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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REG. DO BRASIL DE A a AMAR AUAD -- 30/08/2003 - 08:42 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, da Fundação Getúlio Vargas, sob a Coordenação de Alzira Abreu, Israel Beloch, Fernando Lattman e Sérgio Lamarão. DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.

MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.
HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario

E-MAIL: mariormartins@hotmail.com
(Para encontrar as demais letras do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3742&cat=Ensaios) ou CLIQUE em "veja outros textos deste autor".


A. B. CHRISTIE(Alonzo Bee Christie), dos Estados Unidos, 1876, escreveu, entre outros, SUBSIDIOS PARA A HISTÓRIA DOS BATISTAS DO CAMPO BATISTA FLUMINENSE, em co-autoria com Joaquim Fernandes Lessa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1907, com 31 anos de idade, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, missionário batista no Brasil. Iniciou suas atividades em Friburgo, no Estado do Rio, onde fundou um Colégio Batista e se tornou Diretor. Em 1914, esse mesmo Colégio foi transferido para Campos, no Estado do Rio. Continuou como Professor e Pregador, dedicando-se às Igrejas da Associação Batista Fluminense que é considerado o maior campo batista do Brasil, eis que, no Estado do Rio, há um batista para cada 60 habitantes, enquanto no resto do Brasil é um batista para cada 200 habitantes. Em 1946, com 70 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond e teve de retornar aos Estados Unidos. Faleceu em 1951, com 75 anos. É mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido 39 anos no Brasil e ter fundado o hoje Colégio Batista de Campos, no Estado do Rio. Sobre ele, escreveu excelente livro o Pastor Ebenézer Soares Ferreira, com o titulo “A. B. CHRISTIE, SENDO POBRE ENRIQUECEU A MUITOS”(1959). Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

A. B. DETER(Arthur Beriah Deter), dos Estados Unidos, 1868. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1901, com 33 anos de idade, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos, vindo para o Brasil. Estabeleceu-se no Rio de Janeiro, passando a administrar a Casa Publicadora e o JORNAL BATISTA, em substituição a Entzminger. Foi um dos fundadores da Convenção Batista Brasileira, em 1907, em Salvador, na Bahia, ao lado de Salomão Ginsburg e outros. Foi Secretário Executivo da Junta de Missões Nacionais, quando percorreu o Brasil. Mudou-se do Rio de Janeiro para São Paulo e iniciou a construção do Templo da Primeira Igreja Batista de São Paulo. Depois de alguns anos, foi para o Paraná, tendo construído o Templo da Primeira Igreja Batista de Curitiba, inaugurando-o em 1924. Na Revolução de 1930, foi Capelão das Tropas do Sul que foram para o Rio de Janeiro. Considerado o primeiro capelão militar batista do Brasil. Esteve também em Santa Catarina. Foi um dos fundadores do Seminário Batista Paranaense, outrora Instituto Teológico de Curitiba. Em 1940, já com 72 anos, foi aposentado pela Junta de Richmond e teve de retornar aos Estados Unidos. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 39 anos, ter sido Capelão Militar na Revolução de 30 e ter construído muitos templos batistas. Faleceu em 1945, com 77 anos de idade. Referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

A. B. MENDES CADAXA(Veja Armindo Branco Mendes Cadaxa).

A. BEN OLIVER, dos Estados Unidos, 1899, escreveu, entre outros, BAPTISTS BUILDING IN BRAZIL(Broadman Press, Nashville, Tennessee, 1942). Com 30 anos de idade, em 1929, foi nomeado missionário batista para o Brasil, pela Junta de Richmond, de Virginia, Estados Unidos. Casou-se com Edith Deter Oliver filha de A. B. Deter que veio para o Brasil, como missionário, em 1901. Estabeleceu-se, inicialmente, nos Estados do Paraná e Santa Catarina, onde também já se encontrava o seu sogro que construiu inclusive o templo da Primeira Igreja Batista de Curitiba, em 1924. Em 1935, chegou no Paraná. No inicio de janeiro de 1937, com 38 anos de idade, A . Ben Oliver e o pregador João E. Henck, acompanhado de um grupo de batistas, foi atacado por homens armados, depois de um culto em Ubirici, Santa Catarina, conforme DIARIO DA TARDE, Curitiba, 14.01.1937 e de que dá notícia também Zaqueu Moreira de Oliveira, em seu livro PERSEGUIDOS, MAS NÃO DESAMPARADOS(Juerp, 1999). A Ben Oliver foi um dos organizadores da Imprensa Bíblica Brasileira, em 10.12.1943. Em 1953, quando o pastor, dr. A. Ben Oliver e sua esposa Edith Deter Oliver, missionários da Junta de Richmond, USA, residindo em Curitiba, como missionários enviados pelos batistas norte americanos, o casal recebeu uma doação da Primeira Igreja Batista na cidade de Birminghan, no Estado do Alabama, USA, para adquirir um terreno e construir um templo em Curitiba. Isto feito, no dia 22 de agosto de 1954 foi realizado o primeiro culto no novo templo e organizada a “Igreja Batista Memorial de Curitiba”. O nome “Memorial” foi como lembrança dessa Igreja nos Estados Unidos que possibilitou a construção deste templo. Em 1961, fez parte da Comissão de Educação Teológica com a finalidade de apresentar à Convenção Batista Brasileira de 1962, realizada em Curitiba, Paraná, os novos rumos da Educação Teológica no Brasil. Por volta de 1951, A Ben Oliver passou a dirigir o Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, tornando-se o construtor de seus maiores prédios. Permaneceu como Reitor do Seminário do Rio durante 18 anos(de 1951 a 1969), fazendo dele o maior Seminário Evangélico da América Latina. Criou uma Bolsa de Estudos no Seminário, com os recursos que recebia da Igreja onde era Pastor. Quando deixou a função de Reitor, em virtude de sua aposentadoria, em 1969, retornando aos Estados Unidos, deixou também 18 prédios dentro da propriedade que incluía prédios de aula, capela, refeitório, biblioteca, dormitórios, casas de professores e apartamentos para alunos casados. O novo Reitor João Soren permaneceu dois anos, saindo em 1971. Em novembro do mesmo ano(1971), assumiu o reitorado o Pastor brasileiro Dr. David Malta Nascimento. Consoante Reis Pereira, em sua HISTÓRIA DOS BATISTAS, página, 324, ao deixar a Reitoria do Seminário em 1969, A. Ben Oliver deixou também duas funções não remuneradas, a de Reitor e a de Professor. É que como Reitor, seu salário era pago pela Junta de Richmond. Os professores, por outro lado, eram quase todos missionários norte-americanos e também recebiam de Richmond. O novo Reitor brasileiro e os professores nacionais passaram a ter problema de salários. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante muitos anos e ter construído muitos templos batistas. Referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1972), de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ABDALLA JÚNIOR, de Ipameri, Goiás, 1950, escreveu, entre outros, "QUIMERA", "EPICENO", "TRILEMA", "HÉGIRA" (ROMANCE), este, com prefácio de Jani Cestari e observações de Abrahão Abdalla Filho, sem dados biográficos pessoais nos livros. Professor de Inglês. Curso de Administração de Empresas, pela Universidade Católica de Goiás. Escritor, Administrador, Ensaísta. Intelectual, Pensador, Pesquisador. Romancista, Ficcionista, Cronista. Contista, Poeta, Educador. Conferencista, Orador, Ativista. Musicista, Literato, Produtor Cultural. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Goiana de Administradores de Empresas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABDON DE MORAIS CUNHA, de Mercês, Minas Gerais, l93l, escreveu, entre outros, "TÉCNICAS DE FALAR EM PÚBLICO", sem dados biográficos no livro. Ex-Diretor do Colégio Ateneu Dom Bosco, de Goiânia. Fundador, Diretor e Proprietário do Curso de Técnicas de Falar em Público. Formado em Filosofia e Teologia. Professor de História e Lingua Portuguesa. Educador, Intelectual, Memorialista. Professor, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Orador, Advogado. Conferencista, Administrador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Arcádia Goiana de Cultura, do Conselho Estadual de Cultura, de que também foi Presidente, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se no livro MANUAL DO ORADOR, de Jerônimo Geraldo de Queiroz e na ANTOLOGIA DA ARCÁDIA, de Nunes Bittencourt. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABDON HENRIQUE ARAÚJO, de Iara, Barros, Ceará, 02.12.1945, escreveu, entre outros, COMO SE ELEGE UM CORONEL(1986), À SOMBRA DA CAJAZEIRA(1988), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também se formou. Mudou-se para Brasília em 1963. Empresário. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Taguatinguense de Letras e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ABELARDO PIRES(de Gomes), de Belém, Pará, 21.02.1926, escreveu, entre outros, DE REPENTE...NADA MAIS(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Economia. Mudou-se para Brasília em 1959. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Chefe de Divisão do Banco Central. Membro de diversas entidades, entre as quais, Círculo Literário de Brasília e Casa do Poeta Brasileiro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ABEL CARNEIRO, de Dores do Indaiá, Minas Gerais, l907, escreveu, entre outros, "DO BOI AO FERRÃO", “LEDA”, sem dados biográficos nos livros. Residiu durante muitos anos no interior do Estado de Goiás(Santa Rita do Paranaíba), hoje Itumbiara, como também em Anápolis. Um dos fundadores da Associação Comercial de Anápolis, de que também foi Presidente, em 1954. Presidente do Clube Recreativo Anapolino(CRA), bem como do Rotary Clube de Anápolis. Casou-se na antiga Santana das Antas(Anápolis), em 1943, com Natividade Vieira. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Comerciante, Folclorista, Jogador de Xadrez. Especialista em Quiromancia e no jogo de cartas. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Foi Gerente do Banco de Comércio e Indústria e ainda do Banco Agropecuário de Goiás. Viveu em Anápolis por muitos anos, tendo, inclusive, organizado uma Cooperativa de vida efêmera, além de ter sido proprietário de lotes e chácaras. Em virtude de problemas familiares deixou a cidade de Anápolis, onde gozou de notável conceito, retornando à sua terra natal, indo depois para Vassouras, no Estado do Rio de Janeiro, onde sua filha médica é proprietária de Hospital. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABEL RAFAEL PINTO, de Paraíba do Sul, Rio de Janeiro, 28.03.1914, escreveu, entre outros, CONTOS E CRÔNICAS DE CAÇA E PESCA(1983), OS POEMAS DA VIRGEM(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito e Economia. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Deputado Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras de Brasília. Faleceu em 06.04.1991. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


ABEL SOARES DE CASTRO, Goiano, de Jaraguá, l907, escreveu, entre outros, "ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIÁZ"(1946), sem dados biográficos no livro. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Foi Professor de CIÊNCIA DAS FINANÇAS da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Fundador do Bairro Jardim Novo Mundo, em Goiânia. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Magistrado, Ensaísta, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Historiador. Empresário, Intelectual, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Poeta, Escritor. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na Antologia POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Faleceu em Goiânia, no dia 29.10.1975.

ABÊ MACHADO(Antônio Batista Machado), Goiano, da Capital, l948, escreveu, entre outros, "LUZ NO FIM DE ABRIL", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Antônio José de Moura. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Contista, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Conferencista, Orador, Intelectual. Cronista do DIÁRIO DA MANHÃ, em Goiânia. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás. Foi exilado político na União Soviética e Moçambique, após o movimento revolucionário de março de 1964. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABBEVILLE(CLAUDE D`ABBEVILLE), de Abbeville, França, 1573, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DA MISSÃO DOS PADRES CAPUCHINOS NA ILHA DO MARANHÃO E TERRAS CIRCUNVIZINHAS”(Paris, 1614), tradução de Sergio Milliet e notas de Rodolfo Garcia, São Paulo, 1945, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Esteve no Brasil em 1612, especialmente no Maranhão. Veio com o almirante Rasilly, como cronista da França Equinocial nas terras do Maranhão, descrevendo São Luis e seus arredores. Seu livro foi publicado em Paris em 1614, mas só foi traduzido e editado no Brasil em 1945. Faleceu em Ruão, na França, em 1632, com 23 anos de hábito e 59 anos de idade. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

A. BERETA(José Benedito Bereta), Goiano, de Goiás Velho, 1928, mas de origem italiana, escreveu, entre outros, "RECORDAÇÃO DE UM GRÁFICO", sem dados biográficos pessoais no livro e sem quaisquer outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Retrata a história de uma indústria gráfica em Goiás e de seus proprietários, numa alusão aos meios de comunicação formados pela Organização Jaime Câmara, de Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Seviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABGAR RENAULT(de Castro Araújo), de Barbacena, Minas Gerais, 15.04.1901, escreveu, entre outros, POEMAS INGLESES DE GUERRA(1943), A OUTRA FACE DA LUA(1983), OBRA POÉTICA(1990), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1967. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Tradutor, Educador, Poeta. Professor Universitário. Ministro da Educação e Cultura. Ministro do Tribunal de Contas da União. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasileira de Letras e Academia Brasiliense de Letras. Foi membro do Conselho Federal de Educação. Ganhador do Prêmio NESTLÉ(1990). Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DOS POETAS DE BRASILIA, 1971, de Joanyr de Oliveira. Faleceu em 31.12.1995. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ABIGAIL BRAGA, de Recife, Pernambuco, 1923, escreveu, entre outros, “VÔOS”(VERSOS), “CÂNTICOS DE SIÃO” (POESIAS EVANGÉLICAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, este com prefácio de Zacarias Martins e capa de Sandra Vaz Ribeiro Braga. RESIDENTE EM ALIANÇA DO NORTE, GOIÁS, HOJE TOCANTINS, onde também é Fazendeira. Filha de José Plácido da Cunha Braga e Cândida Maria da Cunha Braga. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso ginasial e concluiu o secundário. Depois dos exames vestibulares, matriculou-se na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Pernambuco, onde se formou MÉDICA, em 15.12.1945. Publicou seu primeiro livro em 1942, três anos antes de formar-se em MEDICINA. Seu irmão, Jônatas Braga, Professor e Pastor Batista no Recife, foi um dos mais ilustres poetas do evangelismo brasileiro, disputando a preferência da comunidade evangélica com o fabuloso Mário Barreto França. Antes de falecer, Jônatas Braga e seus familiares, especialmente Gedida, Gerusa, Genilda e sua mãe, foram membros da Igreja Batista de Tejipió, pastoreada em 1970, pelo autor deste dicionário, quando Pastor no Recife e Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. Quanto a Abigail da Cunha Braga, formou-se em Medicina, Direito e História Natural. Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde continuou suas atividades profissionais e literárias. Em 1994, passou a residir em ALIANÇA DO TOCANTINS, desenvolvendo alí projetos literários e fazendários. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ABÍLIO BATATA(Abílio Rodrigues de Araújo), de Santa Rita do Rio Preto, Bahia, 1878. Filho de Taciano Rodrigues de Araújo e Teresa Araújo. Seu pai Taciano e seu irmão Elpidio foram mortos em 14.08.1908, quando ele Abílio Batata já tinha 30 anos de idade. Com a morte do pai e do irmão, tornou-se revoltado e passou a matar por qualquer motivo. Casou-se com Glória de Matos Araújo que fora morta pelos jagunços de Sebereba na região de Campo Largo, na Bahia. Sabedor da morte da esposa, matou Joaquim Sebereba e queimou o seu corpo nas ruas de Santa Rita do Rio Preto. Em dezembro de 1908, foi denunciado e processado em Formosa do Rio Preto, na Bahia, por crimes praticados em 17.10.1908. Em 15.01.1910, com 32 anos de idade, mediante DENUNCIA do Promotor de Justiça de Formosa do Rio Preto, Dr. Rosalvo Teixeira da Rocha, foi PRONUNCIADO pelo Juiz de Direito da Comarca, Dr. João Sepúlveda da Cunha, como incurso nas penas do Código Penal, como MANDANTE e mais ainda os elementos Otaviano Brandão, Virgilio Rodrigues de Araújo, Raimundo Rodrigues de Araújo, Sansão de Matos e Durval de Matos, por crimes de mortes, de ferimentos, de arrombamentos e incêndios praticados em Santa Rita do Rio Preto. Com prisão decretada, fugiu para o Norte de Goiás. Sempre que havia brigas entre Coronéis no interior era convidado a participar de algum lado. Passou a residir em Piabanhas(hoje Tocantínia), outrora pertencente ao Município de Pedro Afonso, antigo Norte de Goiás, com oito homens armados que eram camuflados como extratores da borracha da mangabeira. Em Piabanha(Tocantinia), eis que viúvo, casou-se com Lorena que foi morar em Pedro Afonso, enquanto o marido se submetia ao julgamento do Júri em Santa Rita. Defendido por um Advogado da cidade da Barra, o Coronel Abílio Araújo(vulgo Batata) foi ABSOLVIDO. De volta a Tocantinia(Piabanha), ficou sabendo que o Delegado de Pedro Afonso, não queria a sua entrada na cidade, onde já estava a sua esposa Lorena. Com alguns homens, foi a Padro Afonso e trouxe sua esposa para Piabanha. Mas alguns dias depois, recebeu do Delegado de Pedro Afonso, o ultimatum para abandonar Piabanhas, por ser elemento perigoso. Foi aí que Abílio Batata desejou tomar de assalto a cidade de Pedro Afonso. Reuniu 30 homens, cercou Pedro Afonso e desarmou o Destacamento Policial. Em janeiro de 1919, participou da tomada de São José do Duro(Dianópolis), ao lado do Coronel Abílio Wolney, com mais de 100(cem) jagunços. Em maio de 1922, com 44 anos de idade, quando se dirigia para Parnaguá, no Piauí, mas ainda na região de SAPÉ, na Bahia, terminou por ser assassinado pelo jagunço Felipe Afro de Santana, que também foi morto imediatamente pelo Cabo Conrado. Com o passar do tempo, seu irmão Aníbal Rodrigues de Araújo terminou sendo Prefeito de Santa Rita do Rio Preto, na Bahia, entre 1938 e 1939. Sobre Abílio Araújo, vulgo Abílio Batata, escreveu Moura Lima em seu livro SERRA DOS PILÕES-Jagunços e Tropeiros(Gurupi, Cometa, 3ª edição, 2001), bem como ainda José Vicente de Oliveira Neto, em seu livro O VALE DE UM RIO PRETO DE ÁGUAS CRISTALINAS(Campo Grande, MS, Still, 1999) e ainda Dionísio Correia da Silva, em seu livro SEBEREBA(Campinas, SP, Lucre, 1997). Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ABÍLIO WOLNEY, de TAIPAS, São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, 22.08.1876, escreveu, entre outros, "LIVRO DE LEMBRANÇAS" (HISTÓRIA DE SUA VIDA). Filho de Joaquim Ayres Cavalcante Wolney e Maria Jovita Leal Wolney.

Abílio Wolney, filho mais velho do casal, foi batizado pelo Padre João de Deus Gusmão, em Conceição do Norte, considerado o centro mais importante da região, tão importante que por lá passara como JUIZ DE DIREITO, em 1876, a figura de Virgílio Martins de Mello Franco que escreveu o capítulo VIAGEM À COMARCA DE PALMA, dentro do livro VIAGEM PELO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS, publicado no Rio de Janeiro, em 1888.

Na verdade, VIRGÍLIO MARTINS DE MELLO FRANCO foi promovido a Juiz de Direito da Comarca de Palma, Província de Goiás, que tinha como Sede a Vila de Conceição do Norte, no hoje Estado do Tocantins, por Decreto de 8 de junho de 1876, do Imperador Dom Pedro II.

Viajou 200 léguas(hum mil e duzentos quilômetros), em lombo de burro, de Paracatu, em Minas Gerais até Conceição do Norte, onde começou a escrever o livro VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS GERAIS E GOIÁS.

Este Virgílio foi também Juiz de Direito de Traíras(Niquelândia), em dezembro de 1876, de Meia Ponte(Pirenópolis), em 1877, de Vila Boa(Goiás Velho), em 1878. Aposentou-se como Juiz de Direito de Barbacena, em 1890 e fundou a Faculdade de Direito de Minas, em Ouro Preto, em 1892, de que foi Professor e Diretor. Faleceu no Rio de Janeiro, em 31.12.1922.

Seu filho mais ilustre que também residiu em Conceição do Norte(tinha 6 anos), foi o ex-aluno da MESTRE NHOLA, em Goiás Velho, AFRÂNIO DE MELLO FRANCO que morreu no Rio de Janeiro em 1943, depois de ter sido Parlamentar, Diplomata, Ministro das Relações Exteriores e um dos autores do Código Civil de 1916 e da Constituição Federal de 1932.

O filho de Afrânio, o famosíssimo AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO(o segundo), que faleceu em 1990, além de ter sido autor da Lei que proíbe a DISCRIMINAÇÃO RACIAL NO BRASIL, foi também Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o ESTADO DO TOCANTINS.

Feita esta digressão só para mostrar a importância de Conceição do Norte, naquela época, o pai de Abílio Wolney, conhecido como CORONEL JOAQUIM WOLNEY, era dono de 14(catorze) fazendas e milhares de cabeças de gado, tudo espalhado pelas divisas de Goiás e da Bahia.

Com o passar do tempo, Abílio Wolney tornou-se Coletor Estadual e Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Combateu a COLUNA PRESTES em 1926, pelos sertões do Brasil. Prefeito de Barreiras, na Bahia e também de Dianópolis, sua cidade natal, quando já tinha setenta anos de idade.

Revolucionário, Militar, Estrategista. Advogado, Intelectual, Historiador. Pensador, Ativista, Pesquisador. Orador, Conferencista, Administrador. Jornalista, Cronista, Educador. Político, Farmacêutico, Memorialista. Sapateiro, Agricultor, Carpinteiro. Farmacêutico e Alfaiate.

Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe de seu tempo, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Goiana de Imprensa.

Sobre ele, escreveram, entre outros, Abílio Wolney Aires Neto(O DURO E A INTERVENÇÃO FEDERAL); Voltaire Wolney Aires(ABÍLIO WOLNEY-SUAS GLÓRIAS, SUAS DORES); Nertan Macedo(ABÍLIO WOLNEY-UM CORONEL DA SERRA GERAL); Zoroastro Artiaga(UMA CONTRIBUIÇÃO PARA A HISTÓRIA DE GOYAZ); José Mendonça Teles(IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA); Mário Ribeiro Martins(JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS); João Cabanas(A COLUNA DA MORTE); Glauco Carneiro (HISTÓRIA DAS REVOLUÇÕES BRASILEIRAS); Hélio Silva(A GRANDE MARCHA); Walfrido Moraes(JAGUNÇOS E HERÓIS); Hernâni Donato(DICIONÁRIO DAS BATALHAS BRASILEIRAS).

Faleceu em 12.09.1965, com 89 anos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 20, cuja Titular é Cleuza Benevides Souza Bezerra.

Nasceu em Taipas, São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, no dia 22 de agosto, terça-feira, de 1876.

Filho de Joaquim Ayres Cavalcante Wolney e de Maria Jovita Leal Wolney. Alfabetizado pelos pais e com noções de aritmética, foi levado da Fazenda para a Escola Primária, em sua terra natal.

Após o curso básico, estudou em Salvador, na Bahia, onde fez curso prático de Medicina e Farmácia, licenciando-se para realizar pequenas cirurgias. Não tendo curso de Direito, inscreveu-se como Advogado Provisionado, na Ordem dos Advogados do Brasil, no Rio de Janeiro, sob o número 34.

Com 18 anos de idade, em 1894, foi eleito Deputado Estadual, surpreendendo o Norte de Goiás. Em 1896, tornou-se Agente dos Correios e Telégrafos, Secretário do Conselho Municipal e Juiz Adjunto de São José do Duro.

Contando com 21 anos de idade, em 1897, casou-se com sua prima Josefa Ayres Wolney, tornando-se pai de Alzira, Mireta, Custodiana, Palmira e Jaime.

Em 1900, ao passar ABÍLIO WOLNEY por Santana das Antas, em Goiás, como candidato a Deputado Federal, sugeriu a Moisés Santana e a outros Antenses, bem como à Câmara dos Deputados, em Goiás Velho, que mudasse o nome da cidade para ANÁPOLIS.

Aceitando esta sugestão, o jornalista Moisés Augusto de Santana, publicou, em 23 de novembro de 1904, no jornal "LAVOURA & COMÉRCIO", de Uberaba, Minas Gerais, um artigo em que usa, pela primeira vez, de forma escrita, a palavra ANÁPOLIS(CIDADE DE ANA), num texto com a seguinte redação:

..."SANTANA DE ANTAS, A BELA E ENCANTADORA ANÁPOLIS, CUJO NOME É SEMPRE OUVIDO COM SIMPATIA POR QUANTOS SE INTERESSAM PELOS NEGÓCIOS DE ALÉM PARANAÍBA...".

Assim, através da lei Nº 320, de 31 de julho de 1907, assinada pelo Presidente do Estado de Goiás, Miguel da Rocha Lima, a vila de SANTANA DAS ANTAS passou a chamar-se ANÁPOLIS, graças à sugestão do então Deputado Abílio Wolney.

Em 8 de abril de 1900, com 24 anos de idade, foi eleito Deputado Federal. Depurado pela Câmara dos Deputados, não chegou a tomar posse, o que lhe provocou profunda revolta, eis que, eleito pelo povo, não foi reconhecido pela Câmara dos Deputados no Rio de Janeiro.

Em 1902, funda, em sua cidade natal, uma BIBLIOTECA PÚBLICA com 200 livros, destinada ao povo durense(de São José do Duro).

Com 27 anos de idade, em 1903, recebe do Presidente da República Campos Sales, a PATENTE DE TENENTE-CORONEL DA GUARDA NACIONAL.

Em maio de 1904, foi nomeado Coletor Estadual, outrora chamado Administrador de RENDAS DO NORTE DE GOIÁS, com sede em Taguatinga. Eleito novamente Deputado Estadual, em 1909, tornou-se Presidente do Poder Legislativo do Estado de Goiás.

Fundou em Goiás Velho, em 1912, o jornal ESTADO DE GOIÁS, do qual Moisés Santana foi redator, conforme depoimento de Claro Augusto de Godoy e Altamiro de Moura Pacheco, às fls. 144, do livro IMPRENSA GOIANA.

Entre 1915 e 1918, dedicou-se a atividades agrícolas, construindo o primeiro Engenho de Ferro da região, com a finalidade de explorar a mandioca e a cana-de-açucar, conforme escreveu a Coquelin Leal da Costa, direto do Buracão, em 6 de junho de 1918.

Em 1920, com recursos próprios, iniciou uma estrada de rodagem entre São José do Duro e Barreiras, na Bahia, numa extensão de trezentos quilometros. Perseguido politicamente, em virtude dos acontecimentos do Duro, na Chacina Oficial da Polícia Estadual Goiana, foi, no entanto, anistiado em 1926, pelo Presidente da República Artur Bernardes.

Vale lembrar que foram mortos na Chacina do Tronco, ocorrida em 16 de janeiro de 1919, a QUINTA-FEIRA SANGRENTA, João Batista Leal, Benedito de Cerqueira Póvoa, João Pinto Póvoa, João Rodrigues de Santana, Nilo Santana, Salvador Santana, Messias Camelo, Nasário do Bonfim e Wolney Filho, todos eles homenageados, posteriormente, na CAPELA DOS NOVE, construída numa das Praças de Dianópolis.

Em março de 1926, vinculado ao DESTACAMENTO DO GENERAL MARIANTE, passou a comandar, 450 homens para combater a Coluna Prestes(chamada pelo povo de OS REVOLTOSOS) pelos sertões do Brasil, especialmente, Alagoas, Ceará, Pernambuco, Piaui, Bahia e Minas Gerais, o que ocorreu, até outubro de 1926, quando a Coluna penetrou no Mato Grosso e alcançou a Bolívia.

Consoante Jorge Amado, no livro CAVALEIRO DA ESPERANÇA, "Horácio de Matos, Franklin de Albuquerque e Abílio Wolney com os seus homens", os três formaram o trio invencível aplaudido pelo Governo de Artur Bernardes, no combate ao giro fantástico da COLUNA.

Em 1931 e até 1937, tornou-se Prefeito de Barreiras, na Bahia, nomeado pelo Governador Juracy Magalhães. Dias antes, estivera preso no Quartel da Guarda Civil de Salvador, ao lado de Horário de Matos(Chefe de Lençóis), Franklin de Albuquerque(Chefe de Pilão Arcado), João Duque(Chefe de Carinhanha), Marcionílio de Souza(Chefe de Maracás), Cirilo Veado(Chefe da Barra).

Terminada a sua contribuição como Prefeito de Barreiras, retornou, em 1938, a São José do Duro, dedicando-se exclusivamente às atividades de Advogado, Farmacêutico e Fazendeiro.

Em 1946, quando já tinha setenta anos de idade, foi nomeado Prefeito de São José do Duro, sua terra natal, hoje Dianópolis, no Estado do Tocantins, pelo então Governador de Goiás, Interventor Federal General Felipe Antônio Xavier de Barros.

Este foi o seu último cargo público e nele permaneceu até 1947, quando nas eleições gerais foi eleito para Governador do Estado, o Engenheiro Jerônimo Coimbra Bueno.

Quando completou setenta e cinco anos de idade, casou-se com Domingas Bispo de Souza, tornando-se pai de cinco filhos, cujos nomes são, Joaquim, Francisco, Mariazinha, Dorinha. Emílio, o filho caçula, nasceu, quando o Coronel Abílio já tinha oitenta e cinco anos de idade. De outro relacionamento, teve a filha Irany Wolney que se casaria com Zilmar Povoa, tornando-se mãe, dentre outros, de Abílio Wolney Aires Neto.

Fazendeiro em sua FAZENDA JARDIM, Farmacêutico licenciado pela Universidade da Bahia e dono de laboratório, exercia também a Medicina, servindo-se da biblioteca de seu irmão estudante de medicina no Rio de Janeiro, Wolney Filho, que, de férias, foi precocemente assassinado no "barulho do duro" ou mais precisamente na QUINTA-FEIRA SANGRENTA, no dia 16 de janeiro de 1919.

A história dessa chacina foi contada no romance “O TRONCO”, de Bernardo Élis e transformada em filme pelo cineasta João Batista de Andrade, embora numa versão contestada pelos atuais familiares do Coronel.

Além de outros artistas, o ator Antônio Fagundes fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama. Este Juiz, procedente de Vitória, no Espírito Santo, terminou por se tornar Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, exatamente no Governo de Brasil Ramos Caiado, um dos pivores da "BRIGA DO DURO".

Entre seus amigos e confidentes, estava o Médico de Porto Nacional, Dr. Francisco Ayres, com quem mantinha correspondência sobre os ideais libertários para o então Norte de Goiás.

Com 89 anos de idade, e ainda mantendo o seu Escritório de Advocacia, eis que inscrito na ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, sob o número 34, faleceu o Coronel Abílio Wolney, em 12 de setembro de 1965, sendo sepultado no Cemitério Local de sua terra natal, DIANÓPOLIS, como o mais autêntico líder das gargantas da SERRA GERAL.

Em sua homenagem e pela Lei 2.636/99, de 19.04.1999, a Praça onde se localizava a Prefeitura Municipal de Anápolis, outrora Praça do Ancião, passou a denominar-se “PRAÇA DEPUTADO ABÍLIO WOLNEY”, exatamente em frente à casa do antigo líder político EDENVAL CAIADO, cuja família, através da instrumentalidade do então Deputado Brasil Ramos Caiado, foi um dos pivores da “BRIGA DO DURO”, no governo do Desembargador João Alves de Castro e também no governo de Joaquim Rufino Ramos Jubé, que se estendeu de 21.12.1918 a 24.04.1919, relembrando-se que a CHACINA ocorreu no dia 16.01.1919. No dia 25.04.1919, o Desembargador João Alves de Castro retornou ao governo, permanecendo até 06.06.1921.

Para a dita homenagem, o autor destas notas teve participação especial, por ter sido o primeiro a divulgar em livro a informação de que o nome ANÁPOLIS foi uma sugestão do então Deputado Abílio Wolney, repassada a Moisés Santana, conforme os anais do jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”, de Uberaba, Minas Gerais.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

ABÍLIO WOLNEY AIRES NETO, de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 07.10.1963, escreveu, entre outros, “O DIÁRIO DE ABÍLIO WOLNEY”, “NO TRIBUNAL DA HISTÓRIA”, “O BARULHO E OS MÁRTIRES”, “A CHACINA OFICIAL”, “O DURO E A INTERVENÇÃO FEDERAL”(2003), este com prefácio de Voltaire Wolney Aires, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Neto do Coronel Abílio Wolney. Filho de Zilmar Póvoa Aires e Irany Wolney Aires. No Colégio João de Abreu, de sua terra natal, fez o primário, ginásio e curso técnico de contabilidade. Foi suboficial do 2º Ofício de Notas, Cartório de que seu pai era o Titular. Escrivão concursado do Cartório de Família, Sucessões e Civil de Dianópolis. Com 26 anos de idade, em 1989, mudou-se para Goiânia, com a finalidade de cursar a Faculdade de Direito, na Universidade Católica de Goiás. Via concurso, foi Assessor de Juízes no Forum de Goiânia, no cargo básico de escrevente. Foi Técnico Judiciário e Assistente do Desembargador José Soares de Castro, no Tribunal de Justiça de Goiás. Terminado o curso de Direito, em 1993, entrou por concurso público de provas e títulos, para o Ministério Público do Estado de Goiás, tornando-se Promotor de Justiça de Formoso, Mara Rosa, Porangatu e Anápolis, quando trabalhou ao lado do autor destas notas que era o 3º Promotor de Justiça de Anápolis. Em 1999, fez concurso para a Magistratura Goiana, tendo sido Juiz de Direito de Águas Lindas de Goiás e Petrolina de Goiás. Nos anos seguintes, tornou-se Juiz Titular da 2ª Vara de Família, Sucessões e Civil da Comarca de Anápolis, onde se encontra atualmente(2005). Ao longo do tempo, tem sido Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Foi homenageado como Padrinho e Patrono, por diferentes turmas da dita Faculdade. Aprovado em concurso público para Professor Substituto da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Presidente do Conselho Deliberativo da APAC(Associação de Proteção aos Presos e Condenados), de Anápolis. Pela Câmara Municipal, recebeu o título de CIDADÃO ANAPOLINO. Pelo Poder Executivo, recebeu a Comenda GOMES DE SOUZA RAMOS. Através de sua instrumentalidade e pela Lei 2.636/99, de 19.04.1999, a antiga Praça do Ancião, no centro de Anápolis, onde se localizava a Prefeitura Municipal de Anápolis, foi transformada em PRAÇA DEPUTADO ABÍLIO WOLNEY, lá tendo sido colocado o BUSTO do Coronel Abílio, exatamente em frente à casa do antigo líder político EDENVAL CAIADO, parente de Brasil Ramos Caiado, um dos pivores da "BRIGA DO DURO". Para a dita homenagem, o autor destas notas teve participação especial, por ter sido o primeiro a divulgar em livro a informação de que o nome ANÁPOLIS foi uma sugestão do então Deputado Abílio Wolney, repassada a Moisés Santana, conforme os anais do jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”, de Uberaba, Minas Gerais. Em 1900, ao passar ABÍLIO WOLNEY por Santana das Antas, em Goiás, como candidato a Deputado Federal, sugeriu a Moisés Santana e a outros Antenses, bem como à Câmara dos Deputados, em Goiás Velho, que mudasse o nome da cidade para ANÁPOLIS. Aceitando esta sugestão, o jornalista Moisés Augusto de Santana, publicou, em 23 de novembro de 1904, no jornal "LAVOURA & COMÉRCIO", de Uberaba, Minas Gerais, um artigo em que usa, pela primeira vez, de forma escrita, a palavra ANÁPOLIS(CIDADE DE ANA). Assim, através da lei Nº 320, de 31 de julho de 1907, assinada pelo Presidente do Estado de Goiás, Miguel da Rocha Lima, a vila de SANTANA DAS ANTAS passou a chamar-se ANÁPOLIS, graças à sugestão do então Deputado Abílio Wolney. Entre os irmãos do Juiz Abílio Neto, destaca-se Zilmar Wolney Aires Filho(Ziló), Advogado, Multimídia e Voltaire Wolney Aires, funcionário do Banco do Brasil, escritor, Advogado e confrade do autor destas notas na Academia Tocantinense de Letras. Quanto a Abílio Wolney Aires Neto, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

A. B. LANGSTON(Alva Bee Langston), dos Estados Unidos, 1878, escreveu, entre outros, NOÇÕES DE ETICA PRATICA, TEOLOGIA BIBLICA E SISTEMATICA, O PRINCIPIO DO INDIVIDUALISMO, A DOUTRINA DO ESPIRITO SANTO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Tinha 31 anos de idade, em 1909, quando foi nomeado pela Junta de Richmond, missionário batista, tendo vindo para o Brasil. Tornou-se Professor do Colégio Batista do Rio e também do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Foi Pastor de diversas igrejas batistas do Rio de Janeiro. Exerceu esta atividade de Pastor e também de Professor até 1936, quando tinha 58 anos de idade. Faleceu em 1965, com 87 anos. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por mais de 56 anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ABRÃO RAHIF, Goiano, de Pires do Rio, l930, escreveu, entre outros, "IMPOSTO ÚNICO SOBRE MINERAIS", sem dados biográficos no livro. Agente Fiscal do Tesouro Estadual. Ensaísta, Pesquisador, Professor. Escritor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Funcionários do Fisco do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ABREU E LIMA(José Inácio de Abreu e Lima), de Recife, Pernambuco, 6.04.1794, escreveu, entre outros, BIBLIAS FALSAS(1867), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho do padre José Ignácio Ribeiro de Abreu Lima (Padre Roma). Após seus estudos preparatórios em Olinda, foi para o Rio de Janeiro onde cursou a Academia Real Militar, em 1816, saindo com a patente de capitão de artilharia, quando tinha apenas vinte anos de idade. Em virtude de seu caráter enérgico, altivo e independente foi preso em Pernambuco e enviado à Bahia, por ordem do Conde dos Arcos, em fevereiro de 1817. Ali estava quando estourou a revolução pernambucana de 06.03. 1817, de que seu pai era o segundo chefe. Enviado a Bahia como representante do governo provisório de Pernambuco, o padre Roma foi preso e condenado à morte. No dia 28 de março de 1817 o referido padre foi fuzilado no Campo de Sant’Ana, em Salvador, na presença de seu filho. Livre da prisão, na Bahia, Abreu e Lima embarcou para os Estados Unidos. Naquele país entrou em contato com a Bíblia, aprendendo a amá-la e defendê-la. Meses depois viajou para a Venezuela, onde manteve contato com Bolívar. Tornou-se patriarca da liberdade americana, na luta que as possessões espanholas da América do Sul enfrentaram o jugo da metrópole. Recebeu a patente de general, além de condecorações e outros títulos, sobretudo na Venezuela e Colômbia. Após a morte de Bolívar, em 1830, Abreu e Lima deixou a Colômbia, indo aos Estados Unidos, Portugal e Paris. Em 1832, com 38 anos de idade, retornou ao Brasil, embora com os direitos de cidadão brasileiro perdidos, por haver recebido honrarias estrangeiras, sem consentimento de seu país. Conforme, porém, decisão da Assembléia Geral em 23 de outubro de 1832 foi reintegrado nos mesmos direitos. Sobre esta fase da vida do general, disse Francisco Costa: “Depois de haver ilustrado o seu nome na côrte do império, e de firmar uma reputação honrosa e invejável partiu para Pernambuco, e aqui aportou em 1844, depois de 27 annos de ausência”. (Francisco Augusto Pereira Costa, Diccionário Biográphico de Pernambucanos Celebres. Recife: Typografia Universal, 1882, p. 559). Durante quase cinco anos, Abreu e Lima se dedicou à política, escreveu artigos e dirigiu jornais. A partir de 1849, contudo, absteve-se completamente dos negócios políticos do Brasil, dedicando-se exclusivamente aos trabalhos literários e científicos, cujas produções são soberbos monumentos de inteligência. De sua posição e influência, aproveitou-se o general para realizar excelente trabalho de colportagem. O título de Libertador da Nova Granada, o de membro da Ordem Militar dos Libertadores da Venezuela, as missões diplomáticas junto ao governo dos Estados Unidos, o cargo de Secretário Geral no governo de Angustura, tais foram os louros colhidos por esse ilustre brasileiro e de que lançou mão para propagar a verdade, como ele mesmo declarou: “Há muito que pensamos em dar uma educação cristã à infância, principalmente a do sexo feminino; visto que a educação que recebe agora, he puramente pagã e idólatra em que desaparece inteiramente a idéia de Deos, substituida pelo culto material das imagens.” Mais adiante informou o general: “Com este intuito começamos a distribuir, entre as famílias de nossa íntima amisade, alguns exemplares do Novo Testamento impresso em Londres.”(Christão Velho, As Bíblias Falsificadas ou Duas Respostas ao Sr, Conego Joaquim Pinto de Campos. Recife: Typ. Commercial de G. H. de Mira, 1867,p. 3.) Abreu e Lima não somente distribuiu Bíblias, mas foi também defensor dos protestantes, quando disse: “O sr. Padre Campos he inexorável com os protestantes; falla sempre delles com esse odio concentrado, que lhe fica tão mal... Se Deos não he só dos Judeos, mas também dos gentios, com que direito excluis vós os protestantes da presença de Deos? Quem vos deu essa potestade?” (Ibid, p. 311.) Eis, pois, o que foi o ilustre brasileiro, general José Ignácio de Abreu e Lima, como patriota, como soldado, como homem de letras e como homem do povo. Com esta riqueza de espírito e sentimento de liberdade permaneceu até os últimos instantes de sua vida, ao falecer em 08.03.1869, com 73 anos, quando lhe foi negada, por ato episcopal do Bispo Cardoso Ayres, sepultura no Cemitério Público de Santo Amaro, no Recife, tendo sido sepultado no Cemitério Inglês. Seu nome é mencionado em livros nacionais e estrangeiros, entre os quais, DICIONÁRIO DOS CONTEMPORÂNEOS, de Vapereau, OS HOLLANDEZES NO BRAZIL, de Netscher, DICCIONARIO BIBLIOGRAPHICO, de Inocêncio Francisco da Silva, ANNO BIOGRAPHICO BRAZILEIRO, de Macedo. Escreveu dezenas de obras, dentre outras, BOSQUEJO HISTÓRICO, POLITICO E LITERÁRIO DO BRASIL(1835), COMPÊNDIO DA HISTÓRIA DO BRASIL(1843), RESPOSTA AO CÔNEGO JANUARIO DA CUNHA BARBOSA(1844), A CARTILHA DO POVO(1849), O SOCIALISMO(1855), O DEUS DOS JUDEUS E O DEUS DOS CRISTÃOS(1867), MULHER CATHOLICA BRAZILEIRA(inédito). Seu livro AS BIBLIAS FALSIFICADAS OU DUAS RESPOSTAS AO SENHOR CÔNEGO JOAQUIM PINTO DE CAMPOS foi colocado pelo Papa Pio IX, no INDEX LIBRORUM PROHIBITORUM(Índice dos Livros Proibidos), pela Igreja Católica. Abreu e Lima não deve ser confundido com o seu pai que acrescentava um “ribeiro” ao nome e se chamava José Inácio RIBEIRO de Abreu e Lima, conhecido como PADRE ROMA. Sobre ele, o autor destas notas, escreveu dois artigos na Internet, com os titulos O GENERAL DO POVO e A SEPULTURA DO GENERAL. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ABREU SANTIAGO, Goiano, de Palmeiras de Goiás, l954, escreveu, entre outros, "OBRAS DO CRIADOR"(POESIA E PROSA EVANGÉLICA), sem referências biográficas no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio do Presbítero e Advogado Geraldo de Souza. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ACARY PASSOS DE OLIVEIRA, Carioca, do Rio de Janeiro, 17.02.l907, escreveu, entre outros, "GUIA DAS EXPOSIÇÕES DE ANTROPOLOGIA", "RONCADOR-XINGÚ: ROTEIRO DE UMA EXPEDIÇÃO"(1976), sem dados biográficos nos livros. Filho de Joaquim Gomes e Idalina de Passos Oliveira. Após os estudos primários, secundários e superiores, em sua terra natal, mudou-se para Goiânia como Tenente do Exército Brasileiro. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Com o passar do tempo, tornou-se Professor de Antropologia do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, bem como da Universidade Católica. Bacharel em Direito. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Diretor do Museu Antropológico da UFG. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Como Sertanista que era, foi Secretário da Expedição RONCADOR-XINGU, que percorreu o RIO DAS MORTES, entre a Ilha do Bananal e o Parque Nacional do Xingu, no Mato Grosso do Norte. Sobre esta expedição, escreveu um de seus melhores livros. Fez pesquisas na Ilha do Bananal, hoje Tocantins, quando estabeleceu contatos com os indios Karajás e Javaés, nas aldeias de Tutemã e Imonti. Estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Foi titular da Arcádia Goiana de Cultura, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Academia Paulistana de História. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANTOLOGIA DA ARCÁDIA, de Nunes Bittencourt. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições nacionais e internacionais entre as quais, Instituto Brasileiro de Arqueologia e Conselho Estadual de Cultura. Faleceu em Goiânia, no dia 23.05.1993. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ACHILES FERREIRA DA ROCHA, de Porto Franco, Maranhão, l937, dentre outros, escreveu, "ESTUDO DOS TERMOS DA ORAÇÃO, CLASSIFICAÇÃO E ANÁLISE SINTÁTICA", "ORATÓRIA". Docente de diferentes Colégios em Goiânia e no interior do Estado, entre os quais, Escola Técnica Brasiliense. Delegado de Polícia. Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Goiás. Advogado, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Filólogo, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Conferencista, Poeta. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Delegados de Polícia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ADA CIOCCI CURADO, Paulista, de Jardinópolis, 02.09.l9l6, escreveu vários livros, destacando-se, "O SONHO DO PRACINHA E OUTROS CONTOS"(1954), "MORENA" (1958), "NEGO REI"(1990), "SOB O TORMENTO DA ESPERA"(1975), "FIGURÕES" (1985), "ACALANTO"(1991), "PAREDES AGRESSIVAS"(1977), "NOSSOS CAMINHOS", "TIO ANACLETO", "CARROSSEL DA VIDA", "UMA ROSA PARA MARIA", "JOSÉ PODE", "JOGO DE TERRA". Residiu em Anápolis, interior goiano, durante muitos anos. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Literata, Memorialista, Pensadora. Intelectual, Contista, Cronista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista. Membro da Academia Feminina de Letras e Artes, Cadeira 0l, da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás. Introduzida nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Estudada na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Jardinópolis, Estado de São Paulo, a 2 de setembro de 1916. Filha dos italianos Nazareno Ciocci e Josefina Ciocci, fez os primeiros estudos na terra natal.
Casou-se com o Major Gentil Amorim Fleuri Curado, da Polícia Militar de Goiás, com quem teve Mécia Josefina e Ceci Aparecida Fleuri Curado.
Tal casamento lhe trouxe para o Estado de Goiás. Viveu também em Pedregulhos, São Paulo.
Residiu na cidade de Anápolis na década de 1930, época em que o então Capitão foi um dos fundadores do Asilo São Vicente de Paulo, do Clube Recreativo Anapolino e Delegado Especial de Anápolis, em 36.
Em 1951, foi premiada no concurso "Contos de Natal" da Rádio Brasil Central, com o trabalho "Afilhado de Nossa Senhora".
"O Sonho do Pracinha e outros contos", foi o livro publicado em 1954. No ano seguinte foi homenageada pela Associação Brasileira de Escritores de Goiás.
Em 1958, publicou pela Gráfica da Revista dos Tribunais, de São Paulo, o romance regionalista "Morena".
Publicou, em 1966, o livro de contos "Nêgo Rei", pela Editora Brasil Central.
Em 1970, tomou posse na Cadeira nº 01, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Publicou, em 1975, na área do Teatro, o livro "Sob o Tormento da Espera", premiado pela Caixego.
Com apresentação de Bernardo Elis, editou pela Oriente, em 1977, o romance "Paredes Agressivas".
Escreveu também "Nossos Caminhos", "Tio Anacleto", "Carrocel da Vida", "Uma Rosa para Maria", "José Pode", "Jogo de Terra", entre outros.
Vinculada a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores, Goiás, e Associação Goiana de Imprensa.
Seus trabalhos estão publicados em diferentes jornais e revistas, além de Antologias e Livros, destacando-se "Súmula da Literatura Goiana", "A Poesia em Goiás", "Revista da AFLAG", etc.
Faleceu em Goiânia, onde também foi sepultada, no dia 06.07.1999.

