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Ensaios-->RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS -- 26/05/2005 - 15:49 (Mário Ribeiro Martins)
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RETRATO DA
ACADEMIA TOCANTINENSE DE
LETRAS


(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).




TODOS OS DIREITOS RESERVADOS-

É proibida a reprodução total ou parcial da obra,
de qualquer forma ou por qualquer meio sem a
autorização prévia e por escrito do autor. A violação
dos Direitos Autorais(Lei nº 9610/98) é crime estabelecido
pelo artigo 184, do Código Penal Brasileiro.




EDITORA KELPS-ISBN 86110
RUA 19, Nº 100, SETOR MARECHAL RONDON
FONE: (62) 211-1616/ FAX (62) 211 10 75
CEP 74560-460- GOIÂNIA, GOIÁS.




C 2005
MÁRIO RIBEIRO MARTINS
Caixa Postal, 90
Palmas, Tocantins,
77001-970.
FONE: (063) 3215 4496.
Celular: (063) 99779311.




Impresso no Brasil
Printed in Brazil.
2005.






MÁRIO RIBEIRO MARTINS
PROCURADOR DE JUSTIÇA
PROFESSOR UNIVERSITÁRIO
(da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS e
da ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS)






RETRATO DA
ACADEMIA TOCANTINENSE DE
LETRAS.




1ª Edição





KELPS
GOIÂNIA
2005




Copyright C 2005 by Mário Ribeiro Martins.
Projeto do Livro: Mário Martins
Diagramação: Sandra Rosa e Paola Souza
Capa: Bia Barros & Eddie Esteves Pereira
Revisão: MÁRIO MARTINS








FICHA CATALOGRÁFICA

CIP- Brasil- Catalogação na fonte
Biblioteca Pública Estadual Pio Vargas
..................................................................................................................
. .
. Martins, Mário Ribeiro, 1943 .
. M244d RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE
LETRAS.
. Mário Ribeiro Martins .
. Goiânia. Kelps, 2005. .
. 437 p. .
. 1. Tocantins, Goiás, Bahia, Brasil-Escritores-Biografias. .
. 2. Brasil, Goiás, Bahia, Tocantins- I. Título. .
. .
. CDU: 929. 821. 134-3(817.3)-31 .
..................................................................................................................

INDICE PARA O CATÁLOGO SISTEMÁTICO:
Literatura Brasileira- Histórico-Biográfico

CDU: 929: 821.134.3 (817.3)- 31








DEDICATÓRIA






A todos os colaboradores, pela preciosidade das
informações fornecidas ao autor.




Aos amigos e leitores, com sincera gratidão.
Às minhas duas filhas Nívea Zênia e Nívea Keila, bem como aos netos Danilo e Letícia Minas Novas.







Aos que também pensam como o autor:

“AS GRANDES REALIZAÇÕES SÓ SÃO POSSÍVEIS
POR AQUELES QUE ACREDITAM POSSUIR, DENTRO
DE SI, ALGUMA FORÇA SUPERIOR ÀS CIRCUNSTÂNCIAS”.




SUMÁRIO




PUBLICAÇÕES DO AUTOR.................................................................9

PUBLICAÇÕES DO AUTOR NA INTERNET..........................11

INTRODUÇÃO..........................................................................................15

CADEIRAS, PATRONOS E TITULARES.................................23

CAPÍTULO ESPECIAL(NÃO EMPOSSADOS E NÃO ELEITOS)...................................................................................291

DIPLOMAS DE HONRA AO MÉRITO E MEMBROS CORRESPONDENTES...............................................................307

MEDALHA JAIME CÂMARA, DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS......319

ENTREVISTA SOBRE A ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS......325

BREVE INFORMAÇÃO BIOBIBLIOGRÁFICA...................337

FORTUNA CRÍTICA..................................................................363

BIBLIOGRAFIA..........................................................................409

INDICE ONOMÁSTICO............................................................447






PUBLICAÇÕES DO AUTOR:

1) CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1972.
2) SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.
3) SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE. Recife: Acácia Publicações, 1973.
4) GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE(Uma Contribuição Biográfica). São Paulo: Imprensa Metodista, 1973.
5) MISCELÂNIA POÉTICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.
6) HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1974.
7) BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Co-autoria com Zaqueu Moreira de Oliveira). Recife: Acácia Publicações, 1974.
8) ESBOÇO DE SOCIOLOGIA. Recife: Acácia Publicações, 1974.
9) FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Goiânia: Editora Oriente, 1979.
10) GILBERTO FREYRE, EL EX PROTESTANTE. Tradução de Jorge Pinero Marques. Argentina: Libreria Y Editorial, 1980.
11) SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Anápolis: Editora Walt Disney, 1980.
12) PERFIL LITERÁRIO. Rio de Janeiro: Editora Arte Moderna, 1981.
13) LETRAS ANAPOLINAS. Goiânia: Editora O POPULAR, 1984.
14) JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS. Goiânia: Editora O Popular, 1986.
15) ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO. Anápolis: Editora Anapolina, 1987.
16) CADEIRA 15(Perfil Biográfico). Anápolis: Editora Anapolina, 1989.
17) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Anápolis: Fica, 1995.
18) ESCRITORES DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1996.
19) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1999.
20) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS. Rio de Janeiro: Master, 2001.
21) CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. Goiânia: Kelps, 2004.
22) RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2005.
23) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL(2002), via INTERNET, no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




PUBLICAÇÕES DO AUTOR NA INTERNET:

HOME PAGE - VISITAS(até 31.12.2004)

http://www.genetic.com.br/~mario 15.003



ARTIGOS
http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


Titulo LEITURAS(até 31.12.2004)
CORONEL FACUNDO, MEU PARENTE
ENTREVISTA SOBRE A ACADEMIA
A “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS” 18
A SOJA COMO DESASTRE ECOLÓGICO 29
FORTUNA CRÍTICA 51
UM LIVRO ESPECIAL-PERFIL DA ACADEMIA TOCAN-
TINENSE DE LETRAS(de Juarez Moreira Filho) 57
QUEM FOI GILBERTO FREYRE? 229
MOEMA DE CASTRO E SEU ESPAÇO DA CRÍTICA 135
A CONSTRUÇÃO DO ROMANCE EM MOURA LIMA E
OUTRAS FACETAS 483
O DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASI-
LEIRAS(de Nelly Novaes Coelho) 250
UMA ILUSTRE FAMÍLIA DE ARRAIAS 194
TOCANTINENSES, TOCANTINS 215
A RESPOSTA DE GILBERTO FREYRE 227
A SEPULTURA DO GENERAL(Abreu e Lima) 102
O GENERAL DO POVO(Abreu e Lima) 79
HISTÓRIA DE UM DICIONÁRIO 59
DIONÍZIO CURADOR(Dionízio Martins de Souza) 245
UM DICIONÁRIO TOCANTINENSE 291
ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA E A ENTREVISTA DE
JOÃO UBALDO RIBEIRO 743


DISCURSOS

Título
DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA TOCANTINEN-
SE DE LETRAS 758


ENSAIOS

Título LEITURAS(até 31.12.2004)

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE A a AMAR AUAD 1.101

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE AMASILDE a AXEL 726

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE B a B 947

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE C a C 1.147

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE D a D 971

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE E a E 733

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE F a F 668

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE G a G 886

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE H a I 1.112

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE J a JOSÉ ACHILES 6.489

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE JOSÉ AFONSO a JUSCELINO 962

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE K a K 1.318

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE L a L 1.679

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE M a MARIA JUDY 708

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE MARIA LÚCIA A MURILO 851

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE N a O 1.049

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE P a R 1634

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE S a S 461

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE S a Z 7.815

DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO
BRASIL DE T a Z 991


REDAÇÃO

Título

UM BAIANO ILUSTRE(Milton Santos) 84
CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS 198



TODOS ESTES TEXTOS ESTÃO NA INTERNET, NO SEGUINTE ENDEREÇO:
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INTRODUÇÃO


“Conforme a Portaria 003/2004, de 12.03.2004, da Presidente Isabel Dias Neves, que fez a nossa nomeação como Coordenador do Projeto Patrono, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40, nossa preocupação foi elaborar um livro eminentemente biográfico, tentando retratar, sempre que possível, a vida completa de cada um dos Patronos e dos Titulares da Academia Tocantinense de Letras”.



Não se pode negar que o RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS foi inspirado no livro de Humberto Crispim Borges “ Retrato da Academia Goiana de Letras”, publicado em Goiânia, pela Editora Oriente, em 1977, com capa de Eddie Esteves Pereira, mas escrito em dezembro de 1976.

No Tocantins, Juarez Moreira Filho também inspirado no anapolino Humberto Crispim, editou “PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS”. Tanto no caso de Humberto quanto no de Juarez, em ambos os casos, os livros são mais abrangentes e se preocupam em fazer uma súmula histórica das respectivas academias. Assim, quem precisar ter melhores informações sobre a historia da Academia Tocantinense de Letras que inclua atas, personalidade jurídica, modelos, formulários, etc, terá de recorrer ao livro do Juarez.

Afinal de contas, ele foi o fundador da Academia Tocantinense de Letras, ao lado de José Liberato Povoa e Ana Braga. Foram não apenas os fundadores da Academia, mas também os responsáveis pela indicação dos Patronos e dos Titulares das Cadeiras, pelo menos até o dia 02 de março de 1991, quando quase todos(25) tomaram posse na Academia, na cidade de Porto Nacional.

Mesmo assim e ainda por algum tempo, a Academia manteve a prática da indicação de nomes e não da eleição. E essa prática permitiu a inclusão de alguns confrades, sem qualquer livro publicado, sob o argumento de que eles tinham artigos publicados em jornais. Mas essa prática sempre foi corriqueira nas Academias de Letras até que os Estatutos mais rígidos façam a proibição.

Quando José Mendonça Teles desejou colocar o Professor Venerando de Freitas, na vaga de Pedro Ludovico, na Cadeira 01, da Academia Goiana de Letras, foi à casa do Professor Venerando e reuniu todos os artigos que ele(Venerando) já tinha publicado na imprensa e transformou no livro DOBRAS DO TEMPO(1980).

Até então, Mendonça não conseguia colocar Venerando na Academia, porque o Estatuto proibia a eleição de qualquer candidato que não tivesse livro publicado. Interessante é que o primeiro titular da Cadeira 1, Pedro Ludovico Teixeira, só veio a ter livro publicado no fim de sua vida. Pedro Ludovico foi até Presidente da Academia e membro dela até a morte, sem nunca ter tomado posse formal.

Com esta facilidade e talvez por isso, jamais se preocupou em doar uma Sede para a Academia. Tanto que, a Academia passou boa parte de sua vida, numa sala do Edifício Vila Boa, na Avenida Goiás, em Goiânia, emprestada por Jaime Câmara, dono da Organização Jaime Câmara.

A doação do prédio da Academia só foi feita muitos anos depois(48 anos) pelo Governador Henrique Santillo que mandou o seu Secretário da Cultura, Kleber Branquinho Adorno, comprar a antiga casa de Colemar Natal e Silva, na Rua 20 e escriturá-la para a Academia Goiana de Letras. A Academia Goiana de Letras tinha sido fundada em 1939 e só 48 anos depois, em 1987, passou a ter a sua Sede própria.

Portanto, não é mera coincidência que a nossa Academia Tocantinense de Letras também não tenha a sua SEDE PRÓPRIA. Afinal, o Titular da Cadeira 1 não é outro, senão o Ex-Governador José Wilson Siqueira Campos que, conforme registrado em Ata, prometeu a Sede da Academia, na solenidade realizada em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, no dia 02 de março de 1991, dia da instalação da Academia, na presença de figuras ilustres, entre as quais, Bernardo Elis, representando a Academia Brasileira de Letras, Carmo Bernardes, José Asmar, José Mendonça Teles, Bariani Ortêncio, Dom Celso Pereira e outros.

Da ata de instalação da Academia, consta: “A seguir o Cerimonial anunciou a assinatura, pelo Exmº. Sr. Governador do Estado - José Wilson Siqueira Campos, de várias medidas que beneficiam o mundo cultural do Tocantins : 1) oficializando o « Hino do Estado do Tocantins » ; 2) considerando a Academia de Letras do Tocantins, Entidade de Utilidade Pública ; 3) DANDO UMA ÁREA NA ZONA URBANA DE PALMAS, DESTINADA À CONSTRUÇÃO DA SEDE DA ACADEMIA E, 4) concedendo subvenção anual à Academia. - Tais atos foram sancionados sob acalorada salva de palmas”.

Pedro Ludovico Teixeira permaneceu no poder em Goiás por mais de 30 anos e não conseguiu doar a Sede para a Academia Goiana de Letras. Siqueira Campos tem estado no poder no Tocantins por mais de 15 anos(sem contar o tempo de Vereador e Deputado Federal) e também não conseguiu doar a Sede para a Academia Tocantinense de Letras.

Mas há fatos interessantes na curta história da Academia. João Rocha Dias Ribeiro, Senador da República pelo Tocantins, entre 1991 e 1999, foi indicado para a Cadeira 7 e não tomou posse, não se sabendo a razão. (Curiosidade: João Rocha Ribeiro Dias(1941) e Juarez Moreira Filho(1953) nasceram na mesma cidade do Estado do Piauí ou seja Ribeiro Gonçalves).

Francisco de Brito que tomou posse no lugar de João Rocha na Cadeira 7, terminou sendo Patrono desta Cadeira, o que foi um erro. Como já tinha tomado posse, em Goiânia, no dia 31 de agosto de 1994, deveria ter permanecido como PRIMEIRO TITULAR.

Outro problema da Cadeira 7, foi que a cadeira tinha sido fundada tendo como Patrono Lysias Rodrigues. Posteriormente, 5 anos depois de fundada a Academia, em 1996, Lysias foi transportado para Patrono da Cadeira 29, o que também foi um erro lamentável. Não havia razão para transporta-lo da Cadeira 7 para a Cadeira 29, mesmo por que outros nomes poderiam ter sido homenageados, tais como, entre outros, Bernardo Sayão e Juscelino Kubsticheck(o primeiro por ter construído a rodovia Belém/Brasília, o segundo, por ter autorizado a sua construção).

Cicinato Mendes da Silva indicado para a Cadeira 10, também não tomou posse, não se sabendo a razão, sendo indicado em seu lugar, muito tempo depois, Durval da Cunha Godinho que tomou posse em 17.09.1992, também em Porto Nacional.

Sobre Cicinato, diz Juarez em seu livro, em nota de rodapé: “O emérito Prof. Cincinato Mendes da Silva chegou a vestir e a tirar fotografias com o “spencer”(casaco curto) da Academia, mas não chegou a tomar posse, como se pode constatar na Ata da instalação da academia”. Para o acadêmico José Cardeal dos Santos, as dificuldades financeiras da época impediram o Prof. Cicinato de tomar posse.

Outra questão interessante, consta da Ata de Instalação da Academia, no dia 02 de março de 1991, onde se lê: “Sobre a cadeira de Joaquim Theotônio Segurado estava o livro de seus debates como Promotor que foi em Porto Nacional, à época da Província. A cadeira estava forrada com cores do Estado do Tocantins: branco, azul e amarelo. O livro está conservadíssimo e tudo nele é escrito com a letra, do que se pensava, à época sobre os crimes e como eram as acusações, todas naquele livro, registradas, de próprio punho. São acusações feitas por ele, como se disse acima, quando ele esteve aqui, em Porto Nacional no tempo da « Cabeça de Comarca », nos idos da Província”.

Como se observa, o texto contém um erro histórico lamentável. É que, quem foi Promotor Público em Porto Nacional não foi o pai, mas sim o filho que se chamava Joaquim Teotônio Segurado Filho. O JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO que aparece como CURADOR GERAL, em 1864, era o Joaquim Teotônio Segurado Filho que omitia o “filho” para homenagear o próprio pai e que se tornou Promotor Público de Natividade e de Porto Nacional, a partir de 1870 e que teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. É claro que, Joaquim Teotônio Segurado, o pai, tinha falecido em 14.10.1831, com 56 anos de idade.

Feita essa digressão, nossa preocupação foi elaborar um livro eminentemente biográfico, tentando retratar, sempre que possível, a vida completa de cada um dos Patronos e dos Titulares da Academia Tocantinense de Letras, conforme a Portaria 003/2004, de 12.03.2004, da Presidente Isabel Dias Neves, que fez a nossa nomeação como Coordenador do Projeto Patrono, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.

Mas o RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS é um livro “SUI GENERIS” porque ele faz justiça aos que foram candidatos nas diferentes cadeiras e não conseguiram se eleger. E como estes candidatos tiveram votos de vários confrades, nada mais justo do que homenageá-los, incluindo suas biografias neste livro.

Alguns deles se candidataram em outras cadeiras e terminaram por ser eleitos, mas outros preferiram deixar de lado o sonho da Academia, bem como as idiossincrasias a ela inerentes. É feita tambem uma homenagem aqueles que foram indicados pelos FUNDADORES e jamais tomaram posse, por razões diversas. Todos eles estão biografados num capítulo especial.

Esta homenagem está sendo tambem dirigida a alguns que, no dia da instalação da Academia, receberam o título de MEMBRO CORRESPONDENTE ou DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO. Como se vê, todos eles estão, de alguma forma, vinculados à ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.

Há de se observar que a Academia Tocantinense de Letras foi fundada no dia 12.12.1990 e instalada solenemente no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, com a presença de nomes ilustres, entre os quais, Bernardo Elis, representando a Academia Brasileira de Letras. O intuito da criação da Academia foi reunir os poucos intelectuais então existentes no novo Estado do Tocantins, que tinha sido criado pela Constituição Federal de 05.10.1988.

É claro que não houve nenhum tipo de seleção para a escolha dos primeiros 25 membros da Academia. Os três idealizadores da nova entidade cultural(José Liberato Povoa, Juarez Moreira e Ana Braga) escolheram os nomes dos futuros membros da Academia, conforme o status de cada um naquele momento. A versão de que os três foram os idealizadores da Academia é contestada por alguns confrades, entre os quais, Moura Lima. O fato é que não havia como escolher. A própria Capital –Palmas –tinha sido transferida de Miracema, no dia 01.02.1990. Os idealizadores tiveram os meses de dezembro de 1990 até fevereiro de 1991 para dar os últimos retoques e instalar a Academia.

Maiores informações sobre este aspecto histórico da Academia, deve-se consultar o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho que inclui atas, portarias, fotografias e muitos outros documentos. Seu trabalho é gigantesco porque faz um levantamento completo da Academia. Uma historia completa, que vai desde a primeira Ata, passando pelas biografias completas de todos os Patronos e de todos os Titulares, indo do Patrono da Cadeira 01(Joaquim Teotônio Segurado) até o Patrono da Cadeira 40(Boaventura Cardeal dos Santos) e do Titular da Cadeira 01(José Wilson Siqueira Campos) até o Titular da Cadeira 40(Gilberto Correia da Silva).




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Palmas(TO), janeiro de 2005.
*MárioRibeiroMartins
é escritor e Procurador de Justiça.
(mariormartins@hotmail.com)
HomePage:www.genetic.com.br/~mario
Fones:(063)32154496Celular:(062) 9977 93 11.
CaixaPostal,90,Palmas,
Tocantins,77001-970.




PATRONO DA
CADEIRA 01


JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO, de Moura (Província do Baixo Alentejo, com a Capital em Beja), Portugal, 25.02.l775, escreveu, entre outros, "MEMÓRIAS SOBRE A CAPITANIA DE GOIÁS"(l8ll), texto que lhe valeu elogio por Carta Real de cinco de setembro de l8ll. Escreveu também “MEMÓRIA SOBRE A AGRICULTURA E O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”(1807) e “MEMÓRIA SOBRE O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”.

Conforme alguns autores, teria nascido em Ouro Preto, Minas Gerais, o que não tem procedência, visto que, nesta cidade, apenas iniciou a sua vida pública no Brasil, como também em São João Del-Rei.

Nasceu em Moura, Baixo Alentejo, Portugal, no dia 25 de fevereiro de 1775. Filho de José Mendes Segurado e de Maria das Dores Segurado, naturais, respectivamente, de Moura e Serpa, duas vilas do Sul de Portugal.

Após os primeiros estudos na vila de Moura, sua terra natal, foi para a Universidade de Coimbra, com 16 anos, onde estudou de 17.11.1791 a 19.10.1795, formando-se em Leis, correspondente a Ciências Jurídicas e Sociais, atualmente Direito, quando tinha 20 anos de idade.

Tornou-se JUIZ DE FORA, na cidade de Porto e também na cidade de Melgaço, Portugal, com 24 anos. Depois de ter se iniciado no Brasil, através de São João Del-Rei e Ouro Preto, em Minas Gerais, donde a teoria histórica de que tivesse alí nascido, tornou-se Ouvidor Geral da Capitania de Goiás, na velha capital, Vila Boa (Goiás Velho), nomeado pelo Decreto de 12 de outubro de 1803, com 28 anos de idade, pelo Príncipe Regente Dom João, que substituia a Rainha D. Maria I, doente mental. Relembre-se que D. João VI só veio para o Brasil, em 1808, com a transferência da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro.

(D. Maria I faleceu em 1816 e o Príncipe foi coroado Rei, com o nome de D. João VI, em 1818. Em abril de 1821, D. João voltou para Portugal e em seu lugar ficou o Príncipe Regente D. Pedro I, que se tornou Imperador do Brasil, em 07.09.1822. Em 07.04.1831, D. Pedro I renunciou, ficando em seu lugar o Pedro de Alcântara, D. Pedro II que tinha cinco(5) anos de idade), sob os cuidados de José Bonifácio).

Voltando a Joaquim Teotônio Segurado, foi promovido ao cargo de Desembargador da Relação do Rio de Janeiro, em 1805. Desembargador da Comarca de Goyaz, em 1806. Desembargador da Relação da Bahia, em 1808.

Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma(hoje cidade de Paranã), com 34 anos de idade.

Em 1810, Dom João VI, percebendo o valor do ouro existente no Norte de Goiás(CARMO E PONTAL), transferiu para Porto Real(hoje Porto Nacional), a sede(CABEÇA DE JULGADO) da Comarca de São João das Duas Barras e determinou que para alí se transportasse o Corregedor Segurado.

Embora o povoado de Porto Nacional tenha sido fundado por Antônio Sanches, em 1738, seu crescimento, no entanto, coube ao Desembargador Segurado. É que ele alí residiu durante algum tempo e estimulou a navegação do Tocantins, única estrada sem encruzilhada (as estradas com encruzilhada permitiam tocaias) e por onde passaram a correr toneladas de ouro para o porto de Belém, rumo à cidade de Lisboa.

Em 26.01.1815, feita a instalação da Vila de São João da Palma, com capital na hoje Paranã, mudou-se Teotônio Segurado de Natividade para a nova vila. Tinha agora 40 anos de idade. Residiu durante muito tempo nas cidades de Natividade, Arraias, Paranã, no hoje Estado do Tocantins.

Foi Deputado JUNTO às Cortes Portuguesas, pela Provincia de Goyaz, eleito no dia 7 de agosto de 1821, quando tinha 46 anos de idade, ainda sob a administração do Príncipe Regente Dom Pedro I(Ele só se tornou Imperador do Brasil em 07.09.1822).

Viajou, no entanto, para Portugal em janeiro de 1822, como Representante Goiano, junto à CONSTITUINTE EXTRAORDINÁRIA DAS CORTES REUNIDAS DE BRASIL, PORTUGAL E ALGARVES, tomando posse na sua cadeira como Deputado, no dia 08 de abril de 1822, com 47 anos.

Ao voltar, no ano seguinte(1823), havia perdido a condição de DEPUTADO, eis que o país já não era mais Colônia de Portugal e sim Império do Brasil. Em 23.06.1823, por ordem do Imperador Dom Pedro I, foi destituído de seus bens. Tal ordem foi cumprida através do ofício de 10 de julho de 1823, assinado pelo REPRESENTANTE da Província de Goiás, o Padre Pirenopolino Luis Gonzaga de Camargo Fleury, quando de sua passagem por Porto Nacional.

Diz Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 77: “Em 1823, quando Cunha Matos percorria o Norte, Segurado entrou em Goiás, indo residir em suas propriedades nos arredores da Palma(hoje Paranã), cercado de esposa e filhos. Debalde os Presidentes da Província procuraram afastá-lo da vida privada. Ficou alheio à evolução política. Para ele, liberalismo era sinônimo de anarquia”.

Em 1827, quando D. Miguel I, tornou-se Rei de Portugal e passou a perseguir os liberais e constitucionalistas, Teotônio Segurado já tinha voltado escondido para o Brasil. Mesmo assim, continuou a ser perseguido, porque não queria a Independência do Brasil, mas apenas a criação da Província de Palma, separada da Província do Sul, em Vila Boa (Goiás Velho).

Entre os benefícios que Joaquim Teotônio Segurado conseguiu para o hoje Estado do Tocantins, destacam-se a navegação do Rio Tocantins e a abertura de uma estrada ligando São Romão, em Minas Gerais a Porto Nacional.

A ele se deve a descoberta de várias minas de ouro e a criação do Julgado de Flores. Entre seus títulos honoríficos, destaca-se o de COMENDADOR DO HÁBITO DE CRISTO. Chegou a ser eleito Governador Separatista de Goiás, no hoje Estado do Tocantins, no dia 14 de setembro de 1821, escolhendo a cidade de Cavalcante e posteriormente Natividade e Arraias para Capital da futura Província de Palma e, consequentemente, do futuro Estado do Tocantins.

Retornando de Portugal, em 1823, após a Independência do Brasil e com as censuras que lhe foram impostas pelo Governo Português, Joaquim Teotônio Segurado afastou-se da vida pública.

Tornou-se um cidadão comum, perdendo inclusive seus títulos honoríficos e seus principais bens materiais, conforme determinação do Imperador Dom Pedro I. Aliás, de seu inventário, consta apenas, uma casa, uma mesa, um banco e sete livros. Exagero de inventário, como sói acontecer! Afinal de contas, morreu em sua fazenda na Comarca de Palma, hoje Paranã. Com 56 anos de idade, não poderia ter lhe restado apenas a casa, a mesa, o banco e os livros! O objetivo do limitado inventário era também preservar a herança dos herdeiros.

Apesar de todas as pesquisas feitas e em virtude das dificuldades pelas quais passou a família do Desembargador Segurado, ainda não se conseguiu chegar a todos os filhos e descendentes, o que constitui um verdadeiro desafio para os pesquisadores e genealogistas.

Um de seus filhos, Rufino Teotônio Segurado, chegou a ser Juiz Municipal de Carolina, no Maranhão, no tempo em que esta cidade pertencia à Província de Goiás e tinha o nome de TRÊS BARRAS.

Aliás, Carolina foi a designação dada pelo Governador de Armas de Goiás, Padre Luiz Gonzaga de Carmargo Fleury, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina. Este mesmo Rufino, foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e de Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins.

Rufino, conforme a voz corrente, teria nascido na própria Vila de Palma, Paranã, Goiás, hoje Tocantins, em l820, portanto, onze anos antes da morte de seu pai que falecera em 14(catorze) de outubro de 1831. Para Sacramento Blake, em seu Dicionário, nasceu em Minas Gerais, sem, contudo, dizer a cidade. Para outros, teria nascido em Belém do Pará, de onde seguiu para a Capital Paulista, formando-se, com 20 anos de idade, em 1840, na Faculdade de Direito de São Paulo.

Em 1846, com 26 anos, já estava integrando a Assembléia Legislativa Provincial de Goiás, como um de seus Deputados. Em 1847, fez a viagem de navegação entre “AS PROVÍNCIAS DE GOYAZ E DO GRÃO-PARÁ”, pelos rios Araguaia e Tocantins, viagem esta publicada na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO, do Rio de Janeiro, em 1848, tomo 10(dez), páginas 178/242. A viagem foi iniciada em Porto Imperial (Porto Nacional), no dia 04.04.1847, tendo chegado em Belém, no dia 03.05.1847. Foi pelo Rio Tocantins e voltou pelo Rio Araguaia, alcançando Vila Boa(Goiás Velho), 07 de março de 1848.

Rufino Segurado, com 28 anos de idade, em 1848, conforme o livro “PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS”, de Joaquim Carvalho Ferreira teria se tornado também Presidente da Sociedade de Navegação do Araguaia, fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO). Diz Joaquim Carvalho, página 22: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio- com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”.

Foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins. Depois de ter sido Juiz Municipal de Carolina, tornou-se em 1854, Juiz de Direito de Carolina, quando transferiu a sede da Comarca para Boa Vista do Tocantins (Tocantinópolis), mas como brigou com o Frei Francisco de Monsavito, transferiu-se para o Araguaia, em 1859. Relembre-se que Rufino Teotônio Segurado era Juiz da Comarca da Palma(hoje Paraná, Tocantins) quando faleceu na Fazenda Engenho, de sua propriedade, em Conceição do Norte(Tocantins), sepultado na Igreja Matriz, em 29.08.1868, com 48 anos de idade, na presença do Vigário João de Deus Gusmão, que assinou o termo de sepultamento, no governo de João Bonifácio Gomes de Siqueira, 21 Presidente da Província de Goiás.

Joaquim Teotônio Segurado Filho foi Promotor Público de Natividade e Porto Nacional a partir de 1870, além de ter sido CURADOR GERAL, em 1864. Tem sido muitas vezes confundido com o próprio pai, por ter omitido o “FILHO”, em seu nome. Essa omissão era proposital. Tinha o objetivo de homenagear o pai.

Este Joaquim Teotônio Segurado FILHO residiu em Porto Nacional, no Lago São Francisco (Lago Recantão), na casa que foi arrematada, anos depois, por Florência Rodrigues Nogueira. Segurado Filho teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. Entre os parentes da família Segurado, são conhecidos Carolino Ferreira e Ananias Segurado Rodrigues.

Simplício Teotônio Segurado, outro descendente, foi Promotor Público de Porto Nacional entre 1878 e 1884, ano em que se tornou Tabelião do Cartório Geral de Porto e nesta condição aparece até 1896.

Este filho de Joaquim Teotônio, o Simplício Segurado casou-se, em Porto Nacional, com Maria Ayres da Silva, de tradicional família portuense, em 11 de janeiro de 1880.

Quanto a Joaquim Teotônio Segurado é citado pelo baiano José Martins Pereira de Alencastre, no livro ANNAES DA PROVINCIA DE GOYÁZ, como Ouvidor da Comarca de São João das Duas Barras, com sede em Palma(Paranã) e depois em Natividade, com o território correspondente ao hoje Estado do Tocantins.

Quando da eleição de Segurado, para Governador Separatista, em setembro de 1821, o Sul de Goiás, com Capital em Vila Boa, reagiu e revidou, destruindo o sonho de independência do Norte de Goiás.

A destruição deste sonho foi feita através da instrumentalidade do Padre Luis Gonzaga Camargo Fleury que se fez acompanhar de soldados armados e percorreu o atual Estado do Tocantins durante mais de um ano, prendendo os líderes separatistas e sequestrando seus bens.

No desejo de acabar com o levante do Norte, o Padre Luís Gonzaga saiu de Pilar de Goiás, em abril de 1822, passando por Traíras (região de Niquelândia), São José do Duro, Cavalcanti, Arraias, Conceição, Natividade, Carmo, Porto Nacional. Retornou a Goiás Velho, em junho de 1823, exatamente quando o militar Raimundo José da Cunha Matos foi nomeado Governador de Goiás e o próprio Segurado já tinha voltado de Portugal, destituído de seus títulos e honrarias.

Alguns anos depois, Joaquim Segurado terminou por ser ASSASSINADO, em sua Fazenda, na vila de Palma(Paranã), por ele fundada. Morto no dia 14 de outubro de 1831, com 56 anos de idade, por problemas de “barra de saia”, a mando de sua esposa, Bruna Maria de Santana que, para isso, mandara fabricar uma bala de ouro, conforme tradição oral na região e cuja notícia foi estampada pelo único jornal do Norte do país, “A MATUTINA MEIAPONTENSE”, publicada em Pirenópolis, interior goiano, no dia 3 de dezembro de 1831.

Naquela época, diferentemente de hoje, os ASSASSINATOS eram, de modo geral, por três motivos: “BARRA DE SAIA”, “BARRA DE OURO” e “BARRA DE CÓRREGO”.

Outra versão atribui sua morte a questões meramente políticas, eis que tinha sido contrário à independência do Brasil, em 07.09.1822 e tinha voltado escondido de Portugal em 1823.

Sobre esta versão, escreveu Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 17: “Coube ainda ao Brigadeiro Miguel Lino de Morais, 2º Presidente da Província de Goiás(de 1827 a 1831), o lançamento da idéia da transferência da sede do governo para outro local às margens do Tocantins, iniciativa que, como era de se esperar, encontrou forte oposição, tornando-se impopular, de tal forma que o golpe de 14 de agosto de 1831, afastou-o da direção da Província de Goiás, sendo substituído por Luiz Bartolomeu Marques que assumiu o governo, tratando, imediatamente, de demitir todos os portugueses”.

Observe-se que o Padre Luiz Bartolomeu Marques permaneceu no governo durante 4 meses, de 14.08.1831 até 30.12.1831, sendo que Joaquim Teotônio Segurado, que era português, foi assassinado no auge de seu governo, no dia 14 de outubro de 1831. Poucos dias antes de 14.08.1831 houve também outro assassinato(14 de agosto foi o dia do golpe patrocinado pelo Governador das Armas de Goiás, Coronel Felipe Antonio Cardoso, que derrubou o Brigadeiro Miguel Lino de Morais e nomeou o Padre Luiz Marques como 3º Presidente de Goiás).

Pois bem, poucos dias antes deste GOLPE(14.08.1831), já tinha sido ASSASSINADO no Norte de Goiás, no dia 26.06.1831, em Arraias, Comarca de Palma(hoje Paranã), o Ouvidor Jerônimo José da Silva Castro, que também era português e casado com a filha do Senador João Evangelista. O responsável por esta morte foi o Capitão Honório, Pernambucano, que se intitulava “comandante dos brasileiros” e se fazia acompanhar de sete homens armados.

A esposa do Ouvidor morto retornou para o Rio de Janeiro, levando dois filhos, goianos de nascimento ou melhor, nascidos na hoje Paranã, Estado do Tocantins, o mais novo, nascido antes da morte do pai, em junho de 1831. Dois Ouvidores portugueses assassinados no Norte, no curto período de três meses. Teria sido mera coincidência? Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 72, tenta explicar: “Na fronteira de Goiás com a Bahia, surgiu um dos primeiros BANDOS que espalhava estar incumbido de TRUCIDAR todos os portugueses que encontrasse”.

O fato é que o Padre Luiz Marques terminou sendo CENSURADO pela Regência do Brasil e foi substituido por José Rodrigues Jardim que permaneceu no Governo de Goiás, de 31.12.1831 a 19 de março de 1837, quando, eleito Senador, foi para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 27.10.1842.

A época era propícia para tais assassinatos, pois havia muitas revoltas no período regencial e uma perseguição notória aos portugueses. Alguns políticos, inclusive o próprio Teotônio Segurado, queriam a volta de Dom Pedro I ao trono do Brasil(Dom Pedro tinha renunciado no dia 07.04.1831), como era o caso de Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, etc. Outros queriam a independência completa de suas províncias do Governo Central, como era o caso do Rio Grande do Sul e da Bahia.

O JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO que aparece como CURADOR GERAL, em 1864, era o Joaquim Teotônio Segurado Filho que omitia o “filho” para homenagear o próprio pai e que se tornou Promotor Público de Natividade e de Porto Nacional, a partir de 1870 e que teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade.

Pela sua luta em favor da Independência do Norte, Joaquim Teotônio Segurado, o Pai, foi homenageado com o nome da principal Avenida de Palmas, recém-construida Capital do Estado do Tocantins ou seja AVENIDA JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO, bem como foi feito PATRONO da Cadeira 01, da Academia Tocantinense de Letras, hoje(2004) ocupada por José Wilson Siqueira Campos que nela tomou posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, quando da instalação da Academia .

Décimo Quinto Ouvidor da Comarca de Vila Boa de Goiás. PRIMEIRO OUVIDOR DA COMARCA DE PALMA. Desembargador da Relação do Rio de Janeiro e da Relação da Bahia.

Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma (hoje cidade de Paranã). Deputado junto às Cortes Portuguesas, pela Província de Goiás, em 1821.

Ouvidor, Corregedor, Desembargador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Comendador, Provedor, Político. Advogado, Fazendeiro, Revolucionário.

Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Acha-se no livro HISTÓRIA DO TOCANTINS, de Osvaldo Rodrigues Póvoa, bem como na HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Foi exaustivamente estudado no livro BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, do jornalista de Ouricuri, em Pernambuco, Otávio Barros da Silva, hoje tocantinense de coração e editor do jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”. Quanto a Segurado, faleceu em Paranã, Goiás, hoje Tocantins, no dia 14 de outubro de 1831.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 01, cujo Titular é José Wilson Siqueira Campos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Em sua homenagem, o Tribunal de Justiça do Tocantins criou a COMENDA THEOTÔNIO SEGURADO, que é entregue a personalidades ilustres. No dia 22.10.2004, o Tribunal entregou esta Comenda a várias pessoas, uma delas DÉBORA SEGURADO, parente do Desembargador ou seja tetraneta, também tataraneta. (Para entender melhor: neto, bisneto, trineto, tetraneto).

Na mesma data, o Tribunal afixou, em seu HALL, as fotografias de Feliciano Machado Braga, Teotônio Segurado e do Marquês de São João da Palma, que não é outro senão Dom Francisco de Assis Mascarenhas, para quem Dom João VI enviou a Carta Régia, no dia 20.01.1805, nomeando o Bacharel Teotônio Segurado, como Desembargador da Relação do Rio de Janeiro. Na verdade, a Carta Régia tinha sido assinada em Lisboa, Portugal, em 01.07.1804, mas só chegou ao Brasil, seis meses depois, no dia 20.01.1805.

Mas Teotônio Segurado já tinha sido nomeado, anteriormente, pelo Decreto de 12.10.1803, do Príncipe Regente Dom João, Ouvidor Geral da Capitania de Goiás, com 28 anos de idade. Aliás, era o 15º(décimo quinto) Ouvidor de Goiás, em substituição ao Dr. José Manuel de Aguiar Mourão. Mas a nomeação como Desembargador da Relação do Rio de Janeiro era mais importante(1805). Outras nomeações se seguiram: Desembargador da Comarca de Goyaz(1806). Desembargador da Relação da Bahia(1808). Primeiro Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, atual Tocantins(21.06.1809).

Como se sabe, Dom Francisco de Assis Mascarenhas foi o nono Governador de Goiás, no periodo colonial, entre 1804 e 1809 e não deve ser confundido com o seu filho José de Assis Mascarenhas que foi o sexto Governador de Goiás, mas no período IMPERIAL, entre 1839 e 1845.

Quanto a Teotônio Segurado, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

RUFINO TEOTÔNIO SEGURADO, de Vila de Palma, Paranã, Goiás, hoje Tocantins, l820, escreveu, entre outros, "VIAGEM DE GOYAZ AO PARÁ"(1848), sem dados biográficos no texto. Filho de Joaquim Teotônio Segurado e Bruna Maria de Santana.

Rufino, conforme a voz corrente, teria nascido na própria Vila de Palma, Paranã, Goiás, hoje Tocantins, em l820, portanto, onze anos antes da morte de seu pai que falecera em 14(catorze) de outubro de 1831. Para Sacramento Blake, em seu Dicionário, teria nascido em Minas Gerais, sem dizer a cidade. Para outros, teria nascido em Belém do Pará, de onde seguiu para a Capital Paulista, formando-se, com 20 anos de idade, em 1840, na Faculdade de Direito de São Paulo, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado.

Seu nascimento em Belém do Pará é descartado à luz do que diz o Coronel Antonio Ladislao Monteiro Baena, em Ofício ao Presidente da Província do Pará, Herculano Ferreira Penna, em 29.05.1847: “É para lastimar que surgindo nesta cidade(Belém), o Sr. Dr. Rufino Theotônio Segurado...”. Logo, não era ele filho de Belém, pelas expressões usadas pelo Coronel Baena, antigo morador da cidade.

Rufino Teotônio Segurado, chegou a ser Juiz Municipal de Carolina, no Maranhão, no tempo em que esta cidade pertencia à Província de Goiás e tinha o nome de TRÊS BARRAS. Aliás, Carolina foi a designação dada pelo Governador de Armas de Goiás, Padre Luiz Gonzaga de Carmargo Fleury, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina.

Este mesmo Rufino, foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e de Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins. Em 1846, com 26 anos, já estava integrando a Assembléia Legislativa Provincial de Goiás, como um de seus Deputados. Em 1847, fez a viagem de navegação entre “AS PROVÍNCIAS DE GOYAZ E DO GRÃO-PARÁ”, pelos rios Araguaia e Tocantins, viagem esta publicada na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO, do Rio de Janeiro, em 1848, no Tomo 10, páginas 178/242.

A viagem foi iniciada em Porto Imperial(Porto Nacional), no dia 04.04.1847, tendo chegado em Belém, no dia 03.05.1847. Foi pelo Rio Tocantins e voltou pelo Rio Araguaia, alcançando Vila Boa(Goiás Velho), em 07 de março de 1848, depois de 11 meses de viagem. Fez esta viagem acompanhado de sua esposa e de seu cunhado Hermenegildo Francisco de Azevedo. (Sua esposa era sobrinha do primeiro bispo de Goiás, o Bispo cego Dom Francisco Ferreira de Azevedo, que fora Pregador na Capela Real do Rio de Janeiro, onde Dom Pedro I se comprazia em ouví-lo, em 1811. Dom Francisco Azevedo chegou em Vila Boa em 21.10.1824. Em 1829, foi eleito Terceiro Conselheiro do Governo da Província, mas nunca chegou a ser Presidente do Conselho ou Governador da Província de Goiás. Nasceu em Salvador, na Bahia, em 1769. Filho de Francisco Ferreira de Azevedo e de Joaquina Maria da Saúde. Estudou no Seminário São José, do Rio de Janeiro, de onde veio para Vila Boa. Faleceu em Goiás Velho(Vila Boa) em 12.08.1854, com 85 anos de idade).

Sobre as cachoeiras existentes disse Rufino : “Chegando a occasião de tratar da cachoeira a mais perigosa da viagem, vejo-me obrigado a não passar em silêncio algumas considerações. Tratando dos meios de diminuir os riscos dessa cachoeira, em sua “Memória”(1807) dirigida ao soberano sobre a mesma carreira(viagem) do Pará, lembrou-se meu pai(Joaquim Teotônio Segurado) da idéa de fazer-se aprofundar os canaes que se encontram ao lado esquerdo do canal da Itaboca, para desviarem-se os barcos das grandes quedas que neles se acham”.

Sobre esta viagem, tem-se o seguinte. Um ofício do Dr. Joaquim Ignácio Ramalho, Presidente da Província de Goyaz ao Presidente da Província do Pará, Herculano Ferreira Penna, de 05.01.1847, em que diz: “Encarreguei a direcção da Empreza ao Dr. Rufino Teotônio Segurado. Para que o mesmo doutor se podesse encarregar desta missão, sem faltar aos seus deveres de Juiz de Direito interino da Comarca da Palma, concedi-lhe três mezes de licença, com todos os seus vencimentos, cuja licença já foi ampliada pelo Governo Imperial por mais seis mezes, com iguaes vantagens para o mesmo fim. Este doutor vai encarregado de uma empreza protegida pelo governo imperial e desta província”.

Rufino Teotônio Segurado, com 28 anos de idade, em 1848, conforme o livro “PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS”, de Joaquim Carvalho Ferreira teria se tornado também Presidente da Sociedade de Navegação do Araguaia, fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO). Diz Joaquim Carvalho, página 22: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio- com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”.

Depois de ter sido Juiz Municipal de Carolina(1848), tornou-se em 1854, Juiz de Direito de Carolina, quando transferiu a sede da Comarca para Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), mas como brigou com o Frei Francisco de Monsavito, transferiu-se para o Araguaia, em 1859.

Relembre-se que Rufino Teotônio Segurado era Juiz da Comarca da Palma(hoje Paraná, Tocantins) quando faleceu na Fazenda ENGENHO, de sua propriedade, em Conceição do Norte(Tocantins), sepultado na Igreja Matriz, em 27.08.1868, com 48 anos de idade, na presença do Vigário João de Deus Gusmão, que assinou o termo de sepultamento, no governo de João Bonifácio Gomes de Siqueira, 21º Presidente da Província de Goiás.

Sua certidão de falecimento, em sua forma original, foi divulgada por Antonio Costa Aires, no site www.dno.com.br, com o seguinte teor: “Aos 29 de agosto de 1868, nesta vila e freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Norte do Bispado de Goyaz, sepultamos nesta Matriz, do Arco para sima, com todos os sacramentos, o Doutor Juiz de Direito desta Comarca de Palma, Rofino Theotonio Segurado, pardo, casado com Dona Mariana Francisca de Azevedo e foi encomendado e acompanhado por mim, do que para constar, fiz este termo que assignei. O Vigr.João de Deus Gusmão”.

Rufino Teotônio Segurado é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br






FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 01


SIQUEIRA CAMPOS(JOSÉ WILSON SIQUEIRA CAMPOS), de Crato, Ceará, 01.08.1928, escreveu, entre outros, “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”(1978), “LIBELO CONTRA UM MAU GOVERNO E UMA ORDEM ECONÔMICA INJUSTA”(1980), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também “PROJETO PARA UM NOVO MAPA DO BRASIL”(2001).

Conforme alguns livros, teria nascido em Ouricuri, Pernambuco, mas foi registrado em Crato, no Ceará. Para Liberato Póvoa, in “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, página 89, teria nascido em Juazeiro do Norte. Filho de Pacífico Siqueira Campos e Dona Regina. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

De fato, seu primo, hoje Desembargador Hélio Siqueira Campos, Corregedor-Geral do Tribunal de Justiça de Pernambuco, é procedente de Ouricuri.

Saiu do Crato, no Ceará, com 16 anos de idade, indo para a Amazônia, onde seu pai foi Seringueiro, por algum tempo. Logo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro. Na “Cidade Maravilhosa”, por volta de 1945, foi ajudante de pedreiro e apontador de obras. Depois que conheceu a Biblioteca Nacional, tornou-se vendedor de livros, quando se tornou um leitor inveterado. Nesta ocasião, foi Estafeta do Partido Comunista, no Bairro da Glória.

Do Rio de Janeiro, onde passou alguns anos, mudou-se para Campinas, São Paulo, onde viveu durante muito tempo e onde nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos(1959), hoje Senador, quando o jovem José Wilson Siqueira Campos tinha 31 anos de idade.

Mais uma vez se tornou vendedor, inclusive de INSETICIDA para matar formigas que era o grande problema do Brasil. Comprava grande quantidade e dividia em pacotes de cinqüenta gramas.

Nos anos seguintes, com a vitória de Juscelino e a construção de Brasília, além da Rodovia Belém/Brasília, transferiu-se de Campinas e chegou José Wilson Siqueira Campos, na Vila de Colinas, município de Tupiratins, norte de Goiás, na década de 1960, quando se tornou proprietário de terras. Com um avião velho que comprou, conheceu todas as cidades da região, fazendo muitos amigos.

Antes porém, teve um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão. Logo após a Revolução de 1964, chegou a ser preso em Araguaína, quando foi defendido pelo seu amigo e Advogado José Edmar Brito Miranda. Enfrentando os Coronéis da região, foi eleito Vereador em Colinas de Goiás e Presidente da Câmara Municipal, em 1966, quando tinha 38 anos de idade. Antes de terminar o período como Vereador de Colinas, foi eleito Deputado Estadual pelo antigo Norte de Goiás.

Deputado Federal pelo Estado de Goiás a partir de 1971 e até 1988. Inspirador e Criador do Estado do Tocantins, por cuja independência chegou a fazer greve de fome no Congresso Nacional, em Brasília, durante quatro dias.

Ensaísta, Político, Pensador. Pesquisador, Memorialista, Polemista. Escritor, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural.

Condecorado com a MEDALHA DO MÉRITO SANTOS DUMONT, pelo Ministério da Aeronáutica. ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO, pelo Superior Tribunal do Trabalho. Presidente do Simpósio Nacional da Amazônia.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Membro de Diferentes Comissões na Câmara Federal, entre as quais, Comissão de Relações Exteriores, Comissão de Trabalho e Legislação Social.

Governador do Estado do Tocantins quando da criação do Estado, pela Constituição de 1988, inicialmente com Capital em Miracema e, a partir de 1990, com Capital em Palmas, cuja pedra fundamental foi lançada em 20.05.1990.

Atualmente(1998), após ter sido Governador, foi reeleito para um período de mais quatro anos. Com mais de setenta anos de idade, é exemplo de tenicidade, coragem e força de vontade.

É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 01, cujo Patrono é Joaquim Teotônio Segurado. Tomou posse na Cadeira 01, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

José Wilson Siqueira Campos nasceu em Crato, Ceará, no dia 01.08.1928. Filho de Pacífico Siqueira Campos(Ouricuri-Pe) e Regina Siqueira Campos. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

Após os estudos primários na terra do Padre Cícero Romão Batista(Crato-Ce, 1844), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com os pais para a Amazônia, onde foi seringueiro. Durante algum tempo, residiu no Rio de Janeiro, tendo sido camelô.

Mudou-se, posteriormente, para Campinas, São Paulo, onde viveu por muitos anos, tendo sido também vendedor ambulante. Casou-se com Dona Aureny Siqueira Campos. Nesta cidade(Campinas), em 1959, nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos, hoje(2004) SENADOR DA REPÚBLICA.

Pai também de Regina Siqueira Campos(médica), Stela Siqueira Campos(psicóloga), Thelma Siqueira Campos(odontóloga), Júnior(empresário) e Ulemá Siqueira Campos(funcionária federal e Advogada), além de outros filhos menores, de seu casamento com a Promotora de Justiça Dra. Marilúcia Uchoa.

No início da década de 1960, chegou na Vila de Colinas de Goiás, pertencente ao município de Tupiratins, norte goiano. Montou uma serraria e um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão.

Como Colinas de Goiás se tornou município, foi eleito vereador e o mais votado, no dia 03.10.1965, quando tinha 37 anos de idade. Eleito Presidente da Câmara Municipal, em 01.02.1966, ao tomar posse, prometeu lutar pela criação do Estado do Tocantins. Antes de terminar o período como vereador, foi eleito Deputado Estadual Goiano. Chegou à conclusão, porém, de que através da Assembléia Legislativa de Goiás era impossível a criação do Estado do Tocantins.

No dia 03.10.1970, com 42 anos de idade, foi eleito Deputado Federal pelo Norte de Goiás, passando a residir também em Brasília, a partir de 01.02.1971, quando tomou posse. Permaneceu como Deputado Federal por cinco mandatos sucessivos, até tornar-se Governador do Tocantins.

Em 29.11.1975, tornou-se Presidente da Comissão da Amazônia, a partir do que propôs a sua Redivisão Territorial, com a criação de 12(doze) novas unidades, inclusive o Estado do Tocantins.

Em 1977, numa Comitiva Parlamentar, visitou a Inglaterra e outros países do Reino Unido.

No dia 27.06.1978, apresentou à Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 187/78, que criava o Estado do Tocantins, vetado em duas ocasiões diferentes pelo Presidente da República José Sarney.

Em 1980, como Parlamentar Brasileiro, visitou Hong Kong e Japão e fez Conferência na Universidade Católica de Taipei(Taiwan), a convite de entidades internacionais.

No ano de 1982, representou o Brasil na Reunião Mundial da UPI, em Lagos, Nigéria, África. Em 1983, proferiu conferência sobre a Geopolítica Brasileira e a criação do Estado do Tocantins, para as guarnições militares nas fronteiras do Brasil com a Bolívia, Peru, Colômbia, Guiana e Venezuela.

No dia 13.12.1985, no Congresso Nacional, iniciou GREVE DE FOME pela criação do Estado do Tocantins. Tal greve só foi interrompida noventa e oito(98) horas depois, com a promessa do PDS e do Presidente da República de instalação da Comissão de Revisão Territorial, via Ministério do Interior.

Em 1986, foi eleito para a Assembléia Nacional Constituinte, com expressiva vitória. Em 03.04.1987, foi, dentre os Constituintes Goianos, o único relator escolhido para a Subcomissão dos Estados, na Assembléia Nacional.

No dia 29.06.1988, redigiu e entregou ao Presidente Ulisses Guimarães, a fusão de emendas que criava o Estado do Tocantins, o que foi votado e aprovado pela Assembléia Nacional Constituinte.

Em 23.09.1988, o PRODASEN(Centro de Informações e Processamento de Dados do Senado Federal) informou que somente o Deputado Siqueira Campos, mais o Presidente da Constituinte e o 1º Secretário, compareceram a todas as 911 votações da Assembléia Nacional Constituinte.

No dia 05.10.1988, participou da Sessão Solene de Promulgação da Nova Constituição do Brasil que já trazia o novo Estado do Tocantins.

Em 15.11.1988, após disputar a eleição com o candidato do PT, o baiano de Uibaí, Advogado da Comissão Pastoral de Terra(CPT) Osvaldo Alencar Rocha, então residente em Araguaina(tio do hoje Promotor de Justiça do Tocantins CÉLIO ROCHA), foi, José Wilson Siqueira Campos eleito o PRIMEIRO GOVERNADOR do Estado do Tocantins.

A bem da verdade histórica, Siqueira Campos concorreu não apenas com Osvaldo Alencar, mas também com outros candidatos, entre os quais, José dos Santos Freire, que tinha como candidato a Vice-Governador, José Edmar Brito Miranda, conforme observação que me fez Luciano Ayres, Presidente da OAB, Tocantins, quando do lançamento do meu livro “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”.

No dia 01.01.1989, assumiu o Governo do Tocantins, tendo como Capital provisória, a cidade de Miracema do Norte. Em 20.05.1989, lançou a pedra fundamental da nova Capital, com o nome de PALMAS.

No dia 01.02.1990, transferiu a Capital da cidade de Miracema do Tocantins para Palmas. Em 15.03.1991, entregou o cargo ao seu sucessor o médico Moisés Nogueira Avelino que havia derrotado, nas urnas, o então Senador Moisés Abrão Neto, candidato do governo.

Em 03.10.1994, foi eleito, no primeiro turno, pela segunda vez, Governador do Estado do Tocantins. No dia 01.01.1995, tomou posse como Governador para um período de quatro anos.

No dia 03.04.1998, faltando seis meses para as novas eleições, renunciou ao cargo de Governador, ficando em seu lugar o Vice-Governador Raimundo Nonato Pires dos Santos, o “Raimundo Boi”, esposo da Vereadora Warner Pires.

Em 04.10.1998, foi eleito mais uma vez, pela terceira vez, Governador do Estado, no primeiro turno, tomando posse no dia 01.01.1999, para um mandato de quatro anos, a encerrar-se no dia 31.12.2002.

Encerrado o período de Governo, deu posse ao novo Governador, por ele apoiado, GOVERNADOR MARCELO MIRANDA, no dia 01.01.2003, até então Deputado Estadual e Presidente da Assembléia, filho do político José Edmar Brito Miranda que fora, na década de 1960, Advogado de Siqueira Campos.

Saiu do governo após cumprir todas as suas promessas, MENOS UMA, feita no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, e registrada em Ata, quando prometeu uma SEDE PRÓPRIA para a ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, o que não existe até hoje(2004), eis que a Academia se encontra abrigada numa sala nos fundos da Biblioteca Pública Municipal Jaime Câmara, no Espaço Cultural de Palmas, graças à gentileza do antigo Prefeito de Palmas, Manoel Odir Rocha que hoje(08.04.2005), tornou-se membro da dita Academia, na Cadeira 29, outrora pertecente a José Gomes Sobrinho, sendo Patrono, o Coronel Lysias Augusto Rodrigues.

Sobre o assunto, relembre-se a ata de instalação da Academia, onde consta: “A seguir o Cerimonial anunciou a assinatura, pelo Exmº. Sr. Governador do Estado - José Wilson Siqueira Campos, de várias medidas que beneficiam o mundo cultural do Tocantins : 1) oficializando o « Hino do Estado do Tocantins » ; 2) considerando a Academia de Letras do Tocantins, Entidade de Utilidade Pública ; 3) DANDO UMA ÁREA NA ZONA URBANA DE PALMAS, DESTINADA À CONSTRUÇÃO DA SEDE DA ACADEMIA E, 4) concedendo subvenção anual à Academia. - Tais atos foram sancionados sob acalorada salva de palmas”.

Já com 76 anos de idade, completados no dia 01 de agosto de 2004, continua em plena efervescência política e intelectual, fazendo conferência e produzindo artigos, entre os quais, “SOBRE KEYNES E OS PROCESSOS ESTATIZANTES”, Jornal do Tocantins, Palmas, 12.06.2004.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 02


MAXIMIANO DA MATTA TEIXEIRA, de Natividade, Goiás, hoje Tocantins, 15.08.l9l0, escreveu, entre outros “ESTÓRIAS DE GOIÁS-CONTOS E RECONTOS”(1981), "OUTRAS ESTÓRIAS DE GOIÁS-LENDAS, TERRA E GENTE"(1983), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Para alguns autores, entre os quais, Coelho Vaz, no livro MEMÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DE GOIÁS, página 93, seu nome é “MAXIMINIANO”. Filho de Veríssimo Teixeira da Mata e Maria Pereira da Mata.

Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso ginasial no Colégio Antonio Vieira, de Salvador, na Bahia, onde foi colega de Jorge Amado. Concluiu o curso de Direito, na Escola de Direito de Goiás Velho, em 1936. Foi casado com a professora Amália Hermano Teixeira.

Inspetor Federal de Ensino e Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Em Goiás Velho, fundou o jornal O TOCANTINS e em Goiânia, fundou O ARAGUATINS, todos com a finalidade de defender o norte de Goiás, o que não incluia a criação do Estado do Tocantins.

Juiz de Direito. Desembargador e Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Aposentou-se como Desembargador, em 08.06.1961.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Advogado.

Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de outras instituições nacionais, sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira.

Faleceu em Goiânia no dia 06 de agosto de 1986. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins e do livro MEMÓRIA DO PODER JUDICIÁRIO DE GOIÁS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 02, cujo titular é José Liberato Costa Póvoa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 02


JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 12.04.l944, autor de vários livros, destacando-se, "CAUSOS QUE O TOCANTINENSE CONTA"(1989), “MANDINGA”(ROMANCE-1997), "PROCEDIMENTO NO JUIZO CRIMINAL"(1990), "O SENHOR DO TEMPO", "O PROCEDIMENTO NO JUIZO CIVIL"(1990), "BUSCA E APREENSÃO", "PÁSSARO DE ASA QUEBRADA"(NOVELA-1983), "CONTOS TOCANTINENSES", "RUA DO GRITO"(CONTOS-1978), “DE ZÉ GOELA A PÉ DE JANTA”, “OS CAUSOS QUE O DURO CONTA”, “JOÃO DE DEUS-FENÔMENO DE ABADIÂNIA”, “PRÁTICA, PROCEDIMENTO E DINÂMICA DO JUÍZO CÍVEL”, “DICIONÁRIO TOCANTINENSE DE TERMOS E EXPRESSÕES AFINS”(1997), “BESTA-FERA”, “VADE MECUM BÁSICO DA LEGISLAÇÃO TOCANTINENSE”.

Escreveu também “PRISÃO TEMPORÁRIA”, “LEI ORGÂNICA DO JUDICIÁRIO DO ESTADO DO TOCANTINS”, estes, em co-autoria com o Juiz Marco Villas Boas e “TEORIA E PRÁTICA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS”, este, em co-autoria com o Desembargador José Maria de Melo, do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.

Escreveu, igualmente, “VADE-MECUM BÁSICO DA LEGISLAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS” e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”(1999). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, de que também foi Presidente, ocasião em que chegou a Governador do Estado, interinamente.

Foi advogado militante, nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Mediante Concurso Público, tornou-se Juiz de Direito do Estado de Goiás, optando pelo Estado do Tocantins, com a divisão promovida pela Constituição Federal de 05.10.1988.

Escritor, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Edição do MEC, l990.

Ex-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins e ex-Corregedor Regional Eleitoral. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Tocantinense de Letras, de que também foi Presidente, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Brasileiro de Magistrados, de que foi Vice-Presidente, Associação de Magistrados do Estado do Tocantins(ASMETO), Associação Brasileira de Magistrados e Sociedad Peruana de Criminologia y Ciencias Penitenciarias.

Foi membro do Conselho de Cultura do Estado do Tocantins. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa.

Atualmente(1998), ocupa o cargo de Corregedor-Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Atualmente(2000), é Vice-Presidente do Tribunal de Justiça. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 02, de que é Patrono Maximiano da Mata Teixeira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Um dos membros fundadores da ATL, tomou posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Os idealizadores e fundadores da Academia foram Dra. Ana Braga, Dr. Juarez Moreira Filho e Dr. Liberato Povoa.

Nasceu em São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, em 12 de abril de 1944. Filho de Francisco Liberato Póvoa e Regina Costa Ribeiro Póvoa. Concluiu o curso primário e ginasial, em Dianópolis, no Ginásio João d`Abreu.

Começou o segundo grau no Centro de Ensino Médio Elefante Branco, em Brasília, Distrito Federal, concluindo no Colégio Estadual de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Entre 1972 e 1981, foi Chefe de Seção, Diretor de Divisão e Chefe de Gabinete da Secretaria de Apoio Administrativo do Ministério da Educação e Cultura, em Brasilia.

Em 1982, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, na Capital Mineira.

Nos anos seguintes, foi Coordenador de Planejamento e Administração na Escola Técnica Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Formado em Direito, passou a advogar em várias cidades de Goiás e Minas Gerais. Aprovado em Concurso Público de Provas e Títulos, foi nomeado Juiz de Direito do Estado de Goiás, em 13 de janeiro de 1988, tornando-se titular de Taguatinga.

Com a criação do Estado do Tocantins, em 05 outubro de 1988, optou pelo novo Estado, terminando por ser nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, com menos de um ano de magistratura, no dia 1º de janeiro de 1989.

Com diversos filhos do primeiro casamento, com Eleusina Pereira Sousa, entre os quais, José Átila Sousa Povoa, Rodrigo Leonardo, Alessandro e Anayah Sousa Povoa, casou-se, pela segunda vez, com a Advogada Simone Cardoso da Silva Póvoa, nascida em 02.02.1977, com quem tem duas filhas, Kathlyn Cristina e Victoria Cristina, todas Silva Póvoa.

Entre novembro de 1989 e janeiro de 91, foi Presidente do Tribunal de Justiça, sendo, nesta condição, Governador do Estado do Tocantins. Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, em 1995. Presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do Tribunal de Justiça do Tocantins, no biênio 96/97. Corregedor-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça em 1998.

Fundador(junto com Ana Braga e Juarez Moreira Filho) e primeiro Presidente da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a Cadeira 02, cujo Patrono é Maximiano da Mata Teixeira.

Por Concurso Público, tornou-se o autor escolhido da letra do Hino do Tocantins, também aprovado pela Lei Estadual 977, de 20.04.98.

Autor de dezenas de livros jurídicos e literários, é também Membro do primeiro Conselho de Cultura do Estado do Tocantins, tendo tomado posse na cidade de Natividade, no dia 14.05.1989.

Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, no biênio 1999-2001. Recentemente, assumiu a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins. Terminado o seu período, retornou às suas atividades de Desembargador, Escritor e Jurista, mantendo no JORNAL DO TOCANTINS, de Palmas, a coluna dominical JUDICIÁRIO.

• Nome: JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA
• Filiação: Francisco Liberato Póvoa e Regina Costa Ribeiro Póvoa.
• Data e Local de Nascimento: 12/04/44, em Dianópolis-TO
• Endereço de Trabalho: Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins – Praça dos Girassóis, s/nº - Fone (063)218-4463 – Caixa Postal nº 73 – CEP 77.054-970 – Palmas-TO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
• Curso Primário – Ginásio João d´Abreu, em Dianópolis-TO.
• Segundo Grau – Centro de Ensino Médio Elefante Branco, em Brasília, e Colégio Estadual de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
• Terceiro Grau - Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais (1982).
FUNÇÕES ATUAIS
• Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
• Presidente das Comissões Permanentes de Seleção e Treinamento, de Jurisprudência e Documentação e de Sistematização do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (1999/2000 e 2001/2003)
• Professor de Direito Internacional na Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS)
• Membro fundador da Academia de Letras Jurídicas do Estado do Tocantins
• Membro fundador da Academia Tocantinense de Letras
• Membro correspondente da Sociedad Peruana de Criminología y Ciencia Penitenciaria, título recebido da Universidade de Arequipa, no Peru
• Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás
• Deputado Federal e Deputado Constituinte junto à Soberana Assembléia Federal Legislativa do Grande Oriente do Brasil
• Pós-Graduado Lato Sensu em Direito Civil e Processo Civil pela Faculdade Anhangüera de Ciências Humanas, de Goiânia (360 horas/aula)
• Cursando Pós-Graduação Latu Sensu em Direito Tributário no Instituto Goiano de Direito Tributário (três semestres)
• Cursando Doutorado em Direito Público pela Universidade de Extremadura, da Espanha, em Convênio com o Centro Internacional de Pós-Graduação da UNORP (São José do Rio Preto-SP)
• Diretor-Geral da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins.
PRINCIPAIS ATIVIDADES EXERCIDAS
• Chefe de Seção, Diretor de Divisão e Chefe de Gabinete da Secretaria de Apoio Administrativo do Ministério da Educação e Cultura, em Brasília (1972 a 1981)
• Chefe de Seção, Coordenador de Planejamento e Administração na Escola Técnica Federal de Minas Gerais e no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, em Belo Horizonte
• Membro da Equipe Técnica de Alto Nível da Escola Técnica Federal de Minas Gerais
• Diretor do Instituto de Menores de Dianópolis-TO, órgão da FEBEM-GO
• Juiz de Direito no Estado de Goiás (nomeado em 13/01/88), na Comarca de Taguatinga-TO
• Juiz Eleitoral na Comarca de Taguatinga-TO
• Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (nomeado em 1º/01/89, com menos de um ano de magistratura)
• Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (por duas vezes)
• Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (de 25/11/1989 a 31/01/91, completando mandato), quando teve a incumbência de organizar o Judiciário, criando, instalando e provendo Comarcas e realizando o primeiro concurso para a magistratura do Estado
• Governador do Estado do Tocantins (como Presidente do Tribunal, em agosto de 1991) - Vice-Presidente/Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins (1995)
• Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins (1995 e para o biênio 2001/2003) - Presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (1996/1997)
• Corregedor Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (de 11/02/98 a 31/01/99, completando mandato)
• Diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (ANAMAGES) para a Região Norte
• Idealizador da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins, sendo co-autor do Projeto de sua criação.
OBRAS PUBLICADAS
a) OBRAS DE CUNHO JURÍDICO
PUBLICADAS:
• Prática, Procedimento e Dinâmica do Juízo Cível (Livraria Três Poderes – Goiânia);
• Ementário dos Primeiros Julgados do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (Livraria Três Poderes – Goiânia);
• Procedimento no Juízo Cível (Livraria Del Rey - Belo Horizonte), em 8ª edição;
• Procedimento no Juízo Criminal (Juruá Editora, Curitiba), em 3ª edição;
• Busca e Apreensão - Teoria, Prática e Jurisprudência (Editora Atlas - São Paulo), em 3ª edição;
• Prisão Temporária, em co-autoria com o desembargador tocantinense Marco Villas Boas (Juruá Editora - Curitiba), em 3ª edição
• Lei Orgânica do Poder Judiciário do Estado do Tocantins (Comentada e Comparada), em co-autoria com o desembargador tocantinense Marco Villas Boas (Livraria Paulista Ltda)
• Teoria e Prática dos Juizados Especiais Criminais, em co-autoria com o desembargador José Maria de Melo, do Tribunal de Justiça do Ceará (Juruá Editora - Curitiba), em 3ª edição
• Vade-Mécum Básico da Legislação Tocantinense (Editora Tocantins Ltda)
• Vade-Mécum Básico da Legislação do Estado de Goiás (Editora Tocantins Ltda)
• Constituição do Estado de Goiás Anotada (Editora Kelps, Goiânia)
EM PREPARO:
• Representação Eleitoral (em parceria com o advogado Helio Miranda)
• A Justificação em matéria penal.
b) OBRAS DE CUNHO LITERÁRIO:
PUBLICADAS:
• Rua do Grito, 162 (contos)
• Pássaro de Asa Quebrada (novela infanto-juvenil)
• Causos que o Tocantinense Conta (crônicas)
• De Zé Goela a Pé-de-Janta - Os Causos que o Duro Conta (crônicas)
• Senhor do Tempo (novela infanto-juvenil)
• João de Deus, o Fenômeno de Abadiânia (biográfico)
• Dicionário Tocantinense de Termos e Expressões Afins (filologia)
• Mandinga (romance)
• Besta-fera e Outros Contos (contos)
• História Didática do Tocantins (História);
• Conversa de Compadres (crônicas)
• Um Causo Puxa Outro (crônicas)
• De gente, de bichos, meizinhas e abusões (crônicas)
• Furto do Menino-Deus (contos)
OUTROS DADOS
• Possui, ainda, várias obras inéditas, nos gêneros crônica, conto, folclore e outros
• Venceu todos os concursos literários de que participou desde a época de estudante, inclusive a nível nacional
• Jornalista e crítico literário, com mais de 1000 artigos publicados na imprensa mineira, goiana, paulista e tocantinense, onde assina dominicalmente a coluna “Judiciário”, no “Jornal do Tocantins”, de notas, comentários e jurisprudência e a ‘Coluna do Liberato”, no jornal “Folha Popular“, de Palmas-TO
• Conferencista, tendo percorrido praticamente todo o Brasil em seminários, encontros e outros eventos, proferindo palestras sobre temas jurídicos e culturais em geral
• Fundador e primeiro Presidente da Academia Tocantinense de Letras, cargo que ocupou por duas vezes
• Autor da letra do “Hino do Tocantins”, escolhido através de concurso público e aprovado pela Lei Estadual nº 977, de 20/04/98
• Membro do Conselho de Cultura do Estado do Tocantins
• Autor da proposta de criação da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins
• Presidente Estadual do Instituto dos Magistrados Brasileiros;
• Diretor-Geral da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins
• Diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (ANAMAGIS) para a Região Norte.
COMENDAS E DISTINÇÕES
• Condecorado com a Ordem do Mérito do Estado do Tocantins, no grau de Grande Oficial
• Condecorado com a Ordem do Mérito Judiciário do Estado do Tocantins
• Condecorado com a Medalha do Mérito Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal.
• Condecorado com a Medalha da Ordem Joaquim Teotônio Segurado, do Tocantins
• Cidadão Honorário da Cidade de Natividade-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Taguatinga-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Tocantínia-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Gurupi-TO
• Teve seu nome aprovado para o Fórum Municipal de Dianópolis-TO, por lei da Câmara Municipal daquela cidade, distinção que dispensou
• É citado, em verbete, nas seguintes publicações de cunho literário: “Enciclopédia da Literatura Brasileira” (Edição do MEC, 1990), “Estudos Literários de Autores Goianos” (de Mário Ribeiro Martins, 1996), “Escritores de Goiás” (de Mário Ribeiro Martins, 1997), “Estante do Escritor Goiano” (do SESC, 1996), “Pequena História da Literatura Goiana” (de Alaor Barbosa, 1995), “Dicionário Biobibliográfico de Goiás" (de Mário Ribeiro Martins, 1999), “Dicionário Biobibliográfico do Tocantins” (de Mário Ribeiro Martins, 2001).

