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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE S a S -- 07/09/2003 - 11:34 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.

MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.
HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario

E-MAIL: mariormartins@hotmail.com

(Para encontrar os demais NOMES do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3776&cat=Ensaios) ou CLIQUE em "veja outros textos deste autor".



SÁBATO MAGALDI(Sábato Antônio Magaldi), de Belo Horizonte, Minas Gerais, em 9.05.1927, escreveu, entre outros, PANORAMA DO TEATRO BRASILEIRO(Ensaio-1962), ASPECTOS DA DRAMATURGIA MODERNA(Ensaio-1963), TEMAS DA HISTORIA DO TEATRO(Ensaio-1963), INICIAÇÃO AO TEATRO(1965), O TEXTO NO TEATRO(Ensaio-1989), AS LUZES DA ILUSÃO(Discurso-1995), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não referidos em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1949, com 22 anos de idade, tornou-se Bacharel em Direito pela Universidade de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Em 1953, com 26 anos, obteve o certificado de Estética da Sorbonne, com bolsa de estudos concedida pelo Governo francês. Foi crítico teatral do DIÁRIO CARIOCA de 1950 a 1952. Transferindo-se para São Paulo, em 1953, a convite de Alfredo Mesquita, passou a lecionar História do Teatro na Escola de Arte Dramática, onde criou, em 1962, a disciplina de História do Teatro Brasileiro. Redator do jornal O ESTADO DE S. PAULO, de 1953 a 1972, tornou-se, em 1956, titular da coluna de Teatro de seu Suplemento Literário. Redator-chefe e crítico teatral da revista TEATRO BRASILEIRO, que se publicou em São Paulo (nove números, de novembro de 1955 a setembro de 1956). Crítico teatral do JORNAL DA TARDE, desde sua fundação, em 1966, aposentando-se do cargo em fins de 1988, com 61 anos de idade. Professor da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, desde 1970, doutorou-se na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, em 1972, com uma tese sobre o Teatro de Oswald de Andrade. Em 1983, fez livre-docência na ECA, defendendo a tese "NELSON RODRIGUES: DRAMATURGIA E ENCENAÇÕES". Prestou, em 1985, concurso para professor adjunto, tornando-se, em março de 1988, professor titular de Teatro Brasileiro. Nos anos letivos de 1985-86 e 1986-87, lecionou, como Professor Associado, no Instituto de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Paris III (Sorbonne Nouvelle), e, nos anos letivos de 1989-90 e 1990-91. Professor associado, no Instituto de Estudos Portugueses e Brasileiros da Universidade de Provence, em Aix-en-Provence. Proferiu conferências e deu cursos, em épocas diversas, no Chile, na França, na Alemanha, na Itália, em Portugal e na Áustria, além de numerosas cidades brasileiras. Outras Atividades: Iniciando-se na administração pública em 1948, no Rio de Janeiro, chefiou o gabinete do Departamento de Assistência do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado, então dirigido por Cyro do Anjos, sendo depois chefe de Divisão e Procurador da entidade. Foi o primeiro secretário municipal de Cultura de São Paulo, de abril de 1975 a julho de 1979, na administração de Olavo Egydio Setúbal. Criador, junto com o cenógrafo Aldo Calvo, das Bienais de Artes Plásticas de Teatro, realizadas no quadro das Bienais de São Paulo. Primeiro representante do Serviço Nacional de Teatro, em São Paulo, na administração Edmundo Moniz. Membro do Conselho Federal de Cultura de 1975 a 1985, licenciando-se, para lecionar em Paris. Membro do Conselho Cultural da Coordenadoria Cultural da Universidade de São Paulo, do qual se licenciou, em 1989, para lecionar em Aix-en-Provence. Eleito Segundo-Secretário da Academia Brasileira de Letras, para a Diretoria de 1996, e Primeiro-Secretário para a Diretoria de 1997-1998. Prêmios e Distinções: Medalha de Ouro da Associação Paulista de Críticos Teatrais como Personalidade Teatral de 1962. Prêmio Jabuti de Teatro, da Câmara Brasileira do Livro, em 1963 e 1965. Medalha do Mérito Literário, categoria Teatro, do PEN Clube de São Paulo, em 1972. Prêmio Especial de Teatro da Associação Paulista de Críticos de Artes, em 1976. Prêmio Molière (Especial) da Air France, em 1976. Medalha de Honra da Inconfidência, do Governo de Minas Gerais, em 1982. Menção especial da Associação Paulista de Críticos de Artes, em 1988. Troféu Mambembe em São Paulo, da Fundação Nacional de Artes Cênicas, na categoria: Grupo, Movimento ou Personalidade. Troféu Mambembe no Rio de Janeiro, da FUNDACEN, na categoria: Grupo, Movimento ou Personalidade. Prêmio Sérgio Milliet de Ensaio, da União Brasileira de Escritores, em 1988. Prêmio Jorge Andrade (destinado ao Melhor Ensaio sobre Dramaturgia), da Associação Brasileira de Crítica Literária. Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, pelo conjunto da obra, em 1990. Prêmio por "relevante desempenho na área de pesquisa" na Escola de Comunicações e Artes, concedido pela Reitoria da Universidade de São Paulo, em 1993. Prêmio Especial da Associação de Produtores de Espetáculos Teatrais de São Paulo, em 1994. Homenagem do Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões no Estado de São Paulo, em 1995. Prêmio da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, em 1995. Prêmio Juca Pato - Intelectual do Ano de 1997, da União Brasileira de Escritores. Títulos Honoríficos: Chevalier des Arts et Lettres do Governo Francês, em 1967. Chevalier de l"Ordre National du Mérite do Governo Francês, em 1979. Professor Emérito da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, em 2000. Quinto ocupante da Cadeira 24, eleito em 8.12.1994, na sucessão de Ciro dos Anjos e recebido em 25.07.1995, pelo Acadêmico Lêdo Ivo. Sua Cadeira 24, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Julio Ribeiro, Fundador Garcia Redondo, sendo também ocupada por Luis Guimarães Filho, Manoel Bandeira, Cyro dos Anjos e Sábato Magaldi. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SACRAMENTO BLAKE (AUGUSTO VITORINO ALVES, de Salvador, Bahia, 02.11.1827, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO”(1883). Filho de José Joaquim do Sacramento Blake e Maria Alves Blake. Médico, formado pela Faculdade de Medicina da Bahia. Cirurgião do Corpo de Saúde do Exército Brasileiro. Em 1852, por ter se destacado, na Campanha do Estado Oriental Uruguaio, foi condecorado com a medalha de distinção, como cirurgião de brigada. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde, estimulado por Dom Pedro II e Rui Barbosa, elaborou o seu dicionário, publicado em sete volumes, entre 1883 e 1902. Seu dicionário foi publicado, no Rio de Janeiro, pela Imprensa Nacional e reimpresso, também no Rio de Janeiro, em 1970, pelo Conselho Federal de Cultura. É verbete do DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 24 de março de 1903. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SADER CALIL, Goiano, de Inhumas, 14.10.l933, escreveu, entre outros, "A CRUZ DO CAVALEIRO"(ROMANCE-1963), "COISAS DE MINHA TERRA", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Usou também o pseudônimo de Matoso Ranchel. Comerciante, Escritor, Poeta. Escritor, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, 1999.

SAINT HILAIRE(Augustin François Cesar Provençal de), de Tarpiniere, Orleans, França, 04.10.l779, escreveu, entre outros, "PLANTAS USUAIS DOS BRASILEIROS", "FLORA DO BRASIL MERIDIONAL", "VIAGEM ÀS NASCENTES DO RIO SÃO FRANCISCO E PELA PROVÍNCIA DE GOYAZ"(1944). Chegou ao Brasil em 1816, acompanhado do Embaixador Extraordinário da França, no Brasil, Duque Luxemburgo. Logo iniciou suas viagens pelo Brasil. Realizou estudos científicos no interior de Goiás de l8l6 a l822, quando tinha 43 anos de idade, visitando Goiás Velho, Santa Luzia(Luziânia), Meia Ponte (Pirenópolis), Arraiais, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc. Nestas regiões, colecionou plantas, animais e minerais, levando-os para estudos científicos na terra de origem. Professor da Universidade Sorbonne, na França. Desembarcou no Rio de Janeiro, com 37 anos de idade, em 1816 e aqui permaneceu pesquisando até o ano da independência, 1822. Antes de vir ao Brasil, estivera no Norte da Alemanha. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Tornou-se membro honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Naturalista, Memorialista, Historiador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Publicou também o livro “VIAGENS AO INTERIOR DO BRASIL”, em 1830. Faleceu em Orleans, França, em 30.09.1853. Conforme alguns autores teria nascido em Orleans e morrido em Tarpiniere. De acordo com outros, teria sido o contrário: nascido em Tarpiniere e morrido em Orleans. Membro da Academia de Ciências de Paris. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em todos os Dicionários e Enciclopédias nacionais. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SALIÉ(FRANCISCO SALIÉ ANACLETO DE ANDRADE), de Fazenda Nova, Santarém, Paraíba, 27.04.1959, produziu, entre outros, O PALESTRANTE MOTIVACIONAL, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação, ao alcance da pesquisa, via textos divulgados. Fazenda Nova outrora pertencia ao Município de Uiraúna. Filho de José Celestino de Andrade(ESSE) e Maria Severina Fernandes de Andrade. Após os estudos primários em sua terra natal, onde leu os folhetos e romances da literatura de cordel, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1971, com 12 anos de idade, passou pela Escola Reunida Pedro Américo, de Cajazeiras, na Paraíba. Em 1975, com 16 anos, concluiu o ginásio no Colégio Comercial Monsenhor Constantino Vieira, de Cajazeiras. Neste mesmo Colégio, terminou o segundo grau, em 1978. Trabalhou na Companhia de Desenvolvimento Agropecuário do Piauí(CIDAPI), a convite de seu primo Paulo Ivones de Andrade, na cidade de Simplicio Mendes, Piauí, em 1979, com 20 anos. Trabalhou na CIDAPI de SIMÕES, Piauí, bem como em Bom Jesus, Piauí. Em 1984, com 25 anos, casou-se com Marisa Correa de Andrade, com quem teve os filhos André Judá, Gustavo Salié, João Esse e Marina. Em 1989, transferiu-se para o Mato Grosso. Em 1993, com 34 anos, formou-se na Faculdade de Administração de Vilhena, em Rondônia. Nos anos seguintes, fez Pós-Graduação em Recursos Humanos, na Universidade de Pernambuco, no Recife. Depois de passar por Brasília, transferiu-se, em 1998, sua Empresa de Recursos Humanos para o Tocantins. Em 2004, com 45 anos, fez o curso de Mestrado em Ciências da Educação. Voltou para Brasília, onde reside e trabalha até hoje(julho de 2007). Atende pelo www.salieconsultoria.com.br. Professor Universitário, Instrutor, Consultor Empresarial e Educacional. Professor de Oratória e Palestrante Motivacional. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO PARAIBANO, de JOSÉ LEAL(João Pessoa: FUNCEP), não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SALOMÃO DE VASCONCELOS, de Mariana(Fazenda São João do Crasto, Minas Gerais, 02.01.1877, escreveu, entre outros, O FICO-MINAS E OS MINEIROS NA INDEPENDÊNCIA(1937), BANDEIRISMO(1944, HISTORIA DE MARIANA(1945), SOLARES E VULTOS DO PASSADO(1950), BREVIARIO HISTORICO E TURISTICO DA CIDADE DE MARIANA, UM BRASILEIRO ESQUECIDO, BERNARDO DE VASCONCELOS E SUA OBRA, O PALACIO DE ASSUMAR, RETIRO DA AGUA LIMPA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra referência ao alcance da pesquisa, via textos editados. Publicou também “O DESTINO DO CORPO DE FERNÃO DIAS”, “CEM ANOS DE ESTENOGRAFIA NO BRASIL”, “ESTENOGRAFIA NA EDUCAÇÃO POPULAR”, “CURSO PRÁTICO DE ESTENOGRAFIA”, “MEMORIA DE UMA REPUBLICA DE ESTUDANTES”, “A ESCRAVATURA EM MINAS GERAIS”, “OS VASCONCELOS DE SÃO PAULO E MINAS GERAIS”, “OS SINOS NA SIMBOLOGIA E NA HISTORIA”, “COMO NASCEU SABARÁ”, “MATRIZES MINEIRAS” e “COMO NASCEU OURO PRETO”, alem de “RETIRO DOS INTELECTUAIS”, “VERDADES HISTÓRICAS”.
Conforme alguns autores, teria nascido em Belo Horizonte, mas conforme a Enciclopédia de Literatura Brasileira(2001), de Afrânio Coutinho e J. Galante teria nascido em Mariana, Minas Gerais, em 1877 e falecido em Belo Horizonte em 26.06.1965, com 88 anos de idade. Conforme a Larousse Cultural(1988), teria nascido em Belo Horizonte em 1915.
Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro(1914) e Direito. Ensaísta, Historiador, Advogado, Medico. Membro da Academia Mineira de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais.
Sua obra principal-O FICO-MINAS E OS MINEIROS NA INDEPENDENCIA foi reeditada em 1972, pelo Governo de Minas, após a sua morte.
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é o Patrono da Cadeira 29 que tem como 1º Titular José Normanha de Oliveira e como 2º Titular Heloisa Selma Fernandes Capel.
Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SALOMÃO GINSBURG(Salomão Luis Ginsburg), de Suwalki, Polônia, 06.08.1867, escreveu, entre outros, UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL(Autobiografia), com introdução de T. B. Ray. Este livro foi escrito originalmente em Inglês, em 1921 e traduzido para o português por Manoel Avelino de Souza. Seu pai era Rabino e sua mãe professora. De origem judaica, nascido numa cidade russa, foi enviado para estudar na Alemanha, onde ficou até os 14 anos, em 1881, completando o curso colegial. Diante da intransigência do pai, fugiu para Londres, na Inglaterra, onde aprendeu a arte da tipografia e onde se converteu ao protestantismo, tornando-se Ministro Evangélico Congregacional, em 1882, quanto tinha 15 anos de idade. Depois de passar algum tempo em Porto, Portugal, para aprender um pouco da língua portuguesa, chegou no Rio de Janeiro em 10.06.1890, quando tinha 23 anos, vinculando-se à Igreja Evangélica Fluminense, dita Congregacional, fundada por Dr. Kalley, mas dirigida naquele momento pelo Rev. João M. G. dos Santos. A convite do Dr. Fanstone, que era Presbiteriano, foi para o Recife, no inicio de 1891, permanecendo por vários meses. Em seguida foi para Salvador, onde foi batizado na Primeira Igreja Batista da Bahia, em novembro de 1891, pelo Pastor W. C. Taylor, tornando-se também Pastor Batista e missionário da Junta de Richmond, nos Estados Unidos. Casou-se a primeira vez, em 1891, com Carrie Bishop que, já no Brasil, depois de cinco meses, morreu de febre amarela, na Bahia. Com a morte de sua primeira esposa, mudou-se da Bahia para o Rio de Janeiro. Casou-se a segunda vez em 01.08.1893, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, casamento celebrado por J. J. Taylor, com Emma Morton, que já era missionária da Junta de Richmond, com quem teve sete filhos. Estes filhos, no entanto, não são mencionados em sua AUTOBIOGRAFIA. Foi fundador do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em 01.04.1902, na Rua chamada CAMINHO NOVO, número 106. Depois de ter passado por várias igrejas batistas no Brasil, viajando por todos os Estados, foi trabalhar no Rio de Janeiro, em 1914, na Casa Publicadora Batista, junto com o missionário W. E. Entzminger. Faleceu em São Paulo, em 31.03.1927, quando tinha 60 anos de idade. Sobre ele escreveu excelente matéria, em sua página na internet, Rolando de Nassau: “Hinos de Ginsburg - Na primeira edição (1891) do "Cantor Cristão", encontramos 16 hinos; três apresentam letras originais de Salomão Luiz Ginsburg (1867-1927); os outros treze, são traduções de hinos escritos por Crosby, Whittle, Bullinger, Norton, Rowley, Bonar, Ogden, Nettleton, Reed e Neumeister. As letras originais são: "Oh! vem, divina luz!" (CC-263), "Eu ouví a voz de Deus" e "Oh! que farei prá me salvar?" (posteriormente retiradas). As traduções são: "Chuvas de bênçãos" (CC-l68), "Tão perto do Reino" (posteriormente substituída pela de Ricardo Pitrowsky), "Avançai!" (CC-446), "Vinde a Mim!" (CC-218), "Do Deus santo somos filhos" (CC-364), "Conta-me a história de Cristo" (CC-196), "Cantarei a linda história" (CC-44), "A cruz ainda firme está" (CC-l97), "A mensagem do Senhor" (CC-198), "Cristo, meu Salvador, veio a Belém" (CC-200), "Oh! vinde à fonte de sangue!" (CC-215), "Ó corações, considerai" (CC-233), "Cristo salva o pecador" (CC-234). Ginsburg escreveu, pelo menos, 115 hinos, dos quais 105 figuram no "Cantor Cristão" (edição de 1971). Pelo volume de sua contribuição e pela ousadia de sua iniciativa, Ginsburg teve participação destacada e importante na construção do nosso primeiro hinário batista. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SALOMÃO SOUSA (SALOMÃO MIGUEL DE SOUSA), Goiano, de Bonfim(Silvânia), 19.09.l952, escreveu, entre outros, “FALO”, “CADERNO DE DESAPONTAMENTOS”, "O SUSTO DE VIVER", "CRIAÇÃO DE LODO", "A MOENDA DOS DIAS", “EM CANTO CERRADO”(ANTOLOGIA), “CONTO CANDANGO” (ANTOLOGIA). Estudou no Ginásio Anchieta de Bonfim(Silvânia), interior goiano. Mudou-se para Brasília em 1971. Formado em Jornalismo pelo Centro de Ensino Universitário de Brasília(CEUB). Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Jornalista. Produtor Cultural, Antologista, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Foi Funcionário da Fundação Educacional do Distrito Federal e do Ministério da Fazenda. Assessor Parlamentar da Câmara dos Deputados, em Brasília. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, da Associação Nacional de Escritores, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, inclusive no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e na ANTOLOGIA DA NOVA POESIA BRASILEIRA, de Olga Savary. Estudado em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e no livro A POESIA GOIANA DO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Bonfim (Silvânia), Goiás, no dia 19 de setembro de 1952.
Iniciou, em 1959, os estudos primários em sua terra natal, inclusive o curso ginasial, no famoso Ginásio Anchieta.
Com a inauguração de Brasília, em 1960, para lá se mudou, concluindo o curso secundário.
Matriculou-se no Centro de Ensino Universitário de Brasília(CEUB), formando-se em jornalismo.
Como Jornalista Profissional, trabalhou na Assessoria Parlamentar do Ministério do Trabalho.
Seu primeiro livro de poesia, “A MOENDA DOS DIAS”, foi publicado em 1979, depois de experimentos feitos nos jornais mimeografados “ESBARROS 1 e 2”.
Em co-edição com o Instituto Nacional do Livro, de Brasília, a Editora Civilização Brasileira, do Rio de Janeiro, publicou o seu segundo livro de poesia “O SUSTO DO VIVER”.
Os demais livros surgiram normalmente ao longo do tempo, como “FALO”, em 1986 e “CRIAÇÃO DE LODO”, de 1993, além de “CADERNO DE DESAPONTAMENTOS”, de 1994.
As antologias por ele organizadas, “CONTO CANDANGO” e “EM CANTO CERRADO”, divulgando os escritores de Brasília, mereceram os melhores elogios.
Tornou-se especialista em assessoramento parlamentar, função na qual trabalha há mais de dezoito anos, em Brasília.

SALOMÃO WENCESLAU RODRIGUES DE CARVALHO, de Goiânia, Goiás, 20.09.1959, escreveu, entre outros, FOLCLORE DO ESPORTE GOIANO(UNIGRAF, 1988), com notas de orelha de Luiz Gerci de Araújo e apresentação de Luiz Carlos Bordoni. Filho de José Rodrigues. Durante muito tempo viveu a infância em Gogomé, região de Itaberaí, outrora chamada de Curralinho e Rio das Pedras. Após os estudos primários em Gogomé, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. De volta a Goiânia, sua terra natal, passou a trabalhar em jornais, revistas e rádio. Conforme Luiz Carlos Bordoni, Salomão “nasceu” nas editorias de esporte dos jornais CINCO DE MARÇO e DIÁRIO DA MANHÃ, do Batista Custódio, bem como na equipe de esportes do Mané, na Rádio Jornal. Ao lado de Elton Costa Campos, dirigiu a redação do jornal FOLHA DE GOIAZ. Passou pela RÁDIO CLUBE. Foi correspondente da REVISTA PLACAR, em Goiás. Levado por Draulas Vaz, foi para a redação do jornal O POPULAR. É considerado por seus amigos, como um jornalista completo, pois tem experiência em todas as áreas: esporte, polícia, cultura, economia, política, etc. Seu livro “Folclore do Esporte Goiano” conta causos e fatos interessantíssimos, entre os quais, “uma ré de 500”, “alô Bordoni”, “deu formiga na jogada”, etc. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, Salomão mudou-se para o novo Estado. Fundou, em Miranorte, no hoje Estado do Tocantins, em 1989, o orgão noticioso chamado simplesmente JORNAL. Passou 1 ano em Tocantínia. Em 9.06.1991, transferiu o tabloide para a cidade de Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. Em 04.05.1997, foi acrescentado o artigo “o”, passando a chamar-se O JORNAL, com circulação aos domingos, sendo impresso, inicialmente, em Brasília. Quanto a Salomão, apesar da importância do seu livro “FOLCLORE DO ESPORTE GOIANO”, editado em Goiânia, pela Unigraf, em 1988, não foi referido no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2ª Edição-2000), de José Mendonça Teles. É mencionado no livro HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros e em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO, de Luiz de Carvalho. Não é convenientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