ADAGLION AIRES DE ANDRADE, Goiano, da Capital, 14.12.1973, escreveu, entre outros, "ANDAIMES", "PLUMAS E PORRADAS", este, juntamente com Ivair Lima e Edmar Guimarães. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Produtor Cultural, Pensador, Literato. Intelectual, Jornalista, Advogado. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista. Detentor de vários prêmios literários. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ADAHIL DE AMORIM, de Araguarí, Minas Gerais, 15.05.l932, autor de vários textos, destacando-se o romance "MINGO", sem dados biográficos no livro. Ainda muito jovem veio para Anápolis, Goiás, onde residiu e ali faleceu. Político, Cirurgião-Dentista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Intelectual. Pensador, Memorialista, Ativista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Referido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Odontologia, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Araguari, Estado de Minas Gerais, a 15 de maio de 1932.
Com oito anos de idade, em 1940, transferiu-se, juntamente com a família para o Estado de Goiás, passando a residir em Anápolis.
Estudou nos colégios locais, onde concluiu o primário, ginasial e secundário. Dirigiu a União Independente dos Estudantes.
Após os exames vestibulares, matriculou-se na Faculdade de Farmácia e Odontologia, da Universidade Federal de Goiás, onde se formou odontólogo. Foi diretor do jornal universitário.
Em Anápolis, dedicou-se exclusivamente à profissão, além da militância política e da dedicação à literatura, nas horas vagas. Mas atuou também na Indústria e Comércio.
Durante quase 30 anos tem sido dentista, em suas diferentes especialidades.
Por muito tempo, trabalhou no Sindicato dos Bancários, como dentista, além de manter sua clínica particular.
Foi Presidente da Associação dos Dentistas de Anápolis.
Voltado para a literatura, lançou, em dezembro de 1975, o livro "Mingo", romance que trata dos migrantes rurais e que recebeu os maiores encômios da crítica especializada.
Em 1976, foi eleito suplente de Vereador à Câmara Municipal de Anápolis, pela legenda do antigo MDB.
Encontra-se vinculado a diferentes entidades culturais e de classe, entre as quais, a Academia Anapolina de Letras e Artes, para a qual foi eleito em 1978, ocupando a Cadeira nº 01, cujo Patrono é Jarbas Jayme.
Da mesma Academia foi também Presidente, logo após a sua fundação.
Seus trabalhos literários e de cunho político estão presentes em diferentes jornais, destacando-se, "Correio do Planalto", "Jornal do Sudoeste", "Independente", "Top News", "Folha de Goiaz", entre outros.
Em virtude de seu relacionamento político com o PMDB, tornou-se Diretor Administrativo do IPASGO, passando a residir em Goiânia.
Após retornar a Anápolis, faleceu repentinamente, de ataque cardíaco. Era irmão do cartorário Amaury Amorim.
Um de seus filhos, Luiz Astolfo de Amorim, tornou-se Juiz de Direito no Estado do Tocantins, sendo titular de uma das varas da Comarca de Gurupi e posteriormente Palmas.

ADAHYL LOURENÇO DIAS, Goiano, de Pirenópolis, 06.05.l9ll, jurista de renome internacional, escreveu dezenas de livros, entre os quais, "A CONCUBINA E O DIREITO BRASILEIRO", "DO RISCO AÉREO", "VENDA A DESCENDENTE", "O DESQUITE NO DIREITO BRASILEIRO", "FATO NOVO COMO RAZÃO DE DECIDIR". Encontra-se em todas as Enciclopédias Literárias e Jurídicas publicadas no Brasil. Um dos autores da GRANDE ENCICLOPÉDIA JURÍDICA BRASILEIRA, para a qual produziu centenas de verbetes. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Conferencista. Pensador, Intelectual, Orador. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Poeta. Membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Citado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Biografado no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jaime Ferreira, bem como em HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges e ainda em todos os livros que tratam da história econômica, política e social da Manchester Goiana. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos e jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Foi um dos prefeitos da cidade de Anápolis, responsável pela abertura e urbanização da Avenida Goiás, no centro da cidade.

Nasceu em Pirenópolis, Goiás, a 6 de maio de 1911. Fez o primário em Silvânia. Concluiu os estudos secundários na cidade de Goiás.
Em 1933, com 22 anos, formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Goiás. Dois anos antes da formatura já exercia a advocacia, permanecendo nela até hoje, com pequenas interrupções.
De 1927 a 30, foi Procurador Fiscal da Prefeitura de Bonfim (Silvânia). Entre 31 e 32, foi Promotor Público de Anápolis.
Inspetor Escolar do Estado, em 33. Diretor da Escola Normal de Anápolis, em 34. Vereador Municipal a partir de 37.
Fundou o Ginásio Municipal de Anápolis(GAMA), posteriormente Colégio São Francisco. Foi Delegado Regional Florestal do Ministério da Agricultura.
Em 1947, foi Prefeito Municipal, tendo sido também Vereador e Presidente da Câmara.
Fundou a Escola de Instrução Militar de Anápolis, bem como, junto com outros, o Clube Recreativo Anapolino e o Asilo São Vicente de Paulo.
Fundou os jornais "X" e "A Notícia", além de colaborar no "Voz do Sul", fundado por seu pai, Suplente de Senador José Lourenço Dias.
No início da década de 1940, tornou-se Professor de História da Civilização, no Colégio Couto Magalhães.
Convertido ao protestantismo, vinculou-se à Igreja Cristã Evangélica, chegando, inclusive, a construir um templo em sua fazenda, onde funciona a Igreja Eldorado.
Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Brasileira de Imprensa, Academia Brasileira de Letras Jurídicas, Academia Anapolina de Letras e Artes, ocupando a Cadeira 02, cujo Patrono é seu irmão Pedro Lourenço Dias.
Além de autor de vários verbetes na Grande Enciclopédia Jurídica e de artigos escritos para jornais e revistas de todo o país, tem dezenas de livros publicados, destacando-se, entre outros:
"Dos Avais Sucessivos e Simultâneos", "Prescrição da Ação Penal", "Do Risco Aéreo", "Da Retroatividade da Lei Fiscal", "Da Fraude à Execução", "Do Pagamento de Custas", "Dos Efeitos Jurídicos do Vale", "A Concubina e o Direito Brasileiro", "Venda a Descendente", "Desquite por Mútuo Consentimento", etc.
Com seus quase noventa anos de idade, continua até hoje(1998) advogando na cidade de Anápolis, onde mantém um escritório, cuja biblioteca é uma das mais ricas do Estado de Goiás. Atualmente(2003), já é falecido.
Seu pai, José Lourenço Dias, foi Senador da República pelo Estado de Goiás.

ADALBERTA FRANCISCA DOS SANTOS, de Crixás, Goiás, 1919, escreveu, entre outros, “DIÁRIO DA VIDA DE UMA MULHER”, com prefácio de Luiz de Aquino. Filha de Geraldo Francisco dos Santos e Joana Francisca Marques. Concluiu o curso primário em sua terra natal. Casou-se em 1940, tornando-se proprietária rural. Em 1944, tornou-se professora na Escola da Fazenda Barreiro Grande. Vinculou-se ao funcionalismo do Estado de Goiás, em 1956, alcançando a posição de professora da Escola Estadual de Crixás, onde se aposentou. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Literata, Memorialista, Pensadora. Intelectual, Contista, Cronista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Ativista. Contava com setenta anos de idade, quando escreveu o seu primeiro livro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores do Estado de Goiás.

ADALBERTO ALVES MONTEIRO, de Cocal, Piauí, 1958, escreveu, entre outros, "OS SONHOS E OS SÉCULOS", "VERBOS DO AMOR & OUTROS VERSOS". Residente em Goiânia, desde 1964, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Jornalista Profissional. Foi Presidente do Centro Acadêmico de Jornalismo da Universidade Católica de Goiás. Formou-se em jornalismo na Faculdade de Comunicação Social e Jornalismo da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Ativista, Poeta, Literato. Político, Memorialista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Orador, Cronista, Contista. Jornalista da Sucursal Goiana do Semanário TRIBUNA OPERÁRIA. Tornou-se Vereador em Goiânia, junto à Câmara Municipal. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas de Goiás, União Brasileira de Escritores e Associação Goiana de Imprensa. Presidente do PC do B, em Goiás(1998). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa.

ADALBERTO DE QUEIROZ, Goiano, da Capital, l955, autor de diversos livros, entre os quais, "FRÁGIL ARMAÇÃO", com prefácio de Brasigóis Felício. Funcionário da Caixa Econômica Federal. Escritor, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Economiários, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Citado no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e em diversas antologias de poesia e prosa.

Nascido em Campinas, Goiânia, Estado de Goiás, a 5 de fevereiro de 1955. Filho de Elza de Queiroz, ela procedente de Custódia, Pernambuco.
Trazido de Goiânia para Anápolis, passou a viver no "Abrigo Evangélico", destinado a crianças. Começou o curso primário na Escola do próprio Abrigo e terminou na Escola Arlindo Costa, em 1964.
No Colégio Couto Magalhães, em 1965, matriculou-se na primeira série ginasial, o mesmo ocorrendo nos anos seguintes, até terminar o ginásio em 1969.
No ano seguinte, 1970, continuou ainda no Couto Magalhães, fazendo a primeira série do curso científico. Transferiu-se, em 1971, para o Colégio Estadual "José Ludovico de Almeida", onde fez a segunda série.
Em 1972, retornou ao Colégio Couto Magalhães, onde fez a terceira série e concluiu o curso científico.
Durante cerca de dois anos estudou no Seminário Bíblico Goiano, tendo em vista o Ministério Evangélico, mas desistiu logo depois.
Estudou no Colégio Cosmorama, ali fazendo o cursinho. Após os exames vestibulares e já em Goiânia, matriculou-se no curso de Física.
Tornou-se funcionário público, vinculando-se à Polícia Federal. Durante muito tempo residiu em Porto Alegre, onde produziu boa parte de sua bagagem literária.
Em 1978, casou-se com Elenir de Queiroz, formada em Engenharia. Mediante concurso público, ambos se tornaram funcionários da Caixa Econômica Federal.
Apaixonado pelo mundo das letras, terminou por fazer o curso de jornalismo, passando a escrever para diferentes jornais.
Seus trabalhos literários estão presentes em várias revistas e livros, entre os quais, "Corpo Insano", antologia publicada no Rio Grande do Sul e “Escritores de Goiás”, de Mário Ribeiro Martins.

ADALBERTO DUARTE DE OLIVEIRA, de Pote, Minas Gerais, 18.03.1952, escreveu, entre outros, DESCOMPRESSÃO(1980), DOCE CANÇÃO DE AMOR(1981), INCOERÊNCIAS POÉTICAS(1985), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Ciências Biológicas e Ecologia. Pós-Graduado em Administração Escolar. Mudou-se para Brasília em 1966. Professor, Ensaísta. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ADALBERTO FRANKLIN PEREIRA DE CASTRO, de Uruçui(Santo Antonio), Piauí, 28.04.1962, escreveu, entre outros, OFICIO DAS LETRAS(1995), FRANCISCO DE PAULA RIBEIRO(1996), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seus pais se mudaram para o Maranhão quando ele tinha 3 dias. Começou a estudar em Balsas, prosseguindo em Imperatriz. É encontrado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, 2003, de Edmilson Sanches. Esteve em Balsas, Maranhão e formou-se em Imperatriz. Junto com outros, fundou o jornal católico SINAIS DOS TEMPOS(1983). Foi Redator e Editor do jornal O PROGRESSO. Sócio Proprietário da ÉTICA EDITORA. Jornalista, Editor, Escritor, Empresário. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 20, tendo como Patrono Dunshee de Abranches(1867-1941). Fundador do Clube de Xadrez de Imperatriz. Em 2000, recebeu da Câmara de Vereadores de Imperatriz, a medalha do mérito legislativo MANOEL GOMES DA SILVA BELFORT(BARÃO DE COROATÁ). No governo municipal de Jomar Fernandes, foi Presidente da Comissão de Licitação, alem de ter sido Secretario do Desenvolvimento Econômico e da Produção de Imperatriz. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADALGISA LIMA SILVA, Goiana, de Piracanjuba, 17.04.1940, escreveu, entre outros, "DEPOIS DO MEGULHO" (CONTOS), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Brasigóis Felício, posfácio de Licínio Leal Barbosa e notas de orelha de José Mendonça Teles, Valdivino Braz e Ciro Gomes de Freitas. Conforme alguns autores, teria nascido em São José dos Bandeirantes, antigo São José, Goiás. Filha de Ângelo Gonçalves Lima e de Honorata Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Goiás Velho e Cuiabá, Mato Grosso. Durante muito tempo residiu em Aragarças, Goiás, onde foi destaque cultural em 1984. Professora, Jornalista, Escritora. Contista, Cronista, Poetisa. Pensadora, Intelectual, Pesquisadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Conferencista, Oradora, Literata. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ADALÍCIO NOGUEIRA(COELHO), de Inhambupe, Bahia, 13.02.1902, escreveu, entre outros, INTRODUÇÃO AO DIREITO ROMANO(1966), CAMINHOS DE UM MAGISTRADO(1978), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1965. Foi Professor Universitário, Promotor Público, Juiz de Direito. Desembargador, Prefeito de Salvador, Governador da Bahia. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Ministro e Presidente do Supremo Tribunal Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia de Letras da Bahia. Faleceu em 31.08.1990. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


ADALZIRA BITTENCOURT (CAVALCANTI DE ALBUQUERQUE FERREIRA), de Bragança Paulista, São Paulo, 02.11.1904, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL”. Filha de João Teodoro Bittencourt e Carmina de Albuquerque Cavalcanti Bittencourt. Após os estudos primários em sua terra natal, esteve também em Pinhal, interior paulista. Depois de cursar o Ginásio Oswaldo Cruz, tornou-se Advogada, formada pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1927. Em 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro, fundando ali escolas para menores abandonados. Visitou vários países da Europa e das Américas. Fundou no Rio de Janeiro, em 1932, a Academia Brasileira Feminina de Letras, de que também foi Presidente. Em 1951, criou o mensageiro LAR DA CRIANÇA, de que foi diretora. Publicou dezenas de livros, entre os quais, GENEALOGIA DOS ALBUQUERQUE-CAVALCANTI. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 28 de outubro de 1976.

ADÃO BOMFIM BEZERRA, de Cavalcante, Goiás, l943, escreveu, entre outros, "TOCANTINS, UM ESTADO PARA A NOVA REPÚBLICA", sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia, onde concluiu o curso de Direito, tornando-se Advogado. Casou-se com Irbanes José da Costa Bezerra, com quem tem vários filhos. Com o passar do tempo e mediante Concurso Público de Provas e Títulos tornou-se Promotor Público. Hoje(2005),Procurador de Justiça Aposentado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Poeta, Memorialista, Advogado. Foi Procurador Geral de Justiça, em ocasiões diferentes, tanto no Estado do Tocantins, quanto no Estado de Goiás, respectivamente nos governos de Siqueira Campos(Tocantins) e Iris Resende Machado(Goiás). Vinculado à Igreja Evangélica Metodista. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos históricos, entre os quais, BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE, de Otávio Barros da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras ou www.mariomartins.com.br

ADÃO VENTURA FERREIRA REIS, de Santo Antonio do Itambé(SERVO), Minas Gerais, 05.07.1946, escreveu, entre outros, AS MUSCULATURAS DO ARCO DO TRIUNFO(1975), A COR DA PELE(1980), PÓ DE MICO MACACO DE CIRCO(1985), TEXTURAAFRO(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Foi Redator do Suplemento Literário do Jornal MINAS GERAIS. Foi Professor de Literatura Brasileira Contemporânea na Universidade do Novo México. Mudou-se para Brasília em 1989. Jornalista, Advogado, Poeta. Conferencista nas Universidades de Iowa, Flórida e Bloomington. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Participante de muitas coletâneas, entre as quais, ANTOLOGIA DA NOVA POESIA BRASILEIRA, 1992, de Olga Savary, PÉROLAS DO BRASIL, 1993, de Lívia Paulini. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ADAUTO CORDEIRO CAVALCANTE, de Quebrângulo, Maceió, Alagoas, l920, escreveu, entre outros, "GURUPI-A CIDADE QUE MAIS CRESCE"(1968), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seu livro foi publicado pela Universidade Federal de Goiás. Filho de José Cordeiro Cavalcante e Myrian Cordeiro Cavalcante. Durante muitos anos residiu em Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Passou boa parte de sua vida em Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, onde educou os seus filhos, alguns deles, hoje, médicos famosos. Chegou a ser Diretor Comercial do jornal PARALELO 13, com sede em Porto. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Publicou também “O POBRE E O RICO”(Cordel). Professor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cordelista, Jornalista. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Seu livro sobre Gurupi foi publicado quando o autor tinha 48 anos de idade e a Rodovia Belém/Brasília que passa pelo Centro de Gurupi, completava 10 anos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Mudou-se, posteriormente, para Anápolis e depois Goiânia, onde faleceu, sendo sepultado em Porto Nacional, em março de 1996. Foi casado com a Argentina Norma Alfonso Cavalcante, com quem teve os filhos Nanci Alfonso Cavalcante, Alfredo Ramon e Victor Francisco. Casou-se a segunda vez, com Santa Ayres, já falecida, com quem viveu durante 15 anos e com quem adotou a filha Samoa Cristina. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ADÉLCIA DE OLIVEIRA (TANNUS), de Anápolis, Goiás, l943, escreveu, entre outros, "GOIÁS, NOSSA TERRA"(Estudos Sociais), juntamente com Maria do Carmo Pereira da Silva e outros, sem dados biográficos no livro. Professora, Juiza de Direito. Curso de Especialização em Direito Penal e Processual Penal, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, sob a orientação do Desembargador Romeu Pires de Campos Barros, ao lado do autor destas notas. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora. Intelectual, Memorialista, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Produtora Cultural. Salientada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Professores de Goiás, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos técnicos.

ADÉLCIO MARQUES FERREIRA, de Itabuna, Bahia, 14.09.1924, escreveu, entre outros, PESCARIAS E CAÇADAS(1984), MORTO NO PRAZER(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Contabilidade. Mudou-se para Brasília em 1960. Bancário, Escritor. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ADELICE DA SILVEIRA BARROS, de Caçu, Goiás, 30.01.1942, escreveu, entre outros, “SALADA DE CAPITÃES”(CONTOS-1999), “UM JEITO TORTO DE VIR AO MUNDO”(CONTOS-2000), com prefácio de Miguel Jorge e notas de orelha de Geraldo Coelho Vaz, sem dados biográficos completos nos livros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Pedagogia, pela Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora. Intelectual, Memorialista, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Produtora Cultural. Participante de diversas antologias, entre as quais, III CONCURSO DE CONTOS PROFESSOR VENERANDO DE FREITAS BORGES(1998). Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Secretaria Geral, entre 2002 a 2004. Articulista de vários jornais e revistas, inclusive da Revista O COUNTRY, de Goiânia. Membro da Academia de Letras e Artes do Extremo Sudoeste de Goiás- ASLEG. Publicou também PRISIONEIROS DO VENTO SUL(contos-2002), IANA SOL E SOMBRA(romance-2003), BARRABÁS(romance-2005), CAMUMBEMBE(contos-2008). Consta do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Goiânia, Kelps, 2006), de José Mendonça Teles. Premio Alejandro Cabassa, da UBE, Rio de Janeiro, 2002. Premio Colemar Natal, da AGL, 2002. Seu livro UM JEITO TORTO DE VIR AO MUNDO foi adotado nos Vestibulares de Goiás, 2003/2004. Participante da antologia III Concurso de Contos Professor Venerando de Freitas Borges, 1998, Goiânia. Participante da Antologia Poética de Contos, Sesi, 1998, Goiânia. Participante da Coleção Estalidos da Associação Artística e Literária, de Cruz Alta, Rio Grande do Sul, 2001. Participante da II Antologia 2001, Premio Pórtico, Câmara Brasileira de Jovens Escritores, Rio de Janeiro, 2001. Recebeu o TROFEU GOYAZES(ELI BRASILIENSE), em 2007, da Academia Goiana de Letras, na categoria Romance. Consta da obra SINTESE HISTORICA-LITERATURA GOIANA, de Geraldo Coelho Vaz. Em 2009, foi candidata a uma das vagas na Academia Goiana de Letras, mas não conseguiu se eleger. Foi candidata à Cadeira 28, vaga com a morte de Modesto Gomes da Silva. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, em 2002, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.

ADELINO FONTOURA (A. DA F. CHAVES), de Axixá, margem esquerda do rio Mearim, no Maranhão, 30.03.1859, escreveu, entre outros, DISPERSOS(Edição Póstuma-Poesia e Prosa-1955, por Múcio Leão), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Antônio Fontoura Chaves e Francisca Dias Fontoura. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em São Luis, começou a trabalhar no comércio, quando conheceu Artur Azevedo, quatro anos mais velho, que também trabalhava em armazém. Artur foi para o Rio de Janeiro e Adelino alistou-se no Exército, em Pernambuco. Em 1876, com 17 anos de idade, retornou a São Luis, participando de representações teatrais, como o ator Fontoura. Foi preso, em virtude de um papel que representou no teatro. Mudou-se para o Rio de Janeiro e ali procurou o amigo Artur de Azevedo. Queria ser jornalista e entrar para o teatro. Nada conseguindo em teatro, foi admitido na FOLHA NOVA, de Manuel Carneiro. Logo depois, Lopes Trovão lhe deu um lugar no recém-fundado jornal O COMBATE, onde publicou muitos de seus poemas. Em 1880, com 21 anos, Artur Azevedo o chamou para ser seu companheiro no jornal A GAZETINHA. Publicou numerosos trabalhos de prosa na GAZETA DA TARDE, de Ferreira de Menezes, onde também eram redatores Ferreira de Menezes, Augusto Ribeiro, Hugo Leal, João de Almeida e Adelino Fontoura. Viveu nessa fase de sua vida uma paixão não correspondida. Sentindo-se doente, decidiu ir para a Europa. Em 10.05.1883 partiu, no navio Gironde, para Paris, como representante da Gazeta da Tarde, que então havia sido comprada por José do Patrocínio. Como seu estado de saúde era crítico, foi internado no Real Hospital São José, de Lisboa, Portugal, onde faleceu no dia 02.05.1884, com 25 anos de idade. . A Revista da Academia Brasileira de Letras, nos números 93 e 117 publicou quase todas as suas poesias conhecidas. Ao fundar-se a Academia, em 28.12.1896, seu amigo Luís Murat escolheu-o como patrono da cadeira por ele criada. É o único caso de um patrono na Academia que não tinha livro publicado É o patrono da Cadeira n. 1, por escolha de Luís Murat. Sua Cadeira 01 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo Adelino Fontoura), Fundador Luis Murat, sendo também ocupada por Afonso d`Escragnolle Taunay, Ivan Lins, Bernardo Elis, Evandro Lins e Silva e Ana Maria Machado. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADELMAR TAVARES(A. T. da Silva Cavalcanti), de Recife, Pernambuco, 16.02.1888, escreveu, entre outros, DESCANTES(Trovas-1907), TROVAS E TROVADORES(1910), LUZ DOS MEUS OLHOS, MIRIÃ(Poesia-1912), A POESIA DAS VIOLAS(1921), NOITE CHEIA DE ESTRELAS(1925), O CAMINHO ENLUARADO(Poesia-1932), A LUZ DO ALTAR(Poesia-1934), UM RAMO DE CANTIGAS(Poesia-1955), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco Tavares da Silva Cavalcanti e de Maria Cândida Tavares. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Faculdade de Direito do Recife, onde colou grau em 1909, com 21 anos de idade. Foi redator do JORNAL PEQUENO. Em 1910, com 22 anos, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde ocupou importantes cargos. Foi professor de Direito Penal na Faculdade de Direito do Estado do Rio de Janeiro. Promotor Público adjunto (1910). Curador de resíduos e testamentos (1918). Curador de órfãos (1918-1940). Advogado do Banco do Brasil (1925-1930). Desembargador da Corte de Apelação do Distrito Federal (1940). Presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro(1948-1950). Tornou-se conhecido no Brasil e no Exterior, no setor da trova, sendo considerado, até hoje, o maior cultor desse gênero poético no Brasil. Suas trovas sempre mereceram referência na história literária brasileira. Membro da Sociedade Brasileira de Criminologia, do Instituto dos Advogados, da Academia Brasileira de Belas Artes, membro e patrono da Academia Brasileira de Trovas. Era considerado o Príncipe dos Trovadores Brasileiros. Advogado, professor, jurista, magistrado e poeta. Foi presidente da Academia Brasileira de Letras em 1948. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20.06.1963. Quinto ocupante da Cadeira 11, eleito em 25 de março de 1926, na sucessão de João Luís Alves e recebido em 4 de setembro de 1926 pelo Acadêmico Laudelino Freire. Recebeu o Acadêmico A.J. Pereira da Silva. Sua Cadeira 11 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Fagundes Varela, Fundador Lucio de Mendonça, sendo também ocupada por Pedro Lessa, Eduardo Ramos, João Luis Alves, Adelmar Tavares, Deolindo Couto, Darcy Ribeiro, Celso Furtado e Hélio Jaguaribe. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADEMAR DIRANI, Paulista, da Capital, l945, entre outros, escreveu, "FÉRIAS NA FAZENDA ECOLÓGICA", sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Agrônomo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ecologista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA), além de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

ADEMIR RIBEIRO HAMU, de Paracatu, Minas Gerais, 20.10.l950, escreveu, entre outros, "TRAVESSIA DE GENTE GRANDE", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Brasigóis Felício. Escreveu ainda "A IDÉIA DA VAQUINHA", este, juntamente com seus filhos Bebel S. Hamu(11 anos) e Lucas S. Hamu(8 anos), ilustrações de M. Cavalcanti. Publicou também “ZOOLOGIA”, em co-autoria com Clausmir Zaneti. Filho de Abrão Hamu e Coraci Ribeiro Hamu. Foi Professor do Colégio Einstein de Anápolis, interior goiano, além de cursos preparatórios na Capital. Formado em Medicina, pela Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Médico. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, da Associação Goiana de Zoologia, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como em diversos textos de poesia e prosa.

ADÊNIO DE CARVALHO COSTA, Goiano, da Capital, l955, escreveu, entre outros, "JUVENILIA-CONTOS E POEMAS", sem dados biográficos no livro, com prefácio de R. Dezouzart. Jornalista, Professor, Educador. Escritor, Poeta, Contista. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Ativista. Administrador, Ficcionista, Memorialista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa.

ADERBAL JUREMA(Aderbal de Araújo Jurema), de João Pessoa, Paraíba, 17.08.1912, escreveu, entre outros, POETAS E ROMANCISTAS DO NOSSO TEMPO(1953), REGIONALISMO E MODERNISMO(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito e Economia. Mudou-se para Brasília, ao se tornar Senador da República. Advogado, Professor Universitário. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, de que foi Presidente. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela de Magalhães e João Emílio Falcão. Faleceu em 19.05.1985. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


ADHEMAR SANTILLO, Paulista, de Ribeirão Preto, l939, escreveu, entre outros, "ESCÂNDALOS: OS FRUTOS DO REGIME", "DA MESA FARTA À SUBNUTRIÇÃO", sem dados biográficos nos livros. Deputado Estadual, Deputado Federal, Secretário da Educação e Cultura do Estado de Goiás. Foi Prefeito de Anápolis, Deputado Estadual e novamente Prefeito(l997). Fazendeiro, Ativista, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Membro da Associação das Emissoras de Rádio de Anápolis, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Diretor-Proprietário da Rádio Manchester de Anápolis. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Ribeirão Preto, São Paulo, a 13 de novembro de 1939. Em 1943 sua família se transferiu para Anápolis, interior goiano.
Passou a estudar nos colégios locais, inclusive no Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, onde se tornou líder estudantil.
Deputado Estadual pelo Movimento Democrático Brasileiro(MDB), em 1970/74. Deputado federal por três legislaturas, de 1974/78; 1978/82 e 1982/1986.
Em março de 1983 licenciou-se da Câmara Federal para assumir a Secretaria de Educação e Cultura do Estado.
De 1976 a 1982 exerceu o cargo de vice-líder nacional do PMDB.
Em 1979 publicou o livro “Da Mesa Farta à Miséria”, importante documentário denunciando as mordomias governamentais.
Este livro com várias reimpressões apareceu também com o título “Da Mesa Farta à Subnutrição”.
Posteriormente, tornou-se Prefeito de Anápolis, função que exerceu em dois períodos diferentes.
Fazendeiro, é também proprietário, juntamente com sua esposa, a Deputada Onaide Santillo, da Rádio Manchester de Anápolis.
Atualmente(1998), é Prefeito da cidade de Anápolis, depois de ter disputado a eleição com seu próprio irmão, o Ex-Governador Henrique Santillo.
Candidato à reeleição, perdeu, no entanto, a disputa para o fazendeiro e empresário Ernani de Paula.

ADIRSON DE VASCONCELOS(JOSÉ ADIRSON DE VASCONCELOS), de Santana do Acaraú, Ceará, 11.07.l936, escreveu dezenas de livros, entre outros, “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA” (BIOGRAFIAS). Foi Presidente da TV GOIÁ, de Goiânia, onde residiu, entre 1979 e 1984. Publicou também “A MUDANÇA DA CAPITAL”, “AS CIDADES SATÉLITES DE BRASÍLIA”, “A EPOPÉIA DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”. Membro da Academia Goiana de Letras(Correspondente), do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(correspondente), além de outras instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Luziânia, Federação das Instituições Culturais de Anápolis. Formado em Direito e Administração. Mudou-se para Brasília em 1957. Jornalista, Professor, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Foi Jornalista Profissional do CORREIO BRASILIENSE. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Com seu conjunto de obras, tornou-se o maior especialista em livros sobre Brasília. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ADISON AMARAL, de Bom Jesus de Itabapoana, Rio de Janeiro, 06.01.1933, escreveu, entre outros, CONTEMPLANDO MISTÉRIOS DIVINOS(1983), QUANDO FALA O CORAÇÃO(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1971. Funcionário Público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal, Casa do Poeta Brasileiro e Academia de Civismo e Artes do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ADMÁRIO LUIZ DE ALMEIDA, de Rosário, Maranhão, 02.07.1948, escreveu, entre outros, MOMENTOS(1981), CANTOS E RECANTOS(1986), CANTO CIGANO(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em História. Mudou-se para Brasília em 1969. Pesquisador do Memorial JK. Professor, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Taguatinguense de Letras. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ADOLFO COLTRO, de Nova Prata, Rio Grande do Sul, l934, escreveu, entre outros, "MANUAL TÉCNICO-CIENTÍFICO DE ALIMENTAÇÃO-NUTRIÇÃO HUMANA", "DOUTRINA AGROPECUÁRIA E ALIMENTAR", este, juntamente com Mariana Bento de França e Ivone de La Luz Bobadilla, sem dados biográficos nos livros. MÉDICO NUTROLOGISTA, residente em Goiânia, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Médica, do Conselho Regional de Medicina, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos e científicos.

ADOLFO GRACIANO DA SILVA NETO, Goiano, de Pouso Alto(Piracanjuba), 19.09.l935, escreveu, entre outros, "A ROMEIRA DO MUQUÉM" (contos-1980). Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Filho de Alcides Graciano da Silva e Delza Pinto da Silva. Promotor Público, Procurador de Justiça Aposentado. Atuou como Corregedor Geral do Ministério Público Goiano. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Foi Delegado de Polícia na cidade de Anápolis, onde também iniciou sua carreira como Agente Policial. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Especialista em Direito Penal e Processo Penal, sob a orientação dos Professores Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros, respectivamente. Memoriado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e ainda em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nascido na cidade de Piracanjuba, Estado de Goiás, a 19 de setembro de 1935. Filho de Alcides Graciano da Silva e Delza Pinto da Silva.
Após aprender as primeiras letras, matriculou-se, por volta de 1942, no Grupo Escolar João Pinheiro, da cidade natal, antiga Nossa Senhora da Abadia de Pouso Alto, fundada pelo guarda-mór Francisco José Pinheiro.
Terminado o primário, deslocou-se para Goiânia. Já na Capital do Estado, tornou-se aluno da Escola Técnica de Goiânia, a partir de 1951. Para terminar o ginásio, no entanto, fez o curso de madureza.
Em 1955, matriculou-se no Liceu de Goiânia, onde terminou o curso clássico, em 1957.
Após exames vestibulares, ingressou na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, em 1958, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no ano de 1962.
Durante muito tempo trabalhou na Imprensa Oficial em Goiânia, estando no serviço público estadual, desde 20 de julho de 1953.
Em 1965, fez concurso para Delegado de Polícia, trabalhando em vários lugares. No mesmo ano, residiu em Anápolis como Delegado de Polícia, exercendo a função com muito rigor.
Em outubro de 1966, fez concurso para Promotor de Justiça, tornando-se titular da Comarca de Cachoeira Alta.
Passou por várias comarcas do interior, entre as quais, Varjão, Luziânia, onde residiu 2 anos, além de outras. Foi Promotor de Justiça de 3º Entrância da Comarca de Goianésia, de onde foi para Goiânia.
Durante muito tempo esteve à disposição de vários órgãos governamentais, dentre eles, a CELG, onde foi Chefe de Assessoria Jurídica. Promovido a Procurador de Justiça, tornou-se Corregedor Geral do Ministério Público.
Em 1980, venceu o Concurso Literário "Bolsa Hugo de Carvalho Ramos", com o conjunto de contos "A Romeira do Muquém", livro publicado no mesmo ano, com os maiores encômios da crítica literária.
Aposentado, dedica-se hoje(1998), à advocacia e também a atividades agropecuárias.
Sobre ele e com o título “ADOLFO GRACIANO E A ROMEIRA DO MUQUÉM”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

ADOLFO LUTZ, do Rio de Janeiro, Rj, 1855, escreveu, entre outros, “A LEPRA, A MALÁRIA E OS MOSQUITOS”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos escritos. Filho de pais suíços, formou-se em Medicina, em Berna, Suíça. Estudou também em Viena, na Áustria, em Leipzig, na Alemanha, em Praga, na Tchecoslováquia, em Londres, na Inglaterra, em Paris, na França, em Hamburgo, na Alemanha. Retornou ao Brasil, tornando-se médico no interior de São Paulo. Depois de algum tempo, voltou para a Capital Paulista-São Paulo-, tornando-se Assistente do Dermatologista UNNA, que o indicou para dirigir o Leprosário de Molocai, na Ilha de Havaí. Foi para o Havaí, como especialista em lepra. Retornando ao Brasil, em 1893, quando tinha 38 anos de idade, passou a dirigir o Instituto Bacteriológico de São Paulo(hoje Instituto Adolfo Lutz), onde permaneceu até 1908. Nesse ano, foi chamado por Osvaldo Cruz, para o Instituto de Manguinhos(hoje Instituto Osvaldo Cruz), onde trabalhou como pesquisador por trinta anos, até a sua morte em 1940. Viajou por todo o Brasil, inclusive pelo atual Estado do Tocantins, tendo estado em Porto Nacional, Pedro Afonso e outras cidades das margens do Rio Tocantins, onde estudou as doenças epidêmicas e endêmicas, entre as quais, a febre amarela, a malária, a doença de chagas, a hanseníase, as micoses, a leishmaniose, etc. Sua filha se chamou Berta Maria Júlia Lutz, zoóloga, nascida em São Paulo, em 1894 e falecida no Rio de Janeiro, em 1976, que estudou em Paris e trabalhou no Museu Nacional do Rio de Janeiro, como especialista em anfíbios anuros. Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Mário de Moraes, para o jornal O POPULAR, de Goiânia, em 03.03.2003, sob o título “CARTAS ESCLARECEDORAS”, mostrando o que está sendo feito pelos historiadores Jaime Benchimol e Magali Romero de Sá para a edição dos documentos que compõem o arquivo de Adolfo Lutz.

ADOLFO MARIANO DE JESUS, de Patrocínio, Minas Gerais, l895, escreveu, entre outros, "O POETA NATO", "ABC DA CACHAÇA", "ABC DA CAÍDA DO ZEBU", sem dados biográficos nos livros. Mudou-se para Catalão, com dois anos de idade, em 1897. Foi fazendeiro em Goiandira, onde sempre viveu. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual, Cordelista. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Cordelistas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos folclóricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ADONAI TELES ANDRADE, Goiano, da Capital, l976, escreveu, entre outros, "A ALMA ENCURRALADA" (POEMAS-1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com l8 anos de idade apenas. Filho de Gilberto José de Andrade Filho e de Belkiss Miriam Melo. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ADONIAS FILHO(Adonias Aguiar Filho), de Itajuipe, Bahia, 27.11.1915, escreveu, entre outros, RESNASCIMENTO DO HOMEM(Ensaio-1937), TASSO DA SILVEIRA E O TEMA DA POESIA ETERNA(Ensaio-1940), OS SERVOS DA MORTE(Romance-1946), MEMÓRIAS DE LÁZARO(Romance-1952), MODERNOS FICCIONISTAS BRASILEIROS(Ensaio-1958), HISTORIA DA BAHIA(Ensaio-1963), NOITE SEM MADRUGADA(Romance-1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Adonias Aguiar e de Rachel Bastos de Aguiar. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso secundário no Ginásio Ipiranga, em Salvador, concluindo-o em 1934, com 19 anos de idade. Transferiu-se, em 1936, com 21 anos, para o Rio de Janeiro, onde começou a carreira jornalística, colaborando no CORREIO DA MANHÃ. Foi crítico literário dos CADERNOS DA HORA PRESENTE, de São Paulo (1937). Crítico literário de A MANHÃ (1944-1945). Do JORNAL DE LETRAS (1955-1960). Do DIÁRIO DE NOTÍCIAS (1958-1960). Colaborou também no ESTADO DE S. PAULO e na FOLHA DA MANHÃ, de São Paulo, e no JORNAL DO COMMERCIO, do Rio de Janeiro. Foi nomeado diretor da Editora A Noite (1946-1950). Diretor do Serviço Nacional de Teatro (1954). Diretor da Biblioteca Nacional (1961-1971). Respondeu também pela direção da Agência Nacional, do Ministério da Justiça. Foi eleito vice-presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1966). Membro do Conselho Federal de Cultura (1967, reconduzido em 1969, 1971 e 1973). Presidente da Associação Brasileira de Imprensa (1972). Presidente do Conselho Federal de Cultura (1977-1990). Detentor de muitos prêmios, dentre os quais, Prêmio Paula Brito(1968). Golfinho de Ouro de Literatura (1968), o Prêmio PEN Clube do Brasil, Prêmio da Fundação Educacional do Paraná (FUNDEPAR) e o Prêmio do Instituto Nacional do Livro (1968-1969). Obteve o Prêmio Brasília de Literatura (1973), conferido pela Fundação Cultural do Distrito Federal. Prêmio Nacional de Literatura (1975), do Instituto Nacional do Livro(1974-1975). Recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, em 1983. Jornalista, crítico, ensaísta e romancista. Faleceu em Ilheus, em 2 de agosto de 1990. Quinto ocupante da Cadeira 21, eleito em 14.01.1965, na sucessão de Álvaro Moreyra e recebido em 28.04.1965, pelo Acadêmico Jorge Amado. Recebeu a Acadêmica Rachel de Queiroz e os Acadêmicos Otávio de Faria, Joracy Camargo e Mauro Mota. Sua Cadeira 21 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Serra, Fundador José do Patrocinio, sendo também ocupada por Mario de Alencar, Olegário Mariano, Álvaro Moreira, Adonias Filho, Dias Gomes, Roberto Campos e Paulo Coelho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADORY OTONIEL DA CUNHA, Mineiro, de Araguarí, l927, escreveu, entre outros poemas, "VOCAÇÃO". Faleceu em acidente de avião, na região de Taguatinga, hoje Tocantins, juntamente com Péricles José de Moura, em l960, na campanha eleitoral de Mauro Borges, ao Governo de Goiás. Escritor, Poeta, Orador. Jornalista Profissional, Cronista, Radialista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Manteve o programa radiofônico "NA ESQUINA DA VIDA". Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ADOVALDO FERNANDES SAMPAIO, Goiano, de Pires do Rio, 17.12.l944, autor de dezenas de livros, entre os quais, "SEU NOME AGORA É SAUDADE"(CRÔNICAS-1967), "TCHECOSLOVÁQUIA BLUES"(ANTOLOGIA-1969), "ROTEIRO DE ANÁLISE SINTÁTICA"(1971), "TIEMPO DE POESIA BRASILEIRA"(1975), "MARCEL PROUST E ELAS"(1980), "INSTANTES DE LIVROS-AS MELHORES RESENHAS", "LÍNGUAS E DIALETOS ROMÂNICOS", "O SOL NA REDE"(CONTOS-1979), "VOCES FEMENINAS DE LA POESIA BRASILENA"(1979), "NEGRITUDE E POESIA"(1979). Diretor do Patrimônio Histórico e Artístico da Fundação Cultural Pedro Ludovico, em Goiânia(1997), sob a Presidência de Linda Monteiro, no Governo de Maguito Vilela. Fazendeiro, Jornalista, Pensador. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Produtor Cultural, Conferencista. Contista, Cronista, Ativista. Linguista, Filólogo, Tradutor. Crítico Literário, Editor, Gramático. Administrador, Educador, Ficcionista. Memorialista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários dicionários e antologias de poesia e prosa, entre as quais, ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Edição do Mec, l990, de Afrânio Coutinho e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se na ENCYCLOPÉDIE DE LA CULTURE DES AMÉRIQUES, de Michele Staub, no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes, no DICIONÁRIO DO BRASIL CENTRAL, de Bariani Ortêncio e na HISTORY OF AMERICAN TRANSLATION, de Stefan Congrat-Butler. Sobre ele e com o título “CONTOS E CRÔNICAS DE ADOVALDO FERNANDES SAMPAIO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Pires do Rio, Goiás, no dia 17 de dezembro de 1944. Filho de Waldivino Sampaio e de Adozinda Fernandes Sampaio.
Iniciou, em 1950, os estudos primários em sua terra natal, tendo sido aluno, inclusive, aluno de Aida Félix de Souza.
Mudou-se para Anápolis, interior goiano, onde concluiu o curso médio.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde terminou o curso de bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais.
Fez cursos especiais na Argentina, França e na Bélgica, tendo se especializado em “Comunicação”, “Lingüística”, “Literatura Comparada” e “Ciências Diplomáticas”.
Suas produções literárias estão espalhadas por antologias existentes na Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Inglaterra e diversos outros países.
Em 1975, recebeu no México, o prêmio INTEGRACIÓN CULTURAL DE LATINOAMERICA.
Retornando a Goiás, tornou-se, inclusive, em 1998, Diretor de Patrimônio da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira.
Reside em Goiânia, onde desenvolve sua produção intelectual, ao lado da artista plástica Rosemary Botelho Fernandes.

