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Ensaios -->DICIONÁRIO BIOG. REG. DO B. DE J. AFONSO a JUSCELINO -- 05/07/2003 - 01:26 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.
MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311. HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario

E-MAIL: mariormartins@hotmail.com


(Para encontrar os demais NOMES do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3476&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".



JOSÉ AFONSO BARBOSA, Goiano, de Morrinhos, 03.10.1949, escreveu, entre outros, “AMOR ETERNO”, “A CORTINA”, “CORCEL DO TEMPO”, “NOSTALGIA”(POEMAS), “LUA AZUL”(POEMAS), este, com prefácio de Francisco de Assis Nascimento, sem dados biográficos nos livros. Filho de Gerson Ferreira Barbosa e Maria Marques. Residente em sua terra natal, onde também desenvolve múltiplas atividades. Comerciante, Professor. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ ALBERTO COUTO MACIEL, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 31.07.1940, escreveu, entre outros, DIREITO INDIVIDUAL E PROCESSO DO TRABALHO(1982), RECURSOS TRABALHISTAS(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado. Assessor Especial do Ministério do Trabalho. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Nacional de Direito do Trabalho. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


JOSÉ ALENCAR COSTA AIRES, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 08.10.l949, entre outros, escreveu, "PASSEATA DAS ABELHAS", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, percorreu várias cidades brasileiras, onde também estudou. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Auditor do Tribunal de Contas da União, em Brasília, Distrito Federal, para onde se mudou em 1969. Advogado, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como na antologia HORAS VAGAS, de Joanyr de Oliveira. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. De tradicional família tocantinense, da antiga São José do Duro(Dianópolis). Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Auditores Nacionais e Ordem dos Advogados do Brasil. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ALÍPIO GOULART, de Maceió, Alagoas, 21.03.1914, escreveu, entre outros, “TROPAS E TROPEIROS NA FORMAÇÃO DO BRASIL”(1961), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos no norte de Goiás, hoje Tocantins, tendo passado por Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso e outras, como Membro do Conselho Nacional do Serviço Social Rural. Filho de Eduardo Napoleão Goulart e Antonia Gomes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Administração e Técnico em Administração de Pessoal e de Hospitais. No Rio de Janeiro, tornou-se Diretor-Geral de Administração do Instituto Nacional de Indústria e Comércio. Na condição de Diretor da Divisão de Serviços Gerais de Hospitais, visitou o norte de Goiás, hoje Tocantins, passando por Pedro Afonso e Porto Nacional. Funcionário Público Federal, com passagem pelo Ministério da Agricultura, Educação e Saúde. Quando foi membro do IBRA(INSTITUTO BRASILEIRO DE REFORMA AGRÁRIA), por seis anos, fez estudos especiais em várias cidades às margens do Rio Tocantins, entre as quais, Tocantinópolis. Escreveu dezenas de obras, destacando-se, “PESQUISA DE PADRÃO DE VIDA NO BRASIL”(1955). É mencionado em diversos livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ALOISIO DA SILVA, Goiano, da Capital, 1949, escreveu, entre outros, “AS AVENTURAS DO COMANDANTE GUSTAVO”, sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Educação e do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especialista em Geociências, Ecologia, Meio Ambiente, Relatório de Impacto Ambiental(RIMA), Projetos de Recuperação de Áreas Degradadas(PRAD) e Climatologia. Docente do Departamento de Geografia do Instituto de Química e Geociências da UFG. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Geógrafos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ ALVES SOBRINHO, de Picuí, Pedra Lavada, Paraíba, 29.06.1921, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA”(1978), juntamente com Átila Augusto de Freitas Almeida, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, não mais estudou, permanecendo autodidata. Tornou-se violeiro, apresentando-se em diferentes lugares. Publicou também outros livros, sempre em parceria com Átila Almeida, destacando-se, “SABEDORIA DE CABOCLO”(1975), “MARCOS E VANTAGENS DO ROMANCEIRO POPULAR NORDESTINO”(1982), “GLOSSÁRIO DA POESIA POPULAR”(1982), “NOTAS SOBRE A POESIA POPULAR”(1984), “MATULÃO DE UM ANDARILHO”(1994). É mencionado em diversos livros, entre os quais, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no DICIONÁRIO DE FOLCLORISTAS BRASILEIROS, de Mário Souto Maior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA, de Areia, Paraíba, 10.01.1887, escreveu, entre outros, REFLEXÕES DE UMA CABRA(Novela-1922), A PARAIBA E SEUS PROBLEMAS(Ensaio-1923), A BAGACEIRA(Romance-1928), O BOQUEIRÃO(Romance-1935), A PALAVRA E O TEMPO(Discurso-1965), SEM ME RIR, SEM CHORAR(Biografia-1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Inácio Augusto de Almeida e de Josefa Leopoldina Leal de Almeida. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Quando tinha 9 anos de idade, seu pai faleceu. Ficou aos cuidados de seu tio, o Padre Odilon Benvindo. Fez seus estudos no Seminário Católico de João Pessoa e no Liceu Paraíbano. Em 1907, com 20 anos de idade, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife. No ano seguinte, 1908, foi nomeado para o cargo de Promotor Público na comarca de Sousa, interior paraibano(Naquela época, os promotores eram nomeados, sem concurso). Em 1911, passou a ocupar as elevadas funções de Procurador Geral do Estado. Secretário do Interior e Justiça durante o governo de João Pessoa na Paraíba, teve de enfrentar os conflitos políticos na região de Princesa. Com a vitória da Revolução de 1930 assumiu, de 1930 a 1934, o Ministério da Viação e Obras Públicas. Um desastre aéreo na cidade de Salvador, em 1932, deixou-o seriamente ferido. Em 1934, com 47 anos de idade, Getúlio Vargas o nomeou para o cargo de Embaixador do Brasil junto à Santa Sé, em Roma, na Italia. Eleito Senador em 1935 seria, algum tempo depois, designado Ministro do Tribunal de Contas da União, onde permaneceu até 1945. Em 19.01.1947, foi eleito Senador pela Paraíba. Em janeiro de 1951, foi eleito e assumiu o governo da Paraíba. Em 1953, deixou o governo paraibano e assumiu o Ministério de Viação e Obras Publicas, a convite de Getulio Vargas. Com a morte de Getulio em 24 de agosto de 1954, reassumiu o Governo da Paraíba, em setembro de 1954. Criou a Universidade Federal da Paraíba, de que foi o primeiro Reitor. Em 1977, com 90 anos de idade, foi eleito INTELECTUAL DO ANO, pela União Brasileira de Escritores e recebeu o TROFEU JUCA PATO. Foi casado com Ana Alice de Azevedo Melo, com quem teve os filhos Selda de Melo Almeida, Reinaldo de Melo Almeida e um outro. Faleceu em João pessoa, Paraíba, 10.03.1980, com 93 anos de idade. Quinto ocupante da Cadeira 38, eleito em 27.10.1966, na sucessão de Maurício de Medeiros e recebido pelo Acadêmico Alceu Amoroso Lima em 28.06.1967. Recebeu o Acadêmico João Cabral de Melo Neto. Sua Cadeira 38, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tobias Barreto, Fundador Graça Aranha, sendo também ocupada por Santos Dumont, Celso Vieira, Mauricio de Medeiros, José Américo de Almeida e José Sarney. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ AMÉRICO MOREIRA DA SILVA, de Recife, Pernambuco, 16.05.1941, escreveu, entre outros, BRINCANDO COM O COMPUTADOR(1984), COMO GERENCIAR UMA PRODUÇÃO(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Economia. Mudou-se para Brasília em 1977. Professor, Economista. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Analista de Sistema. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ ÂNGELO RIZZO, Goiano, de Goiás Velho, 01.02.l93l, autor de dezenas de livros, destacando-se, “FLORA DO ESTADO DE GOIÁS E TOCANTINS”, “GOIÁS- DE SAINT-HILAIRE E DE HOJE”(1996), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Victor Rizzo e Zélia Guedes Rizzo. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, diplomou-se em Farmácia. Bacharelou-se em História Natural. Professor de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás. Diretor do Departamento de Botânica da UFG. Para conhecer a FLORA DO TOCANTINS fez estudos especiais e pesquisas em cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc. Fundador do HERBÁRIO da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Botânico, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especialista em Taxonomia Vegetal, Formações Vegetais, Plantas Medicinais, Meio Ambiente, Coletas e Identificação de material botânico, Florística e Cerrado. Vinculado ao Departamento de Botânica, do Instituto de Ciências Biológicas. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Botânica do Brasil, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira N.º 34, tendo como Patrono, a tocantinense de Natividade Amália Hermano Teixeira. Sócio da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições nacionais e internacionais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. A COLEÇÃO RIZZO, com 19 volumes publicados trata da FLORA DOS ESTADOS DO TOCANTINS E GOIÁS. Atualmente(1998), é Presidente do Conselho de Preservação do Patrimônio Histórico de Goiânia. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ANTÔNIO DA SILVA MAIA, de Porto, Portugal, 06.10.l789, escreveu, entre outros, "COMPÊNDIO DE DIREITO FINANCEIRO", sem dados biográficos no livro. Foi Senador do Império pela Província de Goiás, em 1843 e até 1853, quando faleceu. Amigo íntimo e Conselheiro do Imperador Dom Pedro I. Desembargador da Relação da Bahia. Ministro da Justiça e Ministro da Fazenda, em 1840. Procurador da Coroa e da Fazenda Nacional. Deputado Geral por Minas Gerais de 1823 até 1830. Sócio-Fundador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Deputado Constituinte, Conselheiro de Estado. Advogado, Professor, Historiador. Magistrado, Memorialista, Escritor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Encontra-se no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 03 de outubro de 1853. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ANTÔNIO DE CASTRO, de Patrocínio, Minas Gerais, l929, escreveu, entre outros, "AS MINHAS DUAS TESTEMUNHAS", "DIÁRIOS DE MIRTES E SHIRLEY"(História das duas filhas, vítimas fatais de acidente de caminhão em l973, nas proximidades de Imperatriz, no Maranhão). Residente em Goiânia desde a juventude, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Comerciante, Viajante, Industrial, Espiritualista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos especiais. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ ANTUNES DE LIMA, Goiano, de Damolândia, 21.04.l942, entre outros, escreveu, "CAPOEIRÃO"(CONTOS-1974), "GRAVATÁS"(CONTOS-1976), este, com prefácio de Waldomiro Bariani Ortêncio, sem dados biográficos nos livros. Foi aluno interno do Colégio de Bonfim(Silvânia), chamado GINÁSIO ANCHIETA até os 15 anos de idade. Com a morte do pai, retornou para a sua cidade natal. Aos 22 anos e já casado, mudou-se para Goiânia. Tornou-se Professor de Português do Serviço Social da Indústria(SESI). Formou-se em jornalismo, na Universidade Federal de Goiás, fazendo-se Jornalista Profissional. Revisor do Jornal O POPULAR durante muitos anos. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Literato. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Pensador. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Faleceu em Goiânia, ainda muito jovem, de pneumonia, no dia 01 de novembro de 1987, quando tinha 45 anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ APARECIDO DE OLIVEIRA, de Conceição do Mato Dentro, Minas Gerais, 17.02.1929, escreveu, entre outros, INQUÉRITO DO BANCO DO BRASIL(1963), SERRO-UMA CAMPANHA PELA MEMÓRIA NACIONAL(1973)), CONSCIÊNCIA CRÍTICA(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília. Foi Governador do Distrito Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Diretor-Presidente do DIARIO DE MINAS e da revista ALTEROSA. Editor Político do Jornal do Comércio, do Correio do Dia e da Rádio Inconfidência. Deputado Federal. Embaixador do Brasil em Portugal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ APARECIDO TEIXEIRA, Mineiro, de Divinópolis, l907, escreveu, entre outros, "FOLKLORE GOIANO" (1941), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Conforme alguns autores, teria nascido em São Paulo. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte goiano, hoje Tocantins, focalizando as lendas, as superstições e o cancioneiro da região, especialmente de Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, etc. Professor do Liceu de Goiás, na antiga Capital, Vila Boa. Seu livro foi escrito por encomenda do Governador Pedro Ludovico, para o Batismo Cultural de Goiânia. Em 1944, recebeu da Academia Brasileira de Letras, a MEDALHA JOÃO RIBEIRO, pelo seu livro “ESTUDOS DE DIALECTOLOGIA PORTUGUESA-LINGUAGEM DE GOIÁS”. Escritor, Folclorista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERA-TURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Comissão Goiana de Folclore. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ARRUDA DE AGUIAR(DE AGUILLAR PORTELLA), de Carolina, Maranhão, 07.01.1935, escreveu, entre outros, “NOS MEANDROS DE UM CAMINHO”(POESIA E PROSA), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com apresentação de Jônio Arruda Luz. Filho de Luiz Martins de Aguiar e Fidelina Arruda Aguiar. Casou-se com Raimunda Arruda de Aguiar, com quem teve vários filhos, dentre os quais, o médico Jônio, o Oficial do Exército Haidem e a bioquímica Mitilene. Em 1959, esteve em Brasília, onde trabalhou como Apontador de Obras. Mudou-se de forma definitiva para Babaçulândia, Norte de Goiás, hoje Tocantins, tornando-se proprietário de Farmácia, atividade em que permanecia até 1993, quando o seu livro foi publicado. Em 1975, iniciou-se na Maçonaria, alcançando o mais alto grau da ordem- o TRINTA E TRÊS. Espírita Kardecista e prático de farmácia, é conhecido na cidade de Babaçulândia como “ZÉ ARRUDA” ou “ZÉ PORTELA”. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Orador. Espiritualista, Idealista, Visionário. Administrador, Pecuarista, Literato. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Em 2002, tornou-se um dos fundadores da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense(ACALANTO), na Cadeira 05, tendo como Patrono Nelson Maranhão. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. José Arruda de Aguiar faleceu no dia 05.08.2006(conforme alguns no dia 30.07.2006), com 71 anos de idade, em Babaçulândia, Tocantins, onde foi sepultado.

JOSÉ ASMAR, de Anápolis, Goiás, 19.03.l924. Jornalista Profissional, com militância nos principais jornais do país, entre os quais O GLOBO, do Rio de Janeiro, de que foi Redator e Repórter, além de “FOLHA DE SÃO PAULO”. Escreveu vários livros, entre outros, “OPOSIÇÃO TAMBÉM GOVER-NA”(ALFREDO NASSER NA POLÍTICA ESTADUAL E NACIONAL), “CÂMARA FILHO, O REVOLTOSO QUE PROMOVEU GOIÁS”, “GENTE E TEMPO”, “CRIXÁS-DO BERÇO DE OURO À LUTA PELA VIDA”. Ex-Diretor da GOIASTUR, em Goiânia, onde reside e desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Pesquisador, Memorialista. Desenhista, Caricaturista, Piadista. Pensador, Intelectual, Conferencista. Literato, Produtor Cultural, Ficcionista. Administrador, Educador, Orador. Comunicador, Poeta, Ativista. Artista Plástico, Relações Públicas. Detentor das Comendas ORDEM DO CEDRO, pela República do Líbano, ORDEM DO MÉRITO NACIONAL, pelo Paraguai e ORDEM DO MÉRITO ANHANGUERA, pelo Estado de Goiás. Historiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme, de que foi fundador Waldir Luiz Costa, tendo sido titular José Julio Guimarães Lima. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Imprensa(ABI). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Encontra-se na Antologia “COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS”, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Anápolis, Estado de Goiás, a 19 de março de 1924. Filho de Abrahão Jorge Asmar e Amina Jorge.
Após o primário, concluiu o curso ginasial, no Ginásio Arquidiocesano de Anápolis (GAMA), em 1944.
Desde cedo começou a trabalhar como tipógrafo, editando um jornal manuscrito, através do qual tornou-se colaborador de “O Tico-Tico” e “Suplemento Infantil”, de “O Jornal”, do Rio de Janeiro, em 1938.
Foi tipógrafo de “A Luta”, jornal de A.G.Pinto, em 1939. Com 18 anos, em 1942, tornou-se Redator Chefe de “O Anápolis”, até 1948.
Mudou-se para o Rio de Janeiro, como Repórter e Redator de “O GLOBO”, entre 1949 e 58. Foi Radio-repórter da “RÁDIO GLOBO”, também do Rio de Janeiro, entre 55 e 58.
Foi repórter da “FOLHA DE SÃO PAULO”, entre 50 e 51. Redator da “Voz do Brasil”, em 52. Redator da “Rádio Rural”, em 54. Redator da Confederação Nacional da Indústria, em 61.
Diretor da Agência de Notícias All Pres, Rio de Janeiro, em 64. Assessor de Imprensa da Shell, em 68. Editor da Revista “Comércio & Mercados”, da Confederação Nacional do Comércio, em 1971.
Em 1973, foi redator da Empresa Brasileira de Turismo (EMBRATUR), no Rio. Em 1975, foi Diretor do Escritório de Representação do Governo de Goiás, no Rio de Janeiro.
Diretor da Empresa de Turismo do Estado de Goiás (GOIASTUR), em Goiânia, a partir de 75, quando retornou da Cidade Maravilhosa. Em 1976, foi Diretor do jornal “FOLHA DE GOIAZ”.
Entre 77 e 80, foi Titular de Comunicações externas do Banco de Desenvolvimento de Goiás. A partir de 1980 tem sido Assessor da Secretaria do Governo do Estado de Goiás.
Fez viagens culturais e profissionais pelo Oriente Médio, Europa, África, América do Sul, etc. Membro do Conselho Estadual de Cultura, em 82, Conferencista, inclusive, no Curso de Pós-Graduação da Universidade Católica de Goiás. Centenas de Artigos e Reportagens, além de Condecorações, entre as quais, Ordem do Mérito(Governo do Paraguai) e Ordem do Cedro(Governo do Líbano). Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação Goiana de Imprensa, etc. Com diversas obras literárias escritas, além de roteiros para Cinema, destacou-se como Desenhista do Ano, alem de ter sido Caricaturista.
Na Academia Goiana de Letras ocupa a Cadeira 34, cujo Patrono é Jarbas Jayme e de que foi Titular Waldir Luiz Costa, bem como José Júlio Guimarães Lima.
Seus poemas estão publicados em diferentes jornais, revistas e livros, entre os quais, na Antologia “Colheita”, de Gabriel Nascente. Publicou também o livro CAMARA FILHO: O REVOLTOSO QUE PROMOVEU GOIÁS. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 07, tendo como Patrono Antonio P. Cardoso. Faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 27.05.2006, com 82 anos de idade.

JOSÉ ASSUERO DE SIQUEIRA, Goiano, de Pirenópolis, 30.07.l898, escreveu, entre outros, "PEQUENA COROGRAFIA DE GOIÁS"(l937), “DOGMAS E ENSINAMENTOS DA IGREJA ROMANA EM FACE DA PALAVRA DE DEUS”. Filho de Diócles Barbo de Siqueira e Maria Abadia Vale. Após os estudos elementares, tornou-se comerciante e professor. Foi também Coletor e Advogado Rábula. Jornalista do jornal PIRINEUS(l93l), de Pirenópolis, Goiás. Escreveu também para O EXPOSITOR CRISTÃO e para a REVISTA GENEALÓGICA BRASILEIRA. Escrevia sempre com o pseudônimo de “CONDE DE MEIAPONTE”. Sua filha Vera Lopes de Siqueira, tornou-se escritora e passou a usar o pseudônimo de “CONDESSA DE MEIAPONTE”. Escritor, Professor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Genealogista. Espiritualista, Evangélico, Conferencista. Doutrinador, Polemista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi um dos fundadores da Escola Normal Padre Gonzaga, de Pirenópolis. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Faleceu em Goiânia, no dia 23.03.1969. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ AUGUSTO DA SILVA, Goiano, de Jataí, l949, escreveu, entre outros, "SEM TÍTULO", livro de poemas, sem dados biográficos no livro. Residente em sua terra natal, onde desenvolve múltiplas atividades. Advogado, Radialista, Vereador. Ensaísta, Poeta, Pesquisador. Escritor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Conferencista, Ficcionista. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Profissional dos Radialistas, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia ASSIM É JATAÍ, do médico escritor Hugo Ayaviri Amurrio. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ AUGUSTO NASCIMENTO GUERRA, de Maceió, Alagoas, 14.05.1926, escreveu, entre outros, TESTEMUNHOS DE CRÍTICA(1974), CAMINHOS E DESCAMINHOS DA CRÍTICA(1980), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Professor Universitário, Jornalista. Mudou-se para Brasília, tornando-se Assessor da Câmara dos Deputados. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras e Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTISTAS DE BRASILIA(1965), de Almeida Fischer. Faleceu em 15.02.1982. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


JOSÉ AUGUSTO NICIM ABEN, Goiano, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "A SOJA NA ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO", sem dados biográficos no livro. Técnico em Hospitalidade e Turismo. Professor, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ AUGUSTO PEREIRA ZECA(PEREIRA ZECA), Goiano, de Santa Cruz de Goiás, l926, escreveu, entre outros, "DO CONTROLE DO ACEITE NA DUPLICATA", sem dados biográficos no livro. Publicou também, com o pseudônimo de Pedro Paulo Ernesto, em 1998, o romance “A MORTE DA NOBRE SENHORA”. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Escritor, Ensaísta. Jurista, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG, do Instituto dos Advogados de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BARBOSA FILHO, Goiano, de Inhumas, l955, escreveu vários textos, entre os quais, "LÁGRIMAS DE FLORES"(POE-SIAS), “SENTIMENTOS”(CON-TOS), “ARQUITETO DE PRAZERES”(POESIAS), sem dados biográficos nos livros. Formado em Letras Vernáculas, pela Universidade Federal de Goiás. Vereador na cidade goiana de Senador Canedo. Escritor, Poeta, Ensaísta. Professor, Pesquisador, Memorialista. Contista, Literato, Articulista. Ativista, Produtor Cultural, Ficcionista. Pensador, Intelectual, Orador. Administrador, Educador, Conferencista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás, da Academia Catalana de Letras e Artes, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Grupo Liberdade de Poeta, de que é Presidente. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, destacando-se PERFIL E MIL POETAS BRASILEIROS. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BASÍLIO DA SILVA DOURADO, de Cabaceiras, Paraíba, l866, escreveu, entre outros, "A JUSTIÇA DE ARRAYAS", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Estado de Goiás. Foi Juiz de Direito de Arraias, Goiás(hoje no Estado do Tocantins) e em outras cidades do interior goiano. Embora Arraias fosse a sede e Taguatinga distrito, chamava-se COMARCA DO RIO PARANÃ. Chegou em Arraias, como Juiz de Direito, no dia 10.11.1892, quando tinha 26 anos de idade. Fundou em Arraias, a ESCOLA AVULSA, sendo também seu Diretor. Um de seus alunos, foi o Deputado Estadual João D`Abreu. Casou-se com Honorata Santa Cruz, com quem teve vários filhos. Advogado, Professor. Escritor, Ensaísta, Conferencista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos sociais. Faleceu em novembro de 1919, com 53 anos de idade. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É também estudado no livro ARRAIAS-SUAS RAÍZES E SUA GENTE, de Rosolinda Batista de Abreu Cordeiro. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ BATISTA DA COSTA SOBRINHO, de Itapirapuã, Goiás, 1960, escreveu, entre outros, “CONSELHO NACIONAL DE LEIGOS-PROPOSTA DE CONSTRUÇÃO”, sem dados biográficos no livro. Vinculado à ação histórica dos leigos e leigas na Arquidiocese de Goiânia. Presidente do Conselho Regional de Leigos do Centro-Oeste, da Confederação Nacional de Bispos do Brasil(CNBB). Docente de História do Colégio Estadual José Alves de Assis. Professor, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação do Professores do Estado e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BERNARDINO DA COSTA, Goiano, de Ipameri, l924, escreveu, entre outros, "COMPOSIÇÃO ESCRITA", "O MENINO E A ARTE". Foi Diretor do Colégio Estadual de Ipameri, onde também lecionou por muitos anos. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos musicais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BERNARDINO LINDOSO, de Manicoré, Amazonas, 21.08.1920, escreveu, entre outros, PRELIMINARES SOBRE O ESTUDO DA ECONOMIA POLITICA(1952), ELEMENTOS CONCEITUAIS DA ECONOMIA POLITICA(1953), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Advogado, Conferencista, Professor Universitário. Governador do Amazonas. Como Deputado Federal, viveu em Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Faleceu em 25.02.1993. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Amazonense de Letras e Instituto Histórico e Geográfico.
Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


JOSÉ BERNARDO FÉLIX DE SOUZA, Goiano, de Jaraguá, l908, escreveu, entre outros, "O DIREITO DO VETO". Um dos fundadores da FOLHA DE GOIAZ, ainda na antiga Capital do Estado, Vila Boa. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás e da Faculdade de Direito da Universidade Católica. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Advogado, Escritor, Ensaísta. Jurista, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi presidente, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso Oliveira, bem como em ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIÁS, de Abel Soares de Castro e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BEZERRA CAVALCANTE, de Esperança, Paraíba, 30.06.1940, escreveu, entre outros, BAÚ DE LAVRAS(João Pessoa, Paraíba, Editora Universitária, 2009), com notas de orelha de Clemente Rosas, prefácio de Vanildo Brito, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários no Grupo Escolar Irineu Joffily de sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o Ginásio no Colégio de Caruaru, Pernambuco. Fez o curso Clássico no Liceu Paraibano de João Pessoa. Cursou Línguas Neolatinas na Faculdade de Filosofia e Letras, da Universidade Federal da Paraíba. Escreveu poemas para o jornal A UNIÃO(Correio das Artes). Foi representante da UNE(União Nacional dos Estudantes) e ASSESSOR da UIE(União Internacional dos Estudantes), em Praga. Formou-se em Economia na Universidade de Berlim, Alemanha. Foi Diretor da LETRA S.A CAPITALIZAÇÃO e da BRADESCO SEGUROS, no Rio de Janeiro, onde também estudou ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Transferido para São Paulo, foi Diretor do Bradesco e Gerente de Tesouraria e Seguros da THYSSENKRUPP METALURGICA CAMPO LIMPO, multinacional alemã do ramo de autopeças. Publicou artigos em jornais do Rio de Janeiro, São Paulo e João Pessoa. Reside em São Paulo e tem moradia em João Pessoa. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ BEZERRA DA COSTA, de Paranã(Vila de Palma), Goiás, hoje Tocantins, l944, escreveu, entre outros, "ARRENDAMENTO RURAL-DIREITO DE PREFERÊNCIA" (Tese de Mestrado em Direito Agrário), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Goiânia, onde completou os estudos superiores. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da UFG, passou a advogar. Mediante Concurso Público de Provas e Títulos, fez-se Juiz de Direito, indo servir no interior do Estado de Goiás. Com o passar do tempo, tornou-se Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, de que também foi Vice-Diretor. Juiz de Direito Aposentado. Mestre em Direito Agrário. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta, Conferencista. Especialista em Direito de Família, Direito Comercial, e Direito Agrário, além de Assessoria Jurídica. Durante muito tempo foi Juiz de Direito da cidade de Anápolis, interior goiano. Vinculado ao Departamento de Direito Privado, da Escola de Direito. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Goiano de Direito Agrário e Instituto dos Advogados de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Ultimamente, foi Diretor da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ BONIFÁCIO(José Bonifácio de Andrada e Silva, o Moço), de Bordéus, França, 08.11.1827(nasceu durante o exílio dos Andradas na França), escreveu, entre outros, ROSAS E GOIVOS(Poesias-1848), O BARÃO E O SEU CAVALO(Poema-1866), DISCURSOS PARLAMENTARES(1880), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Martim Francisco e Gabriela Frederica Ribeiro de Andrade. Sobrinho-Neto do Patriarca da Independência José Bonifácio. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Voltou para o Brasil ainda jovem. Em 1842, com 15 anos de idade, começou o curso secundário na Escola Militar, mas logo abandonou o projeto da carreira de armas, por motivos de saúde. Em 1853, com 26 anos, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Ensinou como substituto na Faculdade de Direito do Recife, entre 1854 e 1858. Em 1859, com 32 anos, foi para São Paulo, onde se consagrou como professor catedrático nas Arcadas Paulistas. Fez do ensino eficaz instrumento de pregação liberal, exercendo influência em discípulos como Rui Barbosa, Castro Alves, Afonso Pena, Salvador de Mendonça e Joaquim Nabuco. Deputado provincial (1860) e geral, por duas legislaturas (1861-68). Ministro da Marinha (1862) e do Império (1864) no Ministério Zacarias. Defendeu a descentralização administrativa, os ideais de uma burguesia romântica e progressista e o que, na linguagem parlamentar de então, se dizia a “soberania popular”. Eleito senador em 1879, foi um dos participantes da campanha abolicionista. Rejeitou, em 1883, a Presidência do Conselho, oferecida por D. Pedro II. Sua conduta política e seu ininterrupto contato com os discípulos tornaram-no o ídolo de toda a geração emancipadora, a que se filiaram Rui Barbosa, Castro Alves e Joaquim Nabuco. Enquanto orador, desejou ser a voz de todos os problemas do país: na campanha abolicionista, na oposição liberal e na Guerra do Paraguai. Poeta, professor, orador e político. Faleceu, repentinamente, em São Paulo, SP, em 26.10.1886, com 59 anos de idade. É o patrono da Cadeira 22, por escolha do fundador Medeiros e Albuquerque. Sua Cadeira 22, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo José Bonifácio) , Fundador Medeiros e Albuquerque, sendo também ocupada por Miguel Osório de Almeida, Luis Viana Filho e Ivo Pitanguy. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ BONIFÁCIO CEZAR RIBEIRO(Ver Zeca Tocantins).

JOSÉ BOSCO DE CARVALHO, Goiano, de Ipameri, l925, escreveu, entre outros, "FRAGMENTOS DA HISTÓRIA DE IPAMERI". Presidente da Associação Profissional das Empresas de Publicidade do Estado de Goiás. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Historiador, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Publicitário. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOI-MENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ BRITTO BARROS, de São Bento, Maranhão, 15.07.1930, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DO NAZARENO(Poemas-1966), CRIANÇADA, VAMOS RECITAR, "SERMÕES EM DESTAQUE"(2005), APASCENTA MEUS CORDEIROS, COMO LÍDER-VOCÊ ATRAI OU ESPANTA?, POEMAS PARA O SEU NATAL, SALVE JESUS-O NOSSO HERÓI DA PÁSCOA, MÃE DOCE MÃE IMORTAL, CARTA ABERTA AOS PAIS, FAVOS DE MEL(Meditações-2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Jaime Bacelar de Barros e Joana de Deus Britto Barros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1944, com 14 anos de idade, foi para a Escola Técnica de São Luiz, no Maranhão. Em 1953, com 23 anos, formou-se em Teologia pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife(Instituição em que o autor destas notas também estudou, só que em 1970). Em 31.10.1954, José Britto Barros foi ordenado Pastor Batista, na Primeira Igreja Batista de Fortaleza, no Ceará. Em 1961, com 31 anos de idade, casou-se com Altamira Barros, com quem teve os filhos Suely e Jadiel. Em 1966, na Vila Mariana, em São Paulo, foi Orador Oficial da Convenção Batista Brasileira. Foi Pastor nos Estados do Ceará, Amazonas, Piauí e Bahia. Em 1983, com 53 anos de idade, mudou-se para João Pessoa, na Paraíba, de onde recebe convites para proferir Conferências Religiosas. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Historiador, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. É mencionado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS, de Adrião Neto. Considerado um dos GÊNIOS DA ORATÓRIA EVANGÉLICA NACIONAL. Foi missionário da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, lotado em Ibotirama, Bahia, como Professor do chamado SEMINÁRIO DO SERTÃO. Aposentado, criou por volta de 1983, a CRUZADA ALGO MARAVILHOSO, de que é Conferencista, já tendo sido Pregador em todos os Estados brasileiros e também no Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. E-mail: prj33arros@ig.com.br É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ CAMPOS, de Coimbra, Minas Gerais, 11.12.l90l, dentre outros, escreveu, "VISÃO DO BRASIL ATUAL", "UM BRASILEIRO NA UNIÃO SOVIÉTICA", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de José Gomes de Campos e Luzia Gomes. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou em Cataguazes. Cursou a Faculdade Nacional de Direito do Rio de Janeiro, em 1931. Promotor Público de Goiás Velho, nomeado por Pedro Ludovico. Depois de ter sido Juiz Municipal de Rio Verde, tornou-se Juiz de Direito. Desembargador, em 25.09.1932. Presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, entre 1953 e 1954. Foi Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Casado com Claudemira Petra Campos, com quem teve vários filhos. Advogado, Professor. Escritor, Jurista, Ensaísta. Pesquisador, Conferencista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta, Intelectual. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Representante de Goiás em Congressos na Rússia e outros paises da Cortina de Ferro. Membro de diversas instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG e Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOIAZ, de Abel Soares de Castro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Após ter recebido o título de Cidadão Goianiense, por proposta do Vereador Nizo Prego, faleceu em Brasília, no dia 19.01.1994.