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 03


JOSÉ LOPES RODRIGUES, de Natividade(Almas), Goiás, hoje Tocantins, 01.12.l908, escreveu, entre outros, "VIBRAÇÕES"(POEMAS-1949), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Florindo Lopes dos Santos e Maria Rodrigues Pinheiro.

Após os estudos primários em Natividade, seguiu para Barreiras, na Bahia e depois Salvador, onde foi colega de Jorge Amado, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória. Retornando ao Estado de Goiás, estudou no Liceu de Goiás Velho e formou-se em Direito. Durante muitos anos foi Professor da Escola Técnica Federal de Goiânia.

Docente, Advogado, Jornalista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.

Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titulares Joaquim Câmara Filho, José Sisenando Jayme e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.

Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.

Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYÁZ, de Abel Soares de Castro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 03, cuja Titular é Ana Braga. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Almas (distrito de Natividade), Goiás, hoje Tocantins, no dia 1 de dezembro de 1908. Filho de Florindo Lopes dos Santos e de Maria Rodrigues Pinheiro.

Em 1916, iniciou o curso primário em Natividade, cidade de que Almas era distrito. Seguiu para Barreiras, na Bahia, em 1923, onde se preparou para o curso de admissão ao ginásio. Matriculou-se, em 1923, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória, em Salvador, Bahia, sustentado pelo seu tio João Lourenço Rodrigues.

De volta a Natividade, em 1926, é convocado para o Serviço Militar e se incorpora ao Sexto Batalhão, na Terceira Companhia Isolada, em Goiás Velho, em 1930. Terminado o serviço militar, retorna a Natividade, a pé, percorrendo cerca de novecentos quilômetros, em 1931, quando também se torna Escrivão da Quinta Delegacia Regional.

Desejoso de continuar os estudos, voltou a Vila Boa, em 1933, empregando-se como Guarda Civil e matriculado na terceira série do Liceu de Goiás.

Tornou-se funcionário do jornal CORREIO OFICIAL e mudou-se para Goiânia, em 1936, quando também ingressou na Faculdade de Direito.

Aprovado em Concurso Público, tornou-se Professor de Geografia e História, da Escola Normal, em 1938, sendo também seu Diretor.

Bacharel em Direito, em 1944, sendo orador da turma. Por Concurso Público, tornou-se Professor de Português da Escola Técnica Federal de Goiânia, em 1946.

Visitou Portugal, Espanha, França e Itália, em 1950 e no ano seguinte, casou-se com Sílvia Lourdes do Nascimento.

Em 1957, foi eleito para a Cadeira 8, da Academia Goiana de Letras, tornando-se seu Vice-Presidente no ano seguinte. Esta cadeira tem como Patrono Alceu Vitor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido Titulares Joaquim Câmara Filho, José Sizenando Jaime e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista.

Exerce a função de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral, nos anos de 1962/63. É agraciado, em 1972, com a Medalha do Sesquicentário do Brasil, pelo Governo do Estado.

Após ter sido quase secretário perpétuo da Academia Goiana de Letras, faleceu em Goiânia, no dia 09 de agosto de 1990 ou julho, conforme alguns.

Sobre ele e com o título “JOSÉ LOPES RODRIGUES E SUAS VIBRAÇÕES”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm. ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 03


ANA BRAGA(Machado Gontijo), de Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.l923, autora de diversos livros, entre os quais, "A COMUNICAÇÃO NO MÉDIO NORTE GOIANO", "NOSSA SENHORA DE NATIVIDADE E DOM ALANO MARIA DU NODAY", "A TÊMPERA DA MULHER TOCANTINENSE", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Publicou também “NELLY, A ESCRITORA AMIGA”(1983) e “UM NOME DE MULHER NA HISTÓRIA DE GOIÂNIA”(1999). Editou também “A FORÇA DO REGIONALISMO NA OBRA DE JUAREZ MOREIRA FILHO”(2001).

Atual(2001) Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, onde ocupa a Cadeira 4. Foi Deputada Estadual representando o Norte de Goiás. Pormenorizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Historiadora. Advogada, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista.

Assessora Política do Governo do Estado do Tocantins, na primeira administração do Governador Siqueira Campos. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro REGISTRO DE UMA OBRA (Nelly Alves de Almeida), editado por Humberto Ludovico de Almeida e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloisa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araujo, bem como em DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 03, cujo Patrono é José Lopes Rodrigues. Ao lado de Juarez Moreira Filho e José Liberato Povoa, foi fundadora da Academia Tocantinense de Letras. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Peixe, Goiás, hoje Tocantins, no dia 29 de novembro de 1923. Filha de Anísio Pereira Braga e Edetina Nunes Braga.

Iniciou, em 1928, os estudos primários com a Mestra Anita(Ana Ponce Leones). Continuou os estudos com a professora Fany de Oliveira Macedo.

Mudou-se com a família para Descoberto(Porangatu) e depois Trindade, onde estudou no Grupo Escolar João Pessoa, participando do Grêmio Teatral, dirigido pelo padre Pelágio e por Otavinho Arantes.

Em 1936, foi para Goiânia, matriculando-se no Colégio Santa Clara, terminando alí o curso Normal. Em 1951, foi vereadora junto à Câmara Municipal de Goiânia, ano em que se casou com seu primo Luiz de Queiroz que faleceu quatro anos depois.


Professora do Liceu de Goiânia, nomeada por Pedro Ludovico. Foi docente também do Instituto de Educação de Goiás. Bacharelou-se, em 1952, em Geografia e História, pela Faculdade de Filosofia, da Universidade Católica de Goiás.

Em 1956, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Em 1960, já como Deputada Estadual, casou-se pela segunda vez com o Médico Trajano Machado Gontijo Filho, com quem teve quatro filhos e de quem se separou alguns anos depois.

Residiu em Tocantinópolis, onde seu marido foi Prefeito Municipal, em 1962. Mudou-se depois para Porangatu, onde construiu o Hospital Nossa Senhora da Piedade e elegeu seu marido Prefeito Municipal.

Concluiu o curso de Enfermagem, em 1963, pela Escola São Vicente de Paula, da UCG. Foi Diretora do Ginásio Comercial de Porangatu, em 1966, bem como da Escola Normal de Porangatu.

Chefiou o Departamento de Cultura do Estado de Goiás, em 1973.
Procuradora do Estado de Goiás, aposentou-se em 1979. Tornou-se Chefe do Departamento Administrativo da Secretaria da Fazenda de Goiás, em 1984.

Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, foi nomeada pelo Governador Siqueira Campos, em 1989, Coordenadora dos Assuntos Históricos e Culturais e Membro do primeiro Conselho de Cultura do Estado do Tocantins, tendo tomado posse em 14.05.1989, na cidade de Natividade.

No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 49, cujo Patrono é Joaquim Teotônio Segurado.

Na Academia Tocantinense de Letras de que foi fundadora(ao lado de Liberato Povoa e Juarez Moreira Filho), ocupa a Cadeira 03, que tem como Patrono José Lopes Rodrigues. Sua posse se deu em 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Atualmente(2000), é a dinâmica Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, hoje regiamente instalada numa das dependências do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, que se localiza na frente do Centro Administrativo de Goiânia. Posteriormente, graças ao Governador Marconi Perillo, a Academia Feminina ganhou sua sede própria e tem como Presidente hoje(2004) a escritora Augusta Faro Fleury de Mello.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 04


LUSO BARROS DE MATOS (PADRE LUSO), de Santo Antonio de Balsas, Maranhão, 16.12.1906, escreveu, entre outros, “DEVOÇÕES”, sem dados biográficos. Filho de Presilino Matos e Petronilia de Barros Matos. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para São Luis, Capital do Maranhão, alí concluindo o curso secundário.

Vocacionado para o sacerdócio católico, transferiu-se para Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, passando a estudar no Seminário Arquidiocesano São José, onde se formou em Teologia e Filosofia.

Tinha 39 anos de idade, quando, em 23.09.1945, foi ordenado SACERDOTE pelo Bispo Dom Alano Marie Du Noday, na Catedral Nossa Senhora das Mercês, de Porto Nacional.

Padre Luso, como era conhecido, prestou relevantes serviços ao povo do Norte de Goiás, através de suas atividades religiosas. Com 81 anos de idade, no dia 03.08.1987, faleceu na cidade de Porto Nacional, sendo sepultado no santuário da Igreja São Judas Tadeu, sem ter tido a oportunidade de ver a criação do Estado do Tocantins, pelo qual tanto lutou.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Sobre ele e com o título “PADRE LUSO-TESTEMUNHO DE UMA VIDA CRISTÔ, escreveu excelente livro a escritora Márcia Costa, de Porto Nacional. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 04, de que é Titular Juarez Moreira Filho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Foi biografado no livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 04


JUAREZ MOREIRA FILHO, de Ribeiro Gonçalves, Piauí, 03.07.l953, autor de diversos livros, entre os quais, "INFÂNCIA E TRAVESSURAS DE UM SERTANEJO"(ROMANCE-1978), "TIPOS DE RUA", "MANGARATIBA"(1994), "RANCHO ALEGRE" (MEMÓRIAS-1991), "OCO DO MUNDO"(ROMANCE-1982), “RISOS & LÁGRIMAS”(MEMÓRIAS-2004), “ILHA DO BANANAL”, “HISTÓRIA DA LITERATURA TOCANTINENSE”, "PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS"(Goiania, Bandeirante, 2005), "PATRONOS DA ATL"(Goiania, Bandeirante, 2006), com dados biográficos completos nos livros.

Filho de Juarez Rodrigues Moreira e Laurinda da Rocha Moreira. Nasceu, por acaso, no Piauí, eis que sua mãe tinha saído de Cristalândia, norte de Goiás, para visitar os parentes no Piauí, quando deu à luz em Ribeiro Gonçalves.

(Sobre esta cidade que se chama hoje CRISTALÂNDIA, há uma passagem interessante e pouco divulgada, com relação ao seu nome. Conforme alguns autores, Cristalândia já foi chamada de ASPIRIM e teve o seu nome mudado para Cristalândia, pelo missionário batista Zacarias Campelo. O próprio Zacarias confirmou esta versão de que ele mudara o nome de Aspirim para Cristalândia, numa entrevista que deu à revista A PÁTRIA PARA CRISTO, publicada no Rio de Janeiro, em 1986, Nº 01, Ano XLI, página 26, quando disse: “Fui pregar o evangelho no garimpo. O lugar se chamava Aspirim. Quando resolvi sair de lá(por volta de 1945), já estava com 10(dez) mil habitantes, população de garimpo. Sugeri a criação do Municipio e coloquei o nome de CRISTALÂNDIA, por ser a terra do cristal”).

Quanto a Juarez, com dois meses, veio para Cristalândia. Em 1960, mudou-se para Dueré, norte goiano. Em 1967, passou a estudar no Colégio ÁLVARO DE MELO, em Ceres, Goiás, no regime de internato.

Em Goiânia, passou a frequentar o Instituto Brigadeiro Eduardo Gomes e o Colégio Estadual Rui Barbosa, onde concluiu o segundo grau e o curso Técnico de Assistente em Administração de Empresas. Formado pela ESEFEGO(Escola Superior de Educação Física), de Goiânia. Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Goiás.

Pós-Graduado em Ciências Políticas pela Universidade Luterana do Brasil(ULBRA). Formou-se também pela ADESG(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra). Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Foi funcionário da Secretaria de Segurança Pública de Goiás. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico, Instituto dos Advogados. Conselheiro da Ordem dos Advogados do Tocantins, de que também faz parte de sua Comissão de Ética e Disciplina.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, destacando-se ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Vinculado à Ordem dos Advogados do Brasil e à Academia Tocantinense de Letras.

Em homenagem ao seu pai, foi dado o nome à Rodovia Gurupi-Dueré, eis que fazendeiro na região, onde viveu por muitos anos. Seu irmão Laurez Moreira é Deputado Estadual no Estado do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Ao lado de Ana Braga e Liberato Povoa, idealizou e fundou a Academia Tocantinense de Letras de que é Titular da Cadeira 04, cujo Patrono é Luso de Barros Matos, tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional. Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, tendo tomado posse no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade.

Atualmente(2000), é Assessor Jurídico da Secretaria de Educação do Estado do Tocantins, bem como Presidente da Academia Tocantinense de Letras. Terminada a sua gestão à frente da Academia, passou a Presidência para a Acadêmica Isabel Dias Neves(Belinha), retornando às suas atividades de advogado, com escritório na cidade onde reside, PORTO NACIONAL.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Atualmente(2004), exerce a Advocacia, com escritório no Centro de Porto Nacional. No mesmo ano(2004), publicou um livro sobre seu pai- JUAREZ MOREIRA- com o título “RISOS & LÁGRIMAS”(Memórias).

Sobre ele, escreveu excelente matéria a jornalista Zuleide D`Angelo, no JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 04.06.2004, sob o titulo "Café Literário analisa obra de Juarez Moreira". No dito Café Literário, a Professora da Universidade Federal do Tocantins, Bárbara de Oliveira analisou o livro “TIPOS DE RUA”.

Escreveu também PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS publicado pela Editora e Gráfica Bandeirantes, de Goiânia, em 2005.

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PATRONO DA
CADEIRA 05



FELICIANO MACHADO BRAGA, de Monte Alegre de Minas, Minas Gerais, 19.09.1914, escreveu, entre outros, “MANIFESTO DO TOCANTINS” (13.05.56), sem dados biográficos. Filho de João Caetano Machado e de América Machado Braga.

Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se, juntamente com os pais, para Goiás, onde concluiu o secundário. Fez vestibular no Rio de Janeiro, passando a cursar a Faculdade de Engenharia. Depois de dois anos, abandonou o curso por problemas financeiros.

Retornando a Goiás, matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Fez também curso de Filosofia.

Durante muitos anos foi Promotor de Justiça, atuando em diferentes cidades, entre as quais, Nerópolis, interior goiano, quando fez o concurso para Juiz de Direito. Após passar por várias Comarcas do Estado de Goiás como Juiz de Direito, foi designado para Porto Nacional, onde permaneceu de 1956 a 1961.

Casou-se com Hermione de Carvalho Machado, com quem teve vários filhos, dentre outros, “BRASIL TOCANTINENSE CARVALHO MACHADO”. Lutou de tal maneira pela criação do Estado do Tocantins que chegou a colocar em suas sentenças: “COMARCA DE PORTO NACIONAL-ESTADO DO TOCANTINS”.

Fez passeatas, palestras, conferências, comícios e manifestos pela criação do Estado. Organizou a “Comissão de Estruturação Jurídica do Estado do Tocantins”, em 20.05.1956, sendo eleito seu Presidente. Fundou o jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”, tendo como redatores Fabrício César Freire e João Quinaud. Mobilizou a população de Porto Nacional para inaugurar nas dependências do UMUARAMA CLUBE, uma placa com os dizeres: “VIVA O ESTADO DO TOCANTINS”.

Sua atuação foi tão forte que o Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, Desembargador Jorge de Moraes Jardim, nascido em Goiás Velho, em 1910 e falecido em 1995, obrigou o Juiz Feliciano Machado Braga a requerer a sua remoção ou promoção para outra Comarca.

De fato, em março de 1960, foi removido para a Comarca de Luziânia, mas não aceitou a mudança, conforme entrevista que concedeu ao jornal FOLHA DE SÃO PAULO. Com a morte de seu companheiro de luta, jornalista Trajano Coelho Neto, FUZILADO na cidade de Pium, em 13 de abril de 1961, não teve outra opção, senão, em maio de 1961, aceitar a promoção para a Terceira Vara Civil da Comarca de Anápolis, sendo Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, o Desembargador Elísio Taveira.

Já em Anápolis, pretendeu fundar o “CORREIO TOCANTINENSE”, com a finalidade de continuar a luta pelo Tocantins, mas teve de recuar, em virtude das perseguições sofridas.

Daí em diante, o “20 DE MAIO” deixou de ser comemorado em Porto Nacional, pela ausência de seu líder maior. Foi Juiz de Direito de Anápolis, junto à Terceira Vara Civil, de 1961 a 1968. É lembrado na Manchester Goiana(Anápolis), como o Juiz que andava com o MAPA DO FUTURO ESTADO DO TOCANTINS, debaixo do braço. Em 1965, com o funcionamento da Assembléia Nacional Constituinte, enviou uma CARTA ao Presidente Castelo Branco, fazendo um APELO, no sentido de que fosse criado o Estado do Tocantins. É um documento histórico porque faz uma radiografia do problema, a partir da Constituição de 1824 e foi publicado em vários jornais. Parece ter sido a sua última manifestação pública pelo Estado do Tocantins.

No fim de 1968, pediu remoção para Goiânia, onde permaneceu como Juiz de uma das Varas Cíveis. No ano seguinte, envolveu-se numa briga com um dos vizinhos, dando-lhe um tiro, tendo ficado em PRISÃO DOMICILIAR, decretada pelo próprio Tribunal de Justiça, conforme matéria publicada pelo jornal “O POPULAR”.

Desgostoso com os seus pares no Judiciário, adoeceu gravemente, terminando por falecer em 01 de maio de 1972, em Goiânia, quando tinha 58 anos de idade, sendo alí enterrado.

Em sua homenagem, o auditório principal do Tribunal de Justiça do Tocantins recebeu o seu nome, o que não agradou a família, que queria o nome para o Prédio propriamente dito. Tem também o seu nome o Prédio do Forum de Porto Nacional.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 05, cujo Titular é o antigo Juiz Federal e hoje(2004) Deputado Federal Darci Martins Coelho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Feliciano Machado Braga foi mencionado e estudado no livro O DISCURSO AUTONOMISTA DO TOCANTINS, da escritora goiana de Mara Rosa, Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante, professora da Universidade Católica de Goiás que usou os documentos do acervo particular do Dr. Feliciano, hoje(2004) em poder da viúva Hermione de Carvalho Machado para fundamentar o seu trabalho. Pena que não tenha falado sobre as perseguições sofridas por ele no Tribunal de Justiça de Goiás, incluindo sua Prisão e sua Morte.

Quanto a Feliciano é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site
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FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 05


DARCI MARTINS COELHO, de Porto Franco, Maranhão, 17.01.1940, escreveu, entre outros, “DISCURSOS E PARECERES”, sem dados biográficos completos. Filho de Benedito Coelho de Souza e Olga Andrade Coelho. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, onde, com 14 anos de idade, em 1954, foi Diretor do Jornal “PALAVRA LIVRE”.

Em 1957, ainda em Tocantinópolis, foi Diretor do Jornal “ASAS DO SABER”, bem como Presidente da União dos Estudantes de Goiás, seção de Tocantinópolis. Já em Goiânia, em 1959, foi Presidente do Grêmio Lafaiete Belfort Garcia. Em 1961, gerenciou uma Empresa Comercial em Goiânia, sendo também Professor no Magistério Secundário.

Em 1963, foi Tesoureiro do Sindicato dos Professores de Goiás, em Goiânia. Entre 1961 e 1965, foi aluno da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se, portanto, Advogado.

Aprovado em Concurso Público de Títulos e Provas, tornou-se entre 1966 e 1967, Promotor de Justiça de Goianésia. Também por Concurso Público, tornou-se, em 1968, Juiz de Direito de Carmo do Rio Verde, depois Itauçu, Iporá e Inhumas. Ainda por Concurso Público, fez-se, em 1973, Procurador da República, sendo, inclusive, Procurador Regional Eleitoral junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, em 1978.

Tornou-se também, por Concurso Público, em 1979, Juiz Federal, permanecendo até 1987, quando se aposentou. Criado o “COMITÊ PRÓ-TOCANTINS”, em 27 de fevereiro de 1987, tornou-se seu Presidente, exatamente quando era Juiz Federal.

Mudou-se para Palmas, tornando-se, de 1989 a 1991, Vice-Governador do Estado do Tocantins. Eleito Deputado Federal em 1993. Secretário de Segurança Pública do Tocantins, em 1995. Secretário de Administração em 1996, quando também é Reeleito Deputado Federal.

Casou-se com a Advogada Maria Terezinha de Jesus Alves Coelho, com quem teve os filhos Ana Cristina Coelho, MESTRA EM DIREITO e Cristiano Martins Coelho, já falecido. Em 1999, foi mais uma vez reeleito Deputado Federal, devendo permanecer até 2004.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto dos Advogados de Goiás, da Associação dos Magistrados de Goiás, da Associação Goiana do Ministério Público, da Associação dos Juízes Federais, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto dos Advogados do Tocantins, Academia Tocantinense de Letras Jurídicas e Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).

Lecionou na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás e na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, de onde se acha licenciado para cumprir mandato eletivo. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 05, cujo Patrono é Feliciano Machado Braga. Tomou posse, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Em 2003, publicou o livro “ATUAÇÃO PARLAMENTAR-1999/2002”, pelo Centro de Documentação da Câmara dos Deputados, em Brasília.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .
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PATRONO DA
CADEIRA 06


FRANCISCO AYRES DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 11.09.l872, escreveu, entre outros, "CAMINHOS DE OUTRORA-DIÁRIO DE VIAGENS". Filho de Joaquim Ayres da Silva e Raquel Pinto Cerqueira Ayres.

Após o primário em sua terra natal, estudou no Seminário Santa Cruz, de Goiás Velho e no Lyceu de Goiás. Formado em Medicina, pela Faculdade Nacional do Rio de Janeiro, em 1898, quando tinha 26 anos de idade. Deputado Federal, de 1914 a 1937. Vice-Presidente do Estado de Goiás, no Governo de Eugênio Jardim, em 1921.

Ao contrário do que se poderia imaginar, foi sempre contra a divisão do Estado de Goiás, tendo, inclusive, criado o jornal “NORTE DE GOYAZ”, só para combater o ideal separatista, eis que era favorável ao desenvolvimento do norte e não à sua divisão.

Médico, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Foi membro da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, da Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.

Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro GENTE & LITERATURA, de José Mendonça Teles.

Faleceu em 24 de maio de 1957, com 85 anos de idade, em Porto Nacional, onde também foi sepultado. Patrono da Cadeira 32 da Academia Goiana de Letras, de que é titular o escritor José Mendonça Teles.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 06, cujo Titular é Antonio Luiz Maya.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Porto Imperial(Porto Nacional), Goiás, hoje Tocantins, em 11 de setembro de 1872. Filho do Coronel Joaquim Ayres da Silva, chefe político e antigo Deputado por Goiás junto à Constituinte Republicana e de Raquel Pinto Cerqueira Ayres.

Fez o curso preparatório no Seminário Santa Cruz em Vila Boa, antiga Capital de Goiás, depois de ter estudado o primário em sua terra natal.

Já no Rio de Janeiro, em 1899, diplomou-se em Medicina, defendendo a tese: “DA ELECTROLYSE MEDICAMENTOSA NAS ARTHRITES”. Retornou à sua terra natal, Porto Nacional, alí exercendo a medicina por mais de cinquenta anos e até morrer, em 1957.

Já conhecido como DOUTOR CHIQUINHO, tornou-se o primeiro professor de aula particular, em Porto Nacional. Exerceu as funções de Secretário da Intendência Municipal. Conselheiro(1902) e Delegado Literário do Estado(1912).

Fundou, em 1905, o jornal NORTE DE GOYAZ com a finalidade, entre outras, de promover o desenvolvimento do Norte de Goiás, já que era contrário à formação do Estado do Tocantins.

Em 1915, casou-se com Edmunda Pereira Ayres. Vinculou-se à Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro, bem como à Academia Físico-Química de Palermo, na Itália.

Além de Vice-Presidente do Estado(hoje Vice-Governador), no Governo de Eugênio Jardim(1921), foi eleito Deputado Federal de 1914 a 1937.

Saindo do Rio de Janeiro, no dia 16 de outubro de 1928, conduziu os primeiros caminhões a Porto Nacional, alí chegando, depois de muitos meses de viagem, no dia 16 de fevereiro de 1929.

Saiu do Rio de Janeiro até Pirapora, em Minas Gerais, onde colocou os caminhões, aliás, um caminhão e um automóvel num dos vapores que desciam o Rio São Francisco.

Desceu na cidade da Barra, na Bahia. Fazendo estradas, seguiu para Santa Rita de Cássia, Formosa do Rio Preto, São Marcelo, Ponte Alta do Tocantins, Monte do Carmo e Porto Nacional, numa extensão de 720 quilômetros. Gastou três meses e oito dias de viagem.

Suas viagens de Porto Nacional a Belém do Pará, em 1920, e do Rio de Janeiro a Porto Nacional, em 1929, foram anotadas, dia a dia, no livro CAMINHOS DE OUTRORA, com prefácio de Altamiro de Moura Pacheco.

Manteve amizade e correspondência com homens ilustres de seu tempo, entre os quais, Abílio Wolney, Eugênio Jardim, Olegário Herculano da Silveira Pinto, Hermenegildo de Morais, Antônio Ramos Caiado(Totó Caiado) e Pinheiro Machado.

Trouxe para Porto Nacional, entre outros, dois melhoramentos que eram nacionalmente cobiçados: Estação Climatológica e Estação Rádio-Telegráfica.
Ao morrer, com oitenta e quatro anos e treze dias de idade, no dia 24 de maio de 1957, seu testamento foi anulado pela Justiça, mas na maior parte, espontaneamente executado pelos herdeiros.

É que, antes de morrer e por razões de ordem puramente política, havia deserdado um de seus filhos.

Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 32, hoje(1998) ocupada por José Mendonça Teles. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 06, cujo Titular é Antonio Luiz Maya.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .
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FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 06

ANTÔNIO LUIZ MAYA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 18.12.1926, escreveu, entre outros,“AÇÃO PARLAMENTAR”(1989), “A FERROVIA NORTE-SUL”, “HIDROVIAS DO ARAGUAIA E TAMBÉM DO TOCANTINS”, “A AUTONOMIA UNIVERSITÁRIA”, “DESENVOLVIMENTO DOS CERRADOS”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Joaquim Maya Leite e Ana de Macedo Maya. Estudou no Grupo Escolar Dom Pedro II e na Escola Normal São Tomás de Aquino, bem como no Seminário Menor São José, de Porto Nacional.

Em 1941, passou a estudar no Seminário Arquidiocesano de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde cursou Filosofia. Na Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, fez Doutorado em Teologia, terminando em 1954. Em Roma, em 1952, foi ordenado Sacerdote.

Retornando ao Brasil, foi nomeado Reitor do Seminário São José de Porto Nacional, bem como Professor do Colégio Estadual, de que foi Diretor de 1958 até 1971. Foi também Professor do Colégio Sagrado Coração de Jesus. Pelo Papa Paulo VI, foi feito Monsenhor e Vigário Geral da Diocese de Porto Nacional.

Transferindo-se para Goiânia, tornou-se por concurso, em 1972, professor de Filosofia do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, onde chegou a Pró-Reitor de Graduação e se aposentou como Professor Titular. Delegado Substituto do MEC em Goiás, pertenceu também ao Conselho Estadual de Educação.

Foi Senador da República pelo Estado do Tocantins, em 1989, permanecendo até 1991. No governo de Leonino Caiado, foi Diretor de Ensino Primário do Estado de Goiás. Monsenhor e Vigário-Geral de Porto Nacional. Reitor do Seminário São José na antiga Porto Real. Professor Secundário e Diretor do Colégio Estadual de Porto Nacional.

Político, Religioso, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Literato. Pensador, Intelectual, Jurista. Ativista, Produtor Cultural, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Contista.

Diretor do Departamento de Assistência Estudantil, em 1972. Professor Adjunto da Universidade Federal de Goiás, por concurso público, onde também foi Pró-Reitor de Graduação e Chefe de Departamento do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da UFG. Membro da Academia Tocantinense de Letras, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Estadual de Educação. Delegado Substituto junto à Delegacia do Ministério da Educação, em Goiás. Na capital goiana, foi também membro do Conselho Estadual de Educação.

Conhecido como Professor Maya, é também Diretor do Departamento de Ensino Superior da Secretaria da Educação e Diretor Presidente da Comissão Diretora da Universidade do Tocantins. Presente no livro “SENADORES DO TOCANTINS”, de Maria Helena Ruy Ferreira e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de diversos textos de estudos técnicos.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 06, cujo Patrono é Francisco Ayres da Silva. A convite dos fundadores da ATL, tomou posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também os livros REMINISCÊNCIAS FAMILIARES, REMINISCÊNCIAS ECLESIASTICAS E SACERDOTAIS, REMINISCENCIAS SOCIAIS PORTUENSES e OCASIONAIS.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .
ou www.mariomartins.com.br Faleceu em Goiania, no dia 22.06.2009. Sua vaga na cadeira 06, da ATL, está sendo disputada pelos escritores Luiz Otávio, Osmar Casa Grande e Célio Pedreira.





PATRONO DA
CADEIRA 07


FRANCISCO DE BRITO (Chico de Brito), de Conceição do Norte(Fazenda Terra Vermelha), Goiás, hoje Tocantins, 06.12.l904, autor de vários livros, destacando-se, "CAMINHOS DO AGRESTE"(NOVELA-1982), "TERRAS BÁRBARAS"(CONTOS-1969), "MEMÓRIAS DE OUTRO TEMPO"(1980), "MASSAPÊ"(CONTOS-1974). Filho de Serafim de Britto Guimarães e Antonia Hermano de Britto. Após os estudos primários em sua terra natal, não mais estudou, tornando-se autodidata.

Mudou-se com a família para Buriti Alegre, Goiatuba e depois Goiânia, fazendo-se comerciante e depois funcionário público. Elegeu-se Deputado Estadual em 1946 e também em 1954. Foi Superintendente do CONSÓRCIO DE EMPRESAS DE RADIODIFUSÃO E NOTÍCIAS DO ESTADO DE GOIÁS (CERNE).

Político, Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Jornalista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira l3, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi fundador José Xavier de Almeida Júnior, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de diversas instituições da cultura nacional.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi.

Sobre ele e com o título “FRANCISCO DE BRITO E O SEU MASSAPÊ”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 07, cujo Titular é Jerônimo Geraldo de Queiroz. Esta cadeira 07, em virtude do falecimento do Professor Jerônimo, está ainda hoje(abril de 2004) vaga. Posteriormente, foi eleito para a dita Cadeira, o confrade Júlio Resplande, que tomou posse no dia 19.11.2004. Como Francisco de Britto, à luz do que noticia Juarez Moreira Filho, em seu livro, chegou a ser empossado na Academia, em Goiânia, no dia 31.08.1994, não poderia ter sido colocado como Patrono da Cadeira, mas deveria ter permanecido como FUNDADOR ou PRIMEIRO TITULAR.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu em Goiânia, no dia 04 de novembro de 1995.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 07

JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ, Mineiro, de Campina Verde, 13.04.l9l7, autor de vários livros, destacando-se, "HOMENS DE PALHA", "SOCIOLOGIA E DIREITO", "EVOLUÇÃO CULTURAL DE GOIÁS"(1969), "UNIVERSIDADE E JUVENTUDE", “A IGREJA CIVILIZOU GOIÁS”(1961), “BOA NOITE SÃO PAULO BRASILEIRO”, "MANUAL DO ORADOR". Vinculado ao Tocantins, por ser membro titular da Academia Tocantinense de Letras. Filho de Sebastião Ferreira e Mônica Maria Macedo Queiroz.

Foi Reitor da Universidade Federal de Goiás e Professor da Faculdade de Direito. Advogado, Jornalista, Docente. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista.

Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, além de CONTOS E POESIAS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 07, cujo Patrono é Francisco de Britto. Sua posse se deu na cidade de Palmas, no dia 15.08.1997. Não foi eleito, mas convidado pela Assembléia Geral da ATL, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Nasceu em Campina Verde, Minas Gerais, a 13 de abril de 1917.
Concluiu os estudos primários na Fazenda Perobas, em sua terra natal, por volta de 1929. Matriculou-se no Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais, onde terminou o curso secundário, em 1933.

Já em Belo Horizonte, ingressou na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, onde se bacharelou em 1938. Formado em Direito e com ampla experiência na advocacia, deixou Belo Horizonte, mudando-se definitivamente para Goiás, em 1952.

No dia 10 de março de 1957, no Salão Nobre da Faculdade de Direito de São Paulo, pronunciou memorável conferência, em nome do Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico), na instalação da Primeira Semana Nacional Mudancista da Capital Federal.

Exerceu importantes cargos na área do ensino Secundário e Superior, tendo sido, inclusive, Inspetor Escolar. Professor Catedrático de Direito Judiciário e de Sociologia Rural e Urbana.

Diretor da Faculdade de Direito de Goiás, em Goiânia. Em sucessão ao ilustre Professor Colemar Natal e Silva, fundador da Universidade, terminou por tornar-se Reitor da Universidade Federal de Goiás (1964/69).

Em 1967, pela Editora da Universidade de Goiás, publicou o livro “SOCIOLOGIA E DIREITO”. Homem de vasta cultura e orador primoroso, tem numerosas obras publicadas, dentre elas “Minas Intelectual”; “Sociologia do Direito”; “Essências do Panamericanismo”; “Homens de Palha”; “Planejamento Por Três Anos”; “Da Divisão Sumaríssima entre os Incapazes”.

Entre suas obras inéditas, destacam-se: “Precursores de Kant”; “Justiça da Progressividade do Imposto Sucessório”, “Contribuição à Literatura Brasileira”, “Cadernos de Estudos”, “O Processo Civil”; “Sociologia Goiana” e “Cristais Sonoros”.

É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, cujo Patrono é Luis Maria da Silva Pinto. Foi eleito em 1971 e empossado no dia 6 de abril de 1972, com saudação de Waldomiro Bariani Ortêncio.

Está vinculado também à União Brasileira de Escritores, à Ordem dos Advogados do Brasil, à Associação Goiana de Imprensa e ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.

Com seus 81 anos de idade, o Prof. Jerônimo é figura marcante na sociedade goiana, pelo seu brilhantíssimo e pela sua forma entusiasta de viver a vida.

Com o título “ANÁLISE LITERÁRIA DE HOMENS DE PALHA”, escreveu, em 1973, excelente livro, a professora Nelly Alves de Almeida.

Também sobre ele e com o título “JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ E OS HOMENS DE PALHA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

Seu discurso de posse na Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 07, no dia 15.08.1997, na cidade de Palmas, tendo como Patrono Francisco de Brito, é um documento histórico de valor inestimável.

Faleceu em sua Fazenda, em Guapó, de enfarte fulminante, com 86 anos de idade, no dia 24.09.2003, sendo sepultado no Cemitério Santana, de Campinas, bairro de Goiânia. Foi casado com a mineira Celma Afonso Fontoura, com quem teve 5 filhos.

Sua vaga na Cadeira 29, da Academia Goiana de Letras, está sendo disputada pelo candidato único, Desembargador Ney Teles de Paula, filho de Piracanjuba. Eleito, Ney Teles de Paula foi empossado no dia 24.06.2004.

Na Academia Tocantinense de Letras, a Cadeira 07 de Jerônimo Geraldo de Queiroz, continua vaga, pelo menos até esta data(Junho de 2004). Posteriormente(28.09.2004), foi eleito para esta cadeira, o confrade Júlio Resplande, também como candidato único, tendo tomado posse no dia 19.11.2004, no auditório da Polícia Militar, em Palmas.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO TITULAR
DA CADEIRA 07


JÚLIO RESPLANDE DE ARAÚJO, de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 18.05.1940, escreveu, entre outros, “JURISPRUDÊNCIA-UMA FONTE DO DIREITO”, “SEGURANÇA PÚBLICA”, “A VIDA EXCLUI A DROGA”, “SAÚDE-UM DIREITO DE TODOS, UM DEVER DO ESTADO”, “DIREITOS HUMANOS-CARTILHA”(2000), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar e no Colégio Dom Orione, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia, matriculando-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado.

Mediante concurso público de provas e títulos, entrou para a Magistratura Goiana, sendo nomeado Juiz de Direito. Exerceu a atividade em várias comarcas do interior goiano, inclusive norte de Goiás, em Filadélfia, Tocantinópolis, Porangatu e Uruaçu.

Era Juiz de Direito da Comarca de Terceira Entrância de Rio Verde, Sul de Goiás, quando foi conduzido a Desembargador, no Governo de Iris Rezende Machado. Já como Desembargador, foi Vice-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás. Foi professor da Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Corregedor-Geral Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás.

Aposentou-se como Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Com a formação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, retornou ao seu Estado de origem. No Governo de Moisés Avelino, foi Secretário da Justiça e Segurança Pública do Tocantins.

Nos anos seguintes, elegeu-se Deputado Estadual, junto à Assembléia Legislativa do Tocantins, tendo sido membro da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, além de outras comissões. Atualmente(2000), é Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos.

Advogado militante no Estado do Tocantins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação dos Magistrados do Estado de Goiás e Academia Tocantinense de Letras Jurídicas.

Casou-se com a mineira Marlene Resplande, com quem tem vários filhos.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Atualmente(2004), é Secretário de Segurança Pública e Cidadania do Estado do Tocantins.

Como candidato único, foi eleito para a Cadeira 07(em 28.09.2004), da Academia Tocantinense de Letras, antes ocupada pelo Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz, o confrade Júlio Resplande de Araújo, que tomou posse no dia 19.11.2004, no auditório da Polícia Militar, em Palmas. Esta Cadeira 07 tem como Patrono Francisco de Brito(Chico de Brito).

Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br


PATRONO DA
CADEIRA 08

TRAJANO COELHO NETO, de Balsas, Maranhão, 28.12.1916, escreveu, entre outros, “BACIA TOCANTÍNIA”, “ANUÁRIO DO TOCANTINS” (1957), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Mário Coelho e Adalgisa Teixeira Coelho. Foi casado com Maria Teixeira Coelho(Maroquinha), com quem teve dois filhos: Mário Coelho(falecido) e Marina Coelho.

Jornalista e Empresário do ramo gráfico. Foi proprietário de vários jornais no Norte de Goiás, nos quais lutava pela criação do Estado do Tocantins. Após peregrinar por várias partes do Brasil, fundou em Pium, Goiás, hoje Tocantins, em 1951, o jornal “ECOS DO TOCANTINS”. Deste jornal, há com sua filha, uma coleção completa que abrange 3.000(Três) mil exemplares.

Fundou também o PIUM CLUBE- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA, CULTURAL E BENEFICENTE. Seus irmãos, Absalão Coelho e Celso Coelho foram proprietários dos jornais TRIBUNA DE CAROLINA e TRIBUNA DA AMAZÔNIA.

Trajano Coelho antes de dedicar-se ao jornalismo, foi dono da “CASA COELHO”, vendendo no varejo e atacado. Em São Paulo, comprou um parque gráfico, trazendo-o para Pium, onde fundou o seu jornal “ECOS DO TOCANTINS”, iniciando, na década de 1950, a campanha em prol da criação do Estado do Tocantins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Cronista. Produtor Cultural, Idealista, Visionário. Foi Deputado Estadual, representando o Norte de Goiás. Político, Jornalista, Comerciante. Industrial, Gráfico, Pecuarista.

Era PREFEITO DE PIUM, Goiás, hoje Tocantins, quando foi barbaramente assassinado, no dia 13 de abril de 1961, quando tinha 45 anos de idade. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 08, cujo Titular é José Cardeal dos Santos.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 08


JOSÉ CARDEAL DOS SANTOS, de Alto Parnaíba, Maranhão, 25.09.1938, escreveu, entre outros, “ASSUNTOS TOCANTINENSES E OUTROS TEMAS”, sem dados biográficos. Filho do Professor Boaventura Cardeal dos Santos e Eva Cerqueira dos Santos.

Casou-se, em 1969, com a pedagoga e educadora Darci Chaves Cardeal dos Santos, de alta estirpe, oriunda de Mineiros, interior goiano, com quem teve os filhos Flávia Chaves Cardeal, Advogada e José Cardeal dos Santos Filho, também Advogado. Dona Darci, como era chamada, faleceu e tem o seu nome perpetuado na Biblioteca da Fundação Cultural de Palmas.

Quanto a Cardeal, estudou as primeiras letras com o pai que era professor famoso, inclusive o primário. Por volta de 1940, a família transferiu-se para Novo Acordo, Norte Goiano, hoje Tocantins. Sua mãe faleceu, quando ele tinha 10 anos de idade. Continuou morando com o pai que, no entanto, faleceu, quando ele tinha 15 anos de idade, em 1953.

Viajou a pé de Novo Acordo para Gurupi, passando por Ponte Alta, onde tirou sua nova Certidão de Nascimento. Mudou-se para Goiânia, em 1955, onde começou o ginásio, só terminando, no entanto, em Pedro Afonso, Norte de Goiás, hoje Tocantins, em 1963.

De volta a Goiânia, começou o segundo grau no Liceu, mas só terminou no Instituto de Educação de Goiás, em 1967. Tornou-se Presidente da CENOG(CASA DO ESTUDANTE NORTE GOIANO), entidade idealizada pelo Padre Rui Rodrigues da Silva e fundada em 1960.

Na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, em 1971, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Em 1972, mudou-se para Gurupi, onde montou Escritório de Advocacia, aí permanecendo até 1983.

Foi Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Gurupi. Presidente da subseção da OAB, de Gurupi. Retornou a Goiânia, em 1984, no Governo de Iris Resende Machado para ocupar uma das diretorias da COHAB.

Com a formação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, mudou-se para Miracema, a Capital Provisória, em janeiro de 1989, tornando-se Procurador do Estado, função na qual se aposentou(em 2004), graças à interferência do Governador Marcelo Miranda.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Literato. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Intelectual, Idealista, Visionário. Advogado, Articulista, Historiador.

Foi fundador e primeiro presidente do Sindicato dos Advogados do Tocantins. Fundador e primeiro Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Tocantins. Atualmente(2000), é ASSESSOR DO DESEMBARGADOR DANIEL NEGRY, do Tribunal de Justiça do Tocantins.

Ultimamente (e a partir de 2003), passou a dedicar-se à advocacia e às atividades literárias e culturais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 08, cujo Patrono é Trajano Coelho Neto. Para ocupar esta Cadeira não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Juarez e Liberato), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Durante muito tempo foi orador oficial da Academia e hoje(2004) é seu Tesoureiro.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 09

ALANO MARIE DU NODAY(DOM), de Saint Servant, Grand Champ, Bretanha, Norte da França, 02.11.1899, escreveu, entre outros, “PRÉDICAS FILOSÓFICAS”, sem dados biográficos. Filho do nobre Arthur Rolland Du Noday e Antoinette Rolland Du Noday. Batizado na Igreja de Saint Anne D’Auray, recebeu o nome civil de JEAN HUBERTH ANTOINE que foi mudado para ALANO, em virtude do sacerdócio.

Como CONDE DU NODAY, estudou em Paris e Londres, especializando-se em Filosofia, Música, Artes e outras ciências. Em 1917, com 18 anos de idade, tornou-se Cavaleiro do Exército Francês, chegando ao posto de Oficial. Como Militar, lutou na Primeira Guerra Mundial e no Norte da África, inclusive Marrocos, em 1919.

Era Capitão do Exército Francês, quando foi ordenado Padre, pela ORDEM DOMINICANA, em Saint Maximin, Sul da França, no dia 04.08.1928, tornando-se FREI ALANO. Chegou ao Convento do Bairro do Leme, no Rio de Janeiro, em 1932, passando a pregar no CLUBE DOS INTELECTUAIS, de que faziam parte, entre outros, o Brigadeiro Eduardo Gomes e Alceu Amoroso Lima(Tristão de Ataíde).

Durante quatro anos, residiu no Convento e foi Professor da Universidade Católica, quando escreveu “PRÉDICAS FILOSÓFICAS”, texto restrito ao seu público intelectual e só existente na Biblioteca Nacional.

Em seguida, foi enviado para Formosa, no interior de Goiás. No dia 01.05.1936, foi ordenado Bispo de Porto Nacional, tendo tomado posse no dia 12 de julho, aniversário da cidade.

Organizou o Seminário São José, em Porto Nacional, bem como o Colégio Florêncio Ayres, o Colégio Dom Domingos Carrerot, o Colégio Dom Bosco e o Colégio Irmã Aspásia. Fundou em Arraias, o Colégio Nossa Senhora de Lourdes. Em Campos Belos, o Colégio Estadual. Em Dianópolis, o Colégio João de Abreu. Em Paranã, o Colégio Estadual. Em Miracema, o Colégio Tocantins. Em Natividade, o Colégio Estadual. Em Tocantínia, o Colégio Frei Antonio de Ganges.

Vale salientar que, no seu tempo, a DIOCESE DE PORTO NACIONAL era formada de todas as cidades do atual Estado do Tocantins e mais ainda as cidades de Campos Belos e Monte Alegre que ficaram para Goiás, depois da divisão do Estado.

Em Porto Nacional, fundou o Hospital Lays Neto dos Reis. No dia 23.10.1945, recebeu o título de GRANDE OFICIAL DA ORDEM DO MÉRITO DA AERONÁUTICA. Em 02.10.1953, recebeu da Presidência da República, a condecoração “COMENDADOR DA ORDEM DO CRUZEIRO DO SUL”. O título de CIDADÃO GOIANO foi conferido pela Assembléia Legislativa de Goiás, em 27.06.1962, via projeto da Deputada Estadual Ana Braga.

Faleceu em Porto Nacional, no dia 14 de dezembro de 1985, sendo sepultado na Catedral Nossa Senhora das Mercês. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 09, de que é Titular o Padre Joatan Bispo de Macedo. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Sobre ele, os padres Pedro Pereira Píagem e Cícero José de Sousa, escreveram excelente livro com o título “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 09

JOATAN BISPO DE MACEDO, de Almas, Goiás, hoje Tocantins, 06.08.1942, escreveu, entre outros, “DOM ALANO DU NODAY”, “ROMARIA DO SENHOR DO BONFIM”(2004), sem dados biográficos pessoais nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Joaquim Bispo de Macedo e Inácia Cardoso de Macedo.

Após os estudos primários com a própria mãe e com o Professor Coquelin Aires Leal em sua terra natal, seguiu para Porto Nacional, alí concluindo o curso ginasial no Colégio Estadual Sagrado Coração de Jesus. O curso secundário terminou na mesma cidade, só que no Colégio Estadual Florêncio Aires.

Viajou para Rio Comprido, no Rio de Janeiro, onde concluiu o curso de Teologia no Seminário Arquidiocesano de São José. Foi ordenado Padre em Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, no dia 01.02.1971. Fez Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1972.

Retornou ao torrão natal, tornando-se Pároco de Dianópolis, em 1975. Foi nomeado Diretor do Colégio Quitiliano. Padre em Natividade, é também Reitor do Santuário do Senhor do Bonfim.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 09 cujo Patrono é Dom Alano Maria Du Noday. Tomou posse na Cadeira 09, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 10

ANTÔNIO DE GANGES (FREI), de Messina, Itália, 10.12.1835, escreveu, entre outros, “INDIOS XERENTES”, sem dados biográficos. Filho de Antônio Balsamello e Ana Balsamello. Seu nome civil era Caetano Balsamello.

Após os estudos primários em sua terra natal, entrou para a Ordem Franciscana dos Capuchinhos, com vinte anos de idade, em 1855. Foi ordenado sacerdote, recebendo o nome de Antônio de Ganges, em 1865, quando veio para o Brasil, na Missão do Rio de Janeiro, procedente de Pernambuco, com o objetivo de converter os índios.

O nome Antonio em homenagem ao seu pai e o Ganges, em homenagem ao rio sagrado da India.

Padre Capuchinho, como era, foi mandado inicialmente para Santa Maria do Araguaia, hoje Araguacema, norte de Goiás, agora Tocantins, como auxiliar do Frei Francisco de Monsavito. Em 1867, visitou o Frei Rafael de Taggia, fundador de Pedro Afonso, antiga Xerente. Ali encontrou inspiração para continuar a sua obra missionária.

Em 1869, na tentativa de pacificar os indios xerentes, fundou o arraial de Imperatriz Teresa Cristina, depois Piabanha, hoje Tocantínia, iniciando a construção da primeira igreja e da casa paroquial, só inauguradas em 1877.

Viajando pelos sertões do Araguaia, foi acometido de HIDROPISIA, internando-se em Goiás Velho, sob os cuidados do médico italiano Vicente Moretti Foggia que o operou para retirar trinta e cinco litros de água.

Antes da chegada dos Padres Dominicanos, foi vigário de Porto Nacional, construindo o primeiro cemitério, para evitar o sepultamento dos mortos no pátio da Igreja.

Doente mais uma vez, ficou sob os cuidados do médico Francisco Ayres, durante dois meses. Não tendo dinheiro para pagar ao médico, deu a metade de sua casa em Tocantínia, ficando a outra metade para as meninas que criava Ana Maria e Sedinília Quaresma.

Posteriormente, estas meninas venderam a sua parte para o Dr. Chiquinho que, por sua vez, vendeu a casa para o Dr. Joaquim Sardinha Neto. Faleceu com sessenta e cinco(65) anos de idade, em Tocantínia, no dia 1 de março de 1900, sendo sepultado dentro da Igreja Matriz.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 10, cujo 1º Titular foi Durval da Cunha Godinho, hoje ocupada pelo médico Múcio Breckenfeld. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 10

DURVAL DA CUNHA GODINHO, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 01.09.l919, entre outros, escreveu, "HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL"(1988), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com apresentação de Generosa Pinto.

Filho de Olimpio Godinho e Jacundina Carvalho Godinho. Vereador por 16 anos, em sua terra natal. Oficial Reformado do Exército Brasileiro. Superintendente Regional de Ensino. Ex-Combatente da Força Expedicionária Brasileira(FEB). Fundador e Diretor do Tiro de Guerra, de Porto Nacional.

Antigo funcionário do Ministério da Agricultura. Diretor do Colégio de Porto Nacional e do Colégio Dom Pedro II . Aposentou-se como Fiscal do Tesouro Estadual, eis que, Exator ou Coletor, durante muitos anos.

Professor, Jornalista. Historiador, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras e Associação Goiana de Imprensa.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos municipais.

Faleceu no ano de 1997, no dia 07.11, com 78 anos de idade, deixando vários filhos, entre os quais, Heitor Godinho, advogado e Coronel reformado da Polícia Militar do Estado de Goiás. Consta também que seu filho Renato Godinho, nascido em Porto Nacional, em 1960, ex-funcionário do Banco do Brasil, teria escrito um livro de poemas “TODOS JUNTOS”, que o autor destas notas recebeu com autógrafo.

Renato Godinho tornou-se funcionário dos Correios e formou-se em Direito pela Universidade Federal do Tocantins(UFT), tornando-se Advogado militante.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras foi o 1º Titular da Cadeira 10, cujo Patrono é o Frei Antonio de Ganges, hoje ocupada por Múcio Breckenfeld. Para esta Cadeira, Durval não foi eleito, mas convidado pela Assembléia Geral da ATL, tendo tomado posse em 17.09.1992, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Aliás, tinha sido convidado para esta Cadeira, o Professor Cicinato Mendes da Silva que jamais tomou posse, mas a razão não foi explicada no livro Perfil, do Juarez, embora fosse ele o fundador da Academia, junto com Ana Braga e Liberato Póvoa. A bem da verdade, Juarez colocou em nota de rodapé: “O emérito Prof. Cincinato Mendes da Silva chegou a vestir e a tirar fotografias com o “spencer”(casaco curto) da Academia, mas não chegou a tomar posse, como se pode constatar na Ata da instalação da academia”. Para o acadêmico José Cardeal dos Santos, as razões foram as dificuldades financeiras da época.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO TITULAR
DA CADEIRA 10

MÚCIO BRECKENFELD (MÚCIO JOSÉ BRECKENFELD LOPES FERNANDES), de Recife, Pernambuco, 27.10.1961, escreveu, entre outros, “FOLHAS DE UM VENTO ESPALHADO” (POEMAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho de Múcio Lopes Fernandes e Kilda Breckenfeld Lopes Fernandes. Entre 1968 e 78, concluiu o primeiro e o segundo graus no Colégio Marista do Recife. Após os estudos vestibulares, matriculou-se na Faculdade de Ciências Médicas de Pernambuco, na cidade de Olinda, formando-se MÉDICO em 1987. Na Fundação Olindense de Formação de Professores, formou-se PEDAGOGO em 1986, bem como Licenciatura em Ciências, com habilitação em Biologia. Concluiu o curso de Pós-Graduação em Saúde Pública, na Universidade de Ribeirão Preto, em 1995.

Mudou-se para Ananás, no Estado de Goiás, hoje Tocantins, em 1988, onde, além de Médico, foi também Vereador em 1993. Já residente em Palmas(1994), no Estado do Tocantins, tornou-se aluno da Faculdade de Direito da Universidade do Tocantins(UNITINS), onde se formou, tornando-se também Advogado.

Membro do Conselho Municipal e Estadual de Saúde de Palmas, está também vinculado à Secretaria da Educação e de Saúde do Estado do Tocantins.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 10, antes ocupada por Durval da Cunha Godinho, cujo Patrono é o Frei Antônio de Ganges, tendo sido empossado no dia 05.05.2000, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Vinculado ao Conselho Regional de Medicina e à Associação Médica do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Foi um dos fundadores, em 2002, da Academia Palmense de Letras. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Publicou também CALEIDOSCÓPIO DE EMOÇÕES. Casado com Maria Cristina Leal Breckenfeld Fernandes.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 11

ALDENORA ALVES CORREIA, de São João do Araguaia, Pará, 22.05.1917, escreveu, entre outros, "O ESTADO DO TOCANTINS-UMA GEOPOLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO", "HISTÓRIA DE TOCANTINÓPOLIS", "BOA VISTA DO PADRE JOÃO", este, com prefácio de Nelly Alves de Almeida, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi Delegada de Ensino de Tocantinópolis, interior goiano, no hoje Estado do Tocantins, cidade para onde se mudou, quando tinha cinco anos de idade, em 1922. Filha de Nicolau Alves Correia e de Lídia Olimpio Correia.

Em 1936, o famoso Padre João de Souza Lima pediu ao Bispo Dom Alano que conseguisse vaga para que Aldenora, ainda adolescente, estudasse no Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional. Quatro anos depois, formou-se Normalista.

Em 1950, estudou no Rio de Janeiro, no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos. Tornou-se, em 1954, Diretora do Ginásio do Norte Goiano, mais tarde Colégio Dom Orione. Em 1960, foi Delegada Regional de Ensino de Porto Nacional. Funcionária da Secretaria da Educação e Cultura de Goiás, sediada em Goiânia.

Professora, Ensaísta, Memorialista. Pesquisadora, Historiadora, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Escritora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa.

Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Historiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Acha-se no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS, de Luis Gomes Palacín.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Já aposentada, faleceu em Goiânia, no dia 26 de outubro de 1982. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 11, cujo Titular é Ney Alves de Oliveira. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 11

NEY ALVES DE OLIVEIRA(NEY WALCÁCER), de Porto Franco(Valparaiso), Maranhão, 30.08.1936, escreveu, entre outros, “NAVEGANDO PELO TOCANTINS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio do Desembargador José Liberato Póvoa. Publicou também CAMINHOS DO REENCONTRO.

Filho de João Walcácer de Oliveira e Elisa Alves de Oliveira. Após ter estudado em Tocantinópolis, Carolina e São Luis do Maranhão, tornou-se Docente do Colégio Estadual Dom Orione, de Tocantinóplis, onde lecionou 17 anos.

Foi Supervisor da Fundação Serviços de Saúde Pública, vinculado à Diretoria Regional de Goiás. Tornou-se Coordenador Regional da Fundação Nacional de Saúde, no Estado do Tocantins.

Folclorista, Filólogo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Produtor Cultural. Intelectual, Professor, Educador. Pensador, Ativista, Administrador. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Ficcionista.

Funcionário Público da União. Chefe de Gabinete do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Tocantins, no Governo Siqueira Campos. Residente em Tocantinópolis, foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura, tendo tomado posse no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade e ainda de outras agremiações sociais, culturais e de classe.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 11, cuja Patrona é Aldenora Alves Correia. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 13.12.1999, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Ney Alves de Oliveira (mais conhecido por Ney Walcácer), nascido aos 30 de agosto de 1936, em Porto Franco, Maranhão, é filho de João Walcácer de Oliveira e Elisa Alves de Oliveira.

Estudou na Escola Singular Estadual – com a professora Regina Bandeira Aguiar - e no Educandário Humberto de Campos – com o professor Waldemar Gomes Pereira –, ambos de Porto Franco. No Ginásio do Sertão Maranhense, de Carolina – Maranhão. No Colégio Maranhense (Irmãos Maristas), de São Luís – Maranhão e no Colégio Dom Orione, de Tocantinópolis – TO.

Privado de condições para ingressar no ensino superior, interrompeu os estudos regulares ao concluir o 2o grau, dedicando-se, desde então, a aprimorar os conhecimentos do idioma pátrio e de literatura luso-brasileira.

Tendo participado do curso da extinta CADES, destinado à habilitação (suplência) para o exercício do magistério do 1º grau, ministrou aulas de Língua Portuguesa, Literatura Brasileira, História, Biologia e Organização Social e Política do Brasil ao longo de dezessete anos, no Colégio Dom Orione.

Ingressou na Fundação Serviços de Saúde Pública – órgão vinculado ao Ministério da Saúde – por processo seletivo, aos vinte anos, tendo feito, às expensas dessa entidade, curso de capacitação de Técnico de Laboratório de Análises Clínicas, no Departamento de Parasitologia da Faculdade de Medicina do Pará, e vários outros cursos e estágios de capacitação e aperfeiçoamento, exercendo, por mais de dez anos, a função de Supervisor da área de laboratórios de análises clínicas da então Diretoria Regional de Goiás.

Chefiou, ainda, a Unidade Mista da FSESP em Tocantinópolis. Criada a Fundação Nacional de Saúde, e tendo sido a Fundação SESP a ela incorporada, Ney Alves de Oliveira, recém-aposentado, foi nomeado para exercer, na novel instituição, as funções de Coordenador Substituto e Chefe do Serviço de Planejamento da Coordenação Regional do Tocantins.

Com a criação do Estado do Tocantins, foi nomeado pelo Governador Siqueira Campos membro do Conselho Estadual de Cultura e Chefe de Gabinete do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado – IPETINS.

Ao retornar ao Governo quatro anos depois do primeiro mandato, Siqueira Campos convidou-o novamente, nomeando-o Diretor de Administração e Finanças da Secretaria da Agricultura, cargo que exerceu por dois anos, afastando-se por razões de saúde, após haver sido submetido a melindrosa cirurgia cardíaca.

Fez breve incursão pela política partidária na postulação de mandatos eletivos – motivado, sobretudo, por insistentes apelos de amigos -, tendo, nessa experiência fugaz, sido vereador e candidato a prefeito de Tocantinópolis.

Tem publicadas as obras NAVEGANDO PELO TOCANTINS – narrativa de uma viagem de barco a motor através do grande rio, em meados dos anos cinqüenta – e CAMINHOS DO REENCONTRO – coletânea de crônicas e contos.

Outra obra – biografia romanceada de seu pai, sua mãe e seu avô materno –, intitulada O MESTRE-ESCOLA, A CABOCLA E O VAQUEIRO, já está pronta para publicação. Matérias de sua autoria têm sido veiculadas em periódicos do Tocantins, de Goiás e do Maranhão.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 12

FELIPE ANTONIO CARDOSO(Brigadeiro Felipe Cardoso), de Cavalcante(Julgado de Arraias), Goiás, 26.05.1773, produziu, entre outros, “SUMIDOURO”(Referência à fazenda da família em Arraias. Esta Fazenda se encontra hoje no município de Monte Alegre de Goiás(antigo Chapéu)). O Julgado de Arraias pertencia à antiga Comarca de São João das Duas Barras, com Capital em Palma, hoje Paranã, no Estado do Tocantins.

Desta fazenda deu notícia o naturalista austríaco Johann Emanuel Pohl, que por ela passou em 1818, conforme seu livro, “VIAGEM NO INTERIOR DO BRASIL”, sendo alí recebido pelo próprio Brigadeiro. Felipe Antonio Cardoso não deve ser confundido com o seu próprio filho de nome Felipe Antonio Cardoso Santa Cruz nascido em Goiás Velho em 1818 e falecido em Arraias em 1864.

O Brigadeiro Revolucionário Felipe Antonio Cardoso era filho de Rosa da Santa Lemos e do Capitão-Mor Domingos Antonio Cardoso, este, vindo de Portugal para as minas do Norte de Goiás.

Assim, o Brigadeiro Felipe Antonio Cardoso, cedo mudou-se com a família para Arraias. Casou-se, primeiro, com Joana Crisóstomo Amado da Silva(em Arraias) e depois(em Itaberaí) com Maria Anastácia Bueno da Fonseca, com quem teve o filho Felipe Antonio Cardoso Santa Cruz que foi Diretor do Liceu de Goiás e Fundador do Seminário Arquidiocesano de Goiás.

O Brigadeiro Felipe Antonio Cardoso tinha 27 anos, em 1800, quando ingressou no Regimento de Cavalaria da Capitania de Goiás, com sede em Arraias. No dia 13.05.1808, foi nomeado Primeiro Tenente. Foi promovido ao posto de Capitão em 10.05.1811, por portaria de Sua Majestade Imperial, Dom João VI. Residia em Vila Boa(Goiás Velho), quando o Brigadeiro Manoel Inácio Sampaio, último Capitão General, assumiu o Governo de Goiás, em 04.10.1820.

Detido em várias ocasiões por levantar a bandeira separatista do Desembargador Joaquim Teotônio Segurado, como em 14 de agosto de 1821, quando foi preso e confinado em Arraias. Com os mesmos sentimentos libertários, estava o Capitão Francisco Xavier de Barros, que mandado preso para Santa Maria, na Ribeira do Rio Paraná, afluente do Rio Tocantins. Na ocasião, foram presos também alguns padres, entre os quais, José Cardoso de Mendonça, Lucas Freire de Andrade e Luiz Bartolomeu Marques. Ficaram presos por pouco tempo, porque logo no ano seguinte se deu a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL(07.09.1822).

Enviado preso para a Capital Federal, Felipe Antonio Cardoso, depois de ser absolvido pelo Conselho de Guerra, no Rio de Janeiro, por injunções políticas, terminou por ser promovido a General em 12.10.1825, depois de ser absolvido pelo Conselho de Guerra, no Rio de Janeiro, tornando-se Governador das Armas da Província de Goiás, em 1830.

Em 14.08.1831, deu um Golpe que afastou do Governo da Província de Goiás, o Brigadeiro Miguel Lino de Morais, colocando em seu lugar o Padre Luiz Bartolomeu Marques que governou durante quatro meses(agosto de 1831 a dezembro de 1831) e em cujo governo foi ASSASSINADO o Ouvidor Joaquim Teotônio Segurado(14.10.1831).

Eleito Deputado Geral, Felipe Antonio Cardoso não tomou posse, assumindo em seu lugar, o suplente Dr. João Gomes Corumbá.

Fez-se proprietário da Escola de Artífices e Aprendizagem de Goiás, posteriormente transformada em Escola Técnica de Goiânia. Foi também proprietário do jornal “O TOCANTINS” que publicava os ATOS OFICIAIS do Governo de Goiás.

Reformado como Brigadeiro do Exército, faleceu em Goiás Velho, com 95 anos de idade, em 24 de julho de 1868.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras, é Patrono da Cadeira 12, cujo Titular é Osvaldo Rodrigues Póvoa, historiador de Dianópolis e irmão do Desembargador José Liberato Póvoa.

Este FELIPE ANTÔNIO CARDOSO não tem nenhum parentesco com o Presidente da República FERNANDO HENRIQUE CARDOSO. O parente do Presidente é o Brigadeiro Felicíssimo do Espírito Santo, de outra família.

