anápolis, no dia 14.05.1990, com 75 anos de idade. Mas como nem tudo é perfeito, terminou enfrentando uma batalha judicial entre a Associação Educativa Evangélica e a Igreja Evangélica Cristã de Anápolis, batalha esta ganha pela Associação, envolvendo vários advogados, entre os quais, Adahyl Lourenço Dias, advogado da Igreja Evangélica Cristã.
Sobre o assunto, o Rev. Aristótens de Freitas, Presidente da Mesa Administrativa Nacional da Igreja Cristã Evangélica no Brasil, chegou a escrever um livro(hoje raríssimo, mas em poder deste autor), com o titulo O DOLOROSO CASO DO APOSSAMENTO DOS BENS DA IGREJA CRISTÃ EVANGELICA NO BRASIL PELA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGELICA(1977) e ainda o subtítulo “por um grupo de indivíduos que, rebelados contra ela, traíram seus próprios mandatos, de outorgados passaram a outorgar, de mordomos passaram a donos”.
Os indivíduos a que se refere o texto são Arthur Wesley Archibald, Arlindo Ribeiro, Nicomedes Augusto da Silva, Benjamin Siqueira Lobo, Isaac de Souza Carvalhedo e Pedro Pereira Lima e outros.
É referido no livro MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. É estudado no livro LETRAS ANAPOLINAS(1984), de Mario Ribeiro Martins.
Apesar de sua importância, não é lembrado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS(1984), de Ciro Lisita Junior, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

NILSON BORCARD DA FONSECA, de Natividade, Rio de Janeiro, 07.03.1949. Após os estudos primários, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Batizado pelo Pastor Genecy Farizel na Primeira Igreja Batista de Natividade. Mudou-se para Campos, onde se tornou membro da Primeira Igreja Batista.
Casou-se em 1975, com 26 anos, com Janete, com quem teve a filha Janicele. Tambem em 1975, formou-se em Direito. Em 1979, com 30 anos, matriculou-se no Seminario Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro.
Em 04.07.1981, foi consagrado Ministro Batista, na Primeira Igreja Batista de Copacabana, no Rio de Janeiro. Em 1983, formou-se Bacharel em Teologia. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Piedade, Rio de Janeiro, da 3ª Igreja Batista de Campos, da PIB de Guarus, em Campos, da Igreja Batista Central de Resende, Rio de Janeiro, da 2ª Igreja Batista de Goytacazes, Campos.
Atualmente(2006), é Pastor da Primeira Igreja Batista de Grussaí, São João da Barra, Estado do Rio.
Sobre ele escreveu excelente materia, Janicele Contage Fonseca Ferraz, sua filha no O JORNAL BATISTA(Rio de Janeiro, 08.10.2006).
É referido na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA(Salvador, Artios, 1997), de Sóstenes Borges de Sousa.
Apesar de sua importancia, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ORLANDO FALCÃO(Orlando Rego Marinho Falcão), de Bom Jardim, Pernambuco, 1888, escreveu, entre outros, ARTIGOS DE JORNAIS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Quando tinha catorze(14) anos de idade, por volta de 1902, foi batizado por Salomão Ginsburg, num dos povoados de Bom Jardim. Conforme Othon Ávila, teria sido batizado pelo Pastor Manoel Olimpio Cavalcanti, na Igreja Batista de Figueira, em Bom Jardim, no dia 07.11.1907, com 19 anos de idade.
Nos anos seguintes, foi estudar no Colégio Americano Batista Gilreath. Logo depois, tornou-se aluno do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, onde se formou Bacharel em Teologia.
Em 13.05.1913, quando tinha 25 anos de idade, foi consagrado Ministro Evangélico, tornando-se Pastor Batista da Igreja Batista da Torre, no Recife.
Nos anos seguintes, foi enviado pelo Seminário para a Universidade de Baylor, Waco, Texas, formando-se Mestre em Teologia(Th. M). Estudou também no Seminário de Louisville.
De volta ao Brasil, por volta de 1917, quando tinha 29 anos de idade, tornou-se Professor do Colégio Americano Batista Gilreath e do Seminário do Norte, além de Pastor da Primeira Igreja Batista do Recife. Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira, em 1922, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro. Teve participação decisiva no movimento chamado RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, conforme o livro HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL(Recife, Acácia Publicações, 1974) de Mario Ribeiro Martins ou no site www.mariomartins.com.br
Em virtude do dito movimento, Orlando Falcão foi excluído da Primeira Igreja e fundou, junto com outros, a Igreja Batista da Concórdia, no dia 08.10.1923. Em 1937, com mais de 49 anos, foi Secretário Correspondente da Junta Cooperativa da Convenção Pernambucana.
Em maio de 1937, assumiu interinamente, o cargo de Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, naquele momento intitulado “Faculdade Teológica Batista do Norte”.
Em 1940, Orlando Falcão foi novamente eleito Reitor do Seminário do Norte, mas como houve resistência ao seu nome, pediu demissão da Reitoria, em 1941. Sua saída provocou muitos atritos e deu início à segunda parte do movimento radical.
Em 1942, tendo saído da Convenção Evangelizadora, foi para a Convenção Pernambucana, tendo sido inclusive seu Presidente, quando a convenção batista se realizou na Igreja Batista de Água Fria.
Em 1954, já com 66 anos de idade, o Pastor Orlando Falcão se encontrava vinculado à Associação Batista Brasileira. Depois disto não mais se teve informação sobre ele. Daí ter escrito Zaqueu Moreira de Oliveira, em seu livro PANORAMA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(1964): “A última notícia que temos dele é de 1956, já sem dirigir qualquer igreja”.
Em 1956 já contava com 68 anos de idade, não se sabendo quando morreu. Quando Salomão Ginsburg publicou o seu livro UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL, em inglês, em 1921, fez rasgados elogios a ele.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

OSVALDO RONIS, de Nova Odessa, São Paulo(de origem leta), 1913, escreveu, entre outros, UMA EPOPÉIA DE FÉ: HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL(Rio, Juerp, 1974), GEOGRAFIA BIBLICA(Rio, Juerp, 1975), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Matriculou-se, em 1936, com 23 anos de idade, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Teologia em 1940, com 27 anos, ao lado de José dos Reis Pereira, que foi também professor do Seminário do Sul, Alberto Araújo, que foi por alguns anos professor no Seminário e Pastor, por mais de 50 anos, da Igreja Batista de Neves, Emanoel Fontes de Queiroz, que foi Secretário-Executivo da Junta de Missões Estrangeiras e Benjamim Monteiro, que foi Diretor, por vários anos, do Orfanato Batista do Distrito Federal, hoje Cidade Batista da Criança (no Rio de Janeiro).
Osvaldo Ronis lecionou por muitos anos Geografia Bíblica e Arqueologia no Seminário Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Foi Pastor de muitas igrejas, entre as quais, Igreja Batista de Moneró, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro.
É referido na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, com atualização de Clóvis Moreira Pereira e apêndice de Othon Ávila Amaral, bem como no livro MARCOS BATISTAS PIONEIROS(2001), de Othon Ávila Amaral.
O autor destas notas, por seu vínculo com a missionária batista leta Zênia Birzniek, é mencionado na página 495, de seu livro “Uma Epopéia de Fé- A História dos Batistas Letos no Brasil”.
Apesar de sua importância, Osvaldo Ronis não é estudado no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo, não é citado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

OTHILIA HEMRICH PORTUGAL, de Nova Friburgo, Estado do Rio, 25.11.1915. Filha de Julio Rodolfo Hemrich e Clara Faustina Verner Hemrich. Fazia parte de um conjunto de 14 irmãos, nove homens e cinco mulheres.
Seu pai, de origem alemã, era engenheiro. Após estudar em vários lugares e colégios, terminou por se formar normalista, tornando-se professora pelo Instituto Gammon, de Lavras, Minas Gerais. Cursou o Seminário Teológico de Campinas, São Paulo, através do qual se fez missionária presbiteriana.
Depois de lecionar e realizar trabalho missionário em Campo Belo, Varginha, Formiga e Nepomuceno, em Minas Gerais, transferiu-se para Goiás, a convite do Governador Pedro Ludovico Teixeira, indo para Rio Verde, na década de 1930, onde fundou a Escola Normal de Rio Verde e foi a sua primeira diretora.
A convite do Dr. James Fanstone, mudou-se para Anápolis, em 1934, vinculando-se ao Colégio Couto Magalhães, como auxiliar do então Diretor Antonio de Oliveira Brasil. Neste colégio, lecionou, desde o Jardim de Infância até as series seguintes.
Na Escola Normal Regional, anexa ao Couto Magalhães, lecionou também Pedagogia, Psicologia e Didática Geral. Em 1959, com 44 anos de idade, foi professora do Exame de Admissão e da Escola Normal Couto de Magalhães, lecionando Psicologia e Historia da Educação.
Aposentou-se em 1975, com 60 anos. Recebeu o titulo de CIDADÃ ANAPOLINA. Escreveu para diversos jornais e revistas, entre os quais, A CINQUENTENÁRIA.
Sua irmã Loide Hemrich que nasceu em Nova Friburgo em 26.07.1906 e que foi professora do Instituto Bíblico de Patrocínio, em Minas Gerais, terminou vindo para Rio Verde, onde, junto com a família, fundou a Igreja Evangélica Presbiteriana e depois veio para Anápolis, tornando-se funcionaria do Cartório do Segundo Oficio, vivendo em Anápolis por mais de 14 anos, vindo a falecer em 23.09.1974, com 68 anos, depois de ter escrito o livro AS FLORES DO MEU CAMINHO.
Quanto a Othilia Hemrich, é estudada no livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANAPOLIS(1986), de Mario Ribeiro Martins, bem como em MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Apesar de sua importância, não é estudada no livro ANAPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO(1981), de Haydée Jayme Ferreira, não é referida no DICIONARIO ENCICLOPEDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é mencionada no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

OTHON ÁVILA AMARAL, de Valença, Estado do Rio, 1939, escreveu, entre outros, ROTEIRO HISTORICO DOS BATISTAS FLUMINENSES(1977), MARCOS PIONEIROS BATISTAS(2001), este, com prefácio de Fausto Aguiar de Vasconcelos e notas de Iomael Sant`Anna, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno de Colégio de Frades, onde ganhou seu primeiro presente, a BIOGRAFIA DE RUI BARBOSA, de Cecília Meireles. Ex-membro do Partido Comunista, participou de reuniões com Luis Carlos Prestes.
Converteu-se ao Evangelho, na Campanha Nacional de Evangelização, em 1965, com 26 anos, na Igreja Batista Central de Santa Cruz, sendo batizado na Igreja Batista de Valença, Estado do Rio.
Casou-se com Jane Teixeira, com quem tem os filhos André Luis, Marcus César e Alice Cristina. Hoje sua biblioteca particular conta com mais de 4 mil livros. Membro da Igreja Batista de Mesquita, no Estado do Rio.
Tornou-se morador da Baixada Fluminense há 36 anos, portanto, desde 1970. Dedicou-se à leitura quando começou a ler as cartas que a sua mãe escrevia para o seu pai, em 1936.
Membro fundador da Academia de Letras e Artes de Mesquita, cooperador da Academia Valenciana de Letras, membro honorário da Academia Pedralva de Letras e para completar seu currículo, membro correspondente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras.
Em 2001, publicou o livro MARCOS PIONEIROS BATISTAS, mas já tinha Roteiro HISTÓRICO DOS BATISTAS FLUMINENSES(1977).
Sobre ele, escreveu J. Reis Pereira: “Othon é desses que mergulham num livro ou numa coleção de jornais e é capaz de esquecer do almoço ou do jantar. É daquelas pessoas que têm essa grata satisfação de se maravilharem com as descobertas que fazem escaninhos do passado”.
Entre suas coleções, destaca-se a coleção do JORNAL BATISTA, de 1921. Foi Secretário do JORNAL BATISTA durante 17(dezessete). Foi Secretario da Convenção Batista Fluminense 5(cinco) vezes. Foi Secretario da Convenção Batista Brasileira em 1982, a convenção do centenário em Salvador, na Bahia.
Durante muitos anos, foi Redator, Secretário, Editor e Diretor do Jornal Batista, sendo hoje(2006) membro do Conselho Editorial.
É um dos atualizadores do livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

PASCHOAL DE MUZIO, de Anápolis, Goiás, 06.01.1897. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Com 23 anos de idade, em 01.09.1920, foi consagrado ao Ministerio Batista, tornando-se Pastor. Casou-se com Maria Conceição Muzio. Tornou-se missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro, indo trabalhar no Estado de Goiás.
Foi o primeiro Pastor da Igreja Batista de Catalão, em Goiás, empossado em 26.09.1920. Esta Igreja Batista de Catalão, alem de ser a primeira Igreja que surgiu em Goiás, foi organizada em 26.09.1920, com 19 membros vindos da Primeira Igreja Batista de São Paulo e mais alguns da cidade e de Anápolis que tinham sido batizados por Salomão Ginsburg.
Esteve presente na organização desta Igreja, o missionario norte-americano Francis Marion Edwards, Pastor da Primeira Igreja Batista de São Paulo e o missionario Salomão Ginsburg. Esta Igreja e as demais pertenciam ao Campo Paulista, mas em 1928 passaram a pertencer ao Campo Mineiro.
Paschoal de Muzio deixou o pastorado da Igreja Batista de Catalão em 1924, quando esta Igreja desapareceu e os seus pertences foram cedidos para a Igreja Batista de Ipameri, Goiás, que tinha sido organizada por Salomão Ginsburg, em 17.01.1923.
Depois de 1924, nada mais se sabe sobre Paschoal Muzio, exceto que foi para o Estado de São Paulo e morreu na cidade de Jundiaí, interior paulista, em 13.02.1967, com 70 anos de idade.
É mencionado no livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(1988), de José da Cunha Bastos, bem como em HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RAFAEL GIÓIA MARTINS, de Piracicaba, São Paulo, 1898, escreveu, entre outros, O SACRAMENTO DA PENITÊNCIA(1932), O SACRAMENTO DA EUCARISTIA(1962), LIÇÕES DOMINICAIS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 18 anos de idade, em 1916, entrou para o Seminário Diocesano de Campinas, no Estado de São Paulo.
Em 1924, com 26 anos, foi ordenado Sacerdote Católico, passando a servir na Igreja Católica e nas funções de redator do jornal "Tribuna" e como Professor de Exegese Bíblica, no Seminário de Campinas, durante cerca de 5 anos.
Não concordando com a doutrina do Celibato, deixou a batina e se casou, embora tivesse continuado católico e professor.
Depois de ouvir as conferencias proferidas pelo ex-padre católico Rev. Hipólito de Oliveira Campos, converteu-se ao evangelho, batizando-se na Igreja Batista Paulistana, pelo Pastor Emílio W. Kerr e tornando-se Pastor Batista, consagrado ao Ministério Batista, em 17.04.1932, quando tinha 34 anos.
A partir de então, percorreu o Brasil de norte a sul e de leste a oeste, fazendo pregações e realizando batismos. Casou-se com Elza Lazarina Gióia Martins, com quem teve vários filhos. Nos anos seguintes, fixou-se em pastorados locais e longos.
Foi pastor da Igreja Batista Paulistana, na Capital de São Paulo. Passou pela Primeira Igreja Batista de Campo Grande, no Mato Grosso, onde além de Pastor, dirigia um Colégio com mais de mil anos.
Tomou posse como Pastor da Primeira Igreja Batista do Brás, em 06.04.1947, mas somente assumiu o comando da Igreja em janeiro de 1948. No seu Ministério, a Igreja organizou 13 igrejas, possuindo trabalho evangelístico em mais de 10 pontos de pregação e congregações.
Para corresponder a esse crescimento que a Igreja estava vivendo, o templo da Rua Maria Marcolina, inaugurado em 14/06/1930, foi ampliado e consagrado em 01/04/1955. Um de seus filhos, Rafael Gióia Martins Junior, além de poeta, foi também Vereador, Deputado Estadual e Deputado Federal por São Paulo.
Rafael Gióia Martins faleceu no exercício do Pastorado da Igreja Batista do Brás no dia 03/05/1963, com 65 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RAFAEL GIÓIA MARTINS JÚNIOR(Ver Gióia Junior).