JOSÉ CÂNDIDO DE CARVALHO, de Campos, Estado do Rio, 05.08.1914, escreveu, entre outros, OLHA PARA O CEU, FREDERICO(Romance-1939), O CORONEL E O LOBISOMEM(Romance-1964), NINGUEM MATA O ARCO-IRIS(Crônicas-1972), DISCURSOS NA ACADEMIA(1976), NOTAS DE VIAGEM AO RIO NEGRO(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Bonifácio de Carvalho e Maria Cândido de Carvalho. Seus pais vieram de Trás-os-Montes, norte de Portugal e se fixaram em Campos de Goitacases, no Estado do Rio. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com oito anos de idade, em 1922, em virtude da doença do pai, morou algum tempo no Rio de Janeiro, quando trabalhou, como estafeta, na Exposição Internacional de 1922. Logo voltou a Campos, onde continuou a estudar em escolas públicas. Nas férias trabalhava como ajudante de farmacêutico, cobrador de uma firma de aguardente e trabalhador de uma refinação de açúcar. Na Revolução de 30, com 16 anos, trocou o comércio pelo jornal. Iniciou a atividade de jornalista na revisão de O LIBERAL. Entre 1930 e 1939, exerceu funções de redator e colaborador em diversos periódicos de Campos, como a FOLHA DO COMÉRCIO. Passou depois para o jornal O DIA, onde passou a comentar a política internacional, e ainda na GAZETA DO POVO e no MONITOR CAMPISTA. Admirador de Rachel de Queiroz e José Lins do Rego, começou a escrever, em 1936, o romance OLHA PARA O CÉU, FREDERICO!, publicado em 1939, pela Vecchi, na coleção "Novos Autores Brasileiros". Concluiu seus preparatórios no Liceu de Humanidades de Campos e formou-se Bacharel em Ciencias Jurídicas e Sociais, em 1937, com 23 anos, pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro. Passou a morar no Rio, em Santa Teresa, entrando para a redação de A NOITE, um jornal de quatro edições diárias. Como funcionário público, conseguiu um cargo de redator no Departamento Nacional do Café, mas ali ficou por pouco tempo. Em 1942, Amaral Peixoto, então interventor no Estado do Rio, convidou-o para trabalhar em Niterói, onde foi dirigir O ESTADO, um dos grandes diários fluminenses, e onde passa a residir. Com o desaparecimento de A Noite, em 1957, vai chefiar o copidesque de O CRUZEIRO e dirigir, substituindo Odylo Costa Filho, a edição internacional dessa importante revista. Somente 25 anos depois de ter publicado o primeiro romance, publicou, em 1964, pela Empresa Editora de O CRUZEIRO, o romance O CORONEL E O LOBISOMEM, uma das obras-primas da ficção brasileira, que teve imediatamente grande sucesso. A segunda edição saiu também pela empresa de O Cruzeiro. A partir de 1970, a Editora José Olympio passou a reeditar o romance, que em 1996 atingiu a 41a edição. Não demorou a ser publicado também em Portugal e ser traduzido para o francês e o espanhol. Obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira, e o Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil. Em 1970, com 56 anos, foi diretor da Rádio Roquette-Pinto, onde se manteve até 74, quando assumiu a direção do Serviço de Radiodifusão Educativa do MEC. Em 1975, foi eleito presidente do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. De 1976 a 1981, foi presidente da Fundação Nacional de Arte (Funarte), cargo para o qual foi convidado pelo ministro Nei Braga. De 1982 a 1983 foi presidente do Instituto Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (Rioarte). Estava escrevendo um novo romance, O REI BALTAZAR, que ficou inacabado. Jornalista, contista e romancista. Faleceu em Niterói, RJ, em 01.08.1989, com 75 anos de idade. Quinto ocupante da Cadeira 31, eleito em 23.05.1974, com 60 anos, na sucessão de Cassiano Ricardo e recebido pelo Acadêmico Herberto Sales em 01.10.1974. Sua Cadeira 31, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Pedro Luis, Fundador Guimarães Junior, sendo também ocupada por João Ribeiro, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo, José Candido de Carvalho, Geraldo França de Lima e Moacyr Scliar. Não é revferido no DICIONARIO BIOBIBLIOGRAFICO DE ESCRITORES CARIOCAS(1965), de J. S. Ribeiro Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ CÂNDIDO DE OLIVEIRA LEAL, de Floriano, Piauí, 11.05.l949, escreveu, entre outros, "NOSSOS POEMAS", sem dados biográficos no livro, junto com Petrônio Câmara. Militar da Aeronáutica, na Base Aérea de Anápolis, onde residiu por muitos anos. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Literato. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Evocado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Jornalista, Músico, Professor. Economista. Membro do Conselho Regional de Economia, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu na cidade de Floriano, Estado do Piauí, a 11 de maio de 1949. Filho de Manoel Geraldo de Oliveira e Manoelina Leal de Oliveira.
Por volta de 1955, iniciou o curso primário na cidade natal, no Grupo Escolar “Joana Leal”, terminando alguns anos depois na mesma escola.
Em 1960, matriculou-se no Colégio Primeiro de Maio de Floriano, onde concluiu o curso ginasial, em 1964.
Posteriormente, com a transferência da família para a cidade de Anápolis, no Estado de Goiás, retornou aos estudos.
Tornou-se aluno do Colégio Estadual “José Ludovico de Almeida”, em Anápolis, onde, por volta de 1968, terminou o curso científico.
No mesmo ano, publicou, juntamente com seu primo Petrôneo Câmara, o livro “Nossos Poemas”.
Fundou, junto com outros, o grupo “Jovens Intelectuais de Anápolis” que teve atuação marcante em 1969.
Classificou-se em Primeiro Lugar, no Primeiro e Segundo Festivais de Música Popular Brasileira de Anápolis, no Colégio Auxilium, entre 1970 e 71.
Entre 1974 e 76, conviveu com os Índios Nhambiquara, na região do Sararé, Mato Grosso, dedicando-se ao conhecimento linguístico dos mesmos.
No mesmo período, foi professor de Matemática, Ciências, História e Educação Física, no Colégio Evangélico de Mato Grosso, em Vila Bela.
Retornando a Anápolis, tornou-se professor do Instituto “Nossa Senhora do Carmo”, na área de Práticas Comerciais e Eletricidade.
Escreveu para diversos jornais, entre os quais, “Correio do Planalto”, “O Anápolis”, “Tribuna do Sul” (Floriano).
Fez curso de Economia na Universidade Nacional de Brasília(UNB).
Após concurso, vinculou-se à Aeronáutica, onde é 3º Sargento. Atualmente, reside em Brasília, onde é Professor do Centro Educacional Planalto.

JOSÉ CÂNDIDO PÓVOA, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 27.06.1949, escreveu, entre outros, POEMAS AZUIS(2004), com prefácio de Dídimo Heleno Povoa Aires, apresentação de Marco Vilas Boas e notas de orelha de Nilo Alves, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Pery e Stela. No antigo São José do Duro, hoje Dianópolis, no Colégio João D`Abreu, completou o curso primário e também o ginasial. Em 1967, quando tinha 18 anos de idade, mudou-se para Goiânia, ali residindo por vários anos. Casou-se com Maria Júlia, com quem teve os filhos Leonardo, Leandro e Juliana. De família ilustre de Dianópolis, tem como irmãos, Péricles, Celeste, Carmelita, Cilêde, Denise, Ivone, Maria Helena, Álvaro e Stela Maria. Seu irmão Alvaro(conhecido como Alvim) foi ASSESSOR DO DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA, no Tribunal de Justiça do Tocantins, em Palmas. Na Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, de Goiânia, terminou o curso de Direito, tornando-se Advogado. Foi Presidente da CASA DO ESTUDANTE DO NORTE GOIANO(CENOG), Seccional de Dianópolis, no fim da década de sessenta, quando se realizou o último Congresso daquela entidade, objetivando a criação do Estado do Tocantins. Durante cerca de 30 anos foi funcionário da SANEAGO(Saneamento de Goiás). Transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins. Com o passar do tempo, tornou-se Assessor Especial da Agência Estadual de Saneamento. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Literato. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Colaborador de muitos jornais e revistas, entre os quais, JORNAL DO TOCANTINS. Seu livro de poemas-POEMAS AZUIS-, de fina sensibilidade poética, revela o talento multiforme do autor e sua capacidade de produzir textos como “ UM POETA MORREU”. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ CAPUAL ALVES, de Araguari, Minas Gerais, 05.10.1951, escreveu, entre outros, “ESCREVENTE OFICIALIZADO” (2000), com prefácio de Sávio Renan Caldas Negreiros. Mudou-se com a família para Goiânia, ainda criança. Estudou no Colégio Estadual José Honorato e no Colégio Carlos Chagas. Em 1973, com 22 anos de idade, tornou-se Oficial de Justiça. Em 1985, bacharelou-se em Direito, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Em 1987, tornou-se Diretor da Divisão de Distribuição de Mandados. Em 1991, fez-se Diretor da Divisão de Recursos Humanos do Forum de Goiânia. Concluiu o curso de especialização em Direito Constitucional e Direito Administrativo, em 1993, na Academia de Polícia de Goiás. Depois de passar pelo gabinete do Desembargador Juarez Távora de Siqueira, como Assistente Executivo, galgou em 1997, a posição de Assessor Diretorial junto à Diretoria de Recursos Humanos do Tribunal de Justiça de Goiás, onde se aposentou, depois de 1999. Foi Coordenador de Controle Interno, do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás. Na Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, fez Pós-Graduação em Direito Civil e Processo Civil. Sócio de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Oficiais de Justiça, de que foi membro do Conselho de Ética.

JOSÉ CARDEAL DOS SANTOS, de Alto Parnaíba, Maranhão, 25.09.1938, escreveu, entre outros, “ASSUNTOS TOCANTINENSES E OUTROS TEMAS”, sem dados biográficos. Filho do Professor Boaventura Cardeal dos Santos e Eva Cerqueira dos Santos.

Casou-se, em 1969, com a pedagoga e educadora Darci Chaves Cardeal dos Santos, de alta estirpe, oriunda de Mineiros, interior goiano, com quem teve os filhos Flávia Chaves Cardeal, Advogada e José Cardeal dos Santos Filho, também Advogado. Dona Darci, como era chamada, faleceu e tem o seu nome perpetuado na Biblioteca da Fundação Cultural de Palmas.

Quanto a Cardeal, estudou as primeiras letras com o pai que era professor famoso, inclusive o primário. Por volta de 1940, a família transferiu-se para Novo Acordo, Norte Goiano, hoje Tocantins. Sua mãe faleceu, quando ele tinha 10 anos de idade. Continuou morando com o pai que, no entanto, faleceu, quando ele tinha 15 anos de idade, em 1953.

Viajou a pé de Novo Acordo para Gurupi, passando por Ponte Alta, onde tirou sua nova Certidão de Nascimento. Mudou-se para Goiânia, em 1955, onde começou o ginásio, só terminando, no entanto, em Pedro Afonso, Norte de Goiás, hoje Tocantins, em 1963.

De volta a Goiânia, começou o segundo grau no Liceu, mas só terminou no Instituto de Educação de Goiás, em 1967. Tornou-se Presidente da CENOG(CASA DO ESTUDANTE NORTE GOIANO), entidade idealizada pelo Padre Rui Rodrigues da Silva e fundada em 1960.

Na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, em 1971, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Em 1972, mudou-se para Gurupi, onde montou Escritório de Advocacia, aí permanecendo até 1983.

Foi Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Gurupi. Presidente da subseção da OAB, de Gurupi. Retornou a Goiânia, em 1984, no Governo de Iris Resende Machado para ocupar uma das diretorias da COHAB.

Com a formação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, mudou-se para Miracema, a Capital Provisória, em janeiro de 1989, tornando-se Procurador do Estado, função na qual se aposentou(em 2004), graças à interferência do Governador Marcelo Miranda.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Literato. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Intelectual, Idealista, Visionário. Advogado, Articulista, Historiador.

Foi fundador e primeiro presidente do Sindicato dos Advogados do Tocantins. Fundador e primeiro Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Tocantins. Atualmente(2000), é ASSESSOR DO DESEMBARGADOR DANIEL NEGRY, do Tribunal de Justiça do Tocantins.

Ultimamente (e a partir de 2003), passou a dedicar-se à advocacia e às atividades literárias e culturais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Na Academia Tocantinense de Letras é titular da Cadeira 08, cujo Patrono é Trajano Coelho Neto. Para ocupar esta Cadeira não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Juarez e Liberato), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Durante muito tempo foi orador oficial da Academia e hoje(2004) é seu Tesoureiro.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ CARLOS BRANDI ALEIXO, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 28.09.1932, escreveu, entre outros, A INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA(1970), O VOTO DO ANALFABETO(1982), O BRASIL E A AMÉRICA CENTRAL(1984), PEDRO ALEIXO-ITINERÁRIO DE UM LIBERAL(1986). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho do escritor Pedro Aleixo. Licenciou-se em Teologia, Filosofia e Letras Clássicas. Curso de Mestrado e Doutorado em Ciência Política. Encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Diretor do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais. Professor da Universidade de Brasília(UNB). Diretor da Faculdade de Estudos Sociais Aplicados, da UNB. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Literato. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Academia Mineira de Letras, Associação Nacional de Escritores, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Participante de diversas coletâneas, dentre outras, LA PACE IN AMERICA LATINA(1987), DOCTRINA SOCIAL DE LA IGLESIA EM AMERICA LATINA(1992). Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ CARLOS DA FONSECA, de São José do Calçado, Espírito Santo, 21.07.1931, escreveu, entre outros, DISCURSOS PARLAMENTARES(1975), TEMPO DE SONHO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1970. Jornalista, Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Diretor do Instituto Brasileiro do Café. Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal e Academia Espírito-Santense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA, de Olinda, Pernambuco, 06.08.1948. Com um mês de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro. Filho de Manoel Francisco de Almeida e Edite Viana de Almeida. Ele, oficial da Marinha Mercante, transferiu-se para o Rio, para salvar o José Carlos, sobrevivente do parto de gêmeos. Até os 17 anos, no Rio, engraxou sapatos, vendeu “pipa” e refresco nos campos de futebol. Cursou o primário, ginásio e científico. Em 1966, com 18 anos de idade, tornou-se estagiário da RADIO DIFUSORA AM, de Duque de Caxias, como operador de áudio e depois locutor. Prestou serviço militar na Aeronáutica(Base Aérea do Galeão), no Departamento de Telecomunicação até 1969. Tornou-se estudante de Comunicação Social, habilitando-se em Jornalismo e depois em Publicidade e Propaganda. Trabalhou nas revistas O CRUZEIRO e MANCHETE e nos jornais O PAÍS, FOLHA CARIOCA e JORNAL DA BAIXADA. Também na TV CONTINENTAL, TV RIO, TV EXCELSIOR e ainda na RADIO CONTINENTAL, RADIO TAMOIO e RADIO DIFUSORA DE CAXIAS. Em 1981, com 33 anos, saiu do Rio de Janeiro e foi para São Paulo, Rondônia, Amapá e Brasília, trabalhando em jornais, rádio e assessoria política. Em março de 1990, com 42 anos, foi para Cristalândia(antigo ASPIRIM), no Tocantins, passando a trabalhar na Rádio Cristal AM. No ano seguinte, mudou-se para Miracema do Tocantins, passando a trabalhar na Radio Anhanguera e depois na Rádio Cultura AM. Em maio de 1992, fundou o jornal MIRA JORNAL. Em 1993, a convite do Governo Avelino, foi para Palmas, dirigir a COMUNICATINS, então constituída da TV Palmas, Gurupi e Aratins(Araguaína). No ano de 2000, com 52 anos, recebeu da Câmara Municipal de Miracema, o titulo de CIDADÃO HONORÁRIO. Seu jornal MIRA JORNAL era impresso na gráfica do Correio Braziliense, em Brasília e recebeu destaque no jornal da ANJ(Associação Nacional de Jornais). José Carlos de Almeida é estudado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Seu jornal não é referido no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Apesar de sua importância, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente mencionado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ CARLOS DE ALMEIDA AZEVEDO, de Salvador, Bahia, 11.01.1932, escreveu, entre outros, MECÂNICA CLÁSSICA(1972), ELETRODINÂMICA CLÁSSICA(1976), OMISSÃO NA UNIVERSIDADE(1976), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia Nuclear e Naval. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Professor do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas. Foi Diretor do Instituto de Pesquisas da Marinha. Foi Reitor da Universidade de Brasília(UNB). Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


JOSÉ CARLOS DE FREITAS, de Guarabira, Paraíba, 21.07.1954, escreveu, entre outros, DOZE CARTAS DE ISRAEL(1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mudou-se para Brasília em 1987. Como militar, trabalhou como auxiliar do Adido das Forças Armadas em Israel. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ CARLOS DE LIMA VAZ(DOM), de Ouro Preto, Minas Gerais, 1928, escreveu, entre outros, “SEGUNDO O ESPÍRITO”(1995), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Foi para o Noviciado dos Jesuítas, em Nova Friburgo, em 1944. Deslocou-se para Camillos, na Espanha, onde se ordenou Sacerdote em 15.07.1957. Retornando da Espanha, fez curso de Química, na Universidade de São Paulo(USP). Entre 1963 e 73, dirigiu a Escola Técnica de Eletrônica de Santa Rita do Sapucaí, em Minas Gerais. Tornou-se Reitor da Universidade Católica de Goiás, em 1974. Foi Vice-Reitor da PUC, Rio de Janeiro, em 1980. Sagrado Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, em 07.03.1987. Com o passar do tempo, tornou-se Bispo de Petrópolis, no Rio de Janeiro. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

JOSÉ CARLOS GENTILI, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, 30.05.l940, autor de vários livros, destacando-se, “TEMPOS DE VERSOS”(1983), “A DUQUEZINHA DE GOIÁS” (ENSAIO-1994)“CULTURA DE ALPENDRE”, “PROJETO AMANHÔ, “VÔO SIDERAL” (POEMAS-1991), “OS BICENTENÁRIOS DA INCONFIDÊNCIA MINEIRA E DA REVOLUÇÃO FRANCESA”, “QUINTAL DO UNIVERSO” (POEMAS-1996), “GALO DO APOCALIPSE” (POEMAS-1985), este, com prefácio de José Dilermando Meireles. Advogado em Anápolis, onde também se formou em Direito, na Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Empresário, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Orador, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Integrante, como Tenente, da Guarda Especial de Brasília(GEB), posteriormente, Polícia Militar do Distrito Federal. Tornou-se, por Concurso Público, Delegado do Departamento de Polícia Federal. Relembrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presidente da Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Federação das Instituições Culturais de Anápolis e Grande Loja de Brasília, de que foi Grão- Mestre. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, a 30 de maio de 1940. Após o curso primário na cidade natal, terminou o ginásio em 1955.
Concluiu o científico em 1958. No ano seguinte, iniciou o curso de Análise Matemática.
Transferiu-se para Brasília. Oficial do Exército Brasileiro, 2º Ten/ R-2, Arma de Cavalaria, em 1961. Funcionário Público Federal, Inspetor da Polícia Federal.
Em Anápolis, tornou-se aluno da Faculdade de Direito, bacharelando-se em 1972. Recém formado, foi também Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA).
Ainda na “Manchester Goiana”, estabeleceu banca de advocacia, o mesmo ocorrendo em Goiânia e Brasília.
Fez diferentes cursos na Academia Nacional de Polícia, além de vários cursos de extensão universitária.
Em 1966, estudou no exterior, concluindo os seguintes cursos: International Police Academy Course, Washington DC, USA. English Course, Georgetown University, Washington DC, USA.
Em 1962, foi Diretor da Colônia Correcional Agrícola da Papuda, Distrito Federal. Foi Secretário Executivo da Academia Nacional de Polícia, em João Pessoa, Paraíba.
Diretor-Substituto da Divisão de Ordem Política e Social, de Brasília, DF.
Professor da Academia Nacional de Polícia, em Brasília, DF.
Visitou diferentes países, destacando-se, Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Alemanha, Bélgica, Grécia, Itália, Suíça, além de muitos outros.
Defendeu a tese “O Contrabando no Brasil”, no curso da Academia Internacional de Polícia, em Washington.
Elaborou apostilas para a Academia Nacional de Polícia. Foi Delegado do Brasil no Simpósio sobre Informática realizado em Paris, França, em 1972.
Seus trabalhos literários estão publicados em jornais, livros e revistas.
Publicou o livro de poesias “TEMPOS DE VERSOS”, em 1983, com caricatura de Jorge Braga, notas de Roberto Pimentel e apresentação de Gabriel Nascente.

JOSÉ CARLOS LIBÂNEO, de Angatuba, Estado de São Paulo, l945, escreveu, entre outros, “ACELERAÇÃO ESCOLAR-ESTUDOS SOBRE EDUCAÇÃO DE ADOLESCENTES E ADULTOS”(TESE DE MESTRADO), “DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA”(A PEDAGOGIA CRÍTICO-SOCIAL DOS CONTEÚDOS), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi Professor do Colégio Carlos Chagas de Goiânia e de vários outros Estabelecimentos de Ensino no Estado. Docente da Universidade Católica de Goiás. Professor da Faculdade de Educação, da Universidade Federal. Doutor em Filosofia e História da Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(PUC). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos pedagógicos. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UCG e Associação Brasileira de Estudos Pedagógicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ CARLOS MOURA LEITÃO, de Novo Acordo, Goiás, hoje Tocantins, 21.08.1949, escreveu, entre outros, “TOCANTINS, EU TAMBÉM CRIEI”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de José Leitão de Oliveira e Eliacena D`Abreu Moura Leitão. Seu avô, José Rosa de Moura nasceu em Brotas de Macaúbas, na Bahia, bem como seu bisavô Zacarias Rosa de Moura. Brotas de Macaúbas é a região, onde também nasceu o autor destas notas, mais precisamente Ipupiara, antigo Fundão ou Jordão de Brotas. Seu irmão Eliano Moura Leitão(Lito) é Prefeito Municipal de Novo Acordo. Seu tio, José de Moura Filho é o atual Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Quanto a José Carlos Leitão, após os estudos primários em sua terra natal, onde sua mãe era professora, mudou-se para Goiânia, alí realizando os demais estudos. Participou da Casa do Estudante do Norte Goiano (CENOG), até que a mesma fosse extinta pela Revolução de 1964. Formou-se em Jornalismo. Com o advento de Brasília, para lá se transferiu, tornando-se empresário do ramo de publicidade e comunicação social. Na Capital Federal, trabalhou no Correio Braziliense, no Ministério das Relações Exteriores e foi Diretor da Casa de Goiás. Dirigiu o Grupo Brasileiro de Propaganda. Quando da campanha pela criação do Tocantins, foi Fundador e Presidente, em Brasília, da Comissão de Estudo dos Problemas do Norte Goiano (CONORTE). Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.11.1988, voltou a Porto Nacional, onde instalou a primeira Rádio FM(Imperial FM), bem como a primeira Televisão privada em Palmas(TV Real). Jornalista, Comunicador Social, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Idealista. Visionário, Memorialista, Educador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho de Turismo do Distrito Federal, Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal e Sindicato das Agências de Publicidade, de que foi Fundador e Presidente. Atualmente(2000), é Diretor Proprietário da JCL BRASIL PUBLICIDADE e edita a Revista COMUNICAÇÃO SOCIAL. Por dois anos consecutivos, foi eleito “PUBLICITÁRIO DO ANO”, na Capital Federal. Mencionado em todos os livros que tratam da história da criação do Estado do Tocantins, entre os quais, BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, de Otávio Barros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ CARLOS PELIANO, de Juíz de Fora, Minas Gerais, 02.06.1948, escreveu, entre outros, “PASSAGEM DE NÍVEL”, “FACA NO AR”, “TETRAEDRO”, “ÁGUAS EMENDADAS”, “VADANDORA”, “OS PIRINEUS E OUTROS EUS”(POEMAS DEDICADOS ÀS JANELAS DE PIRENÓPOLIS, GOIÁS), este, com prefácio de Bernardo Elis Fleury de Campos Curado e fotografias do fotógrafo profissional Roberto Castelo, sem dados biográficos nos livros. Curso de Mestrado e Doutorado na área de Economia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Pensador, Intelectual. Cronista, Contista, Produtor Cultural. Ativista, Educador, Literato. Administrador, Conferencista, Ficcionista. Detentor de diferentes prêmios, entre os quais, PRÊMIO JORGE DE LIMA, da União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro. Seu livro deu origem ao filme JANELA PARA OS PIRINEUS, do mineiro Armando Lacerda, em homenagem à cidade goiana de Pirenópolis que é cercada pela Serra dos Pirineus. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Economistas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ CARLOS RIBEIRO DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 15.11.1969, escreveu, entre outros, “O SOM SECULAR DO CARMO”(CANTIGAS POPULARES), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Ivany Coeli Leal Coragem e notas de orelha de Zacarias Martins. Seu livro seguiu os passos da professora da Universidade de Campinas, em São Paulo, Marta Silva Campos que, depois de ter residido em Porto Nacional, publicou em 1988, o livro ilustrado “AS FESTAS DO CARMO”, tendo sido a pioneira do folclore tocantinense. Quanto a José Carlos, após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em vários outros lugares. Durante muito tempo viveu em Monte do Carmo. Professor e Músico. Pós-Graduado em Gestão e Ensino, pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas de Gurupi(FAFICH). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Detentor do Prêmio 4º Congresso Brasileiro de Arteterapia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Aluno do Curso de Especialização em Educação de Jovens e Adultos, na Universidade de Brasília. Professor da Escola SESI de Gurupi e do Curso Normal Superior, da UNITINS. Integrante da Banda de Música da Polícia Militar do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via internet, em 2002.

JOSÉ CORREIA DE SEIXAS, Mineiro, de Barbacena, l760, escreveu, entre outros, "MEMÓRIA SOBRE A CAPITANIA DE GOIÁS"(l80l), sem dados biográficos no livro. Foi Vereador de Vila Boa, Goiás Velho, onde viveu desde a juventude. Professor primário com vinte e dois anos de idade. Escritor, Docente, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Político. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no ALMANACH DA PROVÍNCIA DE GOYÁZ(1886), de A. J. Costa Brandão. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ CRUCIANO DE ARAÚJO, Goiano, de Goiás Velho, 31.01.l929, escreveu, entre outros, "TRÊS CONTOS QUE NÃO SÃO DE RÉIS". Publicou também “POESIA QUASE COMPLETA DE LEO LYNCE”. Filho de Cylleneo Marques de Araújo Valle (LEO LYNCE) e de Maria Reis Gonçalves de Araújo. Bacharelou-se em Farmácia e Direito. Professor da Faculdade de Direito e do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, de que também foi Reitor. Advogado, Jornalista, Fazendeiro. Ensaísta, Contista, Cronista. Pesquisador, Professor, Literato. Escritor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Foi Deputado Federal. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro O CONTO BRASILEIRO EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Faleceu em Goiânia, em 2001. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DA CUNHA BASTOS JÚNIOR, Goiano, de Morrinhos, 12.10.l9ll, escreveu, entre outros, "LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS". Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA) e da Faculdade de Ciências Econômicas da Universidade Estadual de Anápolis(UNIANA). Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Historiador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Advogado. Incorporado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE). Ministro Evangélico Batista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos históricos. Foi membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, Cadeira 09, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e religiosas, entre as quais, Ordem dos Ministros Batistas do Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Morrinhos, Goiás, a 12 de outubro de 1911. Cursou o Primário em escola particular e o Secundário na Escola Normal da cidade natal.
Bacharel e Licenciado em Geografia e História pela Faculdade de Filosofia de Goiás. Bacharelou-se em Direito pela Faculdade de Direito da UFG.
Em 1930, foi tipógrafo do Correio Oficial do Estado. Ainda em Morrinhos, em 1933, tornou-se Diretor da Escola Complementar.
Escrevente juramentado do Cartório do 2º Ofício. Agente Municipal de Estatística de Ipameri. No dia 21.07.1939, em Ipameri, Goiás, José da Cunha Bastos Júnior foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor através da instrumentalidade do missionário norte-americano Daniel Crosland.
O Pastor Bastos como era conhecido, antes de ser Pastor, foi batizado juntamente com sua esposa Leonor, pelo missionário Daniel Frank Crosland na Primeira Igreja Batista de Goiânia, em 01.12.1938, mas morava mesmo em Ipameri. Em 01.12.1939, o Pastor José da Cunha Bastos Júnior assumiu o pastorado da Primeira Igreja Batista de Ipameri, onde permaneceu por 7(sete) anos até 1946.
Diretor do Colégio Estadual José Ludovico de Almeida, de Anápolis, em 1963.
Inspetor Regional de Estatística de Goiás, foi também Vice-Diretor da Faculdade de Direito de Anápolis, por vários anos.
Fez diversos cursos de especialização na área de Geografia, sob o patrocínio do IBGE. Foi professor em muitas cidades de Goiás.
Escreveu, entre outros trabalhos, “Lineamentos de Deontologia Jurídica”. Foi gerente do jornal “Morrinhos”, em 1933.
Fundou e dirigiu o jornal “O Rebate”, em Goiás Velho, no ano de 1927. Por vários anos foi diretor do jornal “O Batista Goiano”.
Casado com Leonor Castro de Bastos, é pai de seis filhos.
Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras é Titular da Cadeira nº 09, cujo Patrono é Zoroastro Lima Artiaga.
Ministro Evangélico, exerceu o pastorado em algumas igrejas, inclusive na Segunda Igreja Batista de Anápolis.
Tem sido Professor em diversas escolas superiores, entre as quais, Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, Faculdade de Ciências Econômicas e Faculdade de Direito de Anápolis.
Ao falecer na “Manchester Goiana”, deixou uma biblioteca repleta de livros e jornais raríssimos, de que era colecionador. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DA CUNHA NOGUEIRA, de Corrente, Piauí, l946, escreveu, entre outros, "MANUAL ELEITORAL", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Luiz Soyer e apresentação de Nion Albernaz. Auditor Geral da Prefeitura Municipal de Goiânia. Foi Presidente da Junta Comercial do Estado de Goiás(JUCEG). Atualmente(2000), reside em Palmas, Tocantins, onde mantém um movimentado Escritório de Advocacia, atuando em todas as áreas do Direito. Escritor, Ensaísta Pesquisador. Conferencista, Orador, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Memorialista, Intelectual, Advogado. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Coordenadoria Jurídica do PMDB de Goiás e de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro DOSSIÊ DE GOIÁS-UM PERFIL DO ESTADO E SEUS MUNICÍPIOS, de Antônio Moreira da Silva. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ DA VEIGA JARDIM NETTO(Ver VEIGA NETTO).