ADOZINDA LUZO PIRES, de Carolina, Maranhão, 13.09.1893, escreveu, entre outros, “MEU MUNDO ENCANTADO-MEMÓRIAS”(1979), com prefácio de Josué Montelo, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Descreve 29 famílias da cidade “velhos troncos que plasmaram, pelo batismo e pelo casamento, a sociedade carolinense, numa casta impenetrável”. Vinculada ao Tocantins, por ter escrito sobre os grandes caudilhos de Grajaú e de Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis). Falou sobre o Coronel Perna(Francisco Sales Maciel Perna-cearense, 1855), ex-prefeito de Boa Vista, na década de 1888 e que se refugiou em Carolina, depois de 1891. Descreveu o Coronel Leitão(Carlos Gomes Leitão-Caxias, 1855), também ex-prefeito de Boa Vista, que morreu de malária, indo para Belém do Pará. Mencionou o Coronel Dias(José Dias Ribeiro, cearense, 1857) que foi levado para o Rio de Janeiro, pela professora Leolinda Daltro e lá morreu de varíola. Falou sobre o Coronel Leda(Leão Leda) que foi morto em Conceição do Araguaia, em 1909, depois de ter sido expulso de Tocantinópolis. Quanto a Adozinda Pires, filha da mãe solteira Maria Raimunda, após os estudos primários em sua terra natal, onde era filha adotiva do Padre Carvílio Luso, deslocou-se para Porto Nacional, em 1905, passando a estudar no Colégio das Freiras, onde se formou normalista, tornando-se professora. Em 1912, voltou a Carolina e fundou um curso primário. Em 1921, casou-se com Otílio Othon Pires, com quem teve três filhos. Já tinha mais de oitenta anos de idade, quando publicou o seu livro de memórias, prefaciado pelo maranhense da Academia Brasileira de Letras, Josué Montelo. Faleceu em Carolina, Maranhão, no dia 22.06.1981, com 88 anos. Mencionada em diversos livros, entre os quais, “CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS”, de Luiz Gomez Palacín e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ADRIANA LUNARDI, de Xaxim, Santa Catarina, 1965, escreveu, entre outros, “VÉSPERAS”(CONTOS-2003), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “AS MENINAS DA TORRE HELSINQUE” (CONTOS-1996). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação Social, tornando-se jornalista. Trabalhou no jornal ZERO HORA, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Atualmente(2003), é editora de textos e roteirista de Programas de Televisão. Mudou-se para o Rio de Janeiro, onde se tornou roteirista do programa EXPEDIÇÕES, da TV CULTURA. Casada com o jornalista Max Mallmann. Diferentes prêmios recebidos, entre os quais, PRÊMIO FUMPROARTE e PRÊMIO AÇORIANOS. Jornalista, Escritora. Ensaísta, Cronista, Contista. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Administradora, Ficcionista, Literata. Conferencista, Oradora, Memorialista. Sobre ela, escreveu excelente matéria, a jornalista Nádia Timm, no jornal O POPULAR, de Goiânia, de 19.01.2003, sob o título “RÉQUIEM LITERÁRIO”. Seu livro trata da vida e obra, além dos últimos momentos, quando da morte de escritoras famosas, entre as quais, Ana Cristina César, Clarice Lispector, Colette, Dorothy Parker, Júlia da Costa, Katherine Mansfield, Sylvia Plath, Virgínia Wolf e Zelda Fitzgerald. Referida no “DICIONÁRIO DE MULHERES”, de Hilda Agnes Hubner Flores. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001, não é citada no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo, nem também no DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ADRIANE TEIXEIRA SARMENTO COSTA, Goiana, da Capital, l968, escreveu, entre outros, "ÚLTIMOS MOMENTOS", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Romance, com apresentação de Gabriel Belo Calzada. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Memorialista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Menção honrosa no Concurso Nacional Master de Literatura, promoção do Clube Brasileiro de Literatura. Descrita nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ADRIANO CÉSAR CURADO, de Anápolis, Goiás, 03.09.1968, escreveu, entre outros, PAIXÃO DE CABOCLO(Contos-1999), TRAVESSIA(Novela-2001), este, com prefácio de Bernardo Élis e J. J. Veiga e notas de orelha de Luis Eduardo Barros Ferreira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Luiz César da Trindade Curado e de Adelaide Marta de Pina Curado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso primário no Colégio Joaquim Alves, em Pirenópolis. Cursou o ginásio e secundário no Colégio Cristóvam de Oliveira, também em Pirenópolis. Foi aluno do autor destas notas na FACULDADE DE DIREITO DE ANÁPOLIS(FADA), onde se formou Bacharel em Direito, em 1994, com 26 anos de idade. Apenas nasceu em Anápolis, mas residiu sempre em Pirenópolis, tornando-se ali Advogado. Nos anos 90 publicou contos e poemas no jornal cultural "Nova Era" (Pirenópolis) e na revista da APLAM Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música. Pertencente à família CURADO, de tantas glórias e tradições e em que se destacaram nomes como Érico Curado, Bernardo Élis Fleury Curado, além de tantos outros. Seu livro TRAVESSIA ganhou o PRÊMIO CORA CORALINA 2000, da AGEPEL(Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico). Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil(Goiás), Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música(tendo como Patrono seu triavô, Maestro Joaquim Propício de Pina). É também membro da Sociedade dos Amigos de Pirenópolis(SOAP), da Escola e Banda de Música PHOENIX MESTRE PROPÍCIO, de Pirenópolis. Atualmente(2006), é Assessor no Ministério Público do Estado de Goiás. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2001), de José Mendonça Teles. Não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADRIANO DA GAMA KURY, de Sena Madureira, Acre, 25.04.1924, escreveu, entre outros, MEU LIVRO DE PORTUGUÊS(1970), PARA FALAR E ESCREVER MELHOR O PORTUGUÊS(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Neolatinas. Mudou-se para Brasília em 1964. Professor Universitário, Pesquisador. Trabalhou na Fundação Casa de Rui Barbosa. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia Brasileira de Filologia. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ADRIÃO BERNARDES(Adrião Onésimo Bernardes), de Baixa Grande, Bahia, 01.03.1891, escreveu, entre outros, PRINCIPIOS QUE VIVEM(1963), NÓS, ELES E OUTROS(1964), CHISPAS DA BIGORNA(1965), ESPIRITISMO(1965), ISTO É SÃO PAULO(1965), ECUMENISMO(1967), ENGLISH FACTS FOR COLLEGE STUDENTS(1968), SERMONADO(1970), A BIBLIA E A CIÊNCIA, DEMOCRACIA E EDUCAÇÃO, BRASIL DESCOBERTO E POR DESCOBRIR, O GRANDE FLAGELO DA SOCIEDADE MODERNA, O LIVRO PERDIDO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação, ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de José Silvério Bernardes e de Francisca Madalena. Era aprendiz de alfaiate em Santo Antonio de Jesus, na Bahia, quando se encontrou com o missionário Salomão Ginsburg e foi batizado por ele na Igreja Batista, em 1909, quando tinha 18 anos de idade. Nos anos seguintes, foi para o Colégio Americano Batista Gilreath, no Recife, concluindo o secundário. Em seguida matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, formando-se Bacharel em Teologia. Enviado pelo Seminário, foi estudar nos Estados Unidos, na Universidade de Baylor, Waco, Texas, em 1917, onde fez Mestrado em Teologia(Th.M). De volta dos Estados Unidos, revalidou o Diploma na Universidade do Recife, em 1923, fazendo-se Bacharel em Direito. Já como Pastor Batista, tornou-se Professor do Colégio Americano e do Seminário do Norte, entre 1920 e 1925, tendo participado ativamente do movimento chamado RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO, conforme se lê em HISTÓRIA DAS IDÉIAS RADICAIS NO BRASIL, no site www.mariomartins.com.br Quando Salomão Ginsburg, em 1921, publicou o seu livro UM JUDEU ERRANTE NO BRASIL, em inglês, fez-lhe rasgados elogios, inclusive revelando o seu nome original ADRIÃO ONÉSIMO BERNARDES. Na tradução brasileira de 1940, feita por Manoel Avelino de Souza, na página 195, aparece uma observação que deve ter sido feita pelo tradutor, nos seguintes termos: “Infelizmente o Sr. Adrião desmentiu tudo que affirma delle neste capitulo. Hoje está separado da igreja e entregue a outros misteres”. De fato, nos anos seguintes, Adrião Bernardes, mudou-se para São Paulo, deixando a Igreja Batista. Passou a lecionar em diversos colégios, entre os quais, Liceu Nacional Rio Branco, Colégio Estadual de Catanduva, de Taubaté e de Mogi das Cruzes. Lecionou no Colégio Mackenzie e no Colégio Paulistano. Fundou o Colégio Estadual e a Escola Normal Brasilio Machado. Em 06.03.1954, foi eleito Deão do Seminário Presbiteriano Conservador de São Paulo. Nos anos 1954 e 1958, foi candidato a Deputado Federal, por diferentes partidos, mas não conseguiu se eleger. Em 1962, elegeu-se Deputado Federal por São Paulo, na legenda do PST(Partido Social Trabalhista). Com a extinção dos partidos pelo Ato Institucional de 02.10.1965, filiou-se à ARENA(Aliança Renovadora Nacional). Deixou a Câmara dos Deputados em 1967, por não ter conseguido se reeleger. Passou a dirigir a CODEBRÁS(Coordenação do Desenvolvimento de Brasília). Faleceu em São Paulo, em 19.11.1969. Foi casado com Alda Gueiros Bernardes, com quem teve seis filhos. Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ADRIÃO NETO, de Luis Correia, Piauí, 19.12.1951, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS” e DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Teresina. Fez o curso de Bacharel em Administração de Empresas. Tornou-se dicionarista biográfico, historiador, poeta, antologista e romancista. Membro da União Brasileira de Escritores do Piauí, da Associação Nacional de Escritores, da International Writers and Artists Association, dos Estados Unidos, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Publicou vários livros, entre os quais, “LITERATURA PIAUIENSE PARA ESTUDANTES”. Viajou por vários países, destacando-se, Portugal, Espanha, Suíça, Argentina, Paraguai, etc. É hoje um dos nomes mais ilustres da literatura piauiense. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

Natural de Lagoa do Camelo, município de Luís Correia, Piauí. Nasceu em 19 de dezembro de 1951. Filho de Osvaldo Sales Santos e Maria Nazaré Santos. Dicionarista biográfico, historiador, antologista, poeta e romancista. Graduado em Administração de Empresas pela Universidade Federal do Piauí. É um dos escritores mais premiados do Piauí. Em 1978, conquistou o 1º lugar no Concurso de Monografia sobre a Importância do Porto de Luís Correia para o Desenvolvimento do Piauí, lançado em Recife (PE), pela Ação Social de Confraternização da Juventude; em 1994, logrou o 1º lugar no Concurso Nacional e Internacional de Poesia, promovido pela OICC - Ordem Internacional das Ciências, das Artes, das Letras e da Cultura; em 2001, com o romance A CONQUISTA DO MARANHÃO, foi classificado em 1º lugar no Concurso Literário, Categoria Romance – “Prêmio Fontes Ibiapina” – de âmbito nacional, promovido pela Fundação Cultural do Piauí e em 2002, com o romance histórico e indianista ETERNA ALIANÇA, editado no ano de 2000, conquistou o 2º lugar do Prêmio Nacional Literário Benedito Rodrigues Nascimento, promovido em Goiás, pela Sociedade de Cultura Latina do Brasil e Casa do Poeta Brasileiro. Posteriormente, em 2003, com o romance RAÍZES DO PIAUÍ, foi classificado em 3º lugar no Concurso Literário, Categoria Romance – “Prêmio Fontes Ibiapina” – promovido pela Fundação Cultural do Piauí. Autor de várias obras, dentre elas, DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS (1993 e 1995); DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS (1998 e 1999); LITERATURA PIAUIENSE PARA ESTUDANTES (várias edições – adotado por várias escolas do ensino médio), GEOGRAFIA E HISTÓRIA DO PIAUÍ PARA ESTUDANTES – DA PRÉ-HISTÓRIA À ATUALIDADE (adotado em várias escolas de todo o Estado) e ETERNA ALIANÇA (romance histórico e indianista, adotado em escolas do ensino fundamental). Além de ter participado de vários trabalhos coletivos, organizou as coletâneas CRÔNICAS DE SEMPRE (1995); COLETÂNEA DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS EM PROSA E VERSO (1999) e A POESIA PARNAIBANA (2001). Dentre outras honrarias, detém o Título de “Cidadão Teresinense”, outorgado pela Câmara Municipal de Teresina; o Diploma de “Personalidade Cultural do Século” e o Instituto do Mérito Cultural “Leonardo Castelo Branco”, ambos outorgados pela Academia de Letras da Região de Sete Cidades; o Diploma de “Personalidade Cultural da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro”, concedido pela UBE/RJ; a Láurea “Mérito Juscelino Kubitschek” (medalha e diploma), o Diploma do Mérito “Poesia JK” e o Diploma de “Personalidade do Ano de 1996”, outorgados pela Ordem Internacional das Ciências, das Artes, das Letras e da Cultura; o Diploma do Mérito Cultural “Da Costa e Silva”, concedido pela UBE/PI; o Diploma do Mérito Cultural “Firmino Teixeira do Amaral”, conferido pela Fundação Nordestina do Cordel e Revista De Repente; o Instituto do Mérito Cultural “A. Tito Filho”, concedido pela Academia de Letras do Vale do Longá; o “Diploma”, concedido pelo Centro Cultural dos Cordelistas do Nordeste, em parceria com a Fundação Demócrito Rocha, ambos sediados em Fortaleza (CE) e o Diploma de Personalidade do Ano de 1996, conferido pela OICC. É destaque em vários livros editados no Brasil e no exterior. Seu nome é citado em mais de trezentas obras, inclusive em dissertações de mestrado e em teses de doutorado. É verbete nas seguintes obras: DIRECTORY OF INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS, de Teresinka Pereira, editado nos Estados Unidos; ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA (2002), de Afrânio Coutinho e J. Galante, 2ª edição, atualizada por Graça Coutinho e Rita Moutinho, editada no Rio de Janeiro; ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, Volume I (1993), de Reis de Souza, editada no Rio de Janeiro; DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS (2001), de Mário Ribeiro Martins; DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO ESTADO DO PIAUÍ (1994), de Cláudio Bastos; DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS (1991), de Francisco Igreja, editado no Rio de Janeiro; LITERATURA: DE HOMERO À CONTEMPORANEIDADE – ENFOQUES HISTÓRICO, TEÓRICO E PRÁTICO (2003), de Ronaldo Alves Mousinho, editado em Brasília; PERSONALIDADE CULTURAL DO SÉCULO – TALENTOS DA INTELIGÊNCIA DO PIAUÍ (2001), de José Fortes Filho, editado no Piauí; GUIA DE ESCRITORES BRASILEIROS, de Néa Tauil, editado em São Paulo; VISÃO HISTÓRICA DA LITERATURA PIAUIENSE (3ª e 4ª edições), de Herculano Moraes, editada no Piauí; DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO PIAUIENSE (1992 e 1993), GRANDE DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO PIAUIENSE (1997) e DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO PIAUIENSE ILUSTRADO (2003), todos de Wilson Carvalho Gonçalves, editados no Piauí, bem como, no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via Internet, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br e ainda nos livros AMARRAÇÃO / LUIZ CORREIA e LUIZ CORREIA, PASSADO E PRESENTE, ambos de Wilson Fiúza, editados no Piauí. É destaque no livro A CRÍTICA LITERÁRIA NO BRASIL, 3ª edição (2003), do conceituado crítico literário Wilson Martins, editado em São Paulo e no livro ESTE MUNDO É PEQUENO (2003), de Nelson Hoffmann, editado no Rio Grande do Sul. Figura como personagem do livro EM PRETO-E-BRANCO (1995), de José Ribamar Garcia, editado pela Litteris Editora, do Rio de Janeiro. Em setembro de 1996, participou, como conferencista, do XIII Congresso Brasileiro de Teoria e Crítica Literária / XII Seminário Internacional de Semiótica e Literatura / VII Simpósio Paraibano de Estudos Portugueses, realizado em Campina Grande, pela Faculdade de Direito da UEPB e Prefeitura Municipal de Campina Grande (PB). Participou, também, como conferencista, de vários seminários de Literatura Piauiense, realizados em Teresina e em outras cidades do Piauí, inclusive em Bom Jesus, onde, em sua homenagem, o evento foi denominado de I SEMINÁRIO DE LITERATURA PIAUIENSE ESCRITOR ADRIÃO NETO. Foi objeto de três questões do vestibular/99, da Universidade Estadual do Piauí. O Vestibular/2003, da referida Universidade também lhe contemplou com duas citações. Ainda em 2003, foi lembrado no vestibular da Faculdade Piauiense. Em 2002, seu nome fez parte do rol dos escritores piauienses, incluídos, pela Secretaria de Educação do Estado do Piauí, no “Manual do Candidato” aos “Exames Supletivos do Ensino Médio”, tendo inclusive sido objeto de uma das questões da prova. Participou do Colégio Eleitoral para eleger os vencedores do Prêmio Multicultural o Estadão 2001, 2002 e 2003, promovido pelo jornal O Estado de S. Paulo. Em suas andanças já foi visto em Portugal, Espanha, Suíça, Argentina, Paraguai, Guiana Inglesa, Venezuela, Colômbia, Bolívia, Chile, Peru e em quase todos os Estados brasileiros. Em maio de 2003, a Prefeitura Municipal de Parnaíba o homenageou, estampando o seu nome numa placa de bronze, afixada na praça: Jardim dos Poetas, ora inaugurada pelo prefeito Paulo Eudes Carneiro. Contatos: Rua Lucídio Freitas, 653 – Cep. 64.003-120 – Teresina, PI - adriao-neto@webone.com.br - adriao-neto@antena10.com.br - (0xx86) 9986-0573 e 213-1529.


ADRINO ARAGÃO DE FREITAS, de Manaus, Amazonas, 06.10.1936, escreveu, entre outros, ROTEIRO DOS VIVOS(1972), AS TRÊS FACES DA ESFINGE(1985), TIGRE NO ESPELHO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1977. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Bancário. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Associação Nacional de Escritores, União Brasileira de Escritores. Participante de muitas antologias, dentre outras, CONTO CANDANGO, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

A. FONSECA PIMENTEL(Antonio Fonseca Pimentel), de Ouro Fino, Minas Gerais, 03.07.1916, escreveu, entre outros, O TEATRO DE NELSON RODRIGUES(1951), MEMORIAL DOS SETENTA(1989), REFLEXÕES COMPLEMENTARES AO MEMORIAL DOS SETENTA(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração e Economia. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Diretor-Geral do DASP(Departamento de Administração do Serviço Público). Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTISTAS DE BRASILIA, 1965, de Almeida Fischer. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


AFFONSO FRAGA, Paulista, de Americana, l935, advogado militante em Anápolis, escreveu, dentre outros, "COMENTÁRIO AO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL", sem dados biográficos no livro. Escritor, Professor, Ensaísta. Pesquisador, Jurista, Memorialista. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Pormenorizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, do Clube dos Advogados de Anápolis, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Americana, Estado de São Paulo, a 13 de dezembro de 1935. Filho de Manoel Joaquim Fraga e Naziozênia Barbosa Fraga.
Concluiu o curso primário em Araguarí, Minas Gerais. Terminou o curso de Contabilidade na Escola de Contabilidade São Judas Tadeu, de Uberlândia, MG.
Transferindo-se para Anápolis, casou-se com Sulamita Sidney Fraga, com quem teve filhos e filhas, Firelei, Firelaine, Firelene e Firelênio Wesley.
Em 1972, bacharelou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Anápolis.
Foi fundador da Rádio Cultura de Anápolis. Fundou também a Rádio Cultura de Ceres.
Além de Diretor-Presidente de ambas as emissoras, foi também locutor por vários anos, de diferentes programas, alguns de auxílio às pessoas carentes.
Escreveu para vários jornais do Estado de Goiás, sempre no campo literário.
Advogado militante no Estado e fora dele, dedica-se exclusivamente à área civil.
Entre suas obras, destaca-se o "Comentário ao Código de Processo Civil", abrangendo os artigos 1º a 40 e ainda o 2º volume da mesma obra, em preparo, do artigo 41 até 140.
Está vinculado a diferentes entidades culturais e de classe, destacando-se, entre outras, Ordem dos Advogados do Brasil, seção de Goiás, subseção de Anápolis.

AFFONSO GREGORY(Felippe)(DOM AFFONSO), de Estrela, Rio Grande do Sul, 06.02.1930, escreveu, entre outros, “PROMOVENDO A JUSTIÇA E A CARIDADE”, “FORMAS DE PRESENÇA DA IGREJA EM GRANDES CIDADES”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez Filosofia em São Leopoldo, Rio Grande do Sul. Teologia, na Universidade Gregoriana de Roma. Ciências Sociais, na Universidade de Louvain, na Bélgica. Em 1956, foi nomeado Sacerdote. Nomeado Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, em 1979. Foi Pároco de Porto Alegre e Professor de Sociologia, da Faculdade de Viamão, no Rio Grande do Sul. Tornou-se Bispo da Diocese de Imperatriz, em 29.07.1987. Vinculado a diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, CÁRITAS INTERNACIONAL, de que é Presidente. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 8, tendo como Patrono Dom Marcelino Bícego(1920). É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

AFONSO ARINOS(Afonso Arinos de Melo Franco)(o primeiro), de Paracatu, Minas Gerais, 01.05.1868, escreveu, entre outros, OS JAGUNÇOS(Romance-1898), PELO SERTÃO(Contos-1898), NOTAS DO DIA(Ensaio-1900), O CONTRATADOR DE DIAMANTES(Drama-1917-obra póstuma), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Virgílio de Melo Franco e Ana Leopoldina de Melo Franco. Seu nome verdadeiro colocado pelo pai era AFONSO ARINOS NIESUM DE MONTEZUMA. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em virtude da condição de Juiz de seu pai, viveu em Conceição do Norte(antigo Norte de Goiás), estudou em Pirenópolis(Goiás), estudou com a Mestra Nhola, em Goiás Velho, residindo na Rua da Pedra. Seu pai Virgilio escreveu o livro VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS E GOIÁS. Estudou depois em Paracatu, São João Del-Rei, Barbacena e Ouro Preto(então Capital de Minas). Já no Rio de Janeiro, estudou no Ateneu Fluminense. Em 1889, com 21 anos de idade, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Largo do São Francisco, em São Paulo. Ainda em São Paulo, foi Redator-Chefe do jornal COMERCIO DE SÃO PAULO. Retornou para Ouro Preto, onde advogou e foi Professor de História do Brasil, tendo sido aprovado no Concurso, em 1º lugar. Foi residir em Paris, na França. Mudou-se depois para Barcelona, na Espanha. Seu pai Virgilio Martins de Melo Franco foi um dos fundadores da Faculdade de Direito de Ouro Preto, em 1892, quando tinha 53 anos. Nesta época, Afonso estava com 24 anos e não poderia ter fundado a Faculdade. Durante a Revolta da Armada (1893/1894), seu pai Virgilio, com 54 anos, abrigou em casa em Ouro Preto alguns escritores radicados no Rio de Janeiro que, suspeitos de participação naquele movimento, haviam buscado refúgio no interior de Minas, entre outros, Olavo Bilac e Carlos Laet. Faleceu Afonso Arinos(o primeiro), em Barcelona, a 19.02.1916, com 48 anos. Segundo ocupante da Cadeira 40, eleito em 31.12.1901, na sucessão de Eduardo Prado e recebido em 18.09.1903, pelo Acadêmico Olavo Bilac. Recebeu o Acadêmico Artur Jaceguai. Sua Cadeira 40 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Visconde do Rio Branco, Fundador Eduardo Prado, sendo também ocupada por Afonso Arinos, Miguel Couto, Alceu Amoroso Lima e Evaristo de Moraes Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Nasceu em Paracatu, Minas Gerais, no dia 01 de maio de 1868.
Filho de Virgílio Martins Ferreira Franco, mais tarde Virgílio Martins de Melo Franco e de Ana Leopoldina Pinto da Fonseca.
Quando tinha oito anos de idade, em 1876, residiu em Conceição do Norte, hoje Tocantins, em virtude da função judicante de seu pai. Fazia-se acompanhar de sua mãe Ana Leopoldina e de seu irmão mais novo Afonso Arinos.
Residiu em Meia Ponte(Pirenópolis), no ano de 1877, quando seu pai foi Juiz de Direito naquela Comarca.
Iniciou, em 1878, os estudos primários, em Vila Boa(Goiás Velho), com a professora Pacífica Josefina de Castro(MESTRA NHOLA).
Na antiga Capital de Goiás, morou num casarão da Rua da Pedra que pertenceu ao Coronel João Melo Carneiro Leão, procedente de Paracatu, casarão este que se transformaria em Palácio Episcopal e depois Orfanato.
Com o retorno de seu pai para Minas Gerais, deixou a escola da Mestra Nhola, indo estudar em Paracatu, São João Del-Rei, Barbacena e Ouro Preto(Capital de Minas).
Por força da tradição familiar, foi estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, onde se formou em 1889.
No ano seguinte, 1890, já formado em Direito e Advogado, passou a exercer a profissão, dedicando-se também ao jornalismo, indo morar na antiga Capital do Estado, Ouro Preto. Quando ainda em São Paulo, foi redator-chefe do jornal “COMÉRCIO DE SÃO PAULO”.
No Rio de Janeiro, tornou-se membro da Academia Brasileira de Letras, na vaga de Eduardo Prado. Publicou, em 1898, o livro de contos “PELO SERTÃO”, bem como “LENDAS E TRADIÇÕES BRASILEIRAS”.
Posteriormente, passou a residir em Paris, na França, e depois Barcelona, na Espanha, onde faleceu em 1916, quando tinha 48 anos de idade, vítima da vida desregrada que levava.
O filho de seu irmão Afrânio, Afonso Arinos de Melo Franco, o segundo, que faleceu em 1990, além de ter sido autor da Lei que proíbe a discriminação racial no Brasil, foi também Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o ESTADO DO TOCANTINS.

AFONSO ARINOS DE MELO FRANCO(o segundo), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 27.11.1905, escreveu, entre outros, INTRODUÇÃO À REALIDADE BRASILEIRA(Ensaio-1934), PREPARAÇÃO AO NACIONALISMO(Ensaio-1935), CONCEITO DE CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA(Ensaio-1936), ROTEIRO LIRICO DE OURO PRETO(Poesia-1937), REGIONALISMO E NACIONALISMO(1939), HOMENAGEM A PEDRO NAVA(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Afrânio de Melo Franco(AFRÂNIO CAMORIM JACAÚNA DE OTINGI) e de Sylvia Alvim de Melo Franco. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou o Colégio Anglo-Mineiro, em Belo Horizonte, o Colégio Melo e Souza e o Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Em 1927, com 22 anos, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela então Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. De volta a Minas Gerais, foi nomeado pelo então presidente Antônio Carlos, Promotor de Justiça da Comarca de Belo Horizonte exercendo o cargo nos anos de 1927 a 1928. Em 1932, estudou em Genebra, na Suíça, quando representou o Brasil na Conferencia do Desarmamento. Por concurso público, tornou-se Professor de História da Civilização Brasileira, entre 1936 e 1937, na antiga Universidade do Distrito Federal, fundada por Anísio Teixeira. Em 1938, ministrou cursos de História Econômica do Brasil na Universidade de Montevidéu. No ano seguinte, ministrou um curso na Sorbonne, em Paris, sobre cultura brasileira, sob os auspícios do Instituto Franco-Brasileiro de Alta Cultura. Em 1944, voltou a lecionar no exterior cursos de literatura na Faculdade de Letras da Universidade de Buenos Aires. Em 1946, foi nomeado professor de História do Brasil do Instituto Rio Branco (curso de preparação para a carreira diplomática, do Ministério das Relações Exteriores). Obteve após concurso as cátedras de Direito Constitucional na Universidade do Estado do Rio de Janeiro e na Universidade do Brasil, hoje UFRJ. Foi eleito Deputado Federal por Minas Gerais em três legislaturas (de 1947 a 1958). Na Câmara dos Deputados, foi membro da Comissão de Constituição e Justiça e da Comissão Mista de Leis Complementares. Relator da Comissão Especial constituída para emitir parecer acerca da emenda parlamentarista à Constituição. Membro da Comissão de Reforma Administrativa. Líder da União Democrática Nacional até 1956, e depois líder do bloco da oposição até 1958. Relator da Comissão Especial para emitir parecer sobre a autonomia do Distrito Federal e autor da lei contra a discriminação racial, que tomou o seu nome-LEI AFONSO ARINOS- (Lei n. 1.390, de 3 de julho de 1951). Jurista, professor, político, historiador, crítico, ensaísta e memorialista. Em 1958, foi eleito Senador pelo antigo Distrito Federal, hoje Estado do Rio de Janeiro. No Senado, foi membro e Presidente da Comissão de Relações Exteriores. Membro e Presidente da Comissão de Constituição e Justiça. Relator da Comissão Especial sobre a competência do Senado na apreciação dos empréstimos estaduais. Não tendo pleiteado a reeleição, despediu-se do Senado numa série de discursos em torno do projeto da Constituição. A pedido do então líder da maioria na Câmara Federal, deputado Pedro Aleixo, e do senador Daniel Kieger, líder da maioria no Senado, é de sua autoria o capítulo sobre declaração de direitos e garantias individuais na Constituição de 1967. Em 1961, ocupou no governo do Presidente Jânio Quadros a pasta das Relações Exteriores, iniciando a fase da chamada política externa independente. Foi o primeiro chanceler brasileiro a visitar a África, sendo recebido no Senegal pelo Presidente Leopold Senghor (1961). Foi chefe da delegação do Brasil nas Nações Unidas, durante as XVI e XVII Assembléias Gerais (1961 e 1962). Na categoria de embaixador extraordinário, compareceu ao Concílio Vaticano II (1962). Chefiou em seguida a delegação brasileira à Conferência do Desarmamento, em Genebra (1963). Pela segunda vez, voltou a exercer o posto de ministro das Relações Exteriores, no governo parlamentarista do primeiro-ministro Francisco Brochado da Rocha (1963). Foi nomeado, pelo presidente da República, presidente da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (denominada Comissão Afonso Arinos), criada pelo Decreto n. 91.450 de 18.7.85, que preparou anteprojeto de Constituição. Eleito Senador Federal em 1988, participou da Assembléia Nacional Constituinte que preparou o projeto de Constituição como presidente da Comissão de Sistematização Constitucional. Foi membro do Instituto dos Advogados Brasileiros. Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Membro do Conselho Federal de Cultura (nomeado em 1967, quando da sua criação, e reconduzido em 1973). Professor emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro e da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Foi eleito Intelectual do Ano em 1973 (Prêmio Juca Pato, da Sociedade Paulista de Escritores). Recebeu o Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Clube do Brasil, pela sua biografia de Rodrigues Alves, e o Prêmio Jabuti, da Câmara do Livro de São Paulo, por duas vezes, quando da publicação de dois dos seus volumes de Memórias. Foi casado com Ana Guilhermina Pereira de Melo Franco, com quem teve dois filhos, Afonso Arinos de Melo Franco Filho e Francisco de Melo Franco. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 27.08.1990. Quinto ocupante da Cadeira 25, eleito em 23.01.1958, na sucessão de José Lins do Rego e recebido em 19.09.1958, pelo Acadêmico Manuel Bandeira. Recebeu os Acadêmicos Oscar Dias Corrêa, Otto Lara Resende, Antonio Houaiss e Guimarães Rosa. Sua Cadeira 25 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Junqueira Freire, Fundador Franklin Dória, sendo também ocupada por Artur Orlando da Silva, Ataulfo de Paiva, José Lins do Rego, Afonso Arinos de Melo Franco e Alberto Venâncio Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Nasceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, 27.11.1905, escreveu, entre outros, “O INDIO BRASILEIRO E A REVOLUÇÃO FRANCESA”(1937), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando aspectos da região em seu livro “UM ESTADISTA DA REPÚBLICA”(1955), em que destaca a presença de seu avô, Virgílio Martins de Melo Franco, como Juiz de Direito de Conceição do Norte em 1876 e por ter sido Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o Estado do Tocantins. Filho de Afrânio Camorim Jacaúna de Otingi ou Afrânio de Melo Franco e Silvia Alvim. Após os estudos primários e secundários no Colégio Melo e Souza e no Colégio Dom Pedro II, do Rio de Janeiro, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade Nacional de Direito, do Rio, em 1927, quando tinha 22 anos de idade. Seu pai, quando tinha seis anos de idade, residiu em Conceição do Norte, hoje no Tocantins, em virtude da atividade de magistrado do Juiz Virgílio Martins de Melo Franco. Quanto a Afonso Arinos, estudou em Genebra, na Suiça, em 1932, quando representou o Brasil na Conferência do Desarmamento. Em 1947, foi eleito Deputado Federal por Minas Gerais. Em 1958, foi eleito Senador pelo Rio de Janeiro. Ministro das Relações Exteriores nos governos de Jânio Quadros e João Goulart. Advogado do Banco do Brasil. Professor Catedrático de Direito Constitucional da Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro. Membro da Academia Brasileira de Letras, Cadeira 25 e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Recebeu em 1973, o título de “INTELECTUAL DO ANO”, pela União Brasileira de Escritores. Novamente eleito Senador da República, foi o autor da Lei que proíbe a discriminação racial no Brasil e Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o Estado do Tocantins. Faleceu no dia 27.08.1990. É mencionado em centenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

AFFONSO ARINOS DE MELLO FRANCO FILHO(o terceiro), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 11.11.1930, escreveu, entre outros, PRIMO CANTO-MEMÓRIAS DA MOCIDADE(1976), TRES FACES DA LIBERDADE(1988), ATRAS DO ESPELHO-CARTAS DE MEUS PAIS(1994), TEMPESTADE NO ANTIPLANO(1998), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Afonso Arinos de Mello Franco e Anna Guilhermina Pereira de Mello Franco. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, entre 1949 e 1953, com 23 anos de idade. Curso de Preparação à Carreira de Diplomata no Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores, no Rio de Janeiro, entre 1951 e 1952. Fez o curso de Doutorado, Seção de Direito Público, na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, entre 1954 e 1955. Fez o curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas no Instituto Rio Branco do Ministério das Relações Exteriores, em 1954. Cursou o Instituto Superior de Estudos Brasileiros, no Ministério da Educação e Cultura, em 1955. Cursou Especialização em Política e Direito Internacional na Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Internacional de Estudos Sociais Pro Deo, em Roma, em 1958. Fez o curso de Promoção Comercial no Centro de Comércio Internacional da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento e do Acordo Geral sobre Tarifas e Comércio, em Genebra, em 1968. Fez o curso de Economia Teórica e Aplicada na Escola de Pós - Graduação em Economia do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas, em 1975. Fez o Curso Superior de Guerra na Escola Superior de Guerra, em 1975. Completou o Curso de Atualização da Escola Superior de Guerra, em 1980. Iniciou a Carreira de Diplomata em 1952, com 22 anos, como Cônsul de Terceira Classe, e em 1953 fez estágio na Divisão de Questões Jurídicas do Departamento Jurídico das Nações Unidas, em Nova Iorque. Às suas funções e cargos, no Brasil e no exterior, somam-se atividades jornalísticas e de divulgação cultural, legislativas e docentes. Casou-se com Beatriz Fontenele de Melo Franco, com quem teve seis filhos. Na área jornalística, foi colaborador da revista MANCHETE, em 1955 – 56. Correspondente do JORNAL DO BRASIL em Roma, em 1957 – 58. Colaborador da TRIBUNA DA IMPRENSA, 1960 – 61. Colaborador de FATOS & FOTOS / GENTE, 1976. Colaborador da TV Educativa, 1976. Colaborador da ENCICLOPÉDIA DO BRASIL ILUSTRADA, 1977. Comentarista da TV Manchete, 1995 - 99. Escreveu artigos e deu entrevistas para A ÉPOCA, O METROPOLITANO, TRIBUNA DA IMPRENSA, A NOITE, CORREIO BRAZILIENSE, REVISTA CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA, MANCHETE, JORNAL DO BRASIL, REVISTA NACIONAL. De 1960 a 1962, foi deputado à Assembléia Constituinte e Legislativa do Estado da Guanabara, na qual se destacou como membro da Comissão de Constituição e Justiça, em 1961, e como presidente da Comissão de Educação, em 1962. Em 1964 - 65, foi professor de Civilização Contemporânea no Departamento de Jornalismo do Instituto Central de Letras da Universidade de Brasília. De 1964 a 1966, foi deputado federal pelo Estado da Guanabara, tendo sido, em 1965 - 66, membro da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados. Cônsul de Terceira Classe na Carreira de Diplomata, 1952. Lotado na Comissão de Organismos Internacionais da Divisão de Atos, Congressos e Conferências Internacionais do Ministério das Relações Exteriores, 1952 - 53. Lotado na Divisão Política do Ministério das Relações Exteriores, 1953 - 54. Membro da Comissão de Estudos do Programa da 10ª. Conferência Interamericana, 1954. Oficial de Gabinete da Presidência da República, 1954 - 55. Promoção a Segundo-Secretário na Carreira de Diplomata, 1955. Auxiliar do Chefe do Departamento Político e Cultural do Ministério das Relações Exteriores, 1956. Deputado à Assembléia Constituinte e Legislativa do Estado da Guanabara, 1960 - 62. Membro efetivo da Comissão de Constituição e Justiça do Estado da Guanabara, 1961. Promoção a Primeiro-Secretário na Carreira de Diplomata, 1961. Presidente da Comissão de Educação da Assembléia Legislativa do Estado da Guanabara, 1962. Deputado federal pelo Estado da Guanabara, 1964 - 66. Membro efetivo da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados, 1965 - 66. Secretário - Geral do 1º. Simpósio Internacional de Turismo, Rio de Janeiro, 1965. Secretário - Geral do 2º. Simpósio Internacional de Turismo, Rio de Janeiro, 1966. Participante do II Encontro Sul - Americano de Relações Internacionais, Rio de Janeiro, 1996. Membro da Comissão Especial para a Comemoração do Cinqüentenário da Criação do Estado de Israel, Rio de Janeiro, 1998. Participante do IV Encontro Sul - Americano de Relações Internacionais, Rio de Janeiro, 1998. Participante do III Congresso de Agronegócios do Rio de Janeiro, 2000. Participante do Simpósio do Centro de Estudos Político - Estratégicos da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, 2001. Participante do IV Congresso de Agronegócios do Rio de Janeiro, 2002. Participante do XII Encontro Sul - Americano de Relações Internacionais, Rio de Janeiro, 2002. Participante do Simpósio do Centro de Estudos Político - Estratégicos da Escola de Guerra Naval, Rio de Janeiro, 2002. Estágio na Divisão de Questões Jurídicas Gerais do Departamento Jurídico das Nações Unidas, Nova York, 1953. Membro da Delegação do Brasil à 8ª. Sessão da Assembléia Geral da Organização dos Estados Americanos, Washington, 1953. Secretário da Delegação do Brasil à 10ª. Conferência Interamericana, Caracas, 1954. Segundo-Secretário na Embaixada do Brasil em Roma, 1956 - 59. Assessor da Delegação do Brasil à 1ª. Reunião do Conselho Executivo da União Latina, Roma, 1957. Representante do Brasil no Simpósio Cultural Columbianum, Gênova, 1958. Representante do Brasil no Segundo Seminário Diplomático Internacional, Salzburgo, 1959. Segundo-Secretário na Embaixada do Brasil em Viena, 1959 - 60. Assessor da Delegação do Brasil junto à Agência Internacional de Energia Atômica, Viena, 1959. Primeiro-Secretário na Embaixada do Brasil em Bruxelas, 1963 - 1964. Encarregado de Negócios do Brasil no Luxemburgo, 1963. Encarregado de Negócios do Brasil em Bruxelas, 1963. Primeiro-Secretário na Embaixada do Brasil na Haia, 1964. Chefe do Serviço de Propaganda e Expansão Comercial do Brasil na Haia, 1964. Delegado do Grupo Brasileiro da Associação Interparlamentar de Turismo à 19ª. Assembléia da União Internacional dos Organismos Oficiais de Turismo, México, 1965. Observador parlamentar na Delegação do Brasil à 21ª. Assembléia Geral das Nações Unidas, Nova York, 1966. Cônsul do Brasil em Genebra, 1966 - 69. Conselheiro na Embaixada do Brasil em Washington, 1969 - 71. Promoção a Ministro de Segunda Classe na Carreira de Diplomata, 1971. Ministro - Conselheiro na Embaixada do Brasil em Washington, 1971 - 74. Chefe da Delegação do Brasil à Conferência Diplomática de Washington sobre a Forma de Um Testamento Internacional, 1973. Cônsul - Geral do Brasil no Porto, Portugal, 1977 - 80. Promoção a Ministro de Primeira Classe na Carreira Diplomática, 1979. Embaixador do Brasil em La Paz, 1980 - 82. Delegado do Brasil à 1ª. Reunião de Ministros das Relações Exteriores do Tratado de Cooperação Amazônica, Belém, 1980. Delegado do Brasil à 12ª. Reunião de Ministros das Relações Exteriores do Tratado da Bacia do Prata, Santa Cruz de la Sierra, 1981. Representante do Brasil na posse do Presidente da República da Bolívia, La Paz, 1982. Embaixador do Brasil em Caracas, 1983 - 85. Presidente da 3ª. Reunião Extraordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1983. Chefe da Delegação do Brasil à Conferência Regional Latino - Americana para a Ação contra o Apartheid, Caracas, 1983. Subchefe da Delegação do Brasil à 9ª. Reunião Ordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1983. Representante do Brasil na posse do Presidente da República da Venezuela, Caracas, 1984. Chefe da Delegação do Brasil à 4ª. Reunião Extraordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1984. Chefe da Delegação do Brasil à Reunião de Coordenação Latino - Americana de Alto Nível do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1984. Chefe da Delegação do Brasil à 18ª. Reunião Ordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1984. Chefe da Delegação do Brasil à 5ª. Reunião Extraordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1985. Subchefe da Delegação do Brasil à 11ª. Reunião Ordinária do Conselho Latino - Americano do Sistema Econômico Latino - Americano, Caracas, 1985. Embaixador do Brasil no Vaticano, 1986 - 90. Embaixador do Brasil junto à Ordem Soberana e Militar de Malta, 1986 - 90. Embaixador do Brasil na Haia, 1990 - 94. Representante do Brasil no Conselho Administrativo da Corte Permanente de Arbitragem, Haia, 1990 - 94. Representante do Brasil no Foro Público Eco 92, Amsterdã, 1991. Chefe da Delegação do Brasil à 1ª. Parte da Conferência Diplomática para a Conclusão de Tratado Suplementar à Convenção de Paris no tocante a Patentes, Haia, 1991. Chefe da Delegação do Brasil AO 3º Encontro da Comissão Especial para a Adoção de Menores, Haia, 1992. Chefe da Delegação do Brasil à 17ª. Sessão da Conferência da Haia de Direito Internacional Privado, 1993. Representante do Brasil na Reunião de Peritos sobre a Aplicação e Eficácia da Convenção para a Proteção do Patrimônio Cultural em Caso de Conflito Armado, Haia, 1993. Chefe da Delegação do Brasil à Conferência Ministerial sobre Água Potável e Saneamento Ambiental, Noordwijk, 1994. Participante do Foro Ibero - Americano sobre Justiça Social, Caracas, 1997. Participante da Missão a Cuba da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro, Havana, 1999. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 1971. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, 1976. Membro titular do PEN Clube do Brasil, 1993. Sócio titular do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, 1996. Acadêmico correspondente da Academia Nacional da História da República Argentina, 1997. Correspondente da Real Academia da História, Espanha, 1997. Membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Uruguai, 1998. Membro perpétuo do Conselho de Curadores do Centro Alceu Amoroso Lima, Rio de Janeiro, 2000. Membro do Conselho Deliberativo do Centro Brasileiro de Estudos Latino - Americanos, Rio de Janeiro, 2000. Sócio fundador do Instituto Cultural Cravo Albin para Pesquisa e Fomento das Fontes da Música Popular Brasileira, Rio de Janeiro, 2000. Membro efetivo da Academia Brasileira de Arte, Rio de Janeiro, 2000. Membro titular da Academia Nacional de Agricultura, 2000. Diretor Administrativo da Associação dos Amigos do Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro, 2001. Membro titular da Sociedade Brasileira de Direito Internacional, 2001. Conselheiro do Conselho Empresarial de Cultura da Associação Comercial do Rio de Janeiro, 2002. Membro do Conselho Deliberativo do Instituto Cultural SNA (Sociedade Nacional de Agricultura), 2002. Grande Oficial da Ordem do Rio Branco (Brasil), 1979. Hóspede de Honra da Vila Imperial de Potosi (Bolívia), 1981. Hóspede Ilustre da Cidade de Cochabamba (Bolívia), 1981. Grã - Cruz da Ordem do Condor dos Andes (Bolívia), 1982. Grã - Cruz da Ordem do Rio Branco (Brasil), 1985. Ordem Francisco de Miranda, Primeira Classe (Venezuela), 1985. Grã - Cruz da Ordem de Pio IX (Santa Sé), 1988. Grã - Cruz da Ordem do Mérito de Malta (Ordem Soberana e Militar de Malta), 1989. Cidadão do Estado do Rio de Janeiro (Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), 1990. Grã - Cruz da Ordem de Orange - Nassau (Países Baixos), 1994. Medalha de Mérito Pedro Ernesto (Câmara Municipal do Rio de Janeiro), 1999. Medalha de Merito della Dante di Nova Friburgo (Sociedade Cultural Dante Alighieri de Nova Friburgo), 2002.
Sexto ocupante da Cadeira 17, eleito em 22.07.1999, na sucessão de Antonio Houaiss e recebido em 26.11.1999, pelo Acadêmico José Sarney. Recebeu o Acadêmico José Murilo de Carvalho. Sua Cadeira 17 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Hipólito da Costa, Fundador Silvio Romero, sendo também ocupada por Osório Duque Estrada, Roquette-Pinto, Álvaro Lins, Antonio Houaiss e Afonso Arinos de Melo Franco Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AFONSO CELSO(Afonso Celso de Assis Figueiredo Júnior), de Ouro Preto, Minas Gerais, 31.03.1860, escreveu, entre outros, PRELUDIOS(Poesia-1876), DEVANEIOS(Poesia-1877), TELAS SONANTES(Poesia-1879), RIMAS DE OUTRORA(Poesia-1891), VULTOS E FATOS(Ensaio-1892), OITO ANOS DE PARLAMENTO(Discursos-1898), AVENTURAS DE MANOEL JOÃO(Romance-1899), SEGREDO CONJUGAL(1932), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho do Visconde de Ouro Preto(Afonso Celso de Assis Figueiredo) e de Francisca de Paula Martins de Toledo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 15 anos de idade, publicou o seu primeiro livro de poesias PRELÚDIOS. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de São Paulo, em 1880, com 20 anos de idade. Defendeu na ocasião, a tese "Direito da Revolução". Casou-se em 1884, com 24 anos, com Eugênia da Costa. Foi elevado à condição de Conde Romano em 1905. Ingressando nas lides políticas foi eleito quatro vezes Deputado Geral por Minas Gerais. Na Assembléia Geral exerceu as funções de 1º. Secretário. Seu pai, do mesmo nome, Afonso Celso de Assis Figueiredo foi o último Ministro do Império do Brasil. Com a proclamação da República, em 1889, abandonou a política e acompanhou o pai no exílio, que se seguiu à partida da família imperial para Portugal em novembro do referido ano. Coube-lhe a delicada tarefa de defender o pai no início da implantação do regime republicano. Dedicou-se ao magistério e ao jornalismo, tendo colaborado durante mais de 30 anos no JORNAL DO BRASIL e em outros órgãos da imprensa, tais como A TRIBUNA LIBERAL, A SEMANA, RENASCENÇA, CORREIO DA MANHÃ E O ALMANAQUE GARNIER, que divulgaram muitos de seus artigos. Ingressou no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em 1892, na qualidade de sócio efetivo, tendo posteriormente sido elevado a honorário em 1913 e a grande benemérito em 1917. Com a morte do Barão do Rio Branco, em 1912, foi eleito presidente perpétuo dessa instituição, de 1912 a 1938. Coube-lhe a incumbência de presidir à instalação da entidade em uma das alas do Silogeu Brasileiro, localizada na esquina das Ruas Augusto Severo e Teixeira de Freitas. De sua vasta obra merecem especial destaque os seguintes livros: OITO ANOS DE PARLAMENTO, PORQUE ME UFANO DE MEU PAÍS - título que gerou críticas e elogios e a popularidade da expressão "ufanismo", de uso até os nossos dias - SEGREDO CONJUGAL, O IMPERADOR NO EXÍLIO, O ASSASSINATO DO CORONEL GENTIL DE CASTRO, UM ENJEITADO, RIMAS DE OUTRORA, MINHA FILHA, VULTOS E FATOS, UM INVEJADO, LUPE, GIOVANINA. Afonso Celso participou das atividades da Academia Brasileira de Letras, como um dos membros fundadores, tendo como patrono - na Cadeira 36 - o poeta Teófilo Dias de Mesquita, sobrinho de Gonçalves Dias, falecido em 1889. No magistério, foi Professor da Cadeira de Economia Política na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, da qual foi diretor por alguns anos e reitor da Universidade do Rio de Janeiro. A última visita de Afonso Celso à Academia Brasileira de Letras ocorreu na sessão de 7.07.1938, quatro dias antes de seu falecimento. Faleceu no Rio de Janeiro a 11.07.1938. Fundador da Cadeira 36. Recebeu os Acadêmicos Otávio Mangabeira e Lauro Müller. Sua Cadeira 36 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Teófilo Dias, Fundador Afonso Celso, sendo também ocupada por Clementino Fraga, Paulo Carneiro, José Guilherme Merquior e João de Scantimburgo. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AFONSO DE TAUNAY (Afonso D"Escragnolle Taunay), de Florianópolis, Santa Catarina, l876, escreveu, entre outros, "OS PRIMEIROS ANOS DE GOYAZ". Filho do Visconde de Taunay. De seu pai, traduziu o livro “La retraite de la Laguna”(A RETIRADA DA LAGUNA). Estudou usos e costumes no interior de Goiás, visitando as mais diferentes cidades goianas. Historiador, Ensaísta, Pesquisador. Escritor, Memorialista, Lexicógrafo. Conferencista, Professor, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Membro da Academia Brasileira de Letras. Suas obras mais importantes, no entanto, são, “História Geral das Bandeiras Paulistas” e “História do Café”. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como em CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e em todos os livros que tratam da História Nacional. Faleceu em São Paulo, no ano de 1958. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AFONSO DE TAUNAY(ver tambem TAUNAY).

AFONSO FÉLIX DE SOUZA, de Jaraguá, Goiás, 05.07.l925, autor de dezenas de livros, entre os quais, "O TÚNEL"(POEMAS-1948), "DO SONHO E DA ESFINGE" (POEMAS-1950), "CAMINHO DE BELÉM"(POEMAS-1962), "CHÃO BÁSICO & ITINERÁRIO LESTE"(POEMAS-1978), "DO OURO AO URÂNIO"(CRÔNICAS-1969), "QUINQUAGÉSIMA HORA & HORAS ANTERIORES", "À BEIRA DO TEU CORPO"(POEMAS-1990), "ÁLBUM DO RIO"(POEMAS-1965), "ANTOLOGIA POÉTICA" (1966), "PRETÉRITO IMPERFEITO"(POEMAS-1976), "AS ENGRENAGENS DO BELO"(POEMAS-1983), "RIO DAS ALMAS"(POEMAS-1984), "SONETOS AOS PÉS DE DEUS & OUTROS POEMAS", "ÍNTIMA PARÁBOLA"(POEMAS-1960), "O AMOROSO E A TERRA" (POEMAS-1953), "MEMORIAL DO ERRANTE"(POEMAS-1956), "NOVA ANTOLOGIA POÉTICA". Funcionário Aposentado do Banco do Brasil. Irmão do escritor Domingos Félix de Souza e da escritora Aída Félix de Souza. Diplomata, Tradutor, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Poeta. Contista, Cronista, Literato. Pensador, Intelectual, Ativista. Pesquisador, Memorialista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Articulista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, da Associação Nacional de Escritores, do Pen Clube do Brasil. Detentor de vários prêmios, entre os quais, da Secretaria de Cultura do antigo Distrito Federal, no Rio de Janeiro e da Academia Paulista de Letras. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Estudado em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente, POEMAS DE AMOR, de Walmir Ayala e A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Jaraguá, no Estado de Goiás, no ano de 1925, no dia 05 de julho. Filho de Raul Félix de Souza e Francisca Amorim Félix.
Iniciou, em 1932, os estudos elementares no Grupo Escolar Manoel Ribeiro de Freitas, prosseguindo em Pires do Rio, para onde seu pai foi como Agente Fiscal.
O curso ginasial foi iniciado em Catalão, mas concluído em Bonfim(Silvânia), por volta de 1940.
Em 1943, mudou-se para Goiânia, tornando-se aluno do Colégio Estadual de Goiás-o Liceu de Goiânia.
Iniciou suas atividades literárias, como colaborador dos jornais FOLHA DE GOIAZ, O POPULAR e também O DEBATE.
Escreveu para a revista OESTE, de Goiânia e foi um dos criadores da revista AGORA voltada para os novos escritores, bem como um dos fundadores da Associação Brasileira de Escritores de Goiás.
Com 22 anos, em 1947, tornou-se funcionário, por concurso, do Banco do Brasil, em Goiânia. Algum tempo depois foi transferido para o Rio de Janeiro, onde em 1948, publicou seu primeiro livro O TÚNEL.
Concluiu seus estudos de Economia na Universidade de Sorbonne, em Paris, França, no ano de 1955, na ÉCOLE DES HAUTES ÉTUDES.
Casou-se com a escritora Astrid Cabral, hoje professora da Universidade Nacional de Brasília(UNB) e oficial de chancelaria do Itamaraty, em Brasília.
Em 1970, foi Adido na Embaixada Brasileira, em Beirute, no Líbano.
Embora residindo no Rio de Janeiro, em virtude do seu trabalho junto à Direção Geral do Banco do Brasil, várias vezes morou em Brasília, onde, juntamente com outros escritores fundou a Associação Nacional de Escritores(ANE).
Hoje(1998), aposentado do Banco do Brasil, dedica-se exclusivamente à literatura, produzindo excelentes livros e proferindo conferências.
É considerado o mais produtivo escritor goiano da atualidade, ao lado de Gilberto Mendonça Teles. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 07.09.2002, onde também foi sepultado.