SALVADOR DE CARVALHO, Goiano, da Capital, l946, escreveu, entre outros, “COMPONENTES DO VALOR ADAPTATIVO DE TRÊS ESPÉCIES DO SUBGRUPO SALTANS(GRUPO SALTANS, DROSOPHILA) EM SEIS ESPÉCIES DE LEVEDURA”, "ATRAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DE TRÊS ESPÉCIES DE DROSOPHILA DO SUBGRUPO SALTANS E SEUS HÍBRIDOS EM SEIS ESPÉCIES DE LEVEDURA"(Tese de Mestrado), sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Curso de Mestrado em Agronomia, pela Universidade de São Paulo(USP). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Médico Veterinário. Engenheiro Agrônomo. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura(SGPA). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SALVADOR DE MENDONÇA(Salvador de Menezes Drummond Furtado de Mendonça), de Itaboraí, Estado do Rio, 21.07.1841, escreveu, entre outros, SINGAIRU(Lenda-1859), CALEIDOSCOPIO(Drama-1860), JOANA DE FLANDRES OU A VOLTA DO CRUZADO(Teatro-1863), JUIZO CRITICO SOBRE CALABAR(1867), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Salvador Furtado de Mendonça e de Amália de Menezes Drummond. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Frequentou uma escola pública em Itaboraí, Estado do Rio. Com 12 anos, em 1853, foi para o Rio de Janeiro. Continuou seus estudos no Colégio Marinho e, por dois anos, no Colégio Curiácio, dirigido pelo Barão de Tatuphoeus. Ao terminar os preparatórios, em 1858, o Barão de Tatuphoeus levou-o à presença de Pedro II, como um prêmio aos seus esforços de estudioso. Por essa época conheceu figuras como Machado de Assis, com quem fez amizade e manteve convívio diário com Casimiro de Abreu. Conheceu também escritores já consagrados, como Gonçalves Dias, Araújo Porto-Alegre e Joaquim Manuel de Macedo, que Salvador haveria de escolher como patrono. Em 1859, foi para São Paulo para matricular-se na Faculdade de Direito. Formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1869, com 28 anos de idade. Iniciou a sua colaboração na REVISTA MENSAL DO ENSAIO FILOSÓFICO PAULISTANO. No ano seguinte fundou, com Teófilo Ottoni Filho, o jornal A LEGENDA. Ali iniciou-se nos assuntos de crítica social e política. Em fins de 1860, com 19 anos, faleceram seus pais e Salvador voltou para o Rio de Janeiro, como chefe de uma família de oito irmãos, entre os quais Lúcio de Mendonça. Entrou para a redação do DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO, de Saldanha Marinho. Em 1861, com 20 anos, casou-se com Amélia Clemência Lúcia de Lemos. Tornou-se professor de Latim e iniciou atividades em outros jornais. No JORNAL DO COMMERCIO fazia a crítica teatral e no CORREIO MERCANTIL, a “Semana Lírica”. Simultaneamente ia criando a sua obra de teatro. Em 1865, foi encarregado pelo Marquês de Olinda de reger a cadeira de Coreografia e História do Brasil no Imperial Colégio Pedro II, em substituição a Joaquim Manuel de Macedo. Assumiu o cargo de diretor de O IPIRANGA, órgão do Centro Liberal de São Paulo, e nessa atividade iniciou a propaganda republicana no Brasil. Graduado em Direito, em 1869, voltou para o Rio e, com Saldanha Marinho, foi trabalhar como advogado. Em 1870 fundou-se o Clube Republicano, organização devida a Saldanha Marinho, Salvador de Mendonça e Quintino Bocaiúva. Foi então redigido o histórico “Manifesto de 70”, cujo capítulo “A verdade democrática” é de autoria de Salvador de Mendonça. Fundou também o jornal A REPÚBLICA, em cuja redação se congregavam Quintino Bocaiúva, Salvador, Aristides Lobo, Lafayette, Pedro Soares de Meireles e Flávio Farnese. Nos anos seguintes, dedicou-se também a traduzir obras de autores franceses para a Casa Garnier. Em 1875, publicou o primeiro e único romance, MARABÁ. Ficou viúvo, em 1875, quando tinha 34 anos. Nomeado cônsul privativo do Império do Brasil em Baltimore, logo depois foi nomeado para o consulado de Nova York e, em 3 de maio de 1876, foi promovido a cônsul geral do Brasil nos Estados Unidos. No ano seguinte casou-se com a norte-americana Maria Redman. Em 6 de julho de 1889 foi nomeado enviado extraordinário e ministro plenipotenciário em missão especial nos Estados Unidos e delegado do Brasil à 1ª. Conferência Internacional Americana. Achava-se neste posto, junto com o outro delegado, Lafaiete Rodrigues Pereira, quando foi proclamada a República no Brasil. Tomou a defesa do regime implantado pelo marechal Deodoro. A ele a República deveu o seu fácil e pronto reconhecimento pelos Estados Unidos. Em 12 de abril de 1890, foi exonerado, a pedido, de cônsul geral do Brasil em Nova York, mas continuou nos Estados Unidos como ministro em missão especial. Exonerado desse cargo em 18 de dezembro de 1890, por se achar finda a missão especial, foi imediatamente nomeado enviado extraordinário e ministro plenipotenciário de 1ª. classe em Washington. Ainda grande foi o serviço que lhe deveu a República quando, em 1893, explodiu a revolta da Armada. Salvador logrou evitar que os Estados Unidos reconhecessem os diretos de beligerantes aos revoltosos, o que teria complicado a situação florianista. Por ato de 3 de março de 1898, Salvador de Mendonça foi removido da legação do Brasil em Washington para a de Lisboa. Por ocasião de sua saída dos Estados Unidos, pôde ele constatar, não só nas palavras do Presidente Mac Kinley, mas também nos artigos de todos os jornais americanos, o quanto era apreciado o seu espírito de “amigo da América”, de “grande pan-americano”. Entretanto, a sua remoção para Lisboa não foi aprovada pelo Senado, e ele foi exonerado desse cargo. Em 10 de setembro de 1903, por ato do Presidente Rodrigues Alves, foi considerado em disponibilidade desde 1898. Encarregou-se, então, de trabalhos de tradução e, nos últimos anos, já cego, escrevia artigos para o jornal O IMPARCIAL e O SÉCULO, comentando a diplomacia brasileira e recapitulando a sua própria carreira em Washington. Pouco antes do seu falecimento, publicou os volumes COISAS DO MEU TEMPO, reunindo os artigos saídos em diferentes jornais, entre os quais, O IMPARCIAL, e A SITUAÇÃO INTERNACIONAL DO BRASIL. Publicou trechos de suas memórias no jornal O BRASIL e se opõe à reforma ortográfica proposta por Medeiros e Albuquerque. Escreveu um parecer sobre a questão de limites entre Paraná e Santa Catarina e publicou uma apreciação sobre o MEMORIAL DE AIRES de Machado de Assis. Acompanhou os últimos meses da vida de seu irmão Lucio, morando ambos na Gávea. A morte do irmão é um grande golpe. No conjunto de sua obra, os escritos políticos têm uma importância primordial, embora algumas de suas idéias sejam discutíveis, como a que preconizava, com o mais vivo entusiasmo, a vinda de chineses para o Brasil. Uma de suas campanhas mais vivazes na imprensa, na última fase de sua vida, foi no sentido de evitar que o Brasil permitisse, como o estava permitindo, a criação de vastos quistos germânicos no Sul do país. Outro problema contra o qual se pronunciou foi a aquisição de terras brasileiras pelo Sindicato Farquhar. Jornalista, advogado, diplomata, romancista, ensaísta, poeta, teatrólogo e tradutor. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5.12.1913, com 72 anos de idade. Na sessão preparatória da Academia Brasileira de Letras, em 28 de janeiro de 1897, foi um dos nomes escolhidos para completar o quadro dos fundadores. Criou a Cadeira 20, que tem como patrono Joaquim Manuel de Macedo. Sua Cadeira 20, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Manoel de Macedo, Fundador(ele mesmo, Salvador de Mendonça), sendo também ocupada por Emilio de Menezes, Humberto de Campos, Múcio Leão, Aurélio de Lyra Tavares e Murilo Melo Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÁLVIO DE FIGUEIREDO(TEIXEIRA), de Pedra Azul, Minas Gerais, 05.05.1939, escreveu, entre outros, INOVAÇÕES E ESTUDOS DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL(1976), COMPROMISSO COM O DIREITO E A JUSTIÇA(1985), CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL ANOTADO(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Pós-Graduação em Direito Público. Foi Advogado, Promotor de Justiça, Juiz de Direito. Desembargador do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Ministro do Superior Tribunal de Justiça. Mudou-se para Brasília em 1989. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SÁLVIO DINO DE CASTRO E COSTA, de Grajaú, Maranhão, 05.06.1932, escreveu, entre outros, “CLARINDO SANTIAGO”, “NAS BARRANCAS DO TOCANTINS”, “O PERFIL HISTÓRICO DO RIO TOCANTINS”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Tornou-se Jornalista e Político. Foi Deputado Estadual. Foi Prefeito de João Lisboa, no Maranhão. Membro fundador da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 2, tendo como Patrono João Parsondas de Carvalho(1860-1926). Membro da Academia Maranhense de Letras. É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Publicou tambem PARSONDAS DE CARVALHO-UM NOVO OLHAR SOBRE O SERTÃO(Imperatriz, MA, Etica, 2007), notas de orelha do Senador Edison Lobão e prefácio de Milson Coutinho. Livro de excelente qualidade, trazendo fatos interessantissimos, inclusive o PROCESSO-CRIME a que foi submetido Parsondas de Carvalho, em maio de 1911, em virtude "desacato à autoridade". Pena que não tenha conseguido levantar a data completa do nascimento de Parsondas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SAMANNTHA ZACARIAS ARRUDA SILVEIRA, Goiana, da Capital, 01.12.l979, escreveu, entre outros, “BROTO DE ESPERANÇA”(1992), "ALVORECER DOS SONHOS" (POESIA E PROSA-1994), sem dados biográficos no livro. Filha de Paulo Roberto Arruda Silveira e Rosane Mary Zacharias Arruda Silveira. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também na Escola Casinha Feliz, no Colégio Marista e no Colégio Disciplina. Escritora, Ensaísta, Poetisa. Pesquisadora, Memorialista, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, entre os quais, DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Foi Repórter-Mirim do ALMANAQUE, Suplemento do jornal O POPULAR, de Goiânia, entre os 11 e 16 anos de idade. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionada no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SAMUEL ALBERNAZ, de Goiânia, Goiás, 1950, escreveu, entre outros, ADMINISTRADOR DO FUTURO, HOJE(Palestra), COMO LER BEM(Artigo), A DIGNIDADE DOS ANIMAIS(Artigo), REVERENCIA AO DESTINO(Artigo), sem dados biográficos completos nos textos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via peças produzidas. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Joaquim Albernaz Filho e Cesira Barsi Albernaz. Bacharel em Ciências Econômicas, pela Universidade Católica de Goiás(UCG). Com o passar do tempo, tornou-se funcionário da CELG(Centrais Elétricas de Goiás), onde trabalha há mais de 20 anos. Fez Pós-Graduação em Políticas Publicas, pela Universidade Federal de Goiás(UFG). Casou-se com Zirlene Albernaz, com quem tem os filhos Augusto Vinicius e Carla Katiúscia. Idealizador e Presidente do CONAD(Conselho Nacional de Administradores) e do ENADE. Foi também Presidente do CRA-GO/TO(Conselho Regional de Administração Goiás e Tocantins). Foi Presidente do SINAGO(Sindicato dos Administradores de Goiânia). Foi Diretor da Federação Brasileira de Administradores. Diretor Administrativo da CELG(Centrais Elétricas de Goiás). Vice-Presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás. Foi membro do Conselho Federal de Administração, entre 1994 e 1996. Cidadão Tocantinense, pela Assembléia Legislativa do Tocantins, em 1999. Cidadão Palmense, pela Câmara Municipal de Palmas, em 2002. Vinculado à ilustre família vilaboense(da Cidade de Goiás), tem, entre seus parentes, NION ALBERNAZ-Prefeito de Goiânia de 1989 a 1992 e de 1997 a 2000. Parente também de NIDION ALBERNAZ, Procurador de Justiça do Estado de Goiás e colega do autor destas notas, no Ministério Publico Goiano. Parente, igualmente, de VICTOR HUGO DE FARIA ALBERNAZ JUNIOR, Procurador aposentado do Estado de São Paulo. Quanto a Samuel Albernaz, é também consultor e palestrante, além de Presidente Regional da Central Brasileira de Profissionais Liberais, Vice-Presidente da Organização Latino Americana de Administração. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Administradores e Economistas. Membro correspondente da ACADEMIA GOIANIENSE DE LETRAS, Cadeira 04, como 1º Ocupante, tendo como Patrono Humberto de Campos, empossado junto com outros, inclusive o autor destas notas, no dia 06.11.2006, na Câmara Municipal de Goiânia. Dezenas de títulos e comendas, em diferentes municípios e estados. Reconhecido internacionalmente, inclusive, proferindo conferências. Mantem, na Internet, o site www.samuelalbernaz.com.br Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é mencionado no DOSSIÊ DE GOIAS(2002), de Antonio Moreira da Silva, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SAMUEL AURELIANO DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1937, escreveu, entre outros, CAMPOS BELOS-SUA HISTÓRIA-SUA GENTE-50 ANOS-1953/2003(Brasília, SER, 2004), em co-autoria com Odiva Silva Xavier, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu Filosofia e Teologia no Seminário Maior de Goiânia e no Seminário de Mariana, Minas Gerais. Foi Vigário-Coadjutor de Miracema do Norte. De 1963 a 1969, foi Vigário de Campos Belos, Goiás, tendo sido Diretor do Grupo Escolar Professora Ricarda. Coordenador da Construção do Ginásio Industrial de Campos Belos. Deixou o sacerdócio e, por concurso publico, tornou-se Técnico em Assuntos Educacionais do Ministério da Educação e Cultura. Em 25.12.1971, casou-se em Goiânia, com Odiva Silva Xavier. Aposentou-se e reside em Brasília. Apesar de sua importância, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SAMUEL RAWET, de Klimontow, Polônia, 23.07.1929, escreveu, entre outros, CONTOS DO IMIGRANTE(1956), OS SETE SONHOS(1967), ANGÚSTIA E CONHECIMENTO(1978), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia. Mudou-se para Brasília em 1963. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Trabalhou com Joaquim Cardozo, fazendo cálculos para edifícios de Brasília. Novelista, Teatrólogo, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTISTAS DE BRASILIA, 1965, de Almeida Fischer. Faleceu em 25.08.1984. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SÂNDALO BUENO DO NASCIMENTO, de Rio Verde, Goiás, 1958, escreveu, entre outros, “BREVES ANOTAÇÕES SOBRE O REGISTRO DE IMÓVEIS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. JUIZ DE DIREITO EM PALMAS, Capital do Tocantins. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Orador. O “SOLDADO BUENO”, depois de formar-se em Direito e após concurso público, tornou-se Juiz de Direito do Estado do Tocantins. Juiz Corregedor, na administração do Desembargador João Alves da Costa, Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins(ASMETO), de que foi Presidente e em cuja administração foi construída a sede própria da entidade classista. Casou-se com Maria Luíza da Consolação Pedroso Nascimento, com quem tem dois filhos, sendo ela hoje(2000), Pró-Reitora Acadêmica da Universidade do Tocantins (UNITINS). Professor da Academia de Polícia em Palmas, Capital do Estado, onde também reside. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SANDALO BUENO DO NASCIMENTO FILHO, de Goiânia, Goiás, 08.05.1981, escreveu, entre outros, “O PREQUESTIONAMENTO E SUA APLICAÇÃO PRÁTICA”(AB EDITORA 2006), com prefácio do Ministro Castro Filho, do Superior Tribunal de Justiça e apresentação do ex-presidente da OAB, de Goiás, Felicíssimo Sena. Filho de Sândalo Bueno Nascimento e de Maria Luíza da Consolação Pedroso Nascimento. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com a vinda de seu pai SANDALO BUENO DO NASCIMENTO que havia se tornado Juiz de Direito no Estado do Tocantins, mudou-se para Palmas, passando a estudar em diferentes colégios. Fez o ensino FUNDAMENTAL no Colégio Batista de Tocantínia, interior do Tocantins. Concluiu o ensino MÉDIO no Colégio Objetivo de Palmas. Começou o curso de Direito na Universidade do Tocantins(UNITINS), em Palmas, mas concluiu o curso de Bacharel em Direito pelo Centro de Ensino Universitário de Brasília (Ceub), no 2º semestre de 2003, com 22 anos de idade. Fez Pós-Graduação em Processo Civil no IBDP - Instituto Brasileiro de Direito Processual, concluindo no 2º semestre de 2004. Foi assistente do gabinete da desembargadora Dalva Magalhães(hoje Presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins), entre janeiro de 1999 a julho de 2001. Foi funcionário da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Tocantins, entre julho de 2001 a março de 2002. Fez estágio no Escritório de Advocacia dos Advogados Associados Sebastião Rocha & Josué Amorim, entre julho de 2001 e março de 2002. Técnico Judiciário na Coordenadoria da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, de 2002 a 2004. Tem sido Assessor Jurídico no gabinete do ministro Humberto Gomes de Barros, no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, desde 2005. É professor no Curso de Formação e Aprimoramento dos Servidores do Superior Tribunal de Justiça e no Curso de Especialização Lato Sensu em Direito Civil e Processo Civil promovido pela Unitins. Seu pai é Juiz de Direito em Palmas e sua mãe Maria Luíza da Consolação Pedroso Nascimento, tem sido Pró-Reitora Acadêmica da Universidade do Tocantins (UNITINS). Com 25 anos de idade, fez o lançamento do livro em 10.03.2006, no Auditório do Tribunal de Justiça do Tocantins, em Palmas, com a presença do Ministro Humberto Gomes de Barros. Apesar de sua importância, não é referido em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SANDRA CARVALHO(Sandra Maria de Carvalho Socoloski), de Brasilia, DF, 01.03.1969, escreveu, entre outros, AMOR EXPLÍCITO(1991), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Técnica de Contabilidade. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Encarregada de Departamento Fiscal. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SANDRA MARIA BIANCHINI CAIXETA, Goiana, de Pires do Rio, l952, escreveu, entre outros, "EDUCAÇÃO HOJE", “MESCLANDO A EDUCAÇÃO-POESIA E TEATRO”, “A POESIA NA ESCOLA”, este, com prefácio de Aldair da Silveira Aires, sem dados biográficos nos livros. Secretária Municipal de Educação da cidade de Pires do Rio, interior goiano. Professora, Religiosa, Educadora. Escritora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Oradora, Memorialista, Cronista. Pesquisadora, Ensaísta, Contista. Coordenadora Pedagógica. Funcionária Pública Municipal. Curso Técnico em Magistério, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, em Pires do Rio. Coordenadora do Ensino Fundamental. Consignada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Piresina de Letras e Artes e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SANDRA ALENCAR(SANDRA PEREIRA ALENCAR COELHO), de Brotas de Macaúbas, Bahia, 22.04.1978, escreveu e produziu, entre outros, o site “BROTAS DE MACAÚBAS”, via INTERNET. Filha de Rosalita Pereira de Alencar Coelho e de Joaquim Rodrigues Coelho. São seus irmãos Sérgio, André e Rosilene Alencar Coelho. Com cinco anos de idade, em 1983, começou a estudar no Grupo Escolar João Paulo I, de sua cidade natal. Estudou também na Escola Estadual Maria de Meira Lima Costa, concluindo o primeiro grau, com 14 anos de idade, em 1992. Iniciou o curso de Magistério no Colégio Cenecista Nossa Senhora de Brotas. Reside em Salvador, na Bahia, onde desenvolve múltiplas atividades. Mateus tornou-se pai e Sandra tornou-se mãe de Catarina de Alencar Barreto, no dia 17.04.2005, na Capital baiana. Seu site sobre Brotas que é um dos mais bem elaborados sites que se conhece no Brasil, inclui, HOME, NOTICIAS, TURISMO, FESTAS, DESTAQUES, PERSONAGENS, ESPAÇO DO BROTENSE, DADOS SÓCIO-ECONÔMICOS, FOTOS, CURIOSIDADES, DIVERSOS. Este site sobre Brotas de Macaúbas pode ser encontrado no seguinte endereço: planeta.terra.com.br/educação/audiolist/brotas. Com ela se fala pelo e-mail: sandra.brotas@bol.com.br É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, no site www.usinadeletras.com.br, no seguinte endereço: http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3775&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br. Sua irmã Rosilene Alencar, residente em Brotas, além de ser repórter do(jornal Brotas News) é também secretária da ACIAB (Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Brotas de Macaúbas). O trabalho de Sandra no site Brotas de Macaúbas tem sido feito com a colaboração do ilustre Webmaster Eduardo Silva. Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br É lamentável que o site da cidade vizinha- IPUPIARA - tenha tão péssima qualidade, considerando, especialmente que se trata de um site com verbas do Governo Municipal. Por isso e muito mais, Sandra Alencar merece os melhores encômios.

SANDRA MIRANDA (APARECIDA) (Sandra Miranda de Oliveira Silva), de São Paulo, 1965. Filha de Heny Vilela Miranda. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em janeiro de 1982, com 17 anos de idade, chegou com a familia, em Araguaína, norte goiano, hoje Tocantins. Tinha concluido o segundo grau no interior de São Paulo. Trabalhou um ano e meio, como Secretária do jornal FOLHA DO TOCANTINS, saindo depois como Editora. Em 10.11.1985, com 20 anos de idade, fundou em Araguaina o jornal O REGIONAL. Neste jornal era de tudo um pouco: fotógrafa, repórter, redatora, editora, diretora. Trabalhava de dia e de noite, inclusive aos sábados, domingos e feriados. O jornal era impresso em Goiânia, onde permanecia durante uma semana. Logo depois, colocava o jornal no carro e trazia para Araguaína. As matérias eram feitas numa máquina OLIVETTI. Em 1987, comprou e instalou em Goiânia, uma gráfica, onde, inclusive, fazia jornais para terceiros. Já tinha se tornado a única mulher proprietária de jornal, o que acontece até hoje(2005) no Tocantins. Foi este jornal que publicou a manchete “TOCANTINS-O SONHO VETADO”, quando o Presidente José Sarney vetou o projeto que criava o Estado do Tocantins. Participou da CONORTE(Comissão de Estudos do Norte Goiano). Com a criação, em Goiânia, do “COMITÊ PRÓ-CRIAÇÃO DO ESTADO DO TOCANTINS”, em 1987, com 13 membros, presidido pelo então Juiz Federal, Darci Martins Coelho, foi a única mulher entre seus componentes. Em 01.01.1989, mudou-se também para a Capital provisória, Miracema do Tocantins, onde o jornal O REGIONAL permaneceu até o final de 1990. Em 1994, o jornal O Regional passou a ser PRIMEIRA PÁGINA. Em fevereiro de 2002, formou-se em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, na UNITINS(Universidade do Tocantins). Um de seus irmãos, é o fotógrafo José Valdenir, também conhecido como "chumbinho". Sua mãe Heny, com 80 anos, faleceu em Palmas, no dia 05.08.2005, onde também foi sepultada. Quanto a Sandra, é mencionada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, bem como em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins. com.br