JOSÉ DÁFICO ALVES, Goiano, de Nova Veneza, l937, escreveu, entre outros, "MATERIAIS DE CONSTRU-ÇÃO", "MANUAL DE TECNOLOGIA DO CONCRETO", sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Civil. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA), além de outras instituições nacionais. Especialista em Estruturas, Análise Estrutural, Projetos e Construção de edifícios comerciais e residenciais. Vinculado ao Departamento de Estruturas, da Escola de Engenharia, da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos, entre os quais, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DAMIÃO TRINDADE ROCHA, de Bragança, Pará, 03.09.1968, escreveu, entre outros, “TRANSVERSALIDADE ACADÊMICA- A VIDA PROFISSIONAL ENTENDIDA EM SUA COMPLEXIDADE MULTIFACETADA”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Trata-se de um conjunto de trabalhos elaborados pelos alunos do curso de pedagogia da cidade de Tocantinópolis, focalizando diferentes facetas da Educação. Professor da Universidade do Tocantins (UNITINS), no Curso de Pedagogia, do Campus de Tocantinópolis. Filho de José Nogueira Rocha e Jacira Trindade Rocha. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso ginasial e formou-se Técnico em Contabilidade. Licenciado em Pedagogia pela Universidade do Amazonas (UNAMA). Curso de Pós-Graduação em ENSINO SUPERIOR, pela mesma universidade. Durante algum tempo foi funcionário da Loja de Departamento MESBLA. Tornou-se Professor da Universidade do Estado do Pará. Esteve vinculado à Prefeitura Municipal de Ananindeua, no Pará. Trabalhou na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM), como Técnico em Assuntos Educacionais. Mudou-se para o Estado do Tocantins, tornando-se Professor da Universidade do Tocantins (UNITINS), no Campus de Tocantinópolis, onde desenvolve suas atividades professorais e literárias. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ DE ALENCAR(José Martiniano de Alencar), de Mecejana, Ceará, 01.05.1829, escreveu, entre outros, O GUARANI(Romance-1857), CINCO MINUTOS(Romance-1860), A VIUVINHA(Romance-1860), LUCIOLA(Romance-1862), DIVA(Romance-1864), A PATA DA GAZELA(Romance-1870), SENHORA(Romance-1875), O SERTANEJO(Roamce-1876), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Martiniano de Alencar e de Ana Josefina de Alencar. Seu pai foi Padre e depois Senador. O pai de José de Alencar, o José Martiniano quando era Seminarista no Crato, Ceará, passou quatro anos preso em Salvador, Bahia, juntamente com sua mãe Bárbara de Alencar, por ter aderido ao movimento revolucionário irrompido em Pernambuco. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Entre 1837 e 1838, quando tinha 9 anos de idade, em companhia dos pais, viajou do Ceará à Bahia, pelo interior. Transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro, onde o pai desenvolvia carreira política como Senador. Freqüentou o Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, com 15 anos, foi para São Paulo. Terminou o curso preparatório e matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo. No ano de 1847, resolveu fazer o terceiro ano na Faculdade de Direito de Olinda, em Pernambuco. Voltou, no entanto, para São Paulo, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1850, com 21 anos de idade. Em 1851, foi para o Rio de Janeiro, começando a advogar e a colaborar no jornal CORREIO MERCANTIL, convidado por Francisco Otaviano de Almeida Rosa, seu colega de Faculdade. Passou a escrever para o JORNAL DO COMMERCIO, do Rio de Janeiro, os folhetins que, em 1874, reuniu sob o título de AO CORRER DA PENA. Foi Redator-chefe do DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO em 1855. Filiado ao Partido Conservador, foi eleito várias vezes Deputado Geral pelo Ceará. De 1868 a 1870, foi Ministro da Justiça. Pretendeu ser Senador, mas não conseguiu. Desgostoso com a política, passou a dedicar-se exclusivamente à literatura. A sua notoriedade começou com as CARTAS SOBRE A CONFEDERAÇÃO DOS TAMOIOS, publicadas em 1856, com o pseudônimo de Ig, no DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO, nas quais critica veementemente o poema épico de Domingos Gonçalves de Magalhães, favorito do Imperador e considerado então o chefe da literatura brasileira. Estabeleceu-se, entre ele e os amigos do poeta, apaixonada polêmica de que participou, sob pseudônimo, o próprio Pedro II. A crítica por ele feita ao poema denota o grau de seus estudos de teoria literária e suas concepções do que devia caracterizar a literatura brasileira, para a qual, a seu ver, era inadequado o gênero épico. Optou, ele próprio, pela ficção, por ser um gênero moderno e livre. Ainda em 1856, publicou o seu primeiro romance CINCO MINUTOS. Em 1857, publicou O GUARANI, que lhe deu grande popularidade. Daí para frente escreveu romances indianistas, urbanos, regionais, históricos, romances-poemas de natureza lendária, obras teatrais, poesias, crônicas, ensaios e polêmicas literárias, escritos políticos e estudos filológicos. A parte de ficção histórica, testemunho da sua busca de tema nacional para o romance, concretizou-se em duas direções: os romances de temas propriamente históricos e os de lendas indígenas. Por estes últimos, José de Alencar incorporou-se no movimento do indianismo na literatura brasileira do século XIX, em que a fórmula nacionalista consistia na apropriação da tradição indígena na ficção, a exemplo do que fez Gonçalves Dias na poesia. Em 1866, Machado de Assis, em artigo no DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO, elogiou calorosamente o romance Iracema, publicado no ano anterior. José de Alencar confessou a alegria que lhe proporcionou essa crítica em COMO E PORQUE SOU ROMANCISTA, onde apresentou também a sua doutrina estética e poética, dando um testemunho de quão consciente era a sua atitude em face do fenômeno literário. Machado de Assis sempre teve José de Alencar na mais alta conta e, ao fundar-se a Academia Brasileira de Letras, em 1897, escolheu-o como patrono de sua Cadeira. Advogado, jornalista, político, orador, romancista e teatrólogo. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12.12.1877, com 48 anos de idade. É o patrono da Cadeira 23, por escolha de Machado de Assis. Sua Cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, José de Alencar), Fundador Machado de Assis, sendo também ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DE ALMEIDA GUEDES, de Juiz de Fora, Minas Gerais, 1957, escreveu, entre outros, “VIDA DE UM SONHADOR”, sem dados biográficos no livro. Residente em Anápolis, Goiás, onde trabalha como Engenheiro. Formado em Engenharia, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DE ALMEIDA VASCONCELOS SOVERAL E CARVALHO, de Lisboa, Portugal, 1738, escreveu, entre outros, “O ESTADO POLÍTICO, FINANCEIRO E MILITAR DA CAPITANIA DE GOYAZ”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos superiores em sua terra natal, foi nomeado Governador da Capitania de Goiás, com 32 anos de idade, em 11.10.1770. Sua nomeação foi feita pelo Rei de Portugal, Dom José I, por indicação do Marquês de Pombal. Depois de resolver os seus problemas particulares, só conseguiu sair de Lisboa em janeiro de 1772. Chegou em Goiás Velho(Vila Boa), no dia 24.7.1772, assumindo oficialmente o Governo da Capitania de Goiás em 26.7.1772. Escreveu também “DEMARCAÇÃO DOS JULGADOS DA CAPITANIA DE GOYAZ”. Dividiu a Capitania em DISTRITOS, a saber: Distrito de Vila Boa, Crixás, Pilar, Traíras, São Felix, Conceição, Natividade, Arraias, Cavalcante, Santa Luzia, Meia Ponte, Santa Cruz e Rio das Velhas. Quando Governador da Capitania de Goiás, fez viagem de estudos ao território do atual Estado do Tocantins, antigo norte goiano, visitando cidades como Arraias, Natividade, Monte do Carmo. Permaneceu como Governador da Capitania de Goiás até 29.7.1777, quando foi recolhido à Corte, sendo substituído por Antonio José Cabral de Almeida, a quem encaminhou substancial relatório de sua administração. Tornou-se depois BARÃO DE MOSSÂMEDES. Sobre ele escreveu José Martins Pereira de Alencastre, no livro “ANNAES DA PROVÍNCIA DE GOYAZ”, de 1864, quando Governador da dita Província em 1861. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ DE MIRANDA PINTO, Carioca, do Rio de Janeiro, 1898. Filho de Francisco de Miranda Pinto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Quando tinha 30 anos de idade, em 1928, foi para os Estados Unidos, onde fez o curso de Bacharel em Artes(Colegial), no William Jewell College. Nos anos seguintes, fez o Bacharel em Teologia, em Filadélfia, no Eastern Baptist Theological Seminary. Em 1934, com 36 anos, voltou para o Brasil. Foi consagrado ao ministério batista e tornou-se Pastor da Igreja Batista do Méier, no Rio de Janeiro. Foi membro da Junta do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil. Como não conseguiu criar neste seminário um curso noturno para dar oportunidade àqueles que trabalhavam durante o dia, resolveu levar a sua Igreja do Méier a fundar o Seminário Teológico Batista Betel. Para sustentar o Seminário e o Abrigo, fundou a Associação Evangélica da Fé. Entre os pastores que se formaram no Seminário Betel, destacam-se: Alcides Teles de Almeida, Éber Vasconcelos, Irland Pereira de Azevedo, etc. Durante 30 anos, até 1964, foi Pastor da Igreja Batista do Méier. Afastou-se para cuidar do Seminário que passou a ter sede própria. Por cerca de 25 anos, foi Presidente da Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira. Quando faleceu em 1967, com 69 anos, no Rio de Janeiro, foi substituído na direção do Seminário Betel por sua esposa Tabita Kraule de Miranda Pinto. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DE MORAES, de Filadélfia, Goiás, hoje Tocantins, 07.02.1925, escreveu, entre outros, “PARAÍSO DO TOCANTINS E SEUS FUNDADORES”(EM CORDEL). Publicou também “DADOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS E ALGUNS DE SEUS MUNICÍPIOS”, “GUIA PRÁTICO DO VEREADOR E AMENIDADES LITERÁRIAS”, todos sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, peregrinou por várias cidades brasileiras. Como político, foi Prefeito Municipal de Pium, em Goiás, hoje Tocantins. Cordelista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem Brasileira dos Poetas da Literatura de Cordel. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ DE MOURA FILHO, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 14.06.1946, escreveu, entre outros, “A INSTALAÇÃO DOS CURSOS JURÍDICOS NO BRASIL”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho do segundo casamento de José Rosa de Moura, baiano, de Brotas de Macaúbas, com Maria Emília. Na região de Brotas de Macaúbas, nasceu o autor destas notas, mais precisamente em Ipupiara, antigo Fundão ou Jordão. Seu avô, Zacarias Rosa de Moura, também nasceu em Brotas de Macaúbas, antigo Distrito de Xique-Xique, Bahia, em 1872, tendo sido convocado para a “Guerra de Canudos”, de Antonio Conselheiro, em 1893, onde permaneceu até o fim do movimento em 05 de outubro de 1897. Seu pai, José Rosa de Moura, nascido em Brotas de Macaúbas, na Bahia, em 14 de fevereiro de 1892, veio para Arraias em 1909, tendo sido INTENDENTE em 1922, de onde se transferiu para Pedro Afonso, já como Tesoureiro da Inspetoria da Fazenda. Quanto a José de Moura Filho(que deveria ter sido registrado José Rosa de Moura Filho), após os estudos primários em sua terra natal, tornou-se servidor da Justiça, na função de Escrivão do Crime da Comarca de Pedro Afonso. Ainda na condição de estudante, transferiu-se para Goiânia, como Titular da Escrivania da Assistência Judiciária. Matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, tornando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Após concurso público, fez-se Juiz de Direito, passando a servir em várias Comarcas do interior, vindo finalmente para Pedro Afonso, de onde foi promovido para a Comarca de Terceira Entrância de Miracema do Norte. Criado o Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05 de outubro de 1988, foi nomeado DESEMBARGADOR DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. Com a morte da esposa Gildene, com quem teve vários filhos, casou-se, pela segunda vez, com Maria Edite, estudante de Direito, com quem tem também alguns filhos. Além de Corregedor-Geral da Justiça, foi também Presidente do Tribunal Regional Eleitoral e, atualmente(2000), PRESIDENTE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO TOCANTINS. Em 1999 e até 2001, passou a ocupar o cargo de Chanceler do Colar do Mérito Judiciário. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ DE RIBAMAR FIQUENE, de Itapecuru-Mirim, Maranhão, 27.12.1930, escreveu, entre outros, “DO JURI POPULAR NO BRASIL”, “A GRAMÁTICA E A LINGUA PORTUGUESA”, “REFLEXÕES AFIRMATIVAS DO IDIOMA PÁTRIO”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Na década de 1970, com 40 anos de idade, foi Juiz de Direito de Imperatriz. Participou da Comissão da Instalação da Biblioteca Publica de Imperatriz, designado pelo Prefeito Renato Moreira. Em 1972, escreveu a letra e a musica do Hino de Imperatriz, escolhido em Concurso Publico. Na década de 1980, foi Prefeito de Imperatriz. Eleito Vice-Governador de Edson Lobão, assumiu o cargo de Governador do Maranhão, entre 02.04.1994 a 01.01.1995. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 19, tendo como Patrono Amaral Raposo-José Raposo Gonçalves da Silva Amaral(1906-1976). É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DE SOUZA FREITAS, de São Luís, Maranhão, l939, escreveu, entre outros,"NEUROLEPTANALGESIA PRÉ-ANESTÉSICA E INDUTIVA-ANESTESIA PELO ETRANE NO CÃO"(TESE DE MESTRADO). Professor de Cirurgia da Escola de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Médico Veterinário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Docente do Departamento de Clínica da Escola Veterinária da UFG. Especialista em Medicina Veterinária, Cirurgia e Radiologia. Vinculado ao Departamento de Clínica, da Escola de Veterinária, da UFG. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Medicina Veterinária, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos médicos. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DE SOUZA MARQUES, Carioca, do Rio de Janeiro, 29.03.1894, escreveu, entre outros, PENSAMENTOS PARA VOCÊ PENSAR(1963), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1918, com 24 anos de idade, sendo já professor, matriculou-se no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, concluindo o curso de Bacharel em Teologia, em 1922. Foi consagrado ao ministério batista, tornando-se Pastor de uma igreja no Estado do Paraná. Voltou ao Rio de Janeiro e foi trabalhar com o Dr. Shepard, como secretário do Colégio Batista. Adquiriu muita experiência e resolveu fundar a sua própria Escola Primária. Esta escola cresceu e se tornou Ginásio. Adquiriu propriedades em Cascadura, no Rio. Transformou o ginásio em Colégio. Com o passar do tempo, o Colégio cresceu e se tornou a hoje chamada FUNDAÇÃO EDUCACIONAL SOUZA MARQUES, com cursos de Medicina, Engenharia, Química, Letras, etc. Souza Marques foi Pastor de várias igrejas, entre as quais, Realengo, Osvaldo Cruz, Engenho Novo, etc. Foi Presidente, em diversas ocasiões, da Convenção Batista Carioca. Em 1935, com 41 anos de idade, foi Presidente da Convenção Batista Brasileira. Foi Vereador no Rio de Janeiro. Foi também Deputado Estadual. Como jornalista fundou uma revista e um jornal. Faleceu no Rio de Janeiro em 1974, com 80 anos, na condição de Deputado Estadual. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DE SOUZA PORTO, de Posse, Goiás, 11.04.1905, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO A PEDRO AFONSO”, sem dados biográficos. Filho de Joaquim de Souza Porto e Maria Augusta de Souza Porto.

Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se, na década de 1920, para Goiás Velho, onde concluiu o secundário e começou o curso de Odontologia. Depois de fazer o serviço militar em Campo Grande, Mato Grosso, retornou a Vila Boa, onde concluiu o curso, tornando-se odontólogo em 05.12.1930.

Ainda em Goiás Velho, foi Inspetor de Educação Primária, quando visitou todas as cidades do Norte de Goiás, entre elas, Natividade, Porto Nacional, etc.

Transferiu-se definitivamente para Pedro Afonso, em 19 de março de 1935, como Diretor da Inspetoria da Fazenda. Em 1947, foi eleito Deputado Estadual pela primeira vez, passando a ser chamado de VICE-REI DO NORTE.

Casou-se em 1947, com Regina de Souza Porto, com quem teve vários filhos. Deputado Estadual por três outras legislaturas, mas sempre representando o Norte de Goiás, hoje Tocantins.

Numa dessas ocasiões, como Presidente da Assembléia Legislativa de Goiás, ocupou o cargo de Governador do Estado, por mais de quarenta dias, transferindo depois a Pedro Ludovico, eleito em 03.10.1950.

Foi o autor da lei que instituiu o aumento de “um terço”, para efeito de aposentadoria, no tempo de serviço do funcionário estadual que trabalhasse no Norte de Goiás.

Em 1959, no Governo de José Feliciano Ferreira, foi Secretário da Agricultura. No Governo de José Ludovico de Almeida, foi representante do Norte de Goiás, na SPVEA, atual SUDAM.

Terminou sua carreira política como Prefeito de Pedro Afonso, em 31.01.1966, cidade que era considerada até então, CAPITAL ADMINISTRATIVA DO NORTE DE GOIÁS. Como funcionário estadual aposentado, morreu em Pedro Afonso, em 11 de abril de 1984, com 78 anos de idade.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 25, cujo Titular é José Edmar Brito Miranda. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DÉCIO FILHO(José de Souza), Goiano, de Posse, 08.01.l9l8, escreveu, entre outros, “POEMAS”(1942), "POEMAS E ELEGIAS"(1953). Foi Diretor do Departamento Estadual de Cultura, do Governo de Goiás. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Redator da REVISTA OESTE. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Professor, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi presidente. Abonado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETA E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro POSSE, HISTÓRIA E POESIA, de Emílio Vieira, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé. Faleceu em 1976, tendo emprestado seu nome a um dos prêmios literários concedidos pelo Governo do Estado de Goiás-BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990 e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Posse, no Estado de Goiás, a 8 de janeiro de 1918. Fez o curso primário na cidade natal e também em Formosa, onde seu pai fora Juiz de Direito.
Na antiga Capital, Vila Boa, terminou o curso secundário, no Liceu de Goiás.
Por muito tempo, residiu no Rio de Janeiro, tendo sido funcionário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Retornando a Goiás, tornou-se um dos redatores da Revista “Oeste”, publicada em Goiânia, na década de 1940.
Em 1942, foi publicado o livro “Poemas”, em Goiânia, pela Imprensa Oficial do Estado de Goiás. Três eram os autores participantes da antologia: José Décio Filho, Bernardo Élis e Rosarita Fleury.
Nas décadas de 1950 e 1960, residiu em Anápolis, em várias oportunidades.
Numa dessas ocasiões, e em virtude de seu espírito boêmio, chegou a ser preso, recebendo visitas de amigos que lhe levavam cigarros, entre os quais, o escritor Paulo Nunes Batista.
Em 1953, foi publicado “Poemas e Elegias”, pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, de cujo Concurso fora vencedor.
Por iniciativa de Oscar Sabino Júnior, em 1979, a obra foi acrescida de 21 poemas e publicada, sob o patrocínio da CAIXEGO.
A partir de 1960, tornou-se Diretor do Departamento Estadual de Cultura, cargo que exerceu por vários anos.
Em 1961, foi eleito Presidente da União Brasileira de Escritores, de Goiás, ele que, em 1945, tinha sido membro da Comissão de Sindicância da antiga Associação.
Em 1962, fez parte da comissão Julgadora do I Concurso Literário da Universidade Federal de Goiás, na parte relativa a poesia.
Escreveu para vários jornais, destacando-se “O Tocantins”, “O Anápolis”, “Araguatins”, “O Popular”, “O Social”, “Folha de Goiaz”, “Cinco de Março”, “Tribuna de Goiás”, etc.
Na casa de seu irmão, Dom Tomás Balduino, Bispo na cidade de Goiás, faleceu de colapso, no dia 4 de junho de 1976.

JOSÉ DILERMANDO MEIRELES, de Santa Luzia(Luziânia), Goiás, 11.05.l928, autor de vários livros, entre os quais, "APOLOGIA DE BRASÍLIA"(1960), "DESTE PLANALTO CENTRAL"(1978), "A MORTE TRÁGICA DE AMERICANO DO BRASIL" (1997), “DIVERTIMENTO-HUMOR COM AMOR”(1997), “O PLANALTO CENTRAL DO BRASIL NO PRESENTE, NO PASSADO E NO FUTURO”(1972), “MINISTÉRIO PÚBLICO-SUA GÊNESE, SUA HISTÓRIA”(1983), “O HISTÓRICO E O PITORESCO”(1978), “POSIÇÃO CONSTITUCIONAL DO MINISTÉRIO PÚBLICO”, “RUMOS DA REFORMA AGRÁRIA”, “UM ESTUDO SOBRE O DOMÍNIO DAS TERRAS DO DISTRITO FEDERAL”, “O JUÍZO ARBITRAL OBRIGATÓRIO COMO FORMA DE DESCENTRALIZAÇÃO JUDICIÁRIA”, “OS DANOS MORAIS EM FACE DA CONSTITUIÇÃO DE 1988”. Filho de José da Costa Meireles e Raquel Pimentel Barbosa. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário em Goiânia. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, em 1954. Mudou-se para Brasília em 1957. Ingressou no Ministério Público do Distrito Federal, em 1967. Foi Procurador Geral de Justiça do Distrito Federal. Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, em Brasília. Advogado. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Historiador, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Antigo Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Luziânia. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Letras, Cadeira l2, cujo Patrono é o Monsenhor Inácio Xavier da Silva, de que foi fundador Gelmires Reis. Sócio do Instituto Luso-Brasileiro de Direito Comparado, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Academia de Letras e Artes de Luziânia, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de outras instituições nacionais, tais como, Clube dos Pioneiros do Distrito Federal, Instituto dos Advogados de Brasília, de que também foi Presidente. Instituiu em Brasília a Fundação Cultural José Dilermando Meireles que abriga a Academia de Letras e Artes do Planalto. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro REGISTRO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), Edição de Humberto Ludovico de Almeida e ainda no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Faleceu em Brasília, no dia 09 de julho de 1998. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DIRCEU VELOSO NOGUEIRA, de Belo Horizonte, Minas Gerais, 1940, escreveu, entre outros, "A POLÍTICA NA PRÁTICA: COMO ORGANIZAR E CONDUZIR UMA CAMPANHA", sem dados biográficos no livro. Conferencista habitual em Goiânia, Goiás, onde também faz consultoria, dando assistência a empresas públicas e privadas. Escritor, Professor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Administrador de Empresas. Formado pela Fundação Universidade do Norte de Minas Gerais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Nacional de Adminstradores de Empressas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Seu livro foi publicado em Goiás, pela AB Editora, de Goiânia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DO EGITO TAVARES, Goiano, de Goiás Velho, l898, escreveu, entre outros, "A CONCEPÇÃO REAL DO DIREITO ADMINISTRATIVO E DA CIÊNCIA DA ADMINISTRAÇÃO". Professor da Faculdade de Direito de Goyáz, em 1937. Aposentou-se como Procurador de Justiça. Advogado, Professor, Jurista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ DO PATROCÍNIO(José Carlos do Patrocinio), de Campos, Estado do Rio, 09.10.1853, escreveu, entre outros, OS FERRÕES(1875), MOTA COQUEIRO(Romance-1877), OS RETIRANTES(Romance-1879), MANIFESTO DA CONFEDERAÇÃO ABOLICIONISTA(1883), PEDRO ESPANHOL(Romance-1884), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho natural do Padre João Carlos Monteiro e de Justina Quitandeira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou a infância na fazenda paterna da Lagoa de Cima. Tinha 14 anos de idade, em 1867, quando, tendo recebido apenas a educação primária, foi para o Rio de Janeiro. Começou a trabalhar na Santa Casa de Misericórdia e voltou aos estudos no Externato de João Pedro de Aquino, fazendo os preparatórios do curso de Farmácia. Ingressou na Faculdade de Medicina como aluno de Farmácia, concluindo o curso em 1874, com 21 anos(naquela época, as Faculdades de Medicina ofereciam os cursos de Farmácia). Foi morar em São Cristóvão, com o amigo João Rodrigues Pacheco Vilanova, seu colega do Externato Aquino. Para que Patrocínio pudesse aceitar sem constrangimento a hospedagem que lhe era oferecida, o Capitão Emiliano Rosa Sena propôs-lhe que, como pagamento, daria aula para os seus filhos. Patrocínio aceitou a proposta e, desde então, passou também a freqüentar o “Clube Republicano” que funcionava na residência, do qual faziam parte Quintino Bocaiúva, Lopes Trovão, Pardal Mallet e outros. Não tardou que Patrocínio se apaixonasse por Bibi, filha do Capitão Sena, com quem se casou. José do Patrocínio passou a trabalhar no jornal GAZETA DE NOTÍCIAS. Com Dermeval da Fonseca passou a publicar o jornal OS FERRÕES, que se transformou num livro com dez números. Os dois colaboradores se assinavam com os pseudônimos Notus Ferrão e Eurus Ferrão. Na GAZETA DE NOTÍCIAS, comandou a coluna “Semana Parlamentar”, que assinava com o pseudônimo Prudhome. Em 1879, com 26 anos, iniciou ali a campanha pela Abolição. Em torno dele formou-se um grande coro de jornalistas e de oradores, entre os quais Ferreira de Meneses, Joaquim Nabuco, Lopes Trovão, Ubaldino do Amaral, Teodoro Sampaio, Paula Nei, todos da Associação Central Emancipadora. Por sua vez, Patrocínio começou a tomar parte nos trabalhos da associação. Em 1881, com 28 anos, passou para a GAZETA DA TARDE, substituindo Ferreira Meneses, que havia morrido. Na verdade, ele tornou-se o novo proprietário do periódico, comprado com a ajuda do sogro. Patrocínio tinha atingido a grande fase de seu talento e de sua atuação social. Fundou a Confederação Abolicionista e lhe redigiu o manifesto, assinado também por André Rebouças e Aristides Lobo. Em 1882, foi ao Ceará, levado por Paula Ney, e ali foi cercado de todas as homenagens. Dois anos depois, o Ceará fez a emancipação completa dos escravos. Em 1885, visitou Campos, onde foi saudado como um triunfador. Regressando ao Rio, trouxe a mãe, doente e alquebrada, que veio a falecer pouco depois. Ao enterro compareceram escritores, jornalistas, políticos, todos amigos do glorioso filho. Em setembro de 1887, deixou a GAZETA DA TARDE e passou a dirigir a CIDADE DO RIO, que havia fundado. Ali se fizeram os melhores nomes das letras e do periodismo brasileiro do momento, todos eles chamados, incentivados e admirados por Patrocínio. Foi de sua tribuna da CIDADE DO RIO que ele saudou, em 13 de maio de 1888, o advento da Abolição, pelo qual tanto lutara. Em 1899, Patrocínio não teve parte na República e, em 1891, opôs-se abertamente a Floriano Peixoto, sendo desterrado para Cucuí, no Amazonas. Em 1893 foi suspensa a publicação da CIDADE DO RIO, e ele foi obrigado a refugiar-se para evitar agressões. Nos anos subseqüentes a sua participação política foi pouca. Preocupava-se, então, com a aviação. Mandou construir o balão “Santa Cruz”, com o sonho de voar. Numa homenagem a Santos Dumont, realizada no Teatro Lírico, ele estava saudando o inventor, quando foi acometido de uma hemoptise em meio ao discurso. Jornalista, orador, poeta e romancista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 29.01.1905, com 52 anos de idade. Compareceu às sessões preparatórias da instalação da Academia Brasileira de Letras e fundou a Cadeira 21, que tem como patrono Joaquim Serra. Sua Cadeira 21, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Serra, Fundador(ele mesmo, José do Patrocínio) , sendo também ocupada por Mario de Alencar, Olegário Mariano, Álvaro Moreyra, Adonias Filho, Dias Gomes, Roberto Campos e Paulo Coelho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DOS REIS PEREIRA(da Silva), de Piraí, Estado do Rio, 1916, escreveu, entre outros, BREVE HISTÓRIA DOS BATISTAS(Rio de Janeiro, JUERP, 1972), O APÓSTOLO DA AMAZÔNIA(1980), SAL DA TERRA, DA CEIA DO SENHOR À TRANSUBSTANCIAÇÃO, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se, em 1936, com 20 anos de idade, no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou Bacharel em Teologia em 1940, com 24 anos, ao lado de Osvaldo Ronis, que foi também professor do Seminário do Sul, Alberto Araújo, que foi por alguns anos professor no Seminário e Pastor, por mais de 50 anos, da Igreja Batista de Neves, Emanoel Fontes de Queiroz, que foi Secretário-Executivo da Junta de Missões Estrangeiras e Benjamim Monteiro, que foi Diretor, por vários anos, do Orfanato Batista do Distrito Federal, hoje Cidade Batista da Criança (no Rio de Janeiro). Quanto a José dos Reis Pereira, foi Presidente da Ordem dos Ministros Batistas do Brasil, em 1962, com 46 anos de idade. Foi professor do Seminário do Sul por quase (40)quarenta anos e redator de "O Jornal Batista", por 24(vinte e quatro) anos. Em março de 1991, com 75 anos, quando do Congresso Batista Brasileiro, na Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, foi eleito Presidente Emérito da Convenção Batista Brasileira. Pastor, Professor, Jornalista. Doutrinador, Memorialista, Ensaísta. Historiador, Ex-Diretor do JORNAL BATISTA. Publicou 11 livros. Entre os batistas, é um dos poucos nomes ligeiramente referidos na Grande Enciclopédia Delta-Larousse. Seu livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL(JUERP, 2001) teve uma reedição atualizada e ampliada através do filho Clóvis Moreira Pereira(que atualizou de 1982-2001) e de Othon A. Amaral(que escreveu um apêndice sobre os batistas de Santa Bárbara, em São Paulo). Faleceu em 15.10.1991, com 75 anos, no Rio de Janeiro. Pena que a JUERP, pela instrumentalidade de seu Diretor Geral Almir dos Santos Gonçalves Júnior, não lhe tenha prestado uma última homenagem, colocando a sua biografia completa no livro, bem como tendo cuidados especiais com o INDICE ONOMÁSTICO, cujas páginas não correspondem ao texto, além de erros na ficha catalográfica que informa ter o livro 400 páginas, quando tem, na verdade, 480 páginas. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ DOS SANTOS GUIMARÃES, de São Félix, Maranhão, 06.09.1970, escreveu, entre outros, “UAP-A RECEITA PARA O FIM DA FOME”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para diferentes cidades brasileiras, onde fez os cursos ginasial e secundário. Na Universidade de Bauru, no interior de São Paulo, formou-se em Arquitetura. Transferiu-se para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins. Como Engenheiro Arquiteto é proprietário de uma firma de Arquitetura na cidade, além de desenvolver atividades literárias. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Literato, Ativista, Produtor Cultural. Intelectual, Ativista, Memorialista. Idealista, Visionário, Otimista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura(CREA). Vinculado à União Brasileira de Escritores do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Guimarães é também o autor do Projeto Arquitetônico do Espaço Cultural de Araguaína. Seu livro é o resultado da tese de graduação no Curso de Urbanismo da Universidade Estadual Paulista(UNESP). UAP título do livro é a sigla para UNIDADE DE ABASTECIMENTO POPULAR. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ EDIMAR BRITO MIRANDA, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 03.01.1934, escreveu, entre outros, “DISCURSOS E PARECERES”, sem dados biográficos. Filho de Leôncio de Souza Miranda e Anaídes Brito Miranda.

Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Estadual Pádua Fleury, mudou-se para Porto Nacional, onde terminou o curso ginasial, no Ginásio Estadual de Porto.

Já em Goiânia, depois do curso clássico, matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, onde se formou bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, no ano de 1959, tornando-se Advogado.

Foi Promotor Público de Pedro Afonso(naquela época, os Promotores Públicos não eram concursados, mas sim nomeados). Chefe de Gabinete da Secretaria de Estado da Agricultura, Indústria e Comércio, onde também foi Diretor do Departamento de Turismo. Secretário da Agricultura. Por duas legislaturas, foi Deputado Estadual em Goiás, representando o Norte Goiano. Após a Revolução de 64, chegou a ser cassado, quando se dedicou à advocacia.

Presidente do Instituto de Desenvolvimento Agrário de Goiás(IDAGO). Em 1960, casou-se com Marly Carvalho, com quem tem os filhos José Edmar Brito Miranda Júnior, Maria da Glória Carvalho de Miranda e Marcelo Carvalho de Miranda, este último, Deputado Estadual e atual(2000), Presidente da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, sendo depois(2004) Governador do Tocantins, em substituição a Siqueira Campos.

Durante muitos anos, foi Advogado militante na cidade de Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, onde, durante muito tempo, teve como cliente José Wilson Siqueira Campos, a quem teve a oportunidade de defender quando o então futuro Vereador estivera preso por motivos políticos, após a Revolução de 1964.

Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, passou a ser o “braço forte” do Governador José Wilson Siqueira Campos, sendo atualmente(2000), seu SECRETÁRIO GERAL DA INFRA-ESTRUTURA. No momento(2005), no governo de seu filho Marcelo Miranda, continua como Secretário da Infra-Estrutura.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 25, cujo Patrono é José de Souza Porto. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado pelos fundadores da ATL(Ana Braga, Liberato e Juarez), tendo tomado posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ EDUARDO ALBUQUERQUE DE MACEDO COSTA, Mineiro, de Conquista, l938, escreveu, entre outros, "COMPLEXO TERMAL DE CALDAS NOVAS", junto com vários professores do Departamento de Geologia e Geografia da UFG, sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Químico. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Referenciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições nacionais e internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ EDUARDO MENDONÇA UMBELINO, Goiano, da Capital, 1978, escreveu, entre outros, “SÍNTESE” (POEMAS-1999), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Mário Umbelino e Dulce Mendonça Umbelino. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Produtor Cultural, Professor. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

JOSÉ ELDON NUNES DE ALMEIDA, de Sambaíba, Maranhão, 19.08.1967, escreveu, entre outros, “ESPAÇO FECHADO”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, percorreu várias partes do Brasil, chegando em Gurupi, norte de Goiás, hoje Tocantins. Formou-se Técnico em Contabilidade pelo Colégio Arizinho, de Gurupi. Como atleta, destacou-se no atletismo, vencendo diversas competições. Tornou-se treinador do Aeroporto Esporte Clube, de Gurupi. Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Contabilistas do Estado do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ ELMAR DE MELO CARVALHO, de Campo Maior, Piauí, 09.04.1956, escreveu, entre outros, ROSA DOS VENTOS GERAIS(1990), CROMOS DE CAMPO MAIOR(1990), NOTURNO DE OEIRAS(1994), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração de Empresas. Bacharel em Direito. Por concurso publico, foi Fiscal de Abastecimento e Preços. Durante muito tempo, residiu em Parnaíba, também no Piauí. Atualmente(2004), é Juiz de Direito, numa das Comarcas do Piauí. Escreveu para diversos periódicos, entre os quais, FOLHA DO LITORAL, ALMANAQUE DE PARNAIBA, CADERNOS DE TERESINA, O ESTADO, etc. Participante de diversas coletâneas, dentre outras, GALOPANDO, EM TRES TEMPOS, POESIA DO CAMPUS, POSTAIS DA CIDADE VERDE. Estudado no DICIONARIO BIOGRAFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, bem como em DICIONARIO DE POETAS CONTEMPORANEOS, VISÃO HISTORICA DA LITERATURA PIAUIENSE e DICIONARIO HISTORICO BIOGRAFICO PIAUIENSE. Coordenador de “Textos e Pretextos”, do Suplemento Cultural do Diário Oficial do Estado(Piauí). Presidente do Conselho Editorial da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, órgão vinculado à Prefeitura de Teresina. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Parnaibana de Letras(Piauí), Instituto Histórico de Oeiras(Piauí), onde foi condecorado com a Medalha do Mérito Visconde da Parnaíba. Presente também na antologia A POESIA PIAUIENSE NO SECULO XX, de Assis Brasil e Cineas Santos. Da União Brasileira de Escritores(Rio de Janeiro), recebeu o premio Ribeiro Couto, pelo seu livro ROSA DOS VENTOS GERAIS. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ EMÍDIO ALBUQUERQUE E SILVA, de Carolina, Maranhão, 09.05.1955, escreveu, entre outros, “JANELA”(POESIAS-1989), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “PÉTALA DO TEMPO”(ROMANCE-2002). Filho de Pedro Albuquerque e Silva e Naíde Noleto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1981, com 26 anos de idade, formou-se em Engenharia Civil, pela Universidade de Brasília(UNB). Em 1992, formou-se pela Universidade Holística Internacional de Brasilia(UNIPAZ). Em 1993, também pela Universidade de Brasília, fez Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho. ENGENHEIRO CIVIL. Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Literato. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura(CREA). Filho ilustre de tradicional família de Carolina, no Maranhão. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ FARIA NUNES, de Caçu, Goiás, 07.12.l948, escreveu, entre outros livros, "CAÇU, UMA CULTURA EM ASCENÇÃO" (1978), “PARTÍCULAS DO TEMPO”(1975), “RETRATO DE UMA CIDADE”, “PLANTIO”(POEMAS). Filho de Arlindo Nunes de Oliveira e Catarina Rosa de Faria. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Instituto Samuel Graham, de Jataí e no Colégio Estadual Nestório Ribeiro, de Goiânia. Vereador em sua terra natal. Repórter do jornal OPÇÃO, FOLHA DE GOIAZ e DIÁRIO DA MANHÃ. Diretor-Proprietário do jornal O REGIONAL. Formado em COMUNICAÇÃO SOCIAL (JORNALISMO), pela Universidade Federal de Goiás. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da UFG. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Produtor Cultural, Professor. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Assessor de Imprensa da Secretaria de Estado da Educação de Goiás(1988). Professor Aposentado, tendo lecionado Português e Literatura para o segundo grau no Colégio Estadual Dom Pedro II. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Academia Mineirense de Letras, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa e Associação Brasileira de Tecnologia Educacional. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOSÉ FELICIANO DE MORAES, Goiano, de Mineiros, 19.02.1907, escreveu, entre outros, “90 ANOS DE MEMÓRIAS”. Filho de Luiz Antônio de Moraes e de Maria Leopoldina de Carvalho Bastos. Foi criado, no entanto, pelo fazendeiro Manoel Francisco Vilela, em Torres do Rio Bonito (Caiapônia). Após completar os estudos primários, ingressou na Escola Militar de Cravinhos, São Paulo, em 1928. Casou-se com Almery Barros, em 16 de setembro de 1933, quando tinha 26 anos de idade. Viajou pelo interior de Goiás e de Minas Gerais vendendo e comprando gado. Na Revolução de 1930, lutou ao lado de Pedro Ludovico Teixeira, saindo de Uberlândia, em Minas Gerais em direção a Rio Verde, no Estado de Goiás, onde também Pedro Ludovico foi preso e conduzido à antiga Capital, Vila Boa. Com o passar dos anos, tornou-se proprietário da Fazenda “INVERNADINHA”, antiga propriedade de seu pai de criação, Manoel Francisco Vilela. Em 1955, foi eleito Prefeito de Mineiros, interior goiano. Casou-se pela segunda vez com Alzira Pereira de Toledo, com quem teve vários filhos. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Produtor Cultural, Professor. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe. Escreveu o seu livro quando já tinha mais de noventa anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ FELICIANO RODRIGUES DE MORAIS, Goiano, de Goiás Velho, l838, escreveu, entre outros, "RELATÓRIO ORIGINAL"(1888), sem dados biográficos no livro. Este trabalho é o resultado da exploração que fizera no Rio das Mortes, no interior goiano. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou em Engenharia Civil. Representou Goiás na Exposição Sul-Americana de Geografia, no Rio de Janeiro. Engenheiro Civil, Professor, Geógrafo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Brasileiro de Engenharia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de estudos técnicos. Encontra-se no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ FERNANDES, Mineiro, de Alto Rio Doce, 18.03.l946, autor de diversas obras, destacando-se, “A POLIFONIA DO VERSO”(1978), em co-autoria com Orlando Antunes Batista, “O POETA DO PANTANAL”(1984), “O EXISTENCIALISMO NA FICÇÃO BRASILEIRA”(1986), “A LOUCURA DA PALAVRA” (1987), “O POEMA VISUAL”(1996), “O POETA DA LINGUAGEM”(1983), “DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA”(1992), este, Prêmio BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo do Estado. Escreveu também “O POEMA VISUAL-LEITURA DO IMAGINÁRIO ESOTÉRICO”(DA ANTIGUIDADE AO SÉCULO XX), “ASSOMBRAMENTO” (CONTOS-1999), “TÉCNICAS DE ESTUDO E PESQUISA”(1999). Filho de João Martins Ramos e Efigênia Ramos de Almeida. Fez os estudos primários em sua terra natal. Em Rio Claro, São Paulo, no Seminário Claret, concluiu o ginásio e o científico. Cursou Filosofia Pura no Studium Theologicum, de Curitiba. Na Universidade Católica do Paraná, fez o curso de Letras/Português. Na Universidade de Santa Catarina, cursou o Mestrado em Letras. Doutorou-se em Letras, pela Universidade do Rio de Janeiro. Professor Aposentado do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Na Universidade Federal do Mato Grosso do Sul, lecionou Literatura Brasileira e Teoria da Literatura. Tornou-se Professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal de Goiás, onde também se aposentou. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Literato, Contista, Cronista. Conferencista, Orador, Educador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. CRÍTICO LITERÁRIO. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 2l, da qual foi também Presidente Provisório. Sua Cadeira na Academia tem como Patrono Egerineu Teixeira, de que foi fundador Luiz Ramos de Oliveira Couto, tendo sido ocupada por Gerson de Castro Costa. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 44, tendo como Patrono Francisco Tossi Colombina. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), edição de Humberto Ludovico de Almeida, bem como em todas as obras que tratam da literatura goiana contemporânea. Atualmente(1998), Coordenador dos Cursos de Pós-Graduação, da Universidade Salgado de Oliveira(UNIVERSO), onde também é Professor, em Goiânia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Com seu livro “O EXISTENCIALISMO NA FICÇÃO BRASILEIRA” recebeu o PRÊMIO SILVIO ROMERO, da Academia Brasileira de Letras.