AFFONSO HELIODORO DOS SANTOS, de Diamantina, Minas Gerais, 17.04.1916, escreveu, entre outros, JK-EXEMPLO E DESAFIO(1991), RUA DA GLÓRIA-HISTÓRIAS DE UM MENINO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1960. Advogado, Militar. Foi Subchefe do Gabinete Civil da Presidência da República. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


AFONSO HENRIQUE MIRANDA, Goiano, de Ceres, l950, escreveu, entre outros, "SUTURA METÁLICA EMPREGADA NA ENTERO- ANASTOMOSE TERMINAL EM CÃES" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Orador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Médico Veterinário. Docente do Departamento de Clínica da Escola de Veterinária da UFG. Especialista em Medicina Veterinária e Atendimento Cirúrgico Animal. Vinculado ao Departamento de Clínica, da Faculdade de Veterinária, da UFG. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Veterinária de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG.

AFONSO HENRIQUES DE GUIMARAENS(ver Alphonsus Guimaraens Filho).

AFONSO HENRIQUES DE GUIMARÃENS NETO, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 17.06.l944, escreveu, entre outros, "AVENIDA DOS EROS", "OSSOS DO PARAÍSO", "O MISTERIOSO LADRÃO DE TENERIFE", este, juntamente com Eudoro Augusto, sem dados biográficos nos livros. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Mudou-se para Brasília em 1961. Neto do poeta Alphonsus de Guimaraens. Advogado, Professor Universitário. Editor, Memorialista, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias entidades sociais, culturais e de classe, além de antologias de poesia e prosa, inclusive no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


AFONSO JOSÉ COELHO CÉSAR, de Guaratinguetá, São Paulo, 02.03.1918, escreveu, entre outros, TRABALHISMO, COMUNISMO E CAPITALISMO(1949), A FARSA E A VERDADE HISTÓRICA(1993), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Ocupou vários cargos públicos no Rio de Janeiro e em Brasília. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

AFONSO PENA JÚNIOR(A. Augusto Moreira P. Jr.), de Santa Bárbara, Minas Gerais, 25.12.1879, escreveu, entre outros, CRITICA DA ATRIBUIÇÃO DE UM MANUSCRITO DA BIBLIOTECA DA AJUDA(1943), A ARTE DE FURTAR E SEU AUTOR(1946), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho do ex-presidente da República Afonso Moreira Pena e de Maria Guilhermina de Oliveira Pena. Após os estudos primários em Ouro Preto, Minas Gerais, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Tornou-se aluno interno do famoso Colégio do Caraça, interior de Minas Gerais, cursando ali humanidades. Prestou exames preparatórios no Ginásio de Barbacena. Bacharelou-se pela Faculdade de Direito de Belo Horizonte em 1902, com 23 anos de idade. Na mocidade, pertenceu a grupos literários, em Belo Horizonte, com denominações simbólicas sugestivas - Jardineiros do Ideal e Cavaleiros do Luar - e cultivou a poesia simbolista. Dedicou-se ao magistério e à política militante. Casou-se com Marieta Pinto Pena. Foi professor de Direito Internacional Público e de Direito Civil na Faculdade de Direito de Belo Horizonte e secretário do Interior do Estado de Minas Gerais. Eleito deputado estadual em duas legislaturas (1902-1907 e 1908-1912), renunciou à cadeira para se entregar à memorável campanha civilista, combatendo a candidatura do Marechal Hermes da Fonseca, de quem se fizera adversário. Convidado pelo presidente Artur Bernardes, retornou à Câmara Estadual, de que foi líder. Posteriormente foi consultor jurídico do Banco do Brasil. Mudou-se para o Rio de Janeiro. Professor de Direito Civil, na Faculdade de Direito da Universidade Católica do Rio de Janeiro. Juiz do Superior Tribunal de Justiça Eleitoral e Ministro da Justiça. Foi membro do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura. Reitor da Universidade do Distrito Federal(Rio de Janeiro), além de presidente da Comissão Permanente do Livro do Mérito. Advogado, professor, político e ensaísta. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12.04.1968. Quarto ocupante da Cadeira 7, eleito em 22.05.1947, na sucessão de Afrânio Peixoto e recebido em 14.08.1948, pelo Acadêmico Alceu Amoroso Lima. Sua Cadeira 07 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Castro Alves, Fundador Valentim Magalhães, sendo também ocupada por Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Junior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz, Sergio Correa da Costa e Nelson Pereira dos Santos. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AFONSO ROMANO DE SANTANA, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 27.03.1937, escreveu, entre outros, “TEXTAMENTOS”(1999), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “DESEMPREGO DA POESIA”(ENSAIO-1962), “CANTO E PALAVRA”(POESIA-1965), “DRUMMOND-O GAUCHE NO TEMPO”(1972), “ANÁLISE ESTRUTURAL DE ROMANCES BRASILEIROS”(1973), “AUTORES PARA VESTIBULAR”(1973), “A MULHER MADURA”, “O BARROCO-DO QUADRADO À ELIPSE”(2000), além de dezenas de outros livros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Juiz de Fora, onde foi criado. Em 1962, em Belo Horizonte, Minas Gerais, formou-se em Letras. Passou a trabalhar em bancos e jornais para sustentar os estudos. Em 1969, fez Doutorado em Literatura Brasileira, defendendo tese sobre Carlos Drummond de Andrade. Foi criador do PROLER FBN. Professor Universitário. Editor, Memorialista, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Lançou a Revista POESIA SEMPRE. Ganhador de diferentes prêmios, entre os quais, “PRÊMIO CIDADE DE BELO HORIZONTE”(1962), “PRÊMIO MÁRIO DE ANDRADE”(1970-INL), “PRÊMIO FUNDAÇÃO CULTURAL DISTRITO FEDERAL”(1977), “MEDALHA INCONFIDÊNCIA-TIRADENTES” (GOVERNO DE MINAS-1994). Foi BARÍTONO, do MADRIGAL RENASCENTISTA, dirigido por Isaac Karabtchevsky. Casou-se, em 1971, com a jornalista Marina Colassanti. Tornou-se Professor da Pontifícia Universidade Católica(PUC), do Rio de Janeiro e da Universidade Federal do Rio. Dirigiu o Departamento de Letras e Artes da PUC, em 1976. Passou a escrever para o JORNAL DO BRASIL, em 1984, substituindo Carlos Drummond. Lecionou Literatura Brasileira na Universidade da Califórnia e do Texas, nos Estados Unidos. Foi Professor da Universidade de Colônia, na Alemanha. Em 1996, foi Presidente da Fundação Biblioteca Nacional. Tem escrito para jornais de circulação nacional, dentre outros, O GLOBO(aos sábados) e O ESTADO DE MINAS(aos domingos). Foi magistralmente entrevistado por Mário de Moraes, para o jornal O POPULAR, de Goiânia, em 22.10.2002. Mencionado em dezenas de antologias nacionais e estrangeiras. Apesar de sua importância, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, etc. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É amplamente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

AFRÂNIO COUTINHO(Afrânio dos Santos Coutinho), de Salvador, Bahia, 15.03.1911, escreveu, entre outros, DANIEL ROPS E A ANSIA DO SENTIDO NOVO DA EXISTÊNCIA(Ensaio-1935), O HUMANISMO IDEAL DE VIDA(Ensaio-1938), A FILOSOFIA DE MACHADO DE ASSIS(1940), ASPECTOS DA LITERATURA BARROCA(1951), O ENSINO DA LITERATURA(1952), ENCICLOPEDIA DE LITERATURA BRASILEIRA(1990), DO BARROCO(Ensaio-1994), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Eurico da Costa Coutinho e de Adalgisa Pinheiro dos Santos Coutinho. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso primário em escola pública, o secundário no Ginásio N. S. da Vitória, dos Irmãos Maristas. Fez o preparatório no Colégio da Bahia. Diplomou-se em Medicina, em 1931, com 20 anos de idade, na Faculdade de Medicina da Bahia, mas não seguiu a carreira médica, entregando-se ao ensino de Literatura e História no curso secundário, foi bibliotecário da Faculdade de Medicina, Professor da Faculdade de Filosofia da Bahia. Em 1942, com 31 anos, foi para os Estados Unidos, convidado para exercer o cargo de redator-secretário da revista SELEÇÕES DO READER’S DIGEST, em Nova York, permanecendo no posto por cinco anos. Durante esse tempo, freqüentou cursos na Universidade de Columbia e em outras universidades norte-americanas, aperfeiçoando-se em crítica e história literária com mestres europeus e americanos. Em 1947, de regresso ao Brasil, fixou-se no Rio de Janeiro. Foi nomeado catedrático interino do Colégio Pedro II, na cadeira de Literatura. Efetivou-se na cadeira por concurso, em 1951, já com 40 anos de idade, com tese sobre o Barroco, de grande repercussão. Também naquele ano fundou, na Faculdade de Filosofia do Instituto Lafayette, a cadeira de Teoria e Técnica Literária, primeira iniciativa do gênero no Brasil. Em 1948, inaugurou, no Suplemento Literário do DIÁRIO DE NOTÍCIAS, a seção "Correntes Cruzadas", que manteve até 1961, debatendo problemas de crítica e teoria literária. Colaborou ativamente na imprensa e em revistas literárias, do país e do estrangeiro. Dirigiu a revista Coletânea (1951-1960) e divulgou os critérios de análise estético-literária formulados pelo New Criticism norte-americano. Em 1952, foi encarregado pelo prof. Leonídio Ribeiro, diretor do Instituto Larragoiti, da Companhia Sul América, de planejar e dirigir a publicação, A literatura no Brasil, com a colaboração de uma equipe de especialistas. Obra publicada, em quatro volumes, de 1955 a 1959, sendo ampliada para seis volumes na edição de 1968-71, revista e atualizada em 1986. Em 1958, fez concurso para livre docente da cadeira de Literatura Brasileira na Faculdade Nacional de Filosofia da Universidade do Brasil, hoje UFRJ, conquistando o título de Doutor em Letras Clássicas e Vernáculas. Em 1963, após a aposentadoria de Alceu Amoroso Lima, foi nomeado professor catedrático interino de Literatura Brasileira. Em 1965, após concurso, foi nomeado catedrático efetivo. Designado, a seguir, para dividir o ensino de letras da Faculdade de Filosofia, criou a Faculdade de Letras da UFRJ, que instalou e organizou. Em 1968, foi nomeado Diretor da Faculdade de Letras UFRJ, permanecendo no cargo até aposentar-se, em 1980, com 69 anos de idade. A ele é devida a criação da Biblioteca da Faculdade de Letras, reconhecida como a melhor do gênero no Rio de Janeiro, bem como lhe é devido o alto nível dos cursos de pós-graduação na área de Letras, dos quais foi coordenador. Nas décadas de 1960 e 1970, realizou inúmeras viagens para o exterior, como professor visitante em universidades dos Estados Unidos, da Alemanha e da França, também com o intuito de ampliar os estudos brasileiros nas universidades visitadas. Durante os seus anos de pesquisa, magistério e militância literária, construiu uma vasta biblioteca particular, que se tornou a base para a criação, em 1979, da Oficina Literária Afrânio Coutinho (OLAC), destinada a promover estudos na área da literatura, ministrar cursos e conferências, e receber escritores nacionais e estrangeiros. A Biblioteca foi adquirida pela Faculdade de Letras da UFRJ. Coordenou a elaboração da Enciclopédia de Literatura Brasileira, publicada em 1990, de que o autor destas notas é VERBETE. Médico, professor, crítico literário e ensaísta. Por sua atividade literária, recebeu a Medalha Anchieta, da Secretaria da Educação do Rio de Janeiro (1954). Recebeu o Prêmio Paula Brito (1956) e o Prêmio Nacional do Livro (ensaio), por sua obra A TRADIÇÃO AFORTUNADA. Recebeu o Prêmio Golfinho de Ouro (1980). Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia, da Academia de Letras da Bahia, da Sociedade de Estética dos Estados Unidos, da União Brasileira de Editores e da Academia Brasileira de Educação. Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia e Professor Emérito da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Faleceu no dia 05.08.2000, no Rio de Janeiro. Quarto ocupante da Cadeira 33, eleito em 17.04.1962, na sucessão de Luís Edmundo e recebido em 20.07.1962, pelo Acadêmico Levi Carneiro. Recebeu o Acadêmico Eduardo Portella. Sua Cadeira 33, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Raul Pompeia, Fundador Domicio da Gama, sendo também ocupada por Fernando Magalhães, Luis Edmundo, Afrânio Coutinho e Evanildo Cavalcante Bechara. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AFRÂNIO DE MELO FRANCO(AFRÂNIO CAMORIM JACAÚNA DE OTINGI), de Paracatu, Minas Gerais, 1870, escreveu, entre outros, “ANTEPROJETO DA CONSTITUIÇÃO DE 1932”. Residiu em Vila Boa(Goiás Velho), nos anos de 1878 a 1880, juntamente com seu pai, o Juiz de Direito Virgílio Martins de Melo Franco, sua mãe Ana Leopoldina Pinto da Fonseca e seu irmão mais velho Afonso Arinos de Melo Franco. Jurista, Parlamentar, Diplomata. Afrânio de Melo Franco e Afonso foram alunos da Professora primária Pacífica Josefina de Castro(MESTRA NHOLA). Em Goiás Velho, residiu na Rua da Pedra, num Casarão pertencente outrora ao Coronel João de Melo Carneiro Leão, procedente de Paracatu, que se transformaria, mais tarde, em Palácio Episcopal e depois Orfanato. Foi colega de Afrânio de Melo Franco, em Goiás Velho, o futuro general Deschamps Cavalcanti, além de vários outros nomes da política nacional. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Orador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Afrânio residiu também em Meia-Ponte(Pirenópolis), onde seu pai foi Juiz. Mesmo tendo saído de Goiás Velho, Afrânio de Melo Franco sempre se correspondeu com a sua MESTRA NHOLA até 1932, quando esta faleceu, solteira e nonagenária. O pai de Afrânio de Melo Franco, Virgílio Martins de Melo Franco, além de ter sido Juiz de Direito da Comarca de Palma, em Conceição do Norte, da Comarca do Rio Maranhão, em Traíras e da Comarca de Meia Ponte, em Pirenópolis, foi também Desembargador do Tribunal de Relação, em Vila Boa. Neste período, escreveu o livro “VIAGEM AO INTERIOR DE MINAS E GOIÁS”, elogiado por Moisés Santana, que chegou a publicar em jornais, comentários sobre ele. Como o Desembargador Virgílio havia colocado nos filhos nomes indígenas, tanto Afrânio quanto Afonso, passaram a usar o nome materno. O primeiro foi registrado como AFRÂNIO CAMORIM JACAÚNA DE OTINGI e o segundo como AFONSO ARINOS NIESUM DE MONTEZUMA. Afonso Arinos de Melo Franco nasceu em 01 de maio de 1868 falecendo em 1918 e Afrânio de Melo Franco, seu irmão, nasceu em 25 de fevereiro de 1870 e faleceu em janeiro de 1943. Um dos filhos de Afrânio de Melo Franco, o famoso Afonso Arinos de Melo Franco, o segundo, que nasceu em 1905, escreveu um excelente livro sobre o pai, com o título: “UM ESTADISTA DA REPÚBLICA”. Na verdade, Afrânio de Melo Franco foi um dos homens mais ilustres do Brasil, eis que, Regularizador da Cruz Vermelha Brasileira(1912), Elaborador do Código Civil(1916), Ministro da Viação(1918), Ministro das Relações Exteriores(1930), Elaborador da Constituição Federal(1932). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Faleceu em 1943, no Rio de Janeiro, com setenta e três(73) anos de idade.

Nasceu em Paracatu, Minas Gerais, no dia 25 de fevereiro de 1870.
Filho de Virgílio Martins Ferreira Franco, mais tarde Virgílio Martins de Melo Franco e de Ana Leopoldina Pinto da Fonseca.
Residiu em Meia Ponte(Pirenópolis), no ano de 1877, quando seu pai foi Juiz de Direito naquela Comarca.
Iniciou, em 1878, os estudos primários, em Vila Boa(Goiás Velho), com a professora Pacífica Josefina de Castro(MESTRA NHOLA).
Na antiga Capital de Goiás, morou num casarão da Rua da Pedra que pertenceu ao Coronel João Melo Carneiro Leão, procedente de Paracatu, casarão este que se transformaria em Palácio Episcopal e depois Orfanato.
Com o retorno de seu pai para Minas Gerais, deixou a escola da Mestra Nhola, indo estudar em Paracatu, Barbacena e Ouro Preto(Capital de Minas).
Por força da tradição familiar, foi estudar na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, onde se formou em 1889.
No ano seguinte, 1890, foi nomeado Promotor Público de Queluz, por seu sogro Cesário Alvim, Presidente de Minas Gerais, que tinha como Capital Ouro Preto.
Tornou-se, em 1891, Promotor Público de Juiz de Fora e em 1892, foi promovido para Ouro Preto, a Capital do Estado.
No dia 21 de outubro de 1893, casou-se em Ouro Preto, com Silvia Alvim, filha do próprio Presidente do Estado.
Em 1895, foi nomeado Procurador da República em Minas Gerais, mas no ano seguinte, 1896, tornou-se Diplomata, indo exercer a função no Uruguai.
Foi eleito Deputado Estadual de Minas Gerais, a partir de 1902. Em 1911, foi eleito Deputado Federal, representando Minas Gerais e por várias legislaturas.
Lutou pela regularização da Cruz Vermelha Brasileira, em 1912. Foi um dos elaboradores do Código Civil Brasileiro, em 1916.
Ministro de Viação e Obras Públicas, em 1918. Tornou-se, em 1930, Ministro das Relações Exteriores. Em 1932, foi um dos elaboradores da Constituição Brasileira.
Sua correspondência com a MESTRA NHOLA, de Goiás Velho, jamais foi interrompida, até que ela, solteira e nonagenária, faleceu em 1932.
Uma de suas funções, foi a de Professor da Faculdade de Direito de Ouro Preto, quando alí era Promotor Público. Mas também foi notável advogado, já na nova Capital, Belo Horizonte.
Seu nome de registro era Afrânio Camorim Jacaúna de Otingi, mas ao longo do tempo preferiu o nome do lado materno, Afrânio de Melo Franco.
Todos eles eram oriundos de João de Melo Franco que veio do patriarcado de Lisboa, em Portugal.
Em 1934, chegou a ser Candidato ao PRÊMIO NOBEL DA PAZ, mas não recebeu o necessário apoio.
Com a presença dos médicos Pedro Nava e Agenor Porto, faleceu no Rio de Janeiro, no mês de janeiro de 1943.
Seu filho, o famoso Afonso Arinos de Melo Franco, o segundo, que nasceu em 1905 e faleceu em 1990, além de ter sido autor da Lei que proíbe a discriminação racial no Brasil, foi também Presidente da Comissão Pré-Constituinte de 1988, que criou o ESTADO DO TOCANTINS.

AFRÂNIO PEIXOTO(Júlio A. P.), de Lençóis, Bahia, 17.12.1876, escreveu, entre outros, ROSA MISTICA(Poesia-1900), LUFADA SINISTRA(Novela-1900), A ESFINGE(Romance-1911), MARIA BONITA(Romance-1914), MINHA TERRA E MINHA GENTE(Ensaio-1915), DICIONARIO DOS LUSIADES(1924), HISTORIA DA LITERATURA UNIVERSAL(1932), PANORAMA DA LITERATURA BRASILEIRA(Ensaio-1940), LIVRO DE HORAS(Ensaio-1947), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco Afrânio Peixoto e Virgínia de Morais Peixoto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Saindo da Chapada Diamantina, foi para Salvador, matriculando-se na Faculdade de Medicina da Bahia, onde se diplomou em Médico , em 1897, como aluno laureado, com 21 anos de idade. Sua tese inaugural, Epilepsia e crime, despertou grande interesse nos meios científicos do país e do exterior. Em 1902, a chamado de Juliano Moreira, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi inspetor de Saúde Pública (1902) e Diretor do Hospital Nacional de Alienados (1904). Entre 1904 e 1906 viajou por vários países da Europa. Após concurso, foi nomeado professor de Medicina Legal da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1907) e assumiu os cargos de professor extraordinário da Faculdade de Medicina (1911). Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, quando se encontrava no Egito, em 1911. Casou-se com Francisca de Faria Peixoto, parente de Alberto de Faria. Quando da morte de Euclides da Cunha (1909), foi Afrânio Peixoto quem fez o laudo de autópsia. Diretor da Escola Normal do Rio de Janeiro (1915). Diretor da Instrução Pública do Distrito Federal (1916). Deputado Federal pela Bahia (1924-1930). Professor de História da Educação do Instituto de Educação do Rio de Janeiro (1932). Reitor da Universidade do Distrito Federal(Rio de Janeiro), em 1935. Após 40 anos de relevantes serviços à formação das novas gerações de seu país, aposentou-se. Na Academia, teve também intensa atividade. Presidente da Casa de Machado de Assis em 1923. Pertenceu à Comissão de Redação da Revista (1911-1920). Fez parte da Comissão de Bibliografia (1918) e da Comissão de Lexicografia (1920 e 1922). Promoveu, junto ao embaixador da França, Alexandre Conty, a doação pelo governo francês do palácio Petit Trianon, construído para a Exposição da França no Centenário da Independência do Brasil. Em 1923 criou a Biblioteca de Cultura Nacional. Em sua homenagem a coleção passou a ter o nome de Coleção Afrânio Peixoto. Como ensaísta escreveu importantes estudos sobre Camões, Castro Alves e Euclides da Cunha. Em 1941 visitou a terra natal, Bahia, depois de 30 anos de ausência e publicou 2 livros: “Breviário da Bahia” (1945) e “Livro de Horas” (1947). Era membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, da Academia das Ciências de Lisboa; da Academia Nacional de Medicina Legal, do Instituto de Medicina de Madri e de outras instituições. Médico legista, político, professor, crítico, ensaísta, romancista, historiador literário. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de janeiro de 1947. Terceiro ocupante da Cadeira 7, eleito em 7.05.1910, na sucessão de Euclides da Cunha e recebido em 14.08.1911 pelo Acadêmico Araripe Júnior. Recebeu os Acadêmicos Osvaldo Cruz em 26.06.1913, Aloísio de Castro em 15.04.1919 e Alcântara Machado em 4.10.1933. Foi sucedido por Afonso Pena Júnior. Sua Cadeira 7, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Castro Alves, Fundador Valentim Magalhães, sendo também ocupada por Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Junior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz, Sergio Correa da Costa e Nelson Pereira dos Santos. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AGAMENON AZEVEDO DOS REIS, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 26.05.1979, escreveu, entre outros, “O CAMINHO” (POESIAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal e também em Tocantínia, onde residiu por muitos anos, mudou-se para Gurupi. Tornou-se aluno da Faculdade de Agronomia de Gurupi, vinculada à Universidade do Tocantins(UNITINS), formando-se Engenheiro Agrônomo. Participante de várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, “ANUÁRIO DE POETAS E ESCRITORES DE GURUPI-2000”. Presidente do Centro Acadêmico de Agronomia (CEAGRO). Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, dentre outras, Clube do Livro e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia(CREA-TO). Coordenador Geral do JORNAL DO CEAGRO, orgão do Centro Acadêmico. Poeta, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Intelectual, Literato. Idealista, Visionário, Educador. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

AGASSIZ(JEAN LOUIS RODOLPHE AGASSIZ), de Motier, Cantão de Friburgo, Suiça, 28.05.1807, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO BRASIL”(1865-1866), juntamente com sua esposa Elizabeth Cary Agassiz. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se na Escola de Medicina de Zurich, onde se formou Médico em 1826. Estudou na Universidade de Heidelberg, na Alemanha, em 1827. Fez uma descrição dos peixes do Brasil, em 1829, a pedido de Von Martius, depois da morte de Von Spix. Em 1832, tornou-se Professor de História Natural, em Neuchatel. Casou-se com a primeira esposa Cecile Braun, em 1837, com quem teve o filho Alexandre Agassiz. Em 1846, mudou-se para os Estados Unidos, naturalizando-se americano, alguns anos depois. Tornou-se Professor em Cambridge, a partir de 1847. Casou-se com a segunda esposa Elizabeth Cary Agassiz, em 1850. Financiado pelo milionário Natanael Thayer, viajou pelo Brasil, juntamente com sua esposa, em 1865 e 1866. Percorreu várias partes do país e discutiu a questão sobre o Rio Tocantins e o Rio Amazonas, chegando a escrever: “É um problema para os geógrafos saber se o Tocantins é um ramo do Amazonas ou se deve ser considerado como um Rio independente”. Em 1868, publicou em Boston, o relato de sua viagem com o título “A JOURNEY IN BRAZIL”. Em 1872, fundou e dirigiu a Escola de História Natural, em Cambridge, onde também faleceu em 14.12.1873.

AGENOR COUTO DE MAGALHÃES, de São Paulo, Capital, 05.02.1895, escreveu, entre outros, "ENCANTOS DO OESTE"(1946), prefácio de Gastão Cruls, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Odontologia, na Faculdade de Farmácia e Odontologia de São Paulo. Dedicou-se, no entanto, ao estudo dos peixes, fazendo viagens por todo o Brasil, inclusive pelo Rio Araguaia, onde fez contatos com os índios Carajás. Em 1945, foi Diretor do Serviço de Caça e Pesca do Estado de São Paulo. Um dos fundadores da Sociedade Geográfica Brasileira. É encontrado no livro DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia de Melo. Pesquisador nos Sertões de Goiás, visitou as mais diferentes cidades do Estado. Escritor, Ensaísta, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Professor. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Memorialista, Intelectual, Geógrafo. Naturalista, Biologista, Historiador. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Geografia e do Conselho Nacional de Geografia, além de outras instituições nacionais e internacionais, presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

AGLAÊDA FACÓ VENTURA, de Fortaleza, Ceará, 1950, escreveu, entre outros, GUIMARÃES ROSA- DO ÍCONE AO SÍMBOLO(1980), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Pedagogia. Doutorado em Teoria da Literatura. Mudou-se para Brasília, onde se tornou Professora da Universidade de Brasília(UNB). É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Diretora do Instituto de Letras da UNB. Descendente de ilustre família do Ceará em que se destacam AMÉRICO FACÓ, ANA FACÓ, BOANERGES FACÓ, EURICO FACÓ, JOSÉ FACÓ e RUI FACÓ. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Clube de Poesia. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

AGLAIA SOUZA(Aglaia Costa de Souza), de Rio de Janeiro, Rj, 28.03.1943, escreveu, entre outros, GOTA DE BARRO(1982), VIDA FÊMEA(1991), MURMÚRIO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Música. Casou-se com o escritor João Carlos Taveira. Mudou-se para Brasília em 1972. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia de Letras do Brasil. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ENSAIO V, 1981, de João Ricardo Scortecci. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


AGNALDO DIVINO GONZAGA, de Anicuns, Goiás, 20.10.1968, escreveu, entre outros, “DIVINO PAI ETERNO, UMA CAMINHADA DE FÉ E ESPERANÇA”(1995), “O POETA DA CARIDADE DOS ENFERMOS-A ROMARIA DE TRINDADE, PADRE PELÁGIO E OUTROS”(1994), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em outros centros. Fez o curso de Filosofia, no Instituto de Filosofia e Teologia de Goiás(IFITEG). É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

AGNALDO TIMÓTEO(Aguinaldo Timótheo Pereira), de Caratinga, Minas Gerais, 29.10.1936, escreveu, entre outros, ALÔ MAMÃE, O GAROTO DE CARATINGA(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília, como Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Torneiro Mecânico. Cantor, Deputado Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


AGNELO ARLINGTON FLEURY CURADO, Goiano, de Pirenópolis, 30.05.l89l, entre outros, escreveu, "ORIGEM DOS FLEURYS E CURADOS", "ESTUDOS DE ALGUMAS MOLÉCULAS ORGÂNICAS EM FARMÁCIA", "MOSAICO DA HISTÓRIA DAS AMÉRICAS". Conforme alguns autores, teria nascido em Goiás Velho. Filho de Francisco Herculano Fleury Curado e Rosa Augusta de Morais Fleury. Após os estudos primários na Escola Municipal de Corumbá de Goiás, deslocou-se para Goiás Velho, onde estudou com Felicíssimo do Espírito Santo e Coriolano Brandão. Em 1917, com 26 anos de idade, formou-se em Farmácia em Ouro Preto, Minas Gerais. Com o passar do tempo, tornou-se Professor de Química da Faculdade de Farmácia e Odontologia da Universidade Federal de Goiás. Foi Presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás(JUCEG). Professor de Física e Química do Liceu de Goiás, na antiga Capital. Jornalista, Farmacêutico, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Genealogista, Historiador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Sociedade Brasileira de Genealogia, do Instituto Genealógico Brasileiro, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e Conselho Regional de Farmácia do Estado de Goiás. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme, com o qual manteve polêmicas históricas, em função de questões genealógicas. Faleceu em Goiânia, no dia 25.05.1966. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AGOSTINHO MIRANDOLA FILHO, Paulista, de Limeira, l938, escreveu, entre outros, "VEGETAIS TINTORIAIS DO BRASIL CENTRAL", sem dados biográficos no livro. Engenheiro Agrônomo da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER) de Goiás. Pesquisador, Ensaísta, Escritor. Professor, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA), além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AGOSTINHO NOLETO SOARES, de Carolina, Maranhão, 27.03.1943, escreveu, entre outros, VIOLÊNCIA EM CONTRAPONTO(1992), GUERRILHEIRO SEM ROSTO(1995), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Universidade do Estado da Guanabara, em 1967. Em 1968, com 25 anos de idade, foi para Imperatriz, como Procurador da Secretaria da Agricultura do Maranhão, no governo de José Sarney. Presidente da ARENA(1972). Secretario da Educação de Imperatriz, no governo muncipal de Ildon Marques de Souza. Foi Diretor e Editorialista do jornal O PROGRESSO. Foi Presidente do Lions Clube de Imperatriz, alem de Vice-Governador do Distrito. É encontrado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, 2003, de Edmilson Sanches. Mudou-se para Imperatriz. Foi Secretário de Segurança Pública do Estado do Maranhão. Secretario de Educação de Imperatriz. Advogado, Escritor, Jornalista, Professor. Foi Presidente da Academia Imperatrizense de Letras, onde ocupa a Cadeira 25, tendo como Patrono José Queiroz e do Lions Club de Imperatriz. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AGOSTINHO POTENCIANO SOUZA, Goiano, de Nova Aurora, l945, autor de vários textos, entre os quais, "CÉSIO l37: UMA TRAGÉDIA QUE VIVEMOS", "ESTUDO DE TEXTO DE VESTIBULAR", sem dados biográficos nos livros. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Pensador. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Educador, Literato. Ficcionista, Cronista, Contista. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos literários. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

A. G. PINTO(Antonino Gomes Pinto), Goiano, de Anápolis, l9l2, escreveu, entre outros, "A CHAVE DAS CIÊNCIAS OCULTAS". Fundou o jornal "A LUTA", que sobreviveu de l93l a l948, período em que A. G. Pinto foi nomeado por João de Minas(Ariosto Palombo), Bispo Cristão Científico de Goiás. Espiritualista, Filósofo, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Lançado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, que o entrevistou em l980, em situação de absoluta pobreza, acompanhado do Jornalista Júlio Sebastião Alves. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jornalísticos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Anápolis, a 27 de novembro de 1912. Alfabetizado pelo pai, não frequentou escola, mas se tornou autodidata.
Com 19 anos, fundou o jornal "A LUTA", que permaneceu de 1931 a 58, embora de forma irregular.
Foi proprietário, em Anápolis, de tipografia, livraria, cinema, jornal, etc.
Entre suas obras, destacam-se, "Amor Mágico", de 38, "A Chave das Ciências Ocultas" e "Comércio e Indústria ao Alcance de Todos".
Fundou também os jornais "Correio Goiano", "Goiás Novo" e "Ronda".
Em 1948, foi nomeado "Bispo Cristão Científico de Goiás".
Na condição de Bispo, tornou-se membro da Academia Nacional de Letras, localizada à Rua Xavier de Toledo, 9, 1º and., S/12, Caixa Postal, 2911, São Paulo e cujo órgão oficial era o jornal "Imprensa Americana" que servia a vários jornais.
Sua nomeação como Bispo foi feita por JOÃO DE MINAS que se intitulava "Papa Cristão Científico do Brasil".
Este João de Minas, antes de fundar a "Igreja Cristã Científica do Brasil" trabalhou em vários lugares e jornais, entre os quais, "Lavoura e Comércio", de Uberaba.
Chamava-se Ariosto Palombo, mas usava o pseudônimo de "Mahatma Patiar", além de "João de Minas". No Estado de Goiás, Anápolis foi escolhida como o Santuário de sua Igreja.
João de Minas era Presidente da Academia Nacional de Letras que, consoante o papel timbrado da época, reunia mil intelectuais de todo o Brasil, chamados "Soldados Azues".
Escreveu os livros: "Jantando Um Defunto", "Farras com o Demônio", "Mulheres e Monstros", "A Mulher Carioca aos 32 anos", "A Datilógrafa Loura", "Uma Mulher... Mulher".
Editou também "Pelas Terras Perdidas", "Horrores e Mistérios dos Sertões Desconhecidos", "A Pecadora do Céu", "Fêmeas e Santas" e "Nos Misteriosos Subterrâneos de São Paulo".
Tinha em preparo os livros: "Biografia do Café", "A Educação Paulista no Estado Getuliano", "Turismo Nacionalizador e Desnacionalizador", "Brasil Nacional e Internacional", "Bandeirantes da Indústria Brasileira", "Dicionário do Trabalho Brasileiro", etc.
Foi elogiado no livro "Obras Primas do Conto Brasileiro", de Almiro Rolmes, publicado em 62. Escreveu também a "Bíblia Cristã Científica".
Voltando a ANTONINO GOMES PINTO, fechado o jornal "A Luta", em 1958, A. G. Pinto mudou-se para São Miguel Paulista.
Voltando a Anápolis, em 1964, doente e sem dinheiro, passou 10 anos na Fazenda das Matas, em Alexânia.
A seguir, ficou internado por algum tempo no Abrigo dos Velhos, em Anápolis, de onde saiu para viver os seus últimos dias no fundo de um quintal completamente desamparado.
Faleceu em Anápolis, em 1982, com 70 anos de idade.

A. G. RAMOS JUBÉ(ver Antonio Geraldo Ramos Jubé).

AGUINALDO CAIADO DE CASTRO, Carioca, do Rio de Janeiro, l898, dentre outros, escreveu, "ARGENTINA: SEU POTENCIAL E SUA POLÍTICA", "DISCURSO DE PARANINFO", "CONGRESSO MARIANO EM GOIÂNIA", sem dados biográficos nos livros. Filho do então Presidente do Estado de Goiás, Desembargador João Alves de Castro. Advogado. Senador da República, pelo antigo Distrito Federal. Militar do Exército Brasileiro. Espiritualista, General de Divisão. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Pensador. Poeta, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Herói da tomada de MONTE CASTELO. Chegou ao posto de Marechal. Comandou tropas e homens armados contra a COLUNA PRESTES pelo interior do Brasil, ao lado de Horácio de Matos, Abílio Wolney e Franklin Albuquerque. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Chefe do Gabinete Militar do Presidente Getúlio Vargas. Foi Presidente da Comissão de Localização da Nova Capital Federal. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, onde foi recebido solenemente por Colemar Natal e Silva, em 1977. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos, bem como ainda em SENADORES DO DISTRITO FEDERAL, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro e ainda em JAGUNÇOS E HERÓIS, de Walfrido Moraes. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AIÇOR FAYAD, Goiano, de Catalão, l9l5, escreveu, entre outros, "TERCEIRO MILÊNIO" (TEMÁTICA ESPÍRITA), Editora Nova Era, 1959, sem dados biográficos no livro. Radicou-se em Formosa, Goiás, após ter residido em São Sebastião do Paraíso, Minas Gerais, Igarapava, São Paulo e na Fazenda São Bento, município de Catalão. Espiritualista, Jornalista, Contista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e na I ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Humberto, Cornélio Ramos e Júlio Melo, bem como no ALMANAQUE ILUSTRADO DE CATALÃO, de Júlio Pinto de Melo, Wilson Nasr Faiad e Labiba Faiad. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AÍDA FÉLIX DE SOUZA, Goiana, de Jaraguá, 19.07.l9l6, escreveu, entre outros, "É A NOITE"(CONTOS-1970), "FILÃO EXTINTO"(CONTOS-1982). Filha de Raul Félix de Souza e Francisca Amorim Félix. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso normal em Pires do Rio. Na Universidade Católica de Goiás, graduou-se em Ciências Humanas. Bacharelou-se em Filosofia e se dedicou ao magistério. Irmã de Afonso Félix de Souza e também de Domingos Félix de Souza. Professora primária e secundária em sua terra natal e também em Goiânia. Jornalista, Escritora. Ensaísta, Cronista, Contista. Poetisa, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Administradora, Ficcionista, Literata. Conferencista, Oradora, Memorialista. Membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de poesia e prosa e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaíra Turchi, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiânia, no dia 05.11.1992. Seu irmão, Afonso Félix de Souza, é hoje(1998), um dos mais importantes escritores goianos.

AIDENOR AIRES PEREIRA, de Riachão das Neves, Bahia, 30.05.1946, autor de dezenas de livros, destacando-se, "REFLEXÕES DO CONFLITO" (1970), "CANTO DO REGRESSO" (POEMAS-1979), "VIA VIATOR" (POEMAS-1986), "AMARAGREI" (1978), "ITINERÁRIO DA AFLIÇÃO"(POEMAS-1973), "LAVRA DE INSOLÚVEL" (POEMAS-1974), "NA ESTAÇÃO DAS AVES"(POEMAS-1973), "RIO INTERIOR"(POEMAS-1977), "OS DEUSES SÃO PÁSSAROS DE VENTO"(1984). Formado em Letras Vernáculas e Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Jornalista Profissional, Promotor de Justiça Aposentado, Advogado. Escritor, Ficcionista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Conferencista. Produtor Cultural, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Ativista. Administrador, Educador, Memorialista. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu presidente, da Associação Goiana de Imprensa. Em 1983, juntamente com o romancista Antônio Baptista de Oliveira, concorreu à Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras, sendo, no entanto, eleito o escritor baiano Mário Ribeiro Martins que tomou posse no dia 19 de março daquele ano. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em várias antologias de poesia e prosa e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan, OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício, A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



Nasceu em Riachão das Neves, Bahia, no dia 30 de maio de 1946. Filho de Wilton Santos e Valeriana Aires Pereira.
Iniciou, em 1952, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, mudou-se com a família para Goiânia.
Na Capital do Estado, matriculou-se na Escola Técnica Federal de Goiás, onde cursou o Ginásio Industrial.
No Liceu de Goiânia, fez os exames de madureza do segundo grau, sendo aprovado.
No Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Católica de Goiás, terminou o curso de Letras Vernáculas, tornando-se professor.
Seu primeiro livro de poemas, “REFLEXÕES DO CONFLITO”, foi publicado em parceria com Gabriel Nascente, em 1970.
Ambos faziam parte do Novo Grupo de Escritores Novos(NOVO GEN).
O livro individual, no entanto, só foi editado em 1973, com o título sugestivo “ITINERÁRIO DA AFLIÇÃO”.
Detentor do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
Com títulos bem chamativos, publicou vários outros livros, terminando por ganhar o Concurso Nacional de Poesia da Cooperativa de Escritores do Paraná, na década de 1970.
Foi vencedor do Concurso Nacional de Literatura da Caixa Econômica Estadual de Goiás(CAIXEGO).
Pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se advogado.
Na década de 1980, por Concurso Público de Provas e Títulos, entrou no Ministério Público Estadual, tornando-se Promotor de Justiça de várias cidades do interior e da Capital, função em que também se aposentou.
Atualmente(1998), dedica-se à advocacia e também às atividades literárias.
Sobre ele e com o título “AS INCURSÕES LITERÁRIAS DE AIDENOR AIRES PEREIRA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, do Prêmio Fernando Chinaglia e do Prêmio Bienal Nestlé de Literatura.
Foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás. Eleito e empossado na Academia Goiana de Letras, passou a ocupar a Cadeira 2, tendo como Patrono o ilustre professor Constâncio Gomes de Oliveira. Esta Cadeira foi fundada por Vasco dos Reis Gonçalves e teve como Titular Eli Brasiliense Ribeiro.

AIRES DA CÂMARA CUNHA, de Uruguaiana, Rio Grande do Sul, l9l5, escreveu, entre outros, "NAS SELVAS DO XINGU", "ENTRE OS INDIOS DO XINGU", sem dados biográficos nos livros. Sertanista, visitou e viveu no interior de Goiás, estudando usos e costumes da população indígena. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronsita, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista, Conferencista, Orador, Poeta. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Edição do Mec, l990, de Afrânio Coutinho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AIRES DE CASAL (MANUEL-PADRE), de Pedrogão, Portugal, 1754, escreveu, entre outros, “COROGRAFIA BRASÍLICA OU RELAÇÃO HISTÓRICA E GEOGRÁFICA DO REINO DO BRASIL”(1817), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Conforme Afrânio Peixoto, teria nascido em Cachoeira, na Bahia, em 1757. Vinculado ao Tocantins, por ter feito uma descrição detalhada de Porto Real(Porto Nacional), antigo norte de Goiás, hoje Tocantins. Sobre o ouro da região de Porto Nacional, chegou a escrever: “Os que se resolveram a este nobre, sólido e inocente modo de vida, ajuntaram com menos dispendio tanta quantidade de ouro, como os próprios mineiros. Nenhum cantão da Província é de tão vantajosa situação para o comércio”. Seu livro trouxe pela primeira vez, devidamente impressa, a CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA. Geógrafo Português, Sacerdote. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Historiador, Memorialista. Seu trabalho foi a mais importante obra de geografia de seu tempo, no Brasil, publicada em Portugal, com dois volumes. Após os estudos primários em sua terra natal, cursou teologia e filosofia, tornando-se religioso. Veio para o Brasil e se fez Capelão da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, em 1796. Com o passar do tempo, tornou-se Presbítero Secular do Crato, no Ceará, em 1815. Dedicou-se com paixão ao estudo da Geografia e da História, no Brasil. Retornou para Portugal e lá faleceu em 1821, com 67 anos de idade. É mencionado em diversos livros nacionais, entre os quais, “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

AIRES JOSÉ PEREIRA, de Salinas, Minas Gerais, 04.09.1964, escreveu, entre outros, REFUGIO(Poemas, 1992), DE VOLTA(Poemas, 1993), PEDAÇOS DE MIM(Poemas, 1994), EXTASE DE DOR(Poemas, 1999), TANGARÁ DA SERRA-NOVA FRONTEIRA AGRICOLA E SUA URBANIZAÇÃO(Ensaio, 2000), CORES DO AMOR(Poemas, 2000), ENSAIOS GEOGRÁFICOS E INTERDISCIPLINARIDADE POÉTICA(2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Coordenou também GEOGRAFIA DE MATO GROSSO NO LIMIAR DO SÉCULO XXI e ENSAIOS GEOGRÁFICOS E EDUCAÇÃO. Filho de João José Pereira e Olga Maria dos Santos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou por escolas em Tangará da Serra(Mato Grosso) e Nova Olímpia(MT). Concluiu o secundário em Rondonópolis(MT). Em 1988, com 24 anos de idade, matricula-se no curso de Geografia, da Universidade Federal do Mato Grosso. Conclui o curso de Geografia em 1992, ingressando na Pós-Graduação da mesma Universidade em 1993, terminando em 1995. Em 1996, com 32 anos, começou o Mestrado em Planejamento Urbano, concluindo em 1999, na FAU/UNB. Tornou-se co-autor do Hino Oficial de Rondonópolis. Mudou-se para Araguaina(TO), em 2004, tornando-se Professor, por concurso, de Geografia da Universidade Federal do Tocantins(UFT), no Campus de Araguaina. Casou-se com Maria das Dores, com quem tem os filhos Edriadna Lispector e Cleidson Aires. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), Cadeira 22, tendo como Patrono Mario Quintana, hoje(2007), sob a Presidência de José Francisco da Silva Concesso. Apesar de sua importância, não é lembrado no livro A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX(1998), de Assis Brasil, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

A. J. COSTA BRANDÃO (Ver Antônio José da Costa Brandão).

A. J. TERRY(Adolfo John Terry), de Evergrenn, LA, Estados Unidos, 05.07.1883, escreveu, entre outros, RELATÓRIOS MISSIONÁRIOS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em julho de 1911, com 28 anos de idade, casou-se com Lulie Sparkman Terry. No ano seguinte, 1912, foi nomeado missionário batista da Junta de Richmond, em Virginia, USA, para o Brasil. Estabeleceu-se, primeiramente, no Recife, em Pernambuco, onde passou um ano aprendendo o português. Em 1913, foi para Teresina, Piauí, em cujo Estado havia apenas duas igrejas: Corrente e Jerumenha. Entre 1913 e 1919, residiu em Teresina. Em 1920, transferiu-se para Corrente, onde, no mesmo ano, fundou o Instituto Batista Industrial de Corrente, que fora também chamado de Colégio Correntino Piauiense, Colégio Benjamin Nogueira, Instituto Batista de Corrente e Instituto Batista Correntino. Em 1931, com problemas de saúde, mudou-se para o Recife. Em 1935, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Em 1936, com 53 anos, mudou-se para Vitória, no Espírito Santo. Nos anos seguintes, em virtude da saúde, retornou aos Estados Unidos, tendo falecido em Nova Orleans, no dia 22.07.1945, com 62 anos. Sua esposa, retornou ao Brasil, tendo sido professora da Escola de Trabalhadoras Cristãs no Recife, até sua aposentadoria, em 1957, depois de 45 anos de trabalho no Brasil. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter vivido no Piauí por muitos anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALACIEL PRADO, Mineiro, de Paraguaçú, l909, escreveu, entre outros, "TEMPOS IDOS", "A AQUISIÇÃO DA PROPRIEDADE IMÓVEL", sem dados biográficos nos livros. Professor de DIREITO CIVIL da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás e da Faculdade de Direito da Universidade Católica. Advogado. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Pensador, Ativista. Memorialista, Jurista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG e UCG, Ordem dos Advogados do Brasil. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALAN OLIVEIRA MACHADO, de Uibaí(Canabrava do Gonçalo), Bahia, 15.11.1968, escreveu, entre outros, “BESTIÁRIO DE INFÂNCIA E OUTRAS TRAQUINICES”, com observações de Cleiton dos Santos Pereira e notas de orelha de Goiandira Ortiz de Camargo, sem dados biográficos completos no livro. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o primário e segundo graus, no Colégio Normal de Uibaí, em 1987. Mudou-se para Brasília em 1988, tornando-se Presidente da Casa de Estudantes de Uibaí na Capital Federal. Transferiu-se para Goiânia, ingressando no curso de Letras da Universidade Federal de Goiás, em 1992. Participou da Revista “Nome”, do Centro Acadêmico. Colaborou nos jornais Ponto de Vista e Tribuna Universitária. Fez teatro no Grupo Jograletras, na tv a cabo. Fundou o Caderno Cultural Boca do Inferno, hoje no nono número. Em 2000 ingressou no ensino universitário ministrando os cursos de Introdução ao Latim, Teoria Literária-II e Literatura Brasileira, na Universidade Estadual de Goiás. No mesmo ano ingressou no Mestrado em Letras e Lingüística da UFG, conseguindo o segundo lugar entre os noventa concorrentes. Atualmente escreve sua dissertação em Literatura e ministra cursos na pós-graduação da Universidade Salgado de Oliveira. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Pensador, Ativista. Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. Seu irmão, Edimário Oliveira Machado escreveu em co-autoria com Osvaldo Alencar Rocha, o livro “CANABRAVA DO GONÇALO-UMA VILA DO BAIXO MÉDIO SÃO FRANCISCO”. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO”, de José Mendonça Teles, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, etc. Conferencista em diferentes universidades brasileiras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


ALAN VIGGIANO, de Inhapim, Minas Gerais, 18.03.1932, escreveu, entre outros, "LUZIÂNIA ETERNA", em co-autoria com Benedito de Araújo Melo, "AMANHECE", "ITINERÁRIO DE RIOBALDO TATARANA", MANUAL DO LOBO", "ESTUDOS DE COMUNICAÇÃO MODERNA". Membro da Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia, Estado de Goiás, tendo sido empossado em 1984. Formado em Direito e Comunicação Social. Mudou-se para Brasília em 1958. Curso de Mestrado em Literatura Brasileira, pela Universidade Nacional de Brasília(UNB). Primeiro Presidente do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, em 19 de janeiro de 1979. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Taquígrafo do Senado Federal. Jornalista do Correio Braziliense. Mestre em Literatura Brasileira. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Profissional de Escritores do Distrito Federal, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, de que foi Fundador e Presidente. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Focalizado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presidiu a Associação Nacional de Escritores e está também vinculado à Academia de Letras do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALANO MARIE DU NODAY(DOM), de Saint Servant, Grand Champ, Bretanha, Norte da França, 02.11.1899, escreveu, entre outros, “PRÉDICAS FILOSÓFICAS”, sem dados biográficos. Filho do nobre Arthur Rolland Du Noday e Antoinette Rolland Du Noday. Batizado na Igreja de Saint Anne D’Auray, recebeu o nome civil de JEAN HUBERTH ANTOINE que foi mudado para ALANO, em virtude do sacerdócio.