Vejamos: RITA PORFÍRIO DA SILVA E OLIVEIRA, que não era parente do Felipe Antonio Cardoso, casou-se em Goiás Velho, em 03.11.1825, com Manoel Pereira Cardoso(que também não era parente de Felipe), sendo mãe, entre outros, do Brigadeiro Felicíssimo do Espírito Santo(1835), pai do General Joaquim Inácio Batista Cardoso, avô do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso.

Portanto, nenhum parentesco entre o Presidente da República Fernando Henrique e o Brigadeiro Felipe Antônio. Neste sentido, pode-se também consultar o estudo feito por Antônio César Caldas Pinheiro para o volume 14, da Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.

Quanto a Felipe Antônio Cardoso, encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

Para dirimir qualquer dúvida, colocou-se aqui também a biografia do filho. FELIPE ANTÔNIO CARDOSO SANTA CRUZ, Goiano, de Goiás Velho, 1818, escreveu, entre outros, “LYCEU DE GOYAS”(DISCURSO), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto impresso.

Filho de Felipe Antônio Cardoso e Maria Anastácia Bueno da Fonseca. Sua mãe era viúva do sargento-mor Antônio Pedroso de Campos, quando se casou, em Itaberaí, com o Brigadeiro Felipe Antônio Cardoso.

Após os estudos primários em sua terra natal, dedicou-se à atividade militar, política e educacional. Passou a ser conhecido como CORONEL FELIPE ANTÔNIO CARDOSO SANTA CRUZ, conforme Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 132. Foi Diretor do Liceu de Goiás. Um dos fundadores do Seminário Arquidiocesano de Goiás. Foi Deputado Geral, pela Província de Goiás e seu representante na Câmara Temporária.

Casou-se com Luisa Cândida Ludovico de Almeida, com quem teve vários filhos. Faleceu com 46 anos de idade, em Arraias, na Fazenda Sumidouro, de propriedade de seu pai, em 1846.

Esta Fazenda se encontra hoje no município de Monte Alegre de Goiás(antigo Chapéu) e dela dá notícia o naturalista austríaco Johann Emanuel Pohl, que por ela passou em 1818, conforme seu livro, “VIAGEM NO INTERIOR DO BRASIL”, sendo alí recebido pessoalmente pelo próprio Brigadeiro Felipe Antônio Cardoso.

Nos últimos tempos, esta Fazenda teve como proprietário o intelectual Antero Batista de Abreu Cordeiro, filho de Arraias e pai da escritora Maria Narcisa Batista de Abreu Cordeiro Pires, Cadeira 35, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 12

OSVALDO RODRIGUES PÓVOA, de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 11.05.l925, escreveu, entre outros, “CAMINHOS DE OUTRORA E DE HOJE”, "QUINTA-FEIRA SANGRENTA", “CRÔNICAS DE OUTROS TEMPOS”, “HISTÓRIA DO TOCANTINS”, este, com prefácio do Governador Siqueira Campos, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Editou também HISTORIOLOGIA(livro de Genealogia).

Filho de Francisco Liberato Póvoa e Maria Costa Rodrigues Póvoa. Irmão do Desembargador e escritor José Liberato Costa Póvoa. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso ginasial e o científico no Colégio Dom Pedro II e no Instituto Juruena, ambos no Rio de Janeiro.

No serviço militar, galgou o posto de Sargento e participou da deposição do Presidente Getúlio Vargas, em 1945. Formou-se em Ciências Matemáticas e Físicas, pela Universidade Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Professor de Matemática e Física do Colégio João d’Abreu, de Dianópolis, sua terra natal.

Jornalista, Professor, Genealogista. Escritor, Memorialista, Ensaísta. Pesquisador, Historiador, Intelectual. Cronista, Contista, Literato. Ficcionista, Romancista, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Administrador.

Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e filantrópicas e de classe, entre as quais, Academia de Letras do Estado do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Acha-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É bibliografado na obra CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS(O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA), de Luis Gomes Palacín. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 12, cujo Patrono é o Brigadeiro Felipe Antonio Cardoso que não deve ser confundido com Felipe Antonio Cardoso Santa Cruz, seu filho. Para esta Cadeira da Academia, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato Póvoa e Juarez Moreira), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, empossado no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade. É também sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.

Reside atualmente(2000) em sua cidade natal, onde desenvolve intensa atividade profissional e literária, estando empenhado na elaboração de um dicionário genealógico, já publicado com o título de HISTORIOLOGIA. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 13

JOÃO DE SOUZA LIMA (PADRE JOÃO), de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 3.9.1876, escreveu, entre outros, “BOA VISTA DO TOCANTINS”, sem dados biográficos. Filho de José Francisco de Araújo e de Nazária Lisboa de Sousa Lima. Conforme alguns, teria nascido em 1869.

Após os estudos primários em sua terra natal, dirigiu-se para a antiga Capital de Goiás, Vila Boa ou Goiás Velho, matriculando-se no Seminário Arquidiocesano, onde se formou em Teologia.

Com 23 anos de idade, em 1899, recebeu as Ordens Sacras, tornando-se padre. Nos anos seguintes, fez-se Vigário de Boa Vista do Tocantins, sua terra natal, que hoje tem o nome de Tocantinópolis. Logo a seguir, em 1930, recebeu o título de Cônego.

Foi Deputado Estadual, representando o norte de Goiás, entre 1910 e 1914. Nomeado Administrador da Mesa de Rendas do Norte, desempenhou o cargo com pulso forte. Como Prefeito Municipal de sua terra natal, em 1945, desenvolveu a educação.

Enfrentou vários movimentos revolucionários, entre os quais, o que pretendia incorporar Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis) ao Município de Grajaú, no Maranhão.

Na segunda Revolução de Boa Vista, enfrentou o famoso Leão Leda que, expulso da cidade, dirigiu-se para Conceição do Araguaia, então pertencente ao Estado de Goiás, onde chegou em janeiro de 1909, ali enfrentando o Frei Domingos Carrerot.

Leão Leda, como se sabe, perdeu as eleições em Grajaú, no Maranhão e fugiu para Tocantinopolis, de onde foi expulso pelo Cônego João de Sousa Lima.

Faleceu o Padre João de Souza Lima, em 29 de setembro de 1947, com 71 anos de idade, sendo sepultado no interior da Catedral Diocesana de Tocantinópolis. Sobre ele escreveu excelente livro, o padre espanhol Luís Palacín Gomez, com o título: “CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS-O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA-TOCANTINÓPOLIS”.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 13, cuja Titular é Mary Sônia Matos Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 13

MARY SÔNIA MATTOS VALADARES, de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 02.02.1944, escreveu, entre outros, “DISCURSO DE POSSE”. Filha de Saldanha Dias Valadares e Heloisa Matos Valadares.

Primário, no Colégio XV de Novembro. Ginásio, no Colégio Dom Orione, também de sua cidade natal. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 1971, quando tinha 27 anos de idade. Funcionária Pública Estadual, vinculada ao Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

Quando estudante em Goiânia, foi Secretária Geral da CONORTE(COMISSÃO DE ESTUDO DOS PROBLEMAS DO NORTE GOIANO). No desejo de reforçar o Comitê Pró-Tocantins, criou a UNIÃO TOCANTINENSE. Esteve também vinculada à CENOG(CASA DO ESTUDANTE NORTE-GOIANO).

Advogada, Professora, Escritora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Produtora Cultural, Ativista, Pensadora. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual.

Atualmente(1998), residente em Palmas, no Estado do Tocantins, onde se dedica à advocacia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos.

Referida em todos os livros que tratam da criação do Tocantins, entre os quais, BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, de Otávio Barros, HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa e TOCANTINS-EU TAMBÉM CRIEI, de José Carlos Moura Leitão.

Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto dos Advogados do Tocantins, Instituto Histórico e Geográfico do Tocantins e Academia Tocantinense de Letras, de que é atual Presidente(2000).

É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 13, cujo Patrono é João de Souza Lima. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), sendo empossada no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Coordenadora da Defensoria Pública do Estado do Tocantins. Conselheira da Ordem dos Advogados do Brasil, secção do Tocantins.

Foi Presidente do Conselho Municipal de Cultura do Municipio de Palmas. Atualmente(2004), por concurso público, é funcionária do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 14

FREDERICO NUNES DA SILVA, de Natividade, Goiás, hoje Tocantins, 06.07.1900, escreveu, entre outros, “PROFILAXIA DAS INFECÇÕES PARASITÁRIAS DO NORTE DE GOIÁS”(TESE DE DOUTORADO EM MEDICINA), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho de Benicio Nunes da Silva e Benvinda Nunes da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, onde foi criado pelo irmão mais velho, depois de perder pai e mãe, mudou-se para Goiás Velho, ali concluindo o curso secundário.

Com 27 anos de idade, em 1927, formou-se em Medicina, pela hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). Depois de defender tese em 1928, viajou pelo interior do Brasil, tornando-se Prefeito Municipal de Santana dos Brejos, no triângulo baiano de Santa Maria da Vitória, Bom Jesus da Lapa e Correntina.

Em Goiás, foi Secretário Municipal de Saúde. Durante muito tempo, exerceu a medicina em Porto Nacional e Natividade, ambas no hoje Estado do Tocantins.

Após aposentar-se como Médico da Prefeitura do Rio de Janeiro, transferiu-se definitivamente para Goiânia, onde faleceu no dia 27.04.1989 e onde também foi sepultado.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 14, cujo Titular é Fidêncio Bogo.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 14

FIDÊNCIO BOGO, de Rio do Sul(Rio do Oeste), Alto Vale do Itajaí, Santa Catarina, 12.05.1931, escreveu, entre outros, “POESIA UM”, “APRENDIZAGEM” (POEMAS), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com prefácio de Juarez Moreira Filho.

Filho de Frederico Bogo e Erminia Demarchi. Com 11 anos de idade, em 1942, matriculou-se no Seminário São Manoel, de São Paulo, de lá saindo já como SACERDOTE, com 23 anos, em 1954.

Em 1962, foi para Boa Vista, Roraima, como Diretor do Ginásio Euclides da Cunha, de onde partiu para outras plagas. Antigo Diretor da Faculdade de Filosofia de Porto Nacional, bem como da Faculdade de Filosofia de Natividade, ambas no antigo norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins.

Ex-Padre Católico, depois de abandonar o sacerdócio, com autorização pontifícia. Em 1970, esteve em Jandaia do Sul, no Paraná, como Secretário da Faculdade local. Foi Professor da Faculdade de Mandaquari. Publicou também “CARTA DE PERO FAZ QUE CAMINHA ENDEREÇADA ÀS CORTES DE OPORTUNAL”. Editou, igualmente, “O QUATI E OUTROS CONTOS”, livro lançado na solenidade de posse do escritor Mário Ribeiro Martins, na Cadeira 37, da Academia Tocantinense de Letras, em 05.04.2002.

Docente da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas, Estado do Tocantins. Dos 15 anos de Sacerdote, três anos viveu em Roma, no período de 1964 a 1967, onde defendeu tese de mestrado em Filosofia. Pós-Graduado em Filosofia pela Pontifícia Universidade Urbaniana de Roma, na Itália. Foi Diretor de Colégio em Boa Vista, Roraima.

Em 1976, deixou o Paraná e veio para Natividade, como Professor e Diretor do Colégio Estadual. Nos anos seguintes, mudou-se para Porto Nacional, passando a lecionar na recém-criada Faculdade de Filosofia do Norte Goiano, onde também foi Diretor. Já em Palmas, foi Diretor de Educação, da Prefeitura Municipal.

Casou-se com Íria Bogo, com quem tem três filhas e três netos. Filólogo e Filósofo. Professor, Jornalista. Historiador, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro do Conselho Estadual de Educação(1989/1995), em Palmas, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras, é Titular da Cadeira 14, cujo Patrono é Frederico Nunes da Silva. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tomando posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br


PATRONO DA
CADEIRA 15

ANTÔNIO JOSÉ DE OLIVEIRA(TOTÓ), de Chapéu(Monte Alegre de Goiás), 13.06.1902, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO A PORTO NACIONAL”, sem dados biográficos. Filho de Joaquim José de Oliveira e Felismina Antonio Cardoso.

Após os estudos primários em sua terra natal, elegeu-se Vereador. Em lombo de burro, transferiu-se para Porto Nacional, casando-se com Dulce Ayres da Silva, filha do médico e Deputado Federal, Dr. Francisco Ayres da Silva.

Depois da Constituição de 1946, foi o primeiro Prefeito de Porto Nacional. Em seu governo, foi construída a Escola Normal Rural, hoje Colégio Estadual Florêncio Ayres da Silva. Criou o Departamento Municipal de Estradas do Rodagem. Construiu o prédio do Forum. Sua administração se deu entre 1947 a 1950.

Em outra ocasião, voltou a ser de novo Prefeito de Porto Nacional. Em duas ocasiões diferentes, a partir de 1950, foi eleito Deputado Estadual junto à Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, representando o Norte de Goiás.

Exerceu diversos outros cargos públicos, entre os quais, Inspetor de Rendas e Subpromotor. Na Capital do Estado, foi Secretário da Fazenda do Município de Goiânia. No governo estadual de Irapuan Costa Júnior, recebeu a medalha do MÉRITO ANHANGUERA, pelos relevantes serviços prestados ao Estado de Goiás.

Estudado em vários livros, dentre outros, “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho. Faleceu em Goiânia, no dia 18 de janeiro de 1983. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 15, cujo Titular é Moura Lima(Jorge Lima de Moura) que, sobre ele, escreveu excelente biografia no JORNAL DO TOCANTINS e cujos dados principais foram aqui destacados. Faleceu em Goiânia, no dia 18.01.1983.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 15

JORGE LIMA DE MOURA(MOURA LIMA), de Itaberaí, Goiás, 02.12.1950, escreveu, entre outros, “VEREDÃO-CONTOS REGIONAIS E FOLCLORICOS” (1999), com prefácio de Eduardo Campos, “POEMAS ERRANTES” (1972), “SARGENTÃO DO BECO”(1972), “O CAMINHO DAS TROPAS”, “SOLIDÕES DO ARAGUAIA”, "SERRA DOS PILÕES-JAGUNÇOS E TROPEIROS"(Primeiro ROMANCE do Estado do Tocantins-1995), este, com prefácio de Eli Brasiliense, e notas de orelha de Francisco de Brito e posfácio de Messias Tavares. A 3ª edição de SERRA DOS PILÕES, revista, ilustrada e ampliada, teve prefácio de Clóvis Moura(USP) e notas de orelha de Assis Brasil.

Publicou também “MUCUNÃ-CONTOS E LENDAS DO SERTÃO”(2000), com prefácio de Adrião Neto e notas de orelha de José Mendonça Teles. Publicou também “NEGRO D`AGUA-MITOS E LENDAS DO TOCANTINS”(2002), com prefácio de Aluysio Mendonça Sampaio e notas de orelha de Mário Ribeiro Martins.

Editou também “CHÃO DAS CARABINAS-CORONÉIS, PEÕES E BOIADAS”(Romance, 2002), com prefácio de William Palha Dias e notas de orelha de Oton Lustosa. Esta obra foi inspirada no terrível massacre dos BARBOSAS, ocorrido na Vila do Peixe, antigo Norte de Goiás, em 1936, e, só agora resgatado pelo escritor Moura Lima para a literatura brasileira.

Filho de Guiomar Rodrigues de Moura(Porangatu) e Conceição Lima de Moura(Igarapava). Neto de Pedro de Moura Alencar(Teresina) e Doralice Rodrigues Prateado(Patos de Minas).

Nasceu na Fazenda Capim-Puba, hoje Heitoraí. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Uruana, Trindade e Itaberaí. Terminou o curso clássico em Goiânia. Começou o curso de Direito, na Faculdade de Anápolis, em 1980, sendo aluno do autor destas notas, mas só concluiu o curso na Faculdade de Direito de Gurupi, Estado do Tocantins, em 1989.

Casou-se com Alvininha Queiroz de Moura, com quem tem os filhos Leonardo Queiroz de Moura e Rodrigo Jorge Queiroz de Moura.

Advogado militante. Pós-Graduado em Lingua Portuguesa. Curso de Especialização em Processo Civil. Agrimensor e Técnico em Agropecuária. Funcionário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), onde foi Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Terras Devolutas da União, no Norte de Goiás, hoje Tocantins e onde também se aposentou.

Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Advogado, Agrimensor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Romancista, Folclorista, Intelectual.

Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, dentre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS”, de Adrião Neto e “DICIONÁRIO TOCANTINENSE DE TERMOS E EXPRESSÕES AFINS”, de Liberato Póvoa.

Membro da Academia de Letras do Estado do Tocantins, de que foi Vice-Presidente. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Tocantinense, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e União Brasileira de Escritores, além de Conselho de Cultura do Tocantins.

Por serviços prestados à cultura brasileira, recebeu, no Auditório da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, o título de “PERSONALIDADE CULTURAL”, premiação oriunda da União Brasileira de Escritores do Rio.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como do DICIONÁRIO DE FOLCLORISTAS BRASILEIROS, do pernambucano Mário Souto Maior. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 15, cujo Patrono é Antonio José de Oliveira. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez Moreira), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Moura Lima contesta esta versão, eis que se apresenta como um dos idealizadores da Academia.

Seu livro de contos “VEREDÃO-CONTOS REGIONAIS E FOLCLÓRICOS”, recebeu no ano 2000, o PRÊMIO MALBA TAHAN, pelo primeiro lugar, entre obras publicadas, no CONCURSO BRASIL 500 ANOS, concedido pela União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro e pela Academia Carioca de Letras.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É estudioso da Arte Real e recebeu o Grau Máximo da Maçonaria Brasileira, ou seja o Grau 33, outorgado pelo Supremo Conselho do Brasil, do Grande Oriente do Brasil.

Título de PERSONALIDADE DO SÉCULO, da Academia de Sete Cidades, em Teresina, Piauí. Recebeu também, no ano 2001, com o livro "Mucunã-Contos e Lendas do Sertão", o Prêmio Nacional Joaquim Norberto, da UBE, Rio.

A sua obra é estudada no livro(ensaio)"MOURA LIMA: DO ROMANCE AO CONTO-TRAVESSIA FECUNDA PELOS SERTÕES DE GOIÁS E TOCANTINS", edição 2002, do crítico Francisco Miguel de Moura, da Academia Piauiense de Letras.

Ultimamente(2003), sua obra foi exaustivamente estudada por MOEMA DE CASTRO E SILVA OLIVAL, Professsora Emérita da Universidade Federal de Goiás, Doutora em Letras Clássicas e Vernáculas pela Universidade de São Paulo, Crítica Literária. A Professora Moema é Titular da Academia Goiana de Letras, onde ocupa a Cadeira 04, de seu pai, Professor Colemar Natal e Silva, um dos fundadores da instituição, em 29.04.1939, tendo como Patrono da Cadeira, Antônio Félix de Bulhões Jardim. Membro da Academia Brasileira de Filologia.

O trabalho(ensaio) de Moema foi produzido com o título: "MOURA LIMA-A VOZ PONTUAL DA ALMA TOCANTINENSE-ESTUDO-CRÍTICO, HISTÓRICO-BIOGRÁFICO".

O romancista JORGE LIMA DE MOURA (literariamente Moura Lima) nasceu na fazenda Capim-Puba, localizada nas proximidades de um vilarejo denominado Capelinha (hoje Heitoraí), distrito de Itaberaí, situado às margens do rio Uru, extremando com a cidade de Goiás e os sertões do Vale do São Patrício, no Estado de Goiás.

Nessa fazenda e nos arredores do povoado passou a infância e a adolescência, juntamente com seu pai, Guiomar Rodrigues de Moura, natural do Norte de Goiás, antigo Descoberto, hoje Porangatu, e de sua mãe, Conceição Lima de Moura, nascida em Igarapava, São Paulo, tendo sempre presente a avó, Doralice Rodrigues Prateado, e a imagem do avô paterno, Pedro de Moura Alencar, de Chapada do Corisco, Teresina-Piauí.

E, nas palavras do próprio escritor: “Meu avô paterno cruzou esse chão bruto do Nortão de Goiás, hoje Tocantins, provindo do Piauí, nos idos de 1915, no lombo de burro, seguindo pelos trilheiros machucados pelos cascos das tropas e das boiadas, ao tilintar das esporas no arco de ferro, dos cincerros e do estalar da taca, e foi bater com os costados em Descoberto (Porangatu), nas margens do rio do Ouro, onde situou a sua fazenda de gado”.

“Posteriormente, acompanhou o meu bisavô, Coronel José Rodrigues Prateado, de muda para Amaro Leite(Mara Rosa). E ali, nos chapadões e descampados das vertentes do rio Macaco, veio a falecer a 1º de julho de 1923”.

Moura Lima retrata, com orgulho, a sua infância bem vivida, na fazenda Capim-Puba, de seu pai, afirmando: “Nasci na era dos carros de boi, e ali na labuta do dia-a-dia, por aqueles rincões, fui candeeiro de meu pai, por caminhos esbrugados e baixadões”.

Moura Lima com essa bagagem genética tocantinense, tornou-se um dos maiores nomes da literatura regional do Estado, pois com seu romance “Serra dos Pilões Jagunços e Tropeiros”, recebeu os aplausos dos meios intelectuais de Goiás e de grandes nomes da literatura brasileira.

“Serra dos Pilões Jagunços e Tropeiros” foi enviado pela Universidade do Tocantins para Central Connecticut State University (Biblioteca Central de Connecticut U.S.A.), que solicitara ao Governo do Tocantins obras de divulgação sobre o Estado, como também foi para o Japão.

Moura Lima é autor do primeiro romance do Estado do Tocantins “Serra dos Pilões, Jagunços e Tropeiros”. Pesquisador incansável, possui um acervo respeitável do que ocorreu nos últimos cem anos, nesta região (Tocantins).

Mergulha sempre na poeira dos arquivos, para resgatar os nossos costumes e tradições. E tem uma particularidade interessante: não é escritor regionalista de gabinete, mas, sim, de campo, pois já andou em toda nossa base territorial e conhece bem nossa fauna, flora e o linguajar do nosso sertanejo, eis que foi Funcionário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária(INCRA), inclusive como Executor de Projetos.

Sentiu de perto o cheiro da terra, dos ribeirões e das nossas matas ciliares. Aí está o segredo da seriedade da criação literária de Moura Lima, que soma aos seus estudos lingüísticos e de semântica o falar vigoroso de nosso sertanejo ao conhecimento ,in loco, da nossa realidade histórico-social e antropológica.

É necessário salientar que Moura Lima detém uma relevante folha de serviços prestados ao Tocantins, como servidor do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária-INCRA, onde foi Executor do Projeto Fundiário de Gurupi, Chefe da Administração e Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Terras Devolutas da União, no Estado de Goiás, atuando especialmente na então Região Norte de Goiás, hoje base territorial do Estado do Tocantins.
Pertence à Academia Piauiense de Letras, como membro correspondente. Possui vários artigos publicados em jornais e revistas.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br





PATRONO DA
CADEIRA 16

ANA BRITO MIRANDA (ANNA BRITTO), de Pedro Afonso, Goiás, hoje no Tocantins, 15.03.1895, escreveu, entre outros, "RETALHOS DE VIDA"(1984), "CONTOS ESPARSOS", "CAMINHOS DE MINHA VIDA", "ESCADA DE JACÓ", "HISTÓRIA DE PEDRO AFONSO"(1973), "PÁGINAS SOLTAS", sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Era conhecida como DONANA, NANA e MÃE NANA. Filha de Estevão Francisco de Britto e Amélia Dias de Britto. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Historiadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual.

Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Enaltecida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa e Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás (Correspondente).

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida e no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, de Adalzira Bittencout, bem como em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 16, cujo Titular é Manuel Messias Tavares.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, no dia 15 de março de 1895. Filha de Estevão Francisco de Britto e de Amélia Dias de Britto. Seu avô, Olimpio Dias Furtado, foi o primeiro professor primário de Pedro Afonso.

Iniciou, em 1901, os estudos primários com sua mãe, aprendendo leitura, escrita e aritmética.

Com quatorze anos de idade, começou a lecionar. Mas sua nomeação como Professora Pública de Pedro Afonso, só foi assinada em 1911, quando tinha 16 anos, por Leopoldo de Bulhões Jardim.

Seu primeiro discurso foi escrito pelo Coronel Abílio Wolney que foi a Pedro Afonso representando o governo de Leopoldo de Bulhões.

Casou-se com Antonio Miranda(Inhó), tendo apenas filhos adotivos, entre os quais, José Edmar Brito Miranda.

Com o passar do tempo, tornou-se Auxiliar Técnica do Conselho Especial do Norte do Estado, nomeada por Pedro Ludovico.

Fez-se Escriturária do Departamento da Fazenda do Estado de Goiás. Foi nomeada Coletora Estadual de Pedro Afonso, cargo em que se aposentou. Inspetora Escolar de Tupirama e Araguacema.

Aposentou-se em 1963, com 57 anos de serviços prestados ao Estado de Goiás. Seu último livro “RETALHOS DE VIDA”, com notas de orelha de Nice Monteiro Daher e observações de capa de Amália Hermano Teixeira, foi publicado em 1984, quando já tinha 89 anos de idade.

Um de seus filhos de criação, José Edmar Brito Miranda, tornou-se nome ilustre da política tocantinense, sendo atualmente(2002), Secretário Geral da Infra-Estrutura, no Governo de Siqueira Campos. Com a chegada de seu filho Marcelo Miranda ao Governo do Estado do Tocantins, o Brito Miranda continuou como Secretário Geral da Infra-Estrutura.

Quanto a Ana Brito Miranda, faleceu em Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, no dia 18.12.1984.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 16

MANOEL(MANUEL) MESSIAS TAVARES, de Rio dos Bois(Fazenda Cachoeira) Santa Maria do Araguaia, Araguacema, antigo Distrito de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 01.12.1922, escreveu, entre outros, “RESISTÊNCIA DEMOCRÁTICA”(DISCURSOS E TESES), “O CAMINHO DO TEMPO”, “GOTAS D`ALMA”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Caetano Tavares dos Reis Pinto e Emília Lino dos Reis. Fez o primário na cidade de Pedro Afonso. Esteve em Goiânia, em 1945. Nos anos seguintes esteve em Porto Nacional. Em 1949, matriculou-se no Liceu de Goiás, em Goiânia. Em 1956, formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás.

Presidente da União Estadual dos Estudantes, em 1955. Vereador em Goiânia, por vários anos, foi Presidente da Câmara Municipal em 1967. Consultor Jurídico da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, onde também se aposentou.

Esteve representando o Brasil em Varsóvia, na Polônia, no Congresso Internacional de Estudantes, em 1953. Fez parte do Congresso Mundial de Jornalistas, em Viena, na Áustria, em 1960. Foi Secretário Particular no Governo de Mauro Borges Teixeira.

Em 17.08.1970, aposentou-se como Consultor Jurídico, da Assembléia Legislativa de Goiás.

Advogado, Político, Orador. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras do Estado do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 16, cuja Patrona é Ana Britto Miranda. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez Moreira), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também A VIAGEM DO TEMPO(2001).

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 17

LUÍS BARTOLOMEU MARQUES, Goiano, de Goiás Velho(Vila de Santa Rita de Antas), l784, escreveu, entre outros, "NARRAÇÃO DOS FATOS PRATICADOS PELO GOVERNO DE GOIÁS"(1821), sem dados biográficos no texto. Esta narração fazia referência ao governo provisório de Manoel Ignácio Sampaio que o tinha mandado prender em 14.08.1821 e que o tinha expulsado para 50 LÉGUAS(300 QUILOMETROS), fora da antiga capital Vila Boa(Goiás Velho).

Vinculado ao Tocantins, por ter sido Governador da Província de Goiás(entre 14.08.1831 e 30.12.1831) e ter estado nas cidades do norte goiano, hoje Tocantins, além de ser, atualmente, um dos patronos da Academia Tocantinense de Letras.

Ajudante da Câmara Eclesiástica, na cidade de Goiás Velho. Em 1806, na cidade de São Paulo, foi ordenado sacerdote. Secretário do Governo, em 1820. Procurador Interino da Real Coroa. Foi líder do movimento pela independência do Brasil, em Goiás, condição em que esteve no Norte de Goiás, hoje Tocantins, especialmente em cidades como Arraias, Natividade, Conceição do Norte. Padre, Político.

Em 1821, chegou a ser preso, juntamente com os padres José Cardoso de Mendonça e Lucas Freire de Andrade, alem dos capitães Francisco Xavier de Barros e Felipe Antonio Cardoso, por ordem do então Governador de Goiás Manoel Inácio Sampaio.

Em 1825, foi nomeado Professor de Teologia Moral, além de Francês, Lógica e Filosofia, na antiga Vila Boa. Governador da Província de Goiás e seu Presidente durante quatro meses, em 1831.

Sobre ele, escreveu Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 17: “A animosidade contra o Brigadeiro Miguel Lino de Morais, que desejava transferir a Capital de Goiás para as margens do Rio Tocantins, colocou a população e o Conselho Administrativo de Vila Boa em atitude de rebeldia” e mais ainda, na página 16:

“Coube ainda ao Brigadeiro Miguel Lino de Morais, 2º Presidente da Província de Goiás(de 1827 a 1831), o lançamento da idéia da transferência da sede do governo para outro local às margens do Tocantins, iniciativa que, como era de se esperar, encontrou forte oposição, tornando-se impopular, de tal forma que o golpe de 14 de agosto de 1831, afastou-o da direção da Província de Goiás, sendo substituído por Luiz Bartolomeu Marques que assumiu o governo, tratando, imediatamente, de demitir todos os portugueses”.

Observe-se que o Padre Luiz Bartolomeu Marques permaneceu no governo durante 4 meses, de 14.08.1831 até 30.12.1831, sendo que Joaquim Teotônio Segurado, que era português, foi assassinado no auge de seu governo, no dia 14 de outubro de 1831. Poucos dias antes de 14.08.1831 houve também outro assassinato, o do Ouvidor português Jerônimo José da Silva Castro, em Arraias, no dia 26.06.1831.(14 de agosto foi o dia do golpe patrocinado pelo Governador das Armas de Goiás, Coronel Felipe Antonio Cardoso, que derrubou o Brigadeiro Miguel Lino de Morais e nomeou o Padre Luiz Bartolomeu Marques como 3º Presidente de Goiás). Teria sido mera coincidência a morte dos dois líderes portugueses em tão curto espaço de tempo?

Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 72, tenta explicar: “Na fronteira de Goiás com a Bahia, surgiu um dos primeiros BANDOS que espalhava estar incumbido de TRUCIDAR todos os portugueses que encontrasse”.

O fato é que o Padre Luiz Bartolomeu Marques terminou sendo CENSURADO pela Regência do Brasil e foi substituido por José Rodrigues Jardim que permaneceu no Governo de Goiás, de 31.12.1831 a 19 de março de 1837, quando, eleito Senador, foi para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 27.10.1842.

A época era propícia para tais assassinatos, pois havia muitas revoltas no período regencial e uma perseguição notória aos portugueses.

No dia 25 de dezembro de 1833, quando tinha 49 anos de idade, faleceu repentinamente em sua própria casa, em Goiás Velho, prédio em que, quase um século depois(ou seja 1920), funcionou a Secretaria de Obras Públicas.

Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Orador, Poeta, Conferencista. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 17, cujo Titular é Luiz Spíndola de Carvalho. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 17

LUÍS DE CARVALHO (LUIZ ESPÍNDOLA DE CARVALHO), de Floriano, Piauí, 17.06.l93l, escreveu, entre outros, “INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO”, “A ALEMANHA QUE EU VI”, “POR ESSES MUNDOS AFORA”, “MULHERES DE ESQUINA”, “EM BUSCA DO TESOURO NEGRO”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também “MAÇONARIA-HISTÓRIA E SIMBOLOGIA”(2003), “VOZES DA CONSOLIDAÇÃO”(A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS-2000)-História da Imprensa no Tocantins-

Filho de Bertoldo Espíndola de Carvalho e Rita Lima de Carvalho. Fez o primário em Floriano, no Grupo Escolar Odorico Castelo Branco, em 1944. Concluiu o Ginásio em Carolina, no Maranhão, no Ginásio Sertão Maranhense, em 1950. No Colégio Estadual de Goiânia(Liceu), terminou o Cientifico, em 1956. Matriculou-se no curso de Letras Anglo-Germânicas, da Universidade de Goiás, formando-se em 1959. Em 1962, estagiou na Republica Federal Alemã. Em 1963, estudou na Universidade Central do Equador(Quito). Formou-se em Direito, em 1964, na antiga Universidade de Goiás. Em 1968, foi bolsista da Universidade do Texas(Austin).

Fundou, em Brasília, juntamente com Jesus Barros Boquady e Genaro Maltez, o jornal PRIMEIRA HORA. Diretor da FOLHA DE GOIAZ e da RÁDIO CLUBE DE GOIÂNIA. Jornalista Profissional do Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado de Goiás(CERNE).

Professor, Jornalista, Radialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Articulista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Vinculado à Grande Loja Maçônica, iniciou-se em 28.12.1980, na Renascença de Goiânia e chegou ao Grau 33, no Rio de Janeiro, em 10.03.1990.

Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, assim como do Sindicato dos Radialistas de Goiás.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos.

Foi Secretário de Comunicação(SECOM), do Estado do Tocantins, no primeiro Governo de Siqueira Campos. Atualmente(1998), é Diretor-Editor Chefe do jornal TRIBUNA DO TOCANTINS, na cidade de Palmas, Capital do Estado, além de vinculado a diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, dentre outras, Academia Tocantinense de Letras e Associação de Imprensa do Estado do Tocantins. Ultimamente, passou a editar o JORNAL UNIVERSITÁRIO.

Atualmente(2000), já aposentado, dedica-se a atividades literárias e intelectuais, como Secretário da Academia Tocantinense de Letras. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. São seus filhos, Luiz, Marcelo e André Luiz.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 17, cujo Patrono é Luiz Bartolomeu Marques. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez Moreira), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Floriano, Piauí, no mês de junho de 1931, no dia 17. Filho de Bertoldo Espíndola de Carvalho e Rita Lima de Carvalho.

Iniciou, em 1938, os estudos primários em sua terra natal e o primeiro ano ginasial. Em Carolina, Maranhão, para onde se mudou, concluiu o ginásio.
Em 1950, foi para o Rio de Janeiro, onde permaneceu até maio de 1951, quando viajou para a nova Capital de Goiás.

Em Goiânia, tornou-se repórter do jornal FOLHA DE GOIAZ.
No Colégio Estadual de Goiânia, fez o curso científico. Ingressou, em 1956, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade de Goiás, concluindo Letras Anglo-Germânicas.

Estagiou, em 1962, nos maiores jornais da República Federal Alemã. Em 1963, estudou em Quito, no Equador.

Em 1964, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade de Goiás. Especializou-se em jornalismo, em 1967, na Universidade do Texas, Austin, Estados Unidos.

Diretor da Rádio Brasil Central, em 1971, órgão de comunicação do Governo de Goiás. Nos anos seguintes, foi Assessor Especial do Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado(CERNE).

Foi professor de Literatura Portuguesa, no Colégio Estadual de Goiânia e de Inglês, no Ateneu Dom Bosco.

Fundador e primeiro Presidente do Sindicato dos Radialistas de Goiás, além de membro do Conselho Deliberativo do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás, bem como Secretário da Associação Goiana de Imprensa.

Na primeira administração de Siqueira Campos, foi Secretário de Comunicação do Governo do Estado do Tocantins.

Hoje(1998), encontra-se em Palmas, como Editor Chefe do jornal TRIBUNA DO TOCANTINS e ultimamente do JORNAL UNIVERSITÁRIO. Atualmente(2000), continua prestando sua colaboração no meio jornalístico e desenvolvendo suas atividades intelectuais e literárias.

Ultimamente(2004) tem sido editor do jornal “FOLHA POPULAR” e em 2001 lançou o livro “VOZES DA CONSOLIDAÇÃO”, história da Imprensa no Tocantins. Como Grau 33 da Ordem Maçônica, escreveu também o livro MAÇONARIA-HISTÓRIA E SIMBOLOGIA.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 18

DOMINGOS CARREROT (DOM), de Palmiers, Sul da França, 01.06.1863, escreveu, entre outros, “O SEMINÁRIO MENOR SÃO JOSÉ”, sem dados biográficos pessoais. Seu nome verdadeiro era Raymundo Florêncio.

Estudou nas Escolas Cristãs de sua cidade natal. Depois passou a estudar na cidade de Mázeres, com os Frades Pregadores. Entrou para o Convento de São Maximino, em 1879, tornando-se Frei Domingos. Fez-se oficialmente sacerdote em 1886, consagrado pelo Bispo Dom Câmara, da Ordem dos Agostinianos.

Embarcou para o Brasil, em 1887, na cidade de Bordéus, no navio NÍGER. Desembarcou no Rio de Janeiro, após 18 dias de viagem. Até Franca, em São Paulo, viajou de trem, seguindo para Uberaba, Minas Gerais, em lombo de burro. Em agosto de 1891, seguiu para Araguari e depois Goiás Velho.

Da antiga Capital de Goiás, rumou para Porto Nacional, onde começou a trabalhar em setembro de 1891, permanecendo no Convento de Porto até 1900, sempre como Frei Dominguinhos. Nos anos seguintes, foi deslocado para Conceição do Araguaia, no Pará.

Com a morte do Frei Gil Villanova, em 04.03.1905, foi nomeado por Frei Estevão Maria de Gallais, Superior da Missão de Conceição do Araguaia. Em 10.10.1912, foi consagrado Bispo Titular, com o nome de DOM DOMINGOS CARREROT, na Catedral de Santo Estevão, Bordéus, França, tornando-se o Primeiro Bispo de Conceição do Araguaia, onde chegou em 06.02.1913, alí permanecendo durante oito anos.

Foi também o primeiro BISPO DE PORTO NACIONAL, nomeado por Decreto Papal do Papa Bento XV, em 30 de julho de 1920. Considerado também O PRIMEIRO BISPO DO RIO TOCANTINS. Só conseguiu chegar em Porto Nacional para assumir o bispado um ano depois, em 09 de julho de 1921.

Veio a cavalo das margens do Rio Araguaia, em Couto de Magalhães, até Porto Nacional, passando por Piabanha (Tocantínia). Em virtude da febra que dele tomou conta, chegou na cidade de Porto Nacional transportado numa rede, no que foi ajudado pelo Frei José Maria Audrin que também celebrou a missa de posse do novo Bispo.

Construiu o Seminário Menor São José, de Porto Nacional, inaugurando-o em 1922. Nesta época, o prédio do Seminário tinha dois andares. Alguns anos depois, o segundo andar do prédio foi derrubado. Ao Seminário juntou-se a Escola Secundária São Tomás de Aquino, dirigida por Frei Bertrand Olleris, Frei José Maria Audrin e Frei Reginaldo Tournier.

Em 1946, esta Escola Secundária São Tomás de Aquino foi transformada no atual Colégio Estadual de Porto Nacional.

Quanto a Dom Domingos Carrerot, no dia 14 de dezembro de 1933, depois de uma visita aos Indios Javaés, da Ilha do Bananal, voltou a Porto Nacional novamente doente, falecendo, apesar dos cuidados do Dr. Francisco Ayres. Foi enterrado no dia 15 de dezembro de 1933, numa URNA MORTUÁRIA da Catedral Nossa Senhora das Mercês, de Porto Nacional, inaugurada em 1903, pelo Frei Rosário Melisan.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 18, cujo Titular é Rui Cavalcante Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 18

RUI CAVALCANTE BARBOSA, de Corrente, Piauí, 09.07.1934, escreveu, entre outros, “A VIDA DE DOM DOMINGOS CARREROT”, sem dados biográficos pessoais. Publicou também “A VIDA SEMPRE VALE A PENA!”(2004) PADRE E 1º TENENTE DA POLÍCIA MILITAR.

Filho de Deocleciano Guilherme Barbosa e Hosana P. Cavalcante. Após os estudos primários em sua terra natal, dirige-se para Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, onde conclui o curso ginasial no Colégio Estadual. Em 1954, com 20 anos de idade, termina o curso secundário no Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional.

Vocacionado para o serviço religioso, dirige-se para Rio Comprido, no Rio de Janeiro, passando a estudar TEOLOGIA, no Seminário Arquidiocesano de São José. Fez o curso de Filosofia Pura, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mogi das Cruzes, em São Paulo. Foi ordenado sacerdote no dia 01.07.1962, com 28 anos.

Retornando ao torrão natal, tornou-se Professor de Moral e Cívica, Formação Religiosa e Inglês, em Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, lecionando também em Colinas, Pedro Afonso, Tocantinia, Dianópolis. Fez curso de ESPECIALIZAÇÃO, na ESCOLA SACERDOTAL DE ROMA, Itália, em 1976.

Membro do Conselho Estadual de Educação, em Palmas, Tocantins, de que também foi Presidente. Produtor Cultural. Pesquisador, Historiador, Ensaísta. Escritor, Memorialista, Cronista. Conferencista, Intelectual, Pensador. Ativista, Literato, Educador. Administrador, Ficcionista, Orador. Fundador do Colégio João XVIII, de Colinas, Tocantins. Assessor Especial da Secretaria de Estado da Educação do Tocantins. Foi Diretor do Colégio Cristo Rei. Vigário da Paróquia Jesus de Nazaré, de Palmas. Foi Coordenador Estadual de Ensino Religioso.

Vinculado a diversas instituições sociais, culturais e de classe. É estudado do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como em HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 18, cujo Patrono é o Bispo Dom Domingos Carrerot. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez Moreira), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Conforme os anais da Academia, o Padre Rui Cavalcante, alguns anos depois de sua posse, chegou a enviar ofício à Academia, renunciando a sua condição de acadêmico. Como esta renúncia nunca é aceita nas academias(pelo princípio da imortalidade acadêmica), deverá permanecer como Titular da Cadeira 18, enquanto for vivo, não podendo, portanto, ser substituido.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Não se deve confundir o Padre Rui Cavalcante Barbosa, com o Padre Ruy que é Rodrigues da Silva e que nasceu em Porto Nacional, tendo sido Secretário da Educação, no Governo Mauro Borges, em Goiás.

O Padre Rui Cavalcante, de Corrente, no Piauí, é membro da Academia Tocantinense de Letras, enquanto o Padre Ruy Rodrigues jamais foi convidado, ou, se foi convidado, não aceitou, o que é lamentável. Foi, no entanto, eleito MEMBRO CORRESPONDENTE, conforme a ATA do dia 02 de março de 1991, quando da instalação oficial da Academia.

De qualquer forma, tanto o Padre Rui Cavalcante Barbosa quanto o Padre Ruy Rodrigues da Silva, ambos são verbetes do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 19

JOÃO VIEIRA VISCONDE, de Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 08.03.1888, escreveu, entre outros, “MINHA TERRA”. Filho de Clemente Vieira Visconde e Anna Nunes Vieira. Após os estudos primários em sua terra natal, passou a estudar em Porto Nacional e depois Uberaba, Minas Gerais.

Não concluindo os estudos de seminário para os quais fora enviado a Minas Gerais, retornou à terra natal, terminando por casar-se com Flaviana Vieira Canguçu, mudando-se para Peixe, onde os familiares já possuiam diversas propriedades.

Pai de diversos filhos, cinco mulheres e dois homens, entre os quais, o atual médico de Peixe, Dr. Visconde Vieira Canguçu e da octogenária Irani Vieira da Silva. É avô da escritora Runi Conceição Vieira da Silva, membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás e autora do livro “A FLOR E O MUNDO”.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 19, cuja Títular é Nícia Vieira Araújo. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Faleceu na cidade de Peixe em 17 de setembro de 1934, com 46 anos de idade, onde também foi sepultado. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Além de fazendeiro, foi também orador, poeta, político e intelectual. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 19

NÍCIA VIEIRA ARAÚJO, de Baixio, Ceará, 29.12.1940, escreveu, entre outros, “A VIDA DE JOÃO VIEIRA VISCONDE”. Filha de Manoel Vieira Sobrinho e Helena Vieira.

Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Londrina, no Paraná. Na Universidade Estadual de Londrina, concluiu o curso de licenciatura em Letras Anglo-Portuguesas. Na mesma universidade, bacharelou-se em Ciencias Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogada. No Instituto de Idiomas Yázigi, fez curso de conversação inglesa.

Pós-Graduada em Direito Processual Civil. Formada pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra(ADESG). Doutora em Direito Internacional Público e Privado, pela Universidade de Palma de Mallorca, na Espanha.

Na década de 1980, mudou-se para Porto Nacional, tendo sido, inclusive, Delegada de Policia. Foi professora de Português e Inglês, da Faculdade de Filosofia de Porto Nacional, em 1985. Durante muitos anos, de 1984 a 1994, foi sócia num escritório de advocacia, do escritor e advogado Juarez Moreira Filho. Mudou-se, posteriormente, para Palmas.

Como PROCURADORA DO ESTADO, está vinculada à Procuradoria Geral do Estado do Tocantins, na cidade de Palmas, onde também reside. Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 19, cujo Patrono é João Vieira Visconde. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Além de Assessora Jurídica Especial, tem sido também Coordenadora do Centro de Estudos e Coordenadora da Procuradoria Administrativa, inserida na Procuradoria Geral do Estado do Tocantins. Foi Vice-Presidente da Academia Tocantinense de Letras, condição em que presidiu a solenidade de posse do acadêmico Boleslaw Daroszewski, na cidade de Araguatins. Foi também Bibliotecária da Academia.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 20

ABÍLIO WOLNEY, de TAIPAS, São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, 22.08.1876, escreveu, entre outros, "LIVRO DE LEMBRANÇAS" (HISTÓRIA DE SUA VIDA). Filho de Joaquim Ayres Cavalcante Wolney e Maria Jovita Leal Wolney.

Abílio Wolney, filho mais velho do casal, foi batizado pelo Padre João de Deus Gusmão, em Conceição do Norte, considerado o centro mais importante da região, tão importante que por lá passara como JUIZ DE DIREITO, em 1876, a figura de Virgílio Martins de Mello Franco que escreveu o capítulo VIAGEM À COMARCA DE PALMA, dentro do livro VIAGEM PELO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS, publicado no Rio de Janeiro, em 1888.

Na verdade, VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO foi promovido a Juiz de Direito da Comarca de Palma, Província de Goiás, que tinha como Sede a Vila de Conceição do Norte, no hoje Estado do Tocantins, por Decreto de 8 de junho de 1876, do Imperador Dom Pedro II.

Viajou 200 léguas(hum mil e duzentos quilômetros), em lombo de burro, de Paracatu, em Minas Gerais até Conceição do Norte, onde começou a escrever o livro VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS.

Este Virgílio foi também Juiz de Direito de Traíras(Niquelândia), em dezembro de 1876, de Meia Ponte(Pirenópolis), em 1877, de Vila Boa(Goiás Velho), em 1878. Aposentou-se como Juiz de Direito de Barbacena, em 1890 e fundou a Faculdade de Direito de Minas, em Ouro Preto, em 1892, de que foi Professor e Diretor. Faleceu no Rio de Janeiro, em 31.12.1922.

Seu filho mais ilustre que também residiu em Conceição do Norte(tinha 6 anos), foi o ex-aluno da MESTRE NHOLA, em Goiás Velho, AFRÂNIO DE MELLO FRANCO que morreu no Rio de Janeiro em 1943, depois de ter sido Parlamentar, Diplomata, Ministro das Relações Exteriores e um dos autores do Código Civil de 1916 e da Constituição Federal de 1932.

O filho de Afrânio, o famosíssimo AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO(o segundo), que faleceu em 1990, além de ter sido autor da Lei que proíbe a DISCRIMINAÇÃO RACIAL NO BRASIL, foi também Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o ESTADO DO TOCANTINS.

Feita esta digressão só para mostrar a importância de Conceição do Norte, naquela época, o pai de Abílio Wolney, conhecido como CORONEL JOAQUIM WOLNEY, era dono de 14(catorze) fazendas e milhares de cabeças de gado, tudo espalhado pelas divisas de Goiás e da Bahia.

Com o passar do tempo, Abílio Wolney tornou-se Coletor Estadual e Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Combateu a COLUNA PRESTES em 1926, pelos sertões do Brasil. Prefeito de Barreiras, na Bahia e também de Dianópolis, sua cidade natal, quando já tinha setenta anos de idade.

Revolucionário, Militar, Estrategista. Advogado, Intelectual, Historiador. Pensador, Ativista, Pesquisador. Orador, Conferencista, Administrador. Jornalista, Cronista, Educador. Político, Farmacêutico, Memorialista. Sapateiro, Agricultor, Carpinteiro. Farmacêutico e Alfaiate.

Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe de seu tempo, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Goiana de Imprensa.

Sobre ele, escreveram, entre outros, Abílio Wolney Aires Neto(O DURO E A INTERVENÇÃO FEDERAL); Voltaire Wolney Aires(ABÍLIO WOLNEY-SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES); Nertan Macedo(ABÍLIO WOLNEY-UM CORONEL DA SERRA GERAL); Zoroastro Artiaga(UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DE GOYAZ); José Mendonça Teles(IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA); Mário Ribeiro Martins(JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS); João Cabanas(A COLUNA DA MORTE); Glauco Carneiro (HISTÓRIA DAS REVOLUÇÕES BRASILEIRAS); Hélio Silva(A GRANDE MARCHA); Walfrido Moraes(JAGUNÇOS E HERÓIS); Hernâni Donato(DICIONÁRIO DAS BATALHAS BRASILEIRAS).

Faleceu em 12.09.1965, com 89 anos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 20, cuja Titular é Cleuza Benevides Souza Bezerra.

Nasceu em Taipas, São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, no dia 22 de agosto, terça-feira, de 1876.

Filho de Joaquim Ayres Cavalcante Wolney e de Maria Jovita Leal Wolney. Alfabetizado pelos pais e com noções de aritmética, foi levado da Fazenda para a Escola Primária, em sua terra natal.

Após o curso básico, estudou em Salvador, na Bahia, onde fez curso prático de Medicina e Farmácia, licenciando-se para realizar pequenas cirurgias. Não tendo curso de Direito, inscreveu-se como Advogado Provisionado, na Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro, sob o número 34.

Com 18 anos de idade, em 1894, foi eleito Deputado Estadual, surpreendendo o Norte de Goiás. Em 1896, tornou-se Agente dos Correios e Telégrafos, Secretário do Conselho Municipal e Juiz Adjunto de São José do Duro.

Contando com 21 anos de idade, em 1897, casou-se com sua prima Josefa Ayres Wolney, tornando-se pai de Alzira, Mireta, Custodiana, Palmira e Jaime.

Em 1900, ao passar ABÍLIO WOLNEY por Santana das Antas, em Goiás, como candidato a Deputado Federal, sugeriu a Moisés Santana e a outros Antenses, bem como à Câmara dos Deputados, em Goiás Velho, que mudasse o nome da cidade para ANÁPOLIS.

Aceitando esta sugestão, o jornalista Moisés Augusto de Santana, publicou, em 23 de novembro de 1904, no jornal "LAVOURA & COMÉRCIO", de Uberaba, Minas Gerais, um artigo em que usa, pela primeira vez, de forma escrita, a palavra ANÁPOLIS(CIDADE DE ANA), num texto com a seguinte redação:

..."SANTANA DE ANTAS, A BELA E ENCANTADORA ANÁPOLIS, CUJO NOME É SEMPRE OUVIDO COM SIMPATIA POR QUANTOS SE INTERESSAM PELOS NEGÓCIOS DE ALÉM PARANAÍBA...".

Assim, através da lei Nº 320, de 31 de julho de 1907, assinada pelo Presidente do Estado de Goiás, Miguel da Rocha Lima, a vila de SANTANA DAS ANTAS passou a chamar-se ANÁPOLIS, graças à sugestão do então Deputado Abílio Wolney.

Em 8 de abril de 1900, com 24 anos de idade, foi eleito Deputado Federal. Depurado pela Câmara dos Deputados, não chegou a tomar posse, o que lhe provocou profunda revolta, eis que, eleito pelo povo, não foi reconhecido pela Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro.

Em 1902, funda, em sua cidade natal, uma BIBLIOTECA PÚBLICA com 200 livros, destinada ao povo durense(de São José do Duro).

Com 27 anos de idade, em 1903, recebe do Presidente da República Campos Sales, a PATENTE DE TENENTE-CORONEL DA GUARDA NACIONAL.

Em maio de 1904, foi nomeado Coletor Estadual, outrora chamado Administrador de RENDAS DO NORTE DE GOIÁS, com sede em Taguatinga. Eleito novamente Deputado Estadual, em 1909, tornou-se Presidente do Poder Legislativo do Estado de Goiás.

Fundou em Goiás Velho, em 1912, o jornal ESTADO DE GOIÁS, do qual Moisés Santana foi redator, conforme depoimento de Claro Augusto de Godoy e Altamiro de Moura Pacheco, às fls. 144, do livro IMPRENSA GOIANA.

Entre 1915 e 1918, dedicou-se a atividades agrícolas, construindo o primeiro Engenho de Ferro da região, com a finalidade de explorar a mandioca e a cana-de-açucar, conforme escreveu a Coquelin Leal da Costa, direto do Buracão, em 6 de junho de 1918.

Em 1920, com recursos próprios, iniciou uma estrada de rodagem entre São José do Duro e Barreiras, na Bahia, numa extensão de trezentos quilometros. Perseguido politicamente, em virtude dos acontecimentos do Duro, na Chacina Oficial da Polícia Estadual Goiana, foi, no entanto, anistiado em 1926, pelo Presidente da República Artur Bernardes.

Vale lembrar que foram mortos na Chacina do Tronco, ocorrida em 16 de janeiro de 1919, a QUINTA-FEIRA SANGRENTA, João Batista Leal, Benedito de Cerqueira Póvoa, João Pinto Póvoa, João Rodrigues de Santana, Nilo Santana, Salvador Santana, Messias Camelo, Nasário do Bonfim e Wolney Filho, todos eles homenageados, posteriormente, na CAPELA DOS NOVE, construída numa das Praças de Dianópolis.

Em março de 1926, vinculado ao DESTACAMENTO DO GENERAL MARIANTE, passou a comandar, 450 homens para combater a Coluna Prestes(chamada pelo povo de OS REVOLTOSOS) pelos sertões do Brasil, especialmente, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Piaui, Bahia e Minas Gerais, o que ocorreu, até outubro de 1926, quando a Coluna penetrou no Mato Grosso e alcançou a Bolívia.

Consoante Jorge Amado, no livro CAVALEIRO DA ESPERANÇA, "Horácio de Matos, Franklin de Albuquerque e Abílio Wolney com os seus homens", os três formaram o trio invencível aplaudido pelo Governo de Artur Bernardes, no combate ao giro fantástico da COLUNA.

Em 1931 e até 1937, tornou-se Prefeito de Barreiras, na Bahia, nomeado pelo Governador Juracy Magalhães. Dias antes, estivera preso no Quartel da Guarda Civil de Salvador, ao lado de Horário de Matos(Chefe de Lençóis), Franklin de Albuquerque(Chefe de Pilão Arcado), João Duque(Chefe de Carinhanha), Marcionílio de Souza(Chefe de Maracás), Cirilo Veado(Chefe da Barra).

Terminada a sua contribuição como Prefeito de Barreiras, retornou, em 1938, a São José do Duro, dedicando-se exclusivamente às atividades de Advogado, Farmacêutico e Fazendeiro.

Em 1946, quando já tinha setenta anos de idade, foi nomeado Prefeito de São José do Duro, sua terra natal, hoje Dianópolis, no Estado do Tocantins, pelo então Governador de Goiás, Interventor Federal General Felipe Antônio Xavier de Barros.

Este foi o seu último cargo público e nele permaneceu até 1947, quando nas eleições gerais foi eleito para Governador do Estado, o Engenheiro Jerônimo Coimbra Bueno.

Quando completou setenta e cinco anos de idade, casou-se com Domingas Bispo de Souza, tornando-se pai de cinco filhos, cujos nomes são, Joaquim, Francisco, Mariazinha, Dorinha. Emílio, o filho caçula, nasceu, quando o Coronel Abílio já tinha oitenta e cinco anos de idade. De outro relacionamento, teve a filha Irany Wolney que se casaria com Zilmar Povoa, tornando-se mãe, dentre outros, de Abílio Wolney Aires Neto.

Fazendeiro em sua FAZENDA JARDIM, Farmacêutico licenciado pela Universidade da Bahia e dono de laboratório, exercia também a Medicina, servindo-se da biblioteca de seu irmão estudante de medicina no Rio de Janeiro, Wolney Filho, que, de férias, foi precocemente assassinado no "barulho do duro" ou mais precisamente na QUINTA-FEIRA SANGRENTA, no dia 16 de janeiro de 1919.

A história dessa chacina foi contada no romance “O TRONCO”, de Bernardo Élis e transformada em filme pelo cineasta João Batista de Andrade, embora numa versão contestada pelos atuais familiares do Coronel.

Além de outros artistas, o ator Antônio Fagundes fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama. Este Juiz, procedente de Vitória, no Espírito Santo, terminou por se tornar Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, exatamente no Governo de Brasil Ramos Caiado, um dos pivores da "BRIGA DO DURO".

Entre seus amigos e confidentes, estava o Médico de Porto Nacional, Dr. Francisco Ayres, com quem mantinha correspondência sobre os ideais libertários para o então Norte de Goiás.

Com 89 anos de idade, e ainda mantendo o seu Escritório de Advocacia, eis que inscrito na ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, sob o número 34, faleceu o Coronel Abílio Wolney, em 12 de setembro de 1965, sendo sepultado no Cemitério Local de sua terra natal, DIANÓPOLIS, como o mais autêntico líder das gargantas da SERRA GERAL.

Em sua homenagem e pela Lei 2.636/99, de 19.04.1999, a Praça onde se localizava a Prefeitura Municipal de Anápolis, outrora Praça do Ancião, passou a denominar-se “PRAÇA DEPUTADO ABÍLIO WOLNEY”, exatamente em frente à casa do antigo líder político EDENVAL CAIADO, cuja família, através da instrumentalidade do então Deputado Brasil Ramos Caiado, foi um dos pivores da “BRIGA DO DURO”, no governo do Desembargador João Alves de Castro e também no governo de Joaquim Rufino Ramos Jubé, que se estendeu de 21.12.1918 a 24.04.1919, relembrando-se que a CHACINA ocorreu no dia 16.01.1919. No dia 25.04.1919, o Desembargador João Alves de Castro retornou ao governo, permanecendo até 06.06.1921.

Para a dita homenagem, o autor destas notas teve participação especial, por ter sido o primeiro a divulgar em livro a informação de que o nome ANÁPOLIS foi uma sugestão do então Deputado Abílio Wolney, repassada a Moisés Santana, conforme os anais do jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”, de Uberaba, Minas Gerais.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 20

CLEUSA SOUZA BENEVIDES BEZERRA(Cleusa Benevides Souza Bezerra), de Paranã, Goiás, hoje Tocantins, 01.03.1943, escreveu, entre outros, “O CORONEL ABÍLIO WOLNEY”(Ensaio), PARANATINGA(2005), com apresentação de Ana Braga e notas de orelha do Padre Jones, sem dados biográficos pessoais completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filha de Enedino de Souza Benevides e Maria da Silva Benevides.

Concluiu o curso primário em sua terra natal. No Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional, terminou o curso ginasial e também o normal, formando-se professora. Em 1967, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia, concluiu o curso de Letras Modernas.

Casou-se com Daltro Bezerra Gomes, com quem teve os filhos Cristiane, Gardenas, Daltro Jr e Amílcar. Nos anos seguintes, fez curso de Pós-Graduação em Planejamento Educacional, no CENTRO DE CAPACITAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO(CECAP), de Goiânia.

Em 1982, na cidade de Paranã, foi nomeada Diretora do Colégio Estadual Virgílio de Melo Franco(veja no “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS” o verbete Virgilio Martins de Melo Franco, bem como no site www.mariomartins.com.br e sua importância para a história do Tocantins).

Membro do Conselho Municipal de Cultura de Paranã. Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 20, sendo Patrono o Ex-Presidente da Assembléia Legislativa de Goiás, Abílio Wolney. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 21

JACINTO NUNES DA SILVA, de Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 09.08.1927, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO A GURUPI”, sem dados biográficos. Filho de Antonio Nunes da Silva e Josina Pereira Nunes.

Após os estudos primários em sua terra natal, estudou em vários outros lugares, até ingressar na Escola de Sargentos da Aeronáutica, onde concluiu o curso, de lá saindo como Militar da Aeronáutica, na graduação de Sargento.

Comandante Aviador, passou a ser conhecido como “COMANDANTE NUNES”. Mudou-se para Gurupi, tornando-se proprietário de uma frota de pequenos aviões, fundando a famosa GUTA(GURUPI TAXI AÉREO).

Casou-se com Dolores Nunes, posteriormente Deputada Federal e Estadual, no Tocantins. Sua filha Josí Nunes elegeu-se Deputada Estadual, pelo Estado do Tocantins. O “Comandante Nunes” foi Prefeito de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, de 1982 a 1988.

Construiu o Aeroporto de Gurupi. Criou a Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas de Gurupi. Construiu a Usina de Beneficiamento de Leite de Soja. Construiu o Parque Agro-Industrial de Gurupi.

Em acidente de carro na Belém-Brasília, próximo da cidade de Fátima, Estado do Tocantins, faleceu em 01 de dezembro de 1988, alguns dias depois da criação do Tocantins, pela Constituição Federal de 05 de outubro de 1988.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 21, cujo Titular é Zacarias Gomes Martins. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 21

ZACARIAS MARTINS (GOMES), de Belém, Pará, 23.07.l957, radicado em Gurupi, Goiás, hoje no Tocantins, escreveu, entre outros, “O POETA DE BELÉM”(1979), “POETAR”(1980), “VOX VERSUS”(1986), "O PROFETA DA FELICIDADE"(1984), "TRANSAS DO CORAÇÃO"(1987), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Aldenor de Figueiredo Martins e Argentina Gomes Martins. Fez o primário e o ginásio, respectivamente, no Grupo Dom Pedro II e no Colégio Comercial Paulino Brito, em Belém. Mudou-se para Brasília, em 1979. Veio para Gurupi, em 1983. Concluiu o segundo grau, em 1993, no Centro Educacional Albert Einstein, de Gurupi.

Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, empossado no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade. Militante do jornalismo tocantinense, através dos jornais COCKTAIL, de Gurupi, O PROGRESSO, de Araguaína, DIÁRIO TOCANTINENSE, de Palmas. Foi Assessor Especial para assuntos culturais da Prefeitura Municipal de Gurupi.

Professor, Jornalista Profissional. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Memorialista, Articulista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista.

Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, Academia Brasileira de Jornalismo, Associação de Imprensa do Distrito Federal, Academia Tocantinense de Letras(Cadeira 21), Instituto Histórico e Geográfico do Estado do Tocantins, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Tocantinense de Imprensa, Academia de Letras do Estado do Tocantins e União Brasileira de Escritores do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como em dezenas de livros sobre estudos literários.

Em Gurupi, no ano de 2000, foi eleito, em votação secreta, DESTAQUE DO ANO EM LITERATURA, pela excelente colaboração dada à vida cultural da cidade e do Estado do Tocantins. Ao autor destas linhas, prestou inestimável serviço, no sentido de reunir biografias de pessoas que dificilmente seriam localizadas.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 21, cujo Patrono é Jacinto Nunes da Silva. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É considerado o autor tocantinense que mais Comendas e Títulos Honoríficos tem recebido.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 22

REGINA AUGUSTA REIS, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 26.02.1960, escreveu, entre outros, “CONSTRUÇÕES EM CLIMAS QUENTES”, “A CATEDRAL DE PORTO NACIONAL”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este com notas de orelha de Ana Braga e apresentação de Wadia de Oliveira Carvalho.

Filha de Jeferson Reis e de Aciolina Queiroz(Lili Reis), proprietários da casa comercial “NOVA VIDA”, em Porto Nacional, onde residem.

Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso ginasial e secundário no Colégio Sagrado Coração de Porto Nacional.

Prestou vestibular para Arquitetura em Goiânia, depois de ali estudar o Pré-Vestibular. Pela Universidade Católica de Goiás, formou-se ARQUITETA, tornando-se profissional nesta área, após receber orientação dos professores Edgar Graeff e Gustavo Coelho.

Comprometida com a natureza, fez-se também ecologista, defendendo sempre o eco-sistema do norte goiano, hoje Tocantins. Faleceu de acidente automobilístico, logo após a sua formatura, na Rodovia Belém/Brasília, proximidades de Porangatu, exatamente quando ia começar a trabalhar, no dia 08.11.1984, estando com 24 anos de idade.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 22, cuja Titular é Margarida Lemos Gonçalves. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 22

MARGARIDA LEMOS GONÇALVES, de Vitória, Espírito Santo, 05.02.1927, escreveu, entre outros, “BEATRIZ-A QUE FAZ FELIZ”, sem dados biográficos pessoais no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com apresentação do Pastor David Gomes.

Filha de Almir dos Santos Gonçalves e Herarquedina Lemos. Fez seus primeiros estudos no Colégio Batista de Vitória, no Espírito Santo. É Licenciada em Pedagogia, pela Universidade Federal do Pará, em Belém. Bacharel em Educação Religiosa, pelo The Baptist Seminary Fort Worth, Texas, Estados Unidos.

Chegou às margens do Rio Tocantins no ano de 1948, quando tinha 21 anos de idade, como missionária batista. Foi Diretora e Professora do Colégio Batista de Tocantínia, no interior de Goiás, hoje Tocantins, por cerca de quarenta anos. Durante muitos anos foi missionária da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro.

Residente em Palmas, no Estado do Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Lecionou no Colégio Batista de Santarém, no Pará e no Instituto Batista de Carolina, no Maranhão. Em 1972, em Altamira, no Pará, assistiu à inauguração da RODOVIA TRANSAMAZÔNICA, com a presença do então Presidente da República Emílio Garrastazu Médici.

Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Historiadora, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras e Conselho Estadual de Educação do Tocantins.

Recebeu o título de CIDADÃ TOCANTINENSE, da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins. É hoje(1998), Vice-Presidente do Conselho Municipal de Educação da Capital e Diretora Geral do Colégio Batista de Palmas.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Juntamente com outras pessoas, fundou a Primeira Igreja Batista de Palmas. Fundou e tornou-se Diretora do Colégio Batista de Palmas.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 22, cuja Patrona é Regina Augusta Reis, Arquiteta de Porto Nacional, falecida em acidente de trânsito na Belém/Brasília, no dia 08.11.1984. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, Rio de Janeiro, MASTER, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 23


FRANCISCO JOAQUIM COELHO MATOS(PADRE), de Meia Ponte(Pirenópolis), Goiás, 1788, escreveu, entre outros, “GOVERNO PROVISÓRIO”. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outras plagas, onde fez cursos de seminário menor e maior, sendo ordenado sacerdote.

Era Vigário de Cavalcante, em Goiás, quando Joaquim Teotônio Segurado proclamou a independência do Norte, tornando-se ele Secretário da Junta Provisória de Governo, em 17 de setembro de 1821 e depois seu Vice-Presidente, em 24.09.1821, quando tinha 33 anos de idade.

Conforme José Martins Pereira de Alencastre, em seu livro “ANNAES DA PROVÍNCIA DE GOYAZ”, escrito em 1863, página 358, o padre Francisco Joaquim Coelho Matos tornou-se um TRAIDOR DO MOVIMENTO DA INDEPENDÊNCIA, assim descrevendo:

“No mês de outubro de 1821, a sede do governo provisório foi transferida de Cavalcante para Arraias. Esta transferência foi causa de algumas decepções. O vigário Francisco Joaquim Coelho Matos fugiu para a Capital(Goiás Velho). Manoel Inácio soube do que acontecia no Norte, por cartas que recebera do vigário de Traíras(Niquelândia) e de alguns TRAIDORES, entre outros, do próprio vigário de Cavalcante”.