RAIMUNDO FROTA DE SÁ NOGUEIRA, de Plácido de Castro, Estado do Acre, 01.05.1926, escreveu, entre outros, “A PRÁTICA PEDAGÓGICA DE LOURENÇO FILHO NO ESTADO DO CEARÁ”(Fortaleza, UFC, 2001), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado.
Filho de Cearenses que tinham ido para o Acre. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Teologia. Licenciado em Filosofia Pura na Universidade Católica de Pernambuco.
No período de 1968, foi Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, tendo sido professor do autor destas notas. Durante 3 anos(1965, 1966 e 1967) foi Pastor da Igreja Batista de Tegipió, no Recife, sendo substituído em 1968 por este autor que lá permaneceu até 1973.
Raimundo Frota foi também professor da Universidade Católica de Pernambuco. Participou, em 1968, do CONCILIO EXAMINATÓRIO que examinou e consagrou o autor destas notas, como Pastor da Igreja Batista de Tegipió, ao lado de David Mein, Livio Lindoso, Ramos André, H. Barry Mitchell, José de Almeida Guimarães, Renato Cavalcanti, Zacarias Lima, Valdomiro Luis de Sousa, Elizeu Martins, Luis de Siqueira, Alcides Machado, José Viana de Paiva, Jonas de Lima, Pedro dos Reis, João Luis de Sousa, Manoel Nazário, Genésio Guimarães e Oséas Santos.
Depois de alguns anos no Recife, foi para Fortaleza, tornando-se Professor da Universidade Federal do Ceará, onde também defendeu tese de Doutorado. Foi Reitor do Seminário Teológico Batista do Ceará que tinha sido fundado em 1991, pela Convenção Batista Cearense. Foi Pastor da Igreja Batista Memorial de Fortaleza.
Em 2006, com 80 anos de idade, recebeu o titulo de CIDADÃO CEARENSE.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Não é citado na BREVE HISTORIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Recife, Acacia Publicações, 1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, bem como não é lembrado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RICARDO PITROWSKY, Gaúcho, do Rio Grande do Sul, 1891, escreveu, entre outros, A MORDOMIA CRISTÃ E O DÍZIMO, O SABATISMO À LUZ DA PALAVRA DE DEUS, HINOS EVANGÉLICOS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Era descendente de poloneses e de alemães.
Com 12 anos de idade, em 1903, foi batizado pelo Pastor Carlos Roth. Nos anos seguintes, foi para o Rio de Janeiro, onde chegou em março de 1911, com 20 anos, matriculando-se no Colégio Batista do Rio. Terminado o Colégio, fez o Bacharel em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, ao lado de Manoel Avelino de Souza e Frederico Freymann.
Em 1916, com 25 anos de idade foi para Salvador, Bahia, tendo sido consagrado ao ministério, em 25.02.1917, tornando-se Pastor de quatro Igrejas Batistas.
No dia 13.02.1918, tornou-se Pastor da Igreja Batista do Engenho de Dentro(Segunda do Rio), ficando até 1956. Em 1919, com 28 anos, casou-se com Eugênia Thomas.
Nos anos seguintes, concluiu o seu Mestrado em Teologia, no mesmo Seminário do Sul, onde tinha feito o curso de Bacharel. Seu pastorado na Igreja do Engenho de Dentro durou mais de 30 anos. Foi um dos fundadores da Junta Patrimonial.
Em 1935, com 44 anos, foi Presidente da Junta de Missões Estrangeiras e também seu secretário-executivo. Foi um dos fundadores do Instituto Evangélico de Cegos.
Como autor, Ricardo Pitrowsky, figura no "Cantor Cristão" com 23 hinos, sendo seis originais, uma adaptação e 16 traduções. Como compositor, fez os arranjos dos hinos de número 179 e 416. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1965, com 74 anos de idade. Sobre ele, escreveu excelente matéria, o ilustre Rolando de Nassau, em seu site ROLANDO NASSAU NA INTERNET.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ROBINSON CAVALCANTI(Dom Edward ROBINSON de Barros CAVALCANT), de Recife, Pernambuco, 21.06.1944, escreveu, entre outros, CRISTIANISMO E POLÍTICA, CRISTO NA UNIVERSIDADE BRASILEIRA, O CRISTÃO, ESSE CHATO, UMA BENÇÃO CHAMADA SEXO, AS ORIGENS DO CORONELISMO, IGREJA – AGÊNCIA DE TRANSFORMAÇÃO HISTÓRICA, IGREJA – COMUNIDADE DA LIBERDADE, LIBERTAÇÃO E SEXUALIDADE, A UTOPIA POSSÍVEL, A IGREJA, O PAÍS E O MUNDO, IGREJA – MULTIDÃO MADURA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de Edward Lopes Cavalcanti e Gerusa de Barros Cavalcanti. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 03 anos de idade, em 1947, mudou-se para União dos Palmares(Alagoas), estudando até a oitava série. Filho de empresário e político, freqüentou a paróquia Santa Maria Madalena(Igreja Católica) e fez parte da União dos Estudantes Secundaristas de Alagoas(UESA).
Freqüentou também sessões kardecistas, bem como passou a ser evangelizado por batistas e adventistas do sétimo dia.
Em 1960, com 16 anos de idade, foi para o internato do Colégio Evangélico Presbiteriano XV de Novembro, em Garanhuns, Pernambuco, onde iniciou o curso clássico e tornou-se Presbiteriano. Em 1961, matriculou-se no Colégio Nóbrega, dos Jesuítas, no Recife, morando com os seus avós paternos. Neste colégio, é iniciado nos estudos de Maritain, Marcel, Mounier, Jolivet e outros, além dos Documentos Sociais Pontifícios, de Leão XIII a Paulo VI, e os Documentos do Concílio Vaticano II.
Integra a liderança do CESP – Centro dos Estudantes Secundaristas de Pernambuco. No início de 1962 desvincula-se da Igreja Romana e do Espiritismo Kardecista, quando conclui o Curso Clássico e o Curso de Língua e Cultura Hispânica.
Em 31 de outubro de 1963 (Dia da Reforma) foi confirmado na Igreja Evangélica Luterana do Brasil (IELB). De 1963 a 1966 cursou Licenciatura em Ciências Sociais na Universidade Católica de Pernambuco (dos Jesuítas), e Língua Inglesa, na Sociedade Cultural Brasil-EEUU.
De 1963 a 1967 cursou, simultaneamente, o Bacharelado em Direito na Universidade Federal de Pernambuco, participou da política estudantil, integrando o Diretório Acadêmico “Demócrito de Souza Filho”, da Faculdade de Direito, e do Teatro Universitário. Ingressou na ABU (Aliança Bíblica Universitária). Fez estágio no Departamento de Ciências Sociais da Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Iniciou sua vida como Advogado, Assessor da ABU (10 anos) e professor nos Colégios Agnes Erskine (Presbiteriano), Americano Batista e Sagrado Coração Eucarístico de Jesus.
Optou pela carreira universitária, como professor de Ciência Política, na Faculdade de Filosofia do Recife (FAFIRE, das Irmãs de Santa Dorotéia), Seminário Presbiteriano do Norte, Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).
Em 1974-1975 cursou o Mestrado em Ciência Política no Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ), da Universidade Cândido Mendes, defendendo (como denominada então), a tese: “Alagoas – a Guarda Nacional e as Origens do Coronelismo”. Foi Evangelista e Candidato ao Ministério na IELB(Igreja Evangélica Luterana do Brasil).
Participou da fundação (1970) da Fraternidade Teológica Latino-americana (FTL), onde integrou, por sete anos, a sua Comissão Executiva. Integrou, também, a Comissão de Convocação do Congresso de Lausanne (1974), e a Comissão de Lausanne para a Evangelização Mundial (LCWE), por quatro anos, bem como a Comissão Teológica da Aliança Evangélica Mundial (LCWE), na Unidade “Ética e Sociedade”.
Filiou-se aos Gideões Internacionais e ao Rotary Club. Passou a colaborar como articulista na imprensa escrita. Por 10 anos escreveu a coluna dominical “Evangelismo” no Jornal do Commércio, e, por dois anos a coluna “Panorama Evangélico”, do Diário da Noite. Escreveu, por cinco anos, para a revista Kerygma (São Paulo), e é o mais antigo colaborador da revista Ultimato (Viçosa-MG.) Ao todo são mais de 1.000 artigos sobre Teologia e Ciência Política, publicados no Brasil e no Exterior.
Atuou, também, na rádio e na televisão, em programas religiosos e políticos, passando a dar conferências no país e no exterior, principalmente na área de Ética Social. Como convidado do Governo, pregou no Culto Semanal dos Deputados, na Capela do Parlamento da Suécia.
Foi candidato a Deputado Estadual, em 1982, pela oposição ao Regime Militar (e membro do Diretório Municipal do PMDB do Recife), e participou das campanhas pela Anistia e pelas ‘Diretas Já’. Nas Universidades – onde lecionou por 35 anos – integrou quase todos os Colegiados Superiores.
Foi Coordenador de Graduação, de Pós-Graduação (Especialização), de Mestrado, Chefe de Departamento, e, finalmente, Diretor do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da UFPE.
Foi professor conferencista-visitante na Universidade do Alabama, em Birmingham, lecionando a disciplina “Sistemas Políticos Comparados”. Foi Assessor do Conselho Regional de Pernambuco do Colégio Notarial do Brasil, da Prefeitura da Cidade do Recife (e membro do Conselho Municipal de Educação) e, do então Deputado Federal, Humberto Costa.
Coordenou, entre as igrejas evangélicas, a nível nacional, as campanhas presidenciais de Lula, de 1989 e 1994. Militou no Partido dos Trabalhadores, onde foi membro do Diretório Municipal e candidato a vice-prefeito de Olinda (1996).
Filiado a duas Seções Sindicais da ANDES – Sindicato Nacional (dos Professores Universitários) foi candidato a uma das vice-presidências da entidade, na chapa encabeçada pela professora e ex-prefeita de Fortaleza, Maria Luiza Fontenelle.
Foi presidente da ASAS, ONG de apoio aos portadores de HIV/AIDS. Participou da campanha do “Parlamentarismo” e da campanha pelo “Fora Collor”. Por cinco anos, integrou o NIES – Núcleo Interdisciplinar de Estudo sobre a Sexualidade da UFPE, participando de debates sobre o tema em várias instituições, inclusive defendendo, como convidado, a posição ortodoxa da Igreja, na Semana Cultural do “V Congresso Brasileiro de Homossexuais”.
Compatibilizando a defesa da Ética Bíblica com a defesa da Cidadania, integrou o grupo de pastores evangélicos que subscreveu o manifesto de apoio a Emenda Marta Suplicy (direitos patrimoniais e previdenciários).
Definindo-se como um democrata, nacionalista, federalista, regionalista, municipalista, parlamentarista, defensor de uma Sociedade Solidária e de uma Economia pós-Capitalista, inspirada nos valores judaico-cristãos, participou de um sem número de movimentos em defesa da Justiça Social, sempre encarando tal participação como expressão de um ministério profético.
Depois de anos de estudo e aproximação, filiou-se a então Igreja Episcopal do Brasil (IEB), Paróquia da Santíssima Trindade, pelas mãos do Bispo Dom Edmund Knox Sherril, em 21 de junho de 1976, sendo, sucessivamente, Leitor (Ministro Leigo), membro de Junta Paroquial, Postulante e Candidato às Sagradas Ordens, Diácono e Presbítero, trabalhando na Santíssima Trindade, Bom Samaritano, Emanuel e Redenção (sempre não remunerado).
Foi Delegado Sinodal e membro da JUNET mais de uma vez, tendo ministrado em encontros anglicanos em vários países. É membro, há mais de 10 anos, da diretoria internacional da EFAC – Fraternidade dos Evangélicos na Comunhão Anglicana, e membro da Ekklesia.
Em 1997 foi eleito, sagrado e instituído Bispo da Diocese Anglicana do Recife, comparecendo à Conferência de Lambeth, de 1998, participando, ativamente, da rede de correntes ortodoxas anglicanas, no tocante às Sagradas Escrituras, os Credos e a Ética Histórica da Igreja.
Fez sua formação teológica por extensão no Seminário Concórdia (da IELB), no NAET – Recife, e nos Cursos de Capacitação de Obreiros da ABU (IFES – Comunidade Internacional de Estudantes Evangélicos), no Brasil, Equador, EEUU, Áustria e Inglaterra, tendo estudado com vários teólogos anglicanos, como o Rev. John Sttot.
Participou dos seminários internacionais que redigiram os documentos “A Responsabilidade Social da Igreja”, (Grand Rapids, EUA), “O Evangelho e a Cultura” (Willowbank, Bermudas), “Estilo de Vida Simples como Opção Cristã” (Hoddesdon, Inglaterra), “A Declaração de Jarabacoa sobre os Cristãos e a Ação Política” (Jarabacoa, República Dominicana), bem como do Congresso Internacional de Evangelismo (Pattaya, Tailândia), Congresso de Evangelistas Itinerantes (Amsterdã, Holanda), Lausanne II (Manila, Filipinas) e do Seminário para Escritores Evangélicos do Terceiro Mundo (John Haggai Day Center, Cingapura), dentre outros.
É membro da Academia Pernambucana de Educação e Cultura, Academia Pernambucana de Ciências Jurídicas e Morais e Cidadão Honorário da Cidade de Olinda-PE. Como Bispo Diocesano, ordenou 57 Diáconos e 49 Presbíteros.
Nesses sete anos foram abertas 34 das presentes 44 comunidades da Diocese Anglicana do Recife, criados projetos sociais, arcediagados, secretarias e comissões, e reformulados os Cânones, estimuladas as vocações, criado o Diaconato Permanente e o Ministério Local, bem como a instituição de Ministros Leigos e Evangelistas.
Na IEAB foi presidente da Junta Nacional de Educação Teológica – JUNET. Distante do Fundamentalismo e do Liberalismo, considera-se um Cristão, Protestante, Evangélico, Anglicano, defensor da Teologia da Missão Integral da Igreja.
Foi Presidente da OMEB - Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil - Secção de Pernambuco, e um dos idealizadores e membro da primeira diretoria nacional do MEP - Movimento Evangélico Progressista. A Diocese Anglicana do Recife, por suas posições oficiais, integra a maioria ortodoxa da Comunhão Anglicana.
Praticou esportes na juventude (na “terceira idade” está na hidroginástica...), gosta de teatro, cinema e música (do clássico ao folclórico), de uma praia (particularmente Paripueira–AL), e é torcedor do Vasco-RJ, Náutico-PE e CRB-AL.
Atualmente, está aposentado (Professor Adjunto, IV) da UFPE e UFRPE. É casado (desde 05.07.1969) com Miriam, é pai de Eduardo Olímpio e Carla Alessandra, e avô de José e Jahnae.Tem seis irmãos: 3 paternos e maternos: George, Thales e Rose, e 3 paternos: Eddie, Elba e Patrícia.
Em 1973, fez a apresentação do livro do autor destas notas- GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE- publicado pela Imprensa Metodista, de São Paulo.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ROGÉRIO SCHEIDEGGER MAIA, de Rio Novo do Sul, Espírito Santo, 11.07.1956. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formado em Teologia, foi Pastor da Igreja Batista de Cobilândia, em Vila Velha, Espírito Santo(4 anos). Pastor da Igreja Batista Sinai, em Salvador(10 anos). Pastor da Primeira Igreja Batista de Maceió(10 anos). Presidente da Convenção Batista Alagoana. Presidente da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira. Presidente do Conselho Administrativo do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Membro da Comissão de Planejamento, da Convenção Batista Brasileira(4 anos). Acometido de câncer, faleceu em Maceió, Alagoas, no dia 24.09.2006, com 50 anos de idade. Foi casado com Sonia Regina, com quem teve os filhos Frederico e André.
Sobre ele, escreveu excelente matéria, o Pastor Francisco Dias, em O JORNAL BATISTA, Rio de Janeiro, 01.10.2006.
Encontra-se na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA, de Sóstenes Borges de Souza.
Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ROLANDO DE NASSAU(ROBERTO TORRES HOLLANDA), de Rio de Janeiro, RJ, 08.10.1929, escreveu, entre outros, INTRODUÇÃO À MÚSICA SACRA(1957), DICIONÁRIO DE MÚSICA EVANGÉLICA(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito e Administração. Mudou-se para Brasília em 1961.
É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(2003), de Napoleão Valadares. Assessor Legislativo. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe.
Mantém na internet o site ROLANDO DE NASSAU NA INTERNET, com as melhores informações sobre a Música Evangélica Brasileira.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”(2001, 5 Volumes, 6211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RUBEM ALVES(Rubem Azevedo Alves), de Boa Esperança, Minas Gerais, 15.09.1933, escreveu, entre outros, TEOLOGIA DA ESPERANÇA HUMANA(1969), O ENIGMA DA RELIGIÃO, PROTESTANTISMO E REPRESSÃO, VARIAÇÕES SOBRE A VIDA E A MORTE, DOGMATISMO E TOLERÂNCIA, O QUE É RELIGIÃO, A BONECA DE PANO, A LOJA DE BRINQUEDOS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não referidos em sua biografia.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1945, com 12 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro. Formou-se em Teologia no Seminário Presbiteriano de Campinas.
Em 1958, com 25 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Presbiteriana de Lavras, Minas Gerais, onde permaneceu até 1963. Casou-se em 1959 e teve três filhos: Sérgio (1959), Marcos (1962) e Raquel (1975).
Nos anos seguintes, foi para os Estados Unidos, formando-se Mestre em Teologia, pelo Union Theological Seminary de New York. Doutorou-se em Teologia e Filosofia, pelo Princeton Theological Seminary, de Princeton.
Sua primeira obra Teologia da Esperança Humana (“A Theology of Human Hope”), escrita originalmente em Inglês, como tese de Doutorado, foi traduzida para o francês, espanhol, italiano e depois para o Português.
Músico, Poeta. Professor da Universidade de Campinas. Assessor Teologico do Centro Ecumenico de Documentação e Informação. Teologo brasileiro. Foi Pastor da Igreja Presbiteriana Unida do Brasil.
No início da década de 1980, tornou-se Psicanalista pela Sociedade Paulista de Psicanálise. Em 1988, foi professor-visitante na Universidade de Birmingham, Inglaterra. Posteriormente, a convite da "Rockefeller Fundation" fez "residência" no "Bellagio Study Center", Itália.
Membro da Academia Campinense de Letras, professor-emérito da Unicamp e cidadão-honorário de Campinas, onde recebeu a medalha Carlos Gomes de contribuição à cultura. Depois de aposentar-se, tornou-se proprietário de um restaurante em Campinas. Publicou tambem as seguintes obras: As contas de vidro e o fio de nylon, Editora Ars Poética (São Paulo), Navegando, Editora Ars Poética (São Paulo), Teologia do cotidiano, Editora Olho D Água (São Paulo), A festa de Maria, Editora Papirus (Campinas), Cenas da vida, Editora Papirus (Campinas), Concerto para corpo e alma, Editora Papirus (Campinas), E aí? - Cartas aos adolescentes e a seus pais, Editora Papirus (Campinas).
E tambem: O quarto do mistério, Editora Papirus (Campinas), O retorno eterno, Editora Papirus (Campinas), Sobre o tempo e a eterna idade, Editora Papirus (Campinas), Tempus fugit, Editora Paulus (São Paulo), A menina, a gaiola e a bicicleta, Editora Cia das Letrinhas (SP), A boneca de pano, Edições Loyola (SP), A loja de brinquedos, Edições Loyola (SP).
E ainda: A menina e a pantera negra, Edições Loyola (SP), A menina e o pássaro encantado, Edições Loyola (SP), A pipa e a flor, Edições Loyola (SP), A porquinha de rabo esticadinho, Edições Loyola (SP), A toupeira que queria ver o cometa, Edições Loyola (SP), Estórias de bichos, Edições Loyola (SP), Lagartixas e dinossauros, Edições Loyola (SP).
E tambem: O escorpião e a rã, Edições Loyola (SP), O flautista mágico, Edições Loyola (SP), O gambá que não sabia sorrir, Edições Loyola (SP), O gato que gostava de cenouras, Edições Loyola (SP), O país dos dedos gordos, Edições Loyola (SP), A árvore e a aranha, Edições Paulus (SP), A libélula e a tartaruga, Edições Paulus (SP), A montanha encantada dos gansos selvagens, Edições Paulus (SP), A operação de Lili, Edições Paulus (SP), A planície e o abismo, Edições Paulus (SP), A selva e o mar, Edições Paulus (SP), A volta do pássaro encantado, Edições Paulus (SP).
E ainda: Como nasceu a alegria, Edições Paulus (SP), O medo da sementinha, Edições Paulus (SP), Os Morangos, Edições Paulus (SP), O passarinho engaiolado, Editora Papirus (Campinas), Vuelve, Pájaro Encantado, Sansueta Ediciones SA (Madrid, España), A alegria de ensinar, Editora Ars Poética (SP), Conversas com quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP), Estórias de quem gosta de ensinar, Editora Ars Poética (SP).
E tambem: Filosofia da Ciência, Editora Ars Poética (SP), Entre a ciência e a sapiência, Edições Loyola (SP), O enigma da religião (Campinas, Papirus), L enigma della religione (Roma, Borla), O que é religião? (S. Paulo, Brasiliense), What is religion? (Maryknoll, Orbis), Was ist religion? (Zurich, Pendo), Protestantismo e Repressão (S. Paulo, Ática)Protestantism and Repression (Maryknoll, Orbis), Dogmatismo e Tolerância (S. Paulo, Paulinas), O suspiro dos oprimidos (S. Paulo, Paulinas).
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

RUBENS LOPES, de São Paulo, Capital, 1914, escreveu, entre outros, “UM POUCO DE SOL”, “CRÔNICAS”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seus pais eram portugueses que vieram para o Brasil. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Com 12 anos de idade, tornou-se Pregador na cidade de Santos. Mudou-se para o Rio de Janeiro, tendo estudado no Colégio Batista do Rio e no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil.
Retornou para São Paulo e matriculou-se no Seminário Presbiteriano Independente, onde se formou Bacharel em Teologia, em 1936, com 22 anos. Nos anos seguintes, formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Em 1937, foi consagrado ao ministério batista para ser Pastor da Igreja Batista de Vila Mariana. Durante dois anos foi Pastor Auxiliar do Missionário W. Tecê Bagby. Em 1939, assumiu o pastorado efetivo, permanecendo nesta igreja por mais de 40 anos.
Em 14 ocasiões diferentes, foi Presidente da Convenção Batista Brasileira. Foi Presidente da Convenção Batista Paulistana. Em diferentes épocas, foi Presidente da Ordem dos Pastores Batistas de São Paulo.
Em 1964, comandou a Campanha Nacional de Evangelização. Em 1969, comandou a Campanha de Evangelização nas Américas. Tornou-se famoso Pregador tanto no Rádio quanto na Televisão. Faleceu em São Paulo, em 1979, com 65 anos de idade, tendo falecido no próprio gabinete de trabalho, na Igreja Batista da Vila Mariana.
Há, sobre ele, uma TESE DE DOUTORADO, de autoria de Fausto Vasconcelos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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SAMUEL DE MELLO(Samuel Antonio Pires de Mello), Carioca, do Rio de Janeiro, 05.06.1865. Filho do português, da Ilha da Madeira, Antonio de Mello e mãe não referida. Com a morte do pai, mudou-se para Santos, SP, tornando-se comerciante e agiota. Influenciado pelas conferencias do missionário inglês Frederico G. Glass, tornou-se evangélico. Depois de batizado, desfez de sua casa comercial de penhor para se dedicar à pregação do Evangelho.
Tornou-se Copoltor e passou a vender bíblias, quando chegou a Curitiba, no Paraná. Foi depois para Paranaguá, onde começou a pregar, comprou um terreno, no qual foi inaugurado o templo da Igreja Batista de Paranaguá no dia 12.04.1903.
Passou a pregar também em diferentes outras cidades. Fez contato com a Junta de Missões Nacionais, na época do Secretário Executivo A. B. Deter, que passou a administrar a Igreja. Em 1910, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Campinas, em São Paulo. Faleceu em Campinas, em 01.06.1911, com 47 anos de idade. Foi casado com Malvina Barbosa de Mello, com quem teve os filhos Francisca, Candinha, Marieta e Paulo. Como a casa em que funcionava a Igreja Batista de Paranaguá, estava em seu nome e era a única herança que deixou para Viúva e filhos, as Igrejas da Convenção Batista Paranaense reembolsaram o valor, em dinheiro, para a família.
Em agosto de 1950, uma das ruas de Paranaguá, passou a denominar-se RUA SAMUEL PIRES DE MELLO. É bem estudado na PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção. É mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Não é citado na HISTORIA DOS BATISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SAMUEL MITT, de Borda da Mata, Pouso Alegre, Minas Gerais, 1929, escreveu, entre outros, POR CAUSA DO AMOR A CRISTO(1986), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Arnaldo Mitt e Adelia Mitt(oriundos de KarKsi Nuia, Estônia, de onde vieram em 1924).
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em virtude da atividade de seu pai, morou em diferentes cidades brasileiras, entre as quais, Indaial, Santa Catarina.
São seus irmãos: Gerda Mitt, Ketsia, Paulo, Helmuth Arnaldo, Helio Mario e Ingrid Margarida. Ernesto e Erica Anni faleceram crianças.
Em 1959, com 30 anos de idade, Samuel Mitt casou-se com Marlene Serrão Mitt, com quem tem os filhos Ângela, Davi e João Marcos.
Depois de concluir o curso de Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teologico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, Samuel Mitt tornou-se Pastor da Igreja Batista de Cachoeira do Sul, interior do Rio Grande do Sul. Nos anos seguintes, foi Pastor da Igreja Batista da Floresta, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul.
Era Pastor desta Igreja, quando, após uma pregação de David Gomes, resolveu trabalhar na Junta de Missões Nacionais. Foi missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, a partir de 1963. Foi Professor do Instituto Batista de Carolina, no Maranhão e seu Diretor durante algum tempo, até 1968, quando tinha 39 anos de idade.
Com o passar do tempo, em 1968, Samuel Mitt substituiu o Pastor David Gomes, tornando-se Secretário Executivo da Junta de Missões Nacionais, onde permaneceu até 1978, com 49 anos de idade.
Nos anos seguintes, tornou-se Pastor de várias Igrejas Batistas no Brasil. Representou o Brasil no Third Pan American Congress Of Baptist Men, em 1978. No ano de 1980, sob a direção do pastor Samuel Mitt, foi organizada a Igreja Batista de Bom Retiro, situada no Bairro do Bom Retiro, bairro de influência e colonização alemã na cidade de Curitiba. Esta igreja surgiu por iniciativa de membros da Primeira Igreja Batista de Curitiba.
Em 1986, o Pastor Samuel Mitt foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Copacabana, no Rio de Janeiro. Em 1988, com 59 anos, tornou-se Missionário da Junta de Missões Estrangeiras, hoje Missões Mundiais, indo para Santa Cruz de la Sierra, na Bolivia.
Nos anos seguintes, foi para a cidade do Porto, Portugal, permanecendo até 1998, quando também se aposentou, com 69 anos de idade.
De volta ao Brasil, Samuel Mitt tornou-se Capelão da Faculdade Teológica Batista do Paraná. Tem sido Conselheiro Geral do Ministério em Células, da Igreja Batista do Bacacheri, bem como Pastor de diversas Igrejas Batistas no Estado do Paraná.
Em 16.05.2006, foi homenageado pela Câmara Municipal de Curitiba. Seu sobrinho Ronaldo Mitt é um dos mais importantes fotógrafos de Palmas, no Tocantins, onde reside há cerca de 12 anos, desde junho de 1994, vindo de Porto Alegre.
Samuel Mitt é mencionado na PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção.
Apesar de sua importancia, não é devidamente mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SILAS ALVES FALCÃO, de Recife, Pernambuco, 1915, escreveu, entre outros, PANORAMA DO VELHO TESTAMENTO, VISÃO PROFÉTICA DA VIDA, MEDITAÇÕES EM FILIPENSES, MEDITAÇÕES EM COLOSSENSES, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio Americano Batista Gilreath, por volta de 1929. Nos anos seguintes, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, terminando o curso de Bacharel em Teologia, em 1937, quando tinha 22 anos de idade.
No mesmo ano, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor de igrejas em Alagoas, Paraíba e Sergipe. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Aracaju. Formou-se em Letras Clássicas.
Em Fortaleza, no Ceará, foi um dos fundadores e Diretor Técnico do Colégio Santos Dumont. Foi Diretor do Colégio Batista Alagoano, em Maceió. Em 1952, com 37 anos, foi convidado pelo Seminário Teológico Batista do Norte para lecionar a disciplina Velho Testamento, mas só se tornou professor efetivo em 1954.
Em 1956, foi Diretor interino do Departamento de Radio Difusão e Imprensa, da Convenção Batista Evangelizadora de Pernambuco. Foi professor do autor destas notas quando fazia o primeiro ano, no Seminário do Norte, no Recife, em 1965.
Permaneceu no Seminário até a sua morte, quando também era Pastor da Igreja Batista da Encruzilhada, no Recife.
Uma sua filha, Edelweiss Falcão de Oliveira, casou-se com o renomado Pastor e Professor Zaqueu Moreira de Oliveira que foi também Reitor do Seminário do Norte, com quem teve os filhos, Greiton, Gleida e Glênisson.
Edelweiss é hoje Assistente Social e Professora da Universidade Federal de Pernambuco.
Silas Falcão faleceu no Recife, em 1968, com 53 anos.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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SILAS BOTELHO, de São Paulo, Capital, 1894. Seus pais eram presbiterianos e se tornaram batistas. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, tornou-se funcionário público do Estado de São Paulo.
Em 1920, quando tinha 26 anos de idade, foi eleito Secretário da Convenção Batista Brasileira. Teve participação ativa na primeira fase do movimento radical de 1923. Tornou-se redator do jornal O BATISTA PAULISTANO, bem como Secretário Executivo da Convenção Batista de São Paulo.
Passou em primeiro lugar no vestibular da Faculdade de Direito de São Paulo, formando-se Advogado quando já tinha mais de 40 anos.
Em 1939, foi eleito Diretor do Colégio Batista de São Paulo, permanecendo até 1955, quando tinha 61 anos.
Faleceu em São Paulo, em 1963, com 69 anos de idade.
É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TEODORO RODRIGUES TEIXEIRA, de Madrid, Espanha, 1871. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Ainda jovem, veio para o Brasil, estabelecendo-se no Rio de Janeiro.
Quando tinha 20 anos de idade, em 1891, foi levado por Francisco Fulgêncio Soren à Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, onde foi batizado.
Quando W. E. Entzminger fundou o JORNAL BATISTA, em 01.01.1901 levou Teodoro para funcionar como Redator-Secretário e depois como Redator-Chefe, o que ocorreu até 1940. Manteve no dito jornal uma coluna intitulada PERGUNTAS E RESPOSTAS que permaneceu até 1950.
Tinha tanto conhecimento de teologia que W. C. Taylor chegou a dizer: “A teologia do irmão Teodoro Teixeira vale muito mais que a de Karl Barth, Emil Brunner ou Harry Fosdick”.
Faleceu no Rio de Janeiro em 1950, com 79 anos de idade. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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TEÓFILO DANTAS DE SOUSA, de Amarante, Piauí, 1890. Abraçou a profissão de Ourives em sua cidade natal. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou.
Em 1911, com 21 anos de idade, foi batizado em Floriano, Piaui, pelo missionario Eurico Nelson, mas se tornou membro da Igreja Batista de Jerumenha. Em 1912, Teófilo que era Ourives, se transferiu de Amarante para Teresina, com a finalidade de ajudar os novos missionários que estavam chegando em Teresina.
Tornou-se então Evangelista e Colportor. Em 1913, chegou em Teresina o casal missionário Adolph John Terry e Lulie Sparkman Terry que foi recebido por Teófilo.
Quando em 16.05.1914, foi organizada a Igreja Batista de Floriano, Teófilo foi um dos fundadores desta Igreja. Quando em 06.12.1914, o missionário Adolfo Jerry organizou a Igreja Evangelica Batista de Teresina, lá estava Teofilo Dantas de Sousa como um de seus 11 membros fundadores.
O missionário tornou-se o Pastor da Igreja, enquanto Teófilo se tornou Secretario e Tesoureiro.
Em 1920, com 30 anos de idade, na Igreja Batista de São Luis do Maranhão, com um Concilio presidido por Salomão Ginsburg, Teófilo Dantas foi consagrado ao Ministério Batista, a pedido da Igreja Batista de Teresina, sendo empossado em 22.11.1922.
Vale salientar que Teófilo Dantas não fez nenhum curso de seminário, mas estudou Teologia com os grandes missionários da época, entre os quais, Eurico Nelson, Adolfo Jerry e Salomão Ginsburg.
Teofilo Dantas foi tambem Pastor da Igreja Batista de Caxias, no Maranhão, sem contudo deixar a sua igreja original. Foi Pastor da Igreja Batista de Teresina, no Piaui, durante 14 anos, de 22.11.1922 até a sua morte em 10.01.1936.
Faleceu com 46 anos de idade, em Teresina, no dia 10.01.1936. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRAFICO DO ESTADO DO PIAUÍ(1994), de Claudio Bastos. É estudado na HISTORIA DOS BATISTAS NO PIAUI(Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito.
Não é referido na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira, bem como na HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita. Não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
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TIAGO LIMA(Tiago Nunes de Lima), de Quebrangulho, Alagoas, 08.09.1924. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1936, com 12 anos de idade, foi batizado pelo seu próprio pai que era também Pastor.
Em 1945, com 21 anos, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Terminou o curso de Bacharel em Teologia, na turma de 1949, com 25 anos. Casou-se com a professora santista Creusa Carpes Jacques Lima.
Depois de sua consagração ao Ministério Batista, tornou-se Pastor interino da Igreja Batista do Engenho de Dentro, hoje 2ª Igreja Batista do Rio de Janeiro. Em maio de 1950, com 26 anos, tornou-se missionário da Junta de Missões Mundiais na Bolívia, onde ficou até janeiro de 1959.
Retornando ao Brasil, foi Pastor da Igreja Batista de Cachambi, no Rio de Janeiro. Em São Paulo, foi Pastor da Igreja Batista Ebenézer, na Mooca, da Igreja Batista da Vila Prudente, da Igreja Batista da Vila Pompéia, da Igreja Batista Centenário e da Igreja Batista Ponta da Praia, em Santos.
Dirigiu o Departamento de Treinamento da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações). Editor, tradutor, redator, revisor e diretor de publicações. Atualmente, era membro da Igreja Batista da Liberdade.
Faleceu em São Paulo, no dia 16.08.2006, com 81 anos, sendo seu corpo cremado no cemitério de Vila Alpina. Referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VICENTE THEMUDO LESSA(Vicente Rego Themudo Lessa), de Canhotinho, Pernambuco, 1874, escreveu, entre outros, ECOS DA BOÊMIA(Rio-1919), AS GUERRAS HUSSITAS(São Paulo-1923), O CENTENARIO DE JOSÉ MANOEL DA CONCEIÇÃO(São Paulo-1923), A EPOPEIA REPUBLICANA DE 1817(São Paulo-1923), CALVINO: SUA VIDA E OBRA(São Paulo-1934), LUTHERO(São Paulo-1935), ANNAES DA 1ª EGREJA PRESBYTERIANA DE SÃO PAULO(São Paulo-1938), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Sua conversão ao presbiterianismo se deu através do missionário norte-americano e Médico George W. Butler que chegou ao Brasil em 1883 e atuou no Maranhão(1885) e em Pernambuco(1888).
Um dos frutos do trabalho do Dr. Butler foi Vicente Themudo Lessa que tinha na época(1888), 14(catorze) anos de idade. Foi este missionário Dr. George W. Butler que, além de ter batizado Themudo Lessa, também o encaminhou para o Rio de Janeiro, com 16 anos, em 1890.
Em 1892, com 18 anos de idade, tornou-se aluno do Seminário Sinodal inaugurado em Friburgo, Estado do Rio, em 15-11-1892. Foram seus colegas: Alfredo Meyer, Franklin do Nascimento, Alfredo Guimarães.
Em fevereiro de 1895, quando Vicente Themudo Lessa já estava com 21 anos de idade, por decisão do 3º Sínodo (setembro de 1894), o Seminário Sinodal mudou-se de Friburgo para São Paulo e uniu-se ao Instituto Teológico.
O Rev. Smith, sua família e os estudantes Meyer, Guimarães e Themudo Lessa estavam juntos. No ano de 1896, quando Themudo Lessa estava com 22 anos, aconteceu a Fundação da Associação Cristã de Moços. São Paulo tinha menos de 200 mil habitantes.
Em 17-12-1896, o Dr. George W. Butler defendeu tese na Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia para poder clinicar no Brasil. Em 1897, o Dr. Butler retornou para Canhotinho, interior de Pernambuco. Morreu em 1919.
Quanto a Vicente Themudo Lessa, foi consagrado como Pastor Presbiteriano em 1897, com 23 anos de idade. Tornou-se Pastor Presbiteriano, Jornalista e Historiador.
Casou-se com 27 anos, em 1901, com Francisca Leme Themudo Lessa(1874-1952) ou Henriqueta Pinheiro Themudo Lessa(conforme alguns autores) com quem teve vários filhos, entre os quais, Orígenes Lessa(Lençóis Paulista, 1903-1986), Herminia Themudo Lessa(1906-1988) e Benjamin Themudo Lessa.
Em 1902, com 28 anos, já tinha se mudado para Lençóis Paulista, interior de São Paulo, onde nasceu seu filho Orígenes Lessa, em 1903.
Em 1906, com 32 anos, foi ser Pastor Presbiteriano em São Luis do Maranhão, onde ficou 6(seis) anos, até 1912. Nesta época, seu filho Orígenes Lessa, que tinha nascido em 1903, já estava com 9 anos e estudava as primeiras letras com o pai.
Em 1912, com 38 anos, Vicente Themudo Lessa voltou para São Paulo, vinculando-se à Primeira Igreja Presbiteriana de São Paulo. Foi Pastor de varias Igrejas Presbiterianas do interior de São Paulo, entre as quais, Lençóis Paulista, onde nasceu seu filho Orígenes Lessa.
Foi um dos fundadores da Igreja Presbiteriana Independente ao lado de Eduardo Carlos Pereira e outros, no dia 31 de julho de 1903, com o titulo: “EGREJA PRESBYTERIANA INDEPENDENTE BRAZILEIRA", exatamente 19 dias antes do nascimento de seu filho ORIGENES LESSA.
Professor do Instituto José Manoel da Conceição, em 1932. Primeiro historiador do presbiterianismo brasileiro. Publicou seu primeiro livro ECOS DA BOÊMIA, em 1919, com 45 anos de idade, quando era Reitor do Seminário Theologico da Egreja Presbyteriana Independente, de São Paulo.
Nos anos seguintes, editou os demais livros. Seu ultimo livro foi ANNAES DA 1ª EGREJA PRESBYTERIANA DE SÃO PAULO, publicado em São Paulo, em 1938.
Alem de Ministro Evangélico, foi também Sócio Correspondente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco.
Seu livro AS GUERRAS HUSSITAS foi dedicado à Tchecoslováquia, lembrando o martírio de João Huss e Jerônimo de Praga. Escreveu o livro em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo, em setembro de 1922, como resultado dos artigos publicados no jornal presbiteriano O ESTANDARTE, de que foi secretário.
Faleceu em São Paulo, em 1939, com 65 anos de idade. Está sepultado no Cemitério dos Protestantes, localizado na Rua Sergipe, nº 177, bairro Higienópolis, em São Paulo.
Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais. Não é estudado no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo. Não é mencionado no DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO(1883), de Sacramento Blake. Não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO(1870), de César Augusto Marques.
Não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, com 5 volumes e 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Seu filho ORIGENES LESSA tornou-se famoso não só por ter escrito o romance O FEIJÃO E O SONHO, mas também por ter sido eleito para a Cadeira 10, da Academia Brasileira de Letras, tomando posse no dia 20 de novembro de 1981.
Detentor do Prêmio Fernando Chinaglia (1968), pelo romance A NOITE SEM HOMEM. Detentor do Prêmio Luísa Cláudio de Sousa (1972), pelo romance O EVANGELHO DE LÁZARO.
Jornalista, contista, novelista, romancista e ensaísta, ORIGENES LESSA faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13.07.1986, com 83 anos de idade.