JOSÉ FERREIRA DA SILVA, Goiano, de Aruanã, 03.10.l940, entre outros textos, escreveu o livro “MENSAGEM DE SAL”, “POEMAS DO GEN-30 ANOS”, “CAMINHOS DOS AQUÁRIOS”(1967), sem dados biográficos nos livros. Formado em Letras Vernáculas pela Universidade Católica de Goiás, onde também foi Professor de Latim e Filologia Românica. Professor Universitário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Orador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especializou-se em Educação Ambiental e Microbiologia, no Rio de Janeiro. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e em várias antologias de poesia e prosa , dentre outras, A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Leopoldina (Aruanã), no dia 03 de outubro de 1940. Filho de Florentino da Silva e Maria de Lourdes dos Santos.
Iniciou, em 1947, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, mudou-se com a família para Goiânia.
Na Capital goiana, bacharelou-se em Filosofia pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás.
No Departamento de Letras, da Universidade Católica, licenciou-se em Letras Vernáculas. Foi um dos membros do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN).
No Liceu de Goiânia e na Universidade Católica de Goiás, tornou-se Professor de Latim e Filologia Românica.
Seu primeiro livro de poemas, “MENSAGEM DE SAL”, foi publicado em 1967.
Mas continuou produzindo, tanto que participou da antologia “POEMAS DO GEN/30 ANOS”, editada em 1994.
Posteriormente, transferiu-se para o Rio de Janeiro, especializando-se Educação Ambiental e Microbiologia e onde também foi professor.
Faleceu em Barra do Garças, Mato Grosso, no dia 04.01.1996.

JOSÉ FERREIRA SIMÕES (J. SIMÕES), de São Luis de Montes Belos, Goiás, 22.07.l948, entre outros, escreveu, "GRITO AO TEMPO", "VÔO PARA A LIBERDADE", “GOTAS DE FANTASIA”, “O AQUÁRIO”, “APRENDIZES DO AMOR”. Formado em Letras, Diretor de Escola. Mudou-se para Brasília em 1962. Foi Presidente do Conselho Regional de Cultura de Taguatinga. Professor de Português da Fundação Educacional do Distrito Federal. Diretor do Centro Educacional de Ceilândia. Pós-Graduado em Literatura Brasileira, no Centro de Ensino Universitário de Brasília(CEUB). Memorialista, Intelectual, Professor. Conferencista, Orador, Poeta. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Ensaísta, Escritor, Pesquisador. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Academia Taguatinguense de Letras. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ FIRMO CAVALCANTI, de Pedra(Fazenda Riachãozinho), Pernambuco, 24.05.1903, escreveu, entre outros, POMOS VERDES(Poesia-1955), FOLHAS MORTAS(Poesia-1962), SONETOS E TROVAS(Poesia-1970), POESIAS(1975), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Manuel Firmo da Cunha Cavalcanti e Ana de Almeida Cavalcanti(Branca). Seu irmão Luis, o único, faleceu com 33 anos de idade. Casou-se com Francisca Monteiro Cavalcanti(Chiquita), com quem teve nove(9) filhos, Nancy, Leduar, Isa, Eneida, Corina, Leda, Selma, Aracy e Ciro. Após os estudos primários em sua terra natal, não mais estudou. Era considerado autodidata. Conseguiu, em sua terra natal, o cargo de Tabelião. Mas foi também Escrivão Público. Durante a revolução, entre 1960 e 1964, foi Prefeito do Município de Pedra. Por volta de 1945, fundou, junto com outros, a Cooperativa Agro-Pecuária de Pedra, de que se tornou Presidente até morrer em 29.01.1975, quando tinha 72 anos de idade. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Pernambucana de Imprensa e Academia de Trovadores de Pernambuco. É referido no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ FRANCISCO DA SILVA CONCESSO, de Rio Espera, Minas Gerais, 09.03.1936, escreveu, entre outros, “LATIM-PRIMEIROS PASSOS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “DATA VENIA”, texto jurídico de expressões latinas.

Filho de Antonio Simão da Silva e Maria Eduarda da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, dirigiu-se para Burnier, Ouro Preto, Minas Gerais, ali concluindo o GINÁSIO, entre 1951 e 1954, no Sagrado Coração de Jesus, dos Padres Orionitas. Estudou HEBRAICO no Seminário Arquidiocesano São José, de Rio Comprido, no Rio de Janeiro. Estudou também em Belo Horizonte.

Depois dos estudos secundários, foi para Roma, na Itália, onde se formou em TEOLOGIA, na Pontificia Università Gregoriana, entre os anos de 1961 e 1965. Foi ordenado Sacerdote, em Roma, no dia 10.04.1965. Neste período, fez curso de Enfermagem, na Escola da Militar Ordem de Malta. Com Bolsa de Estudo da Organização Mundial da Saúde, fez curso de Leprologia, em Fontilles, na Espanha, ministrado pela Faculdade de Dermatologia, da Universidade de Madrid.

Retornando ao Brasil, formou-se em LETRAS, pela Universidade de Valença, no Rio de Janeiro, entre 1970 e 1972. Seguiu para São João Del-Rei, Minas Gerais, em cuja Faculdade Dom Bosco de Filosofia, Ciências e Letras, terminou o curso de FILOSOFIA PURA, em 1973.

Na Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, estudou DIREITO. Quando ainda sacerdote, fundou em Belo Horizonte, a Paróquia de Santa Edwiges. Em 1988, fez Pós-Graduação em Educação, na Universidade Federal de Goiás, na área de Metodologia do Ensino Superior.

Docente de Lingua Latina e Filosofia, no Centro Universitário de Araguaína. Primeiro Diretor da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Araguaína, entre 1985 e 1988, quando ainda Estado de Goiás. Bacharel em Filosofia, Direito e Teologia. Pós-Graduado em Metodologia do Ensino Superior, pela Universidade Federal de Goiás. Fez cursos de Inglês, Francês, Espanhol e Esperanto. É considerado o funcionário mais antigo da Universidade do Tocantins(UNITINS).

Entre 1991 e 1993, foi Diretor de Administração e Finanças da Secretaria de Estado da Educação, Cultura e Desporto do Estado do Tocantins. Professor de Latim, Antropologia e Sociologia na UNITINS de Araguaína, é também professor de Espanhol no Serviço Social do Comércio(SESC), da referida cidade.

Durante muitos anos, exerceu a função de Padre, tendo vivido em Tocantinópolis. Na Universidade de Madrid, na Espanha, em 1964, fez curso de Leprologia. Em 1998, fez curso de Aperfeiçoamento em Espanhol, na Universidade de Havana, em Cuba.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É um dos nomes mais ilustres da intelectualidade tocantinense atual. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Em 2002, tornou-se um dos fundadores da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense(ACALANTO), na Cadeira 01, tendo como Patrono Dom Quinto Tognini. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Foi eleito para a Cadeira 27, da Academia, tendo tomado posse no dia 31.08.2001, na cidade de Araguaina, tendo como Patrono o Frei Bertrand Olleris, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Recentemente(2004), editou o livro MEU PRIMEIRO PICOLÉ, com apresentação de Murilo Vilela. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Gurupiense de Letras, Academia Cordisburguense de Letras. Atualmente(2004), é professor de várias matérias, em diferentes instituições de ensino superior e reside em Araguaína, Tocantins. Já está no prelo o seu livro “ORIONITAS NO TOCANTINS: 1952-2002”.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ FRAUZINO PEREIRA SOBRINHO, de Morrinhos, Goiás, 16.11.l9l8, escreveu, entre outros, "UM HOMEM DEBRUÇADO NO TEMPO"(MEMÓRIAS), sem dados biográficos no livro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formado em Geografia e História, pela Universidade Católica de Goiás. Bacharel em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Promotor Público, Procurador de Justiça Aposentado. Jornalista, Conferencista, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ GARCIA DE SOUZA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1905, escreveu, entre outros, “A EPOPÉIA DO CORREIO AÉREO”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de José Fernandes Leite de Castro e observações de Octávio Julio Moreira Lima. Vinculado ao Tocantins, por ter sido Piloto do Correio Aéreo Nacional, nas cidades do antigo norte goiano. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se no Colégio Militar do Rio de Janeiro, concluindo o curso em 1924. No ano seguinte, matriculou-se na Escola Militar do Realengo, mas não chegou a terminar o curso. Em 1935, tornou-se Piloto Aviador, formado pelo Aero Clube do Brasil. Fez curso de aperfeiçoamento em Berlim, na Alemanha. Foi Diretor da Companhia Nacional de Navegação Aérea. Percorreu todas as rotas do Correio Aéreo Nacional(CAN), visitando cidade por cidade. Seu livro conta a história de suas viagens pelo Brasil e pelo Tocantins, especialmente nas cidades de Porto Nacional e Pedro Afonso, além de Tocantinópolis. Foi organizador do MUSEU DA AERONÁUTICA, no Rio de Janeiro. Seu livro foi publicado em 1947. Conta também a história do Correio Aéreo Militar, fundado em 1931 e do Correio Aéreo Naval, fundado em 1941 e ainda a fusão de ambos para formar o Correio Aéreo Nacional, em 1947. No mundo da aviação era conhecido como “GALEGO” e faleceu no Rio de Janeiro, em 1985. Publicou também diversos outros livros, dentre outros, “AVIAÇÃO CIVIL” e “EVOLUÇÃO DA AERONÁUTICA NO BRASIL”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ GERALDO BARRETO(ZÉ GERALDO), de Petrópolis, Rio de Janeiro, 05.12.1924, escreveu, entre outros, “APRESSADO PARA NADA”(2002), com prefácio de Millôr Fernandes e notas de orelha de Ziraldo, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Quando tinha 14 anos de idade, em 1938, publicou seu primeiro desenho na revista O TICO-TICO. Com 15 anos, abandonou os estudos e foi trabalhar nos DIÁRIOS ASSOCIADOS, de Assis Chateaubriand. Trabalhou também na revista O GURI, de Lúcio Cardoso. Ilustrou o poema épico de Gonçalves Dias, Y-JUCA-PIRAMA. Inventou o ZÁZIO, herói do Brasil Colônia. Na década de 1950, tornou-se boxeador. Em 1954, esteve nos Estados Unidos. Durante muito tempo, trabalhou no jornal ÚLTIMA HORA. Em 1957, fez-se corredor de automóveis. Radialista, Subversivo, Playboy. Desenhista, Caricaturista, Cartunista. Jornalista, Conferencista, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Foi entrevistado pelo jornalista Mário de Moraes para o jornal O POPULAR, de Goiânia, em 12.06.2002. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ GERALDO DA COSTA, de Recife, Pernambuco, 18.03.1936, escreveu, entre outros, “PROJETO AMBIENTE — uma metodologia para os "estudos ambientais escolares”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Nasceu na freguesia do Poço da Panela (bairro Casa Amarela). Filho de Amaro José Gabriel da Costa, alagoano de Porto Calvo, e de Odette de Oliveira Costa, pernambucana, "do lar". Fez Jardim de Infância aos 3 ou 4 anos de idade, em uma escola particular. O Primário [como era denominado o atual 1º Ciclo do 1º Grau] em outra escola particular, o Colégio Santa Joana d"Arc, no Bairro do Pina. O Ginásio [atualmente, 2º Ciclo do 1º Grau] foi parcelado. Até a 3ª Série, no tradicional Colégio Marista, ferreamente católico e nitidamente elitista, até hoje implantado na Av. Conde da Boa Vista, espigão viário de entrada-saída para o centro de Recife, a umas três quadras do Rio Capibaribe. Porém, como se dava àquela época, para "entrar" no Ginasial, teria de encarar o "Admissão", que não era um mero exame, mas todo um curso de um ano. Seria feito no mesmo Marista, confessadamente não sem dificuldades de aprendizagem, mas com final testemunhadamente positivo. Reprovado na terceira série, para surpresa dos pais e até de alguns dos "irmãos" Marista mais chegados. Concluindo que estávamos em espaço sócio-econômico impróprio..., o pai Amaro concordou em retirar os filhos, pedindo transferência para outra escola tradicional, também confessional mas evangélica, porém menos burguesa, o Colégio Americano Batista(onde também se formou GILBERTO FREYRE, em 1917). Ali repetiria a terceira série e concluiria a quarta. Iniciando-se mais ou menos céptico em face das pregações religiosas, acabou por gostar de freqüentar as sessões de "estudo bíblico", que eram não-obrigatórias. Dessa formação, ao lado da inspiração vinda pela própria convivência no ambiente escolar evangélico, confessa que se foi renovando religiosamente. Queria sair de Recife. Faria o colegial [hoje 2º Grau] em outro lugar. Por informações colhidas no próprio meio evangélico, pediu para ir estudar no interior do estado, na cidade de Garanhuns, no Colégio Evangélico Quinze de Novembro. O pai e a mãe o levaram, em viagem de trem. No Quinze fez apenas o primeiro e segundo anos do colegial. Não era oferecido o terceiro. Assim é que fez o terceiro ano no Colégio Osvaldo Cruz, tradicional escola particular recifense, que mantinha fama de preparar bem para enfrentar e entrar na universidade. Na época, o colegial era oferecido em duas modalidades, clássico e científico. Optou por este, pois então pretendia "fazer Engenharia". Aos dezenove anos(em 1955), sai de casa para outra praia — Botafogo, Rio de Janeiro — por ter sido aprovado em concurso público nacional de vagas para a EBAP-Escola Brasileira de Administração Pública (da FGV- Fundação Getúlio Vargas) onde se bacharelou em 1957, em turma pioneira. Regressando a Recife, em 1958 inicia sua vida profissional como pesquisador social, primeiro como “auxiliar de pesquisa”, depois como “assistente” e logo sociólogo, como diretor da Divisão de Estudos e Pesquisas Sociais do CRPE-RECIFE [do INEP-MEC,]. Até se transferir para Imperatriz (fevereiro de 1982, após quase dois meses em São Luís, "para conhecimento e adaptação institucional com a UFMA(Universidade Federal do Maranhão), por orientação de seu então Reitor e, também, do Pró-Reitor de Extensão e Assuntos Estudantis"), já integralizara mais de duas décadas de participações e atividades profissionais. Para o Maranhão, veio a convite do então Reitor da UFMA, feito em 81, por intermédio de assessoria da Secretaria Executiva do MEC, onde estava uma via de seu currículo. Primeiramente foi coordenador [historicamente, o primeiro] de seu Campus-II, em Imperatriz, até 1985. Depois, seria aprovado em dois concursos públicos: primeiro, como técnico de nível superior-Administrador [tendo em vista sua formação universitária de origem]; em seguida, para docente - no campo de conhecimento METODOLOGIA CIENTÍFICA, disciplina Métodos e Técnicas de Pesquisa Pedagógica - e, considerada sua experiência-formação docente anterior, seria também indicado para lecionar Princípios e Métodos de Administração Escolar e Introdução à Administração. Em 1985, por decisão pessoal irrevogável, desassumiu as funções de coordenador do Campus-II. Logo em seguida seria convidado pelo então reitor da UEMA(Universidade Estadual do Maranhão), professor doutor WARWICK ESTEVAN KERR, "velho" estimulador científico e também "irmão" e amigo, desd"os tempos em que era Diretor Científico da FAPESP-Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de S. Paulo, da qual recebeu bolsa de pesquisa nos idos de 64/65... [tempos de exílio "branco" paulistano...]. O pedido era para assessoramento em metodologia de pesquisa na UEEI, em 1987. Para tanto e a seu pedido, foi colocado à disposição pela Reitoria da UFMA, permanecendo no entanto em seu quadro técnico. No ano seguinte, ainda na UEMA-UEEI, fui convidado para lecionar, como Professor Visitante, “Metodologia Científica” e “Sociologia da Educação”. Naquela condição, ali ficou até 1989, quando pediu desligamento. Desde que veio para Imperatriz, seus desempenhos se têm voltado mais para a extensão comunitária e universitária, bem como para a divulgação cultural e científica - especialmente nos campos da QUESTÃO AMBIENTAL, da SAÚDE PÚBLICA, do PLANEJAMENTO URBANO-REGIONAL. É membro da AIRT/Associação de Imprensa da Região Tocantina, tendo assumido sempre um de seus departamentos, desde sua fundação, geralmente sobre assuntos ambientais. Assim também se podem enquadrar suas várias colunas em jornal, que tem criado e assinando: “EDUCAÇÃO-Idéias para uma prática pedagógica constante”, primeiro no Jornal de Negócios, depois em O Progresso; “COMUNIDADE UNIVERSITÁRIA-opinião, informação, questionamento”, iniciada em O Progresso, depois com efêmera passagem em O Estado do Maranhão; “CIDADE & REGIÃO-problemas e propostas de planejamento urbano e regional”, iniciada no Jornal de Açailândia, depois levada ao O Progresso do Tocantins; “QUESTÕES URBANAS”, em Sinais dos Tempos e novamente em O Progresso. Depois também houve “CRÔNICA LEVE”, ainda em O Progresso. Não esquecendo sua participação constante no Espaço das Letras [do qual é co-editor] no mesmo jornal, cuja denominação foi proposta sua, assim como também o foi Verbo , a revista da AIL. E, desde julho de 97, como criador e editor da FolhAIL, informativo mensal da Academia. Registram-se como de sua lavra mais de três dezenas de trabalhos “mais pequenos ensaios ou relatórios técnicos" iniciados com “Ideologia das Relações Humanas no Brasil”, in SIMPÓSIO EDUCAÇÃO PARA O BRASIL (Recife, MEC/INEP, 1960). Mas prefere registrar suas insistentes participações em congressos e encontros - nos campos e temas da educação, saúde pública, ecologia, sociologia rural, políticas públicas sociais, planejamento do setor público ... - entre os quais se poderia citar o VI ENCONTRO DE PESQUISADORES DA AMAZÔNIA (MT/Cuiabá, ago/1990), com tema geral “Meio Ambiente e Desenvolvimento”, no qual apresentou o documento-estudo “PROJETO AMBIENTE — uma metodologia para os "estudos ambientais escolares”, tendo ali também sido co-relator do grupo “Ecossistemas Tropicais”; ... bem como o X ENECOLOGIA - ENCONTRO NORDESTINO DE ENTIDADES ECOLÓGICAS [PE, Camaragibe, 23-26jan97] no qual apresentou o trabalho EDUCAÇÃO AMBIENTAL - Proposta para fazer/refazer modos de ser face ao ambiente" e foi seu co-relator, sobre o duplo tema "Desertificação e Reflorestamento". Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 16, tendo como Patrono José Mourão Rangel. É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ GERALDO PIRES DE MELLO, de Niterói, RJ, 18.05.1924, escreveu, entre outros, DE BRAÇOS DADOS(1975), DEVANEIO SEM FRONTEIRAS(1986), O ITINERÁRIO DO VENTO(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Pós-Graduação em Moderna Literatura Brasileira. Mudou-se para Brasília em 1961. Professor Universitário, Funcionário do Banco do Brasil. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Associação Nacional de Escritores e Academia de Letras do Brasil(Presidente). Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTO CANDANGO, 1980, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


JOSÉ GODOY GARCIA, de Jataí, Goiás, 03.06.l918, escreveu diferentes livros, entre os quais, “ARAGUAIA MANSIDÃO” (POEMAS-1972), “O CAMINHO DE TROMBAS” (ROMANCE-1966), “RIO DO SONO” (POEMAS-1948), “A CASA DO VIRAMUNDO”(1980), “ENTRE HINOS E BANDEIRAS” (POEMAS-1985), “AQUI É A TERRA”(POEMAS-1980), “OS MORCEGOS” (POEMAS-1987), “OS DINOSSAURUS DOS SETE MARES”(POEMAS-1988), “O FLAUTISTA E O MUNDO SOL VERDE E VERMELHO” (POEMAS-1994), “FLORISMUNDO PERIQUITO” (CONTOS-1990), “APRENDIZ DE FEITICEIRO”. Estudou em Jataí, Uberlândia e Goiânia, onde concluiu o seu curso de Direito, em 1948. Participou, como Assessor Jurídico, da Comissão Goiana para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Advogado, Jornalista, Escritor. Poeta, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Memorialista, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Mudou-se, posteriormente, para Brasília, em 1960, onde continuou produzindo artigos e publicando livros. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Nacional de Escritores, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Biografado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, assim como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia ASSIM É JATAI, do escritor médico Hugo Ayaviri Amurrio. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como em A POESIA GOIANA DO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ GOMES DA SILVA, de Barra do Corda, Maranhão, 03.12.1962, escreveu, entre outros, “O ABORTO É CRIME”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com observações de Nívia Chaves Ribeiro, Alaor Aguiar e Edvaldo Pereira Victor. Residente em Araguacema, Goiás, hoje Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Formado em Construção Civil, no Centro Educacional de Taguatinga, Distrito Federal. Professor do Colégio Estadual de Araguacema, no Estado do Tocantins, onde também reside. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Memorialista, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Idealista, Visionário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Directory of International Writers e União Brasileira de Escritores do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ GOMES SOBRINHO (ZÉ GOMES), de Garanhuns, Pernambuco, 08.11.1935, escreveu, entre outros, “CONSIDERAÇÕES EM DÓ FURTIVO MAIOR”(POESIA), com posfácio de José Sebastião Pinheiro, “FIO DE PRUMO”(POEMAS), este com prefácio de Marcus Acciolly, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Luiz Melchiades Gomes e Maria José Melo, tinha sete irmãos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.

Na verdade, com 12 anos de idade, fugiu para São Paulo. Na primeira fuga, o pai trouxe de volta. Na segunda, “deixou pra lá”. Tornou-se “entregador de jornal”. Mas foi também aeroviário, além de funcionário da Petrobrás, por pouco tempo.

Nunca apresentou o seu CURRICULUM VITAE completo, de forma oficial, inclusive para a Academia. Apresentou sempre através de um longo poema, sem os dados pertinentes de Curriculum. Sem dizer onde, quando e em que escola, dizia-se formado em Geofísica. Era muito mais um autodidata. Tinha noções de tudo. Dominava a Física, a Matemática e a Química. Era excelente na Música, no Teatro e na Poesia.

Em 1956, em Propriá, Sergipe, casou-se com Gilda Torres, com quem teve sete filhos. Durante muito tempo residiu em Araguaína, Goiás, hoje Tocantins. Viveu em Miracema, quando Capital provisória do Estado. Também conhecido com o pseudônimo de José-Melchiades.

Mudou-se, posteriormente, para Palmas(1989), Capital do Tocantins, onde desenvolve múltiplas atividades. Jornalista, Teatrólogo, Musicólogo. Desenhista, Professor, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural, Ativista, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.

Membro da Associação Tocantinense de Imprensa, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais, do Conselho Estadual de Educação, além de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 29 que tem como Patrono Lysias Augusto Rodrigues, o famoso Piloto Militar, autor do livro ROTEIRO DO TOCANTINS.

Para esta Cadeira 29, José Gomes não foi eleito, mas indicado pela Assembléia da ATL, tendo tomado posse no dia 22.06.1996, na cidade de Pium, ao lado do confrade Eduardo Almeida, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Foi Presidente do Conselho Estadual de Cultura do Tocantins e Presidente do Fórum Nacional de Conselheiros Estaduais de Cultura. Membro da Academia Palmense de Letras, da Academia de Letras de Garanhuns e Academia Gurupiense de Letras. Tem o seu nome a Biblioteca do SESC, de Palmas, inaugurada em 2000.

Quanto a Zé Gomes, faz-se presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Atualmente(1998), é Assessor Parlamentar e Relações Públicas da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins.

Seu filho, Eduardo Gomes, vereador em Palmas, escreveu o livro “ASAS E OUTRAS PROVIDÊNCIAS” e foi eleito, posteriormente, Deputado Federal.

Zé Gomes é estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Faleceu em Palmas, Tocantins, com 69 anos de idade, no dia 05.05.2004, onde também foi sepultado.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

Sobre ele, diz Juarez Moreira Filho, em seu livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS: “Aprendeu as primeiras letras em sua cidade natal, mas foi por excelência UM AUTODIDATA... Escreveu vários artigos e poemas em revistas e jornais especializados. Deixou inúmeros poemas prontos para serem editados”.

Por imposição sua, ao ser indicado para a Cadeira 29, em 1996, exigiu que o Patrono da dita Cadeira fosse Lysias Augusto Rodrigues que já era Patrono da Cadeira 7, desde a fundação da Academia, cinco anos antes. Portanto, 5 anos depois de fundada a Academia, Lysias foi transportado da Cadeira 7, para Patrono da Cadeira 29, em 1996, o que também foi um erro lamentável.

Não havia razão para transportá-lo da Cadeira 7, para a Cadeira 29, mesmo por que outros nomes poderiam ter sido homenageados, tais como, estre outros, Bernardo Sayão e Juscelino Kubsticheck(o primeiro, por ter construído a Rodovia Belém/Brasília, o segundo, por ter autorizado a sua construção).

Perguntar-se-á: Quem ficou como Patrono da Cadeira 07? Francisco de Brito que tomou posse na Cadeira 07, no lugar de João Rocha, terminou sendo Patrono desta Cadeira, o que foi um erro. Como já tinha Francisco de Brito tomado posse, em Goiânia, no dia 31 de agosto de 1994, deveria ter permanecido como PRIMEIRO TITULAR e não como Patrono.

Antes de sua morte, José Gomes Sobrinho publicou o livro de poemas FIO DE PRUMO, com prefácio de Marcos Accioly, lançado em noite festiva no salão do Ahãndu Eventos, na cidade de Palmas. Com a morte do autor e, em sua homenagem, este livro terminou sendo adotado para o Vestibular da Universidade Federal do Tocantins, no ano de 2005.

A vaga de José Gomes Sobrinho, na Cadeira 29 da Academia Tocantinense de Letras, que tem como Patrono Lysias Augusto Rodrigues, está sendo disputada(dezembro de 2004) pelos escritores OSMAR CASAGRANDE e MANOEL ODIR ROCHA. Terminou sendo eleito em 28.01.2005, o escritor Odir Rocha que tomou posse no dia 08.04.2005, no auditório da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins.