Como CONDE DU NODAY, estudou em Paris e Londres, especializando-se em Filosofia, Música, Artes e outras ciências. Em 1917, com 18 anos de idade, tornou-se Cavaleiro do Exército Francês, chegando ao posto de Oficial. Como Militar, lutou na Primeira Guerra Mundial e no Norte da África, inclusive Marrocos, em 1919.

Era Capitão do Exército Francês, quando foi ordenado Padre, pela ORDEM DOMINICANA, em Saint Maximin, Sul da França, no dia 04.08.1928, tornando-se FREI ALANO. Chegou ao Convento do Bairro do Leme, no Rio de Janeiro, em 1932, passando a pregar no CLUBE DOS INTELECTUAIS, de que faziam parte, entre outros, o Brigadeiro Eduardo Gomes e Alceu Amoroso Lima(Tristão de Ataíde).

Durante quatro anos, residiu no Convento e foi Professor da Universidade Católica, quando escreveu “PRÉDICAS FILOSÓFICAS”, texto restrito ao seu público intelectual e só existente na Biblioteca Nacional.

Em seguida, foi enviado para Formosa, no interior de Goiás. No dia 01.05.1936, foi ordenado Bispo de Porto Nacional, tendo tomado posse no dia 12 de julho, aniversário da cidade.

Organizou o Seminário São José, em Porto Nacional, bem como o Colégio Florêncio Ayres, o Colégio Dom Domingos Carrerot, o Colégio Dom Bosco e o Colégio Irmã Aspásia. Fundou em Arraias, o Colégio Nossa Senhora de Lourdes. Em Campos Belos, o Colégio Estadual. Em Dianópolis, o Colégio João de Abreu. Em Paranã, o Colégio Estadual. Em Miracema, o Colégio Tocantins. Em Natividade, o Colégio Estadual. Em Tocantínia, o Colégio Frei Antonio de Ganges.

Vale salientar que, no seu tempo, a DIOCESE DE PORTO NACIONAL era formada de todas as cidades do atual Estado do Tocantins e mais ainda as cidades de Campos Belos e Monte Alegre que ficaram para Goiás, depois da divisão do Estado.

Em Porto Nacional, fundou o Hospital Lays Neto dos Reis. No dia 23.10.1945, recebeu o título de GRANDE OFICIAL DA ORDEM DO MÉRITO DA AERONÁUTICA. Em 02.10.1953, recebeu da Presidência da República, a condecoração “COMENDADOR DA ORDEM DO CRUZEIRO DO SUL”. O título de CIDADÃO GOIANO foi conferido pela Assembléia Legislativa de Goiás, em 27.06.1962, via projeto da Deputada Estadual Ana Braga.

Faleceu em Porto Nacional, no dia 14 de dezembro de 1985, sendo sepultado na Catedral Nossa Senhora das Mercês. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 09, de que é Titular o Padre Joatan Bispo de Macedo. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Sobre ele, os padres Pedro Pereira Píagem e Cícero José de Sousa, escreveram excelente livro com o título “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ALAOR BARBOSA DOS SANTOS, de Morrinhos, Goiás, 13.03.l940, autor de dezenas de livros, destacando-se, "MONTEIRO LOBATO DAS CRIANÇAS" (1968), "CONFISSÕES DE GOIÁS"(ENSAIO-1968), "CIDADE DO TEMPO"(CONTOS-1964), "CAMPO E NOITE" (CONTOS-1971), "O EXÍLIO E A GLÓRIA" (ROMANCE-1980), "OS RIOS DA CORAGEM", "PICUMÃS"(ONTOS-1966), "SACI E ROMÃOZINHO"(1969), "A EPOPÉIA BRASILEIRA" (1981), "PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA" (1983), "PRAÇA DA LIBERDADE"(1986), "MEU DIÁRIO DE CONSTITUINTE" (1990), "CURSO SINTÉTICO DE DIREITO COMERCIAL TERRESTRE", "CÓDIGO DE ORGANIZAÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DE GOIÁS" "O SACI DA MATA E O COELHINHO DO MUTIRAMA" (1969), "CAMINHOS DE RAFAEL"(CONTOS-1995), "RUI BARBOSA-PENSAMENTO EM AÇÃO", "O FICCIONISTA MONTEIRO LOBATO"(1996), "A MORTE DE CORNÉLIO TABAJARA"(ROMANCE-1997). Filho de Aristides Ferreira Barbosa e Elisa Maria de Oliveira. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo no Rio de Janeiro, trabalhando no JORNAL DO BRASIL. Bacharelou-se em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Jornalista Profissional. Mudou-se para Brasília em 1984. Mestre em Literatura Brasileira, pela Universidade de Brasília. Funcionário do Senado Federal, na condição de Assessor Jurídico, função em que se aposentou em 1993. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Advogado. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 33, cujo Patrono é Antônio Eusébio de Abreu Júnior, pai de Americano do Brasil. Sócio da Associação Nacional de Escritores, União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Sobre ele e com o título “PERFIL LITERÁRIO DE ALAOR BARBOSA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996. Residente em Brasília, onde é advogado militante.

ALARICO VELASCO DE AZEVEDO, Goiano, de Anicuns, 20.08.l9l6(registrado em Goiás Velho), escreveu, entre outros, "MEU PRIMOGÊNITO", este com apresentação de Amílcar Botelho de Magalhães, "RONDON: UMA GLÓRIA NACIONAL", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Tomé Temístocles de Azevedo e Clarinda Velasco. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou em vários outros lugares. Foi candidato a Deputado Estadual, pelo PSD de Goiás. Casou-se com Ilda Velasco, com quem teve a filha Tânia, entre outros. Formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1947, tendo sido Orador Oficial da Turma. Tornou-se Procurador da Previdência no Rio de Janeiro, cargo em que também se aposentou. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Advogado, Cronista, Conferencista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta, Escritor. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Representante da Academia Goiana de Letras, no Rio de Janeiro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Conselho Nacional de Proteção aos Índios, de foi funcionário, na década de 1950. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se no livro genealógico COISAS DE BAÚ VELHO, de Domingos Velasco. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

ALBA GONÇALVES, de Quirinópolis, Goiás, 1930, escreveu, entre outros, "ALÉM DE MIM"(POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Administradora, Educadora, Ficcionista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Consignada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes agremiações, sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBATÊNIO CAIADO DE GODOY, Goiano, de Goiás Velho, 14.04.l893, escreveu, entre outros, "ANTEVISÃO DO FUTURO" (1948), "O MEU TEMPO"(1969), "HOMENS E FATOS"(1971), "COMO ESTABILIZAR A DEMOCRACIA(1970)". Formado em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo(1919). Tornou-se Promotor Público de Santa Rita do Paranaíba (Itumbiara)-1920. Fundou, em 1921, a Faculdade de Direito de Goiás, sendo um de seus professores. Em 1922, foi eleito Deputado Estadual e fundou, junto com outros, o Instituto dos Advogados de Goiás. Primeiro Presidente e Fundador da Associação Goiana de Imprensa, em 10 de setembro de 1934. Juntamente com o Governador Pedro Ludovico Teixeira, assinou o Decreto 1816 que transferiu de Goiás Velho para Goiânia, a Capital do Estado, no dia 23 de março de 1937. Escritor, Ensaísta, Conferencista. Historiador, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Foi também membro da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador, ao lado de outros, em 1939, Cadeira 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana, de que foi titular Carmo Bernardes, hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que foi um dos fundadores, em 1933. Redator do jornal "VOZ DO POVO", em 1927. Prefeito nomeado de Goiás Velho, em 1936. Secretário de Governo. Elege-se Deputado Federal, em 1945. Diretor da Faculdade de Direito de Goiaz e Procurador da República. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYAZ, de Abel Soares de Castro.

Nasceu em Goiás Velho, no dia 14 de abril de 1893. Filho de João Francisco de Oliveira Godoi e de Tereza Alencastro Caiado Godoi.
Após estudar com os pais, as primeiras letras e frequentar as aulas do professor Aires Feliciano de Mendonça, matriculou-se no Liceu, em 1907.
Transferiu-se para São Paulo, em 1912, onde fez o curso preparatório e ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.
Bacharelou-se em Direito, em 1919, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Tornou-se Promotor Público de Santa Rita do Paranaíba(Itumbiara).
De volta a Goiás Velho, em 1920, funda, junto com outros, a Faculdade de Direito de Goiás, onde também passa a lecionar, em 1921. Em 1922, é eleito Deputado Estadual e participa da fundação do Instituto dos Advogados de Goiás. Foi Redator do jornal “VOZ DO POVO”.
Casou-se, em 18 de janeiro de 1923, com Maria Paula Fleury de Godoi e mudou-se para Jaraguá, interior goiano, sendo reeleito Deputado Estadual, em 1925.
Retornando a Goiás Velho, em 1931, leciona Direito Civil na Faculdade de Direito e é nomeado, em 1932, Consultor Jurídico da Delegacia Fiscal da Fazenda Nacional, em Goiás.
Em 1933, tornou-se um dos fundadores do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e foi escolhido como Diretor da Faculdade de Direito.
Foi nomeado Prefeito de Goiás Velho, em 1936.
No dia 23 de março de 1937, na qualidade de Secretário Geral do Estado, assinou, junto com o Governador Pedro Ludovico, o decreto histórico-1.816- que transferiu de Goiás Velho para Goiânia, a Capital do Estado.
Em 29 de abril de 1939, junto com outros, fundou a Academia Goiana de Letras, ficando com a Cadeira 10, cujo Patrono é Moisés Augusto de Santana e de que foi Titular Carmo Bernardes, sendo hoje(1998) ocupada por Luiz de Aquino Alves Neto.
Tornou-se, em 1940, Presidente da Associação Goiana de Imprensa(AGI).
Em 1945, foi eleito Deputado Federal. Recebe, em 1953, o título de PROFESSOR EMÉRITO, da Congregação da Faculdade de Direito.
Em 1960, em virtude de sua condição de Sub-Procurador da República, mudou-se para Brasília.
No dia 2 de fevereiro de 1973, faleceu em Goiânia, após ter comemorado BODAS DE OURO, em 18 de janeiro daquele ano.

ALBECYR COSTA, Goiano, de Catalão, l945, escreveu, dentre outros, "SINOS DE CATALÃO"(POESIA E PROSA), sem dados biográficos no livro, com capa-prefácio de Brasigóis Felício. Residente em Goiânia, onde atua na divulgação da Filosofia e da Doutrina contra o vício do álcool. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Administrador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Educador, Ficcionista, Conferencista. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade dos Alcoólicos Anônimos de Goiás, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBÉRICO ANTUNES DE OLIVEIRA, de Santa Maria da Vitória, Bahia, 13.11.1911, escreveu, entre outros, ISTO É UM FATO(Discurso-1957). Filho de Segifredo Antunes de Oliveira e Júlia do Espírito Santo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Órfão de pai aos 5 anos, foi enviado junto com os irmãos Walfredo, Adherbal e Elizabeth para Salvador, ficando com a TIA NININHA e mais tarde, indo para São Paulo junto ao tio Odilon Antunes de Oliveira. Em 1929, foi para o Rio de Janeiro, matriculando-se no Colégio Batista e depois no Seminário Batista do Sul do Brasil. Formou-se em Teologia em 1936, sendo consagrado Pastor Batista, indo logo depois pastorear a Primeira Igreja Batista de Manaus, no Amazonas. Em 1938, casou-se no Rio de Janeiro, com Betty Pitrowski, que se tornaria Betty Antunes de Oliveira. Esta, filha de Ricardo Pitrowski e Eugenia Thomas. Do casamento, vieram os filhos Nancy, Betty, Nelson, Junia, Gláucia e Lincoln. Em 1957, como Deputado Federal, CHEFIOU A DELEGAÇÃO BRASILEIRA, representando a Fundação Amazônia e a Câmara dos Deputados junto à Conferência Internacional das Organizações Não Governamentais ligada à ONU, em junho de 1957, em Roma, na Itália. Ministro Evangélico, Professor, Educador. Advogado, Psicólogo. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Faleceu em 11.07.1988, tendo sido sepultado em Manaus. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br É sobrinho de Albérico Antunes de Oliveira, o Arquiteto Construtor de Palmas, nova Capital do Tocantins, Dr. Walfredo Antunes de Oliveira Filho.

ALBERTINA VICENTINI (A. V. ASSUMPÇÃO RODRIGUES DE ALMEIDA), de Uberlândia, Minas Gerais, l952, escreveu, entre outros, "A NARRATIVA DE HUGO DE CARVALHO RAMOS", sem dados biográficos no livro. Prêmio Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado de Goiás. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Católica de Goiás. Curso de Mestrado em Literatura Brasileira. Escritora, Ensaísta, Peaquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Produtora Cultural, Ativista, Educadora. Administradora, Ficcionista, Literata. Conferencista, Oradora, Cronista. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos literários. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como em todos os livros que tratam da literatura goiana. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBERTO BERQUÓ, Goiano, de Goiás Velho, l939, escreveu, entre outros, "O SEQUESTRO-DIA A DIA"( A VERDADEIRA HISTÓRIA DO SEQUESTRO DO EMBAIXADOR AMERICANO CHARLES BURKE ELBRICK MOSTRADO NO FILME O QUE É ISSO COMPANHEIRO), "EL VERBO", "OTROS CUANTOS", "CHAPEUZINHO VERMELHO E O LOBO TORTURADOR" (Goiânia-l98l), este, com prefácio de Aldir Blanc, destituído de quisquer referências biográficas e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Funcionário Público da Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro, onde também se aposentou. Foi Militante do Movimento Revolucionário Oito de Outubro(MR-8), entre 1969 e 1972. Esteve preso no DOPS, na Polícia Federal de Goiânia e no Pelotão de Investigações Criminais de Brasília. Mentor intelectual do sequestro do Embaixador Norte-Americano CHARLES BURKE ELBRICK. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural, Ativista, Pensador. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Foi exilado político por dez anos no Panamá, Cuba, Bolívia, Chile e na Suécia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBERTO DA COSTA E SILVA(Alberto Vasconcellos da Costa e Silva), de São Paulo, Capital, 12.05.1931, escreveu, entre outros, O PARQUE E OUTROS POEMAS(1935), ANTOLOGIA DE LENDAS DO INDIO BRASILEIRO(1957), A NOVA POESIA BRASILEIRA(1960), LIVRO DE LINHAGEM(Poesia-1966), AS LINHAS DA MÃO(Poesia-1979), ESPELHO DO PRINCIPE(1994), POEMAS REUNIDOS(2000), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antônio Francisco da Costa e Silva e de Creusa Fontenelle de Vasconcellos da Costa e Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Iniciou o curso secundário no Colégio Farias Brito, em Fortaleza. Em 1943, com 12 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde cursou o Externato São José e o Instituto Lafayette. Diplomou-se no Instituto Rio Branco em 1957, com 26 anos. Professor do Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas do Instituto Rio Branco em 1971/72. Presidente da Banca Examinadora do Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, de 1983 a 1985. Vice-presidente do Instituto Rio Branco, de 1995 a 2000. Membro do Conselho Nacional de Direito Autoral, em 1984 e 1985. Membro do Comitê Científico do Programa Rota do Escravo, da UNESCO, de 1997 a 2003. Membro do PEN Clube do Brasil e sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. É eleito Presidente da Academia Brasileira de Letras em 2002 e reeleito em 2003. Eleito pela União Brasileira de Escritores - UBE como o Intelectual do Ano, troféu Juca Pato, 2004. Secretário da Embaixada do Brasil em Lisboa (1960/63) e na Embaixada em Caracas (1963/64). Cônsul em Caracas (1964/67). Auxiliar do Secretário-Geral de Política Exterior (1967/69). Secretário na Embaixada em Washington (1969). Oficial de Gabinete e Assessor de Coordenação do Ministério das Relações Exteriores (1970/74). Ministro-Conselheiro na Embaixada em Madrid (1974/76). Ministro-Conselheiro na Embaixada em Roma (1977/79). Embaixador em Lagos, Nigéria (1979/83) e cumulativamente em Cotonu, República do Benim (1981/83). Chefe do Departamento Cultural do Ministério das Relações Exteriores (1983/84). Subsecretário-Geral de Administração do Ministério das Relações Exteriores (1984/86). Embaixador em Lisboa (1986/90). Embaixador em Bogotá (1990/93). Embaixador em Assunção (1993/95). Inspetor-Geral do Ministério das Relações Exteriores (1995/98). Representou o Brasil em numerosas reuniões internacionais, tendo sido delegado do Brasil na reunião da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África, em Adis Abeba, em 1961; representante pessoal do Ministro das Relações Exteriores nos encontros ministeriais, realizados em São Domingos, em 1984, pela Organização dos Estados Americanos, para a preparação das Comemorações do V Centenário do Descobrimento da América. Representante pessoal do Ministro das Relações Exteriores na Reunião dos Ministros das Relações Exteriores do Mecanismo Permanente de Consulta e Concertação Política (Grupo do Rio), em 1991. Grã-Cruz da Ordem do Rio Branco. Grande Oficial da Ordem do Mérito Militar. Grande Oficial da Ordem do Mérito Aeronáutico. Comendador da Ordem do Mérito Naval. Comendador da Ordem do Mérito Cultural. Grã-Cruz da Ordem Estadual do Mérito da Renascença do Piauí. Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Brasília. Medalha do Pacificador; Medalha do Mérito Tamandaré. Medalha do Mérito Santos Dumont. Medalha do Mérito Cultural Oliveira Lima, do Governo de Pernambuco. Medalha do Mérito Cultural Da Costa e Silva, do Governo do Piauí. De Portugal: Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo; Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique; Comendador da Ordem Militar de Santiago da Espada. Da Colômbia: Grã-Cruz de Boyacá; Comendador da Ordem de San Carlos. Do Paraguai: Grã-Cruz da Ordem do Mérito. Do Peru: Grã-Cruz da Ordem do Sol; Grã-Cruz da Ordem do Mérito por Serviços Distinguidos. Da Espanha: Comendador com placa da Ordem de Isabel, a Católica. Da Itália: Grande Oficial da Ordem do Mérito. Da Venezuela: Ordem de Francisco de Miranda, em sua segunda classe; Comendador da Ordem do Libertador. Da Bolívia: Comendador da Ordem do Condor dos Andes. Do Egito: Comendador da Ordem da República. Do Equador: Comendador da Ordem Nacional do Mérito. Dos Camarões: Oficial da Ordem do Mérito. Da Costa do Marfim: Oficial da Ordem do Mérito. Do Gabão: Oficial da Ordem da Estrela Equatorial. Da Guatemala: Oficial da Ordem do Quetzal. Da Nicarágua: Oficial da Ordem de Rubén Darío. Do Togo: Oficial da Ordem do Mono. Doutor Honoris Causa em Letras pela Universidade Obafemi Awolowo (ex-Universidade de Ifé), da Nigéria, em 1986. Casou-se com Vera da Costa e Silva, com quem teve três filhos, um deles se tornou Diplomata. Quarto ocupante da Cadeira 9, eleito em 27.09.2000, na sucessão de Carlos Chagas Filho e recebido pelo Acadêmico Marcos Vinícios Vilaça em 17.11.2000. Sua Cadeira 9, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Gonçalves de Magalhães, Fundador Carlos Magalhães de Azevedo, sendo também ocupada por Marques Rebelo, Carlos Chagas Filho e Alberto da Costa e Silva. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO DE FARIA, de Campos, Estado do Rio, 05.08.1865, escreveu, entre outros, POLITICA FLUMINENSE(1900), MAUÁ(1926), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para São Paulo. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Destacou-se como líder abolicionista e republicano. Formado em Direito, fixou-se em Campinas, interior paulista, onde teve banca de advogado com sucesso. Posteriormente, mudou-se para o Rio de Janeiro, continuando na carreira de advogado. Tornou-se Diretor de empresas comerciais e industriais. Como resultado de intensas pesquisas publicou a primeira biografia de Mauá – Mauá (1926). Mas antes do Mauá, publicou Alberto de Faria o livro Política Fluminense. Residia na Praia do Flamengo, em cuja casa acolhia escritores e intelectuais estrangeiros que visitavam o Brasil. Seu filho, Octávio de Faria, foi um romancista que, a exemplo do pai, também pertenceu à Academia Brasileira de Letras. Alberto de Faria não deve ser confundido com o outro acadêmico Alberto Faria, da Cadeira 18, professor e pesquisador de história e que teve como genros dois notáveis expoentes da cultura brasileira: Afrânio Peixoto e Alceu Amoroso Lima (Tristão de Ataíde). Faleceu no Rio de Janeiro, em 29.11. 1931. Segundo ocupante da Cadeira 39, eleito em 2.08.1928, na sucessão de Oliveira Lima e recebido em 12.12.1928, pelo Acadêmico Hélio Lobo. Seu sucessor foi Rocha Pombo, que não chegou a tomar posse e foi sucedido por Rodolfo Garcia. Sua Cadeira 39, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Francisco Varnhagen, Fundador Oliveira Lima, sendo também ocupada por Alberto de Faria, Rocha Pombo, Rodolfo Garcia, Elmano Cardim, Otto Lara Resende, Roberto Marinho e Marco Maciel. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO DE OLIVEIRA(Antônio Mariano A. de O.), de Palmital de Saquarema, Estado do Rio, 28.04.1857, escreveu, entre outros, CANÇÕES ROMANTICAS(Poesia-1878), MERIDIONAIS(Poesia-1884), LIRA ACACIANA(Poesia-1900), RAMOS DE ARVORE(Poesias-1922), POESIAS ESCOLHIDAS(1933), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Mariano de Oliveira e de Ana Mariano de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, na Vila de N. S. de Nazaré de Saquarema, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou humanidades em Niterói. Diplomou-se em Farmácia, em 1884, com 27 anos de idade. Cursou a Faculdade de Medicina até o terceiro ano, onde foi colega de Olavo Bilac, com quem, desde logo, estabeleceu as melhores relações pessoais e literárias. Bilac seguiu para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito, e Alberto foi exercer a profissão de farmacêutico. Deu o nome a várias farmácias alheias. Uma delas, e por muitos anos, era uma das filiais do estabelecimento do velho Granado, industrial português. Casou-se em 1889, em Petrópolis, com a viúva Maria da Glória Rebello Moreira, de quem teve um filho, Artur de Oliveira. Em 1892, foi oficial de gabinete do presidente do Estado, Dr. José Tomás da Porciúncula. De 1893 a 1898, exerceu o cargo de Diretor Geral da Instrução Pública do Rio de Janeiro. No Distrito Federal, foi professor da Escola Normal e da Escola Dramática. Com dezesseis irmãos, sendo nove homens e sete moças, todos com inclinações literárias, destacou-se Alberto de Oliveira como a mais completa personalidade artística. Ficou famosa a casa da Engenhoca, arrabalde de Niterói, onde residia, com os filhos, o casal Oliveira, e que era freqüentada, na década de 1880, pelos mais ilustres escritores brasileiros, entre os quais Olavo Bilac, Raul Pompéia, Raimundo Correia, Aluísio e Artur Azevedo, Afonso Celso, Guimarães Passos, Luís Delfino, Filinto de Almeida, Rodrigo Octavio, Lúcio de Mendonça, Pardal Mallet e Valentim Magalhães. Nessas reuniões, só se conversava sobre arte e literatura. Sucediam-se os recitativos. Eram versos próprios dos presentes ou alheios. Heredia, Leconte, Coppée, France eram os nomes tutelares, quando o Parnasianismo francês estava no auge. Colaborou também em jornais e revistas, dentre outros, a Gazetinha, A Semana, Diário do Rio de Janeiro, Mequetrefe, Combate, Gazeta da Noite, Tribuna de Petrópolis, Revista Brasileira, Correio da Manhã, Revista do Brasil, Revista de Portugal, Revista de Língua Portuguesa. Chegou a possuir uma das bibliotecas mais escolhidas e valiosas de clássicos brasileiros e portugueses, que doou à Academia Brasileira de Letras. Farmacêutico, professor e poeta. Faleceu em Niterói, Estado do Rio, em 19.01.1937. Fundador da Cadeira 8. Recebeu o Acadêmico Goulart de Andrade. Sua Cadeira 08 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Cláudio Manoel da Costa, Fundador Alberto de Oliveira, sendo também ocupada por Oliveira Viana, Austregésilo de Ataíde, Antonio Callado e Antonio Olinto. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO FARIA, Carioca, do Rio de Janeiro, 19.10.1869, escreveu, entre outros, CARTAS CHILENAS(Ensaio-1913), AÉRIDES(Ensaio-1918), ACENDALHAS(Ensaio-1920), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Lopes Faria e de Leocádia Lopes Faria. NÃO DEVE SER CONFUNDIDO COM ALBERTO DE FARIA. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com a família para o interior de São Paulo, onde fez o secundário. Aos 12 anos, redigiu o jornalzinho O ARAUTO e, aos 14, fundou, na cidade de São Carlos, interior Paulista, o jornal A ALVORADA. Realizou seus estudos no interior de São Paulo. Em 1889, fixou-se em Campinas, interior paulista, onde exerceu o jornalismo. Fundou o jornal O DIA em 1894, e escreveu para o CORREIO DE CAMPINAS, tornando-se seu diretor entre 1895 e 1896. Em 1897, lançou o jornal A CIDADE DE CAMPINAS, por ele dirigido até 1904. Obteve grande êxito a seção “Ferros velhos”, sob o pseudônimo de Adelino. Em 1901, prestou concurso para a cadeira de Literatura, no Ginásio de Campinas, concorrendo com Coelho Neto e Batista Pereira, e logrou o primeiro lugar. Além de professor de literatura e jornalista, destacou-se como crítico e historiador. Orientou seus estudos para a crítica externa e interna das obras e da história literária. Foi um dos primeiros críticos brasileiros a se preocupar com o estabelecimento dos textos ou da autoria, a descoberta de influências, datas e fontes, e com a análise de formas e temas. Os seus estudos sobre o problema da autoria das Cartas Chilenas destacam-se entre os que mais luzes trouxeram à questão. Jornalista, professor, crítico, folclorista e historiador. Escreveu também sob os pseudônimos: Adélio, Adelino e Marcos Tuim. Faleceu em Paquetá, Rio de Janeiro, em 8.09.1925. Terceiro ocupante da Cadeira 18, eleito em 10.10.1918, na sucessão do Barão Homem de Melo e recebido em 6.08.1919, pelo Acadêmico Mário de Alencar. Recebeu o Acadêmico Gustavo Barroso. Sua Cadeira 18, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono João Francisco Lisboa, Fundador José Verissimo, sendo também ocupada por Barão Homem de Melo, Alberto Faria, Luis Carlos, Pereira da Silva, Peregrino Junior e Arnaldo Niskier. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO JOSÉ CENTENO, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, l937, escreveu, dentre outros, "CURSO DE ESTATÍSTICA APLICADA À BIOLOGIA", sem dados biográficos no livro. Diretor e Professor do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBERTO MARTINS DA SILVA, de João Pessoa, Paraíba, 08.03.1934, escreveu, entre outros, MARECHAL SEVERIANO MARTINS DA FONSECA-UM ARTILHEIRO DO IMPÉRIO(1988), JOÃO SEVERIANO DA FONSECA(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Ginásio Diocesano Pio X e Liceu Paraibano, de João Pessoa. Formou-se Medico pela Faculdade de Medicina da Universidade da Paraiba. Em 1961, com 27 anos de idade, entrou para a Escola de Saúde do Exercito, como Primeiro Tenente Medico, tendo sido promovido a General em julho de 1988, com 54 anos. Fez Administração Hospitalar na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Fez a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais(1971) e a Escola de Comando e Estado-Maior do Exercito(1976). Como militar, serviu em Caicó(RN), Campina Grande(PB), Recife(PE), Rio de Janeiro(RJ), Brasília(DF) e Assunção(Paraguai). Foi instrutor na Escola de Educação Física, das Forças Armadas do Paraguai, na Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais, na Escola de Saúde Militar e na Escola de Comando e Estado-Militar, também do Paraguai. Militar, Médico, Político. Mudou-se para Brasília em 1988. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Publicou também DR. ISMAEL DA ROCHA-SUA VIDA DE CIENTISTA E MILITAR, SERVIÇO DE SAUDE DO EXÉRCITO-MEMORIAL, CANDIDO MANOEL DE OLIVEIRA QUINTANA-HEROI DE LAGUNA, PADRE JOÃO BAPTISTA DA FONSECA-REVOLUCIONARIO DE 1817, SERAFIM MOREIRA DA SILVA JUNIOR, HOSPITAL CENTRAL DO EXÉRCITO-HISTORIA, MISIÓN MILITAR BRASILERA DE INSTRUCION EN EL PARAGUAY. Estão no prelo MEDICOS PARAIBANOS DO PASSADO, PASSOS NA MINHA CALÇADA-REMINISCENCIAS, bem como ainda DR. RAIMUNDO TEOFILO DE MOURA FERREIRA-MEDICO, MILITAR E PADEIRO, O PATRONO DO SERVIÇO DE SAUDE DO EXERCITO, O PRIMEIRO MEDICO GOIANO, O PRIMEIRO GENERAL MEDICO GOIANO. Membro de diversas entidades, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de outros Institutos Históricos e Geográficos Estaduais. Membro da Academia de Historia Militar Terrestre do Brasil, Academia Brasileira de Medicina Militar, entre outras. Presente em vários dicionários biográficos, entre os quais, Dicionário Biobibliográfico de Historiadores, Geógrafos e Antropólogos Brasileiros(do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro) e Dicionário Biobibliográfico de Escritores Brasileiros Contemporâneos, de Adrião Neto. Centenas de trabalhos publicados em jornais e revistas do Brasil e Exterior. Conhecido como GENERAL-DE-BRIGADA MEDICO ALBERTO MARTINS DA SILVA. Foi Comandante da Escola de Saúde do Exercito, Diretor da Policlínica Militar do Rio de Janeiro e Diretor do Hospital Central do Exercito. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO MAZONI ANDRADE, de Aracaju, Sergipe, 1906, escreveu, entre outros, VIDA, MORTE E RESSURREIÇÃO DAS TORRES CAMPANÁRIAS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 15 anos de idade, mudou-se de Sergipe para Minas Gerais. Matriculou-se na Escola de Minas e Metalurgia de Ouro Preto. Em 1928, com 22 anos de idade, formou-se nesta Escola. Por concurso público, tornou-se Professor, Livre Docente e depois Catedrático da mesma Escola de Minas. Em 1946, com 40 anos, tornou-se Professor da Escola de Arquitetura da Universidade de Minas Gerais, bem como da Escola de Engenharia, da dita universidade. Foi Diácono da Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte. Entre 1939 e 1944, foi Diretor do Colégio Batista Mineiro. Secretario da Convenção Batista Brasileira em ocasiões diferentes. Em 1951, foi Presidente do Segundo Congresso da Mocidade Batista Brasileira. Faleceu em Belo Horizonte, em 1957, com 51 anos de idade. A Praça onde fica o Colégio Batista Mineiro recebeu o seu nome, bem como o seu BUSTO inaugurado em 1967, quando da Convenção Batista Brasileira. Sobre ele, Lauro Bretones escreveu o livro PRISIONEIRO DA ESPERANÇA(BH,Mg, 1979). Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALBERTO PEDRO ALVEZ MANCILLA, de Montivideu, Uruguai, l943, escreveu, entre outros, "CAÇADAS, CAÇADORES-VOZES DE LATINO-AMÉRICA", juntamente com Antonieta de Sant"Ana, prefácio de Dom Tomás Balduino de Souza Décio, este, Bispo da antiga capital. Agente Pastoral da Diocese de Goiás Velho, hoje Cidade de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALBERTO TAHAN(JOSÉ), Goiano, da Capital, 22.03.1959, escreveu, entre outros, “REVENDO O SÉCULO 20”(GEOPOLÍTICA), sem dados biográficos no livro. Professor do Ensino Médio e de cursos preparatórios em Goiânia. Formado em Geografia, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Curso de História, pelo Departamento de História, da Universidade Católica de Goiás. Lecionou no Colégio Anglo do Triângulo Mineiro. Após ter lecionado em muitos colégios do interior de Goiás e de outros Estados da Federação, retornou à sua terra natal, tendo sido docente do Curso Método e do Colégio Acadêmico. Professor do Colégio Delta e do Colégio Med, todos de Goiânia. Especialista em Geopolítica e História Social. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Geografia e Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Goiás(SINTEGO).

ALBERTO TAMER, de Santos, São Paulo, 1932, escreveu, entre outros, “TRANSAMAZÔNICA-SOLUÇÃO PARA 2001”(1970), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando cada uma das cidades ao longo da Belém/Brasília, destacando-se Alvorada, Gurupi, Paraíso, Miranorte, Araguaína e outras. Após os estudos primários em sua terra natal, iniciou-se no jornalismo, em 1950, com 18 anos de idade. Em 1958, ingressou no jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO”, onde é jornalista há mais de 20 anos, 13 dos quais, como Redator Econômico. Como Bolsista das Nações Unidas, estudou em Santiago(Chile), Nova Yorque (USA), Roma(Itália) e na FAO. Visitou a França e a Suiça. Lecionou jornalismo econômico na Faculdade Cásper Líbero(São Paulo) e na Faculdade de Comunicação de Santos. Seu livro foi o resultado de reportagens feitas para o jornal “O ESTADÃO”, em 1970, tentando mostrar como pessoas de diferentes partes do Brasil “fugiram da fome e pararam na miséria”, no seu dizer. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALBERTO TAVEIRA CORRÊA, de Nova Lima, Minas Gerais, 26.05.1950, escreveu, entre outros, “CRISTO QUE VIVE EM MIM”, “RETIRO POPULAR”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. ARCEBISPO METROPOLITANO DE PALMAS. Filho de Alberto Corrêa e Maria da Conceição Taveira Corrêa. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se, em 1961, no Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte. Como seminarista da Arquidiocese de Belo Horizonte, terminou os cursos de Teologia e Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica (PUC), de Minas Gerais. Foi ordenado sacerdote no dia 15.08.1973, em sua terra natal, na Matriz de Nossa Senhora do Pilar, onde permaneceu como PÁROCO até 1977. No Movimento dos Focolares em Roma, na Itália, fez o curso de Espiritualidade Sacerdotal. De 1978 a 1984, foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus, em Belo Horizonte. Orientador do Seminário Menor São José, em 1988, bem como Professor de Liturgia, na PUC, Minas Gerais. Em 1991, tornou-se Bispo Auxiliar de Brasília, sendo ordenado no dia 06 de julho, bem como acompanhante do Grupo Parlamentar Católico no Congresso Nacional. Com a criação da Arquidiocese de Palmas, em 27.03.1996, foi nomeado pelo Papa João Paulo II, primeiro Arcebispo Metropolitano de Palmas, Capital do Estado do Tocantins, tomando posse no dia 31 de maio de 1996, tendo como Província Eclesiástica as Dioceses de Porto Nacional, Miracema do Tocantins, Tocantinópolis e a Prelazia de Cristalândia. Vinculado a diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, a Confederação Nacional dos Bispos do Brasil(CNBB). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALBERTO VASCONCELOS DA COSTA E SILVA, de São Paulo, SP, 12.05.1931, escreveu, entre outros, O PARQUE E OUTROS POEMAS(1953), LIVRO DE LINHAGEM(1966), AS LINHAS DA MÃO(1979), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Diplomata, Embaixador, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, A NOVISSIMA POESIA BRASILEIRA, 1962, de Walmir Ayala, CUATRO SIGLOS DE POESIA BRASILEÑA, 1983, de Jaime Tello. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALBERTO VENANCIO FILHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 23.01.1934, escreveu, entre outros, O ENSINO JURIDICO NOS PARECERES DE RUI BARBOSA(Ensaio-1969), ELOGIO A AFONSO ARINOS(Ensaio-1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco Venancio Filho e Dina Fleischer Venâncio. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharelou-se, em 1956, com 22 anos de idade, em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro. Dedicou-se à advocacia desde 1957, exercendo ao mesmo tempo funções administrativas e educacionais. Organizou o plano inicial da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (1960). Foi assistente da direção do Ensino Superior do Ministério da Educação e Cultura (1961-1963). Diretor executivo do Centro de Estudos e Pesquisas no Ensino do Direito da Universidade do Estado da Guanabara (1966-1968). Participou da diretoria do Instituto dos Advogados Brasileiros (1974-1977). Foi membro do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (1979-1981). Do Conselho Consultivo da Fundação Casa de Rui Barbosa (1980-1985). Diretor do Instituto de Estudos Políticos e Sociais – IEPES (1980-2001). Membro da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (Comissão Afonso Arinos), que preparou anteprojeto de Constituição (1985-1986). Membro do Conselho Consultivo da Fundação Casa de Rui Barbosa (1980-85). Membro da Comissão Provisória de Estudos Constitucionais (1985-1986). Membro do Conselho de Administração da Fundação Petrônio Portela (1986-1988). Membro do Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (1986-1989). Presidente da Comissão designada pela Portaria nº 2/89 do Presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica para elaborar o projeto da nova lei antitruste (1989). Presidente do Conselho de Administração do Instituto Brasileiro de Administração Municipal – IBAM (1995 – 2002 ). Tesoureiro da Academia Brasileira de Letras (1994-1995 e 1997). Foi professor da cadeira de Introdução ao Desenvolvimento Brasileiro da Escola Brasileira de Administração Pública – EBAP, da Fundação Getúlio Vargas (1961-1964). Foordenador do curso de Direito Especializado, realizado em convênio entre o Ministério das Minas e Energia e a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1971-1972) e responsável pela matéria de Direito Público da Economia. Professor da cadeira de Pensamento Político Contemporâneo do Instituto Rio Branco (1971-1975). Membro da American Political Science Association. Sócio efetivo do Instituto dos Advogados Brasileiros (1947). Sócio efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (1989). Membro vitalício do Conselho Diretor da Associação Brasileira de Educação (1992). Membro da Academia Brasileira de Letras (1992); Membro da Société Internationale des Amis de Montaigne, Paris (1992). Membro da Academia Brasileira de Educação (1996). Membro da Association Internationale – Maison d`Auguste Comte, Paris (2000). Advogado, jurista, professor e historiador. Sexto ocupante da Cadeira nº 25, eleito em 25.07.1991, na sucessão de Afonso Arinos de Melo Franco e recebido em 14.04.1992, pelo Acadêmico Américo Jacobina Lacombe. Recebeu o Acadêmico Padre Fernando Bastos de Ávila. Sua Cadeira 25 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Junqueira Freire, Fundador Franklin Doria, sendo também ocupada por Artur Orlando da Silva, Ataulfo de Paiva, José Lins do Rego, Afonso Arinos de Melo Franco e Alberto Venâncio Filho. Não se encontra no DICIONARIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(1994), de Napoleão Valadares. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCÂNTARA MACHADO(José de Alcântara Machado de Oliveira), de Piracicaba, Estado de São Paulo, 19.10.1875, escreveu, entre outros, VIDA E MORTE DO BANDEIRANTE(Ensaio-1929), ALOCUÇÕES ACADÊMICAS(1940), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Brasilio Machado de Oliveira e Maria Leopoldina de Sousa Machado de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal na Escola Neutralidade, do Professor João Kopke, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário no Colégio Moretzsohn, da capital. Em 1893, com 18 anos de idade, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de São Paulo, onde seu pai era Professor. Por concurso público, em 1895, com 20 anos de idade, tornou-se Professor de Medicina Legal e Higiene Publica. Entre 1927 e 1930 e entre 1931 e 1935, foi Diretor da Faculdade de Direito de São Paulo. Em 1911, com 36 anos, foi eleito Vereador junto à Câmara Municipal de São Paulo. Em 1915, foi eleito Deputado Estadual. Em 1924, foi eleito Senador Estadual. Em 1934, foi eleito para a Assembléia Nacional Constituinte, no Rio de Janeiro. Elaborou o Código Penal Brasileiro, promulgado por Getulio Vargas, em 1940. Casou-se com Maria Emilia de Castilho Machado, com quem teve dois filhos. Faleceu na capital paulista a 1º de abril de 1941. Segundo ocupante da Cadeira 37, eleito em 23.04.1931, na sucessão de Silva Ramos e recebido em 20.05.1933, pelo Acadêmico Afrânio Peixoto. Recebeu o Acadêmico Levi Carneiro. Sua Cadeira 37, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tomás Antonio Gonzaga, Fundador Silva Ramos, sendo também ocupada por Alcântara Machado, Getulio Vargas, Assis Chateaubriand, João Cabral de Melo Neto e Ivan Junqueira. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCEU AMOROSO LIMA(Tristão de Ataíde), de Petrópolis, Estado do Rio, 11.12.1893, escreveu, entre outros, REDENÇÃO(Poesia-1918), AFONSO ARINOS(Biografia-1922), ESTUDOS(1927), O ESPIRITO E O MUNDO(1936), CONTRIBUIÇÃO À HISTORIA DO MODERNISMO(1939), TRÊS ENSAIOS SOBRE MACHADO DE ASSIS(1941), ESTETICA LITERARIA(1945), INTRODUÇÃO À LITERATURA BRASILEIRA(1956), AS REPERCUSSÕES DO CATOLICISMO(1932), PREPARAÇÃO À SOCIOLOGIA(1931), MEMORIAS IMPROVISADAS(1973), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel José Amoroso Lima e de Camila da Silva Amoroso Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, com o Professor João Kopke, da Escola Nova ou Neutralidade, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o secundário no Colégio Dom Pedro II que então se chamava GINASIO NACIONAL, formando-se em 1908, com 15 anos de idade. Em 1913, com 20 anos, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Logo em seguida, viajou para Paris na França e estudou na Sorbonne e College de France. De volta ao Brasil, trabalhou como Advogado no escritório de Souza Bandeira. Em 1918, assumiu a Direção Jurídica da Fabrica de Tecidos Cometa, de propriedade de seu pai. Em 1919, passou a escrever sob o pseudônimo de TRISTÃO DE ATAIDE, com a coluna BIBLIOGRAFIA no novo órgão da imprensa chamado O JORNAL, de Renato Lopes. Converteu-se ao Catolicismo em 1928, fazendo sua confissão diante do Padre Leonel Franca, depois de ter se correspondido com Jackson de Figueiredo que fundara o CENTRO DOM VITAL. Em 1932, tornou-se Professor de Sociologia e Doutrina Social da Igreja, no Instituto Católico de Estudos Superiores, ligado ao Centro Dom Vital. Ainda em 1932, foi reprovado no concurso para a Cadeira de Economia Política e Introdução ao Direito, na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, onde tinha se formado. Fez campanha contra Anísio Teixeira que terminou demitido da Secretaria de Educação do Distrito Federal(Rio de Janeiro), em dezembro de 1935. Em 1937, tornou-se Reitor da Universidade do Distrito Federal. Em 1938, passou a lecionar Sociologia, na Faculdade de Serviço Social. Em 1941, sem concurso, foi nomeado Catedrático de Literatura Brasileira, da recém-criada Faculdade Nacional de Filosofia, da Universidade do Brasil, bem como Professor de Literatura Brasileira da recém-criada Universidade Católica do Rio de Janeiro. Em 1944, fundou, junto com outros, a Editora Agir, tornando-se seu Diretor. Por ela, publicou quase todos os seus livros. Em 1945, deixou a Presidência da Associação Católica Brasileira(ACB) por ter brigado com o novo Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara. Em 1947, chamado por Orlando Dantas, passou a trabalhar no jornal DIARIO DE NOTICIAS, com a coluna LETRAS UNIVERSAIS, que era transcrita para os jornais FOLHA DA MANHÃ(São Paulo), O DIARIO(Belo Horizonte), A TRIBUNA(Recife), CORREIO DO POVO(Porto Alegre), DIARIO ILUSTRADO(Lisboa). Em 1949, foi para Paris, lecionando na Sorbonne sobre A CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA. Em 1950, foi para os Estados Unidos, tornando-se Diretor do Departamento de Cultura da União Pan-Americana. Em 1953, retornou ao Brasil, como jornalista do DIARIO DE NOTICIAS, professor e Diretor do Centro Dom Vital. Em 1958, foi para a Universidade de Nova Iorque lecionar CIVILIZAÇÃO BRASILEIRA. Em 1959, através de Odilo Costa Filho, tornou-se colaborador do JORNAL DO BRASIL e da FOLHA DE SÃO PAULO. Em 1966, foi nomeado pelo Papa Paulo VI, membro da Comissão de Justiça e Paz, com sede em Roma e tornou-se membro da Academia de Ciências Morais e Políticas, de Paris. Em 1969, deixou o Conselho Federal de Educação e o Cargo de Diretor da Editora Agir que exercia há 26 anos. Sua ultima entrevista foi concedida à FOLHA DE SÃO PAULO, em maio de 1982. Foi casado com Maria Teresa Faria, com quem teve sete filhos. Faleceu em Petrópolis, Rio de Janeiro, a 14.08.1983. Quarto ocupante da Cadeira 40, eleito em 29.08.1935, na sucessão de Miguel Couto e recebido em 14.12.1935, pelo Acadêmico Fernando Magalhães. Recebeu os Acadêmicos Afonso Pena Júnior, Viana Moog, Gilberto Amado, Augusto Meyer, Dom Marcos Barbosa e José Américo de Almeida. Sua Cadeira 40, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Visconde do Rio Branco, Fundador Eduardo Prado, sendo também ocupada por Afonso Arinos, Miguel Couto, Alceu Amoroso Lima e Evaristo de Moraes Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCEU VICTOR RODRIGUES, Goiano, de Catalão, l866, escreveu, entre outros, "ESBOÇO MONOGRÁFICO DAS ÁGUAS TERMAIS DE CALDAS NOVAS", sem dados biográficos no livro. Farmacêutico em Catalão, interior goiano e também em Paracatu, Minas Gerais. Professor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Intelectual. Escritor, Memorialista, Orador. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo fundador foi Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2002) por Paulo Nunes Batista. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. De ilustre família de Catalão, interior goiano, era também irmão de Gastão de Deus Victor Rodrigues. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e ainda na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, interior goiano, em 1866. Filho de Francisco Victor Rodrigues e de Felicidade Silveira Rodrigues.
Em 1872, começou a estudar em escola pública na terra natal.
É nomeado Delegado de Polícia, em 1884, para a cidade de Pouso Alto(Piracanjuba).
Não tendo vocação para a atividade policial, segue para o Rio de Janeiro, onde completa o curso preparatório e se matricula na Faculdade de Farmácia.
Em 1886, torna-se colaborador de jornais no Rio de Janeiro e também no Triângulo Mineiro.
Termina o seu curso de Farmácia, em 1887, retornando a Catalão.
Transfere-se para Paracatu, em Minas Gerais, em 1888, onde se torna proprietário de Farmácia.
Em 1901, atacado por forte gastrite, desfaz-se da farmácia e retorna a Catalão. Em 1902, com 36 anos de idade, faleceu em sua terra natal Catalão, no dia 11 de fevereiro.
Entre seus irmãos, destacam-se Gastão de Deus Victor Rodrigues e Josias Victor Rodrigues.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 8, cujo fundador foi Sebastião Fleury Curado e de que foi Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira e atualmente(2002), por Paulo Nunes Batista.

