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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE T a Z -- 07/09/2003 - 11:46 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.

MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.
HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario
E-MAIL: mariormartins@hotmail.com

(Para encontrar os demais NOMES do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3741&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".



TABAJARA RUAS, de Uruguaiana, Rio Grande do Sul, 1942, escreveu, entre outros, “NETTO PERDE SUA ALMA”, “PERSEGUIÇÃO E CERCO A JUVENCIO GUTIERREZ”, “OS VARÕES ASSINALADOS”, “O AMOR DE PEDRO POR JOÃO”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seu primeiro livro A REGIÃO SUBMERSA, foi publicado na década de 1970, quando Tabajara se encontrava exilado na Dinamarca. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Como Cineasta, desenvolveu o roteiro de um filme sobre o amor de ANITA por GIUSEPPE GARIBALDI, heróis da REVOLUÇÃO FARROUPILHA. Alguns de seus livros foram traduzidos para vários idiomas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TÁCITO DA GAMA LEITE FILHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 1954, escreveu, entre outros, "A MULHER CRISTÃ E SEU MINISTÉRIO", “CIÊNCIA, MAGIA OU SUPERSTIÇÃO?” (UMA AVALIAÇÃO HISTÓRICA E BÍBLICA DA ASTROLOGIA). Viveu em Goiânia, Goiás, onde foi colaborador e articulista do jornal O POPULAR, além de Gerente da extinta Casa Publicadora Batista, na Rua Três. Ministro Evangélico Batista. Bacharel em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Educador, Doutrinador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro de diferentes agramiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA, de Sóstenes Borges de Souza. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TAGORE BIRAN (UBIRATAN MOREIRA ou UBIRATAN JOSÉ PEREIRA), de Anicuns, Goiás, l959, autor de diversos livros, destacando-se, "POEMAS DO AMOR E DA AUSÊNCIA"(1983), "FLAUTA NOTURNA"(POEMAS-1981), “O ANJO DESAFINADO” (POEMAS-1987), sem dados biográficos nos livros. O povoado de “Olhos D`Água”, onde nasceu pertence hoje ao município de Americano do Brasil. Em 1985, esteve na antiga União Soviética, num Congresso Internacional da Juventude. Detentor de diferentes honrarias, entre as quais, Prêmio Cora Coralina, da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Jornalista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Conferencista, Orador, Intelectual. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Tem seus poemas publicados em Moscou e no Chile, onde também esteve, participando de conferências internacionais. Foi eleito Presidente do Comitê Pablo Neruda de Solidariedade ao Povo Chileno. Estudado na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Em junho de 1998, no dia 16, faleceu no interior do Chile, na cidade de Concepción, sendo sepultado em Goiânia, no dia 26. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TANCREDO NEVES(DE ALMEIDA), de São João Del Rei, Minas Gerais, 04.03.1910, escreveu, entre outros, O PANORAMA MUNDIAL E A SEGURANÇA NACIONAL(1962) TANCREDO FALA DE GETÚLIO(1966), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Foi Advogado, Promotor Público, Vereador, Deputado Estadual, Deputado Federal, Governador de Minas. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Senador da República, Ministro da Justiça, Primeiro Ministro e Presidente da República. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Mineira de Letras e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais. Faleceu em 21.04.1985, sendo substituído na Presidência da Republica pelo Presidente José Sarney. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

TÂNIA CAVALCANTE(TÂNIA MARIA RIBEIRO CAVALCANTE), de Goiânia, Goiás, 1959, escreveu, entre outros, “A MASSA INSTÁVEL DO TEMPO”(A LINGUAGEM DO ESPIRITO), Palmas, 2003, com notas de orelha de Marli Santos, prefacio de José Gomes Sobrinho e observações de Osmar Casagrande e Divino Alves, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Psicologia, pela Universidade Católica de Goiás, em 1989. Mudou-se para Palmas, no Tocantins, em 1991, dedicando-se a atividades espiritualistas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TÂNIA MARA MATIAS DE CARVALHO, de Poços de Caldas, Minas Gerais, 1960, escreveu, entre outros, “CÊIS É RALI, É?”(2002), “A HISTÓRIA DE UMA IDÉIA FIXA”(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1987, com 27 anos de idade, mudou-se para São Paulo, passando a administrar a Agência Conclusão Assessoria e Comunicação. Sua família sempre foi envolvida com competições de autos e motos. Seu pai é ex-motociclista e dois dos irmãos, pilotos de motos. Em 1998, com 38 anos, participou pela primeira vez do Rally Internacional dos Sertões. Desde 2002, quando publicou seu primeiro livro, passou a dirigir o PROJETO IDÉIA FIXA POR UM SERTÃO 100 FOME. Uma das comunidades beneficiadas é a de Morro de Dentro, em Guanambi, na Bahia. Seu último livro, “História de uma Idéia Fixa”, foi lançado no auditório do SESC/SENAC, em Palmas, no dia 25.11.2005. Sobre ela, escreveu excelente matéria a jornalista Angélica Mendonça, para o jornal CORREIO DO TOCANTINS, Palmas, 24.11.2005. Apesar de sua importância e embora já tenha publicado um livro anteriormente, não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo, bem como não é estudada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho e nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TÂNIA REBELO COSTA SERRA, de Rio de Janeiro, Rj, 10.01.1950, escreveu, entre outros, RIOBALDO ROSA-A VEREDA JUNGUIANA DO GRANDE SERTÃO(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Cursou Mestrado e Doutorado em Literatura Brasileira. Mudou-se para Brasília, tornando-se Professora da Universidade de Brasília(UNB). É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora Universitária. Coordenadora do Departamento de Teoria Literária e Literatura, da UNB. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

TARCISIO DELGADO(Raimundo Tarcisio Delgado), de Torreões, Minas Gerais, 04.10.1935, escreveu, entre outros, CAMINHOS E ATALHOS PARA O PODER(1974), REFLEXÃO, PALAVRA E AÇÃO(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Advogado, Professor. Foi Prefeito de Juiz de Fora, MG. Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de coletâneas, entre as quais, HORAS VAGAS, de Manoel Vilela de Magalhães e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

TARCÍSIO MEIRELLES PADILHA, Carioca, do Rio de Janeiro, 17.04.1928, escreveu, entre outros, DR. ALCEU E O LAICATO HOJE NO BRASIL(Ensaio-1993), REALISMO DA ESPERANÇA(Ensaio-1996), PRIVILEGIO DO INSTANTE(Ensaio-1996), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Raymundo Delmiriano Padilha e de Mayard Meirelles Padilha. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Sua formação fundamental começou no Grupo Escolar D. Pedro II, em Petrópolis, Estado do Rio. Prosseguiu no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, onde concluiu o curso de admissão. Freqüentou o Colégio Santo Inácio até concluir o curso básico. É bacharel em Filosofia e Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Diplomado em Ciências Sociais pelo Instituto de Direito Comparado da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Diplomado pela Escola Superior de Guerra. Licenciado em Filosofia pela Universidade Federal Fluminense. Doutor em Filosofia pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Em 1951 casou-se com Ruth Maria Fortuna Padilha, com quem tem seis filhos: Inês, Heloisa, Tarcísio Jr., Marcelo, Cláudia e Lúcia, e doze netos: Gabriela, Leonardo, Rodrigo, Cristiana, Fernando, Isabel, Ana Cláudia, Pedro, Maria, Luiza, Carla e Gabriel. No magistério de nível superior, é professor titular de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, por concurso de títulos e provas, em 1955, com 27 anos de idade. Professor de História da Filosofia da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Professor de Filosofia, Pedagogia e Sociologia da Universidade Santa Úrsula. Membro do corpo permanente da Escola Superior de Guerra. Professor de História da Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Chefe do Departamento de Filosofia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Diretor do Departamento de Filosofia da Universidade Gama Filho. Foi membro de numerosas comissões julgadoras de concursos para Professor Titular e para a obtenção de títulos de Livre-Docente, Doutor e Mestre. Cargos de direção: Vice-Presidente e, a seguir, Presidente do Centro Dom Vital. Presidente da Comissão de Planejamento da Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Presidente do Instituto Brasileiro de Filosofia, seção do Rio de Janeiro. Diretor do departamento de estudos da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra. Diretor-Geral do Instituto Euvaldo Lodi, órgão de estudos e pesquisas da Confederação Nacional da Indústria. Vice-Presidente da Union Mondiale des Sociétés Catholiques de Philosophie. Vice-Presidente da Asociación Interamericana de Filosofia. Vice-Presidente da Metaphysical International Society; Membro do Comitê Directeur e Vice-Presidente da Fédération Internationale des Sociétés de Philosophie. Coordenador da Nova Spes para a América Latina. Secretário-Geral da Academia Brasileira de Letras (1998-1999). Presidente da Academia Brasileira de Letras (2000-2001). Direção e Conselho Editorial : Diretor de Filosofia da ENCICLOPÉDIA VERBUM, Lisboa; Diretor da Coleção Filosofia, da Editora Agir; Coordenador da Coleção Brasil em Questão, da Editora José Olympio; Membro do Conselho Editorial da revista PHILOSOPHIE, Grenoble; Membro do Conselho Editorial da revista ITINÉRAIRES PHILOSOPHIQUES, Atenas; Membro do Conselho Editorial da revista ALETHEIA, da Internationale Akademie für Philosophie; Coordenador da Bibliografia Filosofia Brasileira do Institut Internacional de Philosophie, sob os auspícios da UNESCO; Diretor da revista trimestral PRESENÇA FILOSÓFICA, órgão oficial da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos; Diretor da revista A Ordem, órgão do Centro Dom Vital; Diretor da revista trimestral CIÊNCIAS HUMANAS, da Universidade Gama Filho; Membro do Conselho Editorial da revista COMMUNIO, Rio de Janeiro, e do JORNAL DE LETRAS. Principais instituições a que pertence: Membro fundador do Collegium Academicum Universale Philosophiae, Aténs, da Metaphysical International Society, da Sociedad Interameriacana de Filosofia. Membro fundador e Vice-Presidente da Asociación Interamericana de Filósofos Católicos. Membro correspondente da Sociedade Helênica de Estudos Filosóficos. Membro fundador e Presidente da Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos. Membro efetivo da Society for Ancient Greek Philosophy. Membro fundador e conselheiro da Association Louis Lavelle, Paris. Membro da Internationale Akademie für Philosophie. Membro da Academia Brasileira de Educação e da Academia Fluminense de Letras. Membro do Pontifício Conselho para a Família, Vaticano. Membro da União dos Juristas Católicos do Rio de Janeiro. Lugar-tenente da Ordem Eqüestre do Santo Sepulcro de Jerusalém, Vaticano. Membro do PEN Clube do Brasil. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Membro da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Membro da Liga da Defesa Nacional. Benemérito do Real Gabinete Português de Leitura. Membro do Conselho de Administração da Associação de Cultura Franco-Brasileira. Participação em Congressos e Encontros Internacionais: Membro ativo do II Congresso Latino-Americano de Sociologia, Rio de Janeiro, 1953. Membro ativo do Congresso Internacional Extraordinário de Filosofia, São Paulo, 1954. Membro ativo do II Congresso Extraordinário Inter-Americano de Filosofia, San José da Costa Rica, 1961. Membro ativo do XIII Congresso Internacional de Filosofia, México, 1963. Membro do XIV Congresso Internacional de Filosofia, Viena, 1968. Participação no XV Congresso Internacional de Filosofia, Varna, 1973. Participação no XVI Congresso Internacional de Filosofia, Düsseldorf, 1978. Participação no XVII Congresso Internacional de Filosofia, Montreal, 1983. Participação no XVIII Congresso Internacional de Filosofia, Brighton, 1988. Membro da Delegação Brasileira à XIV Conferência Geral da UNESCO, Paris, 1966. Membro da Diretoria da VIII Congresso Latino-Americano de Sociologia, sob os auspícios da UNESCO, San Salvador, 1967. Vice-Presidente da I Semana Internacional de Filosofia, São Paulo, 1972. Presidente da II Semana Internacional de Filosofia, Petrópolis, 1974. Presidente da III Semana Internacional de Filosofia, Salvador, 1976. Presidente da IV Semana Internacional de Filosofia, Curitiba, 1978. Presidente da V Semana Internacional de Filosofia, Rio de Janeiro, 1979. Presidente da VI Semana Internacional de Filosofia, Rio de Janeiro, 1991. Presidente da VII Semana Internacional de Filosofia, Rio de Janeiro, 1992. Membro ativo do I Congresso Internacional de Filosofia Cristã, Córdoba, 1979. Membro do I Colloquium Romanum, Vaticano, 1979. Presidente do Simpósio Internacional de Ética, Rio de Janeiro, 1980. Membro do Comitê Organizador e Conferencista do I Congresso Luso-Brasileiro de Filosofia, Braga-Lisboa, 1981. Diretor da Comissão Organizadora do Seminário Internacional sobre Negociação e Relações de Trabalho, Rio de Janeiro, 1981. Diretor da Comissão Organizadora do Seminário Internacional de Educação e Trabalho, Rio de Janeiro, 1982. Membro ativo do Colóquio sobre Universais Transculturais, promovido pela UNESCO, Ottawa, 1983. Membro ativo e organizador do I Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Antropologia e Práxis, Rio de Janeiro, 1984. Membro do II Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Doutrina social da igreja, Rio de Janeiro, 1985. Membro do III Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Mulher, Rio de janeiro, 1986. Membro do IV Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Bioética, 1987. Membro do V Congresso Internacional sobre o pensamento de João Paulo II – Tema central: Inculturação, Rio de Janeiro, 1988. Membro ativo do Colloque International sur Louis Lavelle, Agen, 1985. Membro ativo do Colóquio sobre Valores Culturais, Buenos Aires, 1985. Membro ativo da International Conference for Moral Re-Armament, Caux, 1987. Membro ativo do Xème Congrès International de la Famille, Madri, 1987; do Xème Congrès International de la Famille, Bruxelas, 1988; do Xème Congrès International de la Famille, Viena, 1988. Membro ativo do Colloque sur Le Sacré et le Profane, promovido pela Academie Suisse des Sciences Humaines, ao ensejo da realização da Assembléia Geral do Conselho Internacional de Philosophie et Sciences Humaines da UNESCO, Berna, 1988. Membro ativo do Colóquio sobre Valores, promovido pela Fundação Internacional Nova Spes, Vaticano, 1989. Membro ativo do Encontro sobre “La Femme comme mère et comme épouse à l’aube du XXI ème siècle, Frascati, 1994. Membro ativo do Encontro Internacional sobre Meninos de Rua, Rio de Janeiro, 1994. Presidente do II Simpósio Internacional de Ética, Rio de Janeiro, 1994. Membro ativo do Congresso Internacional sobre o XXXº aniversário de GAUDIUM ET SPES, Vaticano/Loreto, 1995. Membro ativo do Seminário Internacional sobre Direitos Humanos e Direitos da Família, Vaticano, 1998. Membro ativo do I Seminário sobre o XX aniversário do Pontificado de João Paulo II, Buenos Aires, 1999. Coordenador do Ciclo de Conferências CIÊNCIA E CULTURA, 1998 e do Ciclo RUI BARBOSA, 1999, na Academia Brasileira de Letras. I Seminário de Bioética da Arquidiocese do Rio de Janeiro, 2002. Foi conferencista de numerosas universidades e instituições culturais da Europa e das três Américas, bem como na Alemanha, Argentina, Áustria, Bélgica, Bulgária, Canadá, Costa Rica, Espanha, Estados Unidos, França, Inglaterra, Itália, Iugoslávia, Liechtenstein, México, Portugal, Suíça, Vaticano, e em dezenas de cidades brasileiras. Visitou as seguintes universidades e instituições culturais estrangeiras: America, Angelicum, Berkeley, Berlim, Berna, Bonn, Boston, Braga, Brighton, Bruxelas, Buenos Aires, Coimbra, Córdoba, Costa Rica, D.A.A.D., Dubrovnik, Düsseldorf, Emory, Fordham, Freiburg im Breisgau, Fribourg, Gregoriana, Groningen, Hamburgo, Harvard, Institut Catholique de Paris, Institut für die Wissenscheften vom Menschen de Viena, Institut International de Philosophie de Paris, Fondation Internationale des Sciences Humaines de Paris, Interamerican Defense College de Washington, Inter Nationes de Bonn, Leipzig, Liechtenstein, Lisboa, Louvain, Lugano, Luxemburgo, Madri, Mainz, Marburgo, México, Michigan, Montreal, Moscou, Munich, Münster, Nanterre, National War College, Navarra, New Mexico, New York, Nova Delhi, O. E. A., Washington, Ohio State. O.I.T., Genebra, Ottawa, Palermo, Peoria, Poitiers, Praga, Québec, Roma, Rothenburg o.d. Tauber, Saint Louis, Salamanca, San Giovani Laterano, Schönstatt, Stanford, Sorbonne, Trier, U.C.L.A., UNESCO, United Nations, Varna, Viena, Yale. Condecorações e Diplomas: Medalha da Ordem Nacional do Mérito Educativo, Medalha por Serviços Relevantes prestados ao Estado da Guanabara, Chevalier de l’Ordre des Arts et des Lettres, Paris, Benfeitor da Fundação Cesgranrio, Prêmio Nacional de Filosofia, conferido pelo Instituto Brasileiro de Filosofia, São Paulo, Cavaleiro da Ordem do Santo Sepulcro de Jerusalém, Vaticano, Medalha Alceu Amoroso Lima pela Ética e pela Cultura – PUC/RJ. Educador Emérito do ano 1994 – agraciado pela Associação Nacional das Universidades Particulares. Medalha Mascarenhas de Moraes, da Associação Nacional dos Veteranos da FEB. Medalha do sexagésimo aniversário da PUC/RJ. Diploma de Excelentá, da Universitatea de Vest “Vaselo Goldis, Arad, Romênia. Ordem do Mérito do Livro pela Fundação Biblioteca Nacional, 2001. Personalidade Educacional 2002 – agraciado pelo jornal Folha Dirigida. Medalha do Mérito Cultural da República Helênica, 2002. Quinto ocupante da Cadeira 2, eleito em 20.03.1997, na sucessão de Mário Palmério e recebido em 13.06.1997, pelo Acadêmico Arnaldo Niskier. Recebeu a Acadêmica Ana Maria Machado. Sua Cadeira 2, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Álvares de Azevedo, Fundador Coelho Neto, sendo também ocupada por João Neves da Fontoura, Guimarães Rosa, Mario Palmério e Tarcisio Padilha. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TARCISO DE SOUZA FILGUEIRAS, Goiano, da Capital, 03.02.l950, escreveu, entre outros, "BOTÂNICA PARA QUEM GOSTA DE PLANTAS", sem dados biográficos no livro. Engenheiro Agrônomo. Mestre em Botânica. Mudou-se para Brasília em 1978. Pesquisador, Ensaísta, Escritor. Educador, Ficcionista, Administrador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Memorialista. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Agronomia. Professor Universitário. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TARCISO LIBERTE ROMÃO BORGES, Mineiro, de Carmo do Paranaíba, 07.09.l943, escreveu, entre outros, "ARAMANTA"(Romance), “ROSA VERMELHA”(Romance), “DE SANTOS DUMONT A SUPERMAN”(Crônicas), sem dados biográficos nos livros. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o ginásio e o colegial, no Colégio Estadual de Patos de Minas. Formado em Medicina, pela Universidade Nacional de Brasília(UNB), entre 1967 e 1972. Exerce a profissão de Médico em diferentes cidades do interior goiano, entre as quais, Porangatu. Idealista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, da Associação Médica de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, CONTRADIÇÕES, de Jô Sampaio. Faleceu em Brasília, DF, no dia 03.10.1999, sendo sepultado em Santa Tereza, interior goiano. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, 1999.

TASSILO ORPHEU SPALDING, de Canoas, Rio Grande do Sul, l9l8, escreveu, entre outros, "LABYRINTHUS", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Nelly Alves de Almeida. Detentor do Prêmio Concurso Nacional Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TASSO ASSUNÇÃO(Paulo de Tasso Oliveira Assunção), de Imperatriz, Maranhão, 07.10.1962, escreveu, entre outros, “DESCONEXOS”(1986), “POESIA COMENTADA”(2001), “EXTASE”(2001), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Francisco Pereira de Assunção e Aury Oliveira Campos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 19 anos de idade, em 05.01.1981, transferiu-se para São Paulo, onde foi secretário do Centro de Ensino Supletivo Santa Inês. Retornando a Imperatriz, foi em 1986, redator do JORNAL DE NEGÓCIOS e revisor do JORNAL DE IMPERATRIZ. Em 1987, foi correspondente do jornal O IMPARCIAL. Redator do jornal O PROGRESSO. Em 1990, foi Secretário Executivo e Assessor de Imprensa da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz, bem como Redator do Jornal GAZETA DO TOCANTINS. Foi Primeiro-Secretário da Associação de Imprensa da Região Tocantina, tendo como Presidente o jornalista Edmilson Sanches. Em 1993 trabalhou na Prefeitura Municipal de Açailândia, como Redator da Secretaria de Comunicação Social. Com Elenilde Vieira de Oliveira, teve a filha Milene Oliveira Assunção, 03.03.2000. Em 05.01.2001, foi nomeado pelo Prefeito de Imperatriz, Jomar Pereira Fernandes, Coordenador de Comunicação Oficial da Secretaria Municipal de Governo. Escritor, Poeta, Articulista, Jornalista e Gramático. Trabalhou em outros jornais, como, “JORNAL DO COMERCIO E INDUSTRIA”, “FOLHA DA CIDADE”, “INFORMATIVO EMPRESARIAL”, etc. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 14, tendo como Patrono Adolfo Ayres da Silva. É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

TATIANE PEREIRA DE FREITAS, de Brasília, Distrito Federal, 1979, escreveu, entre outros, “VOZES DO CORAÇÃO”(POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro. Sofreu um acidente de carro, no dia 08 de junho de 1988, com fratura de crânio. Recuperou-se um ano depois e passou a escrever poesia e prosa, em que fala de sua força de vontade e de seu desejo de viver e ser útil. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Ativista, Produtora Cultural. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Espiritualista, Contista, Educadora. Administradora, Ficcionista, Cronista. Conferencista, Oradora, Literata. Estudou em diferentes colégios, entre os quais, Centro Educacional de Ceilândia e Taguatinga. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Consórcio Literário Associação de Assistência aos Servidores da Fundação Educacional do Distrito Federal(ASEFE). Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TAUFIC SALIM SAFADY, de Zahlah, Líbano, 1910, escreveu, entre outros, “DISCURSOS, PRONUNCIAMENTOS E DEPOIMENTOS”, in GARATUJA. Veio para Goiás em 1929. Estabeleceu-se em Pouso Alto(Piracanjuba) em 1940, onde também foi Professor de Educação Física na Escola Normal. Fundador e Construtor do Clube Recreativo de Piracanjuba. Juntamente com seus irmãos Jamil e Jorge, fundou a cidade de PROFESSOR JAMIL SAFADY nas imediações de Goiânia. Engenheiro Civil, Comerciante. Desportista, Jornalista. Professor, Memorialista, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Fundador e Presidente da Editora Comercial Safady. Membro da Federação Paulista de Atletismo, de que foi Juíz, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Cristã de Moços, Clube Recreativo Jamilense, Automóvel Clube de Goiás e Clube de Campo de Piracanjuba. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TAUNY MENDES, de Ipameri, Goiás, 22.04.l942, autor de vários textos, entre eles, "O ENCANTADO BALLET BOLSHOI"(1978), sem dados biográficos no livro. Funcionário Público Municipal na cidade de Anápolis, Goiás, onde reside há muitos anos. Professor, Educador, Escritor. Poeta, Produtor Cultural, Ativista. Redator, Articulista, Pensador. Administrador, Ficcionista, Memorialista. Conferencista, Orador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Rotary Club Internacional, da Academia Anapolina de Letras e Artes e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Distinguido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no livro ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Colunista de vários jornais goianos, entre os quais, FOLHA DE ANÁPOLIS. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Ipameri, Goiás, a 22 de abril de 1942. Mudou-se para Anápolis em 1953. Concluiu o curso primário na Escola Paroquial de Sant’Ana.
Em Goiânia, no Centro de Estudos Integral, terminou o ginasial. Curso de Letras, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão.
Na adolescência, transportou material de construção. Foi pacoteiro das Casas Pernambucanas. Escriturário da União dos Estudantes.
Funcionário do Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais. Recenseador do IBGE, em 70.
Fundou os jornais “O Momento”, “Nossa Folha”, “Museu & Cultura” e “Jornal de Teatro”. Dos intelectuais franceses, recebeu em 72, o título de “Cidadão do Mundo”.
Tem escrito para vários jornais e revistas, entre as quais, “O Educacional”, “Correio do Planalto”, “O Anápolis”, “Folha de Goiaz”, etc. Foi redator do jornal “O Coplaven”, além de órgãos estudantis.
Como poeta, seus trabalhos estão publicados em vários jornais, tendo editado em 1978, o livro intitulado “O Encantado Ballet Bolshoi”, pela Walt Disney.
Em 1971, foi classificado no 1º Concurso de Poesia Moderna, tendo sido incluído na Antologia “Anápolis em Tempo de Poesia”, livro publicado sob o patrocínio da Prefeitura Municipal.
Entusiasmado também pelo teatro, é fundador do Grupo Artístico Teatral de Anápolis (GATA), do “Great Einstein”, além de outros, através dos quais, tem encenado diversas peças, destacando-se, “Eles não usam black-tie”, “Confissões de um Pomar”, etc,
Juntamente com José Maria Alves de Souza fundou ainda o Teatro Universitário de Anápolis (TUAN).
Na direção da Casa do Artesanato, tem promovido exposições filatélicas, exibições de filmes, concursos de pipas, etc.
Ocupa, na Academia Anapolina de Letras e Artes, a Cadeira nº 33, cujo Patrono é Reinaldo Nelson Badona de Souza.

TAUNAY(AFONSO D"ESCRAGNOLLE TAUNAY), de Florianópolis, Santa Catarina, 11.07.1876, escreveu, entre outros, LEONOR DE ÁVILA(Romance-1897), ENSAIOS DE BIBLIOGRAFIA(1899), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Alfredo d"Escragnolle Taunay e de Cristina Teixeira Leite Taunay. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou a Escola Politécnica do Rio de Janeiro, onde se formou em Engenharia Civil em 1900, com 24 anos de idade. Mudou-se para São Paulo, onde foi Professor substituto da Escola Politécnica de São Paulo, 1904 e Professor Catedrático na mesma Escola, em 1910. Exerceu inúmeros cargos: Diretor do Museu Paulista a partir de 1917. Diretor dos Museus do Estado de São Paulo desde 1923. Encarregado do Governo Federal para reorganizar, em comissão, a Biblioteca e o Arquivo do Ministério das Relações Exteriores, em 1930. Professor na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade de São Paulo,entre 1934-1937. Em dezembro de 1945, com 69 anos de idade, foi aposentado por decreto especial em que foi distinguido com o título de Servidor Emérito do Estado de São Paulo. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Instituto Histórico de São Paulo, da Academia Paulista de Letras, da Academia Portuguesa de História e sócio correspondente de Institutos Históricos Estaduais. Dedicando-se aos estudos historiográficos, Afonso Taunay especializou-se como o grande mestre do bandeirismo paulista, do período colonial brasileiro e da literatura, da ciência e da arte no Brasil,tendo também escrito uma monumental “História do Café”. Foi também um lexicógrafo de reconhecido mérito, especializado sobretudo na terminologia científica. Sua vasta cultura permitiu-lhe preparar reedições comentadas de autores históricos. Professor, historiador, tradutor, lexicógrafo. Faleceu, em São Paulo, em 20.03.1958. Segundo ocupante da Cadeira 1, eleito em 7.11.1929, na sucessão de Luís Murat e recebido em 6.05.1930, pelo Acadêmico Roquette-Pinto. Recebeu os Acadêmicos Oliveira Viana e Rodolfo Garcia. Sua Cadeira 01 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Adelino Fontoura, Fundador Luis Murat, sendo também ocupada por Afonso d`Estragnolle Taunay, Ivan Lins, Bernardo Elis, Evandro Lins e Silva e Ana Maria Machado. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TAVARES BASTOS(Aureliano Cândido Tavares Bastos), de Marechal Deodoro, Alagoas, 20.04.1839, escreveu, entre outros, OS MALES DO PRESENTE E AS ESPERANÇAS DO FUTURO(Ensaio-1861), CARTAS DO SOLITARIO(1872), O VALE DO AMAZONAS(Ensaio-1866), REFLEXÕES SOBRE A IMIGRAÇÃO(1867), A PROVINCIA(1870)), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Tavares Bastos e de Rosa Cândida de Araújo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez os primeiros estudos com o pai, latinista e professor de filosofia, e concluiu os preparatórios em Olinda, Pernambuco. Matriculou-se na Academia de Direito, em 1854, ano em que a antiga Faculdade de Olinda se transferiu para o Recife. No ano seguinte, acompanhou o pai, que fora nomeado presidente da província de São Paulo, e matriculou-se na Faculdade de Direito. Formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1859, com 20 anos de idade. Ali já se encontravam Lafayette Rodrigues Pereira, Silveira Martins, Paulino de Sousa, Ferreira Viana, Afonso Celso (pai), chegando, pouco depois, Tomás Coelho, Macedo Soares, Pedro Luís, entre outros. Em 1860, com 21 anos, passou a residir no Rio de Janeiro, onde foi nomeado oficial de secretaria da Marinha, sendo exonerado do cargo em 1861, em represália contra o discurso que proferiu sobre os negócios da Marinha. Foi eleito Deputado Geral por Alagoas em três legislaturas, 1861-1863, 1864-1866 e 1867-1870. Quando foi eleito pela primeira vez, em 1861, com 22 anos de idade, foi o mais jovem deputado no Parlamento, eleito juntamente com José de Alencar, João Alfredo, José Bonifácio, o Moço, entre outros. Publicou seus textos com o pseudônimo de "Um Excêntrico". Sua carreira política foi marcada pela preocupação com as questões sociais e econômicas do seu tempo, sobretudo a escravidão, a imigração, a livre navegação do Amazonas, a educação, a questão religiosa. Tratava desses problemas nas Cartas que passou a publicar, sob o pseudônimo de "O Solitário", no CORREIO MERCANTIL, de Francisco Otaviano, reunindo-as nas CARTAS DO SOLITÁRIO, publicadas em 1862. Em 1864, com 25 anos, participou da Missão Saraiva ao Rio da Prata, como secretário, o que deu motivo a grandes polêmicas na Câmara. Depois partiu para o Amazonas, em viagem de estudos e observações. No Parlamento, predominavam as discussões relativas à liberdade religiosa e à separação entre a Igreja e o Estado, à imigração e à reforma eleitoral e parlamentar. A ele é atribuído o panfleto EXPOSIÇÃO DOS VERDADEIROS MOTIVOS SOBRE QUE SE BASEIA A LIBERDADE RELIGIOSA E A SEPARAÇÃO ENTRE A IGREJA E O ESTADO, que apareceu em 1866, sob o pseudônimo de Melásporo. Deixou de ser deputado ao dissolver-se a Câmara em 18.07.1868. Passou a dirigir o DIÁRIO DO POVO, com Lafayette Rodrigues Pereira, e colaborou com o jornal A REFORMA do recém-fundado Clube da Reforma (1869). Em 1870, com 31 anos, publica A PROVÍNCIA, o seu livro mais importante e conhecido. É neste livro que ele se dedica a uma das suas idéias fundamentais: a da descentralização ou da federalização do Brasil, dando certa autonomia às províncias e acabando com o centralismo unitarista imperial, que as sufocava e lhes negava praticamente qualquer iniciativa. Em 1874, como escritor e jornalista, faz uma segunda e última viagem à Europa, com a esposa e a filha. Acometido de pneumonia, faleceu em 3.12.1875, em Nice, no sul da França. Em 30.04.1876, seu corpo chega ao Rio de Janeiro, a bordo do navio francês Henri IV, sendo então realizado seu enterro no Cemitério São João Batista. Advogado, jornalista, político e publicista. Faleceu em Nice, França, em 3.12.1875, com 36 anos de idade. É o patrono da Cadeira 35, por escolha do fundador Rodrigo Octavio. Sua Cadeira 35, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Tavares Bastos), Fundador Rodrigo Octavio, sendo também ocupada por Rodrigo Octavio Filho, José Honório Rodrigues, Celso Cunha e Candido Mendes. Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TAYLOR ORIENTE, Goiano, de Morrinhos, 11.10.l94l, escreveu, entre outros, "JORNAL É HUMANISMO", "AS FABULOSAS ÁGUAS QUENTES DE CALDAS NOVAS", sem dados biográficos nos livros. Considerado o maior Editor de livros de Goiás, via Editora Oriente, na visão de Alaor Barbosa. Filho de Itamar Oriente e Esther Oriente. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, estudou também em Goiânia e Brasília. Cursou Jornalismo, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Fez curso de Mestrado em Paris, na França, na Universidade de Sorbonne. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Produtor Cultural, Ativista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Pensador, Administrador, Educador. Conferencista, Orador, Memorialista. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor da Faculdade de Jornalismo que ajudou a fundar em Goiânia. Redator e Revisor da Rádio Universitária, da UFG. Trabalhou no jornal “O POPULAR”, “JORNAL DO BRASIL” e DC BRASÍLIA. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Faleceu em Goiânia, ainda muito jovem, no dia 14.07.1989. Sua mãe, Esther Oriente, é escritora e membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEIXEIRA DE MELO(José Alexandre Texeira de Melo), de Campos, Estado do Rio, em 28.08.1833, escreveu, entre outros, SOMBRAS E SONHOS(Poesia-1858), MIOSOTIS(Poesia-1877), CAMPOS DE GOITACAZES(Memórias-1886), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Alexandre Teixeira de Melo e de Eugênia Maria da Conceição Torres. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso de Humanidades no Seminário São José. Matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde defendeu tese em 25.11.1859, formando-se MEDICO, com 26 anos de idade. Fixou residência em Campos, sua terra, onde exerceu a clínica e colaborou em jornais, até 1874. Em 1875, com 42 anos, transferiu-se para o Rio do Janeiro. Como jornalista, assinava artigos com seu nome e com o pseudônimo Anôdino. Durante a fase acadêmica foi membro de diversas organizações literárias e escreveu SOMBRAS E SONHOS, publicado em 1858, quando tinha 25 anos. Em 1876 foi nomeado chefe da Seção de Manuscritos da Biblioteca Nacional, passando, mais tarde, para a Seção de Impressos e, finalmente, assumindo a direção da Biblioteca, em 1895. Exerceu o cargo até 1900, quando se aposentou, com 67 anos. Viajou pela Europa durante 1892 e 1893. Publicou diversos trabalhos de valor, como as Efemérides nacionais e Limites do Brasil com a Confederação Argentina. Colaborou nos Anais da Biblioteca Nacional, na Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na Gazeta Literária e em outras publicações. Médico, jornalista, historiador e poeta. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 10.04.1907, com 74 anos de idade. Fundador da Cadeira 6, da Academia Brasileira de Letras, escolhendo como patrono o poeta Casimiro de Abreu, de quem fora amigo. Foi substituído pelo Almirante Jaceguai, que não lhe fez o elogio, porque, como declarou, lhe desconhecia a obra. Sua Cadeira 6, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Casimiro de Abreu, Fundador(ele mesmo, Teixeira de Melo), sendo também ocupada por Artur Jaceguei, Goulart de Andrade, Barbosa Lima Sobrinho, Raimundo Faoro e Cícero Sandroni. Não é referido no DICIONARIO BIOBIBLIOGRAFICO DE ESCRITORES CARIOCAS(1965), de J. S. Ribeiro Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TELEZILA NETTO BLUMENSCHEIN, Goiana, de Catalão, 09.11.l907, escreveu, entre outros, “INFINITA MANHÔ, "JORNADA FELIZ"(Português Moderno), sem dados biográficos nos livros. Professora de diferentes colégios em Catalão e no Instituto de Educação de Goiânia. Residiu em Pires do Rio, interior goiano, onde também dirigiu a Escola Santa Terezinha. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Intelectual, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Literata, Cronista, Contista. Noticiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como na Antologia VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz, e em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e ainda em PIRES DO RIO-NOSSA TERRA, NOSSA GENTE, de Iranilda Divina Resende Paes. Faleceu em 1979, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 9 de novembro de 1907. Filha de Benjamim Netto Carneiro e de Maria Benvinda Netto.
Iniciou, em 1915, os estudos primários em sua terra natal, formando-se normalista, pelo Colégio Nossa Senhora Mãe de Deus, de Catalão, dirigido pelas Freiras Agostinianas, em 1927.
Fundou, redigiu e editou, em Catalão, o jornal humorístico “O MOSQUITO”, em parceria com a filha de Zoroastro, Floraci Artiaga Mendes.
Lecionou Português e outras disciplinas, durante muitos anos, no mesmo Colégio, onde se formou.
Casou-se, em 1934, com Hans Blumenschein, de origem alemã.
Mudou-se para Pires do Rio, onde manteve a Escola Santa Terezinha. Lecionou também em Goiandira, interior goiano.
Em 1949, transferiu-se para Goiânia, tornando-se professora do Grupo Escolar Modelo e do Instituto de Educação.
Escreveu hinos para diversos Colégios, entre os quais, o hino oficial do Colégio Nossa Senhora Mãe de Deus, de Catalão e o hino oficial do Congresso de Professores Primários, em 1962.
Ocupou a Cadeira 37, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás.
Faleceu nos Estados Unidos, na cidade de Los Angeles, em 19.05.1979.

TELMA CAMARGO DA SILVA, de Jaraguá, Goiás, l952, dentre outros, escreveu, "A FOLIA DE REIS EM JARAGUÁ", com Maria Teresa Canesin. Escreveu também "OS KRAHÓ DO RIO VERMELHO", este, juntamente com Marco Antônio Lazarin, sem dados biográficos nos livros. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Educadora, Produtora Cultural. Pensadora, Ativista, Ficcionista. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Memorialista, Administradora. Intelectual, Oradora, Poetisa. Anotada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEMIS GOMES PARENTE, de Gilbués, Piauí, 26.09.1959, escreveu, entre outros, “FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Paulo Bertran e notas de orelha de José Gomes Sobrinho. Escreveu também “Resistência em um Universo de Pobreza:Norte de Goiás-1749-1800”, “O Ouro Como Fonte de Atraso”, “Contando a História do Tocantins”, este em parceria com Odair Giraldin. Filha de Ancelon Barreira Parente e Antonia Gomes Parente. Casada com Célio Pinheiro de Oliveira, com quem tem dois filhos. Com 16 anos de idade, em 1975, mudou-se do Piauí para Porto Nacional, onde concluiu o ensino fundamental e médio. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Memorialista, Intelectual, Professora Universitária. Licenciatura plena em História, pela Universidade Federal do Piauí, no ano de 1986. Especialista em História Econômica do Brasil, pela Faculdade de Patrocínio, Minas Gerais, em 1992. Curso de Mestrado em História do Norte e Nordeste, no ano de 1996. Doutora em História, pela Universidade Federal de Pernambuco, com a tese: “O COTIDIANO DAS MULHERES DO ANTIGO NORTE DE GOIÁS NO FINAL DO SÉCULO XIX”. No Estado do Piauí, foi assessora da Secretaria de Educação. Retornando à terra tocantinense, tornou-se ASSESSORA DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO ESTADO DO TOCANTINS. Professora da Rede Oficial de Ensino e da Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS), em 1992. Participação efetiva, como conferencista, em Congressos, Encontros e Seminários, entre os quais, em Belo Horizonte, Olinda e Goiânia. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, do piauiense Adrão Neto. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. PARENTE, Temis Gomes – n. 26-09-1959-Gilbués (PI). Filha de Ancelon Barreira Parente e Antônia Gomes Parente. Professora e escritora. Tem graduação em Licenciatura Plena em História pela UFPI (1983); Especialização em Histórica Econômica do Brassil pela Faculdade de Patrocínio (MG, 1992); Mestrado em História do Norte e Nordeste (1996), Doutora em História pela Universidade Federal de Pernambuco. Participou de vários outros cursos e oficinas e de vários congressos, encontros e seminários., inclusive do I Seminário “História do Tocantins”, onde apresentou o trabalho “O ouro como fonte de atraso”. Professora da rede oficial de ensino e da Fundação Universidade do Tocantins desde 1992. Foi assessora do Departamento de Assistência ao Estudante ´da Secretaria de Educação do Estado do Piauí. É coordenadora do projeto de aprimoramento em História do Tocantins para os professores da rede oficial de ensino. Bibliografia: “Resistência em um Universo de Pobreza: Norte de Goiás – 1749-1800”, dissertação de mestrado; “O Cotidiano das Mulheres do Antigo Norte de Goiás no Final do Século XIX”, tese de doutorado; “Fundamentos Históricos do Estado do Tocantins”, Editora da Universidade Federal de Goiás, 1999. Colaborou com a coletânea “Contando a História do Tocantins”, organizada por Odair Girandin. Tem vários artigos publicados na imprensa de Tocantins. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br. ou www.mariomartins.com.br



TEOBALDO DA COSTA JAMUNDÁ, de Recife, Pernambuco, l9l4, escreveu, entre outros, "ANOTAÇÕES NA PAISAGEM RURAL", "CONTOS E POEMAS". Membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Correspondente). Historiador, Professor, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Educador, Administrador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEODORO RODRIGUES TEIXEIRA, de Madrid, Espanha, 1871. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Ainda jovem, veio para o Brasil, estabelecendo-se no Rio de Janeiro. Quando tinha 20 anos de idade, em 1891, foi levado por Francisco Fulgêncio Soren à Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, onde foi batizado. Quando W. E. Entzminger fundou o JORNAL BATISTA, em 01.01.1901 levou Teodoro para funcionar como Redator-Secretário e depois como Redator-Chefe, o que ocorreu até 1940. Manteve no dito jornal uma coluna intitulada PERGUNTAS E RESPOSTAS que permaneceu até 1950. Tinha tanto conhecimento de teologia que W. C. Taylor chegou a dizer: “A teologia do irmão Teodoro Teixeira vale muito mais que a de Karl Barth, Emil Brunner ou Harry Fosdick”. Faleceu no Rio de Janeiro em 1950, com 79 anos de idade. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TEODORO SAMPAIO (FERNANDES), de Santo Amaro, Bahia, 07.01.1855, escreveu, entre outros, “O TUPI NA GEOGRAFIA NACIONAL”(1901), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diversos aspectos da região, em seu livro “DICIONÁRIO HISTÓRICO, GEOGRÁFICO E ETNOGRÁFICO DO BRASIL” (1922). Após os estudos primários em sua terra natal, formou-se Engenheiro, na Faculdade de Engenharia da Bahia. Estudou também em São Paulo, onde foi colega de Eduardo Prado. Como Geógrafo, Geólogo, Cartógrafo e Historiador acompanhou Orville Derby, então Diretor da Comissão Geológica e Mineralógica do Brasil, em suas viagens pelo norte de Goiás, inclusive Arraias, Natividade e ainda pelo São Francisco. Chegou a publicar em 1880, o livro “RIO SÃO FRANCISCO E A CHAPADA DIAMANTINA”. Foi Deputado Federal e Presidente do Instituto Histórico da Bahia. Faleceu no Rio de Janeiro em 15.10.1937, com 82 anos de idade. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

TEÓFILO DIAS(Teófilo Odorico Dias de Mesquita), de Caxias, Maranhão, 08.11.1857, escreveu, entre outros, FLORES E AMORES(Poesia-1874), LIRA DOS VERDES ANOS(Poesia-1876), CANTOS TROPICAIS(Poesia-1878), A COMEDIA DOS DEUSES(Poesia-1887), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Odorico Antonio de Mesquita e de Joana Angélica Dias de Mesquita. Sobrinho de Gonçalves Dias. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Os primeiros estudos foram feitos no Liceu de Humanidades, em São Luís, Capital do Maranhão. Em 1875, com 18 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde encontrou abrigo no convento de Santo Antônio. Logo depois, transferiu-se para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito, na qual concluiu o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1881, com 24 anos de idade. Embora exercesse a militância na advocacia, dedicou-se, também, ao jornalismo, ao ensino e à poesia. Em 1885, com 28 anos, foi eleito Deputado Provincial. Lecionou Gramática Filosófica e Francês no Colégio Aquino. Colaborou nos jornais "PROVÍNCIA DE SÃO PAULO", em "A REPÚBLICA", na "REVISTA BRASILEIRA", de José Veríssimo e em outras publicações. Faleceu na cidade de São Paulo, a 30.03.1889, com 35 anos de idade. Patrono da cadeira 36, da Academia Brasileira de Letras. Sua Cadeira 36 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Teófilo Dias), Fundador Afonso Celso, sendo também ocupada por Clementino Fraga, Paulo Carneiro, José Guilherme Merquior e João de Scantimburgo. Não é estudado na antologia A POESIA MARANHENSE NO SÉCULO XX(1995), de Assis Brasil. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TEÓFILO NETO, de Diamantina, Minas Gerais, l889, escreveu, entre outros, "PEDAÇOS DE NADA". Dentista Prático em Anápolis, por muitos anos. Foi redator do jornal A LUTA, de A.G. Pinto. Escreveu também para o jornal VOZ DO SUL, de José Lourenço Dias, em l932, em Anápolis, Goiás, além de outros jornais da época. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Nacional de Letras de São Paulo, localizada na Rua Xavier de Toledo, 9, Caixa Postal, 2911, Centro de São Paulo, fundada por João de Minas, o famoso Ariosto Palombo ou o PAPA CRISTÃO CIENTÍFICO DO BRASIL. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEOTÔNIO SEGURADO(JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO), de Moura (Província do Baixo Alentejo, com a Capital em Beja), Portugal, 25.02.l775, escreveu, entre outros, "MEMÓRIAS SOBRE A CAPITANIA DE GOIÁS"(l8ll), texto que lhe valeu elogio por Carta Real de cinco de setembro de l8ll. Escreveu também “MEMÓRIA SOBRE A AGRICULTURA E O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”(1807) e “MEMÓRIA SOBRE O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”.

Conforme alguns autores, teria nascido em Ouro Preto, Minas Gerais, o que não tem procedência, visto que, nesta cidade, apenas iniciou a sua vida pública no Brasil, como também em São João Del-Rei.

Nasceu em Moura, Baixo Alentejo, Portugal, no dia 25 de fevereiro de 1775. Filho de José Mendes Segurado e de Maria das Dores Segurado, naturais, respectivamente, de Moura e Serpa, duas vilas do Sul de Portugal.

Após os primeiros estudos na vila de Moura, sua terra natal, foi para a Universidade de Coimbra, com 16 anos, onde estudou de 17.11.1791 a 19.10.1795, formando-se em Leis, correspondente a Ciências Jurídicas e Sociais, atualmente Direito, quando tinha 20 anos de idade.

Tornou-se JUIZ DE FORA, na cidade de Porto e também na cidade de Melgaço, Portugal, com 24 anos. Depois de ter se iniciado no Brasil, através de São João Del-Rei e Ouro Preto, em Minas Gerais, donde a teoria histórica de que tivesse alí nascido, tornou-se Ouvidor Geral da Capitania de Goiás, na velha capital, Vila Boa(Goiás Velho), nomeado pelo Decreto de 12 de outubro de 1803, com 28 anos de idade, pelo Príncipe Regente Dom João, que substituia a Rainha D. Maria I, doente mental. Relembre-se que D. João VI só veio para o Brasil, em 1808, com a transferência da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro.

(D. Maria I faleceu em 1816 e o Príncipe foi coroado Rei, com o nome de D. João VI, em 1818. Em abril de 1821, D. João voltou para Portugal e em seu lugar ficou o Príncipe Regente D. Pedro I, que se tornou Imperador do Brasil, em 07.09.1822. Em 07.04.1831, D. Pedro I renunciou, ficando em seu lugar o Pedro de Alcântara, D. Pedro II que tinha cinco(5) anos de idade), sob os cuidados de José Bonifácio).

Voltando a Joaquim Teotônio Segurado, foi promovido ao cargo de Desembargador da Relação do Rio de Janeiro, em 1805. Desembargador da Comarca de Goyaz, em 1806. Desembargador da Relação da Bahia, em 1808.

Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma(hoje cidade de Paranã), com 34 anos de idade.

Em 1810, Dom João VI, percebendo o valor do ouro existente no Norte de Goiás(CARMO E PONTAL), transferiu para Porto Real(hoje Porto Nacional), a sede(CABEÇA DE JULGADO) da Comarca de São João das Duas Barras e determinou que para alí se transportasse o Corregedor Segurado.

Embora o povoado de Porto Nacional tenha sido fundado por Antônio Sanches, em 1738, seu crescimento, no entanto, coube ao Desembargador Segurado. É que ele alí residiu durante algum tempo e estimulou a navegação do Tocantins, única estrada sem encruzilhada(as estradas com encruzilhada permitiam tocaias) e por onde passaram a correr toneladas de ouro para o porto de Belém, rumo à cidade de Lisboa.

Em 26.01.1815, feita a instalação da Vila de São João da Palma, com capital na hoje Paranã, mudou-se Teotônio Segurado de Natividade para a nova vila. Tinha agora 40 anos de idade. Residiu durante muito tempo nas cidades de Natividade, Arraias, Paranã, no hoje Estado do Tocantins.

Foi Deputado JUNTO às Cortes Portuguesas, pela Provincia de Goyaz, eleito no dia 7 de agosto de 1821, quando tinha 46 anos de idade, ainda sob a administração do Príncipe Regente Dom Pedro I(Ele só se tornou Imperador do Brasil em 07.09.1822).

Em 27.08.1821, o Brigadeiro Manoel Inácio Sampaio, como Chefe do Executivo Goiano, no período colonial(Goiás só se tornou Província do Império, em 13.09.1824), mandou prender os principais líderes do movimento da independência do Brasil, em Goiás, entre os quais, os Padres José Cardoso de Mendonça, Lucas Freire de Andrade e Luiz Bartolomeu Marques. E ainda o Soldado Felizardo de Nazaré, além do Capitão Francisco Xavier de Barros, bem como o Capitão Felipe Antonio Cardoso.

Cada um deles foi enviado preso para lugar diferente. Os padres foram enviados para aldeias distantes. O Capitão Francisco Xavier de Barros foi para Santa Maria, no Rio Paranã, afluente do Rio Tocantins. O Capitão Felipe Antonio Cardoso foi para o distrito de Arraias, na Comarca de São João das Duas Barras. Todos eles desejavam a formação de um Governo Provisório, mas teriam sido traídos. Ficaram pouco tempo presos, porque, logo no ano seguinte, 07.09.1822, deu-se a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.

Felipe Antonio Cardoso enviado preso para Arraias e depois para a então Capital Federal, depois de ser absolvido pelo Conselho de Guerra, no Rio de Janeiro, por injunções políticas, terminou por ser promovido a General em 12.10.1825, tornando-se Governador das Armas da Província de Goiás, em 1830.

Teotônio Segurado viajou, no entanto, para Portugal em janeiro de 1822, como Representante Goiano, junto à CONSTITUINTE EXTRAORDINÁRIA DAS CORTES REUNIDAS DE BRASIL, PORTUGAL E ALGARVES, tomando posse na sua cadeira como Deputado, no dia 08 de abril de 1822, com 47 anos.

Ao voltar, no ano seguinte(1823), havia perdido a condição de DEPUTADO, eis que o país já não era mais Colônia de Portugal e sim Império do Brasil. Em 23.06.1823, por ordem do Imperador Dom Pedro I, foi destituído de seus bens. Tal ordem foi cumprida através do ofício de 10 de julho de 1823, assinado pelo REPRESENTANTE da Província de Goiás, o Padre Pirenopolino Luis Gonzaga de Camargo Fleury, quando de sua passagem por Porto Nacional.

Diz Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 77: “Em 1823, quando Cunha Matos percorria o Norte, Segurado entrou em Goiás, indo residir em suas propriedades nos arredores da Palma(hoje Paranã), cercado de esposa e filhos. Debalde os Presidentes da Província procuraram afastá-lo da vida privada. Ficou alheio à evolução política. Para ele, liberalismo era sinônimo de anarquia”.