SANDRA ROSA(Sandra Rosa de Oliveira), de Serra Dourada(Riachão), Bahia, 20.10.1971, escreveu, entre outros, UMA CHANCE PARA A VIDA(Kelps,2005), com notas de orelha de Antonio Almeida, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou tambem O RAPTO DO PULMÃO DO MUNDO(1999), CADÊ O AZUL DA TERRA?(2007), FILHO, NÃO TE RECONHEÇO!(2007), EU ERA FELIZ...E SABIA(Kelps, 2006). Filha de José Domingues Oliveira e Maria Rosa de Macedo Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia em 1994, com 23 anos de idade, tendo hoje três filhos. Casada com Irandi, com quem tem os filhos Lamark(17 anos), Franklin(14) e Victória Alexandra(7). Formou-se em Magistério, fazendo-se Professora de várias escolas. Com o passar do tempo, tornou-se digitadora e revisora da Editora Kelps, em Goiânia, sob a presidência de seu proprietário Antonio Almeida. Sobre ela, escreveu excelente matéria, o articulista José Mendonça Teles, no jornal O POPULAR, Goiânia, 04.10.2005. Tem sido palestrante em Escolas dos Estados de Goiás, Bahia e Distrito Federal. Com sua importância, é estudada no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2006), de José Mendonça Teles, só que estudada a partir do sobrenome(OLIVEIRA, SANDRA ROSA DE) e não como SANDRA ROSA . Não é mencionada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins e nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SANT`ANA NERI(FREDERICO JOSÉ DE SANT`ANA NERI), de Belém, Pará, 1848, escreveu, entre outros, FOLK-LORE BRÉSILIEN(Paris, 1889), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Universidade de Roma. Bacharel em Ciência, pela Sorbonne. Fundou em Paris, na França, a Associação Literária Internacional, colocando Victor Hugo como Presidente. Seu livro, publicado em Francês, foi prefaciado pelo Príncipe Roland Bonaparte. O Papa LEÃO XIII o fez BARÃO DE SANT`ANA NERI. Faleceu no Rio de Janeiro, em 05.06.1901. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SANTA DICA(BENEDICTA CIPRIANO GOMES), de Lagolândia, Município de Pirenópolis, Goiás, 13.04.1906. Era a filha mais velha de um grupo de oito irmãos. Quando tinha 3(três) anos de idade, começou a ter visões. Com 16 anos, sofreu um ataque de catalepsia, sendo dada como morta. Na hora do tradicional “banho do defunto”, as mulheres verificaram que ela estava suando. Mas, para os presentes e para o povo da época, ela ressuscitou. Sua fama se espalhou pelo Brasil e as pessoas começaram a procura-la em Lagolândia. Chegou a pousar para a pintora Tarsila do Amaral, bem como foi inspiração para o poeta Jorge de Lima. Iniciou-se um movimento messiânico, mal visto pela Igreja e pelas autoridades. Quando tinha 19(dezenove) anos de idade, em 14.10.1925, a Força Pública de Goiás cercou o povoado de Lagolândia e expulsou seus seguidores à bala. Santa Dica foi presa e banida. Casou-se com o jornalista Mário Mendes que tinha vindo do Rio de Janeiro fazer a cobertura do movimento e com ele passou a percorrer diferentes regiões do Brasil, onde era recebida com muita admiração. Em 1927, já com 21 anos, voltou para Goiás, onde aglutinou seus seguidores e permaneceu até a morte. Teve vários filhos, entre os quais, Quitéria Maria Mendes de Macedo, filha mais velha, com 77 anos de idade(2005). Seu esposo Mario Mendes terminou sendo Prefeito de Pirenópolis, no interior goiano, em duas ocasiões. Sobre ela, já se produziram dezenas de livros e filmes, destacando-se: “SANTA DICA: ENCANTAMENTO DO MUNDO OU COISA DO POVO”, de Lauro Vasconcellos, “SETE LÉGUAS DE PARAISO”, de Antonio José de Moura, “REPÚBLICA DOS ANJOS”(Filme), de Carlos Del Pino, “SANGUE NAS ASAS DA GARÇA”(Teatro), Jesus Barros Boquady, “SANTA DICA-DE GUERRA E FÉ”(Documentário), de Márcio Venício Nunes. Faleceu com a doença de chagas, com 64 anos de idade, em Lagolândia, interior goiano, em 1970, conforme a lápida de seu túmulo. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SANTO RENI FLORÃO, de Carazinho, Rio Grande do Sul, 06.06.1956, escreveu, entre outros, “GLOBALIZAÇÃO-REDIMENSIONANDO AS ORGANIZAÇÕES”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Hugo Edgar Ludke e notas de orelha de Amarildo Martins. Produziu tambem a sua dissertação de Mestrado com o título “A COOPAIL-UMA EXPERIÊNCIA NO CAMPO DA COOPERAÇÃO”. Publicou igualmente a obra “O DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DE CONDOR. POR QUE CONDOR FICOU ASSIM?”. Especialista em Geografia Agrária e Problemas Brasileiros. Mestre em Economia. Doutor em Recursos Humanos e Organizações. Mudou-se para Palmas, Capital do Estado do Tocantins. É professor da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas. Docente de Introdução à Economia, Técnicas de Administração e Iniciação ao Método Científico. Consultor Técnico da FACIET (Federação das Associações Comerciais e Industriais do Tocantins). Consultor Administrativo da ABEADETINS (Associação Beneficente Evangélica da Ação e Desenvolvimento do Tocantins). Geógrafo, Professor, Escritor. Educador, Idealista, Visionário. Memorialista, Pesquisador, Intelectual. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Geografia. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SÁ NUÑEZ (KLÉBER JÉSUS NUÑEZ), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 22.12.1938, escreveu, entre outros, “CANTOS E CONTOS DAS CORES E DAS SAUDADES”, com notas de orelha de Aderi Moreira Coelho. Filho de Ângelo Nunes e Regina Alves de Sá Nunes. Mudou-se para Volta Redonda, onde viveu a infância e juventude. Casou-se com Ana Cândida da Silva Nunes, com quem tem sete filhos. Transferiu-se definitivamente para Goiânia, Goiás, em 1968. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Intelectual. Com dez anos de idade, tornou-se Artista Plástico. Professor de escultura, modelagem, entalhe, desenho, pintura e serigrafia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Criador e idealizador de muitos jornais empresariais em Goiânia e Brasília. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Sociedade Goiana de Artistas Plásticos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SARA KUBITSCHEK(Sarah Luiza Gomes de Lemos ou Sarah Lemos Kubitschek), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 1909. Filha de Jaime Gomes de Souza Lemos e Luisa Negrão. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se professora. Em 17.12.1927, com 18 anos de idade, quando Juscelino Kubitschek(com 25 anos) se formou em Medicina, já estava com ele namorando. Casou-se com ele(com 22 anos), em 1931, em Belo Horizonte, Minas Gerais, com quem teve uma única filha a Márcia de Oliveira Kubitschek, nascida em 22.10.1943. A outra filha era adotiva e se chamava Maria Estela, conhecida como Maristela. Sara era prima de Francisco Negrão de Lima que foi Governador da antiga Guanabara e de Otacílio Negrão de Lima que foi Prefeito de Belo Horizonte. Sua filha Márcia que foi Deputada Federal e Vice-Governadora do Distrito Federal, casou-se em 1965(com 22 anos), com Baldamero Barbará, depois com Fernando Bujones(em 1980) e depois com José Carlos Barroso(em 1991). Morreu nova, com 57 anos, em 05.08.2000. Dona Sara visitou Brasília, pela primeira vez, em junho de 1957. Mandou construir o Santuário de Nossa Senhora de Fátima, primeiro templo religioso edificado no Plano Piloto de Brasília, inaugurando-o em junho de 1958. No dia 21.04.1960, ao lado de Juscelino, inaugurou BRASILIA. Como Juscelino tinha sido eleito SENADOR POR GOIÁS, em 1961, mas foi cassado em 1964, Dona Sara e Juscelino, junto com a família, todos foram para o EXÍLIO na França, só retornando em 1967. Retornando da França, Dona Sara e Juscelino passaram a viver em sua Fazenda, no município de Luziânia, interior de Goiás. Dona Sara, como era conhecida, ficou viúva de Juscelino Kubitschek no dia 22.08.1976, quando este faleceu de acidente de automóvel, na Via Dutra, em Resende, Estado do Rio, com 74 anos de idade. Dona Sara vendeu a Fazenda que é hoje conservada pelos proprietários, com os mesmos móveis, inclusive o automóvel de JK, e que tem o nome de FAZENDINHA JK, no Município de Luziânia. No dia 12.09.1981, Dona Sara, juntamente com o Presidente João Batista Figueiredo inaugurou em Brasília, o MEMORIAL JK, projetado por Oscar Niemeyer, contendo um MUSEU e uma BIBLIOTECA. Dona Sara morreu em 1996, com 87 anos de idade e vivia da pensão de Juscelino, morando num apartamento alugado. A ela, foram prestadas muitas homenagens em nomes de ruas, de praças, além do HOSPITAL SARA KUBITSCHEK, em Brasília e dos demais Hospitais da REDE SARA KUBITSCHEK. O SERIADO JK, da Rede Globo de Televisão, exibido em 2006, tem mostrado a personalidade forte de SARAH KUBITSCHEK. Apesar de sua importância, não é biografada onde deveria ser. Não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002. Não é mencionada no livro BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES(1982), de Carolina Rennó Ribeiro. Não é convenientemente referida no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASILIA(1992), de Adirson Vasconcelos, e em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SATURNINO PESQUERO RAMON, de Inca, Espanha, l936, escreveu, entre outros, "CORA CORALINA: AS TRÊS CONSCIÊNCIAS DE ANINHA", "GUERNIKA: ARTE E PAIXÃO", sem dados biográficos nos livros. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, nacionais e internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de literatura especializada. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SAUL MARTINS ALVES, de Januária, Minas Gerais, 01.11.1917, escreveu, entre outros, A DANÇA DE SÃO GONÇALO(1954), CONGADO-FAMILIA DE SETE IRMÃOS(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Ciências Sociais. Mudou-se para Brasília em 1972. Professor Universitário, Antropólogo. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Presidente da Comissão Mineira de Folclore. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, SEMENTEIRA LUZENTE, 1991, de Antonio José de Azevedo. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SAULO EMÍDIO DOS SANTOS, Goiano, da Capital, l955, escreveu, entre outros, "TRABALHADOR RURAL" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Juiz do Trabalho em Goiânia. Mestre em Direito Agrário, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Intelectual, Pensador, Docente. Ativista, Memorialista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor Universitário, vinculado à Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Membro da Associação dos Magistrados Trabalhistas, do Instituto Goiano de Direito Agrário, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SAULO RAMOS(José Saulo Pereira Ramos), de Brodósqui, São Paulo, 08.06.1929, escreveu, entre outros, CAFÉ-A POESIA DA TERRA E DAS ENXADAS(1953), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília, tornando-se Consultor-Geral da República. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Jornalista, Tradutor. Poeta, Ministro da Justiça. Membro de diversas entidades, entre as quais, Conselho da República e Academia Ribeirão-Pretana de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SÁVIA DINIZ DUMONT TEIXEIRA, de Pirapora, Minas Gerais, 17.10.1957, escreveu, entre outros, ABC DO RIO SÃO FRANCISCO(1990), CORAÇÃO DE RATO(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Pedagogia. Mudou-se para Brasília em 1981. Professora, Coordenadora Pedagógica. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SEBASTIANA ESTER DIETZ DE OLIVEIRA, de Crixás, Goiás, l943, escreveu, entre outros, "TERRA DOS KIRIRÁS E POEMAS MAIS"(Crixás em versos), sem dados biográficos no livro. Professora, Educadora, Escritora. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Historiadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Pesquisadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Citada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIANA VALDIVINA LIMA LAGO, de Pontalina, Goiás, 20.02.l943, escreveu, entre outros, "POR QUE DEUS? REFLEXÕES PARA O HOMEM EM MOMENTO DE CRISE", juntamente com Antônio Lisboa Bógea Lago e Sinomar Fernandes da Silveira, sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Espiritualista, Ativista, Educadora. Pensadora, Produtora Cultural, Administradora. Literata, Cronista, Contista. Ficcionista, Memorialista, Intelectual. Conferencista, Oradora, Poetisa. Médica Ginecologista e Obstetra. Analisada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. De formação protestante, esteve vinculada à Igreja Evangélica LUZ PARA OS POVOS. Envolveu-se, posteriormente, com outro movimento missionário, ao lado de seu esposo Antônio Lisboa Bógea Lago. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos teológicos. Membro do Conselho Regional de Medicina, da Associação Médica de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO AGUIAR FONSECA, Goiano, da Capital, l943, dentre outros, escreveu, "CONSERTO RACIONAL", sem dados biográficos no livro. Professor, Intelectual, Educador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos filosóficos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO ARANTES, de Rio Verde, Goiás, l945, escreveu, entre outros, "TERRA BAMBA", "O PRANTO DAS INHAMBUS", sem dados biográficos nos livros. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contabilista, Advogado, Fazendeiro. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no livro RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO BENÍCIO DA COSTA NETO, de Itumbiara, Goiás, 1966, escreveu entre outros, “CONSEQUÊNCIAS PSICOSSOCIAIS DO ACIDENTE DE GOIÂNIA”(O CÉSIO 137), juntamente com Suzana Helou, sem dados biográficos no livro. Psicólogo Clínico-Hospitalar da Associação de Combate ao Câncer e da Universidade Federal de Goiás. Formado em Psicologia pela Universidade Católica de Goiás. Pós-Graduado em Psicologia Hospitalar. Curso de Mestrado em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela Universidade de Brasília(UNB). Especialista em Psicologia da Saúde, Hospitalar e Psicodinâmica. Coordenador do Serviço de Psicologia da Fundação Leide das Neves(FUNLEIDE). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Psicólogo Profissional, Professor, Educador. Ativista, Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Conferencista. Vinculado ao Departamento de Psicologia, do Hospital das Clínicas, da Universidade Federal de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Psicologia do Estado de Goiás. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO BENTO DA SILVA, Goiano, de Morrinhos, 1933, escreveu, entre outros, “REFLEXÃO”, “LUZ NOS CAMINHOS”, “MINERVINO-UMA VIDA MISSIONÁRIA” (TRAJETÓRIA DE MINERVINO QUINTINO MARTINS), este, com prefácio do Procurador de Justiça Aposentado Vivaldo Jorge de Araújo. Trabalhou como Exator, Coletor ou Agente Fiscal na Agenfa de Morrinhos, interior de Goiás. Foi Funcionário da extinta Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Espiritualista, Medium Psicógrafo, Ativista. Produtor Cultural, Orador, Conferencista. Literato, Cronista, Contista. Pensador, Memorialista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos espiritualistas. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Federação Espírita de Goiás e Associação dos Funcionários do Fisco do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO BORTONE, Mineiro, de Monte Santo, l930, entre outros, escreveu, "BOM DIA, SR. PRESIDENTE", sem dados biográficos no livro. Jornalista e Radialista em Goiás, durante muitos anos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Ativista, Pensador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de diversas entidades culturais, sociais e de classe. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO DANTE DE CAMARGO JÚNIOR, Goiano, de Goiás Velho, l9l7, escreveu, entre outros, "PROBLEMAS DO OESTE"(Ensaio), “GOIÁS E INTEGRAÇÃO DA AMAZONIA”(Ensaio), “GOIÁS E A INTEGRAÇÃO NACIONAL” (Ensaio), sem dados biográficos nos livros. Foi aluno do Liceu de Goiás, na velha Capital, Vila Boa. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela antiga Faculdade de Direito de Goiás. Formou-se também em Agronomia, pela Universidade Rural do Rio de Janeiro. Acompanhou o Presidente Juscelino Kubitscheck na primeira visita ao local da futura Capital, hoje Brasília. Engenheiro Agrônomo, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Advogado, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ex-Presidente da Superintendência de Desenvolvimento da Região Centro-Oeste(SUDECO) e das Centrais Elétricas de Goiás(CELG). Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro FRAGMENTOS DO PASSADO, de Claro Augusto de Godoy, bem como em PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcellos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu na Cidade de Goiás, a 15 de agosto de 1917. Filho de Sebastião Dante de Camargo e Maria Lobo Camargo.
Estudos primários e para admissão ao ginásio com sua tia Maria de Camargo. Fez curso secundário no Lyceu de Goyaz, (1930-1934).
Engenheiro Agrônomo pela Escola Nacional de Agronomia da Universidade Rural do Rio de Janeiro (1943).
Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Goiás (1950-1954).
Casado (27-3-1943) com a professora Alice Taveira Camargo.
Quatro filhos: Ana Maria Taveira de Camargo Almeida e Moura Pacheco, arquiteta, casada com o Engenheiro Civil Francisco Antônio de Almeida Pacheco;
Sônia Helena Taveira de Camargo Cordeiro, arquiteta, casada com o Engenheiro Luiz Alberto Cordeiro;
Sebastião Taveira de Camargo, Engenheiro Agrônomo, casado com a professora Rosalina Taveira de Camargo;
Sérgio Taveira de Camargo, Engenheiro de Minas, casado com a arquiteta Yeda Maria Vasconcelos Furtado de Camargo. Dez netos.
Diretor do Departamento de Estatística (1946-1948). Secretário do Interior e Justiça (1956). Diretor Comercial das Centrais Elétricas de Goiás - CELG (1957-1959).
Presidente da CELG. Conselheiro das Centrais Elétricas de Urubupungá - CELUSA. Conselheiro da Bacia Paraná - Uruguai.
Superintendente da SUDECO - Superintendência de Desenvolvimento da região Centro Oeste (1968-1972). Presidente da METAGO.
Proferiu diversas conferências na Escola Superior de Guerra, Rio de Janeiro; no Real Gabinete Português de Leitura, RJ; na Universidade Federal do RJ; durante a Semana Jurídica, em Goiânia, Goiás e na Universidade Nacional de Brasília(UNB).
Livros publicados: “Problemas do Oeste” e “Goiás e a Integração Nacional”. Comendador da Ordem do Mérito Militar. Faleceu em Goiânia, em outubro de 1986.

SEBASTIÃO DE BARROS ABREU, Goiano, de Campinas das Flores(hoje bairro de Goiânia), 19.03.1932, autor de diversos livros, dentre outros, "TROMBAS-A GUERRILHA DE ZÉ PORFIRIO". Conforme alguns autores, teria nascido em Goiás Velho, no dia 19.01.1929. Formou-se em Direito e passou a residir em Brasília, desde 1961. Durante muitos anos trabalhou e viveu em Goiânia, atuando nos principais jornais da cidade. Jornalista do JORNAL DE NOTÍCIAS, FOLHA DE GOIAZ, DIÁRIO DA TARDE. Mudou-se para Brasília, em 1961. Advogado, Repórter, Funcionário Público. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Goiânia (Campinas), a 19 de março de 1932. Iniciou, em 1938, os estudos primários em sua terra natal.
Começou no jornalismo em 1954, trabalhando no Jornal de Notícias, como repórter. Posteriormente atuou nos Diários Associados, trabalhando na Rádio Clube e no jornal Folha de Goyaz, como colunista social.
Em 1956, ingressou no Diário da Tarde onde, por dois anos, escreveu diariamente a coluna “Pelo Catete no Planalto”, espécie de diário da construção de Brasília.
Mudando de jornal, manteve a coluna até o dia da inauguração de Brasília, em 21 de abril de 1960. Trabalhou em O Popular e no Diário do Oeste, sempre como repórter.
Por dois anos consecutivos foi apresentador de programas ao vivo da Televisão Rádio Clube, mais tarde TV Goyá.
Voltou aos Diários Associados e escreveu para o Correio Braziliense. Fez parte da primeiro equipe de jornalistas do jornal Opção, de Goiânia.

SEBASTIÃO DE OLIVEIRA CASTRO FILHO, Mineiro, de Monte Carmelo, l937, entre outros, escreveu, "DIREITO E LEGISLAÇÃO", in MANUAL DO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS, junto com Jamil Macedo, sem dados biográficos no livro. Conforme o livro DOSSIÊ DE GOIÁS, página 592, de Antônio Moreira da Silva, teria Castro Filho nascido em Joviânia, antiga Boa Vista, no Sudoeste Goiano. Talvez pelo fato de ter passado a sua infância naquela cidade, de onde veio procedente de Minas Gerais. Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás. Radialista, Jornalista, Juiz de Direito. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Articulista de vários jornais e revistas especializadas. Formado pela Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra(ADESG). Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Atualmente(1998), é Diretor da Escola Superior da Magistratura. Conferencista de renome internacional, é hoje um dos mais brilhantes nomes do Tribunal de Justiça de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. No ano 2001, foi conduzido à condição de Ministro do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília.

SEBASTIÃO DE OLIVEIRA CINTRA, de São João Del-Rei, Minas Gerais, 15.10.1918, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO DAS PERSONALIDADE NOTÁVEIS DE SÃO JOÃO DEL-REI”. Filho de Francisco Augusto de Ulhôa Cintra e Joana Cândida de Oliveira Cintra. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio Santo Antonio, dos Padres Franciscanos. No Colégio Universitário do Rio de Janeiro, cursou o Pré-Medico. Quando estava no terceiro ano da Faculdade Nacional de Medicina, desistiu do curso, passando a cursar a Faculdade Nacional de Filosofia, onde se formou professor. Lecionou no Colégio Dom Pedro II, integrando a Banca Examinadora do Artigo 91. Aposentou-se como Fiscal de Contribuições Previdenciárias. Retornou a São João Del-Rei, tornando-se Presidente da Academia de Letras, bem como da Associação de Imprensa. Escreveu dezenas de artigos para jornais e revistas. Publicou vários livros, entre os quais, “EFEMÉRIDES DE SÃO JOÃO DEL-REI”. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SEBASTIÃO FLEURY CURADO, Goiano, de Goiás Velho, 22.01.l864, escreveu, entre outros, “UM EPISÓDIO DOS TEMPOS COLONIAIS”(1936), "TRÊS MEMÓRIAS HISTÓRICAS"(1935). Fundador da Faculdade de Direito de Goiás, na antiga Capital do Estado, Vila Boa, em 1916. Promotor Público, Deputado. Historiador, Jornalista, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Ficcionista, Orador, Intelectual. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Sócio também de outras instituições sociais, culturais e de classe. Fundou o jornal VOZ DO POVO. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França, além de RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu na cidade de Goiás, em 22 de janeiro de 1864 e morreu em Goiânia em 2/5/1944.
Filho de João Fleury de Campos Curado e Mariana Augusta Fleury de Campos Curado.
Seu pai, Vice-Presidente da Província de Goiás e Deputado em várias ocasiões, recebeu do Imperador Dom Pedro II, o título de CAVALHEIRO DA ORDEM DA ROSA.
Em 1870, iniciou os estudos primários com o mestre Joaquim Fernandes de Carvalho. Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1875.
Seguiu para São Paulo, em 1880, matriculando-se no Colégio Moretzsohn, onde concluiu o curso preparatório.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo em 1886, retornando a Goiás onde se filiou ao Partido Liberal, atraído por sua vocação política, em 1887.
Proclamada a República em, 1889, condidatou-se a deputado à Assembléia Constituinte, sendo eleito.
Pautou sua vida parlamentar como político habilidoso e estudioso dos problemas sociais.
Advogado no Rio de Janeiro. Procurador da República em Goiás. Fundador e Diretor da Faculdade de Direito, na antiga Capital do Estado, Goiás Velho, em 1916.
Participou da comissão parlamentar que elaborou o Código Civil, em 1912. Foi ainda Deputado Estadual, Promotor Público na cidade de Goiás e Juiz Substituto.
Casou-se, em 29 de julho de 1893, com sua prima Augusta de Faro Fleury Curado, no Rio de Janeiro, cujo pai, André Augusto de Pádua Fleury foi Presidente da Província do Ceará, do Espírito Santo e Paraná, bem como Diretor da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo.
Em 1922, fundou, junto com outros, o Instituto dos Advogados de Goiás. Redator do jornal “VOZ DO POVO”, em 1927.
Torna-se Diretor da Faculdade de Direito, onde leciona Direito Civil, em 1932. No ano seguinte, fundou o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Foi um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, em 1939, na Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Vitor Rodrigues e de que foi Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Esta Cadeira é hoje ocupada por Paulo Nunes Batista.
Pertenceu ao Instituto dos Advogados de Goiás e ao Instituto Genealógico Brasileiro.
Deixou publicados os livros: “Um Episódio dos Tempos Coloniais” e “Três Memórias Históricas”.
No dia 2 de maio de 1944, faleceu em Goiânia, mas foi sepultado em Goiás Velho.

SEBASTIÃO GOMES DA SILVA BERSFORD, de São Luiz, Maranhão, 1768, escreveu, entre outros, “ROTEIRO E MAPA DA VIAGEM DA CIDADE DE SÃO LUÍS DO MARANHÃO ATÉ A CORTE DO RIO DE JANEIRO, COM OS OFÍCIOS RELATIVOS À MESMA VIAGEM”(1810), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, ingressou na vida militar. Com o passar do tempo, tornou-se Coronel do Exército. Juntamente com Elias de Barros, considerado um dos fundadores de Carolina, outrora pertencente ao norte de Goiás e hoje parte do Maranhão, ambos-Elias e Bersford-construíram a estrada que ligou Carolina a Porto Real(depois Porto Imperial e Porto Nacional). Elias de Barros, conforme César Marques, em seu DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO cometeu um crime em Caxias e fugiu para a região de Pastos Bons, onde se tornou “matador de índios” para lhes tirar a terra. Quando o Governador do Maranhão Dom Francisco de Mello Manoel da Câmara precisou de alguém para ir à Corte no Rio de Janeiro dar informações sobre a dita estrada, mandou exatamente o Coronel Bersford. Assim, em outubro de 1809, o Coronel Sebastião saiu da região de Carolina para o Rio de Janeiro, chegando no dia 26.04.1810, depois de sete meses de viagem. Foi pessoalmente levar a notícia de que estava cumprida a Ordem Régia de 12.03.1798. Esta Ordem havia determinado a abertura da estrada da confluência do Rio Manoel Alves Grande com o Tocantins(em Carolina) até Porto Nacional. Assim, o Coronel seguiu de Porto para São Romão, em Minas Gerais e de lá para o Rio de Janeiro. Seu relatório detalhado desta viagem foi publicado pela Imprensa Régia, Rio de Janeiro, 1810, com 95 páginas. É mencionado em todos os livros que focalizam o Sul do Maranhão(“CAMINHOS DO GADO”, de Maria do Socorro Coelho Cabral), bem como dos livros que tratam do antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, entre os quais, “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho e “O SERTÃO”, de Carlota Carvalho. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SEBASTIÃO LÁZARO HENRIQUES, de Araguari, Minas Gerais, l96l, escreveu, entre outros, "CALEIDOSCÓPIO" (POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro. Bancário em Goiânia, onde também reside. Estudante de Psicologia da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Conselho Regional de Psicologia e Sindicato dos Bancários do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO MACHADO FILHO, de Uberaba, Minas Gerais, 30.07.1930, escreveu, entre outros, SUSPENSÃO DO CONTRATO DE TRABALHO E OUTROS ESTUDOS(1986), DICIONÁRIO DE SÚMULAS E ENUNCIADOS TRABALHISTAS(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1962. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Vinculado ao Ministério Publico do Trabalho. Juiz Togado do Tribunal Regional do Trabalho da décima região. Professor Universitário, Ensaísta, Escritor. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SEBASTIÃO NEGREIROS(Sebastião de Almeida Negreiros), de Pau dos Ferros, Rio Grande do Norte, 21.04.1917, escreveu, entre outros, “HISTORIA DE UM JORNALISTA DESPRETENSIOSO”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, com o professor Luis Amâncio, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 15 anos de idade, em 1932, mudou-se para Alagoinha, na divisa da Paraíba, trabalhando numa loja de tecidos. Em 1935, foi para Fortaleza, depois Teresina e São Luis do Maranhão. Com 20 anos de idade, em 1937, iniciou-se no jornalismo. Com o passar do tempo, transferiu-se para Imperatriz, no Maranhão, tendo sido o primeiro Vice-Presidente do Lions Clube de Imperatriz. Jornalista e Escritor. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 24, tendo como Patrono Toshiaki Saito. É estudado na ENCICLOPEDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Mudou-se posteriormente para São Luis. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SEBASTIÃO NUNES BATISTA, de João Pessoa, Paraíba, l925, escreveu, entre outros, "BIBLIOGRAFIA PRÉVIA DE LEANDRO GOMES DE BARROS", "ANTOLOGIA DA LITERATURA DE CORDEL", sem dados biográficos nos livros. Irmão do escritor Paulo Nunes Batista. Foi presença constante em Anápolis, Goiás, onde realizou estudos e conferências. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi servidor do Instituto Militar de Engenharia, da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro e Conferencista Nacional na área de literatura de cordel. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Literatura de Cordel. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SEBASTIÃO PINHEIRO (ver José Sebastião).

SEBASTIÃO POMPEO DE PINA JÚNIOR(Tãozico Pompeu), Goiano, de Pirenópolis, 10 de fevereiro de l896, escreveu, entre outros, "COMÉDIAS" (PEÇAS DE TEATRO), com prefácio de Ático Vilas Boas Frota da Mota. Filho de Sebastião Pompeu de Pina e Maria Abadia de Pina. Promotor Público, Procurador de Justiça. Odontólogo. Foi Dentista de 1919 a 1932. A partir de 1954, tornou-se Promotor de Justiça. Teatrólogo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronista Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Estudou violino no Conservatório Nacional de Música do Rio de Janeiro. Foi Diretor do Arquivo Teatral e Musical de Pirenópolis. Fundou, em 1927, a ORQUESTRA PIRINEUS. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos teatrais. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, bem como em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO ROCHA (ALVES), de Crixás, Goiás, 02.08.1959, escreveu, entre outros, “DIVAGAÇÕES POÉTICAS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio do Desembargador Liberato Póvoa. Filho de Abel Alves e Oscarina Alves Rocha. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o curso ginasial na Escola Estadual Prudêncio Ferreira. Em 1977, com 18 anos de idade, deslocou-se para Goiânia, passando a estudar no Colégio Estadual do Jardim América, onde se formou. Prestou vestibular para Direito e concluiu o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 1986. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, transferiu-se para Miracema do Norte, Capital provisória, passando a exercer a Advocacia. Em 1991, tornou-se Procurador do Estado do Tocantins. Mediante concurso público, em 1994, foi devidamente oficializado na função de Procurador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Idealista. Visionário, Administrador, Educador. Memorialista, Poeta, Intelectual. Professor de Ética Profissional, na Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), Campus de Palmas. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação dos Docentes da ULBRA. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SEBASTIÃO ROCHA LIMA, Goiano, de Goiás Velho, l9l2, escreveu, entre outros, "LOCAÇÃO PREDIAL URBANA- DA RETOMADA PELO LOCADOR PROPRIETÁRIO", sem dados biográficos no livro. Foi Professor de Direito Civil e Diretor da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Jurista, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Encontra-se no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al, bem como em ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro. Foi casado com Neusa Rocha Lima. Um de seus filhos, Luiz Fernando Rocha Lima, nascido em Goiânia, em 28.04.1947, Advogado e Jornalista, foi Secretário Particular do Governador Leonino Caiado. Foi Diretor do Colégio Carlos Chagas de Goiânia e Presidente da Associação de Emissoras de Rádio e Televisão do Estado do Tocantins, onde também foi Diretor Geral da Organização Jaime Câmara, antes de transferir-se para o JORNAL DE BRASÍLIA, na Capital Federal, em 1998. Ultimamente(2002), tem sido Diretor de Jornalismo do JORNAL DO TOCANTINS, em Palmas. Seu pai, Sebastião Rocha Lima está Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO SPÍNDULA VALÉRIO PÓVOA, Goiano, de Goiás Velho, l936, escreveu, entre outros, “HISTÓRIAS DO SEM NOME E DAS ALMAS PERDIDAS”, “CANTIGAS PARA UMA PRINCESA”, "POEMAS EXPERIMENTAIS", este, com seu irmão Eurípedes Spíndula, sem dados biográficos nos livros. Foi jornalista do jornal FOLHA DE GOIAZ, em Goiânia, do Jornal DIÁRIO CARIOCA, em Brasília. Editor e Diretor da TRIBUNA DE GOIÁS. Repórter do DIÁRIO DA TARDE, do CINCO DE MARÇO e do Jornal O POPULAR. Na década de 1960, foi Jornalista credenciado no Palácio da Alvorada, em Brasília. Atingido pela Revolução de 1964, foi expulso do Brasil, tendo se exilado no Paraguai, no Chile e no Uruguai. Durante alguns meses, permaneceu escondido no Convento dos Dominicanos, da cidade de Goiás Velho, onde se dedicou à pesquisa histórica, seleção e catalogação de documentos, com mais de um milhão e duzentas mil anotações de óbitos, batizados e casamentos. Tornou-se Assessor de Imprensa do Governo de Mato Grosso, em Cuiabá. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Mato Grosso. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Tocantinense de Jornalistas Profissionais. Acha-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e no DICIONÁRIO DO CENTRO-OESTE, de Bariani Ortêncio. Atualmente (2000), é ASSESSOR DE IMPRENSA, do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, em Palmas, onde reside. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu em Goiania, no dia 26.11.2012, com 76 anos de idade, onde tambem foi sepultado. Seu OBITUÁRIO foi registrado no JORNAL DO TOCANTINS, de 27.11.2012.