Como se observa nesta narrativa, o vigário tornou-se TRAIDOR DO MOVIMENTO DA INDEPENDÊNCIA. Regina Lacerda, em seu livro, A INDEPENDENCIA DE GOIAS, Goiânia, Oriente, 1970, página 80, diz: “Neste sentido, acusa o Vigário de Cavalcante(Padre Francisco Joaquim Coelho de Matos) de apropriar-se das rendas reais, que dos diversos arraiais dessa Comarca se remetiam para o erário desta Capital”.

Esta acusação teria sido feita pelo General Sampaio, numa PROCLAMAÇÃO, do dia 01.10.1821. Depois dessa acusação, o Vigário de Cavalcante fugiu para a Comarca do Sul, com Capital em Vila Boa(Goiás Velho). Em ANAIS DA PROVÍNCIA DE GOIÁS, de 1863, José Martins Pereira de Alencastre repete a proclamação de Manoel Inácio Sampaio, feita em 01.10.1821, referindo-se ao Padre Francisco Joaquim Coelho Matos: “E, como se aquele crime fosse pequeno, passou o mesmo vigário a apoderar-se das rendas reais, que dos diversos arraiais dessa comarca se remetiam para o erário desta capital, afim de suprirem as despesas públicas...Despoticamente, organiza o governo com pessoas da sua facção, todos residentes nos arrebaldes de Cavalcante, quase todos muito mais populosos e mais interessantes do que o de Cavalcante”.

A partir de então, o nome do vigário FRANCISCO JOAQUIM COELHO MATOS desaparece do cenário político e também da história de Goiás, não mais se ouvindo falar sobre ele. Tanto é, que o Cônego Trindade que escreveu o melhor livro-“LUGARES E PESSOAS”- sobre a História da Igreja em Goiás, fala nele em apenas nas três ocasiões historicamente referidas ou seja 17.09, 24.09 e 01.10. Depois disto, o vigário Francisco Joaquim Coelho Matos jamais foi mencionado, não se sabendo qual foi o seu fim.

Não se sabe a razão e de quem foi a idéia, mas terminou sendo colocado como Patrono da Academia. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 23, cujo Titular é Luiz de Souza Pires.

Estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 23

LUIS DE SOUZA PIRES, de Floriano, Piauí, 13.04.1951, escreveu, entre outros, “PELO ESTADO DO TOCANTINS”, sem dados biográficos. Filho de Deocleciano Alves Pires e Ester de Souza Pires. Após os estudos primários no Grupo Escolar Odolfo Medeiros, de sua terra adotiva Carolina, concluiu o curso ginasial no Ginásio do Sertão Maranhense, de Carolina, Maranhão.

Mudou-se para Curitiba, no Paraná, onde terminou o curso secundário e iniciou o curso de jornalismo. Ainda em Curitiba, em 1974, trabalhou na TV Iguaçu, afiliada da Rede Globo de Televisão. Em 1975, vinculou-se ao jornal DIARIO DO PARANÁ, de Curitiba.

Transferiu-se para Goiânia, em 1977, tornando-se Repórter do jornal CINCO DE MARÇO, de Batista Custódio. Na Capital de Goiás, concluiu o curso superior de COMUNICAÇÃO SOCIAL, com especialidade em JORNALISMO, na Universidade Federal de Goiás.

Em 1978, foi eleito Presidente do Clube dos Repórteres Políticos de Goiás. Vinculou-se à Associação Goiana de Imprensa. Em 1979, tornou-se Produtor e Apresentador do Programa “Grandes Encontros” (ENTREVISTAS E DEBATES), na Televisão Brasil Central, de Goiânia.

Entre 1980 e 1982, foi Chefe do Departamento de Jornalismo da Rádio Brasil Central, também de Goiânia. Em 1983, foi Chefe da Editoria CIDADE/ESTADO, do jornal FOLHA DE GOIÁZ. Ainda em 1983, tornou-se Chefe do Departamento de Jornalismo, da Rádio Clube de Goiânia.

Mudou-se para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, em 1984, como Responsável pela SUCURSAL DE ARAGUAÍNA, do DIÁRIO DA MANHÃ, jornal de Batista Custódio. Fundou, em 05 de dezembro de 1984, em Araguaína, o jornal “CORREIO DO NORTE” que circulou por dez anos até Dezembro de 1994.

Já em Palmas, Capital do Tocantins, por volta de 1993, tornou-se Diretor e Editor do Jornal “O PIONEIRO”. Ainda em Palmas, apartir de 1992, foi Apresentador do Programa “TOCANTINS AGORA”, na TV REAL. De 1997 em diante, tornou-se Produtor e Apresentador do Programa “PALMAS URGENTE”, na TV PALMAS, afiliada da TV BANDEIRANTES DE SÃO PAULO.

Através dos seus programas de Rádio e Televisão, bem como pelos jornais que editou, terminou sendo um dos grandes batalhadores pela criação do Estado do Tocantins. É também um dos fundadores do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Tocantins, bem como da Associação Tocantinense de Imprensa.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 23, cujo Patrono é Francisco Joaquim Coelho Matos. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, empossado no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

Recentemente(2005), foi eleito Coordenador da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo(ABRAJET), na Região Norte, sob a Presidencia do jornalista Belmiro Gregório, Presidente da ABRAJET, Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 24

EULINA BRAGA(MARIA EULINA DA SILVA BRAGA), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 21.04.1914, escreveu, entre outros, “MINHA TERRA”, sem dados biográficos. Filha de Joaquim da Silva Braga e Alzira Pereira Braga.

Após os estudos primários, concluiu o curso normal estudando nos colégios de sua terra natal, especialmente no Colégio Sagrado Coração de Jesus, das Irmãs Dominicanas.

Casou-se em 11.10.1932, aos 18 anos de idade, com Rainel Barbosa, com quem teve duas filhas, Antonia Barbosa e Zenaide Barbosa. Durante muitos anos, exerceu o magistério, bem como a enfermagem, para o que fez vários cursos, em Goiânia, entre os quais, de Puericultura e Auxiliar de Enfermagem.

Foi professora e assistente social, durante trinta e cinco anos, nas cidades de Peixe, Brejinho de Nazaré, Pedro Afonso, Taguatinga e Porto Nacional. Quando tinha 56 anos de idade, em 1970, elegeu-se Vereadora, assumindo uma Cadeira na Câmara Municipal de Porto Nacional, sua terra mãe.

Já com certa idade, casou-se pela segunda vez, contrariando a vontade da família, com o portuense Osterno Pereira da Silva, na época Vereador e depois Prefeito de Porto Nacional, de quem se separou, posteriormente.

Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Política, Idealista, Visionária. Educadora, Intelectual, Produtora Cultural.

Faleceu em Porto Nacional, no dia 27 de fevereiro de 1989. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 24, cuja Titular é Josefa Louça da Trindade (ZEFINHA LOUÇA).

Estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 24

ZEFINHA LOUÇA(Josefa Louça da Trindade), de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 07.12.l928, escreveu, entre outros, “MATIZES”(2001), “FATOS EM VERSOS”, “TURISCULTURA-VIAGENS PELO BRASIL”(2000), “LINGUAGEM NA ESCOLA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Publicou também "MOMENTOS POÉTICOS"(1994), este, com notas de orelha de Moura Lima, apresentação de Ubirajara Galli, observações de Darcy Chaves Cardeal e Ana Braga.

Filha do baiano de Santa Rita, Manoel Louça da Trindade e de Evarista Maria de Jesus Louça. Após os estudos primários com o professor José de Sena, foi nomeada, em 1950, quando tinha 22 anos de idade, professora municipal de uma escola no município de Paranã, tornando-se professora estadual em 1953.

Lecionou na Escola Batista de Paranã, em 1956, a convite do missionário norte-americano B. H. Foreman que, alguns anos depois, faleceu em acidente de avião. Em 1960, no Colégio Couto Magalhães de Anápolis, terminou o ginásio pelo sistema madureza.

Mudou-se para Gurupi em 1971, fazendo o segundo grau no Colégio Batista. Em 1976, formou-se em Estudos Sociais, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Em 1983, foi Delegada Regional de Ensino de Gurupi. Em 1990, terminou o curso de Pedagogia, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas de Gurupi.

Docente do Curso de Magistério, do Colégio Estadual de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins. Em 1992, concluiu o curso de Pós-Graduação em Lingua Portuguesa.

Aposentou-se em dezembro de 1994, com 65 anos de idade e 43 anos de serviço público.

Diretora Escolar, Jornalista, Escritora. Poetisa, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Conferencista, Oradora. Literata, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Ficcionista.

Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É mencionada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto.

Membro da Associação dos Professores do Estado de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores de Goiás, Academia Tocantinense de Letras e União Brasileira de Escritores do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, entre os quais, DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores. É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 24, cuja Patrona é Maria Eulina da Silva Braga. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também o livro OS PRATHES(2003), com prefácio de Juarez Moreira Filho.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 25

JOSÉ DE SOUZA PORTO, de Posse, Goiás, 11.04.1905, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO A PEDRO AFONSO”, sem dados biográficos. Filho de Joaquim de Souza Porto e Maria Augusta de Souza Porto.

Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se, na década de 1920, para Goiás Velho, onde concluiu o secundário e começou o curso de Odontologia. Depois de fazer o serviço militar em Campo Grande, Mato Grosso, retornou a Vila Boa, onde concluiu o curso, tornando-se odontólogo em 05.12.1930.

Ainda em Goiás Velho, foi Inspetor de Educação Primária, quando visitou todas as cidades do Norte de Goiás, entre elas, Natividade, Porto Nacional, etc.

Transferiu-se definitivamente para Pedro Afonso, em 19 de março de 1935, como Diretor da Inspetoria da Fazenda. Em 1947, foi eleito Deputado Estadual pela primeira vez, passando a ser chamado de VICE-REI DO NORTE.

Casou-se em 1947, com Regina de Souza Porto, com quem teve vários filhos. Deputado Estadual por três outras legislaturas, mas sempre representando o Norte de Goiás, hoje Tocantins.

Numa dessas ocasiões, como Presidente da Assembléia Legislativa de Goiás, ocupou o cargo de Governador do Estado, por mais de quarenta dias, transferindo depois a Pedro Ludovico, eleito em 03.10.1950.

Foi o autor da lei que instituiu o aumento de “um terço”, para efeito de aposentadoria, no tempo de serviço do funcionário estadual que trabalhasse no Norte de Goiás.

Em 1959, no Governo de José Feliciano Ferreira, foi Secretário da Agricultura. No Governo de José Ludovico de Almeida, foi representante do Norte de Goiás, na SPVEA, atual SUDAM.

Terminou sua carreira política como Prefeito de Pedro Afonso, em 31.01.1966, cidade que era considerada até então, CAPITAL ADMINISTRATIVA DO NORTE DE GOIÁS. Como funcionário estadual aposentado, morreu em Pedro Afonso, em 11 de abril de 1984, com 78 anos de idade.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 25, cujo Titular é José Edmar Brito Miranda. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 25

JOSÉ EDIMAR BRITO MIRANDA, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 03.01.1934, escreveu, entre outros, “DISCURSOS E PARECERES”, sem dados biográficos. Filho de Leôncio de Souza Miranda e Anaídes Brito Miranda.

Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Estadual Pádua Fleury, mudou-se para Porto Nacional, onde terminou o curso ginasial, no Ginásio Estadual de Porto.

Já em Goiânia, depois do curso clássico, matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, onde se formou bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, no ano de 1959, tornando-se Advogado.

Foi Promotor Público de Pedro Afonso(naquela época, os Promotores Públicos não eram concursados, mas sim nomeados). Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Agricultura, Indústria e Comércio, onde também foi Diretor do Departamento de Turismo. Secretário da Agricultura. Por duas legislaturas, foi Deputado Estadual em Goiás, representando o Norte Goiano. Após a Revolução de 64, chegou a ser cassado, quando se dedicou à advocacia.

Presidente do Instituto de Desenvolvimento Agrário de Goiás(IDAGO). Em 1960, casou-se com Marly Carvalho, com quem tem os filhos José Edmar Brito Miranda Júnior, Maria da Glória Carvalho de Miranda e Marcelo Carvalho de Miranda, este último, Deputado Estadual e atual(2000), Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, sendo depois(2004) Governador do Tocantins, em substituição a Siqueira Campos.

Durante muitos anos, foi Advogado militante na cidade de Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, onde, durante muito tempo, teve como cliente José Wilson Siqueira Campos, a quem teve a oportunidade de defender quando o então futuro Vereador estivera preso por motivos políticos, após a Revolução de 1964.

Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, passou a ser o “braço forte” do Governador José Wilson Siqueira Campos, sendo atualmente(2000), seu SECRETÁRIO GERAL DA INFRA-ESTRUTURA. No momento(2005), no governo de seu filho Marcelo Miranda, continua como Secretário da Infra-Estrutura.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 25, cujo Patrono é José de Souza Porto. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 26

JOÃO DE ABREU(João D’Abreu)(JOCA), de Taguatinga, Goiás, hoje Tocantins, 04.07.l888, fundou, entre outros, o jornal "O NORTE", "A BIGORNA". Filho de Josino de Abreu Caldeira e Ricarda de Alcântara e Silva.

Mudou-se para Arraias, no hoje Estado do Tocantins, com sete anos de idade. Após os estudos primários em sua terra adotiva, concluiu o curso secundário no Liceu de Goiás, na antiga Capital. Odontólogo, em 1911, formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro(naquela época, as Escolas de Medicina formavam os dentistas).

Professor do Liceu de Goiás, na antiga Capital, onde também se casou, em 1913, com Francisca do Espírito Santo Ferreira(Chiquita). Em 1925, formou-se em Direito, na Faculdade de Goiás Velho, onde também foi vereador.

Docente da Faculdade de Farmácia e Odontologia, em Goiânia. Procurador Fiscal da Fazenda Estadual. Fundou em Arraias, em 1935, o jornal O NORTE. Foi Prefeito, Deputado Constituinte, Vice-Governador do Estado. Governador do Estado na ausência de Pedro Ludovico, em 1937.

Presidente do Banco do Estado de Goiás(BEG). Procurador Fiscal da Fazenda Pública de Goiás. Deputado Federal, em 1949. Fundador da Cooperativa das Mangabeiras(1943) e Cooperativa dos Babaçueiros do Norte Goiano(1962).

Professor da Faculdade de Direito de Goiaz, na antiga Capital do Estado. Participou da Comissão de Estudos para a Localização da Nova Capital Federal.

Jornalista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Membro Nº 70 da Associação Goiana de Imprensa e um de seus fundadores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconccelos.

Faleceu no dia 27.10.1976, sendo sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras, de Goiânia.

Embora o palácio da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, tenha recebido o seu nome, ele, João D`Abreu, era totalmente contrário à divisão do Estado de Goiás, eis que pregava sempre pelo seu jornal, o desenvolvimento do Norte de Goiás e não sua separação. Mas talvez a homenagem lhe tenha sido prestada pelo fato de ter nascido em Taguatinga e vivido em Arraias, alem de ter sido Deputado Estadual, bem como ter fundado na região dois jornais: O NORTE e A BIGORNA.

Sobre ele escreveram, especificamente, em 1983, sua sobrinha Maria Cavalcante Martinelli e Rosolinda Batista de Abreu Cordeiro, o livro denominado “JOÃO D’ABREU”.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 26, cujo Titular é José dos Santos Freire Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 26

FREIRE JÚNIOR(JOSÉ DOS SANTOS FREIRE JÚNIOR), de Goiânia, Goiás, 13.08.1955, escreveu, entre outros, “ATIVIDADE PARLAMENTAR-1991”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho do político José dos Santos Freire e de Lourdes de Castro Bahia Freire.

Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Economia pelo Centro de Ensino Universitário de Brasília(CEUB), em 1978. Deputado Federal pelo Estado do Tocantins, vinculado ao PMDB. Eleito Deputado Federal em 1989, tem conseguido sua reeleição ao longo do tempo.

Como Deputado Federal, já esteve em Missões Oficiais no Iraque, Peru, Cuba, Líbia, etc. Participante de diferentes comissões, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Congresso Nacional. Foi Vice-Presidente do Banco do Estado de Goiás(BEG), entre 1987 e 88.

Foi candidato a Governador do Tocantins, em 2002, pelo PMDB, quando foi eleito Marcelo Miranda, apoiado por Siqueira Campos.

Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Economistas. Presente na ESTANTE DO DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos políticos. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 26, cujo Patrono é João D`Abreu. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Seu patrono-JOÃO D`ABREU- que também é o nome dado ao Prédio da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, em Palmas, era totalmente contrário à formação do Estado do Tocantins, eis que pregava o desenvolvimento do Norte de Goiás.

Quanto ao livro de José dos Santos Freire Júnior, encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 27

BERTRAND OLÉRIS (FREI), de Toulouse, França, 1870, escreveu, entre outros, “RETIRADA DE PORTO NACIONAL”, sem dados biográficos. Após os estudos primários, secundários e teológicos em sua terra natal, no Convento dos Dominicanos de Toulouse, foi ordenado sacerdote e veio para o Brasil, estabelecendo-se em Porto Nacional.

Como Educador que era, foi Professor de Francês, do escritor tocantinense de Pium, Eli Brasiliense Ribeiro. Foi Superior do Convento de Porto Nacional de 1930 a 1938. Diretor da Escola Normal São Tomás de Aquino, ao lado do Frei Gil Gomes Leitão.

Professor, Poliglota, Ensaísta. Espiritualista, Memorialista, Intelectual. Educador, Idealista, Visionário.

Quase paralítico, em virtude de um reumatismo nas pernas, deixou Porto Nacional no dia 25 de janeiro de 1938, exatamente na hora em que a cidade estava sendo atacada pelo grupo dos “barbosas”, daí o seu texto “A Retirada de Porto Nacional”. Os Dominicanos haviam fechado o Convento de Porto Nacional e se transferiram para o Sul do País.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É também tratado como Bertrando Ollieres, no livro “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”, dos padres Pedro Pereira Píagem e Cícero José de Souza.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 27, cujo 1º Titular foi Eli Brasiliense Ribeiro, sendo hoje ocupada pelo escritor José Francisco da Silva Concesso, natural de Espera, Minas Gerais, mas residente em Araguaína, Tocantins.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 27

ELI BRASILIENSE RIBEIRO, de Pium, antigo Distrito de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 18.04.l9l5, autor de dezenas de livros, destacando-se, "CHÃO VERMELHO" (ROMANCE-1956), "PIUM" (ROMANCE-1949), "BOM JESUS DO PONTAL"(ROMANCE-1954), "RIO TURUNA"(ROMANCE-1964), "IRMÃOS DA NOITE" (CONTOS-1968), "GRÃO DE MOSTARDA"(ESTUDOS-1969), "A MORTE DO HOMEM ETERNO"(ESTUDOS-1970), “A CIDADE SEM SOL E SEM LUA”(ENSAIO-1977), "UMA SOMBRA NO FUNDO DO RIO"(ROMANCE-1977), "PERERECA"(ROMANCE-1974). Filho de Bernardino Ribeiro e de Jesuína Silva Braga.

Aposentou-se como funcionário do Fisco Estadual de Goiás. Professor, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Poeta, Romancista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato.

Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 02, cujo Patrono é Constâncio Gomes de Oliveira, de que foi fundador Vasco dos Reis Gonçalves, hoje(2000) ocupada por Aidenor Aires. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Estudado na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Biografado na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras foi o 1º Titular da Cadeira 27, cujo Patrono é o Frei Bertrand Oléris, cadeira hoje ocupada pelo latinista José Francisco da Silva Concesso, de Araguaína. Sua posse(de Eli Brasiliense), no entanto, se deu em Goiânia, no dia 31.08.1994.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Pium, antigo Distrito de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, a 18 de abril de 1915. Filho de Bernardino Ribeiro e de Jesuína Silva Braga.

Concluiu o curso de Humanidades no Colégio São Tomás de Aquino, de orientação dominicana, em sua terra natal, no ano de 1929.

Foi diretor do grupo escolar “Pádua Fleury”, de Pedro Afonso, em 1936 e 1937. Transferiu-se para a Escola Normal “Padre Gonzaga”, de Pirenópolis, onde lecionou francês e português, em 1938, tendo sido também Secretário e Contador da Prefeitura Municipal.

No ano seguinte, 1939, casou-se em Pirenópolis, com Luciana Fleury.
Já em Goiânia, em 1943, tornou-se funcionário do Departamento Estadual de Cooperativismo e Professor.

Premiado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, publicou, em 1949, o romance PIUM.

Em 1950, tornou-se funcionário da Secretaria da Fazenda e Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.

Teve também marcante passagem pelo jornalismo, sendo diretor do “Diário da Tarde” de Goiânia (1956).

Tem vasta bagagem literária. Seu primeiro livro, sucesso absoluto, foi Pium (1949), premiado pela Bolsa de Publicações “Hugo de Carvalho Ramos”. Seguiram-se Bom Jesus do Pontal (1954). Chão Vermelho (1956). Rio Turuna (1964), premiado pela Universidade Federal de Goiás. O Perereca (1974) e a segunda edição, no mesmo ano. Antes já havia publicado Um Grão de Mostarda (1969). Tem ainda A Morte do Homem Eterno (1970), O Irmão da Noite (1968), Sombra no fundo do Rio(1977) e A Cidade sem Sol e sem Lua (1979).

Aposentou-se como Fiscal de Rendas do Estado de Goiás, em 1967.
Na Academia Tocantinense de Letras foi o 1º Titular da Cadeira 27, cujo Patrono é o Frei Bertrand Oléris, cadeira hoje ocupada pelo latinista José Francisco da Silva Concesso, de Araguaína. Para esta Cadeira, Eli Brasiliense não foi eleito, mas convidado pela Assembléia da ATL, tendo tomado posse no dia 31.08.1994, na cidade de Goiânia, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É considerado o maior escritor regionalista goiano. Sobre ele e com o título “ELI BRASILIENSE E SEU CHÃO VERMELHO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 2, de que também foi Presidente, em 1961 e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Sua Cadeira, na Academia Goiana, tem como Patrono Constâncio Gomes de Oliveira e foi fundada por Vasco dos Reis Gonçalves, sendo hoje(2000) ocupada por Aidenor Aires.

Faleceu em Goiânia, no dia 05 de dezembro de 1998, com 83 anos de idade.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



SEGUNDO TITULAR
DA CADEIRA 27

JOSÉ FRANCISCO DA SILVA CONCESSO, de Rio Espera, Minas Gerais, 09.03.1936, escreveu, entre outros, “LATIM-PRIMEIROS PASSOS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “DATA VENIA”, texto jurídico de expressões latinas.

Filho de Antonio Simão da Silva e Maria Eduarda da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, dirigiu-se para Burnier, Ouro Preto, Minas Gerais, ali concluindo o GINÁSIO, entre 1951 e 1954, no Sagrado Coração de Jesus, dos Padres Orionitas. Estudou HEBRAICO no Seminário Arquidiocesano São José, de Rio Comprido, no Rio de Janeiro. Estudou também em Belo Horizonte.

Depois dos estudos secundários, foi para Roma, na Itália, onde se formou em TEOLOGIA, na Pontificia Università Gregoriana, entre os anos de 1961 e 1965. Foi ordenado Sacerdote, em Roma, no dia 10.04.1965. Neste período, fez curso de Enfermagem, na Escola da Militar Ordem de Malta. Com Bolsa de Estudo da Organização Mundial da Saúde, fez curso de Leprologia, em Fontilles, na Espanha, ministrado pela Faculdade de Dermatologia, da Universidade de Madrid.

Retornando ao Brasil, formou-se em LETRAS, pela Universidade de Valença, no Rio de Janeiro, entre 1970 e 1972. Seguiu para São João Del-Rei, Minas Gerais, em cuja Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras, terminou o curso de FILOSOFIA PURA, em 1973.

Na Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, estudou DIREITO. Quando ainda sacerdote, fundou em Belo Horizonte, a Paróquia de Santa Edwiges. Em 1988, fez Pós-Graduação em Educação, na Universidade Federal de Goiás, na área de Metodologia do Ensino Superior.

Docente de Lingua Latina e Filosofia, no Centro Universitário de Araguaína. Primeiro Diretor da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Araguaína, entre 1985 e 1988, quando ainda Estado de Goiás. Bacharel em Filosofia, Direito e Teologia. Pós-Graduado em Metodologia do Ensino Superior, pela Universidade Federal de Goiás. Fez cursos de Inglês, Francês, Espanhol e Esperanto. É considerado o funcionário mais antigo da Universidade do Tocantins(UNITINS).

Entre 1991 e 1993, foi Diretor de Administração e Finanças da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desporto do Estado do Tocantins. Professor de Latim, Antropologia e Sociologia na UNITINS de Araguaína, é também professor de Espanhol no Serviço Social do Comércio(SESC), da referida cidade.

Durante muitos anos, exerceu a função de Padre, tendo vivido em Tocantinópolis. Na Universidade de Madrid, na Espanha, em 1964, fez curso de Leprologia. Em 1998, fez curso de Aperfeiçoamento em Espanhol, na Universidade de Havana, em Cuba.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É um dos nomes mais ilustres da intelectualidade tocantinense atual. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Em 2002, tornou-se um dos fundadores da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense(ACALANTO), na Cadeira 01, tendo como Patrono Dom Quinto Tognini. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Foi eleito para a Cadeira 27, da Academia, tendo tomado posse no dia 31.08.2001, na cidade de Araguaina, tendo como Patrono o Frei Bertrand Olleris, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Recentemente(2004), editou o livro MEU PRIMEIRO PICOLÉ, com apresentação de Murilo Vilela. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Gurupiense de Letras, Academia Cordisburguense de Letras. Atualmente(2004), é professor de várias matérias, em diferentes instituições de ensino superior e reside em Araguaína, Tocantins. Já está no prelo o seu livro “ORIONITAS NO TOCANTINS: 1952-2002”.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





PATRONO DA
CADEIRA 28

QUINTINO PINTO DE CASTRO, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 31.10.l892, escreveu, entre outros, "NATIVIDADE E SEU MUNICÍPIO"(1948), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho de Antonio Albino Pinto de Castro e Maria Rosa de Castro. Após os estudos primários em sua terra natal, com os Frades Dominicanos, esteve também em outros centros, onde também se desenvolveu. Seu Curso Complementar feito na época, dava ênfase ao Portugues, Latim, Francês, Filosofia, Ética, Religião, etc.

Casou-se na cidade de Natividade, em 1913, com Joana de Brito Guimarães, com quem teve vários filhos que se destacaram na área militar, economia, direito, comércio, educação, funcionalismo público.

Foi Prefeito de Natividade em 1915, quando ainda se falava em INTENDENTE MUNICIPAL. Nesta condição, foi o fundador de Entre-Rios, hoje APINAJÉ. Não consta de sua biografia oficial que tenha sido médico. Tem sido confundido com o Médico QUINTINO RODRIGUES DE CASTRO, que foi chefe da Divisão de Saúde da NOVACAP, em Brasília, no ano de 1959 e também com o Médico Quintiliano Luiz da Silva que viveu em Natividade, na década de 1949 e que foi o primeiro a introduzir um automóvel(fordeco) na cidade, via Paranã, em 1941. Os outros dois automóveis chegaram em 1944. Um, procedente de Anápolis, via Peixe e o outro, procedente de Barreiras, via Dianópolis.

Quanto ao Quintino Pinto de Castro foi Político, Professor, Educador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Orador, Ficcionista. Sua monumental casa em Natividade, na Rua Principal da cidade, permanece com a mesma imponência de outrora.

Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Acha-se na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos municipais e históricos, entre os quais, CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS(O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA), de Luis Gomes Palacin.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 28, cujo Titular é José Sebastião Pinheiro.

Faleceu em Goiânia, no dia 10.05.1980. Uma nova edição do seu livro NATIVIDADE E SEU MUNICIPIO foi editada pelo seu filho Eni Pinto de Castro, em Brasília, DF, no ano de 2003. Pena que não tenha incluído uma biografia completa de seu pai. Mas ainda poderá faze-lo.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não foi relembrado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 28

JOSÉ SEBASTIÃO PINHEIRO(JOSÉ SEBASTIÃO PINHEIRO DE SOUZA) ou SEBASTIÃO PINHEIRO ou ainda TIÃO PINHEIRO, Goiano, de Monte Alegre de Goiás, 09.05.l954, escreveu, entre outros, "JANELAS"(POEMAS-1981), "VÔO ESPERANÇA"(POEMAS-1984), “CALUNDU”(1989), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Dionísio Gonçalves de Souza e Zenith Pinheiro de Souza. Após fazer o primário em sua terra natal, estudou em Porto Nacional e depois na Escola Técnica Federal de Goiânia, onde se formou em Agrimensura. Formado em Comunicação Social e Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás.

Durante muitos anos foi repórter cultural nos jornais “FOLHA DE GOIAZ” e “O POPULAR”, ambos de Goiânia.

Jornalista Profissional. Escritor, Pesquisador, Contista. Cronista, Ativista, Ensaísta. Produtor Cultural, Pensador, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Articulista de diferentes jornais, entre os quais, O POPULAR e JORNAL DO TOCANTINS.

Constante do livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que recebeu o TROFÉU TIOKÔ. Sócio da Associção Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Estadual de Cultura do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, e no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antônio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiáz Pinheiro, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.

Especialista em eventos e assuntos culturais, foi jurado do “II FEST SINHÁ”, realizado em Itumbiara, Goiás. Atualmente(1998), é Editor-Chefe do JORNAL DO TOCANTINS, publicado diariamente na cidade de Palmas, Capital do Estado. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 28, cujo Patrono é Quintino de Castro. Para esta Cadeira, foi eleito, tendo tomado posse no dia 06.07.1999, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Nos últimos tempos, passou a integrar a Comissão do Projeto Tocantins História Viva que pesquisa em Portugal a vida do Ouvidor Joaquim Teotônio Segurado. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 29

LYSIAS AUGUSTO RODRIGUES, Carioca, do Rio de Janeiro, 23.06.l896, escreveu, entre outros, "ROTEIRO DO TOCANTINS" e "RIO DOS TOCANTINS". Após os estudos primários e secundários, formou-se pela Escola Militar do Realengo, em 1916. Tornou-se Oficial da Arma de Artilharia, em 1918. Concluiu a Escola de Aviação Militar, em 1921. Foi revolucionário em São Paulo, no ano de 1932.

Fez estudos científicos no Rio Tocantins. Batalhou pela criação do Território Federal do Tocantins, com Capital em Pedro Afonso ou Carolina. Como Brigadeiro do Ar, construiu campos de aviação nas principais cidades do antigo Norte de Goiás, inaugurando a rota Rio-Belém.

Defendeu a construção da Rodovia Transbrasiliana. Descreveu quase todas as cidades que estavam localizadas às margens do Tocantins, inclusive seus aspectos folclóricos e suas riquezas.

Deteve-se, especificamente, em Paranã, Peixe, Porto Nacional, Pedro Afonso(onde é homenageado com o nome da principal praça), indo até Belem do Pará, em setembro de 1931, acompanhado dos representantes da Panair do Brasil, Arnald Lorenz e Félix Blotner.

Piloto Militar, Engenheiro Civil Militar. Geógrafo e Poliglota. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Administrador, Ficcionista, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta.

Comandou o Grupo de Aviação Constitucionalista, na Revolução de 1932. Foi responsável pela criação do Ministério da Aeronáutica no Brasil, o que ocorreu em 20.01.1941. Pioneiro do Correio Aéreo Militar.

Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França, bem como em CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS(O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA), de Luis Gomes Palacin e ainda em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros da Silva, bem como em HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa.

Faleceu no Rio de Janeiro, em 21.05.1957. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. No Governo Goiano, de Irapuan Costa Júnior, em 1978, todos os seus livros sobre o Rio Tocantins, foram reeditados, em primorosa edição.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 29, cujo Titular é José Gomes Sobrinho, também já falecido(2004). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

O Governo de Siqueira Campos, em 2002, fez as reedições dos dois livros, sob a Coordenação do escritor Alexandre Acâmpora. Do “ROTEIRO DO TOCANTINS” foi feita a 4ª Edição e do “O RIO DOS TOCANTINS” foi elaborada a 2ª Edição. A cessão dos direitos autorais dos livros foi concedida a Alexandre Acâmpora pelos parentes Silas Rodrigues e Junia Rodrigues. O Brigadeiro Lysias Augusto Rodrigues faleceu no Rio de Janeiro, em 21.05.1957.

Além da homenagem que lhe foi prestada em Pedro Afonso, Tocantins, com o nome da principal Praça, o Aeroporto Internacional de Palmas também recebeu o seu nome. Consta também que outras cidades ao longo do Rio Tocantins lhe prestaram homenagem.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 29

JOSÉ GOMES SOBRINHO (ZÉ GOMES), de Garanhuns, Pernambuco, 08.11.1935, escreveu, entre outros, “CONSIDERAÇÕES EM DÓ FURTIVO MAIOR”(POESIA), com posfácio de José Sebastião Pinheiro, “FIO DE PRUMO”(POEMAS), este com prefácio de Marcus Acciolly, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Luiz Melchiades Gomes e Maria José Melo, tinha sete irmãos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.

Na verdade, com 12 anos de idade, fugiu para São Paulo. Na primeira fuga, o pai trouxe de volta. Na segunda, “deixou pra lá”. Tornou-se “entregador de jornal”. Mas foi também aeroviário, além de funcionário da Petrobrás, por pouco tempo.

Nunca apresentou o seu CURRICULUM VITAE completo, de forma oficial, inclusive para a Academia. Apresentou sempre através de um longo poema, sem os dados pertinentes de Curriculum. Sem dizer onde, quando e em que escola, dizia-se formado em Geofísica. Era muito mais um autodidata. Tinha noções de tudo. Dominava a Física, a Matemática e a Química. Era excelente na Música, no Teatro e na Poesia.

Em 1956, em Propriá, Sergipe, casou-se com Gilda Torres, com quem teve sete filhos. Durante muito tempo residiu em Araguaína, Goiás, hoje Tocantins. Viveu em Miracema, quando Capital provisória do Estado. Também conhecido com o pseudônimo de José-Melchiades.

Mudou-se, posteriormente, para Palmas(1989), Capital do Tocantins, onde desenvolve múltiplas atividades. Jornalista, Teatrólogo, Musicólogo. Desenhista, Professor, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural, Ativista, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.

Membro da Associação Tocantinense de Imprensa, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, do Conselho Estadual de Educação, além de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 29 que tem como Patrono Lysias Augusto Rodrigues, o famoso Piloto Militar, autor do livro ROTEIRO DO TOCANTINS.

Para esta Cadeira 29, José Gomes não foi eleito, mas indicado pela Assembléia da ATL, tendo tomado posse no dia 22.06.1996, na cidade de Pium, ao lado do confrade Eduardo Almeida, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Foi Presidente do Conselho Estadual de Cultura do Tocantins e Presidente do Fórum Nacional de Conselheiros Estaduais de Cultura. Membro da Academia Palmense de Letras, da Academia de Letras de Garanhuns e Academia Gurupiense de Letras. Tem o seu nome a Biblioteca do SESC, de Palmas, inaugurada em 2000.

Quanto a Zé Gomes, faz-se presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Atualmente(1998), é Assessor Parlamentar e Relações Públicas da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins.

Seu filho, Eduardo Gomes, vereador em Palmas, escreveu o livro “ASAS E OUTRAS PROVIDÊNCIAS” e foi eleito, posteriormente, Deputado Federal.

Zé Gomes é estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Faleceu em Palmas, Tocantins, com 69 anos de idade, no dia 05.05.2004, onde também foi sepultado.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

Sobre ele, diz Juarez Moreira Filho, em seu livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS: “Aprendeu as primeiras letras em sua cidade natal, mas foi por excelência UM AUTODIDATA... Escreveu vários artigos e poemas em revistas e jornais especializados. Deixou inúmeros poemas prontos para serem editados”.

Por imposição sua, ao ser indicado para a Cadeira 29, em 1996, exigiu que o Patrono da dita Cadeira fosse Lysias Augusto Rodrigues que já era Patrono da Cadeira 7, desde a fundação da Academia, cinco anos antes. Portanto, 5 anos depois de fundada a Academia, Lysias foi transportado da Cadeira 7, para Patrono da Cadeira 29, em 1996, o que também foi um erro lamentável.

Não havia razão para transportá-lo da Cadeira 7, para a Cadeira 29, mesmo por que outros nomes poderiam ter sido homenageados, tais como, estre outros, Bernardo Sayão e Juscelino Kubsticheck(o primeiro, por ter construído a Rodovia Belém/Brasília, o segundo, por ter autorizado a sua construção).

Perguntar-se-á: Quem ficou como Patrono da Cadeira 07? Francisco de Brito que tomou posse na Cadeira 07, no lugar de João Rocha, terminou sendo Patrono desta Cadeira, o que foi um erro. Como já tinha Francisco de Brito tomado posse, em Goiânia, no dia 31 de agosto de 1994, deveria ter permanecido como PRIMEIRO TITULAR e não como Patrono.

Antes de sua morte, José Gomes Sobrinho publicou o livro de poemas FIO DE PRUMO, com prefácio de Marcos Accioly, lançado em noite festiva no salão do Ahãndu Eventos, na cidade de Palmas. Com a morte do autor e, em sua homenagem, este livro terminou sendo adotado para o Vestibular da Universidade Federal do Tocantins, no ano de 2005.

A vaga de José Gomes Sobrinho, na Cadeira 29 da Academia Tocantinense de Letras, que tem como Patrono Lysias Augusto Rodrigues, está sendo disputada(dezembro de 2004) pelos escritores OSMAR CASAGRANDE e MANOEL ODIR ROCHA. Terminou sendo eleito em 28.01.2005, o escritor Odir Rocha que tomou posse no dia 08.04.2005, no auditório da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins.





SEGUNDO TITULAR
DA CADEIRA 29


ODIR ROCHA(MANOEL ODIR ROCHA), de Araguari, Minas Gerais, 12.02.1941, escreveu, entre outros, “DO AMOR À TERRA”(POEMAS-2002), com observações de Fidêncio Bogo e José Sebastião Pinheiro, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho do maranhense Elias de Araújo Rocha e da paulista Rosa Rodrigues Rocha. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o primário e iniciou o segundo grau em Goiânia, terminando-o em Curitiba, Paraná. Casou-se com a nissei paranaense Dirce Noda Rocha, com quem teve as filhas Valéria(universitária), Mônica(Médica) e Juliana(Odontóloga). Formou-se Médico, pela Faculdade de Ciências Médica, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Cursou também Sociologia e Administração Pública.

Mudou-se para o Norte de Goiás, estabelecendo-se em Colinas, onde, em 1971, com a ajuda do então Vereador Siqueira Campos, montou um pequeno hospital às margens da Rodovia Belém/Brasilia. Durante cinco anos foi também Professor. Exerceu a medicina até 1988.

Com o advento do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, tornou-se Prefeito Municipal da cidade de Colinas do Tocantins. Mudou-se para Palmas, tendo sido secretário municipal de Ação Social e Habitação, no governo do primeiro prefeito eleito Eduardo Siqueira Campos.

Em 1994, foi Suplente de Deputado Federal tendo exercido o cargo por alguns dias, em 1995, quando retornou à Capital como Secretário Estadual da Administração e depois Secretário Extraordinário para Assuntos Metropolitanos. Eleito Prefeito de Palmas, em 1996.

Com o fim do mandato, foi nomeado Presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Tocantins. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Médico, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Participante de diferentes antologias de poesia e prosa. Membro da Academia Palmense de Letras, Cadeira 12, tendo como Patrono o médico tocantinense dr. Francisco Ayres da Silva.

Vinculado ao Projeto Tocantins História Viva, da Fundação Cultural do Estado do Tocantins. Detentor de muitas medalhas e honrarias, entre as quais, Ordem do Mérito do Tocantins e Medalha Jaime Câmara, da Academia Tocantinense de Letras, Cidadão Palmense, Cidadão de Presidente Kennedy, Cidadão Pioneiro de Colinas, Honoris Causa, pela Comarca de Araguaina, etc.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

No dia 01.01.2005, tornou-se Secretário Municipal de Cultura de Palmas, no governo petista do novo Prefeito Raul Filho. No dia 28.01.2005, concorrendo com Osmar Casagrande que teve 07 votos, foi eleito, com 24 votos, membro da Academia Tocantinense de Letras, devendo tomar posse em 08 de abril de 2005, no auditório da Assembléia Legislativa, na Cadeira 29, antes ocupada por José Gomes Sobrinho, tendo como Patrono Lysias Augusto Rodrigues.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 30

GIL VILLANOVA (FREI). de Marselha, França, 25.12.1851, escreveu, entre outros, “EM BUSCA DOS INDIOS”, sem dados biográficos pessoais. Seu nome verdadeiro era Júlio Vilanova. Filho de Mateus Vilanova e Carolina Vilanova. Estudou no Pensionato Sagrado Coração e no Colégio Liceu de Marselha, em 1864. Matriculou-se na Faculdade de Direito de Aix, em 1870, com 19 anos de idade.

Já Bacharel em Direito, resolveu entrar na Ordem dos Dominicanos, em 1875, recebendo o nome de EGÍDIUS e depois, já no Brasil, de Frei Gil. Tornou-se Padre aos 28 anos de idade, em 13.05.1879. Nos anos seguintes, esteve no Convento de Santo Estevão, em Salamanca, Espanha, onde foi professor de Teologia Dogmática.

Embarcou para o Brasil em setembro de 1887, no navio NIGER, descendo no Rio de Janeiro. Quando chegou em Uberaba, Minas Gerais, por volta de 1888, a cidade tinha cinco mil habitantes. Foi enviado para Goiás Velho, de onde deveria partir em busca dos indios. Tentou fazer contato com os CAIAPÓS no Alto Araguaia, mas sem sucesso.

Em 1890, com 39 anos, foi designado para Porto Nacional, recebendo o título de vigário. Em 1891, no dia 07 de maio, celebra missa, lançando a pedra fundamental da Igreja Nossa Senhora das Mercês, na antiga Porto Real. Dirigiu o Convento de Porto Nacional, em substituição ao Frei Gabriel, até 1894. Em 1892, em virtude de uma briga política entre o Partido Conservador e o Partido Liberal, representados pelo Coronel Perna e o Coronel Leitão, teve de sair fugido de São João da Boa Vista, hoje Tocantinópolis.

Tornou-se o maior catequista dos indios do Araguaia, inclusive na Ilha do Bananal e Santa Maria do Araguaia, hoje Araguacema. No dia 14 de abril de 1897, fundou a vila, hoje cidade de Conceição do Araguaia, no Pará, em homenagem à Nossa Senhora da Conceição, local escolhido por sugestão do seu conterrâneo, naturalista francês Henri Coudreau que percorria o Norte de Goiás naquela ocasião.

Em março de 1905, dentro de um barco rústico, na confluência do Rio Araguaia com o Rio Tocantins, faleceu o Frei Gil Villanova, vítima de muita febre(amarela), com 54 anos de idade.

Sobre a sua morte, escreveu José Maria Audrin, em seu livro ENTRE SERTANEJOS E INDIOS DO NORTE(Rio de Janeiro, Agir, 1946, p.84): “Resolveu baixar a Belém do Pará à procura de melhores tratamentos. Era tarde demais. A 4 de março de 1905, entregou sua alma ao Criador. Expirou entre os braços de Frei Francisco Bigorre, no toldo rústico do Batelão São Domingos, um pouco abaixo da confluência do Tocantins com o Araguaia, e na hora em que o barco saltava as tremendas Cachoeiras da Itaboca”. Tornou-se conhecido como o “APÓSTOLO DO ARAGUAIA”.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 30, cujo Titular é Eduardo Silva de Almeida. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 30

EDUARDO SILVA DE ALMEIDA, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 01.06.1938, escreveu, entre outros, QUIMICA, dentro da coleção IPU, LIVRO DO MÊS 1(Porto Alegre, 1970). Publicou também QUIMICA, dentro da coleção IPU, LIVRO DO MÊS 10(Porto Alegre, 1971).
Filho de José de Almeida e Regina Silva de Almeida. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Fez o primário no Grupo Escolar Duque de Caxias, de Porto Alegre, RS, em 1950. Terminou o ginásio e o cientifico no Colégio Estadual Julio de Castilho, de Porto Alegre, RS, respectivamente em 1954 e 1957.
Concluiu o curso superior de Química e Didática, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1961, com 23 anos.
Fez o CPOR-PA, Oficial de Engenharia, em Porto Alegre, em 1960. Análise Matemática, no Instituto de Matemática, da UFRGS, em 1960.
Especializou-se em Química, pela SEC, do RGS, em 1962. Especialização de Instrumental de Gemologia, na ABG, 1965.
Foi aluno Assistente do Instituto Tecnológico do RGS, Porto Alegre, 1958. Foi aluno Bolsista do Instituto de Matemática do RGS, Porto Alegre, 1960. Fez Iniciação Cientifica, no CNPq, Porto Alegre, 1961.
Fez Analises Instrumentais, USAID, San Juan, Porto Rico, 1972. Fez Técnicas Analíticas, CIDA, Otawa, Toronto, Canadá, 1974. Foi professor de Química do Colégio de Aplicação da FFUFRGS, Porto Alegre, 1961. Foi professor de Química, do Colégio Concórdia, do Colégio Israelita, do Colégio Emilio Meyer, do Colégio São Pedro, do Colégio Farroupilha, do Colégio Julio de Castilho, do Curso Pré-Vestibular do Centro Acadêmico Franklin Delano Roosevelt, da FFUFRGS, do Curso Pré-Vestibular do Instituto Pré-Universitário(IPU), Porto Alegre, 1970.
Em 1971, com 33 anos, tornou-se funcionário do Departamento Nacional da Produção Mineral(DNPM), em Porto Alegre, com o cargo de Químico, na função Chefe de Laboratório.
Em 1973, transferiu-se para a Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais(CPRM), de Goiânia, com o cargo de Quimico, na função de Chefe do Laboratório Central de Analises Minerais(LAMIN) até 1985. Trabalhou como Químico na SECLAB(GO) e na SUREG(GO).
Produziu dezenas de trabalhos técnicos na área de Analise Matemática, Geoquímica e Analises Químicas, juntamente com os professores E. B. Cossi, E. F. Gavronski e R. Lowatzki. Participou de dezenas de Congressos e Seminários, entre os quais, Primeiro Seminário Brasileiro de Responsabilidade Civil, da OAB e Instituto dos Advogados de Goiás, 1980.
Em 1982, com 44 anos de idade, concluiu o curso de Direito, na Universidade Federal de Goiás. Fez dezenas de cursos de especialização, tanto na área de Química, quanto na área de Direito. Proferiu palestras e conferencias em diferentes lugares e instituições, entre as quais, Primeiro Ciclo de Exposições, Brasília, 1975. Pertence a varias Associações Cientificas, dentre outras, Society for Applied Spectroscopy, USA, Sociedade Brasileira de Geoquímica, etc.
Em 1987, com 49 anos de idade, fez concurso para o Ministério Público Goiano, tornando-se Promotor de Justiça de Araguacema, antigo Norte de Goiás.
Com a criação do novo Estado, optou pelo Estado do Tocantins, fazendo-se o Primeiro Promotor de Justiça de Terceira Entrância da Comarca da Capital, em Miracema e depois Palmas.
Em 30.01.1990, com 52 anos, foi promovido a Procurador de Justiça, sendo o primeiro nomeado e empossado em Palmas.
Em 1995, com 57 anos, foi eleito pelo Colégio de Procuradores, Corregedor-Geral do Ministério Publico do Tocantins. Em 30.10.1997, com 59 anos, aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado do Tocantins.
É o atual Presidente da Academia Tocantinense de Letras. Titular da Cadeira 30, cujo Patrono é o Frei Gil Villanova(Marselha, França, 25.12.1851- Rio Araguaia, 04.03.1905). Para esta cadeira não foi eleito, mas indicado pela Assembléia Geral da ATL, tendo tomado posse no dia 22.06.1996, na cidade de PIUM, Tocantins, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho, mesmo dia em que também se empossara o confrade José Gomes Sobrinho.
Foi candidato a Vereador em Palmas, pelo PT.
Fora da política, tornou-se em 2003, com 65 anos, aluno do curso de LETRAS, do CEULP-ULBRA(Universidade Luterana do Brasil).
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(Goiânia, Kelps, 2011), de Mario Ribeiro Martins, bem como em RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS(Goiânia, Kelps, 2011), de Mario Martins.
De seu casamento com Suzana Camboim Silva de Almeida(26.07.1939) teve Paula Camboim Silva de Almeida(08.04.1964), Claudia Camboim Silva de Almeida(29.04.1965), Rogério Camboim Silva de Almeida(02.04.1971), Clarissa Camboim Silva de Almeida(06.09.1980).
De seu casamento com Maria Elisia Porto(06.05.1950), nasceu Fernanda Porto de Almeida(04.03.1988).
De seu relacionamento com Joelda Barbosa Costa nasceu sua filha Maria Eduarda Barbosa Costa de Almeida(19.04.1998). Atualmente(2011), com 73 anos, é casado com Mauricélia(Maura), com quem não tem filhos.




PATRONO DA
CADEIRA 31

JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES (COUTO DE MAGALHÃES), Mineiro, de Diamantina, 01.11.l837, escreveu, entre outros, "VIAGEM AO RIO ARAGUAIA"(1863), "OS GOIANASES" (CONTOS-1860), "O SELVAGEM"(sua obra prima-1882).

Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou em 1857, com 20 anos.

Foi Governador da Província de Goiás e seu Presidente durante um ano, em 1863. Voltado para a navegação do Rio Araguaia, fez estudos especiais na Ilha do Bananal, hoje no Estado do Tocantins, mantendo contato com os indios Karajás, nas aldeias de Santa Isabel, Tutemã, etc, onde, inclusive, fundou escolas para indios.

Entusiasmado com a navegação do Rio Araguaia, mandou desarmar um barco a vapor, no Mato Grosso e o transportou, por terra, em 14 carros de boi até Leopoldina(Aruanã), onde começou a navegar no dia 29.05.1868. Era mais uma tentativa de navegação comercial pelo Rio Araguaia.

A primeira tentativa tinha sido feita em 1848 e é descrita por Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 22, da seguinte forma: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio-com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade de Navegação, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, com 28 anos e Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”. A Sociedade de Navegação do Araguaia tinha sido fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO).

Quanto a Couto Magalhães, era Militar Honorário do Exército Brasileiro. Conselheiro de Estado. Deputado Geral por Goiás. Criou a Caixa Econômica de Goiás (CAIXEGO).

Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Matemático.

Presidiu também as Províncias do Pará, Mato Grosso e São Paulo. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 01, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira, sendo Titular Venerando de Freitas Borges, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira, além de todos os outros livros que tratam da história política, social e econômica de Goiás.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 31, cujo Titular é Marco Anthony Steveson Vilas Boas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Diamantina, Minas Gerais, a 01 de novembro de 1837, e morreu no Rio de Janeiro a 14/9/1898.

Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Fez o curso elementar no Seminário de Mariana e depois no Seminário Caraça, ambos em Minas Gerais, no ano de 1848. Cursou a Faculdade de Direito de São Paulo, em 1857, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais.

No Mosteiro de São Bento, em 1860, foi Professor de Filosofia, do futuro Presidente da República, Prudente de Morais.

Em 1862, assumiu o governo de Goiás com duas idéias fixas: a navegação do rio Araguaia e a construção de uma outra cidade para capital do Estado, já que a antiga Vila Boa era decadente e sem condições.

O bairrismo dos habitantes mais conservadores da cidade de Goiás o fez mudar de idéia e renunciar ao cargo, indo para Minas Gerais onde foi nomeado governador. Sem aceitar a indicação, foi transferido para Belém, onde se fez governador do Pará, em 1864.

Quando Governador da Província de Goiás, fundou o Colégio Santa Isabel, onde estudavam indios xavantes, gorotirés, caiapós, carajás, tapirapés e guajajaras.

Em 1865, organizou três corpos de voluntários para lutar na guerra contra o Paraguai. Em 1866, deixou o governo paraense a fim de ser governador de Mato Grosso.

Voltou a Goiás para ser eleito deputado geral em 1866. Era Deputado Geral por Goiás quando tentou mais uma vez em Leopoldina(Aruanã), em 1868, a navegação comercial pelo Rio Araguaia, conforme acima descrito. Sofrendo de impaludismo e debilitado, partiu para o Rio de Janeiro, em 1871. Devidamente curado, assumiu alguns anos depois, a Província de São Paulo.

Deixou inúmeros escritos, entre eles, “Um Episódio da História Pátria”(1862), “Dezoito Mil Milhas do Brasil”(1872), “Ensaios de Antropologia” (1874), “Memórias sobre Colônias Militares”(1875), “O Selvagem”(1876) “Anchieta e as Linguas Indígenas”(1877), “Gramática da Lingua Tupi”.

Em 1889, quando o império de Dom Pedro estava caindo, assumiu a Presidência da Província de São Paulo, ficando no cargo até o dia da proclamação da República. Era militar honorífico do Exército Brasileiro.

Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 14 de setembro de 1898.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 35, cujo titular é Marco Villas Boas. Patrono da Cadeira nº 1 da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira e de que foi titular Venerando de Freitas Borges, sendo hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.

Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro. Este Instituto tinha sido fundado por Dom Pedro II, em 1838.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br







FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 31

MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS BOAS, de Uberaba, Minas Gerais, 22.05.1962, escreveu, entre outros, “PRISÃO TEMPORÁRIA”, este, com apresentação do hoje Desembargador Paulo Maria Teles Antunes, “LEI ORGÂNICA DO JUDICIÁRIO DO ESTADO DO TOCANTINS”(COMENTADA E COMPARADA), todos em co-autoria com o Desembargador José Liberato Costa Póvoa. Editou também “MANUAL DE INFORMÁTICA FORENSE”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. JUIZ DE DIREITO.

Filho de Antonio Villas Boas e Marlene Bessim Villas Boas. De tradicional família mineira, cursou o primário e o ginásio no Colégio Americano do Brasil, em Formosa, interior goiano, em 1972. Após estudar no Colégio Planalto de Formosa, concluiu o secundário, em 1980, no Colégio Diocesano dos Irmãos Maristas, em Uberaba, Minas, iniciando o curso de Direito na Universidade de Uberaba, de onde se transferiu logo depois.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, do Centro Universitário de Brasília(CEUB), em 1986. Neste período, fez curso de Artes Plásticas, com os professores Marcos Jamal e Nádia Barbosa. Advogado, por muito tempo, na cidade goiana de Formosa. Em 1989, por concurso público, tornou-se Juiz de Direito do Estado do Tocantins, tendo servido em Dianópolis e Colméia.

Casou-se com Mônica Nunes da Mata Villas Boas, de tradicional família de Angical, na Bahia, com ramificação em Dianópolis, Tocantins. Ela, neta de João Nunes da Mata e sobrinha de Elpídio Nunes da Mata, antigo Prefeito de Barreiras, na Bahia, bem como parente do ilustre Professor Alípio Nunes da Mata. Ele, Juiz de Direito em Porto Nacional e, posteriormente, em Palmas, no Estado do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Escritor, Ensaista, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Membro da Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins(ASMETO), além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 31, cujo Patrono é José Vieira Couto de Magalhães. Para esta Cadeira, foi eleito e tomou posse no dia 15.08.1997, na cidade de Palmas, no Auditório do Tribunal de Justiça, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Articulista de Revistas e Jornais especializados, dentre outros, LIÇÕES CRÍTICAS DE DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Está também vinculado ao Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, como JUIZ MEMBRO. Nos anos seguintes, foi Juiz Corregedor do Judiciário Tocantinense.

Como exímio Artista Plástico, suas telas e pinturas estão expostas na Rede Mundial de Computadores, via INTERNET, no seguinte endereço: www.terravista.pt/ancora/7750

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Recentemente(2001), foi promovido ao cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins, sendo hoje(2004), seu Presidente, sucedendo ao antigo Presidente, Luiz Aparecido Gadotti. Ultimamente(2005), passou a Presidência do Tribunal para a Desembargadora Dalva Delfino Magalhães, que foi eleita, em meio a uma briga entre seus pares, visto que o Desembargador Amado Cilton Rosa que se achava com o direito de ser candidato, foi impedido de sê-lo pelo Presidencia do Tribunal.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Foi Vice-Presidente da Academia Tocantinense de Letras.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 32

EGISTO BREVIGLIERI(PADRE EGISTO), de Virgílio, Província de Mantova, Itália, 25.09.1914, escreveu, entre outros, “A VIDA DE DOM ORIONE”, sem dados biográficos pessoais.

Filho de Mauro Breviglieri e de Lucchini Ceva. Após os estudos primários, concluiu o curso ginasial entre 1933 e 36. Entrou para a Congregação de Dom Orione, vinculando-se à Pequena Obra da Divina Providência, em 05 de janeiro de 1934, quando tinha 20 anos de idade.

Fez o curso de Filosofia entre 1937 e 39. Entre os anos de 1940 e 44, terminou o curso de Teologia. Em Gênova, na Itália, no dia 29 de maio de 1942, recebeu a tonsura e no dia 03 de dezembro de 1943, foi ordenado Sacerdote.

Depois de exercer o ofício de padre no interior da Itália, veio para o Brasil em 31 de julho de 1952. Estabeleceu-se em Tocantinópolis, Norte de Goiás, hoje Tocantins, onde foi Fundador e Diretor do Colégio Dom Orione, a partir de 1952, outrora chamado Ginásio do Norte Goiano.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Idealista, Visionário, Intelectual. Espiritualista, Produtor Cultural, Orador. Conferencista, Pregador, Poliglota. Além de Padre, era também Professor de Latim, Inglês e Francês. É biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Tinha 44(quarenta e quatro) anos de idade, quando faleceu no Instituto Nacional do Câncer, no Rio de Janeiro, no dia 19 de março de 1958. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 32, cujo titular é Boleslaw Daroszewski Junior(Bolecho) que tomou posse em Araguatins, Tocantins, no dia 17.08.1997.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br






FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 32

BOLESLAW DAROSZEWSKI JÚNIOR (BOLECHO), de Araguatins, Goiás, hoje Tocantins, 20.07.1958, escreveu, entre outros, "ARABARCOS"(POESIAS-2001), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto publicado, com prefácio de José Gomes Sobrinho(Zé Gomes).

Filho de Boleslaw Daroszewski e Marineth Galvão Daroszewski. Seu pai Boleslaw é primo do Papa João Paulo II, falecido no dia 02.04.2005, no Vaticano, em Roma, na Itália. Boleslaw, o pai, veio para o Brasil em 1946, com 27 anos de idade, estabelecendo-se, primeiro em Pernambuco até 1956 e depois em Araguatins, onde ainda hoje(2005) é proprietário de um Hotel. Quanto ao filho(Boleslaw Júnior), reside em Araguatins, Goiás, hoje Tocantins, onde é também Engenheiro Civil, formado em 1985, pela Universidade Católica de Goiás. Na Universidade Federal de Goiás, em 1987, especializou-se em Engenharia de Estruturas.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa.

Membro da Associação Tocantinense de Escritores, além de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Com o passar do tempo, em 1996, tornou-se Prefeito Municipal de Araguatins. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, em 1995.

Foi eleito para a Academia Tocantinense, Cadeira 32, tendo como Patrono o Frei Egisto Breviglieri, tendo tomado posse no dia 17.08.1997, na cidade de Araguatins, Tocantins, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. A solenidade de posse foi presidida pela Acadêmica Nícia Vieira Araújo.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 33

AMÁLIA HERMANO TEIXEIRA, de Natividade, Goiás, hoje Tocantins, 23.09.l9l6, escreveu, entre outros, "O CURIOSO CASO DA ESCOLA NORMAL OFICIAL- A HISTÓRIA DE UMA INJUSTIÇA"(1946), "REENCONTRO" (HISTÓRIA DOS FORMANDOS DO LICEU DE GOIÁS-1981). Publicou também “DOIS ANOS SEM MAXIMIANO”(1986) e “PERFIS” (BIOGRAFIAS-1993).

Filha de Manoel José Hermano e Archangela Pereira Hermano. Docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.

Professora, Advogada, Jornalista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Cronista.

Exposta nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Como representante da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás esteve presente na Sessão Solene de instalação da Academia Tocantinense de Letras, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, vindo a falecer apenas alguns dias depois, em 28.04.1991, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Conforme a Ata, recebeu naquela noite, o título de Membro Correspondente da Academia. Posteriormente, foi escolhida como Patrona da Cadeira 33.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Natividade, Goiás, hoje Tocantins, a 23 de setembro de 1916. Filha de Manoel José Hermano e Archângela Pereira Hermano. Estudos primários com Mestre Cazuza, em Itaberaí, e no Grupo Escolar da Cidade de Goiás.

Preparatórios para admissão ao ginásio com o professor Alcides Celso Ramos Jubé. Curso secundário no Lyceu de Goyaz (1930 - 1934). Diplomada pela Escola Normal Oficial do Estado (1935). Curso na Universidade Rural do Rio de Janeiro (1936).

Funcionária do Departamento Estadual de Propaganda e Expansão Econômica(1937). Casa-se (1937) com o então advogado Maximiano da Matta Teixeira, depois Juiz de Direito e Desembargador.

Professora Catedrática da Escola Normal Oficial do Estado de Goiás, depois Instituto de Educação de Goiás (1938 a 1963). Diplomada em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Goiás, turma de 1944.

Secretária(1945) e Diretora (1946) da Imprensa Oficial do Estado. Chefe do Serviço de Clubes Agrícolas Escolares do Estado (1950).

Membro do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de Goiás, e sua 2ª e 1ª Secretária (1951 - 1958). Secretária da Revista Goiana de Jurisprudência e Legislação.

Aposentada como Catedrática do Instituto de Educação de Goiás(I.E.G), em 1963. Professora de História da Universidade Federal de Goiás (1962 - 1964 e a partir de 1980. Colaboradora Especial da Grande Enciclopédia Delta Larousse.

Membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores, Secção de Goiás. Membro da Sociedade Botânica do Brasil. Presidente da Sociedade Goiana de Orquidófilos.

Seu livro “O CURIOSO CASO DA ESCOLA NORMAL OFICIAL-A HISTÓRIA DE UMA INJUSTIÇA” trata de uma disputa administrativa e de poder entre ela(Amália Hermano) e a professora carioca Ofélia Sócrates do Nascimento Monteiro, pelo comando da Escola Normal de Goiânia, contenda esta que terminou no Tribunal de Justiça de Goiás.

Faleceu em Goiânia, no dia 28.04.1991, deixando um extraordinário patrimônio cultural. Sua casa chegou a ser cogitada pelo Governo de Goiás para ser a SEDE da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. A Academia, no entanto, não aceitou a oferta em virtude da falta de espaço para se fazer um auditório.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 33, cujo Titular é Orimar de Bastos.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 33

ORIMAR DE BASTOS, Goiano, de Goiás Velho, 30.04.1937, escreveu, entre outros, “O MILAGREIRO”(CONTOS E CRÔNICAS-1997), com prefácio de Modesto Gomes, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho de Oriçanga Santomé de Bastos e Maria de Bastos. Com 1 ano de idade, em 1938, mudou-se para Goiânia, onde fez todos os estudos, passando pelo Grupo Escolar Pedro Ludovico, Colégio Santa Clara e Liceu de Goiás.

Antigo jornalista do DIÁRIO DA TARDE, jornal dirigido por Nelson Siqueira e fundado por Lisandro Vieira da Paixão. Trabalhou também no jornal FOLHA DE GOYAZ. Foi Funcionário Público Municipal da Prefeitura de Goiânia.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1960, tornou-se Advogado, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Ex-Promotor de Justiça. Juiz de Direito Aposentado, em 1980. Tornou-se famoso por prolatar Sentença Absolutória, em favor de determinado acusado, com base numa carta psicografada por Chico Xavier, o que lhe valeu manchetes de jornais e revistas do Brasil e do exterior.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Atualmente, Advogado Militante, nos Estados de Goiás e Tocantins. Quando da criação do Estado do Tocantins, em 05.10.1988, tornou-se Advogado da UNIÃO DO TOCANTINS, vinculado ao Governador Siqueira Campos, bem como Assessor da Assembléia Legislativa.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 33, cuja Patrona é Amália Hermano Teixeira. Para esta Cadeira foi eleito e tomou posse, no dia 30.04.1999, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 34

MANOEL DE SOUZA LIMA(PROFESSOR SABÓIA), de Imperatriz, Maranhão, 15.08.1889, escreveu, entre outros, "SETE LAGOAS OU IGAPÓ SEIÉ", em l927, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escreveu também “TUPINAMBÁ”(1931). Sua obra póstuma “OUTONO”(1993), foi prefaciada por Manoel Messias Tavares e publicada 51 anos depois de sua morte.

Filho de Felipe de Souza Lima e Antonia Sabóia Lima. Ainda muito jovem, mudou-se para Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), onde se casou com Balbina Leite, com quem teve vários filhos. Ainda jovem, foi convidado pelo Prefeito Manoel Gomes da Cunha para trabalhar na Prefeitura Municipal de Tocantinópolis. Chegou a estudar em São Luis, Maranhão, onde se formou como Prático em Farmácia, pelo Serviço Sanitário do Estado do Maranhão.

Durante alguns anos, foi professor do Liceu de Goiás, na antiga capital, Vila Boa. Conforme alguns autores, inclusive Carlota Carvalho, em O SERTÃO, teria nascido em Grajaú, Maranhão e consoante outros em Goiás Velho, em 1887, o que não tem procedência, mas é explicado pelo fato de ter sido professor durante muito tempo na antiga Capital de Goiás.

Ao alcançar certa idade e em virtude de problemas de saúde, retornou definitivamente para Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, onde se tornou o PRIMEIRO PROFESSOR, tendo fundado uma Escola em sua própria casa, tornando-se conhecido como PROFESSOR SABOIA.

Membro da Academia dos Novos em São Luiz do Maranhão. Escritor, Ensaísta, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Administrador, Ficcionista, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Contista. Indigenista, Romancista, Historiador.

Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas entidades culturais, sociais e de classe de sua época.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de “O SERTÃO”, de Carlota Carvalho, publicado no Rio de Janeiro, em 1924 e para quem, o professor Sabóia teria nascido em Grajaú.

Com a saúde abalada, terminou por falecer com 53 anos de idade, em Tocantinópolis, no dia 10 de julho de 1942. Foi homenageado pela Academia Maranhense de Letras, como patrono de uma das Cadeiras.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 34, cuja Titular é Isabel Dias Neves(Belinha). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br




FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 34

ISABEL DIAS NEVES (BELINHA), de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 31.10.1935, escreveu, entre outros, "FARDO FLORIDO"(POEMAS-1995), “RASAS RAIZES”(CONTOS), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filha de Luiz Neves e Marcelina Dias Neves. Passou a infância e adolescência em sua terra natal, onde estudou no Grupo Escolar Nero Macedo. Deslocou-se para Porto Nacional, tendo estudado no Ginásio Nossa Senhora das Mercês.

Concluiu o curso normal, no Colégio Santa Clara, em Goiânia. Formou-se em Pedagogia, pela Universidade Católica de Goiás. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, bem como da Universidade Católica. Curso de Mestrado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC), na área de Educação.

Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Adminstradora, Educadora, Ficcionista. Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás.

Fez viagens de turismo e culturais por diferentes países, entre os quais, Inglaterra, Holanda, França, Suiça, Bélgica, Espanha e Portugal.

Aposentada da Universidade Federal de Goiás, onde foi docente por muitos anos, passou a viver também em sua terra natal, Tocantinópolis, onde tomou posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, com sede em Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. A posse foi em Tocantinópolis, no dia 25.04.1998.