Em 1827, quando D. Miguel I, tornou-se Rei de Portugal e passou a perseguir os liberais e constitucionalistas, Teotônio Segurado já tinha voltado escondido para o Brasil. Mesmo assim, continuou a ser perseguido, porque não queria a Independência do Brasil, mas apenas a criação da Província de Palma, separada da Província do Sul, em Vila Boa(Goiás Velho).

Entre os benefícios que Joaquim Teotônio Segurado conseguiu para o hoje Estado do Tocantins, destacam-se a navegação do Rio Tocantins e a abertura de uma estrada ligando São Romão, em Minas Gerais a Porto Nacional.

A ele se deve a descoberta de várias minas de ouro e a criação do Julgado de Flores. Entre seus títulos honoríficos, destaca-se o de COMENDADOR DO HÁBITO DE CRISTO. Chegou a ser eleito Governador Separatista de Goiás, no hoje Estado do Tocantins, no dia 14 de setembro de 1821, escolhendo a cidade de Cavalcante e posteriormente Natividade e Arraias para Capital da futura Província de Palma e, consequentemente, do futuro Estado do Tocantins.

Retornando de Portugal, em 1823, após a Independência do Brasil e com as censuras que lhe foram impostas pelo Governo Português, Joaquim Teotônio Segurado afastou-se da vida pública.

Tornou-se um cidadão comum, perdendo inclusive seus títulos honoríficos e seus principais bens materiais, conforme determinação do Imperador Dom Pedro I. Aliás, de seu inventário, consta apenas, uma casa, uma mesa, um banco e sete livros. Exagero de inventário, como sói acontecer! Afinal de contas, morreu em sua fazenda na Comarca de Palma, hoje Paranã. Com 56 anos de idade, não poderia ter lhe restado apenas a casa, a mesa, o banco e os livros!

Apesar de todas as pesquisas feitas e em virtude das dificuldades pelas quais passou a família do Desembargador Segurado, ainda não se conseguiu chegar a todos os filhos e descendentes, o que constitui um verdadeiro desafio para os pesquisadores e genealogistas.

(MARIANA AUGUSTA SEGURADO, filha de Joaquim Teotônio Segurado com Bruna dos Santos, foi casada com João Leite de Azeredo Coutinho e teve, entre outros, a filha Joaquina Augusta de Albuquerque Mello. Esta informação consta da Arvore Genealógica da FAMILIA LOYOLA, repassada ao autor, pela escritora Maria Dulce Loyola Teixeira).

Um de seus filhos, Rufino Teotônio Segurado, chegou a ser Juiz Municipal de Carolina, no Maranhão, no tempo em que esta cidade pertencia à Província de Goiás e tinha o nome de TRÊS BARRAS.

Aliás, Carolina foi a designação dada pelo Governador de Armas de Goiás, Padre Luiz Gonzaga de Carmargo Fleury, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina. Este mesmo Rufino, foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e de Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins.

Rufino, conforme a voz corrente, teria nascido na própria Vila de Palma, Paranã, Goiás, hoje Tocantins, em l820, portanto, onze anos antes da morte de seu pai que falecera em 14(catorze) de outubro de 1831. Para Sacramento Blake, em seu Dicionário, teria nascido em Minas Gerais, sem dizer a cidade. Para outros, teria nascido em Belém do Pará, de onde seguiu para a Capital Paulista, formando-se, com 20 anos de idade, em 1840, na Faculdade de Direito de São Paulo.

Em 1846, com 26 anos, já estava integrando a Assembléia Legislativa Provincial de Goiás, como um de seus Deputados. Em 1847, fez a viagem de navegação entre “AS PROVÍNCIAS DE GOYAZ E DO GRÃO-PARÁ”, pelos rios Araguaia e Tocantins, viagem esta publicada na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO, do Rio de Janeiro, em 1848. A viagem foi iniciada em Porto Imperial(Porto Nacional), no dia 04.04.1847, tendo chegado em Belém, no dia 03.05.1847. Foi pelo Rio Tocantins e voltou pelo Rio Araguaia, alcançando Vila Boa(Goiás Velho), 07 de março de 1848.

Rufino Segurado, com 28 anos de idade, em 1848, conforme o livro “PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS”, de Joaquim Carvalho Ferreira teria se tornado também Presidente da Sociedade de Navegação do Araguaia, fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO). Diz Joaquim Carvalho, página 22: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio- com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”.

Foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins. Depois de ter sido Juiz Municipal de Carolina, tornou-se em 1854, Juiz de Direito de Carolina, quando transferiu a sede da Comarca para Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis). Mas, como brigou com o Frei Francisco de Monsavito, transferiu-se para o Araguaia, em 1859.

Relembre-se que Rufino Teotônio Segurado faleceu em sua Fazenda ENGENHO, em Conceição do Norte(Tocantins), sepultado na Igreja Matriz, em 27.08.1868, com 48 anos de idade. Era Juiz da Comarca de Palma(hoje Paranã), quando faleceu na Fazenda Engenho, sendo sepultado na presença do Vigário João de Deus Gusmão que assinou a certidão, com os seguintes termos:

“Aos 29 de agosto de 1868, nesta vila e freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Norte do Bispado de Goyaz, sepultamos nesta Matriz do Arco para sima, com todos os sacramentos, o Doutor Juiz de Direito desta Comarca de Palma, Rofino Theotonio Segurado, pardo, casado com Dona Mariana Francisca de Azevedo e foi encomendado e acompanhado por mim, do que para constar, fiz este termo que assignei. Vigr. João de Deus Gusmão”

Joaquim Teotônio Segurado Filho foi Promotor Público de Natividade e Porto Nacional a partir de 1870, além de ter sido CURADOR GERAL, em 1864. Tem sido muitas vezes confundido com o próprio pai, por ter omitido o “FILHO”, em seu nome. Essa omissão era proposital. Tinha o objetivo de homenagear o pai.

Este Joaquim Teotônio Segurado FILHO residiu em Porto Nacional, no Lago São Francisco(Lago Recantão), na casa que foi arrematada, anos depois, por Florência Rodrigues Nogueira. Segurado Filho teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. Entre os parentes de Teotônio Segurado, são conhecidos Carolino Ferreira e Ananias Segurado Rodrigues.

Simplício Teotônio Segurado, outro descendente, foi Promotor Público de Porto Nacional entre 1878 e 1884, ano em que se tornou Tabelião do Cartório Geral de Porto e nesta condição aparece até 1896.

Este filho de Joaquim Teotônio, o Simplício Segurado casou-se, em Porto Nacional, com Maria Ayres da Silva, de tradicional família portuense, em 11 de janeiro de 1880.

Quanto a Joaquim Teotônio Segurado(o pai) é citado pelo baiano José Martins Pereira de Alencastre, no livro ANNAES DA PROVINCIA DE GOYÁZ, como Ouvidor da Comarca de São João das Duas Barras, com sede em Palma(Paranã) e depois em Natividade, com o território correspondente ao hoje Estado do Tocantins.

Quando da eleição de Segurado, para Governador Separatista, em setembro de 1821, o Sul de Goiás, com Capital em Vila Boa, reagiu e revidou, destruindo o sonho de independência do Norte de Goiás.

A destruição deste sonho foi feita através da instrumentalidade do Padre Luis Gonzaga Camargo Fleury que se fez acompanhar de soldados armados e percorreu o atual Estado do Tocantins durante mais de um ano, prendendo os líderes separatistas e sequestrando seus bens.

No desejo de acabar com o levante do Norte, o Padre Luís Gonzaga saiu de Pilar de Goiás, em abril de 1822, passando por Traíras(região de Niquelândia), São José do Duro, Cavalcanti, Arraias, Conceição, Natividade, Carmo, Porto Nacional. Retornou a Goiás Velho, em junho de 1823, exatamente quando o militar Raimundo José da Cunha Matos foi nomeado Governador de Goiás e o próprio Segurado já tinha voltado de Portugal, destituído de seus títulos e honrarias.

Alguns anos depois, Joaquim Teotônio Segurado terminou por ser ASSASSINADO, em sua Fazenda, na vila de Palma(Paranã), por ele fundada. Morto no dia 14 de outubro de 1831, com 56 anos de idade, por problemas de “barra de saia”, a mando de sua esposa, Bruna Maria de Santana que, para isso, mandara fabricar uma bala de ouro, conforme tradição oral na região e cuja notícia foi estampada pelo único jornal do Norte do país, “A MATUTINA MEIAPONTENSE”, publicada em Pirenópolis, interior goiano, no dia 3 de dezembro de 1831.

Bruna Maria de Santana era pernambucana, do Recife, onde nasceu em 1790, portanto, 15 anos mais nova do que seu marido Joaquim Teotônio Segurado que nasceu em 25.02.1775. Bruna casou-se com Joaquim Teotônio quando tinha 17 anos de idade, em 1807 e ele(Joaquim, tinha 32 anos). Em 1807, Joaquim Teotônio estava passando pelo Recife para assumir como Desembargador da Relação da Bahia, em 1808.

Naquela época, diferentemente de hoje, os ASSASSINATOS eram, de modo geral, por três motivos: “BARRA DE SAIA”, “BARRA DE OURO” e “BARRA DE CÓRREGO”.

Outra versão atribui sua morte a questões meramente políticas, eis que tinha sido contrário à independência do Brasil, em 07.09.1822 e tinha voltado escondido de Portugal em 1823.

Sobre esta versão, escreveu Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 17: “Coube ainda ao Brigadeiro Miguel Lino de Morais, 2º Presidente da Província de Goiás(de 1827 a 1831), o lançamento da idéia da transferência da sede do governo para outro local às margens do Tocantins, iniciativa que, como era de se esperar, encontrou forte oposição, tornando-se impopular, de tal forma que o golpe de 14 de agosto de 1831, afastou-o da direção da Província de Goiás, sendo substituído por Luiz Bartolomeu Marques que assumiu o governo, tratando, imediatamente, de demitir todos os portugueses”.

Observe-se que o Padre Luiz Bartolomeu Marques(que já tinha sido preso em 14.08.1821) permaneceu no governo durante 4 meses, de 14.08.1831 até 30.12.1831, sendo que Joaquim Teotônio Segurado, que era português, foi assassinado no auge de seu governo, no dia 14 de outubro de 1831. Poucos dias antes de 14.08.1831 houve também outro assassinato(14 de agosto foi o dia do golpe patrocinado pelo Governador das Armas de Goiás, Coronel Felipe Antonio Cardoso, que derrubou o Brigadeiro Miguel Lino de Morais e nomeou o Padre Luiz Marques como 3º Presidente de Goiás).

Pois bem, poucos dias antes deste GOLPE(14.08.1831), já tinha sido ASSASSINADO no Norte de Goiás, no dia 26.06.1831, em Arraias, Comarca de Palma(hoje Paranã), o Ouvidor Jerônimo José da Silva Castro, que também era português e casado com a filha do Senador João Evangelista. O responsável por esta morte foi o Capitão Honório, Pernambucano, que se intitulava “comandante dos brasileiros” e se fazia acompanhar de sete homens armados.

A esposa do Ouvidor morto retornou para o Rio de Janeiro, levando dois filhos, goianos de nascimento ou melhor nascidos na hoje Paranã, Estado do Tocantins, o mais novo, nascido antes da morte do pai, em junho de 1831. Dois Ouvidores portugueses assassinados no Norte, no curto período de três meses. Teria sido mera coincidência? Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 72, tenta explicar: “Na fronteira de Goiás com a Bahia, surgiu um dos primeiros BANDOS que espalhava estar incumbido de TRUCIDAR todos os portugueses que encontrasse”.

O fato é que o Padre Luiz Bartolomeu Marques terminou sendo CENSURADO pela Regência do Brasil e foi substituido por José Rodrigues Jardim que permaneceu no Governo de Goiás, de 31.12.1831 a 19 de março de 1837, quando, eleito Senador, foi para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 27.10.1842.

A época era propícia para tais assassinatos, pois havia muitas revoltas no período regencial e uma perseguição notória aos portugueses. Alguns políticos, inclusive o próprio Teotônio Segurado, queriam a volta de Dom Pedro I ao trono do Brasil(Dom Pedro tinha renunciado no dia 07.04.1831), como era o caso de Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, etc. Outros queriam a independência completa de suas províncias do Governo Central, como era o caso do Rio Grande do Sul e da Bahia.

Voltando à família Segurado, o JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO que aparece como CURADOR GERAL, em 1864, era o Joaquim Teotônio Segurado Filho que omitia o “filho” para homenagear o próprio pai e que se tornou Promotor Público de Natividade e de Porto Nacional, a partir de 1870 e que teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. (Seu pai faleceu com 56 anos, em 14.10.1831).

Pela sua luta em favor da Independência do Norte, Joaquim Teotônio Segurado, o Pai, foi homenageado com o nome da principal Avenida de Palmas, recém-construida Capital do Estado do Tocantins ou seja AVENIDA JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO, bem como foi feito PATRONO da Cadeira 01, da Academia Tocantinense de Letras, hoje(2004) ocupada por José Wilson Siqueira Campos que nela tomou posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, quando da instalação da Academia.

Décimo Quinto Ouvidor da Comarca de Vila Boa de Goiás. PRIMEIRO OUVIDOR DA COMARCA DE PALMA. Desembargador da Relação do Rio de Janeiro e da Relação da Bahia.

Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma(hoje cidade de Paranã). Deputado junto às Cortes Portuguesas, pela Província de Goiás, em 1821.

Ouvidor, Corregedor, Desembargador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Comendador, Provedor, Político. Advogado, Fazendeiro, Revolucionário.

Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Acha-se no livro HISTÓRIA DO TOCANTINS, de Osvaldo Rodrigues Póvoa, bem como na HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Foi exaustivamente estudado no livro BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, do jornalista de Ouricuri, em Pernambuco, Otávio Barros da Silva, hoje tocantinense de coração e editor do jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”. Quanto a Segurado, faleceu em Paranã, Goiás, hoje Tocantins, no dia 14 de outubro de 1831, com 56 anos de idade.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 01, cujo Titular é José Wilson Siqueira Campos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Em sua homenagem, o Tribunal de Justiça do Tocantins criou a COMENDA THEOTÔNIO SEGURADO, que é entregue a personalidades ilustres. No dia 22.10.2004, o Tribunal entregou esta Comenda a várias pessoas, uma delas DÉBORA SEGURADO, parente do Desembargador ou seja tetraneta. (Para entender melhor: neto, bisneto, trineto, tetraneto).

Na mesma data, o Tribunal afixou, em seu HALL, as fotografias de Feliciano Machado Braga, Teotônio Segurado e do Marquês de São João da Palma, que não é outro senão Dom Francisco de Assis Mascarenhas, para quem Dom João VI enviou a Carta Régia, no dia 20.01.1805, nomeando o Bacharel Teotônio Segurado, como Desembargador da Relação do Rio de Janeiro. Como se sabe, Dom Francisco foi o nono Governador de Goiás, no periodo colonial, entre 1804 e 1809.

Quanto a Teotônio Segurado, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

TERESINHA DE JESUS NEIVA MIRANDA, Mineira, de Paracatu, l930, escreveu, entre outros, "PASSADO QUE NÃO PASSOU", "GORJEIOS DE UM SABIÁ", este, com prefácio de Célia Siqueira Arantes, sem dados biográficos nos livros. Como também editou "ANJO BRANCO", este, com prefácio de Heloísa Gomides Garcia. Residente em Anápolis, interior goiano, onde também vivem os seus parentes. Foi Professora em Brasília, Distrito Federal, durante muitos anos. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Educadora, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Ativista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Associação Nacional de Escritores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Enfocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no livro INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA GOIANA, de seu irmão Antonio Theodoro da Silva Neiva. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEREZINHA DE PINA GODOY GUIMARÃES, Goiana, de Pirenópolis, 1925, escreveu, entre outros, “VIOLETAS VIOLADAS”(POEMAS-1997), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Luis Caiado de Godoi e Maria de Pina Godoi. Após os estudos primários em sua terra natal, transferiu-se com a família para Anápolis, passando a estudar no Colégio Auxilium. Seu pai, Engenheiro Agrônomo, foi um dos mais ilustres nomes de Anápolis. Diretor da Escola Normal e Chefe do Posto de Multiplicação do Trigo. Junto com Bernardo Sayão, em 1941, escolheu as terras de Ceres, como Colônia Agrícola. Fundou o Rotary Club de Anápolis e a Loja Maçônica Lealdade e Justiça. Foi Grão Mestre da Maçonaria em Goiás. Sua filha, a poetisa Terezinha de Pina, faleceu em Goiânia em 19.09.1997. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

TERESINHA MARQUES LOURES, de Rubiataba, Goiás, 1933, escreveu, entre outros, "A VIDA É UM POEMA", com prefácio de Virgínia Mônica Nery Parente da Costa e notas de capa de Valquíria L. M. Correia, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Intelectual, Pensadora. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEREZINHA NÁDIA JAIME MENDONÇA, Goiana, de Pirenópolis, l943, escreveu, entre outros, "MOVIMENTO BRASILEIRO DE ALFABETIZAÇÃO: SUBSÍDIOS PARA UMA LEITURA CRÍTICA DO DISCURSO OFICIAL"(Tese de Mestrado), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Produtora Cultural, Ativista, Memorialista. Educadora, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Administradora. Examinada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TERESINKA PEREIRA (TEREZINHA ALVES PEREIRA), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 01.11.1934, escreveu, entre outros, “DIRECTORY OF INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS”(BIOGRAFIAS). Filha de Píndaro de Paula Pereira e Maria Albertina Alves. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Instituto de Educação de Belo Horizonte. Formou-se em Letras, pela Universidade Federal de Minas Gerais, tornando-se professora universitária. Em 1973, fez Doutorado em Filosofia, pela Universidade do Novo México, nos Estados Unidos. Tornou-se professora de Português e Literatura Brasileira, na Universidade do Colorado. Dedicou-se também à poesia, ao conto e ao teatro. Em 1975, recebeu da União Brasileira de Escritores, MENÇÃO HONROSA do Prêmio Fernando Chinaglia. Ainda nos Estados Unidos, tornou-se Presidente da INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION(Associação Internacional de Escritores e Artistas). Deputada junto ao Parlamento Internacional de Segurança e Paz, nomeada em 1995. Atualmente(2000), é Professora Universitária em Bluffton, Ohio, Estados Unidos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

TEREZINHA SILVEIRA TERRA, Goiana, de Pires do Rio, 05.11.l932, escreveu, entre outros, "SABOR E ARTE DA COZINHA BRASILEIRA"(1988), sem dados biográficos no livro. Filha de Armogaste José da Silveira e Maria José da Silveira. Professora, Pesquisadora, Escritora. Ensaísta, Produtora Cultural, Ativista. Pensadora, Memorialista, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Membro de diferentes entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos culinários. Assinalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TEREZY FLEURY DE GODOI, Goiana, de Jaraguá, 28.11.l930, escreveu, entre outros, "BAILADO DA VIDA"(POEMAS-1988), juntamente com suas irmãs Marilda de Godoi Carvalho e Augusta Godoi Cordeiro Machado. Escreveu também "ETERNA BUSCA" (POEMAS-1991), sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Rosarita Fleury e notas de orelha de Augusta Faro Fleury de Melo. Bem como editou também "VERSOS APENAS", este, com apresentação de Bento Alves Araújo Jayme Fleury Curado. Filha de Albatênio Caiado de Godoi e Maria Paula Fleury de Godoi. Estudou no Grupo Escolar Modelo, de Goiânia, no Ginásio Brasileiro, do Rio de Janeiro e na Escola Normal de Fátima, em Brasilia. Formou-se em Letras e Direito, pelo CEUB(Centro de Ensino Unificado de Brasília). Advogada, Professora, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Membro da Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro do Distrito Federal, Ordem dos Advogados do Brasil, Academia Taguatinguense de Letras, Associação Nacional de Escritores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Especificada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THEMIS AUGUSTA BARBOSA E SILVA, Goiana, de Itaberaí, 06.05.l923, escreveu, entre outros, "VIDAS", com prefácio de Antônio Cesar Caldas, sem dados biográficos no livro. Filha de Sebastião Augusto Barbosa e Maria Pinheiro Barbosa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se normalista pelo Colégio de Santana, de Goiás Velho, antiga Capital. Casou-se com Geraldo José da Silva, em 1944. Professora primária e secundária em sua cidade natal, Curralinho(Itaberaí). Educadora, Escritora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Poetisa, Cronista, Contista. Ativista, Pensadora, Produtora Cultural. Literata, Administradora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro fundadora da Academia Itaberina de Letras e Artes. Sócia da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Descrita nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THEMIS MARIA MORENO DE CARVALHO DE ANDRADE, Paulista, de Santos, l943, residente em Anápolis, Goiás, escreveu, entre outros, "CARMELITA", "O CANTO DOS PÁSSAROS", este, dedicado ao Bispo de Anápolis, Dom Manoel Pestana, sem dados biográficos nos livros. Professora, Espiritualista, Religiosa. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Cronista, Contista. Produtora Cultural, Pensadora, Ativista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Pormenorizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições sociais, culturais, de classe e religiosas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THEOBALDO SILVA COSTA, Goiano, da Capital, 1945, escreveu, entre outros, “NOÇÕES DE CIÊNCIAS FÍSICAS”, sem dados biográficos no livro. Médico. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Professor de Ciências Físicas do Colégio Pedro Gomes e Assis Chateaubriand. Professor de Química e Física do Colégio Universitário de Goiânia, 1971. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Poeta, Memorialista, Idealista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Médica de Goiás e Conselho Regional de Medicina. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THÉO DRUMMOND, Carioca, do Rio de Janeiro, 04.02.1927, escreveu, entre outros, “TEMPO DE POESIA” (1990), “PALAVRAS DE OUTONO” (1992), “VÔO DE NUVEM” (1993), “VERSOS ANTIGOS” (1995), “CAÇADOR DE ESTRELAS” (1997), “AS PEGADAS DE DEUS” (1998), “VRINDAVAN” (1999), “DEDETIZE SUA VIDA” (2000), “ADEUS A MIM” (2001), “A FORMIGA e EU” (2004), “100 SONETOS” (2006), “PORTA DO CORAÇÃO” (2008), “PALAVRAS DE OBSERVANTE” (PROSA-2002), “OS VELHOS PRECISAM MORRER” (PROSA-2003), “ALFRED E SUA TARA” (PROSA-2005), “A REVOLUÇÃO DOS VELHOS E OUTROS CONTOS” (), “A PAULISTA QUE BIN LADEN MATOU” (CONTOS-2006). Filho de Edgard Pillar Drummond e Maria de Lourdes de Castro Drummond. Desde os sete anos se revelou um leitor aplicado, sempre incentivado por seu pai, que era jornalista, lendo especialmente os versos de Cruz e Souza, Castro Alves e Olavo Bilac. A escola parnasiana muito o influenciou. Tornou-se admirador da arte de Bilac e já nos primeiros 9, 10 anos de vida, começou a escrever seus primeiros poemas. Aos doze anos encheu-se de coragem e apresentou um soneto ao então Presidente da Academia Carioca de Letras. Dois dias depois recebeu a resposta para continuar escrevendo, eis que, seu soneto tinha qualidade e sensibilidade. E assim o fez. Este soneto foi publicado pelo autor já aos 54 anos no livro “TEMPO DE POESIA”, e mesmo assim, confessa o poeta, por insistência do seu filho mais velho. É hoje um dos maiores sonetistas que o Brasil possui. Iniciou sua vida profissional aos 16 anos trabalhando no jornal “A NOITE”, que era “O GLOBO” nas décadas de 50/60. Foi Repórter, Redator, Colunista de jornais e revistas da época, entre as quais, “VAMOS LER”, “FON-FON”, “CARETA”, etc. Tornou-se Vice-Diretor de publicidade do Grupo Manchete e de O Globo. No “Jornal dos Sports”, foi também Diretor Comercial. Posteriormente, dedicou-se à Consultoria Política, como Diretor Comercial, tendo passado um ano e meio na África, assessorando o Presidente da FRENTE NACIONAL DE LIBERTAÇÃO DE ANGOLA (FNLA), com base em Angola, viajando por quase todo o continente africano. De volta ao Brasil, fundou a “Genesis Propaganda”, uma empresa de Propaganda e Marketing, que funcionou durante 21 anos. Em 2000, com a fusão feita com as agências Speroni/Ferrari, nasceu a Agência3, na qual foi presidente até 2005. Hoje a Agencia3 se transformou no Grupo3+ do qual o empresário é sócio-diretor e integra o Conselho Consultivo da empresa, apesar dos seus 85 anos de vida. Escritor, Publicitário, Jornalista, Poeta, Cronista, Redator, Contista, Ecologista, Produtor Cultural, Memorialista, Pesquisador, escreveu vários livros, entre outros: Interessou-se também pelo teatro, tendo escrito cinco comédias, das quais três foram encenadas no Rio de Janeiro. Publicou ao todo, 9 livros de poesia, 2 de prosa poética, 4 de contos e deve publicar até dezembro o livro de Crônicas, com o título “UM CÃO AO TELEFONE”. Com o advento da INTERNET tornou-se colaborador de vários sites, como www.prefacio.net, com publicação de poemas e sonetos que cantam o amor, a vida, a natureza, a ternura e Deus, enfim. Seus sonetos são perfeitos, inspirados e nascem com uma ternura que emociona. São frutos do coração do poeta. Pode-se afirmar que Théo Drummond é um dos maiores sonetistas da atualidade em língua portuguesa, ao lado de poetas, como, Augusto dos Anjos, Cláudio Manoel da Costa, Cruz e Souza, Luis Vaz de Camões, Manuel Maria Du Bocage, Olavo Bilac, Vinicius de Morais, Antero de Quental, Paulo Bonfim, Carlos Ribeiro Rocha, Humberto Del Maestro e tantos outros que cultivaram e ainda cultivam a forma fixa. Não foi sem reflexão que Alceu Amoroso Lima disse: “As escolas literárias passam, o soneto fica”. Ou ainda na expressão de Paulo Bonfim (poeta paulista): “O Soneto é o traje a rigor do pensamento.” Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”(5 volumes, 6211 páginas, 2002), da Fundação Getúlio Vargas, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br. Foi colaborador neste verbete: filemon.martins@uol.com.br. filemon.martins.blog.uol.com.br. Caixa Postal 64,11740-970 – Itanhaém – SP.

THEREZINHA CAMARGO CAMPOS DE MELO, Goiana, da Capital, 1950, escreveu, entre outros, "CONTANDO COM A TIA THÊ", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Quintiliano Blumenschein. Texto de Matemática. Livro produzido como resultado de experiências no Educandário Goiás, onde a autora lecionou por muitos anos. Professora, Educadora, Escritora. Ensaísta, Pesquisadora, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Pensadora, Ativista, Memorialista. Historiadora, Oradora, Intelectual. Enaltecida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos matemáticos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THEVET(ANDRÉ THEVET), de Angouleme, França, 1502, escreveu, entre outros, “SINGULARIDADES DA FRANÇA ANTÁRTICA A QUE OUTROS CHAMAM AMERICA”, com tradução, prefácio e notas de Estevão Pinto, São Paulo, 1944, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, tornou-se Frade Dominicano. Viajou pelo Mediterrâneo e Oriente. Esteve no Brasil em 1555, permanecendo até 1556. Seu livro foi publicado em Paris, na França, em 1557, com várias reedições, mas só foi traduzido no Brasil, em São Paulo, em 1944. Conforme alguns teria estado no Brasil, também no ano de 1550. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré, editado em 1997. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

THIAGO LACERDA ATAÍDES, Goiano, de Anápolis, l986, escreveu, entre outros, "PINGUELAS DE UM SER"(POEMAS), com apresentação da Odontóloga e Professora Lívia Selma. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Estudante da Escola Jesus Menino e da Escola Paroquial Santo Antônio, na cidade de Anápolis. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

THOMAS JEFFERSON BOWEN, dos Estados Unidos, 1814, escreveu, entre outros, GRAMATICA YORUBA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É considerado o primeiro missionário batista enviado ao Brasil, pela Junta de Richmond, de Virginia, nos Estados Unidos. Foi enviado primeiro à Nigéria, na África, onde aprendeu a língua IORUBA e escreveu uma gramática. Em 1856, com 42 anos de idade, retirou-se da África por questões de saúde. Em 1860, com 46 anos, foi transferido pela Junta de Richmond para o Rio de Janeiro, onde desembarcou no mesmo ano. Como era conhecedor da língua Ioruba, passou a conversar com os escravos nesta língua, o que despertou muitas desconfianças, tendo sido, inclusive, preso no Rio de Janeiro. Retornou para os Estados Unidos em 1861, onde faleceu em 1875, com 61 anos de idade. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. É relembrado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter sido, oficialmente, o primeiro missionário batista enviado pela Junta Americana de Richmond ao Brasil. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TIETTRE COUTO ROSA, de Franca, São Paulo, l929, escreveu, entre outros, "QUÍMICA GERAL-PH", sem dados biográficos no livro. Professor de Física e Química, do Instituto de Química e Geociências, da Universidade Federal de Goiás. Educador, Pensador, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Ativista, Químico. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Memorialista. Conferencista, Orador, Intelectual. Diretor do Instituto de Química e Geociências, da Universidade Federal. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TITA DE LIMA E SILVA(Maria da Conceição de Lima e Silva), de Pará de Minas, Minas Gerais, 07.12.1936, escreveu, entre outros, ÁGUA DE MINA(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1962. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Funcionária Pública. Revisora do Serviço Editorial do INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA(IPEA). Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, OS PORRETAS, 1978, de César Ataíde. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TOBIAS BARRETO(Tobias Barreto de Meneses), de Campos, Sergipe, 07.06.1839, escreveu, entre outros, FUNDAMENTO DO DIREITO DE PUNIR(1879), DIAS E NOITES(Poesia-Postuma-1925), POLEMICAS(Postuma-1926), FILOSOFIA E CRITICA(Postuma-1927), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Pedro Barreto de Meneses e mãe não referida em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, com o professor Manuel Joaquim de Oliveira Campos, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez os estudos primários e secundários em Estância, Sergipe, com o padre Pitangueira. Estudou latim com o padre Domingos Quirino de Sousa. Fundou em Lagarto, Sergipe, uma escola primaria. Em 1858, com 19 anos de idade, mediante concurso, passou a ensinar Latim, em Itabaiana, Sergipe. Em 1861 seguiu para Salvador, na Bahia, com a intenção de freqüentar um seminário mas, sem vocação firme, desistiu de imediato. Em 1862, com 23 anos, foi para o Recife, em Pernambuco, onde continuou dando aulas particulares. Em 1864, matriculou-se na Faculdade de Direito do Recife, Bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1869, com 30 anos de idade. Em 1867, fez concurso para a vaga de Filosofia no Ginásio Pernambucano, mas não foi nomeado, por ser mestiço. Abriu um Colégio(que não deu certo), onde lecionava Latim, Frances, Retórica, Filosofia e Matemática. Formado em Direito, foi para Escada, em Pernambuco, onde ficou até 1879, exercendo a advocacia e o jornalismo. Publicava na cidade de Escada, um jornal em alemão DEUTSCHER KAEMPFER(Lutador Alemão), enviado para o exterior, mas cujo único leitor na cidade, era ele mesmo. Casou-se com a filha de um coronel do interior, proprietário de engenhos no município de Escada. Eleito Deputado para a Assembléia Provincial, em 1879, não conseguiu progredir na política local. Depois de dez anos em Escada, voltou definitivamente para o Recife. Em 1882, com 43 anos de idade, fez concurso publico e se tornou Professor da Faculdade de Direito do Recife, alem de Chefe da famosa ESCOLA DO RECIFE. Tentou uma viagem à Europa para restabelecer-se fisicamente. Faltavam-lhe os recursos financeiros para isso. Em Recife abriram-se subscrições para ajudá-lo a custear-lhe as despesas. Em 1889 estava praticamente desesperado. Uma semana antes de morrer enviou uma carta a Sílvio Romero solicitando, angustiosamente, que lhe enviasse o dinheiro das contribuições que haviam sido feitas até 19.06.1889. Oito dias depois, em 27.06.1889, faleceu, hospedado na casa de um amigo. A obra de Tobias é de significativo valor, levando em conta que o professor sergipano não chegou a conhecer a capital do Império, o Rio de Janeiro. Foi eleito Professor Honorário da Universidade de Heidelberg e do Instituto Livre de Frankfurt, na Alemanha. Faleceu em Recife, Pernambuco, em 27.06.1889, com 50 anos de idade. É o patrono da Cadeira 38, da Academia Brasileira de Letras. Sua Cadeira 38, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Tobias Barreto), Fundador Graça Aranha, sendo também ocupada por Santos Dumont, Celso Vieira, Mauricio de Medeiros, José Américo de Almeida e José Sarney. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TOLLENARE(L. F. TOLLENARE), de Nantes, França, 1780, escreveu, entre outros, “NOTAS DOMINICAIS”(1818), tradução de Alfredo de Carvalho e prefácio de Oliveira Lima, Salvador, Bahia, 1907, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Antes de vir ao Brasil, passou por Portugal. Esteve no Brasil em 1816 e aqui permaneceu até 1818. Como comerciante que era, residiu em Recife, Pernambuco e depois foi para Salvador, na Bahia. Suas “Notas Dominicais” eram assim chamadas por serem escritas aos domingos. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TOMÁS ANTÔNIO GONZAGA, de Porto, Portugal, 11.08.1744, escreveu, entre outros, TRATADO DE DIREITO NATURAL(Tese-1770), MARILIA DE DIRCEU(Poesia-1792), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho do brasileiro João Bernardo Gonzaga e de Tomásia Isabel Clark. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou alguns anos da infância no Recife e na Bahia onde o pai, Juiz, servia na magistratura. Adolescente, retornou a Portugal a fim de completar os estudos, matriculando-se na Universidade de Coimbra na qual concluiu o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, aos 24 anos, em 1768. Depois de formado exerceu alguns cargos de natureza jurídica, já tendo advogado em várias causas na cidade do Porto, Portugal, onde nasceu. Candidatou-se a uma Cadeira na Universidade de Coimbra. Em 1778, com 34 anos, voltou ao Brasil e foi nomeado JUIZ-DE-FORA na cidade de Beja, em Portugal, com exercício até 1781. Em 1782, foi indicado para ocupar o cargo de Ouvidor Geral na comarca de Vila Rica (Ouro Preto), na Capitania de Minas Gerais. Em 1789, com 45 anos, em Vila Rica, foi envolvido na famosa Inconfidência Mineira. Em maio de 1789, acusado de participação na conspiração é detido e, sem maiores formalidades, remetido preso para o Rio de Janeiro. Nessa ocasião estava noivo de Maria Dorotéia Joaquina de Seixas, jovem pertencente a uma das principais famílias da capital mineira, e a quem dedicava poesias do mais requintado sabor clássico, que iriam fazer parte do livro intitulado "Marília de Dirceu" cuja primeira parte foi publicada em Lisboa, pela Impressão Régia, no ano de 1792. Na Ilha de Moçambique, para onde foi levado, em virtude de sua condição no processo da Conjuração mineira, casou-se com Juliana de Sousa Mascarenhas, com quem teve um casal de filhos. Seu livro "TRATADO DE DIREITO NATURAL", foi também publicado pelo Instituto Nacional do Livro. Faleceu na Ilha de Moçambique, na África, onde cumpria pena de degredo, em fevereiro de 1810, com 66 anos de idade. Patrono da cadeira 37, da Academia Brasileira de Letras. Sua Cadeira 37, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Tomás Antonio Gonzaga), Fundador Silva Ramos, sendo também ocupada por Alcântara Machado, Getulio Vargas, Assis Chateaubriand, João Cabral de Melo Neto e Ivan Junqueira. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TOMÁS BALDUINO DE SOUZA DÉCIO(DOM), Goiano, de Posse, l922, escreveu, entre outros, "Y JUCA PIRAMA", "MARGINALIZAÇÃO DE UM POVO, GRITO DAS IGREJAS". Bispo de Goiás Velho. Mestre em Teologia e Filosofia. Pós-Graduado em Antropologia e Linguística. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Religioso. Literato, Cronista, Contista. Memorialista, Pensador, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Piloto Aviador. Foi Administrador Apostólico da Prelazia de Conceição do Araguaia, no Pará. Presidente do Conselho Indigenista Missionário. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da CONFERÊNCIA NACIONAL DOS BISPOS DO BRASIL(CNBB), além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na antologia POSSE, HISTÓRIA E POESIA, de Emílio Vieira e no livro MEMBROS DA CNBB, de Dom Luciano Mendes de Almeida. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

TOMAZ COLLINS JOYCE, de Dublin, Irlanda, 1869. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Londres, na Inglaterra, onde completou os seus estudos teológicos. Foi batizado numa Igreja Batista Livre. Consagrado ao Ministério Evangélico, tornou-se Pastor Congregacionalista. Foi enviado para o Brasil, em 1894, com 25 anos de idade, como missionário da Igreja Congregacionalista, a mesma que tinha mandado Salomão Ginsburg para o Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro. Algum tempo depois, foi para Campos no Estado do Rio, onde se encontrou com Salomão Ginsburg que terminou por batiza-lo, consagrando-o ao Ministério Batista, em 1898, quando estava com 29 anos de idade. Durante muito tempo, foi Pastor no interior do Estado do Rio. Transferiu-se posteriormente para Salvador, na Bahia, onde trabalhou na Primeira Igreja Batista da Bahia. Nesta ocasião, brigando com o missionário Zacarias Taylor, terminou formando uma outra Igreja que teve duração efêmera. Em 1910, com 41 anos de idade, Tomaz Collins faleceu em Salvador, na Bahia, acometido por uma infecção provocada por uma bolha no pé, mal curada. Gilberto Freyre, em seu livro TEMPO MORTO E OUTROS TEMPOS, página 22, conta também este mesmo fato, dizendo que a infecção foi oriunda de um bicho de pé. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter aqui vivido e aqui morrido. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TOMÁSIA COSTA PARRIÃO, de Formoso do Araguaia, Goiás, hoje Tocantins, 10.03.1968, escreveu, entre outros, “OS SABORES DO TOCANTINS”(RECEITAS E ALIMENTAÇÃO ALTERNATIVA), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Raimundo Costa Parrião e Jandira Borges Parrião. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o curso ginasial e o segundo grau na cidade de Gurupi, para onde se mudou, juntamente com os familiares. Na FAFICH(Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) de Gurupi, formou-se em Padagogia, tornando-se professora. Em 1996, transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde se tornou funcionária pública estadual, ligada ao RURALTINS. Um de seus irmãos(11º), Raimundo Costa Parrião Júnior é alto funcionário do Estado do Tocantins, atuando no Palácio do Governo, na Praça dos Girassóis, em Palmas. Quanto a Tomásia, é membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

TONI FERREIRA(ANTÔNIO LUIS FERREIRA), de Paraíso do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 1969, escreveu, entre outros, “IDA SEM VOLTA”(Prosa), “SERRA DO ESTRONDO”(Poesia), sem dados biográficosl nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, fez também os cursos ginasial e secundário, no Colégio Estadual de Paraíso, onde se formou. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Memorialista, Pensador, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Cantor, Compositor. Visionário, Cordelista. Funcionário Público Estadual, vinculado ao Departamento de Estradas de Rodagem do Tocantins(DERTINS). Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Literatura de Cordel. Participante de inúmeras antologias de poesia e prosa, dentre outras, ANTOLOGIA DEL SECCHI DE POESIA, de Roberto de Castro. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas e no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TONICO DO PADRE(ANTÔNIO DA COSTA NASCIMENTO), de Meia Ponte(Pirenópolis), Goiás, 28.12.1837, escreveu, entre outros, “HINO ESTADUAL GOIANO”(1882), “CONCERTO DOS SAPOS”(1888), “AMOR DE PAI”, “CABELEIRA”, “HINO DO DIVINO”(1892). Filho de José Inácio Nascimento. Irmão do Padre Francisco Inácio da Luz, com quem foi criado e daí o apelido TONICO DO PADRE. Foi MESTRE-DE-CAPELA da Igreja Nossa Senhora do Rosário, de Pirenópolis, a partir de 1867, juntamente com Teodoro Graciano de Pina, responsável pela música vocal. Um dos fundadores da BANDA EUTERPE, em 1868, que regeu até a morte em 15.02.1903. Dirigiu a ORQUESTRA fundada pelo Padre, seu irmão, em 1871. Foi professor de Joaquim Propício de Pina, entre outros. Criou um método para FLAUTA. Foi Clarinetista, Flautista, Saxofonista. Compositor, Regente. Verbete da ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA, de Marcos A. Marcondes. Escreveu também “ECCE SACERDOS MAGNUS”(1876), “MAGNIFICAT”(1872), “MISSA A TRÊS VOZES E ORQUESTRA”(1877). Exerceu várias profissões, dentre outras, Carpinteiro, Marceneiro, Escrivão, Juiz Substituto e Tenente da Guarda Nacional. Foi também Pintor, Desenhista e Maestro. Sobre ele escreveu excelente matéria a jornalista RUTE GUEDES, no jornal O POPULAR, de Goiânia, do dia 15.02.2003, sob o título TALENTO DE VOLTA À LUZ. É uma referência ao VÍDEO produzido por José Lino Curado, com o título “MESTRE CAPELA TONICO DO PADRE”, tendo como ator Guido Campos Correa, num projeto da Associação Cultural Bernardo Elis dos Povos do Cerrado. Quanto a Tonico do Padre, apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

TORQUATO NETO(Torquato Pereira de Araújo Neto), de Teresina, Piauí, 09.11.1944, escreveu, entre outros, OS ÚLTIMOS DIAS DE PAUPÉRIA(Edição Póstuma-1982), com introdução de Augusto de Campos e organização de Waly Salomão e Ana Maria Silva de Araújo Duarte. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o primário em Teresina e o segundo grau em Salvador, como interno do Colégio Marista e depois como externo. Filho único de um Promotor de Justiça de Teresina-Dr. Heli Rocha Nunes e Salomé Cunha. Na Bahia, fez parte do movimento tropicalista, ao lado de Gilberto Gil, Caetano Veloso, Jards Macalé, Gal Costa, Maria Betânia, Waly Salomão, Capinam, Tom Zé e outros. Com uma bolsa de estudos, esteve em Portugal, Holanda, França, Espanha e Inglaterra. Passou por São Paulo, em 1965. No Rio de Janeiro, para onde se mudou, começou o curso de jornalismo, mas não concluiu. Escreveu para vários jornais, entre os quais, JORNAL DA TARDE, CORREIO DA MANHÃ, PRESENÇA, REALIDADE, VEJA, SOL, etc.Tornou-se Letrista, Novelista, Jornalista, Agitador Cultural, Poeta e Cineasta. Teve coluna diária no jornal A ÚLTIMA HORA, sob o título “Geléia Geral”. Produziu composições como MAMÃE CORAGEM, LOUVAÇÃO, GELÉIA GERAL, PRA DIZER ADEUS, MARGINÁLIA, etc. Nos anos 70, editou com Waly Salomão, a Revista Alternativa NAVILOUCA. Foi casado com Ana Maria Silva de Araújo Duarte, com quem teve o filho Tiago que, na época(1972) tinha 3 anos de idade. Com surtos de psicose, foi internado várias vezes em Hospitais do Rio de Janeiro, inclusive no Hospital de Engenho de Dentro. Tentou suicídio 4 vezes. Produziu músicas também com João Bosco, Luiz Melodia e Geraldo Azevedo. Ao seu último poema, deu o título de FICO. No dia do seu aniversário, com 28 anos de idade, em 09.11.1972, SUICIDOU-SE. Conversou com a esposa, já tarde da noite, depois de terem comemorado o aniversário dele numa Boate na Zona Sul do Rio, entrou no banheiro, vedou portas e janelas com panos e abriu o gás do chuveiro, morrendo asfixiado. É estudado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto, bem como em DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO PIAUIENSE(1993), de Wilson Carvalho Gonçalves e ainda em DICIONÁRIO DE SUICIDAS ILUSTRES(1999), J. Toledo. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TOSI COLOMBINA (FRANCESCO). De Gênova, Itália, 1701, escreveu, entre outros, “CARTA DA CAPITANIA DE GOIÁS E MATO GROSSO”. É também conhecido como Francisco Torres Colombinase ou ainda Francisco Tossi Colombina ou simplesmente Tosi Colombina(Sobre estes nomes atribuídos a ele, seu maior biógrafo, Riccardo Fontana, adverte tratar-se de mera especulação)*. Vinculado ao Tocantins, porque em 1750, montado em lombo de burro, viajou de Goiás Velho até Natividade, escrevendo um mapa da Capitania de Goiás que foi entregue ao Vice-Rei do Brasil, Dom Marcos de Noronha, no dia 06 de abril de 1751. Por volta de 1734, já no Brasil, dirigiu a expedição e a descoberta do Tibagi. Em 1749, quando tinha 48 anos de idade, veio para Goiás Velho(Vila Boa), na companhia do quarto ouvidor da Capitania de Goiás, Agostinho Luís Ribeiro Vieira, saindo da cidade de Itu, em São Paulo. Em 05 de novembro de 1754, direto do Campo do Rio Jacuí, enviou um RELATÓRIO sobre EXPEDIÇÕES formadas por paulistas de Itu e Sorocaba, a quem considerava grandes sertanistas. Além de geógrafo, era também piloto e cartógrafo, além de desenhista. Por encomenda do Capitão-General de Goiás, Dom Marcos de Noronha, viajou em lombo de burro, saindo de Vila Boa e passando por Natividade, quando elaborou o mapa da Capitania de Goiás, inclusive o ROTEIRO para se sair de Santos e se chegar a Natividade, pelo caminho de Vila Boa. Entregou o Mapa, com dedicatória e explicações ao futuro Vice-Rei do Brasil-Dom Marcos de Noronha-, no dia 06 de abril de 1751, conforme ele mesmo escreveu: “DA VILA DE SANTOS, GUARDANDO OS PONTOS DE LONGITUDE E LATITUDE E COM A DILIGÊNCIA QUE PODE USAR UM VIANDANTE DE PASSAGEM, FIZ A DERROTA(ROTEIRO) ATÉ ESTA VILA BOA, CONTINUANDO DEPOIS ATÉ NATIVIDADE E RECOLHI-ME OUTRA VEZ A ESTA VILA”. Como prêmio, recebeu licença para explorar por dez anos, a estrada carroçal que seria construída de São Paulo ao Planalto Central, passando por Goiás Velho e indo a Natividade, alcançando várias minas de ouro, além de uma SESMARIA de três em três léguas, para plantação de pastos e instalação de pontos de apoio. Conforme Alencastre escreveu, em 1863, página 124, nos ANAIS DA PROVÍNCIA DE GOIÁS, o projeto não foi executado por falta de verbas. Da antiga Vila Boa de Goiás, de 1751, deixou plantas urbanas e fachadas das construções do centro histórico da cidade. O primeiro desenho focaliza o Largo do Rosário, incluindo a Residência do General e a Igreja da Lapa. O segundo, focaliza a Praça do Jardim, incluindo a Rua Direita e a Igreja do Rosário. O terceiro, focaliza o centro da cidade, mostrando o Rio Vermelho e no fundo a Serra Dourada. Posteriormente, Tosi Colombina, também como Engenheiro, foi enviado pelo Governo Português para Portugal, onde em 05.04.1756, já com 55 anos de idade, recebeu patente para tratar da construção do Porto do Funchal, tendo tomado posse nesta patente em 06.05.1756. Desde então, não mais se teve notícia de Francesco Tosi Colombina. Estudado também em “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”, de Adirson Vasconcelos e no “DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL”, de Francisco de Assis Carvalho Franco. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, é Patrono da Cadeira 44, de que foi Titular Bernardo Éllis, hoje ocupada por José Fernandes. Sobre ele, escreveu excelente matéria o acadêmico Bernardo Elis, sob o título “TOSI COLOMBINA- O CARTÓGRAFO DA REGIÃO CENTRO-OESTE” para a REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE GOIÁS, Goiânia, Goiás, Ano 1993, Nº 13, página 17. Sobre ele, escreveu José Martins Pereira de Alencastre, em OS ANNAES DA PROVINCIA DE GOYAZ, em 1863: "Francisco Tossi Colombina e outros propuseram abrir por esse tempo uma estrada de carros de São Paulo para Cuiabá, passando pela Capital de Goiás, e requereram a concessão do privilégio do seu rendimento por espaço de dez anos, e uma sesmaria de três em três léguas em toda a extensão da projetada via de comunicação. Foi esta pretensão deferida por provisão de 06.12.1750...O privilégio caducou, por nunca terem os empresários podido organizar a companhia que se devia encarregar desses trabalhos". Quando Americano do Brasil escreveu sua SÚMULA DA HISTÓRIA DE GOIÁS, em 1932, também fazia referência a “Tosi Colombina”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO DO BRASIL COLÔNIA(1500-1808), de Ronaldo Vainfas, (Rio, Objetiva, 2001), não é mencionado no DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO(1883), de Sacramento Blake, no DICIONÁRIO HISTÓRICO-GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO(1870), de César Augusto Marques, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br *De qualquer forma, estes diferentes nomes de Tosi Colombina são encontrados em diferentes livros, entre os quais, DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL(São Paulo, 1954), de Francisco de Assis Carvalho Franco, p. 115 e na Revista do Arquivo Público Mineiro, Nº XVII, p.346, além de diversos outros livros. O maior biógrafo de Tosi Colombina, de todos os tempos é, indiscutivelmente, RICCARDO FONTANA que, sendo italiano, de Roma, depois de muitas pesquisas no Brasil e na Europa, escreveu o livro “FRANCESCO TOSI COLOMBINA”, publicado em Brasília, Charbel, 2004 e sobre ele tem feito palestras e conferências. Com este trabalho tem tentado sensibilizar os governos de alguns estados brasileiros, entre os quais, Brasília, Mato Grosso, Goiás e Tocantins, da necessidade de dar a devida importância a Tosi Colombina.

TOTÓ CAVALCANTI(José Antonio Aires Cavalcanti), de Corrente, Piauí, 12.08.1947, escreveu, entre outros, “O ESTADO DO TOCANTINS-DESAFIOS E RESULTADOS”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Condorcet Cavalcante Pacheco e Edmunda Aires Cavalcante. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 20.12.1973, tornou-se Advogado. Residente em Paraíso, Tocantins, onde também é proprietário da Rádio Independência. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Advogado, Administrador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Cronista. Produtor Cultural, Idealista, Visionário.Casado com Amélia Costa Pereira Cavalcanti, com quem tem três filhos. Em 1983, foi eleito Deputado Estadual em Goiás, permanecendo até 1990, quando, inclusive, foi líder do Governo. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 1988, foi eleito Suplente do Senador Carlos Patrocínio, em chapa lançada pelo Partido Progressista Brasileiro(PPB), em outubro de 1995, tendo assumido a Cadeira de Senador, entre Abril e Agosto de 1996. Fazendeiro, Empresário, Político. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, tanto em Goiás, onde se inscreveu, inicialmente, quanto no Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Fez curso de Direito Constitucional, na Universidade de Coimbra, em Portugal. Fundou o Colégio Sena Aires, de Goiânia. No antigo norte goiano, na cidade de Paraíso, fundou a Rádio Independência do Tocantins. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Como Deputado Estadual Goiano, apresentou a Lei Estadual 10.419, de 01.01.1988, que emancipou o então Distrito de Porto Nacional, transformando-o em MUNICIPIO DE TAGUARUÇU. Apesar de sua importância, não é estudado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva e nem em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho, bem como não é suficientemente mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Seu irmão Remilson Aires Cavalcanti é um dos mais ilustres nomes da Advocacia no Estado do Tocantins. Outro irmão de Totó é Condorcet Cavalcante Filho, Prefeito de Monte do Carmo(2005), no Estado do Tocantins. O pai de Totó, Condorcet Cavalcante Pacheco faleceu com 90 anos de idade, no dia 21.08.2005, na cidade de Porto Nacional, onde também foi sepultado. Quanto a Totó, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

TRAJANO COELHO NETO, de Balsas, Maranhão, 28.12.1916, escreveu, entre outros, “BACIA TOCANTÍNIA”, “ANUÁRIO DO TOCANTINS” (1957), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Mário Coelho e Adalgisa Teixeira Coelho. Foi casado com Maria Teixeira Coelho(Maroquinha), com quem teve dois filhos: Mário Coelho(falecido) e Marina Coelho.

