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Artigos-->História Moderna . Questões vestibulares - julho 2005 -- 06/08/2005 - 11:58 (edson pereira bueno leal)
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HISTÓRIA MODERNA . QUESTÕES DE VESTIBULARES DE JULHO DE 2005 , COMPILADAS PELO PROF. EDSON PEREIRA BUENO LEAL


1. PUC SP JULHO 2005
INÍCIO DA HISTÓRIA MODERNA
Renascimento cultural, Reformas religiosas, Expansão marítima: esses três movimentos simbolizam um mundo em transformação. Apresentaram características comuns, mas desenvolveram-se em áreas e com objetivos bastante diferentes. Sobre suas semelhanças e diferenças, podemos destacar que os três movimentos demonstraram o desejo de
a) romper com as temáticas religiosas, tão presentes na Idade Média, mas ocorreram em locais bastante distintos: o Renascimento ocorreu na Itália, as Reformas deram-se na Alemanha e na Suíça e a Expansão Marítima partiu da Península Ibérica.
b) recuperar os valores éticos e estéticos da Antiguidade Clássica, mas buscaram modelos distintos: o Renascimento retomou padrões da arquitetura greco-romana, as Reformas restauraram o politeísmo e a Expansão Marítima reconquistou o Mediterrâneo.
c) ampliar a influência européia para outras partes do planeta, mas dirigiram seus esforços para regiões variadas: o Renascimento foi levado às colônias africanas, as Reformas lutaram contra o islamismo no Oriente Médio e a Expansão Marítima permitiu a conquista
da América.
d) valorizar o humano, mas se preocuparam com aspectos diferentes de suas possibilidades: o Renascimento voltou-se a uma visão científica do mundo, as Reformas privilegiaram o livre-arbítrio e a Expansão Marítima rompeu limites da mentalidade medieval.
e) revitalizar as cidades, mas recorreram a estratégias diferentes: o Renascimento atraiu visitantes aos museus, as Reformas produziram construções de imponentes catedrais e a Expansão Marítima trouxe novas mercadorias para o comércio urbano.



2. PUC SP JULHO 2005 ESCRAVIDÃO COLONIAL
A escravidão, durante a colonização das Américas, permitiu maior concentração de capital nas metrópoles por meio da exploração do tráfico. Nas colônias, a mão-de-obra escrava era utilizada principalmente na
a) extração de ouro, no México e no Brasil.
b) pecuária extensiva, no Vice-Reino do Prata.
c) procura de pedras preciosas, no Brasil e nos Estados Unidos.
d) busca de especiarias, no Peru e na Colômbia.
e) agricultura, no Brasil e no Caribe.


3. UNESP JULHO 2005 COLONIALISMO
Dia-a-dia os traficantes estão raptando nosso povo –crianças deste país, filhos de nobres e vassalos, até mesmo pessoas de nossa própria família. (...) Essa forma de corrupção e vício está tão difundida que nossa terra acha-se completamente despovoada. (...) Neste nosso reino, só precisamos de padres e professores, nada de mercadorias, a menos que sejam vinho e farinha para a Missa. (...) É nosso desejo que este reino não seja um lugar de tráfico ou transporte de escravos. (Carta de Affonso I, Manikongo[governante do reino do Kongo, 1526] ao rei de Portugal,em Adam Hochschild, O fantasma do rei Leopoldo.) As esperanças do Manikongo foram frustradas, pois a presença portuguesa na África, no século XVI, estava subordinada aos princípios
a) liberais.
b) imperialistas.
c) mercantilistas.
d) socialistas.
e) fisiocratas.




4. FGV 2 SEMESTRE 2005 EXPLORAÇÃO COLONIAL
“Gostaria muito de ver no testamento de Adão a passagem em que ele divide o Novo
Mundo entre meus irmãos, o Imperador Carlos V e o rei de Portugal.”
Esta frase, proferida pelo rei francês Francisco I em 1540, reflete:
a) O descontentamento da França com relação aos acordos firmados entre Portugal e
Inglaterra acerca do tráfico de escravos africanos.
b) A ironia do governo francês com respeito às investidas das potências européias, por ocasião da chamada partilha da África.
c) O questionamento do apoio dado pelo poder pontifício aos acordos celebrados entre as Coroas ibéricas.
d) O inconformismo com o monopólio comercial estabelecido pelos portugueses com relação ao comércio de especiarias orientais.
e) A aceitação da hegemonia portuguesa com respeito às chamadas viagens ultramarinas.

5 .MACKENZIE JULHO 2005 RENASCIMENTO
A respeito do período da Renascença, é correto afirmar que
a) foi marcado pela invasão da Europa por diversos povos, pela restrição do comércio e por uma maior divulgação dos dogmas da Igreja.
b) contribuiu para a afirmação dos valores da burguesia e, ao mesmo tempo, por meio da difusão do Humanismo, incentivou o desenvolvimento das ciências.
c) fortaleceu o misticismo medieval e ampliou o predomínio da Igreja sobre as artes e ciências.
d) a imprensa foi aperfeiçoada e contribuiu para o crescimento e a propagação das idéias da burguesia de coletivismo, dependência mútua e geocentrismo.
e) viu eclodirem os ideais iluministas da burguesia, por meio dos métodos racionais de investigação, da filosofia e das artes.