SEBASTIÃO VARELA, de Campina Grande, Paraíba, 02.01.1927, escreveu, entre outros, O CANDANGO NA FUNDAÇÃO DE BRASILIA(1981), PASSADOS QUE NÃO SE APAGAM(1989), UNB-30 ANOS(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi garimpeiro, seringueiro. Mudou-se para Brasília em 1958. Encarregado de Estradas de Rodagem. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SEBASTIÃO VEIGA, Goiano, de Pirenópolis, l9l7, escreveu, entre outros, "O PROCESSO LEGISLATIVO NOS ESTADOS UNIDOS", "GUERRA E PAZ ENTRE OS BICHOS", sem dados biográficos nos livros. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Advogado, Memorialista, Professor Universitário. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEBASTIÃO VELOSO PELLEJA, Goiano, de Goiás Velho, l909, escreveu, entre outros, "EXERCÍCIO DE REDAÇÃO", "EXERCÍCIO DE LITERATURA", sem dados biográficos nos livros. Foi Professor do Ginásio Estadual de Campinas(Goiânia l956). Promotor de Justiça, Procurador de Justiça Aposentado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Pensador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos filológicos. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Goiana do Ministério Público, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEGISMUNDO ARAÚJO MELLO, Goiano, de Luziânia, l9l5, entre outros, escreveu, "ESBOÇO DE UM PLANO DE DEFESA E ASSISTÊNCIA À PECUÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS". Assessor Jurídico da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Primeiro Secretário nomeado para a Prefeitura de Brasília, após a inauguração da Cidade. Primeiro Presidente do Banco do Estado de Goiás(BEG). Jornalista, Ensaísta, Pesquisador. Advogado, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Escritor. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Ministro do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro N.º 39 da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como no texto BEG-NOSSA GENTE, NOSSA HISTÓRIA, de Luiz de Aquino e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEMI GIDRÃO FILHO, Paulista, de Barretos, l96l, escreveu, entre outros, "ENCHADAS, MACHADOS E FOICES", com prefácio de Nilton Mário Fiorio, sem dados biográficos no livro. Residente em Goiânia, Goiás, onde exerce múltiplas atividades. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SEPP(ANTONIO SEPP VON RECHEGG), de Tirol, Austria, 1555, escreveu, entre outros, “VIAGEM ÀS MISSÕES JESUITICAS E TRABALHOS APOSTÓLICOS”, com tradução de Raimundo Schneider, São Paulo, 1943, e notas de Wolfgang Hoffmann Harnisch, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SERAFIM LEITE(PADRE), de São João da Medeira, Portugal, 06.04.1890, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DA COMPANHIA DE JESUS NO BRASIL”(1943), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter feito referências ao norte de Goiás, hoje Tocantins, citando literalmente cidades como Natividade, Porto Nacional, etc. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também no Internato dos Carvalhos, em Porto. Com 15 anos, veio para as margens do Amazonas e Rio Negro, onde passou oito anos com os indios. Viajou para a Bélgica e entrou para a Companhia de Jesus, em 1914. Em Granada, na Espanha, fez o curso de filosofia, em 1915. Estudou “humanidades”, em Múrcia. Na Universidade de Comillas, na Espanha, foi ordenado sacerdote, em 1926. Defendeu tese de Filosofia e Teologia, na Faculdade de Teologia de Enghien, Bélgica. Entre 1934 e 1949, viajou pelo Brasil, inclusive o norte de Goiás, hoje Tocantins, pesquisando a história da Companhia de Jesus. Recebeu do Governo Brasileiro, a Comenda ORDEM NACIONAL DO CRUZEIRO DO SUL. Tornou-se membro correspondente da Academia Brasileira de Letras, na Cadeira 01, tendo como Patrono Alexandre de Gusmão. Faleceu em Roma, na Itália, em 27.12.1969. Escreveu dezenas de obras, destacando-se “ARTES E OFÍCIOS DOS JESUÍTAS NO BRASIL” (1953). Mencionado em diversos livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SÉRGIO BUARQUE DE HOLLANDA, de São Paulo, Capital, 11.07.1902, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA GERAL DA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA” (1972), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diversos aspectos da região. Filho de Cristovão Buarque de Holanda e de Heloísa Buarque. Pai do cantor e compositor Chico Buarque de Holanda. Após os estudos primários e secundários no Ginásio São Bento, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1921. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade do Brasil. Dedicou-se ao jornalismo profissional. Em 1929, foi para a Alemanha, como jornalista. Tornou-se Professor da Universidade do Distrito Federal, no Rio de Janeiro, em 1936. Trabalhou na UNITED PRESS e no Instituto Nacional do Livro(1943). Diretor da Biblioteca Nacional, em 1945. Diretor do Museu Paulista, entre 1946 e 1958. Professor de História do Brasil, na Universidade de São Paulo, 1959. Adido Cultural na Itália e Professor da Universidade de Roma. Lecionou nas Universidades Norte-Americanas de Indiana, Yale e Nova York. Membro da Academia Paulista de Letras. Publicou dezenas de obras, destacando-se “DA ESCRAVIDÃO AO TRABALHO LIVRE”(1948). Juntamente com outros, fundou em 1980, o Partido dos Trabalhadores (PT). Faleceu em São Paulo, em 1982, quando tinha 80 anos de idade. É mencionado em centenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SÉRGIO CARLOS DE ARAÚJO SAMPAIO, Carioca, do Rio de Janeiro, l940, escreveu, entre outros, "CHACINA DE LOURAS", sem dados biográficos no livro, com apresentação de Carlos de Souza e Phaulo Gonçalves. Radialista da Rádio Clube de Goiânia. Jornalista do jornal FATOS POPULARES (Goiânia, l975). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Poeta, Memorialista, Ator. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional dos Radialistas, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SERGIO CORRÊA DA COSTA(Sergio Corrêa Affonso da Costa), Carioca, do Rio de Janeiro, 19.02.1919, escreveu, entre outros, AS QUATRO COROAS DE DOM PEDRO I(Ensaio-1941), A DIPLOMACIA BRASILEIRA NA QUESTÃO DE LETICIA(Ensaio-1942), PALAVRAS SEM FRONTEIRAS(Ensaio-2000), BRASIL-SEGREDO DE ESTADO(Ensaio-2001), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Israel Affonso da Costa e Lavínia Corrêa da Costa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio São Vicente de Paulo, em Petrópolis, interior do Rio. Fez o secundário, no Externato São José, no Rio de Janeiro. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1942, com 23 anos de idade. Iniciou a carreira diplomática como Cônsul de Terceira Classe, em 1939, com 20 anos. Curso da Escola Superior de Guerra (1951). Pós-graduação: University of California at Los Angeles (UCLA). Carreira diplomática: Cônsul de Terceira Classe, concurso, 29 de março de 1939. Cônsul de Segunda Classe, merecimento, 7.12.1943. Cônsul de Primeira Classe, merecimento, 9 de fevereiro de 1949. Conselheiro titular, 4.08.1952. Ministro de Segunda Classe, merecimento, 19.01.1954. Ministro de Primeira Classe, merecimento, 18.12.1962. Locais onde serviu: Buenos Aires, Cônsul Adjunto, provisoriamente, 1944. Segundo Secretário, 1944-46. Washington, Segundo Secretário, 1946-48. Los Angeles, Cônsul, 1948-50. Nova York, Conselheiro, provisoriamente, da missão junto à ONU, 1953. Roma, Ministro-Conselheiro, 1959-62. Roma, Encarregado de Negócios, 1960. Ottawa, Embaixador, 1962-66. Londres, Embaixador, 1968-74. Nova York, Embaixador, Missão junto à ONU, 1975-83. Washington, Embaixador, 1983-86. Cargos e funções: Chefe da Divisão de Assuntos Internacionais da Escola Superior de Guerra, 1952. Auxiliar do Chefe do Departamento Econômico e Consular, 1952. Chefe de Gabinete da Presidência do BNDE, 1953. Chefe do Serviço Econômico da América, 1958. Chefe do Serviço Brasileiro de Seleção de Emigrante na Europa, Roma, 1959-61. Representante Permanente do Brasil na FAO, Roma, 1961. Secretário-Geral-Adjunto para Organismos Internacionais, 1966. Secretário-Geral de Política Exterior, 1967-68. Ministro de Estado, interino, 1967 e 1968. Comissões, conferências, missões e reuniões: III Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores das Repúblicas Americanas, Rio de Janeiro, 1942 – Distribuidor. Comissão Preparatória das Comemorações do Centenário do Barão do Rio Branco, Rio de Janeiro, 1944 – membro. Conferência Interamericana de Peritos sobre a Proteção de Direitos do Autor, 1946 – assessor. Comissão Central da UNRRA, 1946 – assessor do representante. Conselho Interamericano Econômico e Social, 1946-48 – delegado, interino. Delegação do Brasil junto à União Pan-Americana, 1946, 1947 e 1948 – chefe, interino. Conferência Interamericana para a Manutenção da Paz e da Segurança no Continente, 1947 – assistente do Secretário-Geral. Comissão de Organização do Conselho do Diretor da UPA, 1947 – relator. Comissão Interamericana para a Solução Pacífica de Conflitos, 1948 – membro. Mediador Singular na Questão entre Cuba e a República Dominicana, 1946. IX Conferência Internacional Americana, Bogotá, 1948 – delegado-assistente. Comissão Mista Brasil-Espanha do Desenvolvimento Econômico, 1953 – membro. Comissão Nacional de Assistência Técnica, 1955-58 – membro. Seção Brasileira da Comissão Mista Permanente Brasil-Paraguai, Rio de Janeiro, 1958 – presidente. Grupo de Trabalho para Estudos Econômicos da Operação Pan-Americana, 1958 – membro. II Reunião do Grupo de Trabalho de Bancos Centrais. Rio de Janeiro, 1958 – delegado. Reunião do Comitê dos “Vinte e Um” do Conselho da OEA, Buenos Aires, 1959 – delegado. Reuniões do CIME, Genebra, 1960 – delegado. XVII Sessão do Conselho do CIME, Genebra, 1961 – delegado. Reunião do CIME, Genebra, 1961 – chefe. XVIII Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1963 – delegado. XXI Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1966 – delegado. IV Período de Sessão da COPREDAL, México, 1967 – chefe. Missão para conversações com autoridades do Departamento de Estado e da Comissão de Energia Atômica, dos EUA, 1967, chefe. Conferência do Desarmamento, Genebra, 1967 – chefe da delegação. Primeira Reunião do Grupo de Trabalho sobre Assistência Técnica, IMC, Londres, 1969 – delegado. XVIII Sessão do Comitê sobre os Usos Pacíficos do Espaço Exterior. ONU, Nova York, 1975 – chefe. LIX Sessão do Conselho Econômico e Social, ONU, Genebra, 1975 – chefe. VII Sessão Especial da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1975 – delegado. XXX Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1975 – delegado. XXXI Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1976 – delegado. XXXII Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1977 – delegado. XXXIII Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1978 – delegado. XXXIV Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1979 – delegado. XXVI Sessão do Conselho de Administração do PNUD, Nova York, 1979 – chefe. Reunião Extraordinária do Conselho de Administração do PNUD, precedida por Reunião do Grupo de Orçamento, Nova York, 1980 – delegado. XXXV Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1980 – delegado. III Sessão do Comitê Inter-governamental de Ciência e Tecnologia (CICTD), das Nações Unidas. Nova York, 1981 – chefe da delegação. XXVIII Sessão do Conselho de Administração do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Nova York, 1981 – chefe da delegação. XXXVI Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1981 – delegado. XXXVII Sessão da Assembléia Geral da ONU, Nova York, 1982 – delegado. III Encontro de Alto Nível para a Avaliação da Cooperação Técnica entre Países em Desenvolvimento, patrocinado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Nova York, 1983 – chefe da delegação. XXX Sessão do Conselho de Administração do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, Nova York, 1983 – chefe da delegação. XXXVIII Reunião Anual Conjunta das Assembléias de Governadores do Fundo Monetário Internacional (FMI), do Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento, Washington, 1983 – governador suplente temporário. Presença em seminários, mesas-redondas e conferências na UNESCO e na Universidade de Paris, a partir de 1990. Representante da Academia Brasileira em reuniões na Academia Francesa para tratar do Prêmio da Latinidade, atribuído pela primeira vez em junho de 1999. Homenagem do Congresso Internacional de Lexicografia e Literatura do Mundo Lusofônico – 2000. Mesa-redonda, na UNESCO, sobre o livro Mots sans frontière – 2000. Mesa-redonda, no Salon de la Littérature Européene, em Cognac, sobre o tema “Evolution des langues européennes et mots sans frontières” – 2000. Sociedades culturais: Membro da Academia Brasileira de Letras. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Membro da Sociedade Brasileira de Direito Internacional. Membro da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Membro da American Society of International Law. Membro do PEN Clube do Brasil. Membro correspondente honorário da Academia Brasileira de Filologia. Distinções e condecorações- Brasileiras: Ordem do Rio Branco, Grã-Cruz Ordem do Mérito Naval, Grande Oficial Ordem do Mérito Aeronáutico, Grande Oficial. Medalha Tamandaré. Colar da Ordem Marechal Rondon. Medalha do Mérito Cultural, da Sociedade Brasileira de Língua e Literatura. Grande Medalha da Inconfidência. Estrangeiras (Grã-Cruzes): “Das Grosse Verdienstkreuz”, Alemanha. “Ordine Al Merito della Republica Italiana”, Itália. “Grand Croix pro Merito Melitense cum Placa”, Ordem de Malta. “Ordem do Infante Dom Henrique”, Portugal. “Aguila Azteca”, México. “Order of Sacred Treasury”, Japão. “Den Kingelige Norske Sant Olava Orden”, Noruega. “S. Gregorii Magni (Magna Conce)”, Vaticano. “Grande Cordão da Ordem da Estrela Brilhante”, China. “Ordem Soberana do Santo Sepulcro de Jerusalém”. “Ordem de Isabel la Catolica”, Espanha. “Grand Cross of Magistral Grace”, Ordem de Malta. “Ordem del Libertador”, Argentina. “Ordem do Mérito Diplomático”, Coréia. “Grand Cross Victoria Order”, Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte. “Grand Croix Pro Merito Melitense”, Malta. “Ordem del Merito”, Argentina. Foi casado com Luisa Zilda Aranha Correia da Costa, com quem teve três filhos. Faleceu no Rio de Janeiro, em 29.09.2005, com 86 anos de idade. Oitavo ocupante da Cadeira 7, eleito em 25.08.1983, na sucessão de Dinah Silveira de Queiroz e recebido em 14.06.1984, pelo Acadêmico Afrânio Coutinho. Recebeu o Acadêmico Evanildo Bechara. Sua Cadeira 7, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Castro Alves, Fundador Valentim Magalhães, sendo também ocupada por Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Junior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz, Sergio Correa da Costa e Nelson Pereira dos Santos. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÉRGIO DAYRELL PORTO, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 01.02.1941, escreveu, entre outros, A NOVA OPULÊNCIA DAS GERAES(1982), A VOLTA DO CAPITÃO FLORZINHA(1991), CAFÉ-CONCERTO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Cursou Mestrado e Doutorado em Comunicação. Mudou-se para Brasília, tornando-se Diretor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília(UNB). É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Foi Gerente da EDITORA ABRIL. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SÉRGIO FELTRIN CORRÊA, de Niterói, Rio de Janeiro, 28.09.1941, escreveu, emtre outros, CÓDIGO TRIBUTÁRIO NACIONAL COMENTADO, 4.ª EDIÇÃO, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais(Direito), pela Universidade Federal Fluminense. Atuou como advogado nas comarcas da capital e do interior do Estado. Em 1960, com 19 anos de idade, tornou-se servidor do Ministério da Fazenda, na Inspetoria Geral de Finanças, atual Secretaria do Tesouro Nacional, onde ficou até 1988. Em 26.08.1988, com 47 anos, ingressou na Magistratura como Juiz Federal Auxiliar e em 1989, foi promovido à titularidade da 6ª Vara Federal da Seção Judiciária do Rio de Janeiro. Exerceu o cargo de Vice-Diretor do Foro da Seção Judiciária do Rio de Janeiro no biênio 1993/1994 e de Diretor do Foro no biênio 1995/1996. Membro da Comissão composta pela Associação dos Magistrados do Brasil - AMB para proceder a estudos e apuração de dados visando ao diagnóstico da Justiça Federal. Designado para promover a instalação das Varas Federais de Nova Friburgo e Petrópolis. Integrou, sob a Presidência do Desembargador Federal Clélio Erthal, a Comissão de Instalação de Varas do Interior, na Seção Judiciária do Rio de Janeiro. Nomeado Desembargador Federal do Tribunal Regional Federal da 2ª Região em 02.07.1998, onde integra a 2ª Turma. Em 2001, com 60 anos, tornou-se Presidente da Comissão de Interiorização e Instalação de Novas Varas. É Presidente da Comissão de Jurisprudência e da Comissão Temporária de Informática e Estatística do TRF da 2ª Região. Prêmios e Distinções: Medalha do Pacificador, conferida pelo Ministro do Exército – 1995. Colar do Mérito Judiciário, conferido pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro – 1995. Cidadão Mageense Honorário, título conferido pela Câmara Municipal de Magé – 2000. Medalha do Mérito Meritiense, concedida pela Prefeitura de São João de Meriti – 2001. Medalha do Mérito Tamandaré, concedida pelo Comandante da Marinha – 2001.Mencionado no REPERTÓRIO BIOGRÁFICO DA JUSTIÇA FEDERAL(2000), de Neide Alves Dias de Sordi. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Na Academia Goianiense de Letras é o Titular da Cadeira 44, entre os Correspondentes, tendo como Patrono Erico Veríssimo.É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÉRGIO GUIDO(Antônio Ferreira Ribeiro da Silva), Goiano, de Goiás Velho, l868, escreveu, entre outros, "O APÓSTATA"(novela religiosa), em l923, com menção honrosa da Academia Brasileira de Letras. Vice-Presidente da Província de Goiás. Secretário da Instrução Pública, na antiga Capital, Vila Boa, em 1891. Médico, Filósofo, Professor. Jornalista, Poeta, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Espiritualista. Estudou na Europa. Fez parte da Conferência Internacional de Bruxelas, na Bélgica. Falecido em São João Del-Rei, Minas Gerais, onde viveu e clinicou. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e no livro LETRAS DE GOIÁS-ESBOÇO HISTÓRICO, de Vitor de Carvalho Ramos. Encontra-se na GALERIA DAS PERSONALIDADES NOTÁVEIS DE SÃO JOÃO DEL-REI, de Sebastião de Oliveira Cintra. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 31 de julho de 1868. Filho de Pedro Ribeiro da Silva e Antônia Ferreira Ribeiro da Silva.
Iniciou, em 1876, os estudos primários em sua terra natal. Em seguida, estudou no Seminário Episcopal de Vila Boa, mas concluiu o “curso de humanidades” no Mosteiro de São Bento, no Rio de Janeiro.
Destituído de vocação sacerdotal, matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, formando-se Doutor em Medicina, no dia 24 de dezembro de 1890.
Retornando a Goiás Velho, foi Secretário da Instrução Pública. Em 1891, na chapa do Presidente Rodolfo Gustavo Paixão, foi eleito Vice-Presidente de Goiás.
Em virtude de problemas políticos, mudou-se, em 1893, para Perdões, Minas Gerais, onde se casou com Carmélia de Oliveira Silva.
Em Perdões, além de Médico e Vereador, foi redator do jornal “A FAISCA”.
Na Europa, em 1899, tomou posse como membro efetivo da Conferência Internacional de Bruxelas, na Bélgica, para o combate da Sífilis.
Em 1907, passou a residir em São João Del-Rei, Minas Gerais, como Professor de Física e Química da Escola de Farmácia. Também Diretor da Santa Casa de Misericórdia e Delegado de Higiene do Estado de Minas Gerais, em 1918.
Com o pseudônimo de Sérgio Guido, publicou, em 1923, o romance “O APÓSTATA” que obteve menção honrosa da Academia Brasileira de Letras, mas que recebeu crítica do padre J. Maria de Siqueira, de São Gonçalo do Sapucaí.
Escreveu peças teatrais e colaborou no “Minas Jornal”, “A Tribuna”, “Álbum de São João Del-Rei”, entre outros.
Ao falecer, no Rio de Janeiro, no dia 02 de setembro de 1928, deixou além da viúva Carmélia de Oliveira Silva, mais 08 filhos, alguns farmacêuticos, dentistas e médicos.
Na Academia de Letras de São João Del-Rei, em Minas Gerais, é Patrono da Cadeira 10.

SÉRGIO LOPES(Divino Sérgio Ferreira Lopes), de Rondonópolis, Mato Grosso, l969, escreveu, entre outros, "PATY-O PULSAR DA VIDA", com prefácio de Dzagna Maria Oliveira Araújo. Residente em Rio Verde, Goiás, onde exerce múltiplas atividades. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÉRGIO MUYLAERT(RIBEIRO), de Campos, Rio de Janeiro, 17.10.1944, escreveu, entre outros, VEIAS DA TARDE-TRIGAIS DO TEMPO(1982), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1974. Advogado, Ensaísta. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, OFÍCIO DO AGORA, 1985, de Ézio Pires, José Godoy Garcia, Danilo Lobo e Cassiano Nunes. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SÉRGIO PAULO MOREYRA, de Goiânia, Goiás, 11.07.1941, escreveu, entre outros, “EDUCAÇÃO E PERSPECTIVA HISTÓRICA”(1980), “OS PARTIDOS POLITICOS E SEUS INTERESSES”(1986), “INTRODUÇÃO À HISTÓRIA DO PIAUI(1974), “AS DUAS FUNDAÇÕES DO ESTADO DO TOCANTINS”(1998), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de José Francisco Moreyra e Carolina Anacleto Moreyra. Casou-se com Ivone Maria Elias Moreyra. Após os estudos primários, secundários e superiores em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em História, pela Universidade Federal de Goiás, em 1966. Pós-Graduação em História, pela Universidade de São Paulo, em 1975. Foi professor da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis, em 1967. Professor da Universidade Católica de Goiás, 1970. Professor Titular do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da UFG, a partir de 1968. Professor do Curso de Mestrado em História, da Universidade Federal de Goiás, a partir de 1981. Vice-Reitor da UFG, entre 1990 e 1994. Foi Reitor Pro Tempore da Universidade Federal do Tocantins, em 2003. Palestrante e Conferencista em diferentes partes do Brasil. Foi Assessor Legislativo, na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás, em 1965. Repórter e Redator no jornal O POPULAR, de Goiânia, 1968. Secretário Municipal de Planejamento da Prefeitura Municipal de Goiânia, entre 2001 e 2003. Delegado da UEE ao Congresso da UNE, em Santo André, São Paulo, em 1963. Coordenador de Assuntos Acadêmicos do MEC/SESu(2003). Tem textos publicados em revistas, jornais e enciclopédias em diversas partes do Brasil, entre os quais, BOLETINS DO IBEP, DIÁRIO DA MANHÃ, O POPULAR, O ESTADO DE SÃO PAULO, QUARTO PODER, etc. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SERGIO ROUANET(Sergio Paulo Rouanet, Carioca, do Rio de Janeiro, 23.02.1934, escreveu, entre outros, O HOMEM É O DISCURSO-ARQUEOLOGIA DE MICHEL FOUCAULT(Ensaio-1971), HABERMAS(Ensaio-1980), TEORIA CRITICA E PSICANALISE(Ensaio-1983), AS RAZÕES DO ILUMINISMO(Ensaio-1987), A CORUJA E O SAMBODROMO((Ensaio-1988), A RAZÃO NOMADE-VALTER BENJAMIN E OUTROS VIAJANTES(Ensaio-1994), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Paulo Luis Rouanet e Hebe Cunha Rouanet. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1955, com 21 anos de idade. Fez o curso de preparação à carreira diplomática no Instituto Rio Branco, do Itamarati, em 1955. Morou nos Estados Unidos de 1960 a 1964, onde fez cursos de pós-graduação em Economia, na Universidade George Washington, em Ciências Políticas, na Georgetown University, ambas em Washington, e em Filosofia, na New York School for Social Research, em Nova York. Doutorou-se em Ciência Política, pela Universidade de São Paulo, em 1980, com 46 anos de idade. Tendo ingressado na carreira diplomática em 1957, com 23 anos, como Terceiro-Secretário, recebeu todas as promoções, por merecimento, e chegou a Ministro de 1ª. Classe em 16 de dezembro de 1984, com 50 anos. Os principais cargos que exerceu no Ministério das Relações Exteriores foram os de assistente do Secretário Geral das Relações Exteriores (1957-58), assistente do Chefe da Divisão de Produtos de Base (1966-67), chefe da Divisão de Política Comercial (1974-76), chefe do Departamento da Ásia e Oceania (1983-86). Ocupou postos permanentes no Exterior em Washington (1959-62), Nova York (1962-65), Genebra (1967-68 e 1973), Zurique (1976-82). Embaixador do Brasil na Dinamarca (1987-91). Cônsul-geral em Berlim (1993-96). É, atualmente, embaixador do Brasil em Praga. Foi secretário de Cultura da Presidência da República (1991-92) no governo de Fernando Collor. Criou, em Berlim, o Instituto Cultural Brasileiro, inaugurado em setembro de 1995, quando o presidente Fernando Henrique Cardoso visitou a Alemanha. O Icbra destina-se a divulgar a cultura brasileira na Alemanha, através de exposições sobre escritores e artistas brasileiros, e a levar exposições de museus alemães, para o Brasil. Estreou no jornalismo cultural aos 20 anos, em 1954, na época em que Reinaldo Jardim inventou o Suplemento Literário do JORNAL DO BRASIL. Escrevia um artigo semanal para a coluna "Eles pensaram por nós", título que ele considerava detestável, por ser incorreto politicamente. Seus artigos eram sobre Kierkegaard e outros filósofos que na época apaixonavam a juventude de Ipanema. Desde então construiu uma obra na qual tem explorado suas preocupações com a sobrevivência e transformação dos valores do Iluminismo em nossa época. A circunstância de viver fora do Brasil, em virtude da carreira diplomática, possibilitou a Sergio Paulo Rouanet a atualização permanente dos seus estudos e a interpretação e divulgação de suas idéias, em livros de ensaios, em artigos para a imprensa e proferindo conferências. Em 1995, com 61 anos, participou do seminário “A crise da razão”, realizado no auditório da Academia Brasileira de Letras, quando proferiu a conferência “A deusa razão”. A partir de novembro de 1996, Sergio Paulo Rouanet passou a colunista do caderno Idéias do JORNAL DO BRASIL, substituindo o professor Alfredo Bosi e compartilhando uma coluna com os ensaístas Luiz Costa Lima, Silviano Santiago e Flora Süssekind. Foi casado com Cecília Prada, com quem teve dois filhos e depois com Bárbara Freitag, com quem teve uma filha. Diplomata, cientista político e ensaísta. Oitavo ocupante da Cadeira 13, eleito em 23.04.1992, na sucessão de Francisco de Assis Barbosa e recebido em 11.09.1992, pelo Acadêmico Antonio Houaiss. Sua Cadeira 13, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Francisco Otaviano, Fundador Visconde de Taunay, sendo também ocupada por Francisco de Castro, Martins Junior, Sousa Bandeira, Helio Lobo, Augusto Meyer, Francisco de Assis Barbosa e Sergio Paulo Rouanet. Bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÉRGIO TAPAJÓS, de Rio de Janeiro, RJ, 12.04.1941, escreveu, entre outros, A FEIRA DAS ESTRUTURAS(1970), JOÃO BALALÃO(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito e História. Mudou-se para Brasília, tornando-se Diplomata, Jornalista e Romancista. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTO CANDANGO, 1980, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SÉRGIO WALDECK(de Carvalho), de Rio de Janeiro, RJ, 1943, escreveu, entre outros, ROTEIRO DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO(1974), PORTUGUÊS-TREINAMENTO(1980), LEITURA E REDAÇÃO DE TEXTO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Cursou Mestrado e Doutorado. Mudou-se para Brasília em 1978. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Assessor Legislativo no Senado. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


SERRALVO SOBRINHO(ANTONIO), de Lençóis Paulista, São Paulo, 14.06.1913, escreveu, entre outros, DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO(1945), LUZES SOBRE O ASFALTO(1957), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília, tornando-se em dos fundadores da Academia Brasiliense de Letras. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário, Jornalista, Poeta. Membro de diversas entidades, entre as quais, União Brasileira de Escritores e Associação Nacional de Escritores. Faleceu em 11.03.1968. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SEVERIANA CÂNDIDA(ver CERES DE ALVIM CARNEIRO).