YAN KEE WING, de Xangai, China, 1924, escreveu, entre outros, LIRIO(Revista em lingua chinesa). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Formou-se na Universidade Batista de Xangai, encaminhado pelos missionários batistas norte-americanos que trabalhavam na China. Foi jornalista e publicitário.
Em 1955, com cerca de 31 anos, veio para o Brasil. Em 1958, naturalizou-se brasileiro e se tornou Professor da Universidade de São Paulo. Nos anos seguintes, fundou a Primeira Igreja Batista Chinesa de São Paulo. Em 1964, fundou a Segunda Igreja Batista Chinesa.
Em 1969, com 45 anos, cursou a Faculdade Teológica Batista de São Paulo e foi ordenado ao ministério, tornando-se Pastor Batista. A revista LIRIO foi editada em língua chinesa para facilitar o seu contato com os chineses residentes no Brasil.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

XAVIER ASSUMPÇÃO(Alípio Xavier Assumpção), de Tagassaba(beira-mar), Paraná, 15.08.1905, escreveu, entre outros, UM HOMEM DE DEUS, A IDOLATRIA OU QUE OUTRO NOME TENHA, A RELIGIÃO DO BRASIL, AINDA FALAM, QUEM SÃO OS DIÁCONOS, PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), este, com prefácio de José dos Reis Pereira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Nilo Xavier das Chagas e Carolina Izabel.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 05.05.1922, foi batizado na Igreja Batista de Paranaguá, pelo Pastor Carlos Leimann.
Nos anos seguintes, foi para o Rio de Janeiro, tornando-se aluno do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, onde se formou Bacharel em Teologia. Casou-se com Julia Xavier Assumpção, com quem teve vários filhos.
Com 27 anos de idade, em 18.11.1932, foi consagrado Pastor Batista, na Igreja Batista de Catumbi, no Rio de Janeiro. Logo a seguir, foi Pastor da Igreja Batista de Vigário Geral, também no Rio. Foi Pastor da Igreja Batista de Araguari, em Minas Gerais.
Com 34 anos, em outubro de 1939, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Ponta Grossa, no Paraná, onde permaneceu até 1947. Foi também Pastor de Antonina, Bigorrilho e Vila Clarice.
Com 43 anos, em 1948, foi ser Diretor do Ginásio Londrinense, em Londrina, Paraná. Professor do Ensino Médio Estadual, lecionou no Ginásio Estadual Moisés Lupion, na Escola Técnica de Comércio e na Escola Normal Anna Ayrosa, de Antonina. Lecionou também no Colégio Victor do Amaral, em Curitiba. Professor do Instituto Bíblico Batista A B. Deter, de Curitiba.
Por mais de 20(vinte) anos, foi Redator do Jornal BATISTA PARANAENSE, bem como do jornal BATISTA CURITIBANO e ainda do jornal O PÚLPITO. Fundou, para os estudantes de Antonina, o NOSSO JORNAL. Como Boletim da Igreja Batista de Antonina, fundou O VISITADOR.
Com 63 anos de idade, em 18.05.1968, tomou posse na Cadeira 40, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, instituição a que também pertence o autor destas notas, só que na Cadeira 31, tendo como Patrono, o Teólogo Almir Gonçalves. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Em 1976, já aposentado do magistério e do Ministério Pastoral, com 71 anos de idade, publicou o seu mais importante livro a PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ, pela Editora Lítero-Técnica, de Curitiba.
Mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Nenhuma informação foi encontrada sobre sua morte. Se vivo fosse, estaria com 100 anos(2005).
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZACARIAS CAMPELO, de Barra do Corda, Maranhão, julho de l900, escreveu, entre outros, "AMOR E TRAGÉDIA NA TABA DOS KRAÓS", "O ÍNDIO É ASSIM", “ESSE HOMEM FILHO DE DEUS”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Estudou no Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, em Pernambuco. Bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em 1925.
Casou-se na Veneza Brasileira(Recife), no dia 08.05.1926, com Noeme Stella Falcão Campelo, nascida em 1906 e falecida em 1928, com quem teve os filhos Saulo Falcão Campelo(1927) e Esmeralda Campelo(1928).
Seu filho Saulo foi aluno interno no Colégio Americano Batista do Recife, dedicou-se ao ESPIRITISMO, como o MÉDIUM ESSE CAPELE e tornou-se Advogado em Goiânia, onde reside e é pai de criação do Juiz de Direito Tocantinense, Sândalo Bueno do Nascimento.
Sua filha Esmeralda estudou no internato do Colégio Americano Batista do Recife e tornou-se PASTORA em Belo Horizonte, Minas Gerais.
Quanto a Zacarias Campelo, casou-se, pela segunda vez, com Orphisa Campelo, em 1929, na cidade de Carolina, no Maranhão, com quem teve cinco filhos(Elizafan faleceu em São Paulo, como Advogado. Elijá é comerciante. Ana Campelo foi professora do Conservatório Nacional de São Paulo. Miriam é advogada e Panuã é casada com um economista).
Missionário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, no interior do Maranhão e de Goiás, entre os índios, especialmente em Tocantinópolis e Itacajá, no antigo Goiás, hoje Estado do Tocantins. De 1926 a 1937, evangelizou diversas tribos indígenas, dentre outras, os indios KRAÓS. Trabalhou com os indios XERENTES em 1938.
Dirigiu o Ginásio Batista de Tocantínia(Piabanha), cidade em que residiu por muitos anos, até afastar da Junta de Missões no inicio de 1944.
Viveu na cidade de ASPIRIM(1944) e deu-lhe o nome de CRISTALÂNDIA, no Estado de Goiás, hoje Tocantins, conforme entrevista concedida à revista A PÁTRIA PARA CRISTO, Rio de Janeiro, Ano XLI, 01, 1986: “Fui pregar o Evangelho no garimpo. O lugar se chamava ASPIRIM. Quando resolvi sair de lá, já estava com 10 mil habitantes e sugeri a criação do município e coloquei o nome de Cristalândia, por ser a terra do cristal”.
Em 1944, com 44 anos de idade, desligou-se da Junta de Missões Nacionais, com a qual estava trabalhando desde 1926. Mudou-se para a cidade de Anápolis, interior goiano, em 1945, onde exerceu o pastorado na Igreja Batista e foi construtor de casas.
Em 1946, deslocou-se para Caruaru e Triunfo, em Pernambuco, como Evangelista da Junta de Richmond, dos Estados Unidos. Um dos fundadores do Colégio Sete de Setembro de Caruaru. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Indigenista, Memorialista, Doutrinador. Conferencista, Orador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.
Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros que tratam da antropologia indígena Goiana. Sua segunda esposa Orphisa faleceu em 1974 e no ano seguinte(1975, com 75 anos de idade) casou-se com Júlia Moraes Campelo.
Passou a residir em diferentes cidades brasileiras, entre as quais, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, onde se tornou auxiliar do Pastor Nilson Fanini, por volta de 1979.
Faleceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no ano de 1993, com 93 anos de idade, na casa de sua filha, a Pastora Esmeralda Campelo.
Sobre sua esposa, Noeme Campelo, falecida com 22 anos de idade e com o título “A HEROÍNA DE KRAONÓPOLIS”, escreveu excelente livro a professora de Jaguaquara, na Bahia, Stella Câmara Dubois.
Quanto a Zacarias Campelo, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZAQUEU MOREIRA DE OLIVEIRA, de Jerumenha(perto de Floriano), Piauí, 10.04.1937, escreveu, entre outros, “PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS”(1999), “OUSADIA E DESAFIOS DA EDUCAÇÃO TEOLÓGICA”(2002), “ESPIRITUALIDADE-ONTEM, HOJE E SEMPRE”(2002), “DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO”(2001), “IMPOSIÇÃO DE MÃOS...MULHERES PASTORAS”(2001), “LIBERDADE E EXCLUSIVISMO”(1997), “BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO”(1973), “HISTÓRIA DO CRISTIANISMO EM ESBOÇO”(1998), “MESSIANISMO PENTECOSTAL”(1997), “REFLEXÕES SOBRE O HOMEM”(1974), “MEDITAÇÕES SOBRE O MINISTÉRIO”(1999), “SEJAMOS MORDOMOS DE CRISTO”(1997), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.
Filho de José Joaquim(J.J.de Oliveira Filho) e de Zilda Moreira de Oliveira. Ele, antigo missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, em diferentes lugares, dentre outros, Babaçulândia(Goiás, hoje Tocantins) e Carolina(Maranhão), onde foi Pastor e Professor. Ela, antiga Enfermeira.
Quanto a Zaqueu, tem como irmãos Zenon, Zorando, Zorildo e Zelinda. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em virtude das atividades missionárias do pai, viveu em Corrente(Pi), Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, Babaçulândia(hoje Tocantins) e Carolina(Ma).
Já no Recife, bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil e fez Licenciatura em História, na Universidade Federal de Pernambuco.
Nos Estados Unidos, no Seminário do Sul, no Texas, em 1968, fez o Mestrado em Teologia(Th. M), defendendo a tese “FACTORS CONTRIBUTING TO BAPTIST GROWTH IN PERNAMBUCO, 1886-1965”. Nos anos seguintes(1970), no mesmo Seminário, fez o Doutorado em Filosofia(Ph. D), defendendo a tese “THE PERSECUTION OF BRAZILIAN BAPTISTS AND ITS INFLUENCE ON THEIR DEVELOPMENT”.
Retornando ao Seminário do Recife, foi o ORIENTADOR do autor destas notas quando elaborou a sua tese de MESTRADO EM TEOLOGIA, em 1972, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, sob o título “O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO”, transformada em livro com o nome de “HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL”(Recife, Acácia Publicações, 1974).
Quanto a Zaqueu, especialista em Educação, pela Universidade Federal do Pará, além de ser Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, foi também seu REITOR entre 31.03.1994 até 2002.
Conferencista de renome nacional e internacional, produziu “Perfil Histórico da Educação Teológica Batista no Brasil”(texto na internet) que foi um trabalho apresentado no XIV Congresso da Associação Brasileira de Instituições Batistas de Educação Teológica(ABIBET), no dia 11.10.2002, em Fortaleza, Ceará.
Proferiu Palestra no Seminário Teológico Congregacional do Rio de Janeiro, em Pedra de Guaratiba, no Fórum Nacional da União de Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, em 31.01.2002, sob o tema “A MULHER NO MINISTÉRIO ORDENADO DA IGREJA”.
Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco. Membro do Conselho Editorial da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações).
Durante muito tempo, foi Pastor da Igreja Batista de Afogados, no Recife, bem como de diferentes outras igrejas, nos Estados do Ceará, Pará e Pernambuco. Atualmente(2005), é Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação em Teologia, do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
É mencionado em todos os livros que tratam da História dos Batistas no Brasil, incluindo “ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO”, de Betty Antunes de Oliveira, “HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL”, de José dos Reis Pereira, além de centenas de outros textos.
Foi Professor e Reitor do Seminário Teológico Batista Equatorial, em Belém do Pará, onde trabalhou por 16 anos, tendo sido também Professor da Universidade Federal do Pará e da Escola Superior de Educação Física de Belém.
Foi Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, da Universidade Católica, da Faculdade de Turismo e Comunicação de Pernambuco, bem como do Seminário de Educadoras Cristãs.
Casou-se com a Assistente Social e Professora da Universidade Federal de Pernambuco, Edelweiss Falcão de Oliveira, com quem teve os filhos, Greiton, Gleida e Glênisson. Foi Vice-Presidente da ASTE e da ABIBET, bem como Conselheiro da JUERP.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZÊNIA BIRZNIEK, de Riga, Letônia, 11.11.1917. Com três anos de idade, fugindo das conseqüências da Primeira Guerra Mundial(1914-1918), deixou a Europa vindo para o Brasil. Estabeleceu-se na Colônia Leta de Palma, interior de São Paulo, onde ficou até os 15 anos de idade.
Após os estudos primários em sua terra adotiva, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1931, com 14 anos, foi batizada em Varpa, interior paulista. Nos anos seguintes, mudou-se para São Paulo, Capital, passando a trabalhar num ambulatório médico.
Concluiu o curso de enfermagem. Apresentou-se à Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, para servir no sertão do Brasil. Chegou em Ipupiara(antigo Fundão ou Jordão de Brotas), na Bahia, em janeiro de 1957, com 40 anos de idade, como Enfermeira Missionária da Junta de Missões Nacionais.
No ano seguinte 1958, passou a ajudar os estudos de dois adolescentes Fábio Francisco Martins(com 21 anos) e Mário Ribeiro Martins(com 15 anos) na cidade de Xique-Xique, onde ambos viveram com o Pastor Missionário Jonas Borges da Luz.
Em 1959, tendo Fábio desistido, continuou a ajudar o autor destas notas-Mario Ribeiro Martins-, em Bom Jesus da Lapa, Bahia, primeiro no Ginásio Bom Jesus e depois no Ginásio São Vicente de Paulo, onde concluiu o Ginásio, sendo Orador da Turma, em 1962, depois de ter residido com o Pastor Pedro Nascimento, Eliel Barreto e Bevenuto Ribeiro.
No ano seguinte, 1963 e até 1965, sustentou o autor destas notas, no curso clássico, como Pré-Seminarista do Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife. Em 1966 e até 1970, continuou a ajudá-lo como aluno do Curso de Bacharel em Teologia, do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.
Em 1972, ainda ajudou o autor destas notas, quando concluiu o curso de Mestrado em Teologia, defendendo a tese O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, sob a orientação do Professor Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira.
Depois de muitos anos em Ipupiara, Zênia Birzniek foi transferida para Natividade, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde ficou dez meses. Novamente transferida foi para Sergipe, chegou em Japaratuba no dia 22.05.1964, já com 47 anos de idade e onde permaneceu por muitos anos, fundando igrejas e cuidando da saúde do povo.
Em virtude de seu trabalho, recebeu o título de CIDADÃ JAPARATUBENSE. Em seguida, foi para Pacatuba e depois São José, ainda no interior de Sergipe, onde se aposentou em outubro de 1987, com 64 anos de idade e 30 anos de serviços prestados à Junta de Missões Nacionais.
Além do autor destas notas, ajudou também nos estudos de Maria Áurea Andrade, Rosa Maria Teles e Gizalva Alves Menezes. Sobre ela, escreveu excelente matéria a jornalista Sandra Regina Bellonce, para a revista VISÃO MISSIONÁRIA, Rio de Janeiro, 3T 2001.
Hoje(2005), com 88 anos de idade, continua residindo na Praia de São José, Sergipe.
É referida no livro UMA EPOPÉIA DE FÉ: HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL(1974), de Osvaldo Ronis.
Apesar de sua importância, não é citada na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes e 6.211 páginas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br










*Mário Ribeiro Martins
é escritor e Procurador de Justiça.
(mariormartins@hotmail.com)
Home Page: www.genetic.com.br/~mario
Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970
Fones: (063) 3215 4496 ou (063) 99779311
Site: www.mariomartins.com.br













ATENÇÃO: Breve Informação Biobibliográfica deve começar em página IMPAR. BIOBIBLIOGRÁFICA DE MÁRIO RIBEIRO MARTINS.

(Este texto está na INTERNET, no seguinte endereço:
http://www.mariomartins.com.br)

(CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS,
77001-970) FONES: (063) 3215 4496- (063) 99779311
HOME PAGE:http://www.genetic.com.br/~mario
E-MAIL: mariormartins@hotmail.com)


1943(07.08). Nasce em Ipupiara(antigo Fundão ou Jordão de Brotas), Bahia, na Região da Chapada de Diamantina, criado com a avó Maria Ribeiro dos Santos, filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro Martins, sendo seus irmãos, Adão Martins Filho, Eunice Ribeiro Martins, Marli Ribeiro Martins, Nina Ribeiro Martins, Filemon Francisco Martins, Gutemberg Ribeiro Martins e Manoel Ribeiro Neto.

1949. É alfabetizado, ainda em Ipupiara, Bahia, pela sua tia Almerinda Ribeiro Santos e pela Professora Miriam Ribeiro Barreto, irmã do Dr. Isaac Ribeiro Barreto, primeiro Médico de Brasília.

1950. Muda-se para Morpará, Bahia, onde seu pai se torna comerciante, político e pregador batista. Ajudando na Loja de Tecidos "A PRIMAVERA", preocupa-se com os livros e a pescaria no Rio São Francisco.

1954. Depois de estudar com a Professora Zélia Magalhães, conclui o PRIMÁRIO, ainda em Morpará, com a Professora "DONA"(Maria Jerônima Magalhães Mariani).

1955. Retorna à cidade natal Ipupiara, antigo Fundão ou Jordão de Brotas, (onde também nascera, em 1859, o Coronel Militão Rodrigues Coelho), dedicando-se à lavoura, inclusive à construção de cercas de pedra e de arame, roçagem de pastos e outras atividades agro-pastoris.

1958. Através da instrumentalidade da missionária batista Zênia Birzniek, sua mãe de criação, de origem leta, muda-se para Xique-Xique, Bahia, onde estuda durante algum tempo, residindo com o Pastor Jonas Borges da Luz.

1959. Transfere-se para Bom Jesus da Lapa, Bahia, onde passa a residir com o Pastor Pedro Pereira Nascimento, depois com o Coletor Eliel Barreto e, finalmente, com Bevenuto Ribeiro, político local, de quem recebe forte influência, especialmente evangélica, tornando-se alí pregador batista.

1962. Após ter sido aluno do Ginásio "BOM JESUS", dirigido pelo Dr. Antonio Barbosa, conclui o GINÁSIO no Colégio São Vicente de Paulo, sendo Orador da Turma e pelo primeiro lugar, recebe "MEDALHA DE HONRA" e uma viagem a Salvador, acompanhado pelas Freiras Diretoras do Colégio, quando viaja de avião pela primeira vez, saindo da cidade de Bom Jesus da Lapa, interior baiano.

1963. Matricula-se no Colégio Americano Batista(GILREATH) do Recife, na Rua Dom Bosco, Boa Vista, (onde também, nos idos do ano de 1907, estudara Gilberto Freyre). Trabalha para se manter nos estudos, no Centro Batista, sob a direção da missionária Mattie Lou Bible.

1964. Como "Carteiro do Colégio" é detido por algumas horas, nos CORREIOS E TELÉGRAFOS, do centro do Recife, quando da REVOLUÇÃO DE MARÇO para verificação da pasta onde se encontram correspondências retiradas da Caixa Postal do referido Colégio, destinadas aos professores, algumas delas oriundas da União Soviética e de Cuba.

1965. 28.02. Estando em Petrolina, Pernambuco, ganha uma “carona” num avião “Teco-Teco” para chegar ao Recife, onde estudava. Ao sobrevoar a famosa SERRA DAS RUSSAS, o avião apresenta defeito e cai, pegando fogo. É jogado numa “MOITA DE CAPIM”, onde é encontrado sem sentidos, mas sobrevive sem qualquer sequela, sendo levado para o Hospital Barão de Lucena, no Recife. O Piloto e o Fazendeiro(proprietário do avião) foram “CARBONIZADOS”.

1965. 20.12. Termina, no mesmo Colégio Batista, o curso CLÁSSICO. Ganha seu primeiro prêmio literário, o "PRÊMIO MACHADO DE ASSIS", de cuja Comissão faz parte o poeta Marcus Accioly, também ex-aluno do Colégio, hoje, escritor de renome nacional, autor de, entre outros, “GURIATÃ-UM CORDEL PARA MENINO”.

1966. Após Exame Psicotécnico com o Dr. J. N. Paternostro, de São Paulo, matricula-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, também no Recife, na Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista.

1968. É consagrado MINISTRO EVANGÉLICO, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Tejipió, nos arredores do Recife, onde permanece como Pastor até 1973, de cujo CONCÍLIO EXAMINATÓRIO participam os Teólogos DOUTORES DAVID MEIN, LÍVIO LINDOSO, JOÃO VIRGÍLIO RAMOS ANDRÉ, RAIMUNDO FROTA DE SÁ NOGUEIRA, H. BARRY MITCHELL, JOSÉ DE ALMEIDA GUIMARÃES, RENATO CAVALCANTI, ZACARIAS FERREIRA LIMA, VALDOMIRO LUIS DE SOUZA, ELIZEU MARTINS FERNANDES, LUIZ JOSÉ DE SIQUEIRA, ALCIDES PEREIRA MACHADO, JOSÉ VIANA DE PAIVA, JONAS BARBOSA DE LIMA, PEDRO BATISTA DOS REIS, JOÃO LUIS DE SOUZA, MANOEL NAZÁRIO DA SILVA, GENÉSIO GUIMARÃES LIMA E OSÉAS CORREIA SANTOS.

1968. Vincula-se ao GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO, através da Loja Maçônica "CAVALEIROS DA CRUZ", do Recife, onde faz o curso de "Formação de Veneráveis".

1970. Bacharela-se em TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tornando-se professor da mesma instituição, nas áreas de Teologia Bíblica, História do Cristianismo, Teoria do Conhecimento, História da Filosofia, Sociologia da Comunidade, entre outras.

1970. Passa a escrever para "O JORNAL DO COMMERCIO", "DIÁRIO DE PERNAMBUCO", ambos do Recife, e "JORNAL BATISTA", do Rio de Janeiro. Publica seu primeiro livro "CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL", sob o pseudônimo de SNITRAM M. ORIEBIR.

1971. Licencia-se em FILOSOFIA PURA, na Universidade Católica de Pernambuco, tornando-se professor de Pesquisa Social, na mesma instituição. Neste mesmo ano leciona também no Ginásio Manoel Arão, na Escola Técnica de Comércio da cidade de Moreno, na Escola Superior de Relações Públicas e na Faculdade de Turismo e Comunicação. Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua primeira filha, Nívea Zênia dos Santos Martins(04.10.1971).