6. UNESP JULHO 2005 RENASCENTISMO
A obra de Jan van Eyck – O casal Arnolfini(1434) – revela traços marcantes da pintura renascentista. (National Gallery, Londres.) Entre esses traços presentes na obra de Jan van Eyck, pode-se identificar a temática
a) burguesa e o liberalismo.
b) religiosa e os valores greco-romanos.
c) profana e a busca do transcendente.
d) pagã e o cientificismo.
e) profana e a perspectiva.


7. FATEC JULHO 2005 RENASCIMENTO CIENTÍFICO
Sobre o Renascimento científico é correto dizer:
a) as Ciências não avançaram muito nesse período, pois sofriam a influência do Cristianismo.
b) houve, nesse período, grandes progressos na Trigonometria e na Álgebra, além de se desenvolverem pesquisas sobre a refração da luz e se criarem fundamentos da óptica.
c) o homem renascentista adotava a Teoria Geocêntrica formulada por Nicolau Copérnico e defendida por Galileu Galilei.
d) o espírito crítico do homem renascentista partiu para a Ciência experimental, a observação, a fim de obter explicações racionais para os fenômenos da natureza.
e) o homem renascentista via o Universo como uma obra sobrenatural, fruto dos preceitos cristãos.


8. FGV 2 SEMESTRE 2005 IDADE MODERNA RENASCIMENTO
“Que obra-prima é o homem! Como é nobre em sua razão! Como é infinito em faculdades! Em forma e movimentos, como é expressivo e maravilhoso! Nas ações, como se parece com um anjo! Na inteligência, como se parece com um deus! A maravilha do mundo! O padrão de todos os seres criados!”
Hamlet, William Shakespeare, trad., São Paulo: Martin Claret, 2002, p.47.
Nesse trecho do Hamlet de William Shakespeare podemos identificar algumas
características:
a) Do Catolicismo, com a afirmação da arte como um ofício religioso.
b) Do Protestantismo, com a perspectiva da infalibilidade dos escritos bíblicos.
c) Do Renascimento, com a valorização do homem como o centro ou a medida do Universo.
d) Do Hedonismo, com a identificação da beleza como uma manifestação do espírito divino.
e) Do Teocentrismo, com a negação da influência do classicismo greco-romano.


9. FGV ADMINISTRAÇÃO 2 SEM 2005
ABSOLUTISMO MONÁRQUICO

Leia o texto abaixo e depois responda às questões propostas. “No decurso do século XVI emergiu no Ocidente o Estado absolutista. As monarquias centralizadas da França, Inglaterra e Espanha representavam a ruptura decisiva com a soberania piramidal e parcelarizada das formações sociais medievais, com os seus sistemas de propriedade e vassalagem.” ANDERSON, P., Linhagens do Estado Absolutista, trad., Lisboa: Afrontamento, 1984, p.13.
a) Apresente uma definição e as principais características do Estado absolutista.
b) Do ponto de vista militar, quais eram as diferenças entre os Estados absolutistas da França, Inglaterra e Espanha? Como essas diferenças influenciaram as disputas pela hegemonia internacional nos séculos XVI e XVII?



10. UNESP JULHO 2005
ESTADO ABSOLUTISTA
A longa crise da economia e da sociedade européias durante os séculos XIV e XV marcou as dificuldades e os limites do modo de produção feudal no último período da Idade Média. Qual foi o resultado político final das convulsões continentais dessa época? No curso do
século XVI, o Estado absolutista emergiu no Ocidente. (Perry Anderson, Linhagens do Estado Absolutista.)
a) Identifique duas manifestações da crise do século XIV.
b) Aponte duas características do Estado absolutista.



11. MACKENZIE JULHO DE 2005 DESPOTISMO ESCLARECIDO
Na segunda metade do século XVIII, surgiram monarcas que implementaram novas feições ao Absolutismo, adequando seus estados e governos às idéias da época. Assinale a alternativa que apresenta elementos do Despotismo Esclarecido.
a) A igualdade jurídica entre os cidadãos, o anticlericalismo , o combate às idéias fisiocratas, a supressão do liberalismo econômico e a separação dos três poderes.
b) O anticlericalismo, o fim do Absolutismo, a reformulação das relações entre o Estado e a Igreja e o fortalecimento da Monarquia.
c) O estímulo à organização e à tolerância religiosa, a abolição do Antigo Regime, a desregulamentação dos ofícios, a contestação ao Estado e ao sistema monárquico.
d) O fim das práticas mercantilistas, a organização do ensino nos moldes dos enciclopedistas e a adoção das propostas do filósofo iluminista Montesquieu para o fortalecimento dos privilégios feudais.
e) A reformulação das relações entre o Estado e a Igreja, o desenvolvimento das atividades manufatureiras e a realização de algumas reformas sociais, sem o abandono do absolutismo na prática política.


12. MACKENZIE JULHO 2005 ILUMINISMO
O Iluminismo serviu como arma teórica para questionar o poder dos reis absolutistas no final do século XVIII. A respeito dessa corrente de pensamento, é correto afirmar que
a) concedeu aos monarcas a autoridade para governar e defender os direitos e as liberdades individuais dos cidadãos, reforçando assim a legalidade do regime.
b) serviu aos interesses da burguesia, desejosa de criar uma nova ordem política para defender, além dos direitos individuais, o livre comércio.
c) todos os seus defensores propunham um regime político pautado na soberania popular e no direito ao sufrágio universal.
d) pressupunha que todos os cidadãos deveriam se submeter a um conjunto de leis, expressas em uma Constituição, com exceção do governante, que atuaria como árbitro supremo.
e) defendia a idéia de que todos os homens têm direito natural à vida, à liberdade, a greves e manifestações trabalhistas.
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