SEVERO DE SALES(ODINÉSIO), de Vitória de Santo Antão, Pernambuco, 06.03.1940, escreveu, entre outros, NOMES DE CRISTO(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Teologia. Mudou-se para Brasília em 1966. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Pastor, Funcionário Público. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e Clube Literário Brasília. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


SEVILHA DE FÁTIMA NOGUEIRA ORTEGA, de Piracanjuba, Goiás, l954, escreveu, entre outros, "PERFIL DE UMA VIDA"(POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro. Professora, Jornalista, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Divulgada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SHEILA MARIA FERRAZ, Goiana, da Capital, 1960, escreveu, entre outros, "PROJETO BACIA DO PARANÃ", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, junto com Alfredo Mendonça e M. Arminda Mendonça. O vale do Paranã, às margens do Rio do mesmo nome, acha-se no hoje Estado do Tocantins. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Memorialista, Intelectual, Professora Universitária. Evocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SHEPARD(John Watson Shepard), dos Estados Unidos, 1879, escreveu, entre outros, TEMAS DO NOVO TESTAMENTO, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1906, com 27 anos de idade, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos para o Brasil. Iniciou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, que tinha sido fundado por Salomão Ginsburg em 1902. Quando a Convenção Batista Brasileira, fundada em Salvador, em 1907, pensou em Educação Teológica no Sul do Brasil, convidou John Watson Shepard para a tarefa. Em 1908, ele se mudou para o Rio de Janeiro e no mesmo ano inaugurou o Colégio Batista e o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Equiparou o Colégio Batista ao Colégio Dom Pedro II, considerado então Colégio Padrão de ensino secundário. Comprou algumas propriedades no bairro da Tijuca, onde hoje se encontram estas instituições. Em 1931, quando já estava com 52 anos de idade, teve de retornar aos Estados Unidos, por problemas administrativos com a Junta de Richmond. É que queria a construção de novas salas de aula, enquanto os demais missionários queriam a construção de casas para professores nos terrenos do Colégio. De volta aos Estados Unidos, foi trabalhar no Instituto Bíblico de Nova Orleans, hoje, um dos seis grandes Seminários da Convenção Batista do Sul. Faleceu em 1954, com 75 anos. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muito tempo e ter fundado o Colégio Batista do Rio e o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SHIRLEY FERNANDES LEÃO(TEIXEIRA), de Inhumas, Goiás, 1946, escreveu, entre outros, "MENTE-ALQUIMIA DA VIDA: ORIGEM DA CRIAÇÃO E DA HUMANIDADE", juntamente com Simas(Edylson Silva), sem referências biográficas no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa. Trabalhou no setor de saúde por muito tempo. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Especialista em Física Quântica. Militou na área da Saúde durante muitos anos. Atualmente(1998), é Diretora de uma Creche em Goiânia, Goiás, onde reside. Relembrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, o CLUBINHO, instituição destinada ao processo de reflexão. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SIDINEY PIMENTEL, Goiano, de Ipameri, 18.07.l936, autor de vários livros, destacando-se, "PÁGINAS ESPARSAS"(1979), "O MENINO DOURADO"(1979), "TERRA MOLHADA"(1974). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Funcionário Aposentado do Banco do Brasil. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Advogado. Incluído nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Ipameri, a 18 de julho de 1936. Fez o curso primário no Colégio Nossa Senhora Aparecida, da cidade natal.
Em 1950, transferiu-se para Anápolis, onde se casou, tendo dois filhos, André Luis e Maria Lúcia.
Concluiu o curso ginasial no Colégio Estadual de Anápolis e o segundo grau, no Colégio Integral de Goiânia. Em 1955, tornou-se funcionário do Banco do Brasil, nele permanecendo até aposentar-se.
Como Presidente da Associação Atlética Banco do Brasil, dirigiu a Revista da AABB, estimulando através dela o gosto literário.
Foi diretor social do Jóquei Clube de Anápolis, além de diretor de patrimônio da AABB.
Em 1982, bacharelou-se em Direito, na Faculdade de Direito de Anápolis, tornando-se advogado militante nas regiões de Anápolis, Goiânia e Brasília.
Publicou, em 1974, “Terra Molhada”. Em 1979, lançou “O Menino Dourado”(ficção infantil) e “Páginas Esparsas”(poemas).
É autor de “O Brilhante de Brenda”, “O Eterno Zé-do-Nada”, “Aventuras de Jujuá” e “Ele... Elas... Elos”.
Pertence a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Associação de Escritores de São Paulo, Ordem dos Advogados do Brasil (Goiás), etc.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes ocupa a Cadeira nº 40, cujo Patrono é Juscelino Kubitschek de Oliveira.
É titular da Cadeira nº 03, na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, de que é Patrono Cilineu Marques de Araújo Vale (Leo Lince).
Sobre ele e com o título “TERRA MOLHADA-UMA JEUNESSE DORÉE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

SÍDIO ROSA DE MESQUITA JÚNIOR, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 05.09.1959, escreveu, entre outros, MANUAL DE EXECUÇÃO PENAL(ATLAS-2002), PRESCRIÇÃO PENAL(ATLAS-2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Sídio Rosa de Mesquita e Sebastiana Mesquita. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília. Formou-se em Direito. PROCURADOR AUTÁRQUICO. Professor do Centro Universitário de Brasília(CEUB) e da Associação do Ensino Unificado do Distrito Federal. Docente também da UNIP e CESUBRA. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3775&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br


SIDNEY FERREIRA, Goiano, de Jataí, 1909, escreveu, entre outros, "PORTAS ABERTAS AO POVO GOIANO"(l967), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Foi Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás e, nesta condição, chegou a ser Governador do Estado de Goiás. Contador, Tabelião, Fazendeiro. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Político, Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Vereador na cidade natal. Deputado Estadual. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ASSIM É JATAÍ, do escritor médico Hugo Ayaviri Amurrio. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SIDNEY VALADARES PIMENTEL, de Buritis, Minas Gerais, l946, escreveu, entre outros, "FEITIÇO CONTRA O FEITICEIRO"(Histórias em quadrinhos e manifestação ideológica), “PASSANDO DOS LIMITES”, este, em co-autoria com Janaína Amado, sem dados biográficos nos livros. Escreveu também “O CHÃO É O LIMITE-A FESTA DO PEÃO DO BOIADEIRO E A DOMESTICAÇÃO DO SERTÃO”(TESE DE DOUTORADO). Professor de Sociologia e História, do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Título de Doutor em Sociologia Rural, pela Universidade Nacional de Brasília(UNB). Tem sido professor de Comunicação, da UFG, além de professor da Associação Educativa Evangelica de Anápolis, bem como da CAMBURY e ALFA, de Goiânia. Em 2005, publicou também OS AVESSOS DA MORTE(Ficção). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Historiador e Sociólogo. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diferentes instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CIÊNCIAS HUMANAS EM REVISTA, da UFG, em seu Conselho Editorial, de que também foi um dos membros. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SILAS ALVES FALCÃO, de Recife, Pernambuco, 1915, escreveu, entre outros, PANORAMA DO VELHO TESTAMENTO, VISÃO PROFÉTICA DA VIDA, MEDITAÇÕES EM FILIPENSES, MEDITAÇÕES EM COLOSSENSES, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio Americano Batista Gilreath, por volta de 1929. Nos anos seguintes, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, terminando o curso de Bacharel em Teologia, em 1937, quando tinha 22 anos de idade. No mesmo ano, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor de igrejas em Alagoas, Paraíba e Sergipe. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista de Aracaju. Formou-se em Letras Clássicas. Em Fortaleza, no Ceará, foi um dos fundadores e Diretor Técnico do Colégio Santos Dumont. Foi Diretor do Colégio Batista Alagoano, em Maceió. Em 1952, com 37 anos, foi convidado pelo Seminário Teológico Batista do Norte para lecionar a disciplina Velho Testamento, mas só se tornou professor efetivo em 1954. Em 1956, foi Diretor interino do Departamento de Radio Difusão e Imprensa, da Convenção Batista Evangelizadora de Pernambuco. Foi professor do autor destas notas quando fazia o primeiro ano, no Seminário do Norte, no Recife, em 1965. Permaneceu no Seminário até a sua morte, quando também era Pastor da Igreja Batista da Encruzilhada, no Recife. Uma sua filha, Edelweiss Falcão de Oliveira, casou-se com o renomado Pastor e Professor Zaqueu Moreira de Oliveira que foi também Reitor do Seminário do Norte, com quem teve os filhos, Greiton, Gleida e Glênisson. Edelweiss é hoje Assistente Social e Professora da Universidade Federal de Pernambuco. Silas Falcão faleceu no Recife, em 1968, com 53 anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SILAS BOTELHO, de São Paulo, Capital, 1894. Seus pais eram presbiterianos e se tornaram batistas. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, tornou-se funcionário público do Estado de São Paulo. Em 1920, quando tinha 26 anos de idade, foi eleito Secretário da Convenção Batista Brasileira. Teve participação ativa na primeira fase do movimento radical de 1923. Tornou-se redator do jornal O BATISTA PAULISTANO, bem como Secretário Executivo da Convenção Batista de São Paulo. Passou em primeiro lugar no vestibular da Faculdade de Direito de São Paulo, formando-se Advogado quando já tinha mais de 40 anos. Em 1939, foi eleito Diretor do Colégio Batista de São Paulo, permanecendo até 1955, quando tinha 61 anos. Faleceu em São Paulo, em 1963, com 69 anos. É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Juerp, 1972), de José dos Reis Pereira. Considerado um dos mais importantes leigos da História Batista no Brasil. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=2444&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br

SILAS PEREIRA DE CARVALHO, de Ceres, Goiás, 1943, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DA IGREJA DE DEUS”. Filho de Maria de Carvalho. Vinculou-se ao protestantismo e foi consagrado Ministro da Igreja de Deus no Brasil, em 31 de maio de 1970. Casou-se com Carmen Carvalho, com quem tem dois filhos. Bacharel em Teologia e em Educação Bíblica pelo Seminário Latino Internacional da América Central. Curso de Licenciatura Plena, em Lingua Portuguesa e Literatura Brasileira, pela Universidade Nacional de Brasília(UNB). Especialista em Treinamento de Liderança, pelo Instituto Haggai, de Cingapura. Curso de Mestrado em Divindade pela Church of God School of Theology, nos Estados Unidos da América. Escritor, Poeta, Professor. Pesquisador, Ensaísta, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Orador. Conferencista, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Educador. Administrador, Ficcionista, Contista. É conhecido como Reverendo Silas Pereira de Carvalho. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários e teológicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Igreja de Deus no Brasil, de que é Diretor Nacional de Educação Teológica. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SILENE PEREIRA DE SANTANA, de Abaeté, Minas Gerais, 05.04.1952, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DE JULIANA(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1962. Formou-se em Administração. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Ensaísta, Administradora. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SILO FURTADO SOARES DE MEIRELES, de Ribeirão, Pernambuco, l900, escreveu, entre outros, "BRASIL CENTRAL", com prefácio de Osório Borba. Pertenceu à Fundação Brasil Central, fundada em 1943, pelo Ministro João Alberto Lins de Barros, ex-homem forte da Coluna Prestes e, posteriormente, o homem mais forte de Getúlio Vargas, no grande programa “A MARCHA PARA O OESTE”. Visitou e estudou o interior goiano, escrevendo sobre O MAJOR DE GOIÁS(Antônio Carlos Zamith). Coronel do Exército Brasileiro, tornou-se famoso, por ter, numa expedição histórica, catequisado a tribo indígena dos Xavantes, no Rio das Mortes, tida até então como indomável. Residiu por algum tempo em Caiapônia(Torres do Rio Bonito), onde seu irmão, Francisco Meireles manteve um Centro de Pesquisas para conhecimento de linguas e costumes indígenas e o próprio Silo Meireles era encarregado dos Entrepostos Comerciais da Fundação Brasil Central. Esteve no norte goiano, na Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins, em contato com os indios Javaés, nas aldeias de MANALUÉ, IMONTI E GANTANÃ. Sertanista, Indigenista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos, entre os quais, “O QUADRO DOS DEZOITO-MEMÓRIAS”, de Mário de Souza Martins. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SILVA E SOUSA(ver Luis Antônio).

SILVA E SOUZA(LUIS ANTÔNIO), de Serro Frio, bispado de Mariana, Minas Gerais, 1764, escreveu, entre outros, “MEMÓRIA SOBRE O DESCOBRIMENTO, POPULAÇÃO, GOVERNO E CAUSAS MAIS NOTÁVEIS DA CAPITANIA DE GOIÁS”. Vinculado ao Tocantins, por ter feito parte do Triunvirato que governou a Capitania de Goiás e se fez presente em cidades como Arraias, Natividade, etc. Filho de Luis Antônio da Silva e Souza e de Micaela Arcângela da Silva. Iniciou os estudos primários em sua terra natal. Em virtude da raça e da cor, teve dificuldade para seguir a carreira eclesiástica. Viajou para Lisboa e depois Roma, onde conseguiu ordenar-se Presbítero Secular. De volta a Lisboa, em 1787, foi aprovado em concurso para provimento da Cadeira de Latim, criada na Capitania de Goiás, por carta régia de 16 de abril de 1787. Voltou ao Brasil em 1789 e no ano de 1790, chegou a Vila Boa(Goiás Velho), onde instalou a Cadeira de Latim. Em 1807, foi substituído nesta cadeira, pelo seu irmão, também Padre, José Antônio da Silva e Souza. Assumiu a Prelazia de Goiás, em 1818. Formando um triunvirato com o Ouvidor Antonio Marques e o Coronel Luis da Costa, dirigiu a Capitania de Goiás, em 1820, quando se fez presente no Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, em cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, etc. Realizada a eleição dos Deputados às Cortes Constituintes de Lisboa, em 1821, foi o Cônego Luis Antônio da Silva e Souza um dos eleitos, juntamente com o Ouvidor da Comarca de São João das Duas Barras, Desembargador Joaquim Teotônio Segurado. Viajou para o Rio de Janeiro, mas desiste de ir a Portugal tomar posse, em virtude do movimento da Independência que se alastrava. Em 1824, tornou-se Vigário Geral da Prelazia e Tesoureiro do Hospital de Caridade de Goiás Velho. Após concurso público, em 1831, foi nomeado como Professor de Retórica, cadeira recém-criada em Goiás. Tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em 1835. No dia 30 de setembro de 1840, faleceu em Vila Boa, onde foi sepultado, com 76 anos de idade. Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 20, cujo fundador foi Jovelino de Campos e de que é Titular hoje(1998), Ursulino Tavares Leão. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SILVA MAIA(ver José Antônio).

SILVANA MARIA DA SILVA FRANÇA, de São Luis, Maranhão, 16.11.1969, escreveu, entre outros, EMOÇÕES(1991), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1979. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Secretaria, Digitadora. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Roteirista, Atriz de Teatro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SILVEIRA SANTOS(Carlos Norberto Silveira dos Santos), de Fortaleza, Ceará, 15.12.1961, escreveu, entre outros, A PEQUENA E DOCE RAQUEL(1992), MUNDO DA FANTASIA(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1990. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Agente Administrativo. Assessor de Imprensa. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

DOM SILVÉRIO GOMES PIMENTA, de Congonhas do Campo, Minas Gerais, 12.01.1840, escreveu, entre outros, O PAPA E A REVOLUÇÃO(Sermões-1873), DISCURSO NAS EXÉQUIAS DE PIO IX(1877), A MORTE DE MINHA MÃE(Sermão-1878), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antônio Alves Pimenta e Porcina Gomes de Araújo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Órfão de pai aos quatro anos, em 1844, cedo teve de empregar-se como caixeiro para sustentar a mãe e quatro irmãos menores. Demonstrando desde cedo pendor para o estudo, seu padrinho Manuel Alves Pimenta obteve para ele uma vaga no Colégio de Congonhas, dos padres Lazaristas. Esse estabelecimento, onde obteve as melhores colocações, foi fechado em 1855. Em vista de não poder continuar os estudos, empregou-se como sapateiro. Afilhado de crisma de Dom Viçoso, Bispo de Mariana, este concedeu-lhe matrícula no Seminário da cidade. Ali entrou aos 14 anos, em 1854. Dois anos depois, em 1856, já era professor de latim, cadeira que ocupou durante 28 anos. Além de latim, foi professor de Filosofia e História Universal, durante 12 anos. Foi ordenado, por Dom Viçoso, aos 22 anos, em 1862, na matriz de Sabará. Em 1864, com 24 anos de idade, foi à Europa, enviado por Dom Viçoso. Em 1875, Dom Antônio Correa de Sá e Benevides, sucessor de Dom Viçoso, escolheu-o para vigário geral e provisor do bispado. Como Dom Benevides estivesse sempre doente, Dom Silvério foi durante muito tempo o sustentáculo do bispado. Em 26.06.1890, foi nomeado bispo titular de Cámaco e auxiliar de Mariana. Foi sagrado em São Paulo por Dom Pedro Maria de Lacerda, em 31.08.1890. Foi o primeiro bispo sagrado depois de proclamada a República, em 15.11.1889. Desde então, começou a escrever suas célebres cartas pastorais. A primeira carta pastoral traz a data de 24.11.1890 e a última é de 10.02.1922. Com a morte de Dom Benevides, em 1896, sucedeu-o no bispado de Mariana. Em 16.05.1897, já transferido de bispo titular de Cámaco para efetivo de Mariana, fez sua entrada solene na catedral dessa cidade. Nesse ato tomaram parte o governador do Estado, dr. Bias Fortes, e outros representantes do governo estadual. Em 1906, quando tinha 66 anos de idade, o papa Pio X elevou a diocese de Mariana a arquidiocese e o respectivo bispo, Dom Silvério, a Arcebispo. O cardeal Arcoverde oficiou a cerimônia de imposição do pálio ao novo arcebispo, tendo feito a oração gratulatória o bispo de Petrópolis, Dom João Francisco Braga. Várias viagens fez Dom Silvério a Roma. Em 1899, em companhia de outros prelados da América, tomou parte no Concílio Plenário. Como poliglota, era conhecedor de latim, grego, hebraico, além das línguas vivas que usava correntemente. Publicou poesias em latim. Sua obra maior é a VIDA DE D. VIÇOSO. Como jornalista, Dom Silvério fundou e dirigiu, em Mariana, O BOM LADRÃO, O VIÇOSO, O DOM VIÇOSO e O DOM SILVÉRIO, editados sob sua orientação e dirigidos pelos padres Severiano de Resende e Luís Espechit. Os versos latinos, as cartas pastorais e os artigos na imprensa granjearam-lhe fama, sendo comparado ao padre Manuel Bernardes e a frei Luís de Sousa. E foi esse renome que o levou à Academia Brasileira de Letras. Outros sacerdotes que depois dele tiveram ingresso na Academia foram o arcebispo D. Francisco de Aquino Correa, o monge beneditino D. Marcos Barbosa e o arcebispo D. Lucas Moreira Neves. Professor, orador sacro, poeta, biógrafo, prelado e arcebispo de Mariana. Faleceu em Mariana, Minas Gerais, em 30.08.1922, com 82 anos de idade. Segundo ocupante da Cadeira 19, eleito em 30.10.1919, na sucessão de Alcindo Guanabara e recebido pelo Acadêmico Carlos de Laet em 28.05.1920. Foi o primeiro prelado brasileiro com assento entre os escritores consagrados pela Academia Brasileira de Letras. Sua Cadeira 19, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Caetano da Silva, Fundador Alcindo Guanabara, sendo também ocupada por Dom Silvério Gomes Pimenta, Gustavo Barroso, Antonio da Silva Melo, Américo Jacobina Lacombe, Marcos Almir Madeira e Antonio Carlos Secchin. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÍLVIA ALESSANDRI MONTEIRO DE CASTRO, de Monte Alegre, Minas Gerais, 1919, escreveu, entre outros, “IRRADIAÇÃO ESPÍRITA CRISTÔ(MEMÓRIAS), sem dados biográficos no livro, com apresentação de José Leopoldo da Veiga Jardim. Ex-Professora do Curso de Pedagogia, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, do Vale do São Patricio, em Ceres, interior de Goiás, em 1975. Diretora do Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Goiás. Espiritualista, Professsora, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Foi Diretora do Ginásio EMMANUEL, em 1974, hoje Instituto Educacional Emmanuel, em Goiânia. Professora da Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG e Irradiação Espírita. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro MEIO SÉCULO FORMANDO GERAÇÕES (HISTÓRIA DA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGÉLICA DE ANÁPOLIS), de Olímpio Ferreira Sobrinho. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÍLVIA HUNOLD LARA, de Ribeirão Preto, São Paulo, 1951, escreveu, entre outros, “CAMPOS DA VIOLÊNCIA”(1988), “ORDENAÇÕES FILIPINAS”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Depois dos exames vestibulares, matriculou-se no curso de História da Universidade de São Paulo, graduando-se em 1977. Nos anos seguintes, fez o curso de Doutorado em História Social, defendendo a sua tese na dita Universidade(USP), sobre a problemática das relações escravistas. Com o passar do tempo e por concurso público, tornou-se professora do Departamento de História da Universidade de Campinas(UNICAMP). Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Professsora, Educadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Vinculada ao Tocantins, por participar de diversos eventos intelectuais, entre os quais, como Conferencista do II SEMINÁRIO FONTES HISTÓRICAS-PATRIMÔNIO DA SOCIEDADE, com patrocínio da Universidade do Tocantins(UNITINS), sob a Coordenação das professoras Juciene Ricarte e Marina Ertzogue.

SÍLVIA JACINTHO, Goiana, de Quirinópolis, l920, escreveu, entre outros, "HELÊNICA", sem dados biográficos no livro. Professora, Poetisa, Memorialista. Administradora, Ficcionista, Educadora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Aclamada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÍLVIA LOURDES DO NASCIMENTO RODRIGUES, Goiana, de Goiás Velho, 20.04.l929, entre outros, escreveu, "MADRUGADA" (POEMAS-1968), sem dados biográficos no livro. Filha de Affonso Franklin do Nascimento e Maria Djanira. Estudou com a professora MESTRA NHOLA, em Goiás Velho. Tornou-se Normalista, pela Escola Normal de Goiânia, o hoje Instituto de Educação de Goiás. Foi casada com o escritor goiano de Natividade, José Lopes Rodrigues. Professora, Poetisa, Memorialista. Administradora, Ficcionista, Educadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Músicos, da Orquestra Filarmônica, ocupa a Cadeira 36, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Recomendada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Faleceu em Goiânia, no dia 16.09.1999. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÍLVIO AUGUSTO DE BASTOS MEIRA, de Belém, Pará, l9l9, escreveu, entre outros, "MATO GRANDE", “ESTUDOS CAMONIANOS E GOETHIANOS”. Membro da Academia Goiana de Letras(Correspondente) e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(Correspondente). Professor visitante da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Jurista. Professor, Escritor, Intelectual. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficiconista. Conferencista, Orador, Poeta. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Vinculado a diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e em todos os dicionários literários e jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÍLVIO COSTA, de Pirenópolis, Goiás, 1953, entre outros, escreveu, "TENDÊNCIAS E CENTRAIS SINDICAIS-O MOVIMENTO SINDICAL BRASILEIRO DE 1978 A 1994", “COMUNA DE PARIS-O PROLETARIADO TOMA O CÉU DE ASSALTO”(TESE DE MESTRADO). Professor da Universidade Católica de Goiás. Antigo Presidente do Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Curso de Mestrado em História pela Universidade Federal de Goiás. Sindicalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Poeta. Administrador, Ficcionista, Educador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Literato, Cronista, Contista. Membro da Associação dos Docentes da UCG, da Associação dos Professores, do Centro de Professores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos sindicais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SILVIO DA FONSECA, de Itaberaí, Goiás, 27.04.1924, escreveu, entre outros, “MEMÓRIAS E SOLUÇOS” e “POESIAS TRISTES”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de João da Fonseca e Modestina das Dores Fonseca. Após os estudos primários em sua terra natal, fez os demais cursos na Escola Normal Constâncio Gomes, de Itaberaí. Na Universidade Católica de Goiás, formou-se em Ciências Econômicas. Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Orador, Poeta. Administrador, Ficcionista, Educador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Literato, Cronista, Contista. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