1972. Conclui o curso de MESTRE EM TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, com especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese "O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO", sob a orientação do Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira.

1972. Termina o curso de BACHAREL EM CIÊNCIAS SOCIAIS, na Universidade Federal de Pernambuco, tornando-se professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, na disciplina Estudo de Problemas Brasileiros. É Examinador na Comissão de Vestibular da Escola Superior de Relações Públicas, no Recife.

1973. Estuda na Espanha, onde se especializa em EDUCAÇÃO MODERNA, SOCIOLOGIA e ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, em Madrid e Alcalá de Henares. Seu diploma, assinado por Alfonso de Borbon, lhe é entregue por Juan Carlos de Borbon, posteriormente Rei da Espanha.

1973. Participa da Conferência Nacional sobre Integración del Minusvalido en la Sociedad e do V Congresso Internacional de Sociologia, em Barcelona. Profere Conferência no Instituto de Cultura Hispânica de Madrid, com o tema "LA ALFABETIZACIÓN EN EL CONTEXTO DE LA EDUCACIÓN PERMANENTE". Faz viagens culturais a Portugal, França e Inglaterra.

1973. Retornando ao Recife, é eleito Presidente da Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco. Torna-se Diretor do Centro de Educação Teológica por Extensão, do Seminário Batista do Norte. Faz o curso de FORMAÇÃO DE VENERÁVEIS DE LOJAS, sob o patrocínio do Grande Oriente de Pernambuco.

1973. Lança em São Paulo, pela Imprensa Metodista, o seu livro "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", traduzido para o Espanhol por Jorge Piñero Marques. Publica também, ainda no Recife, os livros "MISCELÂNIA POÉTICA", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA".

1974. Representa o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na Conferência Nacional Teológica, em Brasília. Faz o curso da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Torna-se componente da Banca Examinadora dos Exames Vestibulares da Escola Superior de Relações Públicas. Leciona no Colégio Pré-Vestibular ESUDA. É biografado por Osvaldo Ronis no livro "UMA EPOPÉIA DE FÉ-A HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL".

1974. Faz Conferência no COLÉGIO AMERICANO BATISTA, quando das homenagens prestadas a Gilberto de Mello Freyre. Funciona como Expositor na II Semana de Sociologia da Universidade Católica de Pernambuco, o mesmo ocorrendo no II Seminário de Relações Públicas.

1974. Publica , ainda no Recife, o livro "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA". Lança também a "HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL", sua tese de mestrado transformada em livro. Em colaboração com o Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira, publica a "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO".

1974. Participa como Expositor do II Simposium de Direitos Humanos, promoção da Universidade Católica de Pernambuco. Participa, igualmente, do III Encontro Nacional de Professores e Orientadores de Moral e Civismo, numa promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Pernambuco.

1974. Em Campinas, São Paulo, sob o patrocínio da JURATEL, conclui o curso de COMUNICAÇÃO SOCIAL. Torna-se Relator da Comissão de Reestruturação do Trabalho Cristão entre Universitários, como também participa do Grupo de Trabalho da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco. É autor do Ante-Projeto de Criação do Departamento de Educação Teológica por Extensão do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. É referenciado por David Mein no livro "CATÁLOGO GERAL".

1975. APÓS 12 ANOS DE ESTUDOS E TRABALHOS NO RECIFE, DEIXA O ESTADO DE PERNAMBUCO, ONDE MANTEVE CONTATO COM OS MAIS IMPORTANTES NOMES DO MUNDO LITERÁRIO, JORNALÍSTICO, TEOLÓGICO E UNIVERSITÁRIO.

1975. Muda-se para Anápolis, Goiás, tornando-se Professor da Faculdade de Direito e da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, lecionando, entre outras matérias, Estudos de Problemas Brasileiros, Introdução à Filosofia, Orientação Vocacional, Sociologia, Ética Profissional, Teologia, Filosofia da Educação, Sociologia do Desenvolvimento, Cultura Religiosa, Estrutura e Funcionamento do lº e 2º Graus e Prática de Ensino das Disciplinas Pedagógicas, todas com autorização do Conselho Federal de Educação, através dos Pareceres 1875/75, 066/77, 2941/77 e 735/78.

1975. Leciona também Moral e Cívica e História, no Colégio Cosmorama. É referenciado por Lena Castello Branco Costa no livro "DOCUMENTA 175", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1976. Conclui o curso de DIREITO. Torna-se Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e, posteriormente, do Departamento de Cultura Geral e Básica, bem como do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito de Anápolis. Vincula-se ao Instituto Histórico e Geográfico de Anápolis. É conferencista no III Encontro Nacional de Universitários, no Rio de Janeiro.

1976. Toma posse na Academia de Letras da Manchester Goiana. Participa do VIII Encontro Regional do Ensino Superior Isolado, em Brasília, numa promoção do Ministério da Educação e Cultura(MEC). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista, d O POPULAR, sob o título "Mais literatura e menos café society". Torna-se membro da SOCIEDADE DE HOMENS DE LETRAS DO BRASIL, no Rio de Janeiro.

1977. Torna-se Co-Pastor da Primeira Igreja Batista de Anápolis, quando adquiri, juntamente com o Pastor Isaias Batista dos Santos, na Rua Quintino Bocaiuva, centro, o terreno da Indústria Nasciutti, onde hoje se localiza o atual templo. É resenhado por Israel Belo de Azevedo na CAMPUS-REVISTA DO ESTUDANTE, do Rio de Janeiro.

1977. Passa a escrever para os jornais MANCHESTER, O POPULAR, FOLHA DE GOIÁS, CORREIO DO PLANALTO, O ANÁPOLIS, DIÁRIO DA MANHÃ, EDUCAÇÃO E REALIDADE(Rio Grande do Sul), REVISTA CAMPUS(Rio de Janeiro), JORNAL HOJE(São Paulo). Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua segunda filha, Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista d O POPULAR, sob o título "Vida e Iniciação Literária". É referenciado por José Vieira de Vasconcellos no livro "DOCUMENTA 203", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. É aprovado em 13º lugar no CONCURSO PÚBLICO PARA PROMOTOR DE JUSTIÇA. É nomeado pelo Governador Irapuan Costa Júnior para a Comarca de Abadiânia. Quando da posse no Centro Administrativo de Goiânia, é orador da turma, sendo o discurso publicado em vários jornais.

1978. Faz curso de Especialização em DIREITO PENAL e PROCESSUAL PENAL, respectivamente, com os Doutores Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Lafayette de Azevedo Pondé no livro "DOCUMENTA 207", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. Funda, juntamente com outros, a Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Tem seus trabalhos literários publicados nos livros ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL E ESCRITORES DO BRASIL, editados no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.

1978. Vincula-se à ACADEMIA INTERAMERICANA DE LITERATURA E JURISPRUDÊNCIA. Funda o CLUBE BRASILEIRO DE LITERATURA. É eleito membro da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO AMAZONAS. É resenhado por J. Heydecker, em São Paulo, no volume "LIVROS NOVOS".

1979. Publica, pela Editora Oriente, de Goiânia, o livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" que recebe elogios do Boletim Informativo da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Brasigóis Felício, d O POPULAR, sob o título "Precisamos de mais literatura".

1979. Recebe o DIPLOME D HONNEUR DU CANNET, do Clube dos Intelectuais Franceses. É eleito ESCRITOR DO ANO, pelo Clube de Imprensa de Anápolis. É biografado por Nysa Moraes Figueiredo no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É elogiado por J. Heydecker no JORNAL DO BRASIL, Rio de Janeiro.

1979. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "O momento é de inversão de valores". Vincula-se ao INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE, em Juazeiro do Norte, Ceará. Recebe o MÉRITO BIBLIOGRÁFICO, da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores. Torna-se membro da ACADEMIA ELDORADENSE DE LETRAS, no Estado de São Paulo. É referenciado por Sidiney Pimentel no livro "O MENINO DOURADO".

1979. É eleito DESTAQUE DO ANO EM LITERATURA, pelo Jornal TOP NEWS, de Goiânia. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário Hugo de Carvalho Ramos, numa promoção da UBE-GO e patrocínio da Prefeitura Municipal de Goiânia. Vincula-se à ACADEMIA GOIANIENSE DE LETRAS. É entrevistado pela jornalista Mariinha Cunha, do TOP NEWS, sob o título "Literatura como destaque do ano". É referenciado por Neila Monteiro no jornal FOLHA DE GOIAZ.

1980. Recebe o MÉRITO FILOSÓFICO, da Academia Internacional de Ciências Humanísticas. É eleito para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, na Cadeira 3, tendo como Patrono Gonzaga Duque. É referenciado por Sebas Sundfeld no livro "ROSAS SOBRE O PIANO".

1980. É recebido como membro do Ateneu Angrense de Letras e Artes, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Dilmar Ferreira, do CORREIO DO PLANALTO, sob o título "Filosofia divulga o nome de Anápolis". É biografado por Joaryvar Macedo no BOLETIM DO INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE.

1980. Torna-se membro da INTERNATIONAL ACADEMY OF LETTERS OF ENGLAND, em Londres. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Federação das Entidades Fronteiristas do Rio Grande do Sul. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Poesia Moderna, promoção do Boletim Perfil, em Anápolis.

1980. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Pompília Lopes dos Santos na REVISTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DO PARANÁ.

1981. É eleito INTELECTUAL DO ANO EM GOIÁS, pela Revista Brasília. É biografado por Alípio Mendes na REVISTA DO ATENEU ANGRENSE DE LETRAS. É referenciado por Clério José Borges, em Vitória, no jornal CORREIO POPULAR. Torna-se membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro. É elogiado por Raimundo Araújo no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS, Rio de Janeiro.

1981. É Examinador na Comissão Julgadora do II Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É eleito membro da ABRARTE CULTURA ARTÍSTICA DE PETRÓPOLIS. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Filosofia ensina a viver e a pensar". É biografado por Isaias Batista dos Santos no livro "LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA". É referenciado por Modesto de Abreu no livro "MEUS 80 ANOS".

1981. Vincula-se à ACADEMIA DE LETRAS DA REGIÃO DO ABC, em Santo André, São Paulo. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Salvador. É eleito para a Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba, no Paraná. Recebe a honraria GLORIA AO IMORTAL, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Quixadá.

1981. Toma posse na ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do III Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É referenciado por Arthur F. Baptista no livro "PRIMAVERA EM TROVAS". É biografado por Abdias Lima no jornal O ESTADO, de Fortaleza.

1981. Toma posse na Academia Anapolina de Letras e Artes, na Cadeira 37. É entrevistado pelo jornalista Modesto de Abreu, no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, sob o título "Por que as academias hoje?". Recebe a distinção "LIDER DE LA FECHA SIMBOLO", pela Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio.

1981. É resenhado por Benedicto Silva no BOLETIM INFORMATIVO DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. É referenciado por Vanildo de Senna no livro FUNDAMENTOS JURÍDICOS DA MAÇONARIA ESPECULATIVA. É referenciado por Abdias Lima no jornal FORTALEZA.

1981. Recebe o grau de CAVALEIRO ROSA CRUZ-GRAU 18, do Supremo Conselho do Brasil, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Acrósticos, promoção da AAFCL, de Anápolis. Torna-se membro da ACADEMIA DE ESTUDOS LITERÁRIOS E LINGUÍSTICOS, na Cadeira 15, tendo como Patrono, seu pai Adão Francisco Martins.


1981. É resenhado por Modesto de Abreu no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É referenciado por J. Leite Sobrinho no JORNAL DA PARAÍBA.

1982. Lança o livro "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL". Publica, no Rio de Janeiro, bem como o livreto "PERFIL LITERÁRIO". É empossado na Cadeira 31, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, tendo como patrono, o Teólogo Almir Gonçalves. É eleito titular do Centro Literário de Felgueiras, em Portugal. É referenciado por Mariinha Mota, em São Paulo, no JORNAL A RUA.

1982. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana acompanha o momento atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Sonetos, promoção do Boletim Perfil. Preside a FEDERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS DE ANÁPOLIS. É pesquisado por Betty Antunes de Oliveira no livro "ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO".

1982. É Expositor no Congresso Maçônico Internacional do Rio de Janeiro, com o tema "O MATERIALISMO E A MAÇONARIA", tese publicada no CORREIO DO PLANALTO, em l5 de agosto de l982. É nomeado pelo Decreto 2682/82, Membro do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis, pelo então Prefeito, Dr. Olimpio Ferreira Sobrinho. É elogiado por Abdias Lima no jornal CORREIO DO CEARÁ.

1982. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d O POPULAR, sob o título "Uma Visão Panorâmica da Realidade Sociológica". Recebe a honraria PRIMEIRO PRÊMIO DE PLAQUETE, do Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana. É biografado por Reis de Souza na REVISTA BRASÍLIA. É referenciado por Maurílio Lemes no jornal DIÁRIO DA MANHÃ.

1983. No dia 19 de março, no Auditório da FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS(FIEG), toma posse na Cadeira 37, da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares e sendo recebido pelo jornalista Jaime Câmara, em solenidade presidida pelo acadêmico Ursulino Leão. É biografado por José Mendonça Teles no livro "GENTE & LITERATURA".

1983. Torna-se Diretor da Revista PERFIL, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Trovas, promoção da AAFCL, de Anápolis. É pesquisado por José dos Reis Pereira no livro "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS DO BRASIL".

1983. Recebe o diploma de MEMBRE D HONNEUR, do Clube dos Intelectuais de Paris. É Expositor na Loja Maçônica União e Justiça, com o tema "O CÓDIGO CANÔNICO DO PAPA JOÃO PAULO II". Prefacia o livro "NATUREZA DO VENTO", de Petrônio Botelho Rocha. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, sob o título "Obras de Goiás e sobre Goiás".

1983. Torna-se Membro Fundador da Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo. Participa da Comissão Julgadora do "PRÊMIO CULTURAL FOLHA DE GOIAZ", focalizando a vida e a obra de James Fanstone. É examinador do III Concurso de Poesia Moderna, do SESC, em Anápolis. É referenciado por Renato Baez no livro "GENEALOGIA E OPINIÕES".

1983. Figura no livro de José Mendonça Teles "GENTE & LITERATURA", como um dos 32 nomes ligados à literatura goiana. É verbete do "DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO", de Raimundo Menezes. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d O POPULAR, sob o título "Pensamento de um novo acadêmico".

1983. Como membro titular correspondente, vincula-se a diferentes entidades culturais do país, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Pernambuco, Academia Conquistense de Letras, Academia Internacional de Ciências Humanísticas, Academia Poços-Caldense de Letras, Academia Eldoradense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana, Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão.

1983. Tem seus trabalhos literários publicados em vários jornais e revistas, entre os quais, CORREIO DO CEARÁ, de Fortaleza, REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, JORNAL DA PARAIBA, de Campina Grande, REVISTA BRASILIA, do Distrito Federal, TRIBUNA PIRACICABANA, de Piracicaba. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Licínio Leal Barbosa.

1984. É eleito Orador Oficial da Loja Maçônica LEALDADE E JUSTIÇA II, sob a Presidência do Venerável Mestre, Dr. Pedro Muniz Coelho. Como Membro do Conselho Filosófico de Kadosch nº 09, de Goiânia, presidido pelo Grão Mestre, Dr. Absaí Gomes Brito, alcança o GRAU 30. Vincula-se como membro titular correspondente à Academia de Letras de Brasília e à Academia de Letras do Planalto, em Luziânia. É biografado por Luiz Vital Duarte no livro "RUY BARBOSA-SUA OBRA, SUA PERSONALIDADE".

1984. Publica artigos de crítica literária, em diferentes jornais, sobre mais de uma centena de autores goianos e nacionais. Recebe referências elogiosas, via jornais e revistas, através de artigos de Gilberto Freyre(FOLHA DE SÃO PAULO), Carlos Alberto Azevedo(DIÁRIO DE PERNAMBUCO), Robinson Cavalcanti(JORNAL DO COMMERCIO), José dos Reis Pereira(JORNAL BATISTA), E. D Almeida Vitor(CORREIO BRAZILIENSE), Abdias Lima(TRIBUNA DO CEARÁ), Sebas Sundfeld(O MOVIMENTO), Modesto de Abreu(REVISTA DA ACADEMIA), Reis de Souza(REVISTA BRASÍLIA), Ângelo Monteiro(JORNAL DE LETRAS), Carlos Ramos(TRIBUNA DE CAXIAS), etc.

1984. Lança o livro "LETRAS ANAPOLINAS", Antologia de Poesia e Prosa, reunindo mais de duzentos literatos de Anápolis. É Expositor no III Ciclo de Conferências Jurídicas, em Anápolis, com o tema "OS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL". Vincula-se à CASA DE CULTURA DE ITABERABA, no sertão da Bahia. Prefacia o livro "ESTILHAÇOS DE SAUDADE", de Rosalina Marques da Costa.

1985. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário José Décio Filho, promoção da UBE-GO. É referenciado por Eustázio Pereira, em Santos, no JORNAL DESTAQUE. Recebe "DIPLOME D ACADEMICIEN", da La Fleur des Neiges, France. É agraciado com o "MÉRITO CULTURAL", da Escola Humanista e Cultural do Rio Branco, Acre. É referenciado por Henriette Kaisser na revista ACADEMIE DE LA FLEUR DES NEIGES, FRANCE. Recebe a Comenda "KNIGHT GRAND CROSS", da Royal Order of Our Lady of Grand Gothia, Inglaterra.

1985. É referenciado por Anna Leite, de São Paulo, no jornal A REGIÃO. É eleito para a ACADEMIA PETROPOLITANA DE EDUCAÇÃO, em Petrópolis. É referenciado por Enéas Athanázio, em Santa Catarina, no jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA. É referenciado por Raimundo Araújo, do Rio de Janeiro, no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS.

1986. Recebe o título "COMMANDEUR DE JUSTICE DE L ORDRE ROYAL DE SAINT-ANDRE DE SCYTHIE, Inglaterra. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da IMAGEM ATUAL, sob o título "AAFCL divulga Anápolis no Brasil e exterior". Recebe a honraria "COMENDA BISPO AZEREDO COUTINHO", da Academia de Letras e Artes de Pernambuco. É biografado por Altamiro de Moura Pacheco na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. É referenciado por Luiz Vital Duarte no livro A EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO.

1986. Publica o livro "JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS", antologia de poesia e prosa, com 600 páginas. Vincula-se à ACADEMIA PETROPOLITANA DE POESIA RAUL DE LEONI, em Petrópolis. É designado Coordenador das atividades do Ministério Público, em Anápolis. É resenhado por Apolônia Gastaldi no livro "A FORÇA DO BERÇO". É referenciado por Jacy Gomes de Almeida no livro "IMINÊNCIAS III". É biografado por Jaime Câmara na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS.

1987. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Decoração Natalina, numa promoção do Clube de Diretores Lojistas de Anápolis. É entrevistado pela jornalista Mirza Seabra Toschi, da GAZETA POPULAR, sob o título "Academia divulga Anápolis". Recebe o "DIPLOME DE MEMBRE D HONNEUR, da Societé des Poètes et Ecrivains Régionalistes, Nimes, França.

1987. É referenciado por Luiz Carlos Mendes no jornal GAZETA POPULAR. Publica o livreto "CADEIRA 15-PERFIL BIOGRÁFICO". Tem seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" resenhado por Antonio Paim no volume BIBLIOGRAFIA FILOSÓFICA BRASILEIRA. É referenciado por Geraldo Coelho Vaz no livro REVIVENDO.

1987. É entrevistado pelo jornalista Fábio di Souza, da GAZETA POPULAR, sob o título "Endereçário Cultural Brasileiro". Prefacia o livro FUNDO DE GAVETA, de João Batista Machado. É referenciado por Luiz do Couto Filho no jornal CIDADE DE GOIÁS. Recebe o título de PROFESSOR DECANO da Faculdade de Direito de Anápolis. Toma posse na ACADEMIA PETROPOLITANA DE LETRAS, em Petrópolis.

1987. Publica o livro "ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO", com nomes e endereços de instituições culturais. É biografado por Ari Lins Pedrosa no livro "O VÉU DO VENTO". É referenciado por Diniz Felix Santos, em Brasilia, no boletim POIETIKÉ.

1988. É Examinador na Comissão de Concurso para Oficial de Registro Civil, em Souzânia, Anápolis, numa promoção do Tribunal de Justiça de Goiás. Prefacia o livro FOLHAS ESPARSAS, de Laurentina Murici de Medeiros. É biografado por Francisco Igreja no "DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS". É referenciado por Eno Teodoro Wanke no livro "XIXI NO ABISMO".

1988. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA, do Instituto Histórico e Cultural Pero Vaz de Caminha, em Brasília. Prefacia o livro BARRO DO MESMO BARRO, de Paulo Valença. É eleito VICE-PRESIDENTE DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DE GOIÁS, sob a Presidência de Geraldo Coelho Vaz. É resenhado por Haydée Jayme Ferreira no livro "O CANTO DO CISNE".

1989. Prefacia o livro A FACE OFENDIDA, de Paulo Valença. É eleito para a ACADEMIA ACREANA DE LETRAS, no Acre, Rio Branco. É referenciado por Ismael Gomes da Silva no livro "SEARA DE ILUSÕES". Prefacia o livro UM PEDACINHO DO MEU SONHO, de Euripedes Balsanulfo de Freitas. Torna-se membro do Conselho Fiscal da Associação Goiana do Ministério Público.

1989. 26.12.1989. Casa-se com Amália de Alarcão, de quem se divorcia alguns anos depois. É referenciado por José Pinheiro Fernandes no livro "O REAL INIMAGINÁVEL". É referenciado por Wanderley de Medeiros no jornal O POPULAR. É elogiado por Luiz Vital Duarte no livro "EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO COMUNISMO NO BRASIL".

1990. Prefacia o livro RELVA AZUL, de Leonice Pesci Vidotto. Recebe a distinção PERSONALIDADE CULTURAL DA DÉCADA NEOTROVISTA, do Clube dos Trovadores Capixabas, em Vitória, Espírito Santo. Prefacia o livro "PÔ...EMAS", de Manoel Messias de Morais. É biografado como verbete na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. É referenciado por Gênio Eurípedes em Jataí no jornal FOLHA DO SUDOESTE.

1991. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Coplaven de Literatura, numa promoção do Grupo Coplaven. Toma posse como membro da INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito titular do MOVIMENTO POÉTICO EM SÃO PAULO.

1992. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Master de Literatura, numa promoção do Grupo Master. É referenciado por Rosemary Pereira, no jornal O RADAR, no Paraná. Recebe a honraria DESTAQUE DE IMAGEM, da Revista Imagem Atual, de Anápolis. Toma posse como MIEMBRO ACADEMICO "AD HONOREN", da ACADEMIA DE BELLAS LETRAS DEL CONO SUR, Uruguai. É referenciado por Anand Rao no jornal CORREIO BRAZILIENSE.

1993. Recebe a distinção MÉRITO JUSCELINO KUBITSCHEK, do Supremo Conselho Internacional, em Brasília. É Conferencista na Fundação Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É referenciado por Alaor Scisínio, do Rio de Janeiro, no jornal LETRAS ITAOCARENSES.

1993. Recebe o título de CIDADÃO ANAPOLINO, da Câmara Municipal de Anápolis, pelo Decreto Legislativo 001/93, de l6.03.93, de autoria do Vereador Achiles Mendes Ribeiro, sendo Presidente o Vereador José Escobar Cavalcante. É biografado por Adrião Neto no livro "ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS". É biografado por Lucélia Cunha no jornal O POPULAR.

1994. Recebe a honraria COMENDA GOMES DE SOUZA RAMOS, da Prefeitura Municipal de Anápolis. É resenhado por Nelly Alves de Almeida no livro "REGISTRO DE UMA OBRA". Torna-se verbete do DICIONÁRIO DA INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito para a ACADEMIA JATAIENSE DE LETRAS, em Jataí, Goiás. Toma posse como membro da ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS, em Niterói.

1994. É verbete na ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA, editada no Rio de Janeiro. É referenciado por Darcy França Denófrio no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I". É referenciado por Napoleão Valadares no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA. É mencionado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II".

1995. Lança o livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", dicionário biobibliográfico, com 1052 páginas. Assume a Cadeira 59, da ACADEMIA ITAOCARENSE DE LETRAS, em Itaocara, Rio de Janeiro. É eleito para a ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, em Catalão, Goiás.

1995. Torna-se membro do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DISTRITO FEDERAL, em Brasília. É referenciado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II". É analisado por Gabriel Nascente no jornal DIÁRIO DA MANHÃ. Publica artigo na ANTOLOGIA DE VERBETES DA ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA, no Rio de Janeiro.

1995. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, pelo lançamento do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, numa iniciativa do Deputado José Lopes. Vincula-se à Cadeira 23, da ACADEMIA TAGUATINGUENSE DE LETRAS, no Distrito Federal, tendo como Patrona Leodegária de Jesus. É referenciado por Gabriel Nascente no livro "VENTANIA".

1996. Pela MASTER, do Rio de Janeiro, publica o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", dicionário biobibliográfico, com 815 páginas. Toma posse, na Cadeira 23, do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GOIÁS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares, sob a Presidência de José Mendonça Teles. É referenciado por Paulo Nunes Batista no livro "O SAL DO TEMPO".

1996. Prefacia o livro "LIRA LIVRE", de Celso Cavalcante Batista. Tem seus livros expostos, na EXPOSIÇÃO DE ARTE E LITERATURA, de Leonice Pesci Vidotto, em Osvaldo Cruz, São Paulo. Escreve o POSFÁCIO do livro ARESTAS DE SEDA, de Francisco Nascimento. É referenciado por Hugo Ayaviri Amurrio no livro "CULTURA MUSICAL".

1996. Torna-se membro da ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS, em Manaus. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DOS 300 ANOS DA MORTE DE ZUMBI, em Brasília, DF, através do Supremo Conselho Internacional da OIC. É Examinador no IV Momento Poético da Rede Municipal de Ensino. É citado por Joanyr de Oliveira no livro "PLURICANTO".

