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Artigos-->BRASIL MONARQUIA - QUESTÕES DE VESTIBULARES - JULHO DE 2010 -- 30/09/2010 - 17:36 (edson pereira bueno leal)
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BRASIL MONARQUIA – QUESTÕES DE VESTIBULARES JULHO DE 2010.
Edson Pereira Bueno Leal, setembro de 2010 .


1 UNESP JULHO 2010

Entre as varias rebeliões ocorridas no período regencial, destaca-se a chamada Guerra dos Farrapos, iniciada em 1835. O conflito
a) prosseguiu ate a metade da década seguinte, quando o governo do Segundo Império aumentou os impostos de importação dos produtos bovinos argentinos e anistiou os revoltosos.
b) demonstra que as disputas comerciais entre Brasil e Argentina se iniciaram logo depois da independência e desde então se agravaram, ate atingir a atual rivalidade entre os dois paises.
c) permitiu a adoção de um regime federalista no Brasil, uma vez que as negociações entre o governo imperial e os rebeldes determinaram a autonomia política riograndense.
d) revela a impossibilidade de estabelecer relações políticas e diplomáticas na América Latina apos a independência política e durante o período de
formação dos estados nacionais.
e) impediu a continuação do período regencial e levou a aceitação de outra exigência dos participantes da revolta: a antecipação da maioridade do futuro
imperador Pedro II.

2 MACKENZIE JULHO 2010 BRASIL E INGLATERRA NA MONARQUIA

A partir de 1850, a tradicional dependência política e econômica do Brasil com relação à Inglaterra, já não era total, o que levou Dom Pedro II a afirmar que “e política consolidada do Brasil evitar aceitar estipulações de tratados com paises estrangeiros mais fortes e que não sejam limítrofes.” Na pratica, a maior autonomia nacional perante o capital inglês possibilitou adotarmos uma certa autonomia perante o imperialismo inglês. Tal “política consolidada” foi resultado
a) da ação de empresários nacionais como Irineu Evangelista de Souza, o Barão de Mauá, que, quebrando a “vocação agrária” do nosso país, passou a
investir no setor industrial e financeiro, contando com apoio irrestrito por parte do governo imperial.
b) da adoção de políticas alfandegárias protecionistas, como a Tarifa Alves Branco, que perdurou ate o final do Segundo Reinado, auxiliando no desenvolvimento das nossas industrias e aumentando a oferta de manufaturados nacionais.
c) dentre outros fatores, da superação da Inglaterra, nesse período, como principal importadora dos produtos brasileiros, pelos Estados Unidos. Tal fato permitiu que o Brasil adotasse uma política de maior independência com relação aos interesses ingleses.
d) do aumento da exportação de café que, nessa fase, proporcionou um superávit na balança comercial brasileira, o que nos levou a lançar mao do recurso amplamente ate então utilizado pelo nosso governo, de tomar empréstimos junto aos bancos ingleses.
e) de acordos realizados entre os governos do Brasil e da Inglaterra para resolver as questões relativas ao fim do trafico negreiro, que atenderam de comum acordo a ambas as partes não gerando qualquer tipo de desgaste
político entre as nações amigas.
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