SÍLVIO ELIA(Silvio Edmundo Elia), de Rio de Janeiro, Rj, 04.07.1913, escreveu, entre outros, O ROMANTISMO EM FACE DA FILOLOGIA(1956), PRESENÇA PORTUGUESA NO SIMBOLISMO BRASILEIRO(1971), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Professor Universitário, Ensaísta, Filólogo. Mudou-se para Brasília, onde foi um dos fundadores da Academia Brasiliense de Letras. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia Brasileira de Filologia e Academia Luso-Brasileira de Letras. Ganhador do PRÊMIO JOÃO RIBEIRO, em 1940. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SÍLVIO ROMERO(Silvio Vasconcelos da Silveira Ramos Romero), de Lagarto, Sergipe, 21.04.1851, escreveu, entre outros, ETNOLOGIA SELVAGEM(1875), CANTOS DO FIM DO SECULO(Poesia-1878), A FILOSOFIA NO BRASIL(Ensaio-1878), A LITERATURA BRASILEIRA E A CRITICA MODERNA(1880), O NATURALISMO EM LITERATURA(Ensaio-1882), ESTUDOS DE LITERATURA CONTEMPORANEA(Ensaio-1885), MINHAS CONTRADIÇÕES(Ensaio-1914), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de André Ramos Romero e Maria Joaquina Vasconcelos da Silveira. Após os estudos primários em sua terra natal, na Escola Mista do Professor Badu, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1863, com 12 anos de idade, partiu para o Rio de Janeiro, a fim de fazer os preparatórios no Ateneu Fluminense. Em 1868, com 17 anos, regressou ao Norte e depois de passar por Lagarto, em Sergipe, matriculou-se na Faculdade de Direito do Recife, em Pernambuco. Formou, ao lado de Tobias Barreto (que cursava o 4º. ano quando Sílvio se matriculou no primeiro) e junto com outros moços de então, a Escola do Recife, em que se buscava uma renovação da mentalidade brasileira. Sílvio Romero foi, no início, positivista. Distinguiu-se, porém, dos que formavam o grupo do Rio, onde Miguel Lemos levava o COMTISMO para o terreno religioso. Espírito mais crítico, Sílvio Romero se afastaria das idéias de Comte para se aproximar da filosofia evolucionista de Herbert Spencer, na busca de métodos objetivos de análise crítica e apreciação do texto literário. Estava no 2º. ano de Direito quando começou a sua atuação jornalística na imprensa pernambucana, publicando a monografia "A POESIA CONTEMPORÂNEA E A SUA INTUIÇÃO NATURALISTA". Desde então, manteve a colaboração, ora como ensaísta e crítico, ora como poeta, nas folhas recifenses, entre elas A CRENÇA, que ele próprio dirigia juntamente com Celso de Magalhães. Colaborou também no jornal AMERICANO, O CORREIO DE PERNAMBUCANO, O DIÁRIO DE PERNAMBUCO, O MOVIMENTO, O JORNAL DO RECIFE, A REPÚBLICA E O LIBERAL. Assim que se formou em Direito, em 1873, com 22 anos, foi para Sergipe e passou a exercer a PROMOTORIA PUBLICA, em Estância(naquela época os promotores não faziam concurso publico e eram nomeados a bel prazer dos governantes). Atraído pela política, elegeu-se deputado à Assembléia provincial de Sergipe, em 1874, mas renunciou, logo depois, à cadeira. Regressou a Recife para tentar fazer-se professor de Filosofia no Colégio das Artes. Realizou-se o concurso no ano seguinte e foi classificado em primeiro lugar, mas a Congregação resolveu anular o concurso. A seguir, defendeu tese para conquistar o grau de doutor. Nesse concurso Sílvio Romero se ergueu contra a Congregação da Faculdade de Direito do Recife, afirmando que “a metafísica estava morta” e discutindo, com grande vantagem, com professores como Tavares Belfort e Coelho Rodrigues. Abandonou a sala da Faculdade. Foi então submetido a processo pela Congregação, atraindo para si a atenção dos intelectuais da época. Em fins de 1875, com 24 anos, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Foi para Parati, no Estado do Rio, como Juiz Municipal, e ali demorou-se dois anos e meio. Em 1878, publicou o livro de versos CANTOS DO FIM DO SÉCULO, mal recebido pela crítica da corte. Depois de publicar ÚLTIMOS HARPEJOS, em 1883, abandonou as tentativas poéticas. Já fixado no Rio de Janeiro, começou a colaborar no jornal O REPÓRTER, de Lopes Trovão. Ali publicou a sua famosa série de perfis políticos. Em 1880, com 29 anos, prestou concurso para a cadeira de Filosofia no Colégio Pedro II, conseguindo-a com a tese "INTERPRETAÇÃO FILOSÓFICA DOS FATOS HISTÓRICOS". Jubilou-se como professor do Internato em 2.06.1910, com 59 anos de idade. Fez parte também do corpo docente da Faculdade Livre de Direito e da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro. No governo de Campos Sales, foi Deputado Provincial e depois foi Deputado Federal pelo Estado de Sergipe. Nesse último mandato, foi escolhido relator da Comissão dos 21 do Código Civil e defendeu, então, muitas de suas idéias filosóficas. Na imprensa do Rio de Janeiro Sílvio Romero tornou-se literariamente poderoso. Admirador incondicional de Tobias Barreto, nunca deixou de colocá-lo acima de Castro Alves, além disso, manteve, durante algum tempo, uma certa má vontade para com a obra de Machado de Assis. Sua crítica injusta motivou Lafayette Rodrigues Pereira a escrever a defesa de Machado de Assis, sob o título VINDICIAE. Como polemista deve-se mencionar ainda a sua permanente luta com José Veríssimo, de quem o separavam fortes divergências de doutrina, método, temperamento, e com quem discutiu violentamente. Nesse âmbito, reuniu as suas polêmicas na obra ZEVERISSIMAÇÕES INEPTAS DA CRÍTICA (1909). Foi um pesquisador bibliográfico sério e minucioso. Preocupou-se, sobretudo, com o levantamento sociológico em torno de autor e obra. Sua força estava nas idéias de âmbito geral e no profundo sentido de brasilidade que imprimia em tudo que escrevia. A sua contribuição à historiografia literária brasileira é uma das mais importantes de seu tempo. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e de diversas outras associações literárias. Crítico, ensaísta, folclorista, polemista, professor e historiador da literatura brasileira. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 18.07.1914, com 63 anos de idade. Convidado a comparecer à sessão de instalação da Academia Brasileira de Letras, em 28.01.1897, fundou a Cadeira 17, escolhendo como patrono Hipólito da Costa. Recebeu o Acadêmico Euclides da Cunha. Sua Cadeira 17, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Hipólito da Costa, Fundador(ele mesmo, Silvio Romero), sendo também ocupada por Osório Duque-Estrada, Roquette Pinto, Álvaro Lins, Antonio Houaiss e Afonso Arinos de Melo Franco Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SIMÃO DE MIRANDA(Simão Francisco de Miranda), de Sambaíba, Maranhão, 17.10.1964, escreveu, entre outros, O LIVRO DOS PRIMEIROS SOCORROS(1991), BOÊMIA PRÁTICA EM 40 LIÇÕES(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Educação Artística. Pós-Graduação em Didática. Mudou-se para Brasília em 1976. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Chefe de Divulgação da Imprensa Nacional. Professor, Diretor Teatral. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SIMÃO DE VASCONCELOS, de Porto, Portugal, 1597, escreveu, entre outros, “CRONICA DA COMPANHIA DE JESUS NO ESTADO DO BRASIL E DO QUE OBRARAM SEUS FILHOS NESTA PARTE DO NOVO MUNDO”(Lisboa, 1663) e Rio de Janeiro, 1864, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 19 anos de idade, em 1616, veio para a Bahia, onde se ordenou Padre da Companhia de Jesus, tornando-se, com o passar do tempo, Professor de Teologia. Foi Procurador Geral da Companhia em Roma. Era Provincial no Brasil, quando faleceu no Rio de Janeiro, em 29.09.1671. Seu livro foi publicado em Lisboa, em 1663, mas só foi editado no Brasil duzentos(200) anos depois, em 1864. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SIMÃO DORVI(FREI), de Bolonha, Itália, 13.12.1907, produziu, entre outros, “GENEALOGIA GOIANA”(Arquivo com mais de um milhão de fichas). Com 20 anos, em 1927, entrou para a Ordem Dominicana. Veio para o Brasil em 1936, passando por Santa Cruz do Rio Pardo, em São Paulo. Em 1938, mudou-se para o Mosteiro de Goiás Velho. Com o passar do tempo, criou a Fundação Educacional da Cidade de Goiás e em consequência a Faculdade de Filosofia, hoje denominada Faculdade Cora Coralina. Após 32 anos de Goiás Velho, recebeu o título de “CIDADÃO VILABOENSE”, em 1970, bem como a MEDALHA ANHANGUERA, pelos serviços prestados à cultura e à história de Goiás. Faleceu em Bolonha, na Itália, no dia 25.02.1996. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

SIMAS(EDILSON SILVA SIMAS), de Conceição do Almeida, Bahia, 1936, escreveu, entre outros, “MENTE-ALQUIMIA DA VIDA: ORIGEM DA CRIAÇÃO E DA HUMANIDADE”, juntamente com Shirley Fernandes Leão, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Residente em Goiânia, onde exerce múltiplas atividades. Autor do “Monumento Às Três Raças”, na Praça Cívica, em Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Filósofo, Intelectual. Musicista, Artista Plástico, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Cronista, Contista. Poeta. Viveu vinte e cinco anos no Rio de Janeiro, dois anos em Brasília e há quinze anos vive em Goiânia. Formado em Canto Lírico no Conservatório Brasileiro de Música. Expositor em várias capitais brasileiras, entre as quais, Salvador, Brasília, Belém, inclusive no Salão Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Antigo Diretor de Arte e Criação da Empresa de Publicidade GRANT, bem como da ARTEPLAN, no Rio. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ARTES PLÁSTICAS, de Roberto Pontual e Carlos Cavalcante. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos reflexivos. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, o CLUBINHO, de que é Presidente, instituição destinada ao processo de reflexão. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Taguatinga, Distrito Federal, onde tambem foi sepultado, no dia 01.09.2009, com 73 anos de idade. Deixou 8 filhos e a mulher, dentre os quais, Ysis, de 5 anos de idade.

SIMONE CRISTINA (Schmaltz de Rezende e Silva), Goiana, da Capital, l97l, escreveu, entre outros, "CADERNO DE POESIA", sem dados biográficos no livro. Filha da escritora Yêda Oscarlina Schmaltz. Menção honrosa no Concurso de Literatura Infantil da União Brasileira de Escritores de Goiás, a que também pertence. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Ativista, Pensadora, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SIMONE PÓVOA(Simone Cardoso da Silva Póvoa), de Brasília, DF, 02.02.1977, escreveu, entre outros, “SENTIMENTO ABSTRATO” (POEMAS), sem dados biográficos completos no livro, com prefácio de José Gomes Sobrinho e observações de Ana Braga. Filha de Nilce Cardoso da Silva. Fez os estudos primários no Colégio Agostiniano, de Goiânia, para onde se mudou, no mesmo ano em que nasceu em Brasília. Em 1989, com 12 anos de idade, mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde também concluiu o curso ginasial. Nos anos seguintes, fez o curso supletivo para completar o segundo grau. Em 1994, com 17 anos de idade, casou-se com o Desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins, José Liberato Costa Póvoa(este, no segundo casamento), com quem teve(até o momento-2002), duas filhas, Kathlyn(6 anos) e Victória(4 anos). Fez vestibular na Faculdade de Direito de Colinas, Tocantins, transferindo-se, posteriormente, para a Faculdade de Direito, da Universidade do Tocantins (UNITINS), em Palmas. Com o passar do tempo, tornou-se funcionária do Tribunal de Justiça do Tocantins, onde presta seus serviços. Seu livro foi lançado em Palmas, no dia 21.02.2002, no Auditório do Memorial Coluna Prestes. Neta adotiva do escritor Carmo Bernardes. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

SINOMAR FERNANDES DA SILVEIRA, de Nerópolis, Goiás, 1948, escreveu, entre outros, "POR QUE DEUS? REFLEXÕES PARA O HOMEM EM MOMENTO DE CRISE, juntamente com os médicos Sebastiana Vicentina Lima Lago e Antônio Lisboa Bogea Lago, sem dados biográficos no livro. Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico do Brasil. Pastor Protestante em Goiânia. Presidente Nacional da Igreja Evangélica LUZ PARA OS POVOS. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Orador, Educador. Conferencista, Doutrinador, Espiritualista. Administrador, Ficcionista, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Membro da Ordem dos Ministros Evangélicos do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos teológicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SINVAL SÁ(José Sinval de Sá), de Conceição, Paraíba, 1922, escreveu, entre outros, A FUGA(1960), O SANFONEIRO DO RIACHO DE BRÍGIDA-VIDA DE LUIZ GONZAGA(1966), A MENINA E O ARCO-ÍRIS(1985), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Administração. Mudou-se para Brasília em 1966. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Assessor no Senado. Técnico de Controle Externo do Tribunal de Contas da União. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

SIQUEIRA CAMPOS (ANTONIO DE), de Rio Claro, São Paulo, 1898, escreveu, entre outros, “FLANCOS DA COLUNA”, sem dados completos no livro. Militar e Político brasileiro. Comandou a COLUNA PRESTES pelo interior de Goiás, passando em várias ocasiões pelo atual Estado do Tocantins.

Em julho de 1922, como Primeiro Tenente, liderou um grupo de tenentes do Exército Brasileiro, no Rio de Janeiro, no Forte de Copacabana, contra a vitória do Presidente Artur Bernardes sobre Nilo Peçanha.

Como um dos poucos sobreviventes dos “18 DO FORTE”, CONDENADO, exilou-se na Argentina, mas terminou por juntar-se, em 1924, ao General do Exército Isidoro Dias Lopes, bem como a Miguel Costa, Luis Carlos Prestes, Juarez Távora, Paulo Kruger, Cordeiro de Faria, João Alberto de Barros e Djalma Dutra, formando a famosa “COLUNA PRESTES”.

A ele coube as missões mais difíceis da Coluna. Numa delas, no Maranhão, foi o responsável pelo afundamento do navio que conduzia tropas do Governo Federal. Em junho de 1925, o grupo marchou sobre Goiás, passando por Jataí e depois Caiapônia(Torre do Rio Bonito), onde celebrou missa campal com a presença de todos os comandantes da Coluna e mais 1500 homens armados.

Siqueira Campos, com o seu grupo, alcançou Taguatinga, no hoje Estado do Tocantins, travando com as forças legalistas, um combate no dia 29 de setembro, indo depois para Porto Nacional, onde foi recebido pelo frei dominicano José Maria Audrin, no dia 12 de outubro de 1925.

Seguiu depois para Tocantínia, Pedro Afonso, em direção a Carolina, no Maranhão, onde chegou no dia 15 de novembro de 1925, já sob o comando de Cordeiro de Faria que conseguiu arrecadar DEZ CONTOS DE REIS, dos comerciantes locais.

O grupo de João Alberto tomou a cidade de Grajaú, no Maranhão. O grupo de Djalma Dutra tomou a cidade de Benedito Leite, no Piauí. Juarez Távora é preso em Teresina.

Depois de percorrer vários Estados Brasileiros, Siqueira Campos retornou a Caiapônia, em março de 1927, de onde seguiu para o exílio, na fronteira do Paraguai, alí chegando em 24 de março de 1927, indo depois para a Argentina.

Na sua passagem por Caiapônia, há um fato interessante. Precisando de medicamentos, foi à única farmácia da cidade, cujo dono era Joaquim Pio Ramos. Encontrando a farmácia fechada, Siqueira Campos determinou o arrombamento da porta, para saqueá-la. Ao entrar na casa, viu na sua frente, todo ornamentado, o quadro dos 18 DO FORTE DE COPACABANA.

Ficou emocionado e pediu que ninguem mexesse em nada. Pegou os remédios que precisava, fez a relação deles e deixou o dinheiro correspondente, além de ter mandado recuperar a porta quebrada. Dali seguiu para o exílio na fronteira do Paraguai, com 64 companheiros.

Em 1930, com a revolução, foi convidado por Getúlio Vargas para retornar ao Brasil. Pilotando seu avião monomotor, na companhia do antigo companheiro da Coluna, João Alberto Lins de Barros, caiu sobre o Rio da Prata, falecendo perto de Montivideu, no Uruguai, em 1930.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

A ele Siqueira Campos e aos demais componentes da Coluna Prestes, prestou significativa homenagem o Governador José Wilson Siqueira Campos, ao construir no centro de Palmas, Capital do Tocantins, na Praça dos Girassóis, o MEMORIAL COLUNA PRESTES, onde se encontram os objetos pessoais de Luiz Carlos Prestes, além de toda a história da Coluna.

SIQUEIRA CAMPOS(JOSÉ WILSON SIQUEIRA CAMPOS), de Crato, Ceará, 01.08.1928, escreveu, entre outros, “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”(1978), “LIBELO CONTRA UM MAU GOVERNO E UMA ORDEM ECONÔMICA INJUSTA”(1980), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também “PROJETO PARA UM NOVO MAPA DO BRASIL”(2001).

Conforme alguns livros, teria nascido em Ouricuri, Pernambuco, mas foi registrado em Crato, no Ceará. Para Liberato Póvoa, in “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, página 89, teria nascido em Juazeiro do Norte. Filho de Pacífico Siqueira Campos e Dona Regina. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

De fato, seu primo, hoje Desembargador Hélio Siqueira Campos, Corregedor-Geral do Tribunal de Justiça de Pernambuco, é procedente de Ouricuri.

Saiu do Crato, no Ceará, com 16 anos de idade, indo para a Amazônia, onde seu pai foi Seringueiro, por algum tempo. Logo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro. Na “Cidade Maravilhosa”, por volta de 1945, foi ajudante de pedreiro e apontador de obras. Depois que conheceu a Biblioteca Nacional, tornou-se vendedor de livros, quando se tornou um leitor inveterado. Nesta ocasião, foi Estafeta do Partido Comunista, no Bairro da Glória.

Do Rio de Janeiro, onde passou alguns anos, mudou-se para Campinas, São Paulo, onde viveu durante muito tempo e onde nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos(1959), hoje Senador, quando o jovem José Wilson Siqueira Campos tinha 31 anos de idade.

Mais uma vez se tornou vendedor, inclusive de INSETICIDA para matar formigas que era o grande problema do Brasil. Comprava grande quantidade e dividia em pacotes de cinqüenta gramas.

Nos anos seguintes, com a vitória de Juscelino e a construção de Brasília, além da Rodovia Belém/Brasília, transferiu-se de Campinas e chegou José Wilson Siqueira Campos, na Vila de Colinas, município de Tupiratins, norte de Goiás, na década de 1960, quando se tornou proprietário de terras. Com um avião velho que comprou, conheceu todas as cidades da região, fazendo muitos amigos.

Antes porém, teve um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão. Logo após a Revolução de 1964, chegou a ser preso em Araguaína, quando foi defendido pelo seu amigo e Advogado José Edmar Brito Miranda. Enfrentando os Coronéis da região, foi eleito Vereador em Colinas de Goiás e Presidente da Câmara Municipal, em 1966, quando tinha 38 anos de idade. Antes de terminar o período como Vereador de Colinas, foi eleito Deputado Estadual pelo antigo Norte de Goiás.

Deputado Federal pelo Estado de Goiás a partir de 1971 e até 1988. Inspirador e Criador do Estado do Tocantins, por cuja independência chegou a fazer greve de fome no Congresso Nacional, em Brasília, durante quatro dias.

Ensaísta, Político, Pensador. Pesquisador, Memorialista, Polemista. Escritor, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural.

Condecorado com a MEDALHA DO MÉRITO SANTOS DUMONT, pelo Ministério da Aeronáutica. ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO, pelo Superior Tribunal do Trabalho. Presidente do Simpósio Nacional da Amazônia.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Membro de Diferentes Comissões na Câmara Federal, entre as quais, Comissão de Relações Exteriores, Comissão de Trabalho e Legislação Social.

Governador do Estado do Tocantins quando da criação do Estado, pela Constituição de 1988, inicialmente com Capital em Miracema e, a partir de 1990, com Capital em Palmas, cuja pedra fundamental foi lançada em 20.05.1990.

Atualmente(1998), após ter sido Governador, foi reeleito para um período de mais quatro anos. Com mais de setenta anos de idade, é exemplo de tenicidade, coragem e força de vontade.

É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 01, cujo Patrono é Joaquim Teotônio Segurado. Tomou posse na Cadeira 01, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

José Wilson Siqueira Campos nasceu em Crato, Ceará, no dia 01.08.1928. Filho de Pacífico Siqueira Campos(Ouricuri-Pe) e Regina Siqueira Campos. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

Após os estudos primários na terra do Padre Cícero Romão Batista(Crato-Ce, 1844), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com os pais para a Amazônia, onde foi seringueiro. Durante algum tempo, residiu no Rio de Janeiro, tendo sido camelô.

Mudou-se, posteriormente, para Campinas, São Paulo, onde viveu por muitos anos, tendo sido também vendedor ambulante. Casou-se com Dona Aureny Siqueira Campos. Nesta cidade(Campinas), em 1959, nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos, hoje(2004) SENADOR DA REPÚBLICA.

Pai também de Regina Siqueira Campos(médica), Stela Siqueira Campos(psicóloga), Thelma Siqueira Campos(odontóloga), Júnior(empresário) e Ulemá Siqueira Campos(funcionária federal e Advogada), além de outros filhos menores, de seu casamento com a Promotora de Justiça Dra. Marilúcia Uchoa.

No início da década de 1960, chegou na Vila de Colinas de Goiás, pertencente ao município de Tupiratins, norte goiano. Montou uma serraria e um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão.

Como Colinas de Goiás se tornou município, foi eleito vereador e o mais votado, no dia 03.10.1965, quando tinha 37 anos de idade. Eleito Presidente da Câmara Municipal, em 01.02.1966, ao tomar posse, prometeu lutar pela criação do Estado do Tocantins. Antes de terminar o período como vereador, foi eleito Deputado Estadual Goiano. Chegou à conclusão, porém, de que através da Assembléia Legislativa de Goiás era impossível a criação do Estado do Tocantins.

No dia 03.10.1970, com 42 anos de idade, foi eleito Deputado Federal pelo Norte de Goiás, passando a residir também em Brasília, a partir de 01.02.1971, quando tomou posse. Permaneceu como Deputado Federal por cinco mandatos sucessivos, até tornar-se Governador do Tocantins.

Em 29.11.1975, tornou-se Presidente da Comissão da Amazônia, a partir do que propôs a sua Redivisão Territorial, com a criação de 12(doze) novas unidades, inclusive o Estado do Tocantins.

Em 1977, numa Comitiva Parlamentar, visitou a Inglaterra e outros países do Reino Unido.

No dia 27.06.1978, apresentou à Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 187/78, que criava o Estado do Tocantins, vetado em duas ocasiões diferentes pelo Presidente da República José Sarney.

Em 1980, como Parlamentar Brasileiro, visitou Hong Kong e Japão e fez Conferência na Universidade Católica de Taipei(Taiwan), a convite de entidades internacionais.

No ano de 1982, representou o Brasil na Reunião Mundial da UPI, em Lagos, Nigéria, África. Em 1983, proferiu conferência sobre a Geopolítica Brasileira e a criação do Estado do Tocantins, para as guarnições militares nas fronteiras do Brasil com a Bolívia, Peru, Colômbia, Guiana e Venezuela.

No dia 13.12.1985, no Congresso Nacional, iniciou GREVE DE FOME pela criação do Estado do Tocantins. Tal greve só foi interrompida noventa e oito(98) horas depois, com a promessa do PDS e do Presidente da República de instalação da Comissão de Revisão Territorial, via Ministério do Interior.

Em 1986, foi eleito para a Assembléia Nacional Constituinte, com expressiva vitória. Em 03.04.1987, foi, dentre os Constituintes Goianos, o único relator escolhido para a Subcomissão dos Estados, na Assembléia Nacional.

No dia 29.06.1988, redigiu e entregou ao Presidente Ulisses Guimarães, a fusão de emendas que criava o Estado do Tocantins, o que foi votado e aprovado pela Assembléia Nacional Constituinte.

Em 23.09.1988, o PRODASEN(Centro de Informações e Processamento de Dados do Senado Federal) informou que somente o Deputado Siqueira Campos, mais o Presidente da Constituinte e o 1º Secretário, compareceram a todas as 911 votações da Assembléia Nacional Constituinte.

No dia 05.10.1988, participou da Sessão Solene de Promulgação da Nova Constituição do Brasil que já trazia o novo Estado do Tocantins.

Em 15.11.1988, após disputar a eleição com o candidato do PT, o baiano de Uibaí, Advogado da Comissão Pastoral de Terra(CPT) Osvaldo Alencar Rocha, então residente em Araguaina(tio do hoje Promotor de Justiça do Tocantins CÉLIO ROCHA), foi, José Wilson Siqueira Campos eleito o PRIMEIRO GOVERNADOR do Estado do Tocantins.

A bem da verdade histórica, Siqueira Campos concorreu não apenas com Osvaldo Alencar, mas também com outros candidatos, entre os quais, José dos Santos Freire, que tinha como candidato a Vice-Governador, José Edmar Brito Miranda, conforme observação que me fez Luciano Ayres, Presidente da OAB, Tocantins, quando do lançamento do meu livro “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”.

No dia 01.01.1989, assumiu o Governo do Tocantins, tendo como Capital provisória, a cidade de Miracema do Norte. Em 20.05.1989, lançou a pedra fundamental da nova Capital, com o nome de PALMAS.

No dia 01.02.1990, transferiu a Capital da cidade de Miracema do Tocantins para Palmas. Em 15.03.1991, entregou o cargo ao seu sucessor o médico Moisés Nogueira Avelino que havia derrotado, nas urnas, o então Senador Moisés Abrão Neto, candidato do governo.

Em 03.10.1994, foi eleito, no primeiro turno, pela segunda vez, Governador do Estado do Tocantins. No dia 01.01.1995, tomou posse como Governador para um período de quatro anos.

No dia 03.04.1998, faltando seis meses para as novas eleições, renunciou ao cargo de Governador, ficando em seu lugar o Vice-Governador Raimundo Nonato Pires dos Santos, o “Raimundo Boi”, esposo da Vereadora Warner Pires.

Em 04.10.1998, foi eleito mais uma vez, pela terceira vez, Governador do Estado, no primeiro turno, tomando posse no dia 01.01.1999, para um mandato de quatro anos, a encerrar-se no dia 31.12.2002.

Encerrado o período de Governo, deu posse ao novo Governador, por ele apoiado, GOVERNADOR MARCELO MIRANDA, no dia 01.01.2003, até então Deputado Estadual e Presidente da Assembléia, filho do político José Edmar Brito Miranda que fora, na década de 1960, Advogado de Siqueira Campos.

Saiu do governo após cumprir todas as suas promessas, MENOS UMA, feita no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, e registrada em Ata, quando prometeu uma SEDE PRÓPRIA para a ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, o que não existe até hoje(2004), eis que a Academia se encontra abrigada numa sala nos fundos da Biblioteca Pública Municipal Jaime Câmara, no Espaço Cultural de Palmas, graças à gentileza do antigo Prefeito de Palmas, Manoel Odir Rocha que hoje(08.04.2005), tornou-se membro da dita Academia, na Cadeira 29, outrora pertecente a José Gomes Sobrinho, sendo Patrono, o Coronel Lysias Augusto Rodrigues.

Sobre o assunto, relembre-se a ata de instalação da Academia, onde consta: “A seguir o Cerimonial anunciou a assinatura, pelo Exmº. Sr. Governador do Estado - José Wilson Siqueira Campos, de várias medidas que beneficiam o mundo cultural do Tocantins : 1) oficializando o « Hino do Estado do Tocantins » ; 2) considerando a Academia de Letras do Tocantins, Entidade de Utilidade Pública ; 3) DANDO UMA ÁREA NA ZONA URBANA DE PALMAS, DESTINADA À CONSTRUÇÃO DA SEDE DA ACADEMIA E, 4) concedendo subvenção anual à Academia. - Tais atos foram sancionados sob acalorada salva de palmas”.

Já com 76 anos de idade, completados no dia 01 de agosto de 2004, continua em plena efervescência política e intelectual, fazendo conferência e produzindo artigos, entre os quais, “SOBRE KEYNES E OS PROCESSOS ESTATIZANTES”, Jornal do Tocantins, Palmas, 12.06.2004.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

VEJA TAMBÉM JOSÉ WILSON SIQUEIRA CAMPOS.