Jornalista e Empresário do ramo gráfico. Foi proprietário de vários jornais no Norte de Goiás, nos quais lutava pela criação do Estado do Tocantins. Após peregrinar por várias partes do Brasil, fundou em Pium, Goiás, hoje Tocantins, em 1951, o jornal “ECOS DO TOCANTINS”. Deste jornal, há com sua filha, uma coleção completa que abrange 3.000(Três) mil exemplares.

Fundou também o PIUM CLUBE- ASSOCIAÇÃO RECREATIVA, CULTURAL E BENEFICENTE. Seus irmãos, Absalão Coelho e Celso Coelho foram proprietários dos jornais TRIBUNA DE CAROLINA e TRIBUNA DA AMAZÔNIA.

Trajano Coelho antes de dedicar-se ao jornalismo, foi dono da “CASA COELHO”, vendendo no varejo e atacado. Em São Paulo, comprou um parque gráfico, trazendo-o para Pium, onde fundou o seu jornal “ECOS DO TOCANTINS”, iniciando, na década de 1950, a campanha em prol da criação do Estado do Tocantins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Cronista. Produtor Cultural, Idealista, Visionário. Foi Deputado Estadual, representando o Norte de Goiás. Político, Jornalista, Comerciante. Industrial, Gráfico, Pecuarista.

Era PREFEITO DE PIUM, Goiás, hoje Tocantins, quando foi barbaramente assassinado, no dia 13 de abril de 1961, quando tinha 45 anos de idade. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 08, cujo Titular é José Cardeal dos Santos.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br


TRAJANO LEME FILHO, de São Paulo, Capital, 1976, escreveu, entre outros, “OS 50 MAIORES ERROS DA HUMANIDADE”(2004), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “METODOLOGIA DE DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS”(2003) e “BUSINESS INTELLIGENCE NO MICROSOFT EXCEL”(2004). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Começou como vendedor quando tinha 16 anos de idade, em 1992, seguindo a tradição de seus parentes. Algum tempo mais tarde, tornou-se TRAINEE(instrutor) da BRINKS, onde foi efetivado. Formou-se em Administração de Empresas. Fez Pós-Graduação em Engenharia da Informação. Tornou-se Professor no Centro de Pós-Graduação das Faculdades Associadas de São Paulo(FASP). Trabalha no Departamento de Tecnologia de Informática(TI) do Bank Boston. É colunista do site TI Máster. Sobre ele escreveu excelente matéria o jornalista Aurélio Prado, sob o título “ERRAR É HUMANO E HISTÓRICO” para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, Tocantins, 29.01.2005. Em virtude de seu novo livro OS 50 MAIORES ERROS DA HUMANIDADE, esteve no Programa de Entrevistas de Jô Soares, na Rede Globo de Televisão. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

TUPINAMBÁ DOS REYS (JOSÉ RIBAMAR CARNEIRO DOS REIS), de Caxias, Maranhão, 10.10.1930, escreveu, entre outros, "ENCICLOPÉDIA DOS POLÍTICOS GOIANOS", sem dados biográficos no livro. Foi Editor do jornal A HORA(1976) e jornalista do jornal FOLHA DE GOIAZ. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UARIAN FERREIRA, de Trindade, Goiás, 1961, escreveu, entre outros, "MANUAL PRÁTICO DO EMPREGADO DOMÉSTICO", sem dados biográficos no livro, juntamente com Habib Tamer Elias Merhi Badião e Luiz Fernando Zakareicwz. Advogado Trabalhista em Goiânia, onde também reside. Professor, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas, Instituto Goiano do Direito do Trabalho e Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UBIRAJARA BEROCAN LEITE, de Couto Magalhães, Goiás, hoje Tocantins, 05.02.l9l3, escreveu, entre outros, "ALAGOANOS INTRÉPIDOS" (Genealogia completa da família Bellarmino e Deodina Leite), com notas de orelha de Consuelo Nasser e notas de capa de Waldemar Gomes de Melo. Filho de Bellarmino Berocan e Deodina Leite. Sua família mudou-se para Conceição do Araguaia e depois para Itaberaí, interior goiano, onde passou a adolescência. Após os estudos primários, fez o secundário e começou Odontologia em Goiás Velho. Formou-se Dentista, no entanto, na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, interior de São Paulo. Mudou-se para Anápolis, como Dentista. Em seguida, mudou-se para Pium, norte de Goiás, hoje Tocantins, como Dentista e Garimpeiro de Cristal. Retornando a Santana das Antas(Anápolis), casou-se com Stella Dalva Rocha e se tornou proprietário da Concessionária Mercedes Benz na cidade de Anápolis, interior goiano. Presidente, em l957, da Comissão de Festejos dos Cinquenta anos de Anápolis, onde também se casou e onde nasceram alguns de seus filhos. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Após 23 anos de Anápolis, mudou-se, em 1959, para Goiânia, por exigência da Mercedes Benz do Brasil, MONTADORA a que sua Concessionária estava vinculada. Odontólogo, Empresário, Administrador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Memorialista, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Acha-se no livro ANÁPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jaime Ferreira. Seu livro de genealogia é uma das melhores contribuições para se conhecer a história das famílias recentes de Goiás. Fundou e construiu o Clube Jaó de Goiânia, em 1962, hoje presidido pelo seu filho UBIRAJARA BEROCAN LEITE FILHO. Faleceu em Goiânia, onde viveu nos últimos tempos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

UBIRAJARA GALLI(José Ubirajara Galli Vieira), BIRA GALLI, BIRA, de Pires do Rio, Goiás, 22.02.l954, escreveu vários livros, entre os quais, "POEMAS E PAPOS"(1977), "LICORES DA CARNE"(POEMAS-1988), "SETEMBRO NA POESIA", "A FÁBULA DO ÊXTASE" (POEMAS-1982), “POEMAS BALZAQUIANOS”(1986), “AMOR INVERSO”(POEMAS-1990), sem dados biográficos nos livros. Escreveu também “TATUAGENS EM FUGA”(1998), “ALMÍSCAR”(1994). Este, com prefácio de Maria Terezinha Martins e notas de orelha de Darcy França Denófrio e Reinaldo Barbalho. Foi Diretor do Instituto Goiano do Livro e Assessor Geral da Secretaria Estadual de Cultura. Dirigiu a Ação Cultural da Fundação Pedro Ludovico. Professor, Escritor, Poeta. Memorialista, Ensaísta, Pesquisador. Ficcionista, Educador, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista Contista. Administrador de Empresas. Funcionário Público Estadual. Formou-se pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, em Goiânia. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, da Associação Goiana de Imprensa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Atualmente(1998), Presidente da Fundação Cultural Pires do Rio, sua terra natal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em quase todas as antologias de poesia e prosa publicadas em Goiás. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Pires do Rio, Goiás, no dia 22 de fevereiro de 1954. Filho de Ludgero Carolino Soares Vieira e Elisa Galli Vieira.
Iniciou, em 1961, os estudos primários em sua terra natal, na Escola Sagrado Coração de Jesus, no Grupo Escolar Martins Borges e no Grupo Escolar Vasco dos Reis, de Urutaí, interior goiano.
Começou o curso secundário em Pires do Rio, no Ginásio Sagrado Coração de Jesus, mas só concluiu no Colégio Estadual de Goiânia, o famoso Liceu de Goiás.
Preparando-se para os exames vestibulares, estudou também em Colégios Pré-Universitários.
Formou-se, em Goiânia, na Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, bacharelando-se em Administração de Empresas.
Seu primeiro livro de poesia, “POEMAS E PAPOS”, foi publicado em 1977. Em 1978, com 24 anos de idade, casou-se com Helena Kossa, com quem tem os filhos, Pablo Kossa Galli Vieira e Paola Kossa Galli Vieira.
Foi Diretor do Instituto Goiano do Livro e Assessor da
Secretaria de Cultura de Goiás.
Dirigiu o Departamento de Ação Cultural da Fundação Pedro Ludovico Teixeira.
No biênio de 1994 a 1996, foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Com vários outros livros publicados, encontra-se hoje (1998) em sua cidade natal, como Presidente da Fundação Cultural de Pires do Rio. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 19, tendo como Patrono Guimarães Natal, Fundador Mario Caiado e Titulares João Batista Accioly e Waldir Castro Quinta. No Instituto Histórico e Geográfico de Goias, ocupa a Cadeira 01, tendo como Patrono Pedro Ludovico e como 1º Titular Paulo Bertran.

UBIRATAN PEREIRA DE BARROS, de Buriti Bravo, Maranhão, l939, escreveu, entre outros, "ENGLISH FOR CONVERSATION-BOOK l", sem dados biográficos no livro. Professor de Inglês, da Escola Técnica Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Intelectual, Educador, Mestre. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UBIRATAN PEREIRA DE RESENDE, Goiano, de Paraúna, l9..., escreveu, entre outros, "CABORÉ- A SAGA DE UM BOIADEIRO" (BIOGRAFIA DE SEU PAI, ADALCINO PEREIRA DE RESENDE-1990), com apresentação de Alódio Tovar, sem dados biográficos pessoais no livro. Conta a história de seu próprio pai, na Fazenda São Domingos, pelos idos de 1928. Filho de Adalcino Pereira de Resende e Messias Teodoro. Fazendeiro, Contista, Cronista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Literato, Memorialista, Poeta. Está vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos biográficos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UBIRATAN TEIXEIRA, de São Luis, Maranhão, 14.10.1931, escreveu, entre outros, DICIONÁRIO DE TEATRO(2005), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Licenciou-se em Letras Clássicas, pela antiga Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de São Luis. Formou-se em jornalismo pela Universidade de São Paulo(USP). Estudou Teatro na Europa, na década de 1950, através da instrumentalidade de Pascoal Carlos Msgno. Funcionário Publico, vinculado a entidades publicas e privadas, tais como, Secretaria da Agricultura do Maranhão, Petrobrás e Sudene. Trabalhou na Rádio Educadora do Maranhão e TV-E, bem como nos jornais, DIARIO DA MANHÃ, O IMPARCIAL, O COMBATE, JORNAL DO POVO, JORNAL DO DIA e no ESTADO DO MARANHÃO. Teatrólogo, jornalista, cronista. Crítico de literatura, de artes plásticas e de teatro. Membro da Academia Maranhense de Letras. Publicou também VELA AO CRUCIFICADO, SOL DOS NAVEGANTES, CAMINHOS SEM TEMPO, etc. Sobre ele, a jornalista Arlete Nogueira da Cruz, publicou excelente matéria no jornal FOLHA DO MARANHÃO DO SUL, de Carolina(Ma), 29.08.2005. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ULDERICO PIRES DOS SANTOS, Goiano, de Corumbá de Goiás, l9l7, escreveu, entre outros, "AGRAVO DE INSTRUMENTO", sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Juiz de Direito, Desembargador. Foi Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás e do Tribunal Regional Eleitoral. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jurista, Doutrinador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ULISSES BRAGA(Ulisses de Azevedo Braga), de Carolina, Maranhão, 30.08.1930, escreveu, entre outros, “NEOCAPITALISMO SOCIAL-A REVOLUÇÃO BRANCA BRASILEIRA”(1989), “CARTA URGENTE- DA REVOLTA CIDADÃ À UTOPIA BRASIL”(1999), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal e também em Boa Vista do Padre João(Tocantinópolis), estudou no Colégio Rui Barbosa e no Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro. Formou-se em Direito, na Faculdade Nacional de Direito, do Rio. Com 22 anos de idade, em 1952, ingressou por concurso, na Câmara dos Deputados, onde foi Assistente Legislativo e Taquigrafo de Debates. Com a mudança da Capital Federal para Brasília, para lá também se transferiu, montando Escritório de Advocacia. Foi Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil, em Brasília. Foi Secretario e Vice-Presidente da OAB, na gestão do hoje Ministro do Supremo Tribunal Federal, Mauricio Correa. Também em Brasília, foi Procurador-Geral da Fundação Projeto Rondon. Já aposentado, retornou ao Maranhão, em 1987, radicando-se em Imperatriz. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 3, tendo como Patrono o carolinense João Nogueira Rego. Mudou-se posteriormente para Carolina, sua terra natal. É irmão do jornalista Waldir de Azevedo Braga, proprietário do jornal FOLHA DO MARANHÃO DO SUL. É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Esta enciclopédia diz também que ele nasceu em 30.07.1930. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ULISSES GUIMARÃES(DA SILVEIRA), de Rio Claro, São Paulo, 6.10.1916, escreveu, entre outros, “JOSÉ BONIFÁCIO E O ROMANTISMO BRASILEIRO”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Ao assumir a Presidência da Assembléia Nacional Constituinte, em 1987, ensejou oportunidade para que se inserisse no texto constitucional a EMENDA DE CRIAÇÃO DO ESTADO DO TOCANTINS. Assim, após várias tentativas do Deputado Federal Siqueira Campos que apresentava várias Emendas, fundindo umas e aperfeiçoando outras, com a fusão da Emenda 2P00002-9 e a Emenda Popular PE00026-1, foi criado o Estado do Tocantins, pelo Artigo 13, do Ato das Disposições Constitucionais Territoriais da Constituição de 1988 que foi promulgada pelo próprio Presidente Ulisses Guimarães, no dia 05 de outubro de 1988. Quanto a Ulisses, era Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais(Direito), pela Universidade de São Paulo, onde se formou Advogado. Professor Universitário, Político, Orador. Crítico Literário, Poeta, Intelectual. Memorialista, Idealista, Visionário. Poeta, Escritor, Cronista. Deputado Federal. Presidente da Câmara dos Deputados. Presidente do Parlamento Latino-Americano. Em 1961, foi Ministro da Indústria e do Comércio. Presidente da Assembléia Nacional Constituinte. Recebeu Prêmio da Academia Paulista de Letras. Delegado junto ao Parlamento Europeu. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Faleceu de acidente aéreo no dia 12 de outubro de 1992. Presente em todos os livros que tratam do Tocantins, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros, “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS” , de Liberato Póvoa, “TOCANTINS-O MOVIMENTO SEPARATISTA DO NORTE DE GOIÁS(1821-1988), “FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS”, Temis Gomes Parente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

UMBERTO AUGUSTO DE MEDEIROS, Mineiro, de Arapuá, l933, escreveu, entre outros, "ESTUDOS SOCIAIS-ESTUDO DIRIGIDO DE EDUCAÇÃO E MORAL E CÍVICA", “ORGANIZAÇÃO SOCIAL E POLÍTICA BRASILEIRA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Professor de História do Colégio Estadual Pedro Gomes, de Goiânia. Titular da Coordenação de Educação Moral e Cívica de Goiás. Escritor, Educador, Ensaísta. Pesquisador, Conferencista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Orador. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UMBERTO FERREIRA, Goiano, de Rio Verde, l944, escreveu, entre outros, "ESCLARECENDO OS JOVENS", "VIDA CONJUGAL", “RELACIONAMENTO ENTRE PAIS E FILHOS”, “ESCLARECENDO OS DESENCARNADOS”, sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás, de que também foi Vice-Reitor. Médico, Espiritualista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Doutrinador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Intelectual, Conferencista. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Federação Espírita de Goiás. Irmão do Jornalista Dilmar Ferreira, do jornal O ANÁPOLIS. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, as que tratam de temas espiritualistas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

UMBERTO PEREGRINO (SEABRA FAGUNDES), de Natal, Rio Grande do Norte, 03.11.1911, escreveu, entre outros, “IMAGENS DO TOCANTINS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Peregrino da Rocha Fagundes e Cornélia Seabra de Melo Fagundes. Após os estudos primários no Colégio Diocesano Santo Antonio, de sua terra natal, cursou o secundário no Ateneu Norte-Rio Grandense. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde fez o curso superior na Escola Militar do Realengo. Terminou por seguir a carreira militar e nela ocupou diversas funções. Foi Professor do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Na condição de militar, viajou pelo Rio Tocantins, estudando as principais cidades localizadas às suas margens, entre as quais, Porto Nacional, Pedro Afonso, Tocantinópolis, etc. De seus estudos, resultou o livro “Imagens do Tocantins”, publicado no Rio de Janeiro, em 1942. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cordelista, Idealista. Visionário, Produtor Cultural, Literato. Foi Diretor do SAPS e da Biblioteca do Exército. Dirigiu o Instituto Nacional do Livro, no Rio de Janeiro. Em 1959, recebeu o Prêmio Paula Brito, além de muitas outras condecorações. Em 1984, publicou o livro “Literatura de Cordel em discussão”, pelo qual foi inserido no “Dicionário de Folcloristas Brasileiros”, de Mário Souto Maior. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

URBANO DE CASTRO BERQUÓ, Mineiro, de Araguari, 11.01.l906, traduziu "E A FRANÇA TERIA VENCIDO", do General De Gaulle, com notas e comentários pessoais. Estudou no Liceu de Goiás, na antiga Capital, onde viveu, até matricular-se no Colégio Militar do Rio de Janeiro. Foi funcionário do Ministério da Agricultura. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo fundador foi Derval Alves de Castro, de que foi titular Pedro Celestino da Silva Filho, hoje(1998) ocupada por Helvécio Goulart. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, além de ANTOLOGIA GOIANA, de José Veiga Jardim Netto, bem como em RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Araguari, Minas Gerais, no dia 11 de janeiro de 1906. Filho de Joaquim Gomes da Silva e Josefina de Castro Berquó.
Foi registrado no Cartório de Araguari, em 30 de agosto de 1915, como sendo filho de Urbano Velasco Berquó.
Em 1911, já em Vila Boa(Goiás Velho), iniciou o curso primário. Ingressou no Liceu de Goiás, em 1916, mas por pouco tempo.
Matriculou-se, em 1918, no Colégio Militar do Rio de Janeiro, gratuitamente, por ordem do Ministro da Guerra.
Em 1924, foi preso, em virtude de discurso ofensivo à autoridade militar, o que aconteceu na Sociedade Literária do Rio de Janeiro.
Iniciou o curso de Direito em 1928, mas preferiu ser REVISOR do “CORREIO DA MANHÔ, chegando, em 1929, a comentarista político.
Em 1935, após concurso público, foi nomeado Servidor Público Federal do Ministério da Agricultura, onde fundou a REVISTA DO SERVIÇO PÚBLICO, de que foi o primeiro Diretor.
No dia 21 de abril de 1942, faleceu no Rio de Janeiro, onde sempre viveu.
Foi casado com Zulmira Ferreira. Traduziu para o português, o livro do General De Gaulle “E A FRANÇA TERIA VENCIDO”, com excelente introdução.
Na Academia Goiana de Letras, tornou-se Patrono da Cadeira 23, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo como Titular Pedro Celestino da Silva Filho, sendo hoje(1998), ocupada por Helvécio Goulart.

URBANO DUARTE(Urbano Duarte de Oliveira), de Lençóis, Bahia, 31.12.1855, escreveu, entre outros, O ANJO DA VINGANÇA(Drama-1882), OS GATUNOS(Drama-1883), O ESCRAVOCRATA(1884), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não divulgados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde assentou praça a partir de 21.03.1874, com 19 anos de idade. Completou o curso de artilharia na Escola Militar, chegando ao posto de major em 1893, com 38 anos. Foi preparador do gabinete de Química da Escola Superior de Guerra. Cultivou desde cedo as letras e a vida literária, participando do grupo boêmio de Olavo Bilac. Durante mais de 20 anos colaborou em órgãos da imprensa: GAZETA LITERÁRIA, O PAIZ, REVISTA MUSICAL e jornal BELAS ARTES (semanário fluminense), CORREIO DO POVO (com Alcindo Guanabara, Artur Azevedo e Alfredo Madureira), GAZETINHA e JORNAL DO COMMERCIO, onde mantinha a seção “Sem rumo”. Como fundador da Cadeira 12, vinculou desde o início, a Academia Brasileira de Letras ao JORNAL DO COMMERCIO, do Rio de Janeiro, que passou a noticiar os eventos importantes da instituição e a publicar todos os discursos proferidos em suas sessões solenes. Destacou-se como um dos maiores cronistas humorísticos na imprensa do Rio de Janeiro e também no teatro. Jornalista, cronista, humorista e teatrólogo. Faleceu no Rio de Janeiro em 10.02.1902, com 47 anos de idade. Convidado para a última sessão preparatória da Academia Brasileira de Letras, em 28.01.1897, é o fundador da Cadeira 12, que tem como patrono França Júnior. Sua Cadeira 12, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono França Junior, Fundador(ele mesmo, Urbano Duarte), sendo também ocupada por Augusto de Lima, Vitor Viana, Macedo Soares, Abgar Renault, Dom Lucas Moreira Neves e Alfredo Bosi. Não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza. Não é estudado na antologia A POESIA BAIANA NO SÉCULO XX(1999), de Assis Brasil. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

URSULINO TAVARES LEÃO, Goiano, de Crixás, 10.09.l923, autor de dezenas de livros, destacando-se, "A PROCISSÃO DO SILÊNCIO" (1990), "PRAÇA DA VEREDA MAIOR"(1986), "EXISTÊNCIA DE MARINA"(1967), "SALMOS DA TERRA"(1985), "LIVRO DE ANA"(1972), "CONFISSÃO DO ABANDONO"(1967), "FONTE EXPRESSA"(1975), “SEGUNDO LIVRO DE ANA”(1980), "MAYA"(1949), "RODOVIA PREFERENCIAL"(1981), "BALDEAÇÃO PARA NÍNIVE" (1994), "A MALDIÇÃO DA CRUZ"(1996), “JUDITH”(1998), “VAGA-LUMES NA NEBLINA”(2005). Foi Procurador Geral de Justiça, em 1975 e Vice-Governador do Estado de Goiás. Advogado, Professor, Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Romancista, Ficcionista, Articulista. Intelectual, Pensador, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 20, de que foi seu presidente por vários anos. Sua Cadeira tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza, de que foi fundador Jovelino de Campos. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 04, da Academia Brasiliense de Letras, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais. Concebeu e realizou o primeiro e único “ENCONTRO DAS ACADEMIAS DE LETRAS DO BRASIL”, em Goiânia. Apreciado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990, além do DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Nasceu em Crixás, Goiás, a 10 de setembro de 1923. Filho de Tomaz Leão da Silva e de Luíza Tavares Leão.
Mudou-se para Anápolis, em 1929, passando a frequentar o Grupo Escolar Antesina Santana.
Seguiu para Silvânia, interior goiano, em 1939, para estudar no Ginásio Anchieta, dando ali os primeiros passos literários na “Voz Juvenil”.
Já em Belo Horizonte, em 1944, matriculou-se no Curso Pré-Jurídico do Colégio Arnaldo, ingressando na Faculdade de Direito, em 1946.
Publicou, em 1949, o romance “Maya”, pela Pongetti, do Rio de Janeiro.
Concluiu, no ano seguinte, o curso de Direito, ano em que também vai ao 3º Congresso Brasileiro de Escritores, em Salvador, como Delegado Mineiro.
Ainda em 1950, a 14 de dezembro, casou-se em Ouro Preto, com Gislene Petrilo, vindo residir em Anápolis.
Diretor da Escola Técnica de Comércio, onde também lecionou Português e História Administrativa, em 1952, foi eleito Deputado Estadual, tornando-se lider do Governo na Assembléia, em 1965.
Após viagem ao exterior, foi empossado na Cadeira nº 20, da Academia Goiana de Letras, na cidade de Anápolis, no dia 30 de julho de 1967, com saudação de Basileu Toledo França.
Esta Cadeira tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza e de que foi Titular Jovelino de Campos.
No ano seguinte, publicou “Confissões do Abandono”(1968) e “Existência de Marina”(1968).
Foi eleito, em 1969, Presidente da Academia Goiana de Letras.
Em 1970, tornou-se professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), ano em que recebeu o título de “Cidadão Anapolino” e foi eleito Vice-Governador do Estado.
Concluiu, em 1971, o curso da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Publicou, em 1972, o “Livro de Ana”. Eleito membro da Academia Brasiliense de Letras, na Capital Federal, recebeu nos anos seguintes, várias condecorações, entre as quais, o título de COMENDADOR, da Sociedade Geográfica Brasileira de São Paulo, em 1973.
Tornou-se Procurador Geral de Justiça do Estado de Goiás, em 1975, e no ano seguinte lançou, em Brasília, “Fonte Expressa”.
De 1978, data “Estudo sobre Aluísio Azevedo” e de 1980 o “Segundo Livro de Ana”. Já em 1981, publicou “Rodovia Preferencial”, possuindo vários originais prontos para publicação.
Nos anos seguintes, sua produção literária foi extraordinariamente intensificada, com a publicação de várias obras em âmbito nacional, entre as quais, “Baldeação para Nínive” e “A Maldição da Cruz”, além de “Judith”, bem como ainda “Depois e Ainda”, “Crônicas & Outras histórias”, “Roteiro dos sentimentos da Cidade de Goiás”.
Sobre ele e com o título “URSULINO LEÃO-SEUS CONTOS E CRÔNICAS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é titular da Cadeira 04, tendo como Patrono Guimarães Natal.
Mudou-se definitivamente para Goiânia e tornou-se um dos mais apreciados cronistas do jornal O POPULAR. Com a morte de sua esposa Lena Leão(Gislene Petrillo Leão) , em 10.08.2004, passou a dedicar-se ainda mais à literatura, bem como à sua Fazenda, no interior goiano.


VALDECI NASCIMENTO SOBRINHO, Goiano, de Senador Canedo, l960, escreveu, entre outros, "AINDA NÃO SEI", sem dados biográficos no livro. Poeta, Professor, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Educador. Intelectual, Pensador, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALDECI JANUÁRIO MARQUES, Goiano, de Iporá, l948, entre outros, escreveu, "DIAS DE POESIA", sem dados biográficos no livro. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALDEMAR DE SOUZA LIMA, de São Sebastião, Alagoas, 20.02.1902, escreveu, entre outros, GRACILIANO RAMOS EM PALMEIRAS DOS INDIOS(1971), O CANGACEIRO LAMPIÃO E O IV MANDAMENTO(1979), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Tabelião, Jornalista, Ensaísta. Mudou-se para Brasília em 1967. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Faleceu em 12.08.1986. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VALDEMAR FERREIRA DE MORAIS, de Ituiutaba, Minas Gerais, 05.03.1953, escreveu, entre outros, PÁGINAS DE INSPIRAÇÃO PARA A VIDA(2005), UMA RICA MENSAGEM PARA A VIDA ATRAVÉS DO PENSAMENTO(2005), este, com apresentação de Maria de Jesus Assis Vieira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de João Batista Ferreira e de Antonia Filisbina de Morais. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Andou pelos Estados de São Paulo e Goiás, onde cursou o primeiro grau, científico e magistério. Na Universidade Federal de São Carlos, em São Paulo, começou o curso de Pedagogia, mas terminou por bacharelar-se em Direito, em 1987, com 34 anos de idade. Com o passar do tempo, tornou-se bancário, comerciante, professor e Diretor de Colégio. Correspondente de jornal e Advogado. Durante nove anos, foi Delegado da Polícia Civil no Estado do Tocantins. Por concurso público, fez-se Perito Criminal na Secretaria de Segurança do Estado do Tocantins, atuando em Augustinópolis e Palmas. Pai de Renato Henrique, Talisson Gustavo, Rafael Lopes e Walisson Vitor Cabral de Morais. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VALDEMES RIBEIRO DE MENEZES, de Ituiutaba, Minas Gerais, 09.03.l932, autor de vários livros, entre os quais, "A BRIGA DE PEDRO"(1983), “O PISTOLÃO”(1953), “O PORTÃO DE DEUS”(1965), “A RECUPERAÇÃO DO PRESO E A SEGURANÇA DO POVO”, “O GRANDE MOMENTO”, “A INVASÃO DO BRASIL”(A FASCINANTE VIAGEM COM PERO VAZ DE CAMINHA), sem dados biográficos nos livros. Filho de João Ribeiro da Silva e Bernardina Menezes da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o secundário no Rio de Janeiro. Na Universidade Federal da antiga Guanabara, bacharelou-se em Direito. Vindo para Goiás, tornou-se Promotor de Justiça, por concurso público. Presidente da Academia de Letras, Ciências e Artes de Inhumas(ALCAI). Advogado. Residente em Inhumas, interior goiano, onde foi Promotor de Justiça por muitos anos e até aposentar-se. Promotor Público, Procurador de Justiça Aposentado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Pensador. Poeta, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana do Ministério Público, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem Nacional dos Escritores e International Writers and Artists Association, dos Estados Unidos. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, inclusive na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA,de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990 e na REVISTA DA UBE GO, l989. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALDEREZ BERNARDES CUNHA, Mineira, de Uberlândia, l932, escreveu, entre outros, “O MISTÉRIO NO INTERNATO”, “A BEIRADA DO MUNDO”, “O LIVRO AZUL”, “QUEM SERÁ REI”?, "O ENGANO DA EMA", este, com prefácio de César Baiocchi, sem dados biográficos nos livros. Editou também “TRICOTANDO CONTOS”. Após ter estudado em sua terra natal e em São Paulo, mudou-se para Goiânia, em 1954. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Cronista, Contista, Ficcionista. Romancista. Memorialista, Intelectural. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Historiadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Referenciada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás(1987), além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALDIR DE AQUINO XIMENES, de Fortaleza, Ceará, 15.01.1962, escreveu, entre outros, O HOMEM SUBMERSO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília em 1975. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Médico Pediatra da Fundação Hospitalar do Distrito Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


VALDIR VILMAR DA SILVA, Goiano, de Cumari, l945, dentre outros, escreveu, "ÁLGEBRA LINEAR", "GEOMETRIA ANALÍTICA", este, com Genésio Lima dos Reis, sem dados biográficos nos livros. Professor de Álgebra e Geometria, do Instituto de Matemática e Física da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Matemático, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Educador, Calculista, Ficcionista. Conferencista, Orador, Administrador. Mestre em Matemática. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diferentes instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALDIVINO BRAZ FERREIRA (TERTULIANO PARNASO), de Buriti Alegre, Goiás, 23.06.l942, escreveu, entre outros, "AS FACES DA FACA"(POEMAS-1978), “A PALAVRA POR DESÍGNIO”(POEMAS-1984), “O ANIMAL POLÍTICO DE ARISTÓTELES”, “AS LÂMINAS DE ZARB”, "CAVALEIRO DO SOL"(CONTOS-1977), "TESSITURA DO SER"(POEMAS-1987), “A TROMPA DE FALÓPIO”, “A DANÇA DO INTELECTO”, "ARABESCOS NUM CHÃO DE GIZ", sem dados biográficos nos livros. Filho de Valdemar Alves Ferreira e Sebastiana Braz da Silva. Fez o curso primário em Uberlândia, Minas Gerais. Nos Institutos Dom Abel e Rio Branco, em Goiânia, concluiu os demais cursos, via Supletivo. Passou a infância em Morrinhos, Rochedo, Mato Rico, Goiatuba e Uberlândia, de onde se transferiu para Goiânia, em 1964. Formou-se em Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás, em 1984. Embora nascido em Buriti Alegre, foi registrado em Morrinhos, em 23.11.1942. Cronista, Poeta, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Pensador, Intelectual. Ficcionista, Memorialista, Romancista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Literato. Conferencista, Orador, Articulista. Formado em Jornalismo pela Escola de Comunicação Social, da Universidade Federal de Goiás. Assessor de Imprensa do Ministério Público de Goiás. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás, Clube de Repórteres Políticos de Goiás, Academia Catalana de Letras e Associação Profissional dos Escritores do Estado de Goiás. Detentor dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado, além do Prêmio Nacional Cidade de Belo Horizonte. Foi agraciado com o TROFÉU TIOKÔ, da UBE, de Goiás, em 1998. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Editor-Geral do DIÁRIO DA MANHÃ, d’O ESTADO DE GOIÁS e das revistas NOVOS DIAS, VALORIZAÇÃO e BRASIL OESTE. Revisor dos jornais OPÇÃO, O POPULAR e FOLHA DE GOIAZ. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na REVISTA DA UBE GO-l989, bem como em outras antologias de poesia e prosa, entre as quais, ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida, em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu no Rio Desemboque, Buriti Alegre, Goiás, no dia 23 de junho de 1942.
Iniciou, em 1949, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, mudou-se para Uberlândia, Minas Gerais, onde estudou no Grupo Escolar Coronel José Teófilo Carneiro.
Transferiu-se para Goiânia, Goiás, em 1964, onde fez cursos supletivos. Matriculou-se na Faculdade de Jornalismo, da Universidade Federal de Goiás.
Jornalista Profissional, tem sido editor de vários jornais e revistas, na Capital do Estado.
Detentor do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Seu primeiro livro de poesias, AS FACES DA FACA, foi publicado em 1978.
Ganhador do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo Estadual.
Seu segundo livro de poesias, “A PALAVRA POR DESÍGNIO”, foi editado em 1983.
Da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que é membro, recebeu o TROFÉU TIOKÔ.
É detentor também do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES CORA CORALINA, da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira.
De Chefe de Reportagem em televisões e jornais, terminou por ser atualmente(1998), Assessor de Imprensa do Ministério Público Estadual, na Procuradoria Geral de Justiça do Estado de Goiás.

VALDON VARJÃO, de Cariús, Ceará, 15.12.l923, escreveu, entre outros, "GARIMPEIROS: VISIONÁRIOS DA ESPERANÇA" (1997), "BARRA DO GARÇAS NO PASSADO". Filho de Manoel Cardoso Varjão e Maria Olímpia. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o Supletivo em Goiânia e Contabilidade Comercial, em Barra do Garças. Formou-se em Direito, na Faculdade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro. Tornou-se Tabelião e Político em Barra do Garças, Mato Grosso, tendo sido Prefeito Municipal. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Correspondente) e da Academia Goiana de Letras(Correspondente). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Poeta. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Administrador, Educador, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Foi Deputado Federal e Senador da República, pelo Estado do Mato Grosso. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALENTIM MAGALHÃES(Antônio Valentim da Costa Magalhães), Carioca, do Rio de Janeiro, 16.01.1859, escreveu, entre outros, IDEIAS DE MOÇO(Poesia-1878), CANTOS E LUTAS(Poesia-1879), A VIDA DE SEU JUCA(Poema-1880), QUADROS E CONTOS(Contos-1882), A LITERATURA BRASILEIRA(Ensaio-1896), LIÇÕES DE PEDAGOGIA(1900), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antônio Valentim da Costa Magalhães e de Maria Custódia Alves Meira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1877, com 18 anos de idade, foi estudar Direito em São Paulo. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1881, com 22 anos. Em São Paulo, teve sua vida agitada de escritor, boêmio e jornalista. Colega de Silva Jardim, Raimundo Correia, Raul Pompéia, Luís Murat e Luís Gama, cedo começou a escrever poesia. Publicou seu primeiro livro, CANTOS E LUTAS(1879), ainda em São Paulo. De volta ao Rio de Janeiro, sua terra, já formado em Direito, não se envolveu com a Advocacia, mas ingressou no jornalismo. Como Diretor-Proprietario, dirigiu o jornal A SEMANA, que se tornou o baluarte literário dos jovens de então. Além de literatura, esse periódico fazia propaganda da Abolição e da República. Quase todos os que, mais tarde, teriam algum papel nas letras brasileiras - e que então começavam - colaboraram em A SEMANA. Dedicando-se à poesia, ao conto, à crônica, ao romance, ao teatro, o que fez, de fato, foi divulgar os novos escritores pelo país. A Biblioteca da Academia iniciou o seu acervo com a doação, em janeiro de 1897, por Valentim Magalhães, de um exemplar do seu romance FLOR DE SANGUE(1897). Jornalista, contista, romancista e poeta. Faleceu no Rio de Janeiro, em 17.05.1903, com 44 anos de idade. Fundador da Cadeira 7. Sua Cadeira 7, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Castro Alves, Fundador(ele mesmo, Valentim Magalhães), sendo também ocupada por Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Junior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz, Sergio Correa da Costa e Nelson Pereira dos Santos. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VALENTINA JUNGMANN CINTRA ALLA, de Goiânia, Goiás, 1962, escreveu, entre outros, “O RECURSO DE AGRAVO E A LEI Nº 9.139 DE 30/11/95”(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Nelson Nery Júnior. Professora da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Vice-Presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil, em Goiás. Docente da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Advogada, Professora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Mestre em Direito Processual Civil, pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(PUC-SP). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, de que é também Conselheira, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UCG. Especialista em Direito Penal e Processual Penal, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Procuradora do Estado de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALÉRIA AGUIAR DE FARIAS MACHADO DO PRADO, Goiana, da Capital, 1965, escreveu, entre outros, “CÓDIGO ELEITORAL ANOTADO”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, junto com Vânia da Guia Martins dos Santos, prefácio de Licínio Leal Barbosa. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Educadora, Escritora, Supervisora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Poetisa, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Formada em Administração de Empresa, bem como em Administração Pública, pela Universidade Católica de Goiás. Pós-Graduada e especialista em Direito Penal, Processual Penal e Direito Constitucional, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, sob a orientação, entre outros, do professor Licínio Leal Barbosa. Desde 1985, é funcionária do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. De família tradicional em Porto Nacional, sua mãe Luzia Aguiar de Farias foi Procuradora do Estado de Goiás e seu pai Jayme Florentino de Farias, político de renome na antiga Porto Real. Hoje(1998), é Assistente Executiva do Desembargador Jamil Pereira de Macêdo, Presidente do Egrégio Tribunal Regional Eleitoral de Goiás, também filho de Porto Nacional. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VALÉRIA LITVAC, Goiana, de Catalão, l958, entre outros livros, escreveu, "CAMINHOS DI VERSOS", sem dados biográficos no livro. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Encontra-se em diferentes antologias de poesia e prosa. Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMIGRANTES EM CATALÃO, de Antônio Miguel Jorge Chaud. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALÉRIA MONTEIRO, Goiana, da Capital, 1963, escreveu, entre outros, “ANÁLISE E COMENTÁRIO DAS OBRAS DO VESTIBULAR DO ESTADO DE GOIÁS 97/98”, publicação da Editora Pirineus, de Goiânia. Formada em Letras pela Universidade Católica de Goiás. Professora dos Cursos Preparatórios aos Exames Vestibulares dos Colégios Solução e Embrás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Sobre ela, escreveram as professoras Vera Maria Tietzmann Silva e Ione Maria de Oliveira Valadares, as quais, em artigo publicado no jornal O POPULAR, fizeram crítica generalizada ao seu livro. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALERIAN ZNAMENSKY, Paulista, da Capital, l920, entre outros, escreveu, "AS PLANTAS FORRAGEIRAS E A AGROPECUÁRIA DE GOIÁS" (l965), “INFORMAÇÕES SOBRE O APROVEITAMENTO AGROPASTORIL DO CERRADO DE GOIÁS”, “FERTILIDADE DO SOLO, PROBLEMAS DE EROSÃO E PRÁTICAS AGROPECUÁRIAS DE GOIÁS”, sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Agrônomo. Doutor em Ciências Agronômicas. Ex-Diretor do Departamento de Produção Vegetal da Secretaria de Agricultura do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Pensador, Intelectual. Ativista, Memorialista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros científicos e técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALE CABRAL(ALFREDO DO VALE CABRAL), de Salvador, Bahia, 17.11.1851, escreveu, entre outros, “ACHEGAS AO ESTUDO DO FOLCLORE BRASILEIRO”(Rio de Janeiro, 1884), “CANÇÕES POPULARES DA BAHIA”(Rio de Janeiro, 1883), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1873, com 22 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, tornando-se Funcionário da Biblioteca Nacional, onde trabalhou a vida toda. Após chefiar o setor de MANUSCRITOS, em 1882, aposentou-se em 1890. Fundou, junto com Teixeira de Melo, em 1883, a GAZETA LITERÁRIA. Escreveu dezenas de trabalhos, inclusive com Capistrano de Abreu. Faleceu no Rio de Janeiro, 23.10.1894. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VALNIRA DE MELO VAZ, de Recife, Pernambuco, 30.10.1961, escreveu, entre outros, TURMALINA(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Psicologia. Mudou-se para Brasília em 1962. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Funcionária Pública, Professora, Psicóloga. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


VALPORÊ CAIADO DE CASTRO, Goiano, de Goiás Velho, l900, escreveu, entre outros, “DECISÕES”, "NUDA PROPRIETAS", este, junto com Fernando Melo Viana, sem dados biográficos nos livros. Estudou no Liceu de Goiás, na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Foi Juiz Municipal de Juiz de Fora, em Minas Gerais(1939). Advogado, Professor, Jurista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Cronista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro GENERAIS GOIANOS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALTEIR CARLOS DOS SANTOS, de Pescador, Minas Gerais, 01.11.1953, escreveu, entre outros, PONTO FUTURO(1989), ASSIM SERÁ(1992), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1958. Formou-se em Teologia e Enfermagem. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Técnico em Fonoaudiologia. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VALTER CASSETI, de Catanduva, São Paulo, l949, autor de vários livros, entre os quais, “SÍNTESE ANALÍTICA DAS BASES FÍSICAS DO ESTADO DE GOIÁS”(1979), "ELEMENTOS DE GEOMORFOLOGIA", "AMBIENTE E APROPRIAÇÃO DO RELEVO", “ESTRUTURA E GÊNESE DA COMPARTIMENTAÇÃO DA PAISAGEM DE SERRA NEGRA, MINAS GERAIS”(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da região. Professor do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Goiás. Mestre em Geomorfologia, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Químico, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especialista em Geografia, Meio Ambiente, Ecologia do Cerrado e Impactos Ambientais. Vinculado ao Departamento de Geografia, da Escola de Geociências, da UFG. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Geógrafos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros científicos e técnicos. É verbete do “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins. Acha-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Mencionado em diferentes livros, entre os quais, “TOCANTINS: O MOVIMENTO SEPARATISTA DO NORTE DE GOIÁS 1821-1988”, de Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VALTER ESTÁCIO MAIA, de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte, l939, escreveu, entre outros, "ECONOMIA DE GOIÁS-REALIDADE PRESENTE E PERSPECTIVA FUTURA", sem dados biográficos no livro, com apresentação de Décio Moreira de Araújo. Professor de Economia Brasileira e Economia Goiana, do Departamento de Economia, da Universidade Católica de Goiás. Economista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Pensador. Poeta, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Economia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos econômicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VALTER ESTELITA DOS SANTOS, de Rio de Janeiro, Rj, 01.11.1941, escreveu, entre outros, PORTUGUÊS-MADUREZA(1971), RETALHOS(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina e também em Português(Literatura Portuguesa e Brasileira). Mudou-se para Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Médico, Professor. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VALTER PEDROSA(de Amorim), de Murici, Alagoas, 13.05.1935, escreveu, entre outros, UMA QUESTÃO DE CONSCIÊNCIA(1976), PRESTES, HERÓI E CAUDILHO(1987), CARRO DE BOI(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia Civil. Especializou-se em Engenharia Sanitarista. Mudou-se para Brasília, tornando-se Chefe de Projetos da CAESB(Companhia de Água e Esgoto de Brasília). É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTO CANDANGO, 1980, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


VANDA BORGES DE PAULA, de Pontalina, Goiás, l946, escreveu, entre outros, "MODELO TEÓRICO TRIDIMENSIONAL DA ATUAÇÃO DO SUPERVISOR PEDAGÓGICO A NÍVEL DE 2.º GRAU"(Tese de Mestrado), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Educadora, Escritora, Supervisora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Poetisa, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Fez Curso de Mestrado, na área de Educação, na Universidade Federal de Goiás. Intercalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diferentes instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VANDA FAGUNDES QUEIROZ(Texto de Filemon F. Martins).Escritora, poetisa, cronista, trovadora, declamadora, memorialista, contista, professora, mãe, e hoje também avó, casada com o Dr. Geraldo Queiroz (Cirurgião-Dentista) e mãe de Jone, Eliana, Gude e William. Nasceu em 20 de novembro de 1938, na vila de Santo Antonio da Boa Vista, município de São João da Ponte, norte de Minas Gerais. Viveu parte de sua infância na Fazenda Tipis, segundo ela, “um paraíso, o melhor lugar do mundo”. Filha de Aristides Fagundes de Souza (falecido em 1945) e Maria de Deus Ferreira (falecida em 1999).
Eu a conheci como exímia trovadora quando na década de 80 frequentava as reuniões da União Brasileira de Trovadores – Seção de São Paulo, então sob a presidência do magnífico Izo Goldman. Naquela época faziam parte da UBT-SP, grandes trovadores, como Orestes Turano, Adélia V. Ferreira, Alice Bueno de Oliveira, Clóvis Maia, Lauro de Almeida, Cipriano Ferreira Gomes, Geraldo Pimenta de Moraes, Sara Kanter, Marilita Pozzoli e outros cujos nomes não me recordo, no momento.
Vanda, conforme narra em seu livro “UMA LUZ NO CAMINHO”, com sete anos de idade iniciou o curso primário na cidade de Ibiracatu, naquela época uma pequena vila. Logo de inicio, aflorou a tendência para a arte de ler e escrever, e a menina estudiosa e declamadora tornou-se poetisa, ainda adolescente. Sua vida de infância, até a conclusão do curso primário, foi retratada com emoção no seu livro “UMA CANDEIA NA JANELA”, narração romanceada de seu contexto familiar, baseada em lembranças da infância, mas que indiretamente se faz registro de uma cultura regional, com seu linguajar próprio, culinária, costumes, tipos humanos, traços vivos de um determinado tempo e um determinado espaço restritos a uma rústica região do sertão mineiro.
Continuou os estudos no Colégio Imaculada Conceição, em Montes Claros, progressista cidade do norte de Minas Gerais, e ali fez o curso ginasial e depois se formou normalista (Curso Normal de Formação de Professores Primários). Casou-se em 1958 e foi residir em Curitiba, Paraná. Por concurso público, ingressou no então DCT (Departamento de Correios e Telégrafos), hoje ECT (Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. Ainda em Curitiba, fez o curso de Letras (Português e Francês) na Universidade Católica do Paraná (PUC), enquanto escrevia crônicas, poemas, trovas e sonetos.
Depois de 16 anos de trabalhos e estudos em Curitiba, em razão da transferência de seu esposo para a Base Aérea de São Paulo, Cumbica – Guarulhos, a família mudou-se para Guarulhos, onde Vanda continuou trabalhando nos Correios, escrevendo e participando de concursos de Trovas e Poesia em todo o país. Licenciada em Letras, tornou-se professora da rede escolar paulista, lecionando, inclusive Francês. Pouco depois, concursada, deixou a ECT e efetivou-se como professora na Escola Estadual de Primeiro e Segundo Graus “Professor Fábio Fanucchi”, em Guarulhos-SP. Em 1984 recebeu medalha de “Professor do Ano”, uma promoção da Prefeitura Municipal. Foi a primeira mulher a ingressar na Academia Guarulhense de Letras (AGL). Ainda em Guarulhos, fez o Curso de Pedagogia Plena, nas Faculdades Farias Brito.
Contando com trabalhos ainda inéditos, publicou até agora cinco títulos: “TRAJETÓRIA” (Poesia), Editora do Escritor, São Paulo, 1981; “DESCORTINANDO” (Poesia), J. Scortecci Editora, São Paulo, 1990; “CONVERSA CALADA” (Sonetos), Editora Lítero-Técnica, Curitiba, PR, 1990; “UMA CANDEIA NA JANELA” (Prosa), Torre de Papel Editora Gráfica, Curitiba, PR, 1997 e “UMA LUZ NO CAMINHO” (Autobiografia), Editora Torre de Papel, Curitiba, PR, 2004.
Premiadíssima nos concursos de poesias e trovas por todo o Brasil e às vezes em Portugal, a poesia versátil de Vanda é repleta de ternura, sensibilidade, profundidade de sentimento, com domínio perfeito da língua portuguesa, mas sem rebuscamento. Emociona quem lê, porque escreve com o coração. No livro CONVERSA CALADA, são sessenta (60) sonetos (incluindo uma versão para o Francês), versando sobre desencontro, esperança, tristeza, alegria, família, criança, flor, fantasia, filosofia, amor, saudade, vida, etc.
Assim, em seus versos encontramos a jovem apaixonada: “Quando eu te conheci,/plasmou-se a infinitude/das coisas eternas./Algum liame perene/para além firmou-se,/muito além das coisas menores./Estrelas trocaram sorrisos,/anjos tocaram guizos./Nasceu o inexplicável,/o essencial,/o verdadeiro”. A mulher casada e mãe, embevecida com suas crianças, como escreveu no soneto A Meu Filho: “Vejo a criança de ontem em você,/que embalei nos meus braços ternamente./Sinto inundar-me de emoção porque/eu vi botão a flor hoje imponente”. Ou ainda, a avó saudando o primeiro neto: “A notícia é como afago,/traz-me ternura e carinho:/Que bênção! Chegou Tiago,/o meu primeiro netinho”.
Lendo a poesia espontânea, vibrante e suave de Vanda Queiroz é impossível não nos lembrarmos da grande poetisa de Goiás, Cora Coralina, com suas “Estórias da Casa Velha da Ponte”.
Retornando a família em 1985 para Curitiba, Vanda aposentou-se do magistério e passou a ocupar-se com trabalhos de revisão de texto, além de desempenhar serviço voluntário na igreja. Ocupa, hoje, a cadeira nº 12 da Academia Paranaense de Poesia. Pela sua obra literária, foi agraciada em 2008 com a Medalha de Mérito “Fernando Amaro”, promoção da Prefeitura Municipal de Curitiba. Só no âmbito da trova, conta com mais de trezentas premiações. Eis uma pequena amostra: Em Niterói, RJ: “Sombra e luz fazem nuança/no largo painel da vida./Luz é o raio de esperança,/e sombra, a ilusão perdida”. Pouso Alegre, MG: “Olhando o velho retrato/da praça, eu ouço à distância/acordes que são, de fato,/cirandas da minha infância”. Bandeirantes, PR: “A mais sublime lição/de grandeza, amor e fé,/foi ver um homem sem mão/pintando flores com o pé”. Campinas, SP: “Por mais que o progresso iluda,/deturpe e inverta valor,/o que Deus fez ninguém muda:/o amor será sempre amor!”
Sua preocupação social é patente no poema “Menino da feira”, 1º lugar no Concurso Rosacruz, em Guarulhos, SP: “Menino da feira,/esperto e magrinho,/tão cedo na vida/perdeu seu lazer./Carreto, moça?/Baratinho, dona!/Posso cuidar do carro, tia?/Menino insistente/pedindo com os olhos/que guardam no fundo/segredos do lar.../(Talvez o pai fugiu.../A mãe leva para fora.../Oito irmãozinhos com fome...)/Menino/sem direitos.../só deveres./Seus pais, onde estarão?/Talvez você seja filho.../da minha própria omissão.”
Segundo Adélia Victória Ferreira, “Vanda não precisa de apresentações ou apologistas. Sua arte fala por si. Basta conhecê-la para se constatar que ali se desvenda uma das maiores poetisas brasileiras da atualidade”. Bem definiu a professora Elisa Campos de Quadros, Mestre em Letras e Professora Adjunta de Literatura Brasileira da Universidade Federal do Paraná, quando disse: “A alma doce e introvertida da autora demonstra, nesse impulso para o retraimento, que a poesia coabita mais com a solidão do que com o barulho, viceja mais no silêncio do que no burburinho”. E acrescenta que: “Conversa Calada é uma obra que traz canto, encanto e encantamento”.
Está presente no “Anuário de Poetas do Brasil – 1980 – 3º volume, organizado pelo saudoso poeta Aparício Fernandes, Rio de Janeiro, RJ, páginas 447/452 com dez sonetos primorosos. Figura também no “Anuário – Coletânea de Trovas Brasileiras (página 10) e em ESCRÍNIO, Seleção Anual de Trovas (página 14) ambos de 1981, organizados pelo saudoso trovador Fernandes Vianna, Recife – Pernambuco.
Assim, a mineira de nascimento e paranaense de coração, ou por adoção, vai construindo sua obra literária sem alarde, mas forte, vigorosa e contínua, sem abdicar, contudo, da ternura e da simplicidade, garantindo um lugar de destaque no Panorama da Literatura Brasileira.