1996. Concede entrevista aos alunos da Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É Conferencista na Aula Inaugural da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iporá, Goiás. Prefacia o livro "IMPÉRIO DOS DESEJOS", de Maria da Luz. Ao lado de Alaor Barbosa e Geraldo Coelho Vaz, integra a Comissão que analisa o CURRICULUM VITAE e opina sobre a candidatura de Ubirajara Galli à Cadeira 26 da Academia Goiana de Letras. Esta cadeira terminou sendo ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.

1997. Tem sua HOME PAGE publicada na INTERNET, no seguinte endereço: http://www.genetic.com.br/~mario, tendo como e-mail: mariormartins@hotmail.com. É eleito para a ACADEMIA MANTIQUEIRA DE ESTUDOS FILOSÓFICOS, em Barbacena, Minas Gerais. Recebe o segundo lugar no OITAVO CONCURSO NACIONAL DE OBRAS PUBLICADAS, com o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", em São Lourenço, Minas Gerais. No dia 07 de agosto, é promovido pelo Conselho Superior do Ministério Público, ao cargo de PROCURADOR DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, último degrau da carreira ministerial.

1997. Assume a Cadeira 98, da ACADEMIA DE LETRAS E CIÊNCIAS DE SÃO LOURENÇO, Minas Gerais, tendo como Patrono o Marquês de Olinda. É biografado na coluna PERSONALIDADES-VULTOS ANAPOLINOS, do Jornal "A NOTÍCIA", pelo jornalista Júlio Alves. Profere palestra na Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA), focalizando a literatura goiana. Tem seus poemas publicados na antologia OFICINA CADERNOS DE POESIA, de Sérgio Gerônimo, do Rio de Janeiro. É bibliografado no livro LITERATURA PIAUIENSE PARA ESTUDANTES, de Adrião Neto. É referenciado no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES, de Olimpio Ferreira Sobrinho.

1998. Em 24 de abril, é publicada no DIÁRIO OFICIAL, sua aposentadoria como Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Passa a residir também na cidade de Palmas, Capital do Estado do Tocantins.

1999. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas, apresentando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram ou viveram no Estado de Goiás.

2000. Dedica-se exclusivamente a atividades literárias, fazendo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense, bem como pesquisando material para o seu novo dicionário.

2001. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, com 924 páginas, focalizando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram, passaram ou viveram no antigo Norte de Goiás e no hoje Estado do Tocantins.

2001. Faz Pós-Graduação em Administração Pública, no III CEPE(CICLO DE ESTUDOS DE POLÍTICA E ESTRATÉGIA), num convênio entre a UNITINS(UNIVERSIDADE DO TOCANTINS) e a ADESG(ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA), quando estuda no Rio de Janeiro para complementação do curso, através de visitas aos diferentes Ministérios e Instituições Públicas.

2001. 28.9. Recebe o título de “PERSONA INTELECTUAL”, pela Casa de Letras, de Paraiso, no Tocantins, em solenidade pública realizada no Teatro Municipal “Cora Coralina” daquela cidade.

2002. No dia 05.04.2002, sob a Presidência do Dr. Juarez Moreira, toma posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o Frei José Maria Audrin, sendo recebido pelo orador da Academia, o maranhense, de Alto Parnaíba, José Cardeal dos Santos.

2002. Como resultado de trabalho feito juntamente com Mery Ab-Jaudi Ferreira Lopes e Vânio José Simoneto, seu texto “REFLEXOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NAS FINANÇAS MUNICIPAIS” é publicado no livro CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONTEMPORÂNEA, editado pela EDUCON/UNITINS, com apresentação do professor Galileu Marcos Guarenghi, Diretor do Projeto Telepresencial.

2003. Continuou suas atividades literárias, proferindo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense. Com o título de DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, inseriu na Internet, todas as biografias do dito dicionário, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

2004. 14.01. Concede entrevista à Rádio Comunitária de Ipupiara, também chamada de “FORTALEZA DE SÃO JOÃO”, sobre sua infância na cidade e suas atividades profissionais e literárias, ocasião em que é entrevistado pelos locutores Paula Saldanha, Aristides Silva, Mary e André, além de seu Diretor Renato. Além da atualização constante do DICIONÁRIO, via internet, continua produzindo artigos literários e proferindo palestras sobre literatura.

2004. 12.03. Pela Portaria 003/2004, da Presidente Isabel Dias Neves, foi nomeado Coordenador do Projeto PATRONO, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.

2004. 13.07. Lança em sua cidade natal-Ipupiara e também em Lençóis, Bahia- seu novo livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, focalizando as figuras de Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Franklin de Albuquerque e Abílio Wolney, além de Feliciano Machado Braga, Antonio de Siqueira Campos, José Wilson Siqueira Campos e mais os Coronéis Isidório Ribeiro dos Santos e Artur Ribeiro dos Santos.

2004. 26.08. Na Escola Técnica Federal de Palmas, como representante da Academia Tocantinense de Letras, profere palestra sobre LITERATURA.

2004. 01.09. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, pelo lançamento do livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, numa iniciativa do Deputado Laurez Moreira.

2005. 17.06. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, apresentando a biografia dos 40(quarenta) PATRONOS e dos 40(quarenta) TITULARES.

2006. Coloca na INTERNET, no site www.mariomartins.com.br, o livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando a biografia de todos os PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRA e TITULARES DAS 40 CADEIRAS. Foram elaboradas 274 biografias entre os Patronos, Fundadores e Titulares da Academia Brasileira de Letras.

2006. 16. 06. Funciona como cicerone do escritor Gilberto Mendonça Teles que esteve em Palmas, proferindo palestra no Auditório do MEMORIAL COLUNA PRESTES, na Praça dos Girassóis.

2007.15.01. Lança em Ipupiara, na Bahia, juntamente com seu irmão Filemon Francisco Martins, o livro DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS, com 587 nomes de parentes e aderentes.

2007. 10.02. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, a 2ª Edição do livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando 274 biografias dos PATRONOS, FUNDADORES DE CADEIRAS e dos 40(quarenta) TITULARES atuais.










ATENÇÃO. A Fortuna Crítica deve começar em página IMPAR.

the Baylor Hospital personnel.


FORTUNA CRÍTICA.

(COMENTÁRIOS SOBRE OS LIVROS DE
MÁRIO RIBEIRO MARTINS)

ABDIAS LIMA, in TRIBUNA DO CEARÁ. Fortaleza, 20 de julho de l979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA é o novo livro de reflexão filosófica de Mário Ribeiro Martins. É uma outra dimensão didática da filosofia, em linguagem simples, clara e com apresentação metódica. Utilizado por diferentes segmentos, o livro tem recebido os maiores elogios da crítica especializada, especialmente pela forma objetiva como a matéria é apresentada. O autor, Mário Ribeiro Martins, é Bacharel e Mestre em Teologia, Licenciado em Filosofia Pura, Bacharel em Ciências Sociais e Direito. Especializou-se em Educação Moderna e Administração Pública, respectivamente, em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha. Seu livro é indispensável aos estudantes e estudiosos de filosofia, podendo servir também para leituras complementares em outros cursos".

ABSAÍ GOMES BRITO, in LIBERDADE E UNIÃO. Goiânia, 30 de março de 1983: "A Academia Goiana de Letras tem, desde a noite de sábado, novo integrante-Mário Ribeiro Martins-empossado na Cadeira 37, cujo Patrono é Crispiniano Tavares que, como Mário Martins, era também baiano, mas tornou-se goiano por adoção. Autor de vários livros, nas áreas de filosofia, teologia, sociologia, literatura, destacando-se, entre outros, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", "MISCELÂNIA POÉTICA", o novo acadêmico é também Professor Universitário e Promotor de Justiça na Manchester Goiana, onde se destaca como Presidente da Federação das Entidades Culturais de Anápolis".

ADRIÃO NETO, via e-mail. Teresina, Piauí, 25.11.2004. “Pelo inestimável valor e magnitude de sua gigantesca obra, Mário Ribeiro Martins tem lugar garantido na honrosa galeria dos maiores escritores e homens de letras do Brasil. Com a construção desta obra, de colossal importância para a Literatura Nacional, Mário Ribeiro Martins – um dos mais notáveis dicionaristas biográficos e homens de letras do país –, pode e deve ser considerado com o seu conterrâneo, o baiano Sacramento Blake da Literatura Brasileira”.

AFFONSO ARINOS DE MELLO FRANCO FILHO, via e-mail. Rio de Janeiro, 20.12.2006: “Agradeço, penhorado, a amável gentileza do seu fecundo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, com 1.034 páginas, eis que, além do meu nome na Cadeira 17, lá estão também muito bem retratados meu pai Afonso Arinos de Mello Franco(1905), na Cadeira 25 e o velho Affonso Arinos de Mello Franco(1868), na Cadeira 40. Parabéns pelo excelente livro”.

AFRÂNIO COUTINHO et al, in ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA. Rio de Janeiro: Mec/Fae, 1990, II vol, página 870: "Mário Ribeiro Martins, nascido em 07 de agosto de 1943, Ipupiara, Bahia, poeta, biógrafo, Promotor de Justiça, Professor Universitário, diplomado em Ciências Sociais, Teologia e Direito. Membro da Academia Goiana de Letras, da Academia de Letras e Artes de Pernambuco, da Academia de Letras José de Alencar, entre outras. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, PERFIL LITERÁRIO, MISCELÂNIA POÉTICA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, etc".

ALARICO VELLASCO, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Ainda há pouco o escritor Mário Ribeiro Martins- que é também Promotor de Justiça, em Anápolis, Goiás- acaba de lançar o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l.052 páginas, de extraordinária qualidade, onde o autor consigna à página 93, entre os l.500 nomes ali focalizados, um verbete especial sobre o Professor Benedicto Silva, goiano, de Campo Formoso, hoje Orizona, que completa nesta data os noventa anos de idade e a quem homenageamos, nesta festa realizada no salão da CASA SUIÇA, aqui no Rio de Janeiro".

ALOISIO MIGUEL MARQUES, in JORNAL DA SEGUNDA. Goiânia, 16 de maio de 1995: "Mário Ribeiro Martins enriquece o acervo da cultura goiana com mais uma obra de peso. O livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, já nas melhores livrarias do ramo, transcende o comum das pesquisas. É obra de consulta obrigatória e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito nesta parte do Brasil, cobrindo os séculos XVIII, XIX e XX, com mais de 1500 verbetes apresentados em ordem alfabética e entrada pelo nome de batismo, focalizando autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado de Goiás".

ANN HARTNESS, in THE GENERAL LIBRARIES. UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN. 20.06.2000: Mário Ribeiro Martins, agradeço o envio do seu interessante livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Ele representa uma contribuição importante para a bibliografia de Goiás. Eu sei o quanto é trabalhoso escrever uma obra de referência como esta. Muito me agrada saber que o amigo gostou do meu livro BRASIL: OBRAS DE REFERÊNCIA-1965-1998. Este foi um projeto muito interessante que levou quase dez anos e eu já estou trabalhando na próxima edição.

ANTONIO GERALDO RAMOS JUBÉ, in O POPULAR. Goiânia, 24 de setembro de 1978: "Fiquei bastante sensibilizado com a sua apreciação crítica de meu despretencioso livro SINTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia. Não conhecia eu- do Mário Ribeiro Martins- essa face de seu talento multiforme. De significação profunda e bela, seu artigo "A LUCIDEZ DO SENSO CRÍTICO NOS ENSAIOS DE RAMOS JUBÊ", publicado no jornal O POPULAR, é uma excelente contribuição para a construção da crítica literária em Goiás".

ANTONIO LISBOA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Possuidor de vasto currículo, o Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins-residente em Anápolis-terminou recentemente uma pesquisa de muito fôlego. Trata-se do volumoso(1051 páginas) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, um conjunto de textos publicados em jornais, revistas e livros sobre autores goianos. Há também entrevistas do autor concedidas a diversos periódicos, discursos e outros fatos literários. Num trabalho de mais de duas décadas, Mário Martins relaciona os nomes mais expressivos das letras em Goiás e no Brasil".

ALBERTO CUNHA MELO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 15 de março de 1973: "O Sociólogo Mário Ribeiro Martins está preparando a edição de um ensaio de sua autoria, cujo título GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, a ser publicado pela Imprensa Metodista, de São Paulo, inclui artigos publicados na secção literária deste jornal e do JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, devendo trazer novos dados sobre a vida evangélica, no Recife e nos Estados Unidos da América, do internacional mestre de Apipucos".

ANA BRAGA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l5 de fevereiro de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é fruto de uma pesquisa literária de mérito incomensurável. Trabalho de fôlego, como costumamos dizer. Texto onde o autor se revela um notável pesquisador, um analista dos gêneros literários e um coordenador organizado, conhecedor de nossos valores literários e, acima de tudo, o idealista que soube garimpar nomes ilustres, desde o século dezoito até a modernidade, resumo dos nossos autores, ressaltados os gêneros e as obras dos mesmos. Seu livro, Mário Ribeiro Martins, foi um presente régio para a literatura goiana".

ÂNGELO MONTEIRO, in JORNAL DE LETRAS. Rio de Janeiro, 10 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins está concluindo um ensaio que terá o título de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, estudando as atividades intelectuais do escritor pernambucano, antes de CASA GRANDE & SENZALA", quando se dedicou ao evangelismo, ainda que ligado ao Colégio Americano Batista Gilreath, onde estudou nos idos de 1917, bacharelando-se em Ciências e Letras, tendo como colegas, os pastores Tertuliano Cerqueira, Manoel Dias, Fernando Wanderley e Antonio Neves de Mesquita".

APARÍCIO FERNANDES, in ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL. Rio de Janeiro: Folha Carioca Editora, 1980, IV volume, página 405: "Mário Ribeiro Martins passou a infância e parte da adolescência nas cidades de Ipupiara, Morpará, Xique-Xique e Bom Jesus da Lapa. Escreveu para o DIARIO DE PERNAMBUCO e JORNAL DO COMMERCIO, ambos do Recife. Possui os seguintes livros publicados, entre outros: SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, etc".

A. RODRIGUES MENEZES, in JORNAL DE HOJE. São Paulo, dezembro de 1972: "Gilberto Freyre e a Primeira Igreja Batista do Recife. Sob o título acima, escreveu para as páginas de um dos nossos matutinos em Recife, o confrade Mário Ribeiro Martins, focalizando o nome do nosso eminente Sociólogo e Antropólogo Gilberto Freyre, não somente como membro daquela igreja pernambucana, no Recife, mas também como membro e pregador da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, nos Estados Unidos".

ARTHUR REZENDE, in O POPULAR. Goiânia, 22 de fevereiro de 1995: "COMPLETÍSSIMO. A coluna acaba de receber exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, opúsculo de 1.052 páginas. O livro já se encontra nas livrarias. Vale dizer que se trata da mais completa publicação no gênero por aqui. Cerca de 1.500 nomes são focalizados no Dicionário Biobibliográfico dos Escritores, além outras informações importantíssimas sobre os diferentes aspectos da literatura goiana. Ideal para consultas e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito da região. Tão completo que até referência ao titular da Coluna lá está".

BELKISS SPENCIERI CARNEIRO DE MENDONÇA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 13 de dezembro de l996: "Ao ler "ESCRITORES DE GOIÁS", de sua autoria-Mário Ribeiro Martins- muito admirei sua capacidade de, em pesquisa meticulosa e valorizadora, relacionar tão grande número de escritores de nosso Estado. Constitui-se numa grande realização sua, demonstrando ser possuidor de "força superior às circunstâncias". Louvo, também, sua decisão de fazer constar, em livro, sua preciosa produção literária, que, pela transitoriedade da publicação jornalística, estaria fadada ao esquecimento".

BENEDICTO SILVA, in INFORMATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Rio de Janeiro, 10 de junho de 1981: "O presente trabalho- FILOSOFIA DA CIÊNCIA-, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia, de autoria do ilustre professor Mário Ribeiro Martins, não se restringe aos seus objetivos pedagógicos, mas busca, sobretudo, reafirmar a grandeza e a significação da investigação filosófica, através da qual o homem se descobre como ser no mundo, daí a razão por que se trata de um livro do mais alto valor, essencial à reflexão filosófica".

BRASIGÓIS FELÍCIO, in O POPULAR. Goiânia, 05 de outubro de 1984: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins, membro da Academia Goiana de Letras, está colocando nas livrarias um livro que é importante contribuição ao conhecimento da história e atualidade das letras de Anápolis. Trata-se de LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e trezentos nomes estudados, notas de orelha de José Mendonça Teles e prefácio de Ursulino Leão, focalizando nomes de Jornalistas, Poetas e Escritores da Manchester Goiana".

BRAZ LIMONGI, in O ARAUTO. Florianópolis, SC, 08 de dezembro de 1978: "Radicado em Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça e Professor Universitário, com seus trinta e cinco anos apenas, é um autor fecundo, produzindo obras sociológicas, literárias, filosóficas e teológicas, como se observa em SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX ou ainda no ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, bem como em VIDA E OBRA DE THOMAS HELWYS, entre outros".

CARLOS ALBERTO AZEVEDO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 6 de agosto de 1974: "O teólogo e sociólogo Mário Ribeiro Martins é fruto de poucas gerações, ex-aluno do Colégio Americano Batista e do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, onde também é professor, bem como da Universidade Federal Rural de Pernambuco e Universidade Católica, tem-se inquietado com problemas escolásticos, entre os quais, O ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX, etc".

CARLOS CAVALCANTE, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 06 de setembro de 1974: "Habitualmente leio o Diário de Pernambuco e, por último, artigos bem produzidos do Sociólogo e Teólogo Mário Ribeiro Martins, formado em Ciências Sociais, pela Universidade Federal de Pernambuco, mas também em Teologia e Filosofia, respectivamente, pelo Seminário Protestante da Rua Padre Inglês e pela Universidade Católica do Recife. Este jornal, que já tinha nomes como Mauro Mota, Orlando Parahym, Glaucio Veiga e outros, enriqueceu ainda mais as suas páginas seculares".

CARLOS RAMOS, in TRIBUNA DE CAXIAS. Caxias, RJ, 20 de janeiro de 1981: "Mário Ribeiro Martins é natural de Ipupiara, Bahia, mas radicado hoje em Goiás, onde é Ministro Evangélico, Promotor Público e Professor, volta-se para a atividade literária e cultural, como autor de diversos livros, sendo um dos mais interessantes, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE que focaliza a adolescência evangélica do Mestre de Apipucos no Recife, trazendo histórias fascinantes como aquela do missinário americano que vendeu seu piano para ajudar na passagem de Gilberto para os Estados Unidos".

CONDESSA DE MEIA-PONTE(VERA LOPES DE SIQUEIRA), in A NOTÍCIA. Anápolis, 19 de outubro de 1997: “FILHA DILETA DO SENHOR. Para o eminente Promotor, Professor e Escritor Mário Ribeiro Martins. Um elogio feito com sinceridade, não há coisa melhor para nos ajudar a procurar olhar sempre para frente e ver que o mundo continua lindo. Assim me senti, ao tomar conhecimento do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Fui premiada. Se há um nome que tem enriquecido a cultura em Goiás, este é Mário Ribeiro Martins. Seu livro focaliza, entre outros, meu pai, José Assuero de Siqueira que, sendo jornalista, ao fundar o jornal O PIRINEUS, em 1931, escrevia os seus artigos com o pseudônimo de Conde de Meia-Ponte, de que me apropriei para também escrever meus artigos”.

DILMAR FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 08 de setembro de 1978: "CANTO DE MORTE NOS POETAS NACIONAIS, publicado no livro ESCRITORES DO BRASIL, editado por Aparício Fernandes, no Rio de Janeiro, é um trabalho de análise que Mário Ribeiro Martins elaborou, estudando as composições poéticas de vários autores brasileiros, não somente contemporâneos, como também pertencentes a várias escolas literárias, chamando a atenção do leitor para a constante presença da expressão MORTE nos escritores do Brasil".

DIVALDO SURUAGY, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 23 de junho de 1999: “Gostaria de parabenizá-lo pela magnífica compilação realizada sobre os ESCRITORES DE GOIÁS. Imagino não existir, em nenhum outro Estado do País, uma obra de tão grande vulto. Receba minha admiração com os votos de que prossiga utilizando sua sólida cultura, aliada à imensa capacidade de trabalho e dedicação à pesquisa, para continuar engrandecendo a literatura brasileira”.

EBENÉZER GOMES CAVALCANTI, in GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973, página 15: "Mário Ribeiro Martins reclama dos arquivos de mais de meio século uns traços da influência protestante na adolescência de Gilberto Freyre, pesquisa a que acode o sociólogo com indisfarçável sentimento de ternura pelo reencontro com o passado remoto, num artigo intitulado DEPOIMENTO DE UM EX-MENINO PREGADOR, publicado no DIARIO DE PERNAMBUCO. Seu tranquilo depoimento nada tem de amargo ou evasivo, antes confirma os registros de Mário Martins, dando-lhes mais sabor, mais vida e mais evocações".

E. D ALMEIDA VITOR, in CORREIO BRAZILIENSE. Brasília, 28 de março de 1979: "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, de Mário Ribeiro Martins é uma pesquisa que objetiva contribuir para a biografia global do eminente sociólogo pernambucano, focalizando aspectos interessantíssimos, inclusive as fontes pesquisadas, entre as quais se destaca o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, datado de 1915, nos Estados Unidos. Mas Mário Ribeiro Martins é também colaborador em jornais e revistas especializadas. Seu outro livro-FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de caráter essencialmente didático, interessa a todos os que participam dos problemas do homem e que queiram refletir sobre a vida e o mundo, de uma perspectiva filosófica, daí a razão por que tem recebido os maiores encômios da crítica nacional".

ELISANGELA FARIAS, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 15.09.2004: “Fundão de Brotas, hoje Ipupiara, este é o cenário da obra CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, do autor e membro das Academias Goiana e Tocantinense de Letras, Mário Ribeiro Martins que foi lançado recentemente na cidade de Lençóis, Bahia e já pode ser encontrado nas livrarias de Palmas, Capital do Tocantins. O livro que fala sobre os Coronéis Horácio de Matos e Militão Rodrigues Coelho, focaliza também um outro Coronel baiano, Franklin Lins de Albuquerque, do médio São Francisco, bem como a figura do Coronel Abílio Wolney, do antigo Norte de Goiás, hoje Dianópolis e ainda trata de outros assuntos interessantes, entre os quais, OS DOIS SIQUEIRA CAMPOS e um JUIZ GUERREIRO”.

ENÉAS ATHANÁZIO, via carta de Camboriú, Santa Catarina, 12.11.2004: “Refiro-me ao pequeno e substancioso livro “GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE”, de autoria de Mário Ribeiro Martins, publicado em 1973, pela Imprensa Metodista, de São Paulo e que tem o esclarecedor subtítulo de “uma contribuição biográfica”. Embora se trate de obra esgotada, é interessante comentá-la em face do ineditismo do tema e as consequências para o biografado. Nessas páginas, o autor mergulha fundo no tema, rebuscando papéis e variadas fontes em laboriosas pesquisas. Mostra ele que o Dr. Alfredo Freyre, pai do Mestre de Apipucos, manteve estreitas relações com os batistas de Pernambuco, com eles colaborando(tendo sido Diretor do Colégio Americano Batista Gilreath) e professando sua fé, embora nunca batizado”.

EVERARDO GUERRA, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 10 de novembro de 1974: " Um dos seus mais recentes biógrafos, Mário Ribeiro Martins, no epílogo de seu precioso livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, afirma: Há homens que nascem em determinadas épocas e lugares para realizar grandes obras. É o caso de Gilberto de Mello Freyre, cuja biografia, focalizando especialmente a sua adolescência protestante no Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife e em Fort Worth, no Texas, Estados Unidos, revela a importância da obra escrita pelo Ministro Evangélico, Sociólogo e Professor Mário Martins".

FENELON TEODORO REIS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 26 de setembro de l996: "Tenho a honra de acusar o recebimento do exemplar de seu livro que ostenta o apropriado título "ESCRITORES DE GOIÁS", onde o nobre escritor traça o perfil dos grandes nomes da literatura goiana. Mário Ribeiro Martins, realmente merece aplauso essa sua iniciativa, sempre tão rara, entre nós, porém, próprias de homens cuja inteligência não é apenas direcionada ao próprio intelecto, e sim, a utiliza também para enaltecer os valores de outras pessoas que se dedicam ao mesmo ramo de atividade, ou seja, levar conhecimento e as experiências de vida a quem gosta de atualizar-se através de uma boa leitura".

FERNANDO LINS, in E-MAIL FERLINS@ZAZ.COM.BR Palmas, 09 de julho de 1998. “Uma das maiores satisfações que tive aqui em Palmas, Tocantins, foi conhecer tanto pessoalmente quanto a grandiosa obra literária, filosófica e sociológica de Mário Ribeiro Martins. Missionário da fé e homem imbuído dos mais elevados valores morais e espirituais, com refinado senso de justiça, de generosidade, de amizade e de humildade. Você é daquelas pessoas que nós, seus contemporâneos, não temos como avaliar devidamente, pois seu pensamento iluminado está acima das nossas mensurações. Mas os pósteros saberão reconhecer e apreciar a sua verdadeira grandeza”.

FERNANDO MARTINS, in O POPULAR. Goiânia, 12 de maio de 1982: "O presente livro, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, é o resultado das experiências vividas por Mário Ribeiro Martins dentro do Magistério Superior. Pretende o autor conferir uma visão panorâmica da realidade sociológica. Não se trata de uma tradução que reflita uma concepção sociológica de outros centros de cultura, mas de um conjunto de experimentos, todos eles vividos nas salas de aula, como Professor de Sociologia nos Cursos de Ciências Sociais, Filosofia e Direito".