SIRON FRANCO (GESSIRON ALVES FRANCO), de Goiás Velho, 25.07.1947, produziu, entre outros, “MONUMENTO AO JACARÉ”. Trata-se de uma construção feita de pedras, no formato de um jacaré, na Praça Principal do Espaço Cultural de Palmas, Capital do Tocantins. Filho caçula, dentre dez, de Constâncio Altino Franco e Semíramis França Franco. Quando tinha 3 anos de idade, em 1950, mudou-se para Goiânia, passando a residir no Bairro Popular. Com 13 anos de idade, passou a estudar no ateliê de DJ OLIVEIRA, na Escola Goiana de Belas Artes, onde teve como orientadores Cléber Gouveia e Frei Nazareno Confaloni. Sua primeira exposição individual foi feita em 1967, de desenhos, em Goiânia, no Hotel Bandeirante. Mudou-se para São Paulo, em 1970, onde realizou algumas exposições. Retornou a Goiânia, em 1971, de onde passou a viajar por várias partes do mundo fazendo exposições individuais e coletivas. Em 1974, foi eleito o melhor pintor do ano. Em 1980, a sua exposição individual de pintura, no Museu de Arte de São Paulo(MASP), foi eleita a melhor exposição do ano. Tornou-se famoso no Brasil e exterior. Em 1995, a professora Dawn Ades, da Universidade de Essex, Colchester, Inglaterra, organizou uma publicação, focalizando a vida e a obra de Siron, com apresentação de Ferreira Goulart. Sobre ele, dezenas de outras publicações tem sido feitas e seus quadros estão nas mais diferentes galerias do mundo. Entre suas grandes produções destaca-se o “MONUMENTO ÀS NAÇÕES INDÍGENAS EM GOIÂNIA”, executado em 1992. É focalizado no “DICIONÁRIO DAS ARTES PLÁSTICAS EM GOIÁS”, de Amaury Menezes. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

S. L. WATSON(Stephen Lawton Watson), dos Estados Unidos, 1880, escreveu, entre outros, HARMONIA DOS EVANGELHOS, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1914, com 34 anos de idade, veio para o Brasil, nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, dos Estados Unidos. Tornou-se Professor de Hebraico, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Entre 1920 e 1934, foi Diretor Geral da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade, da Convenção Batista Brasileira. Nos anos seguintes, foi Diretor do Colégio Batista e também do Seminário Teológico, onde já era Professor, desde sua chegada ao Brasil em 1914. Em 1938, quando já tinha 58 anos, foi convocado para ser Diretor do Colégio Batista de Belo Horizonte, em Minas Gerais, que estava passando por uma crise administrativa. Em 1941, com 61 anos, foi designado pela Convenção Batista Brasileira para assumir a direção do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, que estava em crise em virtude da chamada segunda fase do radicalismo batista brasileiro. Em 1942, retornou ao sul do Brasil e estabeleceu residência na cidade de Petrópolis, no Rio de Janeiro. Foi encarregado, pela Imprensa Bíblica Brasileira, de fazer uma nova revisão da versão da Bíblia que tinha sido traduzida por Antonio Ferreira de Almeida. Durante muito tempo, foi Diretor da Junta Patrimonial, além de ter sido Pastor de diversas igrejas batistas no Rio de Janeiro. Foi o fundador e primeiro secretário executivo da Junta de Beneficência. Faleceu em 1966, com 86 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por mais de 36 anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SMITH(HERBERT HUNTINGTON SMITH), de Manlius, Nova York, 21.01.1851, escreveu, entre outros, “BRAZIL- THE AMAZONS AND THE COAST”(1879), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Como era surdo, foi apanhado por um trem que quase o matou. Acompanhado de Charles Frederick Hartt, veio para o Brasil em 1873 e ficou até 1886, tendo realizado cinco expedições científicas. Esteve no Mato Grosso e escreveu o livro DO RIO DE JANEIRO A CUIABÁ, traduzido por Capistrano de Abreu. Visitou também o México e as Índias Ocidentais. Faleceu em Tuscaloosa, Alabama, em 22.03.1919. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SOARES FEITOSA(FRANCISCO JOSÉ SOARES FEITOSA), de Ipu, Ceará, 19.01.1944, escreveu, entre outros, “RÉQUIEM EM SOL DA TARDE”(POESIA-1996), “PSI, A PENÚLTIMA”(POESIA-1997). Órfão de pai, no mesmo dia em que nasceu, mudou-se com sua mãe Anísia, viúva e parteira, para Monsenhor Tabosa, interior cearense, onde iniciou os estudos primários. Com 13 anos de idade, esteve no Seminário de Sobral. Logo depois, foi morar com o Padre Leitão, seu tio, em Nova Russas. Residiu na Fazenda Catuana, às margens do Rio Macacos. Foi caixeiro-viajante no Piauí. Jornalista em Fortaleza. Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco do Brasil. Com 20 anos de idade, já era Fiscal do Consumo. Com 22 anos, casou-se com Glaucineide, com quem teve vários filhos. Viveu no Recife, onde, de Fiscal do Imposto de Renda, transformou-se também em poeta, em 1993. Residiu também em Salvador. Em 1996, fundou, via INTERNET, o JORNAL DE POESIA(secrel.com.br/jpoesia), onde abriga o maior número de poetas do Brasil e alguns do exterior. Aposentado da atividade de Auditor de Tributos Federais, retornou para Fortaleza, Ceará, em 2001, onde também é Consultor Fiscais. É também editor do JORNAL DE TRIBUTOS e do JORNAL DE FILOSOFIA. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, revista por Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via internet, no site USINA DE LETRAS.

SOCORRO ROCHA CAVALCANTI BARROS(MARIA DO PERPÉTUO SOCORRO ROCHA CAVALCANTI BARROS), de Jerumenha, Piauí, 1945, escreveu, entre outros, OS CAVALCANTES DO CORRENTE(2003), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharelou-se em Química, pela Universidade Federal do Ceará. Foi Professora, por mais de 20(vinte), da Universidade Federal do Piauí. Casou-se, em 1970, quando tinha 25 anos de idade, com Jesualdo Cavalcanti Barros, com quem teve os filhos Jesualdo Filho, Juliana e Marina. Fez Pós-Graduação em Química de Produtos Naturais na Universidade Federal do Ceará, bem como Educação e Síntese Orgânica, na Universidade de Brasília. Membro do Conselho Estadual de Educação do Piauí. Seu esposo Jesualdo Cavalcanti Barros, além de ter sido Vereador em Teresina, em 1962, foi também Deputado Estadual, Deputado Federal, aposentando-se como Conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí, para onde foi em 1994. Quanto a Maria do Perpétuo Socorro Rocha Cavalcanti Barros foi também Reitora da Universidade Estadual do Piauí. Apesar de sua importância, não é citada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo. Não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÓCRATES OLIVEIRA DE SOUZA, Carioca, do Rio de Janeiro, 25.04.1954, escreveu, entre outros, MARKETING NA LIDERANÇA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Filho do Pastor Pedro Evangelista de Souza e Adelaide Oliveira de Souza. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Na década de 1960, seu pai, pastor Pedro Evangelista de Souza entrou para o quadro de missionários de Missões Nacionais. Foi para Barra do Rio Grande, Bahia, às margens do rio Grande e São Francisco, em janeiro de 1961. Com o falecimento da esposa Adelaide, por volta de 1963, ainda em Barra, seu pai casou-se de novo, com uma missionária da JMN – Ruthe Isabel Viera de Souza.
Quando seu pai-Pastor Pedro- foi secretário executivo da então Convenção Batista Sertaneja, chegou a pastorear sete igrejas ao mesmo tempo. Sobre o pai disse o Pastor Sócrates: “Ele passava em casa para lavar e mudar de roupa e continuar as viagens, muitas delas sobre lombo de burro ou sobre cargas de caminhões. Ele ia às igrejas para celebrar a ceia, batizar e para dirigir sessões.
No período de Campanha Nacional de Evangelização, em 1965, ele foi nomeado o secretário da Campanha para aquela região do sertão da Bahia. Chegávamos a viajar 110 km, de um dia para o outro. Viajávamos durante todo o dia para chegarmos no dia seguinte para trabalhar, no lombo do burro. Nos meus períodos de férias, sempre viajava com eles.
Quando fomos morar em Xique-Xique, a Junta tinha uma barquinha que tinha o nome de registro na capitania de Haydée Suman Gomes, mas ela tinha gravado na proa: JMN e era conhecida como Juminá, devido à forma como falavam o alfabeto – ji mê nê.
Eu subia o rio com um evangelista que trabalhava com a barca, chamado José Lourenço Alcântara, de Xique-Xique até Pirapora, pregando o evangelho para a população ribeirinha. Fiz isso umas três vezes. Neste trabalho da lancha, juntávamos garrafas, colocávamos folhetos, tapávamos e jogávamos rio abaixo. Conhecemos pessoas que haviam pegado as garrafas e nos disseram: “Ah, vocês são aqueles que jogam as garrafas com pedaços da Bíblia”.
Havia um folheto, escrito pelo pastor David Gomes que era comum e fácil de colocar na garrafa e tirar, porque era compridinho – Pode um cego guiar outro cego? Era um folheto que eu distribuía muito. Ainda consigo visualizá-lo, com as letras verdes.
Tinha cerca de 12 ou 13 anos quando realizei estas viagens. Eu pregava, tínhamos um alto-falante a pilha, que colocávamos ao lado, e me lembro que eu tinha uma calça curta branca, e ficava pregando. Só pregava num texto: 1João 1.8-10 – “se dissermos que não temos pecados...”. Meu sermão devia dar uns 10 minutos no máximo, mas eu o pregava sempre.
Aos 16 anos, em 1971, voltei para o Rio e não retornei mais para o campo missionário”(Entervista à Revista PATRIA PARA CRISTO).
Com seu pai, viveu nas cidades baianas de Barra, Ipupiara, Irecê, Xique-Xique, Bom Jesus da Lapa, etc.
Já no Rio de Janeiro, em 1977, com 23 anos de idade, graduou-se em Engenharia Química, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ). Em 1980, graduou-se em Administração, na Fundação Getulio Vargas, do Rio de Janeiro. Em 1986, com 32 anos, Bacharelou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte(STBN). Em 1988, fez Pós-Graduação em Propaganda e Marketing. Em 1995, com 41 anos, concluiu o Mestrado em Administração, na London Business School. Pastor Sócrates Oliveira de Souza, é hoje(2007), diretor executivo da Convenção Batista Brasileira desde 2002.
Apesar de sua importância, não é estudado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira.
Não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SOFIA MARANHÃO VASCONCELOS, de Carolina, Maranhão, 11.07.1916, escreveu, entre outros, “LEMBRANÇAS” (MEMÓRIAS DO PASSADO), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Nelson Maranhão e Hermínia Aquino Maranhão. Irmã de Alfredo Maranhão e sobrinha de Catão Maranhão, Othon Maranhão, além de outros. Fez o curso primário na Escola Rio Branco, da Professora Crizantina Monturil. Estudou também no “Externato Benedito Leite”, de Catão Maranhão. Em 1930, matriculou-se no Instituto Renascença, do Professor Queiroz. Neste mesmo ano, nele lecionou, entre outros, o professor baiano Fabrício César Freire. No dia 08.06.1935, casou-se com Afonso Vasconcelos. Já casada, mudou-se para Piabanha(Tocantínia), ainda em 1935. No ano seguinte, transferiu-se para Bela Vista(Miracema). Em 1939, foi contratada como professora primária de Miracema, onde permaneceu até 1962, quando se deslocou para Goiânia, em virtude da educação dos filhos. Encaminhados os filhos, retornou para Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, onde em 1996, com 79 anos de idade, publicou o seu livro de memórias. Atualmente(2000), continua morando em Miracema do Tocantins, antiga Capital do Estado, ao lado de cinco filhos, muitos netos e bisnetos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SOFIA VIVO(Maria Sofia Vivo Chaneton), de Montevidéu, Uruguai, 22.05.1956, escreveu, entre outros, BEHENES(1991), PROFECIA AL VIENTO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Belas Artes. Mudou-se para Brasília em 1988. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Artista Plástica, Bailarina. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SOLANGE MARIA FRANCO, Goiana, de Varjão, l962, escreveu, entre outros, "PORTO NACIONAL EM FOTO & VERSO"(l987), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Durante muitos anos trabalhou como repórter da Televisão Anhanguera, em Goiânia, na Organização Jaime Câmara. Jornalista, Escritora, Repórter. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional de Repórteres, da Associação Goiana de Jornalistas, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás. Ventilada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de reprodução fotográfica. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SOLANGE RASSI, Goiana, da Capital, l95l, escreveu, entre outros, "O ESTADO E A GESTÃO URBANA-O CASO DE GOIÂNIA" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora da Universidade Católica de Goiás. Docente do Departamento de Ciências Sociais, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Ativista, Produtora Cultural, Intelectual. Pensadora, Literata, Cronista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista. Oradora, Poetisa. Especialista em Políticas Públicas, Planejamento Urbano, Violência Urbana, Metodologia de Pesquisa e Orientação de Monografias. Membro da Associação dos Docentes da UCG, bem como de outras instituições sociais, culturais e de classe, nacionais e internacionais, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Referenciada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SOLIMAR MOISÉS DE SOUSA, Goiano, da Capital, 1954, escreveu, entre outros, “MANUAL DA FILOSOFIA DE BOTECO”(O HUMOR MAIS POLITICAMENTE INCORRETO DO ANO), sem dados biográficos no livro. Médico Oftalmologista. Formado em Medicina, pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Filósofo, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Intelectual, Orador. Curso de Especialização em Oftalmologia em São Paulo. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos humorísticos. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, do Centro Brasileiro de Cirurgia de Olhos, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA BORGES VIEIRA DA MOTA, Goiana, da Capital, l944, escreveu, entre outros, "CONHECIMENTO, VIDA E EDUCAÇÃO-SABER POPULAR E EDUCAÇÃO DO POVO"(Tese de Mestrado), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação e do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, onde também, fez Curso de Mestrado em Educação. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Especialista em Psicologia, Psicanálise, Linguística, Alfabetização, Docência Graduada, Pós-Graduada e Alfabetização. Docente do Departamento de Fundamentos e Prática de Ensino, da Faculdade de Educação. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA CURY LIÑARES, Goiana, da Capital, 26.11.1942, escreveu, entre outros, “ESTRELAS NA PALMA DA MÃO”(CRÔNICAS-1998), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha do médico homeopata Tuffy Cury, pioneiro goianiense que costumava pegar vaga-lumes e colocá-los em vidros para mostrar aos filhos e de Dinorah de Faria Cury. Após os estudos iniciais no Colégio Santo Agostinho, estudou também no Externato São José, no Instituto de Educação e no Liceu de Goiânia. Formou-se em Artes Visuais, pela Escola de Artes da Universidade Federal de Goiás. Ela, Artista Plástica em Goiânia, onde reside e desenvolve suas atividades profissionais e literárias, entre as quais de Cronista do DIÁRIO DA MANHÃ. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Goiana de Artistas Plásticos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA ELIZABETH NASCIMENTO COSTA, de Rio Verde, Goiás, 15.07.l959, escreveu, entre outros, "RENASCER" (POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro. Publicou também “OS SINOS BADALAM TODOS OS DIAS”. Filha de Vitalino Elias Costa e Maria Nascimento Costa. Uma das fundadoras do Novo Movimento de Escritores de Rio Verde. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Advogada, Produtora Cultural, Articulista. Pensadora, Ativista, Memorialista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia RIO-VERDENSE de Letras e Artes. Presente na REVISTA DA UBE GO-l989, na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARIA COSTA PIEROBOM, Goiana, da Capital, 1960, escreveu entre outros, “DESEMPENHO DA ECONOMIA GOIANA NO PERÍODO DE 1980-1990”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Professora, Economista, Escritora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Memorialista, Intelectual, Ensaísta. Membro do Conselho Regional de Economia, além de outras instituições nacionais, sociais, culturais e de classe. Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARIA D"ALBUQUERQUE, de Uberlândia, Minas Gerais, l938, escreveu, entre outros, "A TRANSFERÊNCIA COMO ELEMENTO FACILITADOR DA APRENDIZAGEM DO NADO BORBOLETA"(Tese de Mestrado), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação Física, da Universidade Federal de Goiás. Educadora, Escritora, Ensaísta. Pesquisadora, Oradora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Conferencista, Ficcionista. Registada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARIA FERREIRA, de Orizona(Campo Formoso), Goiás, 04.08.l942, autora de vários textos, entre os quais, “BUCÓLICA” (POEMAS-1992), "JANELAS DE CAMPO FORMOSO"(POEMAS-1991), este, com prefácio de Gilberto Mendonça Teles, posfácio de José Mendonça Teles e notas de orelha de José Fernandes, sem dados biográficos nos livros. Publicou também “LICORES E OUTROS QUINTAIS”. Filha de Joaquim Luiz Ferreira e Leolina Gonzaga Ferreira. Curso primário, ginasial e normal em Campo Formoso. Formou-se em Letras Neolatinas e Orientação Educacional, pela Universidade Católica de Goiás. Na Pontifícia Universidade Católica(PUC), do Rio de Janeiro, fez Mestrado em Educação. Entre 1976 e 1978, foi Consultora do MEC/BIRD. Professora do CEUB, Distrito Federal. Presidente do CENTRO DE CULTURA DA REGIÃO CENTRO-OESTE (CECULCO). Mestre em Educação pela Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC). Professora, Orientadora Educacional. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia de Letras e Artes de Caldas Novas, da Academia de Letras de Trindade, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras, Ciências e Artes de Campo Formoso, Clube dos Pioneiros de Orizona, Associação de Pós-Graduação da PUC, Rio de Janeiro e Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Focalizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARIA GONÇALVES DO NASCIMENTO, de Jataí, Goiás, 1961, escreveu, entre outros, “DE CORPO E ALMA” (POEMAS), com prefácio de Maria Eloá de Souza Lima. Bacharel em Ciências Jurídicas, pela Faculdade de Direito de Jataí. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Produtora Cultural, Ativista. Pensadora, Intelectual, Educadora. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Administradora, Ficcionista, Advogada. Estudou também em Brasília, Distrito Federal. Formada em Secretariado e Magistério. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, dentre outros, no livro ASSIM É JATAÍ, do escritor médico Hugo Ayaviri Amurrio. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Sindicato dos Professores e União Brasileira e Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARIA SANTOS, de Anápolis, Goiás, 12.07.l945, escreveu, entre outros, "A TEIA DOS DIAS"(POESIA-1985), “CASA DO TEMPO”(POESIA-1995), sem dados biográficos nos livros. Filha de Perciliano de Barros e Ana Rosa Pereira. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também no grupo Escolar Damiana da Cunha. Formou-se em Contabilidade, na Escola Técnica de Comércio de Campinas, em Goiânia. Licenciada pela Universidade Católica de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Estudada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na REVISTA DA UBE GO-l989 e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SÔNIA MARISE TEIXEIRA SILVA SOUZA CAMPOS, de Goiânia, Goiás, 15.05.1945, escreveu, entre outros, GUARDADOS(2005), com apresentação de Miguel Jorge e prefácio de Darcy França Denófrio, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Goiás(UFG), onde também fez especialização em Direito Civil e Processo Civil. Formada em Letras Modernas(Português e Francês), pela Universidade Católica de Goiás(UCG). Foi Conselheira da OAB goiana. Trabalhou na CELG(Centrais Elétricas de Goiás), como Assessora Jurídica-Sênior. Vinculada ao CEVAM(Centro de Valorização da Mulher). Participante de diferentes antologias de poesia e prosa. Casou-se com Lázaro Ferraz Campos(Diretor do Cerimonial e Relações Públicas do Governo do Tocantins), com quem tem os filhos Paula Beatriz e Leandro. Quanto a Sônia Marise, seu livro GUARDADOS foi lançado em Palmas, Tocantins, na Sede da Organização Jaime Câmara, no dia 08.03.2006. Apesar de sua importância, não é referida no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2000), de José Mendonça Teles, não é mencionada no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX(1997), de Assis Brasil, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é estudada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho, não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SÔNIA RODRIGUES, Carioca, do Rio de Janeiro, 1955, escreveu, entre outros, “AMOR EM SEGREDO-As Histórias Infiéis que Aprendi com meu Pai, Nelson Rodrigues”, Agir, 2005, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha bastarda de Nelson Rodrigues. Somente 14 anos após a morte de Nelson, Sônia e seus dois irmãos, pelo exame de DNA, provaram ser filhos de Nelson Rodrigues. Sônia nasceu quando Nelson Rodrigues tinha 44 anos de idade. Sua mãe, Yolanda, era secretária de um radialista da Rádio Mayrink Veiga, em 1952 e tinha 20 anos de idade, morando no Irajá, quando começou a se encontrar com Nelson Rodrigues(que tinha 40), num apartamento da Praça São Salvador, nas Laranjeiras, conforme Mário de Moraes, repetindo Ruy Castro, biógrafo de Nelson Rodrigues, no livro O ANJO PORNOGRÁFICO-A VIDA DE NELSON RODRIGUES. Consoante Mario de Moraes, Nelson Rodrigues teria vivido com Elza, com quem teve dois filhos. Com Lúcia, com quem teve uma filha cega. Com Helena, com quem ficou apenas um ano. O romance com Yolanda(com quem não viveu junto e totalmente escondido), durou de 1952 até 1957, o suficiente para que Yolanda e Nelson tivessem Maria Lúcia(1953), Sonia(1955) e Paulo César(1957). Retornando a Sônia Rodrigues, após os estudos primários e secundários, tornou-se Doutora em Literatura pela PUC(PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA), do Rio de Janeiro. Escritora, Jornalista, Roteirista. Publicou também ATENTADO e MEU AMIGO TROVÃO. Autora da peça A PRINCESA E A FLORESTA ENCANTADA. Participante de muitas coletâneas, entre as quais, ELES SÃO SETE-LUXÚRIA, INVEJA, GULA, ORGULHO, IRA, PREGUIÇA e AVAREZA. Sobre Sônia Rodrigues, escreveu excelente matéria o jornalista Mario de Moraes, com o título “UM OUTRO NELSON RODRIGUES” para o jornal O POPULAR, Goiânia, 29.12.2005. Sônia não é mencionada no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Hilda Agnes, nem no livro “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”, de Heloísa Buarque de Holanda e nem no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher, bem como não é referida no DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. Apesar de sua importância, não é referida na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SOUSA BANDEIRA(João Carneiro de Sousa Bandeira), de Recife, Pernambuco, 16.12.1865, escreveu, entre outros, ESTUDOS E ENSAIOS(1904), PEREGRINAÇÕES(Viagens-1910), PAGINAS LITERARIAS(1917), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antonio Herculano de Sousa Bandeira e de Maria Candida de Sousa Bandeira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1884, com 19 anos de idade, obteve o título de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Recife. Formado em Direito, mudou-se para o Rio de Janeiro, em 1886, dedicando-se logo à carreira de advogado. Em 1891, com 26 anos, por concurso público, fez-se professor da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, indo reger a cadeira de Direito Administrativo. Passou a freqüentar a redação da REVISTA BRASILEIRA, onde se aproximou das figuras mais ilustres da literatura, entre as quais, Joaquim Nabuco, Machado de Assis, Mário de Alencar, José Veríssimo, Taunay. Viajou pela Europa, permanecendo na Itália, na França, na Alemanha e na Suíça. Dessas viagens pelas velhas cidades da arte e do pensamento ficaram as páginas do livro PEREGRINAÇÕES. Em algumas dessas viagens representou oficialmente o Brasil, como no Congresso do Tráfico de Brancas em Paris, em 1910. Juntou assim às suas duas atividades habituais a de advogado e a de professor, também a atividade de diplomata. Em 1912, ao se reunir no Rio de Janeiro a Conferência dos Juristas Americanos, foi designado secretário geral do encontro. Exerceu também o cargo de Procurador dos Feitos da Fazenda Municipal. Advogado, professor, ensaísta e diplomata. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 01.08.1917, com 52 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 13, eleito em 27.05.1905, na sucessão de Martins Júnior e recebido pelo Acadêmico Graça Aranha em 10.08.1905. Recebeu o Acadêmico Félix Pacheco. Sua Cadeira 13, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Francisco Otaviano, Fundador Visconde de Taunay, sendo também ocupada por Francisco de Castro, Martins Junior, Sousa Bandeira, Helio Lobo, Augusto Meyer, Francisco de Assis Barbosa e Sergio Paulo Rouanet. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, mas é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SOUZA BISPO(CÂNDIDO PEREIRA), de Grajaú, Maranhão, 03.10.1896, escreveu, entre outros, “CAMPESINAS” (REGRAS PARA O SERTANEJO), sem dados biográficos. Após os estudos primários em São Benedito, no Baixão, Grajaú, mudou-se para Barra do Corda, onde estudou na Escola Pública Municipal, no Externato Maranhense e no Ateneu Sertanejo, de Euclides Maranhão. Nesta cidade, editou os jornais “A ARTE” e “O ÓCULO”, além de “OS SIMPLES”, entre 1914 e 1918. Professor primário em São Vicente de Férrer. Em 1917, passou a percorrer o Rio Tocantins, estabelecendo-se em São João da Boa Vista(Tocantinópolis), Goiás, hoje Tocantins. Nos anos seguintes, fundou um Colégio em Marabá, bem como o grêmio literário “ESPERANÇA” e o jornal “FISCAL”. Em Belém do Pará, editou o jornal “A EVOLUÇÃO”. Em 1920, retornou a Grajaú e dirigiu o jornal “ECO DO SERTÃO”. Na Capital do Maranhão, dirigiu o jornal “DIÁRIO DE SÃO LUIS”, bem como a revista “O SERTÃO”. Em 1922, dirigiu-se para o Rio de Janeiro, onde fundou a revista “TUPI”. No dia 29.11.1922, saiu a pé do Rio de Janeiro, com destino ao Maranhão, passando por Jalapão, no hoje Estado do Tocantins. Elaborou uma carta geográfica da região, intitulada “MASSIÇO OROGRÁPHICO BRASILEIRO”, sob a direção de Carlota Carvalho. Escreveu também o livro “ISAAC MARTINS E A REPÚBLICA NO MARANHÃO”. Mencionado em diferentes livros, entre os quais, “O SERTÃO”, de Carlota Carvalho, publicado no Rio de Janeiro, em 1924. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SOUSA CALDAS(Antônio Pereira de Sousa Caldas), Carioca, do Rio de Janeiro, RJ, em 24.11.1762, escreveu, entre outros, CARTAS DE ABDIR A IRZERUMO(1810), OBRAS POETICAS(Postuma-1820), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Luís Pereira de Sousa e de Ana Maria de Sousa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com oito(8) anos de idade, em 1770, foi mandado a Lisboa, aos cuidados de um tio. Passou a estudar nas escolas locais. Em 1778, com 16 anos, matriculou-se no curso de matemática, concluído quatro anos depois. Em 1781, com 19 anos, foi preso pelo Santo Ofício, da Igreja Católica, por causa de suas "idéias francesas", e penitenciado no auto-de-fé que se celebrou em 26.08.1781, sendo condenado por ser "herege, naturalista, deísta e blasfemo". Foi transferido para o convento de Rilhafoles, a fim de ser ali "catequizado" por seis meses. Foi para Coimbra e se matriculou no curso de Leis(Direito), formando-se em 1789, com 27 anos de idade. Já "regenerado", despertou nele a vocação para a vida eclesiástica. Em 1784, com 22 anos, compõe a "ODE AO HOMEM SELVAGEM", inspirado em Rousseau. Antes de se formar, fez uma viagem à França, indo recomendado em Paris ao Embaixador de Portugal, o Marquês de Pombal. Depois da formatura em Direito, em 1789, viajou novamente, indo pelo Mediterrâneo até Gênova, recebendo ordens sacras em Roma no ano de 1790, quando tinha 28 anos de idade. Ainda em 1790, escreveu a pequena ode "A CRIAÇÃO", ao entrar no estreito de Gênova. Em 1801, com 39 anos de idade, foi ao Rio de Janeiro para visitar a mãe e para aí se transferiu definitivamente em 1808. De 1810 a 1812 compôs as CARTAS, de que restam apenas umas cinco, quando seriam pelo menos meia centena. Versam sobre a liberdade de opinião, mostrando que a fé religiosa, sincera e forte, coexistia nele com a extrema liberdade intelectual. Desinteressado e modesto, sofrendo a vida toda por sua constituição frágil, faleceu aos 52 anos, sendo enterrado no convento de Santo Antonio, no Rio de Janeiro. Sacerdote, poeta e orador sacro. Faleceu no Rio de Janeiro, em 02.03.1814, com 52 anos de idade. É o patrono da Cadeira 34, por escolha do fundador Pereira da Silva. Sua Cadeira 34, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Sousa Caldas, Fundador Pereira da Silva, sendo também ocupada por Barão do Rio Branco, Lauro Muller, Dom Aquino Correa, Raimundo Magalhães Junior, Carlos Castelo Branco e João Ubaldo Ribeiro. Bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SOUSA NETO(Joaquim de Sousa Neto), de Piracuruca, Piauí, 1916, escreveu, entre outros, O PRECEPTOR DE PARNAIBA(1940), A PALAVRA E A NOVACAP(1964), LINHAS PARALELAS(1970), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Tornou-se Promotor Público no Piauí, antes de mudar-se para o Rio. Foi Juiz de Direito no Rio de Janeiro em 1947. Mudou-se para Brasília. Desembargador em Brasília em 1960. Foi Presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Magistrado, Advogado, Ensaísta. Romancista, Biógrafo. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia Brasiliense de Letras, de que foi um dos fundadores. Eleito, não tomou posse na Academia Piauiense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

SOUZA LIMA(ver Manoel de Souza).