Acha-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente, no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, no DICIONÁRIO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Atualmente(2000), retornou a Goiânia, onde passou a desenvolver novas atividades profissionais e literárias. Nos anos seguintes, mudou-se para Palmas, no Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 34, cujo Patrono é Manoel de Souza Lima. Para esta Cadeira foi eleita e tomou posse no dia 25.04.1998, em sua terra natal(Tocantinopolis), conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Casou-se com o acadêmico Engenheiro Francisco Mendonça, de quem se separou algum tempo depois. Já havia se mudado para Palmas, onde, no ano de 2004, foi eleita Presidente da ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em substituição ao acadêmico Juarez Moreira Filho.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





PATRONO DA
CADEIRA 35

OSVALDO AYRES DA SILVA(OSWALDO), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 30.11.1905, fundou, entre outros, os jornais “A NÓRMA”(1953), “O PORVIR” e “POLICHINELO”. Filho do Doutor Francisco Ayres da Silva, Médico e Deputado Federal e Angélica Ribeiro Aranha.

Foi Prefeito de Porto Nacional na década de 1940, quando inaugurou a luz elétrica na cidade. O jornal de que era proprietário não defendia a criação do Estado do Tocantins, mas o Território do Tocantins, conforme pregava o Coronel Aviador Lízias Augusto Rodrigues, fundador do Correio Aéreo Nacional na rota do Rio Tocantins.

Começou a escrever, com 14 anos de idade, no jornal fundado pelo seu próprio pai- o NORTE DE GOYAZ.

Em 1937, casou-se com a portuense Zilda Prado, com quem viveu até 1983, quando morreu de infarto, em sua terra natal, no dia 28.07.1983, com 78 anos de idade. Na década de 1950, fundou a União Republicana Portuense(URP), com a finalidade de reativar o projeto de divisão do Estado, no que foi ajudado pelo Juiz Feliciano Machado Braga que assumiu a Comarca de Porto Nacional em 1956. Vereador e Jornalista, fundou, em 1958, a Associação Tocantinense de Imprensa, vinculada à Associação Brasileira de Imprensa(ABI), no Rio de Janeiro.

Farmacêutico, Bioquímico, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Idealista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. É Patrono da Cadeira 35, da Academia Tocantinense de Letras, de que é titular o pesquisador e jornalista de Ouricuri, Pernambuco, hoje tocantinense de coração, Otávio Barros da Silva.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu em Porto Nacional, onde também foi sepultado no dia 28 de julho de 1983.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 35

OTÁVIO BARROS DA SILVA, de Ouricuri, Pernambuco, 20.11.1941, escreveu, entre outros, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”(1997), com apresentação de Antonio Conceição Cunha Filho e Adão Bonfim Bezerra.

Filho do jornalista Francisco Pedro da Silva Netto(Chico Neto) e Maria Generosa de Barros(Dona Maru). Formado em Filosofia, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Pernambuco. Antigo Jornalista do DIÁRIO DE PERNAMBUCO, no Recife.

Em 1988, fundou, juntamente com outros jornalistas, a Associação Tocantinense de Imprensa.(Vale lembrar que em 1958, Osvaldo Ayres da Silva já tinha fundado em Porto Nacional, a Associação Tocantinense de Imprensa, vinculada à Associação Brasileira de Imprensa(ABI), no Rio de Janeiro). Quanto a Otávio Barros é Fundador, Editor e Proprietário do Jornal O ESTADO DO TOCANTINS, em Araguaína, atualmente(2004) editado em Palmas. Fundou também em Palmas, em 1994, o Jornal O ESTADO DO MARANHÃO DO SUL.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Filósofo. Jornalista.

Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Tocantins(1989), do Conselho Estadual de Cultura(1993), da Academia Tocantinense de Letras, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Tocantinense de Imprensa e União Brasileira de Escritores do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos e jornalísticos. Seu livro, contando a história do Tocantins, é o melhor e mais completo trabalho sobre o assunto, digno dos melhores encômios. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras, é titular da Cadeira 35, cujo Patrono é Osvaldo Ayres da Silva. Para esta Cadeira, foi eleito e tomou posse no dia 30.04.1999, em Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Editou também o ANUÁRIO 2000 DO TOCANTINS, com todas as informações das 139 cidades do Estado do Tocantins. Publicou também em 2004, o livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS.

Otávio Barros da Silva nasceu em Ouricuri, Pernambuco, em 20.11.1941, filho do jornalista Francisco Pedro da Silva Netto(Chico Neto) e Maria Generosa de Barros(Dona Maru).

Com 19 anos de idade, em 1960, tornou-se correspondente do jornal DIARIO DE PERNAMBUCO e JORNAL DO COMMERCIO, do Recife, direto de sua terra natal Ouricuri, interior de Pernambuco, onde também iniciou os estudos. Mudou-se para a Capital Pernambucana, com o objetivo de continuar a vida estudantil.

Perseguido pela Revolução de 1964, parou de estudar no Recife e tornou-se JORNALISTA AMBULANTE pelo Brasil, tendo trabalhado, nos seguintes lugares e jornais: O CLARIM(Própria, SE), CORREIO DA LAVOURA(Nova Iguaçu, RJ), MUNICIPIOS EM MARCHA(Osasco, SP), AGORA(São José dos Campos, SP), TRIBUNA DO LESTE(Rondonópolis, MT), CINCO DE MARÇO(Goiânia, GO), O ESTADO(Teresina, PI), O PROGRESSO(Imperatriz, MA).

Com 31 anos de idade, em 1972, mudou-se para Araguaina, então Norte de Goiás, onde fundou em 1973, o jornal TRIBUNA DA AMAZONIA, que se transformou, em 1975, no jornal O ESTADO DO TOCANTINS.

Em 1988, em Araguaina, junto com outros, fundou a Associação de Imprensa do Tocantins. (Vale salientar que, em 1958, o jornalista Osvaldo Ayres da Silva já havia fundado em Porto Nacional, a Associação Tocantinense de Imprensa, vinculada à Associação Brasileira de Imprensa(ABI), no Rio de Janeiro).

Quanto a Otávio Barros, é Membro-fundador do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Tocantins. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura, em 1994. Em 1995, fundou o jornal O ESTADO DO MARANHÃO DO SUL. Pertence à Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 35, tendo como Patrono Osvaldo Ayres da Silva, empossado em Palmas, no dia 30.04.1999.

No ano 2000, recebeu o PREMIO QUALIDADE IMPRENSA, da FIETO(Federação das Industrias do Estado do Tocantins).

Patrono da Primeira Turma de Jornalismo da UNITINS(Universidade do Tocantins), em 2001. Pelo ATO 600, de 04.05.2001, do Governador Siqueira Campos, tornou-se Membro da Comissão do PROJETO TOCANTINS HISTÓRIA VIVA, com a finalidade de aprofundar as pesquisas sobre a História do Tocantins, inclusive nos arquivos de Portugal.

Em 28.12.2002, recebeu do Governo do Estado do Tocantins, a medalha de Honra ao Mérito, no Grau de COMENDADOR. Em 2004, fez o lançamento monumental, com casa cheia, no AHÃDÚ EVENTOS, de seu mais novo livro HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





PATRONO DA
CADEIRA 36

FABRICIO CÉSAR FREIRE, de Butirana, Colinas do Maranhão, 29.03.1893, escreveu, entre outros, “MANIFESTO TOCANTINENSE”, sem dados biográficos. Conforme alguns autores, teria nascido em Feira de Santana ou Vitória da Conquista, o que não tem procedência. Apenas viveu algum tempo nestas duas cidades baianas.

Ficou órfão de pai aos 5 anos de idade, sendo criado pelos avós. Após os estudos primários em sua terra natal, peregrinou por várias partes do Brasil. Nos idos de 1906, quando tinha 13 anos de idade, foi para Manaus, morar com um tio e trabalhar com o primo Agostinho César de Oliveira, dono de Tipografia, estudando no Colégio Anacleto Queiroz, onde foi aluno de Geometria do poeta Maranhão Sobrinho, quando também se tornou Tipógrafo, conforme a página 84, do livro “HOMENAGEM PÓSTUMA À MEMÓRIA DE NELSON MARANHÃO”(1996), da autoria de seu filho Alfredo Maranhão.

Em 1910, foi para o Acre, onde pegou malária. Em 1911, mudou-se para Quixeramobim, no Ceará. Em 1912, foi para São Bento da Lajes, Bahia, matriculando-se na Escola Agrícola. Sem terminar a Escola, mudou-se para Belo Campo, perto de Vitória da Conquista. Em 1914, viveu em Feira de Santana, na Bahia. Em 1915, com 22 anos de idade, fundou o Colégio Pestalozzi, em Vitória da Conquista, Bahia, fechado em 1918, por causa da Gripe Espanhola.

Depois de passar por Gameleira dos Machados, também na Bahia, lecionou no Colégio Figueiredo, de Salvador, Capital baiana.

Voltou para a sua terra natal(Colinas do Maranhão), onde se casou a primeira vez. Passou por Coroatá e radicou-se em Riachão, no Maranhão, onde se tornou Adjunto de Promotor.

Esteve em Balsas e depois em Carolina, no Maranhão. Nesta cidade, entre 1926 e 1930, foi professor do “Colégio Infantil” e fundou, juntamente com o professor José Queiroz, o “INSTITUTO RENASCENÇA”, onde estudaram quase todos os filhos de Nelson Maranhão, entre os quais, Alfredo Maranhão, Carlos, Bernardino, Sofia, Laura, Dionéia, Enóe, Maurina e Lenita.

Em Carolina, em 1927, quando já tinha 34 anos de idade, foi nomeado Escrivão de Coletoria Federal e no dia 10.04.1927, casou-se, pela segunda vez, com Margarida de Oliveira Freire, com quem teve vários filhos. Em 1942, foi nomeado Coletor Federal, indo para Balsas, no Maranhão.

Em 1948, foi transferido para Porto Nacional, onde viveu por muitos anos, até 1982, quanto foi para Goiânia. Aposentou-se em 1963, dedicando-se totalmente ao jornalismo.

Na antiga Porto Real ou Porto Imperial, tornou-se um dos fundadores, ao lado de Osvaldo Ayres da Silva, da Associação Tocantinense de Imprensa, de que também foi Presidente, com sede em Porto Nacional, na década de 1950.

Também professor de vários estabelecimentos de ensino em Porto Nacional, entre os quais, Colégio Estadual e Colégio Sagrado Coração de Jesus, de que também foi Inspetor Federal de Ensino.

Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Idealista. Visionário, Produtor Cultural, Fiscal de Rendas.

Foi um dos redatores, ao lado de João Matos Quinaud, do jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”, do Juiz de Direito de Porto Nacional, Feliciano Machado Braga, no período de 1956 e até 1961, quando este foi promovido para a Terceira Vara Civil da Comarca de Anápolis. Relembre-se que o jornalista Otávio Barros transformou o seu jornal TRIBUNA DA AMAZÔNIA, fundado em 1973, no jornal O ESTADO DO TOCANTINS, em 1975.

Recebeu da Câmara Municipal de Porto Nacional, em 1977, o título de “CIDADÃO PORTUENSE”.

Mudou-se para Goiânia, em 1982. Faleceu na Capital de Goiás, no dia 15.10.1984.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Mencionado nos livros “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa, além de “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho, bem como “HOMENAGEM PÓSTUMA À MEMÓRIA DE NELSON MARANHÃO”, livro organizado pelo seu filho Alfredo Maranhão.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 36, atualmente(2001) ocupada pelo escritor Francisco Mendonça, natural de Paraisópolis(1928), Minas Gerais e que foi o responsável pela mais importante pesquisa sobre a vida de Fabrício César Freire, levantando fatos que não se encontram em livros, mas que foram colocados em seu discurso de posse na Academia.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 36

FRANCISCO MENDONÇA (FRANCISCO LEOPOLDO CARVALHO DE MENDONÇA), de Paraisópolis, Minas Gerais, 06.05.1928, escreveu, entre outros, “AMANHÃ SERÁ OUTRA VIDA”(Mauritânia: a odisséia de um brasileiro), “OPERAÇÃO LAGUNA”(Os brasileiros na guerra do Iraque), “O CIGEMIGA”(Contos), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Walfrido Machado de Mendonça e de Maria de Lourdes Carvalho de Mendonça. Após os estudos primários em sua terra natal, fez os cursos Ginasial e Científico em Juiz de Fora, Minas Gerais. Em 1950, no Rio de Janeiro, formou-se Engenheiro Químico, pela Escola Nacional de Química, da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Em 1957, concluiu o curso de Pós-Graduação, em Engenharia de Saneamento, na Faculdade de Higiene e Saúde Pública, da Universidade de São Paulo. Nos Estados Unidos, em 1963, terminou o Curso de Atualização e Estágio, na Escola de Saúde Pública de Carolina do Norte e na Organização de Consultores de Engenharia, em Chicago.

Em 1967, fez o curso da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG). Iniciou sua vida profissional, como funcionário do antigo Serviço Especial de Saúde Pública(SESP), hoje Fundação Nacional de Saúde(FUNASA), onde atuou por 25 anos. Trabalhou em quase todos os estados brasileiros. Vinculou-se à Firma MENDES JÚNIOR, indo trabalhar na Mauritânia e no Iraque.

Professor da Universidade do Tocantins(UNITINS), entre 1995 e 1999. Mudou-se para Palmas em janeiro de 1993. Foi Consultor Técnico do Governo do Tocantins. Tornou-se proprietário da Firma SAENGE (SANEAMENTO E ENGENHARIA LTDA), em Palmas.

Ganhou diversos prêmios literários, entre os quais, “Prêmio Cidade de Belo Horizonte” e Concurso de Contos, do SESI.

Eleito, tomou posse na Cadeira 36, da Academia Tocantinense de Letras, tendo como Patrono o jornalista Fabrício César Freire. Sua posse se deu no dia 11.10.2002, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Já viúvo, casou-se com a escritora Isabel Dias Neves(Belinha), hoje(2004) Presidente da Academia Tocantinense de Letras, de quem se separou, algum tempo depois.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



PATRONO DA
CADEIRA 37

JOSÉ MARIA AUDRIN (Frei), de Bédarieux, Sul da França, 25.08.1879, escreveu, entre outros, "ENTRE OS SERTANEJOS E ÍNDIOS DO NORTE"(1946), prefácio de Afonso Arinos de Mello Franco, “OS SERTANEJOS QUE EU CONHECI”(1963), com prefácio de Alceu de Amoroso Lima, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. O primeiro livro trata da vida e obra de Dom Domingos Carrerot. O segundo focaliza sua própria vida missionária.

Após os estudos primários em sua terra natal, foi para Toulouse, também na França. Com 17 anos de idade, em 1896, entrou para a Ordem Dominicana. Com 23 anos de idade, em 1902, foi ordenado Sacerdote.

Veio para o Brasil, com 24 anos de idade, em 1903, ao lado do recém-nomeado Bispo de Conceição do Araguaia, no Pará, Dom Domingos Carrerot. Após 18 dias de viagem no navio NÍGER desembarcou no Rio de Janeiro. Até Franca, em São Paulo, viajou de trem de ferro. Seguiu para Uberaba, Minas Gerais, em lombo de burro. Residiu primeiro em Uberaba, com os Dominicanos, durante algum tempo, com a finalidade de aprender noções básicas da língua portuguesa.

Em 1904, seguiu para Goiás Velho, via Araguari, Minas. Da antiga Capital de Goiás, rumou para Conceição do Araguaia, no Pará, de barco, através do Rio Araguaia. Mal havia chegado em Conceição, teve notícia da morte do Frei Gil Villanova, em 04 de março de 1905, dentro de um barco rústico, na confluência do Rio Araguaia com o Rio Tocantins, vítima de febre amarela, com 54 anos de idade.

Sobre a morte do Frei Gil Villanova, escreveu José Maria Audrin, em seu livro ENTRE SERTANEJOS E INDIOS DO NORTE(Rio de Janeiro, Agir, 1946, p.84): “Resolveu baixar a Belém do Pará à procura de melhores tratamentos. Era tarde demais. A 4 de março de 1905, entregou sua alma ao Criador. Expirou entre os braços de Frei Francisco Bigorre, no toldo rústico do Batelão São Domingos, um pouco abaixo da confluência do Tocantins com o Araguaia, e na hora em que o barco saltava as tremendas Cachoeiras da Itaboca”. Tornou-se conhecido como o “APÓSTOLO DO ARAGUAIA”.

Trabalhou José Maria Audrin, em Conceição do Araguaia, posto extremo da Missão Dominicana, até 1921, ao lado de Dom Domingos Carrerot, até que este fosse transferido para o primeiro bispado de Porto Nacional, onde tomou posse em 09.07.1921.

Ainda em Conceição do Araguaia, no Pará, José Maria Audrin fundou, entre outras coisas, uma Biblioteca Popular.

Alguns anos depois, transferiu-se para Porto Nacional, onde ficou aguardando a chegada de seu amigo, o novo Bispo Dom Domingos, tornando-se Diretor do Convento Dominicano de Porto Nacional, de 1921 até 1928. Frei Dominicano na Diocese de Porto Nacional, onde também foi professor do Colégio Sagrado Coração de Jesus, fundado em 1904 e do Seminário Católico Menor São José, fundado em 1922, por ele mesmo ao lado de outros religiosos.

Superior do Convento de Porto Nacional, durante vários anos. Criou a Banda de Música LIRA SANTA TEREZA e o Clube Lítero-Artístico UNIÃO DE MOÇOS CATÓLICOS. Reorganizou a Confraria do Rosário e a Ordem Terceira dos Dominicanos. Em 09 de julho de 1921, rezou a missa de posse do Primeiro Bispo de Porto Nacional, Dom Domingos Carrerot.

Reitor do Seminário Menor São José, em 1922. Em 12 de outubro de 1925, no Convento Dominicano de Porto Nacional, hospedou por sete dias, os Comandantes da “Coluna Prestes”, entre os quais, Paulo Kruger, João Alberto, Miguel Costa, Carlos Prestes, Siqueira Campos, Cordeiro de Faria, Djalma Dutra e Juarez Távora.

Em 1929, retornou a Conceição do Araguaia, no Pará, onde ainda permaneceu por cerca de 10 anos. Nesse período, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

Com mais de 60 anos de idade, em 1940, deslocou-se para os Conventos de Uberaba, São Paulo e Rio de Janeiro. Estava no Convento de Uberaba, quando publicou em 1947, a biografia de Dom Domingos Carrerot, tornando-se também membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sob a Presidência de Colemar Natal e Silva.

Nos anos seguintes, foi para São Paulo e Rio de Janeiro, onde escreveu os livros "ENTRE OS SERTANEJOS E ÍNDIOS DO NORTE"(1946), “OS SERTANEJOS QUE EU CONHECI”(1963). Seu primeiro livro foi publicado pela Editora AGIR, do Rio de Janeiro e o segundo, pela Editora JOSÉ OLYMPIO, também do Rio.

Depois de ter trabalhado durante 48 anos no Brasil, retirou-se para um dos Conventos no Sul da França, em 1952, onde permaneceu até a sua morte, com quase 100 anos de idade, em 1979.

Frei Dominicano, Sertanista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.

Viveu entre os índios do interior de Goiás, hoje Estado do Tocantins, estudando usos e costumes das populações interioranas.

Após trabalhar por mais de quarenta anos no Brasil, faleceu na França, com quase 100 anos de idade, em 1979, em cujo quarto hasteava a bandeira brasileira e falava diariamente a lingua portuguesa.

Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS(O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA), de Luis Gomez Palacin, bem como em diferentes antologias brasileiras.

Acha-se no livro HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Cunha Godinho. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 37, para a qual foi eleito o escritor Mário Ribeiro Martins, empossado no dia 05.04.2002. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br





FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 37



MÁRIO RIBEIRO MARTINS, de Ipupiara, Bahia, 07.08.l943, autor de vários livros, entre os quais, 1) CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1972.

2) SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

3) SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE. Recife: Acácia Publicações, 1973.

4) GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE(Uma Contribuição Biográfica). São Paulo: Imprensa Metodista, 1973.

5) MISCELÂNIA POÉTICA. Recife: Acácia Publicações, 1973.

6) HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL. Recife: Acácia Publicações, 1974.

7) BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO(Co-autoria com Zaqueu Moreira de Oliveira). Recife: Acácia Publicações, 1974.

8) ESBOÇO DE SOCIOLOGIA. Recife: Acácia Publicações, 1974.

9) FILOSOFIA DA CIÊNCIA. Goiânia: Editora Oriente, 1979.

10) GILBERTO FREYRE, EL EX PROTESTANTE. Tradução de Jorge Pinero Marques. Argentina: Libreria Y Editorial, 1980.

11) SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Anápolis: Editora Walt Disney, 1980.

12) PERFIL LITERÁRIO. Rio de Janeiro: Editora Arte Moderna, 1981.

13) LETRAS ANAPOLINAS. Goiânia: Editora O POPULAR, 1984.

14) JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS. Goiânia: Editora O Popular, 1986.

15) ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO. Anápolis: Editora Anapolina, 1987.

16) CADEIRA 15(Perfil Biográfico). Anápolis: Editora Anapolina, 1989.

17) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Anápolis: Fica, 1995.

18) ESCRITORES DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1996.

19) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Rio de Janeiro: Master, 1999.

20) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS. Rio de Janeiro: Master, 2001.

21) CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. Goiânia: Kelps, 2004.

22) RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2005.

23) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2007.

24) DICIONÁRIO GENEALÓGICO DA FAMÍLIA RIBEIRO MARTINS. Goiânia: Kelps, 2007, em co-autoria com Filemon Francisco Martins.

25) MISSIONÁRIOS AMERICANOS E ALGUMAS FIGURAS DO BRASIL EVANGÉLICO. Goiânia: Kelps, 2007.

26) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA EVANGÉLICA DE LETRAS DO BRASIL. Goiânia: Kelps, 2007.

27) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2007.

28) DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GOIÁS. Goiânia: Kelps, 2007.

29. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS E ARTES DE GOIÁS. Goiânia: Kelps, 2008.

30)DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA GOIANIENSE DE LETRAS. Goiânia: Kelps, 2008.

31)A CONSCIÊNCIA DA LIBERDADE E OUTROS TEMAS. Goiânia: Kelps, 2008.

32)MANIFESTO CONTRA O ÓBVIO E OUTROS ASSUNTOS. Goiânia: Kelps, 2009.

33)ENCANTAMENTO DO MUNDO E OUTRAS IDÉIAS. Goiânia: Kelps, 2009.

34)CONFLITO DE GERAÇÕES E OUTRAS PROVOCAÇÕES. Goiânia: Kelps, 2010.

35)RAZÃO DO MEU VIVER E OUTRAS AMENIDADES. Goiânia: Kelps, 2010.

35)DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL(2002), via INTERNET, no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br ou ainda www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

Foi Professor da Faculdade de Direito de Anápolis e da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão. Aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás, em 24.04.1998.

Escritor, Jornalista, Poeta. Historiador, Teólogo, Ensaísta. Memorialista, Professor, Sociólogo. Filósofo, Pesquisador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Conferencista. Pensador, Ativista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.

Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 37, cujo Patrono é o baiano Crispiniano Tavares. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis.

Presidente da FEDERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS DE ANÁPOLIS. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Noticiado no DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, l99l, de Francisco Igreja, no DIRECTORY OF INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS, de Teresinka Pereira, USA, l994. Promotor de Justiça de Anápolis, na década de 1990.

Citado na "FORTUNA CRÍTICA" da ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva e na “FORTUNA CRITICA” da ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Mencionado no livro “SOCIEDADE GOIANA”, de Artur Rezende.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais VENTANIA, de Gabriel Nascente, PLURICANTO, de Joanyr de Oliveira. É bibliografado no DICIONÁRIO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil.

No dia 24 de abril de 1998, aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Nasceu em Ipupiara, Bahia, a 07 de agosto de 1943. Na cidade natal(antigo Jordão ou Fundão de Brotas), aprendeu a ler com a professora Miriam Barreto, na Escola Arthur Ribeiro e com sua tia Almerinda Ribeiro Santos. Filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro Martins, foi criado com a avó Maria Ribeiro dos Santos até os doze anos.
São seus irmãos, Adão Martins Filho, Eunice Ribeiro Martins, Filemon Francisco Martins, Marli Ribeiro Martins, Nina Ribeiro Martins, Gutemberg Ribeiro Martins e Manoel Ribeiro Neto.

Em Morpará, para onde seu pai se mudou, como comerciante e político, concluiu o primário com a “professora Zélia” e a “professora Dona”(Maria Jerônima Magalhães Mariani). Ajudando na Loja de tecidos “A Primavera”, só se preocupava com os livros e a pescaria do Rio São Francisco.

Através da instrumentalidade da missionária batista Zênia Birzniek, sua mãe de criação, passou a estudar em lugares diferentes.

Em 1958, residiu em Xique-Xique, onde estudou por algum tempo, residindo com o Pastor Jonas Borges da Luz.

Foi para Bom Jesus da Lapa, em 1959, tornando-se aluno do Ginásio “Bom Jesus”, dirigido pelo Dr. Antonio Barbosa.

Concluiu, no entanto, o ginásio, no Colégio São Vicente de Paulo, em 1962. Foi orador da turma e pelo primeiro lugar, recebeu “Medalha de Honra” e uma viagem à Salvador acompanhado pelas Freiras Diretoras do Colégio.

Em Bom Jesus da Lapa, viveu com o Pastor Pedro Pereira do Nascimento e sua esposa Esther Ribeiro Nascimento, com o então Coletor Estadual Eliel Barreto e também com Bevenuto Ribeiro, político local, de quem recebeu forte influência, especialmente evangélica, tornando-se ali pregador.

Foi para o Recife, em 1963, matriculando-se no mesmo Colégio em que estudara Gilberto Freyre, o Colégio Americano Batista Gilreath. Trabalhando para se manter no Centro Batista, sob a direção de Mattie Lou Bible, ganhou seu primeiro prêmio literário, o “Prêmio Machado de Assis”, de cuja comissão fazia parte o poeta Marcus Accioly.

Em 1965, terminou o curso Clássico. Como “Carteiro do Colégio”, foi detido por algumas horas, nos Correios e Telégrafos, do centro do Recife, quando da Revolução de Março de 1964, para verificação da pasta onde se encontravam correspondências retiradas da Caixa Postal.

Em 1966, após Exame Psicotécnico com o Dr. J. N. Paternostro, de São Paulo, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, também no Recife.

Dois anos depois, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Tegipió, onde permaneceu até 1974.

Bacharelou-se em Teologia, em 1970, passando a professor de Teologia Bíblica, Cristianismo Ante-Niceno, Teoria do Conhecimento, Filosofia, Sociologia e História do Cristianismo, entre outras, na mesma instituição.

Ainda em 1970, licenciou-se em Filosofia Pura, na Universidade Católica de Pernambuco, onde também fez Licenciatura em Sociologia, tornando-se professor de Pesquisa Social, no Departamento de Ciências Sociais e do qual se afastou no fim de 1974. No mesmo ano, foi professor do Ginásio “Manoel Arão” e do Ginásio e Escola Técnica de Comércio do Moreno.

Casou-se a 17 de janeiro de 1970, em Salvador, com Elenaide dos Santos Martins, com quem tem duas filhas, Nívea Zênia dos Santos Martins(04.10.1971) e Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977).

Em 1972, Bacharelou-se em Ciências Sociais, na Universidade Federal de Pernambuco, passando a professor de Estudo de Problemas Brasileiros, na Universidade Federal Rural de Pernambuco.

Na mesma época, foi professor da Faculdade de Turismo e Comunicação, como também da Escola Superior de Relações Públicas, da qual se desligou, em 1974.

Ainda em 1972, terminou o Mestrado em Teologia, com especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese “ O Radicalismo Batista Brasileiro”, sob a orientação do Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira, hoje(1998), Reitor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife.

Nesse mesmo ano, passou a escrever para “O JORNAL DO COMMERCIO”, sob a orientação de Alberto Cunha Melo. Publicou, no referido ano, seu primeiro livro, “Correntes Imigratórias no Brasil”, através da Acácia Publicações. Iniciou, no “Jornal Batista”, do Rio, uma série de artigos sobre Gilberto Freyre.

Na Espanha, em 1973, especializou-se em Educação Moderna, Sociologia e Administração, em Madrid e Alcalá de Henares. Participou da Conferência Nacional sobre Integración del Minusvalido en la Sociedad e do V Congresso Internacional de Sociologia, em Barcelona. Proferiu palestra no Instituto de Cultura Hispânica, de Madrid.

Seu diploma, assinado por Alfonso de Borbon, lhe foi entregue por Juan Carlos de Borbon, hoje Rei da Espanha. Fez viagens culturais a Portugal, França e Inglaterra. Retornando ao Recife, em 1974, foi eleito Presidente da Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco.

Tornou-se Diretor do Centro de Educação Teológica por Extensão.
Sob o patrocínio do Grande Oriente de Pernambuco e como membro da Loja Cavaleiros da Cruz, fez o curso de “Formação de Veneráveis de Lojas”.

No mesmo ano(1974), passou a escrever para o “DIÁRIO DE PERNAMBUCO”, ao lado de Mauro Mota, Orlando Parahym e outros.

Lançou em São Paulo, em 1973, pela Editora Metodista, seu livro “Gilberto Freyre, o Ex-Protestante”, posteriormente traduzido para o espanhol por Jorge Piñero Marques. Pela Acácia Publicações do Recife, publicou, em 1973, o livro “Miscelânia Poética”.

No mesmo ano, foi também lançado “Sociologia da Comunidade”, o mesmo acontecendo com o livro “Subdesenvolvimento: Uma Conceituação Estática e Dinâmica”.

Ainda em 1973, representou o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na II Conferência Nacional Teológica, em Brasília. Fez o curso da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Foi componente da Banca Examinadora dos Exames Vestibulares da Escola Superior de Relações Públicas.

Realizou conferências e exposições, em diferentes oportunidades e lugares, entre os quais, no Colégio “Esuda”, onde também foi professor. Em 1974, foi Conferencista no Colégio Americano Batista, quando das homenagens prestadas a Gilberto Freyre. Funcionou como Expositor da II Semana de Sociologia, na Universidade Católica de Pernambuco, o mesmo ocorrendo no II Seminário de Relações Públicas.

Através da Editora Acácia Publicações, do Recife, publicou o livro “ESBOÇO DE SOCIOLOGIA”. No mesmo ano foi lançado também a “HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL”, sua tese de mestrado transformada em livro. Em colaboração com Zaqueu Moreira de Oliveira, editou ainda em 1974, o livro “BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO”, pela Acácia Publicações.

Numa promoção da Universidade Católica de Pernambuco, foi Expositor do II Simposium de Direitos Humanos. Participou do III Encontro Nacional para Professores e Orientadores de Moral e Civismo, numa promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Pernambuco.

Em Campinas, São Paulo, e sob o patrocínio da JURATEL, realizou o curso de Comunicação Social.

Foi Relator da Comissão de Reestruturação do Trabalho Cristão entre Universitários, como também fez parte do Grupo de Trabalho da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco.

Ainda em 1974, elaborou o Projeto de Pesquisa, “Estudo Sociológico sobre a Problemática dos Menosválidos Físicos e Psíquicos no Recife”.

Foi também autor do “Ante-Projeto da Criação do Departamento de Educação Teológica por Extensão do Seminário Teológico do Norte”.

APÓS 11 ANOS DE ESTUDOS E TRABALHOS NO RECIFE, deixou o Estado de Pernambuco, no fim de 1974, onde manteve contato com os mais importantes nomes do mundo literário, jornalístico, teológico e universitário.

Em 1975, estabeleceu-se em Anápolis, Goiás, como Professor da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e da Faculdade de Direito, lecionando, entre outras, “ESTUDOS DE PROBLEMAS BRASILEIROS, INTRODUÇÃO À FILOSOFIA, ORIENTAÇÃO VOCACIONAL, SOCIOLOGIA I, II, III, IV, V e VI, ÉTICA PROFISSIONAL, TEOLOGIA I, II, III e VI, FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO, SOCIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO, CULTURA RELIGIOSA, etc. Para todas as disciplinas foi autorizado pelo Conselho Federal de Educação, do MEC, através dos pareceres 1875/75; 606/77; 735/78 e ainda para ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO DO 1º E 2º GRAUS, PRÁTICA DE ENSINO DAS DISCIPLINAS PEDAGÓGICAS.

Bacharelou-se em Direito, em 1976, na Faculdade de Direito de Anápolis. Durante muito tempo foi Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia, da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e posteriormente do Departamento de Cultura Geral e Básica e ultimamente do Departamento de Direito Público da Faculdade de Direito.

Ainda em 76, foi Conferencista no III Encontro Nacional de Universitários, no Rio de Janeiro. Participou do VIII Encontro Regional do Ensino Superior Isolado, em Brasília, promoção do MEC.

No mesmo ano, começou a escrever para os jornais MANCHESTER e O POPULAR, sobre assuntos literários.

Em 1977, ao lado do Pastor Isaias Batista dos Santos, foi Co-Pastor da Primeira Igreja Batista de Anápolis, proferindo palestras e conferências em vários lugares, atividade acumulada com o magistério superior nas Faculdades locais.

Escreveu também para a Revista Educação e Realidade, do Rio Grande do Sul, Revista Campus, do Rio de Janeiro, Jornal Hoje, de São Paulo e iniciou uma série de artigos no CORREIO DO PLANALTO, sob o título “Literatura e Direito”, focalizando Direitos Autorais, Opção Profissional, Autores Goianos e a vida de Gilberto Freyre.

Em 1978, fez concurso para Promotor de Justiça, tendo sido nomeado para a Comarca de Abadiânia. Quando da posse no Centro Administrativo de Goiânia, foi orador da turma, sendo o discurso publicado em vários jornais.

Fez curso de especialização em Direito Penal e Processual Penal, com os Drs. Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros, respectivamente.

Fundou, junto com outros, a Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que é Presidente. Participou do “Anuário de Poetas do Brasil”, e de “Escritores do Brasil” publicados no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.

Publicou, em 1979, o livro “FILOSOFIA DA CIÊNCIA”. Recebeu o Diplome D’Honneur du Cannet (France). Pelo Clube de Imprensa de Anápolis, foi eleito o “Escritor do Ano”. Recebeu o “Mérito Bibliográfico”, da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores. Foi eleito pelo jornal TOP NEWS, como “Destaque do Ano”, em literatura.

Em 1980, recebeu o “Mérito Filosófico”, da Academia Internacional de Ciências Humanísticas. Foi eleito para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, na Cadeira 3, o mesmo ocorrendo para O Ateneu Angrense de Letras e Artes, além de outras.

Em 1981, foi eleito “Intelectual do Ano em Goiás”, pela Revista BRASÍLIA. Tornou-se membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil, no Rio, como também da Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba. Foi empossado na Academia Anapolina de Letras e Artes, na Cadeira 37.

Em 1982, tomou posse na Academia Evangélica de Letras do Brasil, na Cadeira 31, tendo como Patrono o teólogo Almir dos Santos Gonçalves, antigo Diretor do JORNAL BATISTA, no Rio de Janeiro.

Lançou o livro “SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL”. Foi eleito Titular do Centro Literário de Felgueiras, Portugal. Publicou também “PERFIL LITERÁRIO”.

Em 1983, tomou posse na Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras, presidida por Ursulino Tavares Leão, tendo como Patrono Crispiniano Tavares e sendo recebido pelo jornalista Jaime Câmara, no dia 19 de março, no Auditório da FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS(FIEG).

Recebeu o diploma de “Membre D’Honneur”, do Club Des Intellectuels Français, de Paris. Tem sido Diretor da Revista “Perfil”, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Ainda em 1983, no dia 26 de outubro, tornou-se Membro Titular Fundador da Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo, sob a presidência do Prof. Antenor Santos de Oliveira.

Tem participado de diversas comissões de concurso, destacando-se, “Prêmio Cultural Folha de Goiaz”, focalizando a Vida e a Obra de James Fanstone. Foi examinador do III Concurso de Poesia Moderna do SESC, de Anápolis.


Em 1983, figurou no livro de José Mendonça Teles, “Gente & Literatura”, como um dos 32 ligados à literatura goiana. É também verbete do “Dicionário Literário Brasileiro”, de Raimundo Menezes, da Academia Paulista de Letras.

Seu Livro “Filosofia da Ciência”(Goiânia, Oriente, 1979) recebeu referências elogiosas, no Boletim Informativo da Fundação Getúlio Vargas, do Rio de Janeiro.

Está também vinculado a diferentes entidades culturais, como membro titular e correspondente, destacando-se, além das já mencionadas, Academia Conquistense de Letras, Academia Internacional de Ciências Humanísticas, Academia Poços-Caldense de Letras, Academia Eldoradense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana, Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão, Academia de Letras de Uruguaiana, Instituto Cultural do Vale Caririense, Academia de Letras e Artes de Pernambuco.

Seus trabalhos literários estão publicados em vários outros jornais, tais como, “Revista Nacional”, do Rio de Janeiro; “Correio do Ceará”, de Fortaleza; “Diário da Manhã” de Goiânia; “Jornal da Paraíba”, de Campina Grande; Jornal “Fortaleza”, do Ceará; Boletim AGMP, de Goiânia; Jornal “Liberdade e União”, de Goiânia; “O Progresso”, de Dourados, MS; “Tribuna Piracicabana”, de Piracicaba, SP, além de revistas, como “Revista da Academia Feminina de Letras do Paraná”, “Revista do Ateneu Angrense de Letras e Artes”, “Revista Brasília”, etc.

Foi também membro do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis, nomeado pelo Prefeito Municipal Olimpio Ferreira Sobrinho, no ano de 1982, pelo Decreto 2682/82, ao lado de nomes como, Hélio Lopes de Oliveira, Dom Manoel Pestana Filho, Paulo Nunes Batista, Rev. Nicomedes Augusto da Silva, Célia Siqueira e Helena Melazo.

Em 1984, foi eleito Orador Oficial da Loja Maçônica “Lealdade e Justiça II”, de Anápolis, sob a presidência do Venerável Mestre, Dr. Pedro Muniz Coelho. No mesmo ano, como membro do Conselho Filosófico de Kadosch nº 09, de Goiânia, presidido pelo Grão Mestre, Dr. Absaí Gomes de Brito, alcançou o grau 30.

Ainda em 1984, foi eleito membro correspondente da Academia de Letras de Brasília. Está também vinculado, como membro correspondente, à Academia de Letras do Planalto, em Luziânia, sob a presidência do Dr. José Júlio Guimarães Lima.

Publicou artigos de crítica literária, em diferentes jornais, sobre os seguintes autores: José Mendonça Teles (“O ANÁPOLIS”, 6.9.82 e 30.8.82); Modesto Gomes da Silva (“O ANÁPOLIS”, 13.9.82 e 20.9.82); Primo Neves da Mota Vieira (“O ANÁPOLIS”, 11.10.82 e 18.10.82. Gilberto Mendonça Teles (“CORREIO DO PLANALTO”,31.11.81 e 7.11.81); Regina Lacerda (“O ANÁPOLIS”, 4.10.82 e 27.9.82); Altamiro de Moura Pacheco(“CORREIO DO PLANALTO”, 4.11.81). Benedito Silva (“O ANÁPOLIS”, 15.11.82; Carmo Bernardes da Costa (“CORREIO DO PLANALTO”, 11.7.81 e 26.6.81); Francisco de Brito (“O ANÁPOLIS”, 25.10.82 e 1.11.82); Bernardo Élis (CORREIO DO PLANALTO, 12.12.81).

E ainda: José Lopes Rodrigues (“CORREIO DO PLANALTO”, 10.10.81 e 3.10.81); Eliezer José Penna (“CORREIO DO PLANALTO”, 19.9.81 e 26.9.81); Rosarita Fleury (“CORREIO DO PLANALTO”, 12.9.81e 5.9.81); Jerônimo Geraldo de Queiroz (“O ANÁPOLIS”, 31.7.82).

Bem como: Nelly Alves de Almeida (“CORREIO DO PLANALTO”, 22.8.81 e 29.8.81); Waldomiro Bariani Ortêncio (“CORREIO DO PLANALTO”, 17.10.81 e 24.10.81); Eli Brasiliense Ribeiro (“CORREIO DO PLANALTO”, 7.8.81 e 14.8.81); Colemar Natal e Silva (“CORREIO DO PLANALTO”, 18.7.81 e 25.7.81); Basileu Toledo França (“O ANÁPOLIS”, 9.8.82 e 16.8.82); Jaime Câmara (“CORREIO DO PLANALTO”, 28.11.81 e “O ANÁPOLIS”, 23.8.82).

Escreveu também artigos de crítica literária, focalizando dados biográficos e análise de obras, de outros autores, tais como: Adolfo Graciano da Silva Neto (“DIÁRIO DA MANHÔ, 10.4.83, “REVISTA NACIONAL”, 9.1.83); Almir Gonçalves (“FOLHA DE GOIAZ”, 4.2.83); Paulo Nunes Batista (“CORREIO DO PLANALTO”, 23.5.81 e 29.5.81).

No mesmo sentido, publicou artigos sobre escritores, como: Crispiniano Tavares (“REVISTA NACIONAL”, 11.9.83), “TRIBUNA PIRACICABANA”, 8.10.83, “O POPULAR”, 22.3.83); Sidiney Pimentel (“REVISTA NACIONAL”, 4.11.82, “O POPULAR”, 23.4.78); Miguel Jorge (“O POPULAR”, 28.5.78 e 18.3.79); Marieta Telles Machado (“O POPULAR”, 4.6.78); Martiniano J. Silva (“O POPULAR”, 16.7.78).

Igualmente escreveu sobre: Luiz Palacin (“O POPULAR”, 1.4.79); Oliveira Leite Gonçalves (“O POPULAR”, 10.12.78); Antônio Geraldo Ramos Jubé (“O POPULAR”, 17.9.78); Alaor Barbosa (“O POPULAR”, 20.5.79); Iron Junqueira (“CORREIO DO PLANALTO”, 13.9.80 e 20.9.80 e 11.10.80); Humberto Crispim Borges (“CORREIO DO PLANALTO”, 29.7.80); Adovaldo Fernandes Sampaio (“O POPULAR”, 25.7.79).

Em seus artigos literários, focalizou também: Gabriel Nascente (“CORREIO DO PLANALTO”, 28.3.81 e 4.4.81); Brasigóis Felício (“CORREIO DO PLANALTO”, 11.4.81 e 17.4.81); Aidenor Aires Pereira (“CORREIO DO PLANALTO”, 25.4.81); Carlos Ribeiro Rocha (“O POPULAR”, 10.7.77); Ursulino Leão (“O POPULAR”, 13.11.77); Érico Veríssimo (“O POPULAR”, 1.10.78); Joaquim Nabuco (“O POPULAR”, 2.7.78)

Também sobre: Gilberto Freyre (“O POPULAR”, 30.7.78, “CORREIO DO PLANALTO”, série de 18 artigos, 5.7.80 a 13.9.80, “JORNAL DO COMMERCIO”, Recife, 4.10.72, “JORNAL BATISTA”, Rio, 16.7.72, “DIÁRIO DE PERNAMBUCO”, 9.1.75).

Fez parte da Comissão Julgadora do Concurso Literário “Hugo de Carvalho Ramos”(79). Foi expositor no Congresso Maçônico Internacional do Rio de Janeiro, com o tema “O Materialismo e a Maçonaria”, tese publicada no “CORREIO DO PLANALTO” em 15.8.82.

Em 1984, além de outros trabalhos, escreveu a Antologia “LETRAS ANAPOLINAS”, reunindo mais de 200 literatos da terra de Santana.

Como escritor, professor, poeta, etc., tem recebido REFERÊNCIAS, através de jornais e revistas, de diferentes pensadores, destacando-se: GILBERTO FREYRE (Diário de Penambuco, 31.12.72; Folha de São Paulo, 29.3.81); CARLOS AZEVEDO (Jornal do Commercio, 6.8.74). ROBINSON CAVALCANTI (Jornal do Commercio, 14.1.73); A. RODRIGUES MENESES (Jornal de Hoje, SP, 4.12.72); PAULO NUNES BATISTA (O Popular, 7.11.76); ÂNGELO MONTEIRO (Jornal de Letras, RJ, 11.72); JOSÉ DOS REIS PEREIRA (Jornal Batista, RJ, 31.12.74).

No mesmo sentido foi elogiado por: URSULINO LEÃO (O Popular, 26.2.78); E. D’ALMEIDA VITOR (Correio Braziliense, 28.3.79); ABDIAS LIMA (Tribuna do Ceará, 24.10.79); MARIINHA MOTA (Presença de Lorena, 9.11.78); JÚLIO SEBASTIÃO ALVES (Folha de Goiaz, 25.8.78); MIGUEL JORGE (O Popular, 30.9.78); HAYDÉE JAYME FERREIRA (Correio do Planalto, 18.10.80); SEBAS SUNDFELD (O Movimento, SP, 15.10.78); ROBERTO PIMENTEL (Folha de Goiaz, 8.7.79).

Igualmente, recebeu referência de : GERALDO OLIVEIRA (O Taubateano, 30.4.79); INOCÊNCIO CANDELÁRIA (Diário de Mogi, 5.7.79); JOAQUIM ROSA (Jornal Opção, 18.5.79); CARLOS RAMOS (Tribuna de Caxias, RJ, 20.1.81); LUIZ OTÁVIO SOARES (O Popular, 19.6.79); DILMAR FERREIRA (Correio do Planalto, 2.9.78); J. LEITE SOBRINHO (Jornal da Paraíba, 12.11.81); JOSÉ JÚLIO GUIMARÃES LIMA ( O Popular, 22.3.83); FERNANDO MARTINS (O Popular, 12.5.82).

Ainda foi referenciado por: JAIME CÂMARA (O Popular 22.3.83); REIS DE SOUZA (Revista Brasília, 4.82); BRASIGÓIS FELÍCIO (O Popular, 19.6.79); TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO (O Popular, 16.1.77); EVERARDO GUERRA (Diário de Pernambuco, 10.11.74); LIVROS & AUTORES (Jornal do Brasil, 12.5.79); A. G. RAMOS JUBÉ (O Popular, 25.11.78); MARIETA TELES MACHADO (O Popular, 25.6.78); MODESTO DE ABREU (Anuário da ACLERJ, 80); LUCÉLIA BRAZ (O Popular, 17.3.83); MARINEUSA RIBEIRO (Folha de Goiaz, 30.4.82); LUIZ CARLOS MENDES (Correio do Planalto, 19.7.80).

Está também vinculado à “Sociedade de Homens de Letras do Brasil”, no Rio de Janeiro, à União Brasileira de Escritores do Amazonas e a várias outras instituições, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público.

Em 1986, publicou o livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS.

No dia 26 de dezembro de 1989, na cidade de Anápolis, Goiás, casou-se com Amália de Alarcão Ribeiro Martins, hoje(1998), Juíza de Direito do Estado do Tocantins, de quem se divorciou alguns anos depois.

Seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.034 páginas, foi publicado em 1995.

Em 1996, publicou o livro ESCRITORES DE GOIÁS, pela Editora Master, do Rio de Janeiro.

Nos anos seguintes, trabalhou na elaboração de seu melhor livro, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Sobre este livro recebeu referências elogiosas de GÊZA MARIA (O POPULAR, 07.05.99); MARIÁ SOARES (JORNAL DO TOCANTINS, 23.03.2000); LUCIANE GOEBEL(JORNAL DO TOCANTINS, 24.06.1999).

Atualmente(2000), acabou de elaborar o seu mais novo livro, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, editado em 2001.

Aposentou-se como Procurador de Justiça do Estado de Goiás, em 24 de abril de 1998. Pai de duas filhas, Nívea Zênia dos Santos Martins (04.10.1971) e Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977).

Com o advento da INTERNET, a ela se vinculou, tendo uma página literária completa no seguinte endereço: www.genetic.com.br/~mario.

Atualmente(2001), reside em Palmas, Tocantins, onde desenvolve atividades literárias e culturais. Neste mesmo ano, publicou pela Editora Master, do Rio de Janeiro, o livro com 924 páginas, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS.

No ano de 2001, numa eleição também disputada pelos escritores Gil Correia-Gilberto Correia da Silva(Gurupi) e Hélio Miranda(Palmas), foi eleito para a Cadeira 37, da Academia Tocantinense de Letras, tendo tomado posse no dia 05.04.2002.

Ainda em 2001, fez Pós-Graduação em Administração Pública, num convênio entre a UNITINS(Universidade do Tocantins) e a ADESG(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), quando esteve estudando no Rio de Janeiro para complementação do curso.

Em 28.09.2001, recebeu o titulo de PERSONA INTELECTUAL, da CASA DE LETRAS de Paraíso, Tocantins, em solenidade pública realizada no TEATRO MUNICIPAL CORA CORALINA, daquela cidade.

No dia 05.04.2002, sob a Presidência do Dr. Juarez Moreira Filho, toma posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o Frei José Maria Audrin, sendo recebido pelo orador da Academia, o maranhense, de Alto Parnaíba, José Cardeal dos Santos.

Como resultado de trabalho feito juntamente com Mery Ab-Jaudi Ferreira Lopes e Vânio José Simoneto, seu texto “REFLEXOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NAS FINANÇAS MUNICIPAIS” é publicado no livro CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONTEMPORÂNEA, editado pela EDUCON/UNITINS, com apresentação do professor Galileu Marcos Guarenghi, Diretor do Projeto Telepresencial.

Em 2003, com o titulo de DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, inseriu na Internet, todas as biografias dos dicionários anteriormente publicados, no site:
www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

Em 14.01.2004, concede entrevista à Rádio Comunitária de Ipupiara, também chamada de “FORTALEZA DE SÃO JOÃO”, sobre sua infância na cidade e suas atividades profissionais e literárias, ocasião em que é entrevistado pelos locutores Paula Saldanha, Aristides Silva, Mary e André, além de seu Diretor Renato. Além da atualização constante do DICIONÁRIO, via Internet, continua produzindo artigos literários e proferindo palestras sobre literatura.

Em 12.03.2004, pela Portaria 003/2004, da Presidente Isabel Dias Neves, foi nomeado Coordenador do Projeto Patrono, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.

No dia 02.07.2004, foi nomeado pela Presidente da Academia, membro da Comissão que analisou os CURRICULUM VITAE dos candidatos inscritos na Cadeira 07, da Academia Tocantinense de Letras, na vaga do Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz, tendo sido aprovado o nome de Júlio Resplande.

Também em julho de 2004, lançou pela Editora Kelps, de Goiânia, seu mais recente livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, que foi focalizado pela jornalista Elisangela Farias, no JORNAL DO TOCANTINS, de 15.09.2004, sob o título “HOMENAGEM AOS CORONEIS BRASILEIROS”. Em 2006, foi incluido no DICIONÁRIO DE AUTORES BAIANOS, publicado pela Secretaria de Cultura da Bahia. Nos anos seguintes, continuou produzindo literatura e proferindo palestras, em diferentes lugares, sempre sobre literatura goiana e tocantinense. Em 2010, no Salão do Livro em Palmas, no dia 27.03, fez o lançamento do Dicionário Biobibliográfico do Tocantins(Goiania, Kelps, 2010), edição revista e atualizada, bem como seu livro CONFLITO DE GERAÇÕES E OUTRAS PROVOCAÇÕES(Goiania, Kelps, 2010).






PATRONO DA
CADEIRA 38

ANÍBAL NOGUEIRA REGO, de Carolina, Maranhão, 06.09.1898, escreveu, entre outros, “SAUDANDO PEDRO AFONSO”, sem dados biográficos. Filho de Manoel Nogueira Rego e Ana Rosa Nogueira Rego. Durante muitos anos e a partir de 27.06.1927, morou em Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, quando esta cidade era o Centro Administrativo do Norte.

Casou-se com Ercília Vasconcelos Rego, com quem teve os filhos Florisval Vasconcelos Rego e Beatriz Rego Azevedo.

Iniciou sua vida em Pedro Afonso, como professor, tanto que, em 21.07.1928, foi nomeado Professor da Escola de Segunda Classe do Sexo Masculino, quando tinha 30 anos de idade. A grande característica desta escola era aceitar qualquer jovem, o que até então era proibido, já que os políticos não permitiam que os filhos de seus adversários frequentassem a única escola da cidade.

Fundou a Biblioteca Henrique Silva(única do norte goiano, registrada no Instituto Nacional do Livro, no Rio de Janeiro), vinculada ao Grêmio Literário Pedroafonsino, de que foi Presidente.

Por volta de 1945, além do professorado, dedicou-se também ao Comércio, ao lado do Major Amaro Carneiro de Sá, fundando a “CASA REGO”. Comerciante por vários anos, terminou por se tornar representante do Comércio nas solenidades oficiais, em Pedro Afonso, de que é prova a sua assinatura nas diferentes atas dos grandes acontecimentos realizados na cidade.

Possuia a melhor biblioteca particular da cidade. Falava francês fluentemente, bem como a lingua inglesa. Idealista, Visionário, Educador. Poeta, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Cronista. Cronista, Memorialista, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador.

Com o falecimento da esposa, em 1973, mudou-se para Brasília, doando sua biblioteca ao intelectual Bernardino Ribeiro. No dia 01.08.1982, faleceu em Brasília, do coração, com 84 anos de idade.

Antes de falecer, escreveu para os amigos de Miracema, Goiânia, Pedro Afonso e Carolina, encarregando sua filha Beatriz Rego de enviar as correspondências.

Seu filho mais velho, Florisval Rego, hoje(2000) com mais de setenta anos de idade, foi Vereador de Pedro Afonso e continua alegrando as noites da cidade com o seu saxofone.

Quanto a Aníbal, é estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 38, atualmente(2002) ainda não ocupada. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. A Cadeira 38, da Academia Tocantinense de Letras, de que é Patrono, foi ocupada, posteriormente, no dia 30.08.2002, pelo escritor Voltaire Wolney Aires, em solenidade realizada no Espaço Cultural de Palmas.

Quanto a Aníbal Nogueira Rego, é também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 38

VOLTAIRE WOLNEY AIRES, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 25.09.l960, escreveu, entre outros, "MENSAGENS E POEMAS DO ALÉM", “AS RAZÕES E OS PRINCIPAIS EVENTOS QUE DERAM ORIGEM A DIANÓPOLIS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Zilmar Póvoa Aires e Irany Wolney Aires. Editou igualmente “ABÍLIO WOLNEY, SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES”, “SERTÃO HOSTIL”, este com prefácio do antigo Promotor de Justiça e hoje Juiz de Direito Abílio Wolney Aires Neto, seu irmão, também nascido em Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins. Publicou também “COLÉGIO JOÃO D`ABREU” (AMOR, HISTÓRIA, EDUCAÇÃO).

Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, onde também foi aluno do Colégio João D`Abreu, fundado em 1951, estudou em diferentes outros lugares.

Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco do Brasil, em Dianópolis, antiga São José do Duro, Estado de Goiás, hoje Tocantins. Foi Vereador junto à Câmara Municipal de Dianópolis, sua terra natal, em 1993.

Como funcionário do Banco do Brasil, transferiu-se para Palmas, onde atualmente(2000), é aluno da Faculdade de Direito, da Universidade do Tocantins (UNITINS), em Palmas, onde reside. Em 2005, no dia 11 de março, concluiu o curso de Direito, tendo sido Orador da Turma e cuja solenidade de formatura se deu no auditório da Associação Tocantinense dos Municípios(ATM), em Palmas, com a presença de figuras ilustres, entre as quais, seu irmão Juiz de Direito, Diretor do Fórum de Anápolis, Dr. Abílio Wolney Aires Neto.

Seu livro sobre o Colégio João D`Abreu retrata a história da instituição fundada por freiras dominicanas e sua influência, inclusive no Oeste da Bahia e Sul do Piauí.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Pensador. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Político, Idealista. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos.

Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Com seu livro, “ABÍLIO WOLNEY-SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES”, deu a melhor contribuição para se conhecer a verdadeira história da vida de um dos mais ilustres homens de Goiás e seu avô, o Coronel Abílio Wolney.

É também estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Após concorrer pela terceira vez a uma vaga na Academia Tocantinense de Letras, terminou por ser eleito para a Cadeira 38, tendo como Patrono Aníbal Nogueira Rego, derrotando os candidatos Dourival Martins Santiago e Ernani Braga. Para esta Cadeira, foi eleito, tendo tomado posse no dia 30.08.2002, em Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Um de seus livros foi adotado para os exames vestibulares da Universidade do Tocantins (UNITINS), em 2002.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




PATRONO DA
CADEIRA 39

BOAVENTURA RIBEIRO DA CUNHA, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 02.08.1900, escreveu, entre outros, “EDUCAÇÃO DOS SELVÍCOLAS”, “EDUCANDO ADULTOS NO CORAÇÃO DO BRASIL”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Seus pais foram vítimas da destruição de Pedro Afonso, em 1914, comandada por Abílio Araújo, filho de Santa Rita, na Bahia, acompanhado de outros fascínoras.

Mudou-se para Porto Nacional, onde, em 1926, com 26 anos de idade, presenciou a chegada da COLUNA PRESTES, cujos líderes prometiam a mudança da Capital Federal para o interior do Brasil, bem como a formação do Estado do Tocantins, com a divisão de Goiás.

Após percorrer várias cidades brasileiras, estudando em diferentes lugares, entre as quais, Conceição do Araguaia, no Pará, onde viveu por algum tempo, terminou por fazer concurso público e se tornou professor do Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro.

Foi Presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Indios. Em 1952, visitou sua terra natal, Pedro Afonso, em companhia do Deputado Estadual José de Souza Porto, quando proferiu discurso em Praça Pública, relembrando os acontecimentos fatídicos por ele presenciados quando tinha catorze anos de idade, em 1914.

Como Representante que era do Ministro da Educação, Professor Lourenço Filho, instalou diversos cursos de ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS em Pedro Afonso, Bom Jesus e Tupirama. Escreveu vários livros.

Faleceu no Rio de Janeiro, em 06.12.1982. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Mencionado no livro “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”, de Adirson Vasconcelos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 39, atualmente(2000) ainda não ocupada. Posteriormente, devidamente eleito, foi empossado no dia 11.04.2003, na cidade de Paraíso, o escritor Dourival Martins Santiago, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br







FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 39

DOURIVAL MARTINS SANTIAGO, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 15.07.1957, escreveu, entre outros, “VIDA HUMANA”, “PEGADAS AO SOL”(1986), “O MUNDO NÃO VALE MINHA MÃE”(Peça-1982), "GENTE DO INTERIOR, CONTOS E CRÔNICAS"(2004), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Samuel Martins dos Santos e Terezinha de Jesus Pereira Santiago. Em 1964, viveu em Alvorada do Tocantins. Em 1970, mudou-se para Paraíso. Cursos primário e secundário, em sua terra natal, na Escola Paroquial e no Colégio São Geraldo. Formado em Processamento de Dados e Informática, pela Fundação Universidade do Tocantins. Casado com Lenice Ribeiro Santiago, com quem tem os filhos Samuel e Brenda.

Diretor e Produtor do Grupo Teatral “GRITTO”(GRUPO INDEPENDENTE DE TEATRO TOCANTINS). Funcionário do Departamento de Cultura. Participante de várias antologias, entre as quais, “V PRÊMIO SESI DE POESIA” e “IV PRÊMIO SESI TOCANTINENSE DE CONTOS”. Professor de Lingua Portuguesa e Literatura Brasileira.

Atualmente(2000), é Vereador em Paraíso do Tocantins, onde reside. Terminado o seu tempo de Vereador(2003), permanece na cidade, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias.

Fundador da Casa de Cultura de Paraíso e Diretor do Palácio da Cultura CORA CORALINA, em 1997. Cidadão Paraisense, pela Câmara Municipal de Vereadores. Presidente do Conselho Municipal de Educação de Paraiso do Tocantins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Literato, Administrador.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Em duas oportunidades, foi candidato a uma das vagas na Academia Tocantinense de Letras, mas não conseguiu se eleger, sendo derrotado, respectivamente por Francisco Mendonça e Voltaire Wolnei Ayres.

Em outra ocasião, 12.12.2002, terminou sendo eleito para a Cadeira 39, tendo como Patrono Boaventura Ribeiro da Cunha, derrotando os candidatos Hélio Miranda e Ernani Braga.

Em solenidade realizada na cidade de Paraíso, Tocantins, tomou posse na Academia, no dia 11.04.2003, sendo saudado pelo Orador Oficial da Instituição, Dr. José Cardeal dos Santos, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.

Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Sobre ele, escreveu excelente matéria, a jornalista Elisangela Farias, para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 04.06.2004, sob o titulo "O interior tocantinense em obra literária".

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br






PATRONO DA
CADEIRA 40

BOAVENTURA CARDEAL DOS SANTOS, de Alto Parnaíba, Maranhão, fazenda Palmeira ou Angical, 14.07.1897, escreveu, entre outros, “REGRAS GRAMATICAIS”, sem dados biográficos.

Filho de João Felipe dos Santos e Vitalina Maria de Sá Vieira Reis. Aprendeu a ler com uma “meretriz”, de nome ISABELINHA, de quem se tornaria, bem mais tarde, professor primário, na primeira escola rural que ele mesmo instalou na Fazenda Angical, nos arredores de Alto Parnaíba.

Nesse período, passou a conviver com os padres franciscanos franceses e alemães, com os quais aprendeu Francês e Latim.

Por volta de 1940, mudou-se com toda a família, inclusive irmãos para o gigantesco município de Porto Nacional, Norte de Goiás, hoje Tocantins, estabelecendo-se na Fazenda Juriti, hoje pertencente ao município de Novo Acordo.

Leitor assíduo de jornais e revistas da época. Intelectual, Idealista, Visionário. Educador, Poeta, Memorialista. Professor, Mestre, Entusiasta. Humanista, Latinista, Filósofo.

Diplomado pela Universidade da Experiência e da Vida, permaneceu como professor até o fim de sua existência, em 1954, quando tinha apenas 57 anos de idade. Faleceu na cidade de Novo Acordo, norte de Goiás, em 02.04.1954.

Entusiasmado com os intelectuais da época, deu a um de seus filhos, o nome de Parsondas, homenagem ao maranhense de Riachão, nascido em 1860 e ex-redator do Jornal do Brasil, de Rui Barbosa, em 1893, PARSONDAS CARVALHO.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 40, ainda sem titular, pelo menos até maio de 2000. Como candidato único, foi eleito para esta Cadeira 40, o jornalista Gil Correia(Gilberto Correia da Silva) que tomou posse em Gurupi, no dia 24.10.2003.

Sobre ele(Boaventura), escreveu excelente artigo com o título “Um Mestre do Sertão”, o escritor Moura Lima, em seu livro “MUCUNÃ-CONTOS E LENDAS DO SERTÃO”.

Um de seus filhos, José Cardeal dos Santos, Advogado e Intelectual, foi um dos mais ilustres batalhadores pela criação do Estado do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Quanto a Boaventura é também biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br








FUNDADOR E PRIMEIRO
TITULAR DA CADEIRA 40

GIL CORREIA(GILBERTO CORREIA DA SILVA), de Arapiraca, Alagoas, 08.09.1960, escreveu, entre outros, “ESPELHOS D’ALMA”(REFLEXÕES POÉTICAS), sem dados biográficos completos no livro, com apresentação de Sonia de Itoz e observações de Zacarias Martins e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Filho de José Correia da Silva e Irene Ferreira da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Durante algum tempo, viveu em Barra Bonita, interior de São Paulo, onde fez o primário e parte do ginásio.

Já em Brasília, terminou o supletivo do segundo grau, no Centro de Ensino do Cruzeiro Novo. Casou-se com Lena Correia, com quem tem vários filhos. Em 1992, mudou-se para o Estado do Tocantins.

Estabeleceu-se em Gurupi, onde juntamente com Zacarias Martins e outros, fundou a Academia Gurupiense de Letras, tornando-se seu Presidente. Presidiu a Associação de Artes de Gurupi e depois foi eleito tesoureiro.

É Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Gurupi(2002) e membro do Conselho Estadual de Cultura do Tocantins. Durante muito tempo, trabalhou no setor de jornalismo da Organização Jaime Câmara, em Gurupi. Cursou Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo, na FAFICH, de Gurupi.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Conferencista. Jornalista, Poeta.

Tem poemas publicados em diversas antologias, entre as quais, “Antologia Poetas Brasileiros de Hoje”, “Anuário de Poetas e Escritores de Gurupi”, etc.

Juntamente com o advogado Hélio Miranda(Hélio Luiz de Cárcere Peres Miranda), foi candidato à Cadeira 37, da Academia Tocantinense de Letras, tendo sido, no entanto, eleito o escritor Mário Ribeiro Martins, que tomou posse no dia 05.04.2002.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Durante muito tempo, foi correspondente do JORNAL DO TOCANTINS, na cidade de Gurupi. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Posteriormente(2002), como candidato único, terminou sendo eleito para a Cadeira 40, da Academia Tocantinense de Letras, que tem como Patrono Boaventura Cardeal dos Santos, sob a Presidência de Juarez Moreira Filho, com data de posse marcada para 12.09.2003, na cidade de Gurupi, onde reside, mas que só se realizou no dia 24.10.2003, tudo conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



CAPÍTULO ESPECIAL

Como já se disse na introdução, este RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS é um livro SUI GENERIS, exatamente porque ele presta, muito justamente, uma homenagem àqueles que, na fundação da Academia(em 2 de março de 1991), embora tendo sido convidados, resolveram não aceitar o convite e não tomaram posse, por razões que o autor destas notas desconhece. São eles: JOÃO ROCHA(João da Rocha Ribeiro Dias) e CICINATO MENDES DA SILVA.

Mas também se presta uma homenagem àqueles que, candidatos a uma das vagas, não conseguiram se eleger, embora excelentes candidatos. São eles: HÉLIO MIRANDA(Hélio Luiz de Cárcere Peres Miranda) e ERNANI BRAGA, além de OSMAR CASAGRANDE.

Igualmente, se presta uma homenagem a alguns membros correspondentes, indicados naquele 02 de março de 1991, entre os quais, RUI RODRIGUES DA SILVA. Como tambem, uma homenagem é prestada aos que receberam o diploma de HONRA AO MÉRITO, entre eles, BERNARDO ÉLIS que, na ocasião, representava a ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.





INDICADO PARA A ACADEMIA,
MAS NÃO EMPOSSADO.

JOÃO ROCHA(João da Rocha Ribeiro Dias)

(João Rocha tinha sido indicado para a Cadeira 7, mas como não tomou posse, no dia da instalação da Academia, em 02.03.1991, o empossado foi Francisco de Brito, algum tempo depois ou seja em 31.08.1994, em Goiânia)

JOÃO ROCHA(JOÃO DA ROCHA RIBEIRO DIAS), de Ribeiro Gonçalves, Piauí, 15.01.l94l, escreveu, entre outros, "TOCANTINS-A FORÇA DE UM IDEAL"(1989), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também vários outros livros sobre a sua atuação como Senador da República pelo Estado do Tocantins, entre 1991 e 1999.

Filho de Cornélio Ribeiro Dias e Francisca da Rocha Dias. Com seis anos de idade, em 1947, mudou-se para o garimpo de Chapada, Norte de Goiás, antigo Distrito de Porto Nacional, atualmente Cristalândia, no hoje Estado do Tocantins.