JOSÉ GUILHERME MERQUIOR, Carioca, do Rio de Janeiro, 22.04.1941, escreveu, entre outros, POESIA DO BRASIL(1963), RAZÃO DO POEMA(Ensaio-1965), A ASTUCIA DA MÍMESE(Ensaio-1972), FORMALISMO E TRADIÇÃO MODERNA(Ensaio-1974), A ESTETICA DE LEVI-STRAUSS(Ensaio-1975), O VEU E A MASCARA(Ensaio-1997), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Danielo Merquior e de Maria Alves Merquior. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez todos os seus estudos no Instituto Lafayette, no Rio de Janeiro. Em 1961, com 20 anos de idade, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito da antiga Universidade do Estado da Guanabara. Em 1963, com 22 anos, entrou para a carreira diplomatica, passando a servir em diferentes paises. Licenciado em Filosofia, no Rio de Janeiro, em 1962. Bacharel em Direito, em 1963. Diploma do curso de preparação à carreira diplomática, em 1963. Aluno do Seminário de Antropologia do College de France, entre 1966 e 1970. Doutor em Letras pela Universidade de Paris, em 1972, com 31 anos de idade. PhD(Doutor) em Sociologia pela London School of Economics and Political Science, em 1978, na Inglaterra. Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, no Rio de Janeiro, em 1979, com 38 anos. Como professor ministrou cursos nas seguintes instituições: Instituto de Belas-Artes - Rio de Janeiro (1963). Curso de História da Literatura Brasileira, na Universidade do Ar. Curso de pós-graduação sobre o modernismo brasileiro (Universidade Nova de Lisboa, 1976). Curso de Estética Contemporânea, (Montevidéu - julho de 1981). Ministrou conferências sobre Arte, Literatura, Filosofia, Sociologia, Semiologia e História da Civilização em várias Universidades brasileiras. Participou de vários eventos de natureza cultural em nosso país e no exterior. Como diplomata exerceu suas funções, a partir de sua nomeação para o cargo de terceiro secretário em 07.11.1963, nos seguintes locais: Ministério das Relações Exteriores. Divisão de Cooperação Intelectual. Oficial de Gabinete do Ministro de Estado. Secretário da Delegação brasileira à II Conferência Interamericana Extraordinária. Terceiro Secretário na Embaixada do Brasil em Paris, 1966, e Segundo Secretário no ano seguinte. Primeiro Secretário em Bonn, Alemanha (1973). Primeiro Secretário em Londres, Inglaterra (1975/1979). Conselheiro, em Montevidéu, Uruguai (1980/1981). Ministro de segunda classe em Montevidéu (1982) e Ministro-conselheiro na Embaixada do Brasil em Londres (1983). Deixou publicados, dentre outros, os seguintes livros: "RAZÃO DO POEMA", "ARTE E SOCIEDADE EM MARCUSE, ADORNO E BENJAMIN", "A ASTÚCIA DA MÍMESE", "SAUDADES DO CARNAVAL", "FORMALISMO E TRADIÇÃO MODERNA, "VERSO E UNIVERSO DE DRUMMOND", "DE ANCHIETA A EUCLIDES", "O FANTASMA ROMÂNTICO E OUTROS ENSAIOS", "AS IDÉIAS E AS FORMAS", "A NATUREZA DO PROCESSO", "O ARGUMENTO LIBERAL", "O ELIXIR DO APOCALIPSE", "O ESTRUTURALISMO DOS POBRES E OUTRAS QUESTÕES". Além dessas obras, José Guilherme Merquior publicou vários outros trabalhos em colaboração com Manuel Bandeira, Jacques Bergue, Eduardo Portella, Perry Anderson, Roberto Campos, Lucio Colletti, etc. Prefaciou alguns livros e colaborou com verbetes em enciclopédias, especialmente na Mirador, dirigida por Antonio Houaiss. Diplomata, filósofo, sociólogo, escritor e advogado. Faleceu em Nova York, Estados Unidos, em 7.01.1991, com 50 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 36, eleito em 11.03.1982, na sucessão de Paulo Carneiro e recebido pelo Acadêmico Josué Montello em 11.03.1983. Sua Cadeira 36, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Teófilo Dias, Fundador Afonso Celso, sendo também ocupada por Clementino Fraga, Paulo Carneiro, José Guilherme Merquior e João Scantimburgo. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância e de ter sido Embaixador do Brasil, em Londres, na Inglaterra, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ GUILHERME RAIMUNDO, Paulista, da Capital, l943, escreveu, entre outros, "MANUAL PRÁTICO DO PROMOTOR DE JUSTIÇA". Em 1978, fez concurso para o Ministério Público Goiano, ao lado do autor destas notas. Foi Promotor Público de Itapaci, Morrinhos, Cristalina e Luziânia, cidades do interior goiano. Detentor do Título de Cidadão Cristalinense. Em virtude das péssimas condições salariais dadas ao Ministério Público, no Governo de Ary Valadão, retornou ao Estado de São Paulo, onde já tinha a função de Delegado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor Universitário, Psicólogo. Atualmente(1997)‚ Delegado Especial na Capital Paulista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de estudos técnicos e científicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público e Associação Paulista de Delegados. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ GUIMARÃES MELLO, de Coroados, São Paulo, 19.11.1940, escreveu, entre outros, DICIONÁRIO MULTIMÍDIA(Jornalismo, Publicidade e Informática)-2003, NEGROS E ESCRAVOS NA ANTIGUIDADE(2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o Seminário dos Padres Carmelitas, em São Paulo, Capital. Formou-se em Filosofia e Letras. Mestre em Letras, pela Universidade de São Paulo, em 1979. Doutor em Letras, pela mesma Universidade, em 1985. Em 1998, tornou-se Livre Docente, pela UNESP, de São José do Rio Preto. Orientador de Mestrado e Doutorado, na área de Literatura e História. Pesquisador do CNPq e da Universitá de Pisa, na Itália. Foi professor da UNIMAR(Universidade de Marília) e da UNIPAR(Universidade Paranaense). Mediante Concurso Público, tornou-se Professor de Literatura Brasileira da UNITINS(hoje Universidade Federal do Tocantins). Em oposição a Alan Kardec Martins Barbiero, foi CANDIDATO a REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS, em Agosto de 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ HÉLDER DE SOUZA, de Massapê, Ceará, 22.02.1931, escreveu, entre outros, A MUSA E O HOMEM(1959), A GRANDEZA DAS COISAS(1978), RIO DOS VENTOS(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação. Mudou-se para Brasília em 1960. Jornalista, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Academia Cearense de Letras, Associação Nacional de Escritores, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, A NOVISSIMA POESIA BRASILEIRA, 1962, de Walmir Ayala, BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA, 1982, de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ HERCULANO DE SOUZA(FAUSTO VENTURA), de Jataí, Goiás, 1924, escreveu, entre outros, "O PRESIDENTE CABOCLO" (Juscelino Kubitschek), sem dados biográficos no livro. Procurador Aposentado da Prefeitura Municipal de São Paulo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Orador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Poeta, Advogado. Atualmente(1997), Fazendeiro em sua terra natal. Membro de diferentes agremiações culturais, sociais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Academia de Estudos Literários e Jurídicos de São Paulo, Clube de Estudos Literários Machado de Assis e Academia Jataiense de Letras. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos literários. Encontra-se no livro ASSIM É JATAÍ, do Escritor Médico Hugo Ayaviri Amurrio. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ HERÊNIO DE SOUZA, de Marabá, Pará, 24.08.1927, escreveu, entre outros, RETRATOS SEM RETOQUES(2003), com prefácio de Olga Matos e notas de orelha de Ione Jaeger. Conforme alguns autores teria nascido em Carolina, Maranhão. Filho de Conrado José de Souza e Raimunda Souza. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em Marabá, foi aluno da Professora Arzuila Horta de Souza Moita, esposa do antigo Juiz de Direito(Dr. Ignácio de Souza Moita). Em 1934, quando tinha sete(7) anos de idade, mudou-se para Imperatriz, passando a estudar na Escola Sagrada Família, de Vital Pereira e depois na Escola Santa Terezinha, das Irmãs Franciscanas, concluindo o primeiro grau, em 1942, com 15 anos. Ainda jovem, vinculou-se à Aeronáutica Brasileira, tendo permanecido por vários anos. Casou-se com 29 anos de idade, em Imperatriz, Maranhão, no dia 24.06.1956, com a filha de Alzira Herênio, Sophia Medlig de Souza(formada em Direito e Letras), com quem teve os filhos Maria Regina(Médica) e José Vicente(Engenheiro Militar). Com o passar do tempo, tornou-se Piloto da VARIG, tendo ficado por 25 anos. Foi Piloto do Boing 707, na rota Rio de Janeiro, Los Angeles e Tókio. Em 1977, com 50 anos de idade, formou-se em Direito, na Faculdade de Direito Cândido Mendes de Ipanema, no Rio de Janeiro. Seus familiares estão todos vinculados, de alguma forma, às cidades de Carolina e Imperatriz, no Maranhão. Não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ HIDASI, de Makó, Hungria, 09.05.l926, escreveu, entre outros, “AVES DO TOCANTINS”(1998), “AVES DE GOIÂNIA”(1997), com fotografias de Mariza Sousa e "AVES DE GOIÁS", este, com prefácio de Mário Jorge Bechepeche, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS de Mário Ribeiro Martins. Diretor da Fundação Museu Ornitológico de Goiânia. Professor, Cientista, Ornitologista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Conferencista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Professor Universitário. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro de diferentes entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos científicos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Makó, Hungria, no dia 9 de maio de 1926. Filho de Joseph Hidasi e de Puaszka Kiraly.
Iniciou os estudos elementares, com os próprios pais, em sua terra natal, a partir do ano de 1934.
Em 1947, exerceu o cargo de Secretário Geral da Organização Mundial YWCA, em Osterode, Alemanha.
Foi Diretor da Escola Normal de Refugiados, também em Osterode, em 1948.
Graduou-se, em 1949, em Geografia e História Natural, pela Escola Superior de Szeged, na Hungria.
Pela Universidade de Lille, na França, em 1950, formou-se em Letras.
No dia 1º de novembro de 1950, chegou ao Brasil, movido por uma paixão extrema: A ORNITOFAUNA BRASILEIRA.
Casou-se, em 1952, com Maria Madalena Sobreira Hidasi, com quem teve cinco filhos.
Em 1954, criou o MUSEU DOS BANDEIRANTES, em Cuiabá, Mato Grosso.
Publicou, em 1955, o livro “OS ANIMAIS PRÉ-HISTÓRICOS DE GOIÁS”.
Organizou, em 1958, a Exposição da Fauna do Museu Paraense Emílio Goeldi, em Belém, no Pará.
Em 1959, fundou o Museu de Zoologia do Parque Educativo de Goiânia.
Publicou, em 1960, o livro “NOTAS SOBRE OS INDIOS E ANIMAIS DE RONDÔNIA”.
Naturalizou-se brasileiro, em 1962 e, nesse mesmo ano, publicou o livro “ Notas de uma viagem de reconhecimento nas Cordilheiras do Parima”, bem como “Notas Zoológicas da Ilha do Bananal”.
Exerceu o cargo de Mentor do Museu Zoológico e Etnológico de Porto Velho, em Roraima, no ano de 1964.
Residente em Goiânia, publicou, em 1966, o livro “ÁLBUM DAS AVES DE GOIÁS”.
Em 1968, criou o Museu de Ornitologia de Goiânia, hoje localizado na Avenida Pará, 395, Setor Campinas, doando-o à Prefeitura Municipal e ficando como seu Presidente de Honra.
Publicou, em 1970, o livro “CHAVE DE CLASSIFICAÇÃO DE AVES”. Em 1971, organizou o laboratório de taxidermia da Universidade Federal Rural de Pernambuco.
Em 1973, editou o livro “Catálogo de Aves do Museu de Ornitologia”. Em 1980, publicou “AVES DE GOIÁS”.
Na World University Roundtable, nos Estados Unidos da América, concluiu, em 1993, o curso de Doutorado em Ciências Biológicas.
Em 1994, criou para a Universidade do Tocantins, o Museu de Ecologia e Sistemática, no Centro Universitário de Porto Nacional.
Em 1998, mandou para o prelo o livro “AVES DO TOCANTINS”.

JOSÉ HONORATO DA SILVA E SOUZA, Goiano, de Goiás Velho, l898, escreveu, entre outros, "NA CONSTITUINTE E NA IMPRENSA", sem dados biográficos no livro. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade Livre de Direito de Goiás, em 1917. Juntamente com o Governador Pedro Ludovico Teixeira, assinou o Decreto de mudança da Capital para Goiânia. Professor, Político. Deputado Republicano. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Escritor, Intelectual, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYAZ, de Abel Soares de Castro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ HONÓRIO RODRIGUES, Carioca, do Rio de Janeiro, 20.09.1913, escreveu, entre outros, CIVILIZAÇÃO HOLANDESA NO BRASIL(Ensaio-1940), TEORIA DA HISTORIA DO BRASIL(1949), A PESQUISA HISTORICA NO BRASIL(1952), HISTORIA E HISTORIADORES DO BRASIL(1965), VIDA E HISTORIA(1966), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Honório José Rodrigues e de Judith Pacheco Rodrigues. Após os estudos primários em sua terra natal no Externato Santo Antonio Maria Zacarias, no Ginásio São Bento e no Instituto Superior de Preparatórios, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Faculdade de Direito da então Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1937, quando tinha 24 anos de idade. Começou escrevendo para a revista A ÉPOCA, da Faculdade de Direito. Com 24 anos ganhou o Prêmio de Erudição da Academia Brasileira de Letras com o livro CIVILIZAÇÃO HOLANDESA NO BRASIL. Foi para os Estados Unidos, em 1943, com 30 anos, com uma bolsa de pesquisa da Fundação Rockefeller. Freqüentou cursos na Universidade de Colúmbia e fez pesquisas históricas. Retornou ao Brasil em 1945. Foi trabalhar no Instituto Nacional do Livro, passando a diretor da Divisão de Obras Raras e Publicações da Biblioteca Nacional (1946-1958) e diretor interino da mesma Biblioteca em várias ocasiões. Diretor da Seção de Pesquisas do Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores (1948-1951). Diretor do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro (1958-1964), tendo promovido extensa reforma. Secretário executivo do Instituto Brasileiro de Relações Internacionais (1964-1968) e editor da Revista Brasileira de Estudos Internacionais. Exerceu também o magistério, como professor de História do Brasil, História Diplomática do Brasil, História Econômica do Brasil e Historiografia Brasileira. De 1946 a 1956, foi professor do Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores. Professor do Ensino Superior do Estado da Guanabara, de 1949 até aposentar-se. Professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro por vários anos. Professor visitante em inúmeras universidades norte-americanas. Professor de Pós-Graduação na Universidade Federal Fluminense e de Doutorado da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Colaborou no Programa de História da América, promovido pelo Instituto Pan-Americano de Geografia e História, com sede no México, de que resultaram três séries de publicações universitárias e um livro conjunto para o ensino de História da América. Participou dos debates de várias reuniões e sua colaboração está no livro Brasil. Foi conferencista em várias universidades brasileiras e norte-americanas e, de 1956 a 1964, na Escola Superior de Guerra, pela qual se graduara em 1955. Sua bibliografia compreende mais de duas dezenas de livros, opúsculos, colaborações em livros coletivos, direção de obras, edições críticas e prefácios. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, de Institutos Históricos estaduais, da Sociedade Capistrano de Abreu, da Academia Portuguesa da História, da American Historical Association (EUA), da Royal Academy of History (Inglaterra) e da Sociedade Histórica de Utrech (Holanda). Além do Prêmio de Erudição da Academia Brasileira de Letras (1937), recebeu o Prêmio Clio de Historiografia da Academia Paulista de Letras (1980), Prêmio de História do Instituto Nacional do Livro (1980) e a Medalha do Congresso Nacional (1980). Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diversos aspectos da região em seu livro “BRASIL-PERÍODO COLONIAL” (1953. Era casado com a escritora Lêda Boechat Rodrigues, autora da História do Supremo Tribunal Federal. Professor, historiador e ensaísta. Faleceu no Rio de Janeiro, em 06.04.1987, com 74 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 35, eleito em 4.09.1969, na sucessão de Rodrigo Octavio Filho e recebido pelo Acadêmico Barbosa Lima Sobrinho em 5.12.1969. Sua Cadeira 35, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tavares Bastos, Fundador Rodrigo Octavio, sendo também ocupada por Rodrigo Octavio Filho, José Honório Rodrigues, Celso Cunha e Candido Mendes. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ HORÁCIO DE JESUS, Mineiro, de Pouso Alegre, l940, escreveu, entre outros, "MEU OUTRO LADO", prefácio de Luciano Augusto de Jesus, sem dados biográficos no livro. Odontólogo em Anápolis, onde reside. Professor, Espiritualista. Ensaísta, Pesquisador, Conferencista. Escritor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos espiritualistas. Sócio-Proprietário da Clínica Radiológica de Anápolis, ao lado do Doutor Evandro Machado Oliveira. Membro da Associação Brasileira de Odontologia, do Conselho Regional de Odontologia, além de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ INÁCIO SILVEIRA DA MOTA, Goiano, de Goiás Velho, 15.02.l807, escreveu, entre outros, "DEGENERAÇÃO DO SISTEMA REPRESENTATIVO" (1869), sem dados biográficos no livro. Publicou também “A EMISSÃO DO PAPEL-MOEDA” e “CONFERÊNCIAS OFICIAIS SOBRE A INSTRUÇÃO PÚBLICA E EDUCAÇÃO NACIONAL”. Filho de Joaquim Ignácio Silveira da Mota e Ana Luíza da Gama. Bacharel em Direito, pela Faculdade de São Paulo, em 1833. Professor de Direito da Faculdade de São Paulo. Foi Deputado Provincial e Conselheiro de Estado. Senador do Império, pela Província de Goiás(1853). Diretor da Instrução Pública do Império, em 1852. Advogado. Ensaísta, Escritor, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Medicina, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades culturais, sociais e de classe no Brasil e exterior. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em cuja biblioteca também se encontra o livro “JORNAL DAS CONFERÊNCIAS RADICAIS DO SENADOR SILVEIRA DA MOTTA”. Biografado no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Faleceu no Rio de Janeiro, em 16 de outubro de 1893. Estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ JACINTO PEREIRA DA VEIGA(J.J.Veiga), Goiano, de Corumbá de Goiás, 02.01.l9l5, escreveu dezenas de livros, entre os quais, “OS CAVALINHOS DE PLATIPLANTO”(CONTOS-1959), “A MÁQUINA EXTRAVIADA” (CONTOS-1968), “A HORA DOS RUMINANTES”(NOVELA-1966), “SOMBRAS DE REIS BARBUDOS”(NOVELA-1972), “OS PECADOS DA TRIBO”(NOVELA-1976), “DE JOGOS E FESTAS”(NOVELA-1980), “AQUELE MUNDO DE VASABARROS”(ROMANCE-1981), “TORVELINHO DIA E NOITE”(ROMANCE-1985), “A CASCA DA SERPENTE” (ROMANCE-1989), “PROFESSOR BURRIM E AS QUATRO CALAMIDADES” (JUVENIL-1978), “TAJÁ E SUA GENTE”(JUVENIL-1985), “RELÓGIO BELISÁRIO” (ROMANCE-1996). Filho de Luís Pereira Veiga e Maria Marciana Jacinto. Após os estudos primários em Goiás Velho, antiga Capital do Estado, mudou-se para o Rio de Janeiro, com vinte anos de idade, em 1935, matriculando-se na Faculdade de Direito, da Universidade do Brasil, ao tempo em que era Locutor da Rádio Guanabara. Funcionário Público. Jornalista. Em 1945, tornou-se Locutor da Rádio BBC de Londres, na Inglaterra, por concurso público, onde residiu por cinco anos. De volta ao Rio de Janeiro, em 1950, dedicou-se ao jornalismo e à literatura, trabalhando no jornal O GLOBO, TRIBUNA DA IMPRENSA, etc. . Tradutor e redator do READER"S DIGEST. Seu primeiro livro foi publicado quando tinha 44 anos de idade, em 1959. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Literato, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Professor. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em todas as Enciclopédias e Dicionários literários já publicados no país. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades culturais, sociais e de classe, com diversos prêmios nacionais e internacionais de literatura. Considerado o mais importante escritor goiano da atualidade, ao lado de Gilberto Mendonça Teles, Afonso Félix de Souza e Bernardo Elis. Encontra-se no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 19.09.1999. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ JORGE DE CARVALHO, de Ipanema, Minas Gerais, 01.04.1950, escreveu, entre outros, EL CULTO SHANGO EN RECIFE, BRASIL(1987), CANTOS SAGRADOS DO XANGÔ DO RECIFE(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Música. Mestrado e Doutorado em Antropologia. Mudou-se para Brasília em 1968. Professor, Pesquisador, Musicólogo. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Tradutor, Ensaísta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ JORGE VIEIRA, de Oliveira, Minas Gerais, l947, escreveu, entre outros, "MANUAL BÁSICO DO POLICIAL MILITAR", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Cícero de Camargo Prado. Coronel da Polícia Militar do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Professor da Academia de Polícia Militar. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Clube dos Oficiais da PM, além de várias associações culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LEANDRO BEZERRA JÚNIOR(Veja: JJLEANDRO).

JOSÉ LEITÃO MATOS, de Picos, Piauí, 05.12.1916, escreveu, entre outros, A EUROPA QUE EU VI(1982), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1963. Tabelião, Advogado, Escrivão. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Piauiense de Imprensa. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ LEOPOLDO DE BULHÕES JARDIM (LEOPOLDO DE BULHÕES), Goiano, de Goiás Velho, 28.09.l857, escreveu, entre outros, "O MEIO CIRCULANTE E A ABOLIÇÃO DOS ESCRAVOS"(1883). Deputado Constituinte por Goiás. Deputado Federal. Senador pela Província de Goiás, de 1894 até 1918. Signatário da Emenda que incluiu na Constituição Republicana de 1891, a mudança da Capital Federal para o Planalto Central do Brasil. Ministro da Fazenda no Governo de Rodrigues Alves. Presidente da Província de Goiás. Diretor do Banco do Brasil. Advogado, Industrial, Economista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Político. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro. Diretor-Presidente da Companhia de Tecidos e também da Empresa de Melhoramentos da Baixada Fluminense. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros que tratam da História de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Biografado no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Em sua homenagem a cidade de PINDAIBINHA, no interior goiano, recebeu o nome de LEOPOLDO DE BULHÕES. Faleceu no Rio de Janeiro, em 25 de dezembro de 1928. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 28 de setembro de 1857. Filho de Inácio Soares de Bulhões e de Emília de Bulhões Jardim.
Iniciou, em 1865, os estudos primários em sua terra natal.
Após fazer o curso preparatório, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no ano de 1880.
Retornando a Goiás Velho, foi eleito, em 1881, Deputado Geral, pelo Partido Liberal.
Fundou, em 1886, junto com seu irmão Antônio Félix de Bulhões, o jornal “GOIAZ”.
Com a proclamação da República, foi eleito Deputado Constituinte, tornando-se aliado do Presidente Floriano Peixoto.
Em 1894, foi eleito Senador da República pelo Estado de Goiás, passando a fazer parte da Comissão de Finanças do Senado.
Foi Ministro da Fazenda, tanto no governo de Rodrigues Alves(1902) quanto no governo de Nilo Peçanha(1909).
Em 1911, novamente foi eleito Senador da República por Goiás, na vaga aberta com a renúncia de seu cunhado, Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro, recebeu do Governo Português, em 1921, a comenda “GRÃ CRUZ DA ORDEM DE CRISTO”.
Presidente do Banco do Brasil e de diversas outras instituições, entre as quais, Empresa de Melhoramentos da Baixada Fluminense, em 1924.
Faleceu no Rio de Janeiro, em 25 de dezembro de 1928.

JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 12.04.l944, autor de vários livros, destacando-se, "CAUSOS QUE O TOCANTINENSE CONTA"(1989), “MANDINGA”(ROMANCE-1997), "PROCEDIMENTO NO JUIZO CRIMINAL"(1990), "O SENHOR DO TEMPO", "O PROCEDIMENTO NO JUIZO CIVIL"(1990), "BUSCA E APREENSÃO", "PÁSSARO DE ASA QUEBRADA"(NOVELA-1983), "CONTOS TOCANTINENSES", "RUA DO GRITO"(CONTOS-1978), “DE ZÉ GOELA A PÉ DE JANTA”, “OS CAUSOS QUE O DURO CONTA”, “JOÃO DE DEUS-FENÔMENO DE ABADIÂNIA”, “PRÁTICA, PROCEDIMENTO E DINÂMICA DO JUÍZO CÍVEL”, “DICIONÁRIO TOCANTINENSE DE TERMOS E EXPRESSÕES AFINS”(1997), “BESTA-FERA”, “VADE MECUM BÁSICO DA LEGISLAÇÃO TOCANTINENSE”.

Escreveu também “PRISÃO TEMPORÁRIA”, “LEI ORGÂNICA DO JUDICIÁRIO DO ESTADO DO TOCANTINS”, estes, em co-autoria com o Juiz Marco Villas Boas e “TEORIA E PRÁTICA DOS JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS”, este, em co-autoria com o Desembargador José Maria de Melo, do Tribunal de Justiça do Estado do Ceará.

Escreveu, igualmente, “VADE-MECUM BÁSICO DA LEGISLAÇÃO DO ESTADO DE GOIÁS” e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”(1999). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, de que também foi Presidente, ocasião em que chegou a Governador do Estado, interinamente.

Foi advogado militante, nos Estados de Goiás e Minas Gerais. Mediante Concurso Público, tornou-se Juiz de Direito do Estado de Goiás, optando pelo Estado do Tocantins, com a divisão promovida pela Constituição Federal de 05.10.1988.

Escritor, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Literato. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Edição do MEC, l990.

Ex-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins e ex-Corregedor Regional Eleitoral. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Tocantinense de Letras, de que também foi Presidente, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Brasileiro de Magistrados, de que foi Vice-Presidente, Associação de Magistrados do Estado do Tocantins(ASMETO), Associação Brasileira de Magistrados e Sociedad Peruana de Criminologia y Ciencias Penitenciarias.

Foi membro do Conselho de Cultura do Estado do Tocantins. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa.

Atualmente(1998), ocupa o cargo de Corregedor-Geral de Justiça, do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Atualmente(2000), é Vice-Presidente do Tribunal de Justiça. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 02, de que é Patrono Maximiano da Mata Teixeira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Um dos membros fundadores da ATL, tomou posse no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Os idealizadores e fundadores da Academia foram Dra. Ana Braga, Dr. Juarez Moreira Filho e Dr. Liberato Povoa.

Nasceu em São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins, em 12 de abril de 1944. Filho de Francisco Liberato Póvoa e Regina Costa Ribeiro Póvoa. Concluiu o curso primário e ginasial, em Dianópolis, no Ginásio João d`Abreu.

Começou o segundo grau no Centro de Ensino Médio Elefante Branco, em Brasília, Distrito Federal, concluindo no Colégio Estadual de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Entre 1972 e 1981, foi Chefe de Seção, Diretor de Divisão e Chefe de Gabinete da Secretaria de Apoio Administrativo do Ministério da Educação e Cultura, em Brasilia.

Em 1982, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, na Capital Mineira.

Nos anos seguintes, foi Coordenador de Planejamento e Administração na Escola Técnica Federal de Minas Gerais, em Belo Horizonte.

Formado em Direito, passou a advogar em várias cidades de Goiás e Minas Gerais. Aprovado em Concurso Público de Provas e Títulos, foi nomeado Juiz de Direito do Estado de Goiás, em 13 de janeiro de 1988, tornando-se titular de Taguatinga.

Com a criação do Estado do Tocantins, em 05 outubro de 1988, optou pelo novo Estado, terminando por ser nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, com menos de um ano de magistratura, no dia 1º de janeiro de 1989.

Com diversos filhos do primeiro casamento, com Eleusina Pereira Sousa, entre os quais, José Átila Sousa Povoa, Rodrigo Leonardo, Alessandro e Anayah Sousa Povoa, casou-se, pela segunda vez, com a Advogada Simone Cardoso da Silva Póvoa, nascida em 02.02.1977, com quem tem duas filhas, Kathlyn Cristina e Victoria Cristina, todas Silva Póvoa.

Entre novembro de 1989 e janeiro de 91, foi Presidente do Tribunal de Justiça, sendo, nesta condição, Governador do Estado do Tocantins. Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, em 1995. Presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do Tribunal de Justiça do Tocantins, no biênio 96/97. Corregedor-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça em 1998.

Fundador(junto com Ana Braga e Juarez Moreira Filho) e primeiro Presidente da Academia Tocantinense de Letras, onde ocupa a Cadeira 02, cujo Patrono é Maximiano da Mata Teixeira.

Por Concurso Público, tornou-se o autor escolhido da letra do Hino do Tocantins, também aprovado pela Lei Estadual 977, de 20.04.98.

Autor de dezenas de livros jurídicos e literários, é também Membro do primeiro Conselho de Cultura do Estado do Tocantins, tendo tomado posse na cidade de Natividade, no dia 14.05.1989.

Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins, no biênio 1999-2001. Recentemente, assumiu a Presidência do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins. Terminado o seu período, retornou às suas atividades de Desembargador, Escritor e Jurista, mantendo no JORNAL DO TOCANTINS, de Palmas, a coluna dominical JUDICIÁRIO.

• Nome: JOSÉ LIBERATO COSTA PÓVOA
• Filiação: Francisco Liberato Póvoa e Regina Costa Ribeiro Póvoa.
• Data e Local de Nascimento: 12/04/44, em Dianópolis-TO
• Endereço de Trabalho: Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins – Praça dos Girassóis, s/nº - Fone (063)218-4463 – Caixa Postal nº 73 – CEP 77.054-970 – Palmas-TO
FORMAÇÃO ACADÊMICA
• Curso Primário – Ginásio João d´Abreu, em Dianópolis-TO.
• Segundo Grau – Centro de Ensino Médio Elefante Branco, em Brasília, e Colégio Estadual de Minas Gerais, em Belo Horizonte.
• Terceiro Grau - Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Minas Gerais (1982).
FUNÇÕES ATUAIS
• Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins
• Presidente das Comissões Permanentes de Seleção e Treinamento, de Jurisprudência e Documentação e de Sistematização do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (1999/2000 e 2001/2003)
• Professor de Direito Internacional na Fundação Universidade do Tocantins (UNITINS)
• Membro fundador da Academia de Letras Jurídicas do Estado do Tocantins
• Membro fundador da Academia Tocantinense de Letras
• Membro correspondente da Sociedad Peruana de Criminología y Ciencia Penitenciaria, título recebido da Universidade de Arequipa, no Peru
• Membro Honorário do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás
• Deputado Federal e Deputado Constituinte junto à Soberana Assembléia Federal Legislativa do Grande Oriente do Brasil
• Pós-Graduado Lato Sensu em Direito Civil e Processo Civil pela Faculdade Anhangüera de Ciências Humanas, de Goiânia (360 horas/aula)
• Cursando Pós-Graduação Latu Sensu em Direito Tributário no Instituto Goiano de Direito Tributário (três semestres)
• Cursando Doutorado em Direito Público pela Universidade de Extremadura, da Espanha, em Convênio com o Centro Internacional de Pós-Graduação da UNORP (São José do Rio Preto-SP)
• Diretor-Geral da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins.
PRINCIPAIS ATIVIDADES EXERCIDAS
• Chefe de Seção, Diretor de Divisão e Chefe de Gabinete da Secretaria de Apoio Administrativo do Ministério da Educação e Cultura, em Brasília (1972 a 1981)
• Chefe de Seção, Coordenador de Planejamento e Administração na Escola Técnica Federal de Minas Gerais e no Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais, em Belo Horizonte
• Membro da Equipe Técnica de Alto Nível da Escola Técnica Federal de Minas Gerais
• Diretor do Instituto de Menores de Dianópolis-TO, órgão da FEBEM-GO
• Juiz de Direito no Estado de Goiás (nomeado em 13/01/88), na Comarca de Taguatinga-TO
• Juiz Eleitoral na Comarca de Taguatinga-TO
• Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (nomeado em 1º/01/89, com menos de um ano de magistratura)
• Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (por duas vezes)
• Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (de 25/11/1989 a 31/01/91, completando mandato), quando teve a incumbência de organizar o Judiciário, criando, instalando e provendo Comarcas e realizando o primeiro concurso para a magistratura do Estado
• Governador do Estado do Tocantins (como Presidente do Tribunal, em agosto de 1991) - Vice-Presidente/Corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins (1995)
• Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Tocantins (1995 e para o biênio 2001/2003) - Presidente da Comissão de Seleção e Treinamento do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (1996/1997)
• Corregedor Geral de Justiça do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (de 11/02/98 a 31/01/99, completando mandato)
• Diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (ANAMAGES) para a Região Norte
• Idealizador da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins, sendo co-autor do Projeto de sua criação.
OBRAS PUBLICADAS
a) OBRAS DE CUNHO JURÍDICO
PUBLICADAS:
• Prática, Procedimento e Dinâmica do Juízo Cível (Livraria Três Poderes – Goiânia);
• Ementário dos Primeiros Julgados do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins (Livraria Três Poderes – Goiânia);
• Procedimento no Juízo Cível (Livraria Del Rey - Belo Horizonte), em 8ª edição;
• Procedimento no Juízo Criminal (Juruá Editora, Curitiba), em 3ª edição;
• Busca e Apreensão - Teoria, Prática e Jurisprudência (Editora Atlas - São Paulo), em 3ª edição;
• Prisão Temporária, em co-autoria com o desembargador tocantinense Marco Villas Boas (Juruá Editora - Curitiba), em 3ª edição
• Lei Orgânica do Poder Judiciário do Estado do Tocantins (Comentada e Comparada), em co-autoria com o desembargador tocantinense Marco Villas Boas (Livraria Paulista Ltda)
• Teoria e Prática dos Juizados Especiais Criminais, em co-autoria com o desembargador José Maria de Melo, do Tribunal de Justiça do Ceará (Juruá Editora - Curitiba), em 3ª edição
• Vade-Mécum Básico da Legislação Tocantinense (Editora Tocantins Ltda)
• Vade-Mécum Básico da Legislação do Estado de Goiás (Editora Tocantins Ltda)
• Constituição do Estado de Goiás Anotada (Editora Kelps, Goiânia)
EM PREPARO:
• Representação Eleitoral (em parceria com o advogado Helio Miranda)
• A Justificação em matéria penal.
b) OBRAS DE CUNHO LITERÁRIO:
PUBLICADAS:
• Rua do Grito, 162 (contos)
• Pássaro de Asa Quebrada (novela infanto-juvenil)
• Causos que o Tocantinense Conta (crônicas)
• De Zé Goela a Pé-de-Janta - Os Causos que o Duro Conta (crônicas)
• Senhor do Tempo (novela infanto-juvenil)
• João de Deus, o Fenômeno de Abadiânia (biográfico)
• Dicionário Tocantinense de Termos e Expressões Afins (filologia)
• Mandinga (romance)
• Besta-fera e Outros Contos (contos)
• História Didática do Tocantins (História);
• Conversa de Compadres (crônicas)
• Um Causo Puxa Outro (crônicas)
• De gente, de bichos, meizinhas e abusões (crônicas)
• Furto do Menino-Deus (contos)
OUTROS DADOS
• Possui, ainda, várias obras inéditas, nos gêneros crônica, conto, folclore e outros
• Venceu todos os concursos literários de que participou desde a época de estudante, inclusive a nível nacional
• Jornalista e crítico literário, com mais de 1000 artigos publicados na imprensa mineira, goiana, paulista e tocantinense, onde assina dominicalmente a coluna “Judiciário”, no “Jornal do Tocantins”, de notas, comentários e jurisprudência e a ‘Coluna do Liberato”, no jornal “Folha Popular“, de Palmas-TO
• Conferencista, tendo percorrido praticamente todo o Brasil em seminários, encontros e outros eventos, proferindo palestras sobre temas jurídicos e culturais em geral
• Fundador e primeiro Presidente da Academia Tocantinense de Letras, cargo que ocupou por duas vezes
• Autor da letra do “Hino do Tocantins”, escolhido através de concurso público e aprovado pela Lei Estadual nº 977, de 20/04/98
• Membro do Conselho de Cultura do Estado do Tocantins
• Autor da proposta de criação da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins
• Presidente Estadual do Instituto dos Magistrados Brasileiros;
• Diretor-Geral da Escola Superior da Magistratura do Estado do Tocantins
• Diretor da Associação Nacional dos Magistrados Estaduais (ANAMAGIS) para a Região Norte.
COMENDAS E DISTINÇÕES
• Condecorado com a Ordem do Mérito do Estado do Tocantins, no grau de Grande Oficial
• Condecorado com a Ordem do Mérito Judiciário do Estado do Tocantins
• Condecorado com a Medalha do Mérito Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal.
• Condecorado com a Medalha da Ordem Joaquim Teotônio Segurado, do Tocantins
• Cidadão Honorário da Cidade de Natividade-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Taguatinga-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Tocantínia-TO
• Cidadão Honorário da Cidade de Gurupi-TO
• Teve seu nome aprovado para o Fórum Municipal de Dianópolis-TO, por lei da Câmara Municipal daquela cidade, distinção que dispensou
• É citado, em verbete, nas seguintes publicações de cunho literário: “Enciclopédia da Literatura Brasileira” (Edição do MEC, 1990), “Estudos Literários de Autores Goianos” (de Mário Ribeiro Martins, 1996), “Escritores de Goiás” (de Mário Ribeiro Martins, 1997), “Estante do Escritor Goiano” (do SESC, 1996), “Pequena História da Literatura Goiana” (de Alaor Barbosa, 1995), “Dicionário Biobibliográfico de Goiás" (de Mário Ribeiro Martins, 1999), “Dicionário Biobibliográfico do Tocantins” (de Mário Ribeiro Martins, 2001).