SPERIDIÃO FAISSOL, Carioca, do Rio de Janeiro, l909, escreveu, entre outros, "O MATO GROSSO DE GOYAZ", sem dados biográficos no livro. Viajou pelo interior de Goiás durante muitos anos, estudando usos e costumes do povo goiano. Geógrafo, Estatístico, Memorialista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Nacional de Geografia, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE), além de outras instituições nacionais, sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SPRUCE(RICHARD SPRUCE), de Londres, Inglaterra, 1809, escreveu, entre outros, “NOTES OF A BOTANIST ON THE AMAZON AND ANDES”(London, 1938), notas de Alfred Russel Wallace, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Botânica. Veio para a região da Amazônia, com 40 anos de idade, em 1849. Permaneceu na região durante 15 anos, até 1864. Percorreu o Rio Amazonas e seus tributários. Esteve no Peru e nos Andes do Equador. Foi o maior explorador da FLORA AMAZÔNICA, enchendo os Museus da Inglaterra, com o material enviado. Faleceu em Londres, em 1893, com 84 anos de idade, sem ter visto o seu livro de viagens publicado, eis que, a edição só foi feita em 1938, através de Wallace. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

STADEN(HANS STADEN), de Homberg, Hesse, Alemanha, 1508, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO BRASIL”(1557), tradução de Alberto Lofgren, Rio de Janeiro, 1930, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Esteve no Brasil duas vezes, como Artilheiro em navios espanhóis. Em 1549, naufragou em Itanhaem, mas se refugiou em São Vicente. Quando ia caçar, foi aprisionado pelos índios Tupinambás. Viveu dez meses entre os índios, até que foi resgatado por um navio francês, em 1554. Seu livro foi publicado em Marpurgo, Hesse, em 1557, mas só foi editado no Brasil, no Rio de Janeiro, em 1930. Traduzido para várias línguas, já chegou a 27 edições. No Brasil, teve também as edições de Alencar Araripe(1892) e de Monteiro Lobato(1925). É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

STANISLAW SZMAJZNER, de Varsóvia, Polônia, 13.03.l927, escreveu, entre outros, "INFERNO EM SOBIBOR-DEPOIMENTOS"(1968), sem dados biográficos no livro. Filho de Josef Szmajzner e Paulina Szmajzner. Como deslocado de guerra, vinculado aos poloneses de Itaberaí, no interior de Goiás, foi amigo íntimo do Interventor Pedro Ludovico Teixeira e seu visitante constante. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Memorialista, Professor Universitário, Jornalista. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro DESLOCADOS DE GUERRA EM GOIÁS- IMIGRANTES POLONESES EM ITABERAÍ, de Jan Magalinski. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

STEINER(KARL VON DEN STEINER), de Muhlheim, Alemanha, 07.03.1855, escreveu, entre outros, “O BRASIL CENTRAL”(Berlim, 1886), tradução de Egon Schaden e prefácio de Herbert Baldus, São Paulo, 1942, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina, tornando-se Médico Psiquiatra. Especializou-se em Etnologia, com o especialista Adolf Bastian. Veio ao Brasil em 1884, completar os estudos feitos em 1843, pelo Príncipe Adalberto, da Prússia, que estivera no Xingu. Esteve no Brasil, juntamente com o físico Otto Clauss e o pintor Wilhelm Von Den Steinen. Visitou Cuiabá e Corumbá, no Mato Grosso, além de ter percorrido o Rio Prata e Amazonas. Sua segunda expedição foi feita em 1887, quando se fez acompanhar de Paul Ehrenreich. Faleceu em Cronberg, Alemanha, 04.11.1929. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

STELLA ALEXANDRA RODOPOULOS, de Itacurussá, Rio de Janeiro, 28.10.1930, escreveu, entre outros, O SENTIDO DO AMOR(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Auxiliar de Escritório, Poetisa. Membro de diversas entidades, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro do DF. Participante de muitas coletâneas de poesia e prosa. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

STELLA LEONARDOS (ESTELA LEONARDOS DA SILVA LIMA CABASSA), Carioca, do Rio de Janeiro(Gávea), 01.08.1923, escreveu, entre outros, “FEITIO DE GOIÁS” (ANTOLOGIA DE POESIA E PROSA-1996), “CANCIONEIRO CATALÃO”, “CANCIONEIRO DE SÃO LUIS”, “CANCIONEIRO ROMENO”, “CANCIONEIRO DO NATAL”, “POESIA EM TRÊS TEMPOS”, “QUANDO OS CAFEZAIS FLORESCEM”, “ESTÁTUA DE SAL”, além de centenas de outros livros. Formada em Línguas Neolatinas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Detentora de diversos prêmios literários, destacando-se PRÊMIO FERNANDO CHINÁGLIA(1970), BIENAL NESTLÉ DE LITERATURA BRASILEIRA(1986). Articulista do JORNAL DE LETRAS. Teatróloga, Tradutora. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Romancista, Jornalista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro, de que foi Secretária Geral, do Pen Clube do Brasil. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

STELA MARIS DE RESENDE, de Dores do Indaiá, Minas Gerais, 07.03.1950, escreveu, entre outros, DENTRO DAS LAMPARINAS(1979), A HERANÇA E O MISTÉRIO(1989), O QUE SERÁ QUE TEM DENTRO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1962. Formou-se em Letras. Mestrado em Literatura Brasileira. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Produtora de Televisão. Desenhista, Pintora. Compositora, Intérprete. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, O OUTRO LADO DO OLHAR, 1988, de Beatriz Alcântara. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

STELLA MARIS DE ALMEIDA MORAES ROSSELET, de Assis, Estado de São Paulo, 18.12.1937, escreveu, entre outros, "DONJUANISMO FEMININO NA LITERATURA PORTUGUESA"(Tese de Doutorado), « PORTUGUES DO BRASIL »(1992). Filha do ferroviário da antiga Sorocabana Arnaldo de Moraes(falecido em 1951) e de Lud de Almeida Moraes(professora de corte e costura). Foi criada na Igreja Presbiteriana Independente de Assis, junto com sua mãe e os irmãos menores. Cursou o primário, o secundário, o normal em escolas públicas, na cidade de Assis, concluindo o curso de professora primária em 1955, com 18 anos de idade. Em 1956 e 1957 lecionou em sítios perto da cidade de Assis. Em 1958 foi criada a Faculdade de Ciências e Letras em Assis, em regime de tempo integral. Essa Faculdade (atual Unesp de Assis) foi dirigida pelo Prof. Dr. Antonio Soares Amora e teve um corpo docente seleto, do qual, entre outros faziam parte Prof. Antonio Candido de Mello e Souza, Prof. Jorge de Sena, Prof. Antonio Lázaro de Almeida Prado, Prof. Julio García Morejon, Prof. Vítor Ramos, além de professores estrangeiros que se dispuseram a formar as primeiras turmas. Conseguiu passar no vestibular e comecou o curso de Letras Neolatinas em 1959, fazendo parte da primeira turma. Em 1962, com 25 anos, formou-se. Isso lhe deu o direito de lecionar português, francês, italiano, espanhol e latim. Logo depois concorreu e ganhou uma bolsa de estudos da Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa. Em 1963 foi para Portugal, onde fez pesquisas para sua tese de doutoramento, cujo assunto era: "Donjuanismo feminino na Literatura Portuguesa". Durante sua permanência em Lisboa, colaborou na elaboração de verbetes biobibliográficos de autores brasileiros para a Revista Focus, juntamente com autores como Gladiston Chaves de Mello e Alberto da Costa e Silva. No seu tempo lisboeta morou no Lar Evangélico, casa dirigida por um casal de pastores suíços. Lá eram acolhidos e orientados os missionários estrangeiros que se destinavam a trabalhos em Angola e Moçambique. Teve então contato com diferentes nacionalidades e foi exatamente aí que começaram suas primeiras experiências no ensino de Português para Estrangeiros. Nas férias de julho de 1963, a convite de um pastor brasileiro amigo, participou de um congresso ecumênico em Denderlew, cidadezinha na Bélgica.. Eram vinte e quatro jovens estudantes, de diferentes nacionalidades, formação e credos religiosos. Neste grupo ficou conhecendo o rapaz que viria a ser seu marido: André Rosselet. Ele, suíço de Genève, nascido no dia 25.11.1941, evangélico também, estava cursando a Escola Politécnica em Lausanne (EPFL), Suíça.. André morava com os pais Alcide Rosselet e Lina Rosselet, sendo o primogênito de quatro filhos do casal. Mantiveram então contato de forma epistolar, desde que voltou para Portugal e depois, para o Brasil. Chegou ao Brasil no dia 21.04.1964 e foi para Belo Horizonte onde deveria defender sua tese. Com a situação política daquela época, isso não foi possível. A Revolução ocorreu no dia 31.03.1964. Foi então para sua terra Assis e começou a trabalhar em Ourinhos, como professora de português e de francês nos cursos ginasial e colegial. Em 1965, com 28 anos de idade, visto que não havia mais possibilidade de terminar e defender sua tese de doutoramento, resolveu partir e, com ajuda financeira do noivo André Rosselet foi para Genève, na Suíça, onde se casou no dia 3.04.1965. Morou, primeiramente, em Lausanne, onde trabalhou como secretária nas Editions Rencontre enquanto seu marido terminava seus estudos. Depois de sua formatura como ENGENHERO FÍSICO, mudou para Winterthur, cidade situada na parte alemã da Suíça, onde ele encontrou trabalho. Lá nasceram as filhas: Caroline Lud (27.10.67) e Nathalie Stella (3.12.69). Sem saber o alemão e com filhas pequenas, não podia trabalhar fora. Para aprender mais rapidamente o alemão e, em particular, o suíço-alemão, criou em casa, uma escola maternal para as crianças da vizinhança. Também dava aulas particulares de Português para Estrangeiros. Em 1974, com 37 anos, começou a trabalhar na Berufsschule (escola profissionalisante do estado) como uma das primeiras professoras de Português para adultos, na cidade de Zurique, que fica perto de Winterthur. A partir daí, teve que deixar de lado a Literatura e se dedicar mais ao estudo e ensino da nossa Língua Portuguesa. Como havia escassez de material, iniciou a confecção de trabalhos didáticos, que pudessem ajudar a propagar nossa cultura, nas escolas de idiomas em Winterthur e Zurique. Empolgou-se com o interesse crescente dos suíços pelo estudo do Português. Fundou, com alguns alunos um jornalzinho "O Bagatela" e era com grande alegria que arrecadava artigos e matéria, fornecidos pelos alunos. Incitava-os a escrever sobre o Brasil, suas experiências com brasileiros e com nossa cultura. Durante todo o tempo que morou na Suíça (43 anos), trabalhou em diversas escolas e produziu material didático em algumas delas, sempre com o auxílio técnico do seu marido. En 1992, com 55 anos, criou, também com ajuda dele, livros para o ensino de Português do Brasil, através do computador pelo sistema ECOFON. Esse sistema existia para diversas línguas mas faltava o Português. São três níveis, cada um com quarenta e oito lições (total 144 lições). Na Swissair (extinta companhia aérea da Suíça) criou o Curso Polylingua (1993), dando ênfase ao ensino direto, "à la carte", para os comissários de bordo. Esse curso, feito primeiramente em função do Português, foi desdobrado, sob sua orientação para outras línguas: espanhol, italiano, francês e russo. Também exerceu na Suíça cargos de professora de francês, espanhol e português em várias escolas e Centros de Línguas. Trabalhou como tradutora de diferentes línguas, para renomadas firmas de tradução (1980-1985). Foi também co-autora do glossário para o livro Falando... lendo e escrevendo... português de Emma Eberlein O.F. Lima e Samira A. Iunes, E.P.U. São Paulo (1986-1987). Trabalhou como orientadora de cursos para professores de línguas (1997-1999). Especialisou-se no uso do método da Sugestopedia no ensino de línguas. Deu mesmo um mini curso sobre esse tema em 1998 num congresso na UNESP em Assis. Paralelamente aos cursos para adultos interessados pelo Brasil, criou, na cidade de Winterthur, cursos de Língua e Cultura para filhos de brasileiros (1998). Estes cursos em diversos idiomas, para filhos de imigrantes, são organizados e fiscalizados pelas autoridades escolares e fazem parte do currículo dessas crianças. Participou desde o início das associações culturais brasileiras existentes em Winterthur (ABEC-www.abec.ch) e em Zurique (CEBRAC - www.cebrac.org).Aposentou na Suíça em 2000, com 63 anos de idade. Seu marido, que na década de 80 havia defendido sua tese de Doutor em Ciências, aposentou-se também e a familia veio para o Brasil. Isto, para acompanhar as filhas que, embora nascidas, criadas e formadas na Suíça, decidiram vir morar no Brasil, com suas respectivas famílias. O casal tem cinco netos, todos com dupla-nacionalidade: Carlo Ernst André, Cynthia Renate Stella, que moram em Brasília e Lorraine Stella, Jonathan, Gabrielle que moram em Palmas. Atualmente moramos em Palmas(20.10.2010)

STUDART(GUILHERME), de Fortaleza, Ceará, 05.01.1856, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE”(1915). Filho do inglês John William Studart e da cearense Leonísia de Castro Studart. Após os estudos em sua terra natal, no Ateneu Cearense, foi para o Ginásio Baiano, em Salvador. Em 1877, com 21 anos de idade, tornou-se Médico, pela Faculdade de Medicina da Bahia. Voltou ao Ceará, onde foi nomeado Vice-Cônsul Britânico. Em 1884, criou o Centro Abolicionista. Fundou, junto com outros, o Instituto do Ceará, em 1887, de que foi Presidente. Em 1900, recebeu do Papa Leão XIII, o título de BARÃO DE STUDART. Um dos fundadores da Academia Cearense de Letras, Cadeira 11. Organizou o Centro Médico Cearense em 1913, o Círculo dos Operários Católicos de Fortaleza em 1915 e o Instituto Pasteur em 1918. Entre seus livros, destacam-se também, “NOTAS PARA A HISTÓRIA DO CEARÁ”, “TUBERCULOSE E ALCOOLISMO”, etc. Depois de publicar dezenas de obras e de exercer a medicina no Hospital de Misericórdia de Fortaleza, faleceu na Capital cearense, no dia 25 de setembro de 1938. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

SUELY MACIEL, Mineira, de Uberlândia, 26.12.l95l, entre outros, escreveu, "ESPERANÇA EM REDOR"(POEMAS-1984), sem dados biográficos no livro. Filha de Arnold Maciel e Benedita Araújo Maciel. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Modernas, pela Universidade Católica de Goiás. Fez Pós-Graduação, na Universidade Federal. Revisora de Textos do Centro Editorial e Gráfico (CEGRAF), da Universidade Federal de Goiás. Professora, Educadora, Escritora. Pesquisadora, Ensaísta, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Intelectual, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Especialista em Revisão de Textos, Preparação de Originais, Publicação de Folhetos, Folders, Revisão Gramatical e Aperfeiçoamento de Estruturas. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores. Vinculada a várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Intercalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SUELY MOTA DA ROCHA, de Estreito, Maranhão, 1970, escreveu, entre outros, ASAS DA LIBERDADE e SEMEANDO PALAVRAS(COLHENDO POESIAS), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1983, com 13 anos, ingressou no GRUPO MISSIONÁRIOS DE CRISTO. Em 1994, com 24 anos, ingressou na CONGREGAÇÃO DAS MISSIONARIAS DE JESUS CRUCIFICADO, onde permaneceu por quase quatro anos. Em 1997, com 27 anos de idade, mudou-se com a família para Divinópolis do Tocantins, passando a trabalhar na Biblioteca Publica Municipal. Formou-se no curso Normal Superior. É também professora da Escola Municipal Isabel Carlos Wanderley. Ganhadora do segundo lugar no Concurso de Poesias e Crônicas do Tocantins, com o poema “O Brasil que eu quero”. Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES(2000), de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo. Não é mencionada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SUELY ROCHA, de Estreito (MA), 26.12.1970, escreveu, entre outros, FALA, POETA(Gurupi, To, Editora Veloso, 2011). Filha de Cícero da Silva Rocha e Luzia Mota da Rocha. Após uma convivência com as Irmãs Missionárias de Jesus Crucificado, em 1994, com 24 anos, ingressou na vida religiosa, na Casa de Formação, em São Luís do Maranhão, sendo transferida, mais tarde, para o noviciado em Caturaí (GO), para estudo e aprofundamento da vocação religiosa. Em meados de 1998, com 28 anos, após longa reflexão, decidiu retirar-se da vida religiosa, vindo residir em Divinópolis do Tocantins, onde trabalhou como bibliotecária por dois anos na Biblioteca Municipal Jaime Câmara. No período de 2001 a 2010, trabalhou na Escola Municipal Isabel Carlos Wanderley, como bibliotecária, desempenhando atividades de incentivo à leitura e no Laboratório de Informática. Sua estréia no mundo da literatura aconteceu em 2002, com 32 anos, quando participou do I Concurso de Poesias e Crônicas Tocantinenses, promovido pela Fundação Cultural do Tocantins, conquistando o segundo lugar com a poesia “O Brasil que eu quero”. Pela Editora Kelps, de Goiânia (GO), publicou dois livros de poesias: “Asas da Liberdade” (2006) e “Semeando Palavras Colhendo Poesias” (2008). Em 2009, teve sua poesia “Em nome da liberdade” classificada com Destaque no VI Concurso Newton Braga de Poemas, promovido pela Academia Cachoeirense de Letras. É graduada em Psicopedagogia pelo IGEP (Instituto Gênesis de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão), conveniado com as Faculdades FTB e UNICESP de Brasília/D.F , e em Tecnologias em Educação (Lato Sensu), pela Coordenação Central de Educação (CCEAD) da PUC-Rio, (SEED/MEC). Integra o quadro de Membros Correspondentes da Academia Gurupiense de Letras e da Academia Cachoeirense de Letras. Atualmente é professora na Escola Classe Morro do Sansão, em Sobradinho/DF. (Notas biográficas de Zacarias Martins).

SUELY SANTOS(SUELY GONÇALVES SANTOS PIRES), Goiana, de Itaberaí, l9..., escreveu, entre outros, "VANTAGENS EM VIVER NATURAL"(USO MEDICINAL DAS PLANTAS, FRUTAS E HORTALIÇAS), com prefácio de Dulce de Paiva e Ildene Silvestre Guimarães, sem dados biográficos no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa, exceto de que se trata de um livro de reflexão sobre hábitos alimentares, publicado pela Editora Kelps, de Goiânia. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Conferencista, Ficcionista. Educadora, Memorialista, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SULIVAN SILVESTRE OLIVEIRA, de Paranavaí, Paraná, l963, escreveu, entre outros textos, o livro "O MINISTÉRIO PÚBLICO E A DEFESA DO MEIO AMBIENTE", sem dados biográficos no livro. Membro do Ministério Público Goiano. Procurador de Justiça do Estado de Goiás. Foi Coordenador do Núcleo do Meio Ambiente, com atuação decisiva em todas as partes do Estado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, além de outras instituições nacionais, sociais, culturais e de classe. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos ambientalistas. Atualmente (1997), tomou posse como Presidente da Fundação Nacional do Índio(FUNAI), tendo como Ministro da Justiça, o Senador Iris Rezende Machado e como Presidente da República, o Senador Fernando Henrique Cardoso. Faleceu de acidente aéreo, em Goiânia, no dia 01.02.1999, com 36 anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SUZANA BARROS(Suzana Araújo Barros), de Teresina, Piauí, 02.04.1966. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Chegou em Palmas, em Abril de 1992, quando tinha 26 anos de idade, juntamente com a jornalista Maria Arienar. Tinha se formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí, ao lado de Maria Arienar e de Raimundo Penaforte. Já em Palmas, passou a trabalhar na Agencia de Propaganda ÉBANO. Lançou em 1993, juntamente com Maria Arienar e Penaforte o primeiro jornal especializado em turismo e cultura do Tocantins, o TINS & TAIS. O jornal teve dois anos de duração e 14 edições. É estudada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Elaborou a pesquisa e o texto de diversos números do ALMANAQUE TOCANTINS DE CULTURA POPULAR, ao lado da Editora Maria Ariená. É mencionada no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Fez o curso superior de Artes Plásticas. Com o passar do tempo, tornou-se Artista Plástica, trabalhando, principalmente, com óleo sobre tela, tinta acrílica, aquarela, etc. Apesar de sua importância, não é referida no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

SUZANA HELOU, Goiana, de Guapó, 1950, escreveu, entre outros, “CONSEQUÊNCIAS PSICOSSOCIAIS DO ACIDENTE RADIOATIVO DE GOIÂNIA” (CÉSIO 137), junto com Sebastião Beníco da Costa Neto, sem dados biográficos no livro. Psicóloga da Fundação Leide das Neves Ferreira, Órgão do Governo do Estado, em Goiânia, Goiás, acompanhando os acidentados do Césio 137 e da Clínica de Terapia Integrada. Formada em Psicologia Clínica pelo Centro Educacional Universitário de Brasília(CEUB). Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Intelectual, Psicóloga. Administradora, Ativista, Conselheira. Educadora, Produtora Cultural, Ficcionista. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Psicologia do Estado de Goiás e Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência(SBPC). Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SUZANA MARIA LEITÃO UBERTI, de Santiago, Rio Grande do Sul, l946, escreveu, dentre outros, "SÍNTESE E REATIVIDADE DE ARILFURANOS"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora do Instituto de Ciências Biológicas, do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Goiás. Educadora, Escritora, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Memorialista, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros sobre estudos biológicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SUZANI DE MELO LENZA, Goiana, da Capital, 1968, escreveu, entre outros, “JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS”, com prefácio de Ismar Estulano Garcia e notas de orelha de Licínio Leal Barbosa. Instrutora Jurídica do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Iniciou sua carreira jurídica no Juizado de Pequenas Causas de Anápolis, onde seu pai, Vitor Barbosa Lenza, foi também Juiz de Direito. Fez curso preparatório em São Paulo, com o professor Damásio Evangelista de Jesus. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Especialista em Direito Público, Administrativo e Constitucional. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica, Sindicato dos Servidores e Serventuários da Justiça do Estado de Goiás, Sindicato dos Advogados do Estado de Goiás e Ordem dos Advogados do Brasil. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

SYLVIO RAPHAEL(JOAQUIM HELIODORO GOMES DOS SANTOS III), de Niterói, Rio de Janeiro, 09.05.1888- Petrópolis, Rio de Janeiro, 19.09.1959, escreveu, entre outros, SUPREMA DOR-(POEMA EM HOMENAGEM AO BARÃO DO RIO BRANCO-FALECIDO EM 10.02.1912). Filho de Joaquim Heliodoro e Adelaide Gomes dos Santos. Com a morte dos pais, Adelaide em 1893 e Joaquim Heliodoro em 1898, com 10 anos de idade, passou a viver sob a responsabilidade dos irmãos, em Petropolis. Freqüentou a ESCOLA GRTUITA SÃO JOSÉ. Trabalhou no comercio e depois no TELEGRAFO NACIONAL. Em 1909, com 21 anos, casou-se com Georgina Marcela Pereira de Carvalho Santos, com quem teve 8 filhos. Em 1930, já viúvo e com 42 anos, casou-se, desta vez, com Astrogilda Duarte dos Santos, com quem teve 5 filhos. Em 1922, com 34 anos, fundou a ASSOCIAÇÃO PETROPOLITANA DE CIENCIAS E LETRAS(hoje Academia Petropolitana de Letras). No JORNAL DE PETROPOLIS publicou a novela ISMENIA. Via exames realizados no Colégio Dom Pedro II, torna-se Professor de Historia e de Ensino Comercial. Capacita-se em Contabilidade e recebe o registro de GUARDA-LIVROS. Aposentou-se do Telegrafo em 1939, com 51 anos de idade. Idealiza o MONUMENTO AO EXPEDICIONARIO PETROPOLITANO, em 1945, junto com Luis Afonso de Miranda e Silva, Alberto Becker e seu filho Paulo Jeronymo Gomes dos Santos. O Monumento foi inaugurado em 1947, na Praça Central de Petrópolis. Participou também da publicação de AS HORTENCIAS, CEUS E TERRA, O ESCOTEIRO DE PETROPOLIS e VERÃO EM PETROPOLIS. Deixou inéditos muitos trabalhos, entre os quais, GAIVOTAS, SUPREMA DOR, CONTOS E CRONICAS, HISTORIA DA MUSICA, ETC. Foi candidato a Vereador, nos anos 50 e 54, não se elegendo. Recebeu o titulo de CIDADÃO PETROPOLITANO em 1957, com 69 anos. Faleceu em 19.09.1959, com 71 anos. Em sua homenagem, o município de Petrópolis, deu o seu nome a um LOGRADOURO PUBLICO no Primeiro Distrito, proposta do vereador Prudente Aguiar, sendo Presidente da Câmara de Petrópolis, o hoje Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, DESEMBARGADOR MIGUEL PACHÁ. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO” (2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

SYNTURE EVA HAHAMOVICI, de São Paulo, Capital, 1956, escreveu, entre outros, “UFOLOGIA, SERIEDADE, ASCESE” (FORTALECIMENTO BIO-ENERGÉTICO E ESPIRITUAL DAS PESSOAS). Residente em Goiânia, Goiás, para onde veio há vários anos, como funcionária do Banco do Brasil. Formada em Física pela Universidade de São Paulo(USP). Doutora em Física pela Academia Saint Stanislaw, na Polônia. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Ativista, Produtora Cultural. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Espiritualista, Ufóloga, Educadora. Administradora, Ficcionista, Cronista. Conferencista, Oradora, Literata. Doutora em Filosofia pela Academia Santo Adalberto Evangelista. Poliglota nas áreas de Inglês, Hebraico, Francês, Italiano, Alemão, Espanhol, Latim. Compositora, Teatróloga. Musicista, Pianista, Letrista. Especialista em Metafísica, Esoterismo e Cosmologia. Autora de Sinfonias, Poemas Sinfônicos, Canções e Temas Musicais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Ka-Huna de Letras, Academia de Letras dos Funcionários do Banco do Brasil e Academia de Letras e Música do Brasil. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


(Para encontrar os demais NOMES do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3776&cat=Ensaios) ou CLIQUE em "veja outros textos deste autor".



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