ALCIDES CELSO RAMOS JUBÉ, Goiano, de Goiás Velho, l896, escreveu, entre outros, "LIÇÕES DE GEOGRAFIA DESCRITIVA"(1929), "ENSAIOS DE COROGRAFIA DE GOIÁS"(1919), "EXERCÍCIOS DE GEOGRAFIA"(1926), "TERRAS DO BRASIL", "EURÁSIA E ÁFRICA"(1924), sem dados biográficos nos livros. Filho do governador e Presidente do Estado de Goiás, em 1912, Joaquim Rufino Ramos Jubé. Ex-aluno do Seminário Episcopal de Santa Cruz, na antiga Capital do Estado. Professor, Escritor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Jornalista. Poeta, Pensador, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Diretor do Liceu de Goiás, na velha capital e da Escola Normal Oficial. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio de Janeiro, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições nacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu na tradicional Cidade de Goiás no dia 26 de julho de 1896. Contava 65 anos de idade, quando a morte o surpreendeu, em 19.09.1961.
Filho do Comendador Joaquim Rufino Ramos Jubé e de Dona Maria Carlota d"Assunção Silveira Ramos Jubé.
Seus irmãos: Dr. José de Maria Ramos Jubé (falecido), Maria das Dores Ramos Jubé, Carlota Maria Ramos Jubé, Joaquim Rufino Ramos Jubé Jr.(falecido) e o Desembargador Antônio Diurivé Ramos Jubé.
Casa-se o professor Alcides Jubé com a Senhorita Josefina Veiga, e os filhos vão chegando:
José Tancredo, Aloísio, Joaquim Inácio, Jairo Domingos e Caius Emanuel, meninos que fazem os primeiros estudos em sua cidade natal, depois encaminhados para que a vocação de cada um seja atendida.
Hoje aí estão em diferentes lugares, entregues a variadas profissões, formando novas famílias, um Oficial do Exército, um Arquiteto, dois Cirurgiões Dentistas, um Juiz de Direito.
O professor Alcides Jubé fez suas primeiras letras na escola da famosa "Mestre Nhola" (Pacífica Josefina de Castro).
O Curso de Humanidades, no Seminário Episcopal de Santa Cruz, na antiga Capital, Vila Boa, gozando, então, do convívio de Dom Prudêncio Gomes da Silva, Bispo de Goiás, em cuja companhia visitou o norte de Goiás.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, integrando a turma de 1925 da Escola de Direito de Goiás.
De 1915 a 1920, ocupou o primeiro cargo público, o de Amanuense da Secretaria da Instrução, Indústria, Terras e Obras Públicas. Em abril de 1920 foi nomeado professor. Em 1923 receberia diploma de normalista.
Possuia honrosos títulos: Professor Catedrático, por concurso de Geografia, na Escola Normal Oficial e do "Lyceu de Goyaz", tendo sido Diretor de ambos os estabelecimentos de ensino.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Rio, da Bahia e do Espírito Santo; membro da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro; sócio perpétuo do Instituto Técnico e Industrial do Rio de Janeiro.
Deixou o professor Alcides Jubé, ao falecer, em 1961, as seguintes obras: “Corografia de Goiás”(1919); “Eurásia e a África”(1924); “Exercícios de Geografia”(1926); “Terras do Brasil”(1927); “Lições de Geografia Descritiva” (1929).

ALCIDES MAYA(ALCIDES CASTILHO MAYA), de São Gabriel, Rio Grande do Sul, 15.09.1878, escreveu, entre outros, PELO FUTURO(Ensaio-1897), O RIO GRANDE INDEPENDENTE(Ensaio-1898), ATRAVÉS DA IMPRENSA(Ensaio-1900), RUIVAS VIVAS(Romance-1910), TAPERA(Contos-1911), CRONICAS E ENSAIOS(1918), ALMA BARBARA(Contos-1922), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Henrique Maya de Castilho e Carlinda de Castilho Leal. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Porto Alegre, onde fez os estudos de humanidades. Em 1895, com 18 anos de idade, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo. Mas abandonou o curso de Direito e retornou a Porto Alegre em 1896, entregando-se à prática do jornalismo militante, atividade que exerceu ao longo de toda a vida. No jornalismo distinguiu-se sempre pela preocupação eminentemente cultural e pelo engajamento político. Iniciou a atividade jornalística no jornal A REFORMA, órgão federalista, mas logo foi "lutar ao lado dos batalhadores da República". A partir de 1897, passou a integrar a redação do jornal A REPÚBLICA, órgão da dissidência republicana, e chegou a ocupar a direção do jornal. Aos 19 anos, em 1897, estreou em livro com PELO FUTURO. Seus artigos de jornal de 1898 a 1900 foram reunidos em livro sob o título de ATRAVÉS DA IMPRENSA. Além da vivência nas redações de jornais, teve contato, em Porto Alegre, com o celebrado polígrafo Apolinário Porto Alegre. Em 1903, Alcides Maya fez sua primeira viagem ao Rio de Janeiro, onde seu nome já era bem conhecido. A partir de então, passou a viver e a desenvolver atividades, alternadamente, ora no Rio de Janeiro, ora em Porto Alegre. Suas idéias anti-separatistas estão contidas no livro O RIO GRANDE INDEPENDENTE. No Rio, residia numa "república de intelectuais", situada na rua das Laranjeiras, onde recebeu um dia a visita de Machado de Assis. Desde então, foi levado a entrar na intimidade do mundo machadiano. A partir de 1905, passou a militar na imprensa carioca, profissionalmente, colaborando em O PAÍS, O IMPARCIAL, CORREIO DA MANHÃ E JORNAL DO COMMERCIO. Assinava artigos também com o pseudônimo Guys. Em 1908, voltou para Porto Alegre, levado por uma motivação bastante ambiciosa: a fundação de um matutino, o JORNAL DA MANHÃ. Durou apenas um ano, mas ficou na sua coleção uma parte valiosa do acervo jornalístico de Alcides Maya. De volta ao Rio, em 1910, publicou seu único romance, RUÍNAS VIVAS, que irá compor, com os livros de contos Tapera (1911) e Alma bárbara (1922), a sua trilogia regionalista, que reflete a poesia dos pampas, buscando no passado as raízes do seu povo. Outros grandes momentos de sua carreira deram-se em 1912, com a publicação do ensaio MACHADO DE ASSIS- ALGUMAS NOTAS SOBRE O HUMOR. No ano seguinte, com a sua entrada na Academia Brasileira de Letras, como o primeiro rio- grandense a ter ingresso na Casa de Machado de Assis. Representou o Rio Grande do Sul na Câmara dos Deputados, no período legislativo de 1918 a 1921. Embora integrado na representação do Partido Republicano, a sua atividade parlamentar se fez sentir pela preocupação com os problemas da educação e cultura. De 1925 a 1938, residiu em Porto Alegre, com breve incursão ao Rio, decorrente de sua participação no movimento revolucionário de 30. Lá dirigiu o Museu Júlio de Castilhos, até se aposentar, e colaborou no Correio do Povo. Levado por uma inquietação de toda a vida, retornou ao Rio, onde viveu os últimos anos de sua vida (1938-1944), escrevendo para o CORREIO DO POVO e freqüentando a Academia Brasileira de Letras quando podia. Enterrado, inicialmente, no Rio de Janeiro, cinco anos após sua morte, seus restos mortais foram trasladados para o Panteon Rio Grandense, em Porto Alegre. Jornalista, político, contista, romancista e ensaísta. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 2.10.1944. Segundo ocupante da Cadeira 4, eleito em 6.09.1913, na sucessão de Aluísio Azevedo e recebido em 21.07.1914, pelo Acadêmico Rodrigo Octavio. Recebeu o Acadêmico Gregório da Fonseca. Sua Cadeira 4, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Basílio da Gama, Fundador Aluisio Azevedo, sendo também ocupada por Alcides Maya, Viana Moog e Carlos Nejar. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCIDES NASCIMENTO MARINHO, de Carolina, Maranhão, l950, dentre outros, escreveu, "UM OLHAR NO TEMPO", prefácio de Marcos Antônio Torres Santiago, "UM PACTO COM A VIDA" (CRÔNICAS), sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Tibúrcio Gabino de Souza. Residente em Paraíso, Goiás, hoje no Estado do Tocantins. Professor Licenciado em Letras Modernas, pela Faculdade de Filosofia de Porto Nacional. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Curso de Pós-Graduação Latu Sensu pela Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas, no Estado do Tocantins. Chefe de Divisão da Universidade do Tocantins(UNITINS). Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Estadual de Cultura do Tocantins. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Professor da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), na Capital do Tocantins, Palmas. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALCIDES TELLES DE ALMEIDA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1913. Filho do Chefe de Trens da Central do Brasil, Baltasar Teles de Almeida. Irmão da cantora Araci Teles de Almeida. Estudou no Colégio do Engenho de Dentro e no Colégio Nacional do Meyer. Quando tinha 18 anos de idade, em 1931, foi batizado pelo Pastor Ricardo Pitrowsky, na Igreja Batista do Engenho de Dentro. Depois de ter sido livreiro e professor de História, matriculou-se no Seminário Betel, do Rio, onde se formou Bacharel em Teologia, em 1944, com 31 anos. Foi professor do Ginásio Betel, do Ginásio Batista e do Colégio Batista Shepard. Em 1949, com 36 anos, foi consagrado Pastor Batista para a Igreja Batista Betel. Em 1951, foi eleito Presidente da Junta de Missões Estrangeiras, da Convenção Batista Brasileira, enquanto era também Professor. Em 1960, foi eleito Secretário Executivo da dita Junta, tendo deixado o magistério secular. Através dele, os batistas brasileiros enviaram missionários batistas e brasileiros para Portugal, Bolívia e mais oito(8) paises. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1979, quanto tinha 66 anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCIMAR FERNANDES PEREIRA, Goiano, de Anápolis, 21.07.l957, autor de, entre outros, "ANO DO MACACO", "O VINHO ANTIGO", este sob o pseudônimo de "DEVA RAMA" ou apenas “RAMA”, sem dados biográficos nos livros. Jornalista, Publicitário. Antigo funcionário do Banco Regional de Brasília(BRB), na Capital Federal. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Espiritualista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Formado em Comunicação Social pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (CEUB). Notabilizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Anápolis, Goiás, a 21 de julho de 1957. Fez o curso primário no Grupo Escolar Zeca Batista. Formou-se Técnico em Contabilidade, no Colégio Estadual José Ludovido de Almeida.
Filho de Waldemar Epaminondas Pereira(PITANGA DO PRADO), tipógrafo e jornalista tradicional da cidade. Seu filho, Alcimar, esteve sempre preocupado com os estudos e diferentes leituras.
Sua poesia ganhou maturidade a partir de 1979, influenciado pelo surrealismo francês, de Arthur Rimbaud e Conde de Lautréamont.
Pela Editora Edições Navégus, de Brasília, publicou em 1980, o livro de poesia e prosa, "O Ano do Macaco", cuja edição se encontra esgotada.
Identificou-se com a moderna poesia americana e foi influenciado pela corrente metafísica da poesia inglesa e, nesta linha, estão sendo produzidos os seus últimos trabalhos, inclusive, com a influência da poesia judáica, mexicana, catalã e francesa.
Tendo feito concurso público, passou a trabalhar no Banco Regional de Brasília(BRB), passando a residir na Capital Federal.
Matriculou-se no CEUB, no curso de Jornalismo e Comunicação, tendo se formado, após opção, no campo de publicidade.
Entre outros trabalhos, destaca-se "M"Bundu", livro cujo Título em dialeto Quimbumdu de angola significa "negro".
Em Brasília, é também Revisor de Publicidade, da MPM Propaganda.
Escreve para diferentes jornais e revistas, entre as quais, "O POPULAR", no Suplemento Cultural e no caderno de variedades.

ALCINDO GUANABARA, de Magé, Estado do Rio, 19.07.1865, escreveu, entre outros, AMOR(Romance-1886), HISTORIA DA REVOLTA DE 06 DE SETEMBRO DE 1893(Historia-1894), A DOR(Ensaio-1905), DISCURSOS FORA DA CÂMARA(1911), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel José da Silva Guanabara e Júlia da Silva de Almeida Guanabara. Após os estudos primários em sua terra natal e em Mangaratiba, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Transferiu-se com a família para Petrópolis, onde entrou para o Colégio José Ferreira da Paixão, na condição de estudante e bedel. Em 1883 concluiu os estudos secundários. Prestou exames no Pedro II e, em 1884, estava matriculado na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Para viver, fez-se inspetor disciplinar no Asilo dos Menores Desvalidos, do Dr. Daniel de Almeida. Em 1886, fundou seu primeiro jornal, a Fanfarra, órgão acadêmico. Entre os colaboradores estava Olavo Bilac. Num artigo de Fanfarra, analisando o regulamento da Faculdade de Medicina, Alcindo fez censuras ao ministro do Império, o que levou o Dr. Daniel de Almeida a demiti-lo do emprego no Asilo. Deixou o curso de Medicina no 3º. ano. Aproximou-se, então, de José do Patrocínio, com uma apresentação de Marinho de Andrade, e foi admitido na Gazeta da Tarde. Logo depois Patrocínio lhe confiava a crônica política, que ele assinava com o pseudônimo Aranha Minor. Nessa fase, foi um brilhante articulista em prol da Abolição. No mesmo ano, seu nome aparecia em vários jornais e revistas da cidade, assinando ora páginas de prosa, ora poesia e sonetos na Semana e na Vida Moderna. Fundou o jornal Novidades, cujo nº. 1 saiu em 25 de janeiro de 1887, sob a direção de Alcindo Guanabara. Estavam com ele Moreira Sampaio, Artur Azevedo e, pouco depois, Olavo Bilac. Alcindo contava apenas 22 anos e já era um dos maiores jornalistas brasileiros. Publicava ali as suas “Teias de Aranha” (a seção assinada Aranha Minor, que trouxera da Gazeta da Tarde) e também as “Notas políticas”, assinadas Nestor, ambas quotidianas. Nesses artigos debatia as grandes questões do momento, e com tal perícia e saber, que granjeou a admiração de quase todos os leitores, neles incluindo-se Lafayette e o ministro da Fazenda Francisco Belisário. Mas provocou também adversários, e entre estes contava-se então o próprio José do Patrocínio. Alcindo escrevia também trabalhos de outros gêneros, em crônicas assinadas com o pseudônimo Marcelo, críticas humorísticas assinadas por Diabo Coxo e contos e fantasias por Mefisto. Com a Abolição, passou a trabalhar no Diário do Comércio e fez a campanha da República no Correio do Povo. Com o novo regime, foi eleito para a Constituinte. Quando ocorreu a dissolução do Congresso com o golpe de estado de 1891, ele protestou contra o ato de Deodoro. Restabelecida a legalidade, permaneceu na Câmara até o final da legislatura (1891-1893). Em 1893, viajou para a Europa, feito Superintendente Geral de Imigração. No ano seguinte, tomou assento na Câmara dos Deputados para a segunda legislatura republicana (1894-1896). Escreveu a História da República, editada primeiro nas colunas do Comércio de São Paulo e depois em livro. Como conseqüência do atentado de 5 de novembro de 1897, foi preso e mandado, juntamente com Barbosa Lima, para a ilha de Fernando de Noronha, mas logo depois o Supremo Tribunal concedeu o habeas-corpus impetrado em favor de ambos. Regressando ao Rio, fundou a Tribuna, órgão de oposição a Prudente de Morais. No período de Campos Sales (1899-1902), Alcindo se tornou o grande jornalista da situação. Findo o quatriênio, publicou o longo e minucioso livro A PRESIDÊNCIA DE CAMPOS SALES. Fundou A Nação, onde desenvolveu a propaganda de um programa socialista. Colaborava em O Dia, onde publicou esplêndidas páginas literárias com o pseudônimo Pangloss. Foi nomeado redator-chefe de O Paiz, e ali ficou até 1905. Na luta de Rui Barbosa contra Hermes da Fonseca, Alcindo Guanabara estava no jornal IMPRENSA (jornal que ele fundou) fazendo a campanha do candidato de Pinheiro Machado. Em 1918, foi eleito para o Senado, como representante do Estado do Rio, e tomava parte na Comissão dos Poderes. Mal iniciara o período dessa legislatura quando Alcindo Guanabara veio a falecer. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 20.08.1918. Convidado para a última sessão preparatória da Academia Brasileira de Letras, fundou a Cadeira 19. Sua Cadeira 19 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Caetano, Fundador Alcindo Guanabara, sendo também ocupada por Dom Silvério Gomes Pimenta, Gustavo Barroso, Antonio da Silva Melo, Américo Jacobina Lacombe, Marcos Almir Madeira e Antonio Carlos Secchin. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCIONE GUIMARÃES(Alcione Oliveira Guimarães Coelho Vaz), de Goiânia, Goiás, 1940, escreveu, entre outros, ZUARTE(Kelps, 2000), com notas de orelha de Darcy França Denófrio, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seu livro é constituído de (40)quarenta poemas e mais (40)quarenta Quadros-Poemas. Publicou tambem "FUSO DE PRATA"-CONTOS(São Paulo, Nankin Editorial, 2006), com notas de orelha de Valentim Facioli. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Pintora, Artista Plástica, Intelectual. Casou-se com o advogado e escritor Geraldo Marmo Coelho Vaz, com quem tem o filho Paulo Sérgio. Em 1963, com 23 anos de idade, começou a apresentar seus trabalhos em exposições individuais e coletivas, em Goiás e também em outros estados. Conforme Antonio Moreira da Silva, in DOSSIÊ DE GOIÁS, pagina 149, “utilizando-se da pintura, ela desenvolve uma temática em torno dos elementos do mundo rural, expressando a diversidade dos homens, animais e paisagens em suas relações e singularidades”. Tem participado de diferentes exposições, entre as quais, Coletiva na Galeria de Arte Goiana(Goiânia-1976), Coletiva na Galeria de Arte Jaó(Goiânia-1979), I Salão Regional de Artes de Goiânia(1981), Individual no Palácio da Cultura(Goiânia-1982), IV MARCO de Brasília(1983), Individual no Museu de Arte de Joinville, Santa Catarina(1984), Coletiva na Sala de Exposições Cândido Mendes, Rio de Janeiro(1986), Coletiva na Embaixada dos Estados Unidos, em Brasília(1987), II Encontro Nacional de Artes Plásticas, no Museu Histórico do Exército, Rio de Janeiro(1988), Individual na FUNARTE de São Paulo, SP(1997), Coletiva na Fundação Jaime Câmara, pelos 60 anos do jornal O POPULAR(1998). É estudada no livro DA CAVERNA AO MUSEU-DICIONÁRIO DAS ARTES PLÁSTICAS EM GOIÁS(1998), de Amaury Menezes. Não é referida no “DICIONÁRIO DE MULHERES”, de Hilda Agnes Hubner Flores e nem no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2001), de José Mendonça Teles. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001, não é citada no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo, nem também no DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALCIONE HERMANO DE PAULA ABRAÃO, Goiana, da Capital, 10.01.l942, escreveu, entre outros livros, "DISRITIMIA"(CONTOS), "CHEVROLET 69"(CONTOS), "A VERDADEIRA ESTÓRIA DE DONA FRANCISCA GAMBÔA-A MATRIARCA DO TOCANTINS" (CORDEL), "NÃO COLOQUE DIRETAMENTE MACACO SOBRE O PAVIMENTO" (DEPOIMENTO), sem dados biográficos nos livros. Filha de Zecchi Abrão e Jandira Hermano de Paula. Estudou no Liceu de Goiânia e em Belo Horizonte. Fez o segundo grau no Instituto de Educação de Goiás e no Colégio Santa Clara de Goiânia. Licenciou-se em Psicologia e Sociologia, na Universidade Católica de Goiás. Estudou no Museu de Arte de São Paulo(MASP), onde fez Crítica de Arte. Cursou Artes Figurativas, na Fundação José Augusto, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Professora do Instituto de Educação de Goiás. Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Jornalista, Articulista. Contista, Cronista, Literata. Pensadora, Intelectual, Ativista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Produtora Cultural. Noticiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Nova Viçosa, Bahia, em 03.01.1986.

ALDAIR DA SILVEIRA AIRES, Goiano, de Catalão, 19.01.l942, escreveu, entre outros, "POEMAS LICEU" (ANTOLOGIA), com prefácio de Maria Helena Chein, sem dados biográficos no livro. Filho de Geraldo Gentil Aires e Virgínia Cândida Aires. Editou, igualmente, "OS NÓS DE NÓS EM NÓS", com prefácio de José Fernandes. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Escreveu também “A METALINGUAGEM DO ABSURDO EM MIGUEL JORGE”(TESE DE MESTRADO), bem como “DOMINUS NOBISCUS”. Um dos fundadores e Primeiro Presidente do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN). Professor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Poeta, Escritor. Pensador, Intelectual, Literato. Ficcionista, Cronista, Contista. Orador, Conferencista, Ativista. Produtor Cultural, Articulista, Jornalista. Estudou o primário e o ginasial em sua terra natal. Mudou-se para Goiânia, em 1956, onde concluiu o curso comercial. Mestre em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal de Goiás, sob a orientação de José Fernandes. Superintendente de Assuntos Culturais de Goiás, no governo de Irapuan Costa Júnior. Foi Professor do Liceu de Goiânia, do Colégio Carlos Chagas e da Escola Técnica Federal de Goiás, além do Colégio Municipal de Goiânia. Atualmente (1997), Professor de Literatura da Universidade Federal do Mato Grosso, em Barra do Garças. Detentor do TROFÉU TIOKÔ. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Docente de Literatura Brasileira no Instituto de Ciências e Letras do Médio Araguaia, da Universidade Federal de Mato Grosso. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFMT. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e no livro VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 19 de janeiro de 1942. Filho de Geraldo Gentil Aires e Virgínia Cândida Aires.
Iniciou, em 1949, os estudos primários em sua terra natal, onde também concluiu o curso secundário.
Já em Goiânia, foi o primeiro Presidente do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN). Formou-se em Letras Vernáculas, pela Universidade Federal de Goiás, onde também concluiu o curso de Mestrado em Literatura Brasileira.
Professor do Colégio Estadual de Goiás, o famoso Liceu de Goiás. Lecionou também no Ginásio Municipal de Goiânia, no Colégio Carlos Chagas, no Instituto de Educação e na Escola Técnica Federal de Goiás.
Quando Superintendente de Assuntos Culturais do Estado, no governo de Irapuan Costa Júnior, criou a Fundação Cultural de Goiás.
Detentor do PRÊMIO TIOKÔ, da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Mestre em Literatura Brasileira, pela Universidade Federal de Goiás, com tese orientada por José Fernandes, tendo como base a obra de Miguel Jorge.
Seu primeiro livro, “OS NÓS DE NÓS EM NÓS”, foi publicado em 1997. Ganhador, igualmente, do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia.
É hoje(1998), professor de Literatura Brasileira, no Instituto de Ciências e Letras do Médio Araguaia, em Barra do Garças, da Universidade Federal de Mato Grosso. Faleceu em Goiânia, no dia 15.05.2007, com 65 anos de idade.

ALDEMIR MARTINS, de Ingazeiras(Vale do Cariri), Ceará, 08.11.1922, produziu, entre outros, ARTES PLÁSTICAS, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via telas produzidas. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Quando fez o primário e o ginasial, foi orientador artístico da classe. Durante o serviço militar, alcançou a patente de CABO PINTOR, o que lhe abriu as portas para o futuro. Fundou o grupo ARTYS e já em Fortaleza, foi um dos fundadores da SOCIEDADE CEARENSE DE ARTISTAS PLÁSTICOS. Em 1945, com 23 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 1946, transferiu-se para São Paulo, onde permaneceu até a sua morte, depois de ter vivido em Roma, na Itália, nos anos de 1960 e 1961. Desenhista, Pintor, Gravador. Ceramista, Gravurista e Escultor. Participou do Salão Nacional de Arte Moderna e da Bienal de São Paulo. Junto com Carybé, foi considerado o MELHOR DESENHISTA NACIONAL, em 1955. Participou de inúmeras COLETIVAS e INDIVIDUAIS, tanto no Brasil, quanto fora dele. Fez desenhos e gravuras de rendeiras, retirantes, cangaceiros e especializou-se em gatos, peixes, pássaros, flores e frutos. Fez capas para livros e ilustrou obras literárias. Seus desenhos foram usados em tecidos, caixas de charutos, papéis de carta, cartões postais, etc. É lembrado na LAROUSSE CULTURAL(1988). Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, etc. Morreu com 83 anos de idade, no dia 05.02.2006, no Bairro do Ibirapuera, Zona Sul de São Paulo. Foi velado no Assembléia Legislativa e enterrado no Cemitério de Campo Grande, Santo Amaro, São Paulo. Sobre ele escreveu excelente matéria, Oswaldo Faustino(AE) São Paulo, para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 07.02.2006. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ALDENORA ALVES CORREIA, de São João do Araguaia, Pará, 22.05.1917, escreveu, entre outros, "O ESTADO DO TOCANTINS-UMA GEOPOLÍTICA DE DESENVOLVIMENTO", "HISTÓRIA DE TOCANTINÓPOLIS", "BOA VISTA DO PADRE JOÃO", este, com prefácio de Nelly Alves de Almeida, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi Delegada de Ensino de Tocantinópolis, interior goiano, no hoje Estado do Tocantins, cidade para onde se mudou, quando tinha cinco anos de idade, em 1922. Filha de Nicolau Alves Correia e de Lídia Olimpio Correia.

Em 1936, o famoso Padre João de Souza Lima pediu ao Bispo Dom Alano que conseguisse vaga para que Aldenora, ainda adolescente, estudasse no Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional. Quatro anos depois, formou-se Normalista.

Em 1950, estudou no Rio de Janeiro, no Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos. Tornou-se, em 1954, Diretora do Ginásio do Norte Goiano, mais tarde Colégio Dom Orione. Em 1960, foi Delegada Regional de Ensino de Porto Nacional. Funcionária da Secretaria da Educação e Cultura de Goiás, sediada em Goiânia.

Professora, Ensaísta, Memorialista. Pesquisadora, Historiadora, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Escritora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa.

Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Historiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Acha-se no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS, de Luis Gomes Palacín.

É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Já aposentada, faleceu em Goiânia, no dia 26 de outubro de 1982. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 11, cujo Titular é Ney Alves de Oliveira. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ALDENY CARVALHO NOLETO, de Porangatu, Goiás, l947, escreveu, dentre outros, "FALANDO COM O CORAÇÃO", com prefácio de Ana Braga Machado Gontijo, sem dados biográficos no livro. Professora primária e sedundária em sua terra natal. Ensaísta, Poetisa. Pesquisadora, Memorialista, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Administradora, Ficcionista, Escritora. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Memoriada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALDIR DONIZETI VIEIRA, Goiano, da Capital, 27.02.l957, escreveu, entre outros, "CONSCIÊNCIA: O UNIVERSO DA RAZÃO", sem dados biográficos no livro. Filho de Álvaro Vieira dos Santos e Aldetina Teixeira dos Santos. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Filosofia, pela Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Memorialista, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Espiritualista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALDO ANDREONI, Paulista, de Santos, l90l, escreveu, entre outros, "VIAGEM REALIZADA AO BAIXO E MÉDIO TOCANTINS"(l948), sem dados biográficos no livro. Realizou estudos científicos e descritivos no interior de Goiás, especialmente nas cidades localizadas no atual Estado do Tocantins. Engenheiro Civil e de Minas, Geógrafo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista. Membro do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, do Instituto Brasileiro de Engenharia. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALDO ANICÉZIO DE OLIVEIRA, de Itiquira, Mato Grosso do Norte, l930, escreveu, entre outros, "VERDES ÁGUAS DE ITIQUIRA, sem dados biográficos no livro. Residente em Jataí, Rio Verde e Goiânia, onde desenvolve sua atividade literária. Jornalista, Radialista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Cronista. Pensador, Poeta, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional dos Radialistas de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa.

ALDO ARANTES(Aldo da Silva Arantes), de Anápolis, Goiás, 20.12.1938, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DA AÇÃO POPULAR”(1984), em co-autoria com Haroldo Lima. Publicou também “O FMI E A NOVA DEPENDÊNCIA BRASILEIRA”(2002), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Galileu Batista Arantes e Maria de Lourdes Silva Arantes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário no Liceu de Goiânia. Com bolsa de estudo, matriculou-se na Faculdade de Direito, da Pontifícia Universidade Católica(PUC), do Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Em 1961, foi eleito, em Niteroi, Presidente da UNE(União Nacional dos Estudantes). Em 1964, com o advento da Revolução que derrubou o Presidente João Goulart, Aldo exilou-se em Montevideu, no Uruguai. Retornou ao Brasil clandestinamente e em 1968, foi preso no interior de Alagoas, sendo condenado pela Lei de Segurança Nacional. Em 1972, ingressou no PCdoB(Partido Comunista do Brasil). Em 1976, foi novamente preso, pelo II Exército, no Bairro da Lapa, em São Paulo. Condenado a cinco anos, ficou preso até 28.08.1979, quando foi beneficiado pela Anistia do então Presidente João Batista Figueiredo. Em 1982, candidatou-se a Deputado Federal pelo PMDB, de Goiás, ficando como Suplente. Em 1983, assumiu a vaga do Deputado Ademar Santillo que se tornara Secretário da Educação de Goiás, no Governo de Iris Resende. Em 1987, empossou-se como Deputado Federal Constituinte, pelo PMDB, mas logo depois retornou ao PCdoB, que já havia sido legalizado. Em 1990, tentou a reeleição, mas não conseguiu. Em 1992, foi eleito Vereador de Goiânia, pelo PCdoB. Em 1995, após ter sido eleito, voltou à Câmara Federal. Em 1996, votou a favor da criação da CPMF(Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira). Por não ter sido reeleito, deixou a Câmara dos Deputados, em janeiro de 1999. Teve seu primeiro casamento com Maria Auxiliadora de Almeida Cunha Arantes, com quem teve dois filhos e o segundo casamento com a Advogada Delaíde Alves Miranda Centeno. Nos anos seguintes, retornou à condição de Deputado Federal e nesta situação lançou, em 2002, o seu mais recente livro “O FMI E A NOVA DEPENDÊNCIA BRASILEIRA”. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALDO ASEVEDO SOARES, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 10.04.1935, escreveu, entre outros, "KALUNGA-O DIREITO DE EXISTIR"(TESE DE MESTRADO-1995), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Raimundo Nonato Asevedo e Eunice Soares Asevedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, tendo estudo em Jaraguá, Goiás e Ponte Alta do Tocantins. Fez curso de contabilidade na Escola Técnica de Comércio de Goiânia. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornou-se Advogado, eis que, formado em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Ex- Superintendente Regional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária(INCRA). Mestre em Direito Agrário, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Professor Universitário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Advogado militante. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Orador, Poeta, Intelectual. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Presidente de Instituto Goiano de Direito Agrário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UCG, do Instituto dos Advogados de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.Faleceu em Goiania, Goias, com 74 anos, no dia 08.11.2009, de parada cardiaca, onde foi sepultado.

ALENCASTRE (Ver José Martins Pereira de Alencastre).

ALEXANDRE DE ANDRADE MASCARENHAS, Goiano, da Capital, 29.04.l957, escreveu, entre outros, "FOLHAS PARTIDAS", "ABRA A BOCA E CALE O BICO", sem dados biográficos nos livros. Técnico do Conselho Nacional de Pesquisas(CNPq), em Brasília. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Comunicador Social, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Formado em Comunicação Social. Presente no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Especialista em Jornalismo Científico. Repórter. Jornalista. Membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, da União Brasileira de Escritores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALEXANDRE LEAL COSTA, de Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 11.04.1907, produziu, entre outros, CACTÁCEAS DE BAHIA. Filho de Casemiro Costa e de Anísia Leal Costa. Após o inicio dos estudos primários na cidade de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, concluiu o curso na Escola Pública de Barreiras, Bahia, entre 1917 e 1918, quando tinha cerca de 10 anos de idade. Entre 1920 e 1924, fez o secundário no Colégio Antônio Vieira, em Salvador. Nos anos seguintes, estudou na Faculdade de Medicina da Bahia, entre 1925 e 1930, tendo recebido o diploma de Doutor em Ciências Médico-Cirúrgicas em 1931, quando tinha cerca de 24 anos. Casou-se com Beatriz Muccini da Costa, natural da Barra do Rio Grande, Bahia. Com o passar do tempo, tornou-se Professor da Faculdade de Medicina, da Universidade Federal da Bahia. Em 1931, foi Professor de Matemática no Colégio Antônio Vieira, em Salvador, Bahia. Em 1934, foi Professor de História Natural no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Salvador, bem como do Colégio Santíssimo Sacramento. Em 1936, foi Professor de História Natural no Colégio Estadual da Bahia. Entre 1941 e 1957, tornou-se integrante da Comissão Examinadora de Exames Vestibulares nos seguintes estabelecimentos, Escola Politécnica da Bahia, Curso de Farmácia na Faculdade de Medicina da Bahia, Faculdade de Filosofia da Universidade Federal da Bahia. Entre 1964 e 1966 foi Membro do Conselho Estadual de Educação e Cultura. Faleceu em 29.01.1976, com 69 anos de idade de janeiro de 1976, no Rio de janeiro. Entre 1933 e 1934 foi Secretário Interino e Assistente Interino da Cadeira de Microbiologia. Em 1934, foi Docente Livre da Cadeira de Parasitologia. Entre 1936 e 1939 foi Assistente Chefe do Laboratório de Parasitologia da Escola de Farmácia. Entre 1935 e 1936, foi Professor da Cadeira de Zoologia e Parasitologia da Escola de Farmácia. Entre 1936 e 1938, foi Professor de Zoologia no curso complementar mantido pela Faculdade. Entre 1940 e 1947 foi Assistente da Cadeira de Terapêutica Clínica. Em 1940 foi Docente-Livre da Cadeira de Terapêutica Clinica. Em 1947 foi Professor-Adjunto da Cadeira de Terapêutica Clinica. Em 1953, quando tinha 46 anos de idade, fez Curso de Especialização na Universidade de São Paulo. Em 1968 foi Professor Catedrático de Parasitologia. Chefe do III Departamento da Faculdade de Medicina. Membro da Comissão Examinadora da Cadeira de Microbiologia, Parasitologia e Terapêutica Clinica, em vários anos. Membro de Comissões Examinadoras de Concursos para Professores Assistentes, Adjuntos, Titulares e Docentes Livres, em diversas épocas. Professor da Cadeira de Fitopatologia e Microbiologia Agrícola. Regente de Botânica Aplicada e Farmácia. Entre 1973 e 1975, foi Coordenador do Curso de Pós-Graduação em Biologia. Em 1948, foi Médico Assistente do Hospital Couto Maia. Secretário de Saúde do Município de Salvador/BA. Entre 1966 e 1968 foi Membro do Conselho de Medicina da Bahia. Membro do Conselho Estadual de Educação e Cultura, desde sua fundação. Faleceu quando era Presidente do Conselho Estadual de Educação e Cultura. Sobre ele escreveu excelente biografia, seu quase conterrâneo, o Juiz de Direito, Dr. Abílio Wolney Aires Neto. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALEXANDRE MARINO(José Alexandre Gomes Marino), de Passos, Minas Gerais, 05.07.1956, escreveu, entre outros, OS OPERÁRIOS DA PALAVRA(1977), TODAS AS TEMPESTADES(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Mudou-se para Brasília em 1982. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALEXANDRE TESTA ACAMPORA, Carioca, do Rio de Janeiro(Ladeira dos Tabajaras), 1960, escreveu, entre outros, “ESPUMA SAGRADA DO TEMPO”, “A PRINCEZINHA INCA”, “JORNAL POÉTICO”, “CRÔNICAS”, “FONTE DE PRAZER”, “INTRODUÇÃO À FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Casou-se com Carmen Acâmpora, com quem tem vários filhos. Pós-Graduado em Ciências Sociais. Coordenou programas e projetos no Centro Brasileiro para a Infância e Adolescência(CBIA), na Legião Brasileira de Assistência(LBA) e nas Favelas de Copacabana, no Rio de Janeiro, junto à Pastoral de Favelas. Mudou-se para o Estado do Tocantins, onde se tornou Coordenador de Projetos da Secretaria Estadual de Planejamento. Dirigiu o Departamento de Cultura, na cidade de Palmas, Capital do Estado, em 1993. Foi Consultor do Grupo Executivo de Alfabetização e elaborou o texto básico do Programa ABC DA CIDADANIA, em 1999. Atualmente(2000), é Consultor Cultural de diversas instituições. Seu livro foi publicado pela UNIVERSIDADE DO TOCANTINS(UNITINS), para quem os direitos foram reservados. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Nos últimos tempos(2002), conseguiu com a família do Comandante Aviador Lysias Rodrigues, os direitos de edição de seus dois livros(ROTEIRO DO TOCANTINS e RIO DOS TOCANTINS). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALEXANDRE WAHBE, de Barretos, Estado de São Paulo, 1977, escreveu, entre outros, “EXPANSÃO PESSOAL-CULTURA EMERGENTE E POTENCIAL HUMANO”, em co-autoria com Marcelo Moraes, com prefácio de Luis Henrique Beust, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Residente em Palmas, Tocantins, onde é Presidente do Instituto Sinergia e funcionário da Secretaria Estadual da Juventude. Seu livro é fundamentado em grandes teóricos, dentre outros, Moacir Gadotti, Hugo Assman, Pedro Demo, Edgar Morin, etc. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Administrador, Educador, Ficcionista. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Comunicador Social, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Conferencista, Orador, Memorialista. Seu livro foi lançado no Hall da Fundação Cultural do Tocantins, em Palmas, no dia 23.01.2003. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALEXANDRE WYSE(Frei), de Dorchester, Massachusetts, Estados Unidos, l9l2, entre outros, escreveu, "NO CORAÇÃO DO BRASIL", (História dos Franciscanos em Anápolis e em Goiás), sem dados biográficos pessoais no livro, prefácio do Arcebispo de Goiânia, Dom Antônio Ribeiro de Oliveira. Residente também em Anápolis, interior goiano, onde prestou relevantes serviços à comunidade local, através do Colégio São Francisco de Assis a que sua ordem religiosa está vinculada. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Religioso, Memorialista, Historiador. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Espiritualista, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALFREDO A. C. MENDONÇA DE SOUZA, Goiano, da Capital, 1943, escreveu, entre outros, "PROJETO BACIA DO PARANÃ", sem dados biográficos no livro e sem outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado, junto com Sheila Maria Ferraz e M. Arminda C. Mendonça de Souza. Professor Universitário, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALFREDO ABINAGEM, de Mirassol, São Paulo, l940, escreveu, entre outros, "A LEI DO COMPANHEIRATO", sem dados biográficos no livro. Juiz de Direito em Goiânia. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jurista, Memorialista, Pensador. Ativista, Intelectual, Educador. Produtor Cultural, Administrador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Literato, Cronista, Contista. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), do Instituto Goiano de Direito Agrário, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituicões sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Direito, de que tem sido Presidente. Mestre em Direito Agrário pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Especialista em Família no Direito Agrário, Ensino de Processo Civil e Estágio Profissional. Vinculado ao Departamento de Direito Processual Civil e Trabalhista, da Escola de Direito. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALFREDO AQUINO MARANHÃO, de Carolina, Maranhão, 20.08.1909, escreveu, entre outros, “O BARRA LIMPA”(MEMÓRIAS), 1974, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Nelson Maranhão e Hermínia Aquino Maranhão. Após os estudos primários na Escola Rio Branco, matriculou-se no Colégio Carolinense, onde fez o curso complementar e secundário. Em 1924, foi estudar em São Luiz do Maranhão, no Colégio Viveiros. Em 1927, retornou a Carolina e se tornou comerciante, ao lado de seu pai. Mudou-se, posteriormente, para Xambioá, no hoje Estado do Tocantins, tornando-se garimpeiro de cristal de rocha. Foi locutor, viajante de laboratório e proprietário de cinema. Retornando a Carolina, foi eleito vereador e vice-prefeito. Casou-se em 1934, com Metilene Aires Medeiros, com quem teve vários filhos. Aposentou-se como funcionário das Centrais Elétricas do Maranhão. Publicou também “SOMBRAS DO PASSADO”(MEMÓRIAS), em 1983, bem como a coletânea “NELSON MARANHÃO-HOMENAGEM PÓSTUMA”. Irmão de Catão Maranhão e Sofia Maranhão, entre outros. Estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto, bem como no livro BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, de Otávio Barros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Faleceu em Carolina, Maranhão, no ano de 2002. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALFREDO BOSI, de São Paulo, Capital, 26.08.1936, escreveu, entre outros, O PRÉ-MODERNISMO(Ensaio-1966), HISTORIA CONCISA DA LITERATURA BRASILEIRA(1970), O CONTO BRASILEIRO CONTEMPORANEO(1975), A PALAVRA E A VIDA(Ensaio-1976), O ENIGMA DO OLHAR(Ensaio-1999), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não declarados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Licenciado em Letras Neolatinas – Diplomas de Português, Italiano, Francês e Espanhol. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (1955-1958), com 22 anos de idade. Curso de Especialização em Literatura Brasileira, em Filologia Românica e em Literatura Italiana na mesma Faculdade (1959-1960). Bolsa de Estudos na Faculdade de Letras da Universidade de Florença, na Itália – Cursos de Filosofia da Renascença (E. Garin), Literatura Italiana (W. Binni), História da Língua Italiana (Migliorini), Filosofia Geral (C. Luporini) e Estética (Pesce) (1961-1962). Doutorado – Itinerario della narrativa pirandelliana. Universidade de São Paulo, 1964. Tese inédita. Livre-Docência – Mito e poesia em Leopardi. Universidade de São Paulo, 1970. Tese inédita. Adjunto à disciplina de Literatura Brasileira, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1975). Titular da disciplina de Literatura Brasileira, Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (1985). Bolsa de estudos concedida pelo governo italiano. Universidade de Florença (1961-1962). Bolsa de estudos “Guggenheim Fellowship”, conferida pela John Guggenheim Memorial Foundation (1986). Concedida pelo CNRS para estagiar três meses no Institut des Textes et des Manuscrits Modernes (ITEM), Paris (1990). Docente de Literatura Italiana – Departamento de Letras, FFLCH/USP, de 1959 a 1969. Docente de Literatura Brasileira – DLCV/FFLCH, desde 1970. Orientador de alunos de pós-graduação em níveis de mestrado e de doutorado na disciplina de Literatura Brasileira da USP, desde 1972. Prêmio de “Melhor Ensaio de 1977” conferido a O ser e o tempo da poesia pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Prêmio de “Melhor Ensaio de 1992” conferido a Dialética da colonização pela Associação Paulista de Críticos de Arte. Distinção “Homem de Idéias de 1992” conferido pelo Jornal do Brasil. Medalha “Cristoforo Colombo” conferida pela Associação Ligures no Mundo aos estudiosos brasileiros da cultura italiana em 1992. Prêmio “Casa Grande e Senzala 1993” conferido a Dialética da colonização pela Fundação Joaquim Nabuco. Prêmio “Jabuti” para melhor obra de Ciências Humanas 1993 conferido a Dialética da colonização. Prêmio “Jabuti” para melhor ensaio em 2000 conferido a Machado de Assis. O enigma do olhar. Admissão à “Ordem do Rio Branco” no grau de Comendador, outorgada pelo Presidente da República em 30 de abril de 1996. Admissão à “Ordem do Mérito Cultural”, outorgada pelo Ministério da Cultura em 8 de novembro de 2005. Membro da Congregação da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas. De 1972 a 1984 como representante da categoria. A partir de 1985 como membro nato. Membro do Conselho Editorial da Edusp (1985-87). Editor da revista Estudos Avançados desde 1989. 55 números, de 1987 ao segundo semestre de 2005. Membro do Conselho Diretor do Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro desde 1991. Coordenador do Programa “Educação para a Cidadania” do Instituto de Estudos Avançados (1991-1994). Diretor do Instituto de Estudos Avançados (1997 a 2001). Vice-Diretor do Instituto de Estudos Avançados (2002-). Coordenador da Comissão de Defesa da Universidade Pública (USP, 1998-99). Organizador do documento coletivo A presença da Universidade pública. USP, janeiro de 2000. Membro da Comissão do Código de Ética da Universidade de São Paulo (2001). Presidente da Comissão de Ética da Universidade de São Paulo (2002-3). Conferências e cursos dados em várias instituições de ensino e cultura. No Brasil: Unicamp, Unesp, UFJ, UFRGS, UFSC, Universidade Federal de Goiás, Universidade Federal de Ouro Preto, PUC-SP, PUC-RJ, Universidade Mackenzie, Academia Brasileira de Letras, Academia Paulista de Letras, Memorial da América Latina, Associação Brasileira de Escritores, Ministério das Relações Exteriores, Palácio da Cultura (MEC-RJ), Fundação Casa de Rui Barbosa, Fundação Joaquim Nabuco, Museu de Arte Moderna, Biblioteca Euclidiana de São José do Rio Pardo, Museu de Arte de São Paulo, Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, Biblioteca Municipal “Mário de Andrade”, Folha de São Paulo, O Estado de São Paulo, Centro Cultural Vergueiro, Instituto Cajamar, Escola Florestan Fernandes. No exterior: Collegio Pio Brasiliano (Roma), Casa de las Américas (Havana), Université de Provence (Aix), Université de Paris IV (Sorbonne), Maison des Sciences de l’Homme, Institut des Hautes Études de l’Amérique Latine (Paris), École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris), Università di Roma “La Sapienza”, Instituto Brasil-Itália (Milão), Centro di Studi Brasiliani (Embaixada do Brasil em Roma), Universidad de la Republica (Montevideo), Universidad de Salamanca. Membro do Conselho de Redação da revista Paz e Terra. Rio, 1967-68. Membro do Conselho Editorial da Coleção Ensaio. Ed. Ática, 1973-85. Membro do Conselho Consultivo da revista Encontros com a Civilização Brasileira, 1978-82. Membro do Secretariado Nacional de Justiça e Não-Violência, 1977-80. Membro do Conselho de Redação da revista Religião e Sociedade (1980). Revisor literário da edição brasileira da Bíblia de Jerusalém (“Evangelho segundo São João” e “Atos dos Apóstolos”). São Paulo, Ed. Paulinas, 1981. Membro do júri constituído para atribuir o Prêmio “Casa de las Américas”, La Habana, 1981. Presidente do Centro de Defesa dos Direitos Humanos “D. Paulo Evaristo”. Cotia, SP, 1982-84. Membro da Comissão Julgadora das Bolsas Vitae para Literatura, 1987-89. Presidente do Conselho Editorial da revista Nossa América / Nuestra América, órgão do Memorial da América Latina, 1989-93. Membro da Comissão Julgadora do Prêmio de Literatura “Memorial da América Latina”, 1989. Membro do Comitê Consultivo Internacional do Anuário Mariateguiano, Lima, Amauta, 1992. Coordenador, junto com Richard Graham, do projeto Editions of selected great books of Brazil, organizado pela Universidade do Texas e apoiado pelas fundações Vitae e Lampadia (1994-97). Membro do Conselho da revista Portuguese Studies, editada pelo King’s College de Londres, 1989-96. Membro do Comitê Científico da revista Critica del Testo do Departamento de Estudos Românicos da Università La Sapienza de Roma desde 1995. Membro da Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo, 1987-94. Professor convidado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales. Paris, set-nov de 1993; set-dez de 1996 e abril-jun de 1999. Membro do Comitê Consultivo Internacional do Centenário de José Carlos Mariátegui. Membro do júri do Prêmio Camões, 2002. Membro do Conselho da Coleção “Espírito Crítico” das Editoras Duas Cidades / Editora 34. Titular da Cátedra de Estudos Brasileiros “Sérgio Buarque de Holanda”, Maison des Sciences de l’Homme. Paris, 2003. Membro do Comitê Científico da Cátedra de Estudos Sociais Brasileiros “Sérgio Buarque de Holanda”, Maison des Sciences de l’Homme, Paris, desde 2003. Membro Titular da Cadeira n 12 da Academia Brasileira de Letras (a partir de 30 de setembro de 2003). Assessor de Literatura Brasileira do Museu da Língua Portuguesa, São Paulo, 2005. Membro da Comissão Julgadora do Prêmio “Machado de Assis”, Academia Brasileira de Letras, 2005. Membro do Conselho Editorial da Revista Camoniana. Entrevista ao Programa Roda Viva, TV Cultura, em 23 de setembro de 2004. Entrevista ao Programa Trajetória, TV USP, em 2003. Casou-se com Ecléa Bosi, com quem tem dois filhos Viviana e José Alfredo. Sétimo ocupante da Cadeira nº 12, eleito em 20.03.2003, com 67 anos de idade, na sucessão de Dom Lucas Moreira Neves e recebido em 30.09.2003, pelo Acadêmico Eduardo Portella. Sua Cadeira 12, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono França Junior, Fundador Urbano Duarte, sendo também ocupada por Augusto de Lima, Vitor Viana, Macedo Soares, Abgar Renault, Dom Lucas Moreira Neves e Alfredo Bosi. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALFREDO DE FARIA CASTRO, Mineiro, de Araguari, 06.03.l898, escreveu, entre outros, "A LITERATURA FRANCESA" (TRADUÇÃO E NOTAS), “CONDENADOS AO INFERNO” (TRADUÇÃO). Autor do nome GOIÂNIA para a nova capital de Goiás, através de Concurso Público, a que concorreu com o pseudônimo de Caramuru Silva do Brasil. Professor de Francês, no Liceu de Goiás. Escritor, Ensaísta, Poeta. Jornalista, Articulista, Literato. Memorialista, Pensador, Intelectual. Produtor Cultural, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi titular Vitor Coelho de Almeida, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Araguari, Minas Gerais, no dia 6 de março de 1898. Filho de Bernardino de Faria Castro e de Maria Eulina Castro.
Em 1912, torna-se aluno do Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais.
Juntamente com os pais, mudou-se para Goiandira, interior goiano.
Em 1918, ingressou no Regimento de Artilharia Montada de Pouso Alegre, Minas Gerais, seguindo, logo depois, para o Rio de Janeiro.
Licenciado do Exército, na condição de Tradutor, tornou-se Agente Fiscal de Roncador, no interior goiano, no ano de 1919.
Em 1926, por Concurso Público, fez-se Professor Catedrático do Liceu de Goiás.
Casou-se com Dinah Brom, em 1928, ano em que também se formou em Direito e foi nomeado Professor de Francês da Escola Normal de Vila Boa.
Fundou, junto com outros, em 1933, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Já em Goiânia, em 1944, foi eleito para a Cadeira 3, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi fundador Vitor Coelho de Almeida, hoje(1998) ocupada por Humberto Crispim Borges.
Em 1960, foi escolhido pelos DIÁRIOS ASSOCIADOS para representar a cultura goiana na Organização dos Estados Americanos(OEA). Entre suas obras, destacam-se: A LITERATURA FRANCESA (1926) e CONDENADOS AO INFERNO(Tradução), em 1969.
Após receber o título de CIDADÃO GOIANIENSE, faleceu em Goiânia, no dia 31 de outubro de 1971.