FERNANDO PY, in DIÁRIO DE PETRÓPOLIS. Petrópolis, RJ, 08 de dezembro de l996: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Promotor de Justiça e Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, elaborou uma obra valiosíssima de referência, com mais de mil páginas, onde faz um Dicionário Biobibliográfico de Autores de Goiás, extremamente minucioso, e mais estudos sobre escritores goianos e outros, além do registro de jornalistas e mais intelectuais do Estado. Excelente fonte de informação".

FILADELFO BORGES DE LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 02 de abril de 1995: "Adquiri em Goiânia, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. Deleitei-me no manuseio das suas páginas e muito ainda o farei. A obra é completa. Completíssima, conforme a definiu o mestre e jornalista Arthur Rezende. Com 1.052 páginas e mais de 1.500 verbetes estudados e focalizados, todos eles referentes aos escritores de Goiás, há também temas como Ministério Público, Academia Goiana de Letras, entre outros. O autor a escreveu para a imortalidade. Cumprimento-o de pé e me alegro sobremaneira".

FILEMON FRANCISCO MARTINS, in email, filemonmartins@bol.com.br: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de nos brindar com mais um livro de sua brilhante pena. Desta feita, “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”, que retrata fatos importantes ocorridos nas cidades interioranas da Bahia e do Brasil, envolvendo figuras notáveis e polêmicas, como Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Abílio Wolney e Franklin Lins de Albuquerque. O autor, competente e talentoso, tem-se mostrado um dos mais experientes e pacientes pesquisadores da atualidade. É festejado como cronista, poeta, dicionarista criterioso, crítico consciente e cultor exemplar da verdade histórica, trazendo à luz da publicidade, através do seu livro, episódios interessantes da vida destes líderes, pouco conhecidos do grande público leitor. Essas reflexões nos vêm à mente com a leitura amena e prazerosa de “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS” que prova tratar-se de uma obra de fôlego, contribuindo para resgatar a memória quase sempre esquecida de nossos antepassados.

FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 15 de maio de 1995: "No MOSAICO de março, deparei-me com o nome ilustre do intelectual goiano, Dr. Mário Ribeiro Martins no rol dos acadêmicos correspondentes da distinta Academia Itaocarense de Letras. Pesquisador talentoso da literatura de Goiás, editou em livro, com l.051 páginas, cerca de l.500 verbetes, focalizando homens e mulheres que ao longo dos séculos XVIII, XIX e XX escreveram e publicaram livros no Estado de Goiás e várias críticas literárias, incluindo prefácios, entrevistas, discursos, etc, com o título ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, já considerado pela crítica como completíssimo".

FRANCISCO IGREJA, in DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS. Rio de Janeiro: OFICINA, 1991, página 228: "Mário Ribeiro Martins nasceu em Ipupiara, Bahia, em 1943. Bacharel em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito. Promotor de Justiça e Professor Universitário. Detém prêmios literários e condecorações diversas. Produtor cultural, organizador de antologias, publicou livros didáticos, biográficos e ensaios literários, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE; SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL".

GABRIEL NASCENTE, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 19 de março de 1995: "Ufa! Haja fôlego! O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS- chegou de carreta. É provável que, para o seu traslado, de Anápolis a Goiânia, precisou de bons ombros, muita vitamina e sol... visto, naturalmente, como um tijolaço, tal o número de páginas: l052. A mais completa bibliografia de autores goianos feita até hoje entre os escribas da terra. Um verdadeiro arrastão da cultura goiana, com investidas até lá pelos rincões do século XVIII, onde o autor foi buscar elementos para edificar o seu catatau bibliográfico".

GERALDO BONADIO, in JORNAL CRUZEIRO DO SUL. Sorocaba, SP, 23 de julho de 1995: "Nos ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS agora editados por Mário Ribeiro Martins, além de analisar a produção de escritores nacionais como Almir Gonçalves, Carlos Rocha, Crispiniano Tavares, Érico Veríssimo, Gilberto Freyre, Joaquim Nabuco, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros, entrega ao público uma obra de referência de fundamental importância que é o Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás, com mais de l.500 verbetes apresentados em ordem alfabética, bem como uma listagem de jornalistas e articulistas de Goiás, de todos os tempos".

GERALDO COELHO VAZ, in O POPULAR. Goiânia, 30 de maio de 1985: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins publicou LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, que não é seu primeiro livro, mas é de grande importância para as letras goianas, uma vez que traz no seu bojo a história literária da próspera cidade de Anápolis. Estudando mais de trezentos nomes, entre jornalistas, poetas e escritores, o autor se preocupou em divulgar os dados biográficos de cada um, além de algum tipo de produção literária, recolhida de livros, jornais e revistas".

GERALDO OLIVEIRA, in O TAUBATEANO. Taubaté, SP, 30 de abril de 1979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" é o novo livro de reflexão filosófica do escritor, professor e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins, de Anápolis, Goiás, também Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Com sua diversidade de temas, entre os quais, ÂMBITO GERAL DA FILOSOFIA, PERSPECTIVA HISTÓRICA DA FILOSOFIA, PROBLEMAS GERAIS DA FILOSOFIA, FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, FILOSOFIA NO BRASIL, ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA, FILOSOFIA E DIREITO, FILOSOFIA E CIÊNCIA, o autor fornece uma visão completa de toda a problemática filosófica".

GESSY SABALA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 30 de outubro de 1995: "Sobre ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que tive o prazer de comprar aqui em Santa Maria, Rio Grande do Sul, talvez, por ser o senhor um autor consagrado, entre os grandes literatos nacionais, com a grande experiência da arte de bem escrever, seu trabalho se agiganta e torna-se notável em todos os sentidos, dentro da técnica, do tema e do entendimento, de tal forma que se torna fácil para o leitor compreender e aquilatar o valor das 1.051 páginas que formam um verdadeiro monumento à cultura goiana".

GÊZA MARIA, in O POPULAR. Goiânia, 07 de maio de 1999: “Já está pronto o primeiro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Depois de muita pesquisa e dedicação, o escritor e Procurador de Justiça Mário Ribeiro Martins, um baiano que se diz goiano de coração, fez o lançamento da obra na Biblioteca Pública de Salvador, no dia 23. O local foi escolhido para homenagear Sacramento Blake, autor do Dicionário Bibliográfico Brasileiro, o primeiro livro do gênero, publicado há 116 anos. São mais de 1200 páginas contendo informações sobre a vida e a produção de mais de dois mil autores que publicaram livros em Goiás”.

GILBERTO FREYRE, in FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 29 de março de l98l: "Um simpático Dr. Mário Ribeiro Martins publicou há pouco um opúsculo-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973. Pena que não me tenha ouvido outras vezes. Eu lhe teria contado coisas mais, talvez de interesse para o seu estudo. Aliás, anteriormente, num jornal do Recife -JORNAL DO COMMERCIO- este simpático e bem intencionado cronista de coisas evangélicas no Brasil já vinha recordando meus contatos de adolescente -o que também o fizera no DIARIO DE PERNAMBUCO-com o evangelismo, quando quase menino de l7 anos. Contatos e tendências de que me orgulho. Duraram ano e meio. Mas ano e meio que me enriqueceram a vida e o conhecimento da natureza humana, no sentido de relações dos homens com Deus e com o Cristo, que é um sentido de que ainda hoje guardo comigo parte nada insignificante.".

GILBERTO MENDONÇA TELES, in CORRESPONDÊNCIA. Rio de Janeiro, 27.02.2007: “MÁRIO RIBEIRO MARTINS é meu companheiro na Academia Goiana de Letras, mas ambos vivemos fora de Goiânia: ele em Palmas, no Tocantins; eu no Rio de Janeiro, de modo que raramente nos vemos em Goiânia. Mas no ano passado fui fazer uma conferência em Palmas e tive o prazer de encontrá-lo, com Isabel dos Santos Neves (Belinha), à minha espera no aeroporto. Os passeios, os jantares, a conversa agradável na sua possante caminhonete com ar refrigerado, tudo me foi revelando uma pessoa admirável, que eu só conhecia mesmo pelo trabalho de pesquisador cultural do Centro-Oeste. Homem cordial, culto, de conversa cativante e conhecedor apaixonado da realidade em que vive — Goiás e Tocantins, por onde fluem os mais importantes rios do Brasil — MÁRIO MARTINS realmente me cativou e me deu consciência da sua importância na consolidação cultural do novo Estado. Livros como Escritores de Goiás, Dicionário biobibliográfico de Goiás e Dicionário biobibliográfico do Tocantins, para ficar apenas nesses, são uma notável trilogia que dá bem uma amostra de seu poder de pesquisa e organização, suficientes para comprovar o valor da sua contribuição na leitura do mapa cultural da região do Centro-Oeste. Daí a minha admiração pelo seu trabalho intelectual, que reitero”.

GINO FREY, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 8 de setembro de l995: "O intelectual de Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, lançou o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, obra que já se encontra nas livrarias. São mais de 1.500 verbetes dentro do Dicionário Biobibliográfico dos Escritores de Goiás, além de outros assuntos importantes, entre os quais, Poetas e Escritores do Evangelismo Brasileiro, Academia Goiana de Letras, Ministério Público, Escritores Nacionais, Jornalistas e Articulistas de Goiás, etc".

GUIDO BILHARINHO, in DIMENSÃO. Uberaba, MG, 25 de agosto de 1995: "Recebi e agradeço o exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, livro de Mário Ribeiro Martins, cuja aquisição me foi por demais proveitosa. Dada a histórica, geográfica e cultural ligação de Goiás com o (futuro) ESTADO DO TRIÂNGULO, a obra em referência, com centenas de nomes procedentes das Minas Gerais e agora radicados em terras goianas, é da mais alta importância para todos que, aqui, participam, de um modo ou de outro, da construção de um patrimônio cultural comum".

GUIMARÃES LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de l983: "E poucas academias têm o privilégio de possuir em seu seio os cultores da Ciência de Platão-a Filosofia. Mário Ribeiro Martins será a sua estrela solitária. Com suas idéias, ele vai abastecer a Academia Goiana de Letras. Autor de um livro específico sobre o assunto-o FILOSOFIA DA CIÊNCIA, além de centenas de artigos publicados em jornais e revistas, sobre os problemas filosóficos. Mário Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça chega à Academia de Colemar Natal e Silva com um cabedal de conhecimentos extraordinariamente grande que só contribui para engrandecer as letras goianas".

HAYDÉE JAYME FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 18 de outubro de 1980: "O interessante, Professor Mário, é que deve ter havido entre nós, uma comunicação telepática, independente da nossa vontade e do nosso conhecimento. Lendo os seus artigos, quando da revisão, aqui na redação do jornal, verifiquei tratar-se de um mestre da lingua portuguesa, dada a forma escorreita como escreve e transmite suas idéias. Claro, objetivo, conciso, seu estilo agrada sobremaneira e permite concluir a razão por que a sua presença está inserida em jornais como DIARIO DE PERNAMBUCO, JORNAL DO COMMERCIO DO RECIFE, JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, O POPULAR, FOLHA DE GOIAZ, DIÁRIO DA MANHÃ e tantos outros espalhados pelo Brasil".

HÉLIO DE BRITO, in CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA. Goiânia, 26 de maio de 1999: “Com anuência do PLENÁRIO, envia correspondência ao escritor Mário Ribeiro Martins, expressando-se efusivos cumprimentos deste poder LEGISLATIVO, pelo lançamento do seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Muito nos deixa orgulhosos a ilustre iniciativa de Mário Ribeiro Martins, ao formular o vasto Dicionário Biobibliográfico de Goiás, obra esta que, sem resquício de dúvida, irá corroborar com o fortalecimento dos alicerces sustentadores da literatura goiana. Mais do que um eficiente meio de pesquisa, o livro possui a notável proposta de reestruturar e conservar nomes inolvidáveis, responsáveis pela formação e consolidação da história literária de Goiás. Além disso, assume a importante incumbência de difundir o trabalho de escritores de nossa atualidade, que, por sua vez, jamais deverá se tornar imemorável perante as gerações seguintes”.

ILDIBAS ANTONIO DO NASCIMENTO(Diretor Geral do CAB), in CORRESPONDÊNCIA. Recife, 13.02.2007: “Com imensa satisfação o Colégio Americano Batista expressa sua gratidão pelo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Enviamos um carinhoso abraço ao nosso ilustre EX-ALUNO e relembramos que o CAB continua zelando pela divulgação dos valores eternos que foram defendidos pelos pioneiros fundadores desta casa nos idos de 1906”.

IRON JUNQUEIRA, in JORNAL O TOPNEWS. Goiânia, 25 de novembro de l996: "A mais completa enciclopédia de autores goianos, a que mais abrange escritores, jornalistas e intelectuais, é de autoria de um garimpeiro tenaz e meticulosamente indagador, o Professor Mário Ribeiro Martins que escreveu o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e mais recentemente ESCRITORES DE GOIÁS. Não há quem milite nas letras que escape desse intelectual que, antes de ser Promotor de Justiça, devia ser Promotor de Cultura. Seu livro recebeu avaliação dos mais consagrados críticos e é conhecido por todo o Brasil, estando presente nas mais diferentes bibliotecas particulares, municipais, estaduais e nacionais. Uma coisa se pode garantir: SE ELE NÃO CONHECE UM ESCRITOR ESTREANTE, ANÔNIMO, É SÓ POR ENQUANTO. UM DIA ELE VAI BATER À SUA PORTA OU LHE TELEFONAR".

INOCÊNCIO CANDELÁRIA, in DIARIO DE MOGI. Mogi das Cruzes, SP, 05 de julho de 1979: "Em sequência a esse fato, tomamos conhecimento do talento, da cultura e da produção literária de Mário Ribeiro Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, em Goiás, autor de vários livros-destacando-se GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE e FILOSOFIA DA CIÊNCIA- e nome dos mais expressivos da cultura goiana, eis que, membro de dezenas de entidades culturais no Brasil e exterior, além de Presidente da Federação das Instituições Culturais de Anápolis".

IVAN MENDONÇA, in O POPULAR. Goiânia, 28 de julho de l996: "Já nas melhores livrarias, o livro ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Professor Universitário, Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, membro da Academia Goiana de Letras, escreveu um livro para a posteridade, destacando aspectos interessantíssimos da literatura goiana, além de incursões pela literatura nacional. Com 815 páginas e mais de 1.800 verbetes, focalizando nomes de pessoas que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás. Trata-se de texto de leitura obrigatória".

IVES GANDRA DA SILVA MARTINS(Presidente da Academia Paulista de Letras), in DEDICATÓRIA do Livro CEM SONETOS. São Paulo, 07.12.2006: “Prezado acadêmico Mario Martins, agradeço, sensibilizado, o obséquio de 2(dois) exemplares(para a Academia e para mim), de seu belo DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, de fina sensibilidade e de importância histórica para as letras nacionais, retribuindo-lhe com o meu CEM SONETOS, publicado em 2006”.

JAIME CÂMARA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de 1983: "Mário Ribeiro Martins chega à Academia Goiana de Letras com uma bibliografia interessantíssima. Poderia discorrer aqui, por muitas horas sobre a vida e a obra desse cultor da ciência de Platão, tão rica de exemplos edificantes, tão cheia de episódios que não só o engrandecem, mas dignificam a Casa que, agora, ele passa a integrar. Há homens que enchem a sua época, pelas qualidades que possuem, pela atividade que desenvolvem, pelos serviços que prestam à coletividade. São expoentes da cultura, repositórios da sabedoria, da inteligência, do talento, da criatividade. São homens simples, na maioria das vezes, mas de uma imensa grandeza de coração. Mário Ribeiro Martins que hoje transpõe os umbrais da Academia Goiana de Letras é um desses homens".

J. LEITE SOBRINHO, in JORNAL DA PARAÍBA. Campina Grande, PB, 12 de novembro de 1981: " Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, escritor, poeta, jornalista e professor é um dos mais ilustres nomes das letras em Goiás, exercendo também outros papéis relevantes na cultura daquele Estado. Autor de centenas de artigos em jornais e revistas especializadas, bem como de dezenas de livros, entre os quais, poder-se-ia relembrar CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, etc".

JOANYR DE OLIVEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 18 de agosto de 1995: "No último domingo, por acaso, vi em mãos de um amigo, um exemplar de seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Tive a grata surpresa de nele encontrar dois verbetes sobre mim, razão por que me apresso em escrever para agradecer-lhe pelo privilégio de estar presente em tão valiosa obra, certamente a mais importante no gênero editada no Planalto Central. Meus calorosos aplausos por páginas tão ricas de informações, que passam a ser de consulta obrigatória, especialmente por escritores, professores e estudantes de literatura".

JOÃO ROSA, in O COMERCIÁRIO. Anápolis, 10 de maio de 1996: "Mário Ribeiro Martins, embora Promotor de Justiça, dedica boa parte de seu tempo, ao levantamento das letras em Goiás, daí o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com mais de 1.051 páginas, focalizando nomes interessantíssimos de pessoas que já escreveram livros e estão, de alguma forma, ligados à literatura goiana. Formado em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, além de curso de Mestrado. Membro da Academia Goiana de Letras, está também vinculado a várias outras instituições no Brasil e Exterior".

JOAQUIM ROSA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 18 de maio de 1979: "Moral da história- FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de Mário Ribeiro Martins, é um livro que deve ser lido até por quem sofre de alergia por filosofias, mas gosta de aprender, ainda que dobrando o famoso Cabo das Tormentas, como este escrevinhador. O texto produzido pelo Promotor de Justiça e Professor Universitário de Anápolis é extraordinário e tem recebido os melhores elogios. Quanto a mim, continuo com o mesmo pensamento sobre o assunto: A FILOSOFIA É TÃO IMPORTANTE PARA A VIDA, QUE A VIDA, SEM ELA, SERIA A MESMA COISA".

JOSÉ DE MOURA FILHO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l2 de setembro de l996: "Foi motivo de júbilo para este Desembargador receber tão importante obra, aqui em Palmas, no Tribunal de Justiça do Tocantins, intitulada ESCRITORES DE GOIÁS, de sua autoria, publicada agora em l996. Trata-se, na verdade, de livro indispensável para conhecermos melhor a história e os valores literários dos escritos e escritores de nossa região, incluindo nomes de relevância tanto em Goiás quanto no atual Estado do Tocantins. Continue, nobre escritor Mário Ribeiro Martins, pois o seu continuar é também o seu preservar na imortalidade".

JOSÉ DOS REIS PEREIRA, in JORNAL BATISTA. Rio de Janeiro, l5 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins foi lançado por este jornal com uma série de artigos sobre Gilberto Freyre e sua adolescência religiosa, sendo hoje, um dos melhores articulistas deste e de outros órgãos da imprensa nacional. Quanto ao seu livro recentemente lançado, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, é o resultado da série de artigos produzidos por Mário Martins, tanto para este jornal, como para o JORNAL DO COMMERCIO, do Recife, focalizando a adolescência protestante de Gilberto Freyre vivida, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos da América".

JOSÉ FARIA NUNES, in JORNAL DA TERRA. Caçu, Goiás, 15 de setembro de 1999: “Ao ser lançado em Caçu, no dia 26 de agosto de 1999, alcançou extraordinário sucesso, o livro do Procurador de Justiça e Escritor Mário Ribeiro Martins. Trata-se do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas e 2.500 biografias. É um trabalho esmerado que retrata pessoas que nasceram, viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins e que, efetivamente, tiveram os seus livros individuais publicados, entre os quais, o autor desta nota, caçuense nato, que publicou seu primeiro livro com o título: CAÇU-UMA CULTURA EM ASCENSÃO”.

JOSÉ JAMIL FERNANDES MARTINS, Presidente do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, via Correspondência. Palmas, 17.11.2005: “Agradeço a gentileza do livro de sua autoria RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, oportunidade em que parabenizo-o pela obra e apresento meus sinceros votos de pleno e continuado êxito na carreira literária, já tão bem solidificada através de livros como DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS e muitos outros”.

JOSÉ MENDONÇA TELES, in GENTE & LITERATURA. Goiânia: UCG, 1983, página 127: "As obras de Mário Ribeiro Martins refletem a inquietação de um moço diante de um mundo em constante movimentação, com bruscas e amargas transformações, e, como testemunho de seu tempo, acredita na força da criação literária, como medida capaz de conduzir os homens às universalidades da cultura e do pensamento. Sua vida literária é das mais profícuas. Participante ativo de vários congressos e seminários sobre cultura, tem prestado excelente contribuição, como articulista, nos jornais e revistas de Goiânia, Anápolis, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, entre outros, escrevendo sobre temas sociológicos, educacionais, filosóficos, teológicos, econômicos, psicológicos e de crítica literária. Seu livro LETRAS ANAPOLINAS é uma antologia que fica e há de ensebar-se nas mãos do tempo, pois só se conhece a história de uma cidade, depois de conhecer a história dos homens que a cantaram em prosa e verso".

JOSÉ PEREIRA DA COSTA, in BOLETIM INFORMATIVO DA AGMP. Goiânia, 10 de novembro de 1984: "Lançado, em reunião festiva nesta Associação, o livro LETRAS ANAPOLINAS, de autoria do ilustre colega Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Com prefácio do Ex-Procurador Geral de Justiça do Estado de Goiás, Dr. Ursulino Tavares Leão e notas de orelha do escritor José Mendonça Teles, o texto é uma antologia muito bem cuidada, de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e cerca de duzentos nomes estudados, entre jornalistas, poetas e escritores da próspera cidade de Anápolis, onde o autor se destaca também como Professor Universitário".

JUAREZ MOREIRA FILHO, in PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Palmas, 2004: “Mário Ribeiro Martins, Procurador de Justiça, ensaísta, dicionarista, historiador e pesquisador brasileiro. Portanto, trata-se de um homem culto, preparado e que pertence a várias entidades culturais, sociais e de classe. É membro de dezenas de academias, excelente conferencista, orador, pesquisador assíduo, jurista, sociólogo, filósofo, teólogo e educador. Tomou posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, na minha gestão como Presidente, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em Palmas, no dia 05.04.2002”.

JULIO ALVES, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 13 de março de l982: "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL é o mais novo livro do professor Mário Ribeiro Martins. Com mais de quatrocentas páginas, o compêndio aborda os principais temas da disciplina. Trata-se, na verdade, de uma outra dimensão didática da Sociologia, em são focalizados assuntos como o ÂMBITO GERAL DA SOCIOLOGIA, CONCEITOS BÁSICOS DE SOCIOLOGIA, CATEGORIAS SOCIAIS, DESENVOLVIMENTO E URBANIZAÇÃO, SOCIOLOGIAS ESPECIAIS, SOCIOLOGIA E DIREITO, A SOCIOLOGIA NO BRASIL E EM OUTROS PAISES".

LAILA NAVARRETE, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 12 de março de 1995: "Do Promotor de Justiça de Anápolis e Escritor Mário Ribeiro Martins, recebemos o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, levantamento completo da literatura goiana, incluindo até Dicionário de escritores, com 1.051 páginas, em que um dos 1.500 verbetes, biografa a autora desta coluna que, nos idos de 1974, publicou o livro de poesias ESPELHO FOSCO, com prefácio de Ursulino Leão e notas de orelha de Anatole Ramos".

LEILA MICCOLIS, in BLOCOS. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é o mais novo livro de Mário Ribeiro Martins, contendo 1051 páginas(não é erro gráfico não: são 1051 páginas, mesmo!), abrangendo Dicionário Biográfico dos Escritores de Goiás, além de textos do autor sobre personalidades da Literatura Nacional, do Evangelismo Brasileiro, do Ministério Público, da Academia Goiana de Letras, incluindo entrevistas culturais, prefácios, referências literárias, bem como relação das obras publicadas pelo autor nas mais diferentes áreas".

LEONICE PESCI VIDOTTO, in JORNAL DA COMARCA. Osvaldo Cruz, SP, 25 de agosto de 1995: "Seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é obra-prima que faz o Brasil se orgulhar de seu autor. Para reunir autores tantos e desenvolver o trabalho em si, só mesmo um gênio escolhido pelo olhar de Deus. Seu carisma floriu a messe cultural brasileira... e, ao me incluir... me fez também a sua jornada, caminho, incentivo e esperança. Lutador sem fronteiras, Mário Ribeiro Martins, além de tudo, é um ser humano consciente de sua importante missão no mundo".

LIBERATO PÓVOA (JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA), in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 27 de janeiro de 1998: "Mário Ribeiro Martins, conceituado estudioso da literatura e autor de incontáveis obras nos campos da Sociologia, Biografia, História, Literatura, Filosofia e outros, além de ensaísta, crítico literário, traz a público sua valiosa obra ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que vem preencher uma grande lacuna nesta parte específica da literatura. A par de trazer um estudo biobibliográfico de centenas de autores das mais diferentes procedências, mas que produziram frutos em Goiás e no Tocantins, mostra ser uma obra imprescindível a todos os que militam no campo literário, mormente da pesquisa, demonstrando, de forma irrefutável, a riqueza literária e cultural de que são detentores estes dois Estados. É uma obra de referência, não só pela pesquisa séria que levou a sua publicação, mas também porque mostra as diversas facetas deste literato, que considero polivalente, posto que desincumbe com a mesma desenvoltura e versatilidade nos diversos campos em que atua, haja vista os ensaios e estudos que compõem a metade das mais de mil páginas desta obra, que mostra tratar-se de um autor consciente, imparcial, que sabe escrever e- o que é mais importante- gosta do que faz, porque faz bem".

LICÍNIO LEAL BARBOSA, in O POPULAR. Goiânia, 16 de junho de 1986: "Em primeiro lugar, os cumprimentos pelo paciente levantamento dos autores que produziram literatura na acolhedora cidade de Anápolis. Gostaria, em seguida, de lhe agradecer a lembrança de me haver incluído o nome entre os escritores anapolinos, cidade que considero o meu berço goiano. Louvo-lhe, por último, o contributo que oferece ao estudo da literatura goiana, através do livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, na qual a Manchester Goiana se situa com destaque, augurando-lhe continuar na pesquisa e na divulgação da literatura goiana, com a segurança que o caracteriza".

