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Poesias-->Pierrot -- 04/11/2002 - 11:45 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
Quando te vi os teus olhos me acolheram,me senti sob o manto aquecido das tuas pequenas mãos.

Os teus beijos odisseícos me faziam perder na realidade a noção do tempo.

A principio exitei me aproximar dos teus mundos esquisitos. Contudo, os teus pacientes verbos foram me envolvendo. E quando dei por mim já estava nesse jardim.

Necessito, sei que preciso de cada sentido, de cada voz em voz ou em gemido que forja a tua boca.

Você me inventou.

Sou pura de amor.

E agora me largas no chão como se o meu coração fosse um deserto.

Quem és tu que bebes em meu seio o prazer e deixas-me em qualquer rua?!...

Quem és tu que sob o refino dos dias aparece sempre que preciso, mas quando te procuro pra fazer parte de mim transforma-te num muro, tomas forma de escuro. E sai do meu mundo sem qualquer vestígio.

Eu preciso de você.

Não deixe o nosso amor morrer assim!
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