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ LINHARES, de Sinimbú, Baturité, Ceará, 21.01.1886. Filho de Francisco Alves Linhares e Josefa Felícia Caracas. Seu pai foi coronel, farmacêutico e Deputado Estadual pelo Ceará. Após os estudos primários em sua terra natal, no Colégio N.S.de Lourdes(Baturité) e no Panteon Cearense, bem como no Liceu do Ceará, em Fortaleza(1901), José Linhares transferiu-se para o Rio de Janeiro, com 16 anos, em 1902, para fazer Medicina. Desistiu depois de 2 anos e foi para o Recife, em 1904, fazer Direito. Algum tempo depois, transferiu-se para São Paulo, onde se bacharelou em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1908, com 22 anos. Até 1912 exerceu a advocacia(quatro anos de advocacia era o tempo exigido para se fazer concurso para a Magistratura). Em 29.01.1913, depois de concurso público, foi nomeado Juiz de Direito, chegando à quinta vara criminal do Rio de Janeiro, em 09.07.1928. Casou-se no Rio de Janeiro, em 26.04.1913, com 27 anos de idade, com Luzia Cavalcanti Linhares. (Sua esposa que nasceu no Rio em 08.06.1887 e faleceu em 14.09.1969), era filha do Dr. Amaro Cavalcanti e de Henriqueta Ferrão Catão. Tornou-se Desembargador da Corte de Apelação, em 30.03.1931, logo depois da Revolução de 1930. Foi Ministro do Superior Tribunal Eleitoral até o golpe de 1937. Em 16.12.1937, foi nomeado por Getúlio Vargas, Ministro do Supremo Tribunal Federal, tendo sido Presidente do STF e também do TSE, em maio de 1945. Em substituição a Getulio Vargas, tornou-se Presidente da República, em 30.10.1945 até 31.01.1946 . Retornando ao Supremo Tribunal Federal, foi eleito Presidente em 1946, 1951 e 1954. Membro da Associação dos Magistrados Brasileiros, da Sociedade Brasileira de Direito Internacional e da Associação dos Antigos Alunos da Faculdade de Direito de São Paulo. Título da Grã-Cruz da Ordem Nacional do Mérito e da Grã-Cruz da Ordem do Cedro do Líbano. Aposentou-se como Ministro do Supremo Tribunal Federal em 27.01.1956. Faleceu em Caxambu, Minas Gerais, no dia 26.01.1957, com 71 anos de idade, mas foi sepultado no Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro. Não deve ser confundido com o sacerdote e Deputado Federal Cearense, conhecido como José Linhares, mas cujo nome verdadeiro era José Linhares Ponte que nasceu em Sobral, Ceará, em 1930. É também da família Linhares, o Dr. Adauton Linhares, Auditor do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins, em Palmas. Quanto ao Ministro do Supremo José Linhares, é mencionado no livro DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, de Carlos Eduardo de Almeida Barata e Antonio Henrique da Cunha Bueno. É analisado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ LINS DO REGO CAVALCANTI, de Engenho Corredor, Pilar, Paraíba, 03.07.1901, escreveu, entre outros, MENINO DE ENGENHO(Romance-1932), DOIDINHO(Romance-1933), BANGUÊ(Romance-1934), MOLEQUE RICARDO(Romance-1935), USINA(Romance-1936), HISTORIAS DA VELHA TOTÔNIA(Infantil-1936), BOTA DE SETE LEGUAS(Cronica-1952, GREGOS E TROIANOS(Ensaio-1957), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João do Rego Cavalcanti e de Amélia Lins Cavalcanti. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se no Colégio de Itabaiana, interior paraibano. Mudou-se depois para João Pessoa, Capital da Paraíba, estudando no Instituto N. S. do Carmo e no Colégio Diocesano Pio X de João Pessoa. Foi para o Recife, em Pernambuco, estudando no Colégio Carneiro Leão e Osvaldo Cruz, em Recife. Em 1923, com 22 anos de idade, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife. Tornou-se amigo de José Américo de Almeida, Osório Borba, Luís Delgado, Aníbal Fernandes. Desde então revelaram-se seus pendores literários. Passou a colaborar no JORNAL DO RECIFE. Em 1922 fundou o semanário DOM CASMURRO, homenageando o livro de Machado de Assis, com o mesmo título. Casou-se com Filomena (Naná) Masa Lins do Rego, em 1924, com 23 anos. Ingressou no Ministério Público como Promotor Publico(naquela época, os Promotores não faziam concurso e eram nomeados a bel prazer dos governantes) em Manhuaçu, Minas Gerais, em 1925, com 24 anos onde não se demorou. Transferiu-se, em 1926, com 25 anos, para a Capital de Alagoas, Maceió, onde passou a exercer as funções de fiscal de bancos, até 1930, e fiscal de consumo, de 1931 a 1935. Em Maceió, tornou-se colaborador do JORNAL DE ALAGOAS e passou a fazer parte do grupo de Graciliano Ramos, Rachel de Queiroz, Aurélio Buarque de Holanda, Jorge de Lima, Valdemar Cavalcanti, Aloísio Branco, Carlos Paurílio e outros. Em 1932, com 31 anos, em Maceió, publicou o seu primeiro livro, MENINO DE ENGENHO, obra que se revelou de importância fundamental na história do moderno romance brasileiro. Além das opiniões elogiosas da crítica, sobretudo de João Ribeiro, o livro mereceu o Prêmio da Fundação Graça Aranha. Em 1933, publicou DOIDINHO, o segundo livro do "Ciclo da Cana-de-Açúcar". Em 1935, já nomeado fiscal do imposto de consumo, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde passou a residir. Integrando-se plenamente ao ambiente carioca, continuou a fazer jornalismo, colaborando em vários jornais com crônicas diárias. Foi secretário geral da Confederação Brasileira de Desportos de 1942 a 1954. Revelou-se, então, por essa época, a faceta esportiva de sua personalidade, sofrendo e vivendo as paixões desencadeadas pelo futebol, o esporte de sua predileção, como torcedor do Flamengo. Prêmios recebidos: Prêmio da Fundação Graça Aranha, pelo romance MENINO DE ENGENHO (1932), Prêmio Felipe d"Oliveira, pelo romance ÁGUA-MÃE (1941), e Prêmio Fábio Prado, pelo romance EURÍDICE (1947). Jornalista e romancista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 12.09.1957, com 56 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 25, eleito em 15.09.1955, na sucessão de Ataulfo de Paiva e recebido pelo Acadêmico Austregésilo de Athayde em 15.12.1956. Sua Cadeira 25, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Junqueira Freire, Fundador Franklin Doria, sendo também ocupada por Artur Orlando da Silva, Ataulfo de Paiva, José Lins do Rego, Afonso Arinos de Melo Franco e Alberto Venâncio Filho. Bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ LOBO(José Correia de Almeida Lobo), de Cuiabá, Mato Grosso, l93l, escreveu, entre outros, "LUGAR E TEMPO", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Residente em Goiânia, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LOBO-J.LUPUS(José Ferreira de Sousa Lobo), Goiano, de Bela Vista de Goiás, 02.09.l888, escreveu, entre outros, "CONTRIBUIÇÃO À HISTÓRIA DA IMPRENSA GOIANA", "GOIANOS ILUSTRES"(1974). Funcionário Público Federal. Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Bela Vista, a 2 de setembro de 1888. Filho de Manuel de Souza Lobo e de Horácia Ferreira de Souza Lobo.
Dedicou parte de sua vida ao jornalismo, vocação que seguiu desde sua adolescência.
Juntamente com outros companheiros, igualmente idealistas e entusiastas, fundou em Bela Vista o jornal “Folha do Sul”, trabalhando ao lado de expressões literárias de renome de Goiás como Leo Lynce e Honestino Guimarães.
Pertenceu ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que também foi Secretário por muito tempo.
Publicou no jornal “Correio Oficial” do Estado, sob o pseudônimo de “J. Lupus”, uma série de biografias de “Goianos Ilustres”, título que foi dado ao seu livro.
Coletou muitos elementos preciosos para a história de Goiás. Deixou publicados e inéditos alguns ensaios literários.
Faleceu em Goiânia, no dia 19 de outubro de 1948, sendo sepultado com a presença ilustre de Leo Lynce que escrevera um soneto lido pelo seu filho José Cruciano de Araújo.

JOSÉ LOPES RODRIGUES, de Natividade(Almas), Goiás, hoje Tocantins, 01.12.l908, escreveu, entre outros, "VIBRAÇÕES"(POEMAS-1949), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Florindo Lopes dos Santos e Maria Rodrigues Pinheiro.

Após os estudos primários em Natividade, seguiu para Barreiras, na Bahia e depois Salvador, onde foi colega de Jorge Amado, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória. Retornando ao Estado de Goiás, estudou no Liceu de Goiás Velho e formou-se em Direito. Durante muitos anos foi Professor da Escola Técnica Federal de Goiânia.

Docente, Advogado, Jornalista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista.

Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 8, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titulares Joaquim Câmara Filho, José Sisenando Jayme e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.

Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan.

Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYÁZ, de Abel Soares de Castro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 03, cuja Titular é Ana Braga. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Almas (distrito de Natividade), Goiás, hoje Tocantins, no dia 1 de dezembro de 1908. Filho de Florindo Lopes dos Santos e de Maria Rodrigues Pinheiro.

Em 1916, iniciou o curso primário em Natividade, cidade de que Almas era distrito. Seguiu para Barreiras, na Bahia, em 1923, onde se preparou para o curso de admissão ao ginásio. Matriculou-se, em 1923, no Ginásio Nossa Senhora da Vitória, em Salvador, Bahia, sustentado pelo seu tio João Lourenço Rodrigues.

De volta a Natividade, em 1926, é convocado para o Serviço Militar e se incorpora ao Sexto Batalhão, na Terceira Companhia Isolada, em Goiás Velho, em 1930. Terminado o serviço militar, retorna a Natividade, a pé, percorrendo cerca de novecentos quilômetros, em 1931, quando também se torna Escrivão da Quinta Delegacia Regional.

Desejoso de continuar os estudos, voltou a Vila Boa, em 1933, empregando-se como Guarda Civil e matriculado na terceira série do Liceu de Goiás.

Tornou-se funcionário do jornal CORREIO OFICIAL e mudou-se para Goiânia, em 1936, quando também ingressou na Faculdade de Direito.

Aprovado em Concurso Público, tornou-se Professor de Geografia e História, da Escola Normal, em 1938, sendo também seu Diretor.

Bacharel em Direito, em 1944, sendo orador da turma. Por Concurso Público, tornou-se Professor de Português da Escola Técnica Federal de Goiânia, em 1946.

Visitou Portugal, Espanha, França e Itália, em 1950 e no ano seguinte, casou-se com Sílvia Lourdes do Nascimento.

Em 1957, foi eleito para a Cadeira 8, da Academia Goiana de Letras, tornando-se seu Vice-Presidente no ano seguinte. Esta cadeira tem como Patrono Alceu Vitor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido Titulares Joaquim Câmara Filho, José Sizenando Jaime e Isócrates de Oliveira, hoje(2000) ocupada por Paulo Nunes Batista.

Exerce a função de Juiz do Tribunal Regional Eleitoral, nos anos de 1962/63. É agraciado, em 1972, com a Medalha do Sesquicentário do Brasil, pelo Governo do Estado.

Após ter sido quase secretário perpétuo da Academia Goiana de Letras, faleceu em Goiânia, no dia 09 de agosto de 1990 ou julho, conforme alguns.

Sobre ele e com o título “JOSÉ LOPES RODRIGUES E SUAS VIBRAÇÕES”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm. ou www.mariomartins.com.br


JOSÉ LOPES, Goiano, de Petrolina de Goiás, l96l, autor de diferentes textos, entre os quais, o livro "ERVA FÉ", sem dados biográficos no livro. Conhecido como PROFESSOR ZÉ LOPES. Tornou-se Vereador em Anápolis. Posteriormente elegeu-se Deputado Estadual em Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Espiritualista, Político, Seminarista. Botânico, Filósofo, Teatrólogo. Fitoterapeuta, Radialista, Comunicador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Intelectual, Orador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Membro de várias instituições sociais, culturais, de classe e filantrópicas, entre as quais, Sociedade Naturalista de Goiás. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro DOSSIÊ DE GOIÁS-UM PERFIL DO ESTADO E SEUS MUNICÍPIOS, de Antônio Moreira da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LOURENÇO DIAS, Goiano, de Pirenópolis, l886, escreveu, entre outros, "DIREITO CAMBIAL" e "PRESCRIÇÃO DO DIREITO DE DEMANDAR". Embora AUTODITADA, tornou-se Político e homem de letras. Senador da República pelo Estado de Goiás, na condição de suplente, em 1950. Fundador e Diretor do jornal VOZ DO SUL(Anápolis l930). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Advogado, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Intendente Municipal, Promotor Público, Cirurgião-Dentista. Historiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades nacionais e internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros, entre os quais, SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Encontra-se no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Pai do Jurista Adahyl Lorenço Dias. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Pirenópolis, Goiás, a 11 de outubro de 1886. Aprendeu as primeiras letras na cidade natal, onde estudou com Joaquim Propício de Pina e o Padre João Marques de Oliveira, professor e filólogo.
Verdadeiro autodidata, adquiriu todos os seus conhecimentos, lendo jornais, livros e revistas. Ainda na terra natal, tornou-se dentista prático, atividade que lhe foi muito lucrativa.
Em 1906, a 24 de novembro, casou-se com Artemísia de Siqueira. Foi nomeado Promotor Público de Pirenópolis, em 1915. Foi Eleito Intendente Municipal, em 1919.
Desgostoso com a política local, transferiu-se em 1923, definitivamente de Pirenópolis, indo para Bonfim (Silvânia), onde se dedicou à advocacia.
Em virtude de problemas políticos, mudou-se, em 1930, para a cidade de Anápolis, onde continuou a exercer a atividade de jornalista, advogado e político.
Ainda em 1930, fundou em Anápolis, o jornal “Voz do Sul” que permaneceu até 1939. Para este e também para outros jornais, escreveu artigos de peso, especialmente sobre a “República Nova”.
Em 1950, foi eleito Suplente de Senador da República, atividade de que fez uso para conseguir benefícios para Goiás e Anápolis, particularmente.
Obteve a federalização da Faculdade de Direito que se transformaria na Universidade Federal de Goiás. Conseguiu verba para a construção do Mercado Municipal “Carlos de Pina”, e para o serviço de água e esgoto da cidade.
Seu escritório de advocacia, em Anápolis, era considerado “Escritório Modelo”, não só pela organização, mas também pela rica biblioteca.
Faleceu no dia em que comemorava seus 50 anos de casamento, a 25 de novembro de 1956.
Nesse mesmo ano recebeu homenagem póstuma dos formandos da Faculdade de Direito de Goiás.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira 21, de que é Titular Luiz Caiado de Godoy.

JOSÉ LOUZEIRO(de Jesus), de São Luis, Maranhão, 19.09.1932, escreveu, entre outros, DEPOIS DA LUTA(1958), ARACELLI, MEU AMOR(1975), SOCIEDADE SECRETA(1976), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Roteirista, Novelista. Romancista, Contista, Teatrólogo. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ LUCIANO DA FONSECA, de Itaberaí, Goiás, 07.01.1929, escreveu, entre outros, “VERSOS E RETALHOS D`ALMA”, “REFLEXÕES SOBRE QUESTÕES ATUAIS”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Fonseca e Modestina das Dores Fonseca. Após os estudos de primeiro e segundo grau, em Itaberaí e Cidade de Goiás, formou-se em Odontologia na Universidade Federal de Goiás. Com o passar do tempo, tornou-se político, tendo sido Vereador em Goiânia e Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Presidente da Sociedade de São Vicente de Paulo no Estado de Goiás. Membro da Academia Itaberina de Letras e Artes, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Encontra-se no “DOSSIÊ DE GOIÁS”, de Antonio Moreira da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LUIS BITTENCOURT, Sergipano, de Aracajú, 03.01.l922, mais de 40 anos em Goiás. Jornalista, Professor e Político, escreveu, entre outras obras, "PRÁTICA DA DISCORDÂNCIA", "DIMENSÃO POLÍTICA DOS DIREITOS HUMANOS", "PODER E POLÍTICA NACIONAL", "DOS FUNDAMENTOS DA LIBERDADE NO ESTADO MODERNO". Diretor da Rádio Difusora de Goiânia. Redator do Jornal FOLHA DE GOIÁS, na década de 1940. Foi Vice-Governador do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Academia Goiana de Letras, na Cadeira 35, cujo Patrono é Zeferino de Abreu. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra(ADESG). Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Vinculado ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, na Cadeira 12, cujo Patrono é Capistrano de Abreu. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Aracaju, Sergipe, em 1922, de tradicional família de São Cristovão, antiga capital sergipana.
Filho de Carlos Batista Bittencourt e de Luíza Guaraná Bittencourt.
Com a morte do pai, em 17 de maio de 1934, mudou-se para Goiás, estabelecendo-se em Campinas das Flores.
Por volta de 1943, com cerca de 21 anos de idade, casou-se com Veneranda Cabral Bittencourt, com a qual teve dez filhos.
Iniciou sua carreira política, como Vereador junto à Câmara Municipal de Palmeiras de Goiás, interior goiano.
Em duas legislaturas sucessivas, foi eleito Vereador junto à Câmara Municipal de Goiânia. Formou-se em Direito pela Faculdade de Direito de Goiás.
Ao longo do tempo, tornou-se Professor de Teoria Geral do Estado, Direito Constitucional e de Filosofia do Direito, na Universidade Católica de Goiás.
Fez-se membro e Presidente do Conselho Estadual de Educação, bem como Presidente da Comissão de Encargos Educacionais e ainda da Câmara de Legislação e Normas.
Diretor do Departamento Estadual de Cultura, do Departamento de Lotes Urbanos de Goiânia e do Departamento de Agricultura de Goiás.
Foi Diretor Administrativo da Organização de Saúde do Estado de Goiás(OSEGO).
Como Deputado Estadual, ocupou o cargo de Diretor da Secretaria Geral da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás.
Foi Secretário da Administração e Secretário da Educação do Município de Goiânia.
No Governo do Interventor Coronel Meira Matos, após a queda de Mauro Borges, tornou-se Secretário da Administração.
Durante o Governo do Marechal Ribas Júnior, desempenhou o cargo de Secretário da Educação.
Terminou a sua carreira política, como Vice-Governador do Estado, no Governo de Irapuan Costa Júnior.
Durante muitos anos, foi Advogado na Capital e no interior do Estado.
Em 1973, cursou a Escola Superior de Guerra e tornou-se Delegado da ADESG, em Goiás.
Aposentou-se como Procurador do Estado de Goiás.
Seu filho, Luis Bittencourt, além de Deputado Estadual, é um dos mais ilustres nomes da Engenharia e da cultura em Goiás.

JOSÉ LUIZ DE MOURA PEREIRA(ZELUIZ), de Santa Izabel do Pará, Pará, 07.03.1935, escreveu, entre outros, ZELUIZ EM TRAÇOS E TROÇAS(1991), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1972. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Cartunista, Ilustrador. Desenhista, Heraldista. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ LUÍS DO NASCIMENTO SOTER, Goiano, de Catalão, 17.12.l953, autor de diversos livros, entre os quais, “ENTRE A TERRA E O CONCRETO”, “INÍCIO E FIM”, “SALADA MISTA”, “POEMAS SOTERRADOS”, “VER DE DENTRO”, “PONTO FINAL”, sem dados biográficos nos livros. Formado em Técnicas Agrícolas. Mudou-se para Brasília, Distrito Federal, em 1977. Presidente do Conselho Regional de Cultura. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Empresário, Produtor Rural. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, do Conselho de Cultura do Distrito Federal. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. JOSÉ LUIZ DO NASCIMENTO SÓTER, Goiano, de Catalão, 17.12.1953, autor de diversos livros, entre os quais, “ENTRE A TERRA E O CONCRETO”, “INÍCIO E FIM”, “SALADA MISTA”, “POEMAS SOTERRADOS”, “VER DE DENTRO”, “PONTO FINAL”, “PÉ-DE-CANA – POESIAS DE AMOR”, “AS PIORES”, “RENITÊNCIA LUNAR”, “FOGO NA PALHA”. Tem trabalhos publicados nas revistas “GRANDE CIRCULAR”, de Brasília, ‘REVISTA DEDO MINGO”, de Glauco Mattoso, participação em diversas antologias e verbete na Enciclopédia da Literatura Brasileira, publicada pelo Instituto Afrânio Coutinho. Formado em “Licenciatura em Técnicas Agrícolas”, pela UFG. Mudou-se para Brasília, Distrito Federal, em 1977, onde foi um dos precursores da “Geração Mimeógrafo”, na chamada “Poesia Marginal”, quando criou a SEMIM – Sóter Edições Mimeográficas, responsável pela publicação da maioria dos poetas marginais de Brasília; Foi Coordenador de Literatura no Festival Latino-Americano de Arte e Cultura – FLAAC, na UnB, leciona Técnicas Agrícolas em escolas públicas e exerceu cargos como Conselheiro do Conselho Deliberativo da Fundação Cultura do DF, Conselheiro do Conselho de Cultura do DF, Secretário Geral do Sindicato dos Escritores do DF, Diretor de Marketing da Secretaria de Cultura do DF, presidente da Associação de Produtores de Artes Cênicas-APAC-DF, Diretor da BSB-3 Produções. Como militante do movimento pela democratização da comunicação participou da discussão e criação do “movimento de rádios comunitárias” e da regulamentação do serviço pelo Congresso Nacional e foi um dos criadores da associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária – ABRAÇO, sendo seu Tesoureiro, Secretário Geral, Presidente e Coordenador Regional Centro-Oeste, respectivamente. Participou da criação do Fórum Nacional Pela Democratização da Comunicação – FNDC, sendo o seu Secretário Geral. Participou da discussão que criou e implantou o Conselho de Comunicação Social – CCS no Congresso Nacional. Participou do Grupo de Trabalho-GT no Ministério das Comunicações e do Grupo de Trabalho Interministerial – GTI, na Presidência da República, para discutir e sugerir políticas para o aperfeiçoamento do Serviço de Radiodifusão Comunitária. Residiu em Mara Rosa-GO entre 82 e 84, onde criou e editou o jornal regional “CORREIO MARARROSENSE”, lecionou “Filosofia Aplicada” e “Oratória” no Colégio Estadual. Professor, Escritor, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Empresário (produtor cultural), Pequeno Produtor Rural. Membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LUÍS DOMINGUES, Paulista, da Capital, l944, escreveu, entre outros, "O COTIDIANO DA ESCOLA DE lº GRAU: O SONHO E A REALIDADE"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Educação e do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especialista em Avaliação Educacional, Currículo, Estrutura, Funcionamento do Ensino, Consultoria, Pesquisa e Orientação de Teses. Vinculado ao Departamento de Pedagogia, da Faculdade de Educação. Conselheiro do Conselho Estadual de Educação de Goiás. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, INEP, CAPES, CNPq. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos pedagógicos e acadêmicos, dentre outros, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ LUIZ PERON, de Santa Rita do Passa Quatro, São Paulo, 14.02.1944, escreveu, entre outros, ATUALIZAÇÃO EM LINGUA PORTUGUESA(1981), CURSO DE FILATELIA(1985), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mudou-se para Brasília em 1964. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Vice-Diretor da Faculdade de Filosofia do Centro de Ensino Unificado de Brasília(CEUB). Diretor do Clube Filatélico e Numismático de Brasília. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ MACHADO DOS SANTOS, de Moiporá, Goiás, 16.12.1967, escreveu, entre outros, “LEI ORGÂNICA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DO TOCANTINS”(COMPILAÇÃO), sem dados biográficos no texto e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Joaquim Machado de Souza e Maria dos Santos Souza. Com 5 anos de idade, em 1972, mudou-se para Guaraí, Norte de Goiás, hoje Tocantins. Após concluir os cursos primário e ginasial, nesta cidade, em 1983, transferiu-se para Brasília, onde estudou o curso secundário no Centro Educacional do Lago. Ainda na Capital Federal, fez curso de Economia, na Associação de Ensino Universitário(AEUDF). Tornou-se Militar da Aeronáutica, em 1986, com 19 anos de idade. Já concursado no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins, em 1993, mudou-se para Palmas, nova Capital do Estado. Mediante concurso vestibular, fez-se aluno da Faculdade de Direito da Universidade do Tocantins (UNITINS) ou UFT, formando-se em 2002. Escritor, Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Economista. Ex-Assessor da Corregedoria Regional Eleitoral(Tocantins). Especialista em Processo Civil, pela UNIP(SP). Ex-Assessor de Juiz Federal da Seção Judiciária do Tocantins. Professor de Direito Eleitoral em cursos preparatórios para concursos. Especialista em Direito Público pelo Instituto Processus(DF). Professor de Direito Eleitoral da UFT(Universidade Federal do Tocantins). Ex-Assessor Jurídico da Corregedoria Regional Eleitoral, do TRE-To. Atualmente(2005), é Diretor-Geral do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins. Casou-se com Claudia, com quem tem dois filhos, Eugênio Vaz Machado e Sofia Vaz Machado. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ MACIEL DE BRITO, de Grajaú, Maranhão, 22.09.1946, escreveu, entre outros, “A FALÊNCIA DO ESTADO LEGAL”(2002), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Constantino de Souza Brito e Almerinda de Souza Maciel. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da FAFICH(FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS), de Gurupi. Curso de Pós-Graduação, pela Faculdade do Vale do Rio Doce, de Minas Gerais. Foi vereador e Presidente da Câmara Municipal de Gurupi. Consultor Jurídico de diversas Prefeituras Municipais do Estado do Tocantins. Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

JOSÉ MANOEL DA SILVA E OLIVEIRA, de Ouro Preto, Minas Gerais, 1770, escreveu, entre outros, “DESCRIÇÃO DO ESTADO ATUAL DA NAVEGAÇÃO DOS RIOS ARAGUAIA, TOCANTINS E MARANHÃO”(1808). Filho do português Sargento-Mor João da Silva e Oliveira e Joana Francisca de Paiva. Em 1791, assentou praça como Alferes da Companhia de Ordenanças, no arraial das Cabeceiras do Rio das Velhas, no Governo de Tristão da Cunha Menezes. Mudou-se para Goiás Velho, em 1805, como Guarda-Mor. Em 17 de janeiro de 1807, recebeu do Príncipe Regente Dom João, a patente de Capitão-Mor de Vila Boa de Goiás e da respectiva Comarca. Em 1808, encaminhou a Dom Rodrigo de Souza Coutinho seu relatório sobre a navegação dos rios Araguaia, Tocantins e Maranhão. Era Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo. Fidalgo da Casa de Sua Majestade. Coronel de Milícias. COMO COMANDANTE DA COMARCA DO NORTE, ao lado do Ouvidor Teotônio Segurado incrementou a navegação do Tocantins e estabeleceu uma linha de Correios da Corte(Rio de Janeiro) para o Pará, através do caudaloso rio Tocantins. Por ordem do Governador Francisco de Assis Mascarenhas, o Coronel José Manoel e Teotônio Segurado abriram uma estrada ligando São Romão(margem esquerda do Rio São Francisco), em Minas Gerais a Porto Real(Porto Nacional), Norte de Goiás, hoje Tocantins, ficando o Coronel José Manoel da Silva e Oliveira, como Inspetor da estrada. Em 1814, quando estava em Traíras (Niquelândia), de passagem para o Norte de Goiás e para a Capitania do Pará, onde iria assumir o Governo, terminou por ser ASSASSINADO. Sua filha, RITA PORFÍRIO DA SILVA E OLIVEIRA casou-se em Goiás Velho, em 03.11.1825, com Manoel Pereira Cardoso, sendo mãe, entre outros, do Brigadeiro Felicíssimo do Espírito Santo, pai do General Joaquim Inácio Batista Cardoso, avô do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ MANUEL M. G. COSTA, Goiano, da Capital, l940, escreveu, entre outros, "TEORIA E PRÁTICA DO IDIOMA INGLÊS", sem dados biográficos no livro, junto com Ingrid Costa, prefácio de Jarmund Nasser, enquanto Secretário da Educação de Goiás. Professor do Colégio Goianiense, no centro de Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ MARCELINO DE OLIVEIRA, Mineiro, de Ouro Preto, l905, escreveu, entre outros, "ÁGUAS MINERAIS DO ESTADO DE GOIÁS", sem dados biográficos no livro, junto com Celso de Castro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Engenheiro de Minas. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto de Tecnologia Industrial de Minas Gerais, do Instituto Brasileiro de Engenharia, além de diversas entidades nacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ MARIA AUDRIN (Frei), de Bédarieux, Sul da França, 25.08.1879, escreveu, entre outros, "ENTRE OS SERTANEJOS E ÍNDIOS DO NORTE"(1946), prefácio de Afonso Arinos de Mello Franco, “OS SERTANEJOS QUE EU CONHECI”(1963), com prefácio de Alceu de Amoroso Lima, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. O primeiro livro trata da vida e obra de Dom Domingos Carrerot. O segundo focaliza sua própria vida missionária.

Após os estudos primários em sua terra natal, foi para Toulouse, também na França. Com 17 anos de idade, em 1896, entrou para a Ordem Dominicana. Com 23 anos de idade, em 1902, foi ordenado Sacerdote.

Veio para o Brasil, com 24 anos de idade, em 1903, ao lado do recém-nomeado Bispo de Conceição do Araguaia, no Pará, Dom Domingos Carrerot. Após 18 dias de viagem no navio NÍGER desembarcou no Rio de Janeiro. Até Franca, em São Paulo, viajou de trem de ferro. Seguiu para Uberaba, Minas Gerais, em lombo de burro. Residiu primeiro em Uberaba, com os Dominicanos, durante algum tempo, com a finalidade de aprender noções básicas da língua portuguesa.

Em 1904, seguiu para Goiás Velho, via Araguari, Minas. Da antiga Capital de Goiás, rumou para Conceição do Araguaia, no Pará, de barco, através do Rio Araguaia. Mal havia chegado em Conceição, teve notícia da morte do Frei Gil Villanova, em 04 de março de 1905, dentro de um barco rústico, na confluência do Rio Araguaia com o Rio Tocantins, vítima de febre amarela, com 54 anos de idade.

Sobre a morte do Frei Gil Villanova, escreveu José Maria Audrin, em seu livro ENTRE SERTANEJOS E INDIOS DO NORTE(Rio de Janeiro, Agir, 1946, p.84): “Resolveu baixar a Belém do Pará à procura de melhores tratamentos. Era tarde demais. A 4 de março de 1905, entregou sua alma ao Criador. Expirou entre os braços de Frei Francisco Bigorre, no toldo rústico do Batelão São Domingos, um pouco abaixo da confluência do Tocantins com o Araguaia, e na hora em que o barco saltava as tremendas Cachoeiras da Itaboca”. Tornou-se conhecido como o “APÓSTOLO DO ARAGUAIA”.

Trabalhou José Maria Audrin, em Conceição do Araguaia, posto extremo da Missão Dominicana, até 1921, ao lado de Dom Domingos Carrerot, até que este fosse transferido para o primeiro bispado de Porto Nacional, onde tomou posse em 09.07.1921.

Ainda em Conceição do Araguaia, no Pará, José Maria Audrin fundou, entre outras coisas, uma Biblioteca Popular.

Alguns anos depois, transferiu-se para Porto Nacional, onde ficou aguardando a chegada de seu amigo, o novo Bispo Dom Domingos, tornando-se Diretor do Convento Dominicano de Porto Nacional, de 1921 até 1928. Frei Dominicano na Diocese de Porto Nacional, onde também foi professor do Colégio Sagrado Coração de Jesus, fundado em 1904 e do Seminário Católico Menor São José, fundado em 1922, por ele mesmo ao lado de outros religiosos.

Superior do Convento de Porto Nacional, durante vários anos. Criou a Banda de Música LIRA SANTA TEREZA e o Clube Lítero-Artístico UNIÃO DE MOÇOS CATÓLICOS. Reorganizou a Confraria do Rosário e a Ordem Terceira dos Dominicanos. Em 09 de julho de 1921, rezou a missa de posse do Primeiro Bispo de Porto Nacional, Dom Domingos Carrerot.

Reitor do Seminário Menor São José, em 1922. Em 12 de outubro de 1925, no Convento Dominicano de Porto Nacional, hospedou por sete dias, os Comandantes da “Coluna Prestes”, entre os quais, Paulo Kruger, João Alberto, Miguel Costa, Carlos Prestes, Siqueira Campos, Cordeiro de Faria, Djalma Dutra e Juarez Távora.

Em 1929, retornou a Conceição do Araguaia, no Pará, onde ainda permaneceu por cerca de 10 anos. Nesse período, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

Com mais de 60 anos de idade, em 1940, deslocou-se para os Conventos de Uberaba, São Paulo e Rio de Janeiro. Estava no Convento de Uberaba, quando publicou em 1947, a biografia de Dom Domingos Carrerot, tornando-se também membro correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sob a Presidência de Colemar Natal e Silva.

Nos anos seguintes, foi para São Paulo e Rio de Janeiro, onde escreveu os livros "ENTRE OS SERTANEJOS E ÍNDIOS DO NORTE"(1946), “OS SERTANEJOS QUE EU CONHECI”(1963). Seu primeiro livro foi publicado pela Editora AGIR, do Rio de Janeiro e o segundo, pela Editora JOSÉ OLYMPIO, também do Rio.

Depois de ter trabalhado durante 48 anos no Brasil, retirou-se para um dos Conventos no Sul da França, em 1952, onde permaneceu até a sua morte, com quase 100 anos de idade, em 1979.

Frei Dominicano, Sertanista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista.

Viveu entre os índios do interior de Goiás, hoje Estado do Tocantins, estudando usos e costumes das populações interioranas.

Após trabalhar por mais de quarenta anos no Brasil, faleceu na França, com quase 100 anos de idade, em 1979, em cujo quarto hasteava a bandeira brasileira e falava diariamente a lingua portuguesa.

Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico do Pará.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS(O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA), de Luis Gomez Palacin, bem como em diferentes antologias brasileiras.