ALFREDO ELLIS JÚNIOR, de São Carlos, São Paulo, 1896, escreveu, entre outros, “NOVAS BANDEIRAS E NOVOS BANDEIRANTES”(1922), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da região, bem como usos e costumes de suas populações. Filho do Senador Alfredo Ellis e de Sebastiana Eudóxia da Cunha Bueno. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o ginasial no Ginásio São Bento. Depois de retornar da Europa com a família, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1917, com 21 anos de idade, na Faculdade de Direito de São Paulo. De Promotor Público de Limeira, passou a Deputado Estadual em 1925. Participou da Revolução Constitucionalista de 1932, onde foi gravemente ferido. Aposentou-se em 1956, como Catedrático de História de Civilização Brasileira, da Faculdade de Filosofia, da Universidade de São Paulo. Membro da Academia Paulista de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Publicou dezenas de obras, destacando-se “INVENTÁRIOS E TESTAMENTOS”, bem como “MEIO SÉCULO DE BANDEIRISMO”(1946). Faleceu em São Paulo, no dia 13.07.1974, com 78 anos de idade. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALFREDO FREYRE(Alfredo Alves da Silva Freyre Júnior), de Água Preta, Pernambuco, 1875, traduziu, entre outros, NOVO MANUAL NORMAL-1918(com Aline Muirhead). Traduziu, posteriormente, A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.

Filho de Alfredo Alves da Silva Freyre e Maria Raymunda da Rocha Wanderley. Casou-se, em 1895, com 20 anos de idade, com Francisca de Melo Freyre(falecida em agosto de 1943), com quem teve vários filhos, entre os quais, são mais conhecidos Ulysses de Mello Freyre e Gilberto Freyre(Gilberto de Melo Freyre).

Após os estudos iniciais em sua terra natal, mudou-se para o Recife, em cuja Faculdade de Direito, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. O pai de Alfredo Freyre, de descendência espanhola, foi comissário de açúcar no Recife e dono dos Engenhos Trombetas e Mascatinho, mas quando morreu, como tinha muitos filhos, em virtude de três casamentos, quase nada sobrou para o filho Alfredo Freyre que teve de trabalhar, inicialmente como Professor, Advogado e depois como Juiz para sustentar a família.

Juntamente com os missionários norte-americanos, fundou, em 1905, o Colégio Americano Batista Gilreath, na hoje Rua Dom Bosco, Boa Vista, Recife, do qual foi professor e Diretor. Foi professor de Latim de seu filho Gilberto Freyre, no dito Colégio.

Com o passar do tempo, tornou-se Juiz Municipal, Juiz de Direito e Juiz Substituto Federal no Recife. Na Faculdade de Direito, tornou-se Catedrático de Economia Política.

Mas, há aspectos da vida do Dr. Alfredo Freyre, pouco mencionados ou propositadamente esquecidos.

Articulistas e historiadores têm o hábito de referir-se ao Dr. Alfredo Freyre, apenas com a expressão: “O PAI DE GILBERTO FREYRE”. Há um pouco de esquecimento à pessoa insigne do Juiz Pernambucano, talvez pela expressividade do filho.

Todos os relatórios da época enviados à JUNTA DE RICHMOND, nos Estados Unidos, mencionavam seu nome. No relatório de 27.11.1908, quando o Colégio do Parque Amorim tinha apenas 3(três) anos de idade, está escrito: “Dr. Alfredo Freyre, nosso mais sábio professor de Português e Francês”(H.H.Muirhead, “Annual Report of the Boys`Academy of the Pernambuco Mission”, in ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1909. Nasville, Tenn: Marshall & Bruce Company, 1909, p.94.

Referindo-se a uma verba que viera da Missão Norte-Americana, para a compra da última parte da propriedade do Colégio, escreveu H. H. Muirhead: “A Missão inteira, inclusive Dr. Alfredo Freyre, nosso esplêndido professor nativo, riu e gritou, cantou hinos e se abraçou, de tal modo que os vizinhos pensaram que nós estivéssemos prontos para o asilo”(H. H. Muirhead, “Seventy-first Annual Report of the Foreign Mission Board- Pernambuco Field”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1916, p. 163).

Sobre a situação religiosa do Dr. Alfredo Freyre, há o seguinte depoimento de H. H. Muirhead: “Dr. Alfredo Freyre tem sido sempre liberal em seus pontos de vista religiosos e é agora um crente professo, embora não batizado ainda”(H. H. Muirhead, “Seventy-third Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1918, p. 217).

W. C. Taylor, no seu relatório de 1921, solicitou a atenção da JUNTA DE RICHMOND, para a importância do Dr. Alfredo Freyre, escrevendo: “É justo também que este reconhecimento seja dado como dívida dos batistas do Sul dos Estados Unidos e batistas brasileiros ao Dr. Alfredo Freyre. Ele tem ensinado a cerca de 40(quarenta) missionários norte-americanos, colocando-os em contato com a vida brasileira. É sua capacidade que tem guiado, incólume, nossas instituições. Tem sido pregador constante da mensagem do cristianismo contra a corrente do materialismo. Tem influenciado poderosamente nossos estudantes para o bem. A compreensão que ele tem do seu próprio povo tem resistido a movimentos imorais na vida estudantil”.

“É sua devoção ao ensino”-continua W. C. Taylor- “sem qualquer preocupação de lucro e honra, que tem tão ricamente dotado nossa escola com a dádiva de seu GÊNIO E O CHARME DE SUA PERSONALIDADE” (W. C. Taylor, “Seventy-seventh Annual Report of the Foreign Mission Board-North Brazil Mission”. ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION, 1922, p. 222).

O Dr. Alfredo Freyre traduziu, juntamente com D. Aline Muirhead, o chamado NOVO MANUAL NORMAL que foi adotado pelas Igrejas Batistas do Brasil, nos idos de 1918. Traduziu, posteriormente, o livro intitulado A IGREJA DO NOVO TESTAMENTO, publicado pela Tipografia do C.A.B(Colégio Americano Batista), em 1919.

Coube ainda ao Dr. Alfredo Freyre fazer a apresentação da BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS, traduzida pela classe de História do Seminário Batista do Norte do Brasil, dirigida pelo Prof. H. H. Muirhead, e publicada em 1918, no Recife, pela Tipografia de A MENSAGEM.

De sua apresentação, destacam-se as frases: “Não é a nosso ver, a simples história de uma seita religiosa através dos tempos e dos paises. É muito mais. É a historia da democracia. É o registro de um grande esforço pela Liberdade Religiosa. Vêde e contemplai esse povo forte guardando a sua pureza de princípios e sempre fiel ao Novo Testamento”.(Henrique C. Vedder, BREVE HISTÓRIA DOS BAPTISTAS. Traduzida pela classe de História do Seminário. Recife: Typographia d`A Mensagem, 1918, p. 2).

Dr. Alfredo Freyre, conforme Carlos Barbosa, foi professor de quase todas as disciplinas no Colégio Americano Gilreath, tendo sido contratado para Português e Francês. Lecionou, contudo, Direito Comercial, Economia Política, Literatura, Língua Latina, etc. Permaneceu nesta instituição de 1907 até 1934.(Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.6).

W. C. Taylor, referindo-se à importância e simpatia do Dr. Alfredo Freyre, escreveu: “Crente declarado, grande amigo do Evangelho, que no tempo das perseguições teve, como Juiz, de ser respeitado. Colocou-se a frente dos nossos cultos, com maravilhosa paciência e habilidade, comprando, inclusive, para nós todas as nossas grandes propriedades no Recife. Foi nosso Advogado em cada momento, constante defensor do Evangelho de mil maneiras, professor de mais de 60 missionários.(W.C. Taylor, A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE. Rio de Janeiro, 1955. p.35).

A contribuição do Dr. Alfredo Freyre foi de tal modo significativa que, em 1915, mesmo sem ser batizado na Igreja Evangélica, foi eleito Professor do Seminário do Norte(hoje Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil) para ensinar Latim Eclesiástico, Filosofia da Religão Cristã e Leitura Expressiva da Bíblia(A . N. Mesquita, HISTORIA DOS BAPTISTAS EM PERNAMBUCO. Recife: Typographia do C. A.. B, 1930, p. 186.

A integração do Dr. Alfredo Freyre foi tanta que W. C. Taylor escreveu: “Estamos no principio de uma classe nocturna, no MANUAL NORMAL(para a Escola Dominical Baptista), que vai continuar duas semanas. Temos uns 50 matriculados. Eu, o dr. Muirhead e o Dr. Alfredo Freyre ensinamos esta semana”(Noticiário, O JORNAL BAPTISTA, 27.03.1919, p.8).

Além de professor do Colégio Americano Batista e seu Diretor, ocupou vários outros cargos, um deles mencionado por Carlos Barbosa: “Ainda este mês(janeiro de 1925), o Dr. Alfredo Freyre foi nomeado ‘registrar’(secretário). Foi também Diretor do Departamento de Línguas do Colégio e Diretor do Departamento de Filosofia, do Seminário do Norte” (Carlos Barbosa, “Colégio Americano Baptista”, CORREIO DOUTRINAL, 22.01.1926, p.8).

Entre 1918 e 1919, Dr. Alfredo Freyre foi professor de Leitura Expressiva da Bíblia, na Escola de Trabalhadoras Cristãs(hoje Seminário de Educadoras Cristãs, na Rua Padre Inglês). Sobre esta Escola está escrito: “A Missão autorizou o Dr. Alfredo Freyre a comprar a propriedade da escola. Ele conseguiu empréstimo de um amigo, em termos generosos”(Mildred Cox Mein, CASA FORMOSA. Recife: Editora Santa Cruz, 1966, p. 26).

A convicção religiosa do Dr. Alfredo Freyre foi expressa na apresentação de suas disciplinas no Seminário do Norte, em 1918. Sobre a INTERPRETAÇÃO VOCAL E LITERÁRIA DA BIBLIA disse: “Não há parte do culto público mais importante do que a leitura da Palavra de Deus”. Sobre o LATIM ECLESIÁSTICO, escreveu: “A vulgata de Jerônimo tem um interesse especial para o pregador brasileiro, pois é a base das traduções usadas nesta terra e a única Bíblia de muitos”. Referindo-se à PHILOSOPHIA DA RELIGIÃO CHRISTÃ, acentuou: “Os pastores hão de encontrar todas as formas de philosophia e por isso devem ser instruídos no movimento philosophico atravez dos séculos”(PROSPECTO ANNUAL DO SEMINARIO BAPTISTA DO NORTE DO BRAZIL, 1918, p.20).

Dr. Alfredo Freyre permaneceu como professor do Seminário até 1919, quando saiu por pressão dos batistas radicais que acusavam os missionários norte-americanos de terem colocado no Seminário, um professor “incrédulo”. Permaneceu, no entanto, como Professor do Colégio Americano Batista até 1934, quando tinha quase 60(sessenta anos).

Em 1942, já com 67 anos de idade, chegou a ser preso no Recife, junto com o filho Gilberto Freyre, por pura perseguição politica.(Diogo de Melo Menezes, GILBERTO FREYRE. Rio de Janeiro: CEB, 1944. p.293).

Quanto ao filho Gilberto Freyre, leia-se QUEM FOI GILBERTO FREYRE? no seguinte endereço:
www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

Entre as fontes pesquisadas para se escrever sobre a vida do Dr. Alfredo Freyre, destacam-se:
1)Martins, Mário Ribeiro. GILBERTO FREYRE, O EX-PROTESTANTE. São Paulo: Imprensa Metodista, 1973.
2)Meneses, Diogo de Melo. GILBERTO FREYRE. Rio de Janeiro: CEB, 1944.
3)Mesquita, A.. N. HISTORIA DOS BAPTISTAS EM PERNAMBUCO. Recife: Typographia do C. A. B., 1930.
4)Taylor, W. C. A BRIEF SURVEY OF THE HISTORY BRAZILIAN BAPTIST DOCTRINE. Rio de Janeiro, 1955.
5)Crabtree, A.. R. BAPTISTS IN BRAZIL. Rio de Janeiro: Baptist Publishing House, 1953.
6)Freyre, Gilberto. “DEPOIMENTO DE UM EX-MENINO PREGADOR”, in DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Recife, 31 de dezembro de 1972.
7)A MENSAGEM. Recife: Jornal dos Baptistas do Norte do Brasil, 1918.
8)ANNUAL OF THE SOUTHERN BAPTIST CONVENTION. Nashville, Tenn: Marshall & Bruce Company, 1909.
9)LIVRO DE ACTAS DA PRIMEIRA IGREJA BAPTISTA DO RECIFE, 1915-1920.
10)Mathews, David. CARTA DA SEVENTH & JAMES BAPTIST CHURCH. Waco, Texas, 05.01.1973.


ALFREDO MARIA ADRIANO D’ESCRAGNOLLE TAUNAY(Ver VISCONDE DE TAUNAY).

ALFREDO MESQUITA, de São Paulo, Capital, 26.11.1907, escreveu, entre outros, “AS ÚLTIMAS FÉRIAS”(1978), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da região em seu livro “BRASIL-VIAGEM AO NORTE E NORDESTE”(1974). Filho do jornalista Júlio Mesquita, do jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO”. Após os estudos primários em sua terra natal, frequentou o Ginásio do Estado, em 1926. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de São Paulo, em 1932, formando-se Advogado. Em Paris, estudou na Sorbonne e no Colégio da França. Fundou o Teatro Experimental e a Escola de Arte Dramática(1948). Tornou-se Teatrólogo, Cronista, Contista. Romancista, Professor e Jornalista. Foi Crítico de Teatro do jornal de seu pai e fundou as revistas “CLIMA” e “TEATRO BRASILEIRO”. Encenou peças no Teatro Municipal de São Paulo. Nos anos seguintes, passou a viajar pelo Brasil, incluindo o então norte de Goiás. Seu livro de viagens foi agraciado pelo Governo francês com a honraria “PALMAS ACADÊMICAS”. Faleceu em São Paulo em 1986, com 79 anos de idade. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALFREDO MOACYR UCHÔA DE MENDONÇA, de Murici, Alagoas, 21.04.1906, escreveu, entre outros, CRISTO PARA A HUMANIDADE DE HOJE(1980), OÁSIS DE LUZ(1988), UMA BUSCA DA VERDADE(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Formou-se em Engenharia. Fundador do Colégio Militar de Salvador e da União Pioneira de Integração Social(UPIS). Militar, Professor. Conferencista, Ufólogo. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras e Música do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALFREDO NASSER, Paulista, de São Paulo, 30.04.l905, escreveu, entre outros, "POLÍTICA E REVOLUÇÃO EM GOIÁS", sem dados biográficos no livro. Radicou-se em Goiás, residindo, inicialmente, na cidade de Caiapônia, em 1907. Adversário ferrenho de Pedro Ludovico, eis que contrário à mudança da Capital de Goiás Velho para Goiânia. Criador do Curso de Administração Pública do Departamento de Administração do Servidor Público(DASP), de que foi Funcionário Público concursado(1938). Jornalista, Ensaísta, Memorialista. Político, Pensador, Intelectual. Ativista, Articulista, Orador. Escritor, Pesquisador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Deputado Estadual. Deputado Federal entre 1959 e 1965. Senador da República pelo Estado de Goiás, entre 1947 e 1951, com 40 anos de idade e Ministro da Justiça, no regime parlamentarista do Presidente João Goulart e do Primeiro-Ministro Tancredo Neves, entre 1961 e 1962. Jornalista Profissional do jornal FOLHA DE SÃO PAULO, onde iniciou sua carreira. Fundador, Redator, Editor e Chefe do JORNAL DE NOTÍCIAS, de Goiânia. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Destacado no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Encontra-se no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira, bem como em IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, assim como em SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 21 de novembro de 1965. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em São Paulo, no dia 30 de abril de 1905 e morreu no Rio de Janeiro em 21.11.1965. Filho de Miguel Nasser e Abla Essac Nasser.
Alguns livros dizem ter ele nascido em Caiapônia, Goiás, talvez pelo fato de ter se mudado para esta cidade ainda criança, em 1907, quando tinha dois anos de idade.
Estudou em Tupaciguara e Uberlândia, Minas Gerais, bem como em Ribeirão Preto, São Paulo. Fez o Serviço Militar em Goiás Velho.
Jornalista combativo e dono de um estilo literário suave e agressivo a um só tempo, entrou na política ainda muito jovem.
Foi ferrenho adversário político de Pedro Ludovico Teixeira e sistemático opositor à mudança da capital do Estado para Goiânia.
Deputado à Assembléia Legislativa Estadual Goiana tanto em 1930, quanto em 1937. Em ambas as ocasiões, perdeu o mandato: uma, com a Revolução de 1930 e a outra, com o Estado Novo.
Em 1943, fundou a Associação dos Servidores Civis do Brasil, entidade que o levaria de novo ao poder.
Foi Senador da República de 1947 a 1951, e, o mais novo daquele período. Deputado Federal de 1959/63.
Em 1963 elegeu-se deputado federal pela segunda vez. Mas não concluiu seu mandato por ter morrido em 1965.
No governo de João Goulart, foi ministro da Justiça em 1963.
Como tribuno, foi um dos mais notáveis parlamentares brasileiros. Fundou e dirigiu, com muitas dificuldades o Jornal de Notícias, editado em Goiânia, bem como O DEMOCRATA, A RAZÃO, A COLONIZAÇÃO e A VOZ DO POVO.
Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 21 de novembro de 1965.
Sobre ele e com o título "O LÍDER NÃO MORRE", escreveu excelente livro, sua sobrinha, a jornalista Consuelo Nasser.

ALFREDO PUJOL(Alfredo Gustavo Pujol), de São João Marcos, Estado do Rio de Janeiro, 20.03.1865, escreveu, entre outros, MOCIDADE E POESIA(Ensaio-1915), MACHADO DE ASSIS(Biografia-1917), DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(1918), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Hippolyte Gustave Pujol e de Maria Castro Pujol. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Iniciou os estudos primários com o pai. Transferiu-se para São Paulo, onde concluiu os preparatórios. Em 1885, com 20 anos de idade, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado, em 1890, com 25 anos. Quando estudante, trabalhou como revisor de diversos jornais, exercendo também o magistério particular. O advogado distribuiu a sua atividade no foro criminal e no civil. Tornaram-se notáveis algumas defesas por ele feitas perante o tribunal do júri em São Paulo e outras cidades paulistas. Foi consultor jurídico da Associação Comercial de São Paulo. Escreveu em jornais de São Paulo, como o DIÁRIO MERCANTIL e o ESTADO DE SÃO PAULO, alem de jornais de Campinas e do Rio de Janeiro. Iniciou a carreira política em 1888, ainda estudante do 3o ano do curso jurídico, com 23 anos. Em 1892, com 27 anos, elegeu-se Deputado Estadual, pelo Partido Republicano Paulista. Em 1895, tornou-se Secretário do Interior e Justiça. Dedicou-se também à causa do ensino. No Governo do Presidente Campos Sales, abandonou o mandato de deputado em virtude de divergências políticas. Militou com relevo na campanha civilista de Rui Barbosa, contra a candidatura do marechal Hermes da Fonseca à presidência da República. Distinguiu-se como advogado, como conferencista e como político. Vários de seus discursos encontram-se publicados em folheto. A sua estréia literária se fez com um artigo sobre o romance A CARNE, de Júlio Ribeiro. O artigo de Pujol chamou a atenção do meio literário, porque revelava a sinceridade e coragem do jovem crítico. Além da crítica na imprensa, passou a dedicar-se a um gênero literário em voga, introduzido por Medeiros e Albuquerque e cultivado por Olavo Bilac, Coelho Neto e muitos outros escritores do Rio e de São Paulo: a conferência literária. Notabilizou-se pelas sete conferências aos sócios da CULTURA ARTÍSTICA, de São Paulo, num curso literário sobre a personalidade e a obra de Machado de Assis. A série de conferências de Alfredo Pujol, posteriormente reunidas em volume, valeu-lhe a consagração da Academia e o mérito de ser um dos primeiros estudiosos da vida e da obra do maior escritor brasileiro. Assistia, com assiduidade, às conferências literárias, no Colégio de França e na Sorbonne. Foi o advogado da Academia no inventário do livreiro Francisco Alves para os bens de São Paulo. As conferências pronunciadas na Sociedade da Cultura Artística em 1917 e publicadas em livro foram os primeiros estudos sobre Machado de Assis. Foi membro da Academia Paulista de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Advogado e político. Faleceu em São Paulo, SP, em 20.05.1930, com 65 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 23, eleito em 14.11.1917, na sucessão de Lafayette Rodrigues Pereira e recebido em 23.07.1919, pelo Acadêmico Pedro Lessa. Recebeu o Acadêmico Cláudio de Sousa. Sua Cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono José de Alencar, Fundador Machado de Assis, sendo também ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Não é referido no DICIONARIO BIOBIBLIOGRAFICO DE ESCRITORES CARIOCAS(1965), de J. S. Ribeiro Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALFREDO RIBEIRO DA COSTA, Carioca, do Rio de Janeiro, l947, escreveu, entre outros, "BIODIGESTOR", juntamente com Nazareno Ferreira da Silva e Francisco Plínio Barroso Gomes, sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Católica de Goiás, bem como da Escola de Engenharia, da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Civil, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Educador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Ficcionista, Memorialista, Conferencista. Escritor, Poeta, Orador. Docente do Departamento de Hidráulica e Saneamento da Escola de Engenharia Civil da UFG. Especialista em Recursos Hídricos e Consultor na Área de Projetos de Drenagem. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura (CREA), além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALGOMIRO CARVALHO NETO, de Serranópolis(Distrito de Jataí), Goiás, 1966, escreveu, entre outros, "JUIZADOS ESPECIAIS CÍVEIS E CRIMINAIS-COMENTÁRIOS À LEI 9.099/95"(DOUTRINA, PRÁTICA, JURISPRUDÊNCIA E LEGISLAÇÃO), juntamente com seu pai, Desembargador Roldão Oliveira de Carvalho. Escreveu, igualmente, "INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE E SEUS EFEITOS", este, em co-autoria com o Promotor de Justiça Edivar da Costa Muniz, mineiro, de Coromandel. Juiz de Direito de Paranaiguara, em Goiás, onde iniciou sua carreira na Magistratura Goiana. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Jurista. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista. Orador, Poeta. Antigo Avaliador Judicial da Comarca de Anápolis. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Curso de Especialização em Direito Penal e Processual Penal na Academia de Polícia Civil de Goiás. Foi Magistrado na Cidade Goiana de Rialma e atualmente(1997) Juiz de Direito da Vara de Execuções Penais do Estado de Goiás, em Goiânia. Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Magistrados de Goiás (ASMEGO). Participou de diferentes conferências e congressos, dentre outros, o SEMINAR ON AMERICAN LAW FOR BRAZILIAN JUDGES, Universidade de Miami, Flórida, Estados Unidos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos técnicos e jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALICE BASTOS DUTRA, de Anápolis, Goiás, l985, escreveu, entre outros, "ENCANTO NOS DESENCANTOS", livro de poemas, com prefácio de Jamilda Santana Barbosa e ilustrações de Ramiro David Lanz Júnior. Com apenas treze anos de idade, é aluna do Colégio Imaculada Conceição, em Anápolis, Estado de Goiás. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Divulgada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALICE GODINHO BATISTA, Goiana, de Goiás Velho, 19.06.l939, dentre outros, escreveu, "UM RAIO DE LUZ NA NOITE ESCURA", sem dados biográficos no livro. Filha de Luiz Xavier de Araújo Godinho e Argentina Fonseca Godinho. No Colégio Santana, de Goiás Velho, fez o curso primário e ginasial. No Instituto de Educação de Goiás, terminou o curso normal. Tornou-se Musicista, pelo Conservatório Goiano de Música, hoje Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás. Professora Aposentada da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Em alguns livros aparece como nascida em Goiânia, no dia 19 de julho de 1939. Chamava-se Alice Fonseca Godinho, antes de casar-se com o Fiscal de Tributos Estaduais João Bosco Batista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Poetisa, Ativista. Pensadora, Intelectual, Literata. Produtora Cultural, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Ficcionista. Evocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos, entre os quais, “TRONCO E VERGÔNTEAS”, de Antonio Cesar Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALICE SPÍNDOLA (ALICE SPÍNDOLA(ESPÍNDOLA) CARDOSO), de Nova Ponte, Minas Gerais, 26.09.1940, escreveu entre outros, "FIO DO LABIRINTO"(POEMAS-1996), com prefácio de José Fernandes, notas de orelha de Franco M. Jasiello, Margarida Finkel e Gilberto Mendonça Teles. Filha de José Antônio Pereira e Maria Espíndola Pereira. Reside em Goiânia desde 1951, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Produtora Cultural, Ativista. Pensadora, Intelectual, Literata. Cronista, Contista, Memorialista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Formada em letras Anglo-Germânicas pela Universidade Católica de Goiás. Artista Plastica. Participante da ANTOLOGIA HÉLIO PINTO FERREIRA, de São José dos Campos, Estado de São Paulo. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Comissão Goiana de Folclore. Detentora do Prêmio Nacional Jorge Fernandes, Rio de Janeiro e Prêmio Auta de Souza, de Macaíba, Rio Grande do Norte. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Publicou também A CHAVE DE VIDRO(2004). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALI MOHAMAD FARES, de Kafarhaman, Líbano, 10.03.1948, escreveu, entre outros, “PRESENTE DE NATAL-COMO E POR QUE O PALÁCIO DAS ESMERALDAS FOI PARAR NAS MÃOS DE MARCONI PERILLO”, sem dados biográficos completos no livro. Veio para o Brasil com seis anos de idade, naturalizando-se brasileiro. Residente em Goiânia, onde desenvolve suas atividades profissionais e intelectuais. Estudou Ciências Biológicas, em Ribeirão Preto, interior paulista. Na Universidade Católica de Goiás, começou o curso de Economia. Na Universidade Federal de Goiás, estudou jornalismo. Tornou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, em Goiânia. Durante mais de dezoito anos, foi professor de Física, Química, Matemática, Desenho e Estatística nos colégios estaduais e particulares da Capital e do interior de Goiás. Analista Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALINCOURT(LUIS D`ALINCOURT), de Oeiras, Portugal, 1787, escreveu, entre outros, “MEMÓRIA SOBRE A VIAGEM DO PORTO DE SANTOS À CIDADE DE CUIABÁ”(1825), introdução de Afonso de Taunay, São Paulo, 1953, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Veio para o Brasil em 1809 e aqui se radicou. Em 1818, realizou sua viagem por São Paulo, Minas Gerais e Mato Grosso. Seu relatório de viagem apareceu impresso em 1825, mas só foi publicado em livro em 1953. Foi Militar e Engenheiro. Faleceu em 1841. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALIOMAR BALEEIRO DE ANDRADE, de Salvador, Bahia, 05.05.1905, escreveu, entre outros, DIREITO DOS EMPREGADOS NO COMÉRCIO(1932), A POLÍTICA E A MOCIDADE(1954), O SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL-ESSE OUTRO DESCONHECIDO(1968), DIREITO TRIBUTÁRIO BRASILEIRO(1970), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Jornalista, Professor Universitário. Foi Constituinte em 1946. Chegou a Ministro do Supremo Tribunal Federal, de 25.11.1965 até 02.05.1975. Faleceu no Rio de Janeiro, em 03.03.1978. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia Brasiliense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALIPIO NUNES DA MATTA, de Angical, Bahia, l930, escreveu, dentre outros, "AQUI ESTÁ O PÃO DO ESPÍRITO"(POEMAS-1958), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Em 14 de março de 1952, foi nomeado por Pedro Ludovico Teixeira, para lecionar Latim e Português, no GINÁSIO ESTADUAL DE PORTO NACIONAL(Goiás, hoje no Estado do Tocantins) que funcionava no Palácio Episcopal, a convite do Bispo Dominicano Dom Alano Maria Du Noday. Tal convite foi respaldado pelo Secretário da Educação Cônego José Trindade da Fonseca e Silva, e pelo então Diretor do Colégio Antonio Balestra. Casou-se na Catedral de Porto Nacional, sendo celebrante o Padre Luso de Barros Mattos, em 24 de julho de 1954, com Idealinda Sandes Bezerra, de família portuense, com quem teve vários filhos. Permaneceu em Porto Nacional até tornar-se Diretor do Colégio Padre Vieira, em Barreiras, na Bahia. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. Relembrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor Aposentado de Língua Portuguesa do Colégio Estadual de Anápolis, Goiás. Escritor, Ensaísta, Declamador. Orador, Poeta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Produtor Cultural. Ativista, Redator, Consultor Literário. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Pensador, Contista. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Professor e Diretor de diferentes Colégios nos Estados de Goiás e Bahia, entre os quais, Porto Nacional e Barreiras, respectivamente, além de Xique-Xique, no interior baiano e Formosa, no interior de Goiás. Revisor dos livros jurídicos do jurista anapolino Adahyl Lourenço Dias. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro(Cadeira 36), além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Recebeu Diploma e Comenda do Clube Literário de Brasília, na Capital da República. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.


Nasceu em Angical, Bahia, a 11 de fevereiro de 1930. Filho de Domingos Nunes da Matta e de Helena Vianna da Matta.
Seu pai, Domingos, era tio de João Nunes da Matta e de Elpídio Nunes da Matta, ex-prefeito de Barreiras.
Fez o curso Primário na cidade natal. Terminou o curso Médio no Seminário de Santo Afonso, Aparecida do Norte, São Paulo.
No período de 1949 a 52, foi Professor de Português e Latim do então Colégio Municipal de Anápolis. Transferiu-se para Porto Nacional, onde foi professor do Colégio local, até 1954.
Casou-se com a portuense Idealinda Nunes Bezerra, com quem tem vários filhos.
Retornou à Bahia, assumindo a cadeira de Português no Ginásio Estadual Padre Vieira, em Barreiras, onde permaneceu até 1961. Nesse interim, esteve como Diretor do Ginásio de Xique-Xique, também na Bahia, 1959.
De volta a Barreiras, foi nomeado Diretor do Ginásio local. Durante algum tempo foi professor em Formosa, Goiás.
Transferiu-se para a cidade de Anápolis, definitivamente , em 1961, tornando-se professor de Português do atual Colégio Estadual José Ludovico de Almeida.
Entre 1964 e 67, concluiu o Curso Superior de Letras, na Universidade Federal de Goiás.
Por longo tempo, foi também professor de Português do Colégio São Francisco de Assis, a partir de 1970 e do Colégio Couto Magalhães.
Entre seus ex-alunos, destacam-se os antigos Prefeitos de Anápolis, Eurípedes Barsanulfo Junqueira(Colégio Municipal de Anápolis), Jamel Cecílio(Colégio Couto Magalhães), Decil de Sá Abreu(Colégio Estadual José Ludovico de Almeida), Ademar Santillo(Colégio Estadual de Anápolis).
Foi professor, igualmente, do Ex-Senador da República, Onofre Quinan e do Juiz de Direito Aposentado, Iram Vitoriano de Souza.
Fez diferentes cursos de extensão universitária, destacando-se, a Semana Pedagógica, Semana de Psicologia, Semana de Orientação Social, todos promovidos pela Universidade Federal de Goiás.
Participou também da Semana de Didática Geral, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, em 1970.
Além dos trabalhos publicados em jornais e revistas, escreveu "Oração Acadêmica", discurso feito quando orador dos Formandos de 1967, da Universidade Federal de Goiás, sendo Paraninfa Dona Iolanda Costa e Silva, esposa do então Presidente da República Marechal Artur da Costa e Silva.
Publicou também "AQUI ESTÁ O PÃO DO ESPÍRITO", em 1958, "VISITA À TERRA NATAL"(1992), "DONDE VIM, PARA ONDE IREI"(1989), "SONETOS AVULSOS"(1991), "SAUDAÇÃO À CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988".
Tem sido Revisor Linguístico das obras do jurista anapolino Adahyl Lourenço Dias.
Em 1983, aposentou-se como Professor do Estado. Reside em Anápolis, Goiás, onde presta inestimável serviço à comunidade anapolina.

ALÍRIO AFONSO DE OLIVEIRA, Goiano, de Caldas Novas, 28.07.l930, escreveu, entre outros, "IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA"(1980), juntamente com José Mendonça Teles et al. Filho de Francisco Afonso de Oliveira e Laurinda Maria de Jesus. Jornalista profissional. Presidiu a Associação Goiana de Imprensa(AGI), em diferentes ocasiões. Funcionário Público Municipal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Editor, Articulista, Literato. Produtor Cultural, Ativista, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Contista. Foi jornalista de diferentes jornais, entre os quais, FOLHA DE SÃO PAULO. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Funcionários Públicos da Prefeitura Municipal de Goiânia, da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura, da Associação Goiana de Imprensa, de que foi seu Presidente, por três vezes, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás, de que foi Secretário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros sobre a história da imprensa falada e escrita em Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALMA MARINONI (SATUTORI), Licurgia, Itália, l930, autora de vários livros, destacando-se, "ALVORADA DAS FLORES", "RETALHOS DE POESIA", "SONHOS DE GLÓRIA", "O VELHO TEMA DO AMOR", "NAS ASAS DO VENTO", "SINFONIA DO TEMPO"(1972), este, com prefácio de Nelly Alves de Almeida, sem dados biográficos nos livros. Conforme alguns autores, teria nascido em Inhumas, onde, de fato, passou a sua infância. Foi professora do Colégio Estadual de Inhumas, interior goiano. Escritora, Professora, Contista. Cronista, Pensadora, Intelectual. Poetisa, Ensaísta, Pesquisadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Literata, Memorialista, Ativista. Conferencista, Oradora, Produtora Cultural. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Abordada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Docente do Colégio Estadual de Goiânia, o Liceu de Goiás. Seu pai, o italiano Nino Marinoni, escreveu o romance “MAR VERMELHO”, descrevendo sua vida de pescador de tubarões desde a costa da África até a Venezuela. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício, A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALMÁQUIO BASTOS FILHO, Goiano, de Ivolândia, 28.02.l959, entre outros, escreveu, "CICLO DO NADA", "VIDA ABUNDANTE", "ABISSAL ABSURDO", sem dados biográficos nos livros. Filho de Almáquio Bastos Souza e Raimunda Souza Bastos. Após os estudos primários na Escola Dom Abel, em Goiânia, fez o secundário no Educandário Santa Paula. Técnico em Análises Clínicas e em Saneamento. Jornalista, Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Detentor do Prêmio GREMI 80, de Poesia, em Inhumas, interior goiano. Presente em várias antologias de poesia e prosa, inclusive na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALMECIDES PEREIRA DE ANDRADE, de Babaçulândia, norte de Goiás, hoje Tocantins, 27.11.1951, escreveu, entre outros, NAS LINHAS DO HORIZONTE(Prosa-2007), capa de José Gomes Sobrinho e revisão gramatical de Isabel Dias Neves-Belinha, pareceres de Mary Sônia Matos Valadares e Francisco Concesso, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de Eudóxia Pereira de Andrade e Raimundo Soares de Andrade. Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Rui Barbosa, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Grupo Escolar Dr. José Feliciano Ferreira, pela Escola Paroquial Sagrado Coração de Jesus e Colégio Santa Cruz, todos de Araguaina. Foi Seminarista em Tocantinópolis. Transferiu-se para Brasília, iniciando-se no artesanato. Mudou-se para São Paulo, vinculando-se ao teatro amador. Em Mogi das Cruzes, interior paulista, bacharelou-se em Ciências Econômicas , pela Federação das Faculdades Brás Cubas. Nos anos 80, freqüentou os cursos livres da Universidade de Sorbonne, em Paris, na França. De volta ao Tocantins, ingressou na docência do Ensino Superior e Médio. Fundou a Associação Cultural de Araguaina, instalando o concurso PINTE SEU NATAL(hoje -2007-na 11ª edição). Em 1990, com 39 anos de idade, tornou-se Coordenador de Cultura do Estado do Tocantins. Em 1992, fez Pós-Graduação em Língua Portuguesa, na UNITINS. Em 2005, na Universidade Federal do Tocantins-UFT-fez especialização em Historia e Sociedade(tradições e inovações, além de memória e identidade do PATRIMONIO CULTURAL REGIONAL). Casou-se com Cícera Crispim dos Reis Andrade, com quem tem os filhos Luan e Lucas. Tem publicado crônicas, ensaios, contos e poesias, em jornais do Tocantins e de outros Estados. Comendador da Ordem do Mérito da Cultura do Estado. Cidadão Honorifico da Cidade de Palmas. Diploma da Associação dos Jornalistas do Tocantins. Diploma da Casa da Cultura CORA CORALINA, de Paraíso, Tocantins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), sob a Presidência de José Francisco da Silva Concesso. No campo das Artes Plásticas, tem trabalhos em pintura, escultura em argila e pedra-sabão, bem como em gesso, realizados e vendidos em paises como França, Bélgica, Itália, Estados Unidos, Turquia, Alemanha e Japão. Trabalhos ainda não editados: RESGATE FELIZ(Poesias), A DIALOGICIDADE-ESSENCIA DA EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DA LIBERDADE(Monografia). É autor teatral de: O SAPO-Organização, Sabedoria e Poder(já encenado). Também Zói e Zuvido, Bipolar diferente de Loucura, Encenação(Teatro e Dança). Na área musical, tem poesias musicadas-autoria e composição. Professor de Francês, tem sido colaborador especial junto às atividades da Academia Tocantinense de Letras, na gestão de Mary Sônia Matos Valadares, Juarez Moreira Filho, de Isabel Dias Neves e atualmente(2007), na presidência de Eduardo Almeida. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALMEIDA FISCHER(Oswaldo Almeida Fischer), de Piracicaba, São Paulo, 22.12.1916, escreveu, entre outros, HORIZONTES NOTURNOS(1947), MEMORIAL DE INVERNO(1988), DE REPENTE A PRIMAVERA(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1960. Professor Universitário. Foi Superintendente da Fundação Cultural do Distrito Federal. Funcionário Público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Contista, Cronista. Romancista, Crítico Literário. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Associação Nacional de Escritores. Ganhador do PRÊMIO AFONSO ARINOS, da ABL, 1951. Organizou a antologia CONTISTAS DE BRASILIA, 1965. Faleceu em 17.09.1991. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALMIR DOS SANTOS GONÇALVES, de Cachoeiro do Itapemirim, Espírito Santo, 1893, escreveu e traduziu, entre outros, TEOLOGIA DE JESUS CRISTO, HEROIS E MÁRTIRES DA OBRA MISSIONÁRIA, TREINAMENTO DOS MEMBROS DA IGREJA, AUTOBIOGRAFIA DE HUDSON TAYLOR, A IGREJA NO LAR, A PESSOA DE CRISTO, O INDIVIDUALISMO EM SUAS EXPRESSÕES DOUTRINARIAS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não mencionados em sua biografia. Após os estudos primários realizados em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 1910, foi batizado pelo missionário Loren Reno. Em 1913, com 20 anos, foi Primeiro Secretário da Convenção Batista Brasileira, o que ocorreu também em 1914 e 1915. Em 1921, com 28 anos de idade, foi consagrado ao Ministério Batista, como co-pastor de Loren Reno, na Primeira Igreja Batista de Vitória do Espírito Santo. Em 1929, com 36 anos, assumiu o pastorado integral da igreja. Em 1934, com 41 anos de idade, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito de Vitória. Em 1943, com 50 anos, foi eleito para a Academia Espírito-Santense de Letras. Tornou-se, por concurso publico, Professor de Inglês em Vitória, ao defender a tese: A ERA ISABELIANA DA LITERATURA INGLESA. Permaneceu no pastorado integral da Primeira Igreja Batista de Vitória, durante 17 anos, de 1929 até 1946. Neste ano de 1946, foi eleito Diretor de O JORNAL BATISTA, mudando-se para o Rio de Janeiro. Alem do jornal batista, assumiu o Pastorado da Igreja Batista da Piedade, no Rio. Por duas vezes, foi Diretor do Departamento de Livros da Junta de Escolas Dominicais e Mocidade. Em 1964, com 71 anos e depois de ter ficado 18 anos no JORNAL BATISTA, deixou a direção do jornal, mas permaneceu como seu colaborador com a coluna “FACETAS DA VIDA CRISTÔ que escreveu até a sua morte em 1981, quando estava com 88 anos de idade. No dia 30.04.1982, o autor destas notas, foi empossado na Cadeira 31, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, no Rio de Janeiro, exatamente a Cadeira que tinha sido ocupada por Almir Gonçalves. Foi casado com Herarquedina Lemos, com quem teve muitos filhos, entre os quais, são conhecidos deste autor, Margarida Lemos Gonçalves(Vitória, ES, 05.02.1927) e Almir dos Santos Gonçalves Junior. É mencionado no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALMIR FERREIRA, Goiano, da Capital, l950, escreveu, entre outros, "FACES DE UM SONHO", junto com Antônio Aires, prefácio de Geraldo Marmo Coelho Vaz, sem dados biográficos no texto. Seu livro trata, entre outros assuntos, do desejo de boa parte da população de Arraias de continuar vinculada ao Estado de Goiás e não ao recém-criado Estado do Tocantins. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Memorialista, Educador. Pensador, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Produtor Cultural, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALMIR TURISCO DE ARAÚJO, de Macaúbas, Bahia, 19.07.l9l6, escreveu, entre outros, "UM FILHO DE MACAÚBAS"1983(História de sua vida em terras goianas), sem dados biográficos no livro. Radicado em Goiás há muitos anos. Ocupou os mais altos cargos públicos no Estado. Deputado Estadual. Presidente da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, quando foi Governador eventual por 40 dias. Político, Memorialista, Poeta. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Casou-se com a escritora e musicista Ereny Fonseca de Araújo. Era Suplente de Deputado Federal, quando foi cassado pela Revolução, em 1969. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALMIRO JOSÉ PEREIRA, Goiano, de Montividiu, l957, entre outros, escreveu, "MONTIVIDIU: ASPECTOS HISTÓRICOS, SOCIAIS E GEOGRÁFICOS", sem dados biográficos no livro. Professor primário e secundário em sua terra natal, onde também desenvolveu sua atividade profissional e literária. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Cronista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de história dos municípios. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALÓDIO TOVAR, Paulista, de Guaratinguetá, 06.04.l935, escreveu, entre outros, "MATAFÍSICA DA MAÇONARIA"(1963), "CRISTIANISMO SEM RÓTULO" (1962), "A FACE OCULTA DA NATUREZA"(1986), sem dados biográficos nos livros. Publicou também “INTRODUÇÃO AO PENSAMENTO MÁGICO”(1977), “DICIONÁRO DO TRANSCENDENTAL”(1982), “UM RELATÓRIO PARA DEUS”(1986). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Agrimensura. Um dos fundadores do Movimento Pró-Arte de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Teólogo, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e da Sociedade Teológica de São Paulo, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comercio, bem como em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALOÍSIO CHAVES(Aloysio da Costa Chaves), de Viseu, Pará, 25.11.1920, escreveu, entre outros, ASPECTOS GEO-HUMANOS DO VALE DO GURUPI e PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DA REFORMA ADMINISTRATIVA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Foi Professor Universitário, Advogado, Juiz do Trabalho e Presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 8ª Região. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Foi Reitor da Universidade Federal do Pará. Governador do Pará e Senador da República. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Faleceu em 1994. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALOÍSIO DE CASTRO, Carioca, do Rio de Janeiro, 14.06.1881, escreveu, entre outros, ALOCUÇÕES ACADEMICAS(1911), PALAVRAS DE UM DIA E DE OUTRO(1922), RIMARIO(Poesia-1926), ORAÇÕES(Poesia-1926), A EXPRESSÃO SENTIMENTAL NA MÚSICA DE CHOPIN(1927), O PERIODO PARNASIANO NA POESIA BRASILEIRA(Ensaio-1954), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco de Castro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio Kopke, onde fez os estudos fundamentais e cursou latim, passando a ter também em casa um professor desse idioma. Ingressou na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, onde colou grau de Doutor em Medicina em 1903, com 22 anos de idade. Obteve o prêmio de viagem à Europa oferecido pela mesma Faculdade. Foi interno de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro (1901-1903). Assistente de Clínica Propedêutica da Faculdade de Medicina (1904-1908). Subcomissário de higiene e assistência pública do Rio de Janeiro (1906-1908). Professor substituto e, a seguir, professor catedrático de Patologia Médica e de Clínica Médica (1915-1940). Diretor Geral da Faculdade de Medicina (1915-1924). Diretor Geral do Departamento Nacional de Ensino (1927-1932). Médico da Santa Casa da Misericórdia. Publicou, além de obras científicas, ensaios e conferências, alguns livros de poesia, além de compor peças musicais para piano e para canto. Era membro da Academia Nacional de Medicina, da qual foi Presidente. Da Sociedade de Neurologia, Psiquiatria e Medicina Legal do Rio de Janeiro. Da Sociedade de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro. Membro honorário da Sociedade de Medicina e Cirurgia de São Paulo. Do Instituto Brasileiro da História da Medicina. Do Conservatório Brasileiro de Música. Membro da Comissão de Cooperação Intelectual da Liga das Nações (1922-1930). Diretor do Instituto Ítalo-Brasileiro de Alta Cultura. Membro correspondente de inúmeras instituições médicas internacionais e membro efetivo da Academia Pontifícia das Ciências. Na Academia Brasileira de Letras, foi segundo-secretário (1921-1922). Secretário-geral (1926) e Presidente (1930 e 1951). Médico, professor e poeta. Faleceu, na mesma cidade, em 7.10.1959. Terceiro ocupante da Cadeira 5, eleito em 14.11.1917, na sucessão de Osvaldo Cruz e recebido em 15.04.1919, pelo Acadêmico Afrânio Peixoto. Recebeu os Acadêmicos Laudelino Freire, Roquette-Pinto e Celso Vieira. Sua Cadeira 5, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Bernardo Guimarães, Fundador Raimundo Correia, sendo também ocupada por Osvaldo Cruz, Aloísio de Castro, Cândido Mota Filho, Rachel de Queiroz e José Murilo de Carvalho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALOÍSIO SAYOL DE SÁ PEIXOTO, de Manaus, Amazonas, l9l8, escreveu, entre outros, "ACUSAÇÃO DE HOMICÍDIO-SUICÍDIO", sem dados biográficos no livro. Professor de Português e Literatura do Instituto de Educação de Goiás. Advogado, Jornalista Profissional, Escritor. Ensaísta, Conferencista, Orador. Radialista, Pesquisador, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Docente de Economia Política da Escola Técnica de Comércio de Campinas. Consultor Jurídico da Prefeitura Municipal de Goiânia, de que também foi Prefeito por vinte dias, na administração do Ex-Prefeito Eurico Viana. Com 26 anos de idade, foi Consultor Geral do Estado de Goiás, no governo de Pedro Ludovico, em 1944. Diretor do jornal FOLHA DE GOIAZ(1949) e da RÁDIO CLUBE DE GOIÂNIA. Membro Nº l05 da Associação Goiana de Imprensa, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em ASPECTOS DA CULTURA GOIANA, de Ático Vilas Boas da Mota e Modesto Gomes. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALUÍSIO AZEVEDO (A. TANCREDO GONÇALVES DE A.), de São Luís, Maranhão, 14.04.1857, escreveu, entre outros, OS DOIDOS(Teatro-1879), UMA LÁGRIMA DE MULHER(Romance-1879), O MULATO(Romance-1881), FLOR-DE-LIS(Opera-1882), MISTERIOS DA TIJUCA(Romance-1882), A CONDESSA VESPER(1902), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de David Gonçalves de Azevedo e de Emília Amália Pinto de Magalhães. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Da infância à adolescência, Aluísio estudou em São Luís e trabalhou como caixeiro e guarda-livros. Em 1876, com 19 anos de idade, embarcou para o Rio de Janeiro, onde já se encontrava o irmão mais velho, Artur. Matriculou-se na Imperial Academia de Belas Artes, hoje Escola Nacional de Belas Artes. Para manter-se fazia caricaturas para os jornais da época, como O FIGARO, O MEQUETREFE, ZIG-ZAG E A SEMANA ILUSTRADA. A morte do pai, em 1878, obrigou-o a voltar a São Luís, para tomar conta da família. Ali começou a carreira de escritor, com a publicação, em 1879, do romance UMA LÁGRIMA DE MULHER, típico dramalhão romântico. Ajuda a lançar e colabora com o jornal anticlerical O PENSADOR, que defendia a abolição da escravatura, enquanto os padres mostravam-se contrários a ela. Em 1881, com 24 anos, lançou O MULATO, romance que causou escândalo entre a sociedade maranhense pela crua linguagem naturalista e pelo assunto tratado: o preconceito racial. O romance teve grande sucesso, foi bem recebido na Corte como exemplo de naturalismo. Em 7.09.1881, retornou para o Rio de Janeiro, decidido a ganhar a vida como escritor. De 1882 a 1895 escreveu sem interrupção romances, contos e crônicas, além de peças de teatro em colaboração com Artur de Azevedo e Emílio Rouède. São dessa época, Casa de pensão (1884) e O cortiço (1890). Em 1895, com 38 anos de idade, ingressou na diplomacia. O primeiro posto foi em Vigo, na Espanha. Depois serviu no Japão, na Argentina, na Inglaterra e na Itália. Passara a viver em companhia de D. Pastora Luquez, de nacionalidade argentina, junto com os dois filhos, Pastor e Zulema, por ele adotados. Em 1910, foi nomeado cônsul de 1ª. classe, sendo removido para Assunção. Buenos Aires foi seu último posto. Ali faleceu, aos 56 anos. Foi enterrado naquela cidade. Seis anos depois, por uma iniciativa de Coelho Neto, a urna funerária de Aluísio Azevedo chegou a São Luís, onde o escritor foi sepultado . Caricaturista, jornalista, romancista e diplomata. Faleceu em Buenos Aires, Argentina, em 21.01.1913. Fundador da Cadeira 4. Sua Cadeira 4, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Basílio da Gama, Fundador Aluisio Azevedo, sendo também ocupada por Alcides Maya, Viana Moog e Carlos Nejar. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALONSO RODRIGUES PIMENTEL, de Niquelândia, Goiás, l960, escreveu, entre outros, "CAMINHO DE LUZ" (SONETOS), sem dados biográficos no livro. Bacharel em Direito, pela Fundação de Ensino Superior de Rio Verde, interior goiano. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Produtor Cultural, Ativista, Literato. Memorialista, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Agente de Polícia Civil. Foi soldado e pedreiro. Fez o Curso de Formação de Cabos da PM-Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Vinculado a diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação de Agentes Policiais e União Goiana de Policiais Civis(UGOPOCI). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALPHONSUS GUIMARAENS FILHO(Afonso Henriques de Guimaraens), de Mariana, Minas Gerais, 03.06.1918, escreveu, entre outros, LUME DE ESTRELA(1940), SONETOS COM DEDICATÓRIA(1956), LUZ DE AGORA(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho do poeta Alphonsus de Guimaraens. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Diretor da Rádio Inconfidência de Minas. Mudou-se para Brasília em 1961, como Auxiliar do Presidente Juscelino Kubitschek. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Sub-Procurador Geral do Tribunal de Contas da União. Membro da Academia Mineira de Letras e da Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA(1982), de Joanyr de Oliveira e CUATRO SIGLOS DE POESIA BRASILEÑA(1983), de Jaime Tello. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALTAIR SALES BARBOSA, de Correntina, Bahia, 29.02.l948, escreveu, entre outros, "POVOADORES DOS CERRADOS", "ANDARILHOS DA CLARIDADE", "CONTRIBUIÇÕES TRÊS- SISTEMA BIODEGRÁFICO DO CERRADO", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Antonio França Barbosa e Valmira Sales Barbosa. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em vários outros lugares. Licenciado em Antropologia pela Universidade do Chile, em Santiago. Doutor em Arqueologia e Antropologia pela SMITHSONIAN INSTITUTION DE WASHINGTON, Estados Unidos. Professor de Antropologia e Arqueologia, da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Historiador. Antropólogo, Arqueólogo, Ativista. Produtor Cultural, Pensador, Intelectual. Literato, Contista, Administrador. Conferencista, Orador, Ficcionista. Especialista em Cerrado Brasileiro, com trabalhos publicados sobre o assunto no Brasil e exterior. Diretor do Instituto do Trópico Subúmido. Foi fundador e diretor, durante 14 anos, do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia, da UCG. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 30, tendo como Patrono Clifforde Evans, da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Tem também artigos publicados em revistas e livros, entre os quais, “PROSPECÇÕES ARQUEOLOGICAS NO SUDOESTE DA BAHIA. PROJETO SERRA GERAL”. IN: REVISTA DE ARQUEOLOGIA VOL. 8. N.1. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ARQUEOLOGIA. CNPQ. “PRE-HISTORIA DO HOMEM GOIANO/TOCANTINENSE”. IN: GOMES, HORIESTE E NETO, ANTONIO T. (ORG). GEOGRAFIA GOIAS-TOCANTINS, ED. DA UFG, GOIANIA, 1993. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos antropológicos. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como em DOSSIÊ DE GOIÁS-UM PERFIL DO ESTADO E SEUS MUNICÍPIOS, de Antonio Moreira da Silva. Fundador e Diretor, durante 14 anos, do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia, da Universidade Católica de Goiás. Tem participado de diferentes programas de Rádio e Televisão, entre os quais, GLOBO REPÓRTER, GLOBO CIÊNCIA, bem como em revistas como VEJA, TIME, ISTO É, etc. Estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