Conforme alguns autores, Cristalândia já foi chamada de ASPIRIM e teve o seu nome mudado para Cristalândia, pelo missionário batista Zacarias Campelo. O próprio Zacarias confirmou esta versão de que ele mudara o nome de Aspirim para Cristalândia, numa entrevista que deu à revista A PÁTRIA PARA CRISTO, publicada no Rio de Janeiro, em 1986, Nº 01, Ano XLI, página 26, quando disse: “Fui pregar o evangelho no garimpo. O lugar se chamava Aspirim. Quando resolvi sair de lá(por volta de 1945), já estava com 10(dez) mil habitantes. Sugeri a criação do Municipio e coloquei o nome de CRISTALÂNDIA, por ser a terra do cristal”

Quanto a João Rocha, fez os estudos primários com os professores Francisco de Assis Brandão e Pedro de Sá, este, ex-diretor do Ginásio Estadual de Porto Nacional. Ainda na cidade de Porto, foi aluno do Padre Rui Rodrigues da Silva(depois Reitor da Unitins) e do Padre Antônio Luiz Maya(posteriormente Senador da República pelo Tocantins).

Em 1959, mudou-se para Goiânia, passando a trabalhar na COFAP(depois SUNAB). No mesmo ano, passou a trabalhar no jornal “O POPULAR”, convidado por Manoel Martins Coelho. Nos anos seguintes, passou a assinar a coluna “O NORTE EM FOCO”, defendendo a criação do Estado do Tocantins.

Durante muitos anos, foi um dos diretores da ORGANIZAÇÃO JAIME CÂMARA, em Goiânia. Foi Presidente da Associação das Empresas de Radiodifusão e Televisão de Goiás. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil, em Goiás, no ano de 1986. Diretor da Associação Comercial e Industrial de Goiás, em 1988.

Transferiu-se para o Estado do Tocantins, tornando-se político atuante, sendo eleito SENADOR DA REPÚBLICA, em 1991 e devendo permanecer até 1999.

Fazendeiro, Agropecuarista, Produtor Rural. Contabilista, Administrador. Jornalista, Empresário. Advogado, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Escritor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista, Conferencista, Orador, Poeta.

Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em SENADORES DO TOCANTINS, de Maria Helena Ruy Ferreira.

Atualmente(1998), é SENADOR DA REPÚBLICA PELO ESTADO DO TOCANTINS. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Trata-se do político tocantinense que produziu os melhores textos sobre a história política do Tocantins.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



INDICADO PARA A ACADEMIA,
MAS NÃO EMPOSSADO.

CICINATO MENDES DA SILVA

(Cicinato Mendes da Silva indicado para a Cadeira 10, também não tomou posse no dia da instalação da Academia, 02.03.1991, sendo indicado em seu lugar, algum tempo depois, Durval da Cunha Godinho que foi empossado no dia 17.09.1992, também em Porto Nacional).


CICINATO MENDES DA SILVA, de Tanques, Balsas, Maranhão, 24.01.1948. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.

Mudou-se para Porto Nacional, tornando-se aluno do Seminário Menor São José que fora criado em 1922, pelo Frei José Maria Audrin . Com o passar do tempo, transferiu-se para Juiz de Fora, em Minas Gerais, ali completando os estudos superiores de Teologia e Filosofia.

Durante 8(oito) anos, de 1978 a 1986, foi Padre em Tocantinia e Miracema. Exerceu a função de professor em várias cidades, entre as quais, Miranorte.

Casou-se com Almira Alves Mendes, natural de Floriano, Piauí, com quem tem os filhos Saulo Alves Mendes(20 anos), Sarah Alves Mendes(16 anos) e Sávio Alves Mendes(14 anos).

Quando da instalação da Academia Tocantinense de Letras, no dia 02 de março de 1991, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional, o Professor Cicinato que na época estava com 43 anos, recusou o convite dos fundadores da Academia(Ana Braga, Juarez e Liberato) para assumir a Cadeira 10, não ficando as razões para tal recusa mencionadas na Ata. O acadêmico José Cardeal dos Santos, no entanto, entende que as dificuldades financeiras levaram o Professor Cicinato a não aceitar o convite da Academia.

Sobre Cicinato, diz Juarez em seu livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em nota de rodapé: “O emérito Prof. Cincinato Mendes da Silva chegou a vestir e a tirar fotografias com o “spencer”(casaco curto) da Academia, mas não chegou a tomar posse, como se pode constatar na Ata da instalação da academia”.

Esta cadeira só foi ocupada em 17.09.1992, por Durval da Cunha Godinho que tomou posse também em Porto Nacional, tendo como Patrono o Frei Antônio de Ganges, que, sendo de Messina, na Itália(10.12.1835), foi vigário em Porto Nacional e foi sepultado no interior da Igreja Matriz de Tocantínia(Piabanha), no dia 01.03.1900.

Com o passar dos anos e a criação do Estado do Tocantins, em 05.10.1988, o Professor Cicinato tornou-se Coordenador de Recursos Humanos da Assembléia Legislativa do Tocantins. Foi Secretário da Educação, num dos governos de Siqueira Campos. Sua esposa, Almira Alves Mendes, é funcionária do Tribunal de Contas do Tocantins, lotada no Gabinete do Conselheiro Napoleão.

Quanto ao professor Cicinato, é também membro do Conselho Diretor da UNITINS(UNIVERSIDADE DO TOCANTINS). É professor de Filosofia do CEULP/ULBRA(UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL), em Palmas.

Atualmente(2004), é Presidente do Conselho Estadual de Educação do Tocantins.

Apesar de sua importância, não é mencionado em nenhum dos livros que tratam da História do Tocantins, sejam eles didáticos ou literários.

Assim, não é referido em “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”, de Pedro Pereira Piagem e Cícero José de Souza. Não é mencionado no livro “UMA UNIVERSIDADE PARA O TOCANTINS”, de Maria do Rosário Cassimiro. Não é focalizado em “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Povoa, bem como em “PADRE LUSO-TESTEMUNHO DE UMA VIDA CRISTÔ, de Márcia Costa.

Não é encontrado em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros. Não é citado em “VOZES DA CONSOLIDAÇÃO”, de Luiz de Carvalho. Não está presente em “TOCANTINS-EU TAMBÉM CRIEI”, de José Carlos Leitão. Não é encontrado em SOCIEDADE TOCANTINENSE, de Rosânia França Sarmento. Não é referido em HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho. Não é mencionado em GEOGRAFIA DO TOCANTINS, de Maria de Lourdes Antonio Cavalcante.

Não é lembrado em CONHECENDO O TOCANTINS-HISTÓRIA E GEOGRAFIA, de Júnio Batista do Nascimento. Não é citado em O DISCURSO AUTONOMISTA DO TOCANTINS, de Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante. Não é focalizado em FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS, de Temis Gomes Parente. Não é relembrado em HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva.

Embora não tenha sido mencionado em nenhum dos livros acima e nem em colunas sociais e jornais, é tido como um dos nomes mais importantes da estrutura educacional do Estado, eis que PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO TOCANTINS, o Órgão mais poderoso em toda a estrutura do sistema de Educação do Estado, sendo ele que autoriza ou não a CRIAÇÃO DE NOVAS FACULDADES.(Relembre-se o caso FIESPEN, de Porto Nacional). Em 2005, o dito Conselho passou a ter outro Presidente.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm




EXCELENTE CANDIDATO,
MAS NÃO FOI ELEITO.

HÉLIO MIRANDA(Hélio Luiz de Cárcere Peres Miranda)

(Hélio foi candidato em 1995, em 2001-cadeira 37, 2002-cadeira 39, mas nunca foi eleito. Tal como Paulo Bertran, que também não foi eleito para a Academia Goiana de Letras, a Academia Tocantinense de Letras terminou por perder um excelente intelectual).

HÉLIO MIRANDA(Hélio Luiz de Cárcere Peres Miranda), de Pelotas, Rio Grande do Sul, 1954, escreveu, entre outros, “COMENTÁRIOS À NOVA LEI ELEITORAL E À LEI DE INELEGIBILIDADE”(2002), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “COMENTÁRIOS SOBRE CONSTITUCIONALIDADE ELEITORAL”, “TRATADO DE ECONOMIA EMERGENTE E PAÍSES DE RISCOS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL”, além de outros.

Com a criação do Estado do Tocantins, transferiu-se para Palmas, onde é Advogado militante em todas as áreas, especialmente, Direito Administrativo e Penal. Especialista em Direito Eleitoral e autor de vários artigos em jornais e revistas sobre o assunto.

Curso de Doutorado em Direito, pela Universidade Carlos III, de Madrid, na Espanha. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado.

Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Em sua terra natal e na cidade de Rio Grande, iniciou-se na advocacia.

Em 1995, concorreu a uma das vagas na Academia Tocantinense de Letras, mas não conseguiu se eleger. Em 2001, juntamente com o jornalista Gil Correia, de Gurupi, concorreu à Cadeira 37, da supra mencionada Academia, tendo sido eleito, no entanto, o escritor e Procurador de Justiça Mário Ribeiro Martins.

Curso de Especialização LATU SENSU em Ciência Política e Estratégia Nacional, pela Universidade do Tocantins (UNITINS). Fez cursos especiais de Processo do Trabalho, Direito do Mar e Processo Penal.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos jurídicos.

Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

Nos últimos tempos(2005), Hélio Miranda passou a ser o homem forte(Superintendente Regional) da ADESG(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



EXCELENTE CANDIDATO,
MAS NÃO FOI ELEITO.


ERNANI BRAGA

(Ernani foi candidato em várias ocasiões, mas não conseguiu ser eleito. Desistiu de candidatar-se, embora tenha uma obra literária expressiva).


ERNANI BRAGA(JOÃO), de São Paulo, Capital, 24.06.1942, escreveu, entre outros, “SEU TONHO”(ROMANCE), “ROSA FLOR”(2002), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, com notas de orelha de Luz Marina Coelho e prefácio de Fidêncio Bogo.

Faz questão de intitular-se paulista de nascimento, carioca de vivência e tocantinense por opção. Filho de Ernani Iório Braga e Olylia Morais Braga. Após os estudos iniciais no Liceu Pasteur de São Paulo, mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a estudar no Colégio Nova Friburgo e no Alberto Werneck, de Petrópolis. Concluiu o segundo grau no Colégio Mallet Soares de Copacabana, no Rio.

Em 1959, serviu no Núcleo da Divisão Aero-Terrestre, tornando-se PARA-QUEDISTA. Formou-se Técnico em Administração de Empresa e fez especialização nos Estados Unidos.

Casou-se a primeira vez, em 1964, com Lurdes Braga, com quem teve vários filhos. A segunda vez, casou-se com Linda Braga, em 1975, com quem teve três filhas.

Mudou-se para Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, em 1975, tornando-se comerciante e corretor de gado. Seguiu depois para Porto Nacional, de onde foi para as matas do Pará e logo depois Imperatriz, no Maranhão.

Atualmente(2000), residente em Palmas, no Estado do Tocantins, onde desenvolve múltiplas atividades, especialmente como empresário de Comunicação Visual e escritor. Publicou também “UMA CENTENA DE PENSAMENTOS”, “BÁRATRO”, “MARABALA” e “O QUE VI POR AÍ”.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Multimídia, Comunicador Visual, Empresário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Administrador, Idealista, Visionário. Produtor Cultural, Ativista, Memorialista. Poeta, Romancista, Cronista. Contista, Ficcionista, Literato.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Em 2001, foi candidato a uma das vagas na Academia Tocantinense de Letras, mas não conseguiu se eleger. Foi candidato à Cadeira 37, quando foi eleito o escritor Mário Ribeiro Martins. Candidatou-se à Cadeira 38, mas o eleito foi o escritor Voltaire Wolney Aires. Foi também candidato à Cadeira 39, quando foi eleito o escritor Dourival Martins Santiago. Algumas de suas obras foram indicadas pelo EDUCON(Educação Continuada) para o vestibular 2001, da UNITINS. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br


EXCELENTE CANDIDATO,
MAS NÃO FOI ELEITO.


OSMAR CASAGRANDE

(Osmar Casagrande foi candidato ao lado de Odir Rocha, mas não conseguiu ser eleito ainda desta vez, embora excelente candidato. Como é muito jovem, não lhe faltará oportunidade).


OSMAR CASAGRANDE CAMPOS, de Presidente Epitácio, São Paulo, 08.12.1956, escreveu, entre outros, “RETALHOS”(CONTOS), “CONEXÃO VIDA”(ENSAIO), sem dados biográficos completos. Filho de Álvaro Campos e Florice Casagrande. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.

Graduou-se em COMUNICAÇÃO SOCIAL, com habilitação em Publicidade e Propaganda, nas Faculdades Integradas “Alcântara Machado”, de São Paulo, em 1980.

Casou-se em 1984 com Izilda Ciribelli Campos, com quem teve os filhos Paulo Felipe, Carlos Eduardo e Álvaro Antônio, todos “de Abranches Campos”. Fez cursos de Esperanto, Teatro, Saúde e Fotografia, além de Propaganda e Marketing. Residente em Palmas, no Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias.

Um dos fundadores da Academia Palmense de Letras. Jornalista, Escritor. Poeta, Professor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Articulista. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações “MAXIMIANO DA MATA TEIXEIRA”.

Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores do Tocantins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

Com a ida do Doutor Odir Rocha para a Secretaria Municipal de Cultura, Osmar Casagrande tornou-se seu Assessor Especial.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm



HONRA AO MÉRITO E
MEMBROS CORRESPONDENTES

Pela Ata de instalação da Academia de Letras do Estado do Tocantins(Academia Tocantinense de Letras), do dia 02 de março de 1991, ALÉM DOS TITULARES, em número de 26, foram diplomadas as seguintes pessoas(COM DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO OU COMO MEMBROS CORRESPONDENTES). Como é impossível, elaborar a biografia de todos os diplomados, escolheu-se um dos DIPLOMADOS « COM HONRA AO MÉRITO » e um dos MEMBROS CORRESPONDENTES, para BIOGRAFÁ-LOS. Foram escolhidos BERNARDO ÉLIS(HONRA AO MÉRITO) e RUY RODRIGUES DA SILVA(CORRESPONDENTE):




DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO:
(da ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em 02.03.1991, em PORTO NACIONAL)

BERNARDO ÉLIS- Academia Brasileira de Letras.

BERNARDO ÉLIS FLEURY DE CAMPOS CURADO, Goiano, de Corumbá de Goiás, 15.11.l9l5, autor de dezenas de livros, entre os quais, "O TRONCO"(1956),"ERMOS E GERAIS"(1944), "PRIMEIRA CHUVA"(1955), "VERANICO DE JANEIRO"(1966), "CAMINHOS DOS GERAIS"(1975), "CAMINHOS E DESCAMINHOS" (1965), "MARECHAL XAVIER CURADO, CRIADOR DO EXÉRCITO NACIONAL"(1973), "AS TERRAS E AS CARABINAS", "ANDRÉ LOUCO"(1978), "DEZ CONTOS ESCOLHIDOS", "CHEGOU O GOVERNADOR", "JECA-JICA"(1986), "GOIÁS EM SOL MAIOR"(1985), "APENAS UM VIOLÃO"(1984), "OS ENIGMAS DE BARTOLOMEU ANTONIO CORDOVIL"(1980), "DESEMPENHO DAS ACADEMIAS DE LETRAS NO BRASIL", "VILA BOA DE GOIÁS: ESTUDOS SOCIAIS"(1979).

Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter recebido o DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO, da Academia Tocantinense de Letras, em 1991 e de ter escrito o romance “O TRONCO”, publicado pela primeira vez em 1956 e hoje com várias edições, focalizando a briga de São José do Duro, hoje Dianópolis, entre a polícia militar de Goiás e a família do Coronel Abílio Wolney.

O romance, como se sabe, terminou por se transformar em filme, dirigido por João Batista de Andrade, tendo, entre outros artistas, o ator Antônio Fagundes que fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama.

Quando Bernardo Élis tinha 22 anos de idade, em 1937, esteve em Pedro Afonso, no hoje Estado do Tocantins. Não conseguindo realizar o seu intento, de bom emprego público, dirigiu-se para Goiânia, tornando-se Secretário da Prefeitura Municipal e iniciando ali a sua carreira literária.

Professor, Jornalista, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Poeta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Diretor do Instituto Nacional do livro, em Brasília.

Destacado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Foi professor da Escola Técnica Federal e da Universidade Federal de Goiás. Membro do Conselho Federal de Cultura, da Associação Nacional de Escritores, da Academia Goiana de Letras, Cadeira l8, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto, de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu presidente e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.

Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras na Cadeira 01, concorrendo com o Ex-Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, tendo tomado posse em 10 de dezembro de 1975.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Analisado no livro DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais.

Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nascido em Corumbá de Goiás, a 15 de novembro de 1915. Filho de Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado. Transferiu-se para Goiás Velho, em 1921, estudando no Grupo Escolar de Vila Boa e depois com o professor Alcides Ramos Jubé, em 1929.

Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1930, passando a interessar-se por literatura, quando também fez o Tiro de Guerra. Em 1934, publicou o poema "A Chaminé", no jornal que havia fundado "O Liceu".

Designado Escrivão de Polícia de Anápolis, em 1936, mudou-se para esta cidade, onde continuou a escrever poemas e histórias, imaginadas a partir de "A Bagaceira", de José Américo. Após trabalhar no Cartório do Crime em Corumbá, dirigiu-se para Pedro Afonso, Norte de Goiás, em 1937, onde tentou viver com um cargo político, na Inspetoria da Fazenda, sob a administração do político José de Souza Porto.

De lá, devidamente recomendado, foi para Goiânia como Secretário da Prefeitura Municipal, em 1939. No ano seguinte, matriculou-se na Faculdade de Direito e publicou alguns contos na revista "O Malho", do Rio, bem como trabalhou na revista “OESTE”, em 1942.

Em 1944, lançou "Ermos e Gerais", pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, PRÊMIO que havia sido instituído pelo primeiro Prefeito de Goiânia, Professor Venerando de Freitas. No mesmo ano(1944), casou-se em Morrinhos, com Violeta Metran, de quem se separou muito posteriormente.

Bacharel em Direito, em 1945, participou do 1º Congresso de Escritores na cidade de São Paulo, tornando-se nesse mesmo ano, professor da Escola Técnica Federal de Goiânia. Em 1947, tomou posse na Academia Goiana de Letras, na Cadeira nº 18, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto e de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, sendo hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.

Está vinculado ao Estado do Tocantins, pelo fato de ter contado a história da Quinta-Feira sangrenta, ocorrida em São José do Duro, hoje Dianópolis, em seu famoso romance “O TRONCO”, depois transformado em filme, pelo Cineasta João Batista de Andrade. Mas também recebeu da Academia Tocantinense de Letras, em 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, o DIPLOMA DE HONRA AO MÉRITO.

Eleito Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1964. Pelos seus livros, recebeu o "Prêmio José Lins do Rego", "Prêmio Jabuti", "Prêmio Afonso Arinos", "Prêmio Sesquicentenário", etc.

Em 1975, a 10 de dezembro, tomou posse na Cadeira nº 01, da Academia Brasileira de Letras, depois de derrotar o mais forte candidato-Juscelino Kubitschek de Oliveira- com saudação de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira. Entre seus livros, destacam-se, "A Terra e as Carabinas", "Primeira Chuva", "O Tronco", "Caminhos e Descaminhos", "Veranico de Janeiro", "Caminhos dos Gerais", "Seleta de Bernardo Élis", etc.

Novamente casado, passou a residir em Brasília, trabalhando no Instituto Nacional do Livro, de onde retornou, algum tempo depois, para Goiânia. Sobre ele e com o título “BERNARDO ÉLIS EM ERMOS E GERAIS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

Apesar da polêmica sobre o conteúdo do romance “O TRONCO” que, inclusive, já teve mais de dez edições, Bernardo Élis tem o mérito de ter sido até hoje(2004), o ÚNICO GOIANO membro da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.

Após ter sido Presidente da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, Órgão do Governo Estadual, na Gestão do Governador Maguito Vilela, faleceu, em Goiânia, no dia 30 de novembro de 1997, com 87 anos de idade, tendo sido enterrado no MAUSOLÉU DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, no Rio de Janeiro. Foi casado também com Maria Carmelita, com quem viveu de 1981 até sua morte em 30.11.1997 e que é responsável pelo espólio literário de Bernardo Elis.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br




RECEBERAM TAMBEM O DIPLOMA DE HONRA AO MERITO:

FANY DE OLIVEIRA MACEDO-Por 50 anos dedicados à Educação.

GENEROSA PINTO-Por 50 anos dedicados à Educação.



DIPLOMA DE MEMBRO CORRESPONDENTE :
(da ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em 02.03.1991, em PORTO NACIONAL)

RUY RODRIGUES DA SILVA-dito na ATA, como « homem de vasto saber ».

RUY RODRIGUES DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 28.10.1927, escreveu, entre outros, “MIGRATIONS ET DÉVELOPPEMENT”, “EGLISES ET RÉVOLUTION SOCIALE EN AMÉRIQUE LATINE”, “LE DÉVELOPPEMENT-PROCESSUS ET MÉTHODES”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Após os estudos primários em sua terra natal, no Colégio dos Dominicanos, partiu para outras plagas. Formado em Filosofia, na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Bacharel em Teologia, no Rio de Janeiro, fez-se Padre, retornando logo depois ao seu torrão natal -A VETUSTA E CULTA PORTO NACIONAL.

Como sacerdote que era, também conhecido como PADRE RUY, foi professor em Porto Nacional e também em Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, onde morou em 1956, como Diretor do Ginásio Cristo Rei, fundando alí o ESCOTERISMO. Dentro do Grupo Escolar Pádua Fleury, fundou em 1957, o primeiro JARDIM DE INFÂNCIA da região, a que os próprios professores deram o nome de “JARDIM DE INFÂNCIA PADRE RUY”.

Já dispensado dos hábitos religiosos, mudou-se para Goiânia. Em Goiás, foi professor da Universidade Federal de Goiás. Através da instrumentalidade da CADES, fez o curso de Lingua e Literatura Portuguesa, bem como Lingua Clássica e Administração Escolar.

No Governo de Mauro Borges, além de ter sido Secretário da Educação, teria sido, conforme a versão histórica, o pivô da deposição do Ex-Governador goiano, em virtude de sua insistência em mantê-lo secretariando a educação, o que feria os interesses da Revolução de 1964 que considerava o Padre Ruy, como era conhecido, um subversivo.

Já no exílio, durante 25 anos morou em Paris, França, onde também se formou em Sociologia. Com a lei da anistia, retornou ao Brasil, indo para a sua terra natal, Porto Nacional. No Tocantins, foi Secretário da Educação, no Governo de Moisés Avelino, bem como Secretário Extraordinário da Ciência e Tecnologia, do Governo Siqueira Campos, que o conduziu, a partir de 1999, à condição de Reitor da Universidade do Tocantins (UNITINS).

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Não se deve confundir o Padre Rui Cavalcante Barbosa, com o Padre Ruy que é Rodrigues da Silva e que nasceu em Porto Nacional, tendo sido Secretário da Educação, no Governo Mauro Borges, em Goiás.

O Padre Rui Cavalcante, de Corrente, no Piauí, é membro da Academia Tocantinense de Letras, enquanto o Padre Ruy Rodrigues, de Porto Nacional, jamais foi convidado, ou, se foi convidado, não aceitou, o que é lamentável. Foi, no entanto, eleito MEMBRO CORRESPONDENTE, conforme a ATA do dia 02 de março de 1991, quando da instalação oficial da Academia.

De qualquer forma, tanto o Padre Rui Cavalcante Barbosa quanto o Padre Ruy Rodrigues da Silva, ambos são verbetes do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm




RECEBERAM TAMBÉM O TÍTULO DE MEMBROS CORRESPONDENTES, CONFORME A ATA DO DIA 02.03.1991:


ALMERINDA ARANTES-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

ROSARITA FLEURY-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

ÁUREA CORDEIRO DE MENEZES-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

REGINA LACERDA-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

NICE MONTEIRO ARTIAGA(DAHER)-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

CELIA COUTINHO SEIXO DE BRITTO-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

RUNY SILVA-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

HELENA MORAIS SANTOS-dita na Ata como sonetista de Salvador.

AMALIA HERMANO-Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.

JOSE ASMAR-Academia Goiana de Letras.

CARMO BERNARDES-Academia Goiana de Letras.

FRANCISCO DE BRITO-Academia Goiana de Letras.

BARIANI ORTENCIO-Academia Goiana de Letras.

NELLY ALVES DE ALMEIDA-Academia Goiana de Letras.

JOSE MENDONÇA TELES-Academia Goiana de Letras.

GERALDO COELHO VAZ-Academia Goiana de Letras.

ADÃO BEZERRA BONFIM-Autor do livro « TOCANTINS-UM ESTADO PARA A NOVA REPÚBLICA ».

JOÃO LIMA-dito na ATA, como historiador e poeta.

JAIR MARTINS DE SOUSA JR.-dito na ATA, como « repentista de cordel ».



MEDALHA JAIME CÂMARA, DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.

Destinada a pessoas que prestam relevantes serviços à cultura e também à Academia. Daí sua biografia neste livro.

JAIME CÂMARA, de Baixa Verde(JOÃO CAMARA), região de Jardim de Angicos e Cauaçu, Rio Grande do Norte, 16.07.l909, escreveu, entre outros, "NOS TEMPOS DE FREI GERMANO"(1974), "OS TEMPOS DA MUDANÇA"(1967), “CADEIRA Nº 17”(1971). Deputado Federal pelo Estado de Goiás, onde também foi Secretário de Estado.

Fundador da Organização Jaime Câmara de Rádio e Televisão, incluindo O POPULAR, JORNAL DE BRASÍLIA, JORNAL DO TOCANTINS, RÁDIO ANHANGUERA, RÁDIO EXECUTIVA, TELEVISÃO ANHANGUERA, TELEVISÃO TOCANTINS, ETC.

Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter trazido para o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, toda a estrutura da Organização Jaime Câmara, através do jornal, rádio e televisão. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico).

Escritor, Ensaísta, Memorialista. Jornalista, Industrial, Empresário. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Cronista, Contista, Pesquisador.

Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo como titular Benedito Odilon Rocha, sendo hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.

Sócio da Academia Brasiliense de Letras, da Associação Brasileira de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da União Brasileira de Escritores, de que foi seu presidente, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Paulista de Imprensa, Academia de Letras e Artes de Luziânia.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior.

Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas, que, inclusive, tem o seu nome: BIBLIOTECA JORNALISTA JAIME CÂMARA.

Também em sua homenagem, a Academia Tocantinense de Letras, criou a COMENDA JAIME CÂMARA, destinada a pessoas que se destaquem como amigos da Academia.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Baixa Verde, Rio Grande do Norte, a 16 de julho de 1909. Filho de Joaquim Rebouças de Oliveira Câmara e de Maria Melquíades de Miranda Câmara.

Iniciou os estudos primários, em 1916, transferindo-se, em 1918, para o Colégio Santo Antonio, de Natal, Capital do Estado.

Em 1930, transferiu-se para Goiás, via Planaltina, onde se encontrava seu irmão Joaquim Câmara Filho.

Seguindo para Vila Boa(Goiás Velho), trabalhou, inicialmente, como datilógrafo da Loteria Goiana. Junto com outros, fundou, em 1931, o TIRO DE GUERRA de Vila Boa.

Dois anos mais tarde, em 1932, foi nomeado revisor gráfico da Imprensa Oficial, onde viu despertar a vocação para o jornalismo.

Em 1934, com outros companheiros, fundou a Associação Goiana de Imprensa. Com a finalidade de explorar o ramo gráfico, fundou, em 1935, com Henrique Pinto Vieira, uma firma comercial.

Com a mudança da Capital do Estado para Goiânia, comprou a parte de seu sócio e, transferiu-se em 1937, para a nova cidade juntamente com seu irmão Joaquim e no ano seguinte, 1938, fundou o jornal O Popular, com edição semanal.

Participou da fundação do Automóvel Clube de Goiás, em Goiânia, em 1937. Foi eleito, em 1943, Presidente da Associação Comercial do Estado de Goiás. No mesmo ano, no dia 6 de setembro, casou-se com Maria Célia Guimarães.

Iniciou, em 1947, a construção do Edifício-Sede da Associação Comercial, na Avenida Goiás.

Em 1955 fundou, com outras pessoas, a Rádio Anhanguera, no mesmo ano em que foi secretário de Viação e Obras Públicas.

No mês de dezembro de 1955, faleceu seu irmão mais velho Joaquim Câmara Filho.

Pela Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, em 1957, recebe o título de “CIDADÃO GOIANO”.

Em 1958 foi eleito Prefeito de Goiânia, sob a sigla do PSD. Diretor do Banco do Estado de Goiás, em 1961. Fundou, junto com outros, em 1962, a Faculdade de Ciências Econômicas.

Presidente da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO), em 1964, quando também fundou a Televisão Anhanguera.

Inicia a construção da sede própria do Instituto Artesanal dos Cegos de Goiás, em 1968, exercendo a sua presidência durante algum tempo.

No dia 1º de julho de 1970, tomou posse na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis e de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, sendo titular Benedito Odilon Rocha, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.

Após viajar por vários países da Europa, fundou, em 1972, na Capital da República, o JORNAL DE BRASÍLIA.

Em fevereiro de 1973, faleceu seu irmão Vicente Rebouças.

Em 1974, foi eleito Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.

Como Deputado Federal em várias ocasiões, foi também responsável pelo projeto que criou nas escolas, a cadeira “EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA”. Torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(1978).

No dia 19 de março de 1983, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Goiás(FIEG), proferiu o discurso de recepção ao escritor Mário Ribeiro Martins que tomava posse na Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras.

Tornou-se o titular da mais sólida empresa de comunicação de massa de todo o Estado, reunindo “O Popular”, “Rádio Anhanguera”, “Rádio Araguaia”, “Rádio Executiva”, “Rádio Jornal de Brasília”, “Televisão Anhanguera”.

E mais ainda, a “Televisão Tocantins” (Anápolis), “Televisão Riviera” (Rio Verde), “Televisão Rio Vermelho”(Luziânia), “Televisão Pirapitinga”(Catalão), “Televisão Paranaíba” (Itumbiara), “Jornal do Tocantins”(Araguaína/Palmas), “Jornal de Brasília” (DF), etc.

Em 1982 foi eleito, pelo PDS, deputado federal.

Ao falecer, em 29 de outubro de 1989, deixou à frente da ORGANIZAÇÃO JAIME CÂMARA, seu filho Jaime Câmara Júnior.

Em sua homenagem, foi criada em Goiânia, cidade em que viveu, a Fundação Jaime Câmara, administrada pelos seus filhos e netos.

Sobre ele e com o título “JAIME CÂMARA E OS TEMPOS DA MUDANÇA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

Pelos relevantes serviços prestados ao Estado do Tocantins, seu nome foi colocado na principal biblioteca de Palmas que foi inaugurada com o título de “BIBLIOTECA MUNICIPAL JORNALISTA JAIME CÂMARA”, hoje localizada no Espaço Cultural de Palmas. A Academia Tocantinense de Letras, por sua vez, instituiu a MEDALHA JAIME CÂMARA, para homenagear aqueles que prestam relevantes serviços à cultura e também à Academia.



ENTREVISTA SOBRE A ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.

Entrevista com Mário Ribeiro Martins*.
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

(Mário Ribeiro Martins é membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o francês Frei José Maria Audrin. É tambem membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o baiano Crispiniano Tavares)

Prestimosa amiga MIRIAN DEBONI, conforme consta aqui do meu computador, já respondi a este questionário mais de uma vez e, ele lhe foi enviado. Mas, em atenção a você, vou responder de novo. Como fiz nas ocasiões anteriores, não vou copiar a pergunta, mas usar os respectivos NÚMEROS. Como se trata de uma Pesquisa para fins de Doutorado junto à Universidade Federal Fluminense, aí estão as respostas. Depois de refletir um pouco, achei interessante copiar as perguntas. Aliás, em certas ocasiões, as perguntas são mais importantes do que as respostas.


QUANDO FOI FUNDADA A ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS? QUAL FOI O INTUITO DE SUA CRIAÇÃO?
1)A Academia Tocantinense de Letras foi fundada no dia 12.12.1990 e instalada solenemente no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional. O intuito de sua criação foi reunir os poucos intelectuais então existentes no novo Estado do Tocantins( O Estado tinha sido criado em 05.10.1988).

HOUVE ALGUM TIPO DE SELEÇÃO PARA A FORMAÇÃO DOS PRIMEIROS MEMBROS DA ACADEMIA? COMO FOI FEITA ESSA SELEÇÃO?
2)Não houve nenhum tipo de seleção para a escolha dos primeiros 25 membros da Academia. Os três fundadores da Academia(José Liberato Póvoa, Juarez Moreira e Ana Braga) escolheram os nomes, conforme o status de cada um naquele momento.

HOJE, COMO É FEITA ESSA SELEÇÃO?
3)Hoje, a Academia tem 40 cadeiras. Quando alguém morre, a vaga vai ser ocupada por alguém que se candidate. Para se candidatar, a pessoa tem de ter pelo menos um livro publicado. A taxa de inscrição é caríssima-150,00(cento e cinquenta) reais. Poucos são os escritores que têm essa quantia para jogar fora, visto que, não sendo eleito, o candidato não recebe o dinheiro de volta.

QUAIS AS ATIVIDADES CULTURAIS(SIMPÓSIOS, MESAS REDONDAS, CONGRESSOS, ETC) DESENVOLVIDAS PELA ACADEMIA?
4)A Academia, quando convidada, participa de simpósios, mesas redondas e congressos, além de indicar os seus membros para atividades literárias, como concursos, palestras, etc. Mas ela, a depender do Presidente que a estiver dirigindo, também promove tais atividades.

QUAIS AS ATIVIDADES DESENVOLVIDAS PELA ACADEMIA JUNTO À COMUNIDADE?
5)A Academia desenvolve junto à comunidade atividades como, concursos de literatura, de leituras, oratória, etc.

COM QUE FREQUÊNCIA OCORREM AS REUNIÕES NA ACADEMIA(HÁ UM CALENDÁRIO PERMANENTE OU SÃO FEITAS DE FORMA ALEATÓRIAS)? SÃO GERALMENTE EM QUAIS DIAS DA SEMANA? E COMO VEM SENDO A FREQUENCIA DOS ACADÊMICOS A ESTAS REUNIÕES?

6)A Academia tem um calendário de suas atividades que é distribuido, anualmente, aos acadêmicos. Independente disto, a Academia é aberta ao público, especialmente quanto a sua biblioteca.

QUAIS SÃO OS ASSUNTOS ABORDADOS NESSAS REUNIÕES(BUROCRÁTICOS, LITERÁRIOS, ETC)?
7)Nas reuniões, são abordados temas literários, administrativos, etc.

QUAL A RELAÇÃO DA ACADEMIA COM A CIDADE DE PALMAS E COM O RESTANTE DO ESTADO, JÁ QUE SE TRATA DE UMA ACADEMIA DE ÂMBITO ESTADUAL?
8)Embora haja outra academia- a Academia Palmense de Letras- a academia de que faço parte(Academia Tocantinense de Letras) tem presença constante na vida de Palmas(especialmente em suas Escolas, Colégios e Universidades), bem como no restante do Estado, já que ela tem membros espalhados por várias cidades, entre as quais, Porto Nacional, Gurupi, Paraiso, Araguaina, Araguatins, Tocantinópolis, Natividade, Paranã, Dianópolis, etc.

QUAL A FUNÇÃO DA ACADEMIA NOS DIAS DE HOJE?
9)A função da Academia nos dias de hoje é a mesma de todas as épocas. Possibilitar que os intelectuais se reunam num local mais propício e estabeleçam uma certa interação social e cultural. A sede da Academia é sempre o local para isto.

EM RELAÇÃO À PUBLICAÇÃO DOS LIVROS DE SEUS ACADÊMICOS, A ACADEMIA FINANCIA, OU JÁ FINANCIOU, ALGUMAS DESSAS PUBLICAÇÕES?
10)Nenhuma Academia, nem mesmo a Academia Brasileira de Letras(que tendo um prédio próprio, com salas alugadas e é a instituição cultural mais rica do Brasil), publica ou financia a publicação dos livros de seus acadêmicos. A Academia não é e não faz papel de instituição de caridade.

NA MAIORIA DAS VEZES, COMO É FEITA A PUBLICAÇÃO DOS LIVROS PELOS ACADÊMICOS? SÃO OS PRÓPRIOS ACADÊMICOS QUE FINANCIAM SUA PUBLICAÇÃO OU RECEBEM ALGUM INCENTIVO DO ESTADO OU DE ALGUM ÓRGÃO PRIVADO?
11)Os livros dos acadêmicos são publicados de diversas maneiras: a) Com recursos dos próprios acadêmicos. b) Por alguma Editora que se interesse pelo assunto. c) Com dinheiro do Estado, através de alguma secretaria. d) Por alguma entidade privada que tenha feito algum concurso específico.

COMO A ACADEMIA SE MANTÉM FINANCEIRAMENTE? HÁ ALGUM INCENTIVO DO ESTADO NESSE SENTIDO OU DE ALGUM ÓRGÃO PRIVADO?
12) A Academia se mantem financeiramente, através da anuidade de seus membros ou pela colaboração de órgãos do Estado, do Municipio, etc. No caso específico da ATL, a sala é do municipio, alguns móveis são do municipio, os instrumentos são do municipio(alguns deles), etc.

QUAL A RELAÇÃO ENTRE A ACADEMIA E O ESTADO? E COM A PREFEITURA DE PALMAS?
13) A resposta acima(a 12) explica a relação intima entre a Academia, o Estado e o Municipio. Até mesmo os funcionários que trabalham na Academia são cedidos pelo Estado ou pelo Municipio.

QUAL A FUNÇÃO DA ACADEMIA NA PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO CULTURAL E LITERÁRIA DO ESTADO?
14) A função da Academia é clara. Ela envia, quando solicitada, os seus membros para fazerem palestras, conferências, etc, em Escolas, Colégios, Universidades, etc.

COMO VOCÊ EXPLICARIA A GRANDE QUANTIDADE DE MEMBROS QUE HÁ NA ATL LIGADOS AO CAMPO DO DIREITO, COMO ADVOGADOS, DESEMBARGADORES, PROCURADORES, JUIZES? HÁ ALGUMA RAZÃO EM ESPECIAL PARA ESTE FATO?
15) É que os profissionais citados(da área do Direito), de um modo geral, têm mais condições financeiras, primeiro, para se inscrever na Academia e segundo, têm livros publicados e terceiro, tem mais afinidade com o mundo das letras.

COMO VOCÊ EXPLICA O INTERESSE DESSES BACHARÉIS EM RELAÇÃO AO TRABALHO ACADÊMICO E LITERÁRIO?
16)A resposta já foi dada no item anterior(15). Esses bachareis, inclusive, são mais frequentadores de livrarias e se identificam mais com o mundo acadêmico e literário. Os professores poderiam se encaixar aqui, mas lhes falta, quase sempre, as condições financeiras. Os professores, especialmente concursados, estão sempre vinculados a instituições atreladas ao Poder Executivo e este, seja Municipal, Estadual ou Federal, é useiro e vezeiro em pagar mal, o que é lamentável. Alguns professores com cursos de PÓS-DOUTORADO NO EXTERIOR, mas são aviltados nos seus contra-cheques.

A ACADEMIA POSSUI ALGUMA PUBLICAÇÃO COLETIVA(COLETÂNEA, ANTOLOGIA)?
17)A Academia só publica alguma coletânea ou antologia quando há algum concurso. Portanto, não há publicações constantes.

NA SUA OPINIÃO QUEM SÃO OS LEITORES DAS OBRAS PUBLICADAS PELOS ESCRITORES QUE COMPÕEM AS ACADEMIAS NO TOCANTINS?
18)Os meus artigos e o meu dicionário que se encontram na INTERNET no endereço http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm
são lidos por pessoas do Brasil e exterior, conforme se vê no número de visitas no próprio texto. Mas os leitores de modo geral, da literatura produzida no Tocantins, são estudantes, pesquisadores e curiosos que querem saber mais sobre o novo Estado. Alguns vão prestar concursos públicos e precisam saber mais sobre as obras e os autores do Tocantins. Outros residiram no antigo norte de Goiás e sentem necessidade de conhecer o hoje Tocantins. Por outro lado, boa parte dos membros das Academias do Tocantins, não tem livros publicados. Foram colocados nas Academias por que escreveram ou escrevem artigos para Jornais.

COMO VOCÊ ANALISA A QUESTÃO DA FALTA DE EDITORAS NO ESTADO, QUE POR SUA VEZ ACARRETA UMA MAIOR DIFICULDADE E ALTOS CUSTOS PARA OS ESCRITORES QUE MUITAS VEZES PRECISAM RECORRER ÀS EDITORAS QUE SE ENCONTRAM EM OUTROS ESTADOS?
19)A falta de editoras no Estado se deve ao próprio tamanho do Estado. Enquanto Goiânia sozinha tem um milhão e cento e oitenta mil habitantes(1.180), o Estado do Tocantins todo tem um milhão e duzentos mil habitantes(1.200). Goiânia tem poder aquisitivo alto, oriundo do Poder Judiciário, Legislativo e Executivo(muito antigos). O Tocantins é um Estado de 16 anos de idade. O aspecto populacional e o poder aquisitivo fazem a diferença.

FAÇA UMA RELAÇÃO DAS OBRAS PUBLICADAS PELOS ACADÊMICOS DA ATL.
20)Esta relação é impossível, a não ser que cada acadêmico apresente a sua. No meu caso pessoal, tenho 20 livros publicados cujos títulos se encontram na minha HOME PAGE: www.genetic.com.br/~mario ou ainda no meu mais recente livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS. De qualquer forma, vou dizer os que não têm nenhum livro publicado(entenda-se por livro publicado, o livro individual, com editora, local e ano de publicação e não participação em coletâneas e antologias). Estes são os acadêmicos da Academia Tocantinense de Letras sem livros publicados: 1)José Cardeal dos Santos-cadeira 08. 2)Mary Sônia Matos Valadares-cadeira 13. 3)Nícia Vieira Araújo-cadeira 19. 4)Cleuza Benevides Souza Bezerra-cadeira 20. 5)Luiz de Souza Pires-cadeira 23. 6)José Edmar Brito Miranda-cadeira 25. 7)Eduardo Silva de Almeida-cadeira 30(No caso do Eduardo, ele tem um trabalho publicado com outros autores). Como se vê, das 40 cadeiras preenchidas na Academia, SETE ACADÊMICOS NÃO TÊM LIVROS PUBLICADOS. O Padre Joatan tem o livro "REZAS E ORAÇÕES", vendido nas festas de Natividade. Freire Jr tem o livro "DISCURSOS PARLAMENTARES", publicado pela Câmara Federal.Darci Martins Coelho tem o livro ATUAÇÃO PARLAMENTAR(2003), também publicado pela Câmara Fderal.

QUAL A FORMA MAIS COMUM DOS ACADÊMICOS DA ATL PUBLICAREM SUA OBRA(EDITORAS, GRÁFICAS, ETC)?
21) Alguns acadêmicos publicam suas obras através de Editoras devidamente constituidas. Outros usam Gráficas de fundo de quintal. E outros ainda tiram xérox do trabalho original e mandam encadernar.

COMO VOCÊ EXPLICARIA O DESEJO DAS PESSOAS EM SE CANDIDATAREM A UMA CADEIRA DA ACADEMIA? A PROCURA TEM SIDO MUITO GRANDE?
22) Este desejo se explica da seguinte forma: O jogador de futebol tem como aspiração chegar, algum dia, na seleção brasileira. Como ele nem sempre consegue, fica satisfeito na seleção tocantinense, na seleção goiana, etc. O escritor tem como desejo chegar, algum dia, na Academia. Como ele não consegue chegar à Academia Brasileira de Letras, termina ficando satisfeito na Academia Goiana de Letras, na Academia Tocantinense de Letras, na Academia de Gurupi, na Academia de Araguaína, na Academia de Colinas e assim por diante. Quanto à pergunta, se a procura tem sido muito grande, a resposta é: A academia só tem 40 vagas e a vaga só é aberta, quando alguém morre. E isso é raro acontecer. Mas quando acontece, a vaga é aberta e qualquer pessoa, com livro efetivamente publicado, pode se inscrever(não vale dizer tenho um livro na gaveta ou participo de antologia ou coletânea ou tenho artigos publicados em jornais). No caso da Academia Tocantinense de Letras, a pessoa(o candidato) tem de depositar para a Academia 150,00(cento e cinquenta reais) e esta quantia não é devolvida, se o candidato não for eleito. Portanto, como ninguém quer jogar fora seu dinheiro, os candidatos são poucos.

COMO VOCÊ ANALISA O CONTEXTO LITERÁRIO NO ESTADO ANTES E DEPOIS DA FORMAÇÃO DAS ACADEMIAS NO TOCANTINS? VOCÊ ACHA QUE ESSE CENÁRIO MODIFICOU-SE E COMO? COMO AS ACADEMIAS CONTRIBUÍRAM PARA A MODIFICAÇÃO OU NÃO DO CENÁRIO LITERÁRIO NO TOCANTINS?
23) Como antes não havia o Estado do Tocantins, também não havia a Academia Tocantinense de Letras. O que havia no antigo norte de Goiás era uma sub-secção da União Brasileira de Escritores de Goiás. Você já pensou o novo Estado do Tocantins, sem uma Academia de Letras? Se todos os Estados da Federação têm a sua Academia, por que o Tocantins não ter a sua? Assim, a Academia Tocantinense de Letras tem sido útil, porque também tem sido um ponto de encontro. Quando alguém intelectual chega em Palmas, uma das primeiras perguntas é: onde está a Academia Tocantinense de Letras? Como a Academia é muito requisitada nas Escolas, Colégios, Universidades, etc, ela está tendo a oportunidade de divulgar a cultura do Estado e dos tocantinenses. Na sede da academia, é possível conhecer, num só lugar, quase todos os autores tocantinenses, independente de serem ou não da academia. Ao publicarem os seus livros, os autores sabem que devem mandar um exemplar para a Academia, porque lá o público tem acesso. Na biblioteca particular, o livro fica escondido.

NO SEU PONTO DE VISTA, QUAL O MAIOR EMPECILHO PARA QUE UM ESCRITOR DO TOCANTINS VEJA SUA OBRA PUBLICADA?
24)Não é só do Tocantins. Todos os autores brasileiros que não estão no eixo Rio/São Paulo têm dificuldades para ter as obras publicadas. Não é por falta de qualidade e sim de oportunidade. Não estando no eixo Rio/São, você está longe “dos olhos e dos ouvidos do rei”. Centenas de escritores brasileiros de Minas Gerais(Fernando Sabino), da Bahia(João Ubaldo Ribeiro), de Goiás(Gilberto Mendonça Teles), etc, etc, só se destacaram no eixo Rio/São Paulo.

TODOS OS MEMBROS DA ACADEMIA POSSUEM OBRAS PUBLICADAS(LITERÁRIAS OU NÃO)?
25)A Academia Tocantinense de Letras tem 40 membros titulares e oito deles não têm livros pessoais, efetivamente publicados e cujos nomes estão mencionados na pergunta 20.

A ACADEMIA POSSUI ALGUM ÓRGÃO OFICIAL QUE PUBLIQUE INFORMAÇÕES SOBRE SUAS TAREFAS, OBRAS, ACADÊMICOS, ENFIM ASSUNTOS RELACIONADOS ÀS SUAS ATIVIDADES DE UMA FORMA GERAL?
26)Infelizmente, a Academia Tocantinense de Letras ainda não tem uma revista mensal que publique suas informações. Mas o grande problema da Academia é ainda não ter a sua SEDE PRÓPRIA, o que foi prometido pelo Ex-Governador Siqueira Campos, quando da instalação da Academia, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional(observe-se que a Academia está hoje(2004) instalada numa sala da Biblioteca Pública, no Espaço Cultural de Palmas, cedida pelo então Prefeito da Capital, Dr. Odir Rocha). Como a Academia Goiana de Letras só teve a sua sede própria 48(quarenta e oito) anos depois de fundada, espera-se que nos próximos anos a ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS também tenha a sua sede.

Esta entrevista se encontra na INTERNET no seguinte endereço:
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BREVE INFORMAÇÃO
BIOBIBLIOGRÁFICA DE MÁRIO RIBEIRO MARTINS. DE MÁRIO RIBEIRO MARTINS.

(Este texto está na INTERNET, no seguinte endereço:
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77001-970) FONES: (063) 215 4496-
(063) 99779311 HOME PAGE:
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E-MAIL: mariormartins@hotmail.com)



1943(07.08). Nasce em Ipupiara(antigo Fundão ou Jordão de Brotas), Bahia, na Região da Chapada de Diamantina, criado com a avó Maria Ribeiro dos Santos, filho de Adão Francisco Martins e Francolina Ribeiro Martins, sendo seus irmãos, Adão Martins Filho, Eunice Ribeiro Martins, Marli Ribeiro Martins, Nina Ribeiro Martins, Filemon Francisco Martins, Gutemberg Ribeiro Martins e Manoel Ribeiro Neto.

1949. É alfabetizado, ainda em Ipupiara, Bahia, pela sua tia Almerinda Ribeiro Santos e pela Professora Miriam Ribeiro Barreto, irmã do Dr. Isaac Ribeiro Barreto, primeiro Médico de Brasília.

1950. Muda-se para Morpará, Bahia, onde seu pai se torna comerciante, político e pregador batista. Ajudando na Loja de Tecidos "A PRIMAVERA", preocupa-se com os livros e a pescaria no Rio São Francisco.

1954. Depois de estudar com a Professora Zélia Magalhães, conclui o PRIMÁRIO, ainda em Morpará, com a Professora "DONA"(Maria Jerônima Magalhães Mariani).

1955. Retorna à cidade natal Ipupiara, antigo Fundão ou Jordão de Brotas, (onde também nascera, em 1859, o Coronel Militão Rodrigues Coelho), dedicando-se à lavoura, inclusive à construção de cercas de pedra e de arame, roçagem de pastos e outras atividades agro-pastoris.

1958. Através da instrumentalidade da missionária batista Zênia Birzniek, sua mãe de criação, de origem leta, muda-se para Xique-Xique, Bahia, onde estuda durante algum tempo, residindo com o Pastor Jonas Borges da Luz.

1959. Transfere-se para Bom Jesus da Lapa, Bahia, onde passa a residir com o Pastor Pedro Pereira Nascimento, depois com o Coletor Eliel Barreto e, finalmente, com Bevenuto Ribeiro, político local, de quem recebe forte influência, especialmente evangélica, tornando-se alí pregador batista.

1962. Após ter sido aluno do Ginásio "BOM JESUS", dirigido pelo Dr. Antonio Barbosa, conclui o GINÁSIO no Colégio São Vicente de Paulo, sendo Orador da Turma e pelo primeiro lugar, recebe "MEDALHA DE HONRA" e uma viagem a Salvador, acompanhado pelas Freiras Diretoras do Colégio, quando viaja de avião pela primeira vez, saindo da cidade de Bom Jesus da Lapa, interior baiano.

1963. Matricula-se no Colégio Americano Batista(GILREATH) do Recife, na Rua Dom Bosco, Boa Vista, (onde também, nos idos do ano de 1907, estudara Gilberto Freyre). Trabalha para se manter nos estudos, no Centro Batista, sob a direção da missionária Mattie Lou Bible.

1964. Como "Carteiro do Colégio" é detido por algumas horas, nos CORREIOS E TELÉGRAFOS, do centro do Recife, quando da REVOLUÇÃO DE MARÇO para verificação da pasta onde se encontram correspondências retiradas da Caixa Postal do referido Colégio, destinadas aos professores, algumas delas oriundas da União Soviética e de Cuba.

1965. 28.02. Estando em Petrolina, Pernambuco, ganha uma “carona” num avião “Teco-Teco” para chegar ao Recife, onde estudava. Ao sobrevoar a famosa SERRA DAS RUSSAS, o avião apresenta defeito e cai, pegando fogo. É jogado numa “MOITA DE CAPIM”, onde é encontrado sem sentidos, mas sobrevive sem qualquer sequela, sendo levado para o Hospital Barão de Lucena, no Recife. O Piloto e o Fazendeiro(proprietário do avião) foram “CARBONIZADOS”.

1965. 20.12. Termina, no mesmo Colégio Batista, o curso CLÁSSICO. Ganha seu primeiro prêmio literário, o "PRÊMIO MACHADO DE ASSIS", de cuja Comissão faz parte o poeta Marcus Accioly, também ex-aluno do Colégio, hoje, escritor de renome nacional, autor de, entre outros, “GURIATÃ-UM CORDEL PARA MENINO”.

1966. Após Exame Psicotécnico com o Dr. J. N. Paternostro, de São Paulo, matricula-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, também no Recife, na Rua Padre Inglês, 243, Boa Vista.

1968. É consagrado MINISTRO EVANGÉLICO, tornando-se Pastor da Igreja Batista de Tejipió, nos arredores do Recife, onde permanece como Pastor até 1973, de cujo CONCÍLIO EXAMINATÓRIO participam os Teólogos DOUTORES DAVID MEIN, LÍVIO LINDOSO, JOÃO VIRGÍLIO RAMOS ANDRÉ, RAIMUNDO FROTA DE SÁ NOGUEIRA, H. BARRY MITCHELL, JOSÉ DE ALMEIDA GUIMARÃES, RENATO CAVALCANTI, ZACARIAS FERREIRA LIMA, VALDOMIRO LUIS DE SOUZA, ELIZEU MARTINS FERNANDES, LUIZ JOSÉ DE SIQUEIRA, ALCIDES PEREIRA MACHADO, JOSÉ VIANA DE PAIVA, JONAS BARBOSA DE LIMA, PEDRO BATISTA DOS REIS, JOÃO LUIS DE SOUZA, MANOEL NAZÁRIO DA SILVA, GENÉSIO GUIMARÃES LIMA E OSÉAS CORREIA SANTOS.

1968. Vincula-se ao GRANDE ORIENTE DE PERNAMBUCO, através da Loja Maçônica "CAVALEIROS DA CRUZ", do Recife, onde faz o curso de "Formação de Veneráveis".

1970. Bacharela-se em TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tornando-se professor da mesma instituição, nas áreas de Teologia Bíblica, História do Cristianismo, Teoria do Conhecimento, História da Filosofia, Sociologia da Comunidade, entre outras.

1970. Passa a escrever para "O JORNAL DO COMMERCIO", "DIÁRIO DE PERNAMBUCO", ambos do Recife, e "JORNAL BATISTA", do Rio de Janeiro. Publica seu primeiro livro "CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL", sob o pseudônimo de SNITRAM M. ORIEBIR.

1971. Licencia-se em FILOSOFIA PURA, na Universidade Católica de Pernambuco, tornando-se professor de Pesquisa Social, na mesma instituição. Neste mesmo ano leciona também no Ginásio Manoel Arão, na Escola Técnica de Comércio da cidade de Moreno, na Escola Superior de Relações Públicas e na Faculdade de Turismo e Comunicação. Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua primeira filha, Nívea Zênia dos Santos Martins(04.10.1971).

1972. Conclui o curso de MESTRE EM TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, com especialização em História do Cristianismo, defendendo a tese "O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO", sob a orientação do Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira.

1972. Termina o curso de BACHAREL EM CIÊNCIAS SOCIAIS, na Universidade Federal de Pernambuco, tornando-se professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, na disciplina Estudo de Problemas Brasileiros. É Examinador na Comissão de Vestibular da Escola Superior de Relações Públicas, no Recife.

1973. Estuda na Espanha, onde se especializa em EDUCAÇÃO MODERNA, SOCIOLOGIA e ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA, em Madrid e Alcalá de Henares. Seu diploma, assinado por Alfonso de Borbon, lhe é entregue por Juan Carlos de Borbon, posteriormente Rei da Espanha.

1973. Participa da Conferência Nacional sobre Integración del Minusvalido en la Sociedad e do V Congresso Internacional de Sociologia, em Barcelona. Profere Conferência no Instituto de Cultura Hispânica de Madrid, com o tema "LA ALFABETIZACIÓN EN EL CONTEXTO DE LA EDUCACIÓN PERMANENTE". Faz viagens culturais a Portugal, França e Inglaterra.

1973. Retornando ao Recife, é eleito Presidente da Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco. Torna-se Diretor do Centro de Educação Teológica por Extensão, do Seminário Batista do Norte. Faz o curso de FORMAÇÃO DE VENERÁVEIS DE LOJAS, sob o patrocínio do Grande Oriente de Pernambuco.

1973. Lança em São Paulo, pela Imprensa Metodista, o seu livro "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", traduzido para o Espanhol por Jorge Piñero Marques. Publica também, ainda no Recife, os livros "MISCELÂNIA POÉTICA", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "SUBDESENVOLVIMENTO: UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA".

1974. Representa o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, na Conferência Nacional Teológica, em Brasília. Faz o curso da Fraternidade Teológica Latino-Americana. Torna-se componente da Banca Examinadora dos Exames Vestibulares da Escola Superior de Relações Públicas. Leciona no Colégio Pré-Vestibular ESUDA. É biografado por Osvaldo Ronis no livro "UMA EPOPÉIA DE FÉ-A HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL".

1974. Faz Conferência no COLÉGIO AMERICANO BATISTA, quando das homenagens prestadas a Gilberto de Mello Freyre. Funciona como Expositor na II Semana de Sociologia da Universidade Católica de Pernambuco, o mesmo ocorrendo no II Seminário de Relações Públicas.

1974. Publica , ainda no Recife, o livro "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA". Lança também a "HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL", sua tese de mestrado transformada em livro. Em colaboração com o Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira, publica a "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO".

1974. Participa como Expositor do II Simposium de Direitos Humanos, promoção da Universidade Católica de Pernambuco. Participa, igualmente, do III Encontro Nacional de Professores e Orientadores de Moral e Civismo, numa promoção da Secretaria de Educação e Cultura do Governo de Pernambuco.

1974. Em Campinas, São Paulo, sob o patrocínio da JURATEL, conclui o curso de COMUNICAÇÃO SOCIAL. Torna-se Relator da Comissão de Reestruturação do Trabalho Cristão entre Universitários, como também participa do Grupo de Trabalho da Junta Executiva da Convenção Batista de Pernambuco. É autor do Ante-Projeto de Criação do Departamento de Educação Teológica por Extensão do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. É referenciado por David Mein no livro "CATÁLOGO GERAL".

1975. APÓS 12 ANOS DE ESTUDOS E TRABALHOS NO RECIFE, DEIXA O ESTADO DE PERNAMBUCO, ONDE MANTEVE CONTATO COM OS MAIS IMPORTANTES NOMES DO MUNDO LITERÁRIO, JORNALÍSTICO, TEOLÓGICO E UNIVERSITÁRIO.

1975. Muda-se para Anápolis, Goiás, tornando-se Professor da Faculdade de Direito e da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, lecionando, entre outras matérias, Estudos de Problemas Brasileiros, Introdução à Filosofia, Orientação Vocacional, Sociologia, Ética Profissional, Teologia, Filosofia da Educação, Sociologia do Desenvolvimento, Cultura Religiosa, Estrutura e Funcionamento do lº e 2º Graus e Prática de Ensino das Disciplinas Pedagógicas, todas com autorização do Conselho Federal de Educação, através dos Pareceres 1875/75, 066/77, 2941/77 e 735/78.

1975. Leciona também Moral e Cívica e História, no Colégio Cosmorama. É referenciado por Lena Castello Branco Costa no livro "DOCUMENTA 175", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1976. Conclui o curso de DIREITO. Torna-se Coordenador do Departamento de Filosofia e Teologia da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão e, posteriormente, do Departamento de Cultura Geral e Básica, bem como do Departamento de Direito Público, da Faculdade de Direito de Anápolis. Vincula-se ao Instituto Histórico e Geográfico de Anápolis. É conferencista no III Encontro Nacional de Universitários, no Rio de Janeiro.

1976. Toma posse na Academia de Letras da Manchester Goiana. Participa do VIII Encontro Regional do Ensino Superior Isolado, em Brasília, numa promoção do Ministério da Educação e Cultura(MEC). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista, d"O POPULAR, sob o título "Mais literatura e menos café society". Torna-se membro da SOCIEDADE DE HOMENS DE LETRAS DO BRASIL, no Rio de Janeiro.

1977. Torna-se Co-Pastor da Primeira Igreja Batista de Anápolis, quando adquiri, juntamente com o Pastor Isaias Batista dos Santos, na Rua Quintino Bocaiuva, centro, o terreno da Indústria Nasciutti, onde hoje se localiza o atual templo. É resenhado por Israel Belo de Azevedo na CAMPUS-REVISTA DO ESTUDANTE, do Rio de Janeiro.

1977. Passa a escrever para os jornais MANCHESTER, O POPULAR, FOLHA DE GOIÁS, CORREIO DO PLANALTO, O ANÁPOLIS, DIÁRIO DA MANHÃ, EDUCAÇÃO E REALIDADE(Rio Grande do Sul), REVISTA CAMPUS(Rio de Janeiro), JORNAL HOJE(São Paulo). Do casamento com Elenaide Batista dos Santos, de quem se divorciou anos depois, nasce sua segunda filha, Nívea Keila dos Santos Martins(13.03.1977). É entrevistado pelo jornalista Paulo Nunes Batista d"O POPULAR, sob o título "Vida e Iniciação Literária". É referenciado por José Vieira de Vasconcellos no livro "DOCUMENTA 203", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. É aprovado em 13º lugar no CONCURSO PÚBLICO PARA PROMOTOR DE JUSTIÇA. É nomeado pelo Governador Irapuan Costa Júnior para a Comarca de Abadiânia. Quando da posse no Centro Administrativo de Goiânia, é orador da turma, sendo o discurso publicado em vários jornais.

1978. Faz curso de Especialização em DIREITO PENAL e PROCESSUAL PENAL, respectivamente, com os Doutores Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Lafayette de Azevedo Pondé no livro "DOCUMENTA 207", do Ministério da Educação e Cultura(MEC).

1978. Funda, juntamente com outros, a Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Tem seus trabalhos literários publicados nos livros ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL E ESCRITORES DO BRASIL, editados no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.

1978. Vincula-se à ACADEMIA INTERAMERICANA DE LITERATURA E JURISPRUDÊNCIA. Funda o CLUBE BRASILEIRO DE LITERATURA. É eleito membro da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DO AMAZONAS. É resenhado por J. Heydecker, em São Paulo, no volume "LIVROS NOVOS".

1979. Publica, pela Editora Oriente, de Goiânia, o livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" que recebe elogios do Boletim Informativo da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Brasigóis Felício, d"O POPULAR, sob o título "Precisamos de mais literatura".

1979. Recebe o DIPLOME D"HONNEUR DU CANNET, do Clube dos Intelectuais Franceses. É eleito ESCRITOR DO ANO, pelo Clube de Imprensa de Anápolis. É biografado por Nysa Moraes Figueiredo no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É elogiado por J. Heydecker no JORNAL DO BRASIL, Rio de Janeiro.

1979. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "O momento é de inversão de valores". Vincula-se ao INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE, em Juazeiro do Norte, Ceará. Recebe o MÉRITO BIBLIOGRÁFICO, da Associação Uruguaiense de Escritores e Editores. Torna-se membro da ACADEMIA ELDORADENSE DE LETRAS, no Estado de São Paulo. É referenciado por Sidiney Pimentel no livro "O MENINO DOURADO".

1979. É eleito DESTAQUE DO ANO EM LITERATURA, pelo Jornal TOP NEWS, de Goiânia. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário Hugo de Carvalho Ramos, numa promoção da UBE-GO e patrocínio da Prefeitura Municipal de Goiânia. Vincula-se à ACADEMIA GOIANIENSE DE LETRAS. É entrevistado pela jornalista Mariinha Cunha, do TOP NEWS, sob o título "Literatura como destaque do ano". É referenciado por Neila Monteiro no jornal FOLHA DE GOIAZ.

1980. Recebe o MÉRITO FILOSÓFICO, da Academia Internacional de Ciências Humanísticas. É eleito para a Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, na Cadeira 3, tendo como Patrono Gonzaga Duque. É referenciado por Sebas Sundfeld no livro "ROSAS SOBRE O PIANO".

1980. É recebido como membro do Ateneu Angrense de Letras e Artes, em Angra dos Reis, Rio de Janeiro. É entrevistado pelo jornalista Dilmar Ferreira, do CORREIO DO PLANALTO, sob o título "Filosofia divulga o nome de Anápolis". É biografado por Joaryvar Macedo no BOLETIM DO INSTITUTO CULTURAL DO VALE CARIRIENSE.

1980. Torna-se membro da INTERNATIONAL ACADEMY OF LETTERS OF ENGLAND, em Londres. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Federação das Entidades Fronteiristas do Rio Grande do Sul. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Poesia Moderna, promoção do Boletim Perfil, em Anápolis.

1980. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PROCESSUAL PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Romeu Pires de Campos Barros. É referenciado por Pompília Lopes dos Santos na REVISTA DA ACADEMIA FEMININA DE LETRAS DO PARANÁ.

1981. É eleito INTELECTUAL DO ANO EM GOIÁS, pela Revista Brasília. É biografado por Alípio Mendes na REVISTA DO ATENEU ANGRENSE DE LETRAS. É referenciado por Clério José Borges, em Vitória, no jornal CORREIO POPULAR. Torna-se membro da Academia Maçônica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro. É elogiado por Raimundo Araújo no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS, Rio de Janeiro.

1981. É Examinador na Comissão Julgadora do II Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É eleito membro da ABRARTE CULTURA ARTÍSTICA DE PETRÓPOLIS. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Filosofia ensina a viver e a pensar". É biografado por Isaias Batista dos Santos no livro "LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA". É referenciado por Modesto de Abreu no livro "MEUS 80 ANOS".

1981. Vincula-se à ACADEMIA DE LETRAS DA REGIÃO DO ABC, em Santo André, São Paulo. Recebe a distinção HONRA AO MÉRITO, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Salvador. É eleito para a Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba, no Paraná. Recebe a honraria GLORIA AO IMORTAL, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, em Quixadá.

1981. Toma posse na ACADEMIA MAÇÔNICA DE LETRAS, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do III Concurso de Poesia, promoção do Serviço Social do Comércio, em Anápolis. É referenciado por Arthur F. Baptista no livro "PRIMAVERA EM TROVAS". É biografado por Abdias Lima no jornal O ESTADO, de Fortaleza.

1981. Toma posse na Academia Anapolina de Letras e Artes, na Cadeira 37. É entrevistado pelo jornalista Modesto de Abreu, no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, sob o título "Por que as academias hoje?". Recebe a distinção "LIDER DE LA FECHA SIMBOLO", pela Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio.

1981. É resenhado por Benedicto Silva no BOLETIM INFORMATIVO DA FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. É referenciado por Vanildo de Senna no livro FUNDAMENTOS JURÍDICOS DA MAÇONARIA ESPECULATIVA. É referenciado por Abdias Lima no jornal FORTALEZA.

1981. Recebe o grau de CAVALEIRO ROSA CRUZ-GRAU 18, do Supremo Conselho do Brasil, no Rio de Janeiro. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Acrósticos, promoção da AAFCL, de Anápolis. Torna-se membro da ACADEMIA DE ESTUDOS LITERÁRIOS E LINGUÍSTICOS, na Cadeira 15, tendo como Patrono, seu pai Adão Francisco Martins.

1981. É resenhado por Modesto de Abreu no ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. É referenciado por J. Leite Sobrinho no JORNAL DA PARAÍBA.

1982. Lança o livro "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL". Publica, no Rio de Janeiro, bem como o livreto "PERFIL LITERÁRIO". É empossado na Cadeira 31, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, tendo como patrono, o Teólogo Almir Gonçalves. É eleito titular do Centro Literário de Felgueiras, em Portugal. É referenciado por Mariinha Mota, em São Paulo, no JORNAL A RUA.

1982. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana acompanha o momento atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Sonetos, promoção do Boletim Perfil. Preside a FEDERAÇÃO DAS INSTITUIÇÕES CULTURAIS DE ANÁPOLIS. É pesquisado por Betty Antunes de Oliveira no livro "ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO".