Acha-se no livro HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Cunha Godinho. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 37, para a qual foi eleito o escritor Mário Ribeiro Martins, empossado no dia 05.04.2002. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ MARIA BELLO( José Maria de Albuquerque Bello), de Barreiros, Pernambuco, 1885, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DA REPÚBLICA”(1940), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante muito tempo, foi Professor e Jornalista. Elegeu-se Deputado por Pernambuco, bem como Senador da República. Eleito Governador de Pernambuco, não tomou posse em virtude da eclosão da Revolução de 1930. Mudou-se para o Rio de Janeiro. Escreveu vários ensaios e estudos críticos. Político e Historiador Brasileiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Faleceu no Rio de Janeiro em 1959. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ MARIA FLEURY, de Pirenópolis, Goiás, l935, escreveu, entre outros, “OS SOLOS TROPICAIS DA REGIÃO CENTRO-OESTE”, “CURSO DE GEOLOGIA BÁSICA”, “A SERRA DE CALDAS E SUAS ÁGUAS TERMINAIS”, sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Agronomia e Veterinária da Universidade Federal de Goiás. Formado pela Escola de Minas de Ouro Preto, em l962. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Geólogo, Agrônomo. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições nacionais, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ MARQUES DA SILVA, de Ipameri, Goiás, 02.04.l938, escreveu, entre outros, "DIÁRIO DE UM CANDANGO". Mudou-se para o Distrito Federal em 1958. Foi assistente administrativo da TERRACAP (Companhia Imobiliária de Brasília). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Advogado, Administrador, Educador. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Funcionário Público. Membro da União Brasileira de Escritores, da Associação Nacional de Escritores, do Sindicato dos Escritores de Brasília. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ MARTINS PEREIRA DE ALENCASTRE, de Santo Amaro(Rio Fundo), Bahia, 19.03.1831, escreveu entre outros, “ANNAES DA PROVINCIA DE GOYAZ”. Governador da Provincia de Goiás e seu Presidente durante um ano, em 1861. Vinculado ao Tocantins, pelo fato de ter estado em várias ocasiões, no Norte de Goiás, onde realizou estudos para escrever o seu livro, visitando principalmente as cidades de Arraias, Natividade e outras. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Geógrafo, Historiador, Professor. Memorialista, Cronista, Jornalista. Contista, Literato, Político. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro do Instituto Histórico, Geográfico e Etnográfico do Brasil, em cuja posse, em 1863, fez o panegírico do Cônego Luis Antônio da Silva e Souza. Promotor Público de Oeiras, no Piauí, em 1852. Fundou e dirigiu, em 1853, o jornal A ORDEM, o primeiro a circular em Teresina, em cujo Liceu foi Professor de Português e onde também escreveu a MEMÓRIA COROGRÁFICA, HISTÓRICA E GEOGRÁFICA DA PROVÍNCIA DO PIAUÍ. Após passar pelo Rio de Janeiro, Paraná e Rio
Grande do Sul, torna-se Presidente, por nomeação, da Província de Goiás, tomando posse em 21 de abril de 1861. Na condição de Presidente, impulsionou a Educação Primária, organizou o Arquivo Público e restaurou o Presídio de Santa Maria(Aruanã), abriu Estradas com destino à Capital Vila Boa e levantou dados estatísticos sobre a produção de gêneros alimentícios em Goiás. Deixou a Presidência da Província Goiana, em 26 de junho de 1862, voltando ao Rio de Janeiro, onde se tornou Secretário da Agricultura, Comércio e Obras Públicas. Escreveu também ESTUDOS HISTÓRICOS, NOTAS DIÁRIAS SOBRE A REVOLTA NAS PROVÍNCIAS DO MARANHÃO, PIAUÍ E CEARÁ, bem como LÁGRIMAS E SAUDADES e ainda o romance O CAVALEIRO DA CRUZADA. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de todos os livros que tratam da história social, política e econômica de Goiás. Foi também Presidente da Província de Alagoas, em 1867, de onde saiu foragido, em virtude de ter recrutado a juventude para a Guerra do Paraguai, o que desagradou o povo. A ele coube o mérito de fornecer as melhores informações sobre a Província de Goiás. Após receber do Imperador a COMENDA DA ORDEM DE CRISTO, morreu no Rio de Janeiro, no dia 12 de março de 1871. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Um dos Patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, de que foi fundador João Teixeira Álvares, tendo sido titular o advogado Inácio Xavier da Silva, hoje(1998) ocupada por Benedicto Silva. Atualmente(2000), com a morte de seu titular, esta Cadeira foi ocupada pelo baiano, de Casa Nova, Martiniano José da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Santo Amaro, antigo Rio Fundo, na Bahia, no dia 19.03.1831. Após uma infância pobre em sua terra natal, seguiu para Salvador, onde fez o curso preparatório.
Mudou-se para o Piauí, tornando-se funcionário da Secretaria do Governo. Em 1851, foi nomeado Promotor Público de Oeiras.
Procurador Fiscal da Tesouraria Geral, em 1852. Fundou e dirigiu o jornal A ORDEM, o primeiro a circular em Teresina, em 1853, quando também foi nomeado Professor de Português, do Liceu de Teresina.
Após suas pesquisas no Arquivo Público, em 1854, escreveu “Memória Corográfica, Histórica e Geográfica da Província do Piauí”.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro em 1857, tornando-se Secretário da Intendência da Marinha.
Tornou-se Secretário do Governo do Paraná, em 1858. Depois de exercer importante cargo no Rio Grande do Sul, foi nomeado Presidente da Província de Goiás, assumindo a função em 21 de abril de 1861.
Como Presidente da Província, esteve em várias ocasiões no Norte de Goiás, hoje Tocantins, estudando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, etc.
No dia 26 de junho de 1862, retorna ao Rio de Janeiro, onde assume uma função na Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas.
Em 1863, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, focalizando em seu discurso, a vida do Cônego Luis Antônio da Silva e Souza.
Concluiu, em 1864, o seu livro “Anais da Província de Goiás”, bem como o primeiro volume de “Estudos Históricos”.
Foi nomeado, em 1866, Presidente da Província de Alagoas, mas brigou com a população por ter convocado jovens para a Guerra do Paraguai, tendo de fugir de Maceió, enquanto os sinos tocavam.
Em 1867, já no Rio de Janeiro, recebeu do Imperador a Comenda da ORDEM DE CRISTO.
No dia 12 de março de 1871, misteriosamente, desapareceu no Rio de Janeiro, sem que seu corpo tenha sido encontrado.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 7, cujo fundador foi João Teixeira Álvares e de que foi Titular o advogado Inácio Xavier da Silva, bem como Benedito Silva.
Com a morte do professor Benedito, esta Cadeira passou a ser ocupada pelo Advogado baiano de Casa Nova, Martiniano José da Silva.

JOSÉ MAURO DE VASCONCELOS, de Bangu, Rio de Janeiro, 26.02.1920, escreveu, entre outros, “AS CONFISSÕES DE FREI ABÓBORA”, “BARRO BLANCO”, “O GARANHÃO DAS PRAIAS”, “ARRAIA DE FOGO”, “RUA DESCALÇA”, “VAZANTE”, “LONGE DA TERRA”, “O PALÁCIO JAPONÊS”, “FARINHA ORFÔ, “CHUVA CRIOULA”, etc. Durante muito tempo, VIVEU NA ILHA DO BANANAL, NORTE DE GOIÁS, HOJE TOCANTINS, ENTRE OS INDIOS KARAJÁS E JAVAÉS, NAS ALDEIAS DE TUTEMà E TXUIRI. Após os estudos primários em sua terra de origem, mudou-se para Natal, no Rio Grande do Norte. Com 15 anos de idade, concluiu o ginásio e retornou ao Rio de Janeiro, como treinador de Box. Matriculou-se nos cursos de medicina, direito, desenho e filosofia, sem concluir nenhum. Com 22 anos de idade, numa Fazenda de Itaguaí, interior do Estado do Rio, plantou e carregou banana, experiência que lhe fez publicar o romance de estréia, “BANANA BRAVA”, em 1942. No ano seguinte, mudou-se para o Recife, onde foi professor primário numa colônia de pescadores. Por volta de 1945, quando tinha 25 anos de idade, passou a viver entre os indios da Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins, onde colecionou material para escrever “ARARA VERMELHA” e “ROSINHA MINHA CANOA”. Depois de muito tempo na Ilha do Bananal, retornou ao sul do Brasil, passando a viver entre São Paulo e Rio de Janeiro. Exerceu as mais diferentes funções na área cinematográfica e como artista de televisão. Em 1968, recebeu o “PRÊMIO ROQUETTE-PINTO”, de literatura, concedido pela Rádio e Televisão Record de São Paulo, quando publicou o seu mais famoso livro “MEU PÉ DE LARANJA LIMA”, transformado em filme e também em seriado pela TV GLOBO. Com 64 anos de idade, faleceu em São Paulo, em 1984. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ MEDEIROS CRUZ, de Curitiba, Paraná, 19.09.1909, escreveu, entre outros, BICHO CARPINTEIRO(1959), A HORA NONA(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Escritor, Ensaísta. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ MEDRADO(José Medrado Vaz Santos), de Santa Terezinha(perto de Castro Alves), Bahia, 14.07.1921, escreveu, entre outros, “MEMÓRIAS-80 ANOS DE EXISTÊNCIA”(2001), com introdução de Jorge Calmon e notas de orelha de Renan Baleeiro, sem dados biográficos cronológicos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Misael Vaz Santos e Auta Rosa de Moura Medrado. Seu pai, da família VAZ(Pero Vaz de Caminha), de origem portuguesa e sua mãe da família MEDRADO, com tronco nos Rocha, de Portugal e nos Medral, da Espanha. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio São José, de Castro Alves e no Ginásio Santanópolis, de Feira de Santana. Depois de passar pelo Rio de Janeiro, matriculou-se no Ginásio Estadual da Bahia, em Salvador. Abandonou os estudos e tornou-se empresário de produtos exportáveis, entre os quais, “cera de ouricuri”, ao lado do Coronel Franklin Lins de Albuquerque, de Pilão Arcado, na Bahia. Em 1948, foi Prefeito de Santa Terezinha. Em 1951, elegeu-se Deputado Estadual e permaneceu por quatro legislaturas consecutivas, até 1967. Foi um dos diretores da Federação das Indústrias da Bahia, em 1956. Em 1966, sofreu um atentado na Câmara Municipal de Santa Terezinha, retornando para a Assembléia Legislativa da Bahia, andando de bengala. Em maio de 1967, por indicação do Governador Luiz Viana Filho, tomou posse como Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado da Bahia, onde se aposentou, em 1989, depois de ter sido Presidente entre 1973 e 1975. Aposentado, tornou-se um dos diretores do BANEB(Banco do Estado da Bahia), convidado pelo Governador Nilo Coelho. Comendador da Ordem do Mérito da Bahia. Tornou-se pecuarista, no município de Elísio Medrado. Foi casado com Carmen de Souza Medrado, com quem teve os filhos, Carlos Alberto Medrado Santos e Aloísio Medrado Santos. Seu livro publicado quando completou 80 anos de idade, constitui uma excelente contribuição para a história de algumas cidades baianas e apresenta a genealogia das famílias Rocha, Medrado, Moura, Albuquerque, Vaz, etc. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ MENDONÇA TELES, Goiano, de Hidrolândia, 25.03.l936, autor de dezenas de livros, entre os quais, “AMOR/DIÁRIO”(POEMAS-1992), “EM DEFESA DE GOIÂNIA”(MEMÓRIA-1988), “ENCANTAMENTO”(POEMAS-1985), “GENERAL CURADO: ESTUDO BIOGRÁFICO”(1973), “NO SANTUÁRIO DE CORA CORALINA”(ENSAIO-1991), “QUANDO OS FLAMBOYANTS FLORESCEM”(POEMAS-1988), “A IMPRENSA MATUTINA” (ENSAIO-1989), “UM RIO DENTRO DE MIM”(DISCURSO-1979), “A CIDADE DO ÓCIO”(CONTOS-1970), “FRONTEIRA”(ESTUDOS-1977), “VIA SACRA”(CONTOS-1979), “VIDA E OBRA DE SILVA E SOUZA”(ENSAIO-1978), “SETEMBRO NOS REUNE” (CRÔNICAS-1981), “GENTE E LITERATURA”(ESTUDOS-1983), “IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA”, “A VIDA DE PEDRO LUDOVICO”(ENSAIO-1992), “MEMÓRIAS GOIANIENSES” (1985), “CONTITULOS”(CONTO-1972), “ATLÉTICO SENTIMENTO & GLÓRIA” (CRÔNICAS-1995), “CRÔNICAS DA CAMPININHA”(1997), “CRÔNICAS DE GOIÂNIA”(1998), “DICIONÁRIO DO AUTOR GOIANO”(2000). Irmão do escritor Gilberto Mendonça Teles. Funcionário Aposentado do Fisco Estadual. Professor da Universidade Católica de Goiás. Foi Secretário de Cultura do Município de Goiânia. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Contista, Cronista, Literato. Jornalista, Conferencista, Orador. Ativista, Pensador, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Ex-Presidente do Conselho Estadual de Cultura. Membro da Associação dos Docentes da UCG, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 32, de que foi Presidente. Sua Cadeira na Academia temo como Patrono o médico de Porto Nacional, Francisco Ayres da Silva. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 08, de que também tem sido Presidente, da Academia Paulista de História, da International Academy of Letters of England, da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades nacionais e internacionais. Verbetado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Hidrolândia, Goiás, no dia 25 de março de 1936. Filho de João Alves Teles e de Celuta Mendonça Teles.
Iniciou, em 1943, os estudos primários em sua terra natal e em Brazabrantes.
Já em Goiânia(Campinas), nos anos seguintes, estudou no Grupo Escolar Henrique Silva.
Na Escola Técnica de Comércio de Campinas, onde residia, terminou o curso básico.
No famoso Liceu de Goiás, em Goiânia, concluiu o curso científico, já trabalhando em diferentes atividades para sobreviver.
Em 1966, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás.
Sua turma de Bacharéis em Direito, marcou época, não somente porque publicou o livro “POESIAS E CONTOS BACHARÉIS”, mas também porque dela fazem parte ilustres nomes da literatura goiana, entre os quais, Miguel Jorge, Geraldo Marmo Coelho Vaz, Alaor Barbosa, Fernando Valladares, Martiniano José da Silva, Iêda Schmaltz, Edir Guerra Malagoni, etc.
Mediante Concurso Público, vinculou-se ao Fisco Estadual, atividade em que também se aposentou.
Tornou-se Professor Titular de Direito Constitucional da Universidade Católica de Goiás e Diretor do Centro de Cultura Goiana.
Foi eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 32, cujo Patrono é Francisco Ayres da Silva.
Presidente do Conselho Estadual de Cultura de Goiás e Secretário de Cultura do Município de Goiânia, numa das administrações do Prefeito Nion Albernaz.
Durante dez(10) anos, foi Presidente da Academia Goiana de Letras e atualmente(1998) é Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.
Sobre ele e com o título “A PRODUÇÃO LITERÁRIA DE JOSÉ MENDONÇA TELES”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Foi também professor da Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis e da Faculdade Cora Coralina, de Goiás Velho.
Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro.
Detentor da MEDALHA JOÃO RIBEIRO, da Academia Brasileira de Letras.

JOSÉ MINDLIN(José Ephim Mindlin), de São Paulo, Capital, 08.09.1914, escreveu, entre outros, THE GENTLE MADNESS OF A GUARDIAN OF RELICS: A CHAT WITH J. M(Entrevista-1990), O LIVRO NO BRASIL: BIBLIOTECAS E TIPOGRAFIAS(1991), TECNOLOGIA COMO FATOR BÁSICO DO DESENVOLVIMENTO, UMA VIDA ENTRE LIVROS: REENCONTROS COM O TEMPO(1997), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Ephim Henrique Mindlin e Fanny Mindlin, imigrantes russos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Começou sua militância cultural em 1930, aos 15 anos, quando se tornou redator do jornal O Estado.
Com 22 anos de idade, em 1936, formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade de São Paulo. Foi um dos fundadores da METAL LEVE, industria de Autopeças. Foi Diretor da FIESP(Federação das Industrias do Estado de São Paulo).
Entre 1974 e 1975, com 61 anos de idade, tornou-se Secretário da Cultura do Estado de São Paulo. Tem sido Conselheiro dos principais Museus do Brasil. Com o passar do tempo, tornou-se um dos maiores bibliófilos brasileiro, sendo possuidor da maior biblioteca particular do mundo. Grande incentivador de atividades culturais.
Financiou com recursos próprios, as reedições fac-similadas das principais revistas do modernismo, entre as quais, REVISTA DE ANTROPOFAGIA.
Em 1988, com 74 anos, fundou a VITAE, entidade destinada a apoiar a cultura e a educação. Casou-se com Guita Kauffmann Mindlin, com quem tem vários filhos, destacando-se Betty e Diana.
Seu irmão, Arquiteto Henrique Ephim Mindlin nasceu em 1911 e se formou pela Escola de Engenharia da Universidade Mackenzie, em 1932.
Em 14 de maio, em cerimônia realizada na Reitoria da Universidade de São Paulo (USP), Mindlin doou a sua Biblioteca Brasiliana, com mais de 25 mil volumes, para o Instituto de Estudos Brasileiros (IEB). A coleção irá para a Biblioteca Mindlin no futuro prédio do instituto. O projeto da nova sede deve ser concluído em 2009. Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília(UNB). Doutor Honoris Causa pela Universidade de São Paulo.
Com a morte de Josué Montello, em 15.03.2006, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras, em 20.06.2006, com 92 anos de idade. Quinto ocupante da Cadeira 29, eleito em 20.06.2006, na sucessão de Josué Montello. Sua Cadeira 29, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Martins Pena, Fundador Artur Azevedo, sendo também ocupada por Vicente de Carvalho, Cláudio de Sousa, Josué Montello, José Mindlin. Ele concorreu com quatro candidatos: Áureo de Mello (poeta, contista e ex-senador), Júlio Romão (escritor e teatrólogo, membro da Academia Piauiense de Letras), Nelson Valente (psicólogo e escritor) e Vilma Guimarães Rosa (escritora e filha do autor de Grande Sertão: Veredas).
Não é estudado no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Muito bem analisado no DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS(1999), de Carlos Eduardo de Almeida Barata e Antonio Henrique da Cunha Bueno.
Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ MILTON DE MORAIS PESSOA, de Quintinos, Minas Gerais, 25.10.1957, escreveu, entre outros, “MINHAS INESQUECÍVEIS POESIAS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Gonçalves Bontempo e Antonia de Morais Pessoa. Mesmo acometido de paralisia infantil, luta pela vida. Após os estudos primários, concluiu o ginásio e fez o curso de contabilidade. Vinculou-se à Igreja Assembléia de Deus e foi candidato a Vereador. Residente em Palmas, Capital do Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor. Literato, Político. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ MILTON VIANA (JOSÉ VIANNA), Mineiro, de São João Del Rei, l930, escreveu, entre outros, "TRINTA DIAS"(POEMAS), "DENTRO DA NOITE"(POESIAS), sem dados biográficos nos livros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, tornou-se Promotor de Justiça do Estado de Goiás. Aposentou-se como Procurador de Justiça. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, 1955. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Como Advogado, manteve juntamente com Antonio Carlos Ozório, um Escritório de Advocacia instalado na Antiga Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante, em Brasília. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana do Ministério Público, do Instituto dos Advogados de Brasília, fundado em 1959, de que foi Conselheiro Fiscal. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ MURILO DE CARVALHO, de Andrelândia(Piedade do Rio Grande), Minas Gerais, 8.09.1939, escreveu, entre outros, A FORMAÇÃO DAS ALMAS(Ensaio-1991), A CIDADANIA NO BRASIL: O LONGO CAMINHO(Ensaio-2004), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Publicou tambem A ESCOLA DE MINAS DE OURO PRETO-O PESO DA GLÓRIA(1ª edição 1978,2ª edição 2002), A CONSTRUÇÃO DA ORDEM-A ELITE POLITICA IMPERIAL(1980), OS BESTIALIZADOS-O RIO DE JANEIRO E A REPUBLICA QUE NÃO FOI(1987), TEATRO DE SOMBRAS-A POLITICA IMPERIAL(1988), A FORMAÇÃO DAS ALMAS- O IMAGINARIO DA REPUBLICA NO BRASIL(1990). Filho de Sebastião Carvalho de Sousa e Maria Angélica Ribeiro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1965, com 26 anos de idade, Bacharelou-se em Sociologia e Política, pela Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG(Universidade Federal de Minas Gerais). Mestre em Ciência Política, Universidade de Stanford, Califórnia, em 1969. Ph.D.(Doutor) em Ciência Política, Universidade de Stanford, em 1975, com 36 anos de idade. Especialização em Metodologia de Pesquisa, Universidade de Michigan, em 1967. Pós-Doutorado, Departamento de História, Universidade de Stanford, 1976-77. Pós-Doutorado, Universidade de Londres, Inglaterra, em 1982, com 43 anos. Professor Adjunto, Departamento de Ciência Política, UFMG, 1969-78. Professor do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro - Iuperj, 1978-1997. Professor visitante, Departamento de Ciência Política, Universidade de São Paulo, 1o. semestre, 1992. Professor visitante, Departamento de Antropologia, Museu Nacional, UFRJ, 2º. semestre. Pesquisador, Fundação Casa de Rui Barbosa, 1986. Pesquisador, CPDOC/ Fundação Getúlio Vargas, 1994-1995. Professor titular, Departamento de História, UFRJ, 1997- Membro, The Institute for Advanced Study, Princeton, 1980-81. Visiting Latin American Scholar, Universidade de Londres, 1981-81. Senior Associate Fellow, Oxford University, jan./mar., 1982. Pesquisador visitante, Universidade de Leiden, Holanda e Maison des Sciences de l’Homme, Paris, abr./maio 1982. Pesquisador visitante, Centre d’Étude des Mouvements Sociaux, Paris, 1985. Maître de Conference, École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, maio 1989. Distinguished Visiting Professor, Departamento de História, University of California, Irvine, Jan./Mar. 1990. Visiting Professor, Universidade de Leiden, Holanda, dez. 1992/Mar. 1993. Nabuco Visiting Professor, Universidade de Stanford, Jan-Jun. 1999. Visiting Chair in the study of Brazilian Culture. University of Notre Dame, Jan-Fev. 2002. Teses e dissertações orientadas: UFMG: Ronaldo de Noronha, “Orientações Políticas dos Setores Médios”, dissertação de Mestrado, 1971. Berenice Guimarães Vasconcelos de Souza, “O Banco Nacional de Habitação e a Política do Governo”, dissertação de Mestrado, 1974. Miguel González Arroyo, “Estrutura de Poder Local”, dissertação de Mestrado, 1974. Francisco Itami Campos, “Coronelismo em Estado Periférico: Goiás na Primeira Repúblioca”, dissertação de Mestrado, 1975. Domingos Antônio Giroletti, “A Industrialização de Juiz de Fora, 1850-1930”, dissertação de Mestrado, 1976. Stephen David Scheibe, “SENAI, Mobilidade Social e Comportamento Político”, dissertação de Mestrado, 1976. Francisco Chagas Evangelista Rabelo, “O Governo Mauro Borges: Tradicionalismo, Planejamento e Mobilização em Goiás”, dissertação de Mestrado, 1976. Maria de Jesus Pires Salgado, “Amazônia: do Inferno Verde ao Celeiro do Mundo?”, dissertação de Mestrado, 1979. IUPERJ: Marcos Luís Bretas, “A guerra das ruas: povo e polícia na cidade do Rio de Janeiro”, dissertação de Mestrado, 1988. Ana Marta Rodrigues Bastos, “Católicos e cidadãos: a Igreja e as eleições no Império”, dissertação de Mestrado, 1988. Aloysio H. Castelo de Carvalho, “O governo Médici e o projeto de distensão política (1969-1973)”, dissertação de Mestrado, 1989. Carla Maria Junho Anastasia, “Corporativismo e cálculo político: o processo de sindicalização oficial dos trabalhadores em Minas Gerais”, tese de Doutorado, 1990. Isabel Idelzuite Lustosa da Costa, “O método confuso: a representação do Brasil no humor de Mendes Fradique”, dissertação de Mestrado, 1991. Helena Bomeny, “Mineiridade dos modernistas: a república dos mineiros”, tese de Doutorado, 1991. Amir José M. Vieira, “A teoria social brasileira: uma análise estrutural”, dissertação de Mestrado, 1994. Elysabeth Senra de Oliveira, “Uma geração cinematográfica. Intelectuais mineiros na década de 50”, dissertação de Mestrado, 1994. Paulo Luiz M.L. Esteves, “O problema da construção nacional no Esaú e Jacó de Machado de Assis”, dissertação de Mestrado, 1995. UFRJ: Cid Prado Valle.”Natureza tropical e imagem nacional no Império”. Tese de Doutorado, 2001. Adriana Pereira Campos. “Nas barras dos tribunais: direito e escravidão no Espírito Santo”. Tese de Doutorado, 2003. Marcia Ermelindo Taborda. “História social do violão no Rio de Janeiro (1870-1930). Tese de Doutorado, 2004. Pedro Paulo Soares. “A guerra da imagem: iconografia da Guerra do Paraguai”. Dissertação de Mestrado, 2003. Alex Moreira Andrade, “Maçonaria no Brasil (1863-1901): poder, cultura e idéias”. Dissertação de Mestrado, 2004. Participação em bancas de tese e de concursos: UFMG: Seis bancas de dissertações de Mestrado, uma banca de concurso para Professor Titular. IUPERJ: Cinco bancas de teses de Doutorado e 12 bancas de dissertações de Mestrado. UFRJ: Três bancas de teses de Doutorado, três bancas de dissertações de Mestrado, oito bancas de concurso para Professor adjunto e titular. Outras Universidades: USP (Dep. de História), duas bancas de tese de Doutorado. USP (Dep. de Ciências Sociais), uma banca de tese de Doutorado. Universidade Federal do Rio de Janeiro (Pós-Graduação em Antropologia Social), uma banca de dissertação de Mestrado e uma de tese de Doutorado. Universidade Federal Fluminense (Dep. de História), uma banca de dissertação de mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, uma banca de dissertação de Mestrado. Universidade Católica de São Paulo, uma banca de dissertação de Mestrado. Universidade de Campinas, uma banca de concurso para Professor titular. Universidade Federal de Ouro Preto, uma banca de concurso para professor B. Escola Nacional de Ciências Estatísticas, uma banca de dissertação de Mestrado. Cargos de direção: Chefe, Departamento de Ciência Política, UFMG, 1971-73. Coordenador, Mestrado em Ciência Política, UFMG, 1974-77. Diretor, Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Ciências Sociais (Anpocs), 1978-80. Coordenador, Doutorado em Sociologia e Ciência Política do Iuperj, 1979-80. Diretor de Ensino, Iuperj, 1989-1993. Coordenador de Ensino, Iuperj, 1983-85. Coordenador do Programa de Pós-Graduação em História Social do IFCS/UFRJ, 2000-2002. Participação em colegiados e comissões: Membro, Coordenação de Ensino e Pesquisa da UFMG, 1975-77. Membro, Conselho de Pós-Graduação da UFMG, 1975-77. Presidente, Comitê Assessor em Ciências Sociais, Fundação Ford, 1979-80. Presidente, Comitê Assessor em Ciência Política, Capes, 1979-80. Membro do Joint Committee on Latin American Studies do Social Science Research Council, 1985-88. Membro da Comissão Julgadora do Prêmio Literário Nacional do Instituto Nacional do Livro, gênero história, 1986. Membro da Comissão Acadêmica da Anpocs, 1986-88. Membro do Comitê Assessor de Ciências Sociais do CNPq, 1986-89. Membro do Conselho Editorial da Editora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, 1990-1994. Membro da Comissão Permanente de Revisão do Arquivo Histórico do Itamarati, 1989. Assessor da FAPESP, 1991. Conselheiro da SBPC, 1991-1995. Membro do Conselho da FINEP, 1995. Membro do Conselho Deliberativo do CNPq, 1996-2000. Membro do Comitê Científico do Centro de Altos Estudos Avançados Transdisciplinares da UFMG, 2002-2004. Associações profissionais e literárias: Membro do PEN Clube do Brasil (eleito em 1995). Sócio honorário do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (eleito em 1995). Sócio da SBPC. Membro da Academia Brasileira de Ciências (eleito em 2003). Membro da Academia Brasileira de Letras (eleito em 2004). Bolsas e prêmios: UFMG, bolsa de graduação, 1963-65. Fundação Ford, bolsa de Doutorado, 1966-68. Capes, bolsa de pós-doutorado, Universidade de Stanford, 1976-77. CNPq, bolsa de pós-doutorado, Universidade de Londres, 1982. Capes-COFECUB, bolsa de intercâmbio, Paris, 1985. Medalha Santos Dumont, governo de Minas Gerais, 1987. Melhor livro em Ciências Sociais de 1987 para Os Bestializados, Prêmio da Anpocs, 1988. Medalhas de Oficial e Comendador da Ordem do Rio Branco, Itamaraty, 1989, 1991. Homem de Idéias, Jornal do Brasil, 1989. Prêmio Jabuti da Câmara Brasileira do Livro. Prêmio Banorte de Cultura Brasileira para A Formação das Almas, 1991. Medalha de Honra da Inconfidência, Governo de Minas Gerais, 1992. Medalha de Honra da UFMG, 2001. Medalha de Rui Barbosa, 2003. Prêmio Casa de las Américas. Sexto ocupante da Cadeira 5, eleito em 11.03.2004, na sucessão de Rachel de Queiroz e recebido em 10.09.2004, com 65 anos de idade, pelo Acadêmico Affonso Arinos de Mello Franco. Sua Cadeira 5, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Bernardo Guimarães, Fundador Raimundo Correia, sendo também ocupada por Osvaldo Cruz, Aloísio de Castro, Cândido Mota Filho, Rachel de Queiroz e José Murilo de Carvalho. Não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ NEGREIROS DE ALMEIDA SARINHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 1826, escreveu, entre outros, “MEMÓRIA JUSTIFICATIVA DO PROJECTO DE ESTRADA DE FERRO DO PARÁ A GOYAZ, ENTRE ALCOBAÇA À MARGEM ESQUERDA DO BAIXO TOCANTINS E A CIDADE DE BOA VISTA SOBRE O ALTO TOCANTINS”(1882), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter percorrido o seu rio e feito estudos especiais sobre suas margens, visando a implantação da estrada de ferro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se na Faculdade de Engenharia do Rio de Janeiro, tornando-se Engenheiro Civil. Em missão governamental, navegou pelo Rio Tocantins, especialmente o Médio e Alto Tocantins, em cujas margens projetou a Ferrovia que deveria sair do Pará ao norte de Goiás, hoje Tocantins, onde alcançaria a cidade de Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), até então cidade principal do extremo norte goiano. A ferrovia teria uma extensão de 391 km, ligando Alcobaça, São Vicente do Araguaia e Boa Vista do Tocantins (Tocantinópolis) e sua trajetória um ângulo obtuso(mais de 90 graus). Seria chamada Estrada de Ferro Pará-Goiás. Pelo Decreto 9.405, de 21.04.1885, o Doutor José Negreiros de Almeida Sarrinho (ou Sarinho), recebeu o privilégio para a construção dessa estrada, o que jamais ocorreu, pela falta de recursos financeiros. Esta ferrovia tinha sido planejada em 1872 pelo Engenheiro Major Antônio Florêncio Pereira do Lago (Moçoró RN 1825-Manaus 1892). Planejou ele uma combinação de navegação e Estrada de Ferro. Fazia parte do Plano Bulhões de Viação Nacional(Antônio Maria de Oliveira Bulhões, Rio de Janeiro 1828-1900) que enviou à Câmara Imperial em 24.03.1882, o Projeto de Construção da Ferrovia entre Alcobaça e Tocantinópolis. Em 1890, no entanto, a Concessão para a Construção da dita Ferrovia foi mudada e concedida ao Engenheiro goiano Joaquim Rodrigues de Morais Jardim(Goiás Velho 1836-Rio de Janeiro 1891) que também não a construiu, em virtude da falência do RUSSIAN BANK e de sua morte no ano seguinte. Na verdade, seu irmão Jerônimo Rodrigues de Morais Jardim(Goiás Velho 1838-Rio de Janeiro, 1916), era o Diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil e dava prioridade ao Projeto da Ferrovia Araguaia/Tocantins, mas, infelizmente, não conseguiu construí-la, mesmo porque seu irmão que era o Concessionário faleceu um ano depois da concessão ou seja 1891. Só em 1908, foram edificados os 87 km, na região de Alcobaça, que recebeu o título de Estrada de Ferro Tocantins, não prosseguindo em virtude da falta de verba. Quando Júlio Paternostro por lá passou em 1935, ela estava abandonada. Chegou ele, inclusive, a fazer a seguinte comparação: “No mesmo ano em que se assentavam os primeiros trilhos da Estrada de Ferro Tocantins, em Alcobaça, colocavam-se os primeiros dormentes da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em Bauru. Ambas as estradas de ferro partiam do interior para o sertão, margeando rios em cujas ribanceiras viviam indios. Os trilhos da Estrada de Ferro Tocantins atingiram o Km 87 e a paisagem que os rodeia continua sendo a savana habitada por indios. A Estrada de Ferro Noroeste possui 1.273 km de trilhos, em volta deles o sertão se povoou, nasceram cidades e os indios desapareceram. Até hoje(1935) não se outorgou ao Tocantins a missão que, desde o Século XVIII, o Marquês de Pombal lhe assinalara, como ‘o mais seguro caminho para levar a civilização e o progresso ao interior do país’, concluiu Paternostro. Ao Concessionário da Estrada de Ferro Pará/Goiás, o governo dava 20 quilômetros de terras, de cada lado da ferrovia e três quilômetros, de cada margem do Rio Tocantins, desde a nascente até a foz. Todas as riquezas da região poderiam ser exploradas durante 60 anos, pelo Concessionário. O livro de Sarinho foi publicado no Rio de Janeiro, pela Tipografia G. Leuzinger & Filhos, em 1882. Quanto a ele(Sarinho), foi membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Empresário, Engenheiro, Administrador. Político, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Idealista, Visionário. Mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “VIAGEM AO TOCANTINS”, de Júlio Paternostro e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSE NETTO DE CAMPOS CARNEIRO(DOUTOR NETO), Goiano, de Catalão, 27.02.l855, escreveu, entre outros, “MAL DE BRIGHT”(1885), "DAS FEBRES DE GOYAZ"(PORTO, PORTUGAL,1897), sem dados biográficos no livro. Filho de João Netto Cerqueira Leão e Maria Netto Cerqueira. Estudou no Seminário de Santa Cruz, em Goiás Velho. Médico. Formado pela Faculdade de Medicina da Bahia, com especialização na Europa. Após a formatura, retornou para a cidade de Goiás, antiga Capital, alí clinicando até morrer, em 24.11.1921. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Sociedade Brasileira de Medicina, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, tanto nacionais quanto internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos técnicos e científicos. Sobre ele escreveu excelentes notas, o escritor goiano José Mendonça Teles, em artigo publicado no jornal O POPULAR. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ NICOLAU HECK, de Arroio do Meio, Rio Grande do Sul, 08.12.l944, escreveu, dentre outros, "MATERIALISMO E MODERNIDADE-ENSAIOS DE FILOSOFIA POLÍTICA"(1994), "ESTUDO DE TERMINOLOGIA FILOSÓFICA"(1992), “CETICISMO E TRABALHO-UMA CONTRIBUIÇÃO AO MATERIALISMO FILOSÓFICO”, “PASSANDO DOS LIMITES”, “LINGUAGEM-PODER DE PENSAMENTO”(1980), “A LIBERDADE EM KANT”(1983), “SAÚDE E DOENÇA”(1983), sem dados biográficos nos livros. Filho de José A. Heck e Vilina Heck. Concluiu o primeiro e o segundo grau nos Colégios Maurício Cardoso e São José. Em Viamão, no Rio Grande do Sul, formou-se em Filosofia. Bacharel em Direito Alemão, pela Universidade Maximiana de Munique. Professor Titular do Departamento de Filosofia do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, bem como da Universidade Católica. Doutor em Filosofia pelo LUDWIG-MAXIMILIONS UNIVERSIT, de Munique, Alemanha. Coordenador do Curso de Mestrado em Filosofia, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Filósofo. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Contista, Cronista, Orador. Conferencista, Poeta, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Bacharel em Direito. Pesquisador do Conselho Nacional de Pesquisa(CNPq). Especialista em Filosofia Moderna, Contemporânea, Filosofia Política, Epistemologia, Ética, Ensino, Pesquisa, Materialismo, Modernidade, Verdade, Ceticismo e Marxismo. Vinculado ao Departamento de Filosofia, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos filosóficos e acadêmicos, entre os quais, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ NIGRO, de Rossano Calabro, Itália, 1873. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Veio para o Brasil, ainda muito jovem, juntamente com a família. Durante muito tempo, foi barbeiro em Botucatu, interior de São Paulo. Converteu-se ao Evangelho. Com o passar do tempo, foi consagrado ao Ministério Evangélico, tornando-se Pastor Batista. Formou-se em Direito, tornando-se Advogado. Em 1931, quando tinha 58 anos, foi eleito Primeiro Presidente da União Batista Paulista. Em 1935, foi eleito Tesoureiro da Loja Maçônica “Regeneradora Botucatuense”, interior de São Paulo. Em 1936, foi eleito Diretor do Colégio Batista do Rio de Janeiro, onde permaneceu por algum tempo. Quando tomou posse, o Colégio tinha 432 alunos e estava quase fechando as portas. Quando entregou o cargo, tinha 1.241 alunos. Infelizmente, por questões de política denominacional, envolvendo o movimento radicalista, terminou por ser demitido do Colégio Batista do Rio. Em 1940, foi eleito Presidente da Convenção Batista Brasileira, realizada em Salvador, na Bahia. Entre 1947 e 1951, com 78 anos de idade, foi Diretor do JORNAL PALMITAL, na cidade do mesmo nome. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ NORMANHA DE OLIVEIRA, Baiano, de Carinhanha, 21.04.l9l6, margens do Rio São Francisco. Médico. Autor de diversos livros, destacando-se "PENSAMENTOS VIVIDOS" (CRÔNICAS-1985),"MOMENTOS E VERSOS DE ONTEM" (POEMAS-1990), "REENCONTRO", "À MARGEM DO TEMPO"(ENSAIO-1995), “NOS CAMINHOS DA HISTÓRIA”(ENSAIO-1998). Filho de João Moreira Normanha e Maria de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Colégio Arnaldo de Belo Horizonte, Minas Gerais. Pioneiro de Goiânia, para onde veio ainda jovem, em 1950, onde fundou em 1951, o Instituto Goiano de Radiologia(IGR), para dedicar-se à medicina. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais, em 1945. Depois de exercer a profissão no interior da Bahia e de Minas, mudou-se para a Capital de Goiás, em 1950. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Literato, Contista, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Instalou, em Goiânia, o Instituto Goiano de Radiologia e Radioterapia. Aposentou-se, depois de 35 anos, como Chefe do Departamento de Radiologia, do Instituto Nacional de Previdência Social(INPS). Membro da Associação Médica de Goiás, de que foi um dos fundadores. Sócio concursado do Colégio Brasileiro de Radiologia, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Rodrigues, tendo como fundador José Trindade da Fonseca e Silva e de que foi Titular José Peixoto da Silveira. Efetivo da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras e da Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Foi o primeiro secretário do Conselho Regional de Medicina de Goiás e seu Conselheiro durante muitos anos. Pertence ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 29, tendo como Patrono Salomão de Vasconcelos. Vinculado à Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, à Academia Mineira de Medicina e ao Instituto Mineiro de História da Medicina. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, REVISTA DA UBE GO-l989. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. José Normanha faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 05.09.2006, com 90 anos de idade, sendo sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras.

