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Poesias-->O Nome do Pecado -- 03/04/2002 - 14:00 ( Alberto Amoêdo) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos


Porque esse julgo frívolo do meu amor?

Não poderia eu também ser amado?!

Que absurdo bizarro alças a alma quando é o meu nome que ouves.; quando é a minha voz que assume dizer... Te amo!

Mulher sede vós também humilde. Por favor tente entender, além de você, que o amor é nobre.

Não podes julgar! E se o fazes, faz mal. Pois que, o sentimento que nutro habitou noites e noites.; dias e mais dias. Até forjar-se em fantasia, até forjar-se na mulher aguerrida e avidamente desmedida de qualidades, jamais encontrada nas terras e leitos que visitei.

O quanto sofri... Quando percebi ser feliz no efêmero colo de outra, o quanto sofro por vagar insano.; como solitário enlouquecido.

Covarde a negar-te, maduro, que te amo, que te espero. E que por todos esses anos peço a Deus perdão por esse filho do engano, por esse pecado, que mais que o amor, me deixa bem lúcido no inferno.

Não queira saber o quanto esgueirei-me da verdade, desse laço ou o quanto morro nas mentiras de fingir ao mundo, de enganar pessoas e de deixar a minha alma sem corpo.

Por certo só vós encontrarás palavras a dizer-me da possibilidade inerte.

Só vós encontrará o caminho de meus pés... Talvez em secos verbos peças-me desculpas, mas não se dispora, um segundo, se quer, a olhar os meus olhos e pensar que em meu peito o amor clama verdades.
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