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Poesias-->Fora de Hora -- 20/09/2002 - 08:36 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Um beijo...

Um beijo profano que desce a boca

Que se arrasta pelo colo nu da roupa.

Da roupa, da pele, que invadida sede, sede a vontade,uma vontade que atiça,incendeia a alma e envolve o corpo.

Há uma voz, vozes que explicam o prazer.

Há uma voz que geme, há uma voz que sussura...

Há mãos que tremem ao redor do seio,

Há mãos que tocando despertam a fera louca.

Nessa impaciência, os olhos não enxergam o mundo,

Não conseguem, num se quer segundo, desvendar o tempo.Se há luz, se é inverno, se há lençois ou pelo menos cama...

Quando a gente se ama,

Há quando gente se ama...O prazer desobedece o cansaço, a boca fere a carne, as unhas matam a ira, o cheiro aproxima e o calor desmedido derrete em suor, que escorre por corpo, que muitas vezes a gente bebe, que muitas vezes sacia a sede e mata a fome.

Quando nos damos conta...A vida só iniciou.

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