1982. É Expositor no Congresso Maçônico Internacional do Rio de Janeiro, com o tema "O MATERIALISMO E A MAÇONARIA", tese publicada no CORREIO DO PLANALTO, em l5 de agosto de l982. É nomeado pelo Decreto 2682/82, Membro do Conselho Municipal de Cultura de Anápolis, pelo então Prefeito, Dr. Olimpio Ferreira Sobrinho. É elogiado por Abdias Lima no jornal CORREIO DO CEARÁ.

1982. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d"O POPULAR, sob o título "Uma Visão Panorâmica da Realidade Sociológica". Recebe a honraria PRIMEIRO PRÊMIO DE PLAQUETE, do Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana. É biografado por Reis de Souza na REVISTA BRASÍLIA. É referenciado por Maurílio Lemes no jornal DIÁRIO DA MANHÃ.

1983. No dia 19 de março, no Auditório da FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE GOIÁS(FIEG), toma posse na Cadeira 37, da ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares e sendo recebido pelo jornalista Jaime Câmara, em solenidade presidida pelo acadêmico Ursulino Leão. É biografado por José Mendonça Teles no livro "GENTE & LITERATURA".

1983. Torna-se Diretor da Revista PERFIL, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da FOLHA DE GOIAZ, sob o título "A Literatura Goiana atual". É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Trovas, promoção da AAFCL, de Anápolis. É pesquisado por José dos Reis Pereira no livro "BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS DO BRASIL".

1983. Recebe o diploma de MEMBRE D"HONNEUR, do Clube dos Intelectuais de Paris. É Expositor na Loja Maçônica União e Justiça, com o tema "O CÓDIGO CANÔNICO DO PAPA JOÃO PAULO II". Prefacia o livro "NATUREZA DO VENTO", de Petrônio Botelho Rocha. É entrevistado pelo jornalista Roberto Pimentel, da REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, sob o título "Obras de Goiás e sobre Goiás".

1983. Torna-se Membro Fundador da Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo. Participa da Comissão Julgadora do "PRÊMIO CULTURAL FOLHA DE GOIAZ", focalizando a vida e a obra de James Fanstone. É examinador do III Concurso de Poesia Moderna, do SESC, em Anápolis. É referenciado por Renato Baez no livro "GENEALOGIA E OPINIÕES".

1983. Figura no livro de José Mendonça Teles "GENTE & LITERATURA", como um dos 32 nomes ligados à literatura goiana. É verbete do "DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO", de Raimundo Menezes. É entrevistado pelo jornalista Fernando Martins, d"O POPULAR, sob o título "Pensamento de um novo acadêmico".

1983. Como membro titular correspondente, vincula-se a diferentes entidades culturais do país, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Pernambuco, Academia Conquistense de Letras, Academia Internacional de Ciências Humanísticas, Academia Poços-Caldense de Letras, Academia Eldoradense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico de Uruguaiana, Instituto Histórico e Geográfico de Jaguarão.

1983. Tem seus trabalhos literários publicados em vários jornais e revistas, entre os quais, CORREIO DO CEARÁ, de Fortaleza, REVISTA NACIONAL, do Rio de Janeiro, JORNAL DA PARAIBA, de Campina Grande, REVISTA BRASILIA, do Distrito Federal, TRIBUNA PIRACICABANA, de Piracicaba. Conclui o curso de ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PENAL, na Faculdade de Direito da UFG, sob a orientação do Doutor Licínio Leal Barbosa.

1984. É eleito Orador Oficial da Loja Maçônica LEALDADE E JUSTIÇA II, sob a Presidência do Venerável Mestre, Dr. Pedro Muniz Coelho. Como Membro do Conselho Filosófico de Kadosch nº 09, de Goiânia, presidido pelo Grão Mestre, Dr. Absaí Gomes Brito, alcança o GRAU 30. Vincula-se como membro titular correspondente à Academia de Letras de Brasília e à Academia de Letras do Planalto, em Luziânia. É biografado por Luiz Vital Duarte no livro "RUY BARBOSA-SUA OBRA, SUA PERSONALIDADE".

1984. Publica artigos de crítica literária, em diferentes jornais, sobre mais de uma centena de autores goianos e nacionais. Recebe referências elogiosas, via jornais e revistas, através de artigos de Gilberto Freyre(FOLHA DE SÃO PAULO), Carlos Alberto Azevedo(DIÁRIO DE PERNAMBUCO), Robinson Cavalcanti(JORNAL DO COMMERCIO), José dos Reis Pereira(JORNAL BATISTA), E. D"Almeida Vitor(CORREIO BRAZILIENSE), Abdias Lima(TRIBUNA DO CEARÁ), Sebas Sundfeld(O MOVIMENTO), Modesto de Abreu(REVISTA DA ACADEMIA), Reis de Souza(REVISTA BRASÍLIA), Ângelo Monteiro(JORNAL DE LETRAS), Carlos Ramos(TRIBUNA DE CAXIAS), etc.

1984. Lança o livro "LETRAS ANAPOLINAS", Antologia de Poesia e Prosa, reunindo mais de duzentos literatos de Anápolis. É Expositor no III Ciclo de Conferências Jurídicas, em Anápolis, com o tema "OS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL". Vincula-se à CASA DE CULTURA DE ITABERABA, no sertão da Bahia. Prefacia o livro "ESTILHAÇOS DE SAUDADE", de Rosalina Marques da Costa.

1985. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Literário José Décio Filho, promoção da UBE-GO. É referenciado por Eustázio Pereira, em Santos, no JORNAL DESTAQUE. Recebe "DIPLOME D"ACADEMICIEN", da La Fleur des Neiges, France. É agraciado com o "MÉRITO CULTURAL", da Escola Humanista e Cultural do Rio Branco, Acre. É referenciado por Henriette Kaisser na revista ACADEMIE DE LA FLEUR DES NEIGES, FRANCE. Recebe a Comenda "KNIGHT GRAND CROSS", da Royal Order of Our Lady of Grand Gothia, Inglaterra.

1985. É referenciado por Anna Leite, de São Paulo, no jornal A REGIÃO. É eleito para a ACADEMIA PETROPOLITANA DE EDUCAÇÃO, em Petrópolis. É referenciado por Enéas Athanázio, em Santa Catarina, no jornal TRIBUNA DA FRONTEIRA. É referenciado por Raimundo Araújo, do Rio de Janeiro, no jornal A VOZ DOS MUNICÍPIOS.

1986. Recebe o título "COMMANDEUR DE JUSTICE DE L"ORDRE ROYAL DE SAINT-ANDRE DE SCYTHIE, Inglaterra. É entrevistado pelo jornalista Júlio Alves, da IMAGEM ATUAL, sob o título "AAFCL divulga Anápolis no Brasil e exterior". Recebe a honraria "COMENDA BISPO AZEREDO COUTINHO", da Academia de Letras e Artes de Pernambuco. É biografado por Altamiro de Moura Pacheco na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS. É referenciado por Luiz Vital Duarte no livro A EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO.

1986. Publica o livro "JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS", antologia de poesia e prosa, com 600 páginas. Vincula-se à ACADEMIA PETROPOLITANA DE POESIA RAUL DE LEONI, em Petrópolis. É designado Coordenador das atividades do Ministério Público, em Anápolis. É resenhado por Apolônia Gastaldi no livro "A FORÇA DO BERÇO". É referenciado por Jacy Gomes de Almeida no livro "IMINÊNCIAS III". É biografado por Jaime Câmara na REVISTA DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS.

1987. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso de Decoração Natalina, numa promoção do Clube de Diretores Lojistas de Anápolis. É entrevistado pela jornalista Mirza Seabra Toschi, da GAZETA POPULAR, sob o título "Academia divulga Anápolis". Recebe o "DIPLOME DE MEMBRE D"HONNEUR, da Societé des Poètes et Ecrivains Régionalistes, Nimes, França.

1987. É referenciado por Luiz Carlos Mendes no jornal GAZETA POPULAR. Publica o livreto "CADEIRA 15-PERFIL BIOGRÁFICO". Tem seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" resenhado por Antonio Paim no volume BIBLIOGRAFIA FILOSÓFICA BRASILEIRA. É referenciado por Geraldo Coelho Vaz no livro REVIVENDO.

1987. É entrevistado pelo jornalista Fábio di Souza, da GAZETA POPULAR, sob o título "Endereçário Cultural Brasileiro". Prefacia o livro FUNDO DE GAVETA, de João Batista Machado. É referenciado por Luiz do Couto Filho no jornal CIDADE DE GOIÁS. Recebe o título de PROFESSOR DECANO da Faculdade de Direito de Anápolis. Toma posse na ACADEMIA PETROPOLITANA DE LETRAS, em Petrópolis.

1987. Publica o livro "ENDEREÇÁRIO CULTURAL BRASILEIRO", com nomes e endereços de instituições culturais. É biografado por Ari Lins Pedrosa no livro "O VÉU DO VENTO". É referenciado por Diniz Felix Santos, em Brasilia, no boletim POIETIKÉ.

1988. É Examinador na Comissão de Concurso para Oficial de Registro Civil, em Souzânia, Anápolis, numa promoção do Tribunal de Justiça de Goiás. Prefacia o livro FOLHAS ESPARSAS, de Laurentina Murici de Medeiros. É biografado por Francisco Igreja no "DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS". É referenciado por Eno Teodoro Wanke no livro "XIXI NO ABISMO".

1988. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DA ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA, do Instituto Histórico e Cultural Pero Vaz de Caminha, em Brasília. Prefacia o livro BARRO DO MESMO BARRO, de Paulo Valença. É eleito VICE-PRESIDENTE DA UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES DE GOIÁS, sob a Presidência de Geraldo Coelho Vaz. É resenhado por Haydée Jayme Ferreira no livro "O CANTO DO CISNE".

1989. Prefacia o livro A FACE OFENDIDA, de Paulo Valença. É eleito para a ACADEMIA ACREANA DE LETRAS, no Acre, Rio Branco. É referenciado por Ismael Gomes da Silva no livro "SEARA DE ILUSÕES". Prefacia o livro UM PEDACINHO DO MEU SONHO, de Euripedes Balsanulfo de Freitas. Torna-se membro do Conselho Fiscal da Associação Goiana do Ministério Público.

1989. 26.12.1989. Casa-se com Amália de Alarcão, de quem se divorcia alguns anos depois. É referenciado por José Pinheiro Fernandes no livro "O REAL INIMAGINÁVEL". É referenciado por Wanderley de Medeiros no jornal O POPULAR. É elogiado por Luiz Vital Duarte no livro "EVOLUÇÃO HISTÓRICA DO COMUNISMO NO BRASIL".

1990. Prefacia o livro RELVA AZUL, de Leonice Pesci Vidotto. Recebe a distinção PERSONALIDADE CULTURAL DA DÉCADA NEOTROVISTA, do Clube dos Trovadores Capixabas, em Vitória, Espírito Santo. Prefacia o livro "PÔ...EMAS", de Manoel Messias de Morais. É biografado como verbete na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. É referenciado por Gênio Eurípedes em Jataí no jornal FOLHA DO SUDOESTE.

1991. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Coplaven de Literatura, numa promoção do Grupo Coplaven. Toma posse como membro da INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito titular do MOVIMENTO POÉTICO EM SÃO PAULO.

1992. É Examinador na Comissão Julgadora do Concurso Nacional Master de Literatura, numa promoção do Grupo Master. É referenciado por Rosemary Pereira, no jornal O RADAR, no Paraná. Recebe a honraria DESTAQUE DE IMAGEM, da Revista Imagem Atual, de Anápolis. Toma posse como MIEMBRO ACADEMICO "AD HONOREN", da ACADEMIA DE BELLAS LETRAS DEL CONO SUR, Uruguai. É referenciado por Anand Rao no jornal CORREIO BRAZILIENSE.

1993. Recebe a distinção MÉRITO JUSCELINO KUBITSCHEK, do Supremo Conselho Internacional, em Brasília. É Conferencista na Fundação Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É referenciado por Alaor Scisínio, do Rio de Janeiro, no jornal LETRAS ITAOCARENSES.

1993. Recebe o título de CIDADÃO ANAPOLINO, da Câmara Municipal de Anápolis, pelo Decreto Legislativo 001/93, de l6.03.93, de autoria do Vereador Achiles Mendes Ribeiro, sendo Presidente o Vereador José Escobar Cavalcante. É biografado por Adrião Neto no livro "ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS". É biografado por Lucélia Cunha no jornal O POPULAR.

1994. Recebe a honraria COMENDA GOMES DE SOUZA RAMOS, da Prefeitura Municipal de Anápolis. É resenhado por Nelly Alves de Almeida no livro "REGISTRO DE UMA OBRA". Torna-se verbete do DICIONÁRIO DA INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION, nos Estados Unidos. É eleito para a ACADEMIA JATAIENSE DE LETRAS, em Jataí, Goiás. Toma posse como membro da ACADEMIA FLUMINENSE DE LETRAS, em Niterói.

1994. É verbete na ENCICLOPÉDIA BRASILEIRA DE LITERATURA CONTEMPORÂNEA, editada no Rio de Janeiro. É referenciado por Darcy França Denófrio no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I". É referenciado por Napoleão Valadares no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA. É mencionado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II".

1995. Lança o livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", dicionário biobibliográfico, com 1052 páginas. Assume a Cadeira 59, da ACADEMIA ITAOCARENSE DE LETRAS, em Itaocara, Rio de Janeiro. É eleito para a ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, em Catalão, Goiás.

1995. Torna-se membro do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO DISTRITO FEDERAL, em Brasília. É referenciado por Vera Maria Tietzmann Silva no livro "ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II". É analisado por Gabriel Nascente no jornal DIÁRIO DA MANHÃ. Publica artigo na ANTOLOGIA DE VERBETES DA ENCICLOPÉDIA LITERÁRIA, no Rio de Janeiro.

1995. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, pelo lançamento do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, numa iniciativa do Deputado José Lopes. Vincula-se à Cadeira 23, da ACADEMIA TAGUATINGUENSE DE LETRAS, no Distrito Federal, tendo como Patrona Leodegária de Jesus. É referenciado por Gabriel Nascente no livro "VENTANIA".

1996. Pela MASTER, do Rio de Janeiro, publica o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", dicionário biobibliográfico, com 815 páginas. Toma posse, na Cadeira 23, do INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GOIÁS, tendo como Patrono Crispiniano Tavares, sob a Presidência de José Mendonça Teles. É referenciado por Paulo Nunes Batista no livro "O SAL DO TEMPO".

1996. Prefacia o livro "LIRA LIVRE", de Celso Cavalcante Batista. Tem seus livros expostos, na EXPOSIÇÃO DE ARTE E LITERATURA, de Leonice Pesci Vidotto, em Osvaldo Cruz, São Paulo. Escreve o POSFÁCIO do livro ARESTAS DE SEDA, de Francisco Nascimento. É referenciado por Hugo Ayaviri Amurrio no livro "CULTURA MUSICAL".

1996. Torna-se membro da ASSOCIAÇÃO DOS ESCRITORES DO AMAZONAS, em Manaus. Recebe a distinção MEDALHA COMEMORATIVA DOS 300 ANOS DA MORTE DE ZUMBI, em Brasília, DF, através do Supremo Conselho Internacional da OIC. É Examinador no IV Momento Poético da Rede Municipal de Ensino. É citado por Joanyr de Oliveira no livro "PLURICANTO".

1996. Concede entrevista aos alunos da Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). É Conferencista na Aula Inaugural da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iporá, Goiás. Prefacia o livro "IMPÉRIO DOS DESEJOS", de Maria da Luz. Ao lado de Alaor Barbosa e Geraldo Coelho Vaz, integra a Comissão que analisa o CURRICULUM VITAE e opina sobre a candidatura de Ubirajara Galli à Cadeira 26 da Academia Goiana de Letras.

1997. Tem sua HOME PAGE publicada na INTERNET, no seguinte endereço: http://www.genetic.com.br/~mario, tendo como e-mail: mariormartins@hotmail.com. É eleito para a ACADEMIA MANTIQUEIRA DE ESTUDOS FILOSÓFICOS, em Barbacena, Minas Gerais. Recebe o segundo lugar no OITAVO CONCURSO NACIONAL DE OBRAS PUBLICADAS, com o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", em São Lourenço, Minas Gerais. No dia 07 de agosto, é promovido pelo Conselho Superior do Ministério Público, ao cargo de PROCURADOR DE JUSTIÇA DO ESTADO DE GOIÁS, último degrau da carreira ministerial.

1997. Assume a Cadeira 98, da ACADEMIA DE LETRAS E CIÊNCIAS DE SÃO LOURENÇO, Minas Gerais, tendo como Patrono o Marquês de Olinda. É biografado na coluna PERSONALIDADES-VULTOS ANAPOLINOS, do Jornal "A NOTÍCIA", pelo jornalista Júlio Alves. Profere palestra na Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA), focalizando a literatura goiana. Tem seus poemas publicados na antologia OFICINA CADERNOS DE POESIA, de Sérgio Gerônimo, do Rio de Janeiro. É bibliografado no livro LITERATURA PIAUIENSE PARA ESTUDANTES, de Adrião Neto. É referenciado no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES, de Olimpio Ferreira Sobrinho.

1998. Em 24 de abril, é publicada no DIÁRIO OFICIAL, sua aposentadoria como Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Passa a residir também na cidade Palmas, Capital do Estado do Tocantins.

1999. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas, apresentando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram ou viveram no Estado de Goiás.

2000. Dedica-se exclusivamente a atividades literárias, fazendo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense, bem como pesquisando material para o seu novo dicionário.

2001. Pela Editora Master, do Rio de Janeiro, publica o seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, com 924 páginas, focalizando a obra e a biografia de todos os escritores que nasceram, passaram ou viveram no antigo Norte de Goiás e no hoje Estado do Tocantins.

2001. Faz Pós-Graduação em Administração Pública, no III CEPE(CICLO DE ESTUDOS DE POLÍTICA E ESTRATÉGIA), num convênio entre a UNITINS(UNIVERSIDADE DO TOCANTINS) e a ADESG(ASSOCIAÇÃO DOS DIPLOMADOS DA ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA), quando estuda no Rio de Janeiro para complementação do curso, através de visitas aos diferentes Ministérios e Instituições Públicas.

2001. 28.9. Recebe o título de “PERSONA INTELECTUAL”, pela Casa de Letras, de Paraiso, no Tocantins, em solenidade pública realizada no Teatro Municipal “Cora Coralina” daquela cidade.

2002. No dia 05.04.2002, sob a Presidência do Dr. Juarez Moreira, toma posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 37, tendo como Patrono o Frei José Maria Audrin, sendo recebido pelo orador da Academia, o maranhense, de Alto Parnaíba, José Cardeal dos Santos.

2002. Como resultado de trabalho feito juntamente com Mery Ab-Jaudi Ferreira Lopes e Vânio José Simoneto, seu texto “REFLEXOS DA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL NAS FINANÇAS MUNICIPAIS” é publicado no livro CURSO DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CONTEMPORÂNEA, editado pela EDUCON/UNITINS, com apresentação do professor Galileu Marcos Guarenghi, Diretor do Projeto Telepresencial.

2003. Continuou suas atividades literárias, proferindo palestras, seminários e conferências sobre literatura goiana e tocantinense. Com o título de DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, inseriu na Internet, todas as biografias do dito dicionário, nositewww.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

2004. 14.01. Concede entrevista à Rádio Comunitária de Ipupiara, também chamada de “FORTALEZA DE SÃO JOÃO”, sobre sua infância na cidade e suas atividades profissionais e literárias, ocasião em que é entrevistado pelos locutores Paula Saldanha, Aristides Silva, Mary e André, além de seu Diretor Renato. Além da atualização constante do DICIONÁRIO, via internet, continua produzindo artigos literários e proferindo palestras sobre literatura.

2004. 12.03. Pela Portaria 003/2004, da Presidente Isabel Dias Neves, foi nomeado Coordenador do Projeto PATRONO, da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas, com a finalidade de levantar a vida e obra de cada um dos PATRONOS da Academia, em número de 40.

2004. 13.07. Lança em sua cidade natal-Ipupiara e também em Lençóis, Bahia- seu novo livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, focalizando as figuras de Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Franklin de Albuquerque e Abílio Wolney, além de Feliciano Machado Braga, Antonio de Siqueira Campos, José Wilson Siqueira Campos e mais os Coronéis Isidório Ribeiro dos Santos e Artur Ribeiro dos Santos.

2004. 26.08. Na Escola Técnica Federal de Palmas, como representante da Academia Tocantinense de Letras, profere palestra sobre LITERATURA.

2004. 01.09. Recebe OFÍCIO CONGRATULATÓRIO da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, pelo lançamento do livro CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, numa iniciativa do Deputado Laurez Moreira.

2005. 17.06. Lança na Livraria Palmas Cultural, em Palmas, Tocantins, o livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, apresentando a biografia completa de cada um dos Patronos(40) e de cada um dos Titulares(40).

2006. Coloca na Internet, no site www.mariomartins.com.br , o livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, apresentando a biografia de todos os patronos, fundadores de cadeira e titulares das 40 cadeiras. Foram elaboradas 274 biografias entre os Patronos, Fundadores e Titulares da Academia Brasileira de Letras.

2006.16.06. Funciona como cicerone do escritor Gilberto Mendonça Teles que esteve em Palmas, proferindo palestra no Auditorio do MEMORIAL COLUNA PRESTES, na Praça dos Girassóis.

2006. Publica, em forma de livro, pela Editora Kelps, de Goiânia, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MEMBROS DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS.



FORTUNA CRÍTICA.
(COMENTÁRIOS SOBRE OS LIVROS DE
MÁRIO RIBEIRO MARTINS)


FORTUNA CRÍTICA.

(COMENTÁRIOS SOBRE OS LIVROS DE
MÁRIO RIBEIRO MARTINS)





ABDIAS LIMA, in TRIBUNA DO CEARÁ. Fortaleza, 20 de julho de l979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA é o novo livro de reflexão filosófica de Mário Ribeiro Martins. É uma outra dimensão didática da filosofia, em linguagem simples, clara e com apresentação metódica. Utilizado por diferentes segmentos, o livro tem recebido os maiores elogios da crítica especializada, especialmente pela forma objetiva como a matéria é apresentada. O autor, Mário Ribeiro Martins, é Bacharel e Mestre em Teologia, Licenciado em Filosofia Pura, Bacharel em Ciências Sociais e Direito. Especializou-se em Educação Moderna e Administração Pública, respectivamente, em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha. Seu livro é indispensável aos estudantes e estudiosos de filosofia, podendo servir também para leituras complementares em outros cursos".

ABSAÍ GOMES BRITO, in LIBERDADE E UNIÃO. Goiânia, 30 de março de 1983: "A Academia Goiana de Letras tem, desde a noite de sábado, novo integrante-Mário Ribeiro Martins-empossado na Cadeira 37, cujo Patrono é Crispiniano Tavares que, como Mário Martins, era também baiano, mas tornou-se goiano por adoção. Autor de vários livros, nas áreas de filosofia, teologia, sociologia, literatura, destacando-se, entre outros, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", "MISCELÂNIA POÉTICA", o novo acadêmico é também Professor Universitário e Promotor de Justiça na Manchester Goiana, onde se destaca como Presidente da Federação das Entidades Culturais de Anápolis".

AFRÂNIO COUTINHO et al, in ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA. Rio de Janeiro: Mec/Fae, 1990, II vol, página 870: "Mário Ribeiro Martins, nascido em 07 de agosto de 1943, Ipupiara, Bahia, poeta, biógrafo, Promotor de Justiça, Professor Universitário, diplomado em Ciências Sociais, Teologia e Direito. Membro da Academia Goiana de Letras, da Academia de Letras e Artes de Pernambuco, da Academia de Letras José de Alencar, entre outras. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, PERFIL LITERÁRIO, MISCELÂNIA POÉTICA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, etc".

ALAN BARBIERO(Reitor da UFT), via Oficio. Palmas, 20.10.2009: “Assunto: Parabenizar pelo lançamento do livro CONFLITO DE GERAÇÕES E OUTRAS PROVOCAÇÕES. Prezado Mario, agradeço ao eminente escritor a gentileza de repassar-me o livro com o titulo acima. Parabenizo-o por mais esta conquista com a certeza de que seu trabalho ocupará um lugar de destaque no acervo literário da humanidade. Lamento não ter comparecido à sessão de autógrafos em razão de viagem a Porto Alegre, para reunião da ANDIFES. Renovamos o nosso voto de estima e consideração. Atenciosamente, Alan Barbiero”.

ALARICO VELLASCO, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Ainda há pouco o escritor Mário Ribeiro Martins- que é também Promotor de Justiça, em Anápolis, Goiás- acaba de lançar o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l.052 páginas, de extraordinária qualidade, onde o autor consigna à página 93, entre os l.500 nomes ali focalizados, um verbete especial sobre o Professor Benedicto Silva, goiano, de Campo Formoso, hoje Orizona, que completa nesta data os noventa anos de idade e a quem homenageamos, nesta festa realizada no salão da CASA SUIÇA, aqui no Rio de Janeiro".

ALOISIO MIGUEL MARQUES, in JORNAL DA SEGUNDA. Goiânia, 16 de maio de 1995: "Mário Ribeiro Martins enriquece o acervo da cultura goiana com mais uma obra de peso. O livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, já nas melhores livrarias do ramo, transcende o comum das pesquisas. É obra de consulta obrigatória e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito nesta parte do Brasil, cobrindo os séculos XVIII, XIX e XX, com mais de 1500 verbetes apresentados em ordem alfabética e entrada pelo nome de batismo, focalizando autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado de Goiás".

ANN HARTNESS, in THE GENERAL LIBRARIES. UNIVERSITY OF TEXAS AT AUSTIN. 20.06.2000: Mário Ribeiro Martins, agradeço o envio do seu interessante livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Ele representa uma contribuição importante para a bibliografia de Goiás. Eu sei o quanto é trabalhoso escrever uma obra de referência como esta. Muito me agrada saber que o amigo gostou do meu livro BRASIL: OBRAS DE REFERÊNCIA-1965-1998. Este foi um projeto muito interessante que levou quase dez anos e eu já estou trabalhando na próxima edição.

ANTONIO GERALDO RAMOS JUBÉ, in O POPULAR. Goiânia, 24 de setembro de 1978: "Fiquei bastante sensibilizado com a sua apreciação crítica de meu despretencioso livro SINTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia. Não conhecia eu- do Mário Ribeiro Martins- essa face de seu talento multiforme. De significação profunda e bela, seu artigo "A LUCIDEZ DO SENSO CRÍTICO NOS ENSAIOS DE RAMOS JUBÊ", publicado no jornal O POPULAR, é uma excelente contribuição para a construção da crítica literária em Goiás".

ANTONIO LISBOA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de abril de 1995: "Possuidor de vasto currículo, o Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins-residente em Anápolis-terminou recentemente uma pesquisa de muito fôlego. Trata-se do volumoso(1051 páginas) ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, um conjunto de textos publicados em jornais, revistas e livros sobre autores goianos. Há também entrevistas do autor concedidas a diversos periódicos, discursos e outros fatos literários. Num trabalho de mais de duas décadas, Mário Martins relaciona os nomes mais expressivos das letras em Goiás e no Brasil".

ALBERTO CUNHA MELO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 15 de março de 1973: "O Sociólogo Mário Ribeiro Martins está preparando a edição de um ensaio de sua autoria, cujo título GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, a ser publicado pela Imprensa Metodista, de São Paulo, inclui artigos publicados na secção literária deste jornal e do JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, devendo trazer novos dados sobre a vida evangélica, no Recife e nos Estados Unidos da América, do internacional mestre de Apipucos".

ANA BRAGA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l5 de fevereiro de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é fruto de uma pesquisa literária de mérito incomensurável. Trabalho de fôlego, como costumamos dizer. Texto onde o autor se revela um notável pesquisador, um analista dos gêneros literários e um coordenador organizado, conhecedor de nossos valores literários e, acima de tudo, o idealista que soube garimpar nomes ilustres, desde o século dezoito até a modernidade, resumo dos nossos autores, ressaltados os gêneros e as obras dos mesmos. Seu livro, Mário Ribeiro Martins, foi um presente régio para a literatura goiana".

ÂNGELO MONTEIRO, in JORNAL DE LETRAS. Rio de Janeiro, 10 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins está concluindo um ensaio que terá o título de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, estudando as atividades intelectuais do escritor pernambucano, antes de CASA GRANDE & SENZALA", quando se dedicou ao evangelismo, ainda que ligado ao Colégio Americano Batista Gilreath, onde estudou nos idos de 1917, bacharelando-se em Ciências e Letras, tendo como colegas, os pastores Tertuliano Cerqueira, Manoel Dias, Fernando Wanderley e Antonio Neves de Mesquita".

APARÍCIO FERNANDES, in ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL. Rio de Janeiro: Folha Carioca Editora, 1980, IV volume, página 405: "Mário Ribeiro Martins passou a infância e parte da adolescência nas cidades de Ipupiara, Morpará, Xique-Xique e Bom Jesus da Lapa. Escreveu para o DIARIO DE PERNAMBUCO e JORNAL DO COMMERCIO, ambos do Recife. Possui os seguintes livros publicados, entre outros: SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, etc".

A. RODRIGUES MENEZES, in JORNAL DE HOJE. São Paulo, dezembro de 1972: "Gilberto Freyre e a Primeira Igreja Batista do Recife. Sob o título acima, escreveu para as páginas de um dos nossos matutinos em Recife, o confrade Mário Ribeiro Martins, focalizando o nome do nosso eminente Sociólogo e Antropólogo Gilberto Freyre, não somente como membro daquela igreja pernambucana, no Recife, mas também como membro e pregador da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, nos Estados Unidos".

ARTHUR REZENDE, in O POPULAR. Goiânia, 22 de fevereiro de 1995: "COMPLETÍSSIMO. A coluna acaba de receber exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, opúsculo de 1.052 páginas. O livro já se encontra nas livrarias. Vale dizer que se trata da mais completa publicação no gênero por aqui. Cerca de 1.500 nomes são focalizados no Dicionário Biobibliográfico dos Escritores, além outras informações importantíssimas sobre os diferentes aspectos da literatura goiana. Ideal para consultas e indispensável para se conhecer melhor a história do pensamento escrito da região. Tão completo que até referência ao titular da Coluna lá está".

BELKISS SPENCIERI CARNEIRO DE MENDONÇA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 13 de dezembro de l996: "Ao ler "ESCRITORES DE GOIÁS", de sua autoria-Mário Ribeiro Martins- muito admirei sua capacidade de, em pesquisa meticulosa e valorizadora, relacionar tão grande número de escritores de nosso Estado. Constitui-se numa grande realização sua, demonstrando ser possuidor de "força superior às circunstâncias". Louvo, também, sua decisão de fazer constar, em livro, sua preciosa produção literária, que, pela transitoriedade da publicação jornalística, estaria fadada ao esquecimento".

BENEDICTO SILVA, in INFORMATIVO FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS. Rio de Janeiro, 10 de junho de 1981: "O presente trabalho- FILOSOFIA DA CIÊNCIA-, publicado pela Editora Oriente, em Goiânia, de autoria do ilustre professor Mário Ribeiro Martins, não se restringe aos seus objetivos pedagógicos, mas busca, sobretudo, reafirmar a grandeza e a significação da investigação filosófica, através da qual o homem se descobre como ser no mundo, daí a razão por que se trata de um livro do mais alto valor, essencial à reflexão filosófica".

BRASIGÓIS FELÍCIO, in O POPULAR. Goiânia, 05 de outubro de 1984: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins, membro da Academia Goiana de Letras, está colocando nas livrarias um livro que é importante contribuição ao conhecimento da história e atualidade das letras de Anápolis. Trata-se de LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e trezentos nomes estudados, notas de orelha de José Mendonça Teles e prefácio de Ursulino Leão, focalizando nomes de Jornalistas, Poetas e Escritores da Manchester Goiana".

BRAZ LIMONGI, in O ARAUTO. Florianópolis, SC, 08 de dezembro de 1978: "Radicado em Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça e Professor Universitário, com seus trinta e cinco anos apenas, é um autor fecundo, produzindo obras sociológicas, literárias, filosóficas e teológicas, como se observa em SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, MISCELÂNIA POÉTICA, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX ou ainda no ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, bem como em VIDA E OBRA DE THOMAS HELWYS, entre outros".

CARLOS ALBERTO AZEVEDO, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 6 de agosto de 1974: "O teólogo e sociólogo Mário Ribeiro Martins é fruto de poucas gerações, ex-aluno do Colégio Americano Batista e do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, onde também é professor, bem como da Universidade Federal Rural de Pernambuco e Universidade Católica, tem-se inquietado com problemas escolásticos, entre os quais, O ARGUMENTO ONTOLÓGICO DE ANSELMO, O MISTICISMO DE BERNARDO DE CLAIRVAUX, etc".

CARLOS CAVALCANTE, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 06 de setembro de 1974: "Habitualmente leio o Diário de Pernambuco e, por último, artigos bem produzidos do Sociólogo e Teólogo Mário Ribeiro Martins, formado em Ciências Sociais, pela Universidade Federal de Pernambuco, mas também em Teologia e Filosofia, respectivamente, pelo Seminário Protestante da Rua Padre Inglês e pela Universidade Católica do Recife. Este jornal, que já tinha nomes como Mauro Mota, Orlando Parahym, Glaucio Veiga e outros, enriqueceu ainda mais as suas páginas seculares".

CARLOS RAMOS, in TRIBUNA DE CAXIAS. Caxias, RJ, 20 de janeiro de 1981: "Mário Ribeiro Martins é natural de Ipupiara, Bahia, mas radicado hoje em Goiás, onde é Ministro Evangélico, Promotor Público e Professor, volta-se para a atividade literária e cultural, como autor de diversos livros, sendo um dos mais interessantes, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE que focaliza a adolescência evangélica do Mestre de Apipucos no Recife, trazendo histórias fascinantes como aquela do missinário americano que vendeu seu piano para ajudar na passagem de Gilberto para os Estados Unidos".

CELSO ALOYSIO SANTOS BARBOSA, via e-mail. Rio de Janeiro, 09.07.2007: “Prezado Dr. Mário Martins. Li tudo o que escreveu sobre José Cabral de Vasconcelos e sou de opinião que o texto não pode ser melhor, por falta absoluta de informações. SUGIRO PUBLICAR ASSIM. Parabenizo-o pelo esforço e por ter chegado ao final do livro. Estaremos todos orando a Deus pelo irmão e aguardando o produto final de seu trabalho. Continuamos a sua disposição para qualquer ajuda que ainda esteja em nosso alcance. Forte abraço, CELSO ALOÍSIO”.

CLEBER PEREIRA DE OLIVEIRA, via e-mail. Goiânia, 09.06.2008: “Boa tarde Dr. Mário, inicialmente gostaria de manifestar aqui a minha satisfação em poder descobrir que em nossa família temos um membro tão ilustre e que desenvolve um trabalho de tão importância para o conhecimento e a cultura dos povos. Estou realmente emocionado. Na casa de minha tia Diva na cidade de Coribe, no Estado da Bahia, tive o primeiro contato com uma publicação sua. Olhei-a, mas não pude lê-la, pois estava de viagem para Goiânia. Trata-se da publicação "Coronelismo no Antigo Fundão de Brotas", trabalho que pude apreciá-lo recentemente, quando fui presenteado por minha tia Germínia com um exemplar de tão bem elaborada pesquisa. Hoje estive novamente com a minha tia Germínia e ela me mostrou um outro trabalho seu, intitulado “Dicionário da Árvore Genealógica da Família Ribeiro Martins”. O livro me interessou, já que nele pude perceber o registro da história e as origens de meus ancestrais. Gostaria de obter um exemplar desse título e para tal gostaria de seu auxílio, pois a minha tia me disse que através desse contato com certeza eu iria obtê-lo. Quero mais uma vez manifestar minha alegria por esse primeiro contato e dizer que gostaria muito de conhecê-lo pessoalmente. Sou também um Ribeiro, do Distrito de Ramalho, antigo município de Carinhanha e hoje município de Feira da Mata, onde meu avô José Ribeiro se estabeleceu e formou família, depois retornando para Ipupiara, precisamente ao lugar denominado Chiquita. De lá conheci alguns parentes, entre eles o tio Durval, tia Izidória, tia Maria, a Margarida, o Euclides entre outros. Aguardo ancioso por um contato seu. Um forte abraço. Cléber Pereira de Oliveira”.

CONDESSA DE MEIA-PONTE(VERA LOPES DE SIQUEIRA), in A NOTÍCIA. Anápolis, 19 de outubro de 1997: “FILHA DILETA DO SENHOR. Para o eminente Promotor, Professor e Escritor Mário Ribeiro Martins. Um elogio feito com sinceridade, não há coisa melhor para nos ajudar a procurar olhar sempre para frente e ver que o mundo continua lindo. Assim me senti, ao tomar conhecimento do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Fui premiada. Se há um nome que tem enriquecido a cultura em Goiás, este é Mário Ribeiro Martins. Seu livro focaliza, entre outros, meu pai, José Assuero de Siqueira que, sendo jornalista, ao fundar o jornal O PIRINEUS, em 1931, escrevia os seus artigos com o pseudônimo de Conde de Meia-Ponte, de que me apropriei para também escrever meus artigos”.

CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DE GOIÁS, via Correspondência. Goiânia, 18.12.2006: “Senhor Escritor Dr. Mario Ribeiro Martins, agradecemos a Vossa Senhoria a gentileza de enviar-nos um exemplar do livro RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de sua autoria, trabalho que demonstra o ótimo desempenho e a seriedade com que o nobre escritor trata as questões relativas à instituição cultural tocantinense. Receba nossos parabéns pela iniciativa. Atenciosamente, Samuel Albernaz, Presidente”.

DILMAR FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 08 de setembro de 1978: "CANTO DE MORTE NOS POETAS NACIONAIS, publicado no livro ESCRITORES DO BRASIL, editado por Aparício Fernandes, no Rio de Janeiro, é um trabalho de análise que Mário Ribeiro Martins elaborou, estudando as composições poéticas de vários autores brasileiros, não somente contemporâneos, como também pertencentes a várias escolas literárias, chamando a atenção do leitor para a constante presença da expressão MORTE nos escritores do Brasil".

DIONÍSIO S. MARTINS, via e-mail (dsmartins@hoteldelencois.com). Lençóis, 05.05.2008: “Manuseando a estante de livros na sala de estar do nosso Hotel de Lençóis tivemos a grata satisfação de encontrar o "Dicionário Biobibliográfico de Membros do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás" importante trabalho de autoria de V.Sa. Ficamos lisonjeados e honrados quando verificamos que esta obra tinha sido oferecida pelo autor ao nosso Hotel. Em nome da diretoria e de toda equipe do nosso Hotel queremos expressar toda nossa gratidão pela delicadeza e generosidade de V.Sa.”.

DIVALDO SURUAGY, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 23 de junho de 1999: “Gostaria de parabenizá-lo pela magnífica compilação realizada sobre os ESCRITORES DE GOIÁS. Imagino não existir, em nenhum outro Estado do País, uma obra de tão grande vulto. Receba minha admiração com os votos de que prossiga utilizando sua sólida cultura, aliada à imensa capacidade de trabalho e dedicação à pesquisa, para continuar engrandecendo a literatura brasileira”.

DOMICIO PEREIRA DE MATTOS, via Correspondência. Rio de Janeiro, 28.06.2007: “Dr. Mario Ribeiro Martins, atendendo circular do confrade Ebenezer Soares Ferreira, estou lhe remetendo 4 dos 8 livros por mim editados. Neles o nobre confrade encontrará subsídios sobre o titular da Cadeira 10, da AELB, Domicio Pereira de Mattos, aliás, um dos 40 patronos. Presentes ainda hoje apenas 2, eu e o querido companheiro Ebenezer(cadeira 27). Veja no livro DEVANEIOS, ligeiro resumo de como nasceu a nossa Academia(capitulo 27, página 117). Valorizo a sua tarefa e peço a Deus que lhe dê animo para completá-la”.

EBENÉZER GOMES CAVALCANTI, in GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973, página 15: "Mário Ribeiro Martins reclama dos arquivos de mais de meio século uns traços da influência protestante na adolescência de Gilberto Freyre, pesquisa a que acode o sociólogo com indisfarçável sentimento de ternura pelo reencontro com o passado remoto, num artigo intitulado DEPOIMENTO DE UM EX-MENINO PREGADOR, publicado no DIARIO DE PERNAMBUCO. Seu tranquilo depoimento nada tem de amargo ou evasivo, antes confirma os registros de Mário Martins, dando-lhes mais sabor, mais vida e mais evocações".

E. D"ALMEIDA VITOR, in CORREIO BRAZILIENSE. Brasília, 28 de março de 1979: "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, de Mário Ribeiro Martins é uma pesquisa que objetiva contribuir para a biografia global do eminente sociólogo pernambucano, focalizando aspectos interessantíssimos, inclusive as fontes pesquisadas, entre as quais se destaca o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, datado de 1915, nos Estados Unidos. Mas Mário Ribeiro Martins é também colaborador em jornais e revistas especializadas. Seu outro livro-FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de caráter essencialmente didático, interessa a todos os que participam dos problemas do homem e que queiram refletir sobre a vida e o mundo, de uma perspectiva filosófica, daí a razão por que tem recebido os maiores encômios da crítica nacional".

ELISANGELA FARIAS, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 15.09.2004: “Fundão de Brotas, hoje Ipupiara, este é o cenário da obra CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, do autor e membro das Academias Goiana e Tocantinense de Letras, Mário Ribeiro Martins que foi lançado recentemente na cidade de Lençóis, Bahia e já pode ser encontrado nas livrarias de Palmas, Capital do Tocantins. O livro que fala sobre os Coronéis Horácio de Matos e Militão Rodrigues Coelho, focaliza também um outro Coronel baiano, Franklin Lins de Albuquerque, do médio São Francisco, bem como a figura do Coronel Abílio Wolney, do antigo Norte de Goiás, hoje Dianópolis e ainda trata de outros assuntos interessantes, entre os quais, OS DOIS SIQUEIRA CAMPOS e um JUIZ GUERREIRO”.

EVERARDO GUERRA, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 10 de novembro de 1974: " Um dos seus mais recentes biógrafos, Mário Ribeiro Martins, no epílogo de seu precioso livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, afirma: Há homens que nascem em determinadas épocas e lugares para realizar grandes obras. É o caso de Gilberto de Mello Freyre, cuja biografia, focalizando especialmente a sua adolescência protestante no Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife e em Fort Worth, no Texas, Estados Unidos, revela a importância da obra escrita pelo Ministro Evangélico, Sociólogo e Professor Mário Martins".

FENELON TEODORO REIS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 26 de setembro de l996: "Tenho a honra de acusar o recebimento do exemplar de seu livro que ostenta o apropriado título "ESCRITORES DE GOIÁS", onde o nobre escritor traça o perfil dos grandes nomes da literatura goiana. Mário Ribeiro Martins, realmente merece aplauso essa sua iniciativa, sempre tão rara, entre nós, porém, próprias de homens cuja inteligência não é apenas direcionada ao próprio intelecto, e sim, a utiliza também para enaltecer os valores de outras pessoas que se dedicam ao mesmo ramo de atividade, ou seja, levar conhecimento e as experiências de vida a quem gosta de atualizar-se através de uma boa leitura".

FERNANDO LINS, in EMAIL FERLINS@ZAZ.COM.BR Palmas, 09 de julho de 1998. “Uma das maiores satisfações que tive aqui em Palmas, Tocantins, foi conhecer tanto pessoalmente quanto a grandiosa obra literária, filosófica e sociológica de Mário Ribeiro Martins. Missionário da fé e homem imbuído dos mais elevados valores morais e espirituais, com refinado senso de justiça, de generosidade, de amizade e de humildade. Você é daquelas pessoas que nós, seus contemporâneos, não temos como avaliar devidamente, pois seu pensamento iluminado está acima das nossas mensurações. Mas os pósteros saberão reconhecer e apreciar a sua verdadeira grandeza”.

FERNANDO MARTINS, in O POPULAR. Goiânia, 12 de maio de 1982: "O presente livro, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, é o resultado das experiências vividas por Mário Ribeiro Martins dentro do Magistério Superior. Pretende o autor conferir uma visão panorâmica da realidade sociológica. Não se trata de uma tradução que reflita uma concepção sociológica de outros centros de cultura, mas de um conjunto de experimentos, todos eles vividos nas salas de aula, como Professor de Sociologia nos Cursos de Ciências Sociais, Filosofia e Direito".

FERNANDO PY, in DIÁRIO DE PETRÓPOLIS. Petrópolis, RJ, 08 de dezembro de l996: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Promotor de Justiça e Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, elaborou uma obra valiosíssima de referência, com mais de mil páginas, onde faz um Dicionário Biobibliográfico de Autores de Goiás, extremamente minucioso, e mais estudos sobre escritores goianos e outros, além do registro de jornalistas e mais intelectuais do Estado. Excelente fonte de informação".

FILADELFO BORGES DE LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 02 de abril de 1995: "Adquiri em Goiânia, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins. Deleitei-me no manuseio das suas páginas e muito ainda o farei. A obra é completa. Completíssima, conforme a definiu o mestre e jornalista Arthur Rezende. Com 1.052 páginas e mais de 1.500 verbetes estudados e focalizados, todos eles referentes aos escritores de Goiás, há também temas como Ministério Público, Academia Goiana de Letras, entre outros. O autor a escreveu para a imortalidade. Cumprimento-o de pé e me alegro sobremaneira".

FILEMON FRANCISCO MARTINS, in email, filemonmartins@bol.com.br: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de nos brindar com mais um livro de sua brilhante pena. Desta feita, “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”, que retrata fatos importantes ocorridos nas cidades interioranas da Bahia e do Brasil, envolvendo figuras notáveis e polêmicas, como Horácio de Matos, Militão Rodrigues Coelho, Abílio Wolney e Franklin Lins de Albuquerque. O autor, competente e talentoso, tem-se mostrado um dos mais experientes e pacientes pesquisadores da atualidade. É festejado como cronista, poeta, dicionarista criterioso, crítico consciente e cultor exemplar da verdade histórica, trazendo à luz da publicidade, através do seu livro, episódios interessantes da vida destes líderes, pouco conhecidos do grande público leitor. Essas reflexões nos vêm à mente com a leitura amena e prazerosa de “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS” que prova tratar-se de uma obra de fôlego, contribuindo para resgatar a memória quase sempre esquecida de nossos antepassados.

FRANCISCO DE ASSIS NASCIMENTO, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 15 de maio de 1995: "No MOSAICO de março, deparei-me com o nome ilustre do intelectual goiano, Dr. Mário Ribeiro Martins no rol dos acadêmicos correspondentes da distinta Academia Itaocarense de Letras. Pesquisador talentoso da literatura de Goiás, editou em livro, com l.051 páginas, cerca de l.500 verbetes, focalizando homens e mulheres que ao longo dos séculos XVIII, XIX e XX escreveram e publicaram livros no Estado de Goiás e várias críticas literárias, incluindo prefácios, entrevistas, discursos, etc, com o título ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, já considerado pela crítica como completíssimo".

FRANCISCO IGREJA, in DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS. Rio de Janeiro: OFICINA, 1991, página 228: "Mário Ribeiro Martins nasceu em Ipupiara, Bahia, em 1943. Bacharel em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito. Promotor de Justiça e Professor Universitário. Detém prêmios literários e condecorações diversas. Produtor cultural, organizador de antologias, publicou livros didáticos, biográficos e ensaios literários, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE; SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL".

GABRIEL NASCENTE, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 19 de março de 1995: "Ufa! Haja fôlego! O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS- chegou de carreta. É provável que, para o seu traslado, de Anápolis a Goiânia, precisou de bons ombros, muita vitamina e sol... visto, naturalmente, como um tijolaço, tal o número de páginas: l052. A mais completa bibliografia de autores goianos feita até hoje entre os escribas da terra. Um verdadeiro arrastão da cultura goiana, com investidas até lá pelos rincões do século XVIII, onde o autor foi buscar elementos para edificar o seu catatau bibliográfico".

GERALDO BONADIO, in JORNAL CRUZEIRO DO SUL. Sorocaba, SP, 23 de julho de 1995: "Nos ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS agora editados por Mário Ribeiro Martins, além de analisar a produção de escritores nacionais como Almir Gonçalves, Carlos Rocha, Crispiniano Tavares, Érico Veríssimo, Gilberto Freyre, Joaquim Nabuco, Jorge Amado, Machado de Assis, entre outros, entrega ao público uma obra de referência de fundamental importância que é o Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás, com mais de l.500 verbetes apresentados em ordem alfabética, bem como uma listagem de jornalistas e articulistas de Goiás, de todos os tempos".

GERALDO COELHO VAZ, in O POPULAR. Goiânia, 30 de maio de 1985: "O escritor e professor Mário Ribeiro Martins publicou LETRAS ANAPOLINAS, antologia de poesia e prosa, que não é seu primeiro livro, mas é de grande importância para as letras goianas, uma vez que traz no seu bojo a história literária da próspera cidade de Anápolis. Estudando mais de trezentos nomes, entre jornalistas, poetas e escritores, o autor se preocupou em divulgar os dados biográficos de cada um, além de algum tipo de produção literária, recolhida de livros, jornais e revistas".

GERALDO OLIVEIRA, in O TAUBATEANO. Taubaté, SP, 30 de abril de 1979: "FILOSOFIA DA CIÊNCIA" é o novo livro de reflexão filosófica do escritor, professor e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins, de Anápolis, Goiás, também Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Com sua diversidade de temas, entre os quais, ÂMBITO GERAL DA FILOSOFIA, PERSPECTIVA HISTÓRICA DA FILOSOFIA, PROBLEMAS GERAIS DA FILOSOFIA, FILOSOFIA E EDUCAÇÃO, FILOSOFIA NO BRASIL, ANTROPOLOGIA FILOSÓFICA, FILOSOFIA E DIREITO, FILOSOFIA E CIÊNCIA, o autor fornece uma visão completa de toda a problemática filosófica".

GESSY SABALA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 30 de outubro de 1995: "Sobre ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que tive o prazer de comprar aqui em Santa Maria, Rio Grande do Sul, talvez, por ser o senhor um autor consagrado, entre os grandes literatos nacionais, com a grande experiência da arte de bem escrever, seu trabalho se agiganta e torna-se notável em todos os sentidos, dentro da técnica, do tema e do entendimento, de tal forma que se torna fácil para o leitor compreender e aquilatar o valor das 1.051 páginas que formam um verdadeiro monumento à cultura goiana".

GÊZA MARIA, in O POPULAR. Goiânia, 07 de maio de 1999: “Já está pronto o primeiro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Depois de muita pesquisa e dedicação, o escritor e Procurador de Justiça Mário Ribeiro Martins, um baiano que se diz goiano de coração, fez o lançamento da obra na Biblioteca Pública de Salvador, no dia 23. O local foi escolhido para homenagear Sacramento Blake, autor do Dicionário Bibliográfico Brasileiro, o primeiro livro do gênero, publicado há 116 anos. São mais de 1200 páginas contendo informações sobre a vida e a produção de mais de dois mil autores que publicaram livros em Goiás”.

GILBERTO FREYRE, in FOLHA DE SÃO PAULO. São Paulo, 29 de março de l98l: "Um simpático Dr. Mário Ribeiro Martins publicou há pouco um opúsculo-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo, Imprensa Metodista, 1973. Pena que não me tenha ouvido outras vezes. Eu lhe teria contado coisas mais, talvez de interesse para o seu estudo. Aliás, anteriormente, num jornal do Recife -JORNAL DO COMMERCIO- este simpático e bem intencionado cronista de coisas evangélicas no Brasil já vinha recordando meus contatos de adolescente -o que também o fizera no DIARIO DE PERNAMBUCO-com o evangelismo, quando quase menino de l7 anos. Contatos e tendências de que me orgulho. Duraram ano e meio. Mas ano e meio que me enriqueceram a vida e o conhecimento da natureza humana, no sentido de relações dos homens com Deus e com o Cristo, que é um sentido de que ainda hoje guardo comigo parte nada insignificante.".

GINO FREY, in LETRAS ITAOCARENSES. Itaocara, RJ, 8 de setembro de l995: "O intelectual de Anápolis, Goiás, Mário Ribeiro Martins, lançou o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, obra que já se encontra nas livrarias. São mais de 1.500 verbetes dentro do Dicionário Biobibliográfico dos Escritores de Goiás, além de outros assuntos importantes, entre os quais, Poetas e Escritores do Evangelismo Brasileiro, Academia Goiana de Letras, Ministério Público, Escritores Nacionais, Jornalistas e Articulistas de Goiás, etc".

GONÇALVES, RUBENS, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 14.11.2002: “Conhecido por sua extensa pesquisa sobre autores goianos e tocantinenses, o escritor Mário Ribeiro Martins resolveu inovar. Lançou no início deste ano, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. Até aí, nada demais, não fosse o fato de o material estar disponível apenas na Internet, no seguinte endereço: www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm. Constantemente atualizado, o Dicionário já reune a biografia de mais de dez mil escritores, com livros efetivamente publicados. O objetivo é fazer com que pesquisadores e as pessoas de modo geral, conheçam autores de difícil acesso ou seja aqueles que não são facilmente encontrados em Enciclopédias.”

GUIDO BILHARINHO, in DIMENSÃO. Uberaba, MG, 25 de agosto de 1995: "Recebi e agradeço o exemplar de ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com 1.052 páginas, livro de Mário Ribeiro Martins, cuja aquisição me foi por demais proveitosa. Dada a histórica, geográfica e cultural ligação de Goiás com o (futuro) ESTADO DO TRIÂNGULO, a obra em referência, com centenas de nomes procedentes das Minas Gerais e agora radicados em terras goianas, é da mais alta importância para todos que, aqui, participam, de um modo ou de outro, da construção de um patrimônio cultural comum".

GUIMARÃES LIMA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de l983: "E poucas academias têm o privilégio de possuir em seu seio os cultores da Ciência de Platão-a Filosofia. Mário Ribeiro Martins será a sua estrela solitária. Com suas idéias, ele vai abastecer a Academia Goiana de Letras. Autor de um livro específico sobre o assunto-o FILOSOFIA DA CIÊNCIA, além de centenas de artigos publicados em jornais e revistas, sobre os problemas filosóficos. Mário Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça chega à Academia de Colemar Natal e Silva com um cabedal de conhecimentos extraordinariamente grande que só contribui para engrandecer as letras goianas".

HAYDÉE JAYME FERREIRA, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 18 de outubro de 1980: "O interessante, Professor Mário, é que deve ter havido entre nós, uma comunicação telepática, independente da nossa vontade e do nosso conhecimento. Lendo os seus artigos, quando da revisão, aqui na redação do jornal, verifiquei tratar-se de um mestre da lingua portuguesa, dada a forma escorreita como escreve e transmite suas idéias. Claro, objetivo, conciso, seu estilo agrada sobremaneira e permite concluir a razão por que a sua presença está inserida em jornais como DIARIO DE PERNAMBUCO, JORNAL DO COMMERCIO DO RECIFE, JORNAL BATISTA, do Rio de Janeiro, O POPULAR, FOLHA DE GOIAZ, DIÁRIO DA MANHÃ e tantos outros espalhados pelo Brasil".

HÉLIO DE BRITO, in CÂMARA MUNICIPAL DE GOIÂNIA. Goiânia, 26 de maio de 1999: “Com anuência do PLENÁRIO, envia correspondência ao escritor Mário Ribeiro Martins, expressando-se efusivos cumprimentos deste poder LEGISLATIVO, pelo lançamento do seu livro DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. Muito nos deixa orgulhosos a ilustre iniciativa de Mário Ribeiro Martins, ao formular o vasto Dicionário Biobibliográfico de Goiás, obra esta que, sem resquício de dúvida, irá corroborar com o fortalecimento dos alicerces sustentadores da literatura goiana. Mais do que um eficiente meio de pesquisa, o livro possui a notável proposta de reestruturar e conservar nomes inolvidáveis, responsáveis pela formação e consolidação da história literária de Goiás. Além disso, assume a importante incumbência de difundir o trabalho de escritores de nossa atualidade, que, por sua vez, jamais deverá se tornar imemorável perante as gerações seguintes”.

IRON JUNQUEIRA, in JORNAL O TOPNEWS. Goiânia, 25 de novembro de l996: "A mais completa enciclopédia de autores goianos, a que mais abrange escritores, jornalistas e intelectuais, é de autoria de um garimpeiro tenaz e meticulosamente indagador, o Professor Mário Ribeiro Martins que escreveu o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e mais recentemente ESCRITORES DE GOIÁS. Não há quem milite nas letras que escape desse intelectual que, antes de ser Promotor de Justiça, devia ser Promotor de Cultura. Seu livro recebeu avaliação dos mais consagrados críticos e é conhecido por todo o Brasil, estando presente nas mais diferentes bibliotecas particulares, municipais, estaduais e nacionais. Uma coisa se pode garantir: SE ELE NÃO CONHECE UM ESCRITOR ESTREANTE, ANÔNIMO, É SÓ POR ENQUANTO. UM DIA ELE VAI BATER À SUA PORTA OU LHE TELEFONAR".

INOCÊNCIO CANDELÁRIA, in DIARIO DE MOGI. Mogi das Cruzes, SP, 05 de julho de 1979: "Em sequência a esse fato, tomamos conhecimento do talento, da cultura e da produção literária de Mário Ribeiro Martins, escritor, professor universitário e Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, em Goiás, autor de vários livros-destacando-se GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE e FILOSOFIA DA CIÊNCIA- e nome dos mais expressivos da cultura goiana, eis que, membro de dezenas de entidades culturais no Brasil e exterior, além de Presidente da Federação das Instituições Culturais de Anápolis".

IVAN MENDONÇA, in O POPULAR. Goiânia, 28 de julho de l996: "Já nas melhores livrarias, o livro ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. O autor, Professor Universitário, Promotor de Justiça na cidade de Anápolis, membro da Academia Goiana de Letras, escreveu um livro para a posteridade, destacando aspectos interessantíssimos da literatura goiana, além de incursões pela literatura nacional. Com 815 páginas e mais de 1.800 verbetes, focalizando nomes de pessoas que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás. Trata-se de texto de leitura obrigatória".

JAIME CÂMARA, in O POPULAR. Goiânia, 22 de março de 1983: "Mário Ribeiro Martins chega à Academia Goiana de Letras com uma bibliografia interessantíssima. Poderia discorrer aqui, por muitas horas sobre a vida e a obra desse cultor da ciência de Platão, tão rica de exemplos edificantes, tão cheia de episódios que não só o engrandecem, mas dignificam a Casa que, agora, ele passa a integrar. Há homens que enchem a sua época, pelas qualidades que possuem, pela atividade que desenvolvem, pelos serviços que prestam à coletividade. São expoentes da cultura, repositórios da sabedoria, da inteligência, do talento, da criatividade. São homens simples, na maioria das vezes, mas de uma imensa grandeza de coração. Mário Ribeiro Martins que hoje transpõe os umbrais da Academia Goiana de Letras é um desses homens".

J. LEITE SOBRINHO, in JORNAL DA PARAÍBA. Campina Grande, PB, 12 de novembro de 1981: " Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, escritor, poeta, jornalista e professor é um dos mais ilustres nomes das letras em Goiás, exercendo também outros papéis relevantes na cultura daquele Estado. Autor de centenas de artigos em jornais e revistas especializadas, bem como de dezenas de livros, entre os quais, poder-se-ia relembrar CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, ESBOÇO DE SOCIOLOGIA, SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE, etc".

JOANYR DE OLIVEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 18 de agosto de 1995: "No último domingo, por acaso, vi em mãos de um amigo, um exemplar de seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Tive a grata surpresa de nele encontrar dois verbetes sobre mim, razão por que me apresso em escrever para agradecer-lhe pelo privilégio de estar presente em tão valiosa obra, certamente a mais importante no gênero editada no Planalto Central. Meus calorosos aplausos por páginas tão ricas de informações, que passam a ser de consulta obrigatória, especialmente por escritores, professores e estudantes de literatura".

JOÃO ROSA, in O COMERCIÁRIO. Anápolis, 10 de maio de 1996: "Mário Ribeiro Martins, embora Promotor de Justiça, dedica boa parte de seu tempo, ao levantamento das letras em Goiás, daí o seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com mais de 1.051 páginas, focalizando nomes interessantíssimos de pessoas que já escreveram livros e estão, de alguma forma, ligados à literatura goiana. Formado em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, além de curso de Mestrado. Membro da Academia Goiana de Letras, está também vinculado a várias outras instituições no Brasil e Exterior".

JOAQUIM ROSA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 18 de maio de 1979: "Moral da história- FILOSOFIA DA CIÊNCIA- de Mário Ribeiro Martins, é um livro que deve ser lido até por quem sofre de alergia por filosofias, mas gosta de aprender, ainda que dobrando o famoso Cabo das Tormentas, como este escrevinhador. O texto produzido pelo Promotor de Justiça e Professor Universitário de Anápolis é extraordinário e tem recebido os melhores elogios. Quanto a mim, continuo com o mesmo pensamento sobre o assunto: A FILOSOFIA É TÃO IMPORTANTE PARA A VIDA, QUE A VIDA, SEM ELA, SERIA A MESMA COISA".

JOSÉ DE MOURA FILHO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, l2 de setembro de l996: "Foi motivo de júbilo para este Desembargador receber tão importante obra, aqui em Palmas, no Tribunal de Justiça do Tocantins, intitulada ESCRITORES DE GOIÁS, de sua autoria, publicada agora em l996. Trata-se, na verdade, de livro indispensável para conhecermos melhor a história e os valores literários dos escritos e escritores de nossa região, incluindo nomes de relevância tanto em Goiás quanto no atual Estado do Tocantins. Continue, nobre escritor Mário Ribeiro Martins, pois o seu continuar é também o seu preservar na imortalidade".

JOSÉ DOS REIS PEREIRA, in JORNAL BATISTA. Rio de Janeiro, l5 de novembro de 1972: "Mário Ribeiro Martins foi lançado por este jornal com uma série de artigos sobre Gilberto Freyre e sua adolescência religiosa, sendo hoje, um dos melhores articulistas deste e de outros órgãos da imprensa nacional. Quanto ao seu livro recentemente lançado, o GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, é o resultado da série de artigos produzidos por Mário Martins, tanto para este jornal, como para o JORNAL DO COMMERCIO, do Recife, focalizando a adolescência protestante de Gilberto Freyre vivida, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos da América".


JOSÉ FARIA NUNES, in JORNAL DA TERRA. Caçu, Goiás, 15 de setembro de 1999: “Ao ser lançado em Caçu, no dia 26 de agosto de 1999, alcançou extraordinário sucesso, o livro do Procurador de Justiça e Escritor Mário Ribeiro Martins. Trata-se do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, com 1230 páginas e 2.500 biografias. É um trabalho esmerado que retrata pessoas que nasceram, viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins e que, efetivamente, tiveram os seus livros individuais publicados, entre os quais, o autor desta nota, caçuense nato, que publicou seu primeiro livro com o título: CAÇU-UMA CULTURA EM ASCENSÃO”.

JOSÉ MENDONÇA TELES, in GENTE & LITERATURA. Goiânia: UCG, 1983, página 127: "As obras de Mário Ribeiro Martins refletem a inquietação de um moço diante de um mundo em constante movimentação, com bruscas e amargas transformações, e, como testemunho de seu tempo, acredita na força da criação literária, como medida capaz de conduzir os homens às universalidades da cultura e do pensamento. Sua vida literária é das mais profícuas. Participante ativo de vários congressos e seminários sobre cultura, tem prestado excelente contribuição, como articulista, nos jornais e revistas de Goiânia, Anápolis, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul, entre outros, escrevendo sobre temas sociológicos, educacionais, filosóficos, teológicos, econômicos, psicológicos e de crítica literária. Seu livro LETRAS ANAPOLINAS é uma antologia que fica e há de ensebar-se nas mãos do tempo, pois só se conhece a história de uma cidade, depois de conhecer a história dos homens que a cantaram em prosa e verso".

JOSÉ PEREIRA DA COSTA, in BOLETIM INFORMATIVO DA AGMP. Goiânia, 10 de novembro de 1984: "Lançado, em reunião festiva nesta Associação, o livro LETRAS ANAPOLINAS, de autoria do ilustre colega Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Com prefácio do Ex-Procurador Geral de Justiça do Estado de Goiás, Dr. Ursulino Tavares Leão e notas de orelha do escritor José Mendonça Teles, o texto é uma antologia muito bem cuidada, de poesia e prosa, com mais de seiscentas páginas e cerca de duzentos nomes estudados, entre jornalistas, poetas e escritores da próspera cidade de Anápolis, onde o autor se destaca também como Professor Universitário".

JUAREZ MOREIRA FILHO, in PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS. Palmas, 2004: “Mário Ribeiro Martins, Procurador de Justiça, ensaísta, dicionarista, historiador e pesquisador brasileiro. Portanto, trata-se de um homem culto, preparado e que pertence a várias entidades culturais, sociais e de classe. É membro de dezenas de academias, excelente conferencista, orador, pesquisador assíduo, jurista, sociólogo, filósofo, teólogo e educador. Tomou posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, na minha gestão como Presidente, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil, em Palmas, no dia 05.04.2002”.


JULIO ALVES, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 13 de março de l982: "SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL é o mais novo livro do professor Mário Ribeiro Martins. Com mais de quatrocentas páginas, o compêndio aborda os principais temas da disciplina. Trata-se, na verdade, de uma outra dimensão didática da Sociologia, em são focalizados assuntos como o ÂMBITO GERAL DA SOCIOLOGIA, CONCEITOS BÁSICOS DE SOCIOLOGIA, CATEGORIAS SOCIAIS, DESENVOLVIMENTO E URBANIZAÇÃO, SOCIOLOGIAS ESPECIAIS, SOCIOLOGIA E DIREITO, A SOCIOLOGIA NO BRASIL E EM OUTROS PAISES".

LAILA NAVARRETE, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 12 de março de 1995: "Do Promotor de Justiça de Anápolis e Escritor Mário Ribeiro Martins, recebemos o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, levantamento completo da literatura goiana, incluindo até Dicionário de escritores, com 1.051 páginas, em que um dos 1.500 verbetes, biografa a autora desta coluna que, nos idos de 1974, publicou o livro de poesias ESPELHO FOSCO, com prefácio de Ursulino Leão e notas de orelha de Anatole Ramos".

LEILA MICCOLIS, in BLOCOS. Rio de Janeiro, 15 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é o mais novo livro de Mário Ribeiro Martins, contendo 1051 páginas(não é erro gráfico não: são 1051 páginas, mesmo!), abrangendo Dicionário Biográfico dos Escritores de Goiás, além de textos do autor sobre personalidades da Literatura Nacional, do Evangelismo Brasileiro, do Ministério Público, da Academia Goiana de Letras, incluindo entrevistas culturais, prefácios, referências literárias, bem como relação das obras publicadas pelo autor nas mais diferentes áreas".

LEONICE PESCI VIDOTTO, in JORNAL DA COMARCA. Osvaldo Cruz, SP, 25 de agosto de 1995: "Seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS é obra-prima que faz o Brasil se orgulhar de seu autor. Para reunir autores tantos e desenvolver o trabalho em si, só mesmo um gênio escolhido pelo olhar de Deus. Seu carisma floriu a messe cultural brasileira... e, ao me incluir... me fez também a sua jornada, caminho, incentivo e esperança. Lutador sem fronteiras, Mário Ribeiro Martins, além de tudo, é um ser humano consciente de sua importante missão no mundo".