BIBLIOGRAFIA:
Anuário de Poetas do Brasil – 1980 – 3º volume, Aparício Fernandes, Folha Carioca Editora Ltda, Rio de Janeiro, RJ;
Anuário – Coletânea de Trovas Brasileiras – 1981, Fernandes Vianna, FIDA Editorial, Recife, PE;
Escrínio – Seleção Anual de Trovas – 1981, Fernandes Vianna, FIDA Editorial, Recife, PE;
Conversa Calada – Vanda Fagundes Queiroz, Editora Lítero-Técnica, 1990, Curitiba, PR;
Uma Luz no Caminho – Vanda Fagundes Queiroz, Editora Torre de Papel, 2004, Curitiba, PR.

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VANDERLEY DE OLIVEIRA MELO, Goiano, da Capital, 1940, escreveu, entre outros, “INSTALAÇÕES PREDIAIS HIDRÁULICO-SANITÁRIAS”, sem dados biográficos no livro. Engenheiro Civil. Professor da Faculdade de Engenharia Civil, da Universidade Federal de Goiás. Especialista em Hidráulica, Saneamento e Ensino nos cursos de graduação. Foi Presidente da Empresa Estatal Saneamento de Goiás(SANEAGO). Professor Universitário. Vinculado ao Departamento de Hidráulica e Saneamento, da Escola de Engenharia Civil, da UFG. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG, Clube de Engenharia, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VANDERLEY D`PAULA, Goiano, da Capital, 1953, escreveu, entre outros, “O ÚLTIMO IMPÉRIO DO MUNDIAL”(2003), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “O CONFLITO IMINENTE I”(1990) e também “O CONFLITO IMINENTE II”(2000). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez quatro anos de Teologia, no Instituto Adventista de São Paulo. Entre 1969 e 1975, foi Repórter Fotográfico do jornal O POPULAR, de Goiânia. Trabalhou como correspondente do jornal “O GLOBO” e “JORNAL DE BRASÍLIA”. Em 1990, foi professor de fotografia em São Paulo. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, por volta do ano 2000, onde desenvolve atividades profissionais e literárias, inclusive na publicação de seu novo livro, “VI VENDO O TOCANTINS”. JORNALISTA, TEÓLOGO. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Pensador. Poeta, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Sobre seus livros, escreveu excelente matéria a jornalista Lisane Braga, do jornal FOLHA POPULAR, Palmas, Tocantins, 12.04.2003, sob o título “O ÚLTIMO IMPÉRIO DO MUNDO”. Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VANDERLY RODRIGUES BENTO, Goiana, de Paraúna, l969, escreveu, entre outros, "ESTUDO DE PONTUAÇÃO SINTÁTICA DA LINGUA PORTUGUESA"(1994), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de João Rodrigues do Nascimento e Ana Bento do Nascimento. Professora formada pelo Departamento de Letras da Universidade Católica de Goiás. Educadora, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Memorialista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação dos Professores e Centro de Professores de Goiás, bem como Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO,do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VÂNIA DA GUIA MARTINS DOS SANTOS, de São Luiz de Montes Belos, Goiás, 1966, escreveu, entre outros, “CÓDIGO ELEITORAL ANOTADO”, sem dados biográficos no livro, juntamente com Valéria Aguiar de Farias Machado do Prado, prefácio de Licínio Leal Barbosa. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Vereadora junto à Câmara Municipal de Goiânia. Delegada de Polícia na Capital do Estado de Goiás. Professora da Faculdade de Educação e Ciências de Anicuns, interior goiano. Por concurso público, tornou-se Delegada de Polícia de Carreira, aprovada em primeiro lugar, inclusive, na prova de tiro. Educadora, Escritora, Supervisora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Poetisa, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana dos Delegados de Polícia e Ordem dos Advogados do Brasil. Pós-Graduada e especialista em Direito Penal, Direito Agrário, Direito Processual Penal e Civil, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, sob a orientação, entre outros, do Professor Licínio Leal Barbosa. Na Câmara Municipal de Goiânia, foi Presidente da Comissão do Meio Ambiente. Especializou-se também em Direito Eleitoral. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VÂNIA MARIA DA COSTA SOUZA, de São Luis, Maranhão, 24.05.1957, escreveu, entre outros, DAS OBRAS PÓSTUMAS(1987), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Sociologia, Economia e Ciência Política. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora Universitária. Secretária Executiva. Oficial de Chancelaria. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VÂNIA MARISE DE CAMPOS E SILVA, Goiana, da Capital, l944, entre outros, escreveu, "EDUCAÇÃO MUSICAL ESPECIALIZADA PARA DEFICIENTES MENTAIS", com prefácio de Belkiss Spencieri Carneiro de Mendonça, sem dados biográficos no livro. Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Musicista, Educadora, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Ficcionista. Administradora, Memorialista, Poetisa. Conferencista, Oradora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Introduzida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Ordem do Músicos do Brasil, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos musicais. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VARNHAGEN (FRANCISCO ADOLFO)-VISCONDE DE PORTO SEGURO-, de São João de Ipanema, Sorocaba, São Paulo, 17.02.1816, escreveu, entre outros, “MEMÓRIA SOBRE A NECESSIDADE DO ENSINO E ESTUDO DAS QUINZE LÍNGUAS INDÍGENAS NO BRASIL”(1841), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando a questão dos indios brasileiros, usos, costumes e linguas, em seu livro “ETNOGRAFIA INDÍGENA, LÍNGUAS, EMIGRAÇÕES E ARQUEOLOGIA”(1858). Filho do alemão Frederico Luis Guilherme de Varnhagen e da portuguesa Maria Flávia de Sá Magalhães. Mudou-se para Portugal, com oito anos de idade, onde fez primário e secundário, no Real Colégio Militar de Lisboa. Cursou Engenharia Militar, formando-se Engenheiro em 1840. De volta ao Brasil, tornou-se Engenheiro do Exército Brasileiro e Oficial do Imperial Corpo. Em 1842, tornou-se Diplomata e foi trabalhar em Portugal, Espanha, Chile, Peru, Paraguai, Venezuela e Equador. Aposentou-se como Ministro Plenipotenciário Brasileiro, na Áustria. Em 1847, tornou-se Visconde de Porto Seguro. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e da Academia de Ciências de Lisboa. É autor da mais importante história do Brasil, publicada em Viena, na Áustria, em 1854, com 2 volumes, sob o título “HISTÓRIA GERAL DO BRASIL”. Publicou mais de 100 livros e é Patrono da Cadeira 39, da Academia Brasileira de Letras. Faleceu em Viena, na Áustria, no dia 29.06.1878, quando tinha 62 anos de idade. É mencionado em centenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VASCO DOS REIS GONÇALVES, Goiano, de Bela Vista de Goiás, l90l, escreveu, entre outros, "PELO ESTADO NOVO" (ESTUDO E ANTOLOGIA-1942), sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Direito de Goiás, em 1931, na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Interventor Federal em Goiás. Foi Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1948. Deputado Federal. Major da Polícia Militar de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Político, Professor, Médico. Jornalista, Teatrólogo. Ativista, Produtor Cutural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador da Cadeira 02, cujo Patrono é Constâncio Gomes de Oliveira, hoje(1998) ocupada por Eli Brasiliense Ribeiro. Atualmente(2002), é titular da Cadeira, o escritor Aidenor Aires. Um dos fundadores da Revista OESTE, de Goiânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro, bem com em RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Suicidou-se em Copacabana, no Rio de Janeiro, em 1952. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Bela Vista de Goiás a 05 de abril de 1901 e morreu no Rio de Janeiro a 20/1/1952. Filho de Manoel dos Reis Gonçalves e Angélica Honorina dos Reis.
Em 1915, concluiu os seus estudos no Liceu de Goiás, tornando-se secretário do Senado Estadual.
Fundou, em 1921, no Rio de Janeiro, juntamente com Moisés Augusto de Santana, a Sociedade Goiana de Geografia e História.
Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro em 1922, recebendo o diploma de médico em 1927, quando retornou a Goiás.
Em 1931 lecionou Medicina Legal na Faculdade de Direito de Goiás, na antiga Capital, Vila Boa. Em 1933 participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Elegeu-se, em 1934, Deputado Estadual à Constituinte Goiana. Tornou-se Capitão Médico da Polícia Militar do Estado de Goiás, em 1936.
Após fundar, em Goiânia, em 1938, com Gabriel Lino a REVISTA DE EDUCAÇÃO, apresentou na nova capital a peça de sua autoria, intitulada GOIÂNIA.
Foi Interventor Federal de Goiás por quatro dias, durante ausência do titular Pedro Ludovico Teixeira, em 1934.
Já em Goiânia, em 1939, juntamente com outros intelectuais, participou da fundação da Academia Goiana de Letras, sendo eleito seu Vice-Presidente.
Sua Cadeira 02 tem como Patrono Constâncio Gomes de Oliveira e é hoje(1998) ocupada por Eli Brasiliense Ribeiro. Com a morte deste, é hoje titular o escritor Aidenor Aires.
Fundou também a Revista Oeste, em Goiânia.
Em 1942 publicou o livro O Estado Novo, retratando a política vigente na época de Getúlio Vargas.
Com a queda da ditadura em 1945, elegeu-se suplente de deputado federal pelo PSD, chegando a exercer o mandato, em substituição dos deputados Guilherme Xavier de Almeida e Diógenes Magalhães.
Em 1946, por mérito, foi promovido a major PM, da Polícia Militar do Estado de Goiás.
Em 1947 transferiu-se para Pires do Rio, interior goiano, onde se instalou com uma clínica médica.
Foi eleito, em 1948, Presidente da Academia Goiana de Letras. Fundou, em 1951, a entidade CONCENTRAÇÃO TRADICIONALISTA GOIANA. Em 1952, no dia 20 de janeiro, estando no Rio de Janeiro, terminou por suicidar-se em Copacabana.

VASCO MARIZ, Carioca, do Rio de Janeiro, 22.01.1921, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOGRÁFICO MUSICAL”. Filho de Joaquim José Domingues Mariz e Anna da Cunha Vasco Mariz. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, no Colégio Santo Inácio, formou-se Advogado, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela antiga Faculdade Nacional do Rio de Janeiro, em 1943. Ingressou na carreira diplomática em 1945. Foi diplomata em Portugal, Argentina, Itália e Estados Unidos. Embaixador do Brasil no Equador, Peru e Alemanha Oriental. Aposentou-se em 1987, depois de 42 anos de serviços diplomáticos. Membro da Academia Brasileira de Música, da Academia Brasileira de Arte e da Sociedade Brasileira de Musicologia. Publicou dezenas de livros, entre os quais, HISTÓRIA DA MÚSICA BRASILEIRA. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VEIGA NETTO(José da Veiga Jardim Netto), Goiano, de Goiás Velho, l9l4, escreveu, entre outros, "ANTOLOGIA GOIANA"(1944), com prólogo de Pedro Adalberto Gomes de Oliveira, sem dados biográficos pessoais no livro. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações "Hugo de Carvalho Ramos", da Prefeitura Municipal de Goiânia, no ano de 1944. A Bolsa de Publicações fora instituída no ano anterior, 1943, pelo Prefeito Municipal, professor Venerando de Freitas Borges, através do Decreto-Lei 475, de 25 de março. A Antologia fora publicada pela Editora Revista dos Tribunais, de São Paulo. Delegado do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Industriários(IAPI), em Goiás. Professor, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Doutor em Direito. Sócio 37 da Associação Goiana de Imprensa. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se em todos os livros sobre Literatura Goiana, entre os quais, A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goiano e Alvaro Catelan, CADEIRA 15-CONTRIBUIÇAO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VELHO SOBRINHO(JOÃO FRANCISCO), Carioca, do Rio de Janeiro, 14.02.1883, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO”(1937). Filho de Antonio Francisco Velho e de Ernestina dos Santos Velho. Após os estudos primários e secundários, passou a cursar a Escola Naval, onde permaneceu durante 33 anos, até ser reformado como Capitão de Fragata. Durante algum tempo viveu no Recife, onde fundou, junto com Bezerra Leite, o DIÁRIO DA NOITE. Escreveu para o DIÁRIO DE PERNAMBUCO, JORNAL DO COMÉRCIO, JORNAL DO RECIFE, etc. Como teatrólogo que era, vinculou-se à Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. Publicou vários outros livros, entre os quais, “BRASIL DA GENTE”, “PLANO DE GUERRA”, etc. É verbete do DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes, bem como do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de J. S. Ribeiro Filho. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 28 de maio de 1939. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VENERANDO DE FREITAS BORGES, Goiano, de Anápolis, l907, escreveu, entre outros, "DOBRAS DO TEMPO", “SAMBURÁ”, este, com prefácio de Waldyr Castro Quinta. Professor em Goiás Velho, na antiga Capital, Vila Boa. Primeiro Prefeito de Goiânia, em novembro de 1935. Foi criador da Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em l943, através do Decreto-Lei nº 475, de 25 de março. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Jornalista, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Orador, Poeta, Intelectual. Secretário da Fazenda. Deputado Estadual. Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 0l, cujo Patrono é José Vieira Couto de Magalhães, de que foi fundador Pedro Ludovico Teixeira, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, do Tribunal de Contas do Estado, de que foi Conselheiro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros que tratam da História Social, Política e Econômica de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Anápolis, Estado de Goiás, a 22 de julho de 1907.
Com quatro anos de idade, mudou-se, junto com os pais, João de Freitas e Custódia Carolina Borges, para Goiabeiras (Inhumas), em 1911.
Feitas as primeiras letras, ali permaneceu até 1919, quando tinha 12 anos.
Já “coroinha” da Igreja, foi levado pelo Padre Carlos, Superior do Convento de Campinas, dos Padres Redentoristas, para aquela instituição onde deveria estudar.
Após fugir do Convento e a ele retornar, foi levado pelo mesmo Padre Carlos, para as Escolas Profissionais Salesianas de São Paulo, em 1921.
Lá permaneceu até 1926, quando, formado em Contabilidade, dirigiu-se para Uberaba, MG, onde esteve desempregado por vários meses.
Voltou a Inhumas, sem emprego. Em 1927, transferiu-se para a cidade de Goiás, antiga Capital.
Tornou-se professor de Contabilidade da Sucursal do Instituto Comercial do Rio de Janeiro. Taquígrafo e Contador, foi também Professor do Liceu de Goiás.
Em 1928, casou-se com Maria José de Araújo, de tradicional família vilaboense.
Escreveu para diversos jornais da época, destacando-se, “Correio Oficial”, “Voz do Povo”, usando pseudônimos como, A. Santos Leal, Marcos Ventura e Dora Fréges.
Em 1934, foi Diretor e Redator-Chefe de “O Comércio”, jornal que circulava na antiga Capital do Estado.
Em 7 de novembro de 1935, foi nomeado Primeiro Prefeito de Goiânia, tomando posse em 20 de novembro e no cargo permanecendo até 1945, quando foi exonerado, em virtude da queda do Estado Novo.
Esteve em Belo Horizonte, nos idos de 1936, onde também escreveu para a Revista “Argus”.
Fundou o “Jornal de Goiânia”. Nas eleições diretas de 1950, foi eleito Prefeito, tomando posse em 31 de janeiro de 1951 e exercendo o cargo até 1955.
Foi, por algum tempo, Diretor dos “Diários Associados de Goiás”.
Tem sido Superintendente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás(FIEG). É Diretor da Revista “Goiás Industrial”.
Foi Deputado Estadual. Fundador da Escola de Comércio de Goiânia e da Faculdade de Ciências Econômicas de Goiás, de que foi primeiro Diretor.
No início de 1980, publicou o livro “DOBRAS DO TEMPO”, numa iniciativa do escritor José Mendonça Teles que o queria na Academia, EXATAMENTE NO LUGAR DE PEDRO LUDOVICO, mas não conseguia colocá-lo, porque o estatuto proibia a eleição de qualquer candidato que não tivesse livro publicado.
Interessante é que o primeiro titular da Cadeira 1, Pedro Ludovico, só veio a ter livro publicado no fim de sua vida.
Com o livro editado, no mesmo ano foi eleito para a Academia Goiana de Letras, tornando-se Titular da Cadeira 01, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira, tendo como Patrono José Vieira Couto de Magalhães, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.
Um dos fundadores da Associação Goiana de Imprensa, pertence também a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e União Brasileira de Escritores.
Foi Presidente do Conselho Estadual de Cultura.
Aposentou-se como Conselheiro do Tribunal de Contas de Goiás.
Após ter publicado o livro SAMBURÁ, sua segunda e última obra, faleceu em Goiânia, no dia 16 de janeiro de 1994, onde viveu ao lado de seus filhos e netos.

VERA AMERICANO DO BRASIL(VERA MARIA), de Araguari, Minas Gerais, 06.12.l947, além de outros textos, escreveu o livro "A HORA MAIOR"(POEMAS). Residente em Goiânia, onde também produziu a sua obra literária, tendo sido professora secundária. Detentora do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Mudou-se para Brasília em 1963. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Memorialista, Intelectual. Administradora, Educadora, Ficcionista. Exposta nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Encontra-se em várias antologias de poesia e prosa, inclusive no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VERA LOPES DE SIQUEIRA(CONDESSA DE MEIA-PONTE), de Pirenópolis, Goiás, 08.05.1927, escreveu, entre outros, “DATAS PIRENOPOLINAS”(1998), “RETALHOS”, “TRADIÇÕES PIRENES”(HISTÓRIA DO FOLCLORE DE PIRENÓPOLIS-1997), este, com apresentação do Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, José Mendonça Teles. Filha do Jornalista José Assuero de Siqueira e de Ana Lopes. Seu pai, antigo Colunista do legendário Jornal PIRINEUS e Patrono da Cadeira 18, da Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música, hoje(1998) ocupada pela filha. Vera fez o primário na terra natal e o secundário na Escola Normal Padre Gonzaga, fundada por seu pai. Articulista do Jornal NOVA ERA, sob o pseudônimo de CONDESSA DE MEIA-PONTE, em homenagem a seu pai que escrevia seus artigos sob o cognome de CONDE DE MEIA-PONTE. Formada em História pela Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis, onde também foi Professora na área de História Econômica do Brasil. Jornalista, Idealista, Humanista. Professora, Educadora, Mestra. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Intelectual, Literata. Memorialista, Ativista, Produtora Cultural. Historiadora, Cronista, Contista. Poetisa, Folclorista, Biógrafa. Conferencista, Oradora, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Pirenopolina de Letras e Artes. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VERA LÚCIA DE OLIVEIRA GOMES, Goiana, da Capital, 1955, escreveu, juntamente com outros, "GOIÂNIA, FLOR E POESIA-ANTOLOGIA", sem dados biográficos pessoais no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Funcionária Pública Municipal. Formada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Casada com o Artista Plástico Gomes de Souza. Diretora do Núcleo de Patrimônio Histórico da Secretaria Municipal de Cultura da Prefeitura Municipal de Goiânia, no Governo de Nion Albernaz (1997). Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Advogada, Teatróloga, Marchand. Ativista, Produtora Cultural, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Destacada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VERA MARIA TIETZMANN SILVA, de Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, 16.02.l945, entre outros, escreveu, “LITERATURA INFANTO-JUVENIL: SEIS AUTORES, SEIS ESTUDOS” (1993), "A FICÇÃO INTERTEXTUAL DE LYGIA FAGUNDES TELLES"(TESE DE MESTRADO-1992) ou conforme o título original “A METAMORFOSE NOS CONTOS DE LYGIA FAGUNDES TELLES”(1985), e, juntamente com Darcy França Denófrio e Maria Zaira Turchi, respectivamente, escreveu, “ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I e ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II”(1994), todos sem dados biográficos pessoais. Filha de Emílio Tietzmann e Érika Ruschel. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginasial e superior em São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Curso de Mestrado em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal de Goiás. Especialista em Lingua Inglesa, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais(PUC). Foi Professora do Departamento de Letras, da Universidade Católica de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Educadora, Ativista. Pensadora, Intelectual, Literata. Produtora Cultural, Conferencista, Articulista. Administradora, Ficcionista, Oradora. Poetisa, Cronista, Contista. Atualmente(1997), é Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Salientada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Encontra-se no CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VERA QUEIROZ(Vera Maria de Queiroz Costa), de Pedra de Abelha, Rio Grande do Norte, l949, escreveu, entre outros, "O VAZIO E O PLENO-A POESIA DE ADÉLIA PRADO", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, exceto que o livro é uma Edição do Centro Editorial e Gráfico da Universidade Federal de Goiás(CEGRAF). Docente do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Educadora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Professora Universitária. Distinguida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Membro de várias entidades sociais, de classe e culturais, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VERA REGINA BÁREA, de Nova Granada, São Paulo, l947, escreveu, entre outros, "A REESTRUTURAÇÃO ADMINISTRATIVA COMO UMA CONTRIBUIÇÃO À CONSOLIDAÇÃO DA AUTONOMIA MUNICIPAL", juntamente com Maria Cristina do Nascimento, sem dados biográficos no livro. Secretária Municipal de Educação de Goiânia. Mestre em Educação, pela Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista. Professora da Universidade Católica de Goiás. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UCG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VÉRITAS STARLING(Maria Véritas Jardim Starling Peixoto), de Sabará, Minas Gerais, 1950, escreveu, entre outros, CARAS E COROAS(1968), CONFIDÊNCIA MINEIRA(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Filosofia, Administração, Pedagogia e Música. Mudou-se para Brasília em 1974. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Musicista. Membro de diversas entidades, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro do DF. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VIANNA MOOG (Clodomir Vianna Moog), de São Leopoldo, Rio Grande do Sul, 28.10.1906, escreveu, entre outros, HEROIS DA DECADENCIA(Ensaio-1939), O CICLO DO OURO NEGRO(Ensaio-1936), NOVAS CARTAS PERSAS(Ensaio-1937), UMA INTERPRETAÇÃO DA LITERATURA BRASILEIRA(Ensaio-1942), MENSAGEM DE UMA GERAÇÃO(Ensaio-1946), UM RIO IMITA O RENO(Ensaio-1948), BANDEIRANTES E PIONEIROS(Ensaio-1954), EM BUSCA DE LINCOLN(Ensaio-1968), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Marcos Moog e de Maria da Glória Vianna Moog. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno da escola dirigida por sua mãe, que era Professora, na cidade natal e, depois, do Colégio Elementar Visconde de São Leopoldo. Após a morte da mãe, freqüentou como aluno interno, durante dois anos, o Instituto São José, de Canoas, no Rio Grande do Sul, dirigido pelos Irmãos Lassalistas. Cursou também em 1917 o Colégio São Jacó, de Hamburgo Velho, no Rio Grande do Sul, dos Irmãos Maristas. Em 1918, com 12 anos de idade, ingressou no ginásio Júlio de Castilhos, de Porto Alegre, onde concluiu os preparatórios. Quis seguir a carreira militar e, para isso, foi ao Rio prestar exame na Escola Militar do Realengo. Como, porém, nesse ano, não se abrissem as provas vestibulares, voltou logo para Porto Alegre, onde trabalhou algum tempo no comércio. Em 1925, com 19 anos, matriculou-se na Faculdade de Direito de Porto Alegre. Em 1925, foi nomeado, Guarda-fiscal interino da Repressão do Contrabando na Fronteira e designado para a Delegacia Fiscal da região. Em 1926 prestou concurso para agente fiscal de imposto de consumo. Classificou-se em segundo lugar e serviu dois anos na cidade de Santa Cruz e um na cidade do Rio Grande. Colou grau como Bacharel em Ciências Jurídicas e Sócias, em 09.01.1930, com 24 anos, tendo sido Orador da Turma. Participou da campanha política da Aliança Liberal e dos entusiasmos da Revolução de Outubro de 1930. As suas atividades jornalísticas só começaram depois da vitória da Revolução. Foi removido para Porto Alegre, como agente fiscal e combateu o tenentismo pelas colunas do JORNAL DA NOITE. Em 1932, com 26 anos de idade, como participante da Revolução Constitucionalista, foi preso e transferido da capital do Rio Grande do Sul(Porto Alegre) para a capital do Amazonas(Manaus). Pouco depois foi para Teresina. E do Piauí retornou a Manaus. Desta vez serviu no interior até que a anistia, concedida pelo Congresso em 1934, o restituísse ao Sul. Nesse período, começou propriamente a sua atividade literária. No Amazonas escreveu dois livros: HERÓIS DA DECADÊNCIA e REFLEXÕES SOBRE O HUMOR, com estudos sobre Petrônio, Cervantes e Machado de Assis. Escreveu também O CICLO DO OURO NEGRO, ensaio de interpretação da realidade amazônica. Voltando a Porto Alegre, dirigiu o vespertino FOLHA DA TARDE. Dessa fase breve, resultou NOVAS CARTAS PERSAS, sátira em torno da situação político-social. Consagrou-se mais intensamente à literatura com o golpe de 1937. Publicou, em 1938, o ensaio EÇA DE QUEIRÓS E O SÉCULO XIX e o romance UM RIO IMITA O RENO, ao qual conferiu-se, em 1939, o Prêmio Graça Aranha. Colaborou no jornal LA PRENSA. Como representante do Rio Grande do Sul, fez conferências na Exposição do Livro Brasileiro em Montevidéu e falou na inauguração do auditório da GAZETA, de São Paulo, em que colaborava. Em 1942, com 36 anos, foi nomeado membro do 2o Conselho de Contribuintes, em Porto Alegre. Foi promovido para o quadro dos agentes fiscais do Distrito Federal, no Rio de Janeiro. Ainda em 1942, fez no Itamarati, a convite da Casa do Estudante do Brasil a conferência UMA INTERPRETAÇÃO DA LITERATURA BRASILEIRA, publicada em opúsculo e traduzida para vários idiomas. Ainda em 1942, a convite da Fundação Guggenheim, embarcou para os Estados Unidos, onde se demorou oito meses e escreveu artigos para o New York Herald e algumas revistas americanas. De 1946 a 1950, serviu na Delegacia do Tesouro em Nova York, quando começou a escrever uma biografia de Lincoln. Em 1950 foi nomeado representante do Brasil junto à Comissão de Assuntos Sociais das Nações Unidas e, nesse caráter, participou em Nova York e Genebra de todas as reuniões da Comissão. Em 1952, com 46 anos, indicado pelo Brasil, foi eleito pelo Conselho Internacional Cultural para representar o Brasil na Comissão de Ação Cultural da OEA, com sede no México. Como presidente da Comissão, residiu no México, por mais de dez anos. Participou em 1956, como presidente da Comissão, da 2a Reunião do Conselho Interamericano Cultural. Em 1959 representou o Brasil na 3a Reunião do CIC, em Porto Alegre. Nomeado de novo para a Comissão Social das Nações Unidas em 1961, foi eleito seu presidente para a XIII Sessão. Em 1963 elegeu-o a Comissão para integrar o Conselho Superior do Instituto Internacional de Pesquisa para o Desenvolvimento Social, com sede em Genebra. Em 6.09.1969, com 63 anos de idade, renunciou ao mandato na Comissão da OEA, APOSENTANDO-SE no cargo de Fiscal do Imposto de Consumo. Foi membro do Conselho Federal de Cultura. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando especialmente o Rio Tocantins que corre do sul para o norte, numa posição diferente de alguns rios norte-americanos que correm do oeste para o leste. Advogado, jornalista, romancista e ensaísta. É mencionado em dezenas de livros, destacando-se, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 15.01.1988, com 82 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 4, eleito em 20.09.1945, na sucessão de Alcides Maya e recebido pelo Acadêmico Alceu Amoroso Lima em 17.11.1945. Sua Cadeira 4, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Basílio da Gama, Fundador Aluisio Azevedo, sendo também ocupada por Alcides Maya, Viana Moog e Carlos Nejar. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância e de ter representado o Brasil na ONU e na OEA, em 1952, bem como Membro do Conselho Federal de Cultura, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VICENTE AIRES DA SILVA, Goiano, de Goiás Velho, l798, escreveu, entre outros, "ITINERÁRIO PELO RIO DO SONO", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Viveu em Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, no início de sua história, em l830. Conforme seus descendentes, não teria nascido em Goiás, mas vindo de Portugal, por volta de 1770, junto com João Ayres da Silva, André Ayres da Silva, Fernando Ayres da Silva e Firmiano Ayres da Silva. Consoante outros autores, teria nascido mesmo em Porto Nacional, nos meados do século XIX. Militar do Exército Brasileiro. Foi Tenente-Coronel da Guarda Nacional. Um dos fundadores da cidade de Carolina, no Maranhão que, na época, pertencia à Província de Goiás e tinha o nome de Três Barras. Este nome foi mudado para Carolina, em 1823, pelo padre pirenopolino Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, o PACIFICADOR DO NORTE GOIANO, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina. Uma sua descendente, Maria Ayres da Silva, casou-se com Simplício Teotônio Segurado, filho de Joaquim Teotônio Segurado, Governador Separatista do Norte de Goiás, em 1821. Sertanista, Explorador, Memorialista. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Contista. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS. de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Acha-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICENTE CARRIJO DE MIRANDA, de Araguainha, Mato Grosso, l920, escreveu, entre outros, "OS MOMENTOS DE LAZER", sem dados biográficos no livro. Residiu em Goiás, onde produziu a sua obra literária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Administrador, Literato, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICENTE COSTA SANTOS TAPAJÓS, de Petrópolis, Rio de Janeiro, 20.02.1916, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE HISTORIADORES, GEÓGRAFOS E ANTROPÓLOGOS BRASILEIROS”(1991). Filho de Luciano de Miranda Reis Tapajós e Noêmia Costa Santos Tapajós. Após os estudos primários em sua terra natal, frequentou o Ginásio Nossa Senhora do Rosário, em Porto Alegre e o Colégio Rezende, no Estado do Rio. Formou-se em História, na Faculdade de Filosofia, da Universidade do Brasil, no Rio. Fez o curso da Escola Superior de Guerra, em 1967. Foi professor do Colégio Dom Pedro II, do Instituto de Educação, do Instituto Rio Branco e da Universidade Gama Filho. Em 1932, tornou-se jornalista do DIÁRIO DE NOTÍCIAS, sucursal de Porto Alegre. Em 1981, fez-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Foi Coordenador e Professor do CURSO DO ARTIGO 91, da Rádio Roquete Pinto. Publicou dezenas de livros, destacando-se HISTÓRIA DO BRASIL e HISTÓRIA DA AMÉRICA. Coordenou a parte de História Geral da ENCICLOPÉDIA DELTA LAROUSSE. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICENTE DE CARVALHO(Vicente Augusto de Carvalho), de Santos, Estado de São Paulo, 05.04.1866, escreveu, entre outros, ARDENTIAS(Poesia-1885), RELICARIO(Poesia-1888), POEMAS E CANÇÕES(Poesia-1908), VERSOS DA MOCIDADE(Poesia-1909), PAGINAS SOLTAS(Poesia-1911), A VOZ DO SINO(Poesia-1916), LUISINHA(Romance-1924), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Higino José Botelho de Carvalho e de Augusta Bueno Botelho de Carvalho. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 12 anos de idade, em 1878, seguiu para São Paulo, Capital, matriculando-se no Colégio Mamede e, depois, no Seminário Episcopal e no Colégio Norton, onde fez os estudos preparatórios. Com 16 anos, em 1882, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, Bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1886, com 20 anos. Em 1887, já formado em Direito, foi trabalhar com os seus primos Advogados Martim Francisco Filho e Silva Jardim. Republicano combativo, cursava ainda o 4o ano quando foi eleito membro do Diretório Republicano. Em 1887, foi delegado ao Congresso Republicano, reunido em São Paulo. Em 1888, foi Vereador Municipal em Santos. Em 1891, com 25 anos, foi eleito Deputado ao Congresso Constituinte do Estado. Em 1892, na organização do primeiro governo constitucional do Estado, foi escolhido para a Secretaria do Interior. Por ocasião do golpe de estado de Deodoro, abandonou o cargo que vinha exercendo. Mudou-se, então, para Franca, interior paulista, e tornou-se fazendeiro. Em 1889, foi redator do DIÁRIO DE SANTOS, fundando, no mesmo ano, o DIÁRIO DA MANHÃ, de Santos. Em 1901, com 35 anos, regressou a Santos, dedicando-se à advocacia. Fundou, em 1905, O JORNAL. Em 1907, mudou-se para São Paulo, Capital, onde foi nomeado Juiz de Direito. Foi Juiz Criminal da Capital. Em 1908, em virtude de uma infecção, teve de amputar o braço. Em 1914, com 48 anos, foi promovido a Ministro do Tribunal da Justiça do Estado de São Paulo(correspondente a Desembargador). Foi, durante toda a sua vida, um jornalista combativo. Até 1914, sua atuação na imprensa foi quase ininterrupta. Daí em diante, dedicou-se mais ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Manteve ainda colaboração em A TRIBUNA. Em 1913, colaborou no jornal ESTADO DE S. PAULO. No fim da vida, cansou-se do jornalismo, mas continuou em contato com seus leitores através dos versos que publicava nas páginas da revista A CIGARRA. Advogado, jornalista, político, magistrado, poeta e contista. Faleceu em Santos, SP, em 22.04.1924, com 58 anos de idade. Segundo ocupante da Cadeira 29, eleito em 1º.05.1909, na sucessão de Artur Azevedo e recebido por carta na sessão de 7.05.1910. Sua Cadeira 29, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Martins Pena, Fundador Artur Azevedo, sendo também ocupada por Vicente de Carvalho, Cláudio de Sousa e Josué Montello(falecido). Muito bem estudado no DICIONARIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VICENTE DE SALVADOR (FREI), de Matuim, Salvador, Bahia, 1564, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DO BRASIL”(1630), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte do Brasil que incluia o antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, como Superior da Província Franciscana Brasileira. Filho de João Rodrigues Palha e Méssia de Lemos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Portugal, onde se formou em Direito(Teologia e Cânones), na Universidade de Coimbra, em 1587, com 23 anos de idade. Em 1599, já na Bahia, entrou para a Ordem Franciscana, com 35 anos. Passou a ser chamado de Frei Vicente do Salvador, em homanagem à capital baiana. Foi para o Convento de Olinda, como professor de filosofia. Em 1608, fundou o Convento de Santo Antônio, no Rio de Janeiro. Na invasão holandesa de 1624, foi feito prisioneiro, em pleno oceano, quando saia da cidade. Solto, ainda no Rio, terminou em 1627, a sua História do Brasil. Percorreu várias partes do Brasil como Pregador e Superior da Ordem Franciscana no Brasil. Publicou em Lisboa “CRÔNICAS DA CUSTÓDIA DO BRASIL”, em 1618. Sua obra descoberta por Capistrano de Abreu, só teve edição completa através dos ANAIS DA BIBLIOTECA NACIONAL, em 1889. Foi Cônego, Vigário Geral, Governador do Bispado, Missionário, Superior da Missão, Pregador, Guardião da Ordem. Faleceu em Salvador, Bahia, em 1639, com 75 anos de idade. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICENTE FERREIRA FEITOSA, Paraense, de Conceição do Araguaia, 17.07.l937, autor de diversos livros, entre os quais, "ENSINAMENTOS PARA UMA VIDA HARMONIOSA" (1981), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Antonio Dias Feitosa e Josefa Feitosa. Concluiu o curso científico no Liceu de Goiânia. Formou-se em Letras Vernáculas, na Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás. Especializou-se em Moral e Cívica, na Universidade Nacional de Brasília. Curso de Aperfeiçoamento em Língua Portuguesa, na Universidade Federal do Paraná. Foi Redator de Gabinete da Secretaria de Educação do Governo de Goiás. Professor de Português em Goiânia e Luziânia. Residiu em Anápolis, Goiás, onde exerceu a profissão de Orientador, numa Clínica Especializada. Sócio Fundador da Sociedade Naturista de Goiás. Relações Públicas do Instituto Goiano de Ioga. Mudou-se posteriormente para Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. Professor, Escritor, Orientador. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Orador, Poeta, Memorialista. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Orientadores, além de outras entidades culturais, de classe e sociais. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos psicológicos. Atualmente(1998), é Redator da Secretaria de Governo do Estado do Tocantins e Presidente do Movimento Ecológico do Estado do Tocantins(METO). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICENTE FERREIRA GOMES FILHO, de Recife, Pernambuco, 1810, escreveu, entre outros, “ITINERÁRIO DA CIDADE DE PALMAS(PARANÃ) EM GOIAS À CIDADE DE BELÉM NO PARÁ PELO RIO TOCANTINS”(1859). Escreveu também “BREVE NOTÍCIA DO NORTE DA PROVINCIA DE GOYAZ”(1861). Vinculado ao Tocantins, por ter feito uma viagem de barco e seu respectivo mapa, de Paranã até Belém do Pará, pelas águas do Rio Tocantins. Filho de Vicente Ferreira Gomes. Após os estudos primários e de “humanidades”, em sua terra natal, tornou-se Advogado em 1836, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Olinda. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Intelectual, Memorialista, Idealista. Visionário, Jornalista, Cronista. Com o passar do tempo, foi nomeado Juiz de Direito, chegando ao final da carreira da magistratura como Desembargador. Na condição de Juiz é que escreveu o seu “ITINERÁRIO”, em 1859, dedicado ao Imperador Dom Pedro II. Este livro é mencionado por Júlio Paternostro, em sua obra “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicada em 1945, pela Companhia Editora Nacional de São Paulo. Seus artigos foram também publicados no jornal CORREIO MERCANTIL, do Rio de Janeiro, em 1861. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICENTE HUMBERTO LOBO CRUZ, Mineiro, de Uberaba, 03.02.l953, residente em Catalão, escreveu, entre outros, "FOLHAS LEVADAS", "PERPENDICULARES", sem dados biográficos nos livros. Engenheiro Civil e de Minas, formado pela Universidade Federal de Minas Gerais. Licenciado em Letras, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Um dos organizadores da PRIMEIRA ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de que também foi Presidente. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICENTE JUARIMBU SALES(Leonardo Lessa), de Caripi, Pará, l93l, escreveu, entre outros, "O EXILADO DO RANCHO FUNDO", sem dados biogáficos no livro. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(Correspondente) e da Academia Goiana de Letras (Correspondente). Pesquisador, Jornalista, Professor. Radialista, Escritor, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICENTE MORETTI FOGGIA, de Mântova, Itália, 1802, escreveu, entre outros, “RELATÓRIO SOBRE AS ÁGUAS TERMAIS DE CALDAS E SUAS PROPRIEDADES CURATIVAS”, sem dados biográficos pessoais no texto. Formado em Medicina na Itália. Veio para Goiás Velho, em 1831, depois de seis meses de viagem, entre o Rio de Janeiro e a velha capital de Goiás, Vila Boa. Nomeado médico do Hospital São Pedro de Alcântara de Vila Boa, em 1936, permaneceu nele por 46 anos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Médico, Humanista, Espiritualista. Pensador, Intelectual, Filósofo. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Tornou-se professor de Matemática do Liceu de Goiás por 25 anos, de que foi também Secretário quando da sua instalação em 1847. Em 1839, foi designado pelo Governador José de Assis Mascarenhas para realizar estudos e apresentar relatório sobre as águas quentes de Caldas Novas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Faleceu como Médico do Exército Brasileiro, com 92 anos de idade, ainda lúcido, em 9 de maio de 1894, na cidade de Goiás, onde foi sepultado. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Mântova, na Itália, no dia 22 de janeiro de 1803. Filho de João Batista Moretti Foggia e de Osana Rossi.
Iniciou, em 1811, os estudos primários em sua terra natal. Depois de estudar e se formar em seu país, percorreu a Alemanha, a Holanda e a Inglaterra.
Em 1830, acompanhado de seu conterrâneo Angelini de Bosseli, embarcou para a América, chegando ao Rio de Janeiro, onde se tornou Médico de uma Sociedade Mineradora.
Mudou-se para o sertão do Brasil, chegando em Vila Boa(Goiás Velho), em fevereiro de 1831, depois de seis meses de viagem, eis que havia saído do Rio de Janeiro, no mês de setembro.
Em 1836, a Sociedade Mineradora de que fazia parte, foi dissolvida e ele resolveu ficar dedicando-se à medicina.
Foi nomeado pelo Senador José Rodrigues Jardim, Presidente da Província, como Médico do Hospital Pedro de Alcântara, de Goiás Velho.
Em 1838, casou-se com Maria Delfina Navarro, com quem teve vários filhos.
Por carta imperial de 1839, foi nomeado Cirurgião da Companhia Montada de Goiás Velho, cargo que exerceu até 1870.
Encarregado pelo Governo Federal, apresentou, em 1839, um Relatório sobre as Águas Termais de Caldas Novas, texto publicado na “REVISTA FLUMINENSE”.
Em 1847, tornou-se professor de matemática do Liceu de Goiás, bem como seu secretário durante vinte e cinco anos.
Nomeado Vacinador Provincial, em 1857 e Inspetor de Higiene Pública, em 1884.
Com 91 anos de idade, faleceu em Goiás Velho, no dia 9 de maio de 1894.

VICENTE PARANAHIBA COSTA, de Anápolis, Goiás, 1917, escreveu, entre outros, "PETROLINA DE GOIÁS-DADOS HISTÓRICOS", com notas de orelha de Iron Junqueira. Foi vereador em Jaraguá, interior de Goiás. Prefeito Municipal de Petrolina de Goiás. Tabelião de Notas. Oficial do Segundo Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais de Anápolis. Comerciante, Pensador, Fazendeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Filho do primeiro poeta anapolino Arlindo Costa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICENTE THEMUDO LESSA(Vicente Rego Themudo Lessa), de Canhotinho, Pernambuco, 1874, escreveu, entre outros, ECOS DA BOÊMIA(Rio-1919), AS GUERRAS HUSSITAS(São Paulo-1923), O CENTENARIO DE JOSÉ MANOEL DA CONCEIÇÃO(São Paulo-1923), A EPOPEIA REPUBLICANA DE 1817(São Paulo-1923), CALVINO: SUA VIDA E OBRA(São Paulo-1934), LUTHERO(São Paulo-1935), ANNAES DA 1ª EGREJA PRESBYTERIANA DE SÃO PAULO(São Paulo-1938), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Sua conversão ao presbiterianismo se deu através do missionário norte-americano e Médico George W. Butler que chegou ao Brasil em 1883 e atuou no Maranhão(1885) e em Pernambuco(1888). Um dos frutos do trabalho do Dr. Butler foi Vicente Themudo Lessa que tinha na época(1888), 14(catorze) anos de idade. Foi este missionário Dr. George W. Butler que, além de ter batizado Themudo Lessa, também o encaminhou para o Rio de Janeiro, com 16 anos, em 1890. Em 1892, com 18 anos de idade, tornou-se aluno do Seminário Sinodal inaugurado em Friburgo, Estado do Rio, em 15-11-1892. Foram seus colegas: Alfredo Meyer, Franklin do Nascimento, Alfredo Guimarães. Em fevereiro de 1895, quando Vicente Themudo Lessa já estava com 21 anos de idade, por decisão do 3º Sínodo (setembro de 1894), o Seminário Sinodal mudou-se de Friburgo para São Paulo e uniu-se ao Instituto Teológico. O Rev. Smith, sua família e os estudantes Meyer, Guimarães e Themudo Lessa estavam juntos. No ano de 1896, quando Themudo Lessa estava com 22 anos, aconteceu a Fundação da Associação Cristã de Moços. São Paulo tinha menos de 200 mil habitantes. Em 17-12-1896, o Dr. George W. Butler defendeu tese na Faculdade de Medicina e Farmácia da Bahia para poder clinicar no Brasil. Em 1897, o Dr. Butler retornou para Canhotinho, interior de Pernambuco. Morreu em 1919. Quanto a Vicente Themudo Lessa, foi consagrado como Pastor Presbiteriano em 1897, com 23 anos de idade. Tornou-se Pastor Presbiteriano, Jornalista e Historiador. Casou-se com 27 anos, em 1901, com Francisca Leme Themudo Lessa(1874-1952) ou Henriqueta Pinheiro Themudo Lessa com quem teve vários filhos, entre os quais, Orígenes Lessa(1903-1986), Herminia Themudo Lessa(1906-1988) e Benjamin Themudo Lessa. Em 1902, com 28 anos, já tinha se mudado para Lençóis Paulista, interior de São Paulo, onde nasceu seu filho Orígenes Lessa, em 1903. Em 1906, com 32 anos, foi ser Pastor Presbiteriano em São Luis do Maranhão, onde ficou 6(seis) anos, até 1912. Nesta época, seu filho Orígenes Lessa, que tinha nascido em 1903, já estava com 9 anos e estudava as primeiras letras com o pai. Em 1912, com 38 anos, Vicente Themudo Lessa voltou para São Paulo, vinculando-se à Primeira Igreja Presbiteriana de São Paulo. Foi Pastor de varias Igrejas Presbiterianas do interior de São Paulo, entre as quais, Lençóis Paulista, onde nasceu seu filho Orígenes Lessa. Foi um dos fundadores da Igreja Presbiteriana Independente ao lado de Eduardo Carlos Pereira e outros, no dia 31 de julho de 1903, com o titulo: “EGREJA PRESBYTERIANA INDEPENDENTE BRAZILEIRA", exatamente 19 dias antes do nascimento de seu filho ORIGENES LESSA. Professor do Instituto José Manoel da Conceição, em 1932. Primeiro historiador do presbiterianismo brasileiro. Publicou seu primeiro livro ECOS DA BOÊMIA, em 1919, com 45 anos de idade, quando era Reitor do Seminário Theologico da Egreja Presbyteriana Independente, de São Paulo. Nos anos seguintes, editou os demais livros. Seu ultimo livro foi ANNAES DA 1ª EGREJA PRESBYTERIANA DE SÃO PAULO, publicado em São Paulo, em 1938. Alem de Ministro Evangélico, foi também Sócio Correspondente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico de Pernambuco. Seu livro AS GUERRAS HUSSITAS foi dedicado à Tchecoslováquia, lembrando o martírio de João Huss e Jerônimo de Praga. Escreveu o livro em Espírito Santo do Pinhal, interior de São Paulo, em setembro de 1922, como resultado dos artigos publicados no jornal presbiteriano O ESTANDARTE, de que foi secretário. Faleceu em São Paulo, em 1939, com 65 anos de idade. Está sepultado no Cemitério dos Protestantes, localizado na Rua Sergipe, nº 177, bairro Higienópolis, em São Paulo. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais. Não é estudado no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo. Não é mencionado no DICIONÁRIO BIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO(1883), de Sacramento Blake. Não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-GEOGRÁFICO DA PROVÍNCIA DO MARANHÃO(1870), de César Augusto Marques. Não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Seu filho ORIGENES LESSA tornou-se famoso não só por ter escrito o romance O FEIJÃO E O SONHO, mas também por ter sido eleito para a Cadeira 10, da Academia Brasileira de Letras, tomando posse no dia 20 de novembro de 1981. Detentor do Prêmio Fernando Chinaglia (1968), pelo romance A NOITE SEM HOMEM. Detentor do Prêmio Luísa Cláudio de Sousa (1972), pelo romance O EVANGELHO DE LÁZARO. Jornalista, contista, novelista, romancista e ensaísta, ORIGENES LESSA faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 13.07.1986, com 83 anos de idade.