LUCÉLIA BRAZ DA CUNHA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de março de 1995: "O escritor baiano- radicado em Anápolis desde 1975, onde exerce o cargo de Promotor de Justiça e Professor Universitário- Mário Ribeiro Martins acaba de lançar mais uma obra. Desta vez, ele apresenta o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, onde reúne, em um só volume de mais de mil páginas, produções literárias publicadas em Jornais, Revistas e Livros, além de um bem elaborado DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DOS ESCRITORES DE GOIÁS, focalizando, em órdem alfabética pelo nome de batismo, mais de mil e quinhentos autores que nasceram, viveram ou escreveram sobre as terras goianas".

LUCIANE GOEBEL, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 24 de junho de 1999: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de lançar o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(Editora Master), uma obra completa que registra vida e obra de autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado, a partir do século XVIII. São 1.230 páginas e mais de dois mil verbetes, resultantes de quase três anos de pesquisa. O autor também faz referência a Sebastião Rocha Lima, pai de Luiz Fernando Rocha Lima, ex-diretor geral da Organização Jaime Câmara no Tocantins”.

LUIZ CARLOS MENDES, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 19 de janeiro de 1980: " Em virtude desta divulgação realizada pela Editora Oriente, o professor Mário Ribeiro Martins vem tendo suas obras-entre as quais FILOSOFIA DA CIÊNCIA-conhecidas em outros países e também laureadas. É o caso da honraria recentemente recebida, qual seja, o DIPLOME DE MEMBRE D HONNEUR, do Club des Intellectuels Français, em Paris, França, bem como ainda, a distinção LIDER DE LA FECHA SIMBOLO, da Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio, em Buenos Aires".

LUIZ OTÁVIO SOARES, in O POPULAR. Goiânia, 19 de junho de l979: "O Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins lançou há pouco o livro FILOSOFIA DA CIÊNCIA, editado pela Oriente. É um trabalho de novas proposições didáticas, contendo, inclusive, um pequeno dicionário filosófico, além de temas atuais, entre os quais, a questão da filosofia e da liberdade, reflexões sobre o homem e os movimentos filosóficos com repercussão no Brasil, daí a razão por que o livro tem recebido os melhores elogios da crítica especializada".

MARA ROBERTA, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 01.10.2002: “Autores na Internet. Quem ainda não teve a oportunidade de ler o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, do escritor Mário Ribeiro Martins, poderá fazê-lo pela web. É só acessar o site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. O referido Dicionário é uma obra extremamente necessária. Através dele é possível conhecer a biografia e a obra literária de centenas de pessoas que publicaram livros, nascidas ou que viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins, além de outras regiões do Brasil”.

MARCELO TOSTA, in EMAIL 01@FFE.MAR.MIL.BR (COMANDANTE) Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2000: “Apraz-me, sobremodo, comunicar a aquisição do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, uma magnífica obra que retrata a pujança da literatura goiana e do Tocantins, por herança. Laços de amizade ligam-me a Tocantins, pela especial deferência da Turma 1999 da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-ADESG. Assim, agradeço ter tido a oportunidade de conhecer melhor Goiás e Tocantins, através de seu extraordinário livro”.

MARIÁ SOARES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 23 de março de 2000: “O Procurador de Justiça e escritor Mário Martins pretende ainda este ano elaborar o Dicionário Biobibliográfico do Tocantins. Neste sentido, Martins está recebendo doações de livros e biografias de escritores para comporem o dicionário. A proposta é dar continuidade ao DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS que ele elaborou em 1998. O nome do governador José Wilson Siqueira Campos está no dicionário de Goiás, na página 1038, por ter escrito o excelente livro “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”.

MARIA ELIZABETH FLEURY TEIXEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de março de 1995: "Fiquei realmente surpresa e encantada com seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Verdadeira obra prima, de minunciosa pesquisa e de valor inestimável para a literatura goiana, especialmente para seus estudantes e estudiosos. Parabéns pelo fôlego de longo alcance. De coração, agradeço as bonitas palavras sobre mamãe e sua obra. Sei que ela nos acompanha de perto e também está contente com seu livro".

MARIETTA TELES MACHADO, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "De todos os que se manifestaram sobre a minha obra em conjunto, nenhum nela penetrou com mais sabedoria, com mais profundeza, com mais inteligência, dizendo exatamente o que sou e penso, do que Mário Ribeiro Martins. Promotor de Justiça e Professor Universitário, seu trabalho como crítico literário, tem sido dos mais profícuos, focalizando e estudando os diferentes nomes da literatura goiana, desvendando-lhes os segredos, bem como interpretando-os para o mundo literário".

MARIINHA MOTA, in PRESENÇA DE LORENA. Lorena, SP, 09 de novembro de 1978: "O livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, do ilustre mestre de Anápolis, Mário Ribeiro Martins, é um documentário importante de fatos até então desconhecidos da crítica, sobre a religiosidade, nos primeiros anos de existência, do conhecido autor de CASA GRANDE & SENZALA. Publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, o texto se apresenta como excelente contribuição para se conhecer melhor a história da vida de um dos homens mais notáveis deste país, o sociólogo e antropólogo Gilberto de Mello Freyre".

MARINEUSA RIBEIRO, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 24 de julho de 1982: "O Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins se destaca em todos os setores culturais de Anápolis, daí a razão por que foi eleito o MELHOR DO ANO, EM LITERATURA, pelo Clube de Imprensa de Anápolis e também DESTAQUE DO ANO, na mesma área, pelo jornal TOP NEWS, de Goiânia. Autor de vários livros, entre os quais, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, tem contribuido para a divulgação do nome de Anápolis, no Brasil e exterior, através das entidades culturais, de que é membro honorário e correspondente".

MÁRIO SOUTO MAIOR, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 30 de abril de 2000: “Trata-se do excelente DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins que, em boa hora, me veio ter às mãos, no momento exato em que estou trabalhando na segunda edição do nosso Dicionário de Folcloristas Brasileiros. Pesquisando no trabalho de Mário R. Martins encontrei mais de vinte folcloristas goianos. E o nosso dicionário estava muito pobre de folcloristas de Goiás. O DICIONARÃO, de Mário Martins, só tem um inconveniente-não pode ser lido na cama, como é do meu costume, eis que tem cerca de 1230 páginas”.

MIGUEL JORGE, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "Está surgindo um novo crítico literário em Goiás, Mário Ribeiro Martins, ocupando-se dos escritores goianos com um carinho especial e fazendo um levantamento crítico da literatura feita em Goiás. Procedente do interior da Bahia, nascido em Ipupiara, na Chapada de Diamantina, mas recém-chegado do Recife, onde se formou em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, é também Jornalista, Articulista e Professor na cidade de Anápolis. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, é um nome que já desponta no meio intelectual goiano".

MIGUEL REALE, in O POPULAR. Goiânia, 23 de outubro de 1979: "Quero cumprimentá-lo pelo seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", de excepcional qualidade, pela modernidade do texto, onde faz referência não somente às minhas obras, entre as quais, FILOSOFIA DO DIREITO, mas também ao Instituto Brasileiro de Filosofia que tive o prazer de fundar, em 1949, na capital paulista, esclarecendo-lhe que o Instituto é formado de secções estaduais, não existindo, em funcionamento efetivo, uma secção goiana, o que é deveras lamentável. Gostaria que escrevesse, nesse sentido, aos seus colegas de Goiânia, inclusive ao Professor Jônatas Silva, cujo endereço é Avenida Goiás, 636, Sala 706, Goiânia, Goiás".

MODESTO DE ABREU, in ANUÁRIO DA ACLERJ. Rio de Janeiro, dezembro de l98l: "Este Anuário está reproduzindo uma entrevista concedida pelo escritor Mário Ribeiro Martins, Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, ao jornal CORREIO DO PLANALTO, da cidade de Anápolis. O entrevistado responde a perguntas interessantíssimas, relembrando inclusive a resposta dada por Olavo Bilac, quando lhe perguntaram, por que os membros das academias eram chamados de imortais, ao que disse o poeta: É PORQUE NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS. Mário Martins, como se sabe, é autor de diferentes livros, entre os quais, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA", etc".

MOURA LIMA, in FOLHA DA CIDADE. Gurupi, To, 31 de março de 2004: “Mário Ribeiro Martins, de Ipupiara, antigo Jordão ou Fundão de Brotas... Retornando ao Brasil, tornou-se brilhante Professor Universitário... Ficou bastante conhecido, como um dos mais notáveis dicionaristas do país... Autor de vasta obra literária, que o coloca na galeria dos grandes vultos da literatura brasileira, notadamente no campo da Sociologia, da Filosofia e da História, destacando-se, dentre elas, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS e o grande DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br”

MURILO BADARÓ, via e-mail. Belo Horizonte, MG, 19.12.2006, atendimento@academiamineiradeletras.org.br: “A Academia Mineira de Letras agradece o envio dos exemplares do livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, que, além de enriquecer o nosso acervo, constitui excelente fonte de pesquisa para se conhecer melhor todos aqueles que, no passado e no presente estão vinculados à Academia Brasileira de Letras no Rio de Janeiro”.

NAPOLEÃO VALADARES(Presidente da Associação Nacional de Escritores-ANE), via CORRESPONDÊNCIA. Brasília, DF, 15.12.2006: “Agradecemos pelo precioso livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS que enriquecerá nossa biblioteca. Temos certeza de que o livro em apreço é mais uma obra importante e uma excelente contribuição para a Literatura Brasileira. Aproveitamos a oportunidade para manifestar a nossa admiração pelo seu excepcional trabalho literário”.

NEILA VIEIRA MONTEIRO, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 20 de setembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, o novo Promotor de Justiça, recentemente concursado, além de ser Professor da Faculdade de Direito de Anápolis, é também autor de vários livros, fez curso de Especialização em Educação Moderna e Sociologia Espanhola na Europa e faz parte da União Brasileira de Escritores de Goiás, sendo também colaborador em diferentes jornais e revistas do país. Entre seus livros, já publicados, destacam-se CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc".

NELLY ALVES DE ALMEIDA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de abril de 1995: "Nada há de mais sublime, na nossa sincera opinião, que o trabalho bem definido, sobretudo se ele se insere na área cultural, dignificando a inteligência, sublimando o espírito. É o que sentimos ao ter à frente o substancioso volume ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria de Mário Ribeiro Martins. Convencemo-nos, então, de que o homem, pondo-se a serviço de causas nobres, cumpre, sem dúvida, o mais alto dos destinos. Caminho seguro para pesquisa, ressaltando sua visão de mestre, altamente experimentado. Muito passamos a lhe dever, os escritores goianos".

NENITA NAVARRO, in A FEDERAÇÃO. Itu, São Paulo, 08 de março de 1997: “O jornalista e acadêmico Ednan Mariano Leme da Costa, agradece, por meio desta coluna, ao escritor Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário e membro da Academia Goiana de Letras, a gentileza do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Trata-se do retrato completo da Literatura Goiana(817 páginas), contendo, inclusive, Artigos Literários, Dicionário Biobibliográfico, Referências Literárias e belo CURRICULUM VITAE do autor, que nasceu a 7 de agosto de 1943, em Ipupiara, Bahia e reside em Anápolis, Estado de Goiás”.

NICE MONTEIRO DAHER, in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 07 de agosto de 1997: “Escritor Mário Ribeiro Martins. Acabei de ler, mais uma vez, o seu valioso livro “ESCRITORES DE GOIÁS”, em cujas 817 páginas, encontrei verdadeiras preciosidades literárias. E, mais uma vez, vendo meu nome no rol de tanta gente que honra nossa cultura, senti que me seria agradável agradecer-lhe sinceramente. Seu livro, tão especial em nosso meio intelectual, traz aos escritores nele aconchegados, uma simpática e formidável confiança que nem sempre é nossa companheira”.

NYSA MORAES DE FIGUEIREDO, in ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Rio de Janeiro, 0l de dezembro de 1979: "Dr. Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça do Estado de Goiás, radicado em Anápolis, mas também baiano de nascimento, jornalista, poeta e professor da Faculdade de Direito daquela cidade, é um dos nomes mais representativos da cultura e das letras naquele promissor Estado. Seu livro, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, nos conduz a momentos interessantíssimos, ao focalizar a adolescência evangélica do famoso mestre de Apipucos, no Recife, Pernambuco".

ODILON ALVES ROSA, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 29 de abril de 1982: "O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL- tem cunho essencialmente didático, sendo destinado aos estudantes do ciclo básico universitário, numa linguagem clara e acessível. Trata-se de um texto altamente informativo. Não é uma tradução que reflita uma visão sociológica de outros centros de cultura ou que use uma terminologia complexa e abstrata, mas é, antes de tudo, uma experiência já vivida nas salas de aula, com a participação direta dos alunos ou em cursos rápidos, oferecidos em oportunidades diferentes".

OLIMPIO FERREIRA SOBRINHO, in O POPULAR. Goiânia, 27 de dezembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins que foi escolhido como Orador Oficial na cerimônia de posse dos novos Promotores de Justiça, aprovado em Concurso Público, realizado pelo Ministério Público do Estado de Goiás, é a expressão maior desta nova geração de intelectuais. Seu discurso, em nome dos trinta e dois novos Promotores de Justiça, todos empossados na presença do Governador do Estado, Dr. Irapuan Costa Júnior, primou pela elegância e pela inteligência, terminando por concitar a todos para refletir na expressão latina-OMNIA SUB LEGE ET CONSTITUTIONE-tudo e todos, sob o império da Lei e da Constituição".

PAULO BERTRAN, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 28 de setembro de 1998: “Ao prezadíssimo Dr. Mário- Historiador e Memorialista, com meus cumprimentos especiais por seus “salvados” históricos importantíssimos, seja através de “LETRAS ANAPOLINAS”, “JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS”, “ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS”, “ESCRITORES DE GOIÁS” ou “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”. Com os abraços “ANTESINOS”(é nosso verdadeiro gentílico anapolino, das Antas). Foi inventado por Moisés Santana em homenagem- que virou Grupo Escolar- “O ANTESINA SANTANA”, primeira filha do Moisés. A nascida em Antas, portanto ANTESINA, um belo gentílico. Com o carinho do ANTESINO, Paulo Bertran”.

PAULO CÉSAR DOS SANTOS, in CASCATA DE VERSOS. Petrópolis, RJ: Editora Pirilampo, 1987, página 145: "Mário Ribeiro Martins é Promotor de Justiça e Presidente de várias entidades culturais e seculares. Autor de diversos livros, entre os quais, LETRAS ANAPOLINAS, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Membro honorário e correspondente de inúmeras instituições literárias, dentre outras, Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni, Academia de Letras e Artes de Pernambuco".

PAULO NUNES BATISTA, in O POPULAR. Goiânia, 7 de novembro de 1976: "É que Mário Ribeiro Martins é dono de um invulgar poder de síntese, aliado a uma cultura geral respeitável. Dominando o idioma com total segurança, estudioso do evangelismo nacional em todos os seus aspectos, o autor de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE trouxe revelações importante sobre a vida do mais ilustre sociólogo e antropólogo brasileiro. Seu livro, editado pela Imprensa Metodista de São Paulo, com prefácio do Pastor batista Ebenézer Gomes Cavalcanti e observações do Professor Universitário Robinson Cavalcanti, trata exatamente da adolescência evangélica do produtor da obra classica CASA GRANDE & SENZALA".

RAIMUNDO RODRIGUES DE ALBUQUERQUE, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de dezembro de 1995: "Estou roubando-lhe o tempo para lhe dar os parabéns por esta obra extraordinária "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS" que recebi ontem, como presente do irmão maçon Aristóteles de Lacerda Júnior. Fico-lhe grato, Mário Martins, e obrigado por me ter incluído em tão excelente volume. O livro é de um valor inimaginável. Apesar dos meus setenta e seis anos, estou em plena atividade literária. Morei muitos anos em Vianópolis, Paraúna, Inhumas, Palmeiras de Goiás, fundando ginásios e jornais. Iniciei no magistério o Modesto Gomes da Silva, filho do extraordinário poeta Floriano Gomes que, infelizmente, não publicou suas poesias. Em Vianópolis, junto com Issy Quinan, nos idos de 48, fundei o jornal local. Seu livro me trouxe gratas recordações de homens e mulheres, jovens e adultos que se tornaram grandes literatos em Goiás".

REIS DE SOUZA, in REVISTA BRASÍLIA. Brasília, DF, 02 de abril de 1982: "Professor Universitário, Promotor de Justiça, Escritor fecundo, Mário Ribeiro Martins é o INTELECTUAL DO ANO DE GOIÁS, em pesquisa realizada pela Agência de Notícias Brasília, com diversificada atividade literária e biobibliografia impressionante para um jovem de trinta e poucos anos. Baiano de nascimento, Pernambucano de formação intelectual, mas radicado em Anápolis, onde preside diferentes instituições literárias, o autor de SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL fez cursos de Especialização em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha, além de viagens culturais a Portugal, Inglaterra e França".

RENATO BERBERT DE CASTRO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de março de 1996: "Tive a oportunidade de examinar, na Fundação Clemente Mariani, aqui em Salvador, na Bahia, a obra do também baiano, Escritor, Professor Universitário e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Seu belo trabalho sobre os escritores de Goiás, intitulado ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, é um importante estudo, de consulta permanente, que não pode faltar em qualquer boa biblioteca. Chamou-me especial atenção seu artigo alí inserido, denominado "JORGE AMADO E O COLÉGIO ESPERANÇA", no qual há informações pouco conhecidas de algumas facetas da vida do autor de GABRIELA, CRAVO & CANELA".

RICARDO ALFAYA, in INFORMATIVO NOZARTE. Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1995: "Com 1.051 páginas, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, trata da vida e obra de centenas de escritores de Goiás, trazendo vários trabalhos literários do autor, além de informações especialíssimas sobre consagrados autores nacionais, entre os quais, Gilberto Freyre, Érico Veríssimo, Jorge Amado, Joaquim Nabuco, todos estudados com carinho especial pelo ilustre baiano que se encontra radicado em terras goianas".

ROBERTO PIMENTEL, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 05 de agosto de l979: "Entre os nomes que focalizaram a obra de Ursulino Tavares Leão, está o crítico literário Mário Ribeiro Martins que se apresenta como um dos mais significativos autores vivendo hoje no Estado de Goiás. Seu trabalho, na divulgação dos escritores goianos, através de artigos de jornais e revistas, tem sido formidável e recebido os melhores elogios. Pela instrumentalidade do BOLETIM PERFIL, órgão noticioso da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que também é Presidente, tem conduzido o nome de Goiás aos demais Estados da Federação".

ROBINSON CAVALCANTI, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 21 de fevereiro de 1973: "Mário Ribeiro Martins focaliza, neste jornal, o evangélico Gilberto Freyre não somente no Brasil, mas também nos Estados Unidos. Aqui, quando era aluno do Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, de que seu pai, Alfredo Freyre, era Diretor. E lá, como membro da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, além de aluno de vários seminários e universidades protestantes, entre os quais, a Universidade Batista de Baylor. Nesta, defendeu sua tese de mestrado "SOCIAL LIFE IN BRAZIL IN THE MIDDLE OF THE 19TH CENTURY", posteriormente transformada em CASA GRANDE & SENZALA. De parabéns, o historiador Mário Ribeiro Martins pela série de crônicas que tem escrito nesta jornal sobre o período evangélico da vida do MESTRE DE APIPUCOS".

ROSEMARY LOPES PEREIRA, in O RADAR. Apucarana, PR, 01 de agosto de l996: "Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, historiador, grande estudioso da literatura nacional, dedicou sua mais recente pesquisa aos escritores goianos que são muitos e bons, lançando o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", proporcionando aos leitores profundos conhecimentos sobre a vida e a obra de magníficos autores, dando uma visão do trabalho literário e cultural daquele Estado que empresta brilho às letras brasileiras, destacando, entre outros, a figura de Cora Coralina que encantou a todos, falando da natureza e da vida em seu BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS".

ROSENWAL FERREIRA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 19 de março de 1995: "Adquiri o grosso volume- 1.051 páginas- do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, e logo nas primeiras duzentas páginas percebe-se que é uma obra criteriosa, equilibrada, escrita com a seriedade de quem pesquisou muito: o autor é o conhecido e respeitado Professor Universitário, Promotor de Justiça, membro da Academia Goiana de Letras, Mário Ribeiro Martins. Vale a pena conferir. E certamente será uma história dos textos literários de nossa terra".

RUBENS GONÇALVES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 14.11.2002: “Conhecido por sua extensa pesquisa sobre autores goianos e tocantinenses, o escritor Mário Ribeiro Martins resolveu inovar. Lançou no início deste ano, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. Até aí, nada demais, não fosse o fato de o material estar disponível apenas na Internet, no seguinte endereço: www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Constantemente atualizado, o Dicionário já reune a biografia de mais de dez mil escritores, com livros efetivamente publicados. O objetivo é fazer com que pesquisadores e as pessoas de modo geral, conheçam autores de difícil acesso ou seja aqueles que não são facilmente encontrados em Enciclopédias.”

SEBAS SUNDFELD, in O MOVIMENTO. Pirassununga, SP, 15 de outubro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, Professor Universitário e Promotor de Justiça, é autor de vários livros de qualidade, entre os quais, CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc. Chamou-nos, no entanto, atenção especial, seu livro intitulado GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, em que a vida do antropólogo pernambucano é focalizada, sob um prisma diferente ou seja, o enfoque evangélico de sua adolescência, questão pouco divulgada ou mesmo não divulgada pelos seus biógrafos".

SONIA MARIA FERREIRA, in JORNAL ATUAL. Goiânia, 0l de julho de l996: "A Estante do Livro do CECULCO(CENTRO DE CULTURA DO CENTRO-OESTE) recebeu um exemplar do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do escritor Mário Ribeiro Martins. O autor, membro da Academia Goiana de Letras, da União Brasileira de Escritores e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, faz uma análise completa dos diferentes aspectos da literatura goiana, incluindo em seu dicionário verbetes sobre jornalistas, articulistas e literatos de Goiás, bem como discursos e artigos sobre alguns escritores de outros Estados Brasileiros".

STELLA LEONARDOS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de julho de 1995: "Muito grata pela oportunidade de adquirir ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Não há a menor dúvida de que o amigo contribuiu- e como!- para a divulgação da literatura goiana. Amanhã mesmo, vou mostrar o livro a Plínio Doyle(no famoso SABADOYLE) e a Sylvia Jacinto, que lá estará, entre outros escritores. Seu livro constará do MUSEU DA CASA DE RUI BARBOSA, o que é importante, eis que obra meritória, digna de aplauso geral".

STÊNIO CARVALHO DE LIMA, in NÁUTICO NOTÍCIAS. Fortaleza, CE, 10 de dezembro de 1995: "Desejo, neste espaço de A FALA DO PRESIDENTE, destacar o recebimento de precioso livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins, também membro da Academia Goiana de Letras, texto editado pela Federação das Instituições Culturais de Anápolis, obra valiosíssima que já se encontra incorporada ao acervo da Biblioteca do Náutico Atlético Cearense".

TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO, in O POPULAR. Goiânia, 16 de janeiro de 1977: "O livro de autoria de Mário Ribeiro Martins-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE-, enriqueceu ainda mais a literatura biográfica brasileira. Se o sociólogo pernambucano não tivesse um biógrafo tão inteligente, a fase mais importante de sua vida não seria conhecida por nós, amantes do saber. Baseada em documentos irrefutáveis, como o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION OF THE UNITED STATES OF AMERICA, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY OF BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE e carta da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, Waco, Texas, entre outros, a pesquisa trouxe excelente contribuição para se conhecer melhor este momento da vida de Gilberto Freyre".

TEREZY FLEURI DE GODOI, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 3l de agosto de l996: "Com atraso de mais de um ano, estou lhe enviando estes livros. Incrível, mas isto acontece. Logo que tive a oportunidade de conhecê-lo, pessoalmente, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, lembrei-me dos livros, mas os dias correm céleres, e... antes tarde do que nunca . Excelente o seu livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", que sempre tenho às mãos aqui em Brasília. Um trabalho precioso, que enriquece as nossas letras, fruto de sua ilustre e brilhante pena. Com sua vasta e valiosa bibliografia, além de notável CURRICULUM, pelo qual parabenizo, sinto no dever de afirmar que seu trabalho sobre aqueles que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás, é uma verdadeira preciosidade, excelente contribuição para se conhecer melhor a literatura feita no Estado de Goiás".

URSULINO LEÃO, in O POPULAR. Goiânia, 26 de fevereiro de 1978: "Somente agora é que tive o prazer de ler o seu lúcido(e generoso) estudo sobre a minha modesta obra publicado no jornal O POPULAR, do dia 13 de novembro de 1977. A mim, me parece, seja esta a verdadeira missão do crítico-ir até onde o escritor esteve e não tentar mostrar-lhe aonde ele deveria ter ido. Este e outros trabalhos de sua lavra focalizando os autores goianos, com a seriedade que lhe é peculiar, só contribuem para engrandecer a literatura feita em Goiás, tornando-a muito mais conhecida, além das margens do Paranaíba".

VIRGINIA FREIRE DA COSTA, in CORRESPONDÊNCIA. Rio de Janeiro, 09.03.2006: “Divisão de Depósito Legal da Fundação Biblioteca Nacional. Agradecemos e confirmamos o recebimento das publicações RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS enviadas à Biblioteca Nacional, em cumprimento à Lei 10.994, contribuindo significativamente para o enriquecimento do “Acervo Memória Nacional. A divulgação de sua produção editorial dar-se-á através da Bibliografia Brasileira, distribuída no Brasil e Exterior via nosso site: www.bn.br”.

WALDIR AZEVEDO BRAGA, in FOLHA DO MARANHÃO DO SUL. Carolina(MA), 05.06.2001: “Em nossa visita à cidade de Palmas, dia 20.05.2001, conhecemos o escritor Mário Ribeiro Martins que, ao lado do Deputado Darci Coelho nos cercou de muita atenção e carinho. Mário Martins já escreveu dezenas de livros, entre os quais, destacamos “Gilberto Freyre, o Ex-Protestante”, “Filosofia da Ciência”, “Sociologia Geral & Especial” e “Estudos Literários de Autores Goianos”. Não podemos deixar de citar dois importantes dicionários, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS e o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, lançados recentemente”.

