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Poesias-->CHAGAS -- 22/04/2002 - 13:32 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Meu suor pelo corpo se alastra.

Enquanto a minha dor pela alma me desgraça.;

Enquanto os olhos ao redor buscam uma saída... Me vejo pasmo no mesmo lugar,entre a fatalidade e a realidade que diz dos meus erros aos meus absurdos.

Me limito a lagrimas e maldizerem que negam a força, reanimam à vida...

Os meus pés,as minhas mãos e a cabeça cheia, não consegue ponderar o raciocinio.

Estou entre a multidão, esse coração que aventureiro do pecado, ousa e versa, noite e dia o palor lívido da angustia que acompanharam a minha sobra... As minhas sobras, a minha eternidade enquanto a efemeridade do tempo avança, repousa e depois deprime com toda a força.

Feri e se só, mata.

Não cura, só feri, látego feri e cala, enfim a boca amarga.
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