VICENTINA MARIA FERREIRA, de Araguari, Minas Gerais, l920, escreveu, entre outros, "MEIO AMBIENTE, VIDA E SAÚDE", "CONHECENDO A TERRA GOIANA"(Estudos Sociais), “CONHECENDO A TERRA TOCANTINENSE” (GEOGRAFIA E HISTÓRIA), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Passou a infância e adolescência em Bonfim(Silvânia), Estado de Goiás, onde estudou o curso primário e ginasial. Professora primária e secundária em Goiânia. Funcionária da Secretaria da Educação do Governo de Goiás. Realizou estudos especiais no Estado do Tocantins, em Porto Nacional, Natividade, Arraias e outras cidades para escrever o seu livro sobre a História e a Geografia do Tocantins. Educadora, Orientadora Educacional, Escritora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Intelectual, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Produtora Cultural, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Membro do Conselho Estadual de Educação do Estado de Goiás, do Centro de Professores, da Associação dos Professores de Goiás. Enfocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente em várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Acha-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos técnicos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VICTOR GONÇALVES, Goiano, de Goiandira, 21.08.l93l, escreveu, entre outros, "OLHA, UM DIA VERÁS"(1988), “O PEQUENO GÊNIO”, “ADVOCACIA TRABALHISTA EM PRIMEIRO GRAU”(COMENTÁRIOS, LEGISLAÇÃO, MODELOS E CÁLCULOS), sem dados biográficos nos livros. Filho de Manoel Gonçalves e Maria Gonçalves. Estudou no Ateneu Dom Bosco e no Liceu de Goiânia. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Professor da Faculdade Anhanguera e da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Advogado, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICTOR TANNURI, de Dourado, São Paulo, 06.02.1930, escreveu, entre outros, VIM PASSAR ESTA NOITE COM VOCÊS(1976), GÊNESE DA OBRA DE OLAVO BILAC(1988), AS GAIVOTAS(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília, tornando-se Chefe do Serviço de Clínica Médica da Câmara dos Deputados. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Médico, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia de Letras de Brasília, Casa do Poeta Brasileiro. Foi Presidente da Academia de Letras e Música do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VICTORIANO BAQUERO, Paulista, da Capital, l940, escreveu, entre outros, "QUERÊNCIA GOIANA"(l982), sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de várias instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÂNIA, FLOR E POESIA, de Vera Lúcia Oliveira Gomes. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VICTOR NUNES LEAL, de Carangola, Minas Gerais, 11.12.1914, escreveu, entre outros, “CORONELISMO, ENXADA E VOTO”(1949), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos do coronelismo na região. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Tornou-se Advogado e Professor Universitário. Entre 1956 e 1959, com 42 anos de idade, foi Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Deu a aula inaugural da Universidade de Brasília(UNB). Foi Consultor da República e Procurador do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Em 1960, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal e em 1966, Ministro do Tribunal Superior Eleitoral. Em 1968, foi compulsoriamente aposentado dos dois cargos. Seu livro, publicado em 1948, “O MUNICÍPIO E O REGIME REPRESENTATIVO NO BRASIL” foi republicado com o título “Coronelismo, Enxada e Voto”. Foi membro da Academia Mineira de Letras e da Associação Nacional de Escritores. Faleceu em Brasília, no dia 17.05.1985. É mencionado em dezenas de livros, destacando-se, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VIEIRA DE MELO(Sebastião Vieira de Melo), de Guaíra, São Paulo, 1945. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia com sete anos de idade. Com o passar do tempo, formou-se em Jornalismo. Durante 12 anos foi VEREADOR EM GOIANIA. Posteriormente transferiu-se para Araguaina, Goiás, hoje Tocantins, tendo trabalhado na organização de Associações Comunitárias. Foi para a TV ARAGUAINA(SBT), de propriedade do Senador Benedito Vicente Ferreira, onde produziu o programa O POVO NA TV. Nos anos seguintes, a convite do ex-governador Siqueira Campos que tinha deixado o governo para Moisés Avelino, implantou junto com outros a TV REAL, primeira televisão de Palmas, sustentada pela iniciativa privada.Trabalhou no jornal FOLHA DO TOCANTINS. Com a eleição mais uma vez de Siqueira Campos, foi convidado em 1994, para dirigir a COMUNICATINS, empresa estatal de comunicação. Fez convenio com a TV CULTURA, da Fundação Padre Anchieta de São Paulo e transformou a Comunicatins, na TV PALMAS e na RADIO PALMAS. Ainda no governo de Siqueira Campos, tornou-se Secretario da Comunicação. Nos anos seguintes, deixou o governo e tornou-se empresário do ramo turístico, sendo proprietário da Fazenda Encantada(Hotel Fazenda), na estrada que liga Taquaruçu/Buritirana, com dezenas de cachoeiras e onde o autor destas notas já esteve hospedado um final de semana. É mencionado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, bem como no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho e ainda em todos os livros que tratam da historia política e social do Tocantins. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VIETE FREITAS, de Morada Nova, Minas Gerais, 30.09.1943, escreveu, entre outros, INSTRUÇÕES BÁSICAS PARA O PRIMEIRO ANO DE VIDA(1976), CUIDADO, MEUS FILHOS(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília em 1965. Médico, Professor, Militar. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VILANIR DE ALENCAR CAMAPUM JÚNIOR, Goiano, de Uruaçu, l969, escreveu, entre outros, “ATUAÇÃO DO MINISTÉRIO PÚBLICO NA AÇÃO CIVIL “EX-DELITO”, sem dados biográficos no livro. Sexagésimo Oitavo(68º) Promotor de Justiça de Goiânia. Titular da Promotoria de Justiça de Defesa das Vítimas. Ensaísta, Pesquisador, Escritor. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários livros de estudos jurídicos. Vinculado ao Ministério Público do Estado de Goiás. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VILDA GUERRA FERNANDES, de Anápolis, Goiás, 11.03.l940, autora de diversos livros, destacando-se, "FRAGMENTOS DO INFINITO" (POEMAS-1978), "VIDAS E VIVÊNCIAS"(1979), “FUNDO DO POÇO”(POESIA-1986), “ESSE TEMPO...”(POESIA E PROSA-1981), “RESPOSTA MUDA” (POEMAS-1988), “CREPÚSCULO DO CICLO”(POEMAS-1993). Filha de José Guerra Malagoni e Florize Veronez Guerra. Curso primário, no Colégio Auxilium, de Anápolis e em Silvânia. Fez o secundário, no Externato São José e no Santo Agostinho, de Goiânia. Concluiu o curso de jornalismo e o primeiro ano de Filosofia, na Universidade Católica de Goiás. Professora primária e secundária em Goiânia, onde sempre viveu e desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Escritora, Ensaísta, Poetisa. Pesquisadora, Ficcionista, Jornalista. Cronista, Contista, Literata. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Memorialista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Especificada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, inclusive no livro SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé e na Antologia A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente. Estudada na LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício e em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA. Irmã da escritora Edir Guerra Malagoni, faleceu em 2 de fevereiro de 1998, em Goiânia. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VILELA MONTANHA, de Cuiabá, Mato Grosso, l943, escreveu, entre outros, "OS AGRICOLINOS", "VOCÊ TEM MUITO DE SOZINHO", sem dados biográficos nos livros, com notas de orelha de João Chiarini. Residente em Goiânia, onde também produziu a sua obra literária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VILMA DE MENDONÇA FIGUEIREDO, de Uberaba, Minas Gerais, 07.11.1939, escreveu, entre outros, DESENVOLVIMENTO DEPENDENTE BRASILEIRO(1978), PRODUÇÃO SOCIAL DA TECNOLOGIA(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Sociologia e Política. Mestrado em Ciência Política. Doutorado em Sociologia. Professora, Pesquisadora. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participação em muitas coletâneas, entre as quais, SOCIOLOGY OF AGRICULTURE, 1990, de G. Bonano. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


VILMA RODRIGUES SILVA, de Ouro Verde (Fazenda Palmital), Goiás, 1953, escreveu, entre outros, “GRITOS DE MINHA ALMA”(POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro. Professora primária e secundária em Petrolina de Goiás, onde reside. Poetisa, Escritora, Ensaísta. Ativista, Produtora Cultural, Pensadora. Intelectual, Pesquisadora, Memorialista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Literata, Cronista, Contista. Formada em Pedagogia e Letras, pela Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VILMAR PINTO DOS REIS, de Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 18.05.l966, escreveu, dentre outros, "AS VOLTAS QUE O MUNDO DÁ"(1985), "MEMÓRIAS DE UM BANCÁRIO"(1987), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Viturino Pinto da Fonseca e Maria dos Reis Fonseca. Casado com Leila Pinto dos Reis, com quem teve a filha Nathália. Residente em Gurupi, onde tem sido bancário. Tornou-se, posteriormente, político, tendo sido eleito vereador na cidade de Figueirópolis, Tocantins, onde reside. Conforme alguns autores, teria nascido em Gurupi, o que não procede e é explicado pelo fato de ter vivido muito tempo na comunidade gurupiense. Em seu livro “Memórias de um bancário” diz claramente, “resolveu afastar-se da profissão para ingressar na vida política da progressista cidade de Figueirópolis, sua terra natal”. Publicou também “PINTO DOS REIS-UM GOIANO RESPEITADO”(1983) e ainda “A VELOCIDADE QUE EMOCIONA É A MESMA QUE MATA”(1986). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Cronista, Contista. Pensador, Intelectual, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato, Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Bancários e Academia Eldoradense de Letras. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Nos últimos tempos, teve uma experiência traumática na família, quando sua irmã, dedicada professora, foi barbaramente assassinada na cidade de Gurupi. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

VILMAR DA SILVA ROCHA, Goiano, de Niquelândia, 14.02.1951, escreveu, entre outros, “LIBERALISMO SOCIAL-UMA VISÃO DOUTRINÁRIA”(1998), sem dados biográficos no livro. Filho Paulo da Silva Rocha e Jandira Ribeiro da Silva. Após os estudos primário e ginasial em sua terra natal, fez o secundário em Goiânia, no Colégio 5 de Julho. Deputado Federal pelo Estado de Goiás. Político, Advogado, Professor de Direito Constitucional da Universidade Federal. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 1974. Foi Diretor da Fundação Estadual de Esportes, em 1979. Enquanto Professor Universitário e Advogado, foi eleito Deputado Estadual pelo PDS. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Cronista, Contista. Pensador, Intelectual, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Foi Relator da Lei de Imprensa na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, em Brasília. Presidente Nacional do Instituto Tancredo Neves(ITN), órgão do Partido da Frente Liberal(PFL). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VINDEX A. DA SILVA, Carioca, do Rio de Janeiro, l940, escreveu, entre outros, "UM CARIOCA DESCOBRE GOIÁS"(l968), sem dados biográficos no livro. Professor de línguas estrangeiras, em Goiânia, onde viveu por muitos anos. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Inteletual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VINICIUS DE MORAES(MARCUS VINICIUS DA CRUZ DE MELO MORAES), da Gávea, Rio de Janeiro, 19.10.1913, escreveu, entre outros, “O CAMINHO PARA A DISTÂNCIA”(1933), “FORMA E EXEGESE”(1935), “ARIANA-A MULHER”(1936), “NOVOS POEMAS”(1938), “CINCO ELEGIAS”(1943), “POEMAS, SONETOS E BALADAS”(1946), “O FALSO MENDIGO-POEMAS DE VINICIUS DE MORAES”(1978, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Clodoaldo da Silva Pereira Moraes e Lydia Cruz de Moraes. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1924, passou a estudar no Colégio Santo Inácio. Em 1929, matriculou-se na Faculdade de Direito do Catete. Em 1933, publicou seu primeiro livro O CAMINHO PARA A DISTANCIA. Em 1934, teve gravada sua valsa CANÇÃO PARA ALGUÉM pelos irmãos Tapajós(Paulo e Haroldo Tapajós). Em 1938, ganhou Bolsa de Estudos para estudar Inglês e Literatura em Oxford, na Inglaterra. Em 1943, foi aprovado no Concurso para o Itamaraty. Em 1946, foi nomeado Vice-Consul em Los Angeles, Estados Unidos. Com a morte de seu pai, em 1950, retorna ao Brasil, mas em seguida vai como diplomata para Paris, Roma e Estados Unidos. Em 1951, de volta ao Brasil, ingressa no jornal ULTIMA HORA. Em 1953, Aracy de Almeida gravou o seu samba QUANDO TU PASSAS POR MIM. Em 1956, iniciou a parceria com Tom Jobim. Em 1957, foi como Diplomata para o Uruguai. Em 1968, é aposentado do Itamaraty, pelo Governo Militar. Em 1969, fez parceria com TOQUINHO, depois de ter sido parceiro de Carlos Lyra, Pixinguinha, Baden Powell, etc. Em 1975, gravou na Itália o LP O POETA E O VIOLÃO, com os maestros Bacalov e Bardotti. Em 1978, gravou LP com a cantora portuguesa Amália Rodrigues, em Lisboa. No dia 09.07.1980, morreu no Rio de Janeiro, vitima de edema pulmonar. Pai de um filho homem chamado Pedro e de varias filhas mulheres, entre elas a caçula de 33 anos, Maria Gurjão de Moraes. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Mario de Moraes para o jornal O POPULAR, de Goiania, em 19.10.2003. Vinicius casou-se oito(8) vezes. O primeiro casamento, em 1939, com Beatriz Azevedo Mello, por procuração. O segundo casamento, em 1951, com Lilá Maria Esquerdo e Bôscoli. O terceiro casamento, em 1958, com Maria Lucia Proença. O quarto casamento, em 1963, com Nelita Abreu Rocha. O quinto casamento, em 1969, com Cristina Gurjão. O sexto casamento, em 1970, com a atriz baiana Gesse Gessy. O sétimo casamento, em 1976, com Marta Rodrigues Santamaría. O oitavo casamento, em 1978, com Gilda de Queiroz Mattoso. São seus filhos: Suzana(1940), Pedro(1942), Georgina(1953), Luciana(1956) e Maria Gurjão(1970). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VINÍCIUS MARTINS(Vinícius Fernandes Martins), de Brasília(DF), 28.02.1984, escreveu, entre outros, “PEDAÇOS DE ESPERANÇA”(Poemas-2003), com prefácio de Zefinha Louça, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Zacarias Martins e Leontina Dias Fernandes Martins. Mudou-se para Gurupi, em 1983, quando tinha um ano de idade. Fez o curso primário na Escola Adventista de Gurupi. Terminou o primeiro grau no Colégio Presbiteriano de Gurupi. Completou o segundo grau no Centro de Ensino Médio Ary Ribeiro Valadão Filho, normalmente conhecido como Colégio Arizinho. Participou, juntamente com seu irmão Rodrigo, da Banda de Pagode OS GENÉRICOS. Vinculado ao grupo RAIZES DE CAPOEIRA. Seu pai Zacarias Gomes Martins é um dos mais ilustres nomes da intelectualidade tocantinense, sendo membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 21, cujo Patrono é Jacinto Nunes da Silva. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VIOLETA METRAN CURADO, Goiana, de Morrinhos, l925, escreveu alguns trabalhos, destacando-se, "SEMPRE, SETEMBRO" “LIEGE”(RELATOS DE VIAGEM À EUROPA), sem dados biográficos nos livros. Filha de Abrahão Metran e Afisa Saddi Metran. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também se formou normalista, mudou-se para Goiânia. Formada em Pedagogia, pela Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás. Especialista em Biblioteconomia pela Universidade Nacional de Brasília(UNB). Detentora do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Professora, Bibliotecária. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Exaltada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi casada com o escritor goiano Bernardo Élis, com quem teve alguns filhos. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, estando também presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em muitas antologias de poesia e prosa. No antigo Departamento Estadual de Cultura, foi Diretora da Biblioteca. Encontra-se na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA. Morreu no Rio de Janeiro, em 30 de janeiro de 1996. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO, Mineiro, de Paracatu, 29.08.l839, escreveu, entre outros, "VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS"(1888), “LIMITES ENTRE MINAS GERAIS E GOIÁS”(1878), “VIAGEM À COMARCA DE PALMA, NA PROVÍNCIA DE GOIÁS”(1876), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Um dos capítulos tem especificamente o título de “VIAGEM À COMARCA DE PALMA” que tinha como sede a vila de Conceição do Norte, fundada em 1741, hoje com o nome de Conceição do Tocantins. Visitou o interior goiano, especialmente Goiás Velho, onde viveu e onde estudou usos e costumes das populações interioranas de Goiás. Foi Juiz de Direito do Norte de Goiás ou mais precisamente em Conceição do Norte, em 1875, no hoje Estado do Tocantins, quando o Norte contava apenas com a Comarca de Palma, nome genérico para designar toda a região que incluia, entre outras vilas, Porto Nacional, Boa Vista do Tocantins, Natividade, São Domingos, Posse e Arraias. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Magistrado, Jornalista, Professor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Deputado Provincial, representante da Província de Goiás. Tornou-se, posteriormente, Senador Estadual de Minas Gerais, figura esdrúxula, até então existente. Seu filho, Afonso Arinos de Melo Franco, nasceu em Paracatu, em 1868, estudou em Vila Boa(Goiás Velho), com a MESTRA NHOLA, em São João Del-Rei e na Faculdade de Direito de São Paulo e morreu em Barcelona, Espanha, em 1916. O outro filho, Afrânio de Melo Franco, nasceu também em Paracatu, em 1870, estudou em Vila Boa(Goiás Velho), com a MESTRA NHOLA, em São João Del-Rei e na Faculdade de Direito de São Paulo e morreu no Rio de Janeiro, em 1943. Em virtude da função de Magistrado do Doutor Virgílio, seus filhos Afonso Arinos e Afrânio de Melo Franco chegaram a viver nos sertões de Goiás. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLÓPEDICO DE GOIÁS, de Lisita Junior. Com o título “VIAGENS DE VIRGÍLIO MARTINS DE MELO FRANCO”, sobre ele publicou excelente trabalho, o jornalista Moisés Augusto de Santana, antes de ser assassinado na redação do jornal LAVOURA & COMÉRCIO, de Uberaba, no dia 20 de maio de 1922, pelo médico maranhense e Presidente da Câmara Municipal Uberabense, Doutor João Henrique Sampaio Vieira da Silva. Quanto a Virgílio Martins de Melo Franco, faleceu no Rio de Janeiro, no ano de 1922. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Paracatu, Minas Gerais, no dia 29 de agosto de 1839. Filho de José Martins Ferreira e de Antonia de Melo Franco.
Sobrinho do Deputado Mineiro, Manoel de Melo Franco, por quem foi batizado.
Iniciou os estudos primários em sua terra natal, seguindo depois para Ouro Preto, em cujo Liceu Mineiro terminou o curso ginasial.
Em 1856, com 18 anos de idade, formou-se farmacêutico na Escola de Farmácia de Ouro Preto.
De volta a Paracatu, montou uma farmácia que funcionou de 1857 a 1860.
Incentivado pela mãe, foi estudar direito em São Paulo, em 1861. Autorizado pelo Diretor da Faculdade, matriculou-se com o nome de Virgílio Martins de Melo Franco, retirando o “Ferreira” de seu pai.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1866, pela Faculdade de Direito de São Paulo, onde também se formaram todos os MELO FRANCO, retornou a Paracatu, ocupando a função de Promotor Público.
Casou-se em Paracatu, com Ana Leopoldina Pinto da Fonseca, filha dos adversários políticos de sua família, no dia 3 de maio de 1867.
Em 1868, nasceu o seu primogênito, Afonso Arinos de Melo Franco. Em 1870, nasceu o seu segundo filho Afrânio de Melo Franco.
Estes dois filhos foram registrados com nomes indígenas. O primeiro se chamava Afonso Arinos Niesum de Montezuma. O segundo foi registrado como Afrânio Camorim Jacaúna de Otingi.
Tornou-se, em 1872, Juiz Municipal de Bagagem(Estrela do Sul), Minas Gerais e depois de Patrocínio.
Por Decreto de 8 de junho de 1876, foi promovido a Juiz de Direito da Comarca de Palma, Província de Goiás, que tinha como sede a Vila de Conceição do Norte, no hoje Estado do Tocantins.
Viajou 200 léguas (hum mil e duzentos quilômetros) de Paracatu, em Minas Gerais até Conceição do Norte, sede de sua nova Comarca, no hoje Estado do Tocantins, onde residiu por algum tempo, juntamente com esposa e filhos, começando alí a escrever o seu famoso livro “VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS”.
Foi removido para a Comarca do Rio Maranhão (Traíras, hoje Niquelândia), ainda na Província de Goiás.
Em 1877, levou a sua esposa e filhos para a Comarca de Meia Ponte(Pirenópolis), onde continuou sua carreira de Juiz de Direito.
Tornou-se, em 1878, Juiz Desembargador do Tribunal de Relação, com sede em Vila Boa(Goiás Velho), para onde mais uma vez se mudou com a família.
Em Goiás Velho, residiu na Rua da Pedra, num casarão outrora pertencente ao Coronel João Melo Carneiro Leão, oriundo de Paracatu.
Este casarão se transformou em Palácio Episcopal e depois em Orfanato.
Seus filhos Afonso Arinos de Melo Franco e Afrânio de Melo Franco foram alunos da professora primária Pacífica Josefina de Castro(MESTRA NHOLA).
Em 1880, foi Deputado Provincial, representando a Província de Goiás.
Aposentou-se como Juiz de Direito de Barbacena, em 1890, transferindo-se para Ouro Preto, onde continuou Professor e Advogado.
Em 1891, foi eleito Senador Estadual de Minas Gerais, figura esdrúxula, até então existente.
Fundou a Faculdade de Direito de Minas, em Ouro Preto, em 1892, de que também foi Diretor e Professor.
Com a mudança da Capital Mineira, transferiu-se, em 1898, para Belo Horizonte, na condição de Senador, Professor e Advogado.
Tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
No dia 31 de dezembro de 1922, faleceu na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Seu filho mais ilustre que também residiu em Conceição do Tocantins, foi o ex-aluno de Mestra Nhola, em Goiás Velho, AFRÂNIO DE MELO FRANCO que morreu no Rio de Janeiro em 1943, depois de ter sido Parlamentar, Diplomata, Ministro das Relações Exteriores e um dos autores do Código Civil de 1916 e da Constituição de 1932.
O filho de Afrânio, o famosíssimo Afonso Arinos de Melo Franco, o segundo, que faleceu em 1990, além de ter sido autor da Lei que proíbe a discriminação racial no Brasil, foi também Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o ESTADO DO TOCANTINS.

VIRGÍNIA MÔNICA NERY PARENTE DA COSTA(ou VIRGÍNIA NERY), de Teresina, Piauí, 20.02.l96l, escreveu, entre outros, “ACREDITAR”, "DIA A DIA EM PROSA E POESIA", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com apresentação de Ubirajara Galli, e notas de capa de Valquíria L. M. Correia. Publicou também “MANUAL DO AGENTE COMUNITÁRIO DE SAÚDE”. Editou igualmente “METAMORFOSE”(Poemas-2004), com notas de orelha de Dulce Miranda, Primeira Dama do Estado do Tocantins e Shirlaine Barbosa, além de Prefácio de Paulo Aires e ainda Recado de Raquel Murça. Filha de Francisco Alves Parente e Maria Júlia Nery Parente. São seus irmãos Rogério, Reginho e Viviane. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Fortaleza, no Ceará, onde viveu 26 anos. Na Universidade Estadual do Ceará, concluiu o curso de Serviço Social. Transferiu-se para o Estado de Goiás, onde morou 10 anos. Lecionou na Universidade Católica de Goiás. Foi Assistente Social da Prefeitura Municipal de Rubiataba, no Estado de Goiás. Consultora da UNICEF, junto ao Ministério da Saúde. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, em 1996, onde, mediante Concurso Público, vinculou-se à Secretaria de Saúde do Município, também na condição de Assistente Social. Atuou no Hospital Estadual Comunitário de Natividade. Trabalhou no Município de Sucupira, Tocantins. Atualmente(2000), é Coordenadora de Informação da Secretaria Municipal da Saúde, em Palmas. Casada com Marcos Augusto da Costa. Mãe de Taynara, Vellut, Raphael, Núbia e Tatiana. Professora, Poetisa, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Intelectual, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Ativista, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Administradora. Cordelista e Teatróloga. Divulgada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Grupo Teatral de Fermento na Massa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Publicou também “CORDEL DE COMBATE À DENGUE”. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é convenientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referida no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

VIRGÍNIA PEREIRA MENDES, de Uberaba, Minas Gerais, 24.10.1921, escreveu, entre outros, “MEMÓRIAS DE MINHA VIDA”, “GOIÂNIA-COMO EU CONHECI”(RELATO SENTIMENTAL DE SUAS RECORDAÇÕES), sem dados biográficos pessoais completos nos livros e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Residente em Goiânia, Goiás, desde 1937, para onde se transferiu juntamente com a família, no início da fundação da cidade. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Educadora, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Mestra. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Administradora, Ficcionista, Poetisa. Casada com José Mendes Rosa, da Loja Maçônica LIBERDADE E UNIÃO, na Capital goiana. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VIRIATO CORREIA(Manuel Viriato Correia Baima do Lago Filho), de Pirapemas, Maranhão, 23.01.1884, escreveu, entre outros, ERA UMA VEZ(Infantil-1908), CONTOS DO SERTÃO(1912), TERRA DE SANTA CRUZ(Crônica-1922), HISTORIA DA NOSSA TERRA(Crônica-1921), O BRASIL DOS MEUS AVOS(Crônica-1927), A HISTORIA DO BRASIL PARA CRIANÇAS(1932), O GRANDE AMOR DE GONÇALVES DIAS(Ensaio-1959), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel Viriato Correia Baima e de Raimunda N. Silva Baima. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário em São Luís do Maranhão. Começou a escrever aos 16 anos, em 1900, os seus primeiros contos e poesias. Em 1903, com 19 anos de idade, saiu no Maranhão o seu primeiro livro de contos, MINARETES, marcando o aparecimento de Viriato Correa como escritor. O livro não agradou a João Ribeiro, que descarregou contra ele toda a sua crítica. Considerou afetado o título, proveniente do árabe, porque uma mesquita não tem nada de comum com contos sertanejos, que foi o tema da obra. Concluídos os preparatórios, mudou-se para Recife, cuja Faculdade de Direito freqüentou por três anos. Transferiu-se logo depois para o Rio de Janeiro, onde continuou o curso. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, com 23 anos, em 1907. Por interferência de Medeiros e Albuquerque, de quem se tornara amigo, obteve colocação na GAZETA DE NOTÍCIAS, iniciando carreira jornalística que se estenderia por longos anos e no exercício da qual seria colunista do CORREIO DA MANHÃ, DO JORNAL DO BRASIL E DA FOLHA DO DIA. Foi fundador do jornal FAFAZINHO e de A RUA. Colaborou também em CARETA, ILUSTRAÇÃO BRASILEIRA, COSMOS, A NOITE ILUSTRADA, PARA TODOS, O MALHO, TICO-TICO. Muitas das suas obras de ficção consagradas em livro foram divulgadas pela primeira vez em páginas de jornais. Assim ocorreu com os CONTOS DO SERTÃO, que, estampados primitivamente na GAZETA DE NOTÍCIAS, foram reunidos em volume e publicados em 1912, redimindo Viriato Correia do insucesso de Minaretes. Escreveu no gênero mais de uma dezena de títulos, entre os quais se destacam HISTÓRIAS DA NOSSA HISTÓRIA (1921), BRASIL DOS MEUS AVÓS (1927) e ALCOVAS DA HISTÓRIA (1934). Escreveu perto de 30 peças, entre dramas e comédias, que focalizam ambientes sertanejos e urbanos, vinculando-o à tradição do teatro de costumes que vem de Martins Pena e França Júnior. Foi Deputado Estadual no Maranhão, em 1911, e Deputado Federal pelo Estado do Maranhão em 1927 e 1930. Jornalista, contista, romancista, teatrólogo. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 10.04.1967, com 83 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 32, eleito em 14.07.1938, na sucessão de Ramiz Galvão e recebido pelo Acadêmico Múcio Leão em 29.10.1938. Recebeu os Acadêmicos Josué Montello, Luís Edmundo e Raimundo Magalhães Júnior. Sua Cadeira 32, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Araújo Porto-Alegre, Fundador Carlos de Laet, sendo também ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna. Não é estudado na antologia A POESIA MARANHENSE NO SÉCULO XX(1995), de Assis Brasil. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VIRIATO GASPAR SANTOS, de São Luis, Maranhão, 07.03.1952, escreveu, entre outros, MANHÃ PORTÁTIL(1984), A LÁMINA DO GRITO(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1978. Funcionário Público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DO MOVIMENTO ANTROPONÁUTICA, 1970, de Arlete Nogueira da Cruz. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VIRMONDES CAMPOS JÚNIOR, de Pires do Rio, Goiás, 07.03.1958, escreveu, entre outros, “BECO DA MEMÓRIA”(1999), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Virmondes Rosa Campos e Maria Patrocínia Campos Branquinho. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio Sagrado Coração de Jesus, na Escola Mauá e no Colégio Estadual Ivan Ferreira, todos de Pires do Rio. Formou-se Técnico em Contabilidade. Com o passar do tempo, tornou-se Diretor da Secretaria Administrativa da Câmara Municipal. Tem trabalhos publicados em diferentes jornais, entre os quais, FOLHA PIRESINA, O POPULAR, etc. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual. Conferencista, Orador, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VISCONDE DE TAUNAY(Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay), Carioca, do Rio de Janeiro, RJ, em 22.02.1843, escreveu, entre outros, CENAS DE VIAGEM(1863), MOCIDADE DE TRAJANO(1871), A RETIRADA DA LAGUNA(Historia-1872), LAGRIMAS DO CORAÇÃO(Ensaio-1873), HISTORIAS BRASILEIRAS(1874), O ENCILHAMENTO(Economia-1894), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Amado Félix Emílio Taunay e de Gabriela de Robert d’Escragnolle. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou humanidades no Colégio Pedro II, onde se Bacharelou em Letras(secundário) em 1858, com 15 anos de idade. Em 1859, com 16 anos de idade, ingressou no curso de Ciências Físicas e Matemáticas da Escola Militar. Alferes-aluno em 1862. Bacharel em Matemática em 1863. Foi promovido a segundo-tenente de artilharia em 1864, inscrevendo-se no 2º. ano de Engenharia Militar, que não terminou, por receber ordem de mobilização, com os outros oficiais alunos, em 1865, quando tinha 22 anos, no início da Guerra do Paraguai. Foi incorporado à Expedição de Mato Grosso como ajudante da Comissão de Engenheiros, para trazer ao governo imperial notícias do corpo expedicionário de Mato Grosso, que havia muito se supunha perdido e aniquilado. Trouxe da campanha profunda experiência e inspiração para a maior parte dos seus escritos, a começar do primeiro livro, CENAS DE VIAGEM (1868). Em 1869, o Conde d’Eu, comandante-em-chefe das forças brasileiras em operação no Paraguai, convidou o primeiro-tenente Taunay para secretário do seu Estado-Maior, sendo encarregado de redigir o DIÁRIO DO EXÉRCITO, cujo conteúdo foi, em 1870, reproduzido no livro do mesmo nome. Terminada a guerra, foi promovido a capitão, e terminou o curso de Engenharia, passando a Professor de Geologia e Mineralogia da Escola Militar. Em 1871, com 28 anos, publicou o primeiro romance, MOCIDADE DE TRAJANO, com o pseudônimo de Sílvio Dinarte, que usaria na maior parte das suas obras de ficção. Publicou também, em francês, A RETIRADA DA LAGUNA, sobre o desastroso e heróico episódio de que participou. A publicação chama a atenção de todo o Brasil para o jovem escritor. Por indicação do Visconde do Rio Branco, candidatou-se a Deputado Geral pelo Estado de Goiás, que o elegeu para a Câmara dos Deputados em 1872, mandato que foi renovado em 1875, quando tinha 32 anos. Foi também Presidente da Província de Goiás(1873). Como Presidente da Província Goiana, visitou quase todas as cidades localizadas às margens dos rios Tocantins e Araguaia, no hoje ESTADO DO TOCANTINS, especialmente Arraias, Conceição do Norte, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso. Em 1874, com 31 anos, casou-se com Cristina Teixeira Leite Taunay, com quem teve o filho Afonso de Taunay que nasceu em 1876, em Florianópolis, Santa Catarina, exatamente quando o Visconde de Taunay era Presidente da Provincia. De 1876 a 1877 foi Presidente da Província de Santa Catarina. Nunca mais voltaria ao serviço ativo do Exército. Promovido a major em 1875, demitiu-se do posto em 1885, já tomado por atividades na política e nas letras. Em 1878, com 35 anos, caindo o Partido Conservador, em cujas fileiras militava, partiu para a Europa, em longa viagem de estudos. De volta ao Brasil em 1880, encetou uma fase de intensa atividade em prol de medidas como o casamento civil, a imigração, a libertação gradual dos escravos, a naturalização automática de estrangeiros. Deputado novamente de 1881 a 1884, por Santa Catarina. Em 1885, com 42 anos, foi candidato a Deputado pelo Rio de Janeiro, sua terra natal, mas foi derrotado. Foi Presidente do Paraná de 1885 a 1886, pondo em prática a sua política imigratória. Em 1886 foi eleito Deputado Geral por Santa Catarina e, logo a seguir, Senador pela mesma província, na vaga do Barão de Laguna. Foi no Senado um dos mais ardorosos partidários da Abolição. Em 6.09.1889, recebeu o título de Visconde, com grandeza. Estava no início de uma alta preeminência nos negócios públicos quando a proclamação da República lhe cortou a carreira, dada a intransigente fidelidade com que permaneceu monarquista até à morte. Na imprensa da época há numerosos artigos seus que se destinavam a pôr em destaque as virtudes do imperador banido e do regime que a República destruíra. Foi oficial da Ordem da Rosa, Cavaleiro da Ordem de São Bento, da Ordem de Aviz e da Ordem de Cristo. Taunay foi um infatigável trabalhador, patriota, homem público esclarecido e apaixonado homem de letras. Teve a plena realização do seu talento no terreno literário. Sua obra de ficção abrange, além do romance, as narrativas de guerra e viagem, descrições, recordações, depoimentos, artigos de crítica e escritos políticos. Foi também pintor, restando dele telas dignas de estudo. Era grande apaixonado da música, tendo deixado várias composições. Estudioso da vida e da obra dos grandes compositores, manteve com escritores e jornalistas polêmicas sobre essa arte, notadamente com Tobias Barreto. Seu avô, o famoso pintor Nicolau Antônio Taunay, foi um dos chefes da Missão Artística Francesa de 1818, no Brasil e seu pai, Félix Emílio Taunay, foi um dos preceptores de D. Pedro II e durante muito tempo dirigiu a Escola Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Pelo lado materno, era neto do Conde d’Escragnolle, emigrado da França pelas contingências da Revolução. Engenheiro militar, professor, político, historiador, sociólogo, romancista e memorialista. Visconde Taunay(Alfredo) não deve ser confundido com Afonso de Taunay. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Como jornalista, escreveu para jornais e revistas, dentre outros, JORNAL DO COMÉRCIO, GAZETA DE NOTÍCIAS, O CRUZEIRO e REVISTA BRASILEIRA. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também "A PROVÍNCIA DE GOYAZ", “INOCÊNCIA”, “A RETIRADA DA LAGUNA”, “CÉUS E TERRAS DO BRASIL”, "CENAS DE VIAGEM", LÁGRIMAS DE UM CORAÇÃO, DA MÃO À BOCA SE PERDE A SOPA, A MOCIDADE DE TRAJANO, O ENCILHAMENTO, ESTUDOS CRÍTICOS. Seu livro “LA RETRAITE DE LA LAGUNA” escrito originalmente em francês foi traduzido pelo seu filho Afonso de Taunay. Faleceu no Rio de Janeiro em 25.01.1899, com 56 anos de idade. Fundador da Cadeira 13. Sua Cadeira 13, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Francisco Otaviano, Fundador(ele mesmo, Visconde de Taunay), sendo também ocupada por Francisco de Castro, Martins Junior, Sousa Bandeira, Helio Lobo, Augusto Meyer, Francisco de Assis Barbosa e Sergio Paulo Rouanet. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VISCONDE DO RIO BRANCO(José Maria da Silva Paranhos), de Salvador, Bahia, a 16.03.1819, escreveu, entre outros, DISCURSOS(1872), CARTAS AO AMIGO AUSENTE, PROJETO DE CÓDIGO CRIMINAL MILITAR, O TRATADO DE 27 DE MARÇO DE 1867(1871), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Agostinho da Silva Paranhos e de Josefa Emerenciana Barreiro Paranhos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Ajudado pelo tio Eusébio Gomes Barreiros, terminou o curso de humanidades. Em 1836, com 17 anos de idade, foi para o Rio de Janeiro. Matriculou-se na Academia de Marinha do Rio, passando pela Escola Naval e pela Escola Militar. Diplomou-se em Ciências Matemáticas, em 1843, com 24 anos. Em 1844, foi nomeado Professor substituto da Escola Militar. Em 1845, foi para a Escola Militar do Império. Em 1846, com 27 anos de idade, foi elevado Catedrático quando da organização da Escola Central, denominada posteriormente Escola Politécnica. Colaborou na imprensa política e literária de seu tempo, nos jornais "O NOVO TEMPO", "CORREIO MERCANTIL", "JORNAL DO COMMERCIO" e "O MARIBONDO". Teve grande atuação na política e na diplomacia. Exerceu as funções de secretário na missão especial no Rio da Prata, sob as ordens do marquês de Paraná (1851) e, depois, ministro residente, chefe de legação e enviado especial em missões nas repúblicas da Argentina, do Uruguai e Paraguai. Na política interna do Império foi Deputado Provincial pelo Rio de Janeiro, em 1847. Foi também Deputado Geral em várias legislaturas. Presidente de província. Ministro dos Negócios Estrangeiros, da Marinha, da Guerra e da Fazenda. Presidente do Conselho de Ministros, de 7 de março de 1871 a 26 de junho de 1875. No agitado período do Segundo Reinado, coube a ele sancionar a Lei do Ventre Livre, em 28.09.1871, quando estava com 52 anos de idade. Enfrentou a questão epíscopo-maçônica nos anos de 1873/1874. Foi Senador pela província de Mato Grosso. Recebeu a incumbência de organizar o Governo Provisório do Paraguai, após a conclusão da guerra, em 1869/1870. Presidiu várias sociedades e academias, inclusive a Sociedade Auxiliadora da Indústria Nacional - onde fora fundado, em 1838, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no qual ingressaria em 29 de outubro de 1847 como sócio correspondente. Na condição de Grão-Mestre, presidiu o Grande Oriente do Brasil. Faleceu no Rio de Janeiro a 01.11.1880, com 61 anos de idade. É o patrono da Cadeira 40 da Academia Brasileira de Letras. Sua Cadeira 40, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Visconde do Rio Branco), Fundador Eduardo Prado, sendo também ocupada por Afonso Arinos, Miguel Couto, Alceu Amoroso Lima e Evaristo de Moraes Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VITO MILESI, de Roncobello, Bérgamo, Norte da Itália, 13.05.1931(naturalizado brasileiro), escreveu, entre outros, DA CIDADE GRANDE AO SERTÃO e DESCOBRIMENTO OU INVASÃO?, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia, em Florença e Milão, na Itália. Cursou Filosofia, em Bérgamo. Falava Italiano, Latim e Português, além de conhecer Grego e Aramaico. Mudou-se para o Brasil em 1955, como Sacerdote Missionário. Fez Psicopedagogia Religiosa, no Rio de Janeiro. Foi Coordenador Pastoral no Espírito Santo e no Maranhão. Revalidou os seus títulos na Faculdade Dom Bosco, de São João Del Rei, MG, quando também Licenciou-se em Filosofia. Veio para Imperatriz, no Maranhão em 1979. Em 1983, por concurso público, tornou-se Professor da Universidade Federal do Maranhão, atuando no Campus de Imperatriz. É encontrado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Filosofo, Teólogo, Tradutor, Escritor. Traduziu o livro L`OLOCAUSTO DEGLI EMPOBRECIDOS, de Fausto Marinetti, para o português, com o titulo COLONIZADOR COLONIZADO. Publicou também UM BISPO FELIZ, PASTOR E AMIGO, além de AMOR E MARTIRIO EM ALTO ALEGRE. Foi também Padre em Balsas, Maranhão, vinculado à Ordem dos Comborianos. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 09, tendo como Patrono Thucydides Barbosa, de que também foi seu Presidente entre 1991 e 1997. Era casado com Maria Helena de Oliveira Milesi. Faleceu em São Luis, Maranhão, com 74 anos de idade, no dia 17.07.2005, sendo sepultado em Balsas, por ter sido Padre nesta cidade. Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Waldir Azevedo Braga, no jornal FOLHA DO MARANHÃO DO SUL, Carolina, 17.07.2005. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VÍTOR BARBOZA LENZA, Goiano, de Vianópolis, 06.03.1942, escreveu, entre outros, “CORTES ARBITRAIS”(DOUTRINA, PRÁTICA, JURISPRUDÊNCIA, LEGISLAÇÃO), "JUIZADOS AGRÁRIOS"(TESE DE MESTRADO), este, com prefácio do Professor Paulo Torminn Borges. Após aprovado em Concurso Público para a Magistratura de Goiás, como Titular de Hidrolina, pediu remoção em abril de 1970, para instalar a COMARCA DE ARAGUAÍNA, no hoje Estado do Tocantins, ali permanecendo por três anos. Atualmente(2000), Juiz de Direito em Goiânia, nas varas de Família e Assistência Judiciária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Musicista, Pensador, Intelectual. Conferencista, Orador, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Professor Universitário. Ex-Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), cidade em que também foi Juiz de Direito e fundador do Juizado Especial de Pequenas Causas. Especialista em Direito Processual Civil e em Direito Público. Mestre em Direito Agrário, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Professor e Coordenador dos Cursos da Escola Superior de Magistratura e do Programa de Instalação das Cortes de Conciliação e Arbitragem, do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Formado pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra(ADESG). Detentor da Comenda Gomes de Souza, da Prefeitura Municipal de Anápolis. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), do Conselho Estadual de Entorpecentes, do Instituto Goiano de Direito Agrário, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais, entre as quais, Academia Goiana de Direito. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Vianópolis, interior de Goiás, no dia 06 de março de 1942. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Católica de Goiás, em 1967.
Após advogar em Goiânia e no interior do Estado, tornou-se Delegado de Polícia de Terceira Classe, mediante Concurso Público.
Foi Titular da Quarta Delegacia Distrital de Goiânia e integrou a primeira turma da Academia de Polícia Civil de Goiás.
Por Concurso Público, em 1968, tornou-se Promotor de Justiça do Estado de Goiás.
Em 1970, mediante Concurso, fez-se membro da Magistratura Goiana, assumindo como Juiz de Direito, a Comarca de Hidrolina.
No mesmo ano, via remoção, assumiu e INSTALOU a Comarca de Araguaína, no hoje Estado do Tocantins.
Em 1973, foi promovido para a Comarca de São Miguel do Araguaia, de onde seguiu para Mara Rosa e Ceres, no Estado de Goiás.
No ano de 1985, foi removido para a Comarca de Anápolis, onde instalou o Primeiro Juizado Especial de Pequenas Causas e tornou-se Titular da Vara de Família e Assistência Judiciária.
Removido para Goiânia, em 1991, assumiu a Primeira Vara de Assistência Judiciária.
Sua filha Suzani de Melo Lenza, Bacharel em Direito, publicou o livro “JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS”.
Atualmente(1998), é Titular da Primeira Vara de Família e Sucessões da Capital do Estado e Professor da Escola Superior da Magistratura. Nos últimos tempos, tornou-se Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás.

VÍTOR COELHO DE ALMEIDA, Carioca, do Rio de Janeiro, 08.09.l879, escreveu, entre outros, “GOIAZ-USOS, COSTUMES, RIQUEZAS NATURAIS(ESTUDOS E IMPRESSÕES PESSOAIS)-1944, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos especiais nos Rios Araguaia e Tocantins. Depois de viajar de trem e lombo de burro, chegou em Goiás no dia 15.11.1892. Contratou guias, com os quais percorreu os quatro cantos de Goiás. Escreveu também “PROTESTANTICES”, “A TRANSUBSTANCIAÇÃO”, “AS SETE IGREJAS DO APOCALÍPSE”, “SÃO PAULO APÓSTOLO”. Do ponto de vista religioso, teve uma vida diversificada. Ordenado Padre em Roma. Tornou-se Pastor Batista em Salvador, na Bahia. Foi Pastor Protestante Presbiteriano, no Rio de Janeiro, depois voltou a ser Padre. Professor de Filosofia do Liceu de Goiás, na antiga capital, Vila Boa. Fundou a Escola Normal de Anápolis, onde foi Professor e Diretor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Doutrinador, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Memorialista, Poeta, Intelectual. Relembrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Jornalista e Deputado Constituinte. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Alfredo Faria de Castro, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros sobre a História Política, Literária e Econômica de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu no Rio de Janeiro, a 8 de setembro de 1879. Filho de Aristides de Melo Morais e de Maria Noelina Coelho de Almeida e Silva.
Após frequentar vários colégios, inclusive o Liceu de São Cristóvão, Colégio Internacional e Colégio Americano, seguiu para Paris, em 1889, onde participou de uma Igreja Presbiteriana.
Retornando ao Brasil, matriculou-se no Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Goiás, onde se formou padre em 1895.
Vocacionado para a carreira religiosa, viajou para Roma, estudando no Colégio Pio Latino-Americano, de onde saiu com as ordens sacras, em 1903.
No ano seguinte, já no Brasil, tornou-se Reitor do Seminário do Rio de Janeiro e Cônego da Catedral. Foi também Vigário de Bangu.
Em 1914, deixou a batina e se casou com Isaura Silveira, com quem teve uma filha de nome Talhita.
Transferindo-se para Salvador, como professor, em 1915, passou a frequentar a Igreja Batista.
De volta ao Rio, converteu-se ao presbiterianismo, tornando-se pregador. Fundou, em 1925, a Igreja Presbiteriana Livre. Decepcionado, voltou ao Catolicismo, em 1928.
Já em Goiás, tornou-se professor do Liceu, na Cadeira de Filosofia.
Em 1929, empreendeu suas viagens pelo interior de Goiás. Numa delas chegou a observar: “Quando percorremos a região norte, em 1929, estivemos em lugares em que os moradores, para tomarem conhecimento do conteúdo de uma carta, deveriam viajar doze léguas, afim de encontrar quem lhes soletrasse a leitura e garatujasse uma resposta.”
Em 1931, junto com outros, fundou a Escola Normal de Anápolis.
Mudando-se para Silvânia, lançou o jornal “BRASIL CENTRAL”. Em 1934, foi eleito Deputado Estadual à Constituinte Goiana.
Juntamente com outros, fundou a Academia Goiana de Letras, em 1939, passando a ocupar a Cadeira nº 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Alfredo Faria de Castro, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Em 1942, tornou-se professor de Latim, no Liceu de Goiânia. Faleceu em Goiânia(Campinas), a 3 de novembro de 1944.
Entre suas obras, destacam-se, “GOIÁS: USOS, COSTUMES E RIQUEZAS NATURAIS”, “São Paulo, Apóstolo”, “Protestantices”, “As Sete Igrejas do Apocalipse”, “A Transubstanciação”, “Emancipação Religiosa no Brasil”.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 37, de que é Titular o escritor Mário Ribeiro Martins.

VÍTOR DE CARVALHO RAMOS, Goiano, de Goiás Velho, 16.02.l893, escreveu, entre outros, “MÃI-XI”(1929), "LETRAS GOIANAS: ESBOÇO HISTÓRICO"(1968), "O DESCOBRIMENTO DE GOIÁS E SEU BI-CENTENÁRIO"(1925). Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Rio de Janeiro. Dirigiu o jornal LAVOURA E COMÉRCIO, de Uberaba, em Minas Gerais. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Professor, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Crítico Literário. Fundou a Academia de Letras do Triângulo Mineiro. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 14, cujo Patrono é seu irmão Hugo de Carvalho Ramos, tendo sido ocupada por Nelly Alves de Almeida. Um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e em todos os demais livros sobre a História Literária de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa) a 16 de fevereiro de 1893, e morreu em Uberaba, MG, a 14/7/1976. Filho de Manuel Lopes de Carvalho Ramos e de Mariana de Loiola Ramos.
Irmão de Hugo de Carvalho Ramos. Em 1900, inicia os primeiros estudos com a professora Silvina Ermelinda Xavier de Brito.
Em 1902, toma aulas com o professor Aires Feliciano de Mendonça e em 1903, estuda com o poeta Augusto Ferreira Rios, com quem frequenta o Gabinete Literário Goiano.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1906 e no ano seguinte foi nomeado Secretário da Assembléia Legislativa. Seguiu para o Rio de Janeiro, em 1911, matriculando-se no Colégio Dom Pedro II.
Terminado o curso, viaja numa Comissão da Estrada de Ferro Central do Brasil, pelo interior de Goiás, Bahia e Minas Gerais. Em 1912, ingressa no primeiro ano da Faculdade de Direito Afonso Celso, no Rio de Janeiro.
Em 1915, torna-se funcionário da Diretoria Geral dos Correios e Telégrafos e no ano seguinte conclui o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.
Deu os primeiros passos na literatura, em 1917, quando começou a escrever na revista “Informação Goiana” do bonfinense Henrique Silva, que a editava na antiga capital da República, o Rio de Janeiro.
Mudou-se para Uberaba, em 1918, onde se estabeleceu como advogado e dirigiu o jornal LAVOURA & COMÉRCIO, defendendo a canditatura de Rui Barbosa para a presidência da República.
Casou-se no dia 12 de fevereiro de 1920, com Helena Teixeira.
Em 1929 publicou o livro “Mãi-Xi” e, pelos jornais, fez a campanha da Aliança Liberal.
Com outros companheiros, em 1933, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Juntamente com outros intelectuais, fundou, em junho de 1939, a Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira 14 que tem como Patrono seu irmão Hugo de Carvalho Ramos, falecido em 1921 e de que é Titular Nelly Alves de Almeida. Esta Cadeira é ocupada hoje pela escritora baiana Leda Selma de Alencar.
Junto com outros escritores, fundou também a Academia de Letras do Triângulo Mineiro, em 1963, na cidade de Uberaba.
Em 1968 editou “Letras Goianas-Esboço Histórico”.
No dia 14 de julho de 1976, faleceu em Uberaba, Minas Gerais, com 83 anos de idade.

VITOR GOMES PINTO, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 11.11.1941, escreveu, entre outros, SAÚDE BUCAL-ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA(1989), A ODONTOLOGIA BRASILEIRA ÀS VÉSPERAS DO ANO 2000(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Odontologia. Doutorou-se em Saúde Pública. Mudou-se para Brasília em 1975. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Consultor de Saúde do SESI. Técnico em Planejamento. Coordenador de Planejamento do Ministério da Saúde. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, EVOLUTION IN DENTAL CARE, 1990. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VITOR JOSÉ DOCA, Goiano, de Catalão, 26.01.l9l7, escreveu, entre outros, "CHAVE PARA ASSUNTOS PESQUEIROS" (1985), "CATÁLOGO DE PETRECHOS OU APARELHOS DE PESCA NACIONAIS", “ROTEIROS DE PROCEDIMENTOS ADMINISTRATIVOS PARA FISCALIZAÇÃO DA PESCA”(1980), “GUIA ALFABÉTICO DE RIOS, LAGOS E BAIAS”, “A CAÇAMBA DE PRATA”(CRÔNICAS-1999), em co-autoria. Filho de José Doca e Claudomira Maria Doca. Formado pela Academia Militar das Agulhas Negras, no Rio de Janeiro. Funcionário Público Federal. Participou da Segunda Guerra Mundial na Itália, vinculado à Força Expedicionária Brasileira (FEB). Diplomado em Administração e Teologia. Militar. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Teólogo, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Educador. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIO DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VÍTOR VIANA, Carioca, do Rio de Janeiro, 23.12.1881, escreveu, entre outros, FORMAÇÃO ECONOMICA DO BRASIL(1922), O BANCO DO BRASIL(1926), UMA CONSTITUIÇÃO DO SECULO XX(1931), AS CONSTITUIÇÕES FRANCESAS(1933), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Ernesto da Cunha de Araújo e de Teresa de Figueiredo Araújo Viana. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, com 22 anos de idade, em 1903. Logo cedo entrou para o jornalismo. Chegou a ser o redator principal e diretor do JORNAL DO COMMERCIO, do Rio de Janeiro. Dedicou-se aos problemas nacionais constitucionais, tornando-se exímio articulista de assuntos econômicos e financeiros. Colaborou nos jornais O SÉCULO, CIDADE DO RIO, IMPRENSA (de Alcindo Guanabara), passando para O PAIZ. Durante a I Guerra Mundial, foi um dos comentadores mais informados dos acontecimentos da guerra. Encetou também colaboração na imprensa como crítico dos “LIVROS NOVOS” e redator das “NOTAS PEDAGÓGICAS”. Foi bibliotecário da Escola Nacional de Belas Artes. Professor da Escola de Altos Estudos e professor de Geografia Industrial e História das Indústrias na Escola Nacional de Artes e Ofícios Venceslau Brás. Foi membro da comissão incumbida de elaborar o Código Aduaneiro. Representou o governo da União no Congresso da Instrução Primária, reunido no Rio de Janeiro em 1921, quando tinha 40 anos de idade. Fez parte do Conselho Superior de Comércio e Indústria. Serviu em comissão junto ao gabinete do Ministro da Fazenda, de 1919 a 1922. Trabalhou junto ao gabinete do Ministro da Agricultura, de 1922 a 1925. Ocupou, a seguir, o cargo de Superintendente dos estabelecimentos do Ensino Comercial. Seu nome aparece no Almanaque do Ministério das Relações Exteriores como redator do respectivo Boletim de 1926 a 1929. Foi membro do Conselho Federal de Comércio Exterior e da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, bem como membro titular da Sociedade Brasileira de Direito Internacional, por proposta de Amaro Cavalcanti, em virtude dos artigos publicados sobre a guerra e a Liga das Nações. Jornalista, professor, crítico literário e ensaísta. Faleceu no Rio de Janeiro, em 21.08.1937, com 56 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 12, eleito em 11.04.1935, na sucessão de Augusto de Lima e recebido pelo Acadêmico Celso Vieira em 10.08.1935. Sua Cadeira 12, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono França Junior, Fundador Urbano Duarte, sendo também ocupada por Augusto de Lima, Vitor Viana, Macedo Soares, Abgar Renault, Dom Lucas Moreira Neves e Alfredo Bosi. Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

VITORINO FREITAS, Maranhense, de Barra do Corda, l908, autor de vários livros, entre os quais, "O JARDIM DE HELENA"(Romance), "PISCINA DE LAMA", este, com prefácio de Bernardo Élis que sobre ele disse ser "um dos maiores livros do Brasil". Residente em Goiânia, durante muitos anos, onde foi Construtor e Intelectual. Escritor Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Memorialista, Ativista. Produtor Cultural, Conferencista, Historiador. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Pai do Procurador de Justiça Aposentado Daniel de Freitas. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiânia, onde sempre viveu.

VIVALDO JORGE DE ARAÚJO, de Goiandira, Goiás, 27.08.l937, autor de alguns livros, entre os quais, "ANÁLISE SINTÁTICA", "CREPÚSCULO VIVO" (POEMAS), sem dados biográficos nos livros. Filho de Olimpio Gonçalves de Araújo e Cristina Jorge de Araújo. Após os estudos primários em sua terra natal, terminou o ginásio em Araguari, Minas Gerais. Fez Contabilidade, na Escola Técnica de Comércio de Campinas. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás, em 1963. Professor do Liceu de Goiânia durante muitos anos. Promotor Público, Procurador da Justiça Aposentado. Assessor de Desembargador no Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Conferencista, Doutrinador, Pensador. Intelectual, Ativista, Espiritualista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana do Ministério Público, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Irradiação Espírita Cristã e Federação Espírita do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VIVALDO VIEIRA DA SILVA, Carioca, do Rio de Janeiro, l932, dentre outros, escreveu, "SINOPSES DE ETNOLOGIA GERAL", sem dados biográficos no livro. Foi Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VIVÊNCIA BRETAS TAHAN, Paulista, de Jaboticabal, l9l5, filha de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas(CORA CORALINA), escreveu, entre outros, "CORA CORAGEM, CORA POESIA", sem dados biográficos no livro. Professora no interior do Estado de São Paulo, onde reside. Recomendada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Administradora, Ficcionista, Educadora. Memorialista, Professora, Poetisa. Ativista, Pensadora, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

VLADIMIR CARVALHO(Vladimir Carvalho da Silva), de Itabaiana, Paraíba, 31.01.1935, escreveu, entre outros, O PAÍS DE SÃO SARUÊ(1986), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Filosofia. Professor, Jornalista, Cineasta. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, TRIBUTO A TEOTÔNIO(1987), de Henfil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VLADIMIR MAGALHÃES SEIXAS, de Caiapônia, Goiás, l950, escreveu, entre outros, "FUNDAMENTOS DE BOTÂNICA", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, junto com Luis Chein e Irani Rosiquem. Professor Universitário e de vários cursos e cursinhos preparatórios em Goiânia, entre os quais, “Colégio Carlos Chagas”, “Colégio Universitário”(COLU). Com o passar do tempo, transferiu-se para Palmas, no Tocantins, onde se tornou um dos mais conceituados médicos da Capital. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista, Administrador, Educador, Ficcionista. Memorialista, Poeta, Médico. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Medicina, da Associação Médica de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VLADIMIR PALMEIRA(Vladimir Gracindo Soares Palmeira), de Maceió, Alagoas, 11.11.1944, escreveu, entre outros, UNIÃO SOVIÉTICA-HÁ SOCIALISMO NISTO?(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Economia em Bruxelas, na Bélgica. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Presidente da União Nacional de Estudantes(UNE). Economista, Tradutor. Deputado Federal. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

VOLNEI GARRAFA, de Três de Maio, Rio Grande do Sul, 16.09.1946, escreveu, entre outros, CONTRA O MONOPÓLIO DA SAÚDE(1983), A UNIVERSIDADE CONSTRUINDO SABER E CIDADANIA(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Odontologia. Mestrado em Oncologia. Doutorado em Ciências. Pós-Doutorado em Bioética. Mudou-se para Brasília em 1973. Presidente da Associação dos Docentes da UNB. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Consultor da Organização Panamericana de Saúde. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Sociedade Brasileira de Estomatologia e Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras, de que foi Presidente. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

VOLTAIRE WOLNEY AIRES, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 25.09.l960, escreveu, entre outros, "MENSAGENS E POEMAS DO ALÉM", “AS RAZÕES E OS PRINCIPAIS EVENTOS QUE DERAM ORIGEM A DIANÓPOLIS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Zilmar Póvoa Aires e Irany Wolney Aires. Editou igualmente “ABÍLIO WOLNEY, SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES”, “SERTÃO HOSTIL”, este com prefácio do antigo Promotor de Justiça e hoje Juiz de Direito Abílio Wolney Aires Neto, seu irmão, também nascido em Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins. Publicou também “COLÉGIO JOÃO D`ABREU” (AMOR, HISTÓRIA, EDUCAÇÃO).

Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, onde também foi aluno do Colégio João D`Abreu, fundado em 1951, estudou em diferentes outros lugares.

Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco do Brasil, em Dianópolis, antiga São José do Duro, Estado de Goiás, hoje Tocantins. Foi Vereador junto à Câmara Municipal de Dianópolis, sua terra natal, em 1993.

Como funcionário do Banco do Brasil, transferiu-se para Palmas, onde atualmente(2000), é aluno da Faculdade de Direito, da Universidade do Tocantins (UNITINS), em Palmas, onde reside. Em 2005, no dia 11 de março, concluiu o curso de Direito, tendo sido Orador da Turma e cuja solenidade de formatura se deu no auditório da Associação Tocantinense dos Municípios(ATM), em Palmas, com a presença de figuras ilustres, entre as quais, seu irmão Juiz de Direito, Diretor do Fórum de Anápolis, Dr. Abílio Wolney Aires Neto.

Seu livro sobre o Colégio João D`Abreu retrata a história da instituição fundada por freiras dominicanas e sua influência, inclusive no Oeste da Bahia e Sul do Piauí.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Pensador. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Político, Idealista. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos.

Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Com seu livro, “ABÍLIO WOLNEY-SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES”, deu a melhor contribuição para se conhecer a verdadeira história da vida de um dos mais ilustres homens de Goiás e seu avô, o Coronel Abílio Wolney.

É também estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Após concorrer pela terceira vez a uma vaga na Academia Tocantinense de Letras, terminou por ser eleito para a Cadeira 38, tendo como Patrono Aníbal Nogueira Rego, derrotando os candidatos Dourival Martins Santiago e Ernani Braga. Para esta Cadeira, foi eleito, tendo tomado posse no dia 30.08.2002, em Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Um de seus livros foi adotado para os exames vestibulares da Universidade do Tocantins (UNITINS), em 2002.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

WAGNER ESTELITA CAMPOS, Goiano, de Catalão, 05.01.l9l0, escreveu, entre outros, “BIOGRAFIA DE LEOPOLDO DE BULHÕES”, "TÉCNICAS DE ADMINISTRAÇÃO", “CHEFIA E ADMINISTRAÇÃO-SUA TÉCNICA E SEUS PROBLEMAS”, sem dados biográficos nos livros. Professor da Escola Superior de Guerra e da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Advogado, Político, Jurista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Pensador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Rio de Janeiro. Foi Deputado Federal em duas ocasiões e Ministro do Tribunal de Contas da União. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo, em VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz e LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos. Encontra-se no livro BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó Ribeiro de Oliveira, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 5 de janeiro de 1910. Filho de Frederico Campos e de Julieta Prates Campos.
Iniciou, em 1918, os estudos primários em sua terra natal, indo para o Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Brasil.
Retornou a Goiás, onde se tornou Secretário de Segurança Pública, antigo Chefe de Polícia do Estado.
Em 1950, fez o curso de administração, em Washington, nos Estados Unidos. Lecionou na Escola Superior de Guerra e na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
No ano de 1955, elegeu-se Deputado Federal por Goiás, o mesmo ocorrendo em 1962.
Na Câmara dos Deputados, foi Presidente da Comissão de Orçamento, quando conseguiu verba para asfaltar a rodovia Araguari/Brasília, passando por Catalão.
Nomeado Ministro do Tribunal de Contas da União, tornou-se seu Presidente algum tempo depois. Faleceu em Brasília, em 13.09.1979.

WAGNER TAVARES DE GÓES, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 09.01.1937, escreveu, entre outros, “A IMPRENSA NO INTERIOR E SEUS PROBLEMAS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Manoel de Góes Moreira e Maria da Conceição Tavares. Após os estudos primários no Grupo Escolar Pádua Fleury, de sua cidade natal, rumou para Formosa, Goiás, em 1950, onde se matriculou no Colégio Arquidiocesano do Planalto. Transferiu-se para Porto Nacional, estudando interno no Seminário São José. Concluiu o Ginásio, em 1953, no Colégio Cristo Redentor, de Juiz de Fora, Minas Gerais, estudando também no Seminário dos Padres Dominicanos. Em 1954, veio para Goiânia, concluindo o científico no Liceu de Goiás. Tornou-se Repórter do jornal O POPULAR e cronista social da FOLHA DE GOIÁS. Em 1957, mudou-se para Jataí, como Diretor do JORNAL DO SUDOESTE. Retornou a Goiânia, em 1959, como Redator-Chefe do jornal O POPULAR. Viajou pelos Estados Unidos da América, a convite do Departamento de Estado Americano. Em 1970, representou o jornal O POPULAR, na Exposição de Osaka, no Japão. De seu casamento com Maria José Carvalho Brito de Góes, teve diversos filhos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WALLACE(ALFRED RUSSEL WALLACE), de Usk, Inglaterra, 1823, escreveu, entre outros, “VIAGENS PELO AMAZONAS E RIO NEGRO”(Londres, 1853), com tradução de Orlando Torres e notas de Basílio de Magalhães, São Paulo, 1939, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em História Natural e nela especializou-se. Viajou pela Amazônia, juntamente com Henry Walter Bates, de 1848 a 1852. Seu livro foi publicado em Londres, em 1853, mas só foi traduzido no Brasil, em 1939. Faleceu em 1913. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL”, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

WALCE SOUZA(Ver Mestre Deputado).

WALDELOYR CHAGAS DE OLIVEIRA, de Salvador, Bahia, l920, escreveu, entre outros, "O DISCURSO DA MÃO"(como Paraninfo da Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás), prefácio de Bernardo Élis, sem dados biográficos no livro. Vinculado à cidade goiana de Morrinhos, através de laços familiares, nela se fazendo sempre presente. Médico, Escritor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Intelectual, Orador, Conferencista. Administrador, Educador Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Ativista, Produtor Cultural, Poeta. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor Universitário da Faculdade de Medicina da Bahia, com raízes familiares em Morrinhos, Estado de Goiás, onde sempre se fez presente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDEMAR DE GREGORI, de Faxinal do Soturno, Rio Grande do Sul, 13.05.1935, escreveu, entre outros, EDUCAÇÃO COMUNITÁRIA(1988), OS PODERES DE SEUS TRÊS CÉREBROS(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Anglo-Germânicas e Sociologia Política. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Funcionário do Banco do Brasil. Professor Universitário. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e do Movimento de Cibernética Social, de que foi fundador, além da Academia Brasileira de Cibernética. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


WALDEMAR GOMES DE MELO, Goiano, de Formosa, 29.02.l924, escreveu, entre outros, "TABATINGA AMARELA" (POEMAS-1980), "IMPRENSA QUE VI E VIVI"(1985), "COSTA LIMA, UM LÍDER DO SUDOESTE"(1985). Fundador de vários jornais, entre os quais, FOLHA DE GOIAZ, JORNAL ARAGUAIA, DIÁRIO DO OESTE. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Empresário, Jornalista, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Administrador, Educador, Ficcionista. Editor, Redator, Articulista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Foi Presidente da Associação Goiana de Imprensa, em ocasiões diversas. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Academia Anapolina de Letras e Artes, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990, bem como no livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Referenciado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, como também no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Junior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido na cidade de Formosa, Estado de Goiás, a 29 de fevereiro de 1924. Filho de Lúcio Gomes e Emídia de Melo.
Transferiu-se, com a família, para a cidade de Anápolis, por volta de 1926, quando tinha apenas dois anos de idade.
Enquanto fazia o curso primário, passou a trabalhar nas oficinas do jornal “Voz do Sul”, fundado pelo Senador José Lourenço Dias, em 23 de novembro de 1930.
Iniciou-se no jornalismo como trabalhador comum dentro das oficinas, passando depois a tipógrafo.
Catando tipos, combinando fios, alinhando vinhetas, tornou-se o encarregado de compor as produções literárias de Xavier Júnior, Érico Curado, etc.
Na mesma “Voz do Sul” publicou também sonetos e crônicas. Após residir em Anápolis durante muitos anos trabalhando em jornais, transferiu-se para Goiânia.
Em Campinas, participou da fundação, juntamente com Gerson Castro Costa, do jornal “Folha de Goiaz”, onde trabalhou algum tempo.
Retornou a Anápolis, fundando, em 1947, o jornal “Araguaia”, posteriormente transferido para Goiânia.
Depois de atuar em diferentes jornais, entre os quais, “A Imprensa”, dirigido pelo seu irmão Eurípedes Gomes de Melo, por volta de 1954, mudou-se novamente para Goiânia.
Na Capital do Estado, fundou, em 1959, o jornal “Diário do Oeste”. Funcionou também em vários outros jornais.
Em 1974, Bacharelou-se em Direito, na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás.
Seus trabalhos literários estão publicados em diferentes jornais, revistas e livros. Mesmo como jornalista e empresário do ramo gráfico e imobiliário, tem tido tempo para a literatura.
Além de “Cantigas dos Primeiros Tempos” (noticiado por Gilberto Mendonça Teles), publicou, em 1981, “Tabatinga Amarela” e em 1982, “Costa Lima, Um Líder do Sudoeste”, estando no prelo “Imprensa Que Vi e Vivi”.
Atualmente(1998), na condição de aposentado, é proprietário de Gráfica em Goiânia, depois de ter sido mais uma vez, Presidente da Associação Goiana de Imprensa.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupou a Cadeira 50, tendo como Patrono Gerson de Castro Costa.
Faleceu em Goiânia, onde viveu nos últimos anos.

WALDEMAR GOMES PEREIRA, de Porto Franco, Maranhão, 04.11.1929, escreveu, entre outros, “MEU PÉ DE TARUMÃ FLORIDO(UM RETRATO DE PORTO FRANCO)”(1997), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diversos aspectos da região, bem como a história de Boa Vista do Tocantins(hoje Tocantinópolis). Filho de Joaquim Gomes Pereira e Adelaide Gomes Pereira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, transferiu-se para Tocantinópolis, norte de Goiás, hoje Tocantins, passando a estudar no Colégio Dom Orione. Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco da Amazônia(BASA), trabalhando em Tocantinópolis. Mudou-se para Goiânia, bacharelando-se em ciências jurídicas e sociais na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás(UCG). Sob a Presidência do Grão Mestre Licínio Leal Barbosa, foi Secretário-Geral da Grande Loja do Estado de Goiás. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. É mencionado em vários livros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WALDEMAR LOPES(FREIRE), de Quipapá, Pernambuco, 01.02.1911, escreveu, entre outros, SONETOS DO TEMPO PERDIDO(1970), MEMÓRIA DO TEMPO(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi Secretário do JORNAL DO COMÉRCIO(RECIFE), da FOLHA CARIOCA e da TRIBUNA DA IMPRENSA(RIO). Jornalista, Poeta, Ensaísta. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia Brasiliense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA, 1982, de Joanyr de Oliveira, ANTOLOGIA DOS POETAS PERNAMBUCANOS, 1945, de Fernando Oliveira Mota. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WALDER TAVARES DE GÓIS, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 28.03.l938, escreveu, dentre outros, "A MARCHA ALÉM DO OESTE", sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Irmão do antigo Procurador Geral do Estado de Goiás, Wilder Tavares de Góis. Filho de Manoel de Góis Moreira e de Maria da Conceição Tavares de Góis. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Goiânia, em 1955, fazendo o curso de Madureza e o Científico. Casou-se em 1958, com Oneida Rocha de Góes, com quem teve vários filhos. Em 1971, formou-se em Ciências Sociais, na Universidade Federal de Goiás. Tornou-se Repórter da FOLHA DE GOIÁS, onde iniciou a carreira. Na Televisão, manteve o programa “SEM RESERVAS”. Foi Repórter do jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, JORNAL DO BRASIL e O POPULAR. Cursou a Aliança Francesa. Assistiu o lançamento da APOLO 12, nos Estados Unidos. Em 1969, fez curso de Inglês na Inglaterra. Assumiu a Chefia da Agência de Notícias do Jornal do Brasil, em 1971, quando se transferiu para o Rio de Janeiro. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional de Repórteres Políticos, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WALDERÊS NUNES LOUREIRO, de Nanuque, Minas Gerais, l945, escreveu, entre outros, "O ASPECTO EDUCATIVO DA PRÁTICA POLÍTICA"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro, com apresentação de Cândido Grzybowski e, juntamente com Maria Tereza Canezin, produziu "A ESCOLA NORMAL EM GOIÁS". Professora e Diretora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Curso de Mestrado em Educação, na Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Educadora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Ficcionista. Especialista em História da Educação, Educação em Goiás, Formação de Professores, Orientação de Teses de Mestrado e Atividades Administrativas. Vinculada ao Departamento de Fundamentos e Práticas de Ensino, da Escola de Educação, da UFG. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDEREZ LOUREIRO MIGUEL, Goiana, de Caiapônia, l939, escreveu, entre outros, "O SERVIÇO SOCIAL E A PROMOÇÃO DO HOMEM- UM ESTUDO DE IDEOLOGIA"(TESE DE MESTRADO), com prefácio de José Carlos Durand, sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Serviço Social, da Universidade Católica de Goiás. Assistente Social. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Cronista. Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDETE FERREIRA LEITE, Goiana, de Rio Verde, l94l, escreveu, entre outros, “ENTONAÇÃO DO FALAR GOIANO”, “SYSTEME PHONOLOGIQUE DU PORTUGAIS PARLÉ DANS L’ETATE DE GOIÁS DU BRÉSIL”(TESE DE DOUTORADO), "O MÉTODO GERATIVO E TRANSFORMACIONAL: TEORIA E APLICAÇÃO", sem dados biográficos nos livros. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Doutora em Linguística pela Universidade de Montpellier, França. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Ficcionista. Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDIR BRAGA(Waldir Azevedo Braga), de Carolina, Maranhão, 29.06.1928, editou, entre outros, “FOLHA DO MARANHÃO DO SUL”(Jornal), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. No Rio de Janeiro, foi repórter e colaborador do suplemento literário do jornal TRIBUNA POPULAR. Retornando à sua terra, Carolina, foi Vereador de 1982 a 1992. Presidente da Câmara Municipal. Relator da Lei Orgânica do Município. Presidente da Associação Comercial e Industrial de Carolina, em 1964/1966. Diretor do jornal A TARDE. Fundou o Colégio Comercial de Carolina, ao lado do Desembargador Luis de Almeida Teles. Presidente do Núcleo Carolinense da Campanha Nacional de Educandários Gratuitos. Casou-se com Genoveva Fonseca Braga, com quem tem Waldir Braga Filho, Márcio Braga, Larisse Braga e Lara Braga. Jornalista, Fazendeiro, Escritor. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 22, tendo como Patrono Carlota Carvalho(1867-1937). É estudado na ENCICLOPEDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

WALDIR DO ESPÍRITO SANTO CASTRO QUINTA, Goiano, de Caldas Novas, 04.06.l922, escreveu, entre outros, “ACORDÃOS DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DE GOIÁS” (SUMÁRIO DE JURISPRUDÊNCIA CIVIL), "LETRAS E LITERATOS DE ONTEM E DE HOJE", in CATÁLOGO BIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, Sesc, l966. Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado, de que foi Presidente. Redator da Constituição do Estado de Goiás, em 1967 e 1970. Ex-Professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), de que foi um dos fundadores. Professor, Jornalista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Intelectual, Orador, Polemista. Ativista, Conferencista, Poeta. Político, Administrador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Deputado Estadual. Foi Presidente da Federação Goiana de Futebol. Articulista de diferentes jornais e revistas, entre os quais, FOLHA DE GOIAZ. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira l9, cujo Patrono é Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, tendo sido titular João Batista Gonçalves Accioly Martins. Sócio da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, bem como do DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Caldas Novas, no ano de 1922, em 04 de junho. Filho de José Ribeiro Quinta e Eunice de Castro e Silva.
Após os estudos primários e secundários em Morrinhos, estudou no Liceu de Goiânia. Formou-se pela Faculdade de Direito de Goiás (1948), passando a exercer a atividade de professor de Direito Constitucional até 1966.
É fundador e professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás e da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA).
Desde 1962, é conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás, ocupando, inclusive, sua presidência.
Redigiu o texto da Constituição do Estado de Goiás, em 1967 e em 1970. Atuou como articulista do jornal Folha de Goiás.
Foi deputado estadual, oportunidade em que revelou sua elevada categoria de tribuno.
Militou no desporto sendo presidente da Federação Goiana de Futebol.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, tomou posse como titular da Cadeira 19, que tem como Patrono Joaquim Xavier Guimarães Natal e cujo fundador foi Mário de Alencastro Caiado e de que foi Titular João Accioly.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 06, tendo como Patrono Zoroastro Artiaga. Faleceu em Goiânia, no dia 01.02.2006, com 84 anos de idade. Foi casado com Athail de Castro Quinta, com quem teve os filhos Waldyr de Castro Quinta Filho(médico), Regina Célia(Professora), Maria Cristina(Engenheira) e Fernando Antonio(Engenheiro).

WALDIR LUIZ COSTA, Mineiro, de Araxá, 30.04.l9l7, escreveu, entre outros, "PERSONALIDADE JURÍDICA DAS DIOCESES"(1951), sem dados biográficos no livro. Publicou também “ARAXÁ-DA MALOCA AO PALÁCIO”(1950). Filho de Clarimundo Batista da Costa e Dimpina de Paiva Teixeira. Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Foi Prefeito de Araxá, em 1946. Lecionou no Liceu de Goiânia e no Ateneu Dom Bosco. Recebeu do Papa Paulo VI, no próprio Vaticano, o título de Comendador da Ordem de São Gregório Magno. Procurador Geral da Fazenda Pública, junto ao Tribunal de Contas do Estado. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Jornalista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, AtIvista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista, Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme, de que foi titular José Júlio Guimarães Lima, hoje(1998) ocupada por José Asmar. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de josé Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Faleceu em Goiânia, no dia 29 de junho de 1982. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDIRE LAUREANO (BATISTA), de Anicuns, Goiás, 18.05.1941, escreveu, entre outros, “CHÃO ENCANTADO DE NOSSOS AVÓS”(POEMAS), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Brasigóis Felício, notas de orelha de Lorimá Dionísio e notas de capa de Luiz Alberto de Queiroz. Filho de Antonio Laureano Marquez e Maria Ilha do Espirito Santo. Passou a juventude no Bairro Popular, em Goiânia. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Vinculado à Escola Técnica Federal de Goiás, onde também foi professor. Viveu, trabalhou e estudou no Canadá e Estados Unidos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Produtor Cultural, Pensador. Orador, Ativista, Advogado. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Intelectual, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Ordem dos Advogados do Brasil. Encontra-se na Antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALDIVINO FERREIRA SILVA, de Hidrolândia, Goiás, 26.07.1931, escreveu, entre outros, “ARAGOIÂNIA-UMA SÍNTESE HISTÓRICA”(1998), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seu livro focaliza o antigo povoado de “Malhador”, também chamado de “Biscoito Duro”. Suas terras foram tiradas de Hidrolândia, Goiânia e Guapó. Seus intelectuais são, entre outros, Valdeir Gregório(escultor), Eduardo Jordão(escritor) e Fé Córdula(pintor). Quanto a Waldivino é Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Romancista, Ficcionista, Folclorista. Pensador, Intelectual, Letrista. Produtor Cultural, Articulista, Jornalista. Ativista, Literato, Administrador. Conferencista, Orador, Poeta. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

WALDOMIRO BARIANI ORTÊNCIO(VER BARIANI ORTÊNCIO).

WALFRIDO MORAES, de Lençóis, Bahia, 11.09.1916, escreveu, entre outros, “JAGUNÇOS E HERÓIS”(Brasília, 1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 9 anos de idade, em 1925, começou a trabalhar na tipografia do jornal “O SERTÃO”, de Horácio de Matos, na cidade de Lençóis. Iniciou como aprendiz e chegou a Redator-Chefe do dito jornal. Nos anos seguintes, formou-se pela Faculdade de Filosofia, da Universidade Federal da Bahia, em Salvador. Na Fundação Getúlio Vargas, em colaboração com a ONU, fez os cursos de Administração Pública e Finanças Públicas. Tornou-se Professor de Geografia e História, de nível médio e superior. Fez-se Jornalista Profissional Sindicalizado, tendo trabalhado como Redator do jornal “A TARDE”, de Salvador, na Bahia. Pelo livro “Jagunços e Heróis”, ganhou o PRÊMIO JOAQUIM NABUCO, da Academia Brasileira de Letras, em 1963. Detentor do PRÊMIO MARINHA DO BRASIL, pela reportagem no jornal “A Tarde”, intitulada “Bahia-Berço da Marinha do Brasil”, em 1963. Ganhou também o “PRÊMIO ESSE DE REPORTAGEM”, em 1964, além de outros. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Não foi mencionado no livro “BAIANOS ILUSTRES”, de Antonio Loureiro de Souza, publicado em 1979. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

WALMIR AYALA(FÉLIX SOLANO), de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 04.01.1933, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BRASILEIRO DE ARTISTAS PLÁSTICOS” (BIOGRAFIAS-1977). Filho de Sílvio Solano Ayala e Letterina Riccardi Ayala. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também concluiu o segundo grau, matriculou-se na Faculdade de Filosofia, da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Sem terminar o curso, transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1956, quando tinha 23 anos de idade. Passou a colaborar no Suplemento Dominical do JORNAL DO BRASIL. Com o passar do tempo, tornou-se funcionário do Ministério da Educação e Cultura, tendo sido Redator e Produtor da Rádio do Ministério, bem como Diretor da REVISTA CULTURAL. Foi Crítico de Artes Plásticas dos jornais ÚLTIMA HORA, O DIA e TRIBUNA DA IMPRENSA. Viajou por várias partes do mundo representando a cultura brasileira. Escreveu dezenas de obras, entre as quais, “HISTÓRIAS DOS INDIOS DO BRASIL”(1971) e “POETAS NOVOS DO BRASIL”(1969). Faleceu no Rio de Janeiro em 1989, com 56 anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WALMIRTON THADEU D"ALESSANDRO, de Frutal, Minas Gerais, l948, escreveu, entre outros, "ANÁLISE DO TEOR DE PROTEÍNAS TOTAIS DO LEITE BOVINO", sem dados biográficos no livro. Engenheiro Agrônomo e Veterinário. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Especialista em Fisiologia, Farmacologia, Tecnologia de Alimentos, Coleta de amostras em campo, Análises de laboratório, Interpretação de dados, Orientação de Teses de Mestrado e Avaliação de Parâmetros Fisiológicos. Vinculado ao Departamento de Fisiologia e Farmacologia, do Instituto de Ciências Biológicas. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Agronomia e Veterinária, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALQUÍRIA RASMUSSEN ALVES, Goiana, da Capital, l946, escreveu, entre outros, "A PSICOLOGIA APLICADA NA ÁREA COMUNITÁRIA"(l99l), sem dados biográficos no livro. Professora da Universidade Católica de Goiás. Psicóloga, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Intelectual. Memorialista, Produtora Cultural, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Intercalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALQUISE DA SILVA GUIMARÃES, de Rio Verde, Goiás, 1959, escreveu, entre outros, “CONTOS DE PÉROLAS”(1990), com prefácio de Niso Prego. Filha do jornalista Silva Guimarães. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Artista Plástica. Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Intelectual. Memorialista, Produtora Cultural, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Prêmio de Poesia “Márcio de Souza Andrade”. Participou de várias antologias, entre as quais, “POESIA HOJE”. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTEMAR CARVALHO, Goiano, da Capital, 1950, escreveu, entre outros, "365 MOMENTOS DE REFLEXÃO", sem dados biográficos no livro e sem quisquer outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Residente em Goiânia, onde também produziu a sua obra literária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTER AFONSO DO PRADO, Goiano, de Bela Vista de Goiás, 20.09.l925, escreveu, entre outros, "TALVEZ AMANHÃ"(1987), sem dados biográficos no livro. Filho de Flórido do Prado e Graciema Mendonça do Prado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Produtor Cultural, Ativista, Literato. Pesquisador, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Faleceu em Joinville, Santa Catarina, no dia 26.08.1996. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTER BROCKERS, Goiano, de Pirenópolis, l928, escreveu, entre outros, "GUANO DE MORCEGOS E SUAS SURPREENDENTES APLICAÇÕES", “GUANO DE MORCEGO NA TERAPÊUTICA E PREVENÇÃO DE DOENÇAS DO GADO BOVINO EM GOIÁS”, “GUANO DE MORCEGO E A PRODUÇÃO DE ALIMENTOS”, este, em co-autoria com Gercino Monteiro Filho, sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária, da Faculdade de Engenharia e do Instituto de Matemática e Física da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Engenheiro Civil, Agrônomo e Veterinário. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e rememorativos, entre os quais, FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, com cinco volumes, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTER CHAVES MARIM, Goiano, de Mineiros, l944, escreveu, entre outros, "ANÁLISE DE ALTERNATIVAS DE INVESTIMENTO", "ELEMENTOS DE ECONOMIA", sem dados biográficos nos livros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez curso de Mestrado, pela Fundação Getúlio Vargas. Cursou Doutorado, na Universidade de São Paulo(USP). Professor da Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas e Letras, da Fundação Integrada Municipal de Ensino Superior de Mineiros. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Docente da Universidade Católica de Goiás e da Universidade Salgado de Oliveira(UNIVERSO), em Goiânia, onde reside. Economista, Financista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos econômicos. Membro do Conselho Regional de Economia de Goiás, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Economistas de Goiás e Associação dos Docentes da UCG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTER MASSI, Goiano, de Rio Verde, 07.09.l929, escreveu, entre outros, "ALBUM POEMA-RIO VERDE EU TE REVEJO"(1985), sem dados biográficos no livro. Publicou também “BÊ-Á-BÁ DA SAÚDE MENTAL DE SEU FILHO-RUDIMENTOS DE EUGENIA”(2000). Médico Psiquiatra, residente em Goiânia, onde também produziu a sua obra literária. Filho de José Massi e Brasiliana Massi. Após os estudos primários em sua terra natal, cursou o Madureza em Jacarezinho, Paraná. Fez o científico no Colégio Mineiro, de Uberlândia. Formou-se em Medicina, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais, RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto e GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de G. Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WALTER PORTO DE ALMEIDA, Goiano, de Pires do Rio, 14.10.1960, escreveu, entre outros, “A LUA DO RIO AZUL”, com observações de Wilson Cavalcanti e Adovaldo Fernandes Sampaio, sem dados biográficos no livro. Filho de Geraldo Almeida e de Eufrásia Porto Almeida. Após os estudos primários em sua terra natal, bem como o ensino fundamental, no Colégio Estadual de Pires do Rio, em 1975, foi estudar em outras cidades. Na Faculdade de Engenharia, da Universidade Federal de Goiás, concluiu o curso de Engenheiro, em 1988. Segundo Tenente da Reserva da Arma de Infantaria do Exército Brasileiro, é também Engenheiro Projetista. Poeta e Filantropista. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Wilson Cavalcanti Nogueira, da Prefeitura Municipal de Pires do Rio. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro PIRESINOS ILUSTRES, de Iranilda Divina Resende Paes. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), Sindicato dos Engenheiros do Estado de Goiás e Grupo Oficina de Escritores. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WALY SALOMÃO(Waly Dias Salomão), de Jequié, Bahia, 03.09.1943, escreveu, entre outros, ME SEGURA QUE VOU DAR UM TROÇO(Crônicas-1972), TORQUATO NETO OU ÚLTIMOS DIAS DE PAUPÉRIA(1973), CAETANO VELOSO-ALEGRIA, ALEGRIA(1977), GIGOLÔ DE BIBELÔS(Poemas-1983), ARMARINHO DE MIUDEZAS(Poesia-1993), ALGARAVIAS(Poesia-1996), QUAL É O PARANGOLÉ-HÉLIO OITICICA(Ensaio-1996), LÁBIA(Poesia-1998), TARIFA DE EMBARQUE(Poesia-2000), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em Salvador, Bahia, integrou-se ao movimento tropicalista de Gilberto Gil, Caetano, Gal Costa, Jards Macalé, Maria Betânia e Torquato Neto. Em 1967, com 24 anos de idade, formou-se em Direito, mas não seguiu a profissão de Advogado. Ao contrário, tornou-se Letrista e Ensaísta. Em parceria com Caetano, escreveu MEL E TALISMÃ. Com Macalé, produziu ANJO EXTERMINADO e MAL SECRETO. Com Lulu Santos, escreveu ASSALTARAM A GRAMÁTICA. Com Roberto Frejat, produziu BALADA DE UM VAGABUNDO. Com Adriana Calcanhoto, escreveu A PISTA DE DANÇA. Sua canção VAPOR BARATO, com Macalé, foi imortalizada na voz de Gal Costa. Detentor do Prêmio Alphonsus Guimarães(1996) e do Prêmio Jabuti(1997). Escreveu também sob o pseudônimo de SAILORMOON. Nos anos 70, junto com Torquato Neto, publicou a Revista NAVILOUCA. Em virtude da bebida exagerada, faleceu de câncer no intestino, em 2003. Seu livro ARMARINHO DE MIUDEZAS(que tinha sido editado em 1993), foi republicado pela Editora Rocco, em 2005, com 160 páginas, ao preço de 24 reais. Este livro é o resultado de trabalhos poéticos e de prosa publicados em jornais, entre 1983 e 1992. Não foi mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES, de Antonio Loureiro de Souza, publicado em 1979, pelo Instituto Nacional do Livro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

WANDA RODRIGUES DA CUNHA, Goiana, de Caldas Novas, l945, entre outros, escreveu, "TERRA MORNA"(POEMAS-1975), sem dados biográficos no livro. Formada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Uberlândia, Minas Gerais. Advogada, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Exposta nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WANDER BARBOSA DE FARIA, de Rio Verde, Goiás, 09.02.l949, escreveu, entre outros, "CAMINHOS DE HOMENS" (CONTOS-1973), sem dados biográficos no livro. Filho de João Barbosa de Faria e Zenith Pimentel Faria. Após os estudos primários no Grupo Escolar Eugênio Jardim, concluiu o secundário no Colégio Estadual Martins Borges, de sua terra natal. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Advogado, Professor, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de poesia e prosa, entre os quais, RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WANDERLEY PINHO(José Vanderlei de Araújo Pinho), de Santo Amaro, Bahia, 19.03.1890, escreveu, entre outros, SALÕES E DAMAS DO SEGUNDO REINADO, com notas de orelha de Gumercindo Rocha Dórea, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Ferreira de Araújo Pinho e de Maria Luiza Wanderley(seu pai foi Governador da Bahia, em 1908 e sua mãe era filha do Barão de Cotegipe). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 20 anos de idade, em 1910, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na famosa Faculdade de Direito da Bahia. Tornou-se Professor Catedrático de Historia do Brasil, na Faculdade de Filosofia, da Universidade da Bahia. Foi Promotor Público de Mata de São João, interior baiano, bem como de Salvador. Em 1924, com 34 anos de idade, foi eleito Deputado Federal. Em 1947, com 57 anos, foi Prefeito de Salvador, na Bahia, nomeado por Otávio Mangabeira. Ministro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia. Procurador do Estado da Bahia, junto ao Supremo Tribunal Federal, no Rio de Janeiro. Membro de diversas entidades culturais, entre as quais, Academia de Letras da Bahia, Instituto Histórico e Geográfico do Brasil. Publicou dezenas de outras obras, destacando-se POLITICA E POLITICOS NO IMPERIO, A SABINADA, CARTAS DO IMPERADOR DOM PEDRO II AO BARÃO DE COTEGIPE, CAXIAS SENADOR, COTEGIPE E SEU TEMPO, DOM MARCOS TEIXEIRA-QUINTO BISPO DO BRASIL, TESTAMENTO DE MEM DE SÁ, HISTORIA DE UM ENGENHO DO RECONCAVO, CARTAS DE FRANCISCO OTAVIANO, HISTORIA SOCIAL DE SALVADOR, etc. Faleceu no Rio de Janeiro, em 03.10.1967, com 77 anos de idade. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

WANDERLEY RODRIGUES DA CUNHA, Goiano, de Anápolis, l938, escreveu, entre outros, "UP-TO-DATE ENGLISH", 2 volumes e "UP-TO-DATE ENGLISH CONVERSATION COURSE", 4 volumes. Diplomado na BRIGHAM YOUNG UNIVERSITY e na UNIVERSITY OF MICHIGAN, ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA(USA). Advogado, Professor de Inglês. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pedagogo, Educador, Produtor Cultural. Administrador, Ficcionista, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Memorialista. Ativista, Poeta, Intelectual. Além de professor de lingua estrangeira, já percorreu diferentes outras atividades, entre as quais, comerciante. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, do Clube dos Advogados de Anápolis, além de várias instituições nacionais e internacionais, sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WANDERLIN JOSÉ DOS SANTOS, Mineiro, de Capitólio, l940, escreveu, entre outros, "COMPARAÇÃO DE MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DO AZIMUTE DE SEGUNDA ORDEM", sem dados biográficos no livro. Engenheiro Civil. Professor do Instituto de Matemática e Física da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Docente do Departamento de Construção da Escola de Engenharia Civil da UFG. Especialista em Astronomia, Geodésia, Cartografia, Aerofotogrametria, Topografia e Transporte. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WASHINGTON NOVAES (LUIZ RODRIGUES), de Vargem Grande do Sul, São Paulo, 03.06.1934, escreveu, entre outros, “XINGU-UMA FLEXA NO CORAÇÃO”(1985), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “INDIOS NO BRASIL”(1992). Publicou ainda “A TERRA PEDE ÁGUA”(1992), “IRÃ-A FORÇA DE UM POVO E SUA RELIGIÃO”(1979), “DEMOCRACIA E DIVERSIDADE HUMANA” (1992), “INFORMAÇÃO E PODER”(1994). Vinculado ao Tocantins, por ter estudado os indios da Ilha do Bananal, no norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins. Filho de Henrique Brito Novaes e Arlinda Rodrigues Novaes. Após os estudos primários em sua terra natal, na Escola Benjamim Bastos, concluiu o secundário nos colégios de Casa Branca e São João da Boa Vista, interior paulista. Durante muito tempo foi bancário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Pensador. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Político, Idealista, Ambientalista. Aluno da Faculdade de Direito, do Largo de São Francisco, em São Paulo, não quis seguir a carreira de advogado. Tornou-se Jornalista da “Folha da Manhã”, hoje “Folha de São Paulo”, onde foi Revisor, Noticiarista, Copy-Desk, Secretário Gráfico, Repórter, Chefe de Reportagem. Trabalhou no jornal “O Estado de São Paulo”, bem como na revista “Visão”, chegando a Diretor da Redação. Foi jornalista, igualmente, do “Correio da Manhã”, “Última Hora” e “Jornal do Brasil”. Em 1965, mudou-se para o Rio de Janeiro, tornando-se Chefe de Jornalismo da TV Rio. Na TV Globo, durante seis anos, foi chefe de redação do “Globo Repórter”, tendo passado alguns meses no “Jornal Nacional”. Trabalhou também na TV Bandeirantes, de São Paulo. Em 1982, mudou-se definitivamente para Goiânia, Goiás, passando a dirigir o jornal “DIÁRIO DA MANHÔ, do jornalista Batista Custódio. Dois anos depois, deixou o jornal e foi viver com os indios do Xingu, tornando-se especialista em questões indigenas. Esteve com os indios da ILHA DO BANANAL, no hoje Estado do Tocantins, entre os Karajás das Aldeias Macaúba e Tutemã. Retornando a Goiânia, tornou-se articulista de diferentes jornais, entre os quais, O POPULAR, O ESTADO DE SÃO PAULO, JORNAL DE BRASÍLIA. Conferencista apreciado, só sai de Goiânia, para proferir palestras e conferências, especialmente, sobre temas ambientais. Consultor de Jornalismo da TV Cultura. Produziu especiais para Televisão, como XINGU e KUARUP. Recebeu prêmios nacionais e internacionais, entre os quais, ESSO ESPECIAL DE ECOLOGIA E MEIO AMBIENTE. Durante muito tempo, dirigiu o Instituto Dom Fernando, vinculado à Sociedade Goiana de Cultura, mantenedora da Universidade Católica de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WEIMAR MUNIZ DE OLIVEIRA, de Ituiutaba, Minas Gerais, 05.12.l936, escreveu, entre outros, “NOS DOIS PLANOS DA VIDA”(1992), “RENASCIMENTO DA ARTE À LUZ DA TERCEIRA REVELAÇÃO”(1995), “POEMAS DA 4ª DIMENSÃO”(1993), "A FILOSOFIA DO DIREITO ALÉM DA 3.ª DIMENSÃO"(1986), sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Geraldo Deusimar e capa de Francisco Nunes. Filho de Waldomiro Ricardo Muniz e Augusta Muniz de Oliveira. Depois dos estudos primários, em sua terra natal, estudou também em João Pinheiro, terminando o ginásio em São Paulo. No Colégio Triângulo, de Uberaba, fez o secundário, em 1958. Formou-se em Direito, pela Faculdade do Triângulo Mineiro, em Uberaba, em 1963. Após Concurso Público, tornou-se Juiz de Direito em Goiás, atuando em diferentes comarcas no Estado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Filósofo, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Espiritualista. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Federação Espírita do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos filosóficos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WELLER MARCOS SILVA, Mineiro, de Vila Rica, l942, entre outros, escreveu, "CONFLITOS E DEMOLIÇÕES", “A CANÇÃO CONTINUA VIVENDO”, “CINCO SEMENTES DE SIMÃO”, “ELES QUE SE SUICIDEM”, “EXTRAPLÁSTICA”, sem dados biográficos nos livros. Residente em Goiânia, onde também desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de diversas entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WELLINGTON DINIZ DE OLIVEIRA, de Ituiutaba, Minas Gerais, 13.05.1960, escreveu, entre outros, BATE PAVÃO(1980), O PRIMEIRO DOS PIRILAMPOS FUI EU(1982), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Música. Mudou-se para Brasília em 1968. Professor, Músico. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WENDEL SANTOS, Mineiro, de Uberaba, 05.01.l944, escreveu, entre outros, “CRÍTICA-UMA CIÊNCIA DA LITERATURA”, “OS TRÊS REIS DA FICÇÃO”, "TÂNATOS"(ROMANCE-1969), "EURUPÇÃO"(POEMAS-1971), "CRÍTICA SISTEMÁTICA"(1977), sem dados biográficos nos livros, este com prefácio de Alfredo Bosi. Publicou também sua tese de Doutorado “A CONSTRUÇÃO DO ROMANCE EM GUIMARÃES ROSA”(1978), com apresentação de Fábio Lucas. Filho de Ly Santos Ramos e Sebastiana Moreira Neves. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Goiânia, tendo estudado no Ateneu Dom Bosco e no Colégio Pedro Gomes. Fez Filosofia, no Seminário Maior de Belo Horizonte. Cursou Letras Vernáculas, na UFG. Foi Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Doutor em Literatura Brasileira, pela Universidade de São Paulo(USP). Docente dos cursos de Pós-Graduação da UFG. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Pensador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício e na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Ainda jovem, faleceu em Goiânia, onde residia, em 1982. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WESLEY RODRIGUES ROCHA, Goiano, da Capital, 1960, escreveu, entre outros, “INICIAÇÃO AO XADREZ ESCOLAR”, juntamente com Antônio Villar Marques de Sá, sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Educação de Goiânia, no Estado de Goiás. Filósofo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Historiador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos esportivos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores, Associação de Professores, Sociedade Goiana de Enxadrístas e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WIED-NEUWIED(PRINCIPE MAXIMILIANO ALEXANDRE FELIPE DE WIED-NEUWIED), de Neuwied, Prussia, 23.09.1782, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO BRASIL”(1821), tradução de Edgard Sussekind de Mendonça e Flavio Poppe de Figueiredo, anotações de Olivério Pinto, São Paulo, 1940, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Reformou-se do Exercito Prussiano como Major General. Chegou ao Rio de Janeiro, em 17.07.1815. Viajou pelo Espírito Santo, Bahia, Minas Gerais, Goiás, indo para Salvador, de onde retornou à Europa em 17.05.1817. Nestas viagens se fez acompanhar do cientista George Freyreiss. Faleceu em Neuwied, na Prússia, em 03.02.1867. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

WILDER TAVARES DE GÓES, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 17.11.1939, escreveu, entre outros, “PARECERES”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Manoel de Góes Moreira e Maria da Conceição Tavares. Após os estudos primários no Grupo Escolar Pádua Fleury e o ginasial no Colégio Cristo Rei, de sua terra natal, em 1958, rumou para Anápolis, tornando-se interno do Colégio São Francisco de Assis, em 1959. Concluiu o científico, em 1961, no Ateneu Dom Bosco de Goiânia. Trabalhou, em 1962, no Banco Comércio e Indústria de Minas Gerais, em Goiânia. Em 1967, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. A partir de 1968, foi enquadrado como Procurador do Estado de Goiás. Fez curso de Pós-Graduação, em 1972, na Universidade Federal de Goiás. Com o passar do tempo, chegou ao cargo máximo de Procurador Geral do Estado de Goiás. Casado com Mariza Bril, em 1965, teve vários filhos, entre os quais, o Procurador da República em Goiás, Renato Brill. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILKER RAMOS RIBEIRO, do Alto Araguaia, Mato Grosso, l940, escreveu, entre outros, "EFEITO DE 2.3 DIHIDRO IMIDAZO", sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Matemática e Física da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Educador, Intelectual. Matemático, Físico, Cientista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Memorialista. Conferencista, Orador, Ativista. Especialista em Análises Clínicas, Cursos de Reciclagem, Consultoria, Assessoria, Avaliação e Montagem de Laboratórios de Análises Clínicas. Vinculado ao Departamento de Análises Clínicas Toxicológicas e Bromatológicas, da Faculdade de Farmácia. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILLIAM AGEL DE MELLO, de Catalão, Goiás, 18.07.l937, autor de dezenas de livros, entre os quais, "DICIONÁRIO GALEGO-PORTUGUÊS", "DICIONÁRIO PORTUGUÊS-ROMENO", "GEÓRGICAS-ESTÓRIAS DA TERRA"(CONTOS-1973), “UMA HISTÓRIA DO CÉU E DO INFERNO”(ROMANCE-1969), “METAMORFOSE”, “EPOPÉIA DOS SERTÕES”, “A RETROSPECTIVA”, "TERCEIRA DIMENSÃO"(CONTOS-1975), "ÚLTIMO DIA DO HOMEM", “O IDIOMA PAN-LATINO”. Diplomata de Carreira. Estudou em Barcelona, na Espanha e em Londres, na Inglaterra. Traduziu a obra completa de Federico Garcia Lorca. Poliglota, Ensaísta, Dicionarista. Tradutor, Pesquisador, Memorialista. Romancista, Intelectual, Literato. Polemista, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Escritor, Pensador, Cronista. Mudou-se para Brasília, Distrito Federal, em 1972. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo, em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e no livro VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Catalana de Letras e União Brasileira de Escritores de Goiás. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 8 de julho de 1937. Filho de Sebastião Pinto de Melo e de Alice Agel de Melo.
Juntamente com os pais, mudou-se para Goiânia, passando a estudar no Ateneu Dom Bosco e no Liceu de Goiânia, onde se formou, terminando, respectivamente os cursos ginasial e colegial.
Tornou-se aluno do Instituto Rio Branco, no Rio de Janeiro, onde fez o Curso de Diplomacia, abraçando a carreira de Diplomata.
Ao ingressar no Itamaraty, trabalhou com o Embaixador João Guimarães Rosa, de quem foi secretário.
Diplomata de Carreira, representou o Brasil em Embaixadas da Europa e da Africa.
Em Barcelona, na Espanha, organizou o Dicionário Catalão-Português. Outros dicionários foram também elaborados, sempre de acordo com o país em que servia.
Assim, organizou o Dicionário Português-Romeno, o Dicionário Provençal-Português e o Dicionário Galego-Português.
Poliglota, tem sido um estudioso de línguas e dialetos. Detentor do PRÊMIO NACIONAL WALMAP, pelo seu romance “Uma História do Céu e do Inferno”.
Foi o tradutor das obras completas de Federico Garcia Lorca e parte da obra de Pablo Neruda.
Aposentado como Diplomata, passou a residir em Brasília, tornando-se membro da Associação Nacional de Escritores e um dos nomes mais respeitados da literatura nacional.

W. C. BAGBY(WILLIAM BUCK BAGBY), do Texas, USA, 05.11.1855. Após os estudos primarios em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Universidade de Waco que, anexada ao Colégio de Baylor, tornou-se Universidade de Baylor, a maior Universidade Batista do Mundo. Em 1875, quando tinha 20 anos de idade, formou-se na Universidade e foi trabalhar na fazenda. Tornou-se também professor e pregador. Com 23 anos, em 16.03.1879, foi consagrado ao Ministério Batista, em Plantersville. Casou-se com Anne Luther Bagby, em 21.10.1880. Em 12.01.1881, já como missionários da Junta de Richmond, embarcaram para o Rio de Janeiro, chegando no dia 02.03.1881. Seguiram para Santa Bárbara, interior de São Paulo, onde havia muitos norte-americanos. Depois foram para o Colégio Presbiteriano de Campinas aprender a língua portuguesa, onde mantiveram contato com o ex-padre Pastor Antonio Teixeira de Albuquerque que era também professor de português. Encontraram com Zacarias C. Taylor que também tinha chegado dos Estados Unidos como missionário e resolveram ir para Salvador, na Bahia, onde a cidade tinha 250 mil habitantes. Levaram com eles o ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque. Chegaram em Salvador, no dia 31.08.1882. No dia 15.10.1882, fundaram a Primeira Igreja Batista da Bahia, no antigo Colégio de Jesuítas, na Rua Maciel de Baixo, com 5 membros ou seja o Casal Bagby, o Casal Taylor e o ex-padre. Os três primeiros convertidos na nova Igreja foram: Emília, Senhorinha e Mary O´Rorke. O primeiro homem convertido foi o funileiro João Gualberto Batista que, posteriormente, foi consagrado Pastor. Como a nova Igreja já tinha 25 membros, o casal Taylor resolveu continuar na Bahia e o casal Bagby foi para o Rio de Janeiro, onde chegou em 24.07.1884. No dia 24.08.1884, fundou, junto com mais outras pessoas, Miss Mary O`Rorke, a dona da pensão, onde estava hospedado, Senhora Williams e o próprio casal Bagby, a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro ou seja a segunda do Brasil, sem contar as duas igrejas americanas de Santa Bárbara, São Paulo. Nesta época, o Rio de Janeiro tinha 500 mil habitantes, enquanto Salvador, a segunda maior cidade do Brasil, tinha 250 mil habitantes. Percorreu várias cidades brasileiras, entre as quais, Campos, onde fundou a Primeira Igreja Batista, em 23.03.1891. Fundou a Primeira Igreja Batista de Niterói, em 18.07.1892. Mudou-se depois para o Estado de São Paulo, onde viveu 27 anos, fundando, inclusive, o Colégio Batista Brasileiro, em 1902. Em 1907, fundou, junto com outros-Zacarias Taylor, A. B. Deter e Salomão Ginsburg- a Convenção Batista Brasileira, em Salvador, na Bahia. Em 1927, seguiu para o Rio Grande Sul, onde ficou os últimos 12 anos de vida. William B. Bagby faleceu em 05.08.1939, com 84 anos de idade, sendo sepultado em Porto Alegre. Sua esposa Anne Bagby, mudou-se para o Recife, onde morava sua filha Helen e faleceu com 83 anos, em 24.12.1942. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido no Brasil durante 58 anos, dos 83 que viveu, além de ter sido aqui sepultado.