LIBERATO PÓVOA (JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA), in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 27 de janeiro de 1998: "Mário Ribeiro Martins, conceituado estudioso da literatura e autor de incontáveis obras nos campos da Sociologia, Biografia, História, Literatura, Filosofia e outros, além de ensaísta, crítico literário, traz a público sua valiosa obra ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, que vem preencher uma grande lacuna nesta parte específica da literatura. A par de trazer um estudo biobibliográfico de centenas de autores das mais diferentes procedências, mas que produziram frutos em Goiás e no Tocantins, mostra ser uma obra imprescindível a todos os que militam no campo literário, mormente da pesquisa, demonstrando, de forma irrefutável, a riqueza literária e cultural de que são detentores estes dois Estados. É uma obra de referência, não só pela pesquisa séria que levou a sua publicação, mas também porque mostra as diversas facetas deste literato, que considero polivalente, posto que desincumbe com a mesma desenvoltura e versatilidade nos diversos campos em que atua, haja vista os ensaios e estudos que compõem a metade das mais de mil páginas desta obra, que mostra tratar-se de um autor consciente, imparcial, que sabe escrever e- o que é mais importante- gosta do que faz, porque faz bem".

LICÍNIO LEAL BARBOSA, in O POPULAR. Goiânia, 16 de junho de 1986: "Em primeiro lugar, os cumprimentos pelo paciente levantamento dos autores que produziram literatura na acolhedora cidade de Anápolis. Gostaria, em seguida, de lhe agradecer a lembrança de me haver incluído o nome entre os escritores anapolinos, cidade que considero o meu berço goiano. Louvo-lhe, por último, o contributo que oferece ao estudo da literatura goiana, através do livro JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, na qual a Manchester Goiana se situa com destaque, augurando-lhe continuar na pesquisa e na divulgação da literatura goiana, com a segurança que o caracteriza".

LUCÉLIA BRAZ DA CUNHA, in O POPULAR. Goiânia, 17 de março de 1995: "O escritor baiano- radicado em Anápolis desde 1975, onde exerce o cargo de Promotor de Justiça e Professor Universitário- Mário Ribeiro Martins acaba de lançar mais uma obra. Desta vez, ele apresenta o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, onde reúne, em um só volume de mais de mil páginas, produções literárias publicadas em Jornais, Revistas e Livros, além de um bem elaborado DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DOS ESCRITORES DE GOIÁS, focalizando, em órdem alfabética pelo nome de batismo, mais de mil e quinhentos autores que nasceram, viveram ou escreveram sobre as terras goianas".

LUCIANE GOEBEL, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 24 de junho de 1999: “O escritor Mário Ribeiro Martins acaba de lançar o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(Editora Master), uma obra completa que registra vida e obra de autores que nasceram, viveram ou passaram pelo Estado, a partir do século XVIII. São 1.230 páginas e mais de dois mil verbetes, resultantes de quase três anos de pesquisa. O autor também faz referência a Sebastião Rocha Lima, pai de Luiz Fernando Rocha Lima, ex-diretor geral da Organização Jaime Câmara no Tocantins”.

LUIZ CARLOS MENDES, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 19 de janeiro de 1980: " Em virtude desta divulgação realizada pela Editora Oriente, o professor Mário Ribeiro Martins vem tendo suas obras-entre as quais FILOSOFIA DA CIÊNCIA-conhecidas em outros países e também laureadas. É o caso da honraria recentemente recebida, qual seja, o DIPLOME DE MEMBRE D"HONNEUR, do Club des Intellectuels Français, em Paris, França, bem como ainda, a distinção LIDER DE LA FECHA SIMBOLO, da Comissión Argentina Permanente Pro 20 de Julio, em Buenos Aires".

LUIZ OTÁVIO SOARES, in O POPULAR. Goiânia, 19 de junho de l979: "O Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins lançou há pouco o livro FILOSOFIA DA CIÊNCIA, editado pela Oriente. É um trabalho de novas proposições didáticas, contendo, inclusive, um pequeno dicionário filosófico, além de temas atuais, entre os quais, a questão da filosofia e da liberdade, reflexões sobre o homem e os movimentos filosóficos com repercussão no Brasil, daí a razão por que o livro tem recebido os melhores elogios da crítica especializada".

MARA ROBERTA, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas(TO), 01.10.2002: “Autores na Internet. Quem ainda não teve a oportunidade de ler o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, do escritor Mário Ribeiro Martins, poderá fazê-lo pela web. É só acessar o site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm. O referido Dicionário é uma obra extremamente necessária. Através dele é possível conhecer a biografia e a obra literária de centenas de pessoas que publicaram livros, nascidas ou que viveram ou passaram pelos Estados de Goiás e Tocantins, além de outras regiões do Brasil”.

MARCELO TOSTA, in EMAIL 01@FFE.MAR.MIL.BR (COMANDANTE) Rio de Janeiro, 02 de fevereiro de 2000: “Apraz-me, sobremodo, comunicar a aquisição do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, uma magnífica obra que retrata a pujança da literatura goiana e do Tocantins, por herança. Laços de amizade ligam-me a Tocantins, pela especial deferência da Turma 1999 da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra-ADESG. Assim, agradeço ter tido a oportunidade de conhecer melhor Goiás e Tocantins, através de seu extraordinário livro”.

MARIÁ SOARES, in JORNAL DO TOCANTINS. Palmas, 23 de março de 2000: “O Procurador de Justiça e escritor Mário Martins pretende ainda este ano elaborar o Dicionário Biobibliográfico do Tocantins. Neste sentido, Martins está recebendo doações de livros e biografias de escritores para comporem o dicionário. A proposta é dar continuidade ao DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS que ele elaborou em 1998. O nome do governador José Wilson Siqueira Campos está no dicionário de Goiás, na página 1038, por ter escrito o excelente livro “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”.

MARIA ELIZABETH FLEURY TEIXEIRA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de março de 1995: "Fiquei realmente surpresa e encantada com seu livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Verdadeira obra prima, de minunciosa pesquisa e de valor inestimável para a literatura goiana, especialmente para seus estudantes e estudiosos. Parabéns pelo fôlego de longo alcance. De coração, agradeço as bonitas palavras sobre mamãe e sua obra. Sei que ela nos acompanha de perto e também está contente com seu livro".

MARIETTA TELES MACHADO, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "De todos os que se manifestaram sobre a minha obra em conjunto, nenhum nela penetrou com mais sabedoria, com mais profundeza, com mais inteligência, dizendo exatamente o que sou e penso, do que Mário Ribeiro Martins. Promotor de Justiça e Professor Universitário, seu trabalho como crítico literário, tem sido dos mais profícuos, focalizando e estudando os diferentes nomes da literatura goiana, desvendando-lhes os segredos, bem como interpretando-os para o mundo literário".

MARIINHA MOTA, in PRESENÇA DE LORENA. Lorena, SP, 09 de novembro de 1978: "O livro GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, do ilustre mestre de Anápolis, Mário Ribeiro Martins, é um documentário importante de fatos até então desconhecidos da crítica, sobre a religiosidade, nos primeiros anos de existência, do conhecido autor de CASA GRANDE & SENZALA. Publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, o texto se apresenta como excelente contribuição para se conhecer melhor a história da vida de um dos homens mais notáveis deste país, o sociólogo e antropólogo Gilberto de Mello Freyre".

MARINEUSA RIBEIRO, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 24 de julho de 1982: "O Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins se destaca em todos os setores culturais de Anápolis, daí a razão por que foi eleito o MELHOR DO ANO, EM LITERATURA, pelo Clube de Imprensa de Anápolis e também DESTAQUE DO ANO, na mesma área, pelo jornal TOP NEWS, de Goiânia. Autor de vários livros, entre os quais, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL, tem contribuido para a divulgação do nome de Anápolis, no Brasil e exterior, através das entidades culturais, de que é membro honorário e correspondente".

MÁRIO SOUTO MAIOR, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 30 de abril de 2000: “Trata-se do excelente DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins que, em boa hora, me veio ter às mãos, no momento exato em que estou trabalhando na segunda edição do nosso Dicionário de Folcloristas Brasileiros. Pesquisando no trabalho de Mário R. Martins encontrei mais de vinte folcloristas goianos. E o nosso dicionário estava muito pobre de folcloristas de Goiás. O DICIONARÃO, de Mário Martins, só tem um inconveniente-não pode ser lido na cama, como é do meu costume, eis que tem cerca de 1230 páginas”.

MIGUEL JORGE, in O POPULAR. Goiânia, 25 de junho de 1978: "Está surgindo um novo crítico literário em Goiás, Mário Ribeiro Martins, ocupando-se dos escritores goianos com um carinho especial e fazendo um levantamento crítico da literatura feita em Goiás. Procedente do interior da Bahia, nascido em Ipupiara, na Chapada de Diamantina, mas recém-chegado do Recife, onde se formou em Teologia, Filosofia, Sociologia e Direito, é também Jornalista, Articulista e Professor na cidade de Anápolis. Autor de vários livros, entre os quais, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, é um nome que já desponta no meio intelectual goiano".

MIGUEL REALE, in O POPULAR. Goiânia, 23 de outubro de 1979: "Quero cumprimentá-lo pelo seu livro "FILOSOFIA DA CIÊNCIA", de excepcional qualidade, pela modernidade do texto, onde faz referência não somente às minhas obras, entre as quais, FILOSOFIA DO DIREITO, mas também ao Instituto Brasileiro de Filosofia que tive o prazer de fundar, em 1949, na capital paulista, esclarecendo-lhe que o Instituto é formado de secções estaduais, não existindo, em funcionamento efetivo, uma secção goiana, o que é deveras lamentável. Gostaria que escrevesse, nesse sentido, aos seus colegas de Goiânia, inclusive ao Professor Jônatas Silva, cujo endereço é Avenida Goiás, 636, Sala 706, Goiânia, Goiás".

MODESTO DE ABREU, in ANUÁRIO DA ACLERJ. Rio de Janeiro, dezembro de l98l: "Este Anuário está reproduzindo uma entrevista concedida pelo escritor Mário Ribeiro Martins, Presidente da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, ao jornal CORREIO DO PLANALTO, da cidade de Anápolis. O entrevistado responde a perguntas interessantíssimas, relembrando inclusive a resposta dada por Olavo Bilac, quando lhe perguntaram, por que os membros das academias eram chamados de imortais, ao que disse o poeta: É PORQUE NÃO TÊM ONDE CAIR MORTOS. Mário Martins, como se sabe, é autor de diferentes livros, entre os quais, "GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE", "SOCIOLOGIA DA COMUNIDADE", "ESBOÇO DE SOCIOLOGIA", etc".

MOURA LIMA, in FOLHA DA CIDADE. Gurupi, To, 31 de março de 2004: “Mário Ribeiro Martins, de Ipupiara, antigo Jordão ou Fundão de Brotas... Retornando ao Brasil, tornou-se brilhante Professor Universitário... Ficou bastante conhecido, como um dos mais notáveis dicionaristas do país... Autor de vasta obra literária, que o coloca na galeria dos grandes vultos da literatura brasileira, notadamente no campo da Sociologia, da Filosofia e da História, destacando-se, dentre elas, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS e o grande DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br”

NEILA VIEIRA MONTEIRO, in CORREIO DO PLANALTO. Anápolis, 20 de setembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, o novo Promotor de Justiça, recentemente concursado, além de ser Professor da Faculdade de Direito de Anápolis, é também autor de vários livros, fez curso de Especialização em Educação Moderna e Sociologia Espanhola na Europa e faz parte da União Brasileira de Escritores de Goiás, sendo também colaborador em diferentes jornais e revistas do país. Entre seus livros, já publicados, destacam-se CORRENTES IMIGRATÓRIAS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc".

NELLY ALVES DE ALMEIDA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de abril de 1995: "Nada há de mais sublime, na nossa sincera opinião, que o trabalho bem definido, sobretudo se ele se insere na área cultural, dignificando a inteligência, sublimando o espírito. É o que sentimos ao ter à frente o substancioso volume ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria de Mário Ribeiro Martins. Convencemo-nos, então, de que o homem, pondo-se a serviço de causas nobres, cumpre, sem dúvida, o mais alto dos destinos. Caminho seguro para pesquisa, ressaltando sua visão de mestre, altamente experimentado. Muito passamos a lhe dever, os escritores goianos".

NENITA NAVARRO, in A FEDERAÇÃO. Itu, São Paulo, 08 de março de 1997: “O jornalista e acadêmico Ednan Mariano Leme da Costa, agradece, por meio desta coluna, ao escritor Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário e membro da Academia Goiana de Letras, a gentileza do livro ESCRITORES DE GOIÁS. Trata-se do retrato completo da Literatura Goiana(817 páginas), contendo, inclusive, Artigos Literários, Dicionário Biobibliográfico, Referências Literárias e belo CURRICULUM VITAE do autor, que nasceu a 7 de agosto de 1943, em Ipupiara, Bahia e reside em Anápolis, Estado de Goiás”.

NICE MONTEIRO DAHER, in FOLHA DE ANÁPOLIS. Anápolis, 07 de agosto de 1997: “Escritor Mário Ribeiro Martins. Acabei de ler, mais uma vez, o seu valioso livro “ESCRITORES DE GOIÁS”, em cujas 817 páginas, encontrei verdadeiras preciosidades literárias. E, mais uma vez, vendo meu nome no rol de tanta gente que honra nossa cultura, senti que me seria agradável agradecer-lhe sinceramente. Seu livro, tão especial em nosso meio intelectual, traz aos escritores nele aconchegados, uma simpática e formidável confiança que nem sempre é nossa companheira”.

NYSA MORAES DE FIGUEIREDO, in ANUÁRIO DA ACADEMIA DE LETRAS DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. Rio de Janeiro, 0l de dezembro de 1979: "Dr. Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça do Estado de Goiás, radicado em Anápolis, mas também baiano de nascimento, jornalista, poeta e professor da Faculdade de Direito daquela cidade, é um dos nomes mais representativos da cultura e das letras naquele promissor Estado. Seu livro, GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, publicado pela Imprensa Metodista, em São Paulo, nos conduz a momentos interessantíssimos, ao focalizar a adolescência evangélica do famoso mestre de Apipucos, no Recife, Pernambuco".

ODILON ALVES ROSA, in DIÁRIO DA MANHÃ. Goiânia, 29 de abril de 1982: "O livro do Professor Mário Ribeiro Martins- SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL- tem cunho essencialmente didático, sendo destinado aos estudantes do ciclo básico universitário, numa linguagem clara e acessível. Trata-se de um texto altamente informativo. Não é uma tradução que reflita uma visão sociológica de outros centros de cultura ou que use uma terminologia complexa e abstrata, mas é, antes de tudo, uma experiência já vivida nas salas de aula, com a participação direta dos alunos ou em cursos rápidos, oferecidos em oportunidades diferentes".

OLIMPIO FERREIRA SOBRINHO, in O POPULAR. Goiânia, 27 de dezembro de 1978: "Mário Ribeiro Martins que foi escolhido como Orador Oficial na cerimônia de posse dos novos Promotores de Justiça, aprovado em Concurso Público, realizado pelo Ministério Público do Estado de Goiás, é a expressão maior desta nova geração de intelectuais. Seu discurso, em nome dos trinta e dois novos Promotores de Justiça, todos empossados na presença do Governador do Estado, Dr. Irapuan Costa Júnior, primou pela elegância e pela inteligência, terminando por concitar a todos para refletir na expressão latina-OMNIA SUB LEGE ET CONSTITUTIONE-tudo e todos, sob o império da Lei e da Constituição".

PAULO BERTRAN, in O ANÁPOLIS. Anápolis, 28 de setembro de 1998: “Ao prezadíssimo Dr. Mário- Historiador e Memorialista, com meus cumprimentos especiais por seus “salvados” históricos importantíssimos, seja através de “LETRAS ANAPOLINAS”, “JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS”, “ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS”, “ESCRITORES DE GOIÁS” ou “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”. Com os abraços “ANTESINOS”(é nosso verdadeiro gentílico anapolino, das Antas). Foi inventado por Moisés Santana em homenagem- que virou Grupo Escolar- “O ANTESINA SANTANA”, primeira filha do Moisés. A nascida em Antas, portanto ANTESINA, um belo gentílico. Com o carinho do ANTESINO, Paulo Bertran”.

PAULO CÉSAR DOS SANTOS, in CASCATA DE VERSOS. Petrópolis, RJ: Editora Pirilampo, 1987, página 145: "Mário Ribeiro Martins é Promotor de Justiça e Presidente de várias entidades culturais e seculares. Autor de diversos livros, entre os quais, LETRAS ANAPOLINAS, FILOSOFIA DA CIÊNCIA, JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS, SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL. Membro honorário e correspondente de inúmeras instituições literárias, dentre outras, Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro, Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni, Academia de Letras e Artes de Pernambuco".

PAULO NUNES BATISTA, in O POPULAR. Goiânia, 7 de novembro de 1976: "É que Mário Ribeiro Martins é dono de um invulgar poder de síntese, aliado a uma cultura geral respeitável. Dominando o idioma com total segurança, estudioso do evangelismo nacional em todos os seus aspectos, o autor de GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE trouxe revelações importante sobre a vida do mais ilustre sociólogo e antropólogo brasileiro. Seu livro, editado pela Imprensa Metodista de São Paulo, com prefácio do Pastor batista Ebenézer Gomes Cavalcanti e observações do Professor Universitário Robinson Cavalcanti, trata exatamente da adolescência evangélica do produtor da obra classica CASA GRANDE & SENZALA".

RAIMUNDO RODRIGUES DE ALBUQUERQUE, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 31 de dezembro de 1995: "Estou roubando-lhe o tempo para lhe dar os parabéns por esta obra extraordinária "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS" que recebi ontem, como presente do irmão maçon Aristóteles de Lacerda Júnior. Fico-lhe grato, Mário Martins, e obrigado por me ter incluído em tão excelente volume. O livro é de um valor inimaginável. Apesar dos meus setenta e seis anos, estou em plena atividade literária. Morei muitos anos em Vianópolis, Paraúna, Inhumas, Palmeiras de Goiás, fundando ginásios e jornais. Iniciei no magistério o Modesto Gomes da Silva, filho do extraordinário poeta Floriano Gomes que, infelizmente, não publicou suas poesias. Em Vianópolis, junto com Issy Quinan, nos idos de 48, fundei o jornal local. Seu livro me trouxe gratas recordações de homens e mulheres, jovens e adultos que se tornaram grandes literatos em Goiás".

REIS DE SOUZA, in REVISTA BRASÍLIA. Brasília, DF, 02 de abril de 1982: "Professor Universitário, Promotor de Justiça, Escritor fecundo, Mário Ribeiro Martins é o INTELECTUAL DO ANO DE GOIÁS, em pesquisa realizada pela Agência de Notícias Brasília, com diversificada atividade literária e biobibliografia impressionante para um jovem de trinta e poucos anos. Baiano de nascimento, Pernambucano de formação intelectual, mas radicado em Anápolis, onde preside diferentes instituições literárias, o autor de SOCIOLOGIA GERAL & ESPECIAL fez cursos de Especialização em Madrid e Alcalá de Henares, na Espanha, além de viagens culturais a Portugal, Inglaterra e França".

RENATO BERBERT DE CASTRO, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de março de 1996: "Tive a oportunidade de examinar, na Fundação Clemente Mariani, aqui em Salvador, na Bahia, a obra do também baiano, Escritor, Professor Universitário e Promotor de Justiça Mário Ribeiro Martins. Seu belo trabalho sobre os escritores de Goiás, intitulado ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, é um importante estudo, de consulta permanente, que não pode faltar em qualquer boa biblioteca. Chamou-me especial atenção seu artigo alí inserido, denominado "JORGE AMADO E O COLÉGIO ESPERANÇA", no qual há informações pouco conhecidas de algumas facetas da vida do autor de GABRIELA, CRAVO & CANELA".

RICARDO ALFAYA, in INFORMATIVO NOZARTE. Rio de Janeiro, 25 de setembro de 1995: "Com 1.051 páginas, o livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, trata da vida e obra de centenas de escritores de Goiás, trazendo vários trabalhos literários do autor, além de informações especialíssimas sobre consagrados autores nacionais, entre os quais, Gilberto Freyre, Érico Veríssimo, Jorge Amado, Joaquim Nabuco, todos estudados com carinho especial pelo ilustre baiano que se encontra radicado em terras goianas".

ROBERTO PIMENTEL, in FOLHA DE GOIAZ. Goiânia, 05 de agosto de l979: "Entre os nomes que focalizaram a obra de Ursulino Tavares Leão, está o crítico literário Mário Ribeiro Martins que se apresenta como um dos mais significativos autores vivendo hoje no Estado de Goiás. Seu trabalho, na divulgação dos escritores goianos, através de artigos de jornais e revistas, tem sido formidável e recebido os melhores elogios. Pela instrumentalidade do BOLETIM PERFIL, órgão noticioso da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que também é Presidente, tem conduzido o nome de Goiás aos demais Estados da Federação".

ROBINSON CAVALCANTI, in JORNAL DO COMMERCIO. Recife, 21 de fevereiro de 1973: "Mário Ribeiro Martins focaliza, neste jornal, o evangélico Gilberto Freyre não somente no Brasil, mas também nos Estados Unidos. Aqui, quando era aluno do Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, de que seu pai, Alfredo Freyre, era Diretor. E lá, como membro da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, em Waco, Texas, além de aluno de vários seminários e universidades protestantes, entre os quais, a Universidade Batista de Baylor. Nesta, defendeu sua tese de mestrado "SOCIAL LIFE IN BRAZIL IN THE MIDDLE OF THE 19TH CENTURY", posteriormente transformada em CASA GRANDE & SENZALA. De parabéns, o historiador Mário Ribeiro Martins pela série de crônicas que tem escrito nesta jornal sobre o período evangélico da vida do MESTRE DE APIPUCOS".

ROSEMARY LOPES PEREIRA, in O RADAR. Apucarana, PR, 01 de agosto de l996: "Mário Ribeiro Martins, Promotor de Justiça, Professor Universitário, membro da Academia Goiana de Letras, historiador, grande estudioso da literatura nacional, dedicou sua mais recente pesquisa aos escritores goianos que são muitos e bons, lançando o livro "ESCRITORES DE GOIÁS", proporcionando aos leitores profundos conhecimentos sobre a vida e a obra de magníficos autores, dando uma visão do trabalho literário e cultural daquele Estado que empresta brilho às letras brasileiras, destacando, entre outros, a figura de Cora Coralina que encantou a todos, falando da natureza e da vida em seu BECOS DE GOIÁS E ESTÓRIAS MAIS".

ROSENWAL FERREIRA, in JORNAL OPÇÃO. Goiânia, 19 de março de 1995: "Adquiri o grosso volume- 1.051 páginas- do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, e logo nas primeiras duzentas páginas percebe-se que é uma obra criteriosa, equilibrada, escrita com a seriedade de quem pesquisou muito: o autor é o conhecido e respeitado Professor Universitário, Promotor de Justiça, membro da Academia Goiana de Letras, Mário Ribeiro Martins. Vale a pena conferir. E certamente será uma história dos textos literários de nossa terra".

SEBAS SUNDFELD, in O MOVIMENTO. Pirassununga, SP, 15 de outubro de 1978: "Mário Ribeiro Martins, Professor Universitário e Promotor de Justiça, é autor de vários livros de qualidade, entre os quais, CORRENTES IMIGRATÓRIAS DO BRASIL, HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, SUBDESENVOLVIMENTO-UMA CONCEITUAÇÃO ESTÁTICA E DINÂMICA, MISCELÂNIA POÉTICA, etc. Chamou-nos, no entanto, atenção especial, seu livro intitulado GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE, em que a vida do antropólogo pernambucano é focalizada, sob um prisma diferente ou seja, o enfoque evangélico de sua adolescência, questão pouco divulgada ou mesmo não divulgada pelos seus biógrafos".

SONIA MARIA FERREIRA, in JORNAL ATUAL. Goiânia, 0l de julho de l996: "A Estante do Livro do CECULCO(CENTRO DE CULTURA DO CENTRO-OESTE) recebeu um exemplar do livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do escritor Mário Ribeiro Martins. O autor, membro da Academia Goiana de Letras, da União Brasileira de Escritores e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, faz uma análise completa dos diferentes aspectos da literatura goiana, incluindo em seu dicionário verbetes sobre jornalistas, articulistas e literatos de Goiás, bem como discursos e artigos sobre alguns escritores de outros Estados Brasileiros".

STELLA LEONARDOS, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 10 de julho de 1995: "Muito grata pela oportunidade de adquirir ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS. Não há a menor dúvida de que o amigo contribuiu- e como!- para a divulgação da literatura goiana. Amanhã mesmo, vou mostrar o livro a Plínio Doyle(no famoso SABADOYLE) e a Sylvia Jacinto, que lá estará, entre outros escritores. Seu livro constará do MUSEU DA CASA DE RUI BARBOSA, o que é importante, eis que obra meritória, digna de aplauso geral".

STÊNIO CARVALHO DE LIMA, in NÁUTICO NOTÍCIAS. Fortaleza, CE, 10 de dezembro de 1995: "Desejo, neste espaço de A FALA DO PRESIDENTE, destacar o recebimento de precioso livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de autoria do Promotor de Justiça e Professor Universitário Mário Ribeiro Martins, também membro da Academia Goiana de Letras, texto editado pela Federação das Instituições Culturais de Anápolis, obra valiosíssima que já se encontra incorporada ao acervo da Biblioteca do Náutico Atlético Cearense".

TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO, in O POPULAR. Goiânia, 16 de janeiro de 1977: "O livro de autoria de Mário Ribeiro Martins-GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE-, enriqueceu ainda mais a literatura biográfica brasileira. Se o sociólogo pernambucano não tivesse um biógrafo tão inteligente, a fase mais importante de sua vida não seria conhecida por nós, amantes do saber. Baseada em documentos irrefutáveis, como o ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION OF THE UNITED STATES OF AMERICA, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY OF BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE e carta da SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH, Waco, Texas, entre outros, a pesquisa trouxe excelente contribuição para se conhecer melhor este momento da vida de Gilberto Freyre".

TEREZY FLEURI DE GODOI, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 3l de agosto de l996: "Com atraso de mais de um ano, estou lhe enviando estes livros. Incrível, mas isto acontece. Logo que tive a oportunidade de conhecê-lo, pessoalmente, no Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, lembrei-me dos livros, mas os dias correm céleres, e... "antes tarde do que nunca". Excelente o seu livro "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS", que sempre tenho às mãos aqui em Brasília. Um trabalho precioso, que enriquece as nossas letras, fruto de sua ilustre e brilhante pena. Com sua vasta e valiosa bibliografia, além de notável CURRICULUM, pelo qual parabenizo, sinto no dever de afirmar que seu trabalho sobre aqueles que nasceram, viveram ou escreveram sobre Goiás, é uma verdadeira preciosidade, excelente contribuição para se conhecer melhor a literatura feita no Estado de Goiás".

URSULINO LEÃO, in O POPULAR. Goiânia, 26 de fevereiro de 1978: "Somente agora é que tive o prazer de ler o seu lúcido(e generoso) estudo sobre a minha modesta obra publicado no jornal O POPULAR, do dia 13 de novembro de 1977. A mim, me parece, seja esta a verdadeira missão do crítico-ir até onde o escritor esteve e não tentar mostrar-lhe aonde ele deveria ter ido. Este e outros trabalhos de sua lavra focalizando os autores goianos, com a seriedade que lhe é peculiar, só contribuem para engrandecer a literatura feita em Goiás, tornando-a muito mais conhecida, além das margens do Paranaíba".

WALDIR AZEVEDO BRAGA, in FOLHA DO MARANHÃO DO SUL. Carolina(MA), 05.06.2001: “Em nossa visita à cidade de Palmas, dia 20.05.2001, conhecemos o escritor Mário Ribeiro Martins que, ao lado do Deputado Darci Coelho nos cercou de muita atenção e carinho. Mário Martins já escreveu dezenas de livros, entre os quais, destacamos “Gilberto Freyre, o Ex-Protestante”, “Filosofia da Ciência”, “Sociologia Geral & Especial” e “Estudos Literários de Autores Goianos”. Não podemos deixar de citar dois importantes dicionários, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS e o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, lançados recentemente”.

WILSON DA SILVA BÓIA, in IMAGEM ATUAL. Anápolis, 20 de setembro de 1995: "Recebeu a Academia Paranaense de Letras, aqui em Curitiba, no Paraná, o seu maravilhoso e alentado livro ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, com l052 páginas e cerca de l500 verbetes no capítulo referente ao Dicionário Biobibliográfico. Acreditamos no enorme esforço dispendido pelo confrade na execução de tão gigantesco trabalho. É uma obra que dignifica o seu autor e enobrece as letras goianas. A Academia considerou o seu livro uma excelente obra de referência e um repositório inesgotável de informações de ordem cultural".

ZANOTO(JOSÉ DE SOUZA PINTO)-DIVERSOS CAMINHOS, in CORREIO DO SUL. Varginha, MG, 01 de agosto de 1995: "ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS, de Mário Ribeiro Martins, tem o mérito especial de ressaltar, acima de tudo, a Literatura Goiana. De pronto, o autor apresenta um bem elaborado Dicionário Biobibliográfico dos Autores de Goiás. Focaliza Jornalistas e Articulistas de épocas diferentes, no Estado. Reproduz referências literárias sobre o autor, entrevistas concedidas, prefácios publicados em livros de outros autores e fala sobre alguns escritores, bem como sobre Ministério Público e Academia Goiana de Letras, instituições a que pertence".





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INDICE ONOMÁSTICO
(Os números referem-se às páginas principais)

A
Abranches, Dunshee.401
Abreu, Alzira Alves.401
Abreu, Capistrano de.401
Abreu, João De (João D’abreu)(Joca).159
Abreu, Modesto De.323
Abreu, Sebastião de.401
Acâmpora, Alexandre.177
Accioly, Marcus.256
Adorno, Kléber Branquinho.17
Adorno, Lúcio Flavo Marini.401
Agassiz, Luiz e Agassiz, Elizabeth Cary.401
Aguiar, Regina Bandeira.88
Aires, Aidenor.165
Aires, Dídimo Heleno Povoa.401
Aires, Irany Wolney.239
Aires, Voltaire Wolney.239
Aires, Zilmar Póvoa.239
Albuquerque, Franklin de.136
Albuquerque, Raimundo Rodrigues De.326
Alencar, Pedro de Moura.107
Alencastre, José Martins Pereira de.148
Alfaya, Ricardo.327
Almeida, Eduardo Silva de.183
Almeida, Horácio.402
Almeida, Humberto Ludovico de.44
Almeida, Jacy Gomes de.347
Almeida, José de.183
Almeida, José Ludovico de (Juca Ludovico).66
Almeida, Luciano Mendes de.402
Almeida, Luisa Cândida Ludovico de.94
Almeida, Nelly Alves de.324
Almeida, Regina Silva de.183
Almeida, Victor Coelho de.334
Alves, Julio.318
Alves, Nilo.402
Amado, Jorge.35
Amaral, Cleiton Sousa do.402
Andrade, João Batista de.137
Anita, Mestra (Ana Ponce Leones).45
Anjos, Maria dos.402
Antoine, Jean Huberth.75
Antunes, Paulo Maria Teles.189
Aranha, Angélica Ribeiro.206
Arantes, Otavinho.45
Araújo, Getúlio.403
Araújo, José Francisco de.97
Araújo, Júlio Resplande De.68
Araújo, Lea Sayão Carvalho de.403
Araujo, Lúcia Nascimento.45
Araújo, Nícia Vieira.128
Araújo, Raimundo.341
Arinos, Afonso.403
Artiaga, Zoroastro.334
Asmar, José.267
Athanázio, Enéas.366
Audrin, José Maria (Frei).217
Avelino, Moisés Nogueira.32
Ávila, Cristovam Francisco de.403
Ayres, Edmunda Pereira.59
Ayres, Raquel Pinto Cerqueira.57
Azevedo, Beatriz Rego.237
Azevedo, Carlos Alberto.305
Avevedo, Francisco Ferreira dos Santos.403
Azevedo, Joaquim Carvalho Ferreira de.25

B
Balsamello, Ana.79
Balsamello, Antônio.79
Balsamello, Caetano.79
Barbosa, Alaor.403
Barbosa, Antonia.151
Barbosa, Antonio.223
Barbosa, Deocleciano Guilherme.125
Barbosa, Eurico.64
Barbosa, Licínio Leal.227
Barbosa, Olimpio Antonio.403
Barbosa, Rainel.151
Barbosa, Rui Cavalcante.125
Barbosa, Zenaide.151
Barreto, Eliel.258
Barreto, Miriam.223
Barros, Ana Márcia.404
Barros, Felipe Antônio Xavier de.136
Barros, Maria Generosa de (Dona Maru).207
Barros, Marinalva.404
Barros, Romeu Pires de Campos.227
Barroso, Lydia Soraya Liberato.404
Barry Mitchell.H.332
Bastos, Claudio.404
Bastos, Maria de .198
Bastos, Oriçanga Santomé de .198
Bastos, Orimar de .198
Batista, Paulo Nunes.42
Bayma, Carlos de.404
Behr, Miguel Von.404
Benevides, Enedino de Souza.137
Benevides, Maria da Silva .137
Benício, Manoel.404
Bernardes, Carmo.17
Bernardo, Angelly.404
Bertran, Paulo.325
Bezerra, Adão Bonfim.207
Bezerra, Cleuza Benevides Souza .137
Bible, Mattie Lou.223
Bilharinho, Guido.312
Birzniek, Zênia.222
Bittencourt, Adalzira.113
Bittencourt, Luiz.405
Blotner, Félix.176
Boas, Antonio Villas .189
Boas, Marco Anthony Steveson Vilas .189
Boas, Marlene Bessim Villas .189
Boas, Mônica Nunes da Mata Villas .189
Boas, Sérgio Vilas.405
Bogo, Fidêncio .102
Bogo, Frederico .102
Bogo, Íria .102
Bóia, Wilson Da Silva.330
Bonadio, Geraldo.310
Bonfim, Nasário do.135
Boquady, Jesus Barros .119
Borbon, Afonso.335
Borbon, Juan Carlos de.335
Borges, Humberto Crispim.15
Borges, Mauro.406
Boxer, C.R.406
Braga, Alzira Pereira.151
Braga, América Machado.51
Braga, Ana.44
Braga, Anísio Pereira.45
Braga, Edetina Nunes .45
Braga, Ernani.299
Braga, Eulina (Maria Eulina Da Silva Braga).151
Braga, Feliciano Machado.72
Braga, Jesuína Silva.165
Braga, Joaquim da Silva .151
Braga, Waldir Azevedo.331
Branco, Castelo.53
Brasil, Antonio Americano do.406
Brasil, Assis.106
Brasil, Gutemberg de Sousa.406
Breckenfeld, Múcio.105
Breton, Binka Le.406
Breviglieri, Egisto.191
Breviglieri, Mauro .191
Brito, Absaí Gomes .301
Brito, Francisco De (Chico De Brito).63
Brito, Hélio De.313
Brito, José Maciel de.407
Britto, Amélia Dias de.113
Britto, Antonia Hermano de .63
Britto, Estevão Francisco de.113
Buarque, Manoel.407

C
Cabanas, João.133
Cabral, Maria do Socorro Coelho.407
Caiado, Antônio Ramos (Totó Caiado).59
Caiado, Brasil Ramos.136
Caiado, Edenval.136
Caiado, Leolídio di Ramos.407
Caldeira, Josino de Abreu.159
Câmara, Jaime .16
Camargos, Mario Antonio Silva.407
Camelo, Messias.135
Campelo, Zacarias.288
Campos, Antônio Pedroso de.93
Campos, Aureny Siqueira .30
Campos, Eduardo.106
Campos, Eduardo Siqueira .27
Campos, Francisco Itami.407
Campos, Hélio Siqueira.27
Campos, João Siqueira .27
Campos, José Wilson Siqueira .27
Campos, Pacífico Siqueira .27
Campos, Regina Siqueira .27
Campos, Rinaldo.408
Campos, Stela Siqueira .28
Campos, Thelma Siqueira .28
Campos, Ulemá Siqueira .28
Candelária, Inocêncio .314
Canguçu, Flaviana Vieira.127
Canguçu, Visconde Vieira .127
Cardeal, Flávia Chaves.72
Cardoso, Domingos Antonio.91
Cardoso, Felipe Antonio.91
Cardoso, Felismina Antonio .91
Cardoso, Fernando Henrique .91
Cardoso, Joaquim Inácio Batista .91
Cardoso, Manoel Pereira .91
Carmelita, Maria.308
Carnaxide, Antonio de Sousa Pedroso.408
Carneiro, Glauco.133
Carolina, Maria Leopoldina.25
Carrerot, Domingos (Dom).123
Carvalho, Bernardo.408
Carvalho, Bertoldo Espíndola de .118
Carvalho, Carlos Gomes.408
Carvalho, Carlota.408
Carvalho, João Renor Ferreira de.408
Carvalho, Luiz Spíndola de .118
Carvalho, Marly .157
Carvalho, Rita Lima de.119
Carvalho, Wadia de Oliveira.143
Casagrande, Osmar Campos.408
Cassimiro, Maria do Rosário.408
Castelnau, Francis.408
Castro, Abel Soares de.42
Castro, Antonio Albino Pinto de.171
Castro, Derval de.409
Castro, Eni Pinto de.171
Castro, Maria Rosa de .171
Castro, Quintino Pinto De .171
Castro, Renato Berbert De.326
Catelan, Álvaro.42
Cavalcante, Adauto Cordeiro.409
Cavalcante, Carlos.305
Cavalcante, Gilson.409
Cavalcante, Hosana P.125
Cavalcante, José Escobar.350
Cavalcante, Maria de Lourdes Antonio.409
Cavalcante, Maria do Espírito Santo Rosa.53
Cavalcanti, Ebenézer Gomes.307
Cavalcanti, Renato.334
Cavalcanti, Robinson .327
Ceva, Lucchini .192
Chagas, Américo.409
Chagas, Mario.409
Chaim, Marivone Matos.409
Chaul, Nars Fayad.410
Cintra, Sebastião Oliveira.410
Coelho, Absalão.71
Coelho, Adalgisa Teixeira.71
Coelho, Ana Cristina.55
Coelho, Celso.71
Coelho, Cristiano Martins .55
Coelho, Darci Martins .55
Coelho, Guilherme Ferreira.411
Coelho, Gustavo .144
Coelho, Ibanez.411
Coelho, Maria Teixeira (Maroquinha).71
Coelho, Maria Terezinha de Jesus Alves.55
Coelho, Marina .71
Coelho, Mário (falecido).71
Coelho, Militão Rodrigues.357
Coelho, Nelly Novaes.410
Coelho, Olga Andrade.55
Coelho, Pedro Muniz.229
Concesso, José Francisco da Silva.167
Condessa De Meia-Ponte(Vera Lopes).306
Coralina, Cora.410
Cordeiro, Antero Batista de Abreu .94
Cordeiro, Aracy Batista.410
Cordeiro, Rosolinda Batista de Abreu.161
Correia, Aldenora Alves .85
Correia, Gil (Gilberto Correia Da Silva).246
Correia, Lídia Olimpio.85
Correia, Nicolau Alves.85
Corumbá, João Gomes .92
Costa, Célio.411
Costa, Coquelin Leal da.77
Costa, Francisco Augusto Pereira da.167
Costa, José Pereira Da.317
Costa, Lennon Júnior Coelho.411
Costa, Márcia .48
Costa, Márcio Barcelos.411
Costa, Paulo Henrique.411
Costa, Rosalina Marques.344
Costa, Virginia Mônica Parente.411
Coudreau, Henri.182
Coutinho, Afrânio.301
Coutinho, Edilberto.412
Coutinho, Graça .89
Couto, Luis do.411
Couto, Tereza Antonia do Prado Vieira .186
Cruls, Louis Ferdinand.412
Cruz, Felipe Antonio Cardoso Santa .91
Cunha, Boaventura Ribeiro Da .240
Cunha, Lucélia Braz Da.319
Curado, Mariana Fleury.412
Curado, Sebastião Fleury.42

D
Daher, Nice Monteiro.324
Dantas, Paulo.412
Daroszewski, Marineth Galvão.193
Demarchi, Erminia.102
Denófrio, Darcy França.222
Dias, João da Rocha Ribeiro.287
Dias, Maria Erlene.411
Dias, William Palha.107
Doles, Dalisia Elisabeth Martins.412
Dom João VI .23
Dom Miguel I.23
Donato, Hernâni .133
Duarte, Hudson Ferreira.412
Duarte, Leônidas.412
Duarte, Luiz Vital.412
Duque, João.136

E
Elis, Bernardo.261
Eschwege, Wilhelm Ludwig Von.413
Euripedes, Gênio.349

F
Fagundes, Antônio.136
Farias, Elisangela.308
Feitosa, Vicente Ferreira.413
Felício, Brasigóis.305
Fernandes, Aparício.303
Fernandes, Elizeu Martins.334
Fernandes, Fábio Muniz.413
Fernandes, José.413
Fernandes, José Pinheiro.349
Fernandes, Kilda Breckenfeld Lopes.83
Fernandes, Maria Cristina Leal Breckenfeld.83
Fernandes, Múcio José Breckenfeld Lopes .83
Fernandes, Múcio Lopes .83
Ferreira, Carolino.27
Ferreira, Dilmar.306
Ferreira, Francisca do Espírito Santo (Chiquita).159
Ferreira, Haydée Jayme.313
Ferreira, João Afonso Carvalho.413
Ferreira, Joaquim Carvalho.25
Ferreira, José Feliciano.156
Ferreira, Manoel Rodrigues.413
Ferreira, Maria Helena Ruy.61
Ferreira, Rosenwal.328
Ferreira, Sebastião.65
Ferreira, Sonia Maria .328
Ferrez, Gilberto.413
Figueiredo, Nysa Moraes De .324
Filho, Adão Martins.222
Filho, Antonio Conceição Cunha.207
Filho, Joaquim Câmara .42
Filho, Joaquim Teotônio Segurado.18
Filho, José Cardeal dos Santos.72
Filho, José De Moura.316
Filho, Juarez Moreira.48
Filho, Tácito Da Gama Leite .329
Filho, Trajano Machado Gontijo .45
Filho, Wolney.135
Fleury, Luciana.166
Fleury, Luis Gonzaga de Camargo.25
Florêncio, Raymundo.123
Flores, Hilda Agnes Hubner .45
Foggia, Vicente Moretti .80
Fonseca, Maria Anastácia Bueno da.91
Fontoura, Celma Afonso.67
Foreman, B. H..153
França, Basileu Toledo .176
Franco, Afonso Arinos de Mello.132
Franco, Virgilio Martins de Melo.131
Freire, Fabricio César.211
Freire, José dos Santos.32
Freire, Lourdes de Castro Bahia.161
Freire, Margarida de Oliveira.212
Freitas, Venerando de.16
Frey, Gino.312
Freyre, Gilberto.312
Furtado, Olimpio Dias.114

G
Gadotti, Luiz Aparecido.190
Gallais, Estevão Maria de.124
Galli, Ubirajara.153
Gama, Celso Calmon Nogueira da.136
Ganges, Antônio De (Frei).79
Garcia, Lafaiete Belfort.54
Godinho, Durval da Cunha.81
Godinho, Heitor .81
Godinho, Jacundina Carvalho.81
Godinho, Olimpio .81
Godinho, Renato .81
Godoi, Terezy Fleuri De.329
Godoy, Claro Augusto de.135
Goebel, Luciane .319
Gomes, Daltro Bezerra.138
Gomes, Eduardo .179
Gomes, Luiz Melchiades.179
Gomes, Maria José.179
Gonçalves, Almir dos Santos.145
Gonçalves, Margarida Lemos.145
Gonçalves, Rubens.312
Gonçalves, Vasco dos Reis.165
Goyano, Augusto.42
Graeff, Edgar.144
Guerra, Everardo.308
Guimarães, Joana de Brito.172
Guimarães, Serafim de Britto.63

H
Hartness, Ann.302
Hermano, Archangela Pereira.196
Hermano, Manoel José .196
Hollanda, Heloisa Buarque de.44

I
Igreja, Francisco.310
Inácio, Manoel .148
Itoz, Sonia de.246

J
Jardim, Antônio Félix de Bulhões.109
Jardim, Eugênio.57
Jardim, Jorge de Moraes.52
Jardim, Leopoldo de Bulhões.114
Jayme, José Sisenando.42
Jorge, Miguel.322
Jubé, Alcides Celso Ramos.197
Jubé, Antônio Geraldo Ramos.302
Júnior(empresário).30
Junior, Boleslaw Daroszewski (Bolecho).193
Júnior, Irapuan Costa.105
Júnior, José dos Santos Freire.161
Júnior, José Edmar Brito Miranda.157
Júnior, José Xavier de Almeida.64
Júnior, Lisita.36
Junqueira, Iron.314

K
Kaisser, Henriette.418
Krause, Fritz.418
Kruse, Hermann.418
Kubitscheck, Juscelino.418

L
Lacerda, Regina.176
Leal, Coquelin Aires.100
Leal, João Batista.162
Leão, Ursulino(Fortuna Critica).397
Leda, Leão.121
Leitão, José Carlos Moura.123
Leite, Balbina.236
Leite, Joaquim Maya.82
Lemos, Herarquedina.173
Lemos, Rosa da Santa.114
Leonardos, Stella(Fortuna Critica).396
Lima, Abdias(Fortuna Critica).355
Lima, Alceu Amoroso (Tristão de Ataíde).98
Lima, Antonia Sabóia.236
Lima, Felipe de Souza.236
Lima, Filadelfo Borges De(Fortuna Critica).367
Lima, Guimarães(Fortuna Critica).372
Lima, João De Souza (Padre João).120
Lima, Manoel De Souza (PATRONO CADEIRA 34).236
Lima, Miguel da Rocha.161
Lima, Moura (Jorge L.de Moura)(FUNDADOR CADEIRA 15).130
Lima, Nazária Lisboa de Sousa.120
Lima, Stênio Carvalho De(Fortuna Critica).396
Limongi, Braz(Fortuna Crítica).361
Lins, Fernando(Fortuna Crítica).366
Lins, Wilson.415
Lisboa, Antonio(Fortuna Crítica).357
Lobo, José Ferreira.415
Lopes, Mery Ab-Jaudi Ferreira.273
Lorenz, Arnald.207
Louça, Evarista Maria de Jesus.182
Louça, Josefa da Trindade (FUNDADORA CADEIRA 24).181
Lowell, Joana.420
Lustosa, Oton.131
Luz, Isaú Coelho.420
Luz, Jonas Borges da.330
Luz, José da Silva.420

M
Macedo, Fany de Oliveira.308
Macedo, Inácia Cardoso de.100
Macedo, Joaquim Bispo de.100
Macedo, Joatan Bispo de(FUNDADOR CADEIRA 09).99
Macedo, Nertan.159
Machado, Alcides Pereira.332
Machado, Brasil Tocantinense Carvalho.73
Machado, Hermione de Carvalho.73
Machado, Iris Rezende.96
Machado, João Caetano.72
Machado, Marietta Teles(Fortuna Crítica).385
Machado, Pinheiro.81
Magalhães, Antonio Carlos de.222
Magalhães, José Vieira Couto(PATRONO CADEIRA 31).219
Magalhães, Juracy.162
Magalhães, Zélia.330
Magalinski, Jan.420
Maior, Mário Souto(Fortuna Crítica).386
Maltez, Genaro.145
Maranhão, Alfredo.247
Maranhão, Nelson.247
Maranhão, Othon.420
Maria, Ana.102
Maria, Gêza(Fortuna Crítica).370
Mariani, Maria Jerônima Magalhães.258
Marinho, Paulo Aires.421
Marques, Aloisio Miguel(Fortuna Crítica).356
Marques, César Augusto.421
Marques, Jorge Pinero.262
Marques, Luís Bartolomeu(PATRONO CADEIRA 17).142
Martinelli, Maria Cavalcante.190
Martins, Adão Francisco.258
Martins, Aldenor de Figueiredo.168
Martins, Argentina Gomes.168
Martins, Eunice Ribeiro.258
Martins, Fernando(Fortuna Crítica).366
Martins, Filemon Francisco(Fortuna Crítica).367
Martins, Francolina Ribeiro.258
Martins, Gutemberg Ribeiro.258
Martins, Mário de Souza.421
Martins, Mário Ribeiro(FUNDADOR CADEIRA 37).258
Martins, Marli Ribeiro.258
Martins, Nina Ribeiro.258
Martins, Nívea Keila dos Santos.260
Martins, Nívea Zênia dos Santos.260
Martins, Zacarias Gomes(FUNDADOR CADEIRA 21).168
Mata, Elpídio Nunes da.225
Mata, João Nunes da.224
Mata, Maria Pereira da.48
Mata, Veríssimo Teixeira da.48
Matos, Francisco Joaquim Coelho (PATRONO CADEIRA 23).175
Matos, Horácio de.162
Matos, Joaquim Francisco de.421
Matos, Luso Barros de(PATRONO CADEIRA 04).67
Matos, Petronilia de Barros.67
Matos, Presilino.67
Matos, Raimundo José da Cunha.26
Maya, Ana de Macedo.82
Maya, Antonio Luiz(FUNDADOR CADEIRA 06).82
Mawe, John.421
Medeiros, Laurentina Murici de.346
Medeiros, Odolfo.177
Médici, Emílio Garrastazu.173
Mein, David.331
Meireles, José Dilermando.331
Meireles, Silo Furtado Soares de.420
Melisan, Rosário.150
Melo, Alberto Cunha(Fortuna Crítica).358
Melo, Álvaro De.69
Melo, José Maria de.51
Melo, Luís Correia de.422
Melo, Luis Ledo Mota.332
Mello, William Agel.420
Mendes, Luiz Carlos(Fortuna Crítica).383
Mendonça, Belkiss Spencieri C. de(Fortuna Critica).360
Mendonça, Edízio.416
Mendonça, Francisco (FUNDADOR CADEIRA 36).250
Mendonça, Ivan(Fortuna Crítica).374
Mendonça, Maria de Lourdes Carvalho de.250
Mendonça, Rubens de.332
Mendonça, Walfrido Machado de.250
Menezes, A. Rodrigues(Fortuna Crítica).359
Menezes, Amaury.416
Menezes, Áurea Cordeiro.322
Menezes, Diogo de Melo.422
Menezes, Raimundo.195
Mesquita, Alfredo.420
Miccolis, Leila(Fortuna Crítica).380
Milhomem, Augusto de Oliveira.420
Milhomem, Humberto.422
Miranda, Agenor Augusto de.322
Miranda, Ana Brito (Anna Britto)(PATRONA CADEIRA 16).137
Miranda, Anaídes Brito.186
Miranda, Antonio (Inhó).138
Miranda, Hélio.298
Miranda, José Edmar Brito.186
Miranda, Leôncio de Souza.186
Miranda, Marcelo Carvalho de.186
Miranda, Maria da Glória Carvalho de.186
Monsavito, Francisco de.29
Monteiro, Ângelo(Fortuna Crítica).358
Monteiro, Neila Vieira(Fortuna Crítica).388
Monteiro, Ofélia Sócrates do Nascimento.232
Moraes, Walfrido.159
Morais, Hermenegildo de.81
Morais, Manoel Messias.332
Morais, Prudente de .222
Moreira, Juarez Rodrigues.69
Moreira, Laurez.353
Moreira, Laurinda da Rocha.69
Mota, Atico Vilas Boas da.332
Mota, Mariinha(Fortuna Crítica).385
Mota, Mauro.261
Moura, Alvininha Queiroz de.131
Moura, Clóvis.131
Moura, Conceição Lima de.131
Moura, Francisco Miguel de.134
Moura, Guiomar Rodrigues de.131
Moura, Leonardo Queiroz de.131
Moura, Rodrigo Jorge Queiroz de.131
Moutinho, Rita.120

N
Nascente, Gabriel(Fortuna Critica).368
Nascimento, Esther Ribeiro.259
Nascimento, Francisco De Assis(Fortuna Crítica).368
Nascimento, José Anderson.420
Nascimento, Júnio Batista do.424
Nascimento, Pedro Pereira do.259
Natal, Eurídice.332
Navarrete, Laila(Fortuna Crítica).379
Navarro, Nenita(Fortuna Crítica).388
Negry, Daniel.96
Neiva, João Inácio.422
Nepomuceno, Maria de Araújo.332
Neto, Adolfo Graciano da Silva.420
Neto, Adrião.131
Neto, Eloy Coelho.322
Neto, Joaquim Sardinha.102
Neto, Manoel Ribeiro.258
Neto, Moisés Abrão.46
Neto, Trajano Coelho.93
Netto, Francisco Pedro da Silva (Chico Neto).244
Neves, Emilio Vieira das.322
Neves, Isabel Dias (Belinha)(FUNDADORA CADEIRA 34).238
Neves, Luiz.238
Neves, Marcelina Dias.238
Noday, Alano Marie Du (Dom)(PATRONO CADEIRA 09).97
Noday, Antoinette Rolland Du.97
Noday, Arthur Rolland Du.97
Nogueira, Florência Rodrigues.30
Nogueira, Raimundo Frota Sá.332
Novaes, Washington.425
Novais, Fernando A.222
Nunes, Dolores.167
Nunes, José Faria(Fortuna Crítica).377
Nunes, Josí.167
Nunes, Josina Pereira.166

O
Olinda, Marquês de.420
Olival, Moema De Castro E Silva.134
Oliveira, Acary de Passos.322
Oliveira, Agostinho César de.247
Oliveira, Alírio Afonso de.119
Oliveira, Antenor Santos de.266
Oliveira, Antônio José De (Totó)(PATRONO CADEIRA 15).129
Oliveira, Bárbara de.71
Oliveira, Carolina Rennó.322
Oliveira, Constâncio Gomes de.195
Oliveira, Edson Cabral.322
Oliveira, Elisa Alves de.109
Oliveira, Geraldo(Fortuna Crítica).369
Oliveira, Haroldo Cândido.322
Oliveira, Isócrates de.63
Oliveira, Joanyr De(Fortuna Crítica).376
Oliveira, João Walcácer de.109
Oliveira, Joaquim.322
Oliveira, Joaquim José de.129
Oliveira, José Teixeira de.122
Oliveira, Josivaldo de.420
Oliveira, Ney Alves de(FUNDADOR CADEIRA 11).109
Oliveira, Nilson Nobre.426
Oliveira, Rita Porfírio Da Silva E.116
Oliveira, Zaqueu Moreira de.334
Olléris, Bertrand (Frei)(PATRONO CADEIRA 27).193
Orico, Osvaldo.332.
Oriebir, Snitram M.332
Ortêncio, Waldomiro Bariani.312

P
Pacheco, Altamiro de Moura.161
Paim, Antonio.345
Paiva, José Viana de.332
Paixão, Lisandro Vieira da.234
Palacín, Luis Gomes.121
Pang, Eul-Soo.322
Parahym, Orlando.261
Paternostro, J. N.427
Patrocínio, Carlos.322
Paula, Ney Teles de.90
Pedreira, Raimundo Célio.346
Pedrosa, Ari Lins.332
Pelágio, Padre .65
Pereira, Armando de Arruda.232
Pereira, Dom Celso.17
Pereira, Eddie Esteves.15
Pereira, Eustázio.322
Pereira, Gilvrando Simas.255
Pereira, José Dos Reis(Fortuna Crítica).377
Pereira, Osny Duarte.322
Pereira, Rosemary Lopes(Fortuna Crítica).394
Pereira, Teresinka.257
Pereira, Waldemar Gomes.111
Perillo, Marconi.67
Pessoa, Jadir de Morais.322
Píagem, Pedro Pereira.99
Picanço, Francisco.322
Pimentel, Roberto(Fortuna Crítica).394
Pinheiro, Antônio César Caldas.116
Pinheiro, José Sebastião(FUNDADOR CADEIRA 28).204
Pinheiro, Maria Rodrigues.60
Pinto, Caetano Tavares dos Reis.140
Pinto, Generosa.308
Pinto, José de Souza(Zanoto).322
Pinto, L. A. Costa.233
Pinto, Luis Maria da Silva.89
Pinto, Olegário Herculano da Silveira.81
Pinto, Virgilio Noya.322
Pires, Deocleciano Alves.177
Pires, Ester de Souza.177
Pires, Luiz de Souza(FUNDADOR CADEIRA 23).177
Pires, Warner.47
Pohl, Johann Emanuel.117
Pontes, Messias Geraldo.322
Pordeus, Ismael.423
Porto, Joaquim de Souza.184
Porto, José De Souza(PATRONO CADEIRA 25).184
Porto, Maria Augusta de Souza.184
Porto, Regina de Souza.53
Póvoa, Benedito de Cerqueira.162
Povoa, Euripedes Valério.53
Póvoa, Francisco Liberato.53
Póvoa, João Pinto.162
Póvoa, José Liberato Costa(FUNDADOR CADEIRA 02).52
Póvoa, Maria Costa Rodrigues.118
Póvoa, Osvaldo Rodrigues(FUNDADOR CADEIRA 12).118
Póvoa, Regina Costa Ribeiro.53
Póvoa, Simone Cardoso da Silva.54
Prada, Dom Francisco.241
Prado, Zilda.241
Prateado, Doralice Rodrigues.131
Prateado, José Rodrigues.135
Py, Fernando(Fortuna Crítica).366

Q
Quaresma, Sedinília.102
Queiroz, Aciolina (Lili Reis).171
Queiroz, Jerônimo Geraldo de(FUNDADOR CADEIRA 07).87
Queiroz, José.247
Queiroz, Luiz de.66
Queiroz, Mônica Maria Macedo.87
Quinaud, João.248

R
Ramalho, Joaquim Inácio de(BARÃO DE RAMALHO).38
Ramos, Anatole.322
Ramos André, João Virgílio.328
Ramos, Carlos(Fortuna Crítica).362
Ramos, Hugo de Carvalho.196
Ramos, Victor de Carvalho.423
Rao, Anand.429
Reale, Miguel(Fortuna Crítica).386
Rego, Ana Rosa Nogueira.274
Rego, Aníbal Nogueira(PATRONO CADEIRA 38).274
Rego, Ercília Vasconcelos.274
Rego, Florisval Vasconcelos.275
Rego, Manoel Nogueira.274
Reis, Emília Lino dos.140
Reis, Fenelon Teodoro(Fortuna Crítica).365
Reis, Gelmires.428
Reis, Jeferson.171
Reis, Pedro Batista dos.328
Reis, Regina Augusta(PATRONO CADEIRA 22).171
Reis, Vitalina Maria de Sá Vieira.284
Rezende, Artur(Fortuna Critica).359
Rezende, Divaldo.233
Ribeiro, Arthur.258
Ribeiro, Bernardino.195
Ribeiro, Bevenuto.259
Ribeiro, Eli Brasiliense(FUNDADOR CADEIRA 27).194
Ribeiro, Geraldo Virginio.322
Ribeiro, Hildebrando.235
Ribeiro, João Rocha Dias.290
Ribeiro, Marineusa(Fortuna Crítica).385
Ribeiro, Roberto Feijó.352
Rizzo, José Ângelo.322
Roberta, Mara(Fortuna Crítica).383
Rocha, Célio.46
Rocha, José Damião Trindade.236
Rocha, Manoel Odir.235
Rocha, Osvaldo Alencar.46
Rodrigues, Alceu Victor.61
Rodrigues, Ananias Segurado.30
Rodrigues, Cláudio José Lopes.356
Rodrigues, Gastão de Deus Victor.352
Rodrigues, João Lourenço.62
Rodrigues, José Lopes(PATRONO CADEIRA 03).60
Rodrigues, Lysias(PATRONO CADEIRA 29).206
Rosa, João(Fortuna Crítica).376
Rosa, Joaquim(Fortuna Crítica).376
Rosa, Odilon Alves(Fortuna Crítica).389
Rubem, Jackson.425

S
Sá, Amaro Carneiro de.275
Sá, Paula Zanella de.425
Sabala, Gessy(Fortuna Crítica).370
Saint-Hilaire, Auguste.425
Sales, Herberto.425
Salles, Antonio Pinheiro.425
Salles, Gilka Vasconcelos.425
Sampaio, Aluysio Mendonça.131
Sampaio, Luiz Augusto.426
Sampaio, Teodoro.426
Sanches, Antônio.25
Sanches, Edmilson.432
Santana, Bruna Maria de.31
Santana, João Gabriel.427
Santana, João Rodrigues de.162
Santana, Moisés.164
Santana, Nilo.162
Santana, Salvador.162
Santiago, Claudivan.427
Santiago, Dourival Martins(FUNDADOR CADEIRA 23).281
Santiago, Terezinha de Jesus Pereira.282
Santillo, Henrique.17
Santo, Felicíssimo do Espírito.116
Santos, Almerinda Ribeiro.258
Santos, Amílcar Salgado de.427
Santos, Artur Ribeiro.258
Santos, Boaventura Cardeal dos(PATRONO CADEIRA 40).95
Santos, Darci Chaves Cardeal dos.95
Santos, Diniz Félix.236
Santos, Elenaide Batista dos.231
Santos, Eva Cerqueira dos.95
Santos, Florindo Lopes dos.60
Santos, Isaias Batista dos.264
Santos, Isidório Ribeiro.123
Santos, João Felipe dos.284
Santos, José Cardeal dos(FUNDADOR CADEIRA 08).95
Santos, Maria Ribeiro dos.258
Santos, Oséas Correia.285
Santos, Paulo César Dos(Fortuna Crítica).391
Santos, Raimundo Nonato Pires dos, “Raimundo Boi”.47
Santos, Redenir dos.427
Santos, Samuel Martins dos.282
Sarinho, José Negreiro de Almeida.427
Sarmento, Rosânia França.427
Sarney, José.44
Sayão, Bernardo.426
Sayão, Lea.426
Secchin, Antonio Carlos.427
Schumaher, Schuma.429
Segurado, Joaquim Teotônio(PATRONO CADEIRA 01).23
Segurado, José Mendes.23
Segurado, Maria das Dores.23
Segurado, Rufino Teotônio.36
Segurado, Simplício Teotônio.30
Sena, Clovis.427
Sicinio, Alaor.427
Silva, Antonio Moreira da.428
Silva, Antonio Nunes da.166
Silva, Antonio Simão da.198
Silva, Benedicto(Fortuna Crítica).360
Silva, Benicio Nunes da.124
Silva, Benvinda Nunes da.124
Silva, Cicinato Mendes da.293
Silva, Colemar Natal e.89
Silva, Dionísio Correia da.84
Silva, Dulce Ayres da.129
Silva, Florêncio Ayres da.129
Silva, Francisco Ayres da(PATRONO CADEIRA 06).78
Silva, Frederico Nunes da(PATRONO CADEIRA 14).124
Silva, Hélio.159
Silva, Henrique José da.427
Silva, Hermano Ribeiro da.427
Silva, Ignácio Xavier da.427
Silva, Irani Vieira da.154
Silva, Irene Ferreira da.286
Silva, Ismael Gomes da.428
Silva, Jacinto Nunes da(PATRONO CADEIRA 21).166
Silva, Joaquim Ayres da.78
Silva, José Carlos Ribeiro da.428
Silva, José Correia da.286
Silva, Maria Ayres da.30
Silva, Maria Eduarda da.198
Silva, Martiniano José da.428
Silva, Modesto Gomes da.428
Silva, Nilson Vieira.12
Silva, Osterno Pereira da.180
Silva, Osvaldo Ayres da (PATRONO CADEIRA 35).241
Silva, Otávio Barros da(FUNDADOR CADEIRA 35).242
Silva, Ricarda de Alcântara e.188
Silva, Ruy Rodrigues da.309
Silva, Runi Conceição Vieira da.154
Silva, Vera Maria Tietzmann.258
Silveira, José Peixoto da.428
Simoneto, Vânio José.273
Siqueira, Joaquim Bonifácio Gomes de.85
Siqueira, Luiz José de.329
Siqueira, Maria Granja de.40
Siqueira, Nelson.234
Siqueira, Vera Lopes De -Condessa Meia-Ponte(Fortuna).362
Soares, Luiz Otávio(Fortuna Crítica).383
Soares, Maria(Fortuna Crítica).384
Sobrinho, Assis Fortes.428
Sobrinho, J. Leite(Fortuna Crítica).375
Sobrinho, José Gomes(FUNDADOR CADEIRA 29).209
Sobrinho, Manoel Vieira.155
Sobrinho, Maranhão.247
Sobrinho, Olimpio Ferreira(Fortuna Crítica).390
Sousa, Cícero José de .99
Souza, Antonio Loureiro de.428
Souza, Benedito Coelho de.76
Souza, Dionísio Gonçalves de.204
Souza, Domingas Bispo de.163
Souza, Fábio di.32
Souza, João Gonçalves de.428
Souza, João Luiz de.328
Souza, Luiz Antonio Silva e.428
Souza, Márcio.428
Souza, Marcionílio de.163
Souza, Reis de(Fortuna Crítica).393
Souza, Valdomiro Luiz de.328
Souza, Zenith Pinheiro de.204
Sundfeld, Sebas(Fortuna Crítica).395
Suruagy, Divaldo(Fortuna Crítica).363

T
Taggia, Rafael de.101
Tapajós, Vicente.429
Tapie, Père Marie Hilário.429
Taunay, Visconde.429
Tavares, Crispiniano.429
Tavares, Manuel Messias(FUNDADOR CADEIRA 16).140
Taveira, Elísio.74
Teixeira, Amália Hermano(PATRONO CADEIRA 33).230
Teixeira, Maria Elizabeth Fleury(Fortuna Crítica).348
Teixeira, Mauro Borges.310
Teixeira, Maximiano da Matta(PATRONO CADEIRA 02).48
Teixeira, Pedro Ludovico.18
Teles, Gilberto Mendonça.34
Teles, José Mendonça(Fortuna Crítica)378
Tipple, Archibald.428
Tognini, Dom Quinto.200
Toschi, Mirza Seabra.429
Tosta, Marcelo(Fortuna Crítica).384
Tournier, Reginaldo.150
Trindade, Manoel Louça da.182
Turchi, Maria Zaira.258

U
Uchoa, Marilúcia.43

V
Valadares, Heloisa Matos.122
Valadares, Mary Sônia Matos(FUNDADORA CADEIRA 13).122
Valadares, Napoleão.429
Valadares, Saldanha Dias.122
Valença, Paulo.429
Vasconcelos, Adirson.146
Vaz, Geraldo Marmo Coelho(Fortuna Crítica).369
Veado, Cirilo.163
Veiga, José Jacinto.431
Veiga Neto, José.431
Vellasco, Alarico(Fortuna Crítica)356
Vidotto, Leonice Pesci(Fortuna Crítica).380
Vieira, Anna Nunes.154
Vieira, Antonio.49
Vieira, Helena.155
Vilanova, Carolina.215
Vilanova, Júlio.215
Vilanova, Mateus.215
Villanova, Gil (Frei)(PATRONO CADEIRA 30).215
Visconde, Clemente Vieira.154
Visconde, João Vieira(PATRONO CADEIRA 19).154
Vitor, E. D"almeida(Fortuna Crítica).364

W
Waibel, Léo.429
Walcácer, Ney(FUNDADOR CADEIRA 11).109
Wanke, Eno Teodoro.429
Wells, James W.429
Wolney, Abílio(PATRONO CADEIRA 20).157
Wolney, Joaquim Ayres Cavalcante.157
Wolney, Josefa Ayres.160
Wolney, Maria Jovita Leal.157

X
Xavier, Chico.234

Z
Zanoto(José De Souza Pinto).399




















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   lana rithielly  12/09/2011 21:03
eu nao quero ver isso eu queria ver um acrostico com a palavra rio araguaia ve se nao erra de novo ta serto    



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