ALTAIR SOUTO JUNIOR, Goiano, da Capital, 1951, escreveu, entre outros, "POESIAS", sem dados biográficos no livro, com apresentação da Professora Linda Monteiro, Secretária de Cultura do Governo Estadual(1997), na administração do Governador Maguito Villela. Escritor, Poeta, Intelectual. Pensador, Literato, Ativista. Pesquisador, Memorialista, Produtor Cultural. Cronista, Contista, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Cursou o Segundo Grau no Colégio Estadual de Taguatinga, Brasília, Distrito Federal. Foi aluno do Curso de Jornalismo do Centro de Ensino Universitário de Brasília(CEUB). Descendente de tradicional família de Itaberaí, no Estado de Goiás, de onde procedem os seus pais Altair Souto e Honorina Pinheiro Souto. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio Cézar Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALTAMIRO DE ARAÚJO LIMA FILHO, de Arcoverde, Pernambuco, 29.06.1947, escreveu, entre outros, “TESES DE HISTÓRIA EM VESTIBULARES E NOTAS DE HISTÓRIA”, “PROBLEMÁTICA ESPIRITUAL DO POVO SEMITA”, “MANUAL DO ESTAGIÁRIO DE DIREITO”, “ALTERAÇÕES AO CÓDIGO PENAL, PROCESSUAL PENAL E LEIS CRIMINAIS ESPECIAIS”, “CRIMES MILITARES DOLOSOS CONTRA A VIDA”, “MANUAL PRÁTICO JUDICIÁRIO”, “PREFEITOS E VEREADORES-CRIMES E INFRAÇÕES DE RESPONSABILIDADE”, “CÓDIGO ELEITORAL ANOTADO”. Residente em Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, desde 1994. Nasceu no sertão pernambucano, filho de Altamiro de Araújo Lima e Suzana Lopes de Araújo Lima. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Pernambuco, em 1972. Advogado em Pernambuco durante muitos anos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Historiador. Ativista, Empreendedor, Intelectual. Produtor Cultural, Pensador, Jurista. Literato, Contista, Administrador. Conferencista, Orador, Ficcionista. Licenciado em História, pela Universidade Católica de Pernambuco. Pós-Graduado em Direito Processual Civil na Universidade Tiradentes. Repórter do JORNAL DO COMMERCIO, no Recife. Professor da Faculdade de Formação de Professores de Arcoverde e da Faculdade de Filosofia do Recife. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Atualmente(1998), reside e advoga na cidade de Araguaína, no Estado do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ALTAMIRO DE MOURA PACHECO, Goiano, de Bela Vista, l896, autor de vários livros, destacando-se, "SONHANDO COM MINHA TERRA"(1974), "REALIDADE E FICÇÃO"(1972), "CIVISMO EM AÇÃO"(1968), "ROCHEDO E FERROLHO" (1968), "PRIMÓRDIOS DE BRASÍLIA"(1962), "A INDUSTRIALIZAÇÃO DO BOI EM SEU HABITAT"(1972), "XAVIER DE ALMEIDA-MEU PATRONO"(1974). Farmacéutico. Foi Sócio de Americano do Brasil numa Farmácia na antiga Bonfim (Silvânia), interior de Goiás. Médico, Filantropo. Empresário, Fazendeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Político. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presidente da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital do Brasil, no Governo de Juca Ludovico, sendo Presidente da República, Juscelino Kubitschek de Oliveira. Responsável pela desapropriação das terras localizadas na área do território, onde foi construida a cidade de Brasília. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, cujo Patrono é José Xavier de Almeida, hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de dezenas de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan. Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Ainda em vida, doou para a Academia Goiana de Letras, a sua MANSÃO, localizada numa das principais avenidas de Goiânia, AVENIDA ARAGUAIA, 240, onde, além de uma Biblioteca de livros raros, existem quadros de valor inestimável. Doou, igualmente, para o Governo do Estado de Goiás, as MATAS VIRGENS, onde hoje se encontra o PARQUE ECOLÓGICO DE GOIÂNIA, inexplicavelmente chamado Ulisses Guimarães. Falecido em 1996, sua vaga na Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, foi ocupada pela escritora Augusta Faro Fleury de Mello. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu Altamiro de Moura Pacheco, na cidade de Bela Vista, Goiás, a 15 de março de 1896 e faleceu em Goiânia em 10.06.1996, após completar um século de edificante e profícua existência.
Filho de Francisco Domingos Pachedo e de Maria Genoveva de Moura Pacheco.
Aos sete anos de idade, muda-se com seus pais para a cidade de Bonfim, hoje Silvânia, e em 1909, passa a estudar no Colégio Xavier de Almeida, do educador Antônio Eusébio de Abreu Júnior, pai de Americano do Brasil.
Falecendo-lhe o genitor, em 1910, assumiu-lhe o lugar, no comando do lar, ajudando sua mãe a criar os seis irmãos mais novos, lecionando, inclusive, na Fazenda Santa Bárbara.
Em 1913, foi nomeado Secretário da Intendência de Bonfim(Silvânia) e no Colégio, tornou-se Regente de Alunos.
Comprou, em 1915, uma farmácia, ainda em Bonfim, tendo como sócio Americano do Brasil.
Seguiu, em 1918, para o Rio de Janeiro, onde foi servir no 52º Batalhão de Caçadores. No mesmo ano, foi nomeado Promotor Público de Bonfim, época em que não se exigia para o cargo qualquer formação jurídica.
Mudou-se para Bela Vista, em 1922, onde comprou nova Farmácia.
Superada essa fase, fez, primeiramente, o curso de Farmácia na antiga Capital de Goiás, em 1928, e, posteriormente, o de Medicina, em Niteroi, Estado do Rio de Janeiro, em 1933, retornando a Bela Vista, onde montou a sua clínica.
Mudou-se para Goiânia em 1936, residindo em Campinas, em pleno período de construção da Capital, instalando alí um Centro Cirúrgico que abrigou o primeiro corpo médico da nova cidade.
Em 1941, fundou, junto com outros, a Sociedade Goiana de Pecuária e se tornou um dos fundadores do Banco Agropecuário de Goiás.
Como Presidente da Sociedade Goiana de Pecuária, em 1945, iniciou a construção do Parque Agro-Pecuário, na Vila Nova.
Candidatou-se, em 1950, ao Governo do Estado de Goiás, mas não se elegeu. No ano seguinte, viajou por vários países da Europa, America do Norte e América Central.
Em 1960, depois de ter visitado o Oriente Médio, viajou pelo Sul da África, Austrália, India, Japão, China e outros países.
Foi eleito, em 1970, membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 26, cujo Patrono é José Xavier de Almeida, sendo hoje(1998) ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo.
Sempre solteiro, amealhou ao longo do tempo considerável fortuna.
Chamado a presidir a Comissão de Desapropriação de Terras para a Construção de Brasília, terminou por convencer os proprietários de oitenta e quatro(84) fazendas a ceder as suas terras ao preço de OITENTA CENTAVOS(80), o alqueire.
Para facilitar os seus contatos com os donos das terras, instalou em Santa Luzia(Luziânia), no dia 19 de maio de 1956, no prédio da Irmandade de São Vicente de Paula, um ESCRITÓRIO MÓVEL.
Teve como auxiliares, nomes ilustres, entre os quais, dos Desembargadores Marcelo Caetano da Costa e Hamilton de Barros Velasco; Os Juizes de Direito Moacir Ribeiro de Freitas e Luiz Honório Ferreira.
Foram também seus ajudadores, os Promotores de Justiça Arquelau Augusto Gonzaga e Domingos Juliano; o Engenheiro Joffre Mozart Parada e o Advogado Segismundo de Araújo Melo.
Assim, no dia 30 de dezembro de 1955, um mês antes da posse de Juscelino foi comprada a Fazenda Bananal, onde hoje se localiza o Plano Piloto de Brasília.
A dita Fazenda era de propriedade de Jerônimo José da Silva e Jorge Peles, este, sogro do ex-Governador de Brasília, Joaquim Domingos Roriz.
Sobre Altamiro de Moura Pacheco, a escritora goiana Rosarita Fleury escreveu excelente livro, publicado em 1981, com o título “ALTAMIRO DE MOURA PACHECO-RESPONSABILIDADE COMO FATOR DE UMA VIDA PROVEITOSA”.
Focaliza, especialmente, as doações feitas pelo Dr. Altamiro, de lotes, chácaras e fazendas, aos Governos Federal, Estadual e Municipal, destacando-se, entre tais doações, o atual AEROPORTO DE GOIÂNIA e o QUARTEL DO EXÉRCITO.
Poucos meses antes de falecer, doou ao Estado, as matas do PARQUE ECOLÓGICO DE GOIÂNIA, inexplicavelmente hoje chamado Parque Ulisses Guimarães.
Para a Academia Goiana de Letras, de que era titular da Cadeira 26, doou o seu PALACETE, no Centro de Goiânia, na Avenida Araguaia, 240, com uma biblioteca constituída de cerca de doze mil volumes.
Entre os títulos e honrarias que recebeu, destacam-se, “Ordem do Mérito Militar” (1955), do Ministério do Exército; “Medalha do Pacificador”(1965), do Ministério da Guerra.
Também recebeu a “Ordem do Mérito Marechal João Pessoa”(1968), do Instituto Histórico do Distrito Federal; “Ordem do Mérito Aeronáutico” (1969), do Ministério da Aeronáutica; “Ordem do Mérito Anhanguera”(1977), do Governo de Goiás.
Faleceu em Goiânia, no 10 de junho de 1996, com mais de 100(cem) anos de idade.
Sobre ele e com o título “ALTAMIRO DE MOURA PACHECO E SUA REALIDADE E FICÇÃO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

ALTAMIRO ELIZEU TEIXEIRA, Goiano, da cidade de Professor Jamil Safady, l943, escreveu, entre outros, "ALCOOL- A DROGA QUE MATA", com apresentação de Clarice Luiza Barbosa da Silva e notas de orelha de Vicente Rezende, sem dados biográficos no livro e sem quaisquer outras informações ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Doutrinador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais,União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALTAMIRO JOSÉ PEREIRA, de Montividiu, Goiás, 26.05.1957, escreveu, entre outros, “ASPECTOS HISTÓRICOS, SOCIAIS E GEOGRÁFICOS” (ENSAIO-1989), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Balduíno José Santos e Francisca Pereira dos Santos. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também cursou o secundário, formou-se em Estudos Sociais, na Faculdade de Filosofia de Rio Verde, tornando-se professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

ALTIMAR PIMENTEL(de Alencar), de Maceió, Alagoas, 30.10.1936, escreveu, entre outros, AUTO DA COBIÇA(1967), CEMITÉRIO DE JUREMAS(1976), O MUNDO MÁGICO DE JOÃO REDONDO(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras e Comunicação. Mudou-se para Brasília em 1973. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Professor, Pesquisador. Presidente da Comissão Paraibana do Folclore. Funcionário Público. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALTINO CAIXETA DE CASTRO(Ver LEÃO DE FORMOSA).

ALTUMAR PRUDENTE DE OLIVEIRA, Goiano, de São Luis de Montes Belos, l960, escreveu, entre outros, "FRUTOS E PLANTAÇÕES", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Claudio Henrique Passos Neves. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Pensador, Intelectual. Ativista, Literato, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Cronista, Contista, Memorialista. Conferencista, Orador, Poeta. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALUÍSIO LICÍNIO M. BARBOSA, Carioca, do Rio de Janeiro, l898, escreveu, entre outros, "JAZIDAS DE NÍQUEL E COBALTO DE SÃO JOSÉ DO TOCANTINS, ESTADO DE GOIÁS", junto com William T Pecora, sem dados biográficos no livro. Realizou estudos científicos no interior de Goiás, especialmente na hoje denominada cidade de Niquelândia. Engenheiro de Minas. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Educador, Pensador. Professor, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Ficcionista, Poeta. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Engenharia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALUISIO NAPOLEÃO(Aluízio Napoleão de Freitas Rego), de Belém, Pará, 20.11.1914, escreveu, entre outros, OS ARQUIVOS PARTICULARES DO ITAMARATY(1941), INTERPRETAÇÕES(1990), UM LUTADOR(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Advogado do Instituto do Açúcar e do Álcool. Chefe de Cerimonial da Presidência da República. Embaixador em Teerã, Estocolmo e Pequim. Membro de diversas entidades, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALUÍSIO PEREIRA VALLE, de Castro, Paraná, 11.06.1928, escreveu, entre outros, UIQUENDE NO PACIFICO(1971), OS SEGREDOS DE CENIRA(1979), MEMORIAL DE UMA RADIO EDUCADORA(1985), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Foi jornalista credenciado na Presidência da República durante 22 anos. Mudou-se para Brasília, tornando-se Diretor da Rádio MEC. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia de Letras do Brasil. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTISTAS DE BRASILIA, 1965, de Almeida Fischer, CONTO CANDANGO, 1980, de Salomão de Souza, HORAS VAGAS, 1981, de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALUYSIO MENDONÇA SAMPAIO, de Aracaju, Sergipe, 29.09.1926, escreveu, entre outros, “ELOGIO A SILVIO ROMERO”(ENSAIO-1991), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Radialista. Formou-se em Direito, em 1952. Com o passar do tempo, tornou-se JUIZ DO TRABALHO, estando hoje vinculado ao Tribunal Regional do Trabalho(TRT), da segunda região de São Paulo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Educador, Pensador. Professor, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Ficcionista, Poeta. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Intelectual. Romancista, Crítico Literário, Jornalista. Detentor de diferentes prêmios literários, entre os quais, “PRÊMIO AFONSO ARINOS”, da Academia Brasileira de Letras, em 1975. Tem sido Editor da REVISTA DE LITERATURA BRASILEIRA. Verbete da ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Mencionado em diversos livros, entre os quais, “NEGRO D`AGUA-MITOS E LENDAS DO TOCANTINS”(CONTOS-2002), de Moura Lima, de que foi o prefaciador.

ALVADIR DE AQUINO MELO, Goiana, de Morrinhos, 24.11.l925, escreveu, entre outros, "MOMENTO ÚNICO"(1991), sem dados biográficos no livro. Filha de Ramiro Tomaz de Aquino e Maria Mendonça. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Formada em Direito, pela Universidade Católica de Goiás. Delegada de Polícia, Professora, Pintora. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Memorialista, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Delegados de Polícia do Estado de Goiás. Consignada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ÁLVARES DE AZEVEDO (MANUEL ANTÔNIO A. DE A.), de São Paulo, Capital, 12.09.1831, escreveu, entre outros, LIRA DOS VINTE ANOS(Poesia-Edição póstuma-1853), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Inácio Manuel Álvares de Azevedo e Maria Luísa Mota Azevedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1833, com dois anos de idade, mudou-se com os pais, para o Rio de Janeiro. Em 1840, com 9 anos, matriculou-se no Colégio Stoll, do Rio de Janeiro. Em 1844, com 13 anos de idade, retornou a São Paulo em companhia de seu tio, mas não se deu bem. Em 1845, voltou novamente ao Rio de Janeiro, matriculando-se no Colégio Dom Pedro II, como aluno interno. Em 1848, com 17 anos, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, onde fundou a Revista Mensal da Sociedade Ensaio Filosófico Paulistano. Entre seus contemporâneos, encontravam-se José Bonifácio (o Moço), Aureliano Lessa e Bernardo Guimarães. Com eles constituiu uma República de Estudantes na Chácara dos Ingleses. Era de pouca vitalidade e de compleição delicada. O desconforto da “república” e o esforço intelectual minaram-lhe a saúde. Nas férias de 1851-52 sofreu uma queda de cavalo, que complicou ainda mais a sua tuberculose. A operação a que se submeteu não fez efeito. Faleceu às 17 horas do dia 25.04.1852, domingo da Ressurreição, com 21 anos de idade. Como quem anunciasse a própria morte, no mês anterior escrevera a última poesia sob o título “Se eu morresse amanhã”, que foi lida, no dia do seu enterro, por Joaquim Manuel de Macedo. Entre 1848 e 1851, publicou alguns poemas, artigos e discursos. Depois da sua morte surgiram as Poesias (1853 e 1855), a cujas edições sucessivas se foram juntando outros escritos, alguns dos quais publicados antes em separado. As obras completas compreendem: LIRA DOS VINTE ANOS(1853), POESIAS DIVERSAS(1855), O POEMA DO FRADE(1890), O CONDE LOPO(1886), MACÁRIO(TEATRO-1941), A NOITE NA TAVERNA(CONTOS-1878), além de artigos, discursos e 69 cartas. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 25.04.1852. Patrono da Cadeira 2 da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Coelho Neto. Sua Cadeira 2, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo Álvares de Azevedo), Fundador Coelho Neto, sendo também ocupada por João Neves da Fontoura, Guimarães Rosa, Mario Palmério e Tarcisio Padilha. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ÁLVARO CALDAS (MACHADO), Goiano de Jaraguá, 26.10.1940, escreveu, entre outros, "TIRANDO O CAPUZ" (romance sobre a repressão política brasileira), "BALÉ DA UTOPIA", sem dados biográficos nos livros. Casou-se com a paraense Suely Monteiro, em 1966. Conforme o livro TRONCO E VERGÔNTEAS, página 88, Álvaro Machado Caldas teria nascido em Goiânia, em 26 de outubro de 1940. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Romancista, Jornalista, Ativista. Produtor Cultural, Pensador, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Membro do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, do Sindicato dos Jornalistas Cariocas, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DE ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antônio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ÁLVARO CATELAN, Paulista, de Ubarana, 03.08.l947, escreveu, junto com Augusto Goyano, a "SÚMULA DA LITERATURA GOIANA", em l970, sem dados biográficos pessoais no livro. Pena que o texto não tenha tido edições revistas e atualizadas, visto que, ainda hoje, é o melhor roteiro sobre o assunto. Publicou também os livros "O PARAÍSO DAS ÁGUAS QUENTES", "ENSAIOS REUNIDOS", "LITERATURA LUSO-BRASILEIRA", "LITERATURA BRASILEIRA", "DANÇAS E FOLGUEDOS DO BRASIL", "VIOLA CAIPIRA, VIOLA QUEBRADA", "LITERATURA EM GOIÁS", "CALDAS NOVAS-O PARAÍSO DAS ÁGUAS QUENTES". Bacharel em Letras Vernáculas, pela Universidade Católica de Goiás. Foi radialista da Rádio Difusora de Goiânia e da Brasil Central. Professor de diferentes Colégios em Goiânia, entre os quais, Colégio Dinâmico. Apresentador do Programa “RAÍZES E FRUTOS”, na Rádio Mil FM, de Goiânia. Jornalista, Pensador, Literato. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Contista. Cronista, Produtor Cultural, Ativista. Orador, Poeta, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Radialista, Idealista, Folclorista. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás. Fundador e primeiro Presidente da Academia de Letras e Artes de Caldas Novas, cidade do interior Goiano, onde foi proprietário de Restaurante típico e Secretário Municipal de Cultura e Turismo. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e do DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes. Presente na ESTANTE DE ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Atualmente(1998), é Presidente da Comissão Goiana de Folclore. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ÁLVARO EDUARDO DE BASTOS, Goiano, de Goiás Velho, 04.11.l908, entre outros, escreveu, "DO NINGUÉM AO INFINITO", "PEREGRINOS", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Formado em Medicina Veterinária, em 1930. Diplomou-se em Ciências Biológicas, em 1935. Também conhecido como Macedo Bastos. Médico Veterinário, Industrial, Empresário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Poeta, Literato, Professor Universitário. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, além de FRAGMENTOS DO PASSADO, livro genealógico de Claro Augusto de Godoy. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ÁLVARO FERNANDO DE ÂNGELIS, Goiano, de Jataí, 15.10.l960, escreveu, entre outros, o livro "OMEGA"(Poemas), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Mário José de Ângelis e Maria Aparecida Benevides. Um dos fundadores do Movimento Verde, em Goiás. Ativista Ecológico. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Memorialista, Literato, Educador. Administrador, Ficcionista, Orador. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goias, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.

ÁLVARO LINS(A. de Barros L.), de Caruaru, Pernambuco, 14.12.1912, escreveu, entre outros, HISTORIA LITERARIA DE EÇA DE QUEIROZ(1939), NOTAS DE UM DIÁRIO CRITICO(1943), A TECNICA DO ROMANCE EM MARCEL PROUST(1950), JORNAL DE CRITICA(1941), ROTEIRO LITERARIO DO BRASIL E DE PORTUGAL(1956), ESTUDO SOBRE ROQUETE PINTO(1956), A GLORIA DE CESAR E O PUNHAL DE BRUTUS(1962), FILOSOFIA, HISTORIA E CRITICA DA LITERATURA BRASILEIRA(1967), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Pedro Alexandrino Lins e Francisca de Barros Lins. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso secundário como aluno interno do Colégio Salesiano e no Ginásio Padre Félix, em Recife. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife, em 1935, com 23 anos de idade. Ainda estudante, começou a lecionar História da Civilização no Ginásio do Recife e no Colégio Nóbrega. Neste, perdeu o cargo, em virtude de ter publicado o livro Historia Literária de Eça de Queiroz. O livro foi censurado pelos padres do Colégio. Passou, então, a fazer jornalismo no DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Foi nomeado secretário do Governo de Pernambuco. Seu nome fazia parte da chapa de candidatos a deputado federal quando os acontecimentos de 1937 interromperam a carreira política. Firmou-se, então, no jornalismo, como redator e diretor do DIÁRIO DA MANHÃ, de 1837 a 1940. Ainda em Recife, aos 27 anos escreveu o primeiro livro, HISTÓRIA LITERÁRIA DE EÇA DE QUEIROZ (1939). Transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde começou a fazer crítica literária, gênero que lhe deu nome nacional. Foi colaborador do Suplemento Literário do DIÁRIO DE NOTÍCIAS E DOS DIÁRIOS ASSOCIADOS (1939-1940), redator-chefe do CORREIO DA MANHÃ (1940-1956). Em 1948, fez viagem de estudos na Europa. Convidado pelo Ministério das Relações Exteriores escreveu uma biografia do Barão do Rio Branco no ano do centenário do nascimento (1945). Professor catedrático de Literatura Brasileira do Colégio Pedro II, interino, de novembro de 1941 a dezembro de 1951, quando passou a efetivo mediante obtenção do primeiro lugar em concurso de títulos e provas, com a tese A TÉCNICA DO ROMANCE EM MARCEL PROUST, publicada em 1956. Lecionou a cadeira de Estudos Brasileiros da Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Lisboa, em missão oficial do Ministério das Relações Exteriores, de 1952 a 1954. Chefiou a Casa Civil do presidente Juscelino Kubitschek (1956). Embaixador do Brasil em Portugal de novembro de 1956 a outubro de 1959. Por razões políticas, foi exonerado da Embaixada de Portugal e retornou ao Brasil. Foi o presidente da 1ª Conferência Inter-americana da Anistia para os Exilados e Presos Políticos da Espanha e de Portugal, realizada na Faculdade de Direito de São Paulo (1960) e diretor do Suplemento Literário do DIÁRIO DE NOTÍCIAS, de março de 1961 até junho de 1964. Em 1962, foi chefe da Delegação Brasileira ao Congresso Mundial da Paz realizado em Moscou. Detentor de muitos prêmios, entre os quais, Prêmio Centenário de Antero de Quental, pelo ensaio POESIA E PERSONALIDADE DE ANTERO DE QUENTAL (1942). Prêmio Felipe de Oliveira, da Sociedade Felipe de Oliveira, e Prêmio Pandiá Calógeras, da Associação Brasileira de Escritores, pela obra RIO BRANCO (1945). Prêmio Jabuti Personalidade do Ano, da Câmara Brasileira do Livro, pela sua obra MISSÃO EM PORTUGAL (1960), e o Prêmio Luiza Cláudio de Souza, pelas obras OS MORTOS DE SOBRECASACA e JORNAL DE CRÍTICA SÉTIMA SÉRIE (1963). Foi condecorado com a Grã Cruz da Ordem de Cristo, de Portugal (em 1957). Foi casado com Heloisa Ramos Lins, com quem teve dois filhos. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 4 de junho de 1970, com 58 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 17, eleito em 5.04.1955, na sucessão de Roquette-Pinto e recebido pelo Acadêmico João Neves da Fontoura em 7.07.1956. Sua Cadeira 17, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Hipólito da Costa, Fundador Silvio Romero, sendo também ocupada por Osório Duque-Estrada, Roquette Pinto, Álvaro Lins, Antonio Houaiss e Afonso Arinos de Melo Franco Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ÁLVARO MOREYRA(A. Maria da Soledade Pinto da Fonseca Velhinho Rodrigues M. da Silva), de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 23.11.1888, escreveu, entre outros, DEGENERADA(Poesia-1908), CASA DESMORONADA(Poesia-1909), ELEGIA DA BRUMA(Poesia-1910), LEGENDA DA LUZ E DA VIDA(Poesia-1911), A BONECA VESTIDA DE ARLEQUIM(1928), HAVIA UMA OLIVEIRA NO JARDIM(Romance-1958), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João Moreira da Silva e de Maria Rita da Fonseca. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1907, com 19 anos de idade, terminou o curso de humanidades com os jesuítas de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul. Em 1908, iniciou-se no jornalismo. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1910 e passou a trabalhar na revista FON-FON. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1913, com 23 anos. Em 1914 esteve em Paris, na França e viajou também pela Itália, Bélgica e Inglaterra. Foi redator de várias publicações, dentre outras, FON-FON, BAHIA ILUSTRADA, A HORA, BOA NOVA, ILUSTRAÇÃO BRASILEIRA, DOM CASMURRO, DIRETRIZES E PARA TODOS. Fundou no Rio, em 1927, o “Teatro de Brinquedo”, o primeiro movimento estruturado no país de renovação do teatro. Em 1937, apresentou à Comissão de Teatro, do Ministério da Educação e Cultura, um plano de organização de uma “Companhia Dramática Brasileira”, que foi aceito. Com ela, Álvaro Moreyra excursionou pelos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, e fez temporada de três meses no Teatro Regina, do Rio. Dedicando-se à crônica, a partir de 1942, teve destacada atuação no rádio brasileiro, pois além de escrever também interpretava ao microfone sua produção. Esteve na Rádio Cruzeiro do Sul, entre 1942 e 1945, passando, a seguir, a trabalhar na Rádio Globo, onde celebrizou-se por sua participação no programa “Conversa em Família”. Depois passou a apresentar o “Bom-dia Amigos”, uma crônica diária de cinco minutos, que ele transformou num recado de bom-humor, alegria, conselho, poesia e, sobretudo, de humanismo. Em 1958, recebeu o prêmio do melhor disco de poesia com os “PREGÕES DO RIO DE JANEIRO”. Era membro da Fundação Graça Aranha, da Sociedade Felipe d"Oliveira, da Academia Carioca de Letras e do Pen Clube do Brasil. Foi casado Eugênia Álvaro Moreyra, líder feminista, e a residência do casal em Copacabana era ponto de encontro de escritores e intelectuais que moravam na cidade ou visitantes. Poeta, cronista e jornalista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12 de setembro de 1964. Quarto ocupante da Cadeira 21, eleito em 13.08.1959, na sucessão de Olegário Mariano e recebido pelo Acadêmico Múcio Leão em 23.11.1959. Sua Cadeira 21, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Serra, Fundador José do Patrocinio, sendo também ocupada por Mario de Alencar, Olegário Mariano, Álvaro Moreyra, Adonias Filho, Dias Gomes, Roberto Campos e Paulo Coelho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALVARO PACHECO(Álvaro dos Santos Pacheco), de Jaicós, Piauí, 26.11.1933, escreveu, entre outros, OS INSTANTES E OS GESTOS(1956), BALADA DO NADADOR DO INFINITO(1985), A GEOMETRIA DOS VENTOS(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Advogado, Redator do JORNAL DO BRASIL. Mudou-se para Brasília em 1965. Diretor da ELETROBRÁS. Senador da República. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras do Brasil. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DA MODERNA POESIA BRASILEIRA, 1978, de Fernando Ferreira de Loanda. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ÁLVARO RODRIGUES PEREIRA, de Coromandel, Minas Gerais, 10.07.1952, escreveu, entre outros, CARA OU COROA(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação. Mudou-se para Brasília em 1968. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Repórter, Comentarista Político. Vice-Presidente da CASA DE MINAS GERAIS. Deputado Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ÁLVARO VALE(Álvaro Bastos Vale), de Rio de Janeiro, Rj, 19.05.1934, escreveu, entre outros, O PRESIDENTE E A REVOLUÇÃO(1965), SUÉCIA E OUTROS ASSUNTOS(1968), OS CONTEMPORÂNEOS(1969), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília, como Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Professor. Romancista, Cronista, Diplomata. Político, Deputado Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ALVIM MARTINS HORCADES, de Porto Seguro, Bahia, 1860, escreveu, entre outros, DESCRIÇÃO DE UMA VIAGEM A CANUDOS(1899), com prefácio de Lellis Piedade, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Francisco Martins Horcades e de Maria Ramos Horcades. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1902, com 42 anos de idade, formou-se em Farmácia e no ano seguinte colou grau em Medicina. Juntamente com vários outros colegas de Farmácia e Medicina, e ainda estudante, foi prestar serviço na Guerra de Canudos. Chegou na região em outubro de 1897 e começou também a escrever artigos para o JORNAL DE NOTICIAS, da Bahia. Foram tais artigos transformados no livro DESCRIÇÃO DE UMA VIAGEM A CANUDOS, publicado pela LITHO-TYPOGRAPHIA TOURINHO, Praça do Ouro, 5, Salvador, Bahia, 1899, com as seguintes observações sobre o autor: “Acadêmico de Medicina, ex-auxiliar Médico dos Hospitaes de Sangue e ex-director do Hospital de Variolosos de Canudos, na 4ª Expedição Militar”. Apesar de sua importância, não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES, de Antonio Loureiro de Souza e nem é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ALVINA FERNANDES GAMEIRO, de Oeiras, Piauí, 10.11.1917, escreveu, entre outros, “CURRAL DE SERRAS” (Romance, 1980), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculada ao Tocantins, por ter feito estudos especiais sobre o Rio do Sono, nas imediações de Pedro Afonso, norte de Goiás, hoje Tocantins, bem como sobre a região do Jalapão. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, terminando por se formar na Escola Nacional de Belas Artes, do Rio de Janeiro. Durante muito tempo, estudou na Universidade de Colúmbia, nos Estados Unidos. Retornando ao Brasil, lecionou Português e Inglês, em diferentes Colégios do Piauí e do Maranhão. Publicou também “CHICO VAQUEIRO DO MEU PIAUÍ” e “QUINZE CONTOS QUE O DESTINO ESCREVEU”. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Piauiense de Letras. Mencionada em diversos livros, dentre outros, DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ALVINA MIRANDA REZENDE, Mineira, de Pinhuí, 21.01.l9l4, escreveu, entre outros, "REMINISCÊNCIA" (Memórias-1981), sem dados biográficos no livro. Filha de João de Miranda e Maria Margarida. Residente em Goiânia, Goiás, para onde se mudou ainda jovem. Professora, Administradora, Ficcionista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Educadora. Literata, Cronista, Contista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Citada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores, do Centro de Professores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ALZIRA DE CASTRO HATEM, Goiana, de Rio Verde, 1933, escreveu, entre outros, "O ÚLTIMO TESTEMUNHO", "ASPIRAÇÃO DE AMOR-DEPOIMENTO-VINICIUS DE MORAES", sem dados biográficos nos livros. Professora primária e secundária em sua terra natal, onde também desenvolve múltiplas atividades. Escritora, Pesquisadora. Produtora Cultural, Espiritualista, Mediúnica. Ensaísta, Conferencista, Contista. Pensadora, Memorialista, Intelectual. Escritora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Educadora, Ficcionista. Oradora, Literata, Cronista. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Federação Espírita do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AMADEU AMARAL(A. Ataliba Arruda A. Leite Penteado), de Capivari, Estado de São Paulo, 06.11.1875, escreveu, entre outros, URZES(Poesia-1899), NÉVOA(Poesia-1902), ESPUMAS(poesia-1917), LETRAS FLORIDAS(Ensaio-1920), O ELOGIO DA MEDIOCRIDADE(Critica-1924), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal Capivari, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 11 anos de idade, em 1886, mudou-se para São Paulo para trabalhar no comércio e estudar. Assistiu aulas do Curso Anexo da Faculdade de Direito de São Paulo, mas não chegou a concluir o curso secundário. Embora tivesse terminado o primário, é considerado autodidata. Ingressou no jornalismo, trabalhando no CORREIO PAULISTANO e no jornal O ESTADO DE S. PAULO. Em 1922, com 47 anos de idade, transferiu-se para o Rio como secretário da GAZETA DE NOTÍCIAS. Do Rio mandava para O ESTADO DE S. PAULO a crônica diária “Bilhetes do Rio”. Voltando a São Paulo exerceu cargos na administração pública. Dedicou-se aos estudos folclóricos e, sobretudo, à dialectologia. No Brasil, foi o primeiro a estudar cientificamente um dialeto regional. “DIALETO CAIPIRA”, publicado em 1920, escrito à luz da lingüística, estuda o linguajar do caipira paulista da área do vale do rio Paraíba, analisando suas formas e esmiuçando-lhe o vocabulário. Por ocasião do VI centenário da morte de Dante, proferiu, no Teatro Municipal de São Paulo, uma conferência, enfatizando justamente os aspectos de Dante que exaltam a elevação do espírito humano através da Sabedoria. Poeta, folclorista, filólogo e ensaísta. Faleceu em São Paulo, SP, em 24.10.1929. Segundo ocupante da Cadeira 15, eleito em 7.08.1919, na sucessão de Olavo Bilac e recebido pelo Acadêmico Carlos Magalhães de Azeredo em 14.11.1919. Sua Cadeira 15, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Gonçalves Dias, Fundador Olavo Bilac, sendo também ocupada por Amadeu Amaral, Guilherme de Almeida, Odylo Costa Filho, Dom Marcos Barbosa e Fernando Bastos de Ávila. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AMADOR CARLOS DOS SANTOS, Mineiro, de Rio Paranaiba, 25.10.l933, entre outros, escreveu, "ATÉ QUE A MORTE VOS SEPARE", "COMO CELEBRAR O OFÍCIO RELIGIOSO", "ASSEMBLÉIA DE DEUS EM GOIÁS", "SONHOS E CICATRIZES", sem dados biográficos nos livros. Filho de João Carlos Filho e Luíza de Jesus. Pastor Evangélico. Presidente da Convenção Nacional das Assembléias de Deus. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Poeta, Historiador. Pensador, Intelectual, Literato. Produtor Cultural, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AMADOR DE ARIMATHÉA(Dô), de Anápolis, Goiás, 25.01.1935, escreveu, entre outros, A QUEM INTERESSAR POSSA, CAUSOS DO MEU GOYAZ, RIO DOS MEUS AMORES, VINGANÇA CONSENTIDA, A PEQUENA GRANDE LOJA, ANÁPOLIS-SUAS RUAS, SEUS VULTOS, NOSSA HISTÓRIA, sem dados biográficos completos nos textos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de José Ferreira da Silva e Amélia Pereira Dutra. Irmão caçula de Olimpio Ferreira Sobrinho. Concluiu o primário e o segundo grau no Colégio Couto de Magalhães, de Anápolis, Goiás. Em 1953, com 18 anos de idade, incorporou-se ao Exército Brasileiro. Em 1957, foi transferido para Brasília, passando a servir na 6ª Companhia de Guarda Pessoal do Presidente Juscelino Kubitscheck. Em 1960, com 25 anos, foi transferido para o Rio de Janeiro, apresentando-se como voluntário para compor o BATALHÃO SUEZ, tropa que se incorporaria ao Contingente da ONU(Organização das Nações Unidas). Durante dois anos lutou no conflito armado entre árabes e judeus. De volta ao Brasil, formou-se em Direito, tornando-se Advogado. Casou-se com Theresinha Jayme de Arimathéa, com quem tem os filhos Leonardo, Denise e Eduardo Jayme. Em 08.11.1966, com 31 anos de idade, foi iniciado na Loja Maçônica Lealdade e Justiça II, de Anápolis. Com o passar do tempo, vinculou-se à Loja Maçônica Fênix de Brasília 1959, em Brasília, no Distrito Federal, onde reside. Foi membro do Conselho Federal da Ordem Maçônica, bem como Deputado Federal junto à Assembléia Federal Legislativa Maçônica. Dezenas de CONDECORAÇÕES, entre as quais, Benemérito da Ordem(25 anos), Grande Benemérito(30 anos), Estrela de Distinção(35 anos), Grande Cruz da Maçonaria(40 anos), Diploma de Maçom Pioneiro de Brasília, Cavaleiro da Ordem do Mérito Maçônico de Brasília, Medalha de Pioneiro de Brasília, pelo Clube dos Pioneiros-DF. Foi Diretor do Abrigo dos Velhos de Anápolis, durante cinco anos, instituição mantida pela Loja Maçônica Lealdade e Justiça II. Dezenas de outras honrarias maçônicas e seculares, dentre outras, Diploma e Medalha UNEF-United Nations Emergence Force, por serviços prestados no Oriente Médio, conforme Decreto 43.800, de 23.05.1958, assinado por Juscelino Kubitscheck. É relembrado no livro MEIO SECULO FORMANDO GERAÇÕES(1997), de Olimpio Ferreira Sobrinho. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONARIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(2003), de Napoleão Valadares, não é mencionado no DICIONARIO ENCICLOPEDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

AMÁLIA HERMANO TEIXEIRA, de Natividade, Goiás, hoje Tocantins, 23.09.l9l6, escreveu, entre outros, "O CURIOSO CASO DA ESCOLA NORMAL OFICIAL- A HISTÓRIA DE UMA INJUSTIÇA"(1946), "REENCONTRO" (HISTÓRIA DOS FORMANDOS DO LICEU DE GOIÁS-1981). Publicou também “DOIS ANOS SEM MAXIMIANO”(1986) e “PERFIS” (BIOGRAFIAS-1993).

Filha de Manoel José Hermano e Archangela Pereira Hermano. Docente da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe.

Professora, Advogada, Jornalista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Pensadora, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Cronista.

Exposta nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Como representante da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás esteve presente na Sessão Solene de instalação da Academia Tocantinense de Letras, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, vindo a falecer apenas alguns dias depois, em 28.04.1991, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Conforme a Ata, recebeu naquela noite, o título de Membro Correspondente da Academia. Posteriormente, foi escolhida como Patrona da Cadeira 33.

Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Natividade, Goiás, hoje Tocantins, a 23 de setembro de 1916. Filha de Manoel José Hermano e Archângela Pereira Hermano. Estudos primários com Mestre Cazuza, em Itaberaí, e no Grupo Escolar da Cidade de Goiás.

Preparatórios para admissão ao ginásio com o professor Alcides Celso Ramos Jubé. Curso secundário no Lyceu de Goyaz (1930 - 1934). Diplomada pela Escola Normal Oficial do Estado (1935). Curso na Universidade Rural do Rio de Janeiro (1936).

Funcionária do Departamento Estadual de Propaganda e Expansão Econômica(1937). Casa-se (1937) com o então advogado Maximiano da Matta Teixeira, depois Juiz de Direito e Desembargador.

Professora Catedrática da Escola Normal Oficial do Estado de Goiás, depois Instituto de Educação de Goiás (1938 a 1963). Diplomada em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Goiás, turma de 1944.

Secretária(1945) e Diretora (1946) da Imprensa Oficial do Estado. Chefe do Serviço de Clubes Agrícolas Escolares do Estado (1950).

Membro do Conselho da Ordem dos Advogados do Brasil, Secção de Goiás, e sua 2ª e 1ª Secretária (1951 - 1958). Secretária da Revista Goiana de Jurisprudência e Legislação.

Aposentada como Catedrática do Instituto de Educação de Goiás(I.E.G), em 1963. Professora de História da Universidade Federal de Goiás (1962 - 1964 e a partir de 1980. Colaboradora Especial da Grande Enciclopédia Delta Larousse.

Membro da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores, Secção de Goiás. Membro da Sociedade Botânica do Brasil. Presidente da Sociedade Goiana de Orquidófilos.

Seu livro “O CURIOSO CASO DA ESCOLA NORMAL OFICIAL-A HISTÓRIA DE UMA INJUSTIÇA” trata de uma disputa administrativa e de poder entre ela(Amália Hermano) e a professora carioca Ofélia Sócrates do Nascimento Monteiro, pelo comando da Escola Normal de Goiânia, contenda esta que terminou no Tribunal de Justiça de Goiás.

Faleceu em Goiânia, no dia 28.04.1991, deixando um extraordinário patrimônio cultural. Sua casa chegou a ser cogitada pelo Governo de Goiás para ser a SEDE da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. A Academia, no entanto, não aceitou a oferta em virtude da falta de espaço para se fazer um auditório.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrona da Cadeira 33, cujo Titular é Orimar de Bastos.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

AMÁLIA PEREIRA DA SILVA RODRIGUES, Goiana, de Rio Verde, l945, entre outros, escreveu, "POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DA PESQUISA EM ENFERMAGEM NO BRASIL" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Enfermagem, da Universidade Federal de Goiás. Enfermeira. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Ativista, Educadora. Pensadora, Produtora Cultural, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Conferencista. Curso de Mestrado na Faculdade de Enfermagem, da Universidade Federal de Goiás. Destacada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Enfermagem do Estado de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

AMAR AUAD, Goiano, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "VIDA VOLTA", sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Memorialista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Não deve ser confundido com o Dr. Anuar Auad, que médico, foi tambem Secretário de Saúde de Goiás. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no sitewww.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariom ou www.mariomartins.com.br




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