W. C. TAYLOR(William Carey Taylor), dos Estados Unidos, 1886, escreveu, entre outros, GRAMÁTICA GREGA, DICIONÁRIO GREGO, MANUAL DAS IGREJAS, COMENTÁRIO AO EVANGELHO DE JOÃO, COMENTÁRIO À EPISTOLA DE TIAGO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1916, com 30 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Chegou ao Recife e foi direto para o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, tornando-se Diretor e Professor por mais de vinte anos. Em 1936, foi nomeado Secretário da Junta de Richmond para a América Latina, tendo se mudado para o Rio de Janeiro. A partir de 1940, tornou-se Professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil e do Instituto de Treinamento Cristão, depois IBER. Teve participação fundamental no movimento radical do norte, tanto que, para defender os CONSERVADORES, fundou o jornal CORREIO DOUTRINAL que permaneceu até 1932. Como teólogo e jornalista, iniciou seus artigos no JORNAL BATISTA, em 1942 e manteve a coluna “Canto dos Bereanos” até 1956. Neste ano, já aposentado, por ter completado 70 anos, teve de retornar aos Estados Unidos, onde faleceu em 1971, com 85 anos de idade. Publicou dezenas de livros em português e alguns em inglês. No Brasil, manteve polêmicas notáveis com os pastores presbiterianos Ernesto Luiz de Oliveira e Miguel Rizzo Júnior. Nos Estados Unidos, manteve polemica com o pastor metodista Stanley Jones. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido no Brasil durante mais de 40 anos, além de ter publicado dezenas de livros em português. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

WILLIAM JOHN BURCHELL, de Londres (Fulhan), Inglaterra, 1781, produziu, entre outros, “RETRATOS DO BRASIL”. Após os estudos primários, secundários e superiores, em sua terra natal, onde se formou em Botânica, passou a viajar pelo mundo, descrevendo, desenhando e pintando suas diferentes paisagens. Durante cinco anos, esteve na Ilha de Santa Helena, Sudoeste da África. Partiu para a África do Sul, onde permaneceu por quatro anos. Quando tinha 44 anos de idade, em 1825, desembarcou no Rio de Janeiro, no mês de julho, já encontrando no Brasil, vários missionários evangélicos ingleses, seus conterrâneos, que aqui atuavam. Deslocou-se para São Paulo e de lá para Minas Gerais, passando por Uberaba em direção a Goiás Velho(Vila Boa), antiga Capital Goiana. Percorrendo caminhos difíceis, alcançou o Rio Tocantins, indo até Belém do Pará. Em outubro de 1827, se achava em Goiás Velho, indo depois para Silvânia, Pirenópolis, e Jaraguá. Em 1828, esteve em Traíras (Niquelândia) e desenhou a Praça Central do povoado, onde se encontrava a Matriz, a Casa do Conselho e a Cadeia do Julgado. Esteve em Arraias, Conceição, Natividade, Carmo, Porto Nacional e Cachoeira do Lajeado, por ele pintada. Permaneceu no Brasil até 1829, produzindo uma das melhores obras iconográficas sobre o Norte Goiano, hoje Estado do Tocantins. Sobre ele, escreveu Gilberto Ferrez, com o título “O BRASIL DO PRIMEIRO REINADO VISTO PELO BOTÂNICO WILLIAM JOHN BURCHELL”, livro editado em 1981, pela Fundação Nacional Pró-Memória, no Rio de Janeiro. Seus desenhos originais estão no Museu de Johnnesburgo, África do Sul e foram mostrados no Brasil na Bienal de São Paulo, de 1994, sob o título “O BRASIL DOS VIAJANTES”. Retornando à Inglaterra, William John Burchell, faleceu com 82 anos de idade, em 1863. Estudado no “DICIONÁRIO DAS ARTES PLÁSTICAS EM GOIÁS”, de Amaury Menezes, em “HISTÓRIA DE NIQUELÂNDIA”, de Paulo Bertran. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILLIAM PALHA DIAS, de Caracol, Piauí, 17.09.1918, escreveu, entre outros, “PAPO AMARELO-DRÁSTICA SOLUÇÃO”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre a famosa briga do DURO, envolvendo a família do Deputado Estadual Abílio Wolney, de Dianópolis e a Polícia Militar de Goiás, nos idos de 1919. Filho de Claudionor Augusto Dias e Leonor Palha Dias. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros de cultura, onde terminou por se formar Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Através de concurso público, de provas e títulos, entrou para a Magistratura Piauiense, fazendo-se Juiz de Direito. Foi Magistrado nas Comarcas de Regeneração, Pedro II, Castelo, Oeiras e Picos. Jornalista Profissional, um dos fundadores da antiga Associação Profissional de Jornalistas do Piauí, hoje sindicato da classe. Como Advogado, pertenceu ao Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, no Piauí. Foi funcionário do Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Romancista, Cronista, Historiador. Idealista, Visionário, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores do Piauí, Instituto Histórico de Oeiras e Academia Piauiense de Letras. Publicou dezenas de outros livros, entre os quais, CARACOL NA HISTÓRIA DO PIAUÍ, ENDOEMA, VILA DE JUREMA, E O SIBARITA CASOU, OS IRMÃOS QUIXABA, MULHER DAMA-SINHÁ MADAMA, O DIA-A-DIA DE TODOS OS DIAS, ALCORÃO RUBRO, MEMORIAL DE UM LUTADOR OBSTINADO, FLAGRANTES DO COTIDIANO, O PIAUÍ ONTEM E HOJE(co-autoria com Maria das Graças e Silva Palha Dias), O PIAUÍ EM ESTUDOS SOCIAIS(co-autoria com Maria das Graças e Silva Palha Dias, RASCUNHO HISTÓRICO DE CRISTINO CASTRO, MARCAS DO DESTINO, SÃO RAIMUNDO NONATO-DE DISTRITO FREGUESIA A VILA, etc. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é convenientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

WILLIAM T. PECORA, Carioca, do Rio de Janeiro, l899, escreveu, entre outros, "JAZIDAS DE NÍQUEL E COBALTO DE SÃO JOSÉ DO TOCANTINS, ESTADO DE GOYAZ", sem dados biográficos no livro, junto com Aluísio Licínio. Engenheiro de Minas. Realizou pesquisas minerais no interior de Goiás, especialmente na hoje cidade de Niquelândia, onde residiu, por força de seu trabalho. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Pesquisador, Cientista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Engenharia, além de outras intituições nacionais e internacionais, sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILLY AURELI, de Santos, São Paulo, 18.06.1898, escreveu, entre outros, “VIDA E COSTUMES DOS INDIOS CARAJÁS”(1938), “VIDA E COSTUMES DOS INDIOS CHAVANTES”(1939), “NAS SELVAS DO RIO DAS MORTES”(1937), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos especiais em sua terra natal, ingressou no jornalismo. Trabalhou no jornal GAZETA DO POVO(Santos), FOLHA DA NOITE E FOLHA DA MANHÃ, de São Paulo. Em 1937, formou a Bandeira Piratininga para percorrer as selvas e os rios brasileiros. Começou pelo Rio das Mortes e em 1938, percorreu o Rio Araguaia, demorando-se na Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins, onde fez contato com os indios Karajás, sobre os quais escreveu em seu livro. Em 1945, retornou ao Rio Araguaia, descobrindo, inclusive, o Rio Solidão. Tornou-se, posteriormente, Delegado do Serviço de Proteção aos Indios. Vinculou-se ao Instituto de Geografia do Rio de Janeiro, à Sociedade Geografica de Washington e ao Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Publicou também “SERTÕES BRAVIOS”, em 1943 e “BANDEIRANTES DO OESTE”, em 1949. Faleceu em São Paulo, Capital, com 70 anos de idade, em 29.08.1968. É verbete do DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia de Melo. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILMAR FERRAZ DE SOUZA, de Mutunópolis, Goiás, 27.02.1959, escreveu, entre outros, “CATXÊKWYJ-A ESTRELA MULHER”(Um Mito do Povo Krahô), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com ilustrações dos indios krahôs POHKROK e CAWKRÉ. O texto se refere aos indios krahôs de ITACAJÁ, GOIÁS, HOJE TOCANTINS, onde o autor passou boa parte de tempo realizando estudos e pesquisas especiais. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em várias outras cidades. Já em Goiânia, formou-se em Ciências Humanas. Mediante Concurso Público, de provas e títulos, tornou-se Professor do Departamento de Antropologia, da Universidade Federal de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Antropólogo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Articulista, Historiador. Conferencista, Orador, Idealista. Visionário, Educador, Produtor Cultural. Literato, Ficcionista, Administrador. Ambientalista, Ecologista, Indigenista. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILNA DE JESUS COELHO CUNHA, de Riachão, Maranhão, 24.12.1938, escreveu, entre outros, “A ORALIDADE NA OBRA DE BERNARDO ÉLIS”(TESE DE MESTRADO-1998), sem dados biográficos no livro, com apresentação de Lia Pereira Jardim e notas de orelha de Sônia de Albuquerque e Euclides Leão Cunha. Filha de Moisés Bezerra da Silva e Joana Coelho Bezerra. Mudou-se para o Estado de Goiás ainda adolescente. Fez o curso Primário na Escola Paroquial Santana, em Anápolis. Cursou o Ginásio no Colégio Estadual de Jataí. Tornou-se Normalista pelo Instituto de Educação de Goiânia. Formada em Letras Modernas(Francês), pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Curso de Mestrado em Literatura Brasileira, sob a Orientação dos Professores José Fernandes e Ático Vilas Boas da Mota, em 1991, também na UFG. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Ativista, Pensadora, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Professora por mais de vinte anos no Lyceu de Goiânia. Curso de Pós-Graduação em Linguas Modernas e Francês, na Universidade de Toulouse, na França. Atualmente(1998), Docente de Lingua Portuguesa na Universidade Salgado de Oliveira(UNIVERSO), em Goiânia. Seu filho, fotógrafo Leandro Cunha, é um dos participantes da montagem da cidade cinematográfica para o filme O TRONCO, obra de Bernardo Élis, com direção do cineasta João Batista de Andrade e participação de vários atores famosos, entre os quais, Antônio Fagundes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás e União Brasileira de Escritores. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON CARVALHO GONÇALVES, de Barras, Piauí, 21.04.1923, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO PIAUIENSE” (1993), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Tornou-se Farmacêutico e Professor. Foi Coletor e Vereador de Barras. Mediante concurso público, foi nomeado Auditor Fiscal do Tesouro Nacional, atividade na qual se aposentou. Como farmacêutico, foi Conselheiro do Conselho Regional de Farmácia do Piauí. Adjunto de Promotor Público, da Comarca de Barras. Secretário de Arrecadação do Ministério Fazenda. Realizou cursos de formação e aperfeiçoamento em diferentes Estados, entre os quais, Ceará, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, etc. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, dentre outras, Instituto Histórico e Geográfico do Piauí e Academia Piauiense de Letras. Editou também “TERRA DOS GOVERNADORES”(1987), “VULTOS DA HISTÓRIA DE BARRAS”(1994). Mencionado em vários livros, destacando-se DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILSON CAVALCANTI NOGUEIRA, Goiano, de Pires do Rio, 12.09.l920, autor de diversos livros, destacando-se, “QUANDO AS LUZES SE APAGAM”(ROMANCE-1942), “CARTILHA DE DIREITO TRABALHISTA RURAL”(1974), “PIRES DO RIO-MARCO DA HISTÓRIA DE GOIÁS”(1974), “RELICÁRIO”(POEMAS-1981), “INCIDENTE EM PIRES DO RIO”(1995), "VIRAMUNDO, AMOR E ÓDIO", “MESTRE CARREIRO: UMA SAGA NOS SERTÕES DE GOIÁS”(1980), este com prefácio de Brasigóis Felício, sem dados biográficos nos livros. Em alguns livros aparece como nascido em Piracanjuba no ano de 1915 e com o nome apenas de Wilson Cavalcante. Filho de Manoel Cavalcanti Nogueira e Alzira Amélia. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio Regina Pacis, de Araguari e no Colégio Diocesano de Uberaba. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro. Instalou e dirigiu o Ginásio Estadual de Anápolis, onde residiu até 1951. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Poeta. Pensador, Intelectual, Folclorista. Advogado, Funcionário Público, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Fundou o Ginásio Municipal de Piracanjuba, em 1965. Estruturou o Ginásio Estadual Ruy Brasil, de Goiânia, de que foi o primeiro Diretor. Assessor Jurídico do CERNE, da LEG e FAEG. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Goiano de Folclore, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Faleceu em Goiânia, no dia 28.11.1996. Um dos Patronos da Academia Piresina de Letras e Artes. Em sua homenagem foi criada pela Fundação Cultural de Pires do Rio, sob a Presidência de Ubirajara Galli, a Bolsa de Publicações Wilson Cavalcanti. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON COUTINHO JÚNIOR, Carioca, do Rio de Janeiro, 19.02.l948, dentre outros, escreveu, "JOGO DE PALAVRAS"(1982), sem dados biográficos no livro. Publicou também “ANTIPSICOLOGIA-A PRÁXIS DE UMA IDEOLOGIA ALTERNATIVA”(1984). Filho de Wilson Coutinho e Maria de Lourdes Coutinho. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Goiânia e passou a estudar no Colégio Estadual Pedro Gomes, onde concluiu o segundo grau. Formou-se em Psicologia, pela Universidade Católica de Minas Gerais. Fez Sanitarismo, na Escola Nacional de Saúde Pública do Rio de Janeiro. Na Universidade Federal da Paraíba, cursou Mestrado em Psicologia Comunitária. Professor da Universidade Católica de Goiás. Poeta, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Educador, Literato, Ativista. Cronista, Contista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Memorialista. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Psicologia e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON DE CASTRO FERREIRA, de Serra do Salitre, Minas Gerais, l9l5, escreveu dezenas de livros, entre os quais, "JABUTICABEIRA", "OS PEQUENINOS", "AINDA FLORESCE A JABUTICABEIRA", "MODELOS DE FÉ", "UM OUTRO DIA", "TEMPO PARA TUDO". Fundador do Instituto Presbiteriano de Educação de Goiânia(IPÊ). Residiu na Capital do Estado de Goiás, durante muitos anos, como Ministro Evangélico e como Professor. Curso de Mestrado nos Estados Unidos, onde também foi Pastor Protestante. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Educador, Pensador. Intelectual, Conferencista, Orador. Ativista, Produtor Cultural, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia de Letras de Uberlândia, Minas Gerais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Irmão do Reverendo Saulo Castro Ferreira, Ministro Presbiteriano em Anápolis, durante muitos anos. Foi Diretor do Seminário Presbiteriano de Brasília, onde também residiu por muitos anos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON ELIAS JORGE DEMOCH, Goiano, de Catalão, 04.12.l929, escreveu, entre outros, "MÁXIMAS E PENSAMENTOS" (1951), sem dados biográficos no livro. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Colégio Dom Bosco e o curso Técnico de Contabilidade, em Belo Horizonte. Professor do SENAC, em Catalão. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, em VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz, em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos. Faleceu no município de Catalão, numa caçada, com arma de fogo. É um dos Patronos da Academia Catalana de Letras. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 4 de dezembro de 1929.
Iniciou, em 1937, os estudos primários em sua terra natal, com a professora Rosentina de Santana Silva(Dona Yayá).
Seguiu para Goiânia, terminando o curso ginasial, no Colégio Dom Bosco.
Em Belo Horizonte, Minas Gerais, concluiu o curso de Técnico em Contabilidade.
Retornando a Catalão, tornou-se professor da Escola do Serviço Nacional do Comércio(SENAC).
Envolvido com o jornalismo, começou a escrever para o JORNAL DO POVO.
Na Capital do Estado, tornou-se Redator-Chefe do jornal GOIÁS-MOÇO.
Foi colaborador dos principais jornais existentes naquela época, entre os quais, O POPULAR, FOLHA DE GOIAZ, A FOLHA, etc.
Em 1951, publicou o seu livro “MÁXIMAS E PENSAMENTOS”, deixando inédito o livro de crônicas “SUI GENERIS”.
Em sua terra natal, Catalão, faleceu no dia 22 de março de 1952, após ter sido baleado acidentalmente numa caçada.

WILSON FERREIRA DA CUNHA, de Anápolis, Goiás, 23.ll.1944, escreveu, entre outros, “INTRODUÇÃO À CIÊNCIA POLÍTICA”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Homero Ferreira da Cunha e Maria Amélia Ferreira da Cunha. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros lugares, onde também estudou. Durante muito tempo estudou, trabalhou e viveu na União Soviética. Mestre em História e Antropologia, pela Universidade de Moscou, na Rússia. Foi professor da Faculdade de Filosofia “Bernardo Sayão”, de Anápolis, onde também residem os seus familiares. Com o passar do tempo, tornou-se professor do Departamento de História e Geografia, da Universidade Católica de Goiás. Articulista de diferentes jornais, entre os quais, O POPULAR. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Associação dos Docentes da UCG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON LINS (MASCARENHAS DE ALBUQUERQUE), de Pilão Arcado, Bahia, 25.04.1919, “RESPONSO DAS ALMAS”(1970), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos do coronelismo e do cangaço na região, inclusive no Jalapão, em que se envolveu o seu pai Franklin de Albuquerque e o coronel Abílio Wolney, de Dianópolis, hoje no Tocantins. Filho de Franklin Lins de Albuquerque e Sofia Mascarenhas. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginásio no Colégio Carneiro Leão, de Salvador. Com 24 anos de idade, em 1943, tornou-se Diretor do jornal “O IMPARCIAL”. Foi Deputado Estadual por cinco legislaturas(cerca de 20 anos). No Governo de Juracy Magalhães, foi Secretário de Educação da Bahia. Presidente do Conselho Estadual de Cultura e da Academia de Letras da Bahia, de que foi Presidente. Publicou dezenas de obras, entre as quais, “MILITÃO SEM REMORSO”, “OS CABRAS DO CORONEL” e “BREVE NOTÍCIA DO CORONEL FRANKLIN”. Seu pai foi Chefe Político de Pilão Arcado, na Bahia e esteve preso em Salvador, no Quartel da Guarda Civil, junto com Abílio Wolney e outros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WILSON LUÍS DA COSTA, Goiano, de Corumbaíba, l947, escreveu, entre outros, "REVISÃO E ANÁLISE CRÍTICA COMPARATIVA ENTRE OS DIVERSOS MÉTODOS DE DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE SUPORTE", sem dados biográficos no livro. MESTRE EM GEOTECNIA, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC). Engenheiro Civil. Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), Clube de Engenharia de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON MOREIRA DE ANDRADE, Mineiro, de Patos de Minas, l920, autor de vários livros, destacando-se, "MEMÓRIAS DE UM PRACINHA" (Reminiscências de Guerra), sem dados biográficos pessoais no livro. Radicado em Anápolis, onde é membro do Lions Club, além de seu vínculo com diversas entidades sociais, culturais e de classe. Memorialista, Militar, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Como Ex-Combatente da Força Expedicionária Brasileira(FEB), participou da Segunda Guerra Mundial, na Itália. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON NARS FAYAD, Goiano, de Catalão, l920, escreveu, entre outros, "ALMANAQUE ILUSTRADO DE CATALÃO", juntamente com sua irmã Labiba Fayad e Júlio Pinto de Mello. Jornalista do jornal A FOLHA, da cidade de Catalão. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Memorialista, Professor, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa. Citado em LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos, em VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos sobre comunicação social, entre os quais, ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Pinto de Melo. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILSON PEREIRA, de Coromandel, Minas Gerais, 01.09.1949, escreveu, entre outros, ESCAVAÇÕES NO TEMPO(1974), MENINO SEM FIM(1988), PEDRAS DE MINAS(1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mestrado em Literatura Brasileira. Mudou-se para Brasília em 1976. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor. Assessor Legislativo na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DA NOVA POESIA BRASILEIRA, 1992, de Olga Savary. Detentor do Prêmio FERNANDO CHINAGLIA, 1974, da UBE. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WILSON TEIXEIRA SOARES, de Rio de Janeiro, Rj, 03.11.1948, escreveu, entre outros, A NOITE DAS SAFIRAS(1975), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1982. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Ensaísta. Foi Chefe de Gabinete da Presidência da Fundação Nacional do Índio(FUNAI). Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente mencionado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


WILSON WANDER LOPES, de Caratinga, Minas Gerais, 18.11.1944, escreveu, entre outros, TAGUATINGA TEM MEMÓRIA(1990), CEILÂNDIA TEM MEMÓRIA(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1959. Fundador do primeiro jornal estudantil de Brasília(PIONEIRO ESTUDANTIL). É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Ecologista, Empresário. Presidente da Associação dos Jornalistas Comunitários do Distrito Federal e Entorno. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Taguatinguense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WILTAMAR MENDES, de Aloândia, Goiás, l949, escreveu, entre outros, "NA CALÇADA DA VIDA", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Brasigóis Felício. Formado pela Universidade Estadual da Califórnia, Estados Unidos. Professor de Inglês. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Intelectual, Pensador, Tradutor. Literato, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WILTER CAVALCANTI COELHO, Goiano, de Luziânia, l940, escreveu, entre outros, "DO BEIJA-FLOR AO BEIJA-NÍQUEL", sem dados biográficos no livro. Jornalista. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias instituições culturais e de classe. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WITTA MARIA DA LUZ SOUZA, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 28.03.1943, escreveu, entre outros, “POR QUE FUI TÃO CEDO?”(POESIA E PROSA), com prefácio de Zacarias Martins, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seu livro relembra a morte da menor Mythya Develly, atropelada no dia 23.04.1988, em Miracema do Norte, por uma patrol da Prefeitura Municipal. Neta do fundador de Miracema, Pedro Praxedes, por volta de 1922 e que lhe deu o nome de Bela Vista. Casou-se com Jair Martins de Souza, com quem tem alguns filhos. Residente em Gurupi, Tocantins, desde 1970, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias, tendo sido professora da Escola Rui Barbosa e de vários outros estabelecimentos de ensino. Educadora, Acadêmica. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Intelectual, Idealista. Visionária. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação de Artes de Gurupi e Academia Gurupiense de Letras, Cadeira 09. Presente em diversas antologias de poesia e prosa, dentre outras, “ANUÁRIO DE POETAS E ESCRITORES DE GURUPI”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WLADIMIR CAVALLAR KAVALERIDZE, Paulista, da Capital, l9l5, escreveu, entre outros, "OS SOLOS DE PASTOS EM GOIÁS", sem dados biográficos no livro. Residiu em Goiânia por muito tempo, viajando e estudando o problema das pastagens no interior goiano. Professor, Pesquisador, Agrônomo. Escritor, Ensaísta, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Engenharia, do Instituto Brasileiro de Agronomia, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WOLFGANG TESKE, de Blumenau, Santa Catarina, 24.05.1957, escreveu, entre outros, A RODA DE SÃO GONÇALO NA COMUNIDADE QUILOMBOLA DA LAGOA DA PEDRA EM ARRAIAS(TO): UM ESTUDO DE CASO DE PROCESSO FOLKCOMUNICACIONAL(Goiânia, Kelps, 2008), com notas de orelha de Paulo Paim, apresentação de Osvaldo Meira Trigueiro e prefácio de Juciene Ricarte. Filho de Paulo Teske e Eleonora. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduou-se em Teologia pelo Seminário Concórdia de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Foi missionário da Igreja Luterana, de 1981(com 24 anos) a 1992, nos Estados do Rio Grande do Sul e do Pará. Em Belém, integrou a equipe que criou o CENTRO INTEGRADO DE EDUCAÇÃO, SAÚDE, ASSISTENCIA SOCIAL E EVANGELIZAÇÃO, tendo sido Coordenador Geral. Como primeiro Diretor, foi o responsável tanto pela construção quanto implantação do complexo educacional da UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL(ULBRA), em Palmas, de 1992 a 1997. Exerceu o cargo de Diretor de Relações Empresariais e Comunitárias da Escola Técnica Federal de Palmas, na sua implantação. Em 2006, com 49 anos, formou-se em Jornalismo, no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Luterano de Palmas. É especialista em Docência no Ensino Superior pela Faculdade Albert Einstein, de Brasília. É Mestrando no Programa em Ciências do Ambiente, da Universidade Federal do Tocantins. Atualmente(2009), é Assessor Especial da Prefeitura Municipal de Palmas e Professor no Instituto Tocantinense de Pós-Graduação(ITOP). Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO (2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

WOLF JESCO VON PUTTKAMER FILHO, de Macaé, Rio de Janeiro, 21.05.l9l9, escreveu, entre outros, "ÁLBUM CURUMIM", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter estudado os indios da Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins. Filho de Wolf Von Puttkamer e Karin Maria Eklf Hozm. Após os estudos primários no colégio Gallen, na Suiça, fez o secundário em São João Del-Rei, Minas Gerais, no Ginásio Santo Antonio. Formou-se em Ciências Naturais, Química, Geologia e Jornalismo, nas Universidades de MICH e BRESLAU, na Alemanha. Ainda muito jovem, mudou-se para Goiânia, tornando-se Professor de Antropologia e Arqueologia da Universidade Católica de Goiás. Entre 1960 e 1968, produziu sete filmes para a BBC DE LONDRES sobre os indios do Xingu. Fez diversos documentários sobre os indios Karajás e Javaés, da Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins, nas aldeias Macaúba, Tutemã, Imontí e Txuiri. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Intelectual, Pensador, Memorialista. Indigenista, Folclorista, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Jornalista. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 42, que tem como Patrono Jorge Latour, hoje ocupada por Binômino da Costa Lima. Sócio também da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, nacionais e internacionais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos antropológicos. Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Faleceu em Goiânia, no dia 31.05.1994, depois de ter doado à Universidade Católica, o seu acervo de fotos indígenas. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

WOLMIR THEREZIO AMADO, de Paim Filho, Rio Grande do Sul, 26.01.1962, escreveu, entre outros, “A RELIGIÃO E O NEGRO NO BRASIL”, "A IGREJA E A QUESTÃO AGRÁRIA NO CENTRO-OESTE DO BRASIL 1950-1968"(TESE DE MESTRADO), “TEOLOGIA NEGRA”, “A TRAJETÓRIA AGRÁRIA”, “NOSSO TEMPO, QUESTÕES DA ATUALIDADE”. Filho de Francisco Cruz Amado e de Carmem Umalda Manfredi. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Ginásio Estadual Frei Gentil, de Paim Filho. Estudou no Seminário Seráfico São José, de Veranópolis, Rio Grande do Sul. Em Campo Grande, nas Faculdades Unidas Católicas de Mato Grosso, fez Filosofia. Cursou Teologia, no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás, em Goiânia. Especialista em Filosofia, pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Residente em Goiás, desde 1983. Professor da Universidade Católica de Goiás, do Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás. Vinculado ao Departamento de Pedagogia, da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás. Presidente do Conselho Regional de Leigos. Mestre em História das Sociedades Agrárias, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Orador, Jornalista, Articulista. Especialista em Filosofia da Educação, Modernidade, Ministração de Cursos, Coordenação de Eventos e Assessoria de Encontros. Antigo seminarista da Ordem dos Capuchinhos. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG, Sociedade Goiana de Cultura, de que é Secretário-Geral(1997) e Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Vice-Presidente da Sociedade Goiana de Cultura(1998), mantenedora da Universidade Católica de Goiás, de que também é docente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WOLNEY MILHOMEM, de Barra do Corda, Maranhão, 10.10.1927, escreveu, entre outros, O HUMANISTA VITOR MEIRELES(1972), A MORTE DA TEMPESTADE(1973), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília, tornando-se Presidente da Academia de Letras de Brasília. Jornalista, Orador, Conferencista, Comentarista Político. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal e Instituto Histórico e Geográfico do DF. Faleceu em 04.08.1992. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

WOLNEY UNES (ALFREDO ARRUDA), de Uberaba, Minas Gerais, 02.01.1962, escreveu, entre outros, “ENTRE MÚSICOS E TRADUTORES-A FIGURA DO INTÉRPRETE”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “GOIÂNIA-IDENTIDADE ART DÉCO”. Professor, desde 1991, do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás. Estudou na Universidade de Brasília, em Campinas e Munique, na Alemanha. Diplomado pela Hochschule Mozarteum, de Salisburgo, na Áustria. Foi professor do Seminário de Traunstein, Alemanha e da University of the Pacific, Estados Unidos. Fez curso de Musicologia, Linguística e Tradução, na Universidade Austríaca de Salisburgo. Curso de Mestrado na Áustria. Escritor, Poeta, Professor. Jornalista, Contista, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Articulista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Historiador, Ensaísta. Redator, Publicitário, Editor. Ficcionista, Folclorista, Literato. Conferencista, Orador, Educador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

WYLLMHARLEN ALVES LOPES, Goiano, da Capital, 10.03.l972, escreveu, entre outros, "RAZÕES POÉTICAS", com prefácio do jornalista Antônio Pinheiro Salles e notas de orelha do homem de imprensa Luiz Gonzaga Contart, sem dados biográficos no livro. Escreveu também “MAL DE TODOS OS SÉCULOS”. Professor de Língua Inglesa e Portuguesa. Técnico em Programação de Computadores. Filósofo, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Jornalista. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA,de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

W. STRIQUER (WALDISNEY STRIQUER), de Cambará, Paraná, 20.01.1961, escreveu, entre outros, “OS OLHOS DA ESPIRITUALIDADE” (POEMAS-2002), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também fez o ginásio, mudou-se para Londrina, no Paraná, concluindo ali o curso secundário. Deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, tornou-se pintor e escultor. Entre 1980 e 1982, participou de salões de arte e mostras de poesia, em Jacarezinho, Paraná e Ourinhos, São Paulo. Publicou também o livro “MANEIRA DE VER”(POEMAS-1982). Com o passar do tempo, transferiu-se para Palmas, no Tocantins, onde se tornou Gerente Comercial do Sistema de Rádio “JOVEM PALMAS”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.

W. W. ENETE(William Walters Enete), dos Estados Unidos, 1893. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Por volta de 1918, com 25 anos, matriculou-se no Seminário de Louisville, onde se formou em 1923. Em 1924, com 31 anos, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Desembarcou no Rio de Janeiro e começou o aprendizado do Português. Fundou a primeira Escola Popular Batista na Igreja Batista de Catumbi, no Rio de Janeiro, por volta de 1925. Escreveu os manuais necessários para estas escolas populares. Durante 17 anos e até por volta de 1941, esteve à frente do Departamento de Escolas Populares, da Convenção Batista Brasileira. Em 1942, com 49 anos de idade, saiu pelo Brasil afora, num ônibus residência, devidamente aparelhado para realizar estas Escolas Populares. Trabalhou nesta atividade durante 16 anos, até que a Junta de Richmond lhe aposentasse em 1958. Como usava um boneco ventríloquo, além de mágicas e outras técnicas, tornou-se conhecido como “TIO BILLY”. Retornou aos Estados Unidos, onde faleceu em 1967, com 74 anos. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 34 anos. Sobre ele, há excelente matéria no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

XAVIER ASSUMPÇÃO(Alípio Xavier Assumpção), de Tagassaba(beira-mar), Paraná, 15.08.1905, escreveu, entre outros, UM HOMEM DE DEUS, A IDOLATRIA OU QUE OUTRO NOME TENHA, A RELIGIÃO DO BRASIL, AINDA FALAM, QUEM SÃO OS DIÁCONOS, PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ(1976), este, com prefácio de José dos Reis Pereira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Nilo Xavier das Chagas e Carolina Izabel. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 05.05.1922, foi batizado na Igreja Batista de Paranaguá, pelo Pastor Carlos Leimann. Nos anos seguintes, foi para o Rio de Janeiro, tornando-se aluno do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, onde se formou Bacharel em Teologia. Casou-se com Julia Xavier Assumpção, com quem teve vários filhos. Com 27 anos de idade, em 18.11.1932, foi consagrado Pastor Batista, na Igreja Batista de Catumbi, no Rio de Janeiro. Logo a seguir, foi Pastor da Igreja Batista de Vigário Geral, também no Rio. Foi Pastor da Igreja Batista de Araguari, em Minas Gerais. Com 34 anos, em outubro de 1939, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Ponta Grossa, no Paraná, onde permaneceu até 1947. Foi também Pastor de Antonina, Bigorrilho e Vila Clarice. Com 43 anos, em 1948, foi ser Diretor do Ginásio Londrinense, em Londrina, Paraná. Professor do Ensino Médio Estadual, lecionou no Ginásio Estadual Moisés Lupion, na Escola Técnica de Comércio e na Escola Normal Anna Ayrosa, de Antonina. Lecionou também no Colégio Victor do Amaral, em Curitiba. Professor do Instituto Bíblico Batista A B. Deter, de Curitiba. Por mais de 20(vinte) anos, foi Redator do Jornal BATISTA PARANAENSE, bem como do jornal BATISTA CURITIBANO e ainda do jornal O PÚLPITO. Fundou, para os estudantes de Antonina, o NOSSO JORNAL. Como Boletim da Igreja Batista de Antonina, fundou O VISITADOR. Com 63 anos de idade, em 18.05.1968, tomou posse na Cadeira 40, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, instituição a que também pertence o autor destas notas, só que na Cadeira 31, tendo como Patrono, o Teólogo Almir Gonçalves. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Em 1976, já aposentado do magistério e do Ministério Pastoral, com 71 anos de idade, publicou o seu mais importante livro a PEQUENA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PARANÁ, pela Editora Lítero-Técnica, de Curitiba. Mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira. Nenhuma informação foi encontrada sobre sua morte. Se vivo fosse, estaria com 100 anos(2005). Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

XAVIER DE ALMEIDA (FRANCISCO XAVIER DE ALMEIDA JUNIOR), Goiano, de Goiás Velho, 16.05.l877, escreveu, entre outros, "A LUTA CONTRA A VELHICE"(1928), sem dados biográficos no livro. Usou também o pseudônimo JOÃO SEM REGRAS. Foi Prefeito de Barretos, no Estado de São Paulo. Médico, Jornalista, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ativista, Produtor Cultural, Articulista. Lançado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Faleceu no Sanatório Pinel de São Paulo, após morar em Anápolis, Pires do Rio e outras cidades brasileiras, onde clinicou. É um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo fundador foi Claro Augusto de Godoy, hoje(1998) ocupada por Brasigóis Felício. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro CADEIRA 15-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Goiás Velho, a 16 de maio de 1877. Filho de Francisco Xavier de Almeida e de Luísa Isolina da Silva Almeida. Terminado o primário, ingressou no Liceu de Goiás, em 1886. Começou, em 1888, o seu curso pré-vestibular. Seguiu para São Paulo, em 1896, onde concluiu o preparatório.
Já em 1900, matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.
A partir de 1903, tornou-se colaborador de vários jornais do Rio de Janeiro e São Paulo, entrando em contato com intelectuais da época, entre os quais, Olavo Bilac, Capistrano de Abreu e outros.
Concluído o curso de Medicina, em 1905, defendeu tese no ano seguinte, tendo obtido distinção.
Retornou a Goiás, em 1906, onde passou a clinicar, funcionando também como redator do jornal “Imprensa”, órgão do Partido Republicano. No mesmo ano, tornou-se médico da Polícia Estadual.
Em 1907, passou a lecionar no Liceu de Goiás, as cadeiras de Física, Química, História Natural, Português e Literatura.
Em Pitangueiras, Estado de São Paulo, já em 1910, foi eleito conselheiro municipal e no ano seguinte, tornou-se Intendente.
Para Barretos, São Paulo, transferiu-se em 1918, onde foi de Intendente a Prefeito Municipal, em 1922. Publicou o livro “A Luta Contra a Velhice”, em 1928.
Fixou residência em Anápolis, em 1934, ali permanecendo até mudar-se para Pires do Rio, no ano de 1935. Deixou também a obra “A Lepra no Brasil”.
Sobre ele, disse o “Correio Oficial”, de março de 1936:
“Francisco Xavier de Almeida Júnior pertenceu a uma geração brilhante que há de ficar gravada, para sempre, nos anais de nossa história. Pertenceu, sim, e foi dela um dos elementos mais representativos.
Foram-lhe companheiros, desde a última década do século passado, entre outros, Godofredo de Bulhões, Acrísio da Gama, Moisés Santana, Honestino Guimarães, Joaquim Bonifácio - que elevaram muito o renome de nossa terra”.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira nº 25, de que foi fundador Claro Augusto de Godói, sendo atualmente(1998) ocupada por Brasigóis Felício.
Escreveu para o jornal “A Semana”, de Barretos, sob o pseudônimo de João Sem Regras.
Faleceu no Sanatório Pinel, em São Paulo, em 1936, no dia 1º de março.

XAVIER DE ALMEIDA (JOSÉ), de Goiás Velho, Goiás, 23.01.1871, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO À ACADEMIA DE DIREITO”, bem como “ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS”(LEI Nº 188), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Francisco Xavier de Almeida e de Luísa Isolina da Silva Almeida. Iniciou o curso primário, em 1878. Matriculou-se, em 1884, no Liceu de Goiás. Já em 1886, tornou-se colaborador do jornal “PUBLICADOR GOIANO”, pregando o abolicionismo. Em 1891, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, colando grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1894. No governo de Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, em 1895, já de volta a Goiás, foi nomeado Secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública, quando visita o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, frequentando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc. Aparece, em 1896, como Redator do jornal “GOIÁS”. Em 1898, redigiu a Organização Judiciária do Estado de Goiás(Lei nº 188) que vigorou até 1918. Eleito Deputado Federal, em 1899, afastou-se da Secretaria de Segurança Pública. Foi eleito Presidente do Estado de Goiás, em 2 de março de 1901 e neste mesmo ano, casou-se com Amélia Augusta Lopes de Morais. No salão nobre do Liceu de Goiás, em 24 de fevereiro de 1903, instalou a Academia de Direito, cuja Lei de nº 186, fizera aprovar em 1898. Em 1905, como Presidente do Estado, sanciou a Lei nº 266 que mudou o nome do Arraial Novo dos Paulistas para Vila Xavier de Almeida(hoje Corumbaíba). Como Deputado Federal, em 1907, conseguiu a primeira verba para a construção da ponte de Itumbiara, ligando Goiás a Minas. Elegeu-se Senador da República, em 1909, derrotando Leopoldo de Bulhões, mas o Congresso Nacional preferiu empossar o perdedor, visto que já era Senador desde 1894. Perseguido politicamente, em 1910, mudou-se para Petrópolis, depois Juiz de Fora e finalmente Morrinhos, onde se tornou pecuarista. Em 1948, no aniversário de instalação da Academia de Direito, por ele fundada em 1903, foi o Paraninfo dos Doutorandos. No dia 6 de fevereiro de 1956, com 85 anos de idade, faleceu em Morrinhos. Na Academia Goiana de Letras, tornou-se Patrono da Cadeira 26, cujo fundador foi Altamiro de Moura Pacheco, hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 23 de janeiro de 1871. Filho de Francisco Xavier de Almeida e de Luísa Isolina da Silva Almeida.
Iniciou o curso primário, em 1878. Matriculou-se, em 1884, no Liceu de Goiás. Já em 1886, tornou-se colaborador do jornal “PUBLICADOR GOIANO”, pregando o abolicionismo.
Em 1891, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, colando grau de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1894.
No governo de Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, em 1895, já de volta a Goiás, foi nomeado Secretário do Interior, Justiça e Segurança Pública quando visita o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, frequentando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc.
Aparece, em 1896, como Redator do jornal “GOIÁS”.
Em 1898, redigiu a Organização Judiciária do Estado de Goiás(Lei nº 188) que vigorou até 1918.
Eleito Deputado Federal, em 1899, afastou-se da Secretaria de Segurança Pública.
Foi eleito Presidente do Estado de Goiás, em 2 de março de 1901 e neste mesmo ano, casou-se com Amélia Augusta Lopes de Morais.
No salão nobre do Liceu de Goiás, em 24 de fevereiro de 1903, instalou a Academia de Direito, cuja Lei de nº 186, fizera aprovar em 1898.
Em 1905, como Presidente do Estado, sanciou a Lei nº 266 que mudou o nome do Arraial Novo dos Paulistas para Vila Xavier de Almeida(hoje Corumbaíba).
Como Deputado Federal, em 1907, conseguiu a primeira verba para a construção da ponte de Itumbiara, ligando Goiás a Minas.
Elegeu-se Senador da República, em 1909, derrotando Leopoldo de Bulhões, mas o Congresso Nacional preferiu empossar o perdedor, visto que já era Senador desde 1894.
Perseguido politicamente, em 1910, mudou-se para Petrópolis, depois Juiz de Fora e finalmente Morrinhos, onde se tornou pecuarista.
Em 1948, no aniversário de instalação da Academia de Direito, por ele fundada em 1903, foi o Paraninfo dos Doutorandos.
No dia 6 de fevereiro de 1956, com 85 anos de idade, faleceu em Morrinhos.
Na Academia Goiana de Letras, tornou-se Patrono da Cadeira 26, cujo fundador foi Altamiro de Moura Pacheco, hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.

XAVIER JÚNIOR(JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA JÚNIOR), Goiano, de Goiás Velho, 20.10.l902, escreveu, entre outros, "LEITURAS E LEMBRANÇAS", "CANÇÃO DO PLANALTO". Jornalista, Médico e Professor em Anápolis, Goiás. Formou-se pela Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1926. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Foi Secretário de Viação e Obras Públicas do Estado de Goiás. Aposentou-se como Médico da Estrada de Ferro. Incorporado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Presidente da Academia Goiana de Letras e um de seus fundadores, na Cadeira 13, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi titular Francisco de Brito, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido a 20 de outubro de 1902, na cidade de Goiás(Vila Boa). Filho de José Xavier de Almeida e de Amélia Augusta de Morais Almeida.
Fez o curso primário em Morrinhos, em 1909, seguindo depois para Petrópolis, Juiz de Fora e Uberaba, onde se bacharelou em Ciências e Letras, no ano de 1919, após ter feito o Tiro de Guerra e estudado no Ginásio Diocesano de Uberaba.
Em 1920, no “Jornal de Goiás”, publicou seu primeiro soneto.
Já no Rio de Janeiro, matriculou-se na Faculdade de Medicina, da Universidade do Brasil, em 1921. Após defender a tese, em 1927, “Cesareana Segmentar”, retorna a Morrinhos, passando a clinicar.
Em 1930, foi Secretário de Viação e Obras Públicas.
Depois de passar por Caldas Novas, em 1931, transferiu-se para Anápolis, em 1934, onde continua médico e se torna professor.
Em 1936, é nomeado médico da Estrada de Ferro Goiás.
Juntamente com outros funda, em 1939, a Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira nº 13, cujo Patrono é Joaquim Bonifácio Gomes de Siqueira, de que foi titular Francisco de Brito, atualmente(1998), pertencente a Eurico Barbosa.
Em 1941, a 16 de maio, casou-se com Domitília dos Santos Curado Fleuri e no ano seguinte lançou o livro de versos “Canção do Planalto”.
Tornou-se colaborador do jornal “Voz do Sul”, de Anápolis, onde publicou os seus poemas “À Margem da Vida”.
Mudou-se definitivamente para Goiânia, em 1952.
Eleito Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1953, fez circular o primeiro número de sua revista, dois anos depois.
Publicou o livro “Leituras e Lembranças” e foi eleito pela Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, em 1973, como “Príncipe dos Poetas Goianos”.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Patrono da Cadeira nº 2, cujo Titular é o Dr. Paulo Nunes Batista.
Escreveu também “A Viagem de Frei Tapie”, pela Editora Alvina, Uberlândia, 1931.
Sua tese de doutorado foi publicada pela Tipografia Leuzinger, Rio de Janeiro, 1927.
É autor também de “Safra Literária”, “Ponta de Linha” e “Os quartetos de Omar Kaiam”.
Faleceu em Goiânia, no dia 08 de abril de 1979.

XAVIER MARQUES(Francisco Xavier Ferreira Marques), de Itaparica, Bahia, 03.12.1861, escreveu, entre outros, TEMAS E VARIAÇÕES(Poesia-1884), SIMPLES HISTORIAS(Ensaio-1886), UMA FAMILIA BAIANA(Romance-1888), INSULARES(Poesia-1896), DOIS FILOSOFOS BRASILEIROS(Ensaio-1916), CULTURA DA LINGUA NACIONAL(Ensaio-1933), TERRAS MORTAS(Novela-1936), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não referidos em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cedo se transferiu da Ilha de Itaparica para a cidade de Salvador, matriculando-se no Colégio do Cônego Francisco Bernardino de Sousa. Na capital baiana dedicou-se ao jornalismo. Colaborou no JORNAL DE NOTICIAS, de que foi mais tarde Redator. Em 1884, com 23 anos de idade, publicou seu livro de versos TEMAS E VARIAÇÕES. Em 1886, editou o livro de contos SIMPLES HISTORIAS. Em 1888, publicou o romance UMA FAMILIA BAIANA. Em 1897, editou o livro de contos BOTO E COMPANHIA. Posteriormente, este livro foi reeditado com o titulo de O FEITICEIRO. O romance praieiro JANA E JOEL foi traduzido para o francês por Philéas Lebesgue e M. Calisto, em 1899. Publicou também em 1900, o livro PINDORAMA. Em 1901, editou o romance SARGENTO PEDRO, que foi premiado pela Academia Brasileira de Letras. Em 1902, publicou o romance HOLOCAUSTO. Ao longo da vida editou outros livros, como MARIA ROSA, TERRAS MORTAS, etc. Em 1915, com 54 anos, foi eleito Deputado Estadual, pela Bahia, permanecendo até 1920. Em 1921, foi eleito Deputado Federal, pela Bahia, permanecendo até 1924. Jornalista, político, romancista, poeta e ensaísta. Faleceu em Salvador, Bahia, em 30.10.1942, com 81 anos de idade. Segundo ocupante da Cadeira 28, eleito em 24.07.1919, na sucessão de Inglês de Sousa e recebido pelo Acadêmico Goulart de Andrade em 17.09.1920. Sua Cadeira 28, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Manoel Antonio de Almeida, Fundador Inglês de Sousa, sendo também ocupada por Xavier Marques, Menotti Del Picchia, Oscar Dias Correia e Domicio Proença Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

YACIARA NARA(ver Dirce Leite Ferreira).

YAN KEE WING, de Xangai, China, 1924, escreveu, entre outros, LIRIO(Revista em lingua chinesa). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se na Universidade Batista de Xangai, encaminhado pelos missionários batistas norte-americanos que trabalhavam na China. Foi jornalista e publicitário. Em 1955, com cerca de 31 anos, veio para o Brasil. Em 1958, naturalizou-se brasileiro e se tornou Professor da Universidade de São Paulo. Nos anos seguintes, fundou a Primeira Igreja Batista Chinesa de São Paulo. Em 1964, fundou a Segunda Igreja Batista Chinesa. Em 1969, com 45 anos, cursou a Faculdade Teológica Batista de São Paulo e foi ordenado ao ministério, tornando-se Pastor Batista. A revista LIRIO foi editada em língua chinesa para facilitar o seu contato com os chineses residentes no Brasil. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

YANNA BARBOSA DE AGUIAR, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 06.04.1963, escreveu, entre outros, LURDINHA-PELOS CAMINHOS DO BICO DO PAPAGAIO(Palmas, To, Usina de Letras, 2010), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado, com prefácio de Marcelo Silva. Filha de Henderson e Ligia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduou-se em Zootecnia, pela Escola Superior de Ciências Agrárias de Rio Verde. Bacharel em Direito pela Escola Superior de Ciências Humanas de Rio Verde. Especializou-se em Metodologia do Ensino Superior, pela FAFI, de Rio Verde. Possui experiência no Magistério Superior, desde 1989. Professora de Processamento de Dados, da Escola Superior de Rio Verde, bem como autorizada a lecionar Introdução ao Estudo do Direito, pelo Parecer 141/92. Mudou-se para Palmas, no Tocantins, onde se tornou OFICIAL DA POLICIA MILITAR do Tocantins. Mãe de Ticia, Vic e Gustavo. Casada com Rogério Silva, jornalista da TV. Anhanguera, de Palmas. São suas irmãs Loila, Loana e Lizia. Professora Universitária. Foi cronista e articulista em diferentes jornais do Tocantins. Entre 2005 e 2007, escreveu crônicas para o BRAZILIAN NEWS, jornal para brasileiros, de Londres e Madrid. Foi classificada para a Antologia TODO AMOR QUE HOUVER NESSA VIDA., da Editora Litteris. É cronista da revista JALAPA, no Tocantins. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

YDÊ AFONSO, de Sacramento, Minas Gerais, 28.07.1945, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO PLANETA AZUL”(1988). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em LETRAS E DIREITO. Mudou-se para Brasília em 1971. Advogada, Pintora, Gravadora, Ilustradora. Encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Produtora Cultural, Pesquisadora, Ativista. Cronista, Contista, Intelectual. Literata, Memorialista, Pensadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro, do Distrito Federal. Participante de antologias, dentre outras, 15 ANOS DE POESIA(1993). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


YÊDA SCHMALTZ(IEDA OSCARLINA SCHMALTZ), Pernambucana, do Recife, 08.11.l94l, autora de dezenas de livros, entre os quais, "CAMINHOS DE MIM"(POEMAS-1964), "A ALQUIMIA DE NÓS"(POEMAS-1979), "O PEIXENAUTA" (POEMAS-1975), "SECRETA ÁRIA"(POEMAS-1973), "TEMPO DE SEMEAR"(POEMAS-1969), “A TI ÁTHIS”(POEMAS-1988), “ÉCOS”(POEMAS-1996), “OS PROCEDIMENTOS DA ARTE”(ENSAIO-1983), “PROMETEU AMERICANO”(POEMAS-1996), “MISERERE”(CONTOS-1980), “AMIGOS SELETOS” (ANTOLOGIA-1991), “ATALANTA”(CONTOS-1987), “BACO E ANAS BRASILEIRAS” (POEMAS-1985), “ANIMA MEA”(POEMAS-1984), “A FORMA DO CORAÇÃO” (POEMAS-1990), “RAYON” (POEMAS-1997). Filha de Wilfrido Schmaltz e Maria de Lourdes Cristino. Professora do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás. Formada em Letras Vernáculas e Bacharel em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Produtora Cultural, Pesquisadora, Ativista. Cronista, Contista, Intelectual. Literata, Memorialista, Pensadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Advogada, Oradora, Conferencista. Jornalista. Uma das Fundadoras do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN). Detentora dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado de Goiás. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Menção Honrosa no Concurso Nacional Master de Literatura, promoção do Clube Brasileiro de Literatura. Aclamada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no livro A LITERATURA FEMININA NO BRASIL CONTEMPORÂNEO, de Nelly Novaes Coelho. Estudada na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Presente no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Recife, Pernambuco, no dia 8 de novembro de 1941. Filha de Wilfrido Schmaltz e Maria de Lourdes Cristino.
Mudou-se para o Estado de Goiás, com dois anos de idade, residindo em Ipameri, Inhumas, Goiás Velho e Goiânia.
Iniciou, em 1948, os estudos primários em sua terra adotiva. Nos anos seguintes, estudou no Rio de Janeiro.
Transferiu-se para Goiânia definitivamente em 1962, quando iniciou o seu curso de Direito.
Seu primeiro livro de poesias, “CAMINHOS DE MIM”, foi publicado em 1964, pela Escola Técnica Federal de Goiás.
Na Capital do Estado, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 1966, onde também foi professora do Departamento de Letras.
Sua turma, marcou época na Faculdade. Além de ter publicado o livro “POESIAS E CONTOS BACHARÉIS”, foi formada de nomes ilustres, entre os quais, José Mendonça Teles, Geraldo Marmo Coelho Vaz, Alaor Barbosa, Miguel Jorge, Luiz Fernando Valladares, Martiniano José da Silva e Edir Guerra Malagoni.
Diplomou-se em Letras Vernáculas, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás.
Em 1960, foi uma das fundadoras do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN). Docente da Universidade Católica de Goiás.
Detentora do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Ganhadora do Prêmio José Décio Filho, do Governo do Estado de Goiás.
MENÇÃO HONROSA no CONCURSO NACIONAL MASTER DE LITERATURA e também no PRÊMIO REMINGTON DE POESIA E PROSA.
Autora de dezenas de livros, é hoje(1998), a maior expressão da poesia feminina em Goiás.
Foi bibliotecária e funcionária administrativa da UFG, aposentando-se como Professora do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás.
Sobre ela e com o título “YÊDA SCHMALTZ E SEU TEMPO DE SEMEAR”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Detentora de prêmios nacionais e internacionais, entre os quais, PRÊMIO FERNANDO CHINÁGLIA e da Associação Paulista de Críticos de Arte.



YGINO RODRIGUES(Ver Higino Alves Rodrigues).