WILSON DA SILVA BÓIA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 20 de setembro de 1995: "Recebeu a Academia Paranaense de Letras, aqui em Curitiba, no Paraná, o seu maravilhoso e alentado livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l052 páginas e cerca de l500 verbetes no capítulo referente ao Dicionário Biobibliográfico. Acreditamos no enorme esforço dispendido pelo confrade na execução de tão gigantesco trabalho. É uma obra que dignifica o seu autor e enobrece as letras goianas. A Academia considerou o seu livro uma excelente obra de referência e um repositório inesgotável de informações de ordem cultural".

ZANOTO(JOSÉ DE SOUZA PINTO)-DIVERSOS CAMINHOS, in CORREIO DO SUL. Varginha, MG, 01 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, tem o mérito especial de ressaltar, acima de tudo, a Literatura Goiana. De pronto, o autor apresenta um bem elaborado Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás. Focaliza Jornalistas e Articulistas de épocas diferentes, no Estado. Reproduz referências literárias sobre o autor, entrevistas concedidas, prefácios publicados em livros de outros autores e fala sobre alguns escritores, bem como sobre Ministério Público e Academia Goiana de Letras, instituições a que pertence".







ATENÇAO: A Bibliografia deve começar em página IMPAR.




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INDICE ONOMÁSTICO
(Os números referem-se às páginas principais)

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A. B. CHRISTIE(Alonzo Bee Christie)
A. B. DETER(Arthur Beriah Deter)
A. B. LANGSTON(Alva Bee Langston)
A. BEN OLIVER(Albert Benjamin Oliver)
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A. J. TERRY(Adolfo John Terry)
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A. R. CRABTREE(Asa Routh Crabtree)
ARCHIBALD TIPPLE
ARTHUR WESLEY ARCHIBALD
B. H. FOREMAN(Blonnye Holmes Foreman)
CHARLES DAVIS DANIEL
D. L. HAMILTON(David Luke Hamilton)
DANIEL FRANK CROSLAND
DAVID MEIN
ELIAS HOTON QUILLEN
ENTZMINGER(William Edwin Entzminger)
ERNESTO A. JACKSON
EURICO NELSON(Eurico Alfredo Nelson)
H. H. MUIRHEAD(Harvey Harold Muirhead)
HAWTHORNE(Alexandre Travis Hawthorne)
J. J. TAYLOR(James Jackson Taylor)
JOHANN BIERI
JOHN MEIN(João Mein)
JULIETT BARLOW
KATE STEVENS CRAWFORD TAYLOR
KIDDER(DANIEL PARISH)
L. M. BRATCHER(Lewis Malen Bratcher)
LOREN M. RENO
MADDOX(Otis Pendleton Maddox)
MAGGIE RICE
MINA EVERETT
MINNIE LEVATTA LANDRUM
RAIMUNDO KOLB(Raymond Lowrey Kolb)
RAY THOMAS FLEET
RETIE BUCHAN WILDING
RICARDO JACOB INKE
RICHARD RATCLIFF
SALOMÃO GINSBURG(Salomão Luis Ginsburg)
SHEPARD(John Watson Shepard)
S. L. WATSON(Stephen Lawton Watson)
THOMAS JEFFERSON BOWEN
TOMAZ COLLINS JOYCE
W. C. TAYLOR(William Carey Taylor)
W. W. ENETE(William Walters Enete)
ZACARIAS CLAY TAYLOR


ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO.

ABERALDO DA COSTA FRÓES
ADRIÃO BERNARDES(Adrião Onésimo Bernardes)
ALBÉRICO ANTUNES DE OLIVEIRA
ALBERTO MAZONI ANDRADE
ALCIDES TELLES DE ALMEIDA
ALFREDO FREYRE(Alfredo Alves da Silva Freyre Júnior)
ANTÔNIO MAURÍCIO
ANTONIO NEVES DE MESQUITA
ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE
ARISTEU DE OLIVEIRA PIRES
ARQUIMÍNIA BARRETO(Archiminia Barreto)
AUGUSTO FERNANDES(AUGUSTO CARLOS FERNANDES)
AUGUSTO THEODORO DE MELO
BELARDIN DE AMORIM PIMENTEL
BENÍCIO LEÃO
BENJAMIM JOSÉ NOGUEIRA
BETTY ANTUNES DE OLIVEIRA
CAPITULINO L. AMORIM
CORIOLANO COSTA DUCLERC
DAN DE SOUSA NUNES
DAVID GOMES
DJALMA CUNHA(Djalma Antonio da Cunha e Silva)
DOMINGOS MENDES DA SILVA
EBENÉZER GOMES CAVALCANTI
EBENÉZER SOARES FERREIRA
EDÉSIO GUERRA
EDUARDO CARLOS PEREIRA
ELIAS RAMALHO(Elias Pereira Ramalho)
ELIÉZER PEREIRA DE BARROS
ELIZEU MARTINS FERNANDES
EMÍLIO KERR(Emílio Warwick Kerr)
ENÉAS TOGNINI
ERASMO BRAGA(Erasmo de Carvalho Braga)
ERNESTO FULGÊNCIO SOREN
ERODICE FONTES DE QUEIROZ
ESTER SILVA DIAS
FRANCELINO FERREIRA BARBOSA
FRANCISCO DE MIRANDA PINTO
FRANCISCO FULGÊNCIO SOREN
GERDA MITT-Barbara Saffnauer
GIÓIA JÚNIOR(RAFAEL GIÓIA MARTINS JÚNIOR)
GUENTHER CARLOS KRIEGER
GUTEMBERG NERY GUARABYRA
HONÓRIO BENEDITO OTTONI
IELON ANTONIO DO NASCIMENTO
ISAAC BARRETO RIBEIRO
ISAÍAS BATISTA DOS SANTOS
ISMAEL RAMALHO(Ismael Pereira Ramalho)
ISNARD ROCHA
ISRAEL BELO DE AZEVEDO
JAIME WRIGHT
JAMES FANSTONE
JESIMIEL NORBERTO DA SILVA
JILTON MORAES DE CASTRO
JOÃO EMILIO HENCK
JOÃO FALCÃO SOBRINHO
JOÃO GUALBERTO BATISTA
JOÃO JORGE DE OLIVEIRA
JOÃO SOREN(João Filson Soren)
JOAQUIM FERNANDES LESSA
JOAQUIM NOGUEIRA PARANAGUÁ
JONAS BARREIRA DE MACÊDO FILHO
JONATHAN DE OLIVEIRA
JÔNATHAS BRAGA(Jônatas Braga)
JORGE BUARQUE LYRA
JOSÉ ALMEIDA GUIMARÃES
JOSÉ BRITTO BARROS
JOSÉ CARLOS BARBOSA
JOSÉ DA CUNHA BASTOS JÚNIOR
JOSÉ DE MIRANDA PINTO
JOSÉ DOS REIS PEREIRA(da Silva)
JOSÉ LAURINDO FILHO
JOSÉ NIGRO
JOSÉ REGO DO NASCIMENTO
JOSÉ VIDAL DE FREITAS
JOSIAS BATISTA DE SOUZA
JÚLIO BORGES DE MACEDO
JUSTINIANO DIAS PORTUGAL
LÍVIO LINDOSO
LUCIANO LOPES(José Luciano Lopes)
MANOEL AVELINO DE SOUZA
MANOEL TERTULIANO CERQUEIRA
MANOEL VIRGINIO DE SOUZA
MARGARIDA LEMOS GONÇALVES
MARIO BARRETO FRANÇA
MELO LINS(Wandregésilo Melo Lins)
MERVAL DE SOUZA ROSA
MIRTES MATIAS(Mirtes Matias Antonio)
MUNGUBA SOBRINHO(José Munguba Sobrinho)
NABOR NUNES FILHO
NICOMEDES AUGUSTO DA SILVA
NILSON BORCARD DA FONSECA
ORLANDO FALCÃO
OSVALDO RONIS
OTHON ÁVILA AMARAL
PASCHOAL DE MUZIO
RAFAEL GIÓIA MARTINS
RICARDO PITROWSKY
ROBINSON CAVALCANTI(Dom Edward ROBINSON de Barros CAVALCANT)
ROGÉRIO SCHEIDEGGER MAIA
ROLANDO DE NASSAU(ROBERTO TORRES HOLLANDA)
ROSALEE MILLS APPLEBY
RUBENS LOPES
SAMUEL DE MELLO(Samuel Antonio Pires de Mello)
SAMUEL MITT
SILAS ALVES FALCÃO
SILAS BOTELHO
TEODORO RODRIGUES TEIXEIRA
TEÓFILO DANTAS DE SOUSA
TIAGO LIMA(Tiago Nunes de Lima)
VICENTE THEMUDO LESSA(Vicente Rego Themudo Lessa)
YAN KEE WING
XAVIER ASSUMPÇÃO(Alípio Xavier Assumpção)
ZACARIAS CAMPELO
ZAQUEU MOREIRA DE OLIVEIRA
ZÊNIA BIRZNIEK


POST SCRIPTUM:

O livro já estava impresso, quando se verificou que alguns nomes importantes tinham sido esquecidos, quando da diagramação, todos eles vinculados ao evangelismo nacional: o pai de Gilberto Freyre e o Diácono Moisés Silveira. Daí a razão deste Post Scriptum.



ALFREDO FREYRE(Alfredo Alves da Silva Freyre Júnior), de Água Preta, Pernambuco, 1875, traduziu, entre outros, NOVO MANUAL NORMAL-1918(com Aline Muirhead). Traduziu, posteriormente, A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.
Filho de Alfredo Alves da Silva Freyre e Maria Raymunda da Rocha Wanderley. Casou-se, em 1895, com 20 anos de idade, com Francisca de Melo Freyre(falecida em agosto de 1943), com quem teve vários filhos, entre os quais, são mais conhecidos Ulysses de Mello Freyre e Gilberto Freyre(Gilberto de Melo Freyre).
Após os estudos iniciais em sua terra natal, mudou-se para o Recife, em cuja Faculdade de Direito, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. O pai de Alfredo Freyre, de descendência espanhola, foi comissário de açúcar no Recife e dono dos Engenhos Trombetas e Mascatinho, mas quando morreu, como tinha muitos filhos, em virtude de três casamentos, quase nada sobrou para o filho Alfredo Freyre que teve de trabalhar, inicialmente como Professor, Advogado e depois como Juiz para sustentar a família.
Juntamente com os missionários norte-americanos, fundou, em 1905, o Colégio Americano Batista Gilreath, na hoje Rua Dom Bosco, Boa Vista, Recife, do qual foi professor e Diretor. Foi professor de Latim de seu filho Gilberto Freyre, no dito Colégio.
Com o passar do tempo, tornou-se Juiz Municipal, Juiz de Direito e Juiz Substituto Federal no Recife. Na Faculdade de Direito, tornou-se Catedrático de Economia Política.
Mas, há aspectos da vida do Dr. Alfredo Freyre, pouco mencionados ou propositadamente esquecidos.
Articulistas e historiadores têm o hábito de referir-se ao Dr. Alfredo Freyre, apenas com a expressão: “O PAI DE GILBERTO FREYRE”. Há um pouco de esquecimento à pessoa insigne do Juiz Pernambucano, talvez pela expressividade do filho.
Todos os relatórios da época enviados à JUNTA DE RICHMOND, nos Estados Unidos, mencionavam seu nome. No relatório de 27.11.1908, quando o Colégio do Parque Amorim tinha apenas 3(três) anos de idade, está escrito: “Dr. Alfredo Freyre, nosso mais sábio professor de Português e Francês”(H.H.Muirhead, “Annual Report of the Boys`Academy of the Pernambuco Mission”, in ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1909. Nasville, Tenn: Marshall & Bruce Company, 1909, p.94.
Referindo-se a uma verba que viera da Missão Norte-Americana, para a compra da última parte da propriedade do Colégio, escreveu H. H. Muirhead: “A Missão inteira, inclusive Dr. Alfredo Freyre, nosso esplêndido professor nativo, riu e gritou, cantou hinos e se abraçou, de tal modo que os vizinhos pensaram que nós estivéssemos prontos para o asilo”(H. H. Muirhead, “Seventy-first Annual Report of the Foreign Mission Board- Pernambuco Field”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1916, p. 163).
Sobre a situação religiosa do Dr. Alfredo Freyre, há o seguinte depoimento de H. H. Muirhead: “Dr. Alfredo Freyre tem sido sempre liberal em seus pontos de vista religiosos e é agora um crente professo, embora não batizado ainda”(H. H. Muirhead, “Seventy-third Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1918, p. 217).
W. C. Taylor, no seu relatório de 1921, solicitou a atenção da JUNTA DE RICHMOND, para a importância do Dr. Alfredo Freyre, escrevendo: “É justo também que este reconhecimento seja dado como dívida dos batistas do Sul dos Estados Unidos e batistas brasileiros ao Dr. Alfredo Freyre. Ele tem ensinado a cerca de 40(quarenta) missionários norte-americanos, colocando-os em contato com a vida brasileira. É sua capacidade que tem guiado, incólume, nossas instituições. Tem sido pregador constante da mensagem do cristianismo contra a corrente do materialismo. Tem influenciado poderosamente nossos estudantes para o bem. A compreensão que ele tem do seu próprio povo tem resistido a movimentos imorais na vida estudantil”.
“É sua devoção ao ensino”-continua W. C. Taylor- “sem qualquer preocupação de lucro e honra, que tem tão ricamente dotado nossa escola com a dádiva de seu GÊNIO E O CHARME DE SUA PERSONALIDADE” (W. C. Taylor, “Seventy-seventh Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1922, p. 222).
O Dr. Alfredo Freyre traduziu, juntamente com D. Aline Muirhead, o chamado NOVO MANUAL NORMAL que foi adotado pelas Igrejas Batistas do Brasil, nos idos de 1918. Traduziu, posteriormente, o livro intitulado A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.
Coube ainda ao Dr. Alfredo Freyre fazer a apresentação da BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS, traduzida pela classe de História do Seminário Batista do Norte do Brasil, dirigida pelo Prof. H. H. Muirhead, e publicada em 1918, no Recife, pela Tipografia de A MENSAGEM.
De sua apresentação, destacam-se as frases: “Não é a nosso ver, a simples história de uma seita religiosa através dos tempos e dos paises. É muito mais. É a historia da democracia. É o registro de um grande esforço pela Liberdade Religiosa. Vêde e contemplai esse povo forte guardando a sua pureza de princípios e sempre fiel ao Novo Testamento”.(Henrique C. Vedder, BREVE HISTÓRIA DOS BAPTISTAS. Traduzida pela classe de História do Seminário. Recife: Typographia d`A Mensagem, 1918, p. 2).
Dr. Alfredo Freyre, conforme Carlos Barbosa, foi professor de quase todas as disciplinas no Colégio Americano Gilreath, tendo sido contratado para Português e Francês. Lecionou, contudo, Direito Comercial, Economia Política, Literatura, Língua Latina, etc. Permaneceu nesta instituição de 1907 até 1934.(Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.6).
W. C. Taylor, referindo-se à importância e simpatia do Dr. Alfredo Freyre, escreveu: “Crente declarado, grande amigo do Evangelho, que no tempo das perseguições teve, como Juiz, de ser respeitado. Colocou-se a frente dos nossos cultos, com maravilhosa paciência e habilidade, comprando, inclusive, para nós todas as nossas grandes propriedades no Recife. Foi nosso Advogado em cada momento, constante defensor do Evangelho de mil maneiras, professor de mais de 60 missionários.(W.C. Taylor, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE. Rio de Janeiro, 1955. p.35).
A contribuição do Dr. Alfredo Freyre foi de tal modo significativa que, em 1915, mesmo sem ser batizado na Igreja Evangélica, foi eleito Professor do Seminário do Norte(hoje Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil) para ensinar Latim Eclesiástico, Filosofia da Religão Cristã e Leitura Expressiva da Bíblia(A . N. Mesquita, HISTORIA DOS BAPTISTAS EM PERNAMBUCO. Recife: Typographia do C. A.. B, 1930, p. 186.
A integração do Dr. Alfredo Freyre foi tanta que W. C. Taylor escreveu: “Estamos no principio de uma classe nocturna, no MANUAL NORMAL(para a Escola Dominical Baptista), que vai continuar duas semanas. Temos uns 50 matriculados. Eu, o dr. Muirhead e o Dr. Alfredo Freyre ensinamos esta semana”(Noticiário, O JORNAL BAPTISTA, 27.03.1919, p.8).
Além de professor do Colégio Americano Batista e seu Diretor, ocupou vários outros cargos, um deles mencionado por Carlos Barbosa: “Ainda este mês(janeiro de 1925), o Dr. Alfredo Freyre foi nomeado ‘registrar’(secretário). Foi também Diretor do Departamento de Línguas do Colégio e Diretor do Departamento de Filosofia, do Seminário do Norte” (Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.8).
Entre 1918 e 1919, Dr. Alfredo Freyre foi professor de Leitura Expressiva da Bíblia, na Escola de Trabalhadoras Cristãs(hoje Seminário de Educadoras Cristãs, na Rua Padre Inglês). Sobre esta Escola está escrito: “A Missão autorizou o Dr. Alfredo Freyre a comprar a propriedade da escola. Ele conseguiu empréstimo de um amigo, em termos generosos”(Mildred Cox Mein, CASA FORMOSA. Recife: Editora Santa Cruz, 1966, p. 26).
A convicção religiosa do Dr. Alfredo Freyre foi expressa na apresentação de suas disciplinas no Seminário do Norte, em 1918. Sobre a INTERPRETAÇÃO VOCAL E LITERÁRIA DA BIBLIA disse: “Não há parte do culto público mais importante do que a leitura da Palavra de Deus”.
Sobre o LATIM ECLESIÁSTICO, escreveu: “A vulgata de Jerônimo tem um interesse especial para o pregador brasileiro, pois é a base das traduções usadas nesta terra e a única Bíblia de muitos”. Referindo-se à PHILOSOPHIA DA RELIGIÃO CHRISTÃ, acentuou: “Os pastores hão de encontrar todas as formas de philosophia e por isso devem ser instruídos no movimento philosophico atravez dos séculos”(PROSPECTO ANNUAL DO SEMINARIO BAPTISTA DO NORTE DO BRAZIL, 1918, p.20).
Dr. Alfredo Freyre permaneceu como professor do Seminário até 1919, quando saiu por pressão dos batistas radicais que acusavam os missionários norte-americanos de terem colocado no Seminário, um professor “incrédulo”. Permaneceu, no entanto, como Professor do Colégio Americano Batista até 1934, quando tinha quase 60(sessenta anos).
Em 1942, já com 67 anos de idade, chegou a ser preso no Recife, junto com o filho Gilberto Freyre, por pura perseguição politica.(Diogo de Melo Menezes, GILBERTO FREYRE. Rio de Janeiro: CEB, 1944. p.293).
Quanto ao filho Gilberto Freyre, leia-se QUEM FOI GILBERTO FREYRE? no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



MOISÉS SILVEIRA, de Macaé, Estado do Rio, 1908. Com 14 anos de idade, em 1922, foi batizado por Joaquim Fernandes Lessa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário no Colégio Batista do Rio. Em 1933, com 25 anos de idade, tornou-se professor do Colégio Batista.
Em 1935, tornou-se Diretor do Departamento de Literatura da Junta de Escolas Dominicais. Em 1938, com 30 anos, licenciou-se em Letras, pela antiga Universidade do Distrito Federal. Foi professor de português nas Escolas da Prefeitura Municipal do Rio.
Em 1940, foi eleito Diretor-Redator do O JORNAL BATISTA, em substituição a Teodoro R. Teixeira. Ficou no jornal batista até 1946. Foi eleito Secretário Executivo da Junta de Missões Estrangeiras, tendo aberto o campo missionário na Bolívia, em 1946. Foi eleito Diretor do Colégio Batista do Rio, em 1952, onde ficou até 1969. Em 1970, com 62 anos, tornou-se Superintendente de Publicações Gerais, da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações). Estava nesta função, quando faleceu no Rio de Janeiro, em 1972, com 64 anos de idade.
Foi diácono da Igreja Batista de São Cristóvão, hoje Quarta Igreja Batista do Rio. Foi membro da Igreja Batista de Rio Dourado. Foi membro da Comissão Revisora do “CANTOR CRISTÃO”.
Bem estudado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GABINO BRELAZ, de Juriti, Paraná, 28.02.1897. Filho de João Brelaz e Ana de Andrade Brelaz. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Colégio Americano Batista. Formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, com 30 anos de idade, em 1927.
Em 1930, casou-se com Árvila da Paz Brelaz, de 22 anos(Recife, 1908-1943), com quem teve os filhos Gabino Brelaz Filho e Glaura Brelaz, hoje residentes em São Paulo. Árvila era a primeira filha do Pastor Manoel da Paz, que fora Pastor, dentre outras, da Igreja Batista da Rua Imperial e da Igreja Batista do Cordeiro, no Recife, na década de 1920. Em seu pastorado, W. C. Taylor(William Carey Taylor) foi eliminado da Igreja Batista do Cordeiro, quando da “Questão Radical”. O Pastor Manoel da Paz foi Presidente da Convenção Batista Regional e faleceu com 45 anos de idade, no dia 26.04.1926, como Pastor da Igreja Batista do Cordeiro.
Quanto ao Pastor Gabino Brelaz, em 1936, com 39 anos de idade, tornou-se Pastor da Segunda Igreja Batista de São Luis, no Maranhão. Reconstruiu o Templo da Igreja e construiu o Prédio do Colégio Batista. Em 1939, com 42 anos, foi eleito Presidente da Convenção Batista Maranhense, realizada na Igreja Batista de Pedreiras. O Pastor Gabino permaneceu em São Luis até outubro de 1940.
Em dezembro de 1940, com 43 anos, assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista do Pará, em Belém. No dia 24.08.1943, sua esposa Árvila faleceu do coração, tocando piano em casa, quando tinha 35 anos. Com a morte de sua esposa, o Pastor Gabino Brelaz deixou o Pará e voltou para sua terra adotiva, Pernambuco.
Casou-se depois com Arquimínia Brelaz, com quem teve os filhos Grace Brelaz(já falecida) e Glaucus Brelaz, residente em Natal e professor da Universidade Potiguar.
Mas, entre 1944 e 1948, foi Pastor da Igreja Batista de Rio Branco(hoje Arcoverde, em Pernambuco), de onde saiu, porque boa parte da Igreja não queria que ele fundasse o primeiro Ginásio da cidade. O sonho do educandário batista só foi realizado em 1954, através do Pastor Israel Dourado Guerra e sua esposa Edilazir Guerra que fundou o hoje Colégio Onze de Setembro.
Nos anos seguintes, a partir de 1949, Gabino Brelaz foi ser Pastor em Natal, no Rio Grande do Norte, na Igreja Batista de Natal, na Rua Mossoró, onde foi homenageado, inclusive, com nome de rua, tal como RUA PASTOR GABINO BRELAZ, em Campo Macio, Natal. Foi o primeiro Diretor do Colégio Batista de Natal.
Sobre ele, nenhuma outra informação foi conseguida, sabendo-se que faleceu, em julho de 1965, com 68 anos de idade.
Sua esposa Arquimínia morreu em Natal, num abrigo da Assembléia de Deus, no bairro de Nazaré, conforme informação da colaboradora Rosali Batista dos Santos. Nada sobre ele é encontrado no site HISTÓRIA DO RIO GRANDE DO NORTE NA WEB, em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Seu filho Gabino Brelaz Filho publicou em 1964, o livro A DEIDADE DE CRISTO NO EVANGELHO SEGUNDO SÃO JOÃO(São Paulo, SP, PUCRS, 1964), como tese de Doutorado em Teologia.
Bem estudado no livro OS BATISTAS NO MARANHÃO(1984), de Jovelina Maria dos Reis, et al., bem como em RAIZES DOS BATISTAS POTIGUARES, de Mário Jesiel Alexandre. O nome BRELAZ não é encontrado no DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS(1999, 4 volumes, 4.600 páginas), de Carlos Eduardo de Almeida Barata e Antonio Henrique da Cunha Bueno.
Apesar de sua importância, Gabino Brelaz não é lembrado no livro PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), de Xavier Assumpção, não é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é mencionado na HISTÓRIA DOS BAPTISTAS DO BRASIL(1940), de Antonio Neves de Mesquita, não é lembrado na BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(1973), de Zaqueu Moreira de Oliveira, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ITAMAR SOUSA BRITO, de Amarante, Piauí, 02.03.1923, escreveu, entre outros, HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(2004), com prefácio de Ebenézer Soares Ferreira, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Filho de João Pereira de Brito e Antonia de Sousa Dantas Brito. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Em 22.06.1940, com 17 anos de idade, foi batizado na Igreja Batista de Teresina(1ª), pelo Pastor Gabino Brelaz. É que o Pastor Gabino era da Segunda Igreja Batista de São Luis, no Maranhão e viera a Teresina, no Piauí, para realizar os batismos, já que a Primeira de Teresina pertencia à Convenção Maranhão/Piauí.
Em 1952, com 29 anos, formou-se em Direito, passando a exercer a advocacia. Tornou-se Professor da Universidade Federal do Piauí. Por mais de 20 anos, foi Diácono da Primeira Igreja Batista de Teresina. Membro do Conselho Estadual de Educação do Piauí por muitos anos e Assessor de Planejamento da Secretaria da Educação. Fez Pós-Graduação em Educação e realizou cursos de extensão universitária nos Estados Unidos. Publicou também PERSPECTIVA HISTÓRICA DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO(1986), MEMÓRIA HISTÓRICA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO PIAUÍ(1996).
Em 1987, com 64 anos de idade, mudou-se para Brasília, tornando-se Diácono da Igreja Memorial Batista e seu Assessor Jurídico.
Em 2004, com 81 anos de idade, publicou o seu mais importante livro-HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ. Escritor, Historiador, Ensaísta. Pesquisador, Articulista. Intelectual, Orador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.
Não foi adequadamente referido no livro DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Comentários

GrantNam  - 24/11/2018

Hello. And Bye.

Walterduase  - 09/11/2018

Hello. And Bye.

VictorFliny  - 28/10/2018

Hello. And Bye.

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