YOLANDA JORDÃO GIBSON BARBOSA, de São Paulo, SP, 05.04.1915, escreveu, entre outros, CAMPOS CERCADOS(1942), MANUAL DE ESCRITOS(1979), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teatro. Mudou-se para Brasília em 1970. Poetisa, Ensaísta. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Prêmio OLAVO BILAC, da ABL, em 1977. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA, 1982, de Joanyr de Oliveira. Faleceu em 27.11.1990. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

YOLITA DE ASSIS CAMPOS, Goiana, de Jataí, l934, escreveu, entre outros, "PORTUGUÊS PRIMEIRO GRAU" (Didático), sem dados biográficos no livro. Professora primária e secundária em sua terra natal. Diretora Escolar. Educadora, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Memorialista. Produtora Cultural, Ativista, Literata. Cronista, Contista, Administradora. Conferencista, Oradora, Ficcionista. Membro da Associação dos Professores do Estado de Goiás, além de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre os quais, Centro de Professores e Sindicato dos Professores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Recomendada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no livro ASSIM É JATAÍ, do escritor médico Hugo Ayaviri Amurrio. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

YONE RODRIGUES(Ferreira), de Governador Valadares, Minas Gerais, 29.01.1936, escreveu, entre outros, PASTORA DA NOITE(1957), BRINCANDO NA AREIA(1988), OS ILUMINADOS(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Música, Francês e Inglês, na Europa. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Diretora, Produtora, Musicista. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Ganhadora do PRÊMIO BIENAL NESTLÉ DE LITERATURA(1984). Participante de muitas coletâneas, dentre outras, BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA(1982), de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

YVONNE DE PINA CURADO, Goiana, de Pirenópolis, 07.01.l9l3, escreveu, entre outros, "UMA HISTÓRIA DE AMOR"(1983), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Sebastião Pompeu de Pina e Maria Abadia de Pina. Professora primária e secundária em sua terra natal. Escritora, Ensaísta, Poetisa. Pensadora, Intelectual, Ficcionista. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Pesquisadora, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Conferencista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Apreciada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZACARIAS CAMPELO, de Barra do Corda, Maranhão, julho de l900, escreveu, entre outros, "AMOR E TRAGÉDIA NA TABA DOS KRAÓS", "O ÍNDIO É ASSIM", “ESSE HOMEM FILHO DE DEUS”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Estudou no Colégio Americano Batista Gilreath do Recife, Pernambuco. Bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em 1925. Casou-se na Veneza Brasileira, no dia 08.05.1926, com Noeme Stella Falcão Campelo, nascida em 1906 e falecida em 1928, com quem teve os filhos Saulo Falcão Campelo(1927) e Esmeralda Campelo(1928). Saulo foi aluno interno no Colégio Americano Batista do Recife, dedicou-se ao ESPIRITISMO, como o MÉDIUM ESSE CAPELE e tornou-se Advogado em Goiânia, onde reside e é pai de criação do Juiz de Direito Tocantinense, Sândalo Bueno do Nascimento. Esmeralda estudou no internato do Colégio Batista do Recife e tornou-se PASTORA em Belo Horizonte, Minas Gerais. Quanto a Zacarias Campelo, casou-se, pela segunda vez, com Orphisa Campelo, em 1929, na cidade de Carolina, no Maranhão, com quem teve seis filhos. Missionário da Junta de Missões Nacionais da Convenção Batista Brasileira, no interior do Maranhão e de Goiás, entre os índios, especialmente em Tocantinópolis e Itacajá, no antigo Goiás, hoje Estado do Tocantins. Dirigiu o Ginásio Batista de Tocantínia(Piabanha), cidade em que residiu por muitos anos. Viveu na cidade de ASPIRIM e deu-lhe o nome CRISTALÂNDIA, no Estado de Goiás, hoje Tocantins. De 1926 a 1937, evangelizou diversas tribos indígenas, dentre outras, os indios KRAÓS. Trabalhou com os indios XERENTES em 1938. Em 1944, desligou-se da Junta de Missões Nacionais, com a qual estava trabalhando desde 1926. Mudou-se para a cidade de Anápolis, interior goiano, em 1945, onde exerceu o pastorado na Igreja Batista e foi construtor de casas. Em 1946, deslocou-se para Caruaru e Triunfo, em Pernambuco, como Evangelista da Junta de Richmond, dos Estados Unidos. Um dos fundadores do Colégio Sete de Setembro de Caruaru. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Indigenista, Memorialista, Doutrinador. Conferencista, Orador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros que tratam da antropologia indígena Goiana. Sua segunda esposa Orphisa faleceu em 1974 e no ano seguinte casou-se com Júlia Moraes Campelo. Passou a residir em diferentes cidades brasileiras, entre as quais, Niterói, Estado do Rio de Janeiro, onde se tornou auxiliar do Pastor Nilson Fanini, por volta de 1979. Faleceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, no ano de 1993, na casa de sua filha, a Pastora Esmeralda Campelo. Sobre sua esposa, Noeme Campelo, falecida com 22 anos de idade e com o título “A HEROÍNA DE KRAONÓPOLIS”, escreveu excelente livro a professora de Jaguaquara, na Bahia, Stella Câmara Dubois. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ZACARIAS CLAY TAYLOR, de Jackson, Mississippi, 1851, traduziu, entre outros, O RETRATO DE MARIA NO CÉU, HISTÓRIA DOS BATISTAS. Como a família perdeu os bens na Guerra da Secessão, mudou-se para o Texas, em 1865. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Quando tinha 18 anos de idade, em 1869, foi para o Colégio. Em 1875, com 24 anos, matriculou-se na Universidade de Waco e depois foi para a Universidade de Baylor, onde se formou, em 1879. Foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da cidade de Runnels. Depois de ler o livro O BRASIL E OS BRASILEIROS, de Kidder e Fletcher, resolveu estudar no Seminário de Louisville, com o objetivo de vir para o Brasil como Missionário. Casou-se em 25.12.1881 com Kate Stevens Crawford Taylor, numa cerimônia oficiada por Hawthorne. Nomeado pela Junta de Richmond embarcou para o Brasil em 11.01.1882. Uniu-se ao casal Bagby que já tinha chegado ao Brasil e juntamente com o ex-padre Antonio Teixeira de Albuquerque, chegou em Salvador, Bahia, em 31.08.1882, fundando a Primeira Igreja Batista da Bahia, no dia 15.10.1882, na Rua Maciel de Baixo. Em 1886, fundou o jornal O ECO DA VERDADE, considerado o primeiro jornal batista brasileiro. Este jornal e sua tipografia deixaram de existir em 1900. Sua esposa faleceu já no Brasil, em 1892, tendo sido sepultada no Cemitério Britânico da Bahia, depois de ter tido quatro filhos. Viúvo, em 1895, Zacarias Taylor casou-se a segunda vez com Laura Barton que tinha sido missionária na China por cinco anos. Em 1898, fundou o Colégio Americano Egidio, em Salvador. Este Colégio foi, posteriormente, transferido para Jaguaquara, no interior baiano, com o nome de Colégio Batista Taylor Egídio. Em 1907, fundou junto com outros missionários, a Convenção Batista Brasileira, em Salvador, Bahia. Em 1919, com 68 anos de idade, quando estava na cidade de Corpus Christi, no Texas, ele, sua mulher e uma filha, vieram a falecer por ocasião do MAREMOTO que destruiu a cidade. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO por ter vivido 27 anos no Brasil, além de ter fundado Igrejas, Colégios, Jornais, etc.

ZACARIAS MARTINS (GOMES), de Belém, Pará, 23.07.l957, radicado em Gurupi, Goiás, hoje no Tocantins, escreveu, entre outros, "PINGA-FOGO"(Poemas-2004), “O POETA DE BELÉM”(1979), “POETAR”(1980), “VOX VERSUS”(1986), "O PROFETA DA FELICIDADE"(1984), "TRANSAS DO CORAÇÃO"(1987), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Aldenor de Figueiredo Martins e Argentina Gomes Martins. Fez o primário e o ginásio, respectivamente, no Grupo Dom Pedro II e no Colégio Comercial Paulino Brito, em Belém. Mudou-se para Brasília, em 1979. Veio para Gurupi, em 1983. Concluiu o segundo grau, em 1993, no Centro Educacional Albert Einstein, de Gurupi.

Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, empossado no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade. Militante do jornalismo tocantinense, através dos jornais COCKTAIL, de Gurupi, O PROGRESSO, de Araguaína, DIÁRIO TOCANTINENSE, de Palmas. Foi Assessor Especial para assuntos culturais da Prefeitura Municipal de Gurupi.

Professor, Jornalista Profissional. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Memorialista, Articulista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista.

Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, Academia Brasileira de Jornalismo, Associação de Imprensa do Distrito Federal, Academia Tocantinense de Letras(Cadeira 21), Instituto Histórico e Geográfico do Estado do Tocantins, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Tocantinense de Imprensa, Academia de Letras do Estado do Tocantins e União Brasileira de Escritores do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como em dezenas de livros sobre estudos literários.

Em Gurupi, no ano de 2000, foi eleito, em votação secreta, DESTAQUE DO ANO EM LITERATURA, pela excelente colaboração dada à vida cultural da cidade e do Estado do Tocantins. Ao autor destas linhas, prestou inestimável serviço, no sentido de reunir biografias de pessoas que dificilmente seriam localizadas.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 21, cujo Patrono é Jacinto Nunes da Silva. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É considerado o autor tocantinense que mais Comendas e Títulos Honoríficos tem recebido.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

ZALUAR(AUGUSTO EMILIO ZALUAR), de Lisboa, Portugal, 1825, escreveu, entre outros, “PEREGRINAÇÃO PELA PROVINCIA DE SÃO PAULO”(1953), com prefácio de Afonso de Taunay, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Veio para o Brasil em 1849, naturalizando-se brasileiro. Morou em Vassouras, na Paraíba do Sul e no Rio de Janeiro, onde foi jornalista e professor. Seu livro foi editado em 1862. Faleceu no Rio de Janeiro em 1882. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ZANDER CAMPOS DA SILVA, Goiano, de Rio Verde, l938, autor de vários livros, entre os quais, "MINHA EXPERIÊNCIA COMO GOVERNADOR" (REFERÊNCIA AO LIONS CLUBE), “AS LEIS DO LEONISMO”, “LIONS CLUBE-A GRANDE IDÉIA DE MELVIN JONES”, “QUAL O ANIVERSÁRIO DE SEU LIONS CLUBE”, “DICIONÁRIO DE MARKETING E PROPAGANDA”, “PEQUENA HISTÓRIA DO LEONISMO BRASILEIRO”, “CATÁLOGO DOS GOVERNADORES DO BRASIL E PORTUGAL” “LIONS CLUB THE GREAT IDEA OF MELVIN JONES”. Advogado. Radicado em Goiânia, onde exerce múltiplas atividades profissionais. Ex-Governador do Lions Clube de Goiás. Publicitário, Jornalista, Ficcionista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Pensador. Intelectual, Administrador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Ativista, Memorialista, Educador. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional das Empresas de Publicidade do Estado de Goiás, além de diversas instituições nacionais e internacionais, sociais, culturais e de classe. Presidente do Sindicato das Agências de Propaganda do Estado de Goiás. Vice-Presidente da Federação Nacional de Agências de Propaganda. Redator e Colunista dos jornais DIÁRIO DA TARDE e O POPULAR. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos societários. Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Destacado no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso Oliveira, bem como em DOSSIÊ DE GOIÁS, de Antonio Moreira da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Rio Verde, Goiás, a 15 de julho de 1938. Iniciou, em 1945, os estudos primários em sua terra natal. Após ter passado por várias cidades, estabeleceu-se em Goiânia, dedicando-se a atividades comerciais.
Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás.
Começou sua carreira profissional como repórter publicitário no Diário da Tarde de Goiânia em 1957, época em que criou a agência Cannes Publicidade.
Sua empresa prosperou e atingiu outros mercados entrando no Maranhão, Ceará, Piauí, Brasília e Mato Grosso.
É associado a vários grupos econômicos, corretor oficial de fundos públicos da Bolsa de Valores e membro do Conselho Administrativo do Banco do Estado de Goiás(BEG).
Um dos mais ilustres Governadores do Lions Club de Goiás.

ZANONI DE GOIAZ PINHEIRO, de Itaberaí, Goiás, 1926, escreveu, entre outros, "TRONCO E VERGÔNTEAS" (HISTÓRIA DOS DESCENDENTES DE LUIZ MANOEL DA SILVA CALDAS), juntamente com Antônio César Caldas Pinheiro e prefácio de Jávier Godinho. Antigo Tesoureiro da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP). Aposentou-se como Auditor Fiscal do Tesouro Nacional. Foi Marceneiro, Vendedor de Seguros. Publicitário, Estatístico. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Genealogista, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. É Artista plástico, Citricultor, Apicultor. Foi Deputado Estadual e Federal, pela Assembléia Legislativa Maçônica, bem como Juiz do Tribunal Eleitoral Maçônico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos genealógicos. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Itaberina de Letras e Grande Oriente do Brasil(Maçonaria). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Itaberaí, Goiás, no dia 02 de maio de 1926.
Iniciou, em 1932, os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Rocha Lima.
Para fazer o curso ginasial, matriculou-se na Sucursal do Liceu de Goiás, em Itaberaí, no ano de 1940.
Mudou-se para Goiânia, onde fez o curso de contabilidade, na Escola Técnica do Comércio, em Campinas.
Casou-se, em 1950, com Juracy da Silva Moreira, normalista em Itaberaí.
Por Concurso Público, em 1945, tornou-se Estatístico, função na qual trabalhou durante algum tempo.
Em 1959, foi nomeado Tesoureiro da Loteria do Estado de Goiás(LEG).
Com a inauguração de Brasília, em 21 de abril de 1960, foi conduzido ao cargo de Tesoureiro da NOVACAP, de onde se transferiu para o Ministério da Fazenda.
Nos anos seguintes, tornou-se Delegado do Ministério da Fazenda em Goiás. Aposentou-se como Auditor Fiscal do Tesouro Nacional.
Na Maçonaria Brasileira, foi orador, deputado, juiz eleitoral. Fundou, em 1960, a Escola Técnica de Comércio da FAMA(Fundação de Assistência ao Menor Abandonado).
Além de CITRICULTOR e APICULTOR, tem sido ARTISTA PLÁSTICO, nos fins de semana.
Aposentado, fez-se GENEALOGISTA, levantando a vida dos descendentes do Tenente-Coronel Luiz Manoel da Silva Caldas, ao lado de seu sobrinho Antônio César Caldas Pinheiro, tendo publicado o livro “TRONCO E VERGÔNTEAS”.

ZAQUEU MOREIRA DE OLIVEIRA, de Jerumenha(perto de Floriano), Piauí, 10.04.1937, escreveu, entre outros, “PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS”(1999), “OUSADIA E DESAFIOS DA EDUCAÇÃO TEOLÓGICA”(2002), “ESPIRITUALIDADE-ONTEM, HOJE E SEMPRE”(2002), “DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO”(2001), “IMPOSIÇÃO DE MÃOS...MULHERES PASTORAS”(2001), “LIBERDADE E EXCLUSIVISMO”(1997), “BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS EM PERNAMBUCO”(1973), “HISTÓRIA DO CRISTIANISMO EM ESBOÇO”(1998), “MESSIANISMO PENTECOSTAL”(1997), “REFLEXÕES SOBRE O HOMEM”(1974), “MEDITAÇÕES SOBRE O MINISTÉRIO”(1999), “SEJAMOS MORDOMOS DE CRISTO”(1997), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de José Joaquim(J.J.de Oliveira Filho) e de Zilda Moreira de Oliveira. Ele, antigo missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, em diferentes lugares, dentre outros, Babaçulândia(Goiás, hoje Tocantins) e Carolina(Maranhão), onde foi Pastor e Professor. Ela, antiga Enfermeira. Quanto a Zaqueu, tem como irmãos Zenon, Zorando, Zorildo e Zelinda. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em virtude das atividades missionárias do pai, viveu em Corrente(Pi), Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, Babaçulândia(hoje Tocantins) e Carolina(Ma). Já no Recife, bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil e fez Licenciatura em História, na Universidade Federal de Pernambuco. Nos Estados Unidos, no Seminário do Sul, no Texas, em 1968, fez o Mestrado em Teologia(Th. M), defendendo a tese “FACTORS CONTRIBUTING TO BAPTIST GROWTH IN PERNAMBUCO, 1886-1965”. Nos anos seguintes(1970), no mesmo Seminário, fez o Doutorado em Filosofia(Ph. D), defendendo a tese “THE PERSECUTION OF BRAZILIAN BAPTISTS AND ITS INFLUENCE ON THEIR DEVELOPMENT”. Retornando ao Seminário do Recife, foi o ORIENTADOR do autor destas notas quando elaborou a sua tese de MESTRADO EM TEOLOGIA, em 1972, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, sob o título “O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO”, transformada em livro com o nome de “HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL”. Quanto a Zaqueu, especialista em Educação, pela Universidade Federal do Pará, além de ser Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, foi também seu REITOR entre 31.03.1994 até 2002. Conferencista de renome nacional e internacional, produziu “Perfil Histórico da Educação Teológica Batista no Brasil”(texto na internet) que foi um trabalho apresentado no XIV Congresso da Associação Brasileira de Instituições Batistas de Educação Teológica(ABIBET), no dia 11.10.2002, em Fortaleza, Ceará. Proferiu Palestra no Seminário Teológico Congregacional do Rio de Janeiro, em Pedra de Guaratiba, no Fórum Nacional da União de Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil, em 31.01.2002, sob o tema “A MULHER NO MINISTÉRIO ORDENADO DA IGREJA”. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas de Pernambuco. Membro do Conselho Editorial da JUERP(Junta de Educação Religiosa e Publicações). Durante muito tempo, foi Pastor da Igreja Batista de Afogados, no Recife, bem como de diferentes outras igrejas, nos Estados do Ceará, Pará e Pernambuco. Atualmente(2005), é Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação em Teologia, do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. É mencionado em todos os livros que tratam da História dos Batistas no Brasil, incluindo “ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO”, de Betty Antunes de Oliveira, “HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL”, de José dos Reis Pereira, além de centenas de outros textos. Foi Professor e Reitor do Seminário Teológico Batista Equatorial, em Belém do Pará, onde trabalhou por 16 anos, tendo sido também Professor da Universidade Federal do Pará e da Escola Superior de Educação Física de Belém. Foi Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, da Universidade Católica, da Faculdade de Turismo e Comunicação de Pernambuco, bem como do Seminário de Educadoras Cristãs. Casou-se com a Assistente Social e Professora da Universidade Federal de Pernambuco, Edelweiss Falcão de Oliveira, com quem teve os filhos, Greiton, Gleida e Glênisson. Foi Vice-Presidente da ASTE e da ABIBET, bem como Conselheiro da JUERP. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ZECA DE QUEIROZ(José Antonio Pessoa de Queiroz Aspesi), de Recife, Pernambuco, 23.12.1964, escreveu, entre outros, PAISAGEM(1988), AVENIDA BRASIL-OS FILHOS DO PODER(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Mudou-se para Brasília em 1972. Empresário, Jornalista, Assessor de Comunicação. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ZECA TOCANTINS(JOSÉ BONIFÁCIO CÉSAR RIBEIRO), de Xambioá, Goiás, hoje Tocantins, 14.05.1958, escreveu, entre outros, “CALUMBI”, “MOINHO”, “GOTAS DE SOL”, “CAMINHOS DE NÓS”, “BANZEIROS”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Raimundo Lopes Barras(de Cametá, Pa) e Martinha César Ribeiro(de São Raimundo das Mangabeiras, Ma). Com 5 anos de idade, em 1963, seus pais se mudaram para Imperatriz. Após os estudos primários em sua terra adotiva-Imperatriz-, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Abandonou os estudos no ano da conclusão do segundo grau, dedicando-se aos estudos das expressões culturais e literárias da região tocantina. Com 19 anos de idade, em 1977, passou a integrar os movimentos culturais de Imperatriz, seja como ator, escritor e diretor de peças. Um dos fundadores da Associação Artística de Imperatriz, de que foi Presidente. Vinculado ao Grupo Teatral Defensores das Artes Cênicas(DARC) e ao Gremio Recreativo Voluntários do Samba. Publicou também “DEZ CONTOS DE PULINÁRIO”, este, com prefácio de Vito Milesi e apresentação de Arnaldo Monteiro. Residente em Imperatriz, no Maranhão, onde além de Compositor e Cantor, é também membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 29, tendo como Patrono Moisés da Providencia Araujo. Em 1991, com o livro “CALUMBI”, recebeu o TROFEU GRULI DE LITERATURA. Editou também as peças teatrais “IMPERATRIZ POR UM TRIZ”, “MISTÉRIOS DO BICO”, “AMIGO TEM QUE SER AMIGO”, “COLHEDOR DE SONHOS”. Escritor, Ensaísta, Economista. Pesquisador, Memorialista, Cronista. Literato, Contista, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Intelectual. Gravou o disco “CIO DE HOMEM”. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores e Sindicato dos Músicos do Tocantins. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZECA VALADARES(José Luiz Valadares de Carvalho), de Rio de Janeiro, RJ, 19.05.1946, escreveu, entre outros, DENTRO FORA MUNDO(1977), CAMPANHA POÉTICA SUPERVERSIVA(1986), PROJETO ARCO-IRIS(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia Civil. Mudou-se para Brasília em 1977. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Assessor da Coordenação das Administrações Regionais do Distrito Federal. Membro de diversas entidade, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ZECCHI ABRÃO, Goiano, de Goiás Velho, l9l7, escreveu, entre outros, "CLÁUSULAS DE REFORMA CONSTITUCIONAL", sem dados biográficos no livro. Professor de Direito Constitucional, da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás e da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Fundou o jornal VOZ DO SERTÃO, de Trindade, interior goiano, em l938. Foi Advogado, Jornalista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Referenciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Sua filha Alcione Hermano de Paula Abrão, falecida ainda jovem, em Nova Viçosa, Bahia, em 03.01.1986, foi uma das notáveis escritoras de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.

ZEFERINO DE ABREU, Goiano, de Goiás Velho, l863, escreveu, entre outros, "CONTOS SERTANEJOS", "CASOS REAIS"(1910), sem dados biográficos nos livros. Conforme alguns livros, teria nascido em Curralinho(Itaberaí), sendo descendente de Joaquim Pedro Dias de Abreu. Começou os estudos no Seminário Santa Cruz, na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Muito jovem, foi estudar no Colégio do Caraça, fundado em 1820, pelos padres da Congregação de São Vicente de Paulo. A bem da verdade, quando ali chegou existia apenas o Seminário, já que o Colégio tinha sido desativado em 1842 e ele só chegou em 1884, quando tinha vinte e um anos de idade. Neste mesmo prédio, foi estabelecido o Seminário Maior de Mariana, que teve o seu apogeu com o missionário Júlio José Clavelin, até 1885. Estudou também neste Seminário de Mariana e foi ordenado padre pelo Arcebispo Dom Silvério Gomes Pimenta. Sua ordenação se deu em 10 de outubro de 1905 e sua posse na Igreja de Nossa Senhora da Piedade, no dia 15 de outubro. Seus dois livros foram escritos quando vigário de Piacatuba(Piedade), em Minas Gerais. Foi Padre de Leopoldina e Piedade, interior de Minas Gerais, onde faleceu numa epidemia de varíola. Após combater a epidemia de varíola, juntamente com seu sacristão Cristovam Alves, terminou por ser atingido por ela. Apesar dos esforços do Doutor Cavalcante, faleceu às 23 horas, do dia 16 de novembro de 1913 e foi a última vítima da varíola na localidade de Piedade. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Estudado na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 35, hoje(1998) ocupada por José Luiz Bittencourt. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZEFINHA LOUÇA(Josefa Louça da Trindade), de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 07.12.l928, escreveu, entre outros, “MATIZES”(2001), “FATOS EM VERSOS”, “TURISCULTURA-VIAGENS PELO BRASIL”(2000), “LINGUAGEM NA ESCOLA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Publicou também "MOMENTOS POÉTICOS"(1994), este, com notas de orelha de Moura Lima, apresentação de Ubirajara Galli, observações de Darcy Chaves Cardeal e Ana Braga.

Filha do baiano de Santa Rita, Manoel Louça da Trindade e de Evarista Maria de Jesus Louça. Após os estudos primários com o professor José de Sena, foi nomeada, em 1950, quando tinha 22 anos de idade, professora municipal de uma escola no município de Paranã, tornando-se professora estadual em 1953.

Lecionou na Escola Batista de Paranã, em 1956, a convite do missionário norte-americano B. H. Foreman que, alguns anos depois, faleceu em acidente de avião. Em 1960, no Colégio Couto Magalhães de Anápolis, terminou o ginásio pelo sistema madureza.

Mudou-se para Gurupi em 1971, fazendo o segundo grau no Colégio Batista. Em 1976, formou-se em Estudos Sociais, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Em 1983, foi Delegada Regional de Ensino de Gurupi. Em 1990, terminou o curso de Pedagogia, na Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas de Gurupi.

Docente do Curso de Magistério, do Colégio Estadual de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins. Em 1992, concluiu o curso de Pós-Graduação em Lingua Portuguesa.

Aposentou-se em dezembro de 1994, com 65 anos de idade e 43 anos de serviço público.

Diretora Escolar, Jornalista, Escritora. Poetisa, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Conferencista, Oradora. Literata, Cronista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Ficcionista.

Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É mencionada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto.

Membro da Associação dos Professores do Estado de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores de Goiás, Academia Tocantinense de Letras e União Brasileira de Escritores do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, entre os quais, DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores. É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 24, cuja Patrona é Maria Eulina da Silva Braga. Para esta Cadeira, não foi eleita, mas convidada pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também o livro OS PRATHES(2003), com prefácio de Juarez Moreira Filho.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

ZÉLIA DOS SANTOS DINIZ, de Pacatuba, Ceará, 28.02.l938, escreveu, entre outros, "O MUNICÍPIO DE ARAGARÇAS"(1990), “CONHECENDO BARRA DO GARÇAS”(1995), “REDESCOBRINDO O BRASIL”(1996), sem dados biográficos nos livros. Professora primária e secundária, em Aragarças, interior de Goiás, na divisa com Mato Grosso, do outro lado de Barra do Garças. Pós-Graduada em Pedagogia. Supervisora Escolar. Diretora Escolar nos Estados de São Paulo, Paraná, Goiás e Mato Grosso. Professora Universitária. Educadora, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Pensadora. Intelectual, Produtora Cultural, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Conferencista, Ficcionista. Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás, Academia Paulistana de História e Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, como sócia correspondente. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de poesia e prosa. Atualmente(1998), é Presidente da Academia de Letras do Centro-Oeste, sediada em Barra do Garças, no Mato Grosso, cidade vizinha de Aragarças, separada apenas pelo rio e pela respectiva ponte. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZÉLIA GATTAI AMADO, de São Paulo, Capital, 02.07.1916, escreveu, entre outros, ANARQUISTAS, GRAÇAS A DEUS(Memórias-1979), UM CHAPÉU PARA VIAGEM(Memórias-1982), SENHORA DONA DO BAILE(Memórias-1984), REPORTAGEM INCOMPLETA(Memória-1987), JARDIM DE INVERNO(Memória-1988), CHÃO DE MENINOS(1992), CRONICA DE UMA NAMORADA(Romance-1995), A CASA DO RIO VERMELHO(Memórias-1999), CITTÀ DI ROMA(Memórias-2000), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filha de Ernesto Gattai e Angelina Da Col Gattai, ambos italianos. O pai a registrou como nascida em 04.08.1916. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seu pai fazia parte do grupo de imigrantes políticos que chegou ao Brasil no fim do século XIX, para fundar a célebre “Colonia Cecília”, na tentativa de criar uma comunidade anarquista na selva brasileira. A família de sua mãe, católica, veio para o Brasil após a Abolição da Escravatura para trabalhar nas plantações de café, em São Paulo. Na década de 1930, com 14 anos de idade, tornou-se amiga de diversos artistas e intelectuais da época, entre os quais, Oswald de Andrade, Lasar Segall, Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Rubem Braga, Zora Seljan, Aparecida e Paulo Mendes de Almeida, Letícia, Carlos Lacerda, Aldo Bonadei, Vinícius de Moraes e outros. Em 1939, com 23 anos, casou-se com Aldo Veiga, com quem teve o filho Luis Carlos Veiga, nascido no dia 12.08.1942. Em meados de 1945, com 29 anos, casou-se com Jorge Amado, com quem teve o filho João Jorge Amado, nascido no Rio de Janeiro, no dia 25.11.1947. Em 1948, em virtude da situação política de seu marido Jorge Amado, foi para a Europa, onde permaneceu durante cinco anos, entre Paris(França) e Praga(Tchecoslováquia). Conheceu personalidades como Pablo Neruda, Nicolás Guillén, Jean-Paul Sartre, Simone de Beauvoir, Aragón, Paul Éluard, Fréderic Juliot Curie, Picasso e Ilya Eremburg. Em Paris, iniciou-se na arte da fotografia. Em 1949, com 33 anos de idade, concluiu o curso de Língua e Civilização Francesa, na Sorbonne, na França. Em 1950, juntamente com o marido, passou a residir no Castelo da União dos Escritores, em Dobris, na Tchecoslováquia. No dia 19.08.1951, nasceu sua filha Paloma Jorge Amado, em Praga. Em 1952, com 36 anos de idade, voltou para o Brasil, passando a residir no apartamento do sogro, no Rio de Janeiro, durante 10(dez) anos. Em 1963, com 47 anos, passou a morar em Salvador, na Bahia. É detentora de dezenas de Prêmios, entre os quais: Prêmio Dante Alighieri (1980). Prêmio Revelação Literária, concedido pela Associação de Imprensa (1980). Diploma de Sócia Benemérita da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Placa “As dez mulheres mais bem sucedidas do Brasil” pela Mac Keen (1980). Título de Sócia Benemérita do Clube Baiano da Trova (1981). Título de Cidadã Honorária da Cidade de Salvador, Bahia, concedido pela Câmara Municipal da Cidade (1984). Título de Cidadã Honorária da Cidade de Mirabeau (1985). Título no grau de Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique, concedido pelo governo português (1986). Homenagem da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel que lhe concede o diploma de Madrinha dos Trovadores. Medalha do Mérito Castro Alves, da Secretaria da Educação e Cultura do Estado da Bahia (1987). Diploma de Reconhecimento do Povo Carioca pelos relevantes serviços prestados à Cultura e ao Turismo, da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Prêmio Destaque do Ano (1988). O Conselho Nacional da Mulher a declara eleita A Mulher do Ano (1989). Diploma de Magnífica Amiga dos Trovadores Capixabas, Espírito Santo (1991). Comenda das Artes e das Letras dada pela ministra da França, Caterine Trautmann (1998). Comenda Maria Quitéria pela Câmara Municipal de Salvador (1999). Em 2001, a Prefeitura Municipal de Taperoá, na Bahia, criou a Fundação de Cultura e Turismo Zélia Gattai. Seu livro ANARQUISTAS GRAÇAS A DEUS foi transformado em seriado na Rede Globo de Televisão. Viúva de Jorge Amado, em 06.08.2001, publicou outros livros, entre os quais, CÓDIGOS DE FAMILIA e JORGE AMADO-UM BAIANO SENSUAL E ROMÂNTICO(2002). Recebeu dezenas de homenagens, entre as quais, do governo de Portugal, em 1986, com o titulo de GRANDE OFICIAL DA ORDEM DO INFANTE DOM HENRIQUE. Memorialista, romancista e fotógrafa. Sexta ocupante da Cadeira 23, eleita em 7.12.2001, na sucessão de Jorge Amado e recebida em 21.05.2002, pelo Acadêmico Eduardo Portella. Sua Cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono José de Alencar, Fundador Machado de Assis, sendo também ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Não é referida no livro DICIONARIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo. Pouco analisada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudada no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referida, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZÊNIA BIRZNIEK, de Riga, Letônia, 11.11.1917. Com três anos de idade, fugindo das conseqüências da Primeira Guerra Mundial(1914-1918), deixou a Europa vindo para o Brasil. Estabeleceu-se na Colônia Leta de Palma, interior de São Paulo, onde ficou até os 15 anos de idade. Após os estudos primários em sua terra adotiva, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1931, com 14 anos, foi batizada em Varpa, interior paulista. Nos anos seguintes, mudou-se para São Paulo, Capital, passando a trabalhar num ambulatório médico. Concluiu o curso de enfermagem. Apresentou-se à Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, para servir no sertão do Brasil. Chegou em Ipupiara(antigo Fundão ou Jordão de Brotas), em janeiro de 1957, com 40 anos de idade, como Enfermeira Missionária da Junta de Missões Nacionais. No ano seguinte 1958, passou a ajudar os estudos de dois adolescentes Fábio Francisco Martins e Mário Ribeiro Martins na cidade de Xique-Xique, onde ambos viveram com o Pastor Missionário Jonas Borges da Luz. Em 1959, tendo Fábio desistido, continuou a ajudar o autor destas notas-Mario Ribeiro Martins-, em Bom Jesus da Lapa, Bahia, primeiro no Ginásio Bom Jesus e depois no Ginásio São Vicente de Paulo, onde concluiu o Ginásio, sendo Orador da Turma, em 1962, depois de ter residido com o Pastor Pedro Nascimento, Eliel Barreto e Bevenuto Ribeiro. No ano seguinte, 1963 e até 1965, sustentou o autor destas notas, no curso clássico, como Pré-Seminarista do Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife. Em 1966 e até 1970, continuou a ajudá-lo como aluno do Curso de Bacharel em Teologia, do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Em 1972, ainda ajudou o autor destas notas, quando concluiu o curso de Mestrado em Teologia, defendendo a tese O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, sob a orientação do Professor Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira. Depois de muitos anos em Ipupiara, Zênia Birzniek foi transferida para Natividade, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde ficou dez meses. Novamente transferida foi para Sergipe, chegou em Japaratuba no dia 22.05.1964, já com 47 anos de idade e onde permaneceu por muitos anos, fundando igrejas e cuidando da saúde do povo. Em virtude de seu trabalho, recebeu o título de CIDADÃ JAPARATUBENSE. Em seguida, foi para Pacatuba e depois São José, ainda no interior de Sergipe, onde se aposentou em outubro de 1987, com 64 anos de idade e 30 anos de serviços prestados à Junta de Missões Nacional. Além do autor destas notas, ajudou também nos estudos de Maria Áurea Andrade, Rosa Maria Teles e Gizalva Alves Menezes. Sobre ela, escreveu excelente matéria a jornalista Sandra Regina Bellonce, para a revista VISÃO MISSIONÁRIA, Rio de Janeiro, 3T 2001. Hoje(2005), com 88 anos de idade, continua residindo na Praia de São José, Sergipe. É referida no livro UMA EPOPÉIA DE FÉ: HISTÓRIA DOS BATISTAS LETOS NO BRASIL(1974), de Osvaldo Ronis. Apesar de sua importância, não é citada na HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(2001), de José dos Reis Pereira ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZENILDA DRUMOND, de Penha do Cassiano, Minas Gerais, 1961. Após os estudos primários em sua terra natal e em Governador Valadares, para onde se mudou, com 10 anos de idade, deslocou-se para outros centros, continuando os estudos. Com 15 anos, por volta de 1976, transferiu-se para o interior do Pará, juntamente com seu pai, mãe e mais seis irmãos. Na Universidade Federal do Pará concluiu o curso de Jornalismo. Trabalhou na Radio Cultura do Pará e na TV Cultura. Em 13.01.1988, seu pai foi assassinado no interior do Pará. Diante deste fato, voltou para o seu Estado natal, Minas Gerais, onde fez telejornalismo. No dia 13.05.1991 chegou em Palmas, Tocantins. Começou a trabalhar na Assessoria do Governo do Estado. Foi jornalista do CORREIO TOCANTINENSE e Assessora da SANEATINS. Em 1994, vinculou-se à Rede CELTINS. Em 1995, viajou por vários países e cidades, entre as quais, Moscou, Estocolmo, Londres, Amsterdam, etc. Em 1996, ganhou a filha Ana Flávia e em 1998, o filho Luca, todos nascidos em Palmas. É estudada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Não é referida em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Apesar de sua importância, não é mencionada no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZEZÉ(MARIA JOSÉ DE OLIVEIRA), de Itaporã, Araguacema, Goiás, hoje Tocantins, 1950. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, foi estudar no Colégio das Freiras, de Conceição do Araguaia, no Pará. Posteriormente, foi para Goiânia, passou por Brasília e chegou à Suíça, onde estudou. Em 1995, voltou ao Brasil, com muitos diplomas e grande experiência profissional. Veio para Palmas, por volta de 1996, passando a trabalhar como redatora no JORNAL DO POVO, dirigido por Luiz de Carvalho. Trabalhou na TV LAJEADO, ao lado de Rui Bucar, Marcelo Silva, João Neto, Júnior Veras e outros. É estudada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otavio Barros da Silva, bem como em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZEZUCA PEREIRA DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, l943, escreveu, entre outros, "ANÁLISE ADMINISTRATIVA DE UMA PROPRIEDADE RURAL", junto com Dorival Gomes Geraldine, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Professor da Escola de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Mestre em Economia Agrária, pela Universidade de São Paulo(USP). Presidente do Instituto Nacional Teotônio Vilela do Tocantins. Diretor da Faculdade de Agronomia e do Campus Avançado de Porto Nacional, da Universidade Federal de Goiás, embora no Estado do Tocantins, onde também é Professor Titular, hoje Aposentado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Engenheiro Agrônomo. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Docente do Departamento de Economia Rural da Faculdade de Agronomia da UFG. Especialista em Produção de Gado Leiteiro e de Corte, Economia e Administração Rural, Crédito Rural e Custos de Produção Agrícola. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Vice-Presidente do Rotary Clube de Porto Nacional, Tocantins, onde hoje reside e desenvolve suas atividades intelectuais. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ZILA DA COSTA MAMEDE, de Nova Palmeira, Paraíba, 15.09.1928, escreveu, entre outros, ROSA DE PEDRA(1953), EXERCICIO DA PALAVRA(1975), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Poetisa, Bibliotecária. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, A NOVÍSSIMA POESIA BRASILEIRA, de Walmir Ayala. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ZILAH XAVIER DE ALMEIDA BORGES, Goiana, de Pirenópolis, l926, dentre outros, escreveu, "MATER ET MAGISTRA"(Mãe e Mestra), sem dados biográficos no livro. Professora primária e secundária em sua terra natal. Educadora, Escritora. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Intelectual, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Focalizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira. Encontra-se na famosa obra de cinco volumes FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZILDA DINIZ FONTES, Goiana, de Morrinhos, 25.04.l920, escreveu, entre outros, "MORRINHOS: DE CAPELA À CIDADE DOS POMARES"(1980), sem dados biográficos no livro. Filha de José Mendes Diniz e Laudomila dos Reis Diniz. Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Pedro Nunes, tornou-se professora pela Escola Normal de Morrinhos, tendo estudado também no Colégio Santa Clara, de Goiânia. Professora primária e secundária em sua terra natal. Irmã da também escritora Nilza Diniz Silva. Diretora Escolar. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Poetisa, Historiadora. Pensadora, Intelectual, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Estudada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Recebeu diversos prêmios, entre os quais, TROFEU TIOKÔ, da UBE, de Goiás. Faleceu em Morrinhos, onde sempre viveu. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZILDETE INÁCIO DE OLIVEIRA MARTINS, Goiana, da Capital, l948, escreveu, entre outros, "A PARTICIPAÇÃO DE GOIÁS NA GUERRA DO PARAGUAI"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora de História do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Historiadora, Ficcionista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ativista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Mestre em História, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da UFG. Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. e em diversos textos de estudos históricos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZILMA MARTINS DA CUNHA, de Floriano, Piauí, 14.11.1929, escreveu, entre outros, “FOLHAS SOLTAS”(Poesias, 2003), com apresentação de Candido Guerra e prefácio de Olga Lustosa, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também TEMPO DE ESCREVER(2006), com prefácio de Carlos Said e ponderações de Mário Ribeiro Martins. Filha de Raimundo José de Araújo Costa e Adelaide Mendes da Rocha. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou, inclusive no Liceu Piauiense, de Teresina. Transferiu-se para São Luis, no Maranhão, onde fez o curso de Odontologia. Casou-se com Benjamin Cunha Nogueira, passando a residir em Corrente, Piauí. Com Benjamin Nogueira teve os filhos Luciano(Engenheiro Agrônomo e Advogado) e Marcelo(Advogado). Destes filhos, tem os netos: Nayhara, Vinicius, Marcelo Filho, Matheus, Lucas Benjamin e Victor Luciano. Mudou-se para Corrente, no Piauí, onde hoje reside. É encontrada no livro DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, bem como na CRESTOMATIA POÉTICA SUL-PIAUIENSE, de Candido Carvalho Guerra e ainda na PEQUENA ANTOLOGIA POÉTICA DE FLORIANO, de Lourdinha Lopes. Um de seus filhos, Luciano, além de Engenheiro Agrônomo é também formado em Direito pela Universidade Federal do Tocantins. Faz parte da Fraternidade Leiga Mercedária, da Igreja Católica. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZINA BRILL(Zina Cabral de Souza Brill), Goiana, de Jataí, 04.11.l948, escreveu, entre outros, "O JOELHO DE EVA"(1981), "O PASSO TROCADO"(1978), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Bacharelou-se em Filosofia Pura. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Ficcionista, Contista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Educadora. Conferencista, Oradora, Administradora. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Consignada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, inclusive na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiânia, no dia 14.12.1985.

ZIRALDO(ZIRALDO ALVES PINTO), de Caratinga, Minas Gerais, 24.10.1932, escreveu, entre outros, “O LIVRO DOS PRIMEIROS SOCORROS DO MENINO MALUQUINHO”(2002), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “OS CANGURUS”(TEATRO-1965), “ESTE BANHEIRO É PEQUENO DEMAIS PARA NÓS DOIS”(TEATRO-1968), “JEREMIAS, O BOM”(HUMOR-1969), “ALMANAQUE DO ZIRALDO”(HUMOR-1970), “O MENINO MALUQUINHO”, além de dezenas de outros livros. Filho de Zizinha Pinto e Geraldo Alves Moreira Pinto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, em Belo Horizonte, no ano de 1957. Mudou-se para o Rio de Janeiro, tornando-se jornalista, poeta, teatrólogo, pintor, cartazista, humorista, cartunista, caricaturista, ilustrador, artista gráfico. Editou a primeira revista brasileira de quadrinhos, na década de 1960, “A TURMA DO PERERÊ”. Foi um dos fundadores do jornal “O PASQUIM”, em 1969, quando também escreveu seu primeiro livro infantil “FLICTS Z”. Ganhador de dezenas de prêmios, entre os quais, “OSCAR INTERNACIONAL DE HUMOR-BRUXELAS, 1969”, “PRÊMIO JABUTI”(1980), “PRÊMIO CARAN D`ACHE”(1990), “PRÊMIO LOURENÇO FILHO”, etc. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Advogado. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. É irmão do jornalista, cartunista, desenhista e escritor Zélio Alves Pinto. Sobre ele, escreveu Val Rodrigues, no JORNAL DO TOCANTINS, de 24.10.2002, sob o título “ZIRALDO FAZ 70 ANOS ESBANJANDO CRIATIVIDADE”. Autor de centenas de peças teatrais que deram origem a filmes e desenhos animados, dentre outros, “FEIRA DO ADULTÉRIO”. Produziu também livros infantis e de humor, dentre os quais, “O PIPOQUEIRO DA ESQUINA”, em 1981, com Carlos Drummond de Andrade. Escreveu livros de anedotas, como “AS MELHORES ANEDOTAS DO MUNDO”. Além de ter lançado O PASQUIM, lançou também a Revista “PALAVRAS E BUNDAS”, em 1999. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001(5 volumes, 6.211 páginas) e nem é suficientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. Foi sobejamente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Em 05.04.2008, Ziraldo e mais 20 jornalistas que foram perseguidos durante os anos da ditadura militar teve seu processo de anistia aprovado pela Comissão de Anistia do Ministério da Justiça e terminou recebendo do Governo Federal uma pequena fortuna. Com 76 anos de idade, foi candidato à Cadeira 23, da Academia Brasileira de Letras, mas não conseguiu ser eleito, eis que teve 13 votos, em 21.08.2008. O Vencedor foi LUIS PAULO HORTA(Carioca, do Rio de Janeiro, 14.08.1943), com 23 votos. Votaram 39 academicos. Ziraldo concorreu com Antonio Torres, Nelson Valente, Marcelo Henrique, Isabel Lustosa, Jorge Eduardo Magalhães de Mendonça, Marco Aurélio Lomonaco Pereira, Blasco Peres Rego, Paulo Hirano, Valter Escravoni Alberto, Fábio Lucas, Embla Rhodes, José Paulo da Silva Ferreira, Octavio de Melo Alvarenga, João Carlos Zeferino, Palmerinda Vidal Donato, Felisbelo da Silva e Marylena Barreiros Salazar. Esta Cadeira tem como Patrono José Alencar, Fundador Machado de Assis e já foi ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Quanto a Ziraldo, É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZITA DE ANDRADE LIMA(Maria José Antunes de Andrade Lima), de Moreno, Pernambuco, 1930, escreveu, entre outros, PRINCIPIOS E TECNICA DE RADIOJORNALISMO(1970), CONVERSAS NA NOITE GRANDE(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Relações Públicas. Mudou-se para Brasília em 1965. Professora Universitária e Jornalista. Produtora e Locutora de Rádio. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Diretora Executiva do Instituto de Ciências da Informação. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e Sindicato dos Jornalistas do DF, bem como Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ZOROASTRO ARTIAGA, Goiano, de Itaberaí, 29.05.l89l, escreveu, entre outros, “DOS ÍNDIOS DO BRASIL CENTRAL", “GEOGRAFIA ECONÔMICA, HISTÓRICA E DESCRITIVA DO ESTADO DE GOIÁS”, "CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DE GOIÁS", "RIQUEZAS DE GOIÁS", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter visitado e estudado o norte de Goiás, quando Presidente da Comissão de Limites de Goiás, em 1937, bem como pelo fato de ter estado, em 1971, entre os indios da Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins. Diretor do Museu Estadual de Goiás, em Goiânia, durante muitos anos. Comandou o Departamento de Cultura do Estado de Goiás. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor, Jornalista, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Pensador. Intelectual, Polemista, Geógrafo. Indigenista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Funcionário Público. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, tendo sido titular Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Recebeu do Ministério da Educação e Cultura, a MEDALHA CLÓVIS BEVILÁCQUA, pelos serviços prestados à cultura brasileira. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio César Caldas e Zanoni de Goiaz Pinheiro, além de todos os livros sobre a História Política, Econômica e Social de Goiás, entre os quais, OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Em sua homenagem, a Academia Goiana de Letras ainda hoje utiliza o seu chapéu, com o qual comparecia às reuniões, como URNA DE VOTAÇÃO, quando da eleição de novos acadêmicos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Curralinho (Itaberaí) a 29 de maio de 1891 e morreu em Goiânia a 26 de fevereiro de 1972. Filho de Virgílio Pereira Artiaga e de Jovita Inocência Furtado de Lima Artiaga.
Em 1898, estudou com o professor Francisco de Assis Correia, mas só terminou o Secundário depois de estudar no Ginásio Curralinhense e no Liceu de Goiás.
Aos 14 anos de idade, em 1905, lançou, em Itaberaí, o jornal O Repórter, de circulação irregular. Em 1909, foi nomeado Delegado de Polícia.
Tornou-se funcionário dos Correios e Telégrafos, em 1913. Já como Telegrafista, foi mandado para Catalão, em 1916 e para Santa Luzia(Luziânia), em 1917.
Transferiu-se para Uberabinha(Uberlândia), em 1918 e depois de passar por Rio Verde, em 1919, fixou-se como Chefe da Estação Telegráfica em Araguari, Minas Gerais, no ano de 1920.
Deixando os Correios, funda em Catalão, em 1926, o jornal “NOVO HORIZONTE” e é nomeado Escrivão da Delegacia Regional.
Em 1929, ingressou na Faculdade de Direito de Vila Boa e foi designado Escrivão do Crime de Goiás Velho.
Ainda não formado, foi nomeado, em 1933, Professor Interino de Direito Civil da Faculdade e, junto com outros, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sendo hoje Patrono da Cadeira 6, ocupada por Waldir do Espírito Santo Castro Quinta.
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Goiás, em 1934.
Com financiamento do governo estadual, em 1937, publicou o livro “Geografia Econômica de Goiás” e foi designado Presidente da Comissão de Limites do Estado, quando visitou o norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins.
Entre 1937 e 1942, fez os cursos de Geologia, Mineralogia, Botânica, Paleontologia e Museologia, todos no Rio de Janeiro.
Em 1942 foi nomeado diretor do Departamento Estadual de Cultura, ao qual imprimiu grande atividade.
A 31 de janeiro de 1955, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 16, cujo Patrono é Henrique José da Silva, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, sendo Titular Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi.
Posteriormente foi eleito presidente daquela instituição, em 1957.
Em 1959, foi agraciado pelo Ministério da Educação e Cultura com a medalha “Clóvis Bevilacqua” pelos relevantes serviços prestados à cultura brasileira.
Tomou posse, em 1971, como Diretor do Museu Estadual, que mais tarde recebeu seu nome, ocasião em que visitou os indios Karajás, na Ilha do Bananal, hoje Tocantins, especialmente as aldeias de Tutemã e Fontoura.
Deixou grandes obras de cunho didático e de inestimável valor histórico.
Destacam-se, entre outras, “História de Goiás”, em 3 volumes; “Usos e Costumes de Goiás”; “Minérios e Minerais de Goiás”; “Vida de Dom Eduardo Duarte da Silva em Goiás”; “Geografia de Goiás”, e outros.
Dezenas de obras ficaram inéditas, tais como, “Origem dos Indios do Brasil Central”, “Caçadas e Pescarias”, “Fauna Ictiológica de Goiás”, “Fauna Ornitológica de Goiás”, “Valor e Heroismo do Soldado Goiano”.
Foi fervoroso entusiasta da criação da Estrada de Ferro Goiás pela qual se bateu durante longos anos.
Foi casado com Araci Monteiro e faleceu, em Goiânia, no dia 26 de fevereiro de 1972.

ZUENIR VENTURA(Zuenir Carlos Ventura), de Além-Paraíba, Minas Gerais, 01.06.1931, escreveu, entre outros, “1968- O ANO QUE NÃO TERMINOU”(Reportagem-1988), “3 ANTONIOS 1 JOBIM-HISTÓRIA DE UMA GERAÇÃO-O ENCONTRO DE ANTONIO CALADO, ANTONIO CÂNDIDO, ANTONIO HOUAISS e ANTONIO CARLOS JOBIM”(Entrevista, 1993), CIDADE PARTIDA(Reportagem, 1994), CULTURA EM TRÂNSITO-DA REPRESSÃO À ABERTURA(Ensaio), INVEJA-MAL SECRETO(Romance, 1998), O RIO DE J. CARLOS(Texto, 1998), CRONICAS DE UM FIM DE SÉCULO(Crônicas, 1999), CHICO MENDES-CRIME E CASTIGO(2003), MINHAS HISTÓRIAS DOS OUTROS(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Antonio José Ventura e Herina de Araújo(Neném). Viveu em Ponte Nova, MG, onde estudou algum tempo. Nesta cidade, foi coroinha, quando tinha 11 anos de idade. Mudou-se para Nova Friburgo, Estado do Rio, tornando-se ajudante do pintor de paredes que era seu pai. Foi contínuo do Banco Barra do Piraí, faxineiro do Bar Eldorado e balconista da Camisaria Friburgo. Fez-se professor primário do Colégio Cêfel. Também em Friburgo, foi jogador de futebol e basquete. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, matriculando-se na Faculdade Nacional de Filosofia, da antiga Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ), formando-se em Letras Neolatinas. Foi arquivista do jornal TRIBUNA DA IMPRENSA, de Carlos Lacerda, onde também publicou o seu primeiro artigo sobre ALBERT CAMUS. Em 1955, com 24 anos de idade, tornou-se Assistente do Filólogo Celso Cunha, na Cadeira de Língua Portuguesa, na então Faculdade de Jornalismo(Escola de Comunicação), da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1956, tornou-se Redator de A HISTORIA EM NOTICIA, dirigida por Amaral Netto. Em 1957, tornou-se Arquivista da TRIBUNA DA IMPRENSA, jornal de Carlos Lacerda. Nos anos seguintes, fez-se Secretário de Redação. Em 1959, com 28 anos, foi estudar em Paris, na França, no CENTRO DE FORMAÇÃO DE JORNALISTAS, com uma bolsa de estudos do Governo Francês. Retornando da França, dirigiu a Redação do CORREIO DA MANHÃ e depois do DIARIO CARIOCA. Foi Chefe de Reportagem da revista O CRUZEIRO e dirigiu a FATOS & FOTOS. Foi Diretor da sucursal do Rio de Janeiro, da revista VISÃO. Foi preso pelo AI-5. Para a Editora Abril, produziu a série de reportagens OS ANOS 60-A DÉCADA QUE MUDOU TUDO. Foi Roteirista do documentário QUE PAIS É ESSE?, de Leon Hirzsman, da Radio e Televisão Italiana. Trabalhou na revista ISTO É e no JORNAL DO BRASIL. Detentor dos prêmios ESSO DE JORNALISMO e o WLADIMIR HERZOG, com reportagens sobre Chico Mendes. Tem assinado colunas no jornal O GLOBO e na revista EPOCA. Sobre ele, escreveu excelente matéria a jornalista Elisangela Farias com o título MEIO SÉCULO DE JORNALISMO para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas(TO), 17.02.2006, quando de sua passagem por Palmas para proferir conferência no ENCONTRO COM JORNALISTAS, no auditório do SEBRAE. Em virtude de sua importância, é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e é referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ZULMA DA COSTA BESSA CABRAL, de Ipameri, Goiás, l939, escreveu, entre outros, "FEMININO PLURAL", junto com Gilka Bessa e Getulina Pimentel, sem dados biográficos no livro. Formada em LETRAS NEOLATINAS, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Católica de Goiás. Professora, Educadora, Escritora. Poetisa, Ficcionista, Pensadora. Ensaísta, Pesquisadora, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Conferencista, Oradora. Produtora Cultural, Memorialista, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Introduzida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se em ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ZULMIRA LEITE SANTINONI, Carioca, do Rio de Janeiro, 1917, escreveu, entre outros, “COLETÂNEA CULINÁRIA” (RECEITAS CASEIRAS), com prefácio do antigo Ministro da Previdência Social Reinhold Stephanes e apresentação de Silvio Santinoni. Residiu, durante muitos anos, na década de quarenta, na cidade goiana de Ipameri, onde conviveu com pessoas de várias nacionalidades, dali tirando algumas de suas receitas. Professora, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Viajou pela Europa, América do Sul, Central e do Norte. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se no livro ENCICLOPÉDIA CULINÁRIA BRASILEIRA, de Alma Bertonini. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



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http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3741&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".
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