JOSÉ ORLANDO RIBEIRO, de Pium, Goiás, hoje Tocantins, l956, escreveu, entre outros, "O DRAMA DE GEORGINHO-SÍMBOLO DA SOLIDARIEDADE HUMANA", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Conduziu a campanha, na Televisão, no Rádio e no Jornal, em prol do transplante de fígado do menino de Rio Verde, no Estado de Goiás. Seu empenho resultou na ida da criança aos Estados Unidos, onde, de fato, fez o transplante. Jornalista de vários jornais, entre os quais, O POPULAR, DIÁRIO DA MANHÃ, etc. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos sobre a solidariedade humana. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ PATROCÍNIO MARQUES TOCANTINS, de Goiás Velho, Goiás, 12.10.1851, escreveu, entre outros, “NAVEGAÇÃO NO RIO ARAGUAIA”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Estudou no Rio de Janeiro, onde se envolveu com a campanha abolicionista, ao lado de Rui Barbosa e outros. Por causa de suas idéias libertárias, teve de voltar à terra natal. Em Goiás Velho, tornou-se professor do Liceu e redator do jornal PUBLICADOR GOIANO. Professor de música e de instrumentos de sopro, passou a reger, em 1870, a FILARMÔNICA DE GOIÁS. Em 1879, tornou-se Regente de Orquestra em espetáculos teatrais, quando viajou pelo norte de Goiás, visitando as principais cidades do hoje Estado do Tocantins, entre as quais, Arraias, Conceição do Norte, Natividade, Monte do Carmo, Porto Nacional, etc. Fez-se comerciante em 1881, com uma loja de instrumentos musicais e partituras para piano, violino, contrabaixo e outros. No Festival Abolicionista de 1887, no Teatro São Joaquim, acompanhado por um coro de oito vozes masculinas, cantou a MARSELHESA. É também de sua autoria um “CÂNTICO PARA A CERIMÔNIA DO LAVA-PÉS” e um “SALUTARIS HOSTIA”. Organizou o coro da Igreja da Boa Morte, em Goiás Velho, quando apresentou de sua autoria o HINO DA EMANCIPADORA. Compositor, Regente, Barítono. Professor, Jornalista, Instrumentista. Faleceu em Goiás Velho, no dia 06 de julho de 1891. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ PEDROSA YRMÃO, Mineiro, de Doresópolis, l940, escreveu, entre outros, "VOCÊ SABE ISTO DE PORTUGUÊS?". Residiu em Goianápolis, interior de Goiás, na década de l950. Professor de Língua Portuguesa e Latina da Faculdade de Filosofia do Vale do São Patrício, em Ceres. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especialista em Letras pela Universidade Federal de Goiás. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ PEIXOTO DA SILVEIRA JÚNIOR(Ver PX DA SILVEIRA).

JOSÉ PEIXOTO DA SILVEIRA, Mineiro, de Cristais, 06.05.l9l3, escreveu, entre outros, "VERSOS ESQUECIDOS E VÁRIOS INÉDITOS"(1980), "RELEMBRANDO AUGUSTO RIOS"(1974), "SAÚDE E EDUCAÇÃO"(1981), “VERSOS QUE A GENTE FAZ”(1937), “PERFIS DOS DOUTORANDOS”(1938), “A NOVA CAPITAL”(1957), “A CASA DE JOÃO DE BARRO”(1982), “FRAGMENTOS DO MEU TEMPO”(1997). Formado em Medicina, em 1938, veio para Goiás em 1941, como Médico da Colônia Agrícola de Ceres, também chamada de Colônia Agrícola Nacional de Goiás(CANG). Político, Deputado Estadual, Deputado Federal. Prefeito de Jaraguá, Goiás, em 1946. Secretário da Saúde, em 1951. Secretário da Fazenda, em 1955. Secretário da Educação e Cultura do Governo de Goiás, em 1961. Médico, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Conferencista. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues, de que foi fundador José Trindade da Fonseca e Silva, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Conselho Estadual de Cultura, Associação Médica de Goiás e Sociedade Brasileira de Higiene. Candidato ao Governo de Goiás(1966), não conseguiu, no entanto, ser eleito. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Cristais, Minas Gerais, no dia 6 de maio de 1913. Filho de Joaquim Fernandes da Silveira e de Joana Peixoto da Silveira.
Iniciou os estudos primários na zona rural, em 1920, com professor contratado, indo logo depois para o Grupo Escolar de sua cidade natal.
Matriculou-se, em 1927, no Ginásio Antonio Vieira, de Formiga, Minas Gerais, onde encenou a peça de sua autoria “AS MANHAS DE ZEBEDEU”.
Passou a estudar, em 1931, no Ginásio Dom Silvério, de Sete Lagoas, Minas Gerais.
Ingressou, em 1933, na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, Minas Gerais, formando-se no dia 3 de dezembro de 1938, quando foi orador da turma.
Mudou-se para Jaraguá, Goiás, onde no dia 4 de janeiro de 1941, casou-se com Galiana Rios. Tornou-se Médico da Colônia Agrícola Nacional de Goiás(CANG), em Ceres.
Foi eleito, em 1945, Prefeito de Jaraguá e dois anos depois, 1947, foi eleito Deputado Estadual.
Em 1951, torna-se titular da Secretaria da Saúde do Estado de Goiás e em 1955, exerce o cargo de Secretário da Fazenda.
Tornou-se, em 1959, membro do Conselho Fiscal da NOVACAP, depois de ter sido Vice-Presidente da Comissão de Cooperação para mudança da Capital Federal.
Em 1961, assumiu a Secretaria de Educação e Cultura de Goiás. Elegeu-se Deputado Federal, em 1962, e se fez membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, tendo como Patrono Americano do Brasil.
Recebeu o título de “CIDADÃO GOIANO”, em 1963 e foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues e de que foi fundador José Trindade da Fonseca e Silva, sendo hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira.
Foi candidato ao Governo de Goiás, em 1966, mas não conseguiu apoio suficiente para ser eleito.
Em 1968, viajou por diversos países da Europa e representou Goiás, no Congresso do Japão, em 1971.
Nos anos seguintes, dedicou-se a atividades médicas e literárias, especialmente em Brasília, onde passou a residir.
Escreveu também “Agricultura em Goiás”(1950), “A Nova Capital e a Discriminação de Renda”(1955)”Calendário de uma Idéia”(1955), “Pela Saúde do Povo”(1959), “Combinado Agro-Urbano e Reforma Agrária”(1963).
Faleceu em Goiânia, no dia 16 de janeiro de 1987.

JOSÉ PEIXOTO JÚNIOR, de Serrita, Pernambuco, 03.04.1925, escreveu, entre outros, BOM DEVERAS E SEUS IRMÃOS(1988), CARTAS & POEMAS(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1976. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Auditor-Fiscal do Tesouro Nacional. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


JOSÉ PEREIRA LIRA, de Cruz do Espírito Santo, Paraíba, 23.08.1899, escreveu, entre outros, TEMA DOS NOSSOS TEMPOS, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Viveu em Brasília, tornando-se um dos fundadores da Academia Brasiliense de Letras, bem como seu Presidente. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Professor Universitário, Deputado Federal. Chefe da Casa Civil da Presidência da República. Ministro e Presidente do Tribunal de Contas da União. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Faleceu em 1985. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ PEREIRA LOPES JÚNIOR, de Goiânia, Goiás, 03.04.1965, escreveu, entre outros, “A HISTÓRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS”(SÃO SEBASTIÃO DO ALEMÃO), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Filho de José Pereira Lopes e Elizabeth Gomes de Souza. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também fez o curso ginasial, mudou-se para Goiânia. Na Capital de Goiás, formou-se Bacharel em Administração de Empresas, pela Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

JOSÉ PLÁCIDO DE ALBUQUERQUE, de São Lourenço da Mata, Pernambuco, l908, escreveu, entre outros, "A SENDA DO CAPITALISMO INTERNACIONAL NA AMÉRICA LATINA", sem dados biográficos no livro. Juiz de Direito em diversas cidades do interior goiano e na Capital. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Residente em Goiânia. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos econômicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ REGO DO NASCIMENTO, de Santa Rita(João Pessoa),Paraiba, 24.12.1922, escreveu, entre outros, CALVÁRIO E PENTECOSTE, RENOVAÇÃO ESPIRITUAL, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Para trabalhar e estudar, mudou-se para o Rio de Janeiro. Em 1951, com 29 anos de idade, formou-se Graduado em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Trabalhando num banco e estudando inglês, terminou por ser o Orador da Turma, quando da formatura, o que não agradou a muitos, eis que não era Bacharel em Teologia e sim Graduado. Foi consagrado ao Ministério Batista e foi ser Pastor de uma igreja no interior da Bahia, depois de ter pedido demissão do Banco. Em 1955, com 33 anos de idade, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Vitória da Conquista, passando a pregar a doutrina do “batismo no Espírito Santo”. Em 17.05.1958, com 36 anos, assumiu o pastorado da Igreja Batista de Lagoinha, em Belo Horizonte. Em 1961, a Igreja Batista de Lagoinha foi desligada da Convenção Batista Mineira. A igreja de Lagoinha e mais 30 igrejas passaram a formar a Convenção Batista do Estado de Minas Gerais, sob a influencia de José Rego do Nascimento, Enéas Tognini e Achilles Barbosa. Estas igrejas e mais outras espalhadas pelo Brasil, formaram a Convenção Batista Nacional com cerca de 400 igrejas. Nos anos seguintes, José Rego do Nascimento, já com mais de 50 anos, terminou por adoecer gravemente, ficando na liderança do movimento o Pastor Enéas Tognini. Foi casado com Joselina Oliveira Nascimento, com quem teve o filho José Rego Nascimento Júnior, nascido em 05.09.1959. Vive hoje(2005) em Belo Horizonte estando com 83 anos de idade. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ REZENDE ROCHA, de Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, 1930, escreveu, entre outros, “DADOS GENEALÓGICOS DA FAMÍLIA ROCHA”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Casado com Maria do Carmo Alves da Rocha, pai de doze filhos, catorze netos e seis bisnetos. O livro levanta a história do português Manoel Alves da Rocha que aportou em Gurguéia, no Piauí, em 1745 e de seus descendentes espalhados hoje por todos os estados brasileiros. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ RIBAMAR DOS SANTOS(José de Ribamar), de Dueré, Goiás, hoje Tocantins, 25.03.1958, escreveu, entre outros, A ROSA DE OURO E OUTROS POEMAS(2003), O EMPREGADO E O SALÁRIO(1992), ALMA DE PENAS(2004), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Com 14 anos de idade, em 1972, mudou-se para Gurupi, Tocantins, passando a trabalhar em diferentes atividades, entre as quais, ambulante e vendedor de livros, especialmente literatura de Cordel. Com o passar do tempo, tornou-se funcionário do Centro Cultural Mauro Cunha, entidade ligada à Fundação Cultural de Gurupi. Alguns de seus trabalhos poéticos foram publicados no ANUÁRIO DE POETAS E ESCRITORES DE GURUPI, de 1998 e 2000. Participante de muitos concursos literários, dentre outros, XII Concurso Literário Nacional de Contos da Revista Brasília. Sobre ele escreveu excelente matéria, a jornalista Alessandra Bacelar, no JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 04.06.2004, sob o título “Escritor Gurupiense lança ALMA DE PENAS”. Na verdade, José de Ribamar é filho de Dueré, outrora Distrito de Gurupi. Tornou-se Titular da Academia Gurupiense de Letras, Cadeira 01, sendo hoje(2004), seu atual Presidente. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ ROBERTO DE ALMEIDA PINTO, de Rio de Janeiro, Rj, 10.02.1953, escreveu, entre outros, CANÇÃO DO MEU EXÍLIO(1979), ARQUIPÉLAGO HERZOG(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1976. Fez o Instituto Rio Branco e o Mestrado em Literatura Brasileira. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Diplomata. Serviu na Embaixada do Brasil, em Roma. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, entre as quais, EM CANTO CERRADO, 1979, de Salomão Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ SABINO DE OLIVEIRA, de Monte Alegre, Minas Gerais, l893, escreveu, entre outros, "O RODOVIARISMO EM GOIÁS-AS AVENTURAS DO FORD BIGODE NO CERRADO", com prefácio de Anatole Ramos, sem dados biográficos no livro. Um dos primeiros motoristas de Goiás, profissão na qual permaneceu por toda a vida. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, ContIsta. Administrador, Educador, Ficcionsta. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro CAVALO DE RODAS, de Basileu Toledo França e em todos os textos que tratam da história do automóvel no Brasil Central. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ SANTIAGO NAUD, de Santiago, Rio Grande do Sul, 24.07.1930, escreveu, entre outros, POEMAS SEM DOMINGO(192), COLUNAS DO TEMPLO(1989), O OLHO REVERSO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Clássicas. Mudou-se para Brasília, tornando-se Professor Fundador da Universidade de Brasília(UNB). É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi professor pioneiro da Fundação Educacional do Distrito Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia Brasiliense de Letras e Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, POETAS DE BRASILIA, 1962, de Joanyr de Oliveira, ANTOLOGIA DOS POETAS BRASILEIROS, 1967, de Manuel Bandeira e Walmir Ayala. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ SARNEY(José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa), de Pinheiro, Maranhão, 24.04.1930, escreveu, entre outros, A CANÇÃO INICIAL(Poesia-1953), NORTE DAS AGUAS(Contos-1969), MARIMBONDOS DE FOGO(Poesia-1979), UM POETA DO MEIO NORTE(Ensaio-1980), FALAS DE BEM-QUERER(Discurso-1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Sarney de Araújo Costa e Kyola de Araújo Costa. Como era conhecido como “ZÉ DO SARNEY”, ficou com o apelido de JOSÉ SARNEY. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se no Colégio Marista e no Liceu Maranhense. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Maranhão, em 1953, com 23 anos de idade. Tornou-se Oficial Judiciário e depois Diretor da Secretaria do Tribunal de Justiça do Maranhão. Em 1954, elegeu-se Quarto Suplente de Deputado Federal. Em 1957, com 27 anos, tornou-se Professor da Faculdade de Serviço Social, da Universidade Católica do Maranhão. Em 1959, com 29 anos, foi eleito Deputado Federal. Em 1962, foi reeleito Deputado Federal, com a maior votação do Maranhão. Casado com Marly Macieira Sarney, com quem tem os filhos: Roseana Sarney Murad, Fernando José Macieira Sarney e José Sarney Filho. Em 1965, com 35 anos de idade, foi eleito Governador do Maranhão. Em 1971, com 41 anos, foi eleito Senador da Republica, pelo Maranhão. Em 1979, agora com 49 anos, foi reeleito Senador pelo Maranhão. No dia 22.04.1985, em virtude da morte de Tancredo Neves, foi feito Presidente da Republica. Sua vida política é assim definida: Deputado Federal (suplente), assumiu a cadeira de 1956. Deputado Federal, eleito para as legislaturas de 1958-62 e 1962-1966. Vice-líder da UDN (1959-1960). Vice-líder da Maioria (1961). Vice-presidente do Diretório Nacional da UDN (1961-1963). Membro do Conselho Deliberativo da SUDENE (1966) e da SUDAM (1967). Governador do Estado do Maranhão (1965-1970). Senador da República pelo Estado do Maranhão, eleito para as legislaturas de 1971-1978 e 1979-1985. Presidente do Diretório Nacional da Arena (1979). Membro do Partido do Movimento Democrático Brasileiro. Membro, na Câmara dos Deputados, das Comissões de Constituição e Justiça, de Orçamento, das Relações Exteriores, de Valorização da Amazônia e de Educação e Cultura. Membro, no Senado Federal, das Comissões de Constituição e Justiça, de Relações Exteriores e de Educação e Cultura. Presidente do Instituto de Pesquisa e Assessoria de Congresso Nacional (1971-1983). Vice-presidente da República, eleito em 15 de janeiro de 1985, na Chapa da Aliança Democrática (PMDB/PFL). Presidente da República em exercício, de 15 de março a 21 de abril de 1985. Presidente da República, a partir de 21 de abril de 1985 até 1990. Vice-presidente da “Interpalamentary Union”, Colombo, Sri-Lanka (1975). Observador Parlamentar junto à Assembléia das Nações Unidas, Nova York, EUA (1983). Senador da República pelo Estado do Amapá, eleito para as legislaturas 1991-1998 e 1999-2007. Presidente do Senado Federal nas legislaturas de 1995-1997 e 2003-2005. Vida literária e cultural: Membro da Comissão de Direito Constitucional da VIII Conferência de Juristas Sul-Americanos, São Paulo (1954). Professor de Direito da Faculdade de Serviço Social da Universidade Católica do Maranhão (1957). Professor de Problemas Brasileiros da Faculdade de Administração do Maranhão. Professor Honoris Causa da Universidade Federal do Maranhão. Conferencista convidado da Columbia University, EUA (1961). Membro do Conselho Administrativo da Fundação Cultural de Brasília (1967). Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão (Presidente em 1966-1967), da Academia Maranhense de Letras (Presidente em 1966-1967), da Academia Brasileira de Letras e da Academia de Ciências de Lisboa. Conferencista (maio de 1991) em várias universidades norte-americanas, onde falou sobre “A unidade latino-americana”. Redator dos jornais O IMPARCIAL, COMBATE, JORNAL DO DIA, JORNAL DO POVO, O ESTADO DO MARANHÃO, São Luís, Maranhão (1947-1980). Diretor do Suplemento de Letras e Artes de O IMPARCIAL (1950). Colaborador dos jornais DIÁRIO DE PERNAMBUCO E CORREIO DO CEARÁ (1984), das revistas CLÃ, CEARÁ, REGIÃO, Pernambuco, e ILHA, MARANHÃO (1948), do JORNAL DO BRASIL (1956), das revistas SENHOR E CRUZEIRO; FOLHA DE S. PAULO E O ESTADO DO MARANHÃO, a partir de 1992. Atividades oficiais no exterior: Delegado do Brasil na Comissão de Política Especial da Organização das Nações Unidas, na XVI Assembléia Geral (1961). Delegado ao II Encontro de Ecologia e População, promovido pelo “Tinker Foundation & Federal Population Bureau”, Nova York, EUA (1971). Membro da Delegação do Brasil à XXVI Assembléia Geral das Nações Unidas, como Observador Parlamentar (1972). Membro da Delegação Brasileira às Conferências Interparlamentares de Tóquio (1973), de Madri (1974), de Londres (1975). Membro da Delegação Brasileira à 17ª Sessão Plenária do InterAction Council. Detentor de muitas Condecorações: Medalha Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras. Medalha da Fundação de São Luís. Medalha Gonçalves Dias. Medalha Pedro Álvares Cabral. Medalha Graça Aranha. Medalha do Mérito Jurídico Clóvis Beviláqua. Medalha do Mérito Sudene. Medalha da Fundação Getúlio Vargas. Medalha do Mérito Timbira. Medalha Mauá. Medalha José Bonifácio. Ordem do Mérito Cultural do Maranhão. Grande Oficial da Ordem do Mérito de Brasília. Grande Oficial da Ordem do Ipiranga. Como Presidente da República, é Grão-Mestre, e tem a Grã-Cruz ou o Grão-Colar, das seguintes Ordens: Ordem Nacional do Mérito, Ordem do Mérito das Forças Armadas, Ordem do Mérito Militar, Ordem do Mérito Aeronáutico, Ordem do Mérito Naval, Ordem do Rio Branco, Ordem do Mérito Educativo, Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho, Ordem da Legião de Honra (França). Sexto ocupante da Cadeira 38, eleito em 17.07.1980, na sucessão de José Américo de Almeida e recebido em 6.11.1980, pelo Acadêmico Josué Montello. Recebeu os Acadêmicos Marcos Vinicios Vilaça e Affonso Arinos de Mello Franco. Sua Cadeira 38, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tobias Barreto, Fundador Graça Aranha, sendo também ocupada por Santos Dumont, Celso Vieira, Mauricio de Medeiros, José Américo de Almeida e José Sarney. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ SARNEY(José de Ribamar Ferreira de Araújo Costa), de Pinheiro, Maranhão, 24.04.1930, escreveu, entre outros, A CANÇÃO INICIAL(1952), MARIMBONDOS DE FOGO(1979), BREJAL DOS GUAJAS E OUTRAS HISTÓRIAS(1985), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Sarney de Araújo Costa e de Kyola Ferreira de Araújo Costa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito em São Luis, Maranhão, em 1953, quando tinha 23 anos de idade. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Casou-se com Marli Sarney, com quem teve três filhos, sendo mais conhecidos os políticos Sarney Filho e Roseana Sarney. Advogado, Professor, Jornalista. Deputado Federal(1956), Governador do Maranhão(1965). Senador pelo Maranhão(1970), Presidente da República(1985). Senador pelo Amapá(1991). Junto com o maranhense Ferreira Gular, fundou A ILHA. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras e Academia Brasileira de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela e João Emílio Falcão. Escreveu para dezenas de jornais, entre os quais, O IMPARCIAL, COMBATE, JORNAL DO DIA, JORNAL DO POVO, O ESTADO DO MARANHÃO, todos de São Luis. Escreveu também para o DIARIO DE PERNAMBUCO, CORREIO DO CEARÁ e JORNAL DO BRASIL. Lecionou em algumas Faculdades de São Luis. Publicou vários outros livros, destacando-se, SARAMINDA(2000), A PESCA DO CURRAL(1953), NORTE DAS ÁGUAS(1970), PARTIDOS POLITICOS(1979), FALAS DE BEM- QUERER(1983), DEZ CONTOS ESCOLHIDOS(1985), A ONDA LIBERAL NA HORA DA VERDADE(1999), O DONO DO MAR(1996), este, traduzido para o francês. Foi eleito para a CADEIRA 38, da Academia Brasileira de Letras, na vaga de José Américo de Almeida, sendo recebido por(nome não indicado no site da Academia) , em 07.11.1981, quando tinha 51 anos de idade. Esta Cadeira tem como Patrono Tobias Barreto, fundada por Graça Aranha e ocupada anteriormente por Santos Dumont, Celso Vieira, Mauricio de Medeiros e José Américo de Almeida. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ SATURNINO DA COSTA PEREIRA, de Colônia do Sacramento, hoje Uruguai, 22.11.1773, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL” (1834), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter descrito o outrora norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os aspectos topográficos da região, quando era Presidente da Província Goiana, o Coronel José Rodrigues Jardim e quando também o Estado de Goiás perdeu as regiões de ARAXÁ e DESEMBOQUE para o Estado de Minas Gerais. Quanto a Costa Pereira, era filho de Félix da Costa Furtado e Ana Josefa Pereira. Seu irmão, Hipólito José da Costa Pereira fundou em Londres, na Inglaterra, em 1808, o jornal “CORREIO BRAZILIENSE”, também conhecido como ARMAZÉM LITERÁRIO. José Saturnino formou-se em Matemática, em Coimbra, Portugal. Voltou ao Brasil, como professor da Escola Militar do Rio de Janeiro. Foi Senador do Império pela Província de Mato Grosso. É mencionado em diversos livros, entre os quais, DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Ministro da Guerra, em 1837. Comendador da Ordem de Cristo. Oficial do Corpo de Engenheiros e do Conselho de Sua Majestade. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09.01.1852. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ SEABRA GUIMARÃES, Goiano, de Rio Verde, l898, escreveu, entre outros, "NOTÍCIA ESTATÍSTICO-DESCRITIVA DO MUNICÍPIO DE RIO VERDE", sem dados biográficos no livro. Professor, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ SEBASTIÃO PINHEIRO(JOSÉ SEBASTIÃO PINHEIRO DE SOUZA) ou SEBASTIÃO PINHEIRO ou ainda TIÃO PINHEIRO, Goiano, de Monte Alegre de Goiás, 09.05.l954, escreveu, entre outros, "JANELAS"(POEMAS-1981), "VÔO ESPERANÇA"(POEMAS-1984), “CALUNDU”(1989), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Dionísio Gonçalves de Souza e Zenith Pinheiro de Souza. Após fazer o primário em sua terra natal, estudou em Porto Nacional e depois na Escola Técnica Federal de Goiânia, onde se formou em Agrimensura. Formado em Comunicação Social e Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás.

Durante muitos anos foi repórter cultural nos jornais “FOLHA DE GOIAZ” e “O POPULAR”, ambos de Goiânia.

Jornalista Profissional. Escritor, Pesquisador, Contista. Cronista, Ativista, Ensaísta. Produtor Cultural, Pensador, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Articulista de diferentes jornais, entre os quais, O POPULAR e JORNAL DO TOCANTINS.

Constante do livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Encontrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que recebeu o TROFÉU TIOKÔ. Sócio da Associção Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Estadual de Cultura do Tocantins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, e no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antônio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiáz Pinheiro, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente.

Especialista em eventos e assuntos culturais, foi jurado do “II FEST SINHÁ”, realizado em Itumbiara, Goiás. Atualmente(1998), é Editor-Chefe do JORNAL DO TOCANTINS, publicado diariamente na cidade de Palmas, Capital do Estado. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 28, cujo Patrono é Quintino de Castro. Para esta Cadeira, foi eleito, tendo tomado posse no dia 06.07.1999, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Nos últimos tempos, passou a integrar a Comissão do Projeto Tocantins História Viva que pesquisa em Portugal a vida do Ouvidor Joaquim Teotônio Segurado. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ SÊNECA LOBO, Goiano, de Bonfim(Silvânia), 12.11.l907, escreveu, entre outros, “GOIÁS, MINHA TERRA E MINHA GENTE”(1982), “GRAVETOS DE GOIANIDADE” (1996), “BONFIM DE GOIÁS-MINHA TERRA, MINHA GENTE”(1984), “GOTEJOS DO PASSADO”(1998). Filho de Luiz Feliciano Lobo e Maria Cândida Umbelino Lobo. Curso primário na Escola Municipal de Bonfim. Fez o secundário no Colégio Bonfinense e no Colégio Uberabense. Residente em Goiânia, Goiás, há 47 anos. Foi Consultor Administrativo da Organização de Saúde de Goiás(OSEGO). Diretor Administrativo da Companhia da Habitação de Goiás(COHAB). Tabelião em Hidrolândia e Silvânia por 22 anos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Prefeito de Silvânia em 1947. Administrador da Santa Casa de Misericórdia de Goiânia. Diretor do Consórcio Rodoviário Intermunicipal(CRISA). Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 38, tendo como Patrono Henrique Silva, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Em 12.11.2004, completou 97 anos de idade, sendo saudado por José Mendonça Teles, em crônica do jornal O POPULAR, no mesmo dia do aniversário. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm

JOSÉ SINEY FERRAZ RODRIGUES, de Altamira do Maranhão, Maranhão, 27.11.1960, escreveu, entre outros, “O MOVIMENTO CAMPONÊS NO BICO DO PAPAGAIO-SETE BARRACAS EM BUSCA DE UM ELO”(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Acompanhou e orientou o assentamento na Fazenda Mosquito, em Goiás Velho, interior goiano, em 1989. Professor da Universidade do Tocantins (UNITINS), no Campus de Tocantinópolis. Filho de Eusébio Silva Rodrigues e Edelves Ferraz Rodrigues. Após os estudos primários em Imperatriz, no Maranhão, terminou o segundo grau, em 1981, na Fundação Educacional do Distrito Federal, em Brasília. Na Universidade Nacional de Brasília(UNB), em 1989, concluiu o curso de História e na Universidade Federal de Pernambuco, terminou o Mestrado em História do Brasil, em 1997. Agente Administrativo do Ministério da Fazenda. Instrutor de Recursos Humanos da Prefeitura Municipal de Parauapebas, no Pará. Ex-Professor da Universidade Estadual do Maranhão, em 1992. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UNITINS. Expositor e Conferencista no I Congresso Científico da Universidade do Tocantins, em outubro de 1996. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSÉ SIZENANDO JAYME, de Pirenópolis, Goiás, 20.06.l9l6, autor de "GOIÁS, HUMORISMO E FOLCLORE" (1990), "ORIGEM DA FAMÍLIA FLEURI"(1990), “FAMÍLIA CRISPIM DE SOUSA”(1987), "PIRENÓPOLIS-HUMORISMO E FOLCLORE"(1983), entre outros. Procurador Aposentado do Estado de Goiás. Irmão da escritora Haydée Ferreira Jayme. Filho do Genealogista Jarbas Jayme e de Maria Dinah Crispim Jayme. Genealogista, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Esteve também vinculado à Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Referenciado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POESTAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Pirenópolis, Goiás, a 20 de junho de 1916. Cursou o primário em Anápolis, no Grupo Escolar “Dr. Brasil Ramos Caiado”. Fez o ginasial, no Ginásio Anchieta, de Silvânia, em 1936.
No ano seguinte, transferiu-se para São Paulo, onde terminou o pré-médico ou científico, no Ginásio São Bento.
Ainda na Capital Paulista, foi professor do Colégio Coração de Jesus, também chamado de Liceu Sagrado Coração de Jesus.
Retornou ao Estado de Goiás, tornando-se professor do Ginásio Anchieta, de Silvânia, antiga Bonfim. Casou-se em 1940, a 22 de dezembro, com Maria do Rosário Roriz, natural de Santa Luzia(Luziânia).
Foi professor e Diretor do Ginásio Arquidiocesano Municipal de Anápolis (GAMA), posteriormente, Colégio São Francisco de Assis.
Matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, bacharelando-se em 1944, a 5 de novembro.
Quando residente em Anápolis, na década de 1940, foi redator do jornal “O Anápolis”.
Transferiu-se para Goiânia, tornando-se Diretor do Ginásio Estadual e exercendo as atividades de advogado.
Foi professor do Liceu de Goiás, da Faculdade de Filosofia e de outros estabelecimentos de ensino na Capital do Estado. Dirigiu o Instituto de Educação de Goiânia.
Na Secretaria de Educação e Cultura do Estado de Goiás, foi Diretor do Ensino de Segundo Grau. No Governo de Mauro Borges Teixeira, exerceu a função de Secretário do Governador.
Posteriormente foi nomeado Procurador do Estado, atividade pública em que se aposentou.
Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa, Ordem dos Advogados do Brasil. Seus trabalhos literários, artigos, contos e poesias, estão publicados em diferentes jornais e revistas.
Escreveu “Pirenópolis - Humorismo e Folclore”, além de estudos genealógicos.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Atualmente(2002), é ocupante o escritor Paulo Nunes Batista.
Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e faleceu em Brasília, no dia 04 de outubro de 1984.

JOSÉ SOARES JÚNIOR, de São Paulo, SP, 24. 02.1947, escreveu, entre outros, FRAUTA RUDA(1979), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Diplomata. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, EM CANTO CERRADO, 1979, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ SOTER, Goiano, de Catalão, l950, escreveu, entre outros, "FOGO DE PALHA", sem dados biográficos no livro. Formado em Pedagogia, pela Faculdade de Educação de Goiás Velho. Professor, Jornalista. Poeta, Ensaísta, Escritor. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goias, da Associação Goiana de Imprensa. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Fundou a Soter Edições Mimeográficas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ STIVAL, de Curitiba, Paraná, 07.04.1918, escreveu, entre outros, A ANÁLISE AO ALCANCE DE TODOS(1965), ESCOLAS COMUNITÁRIAS MUNICIPAIS(1989), DURMA BEM E VIVA MELHOR(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Clássicas, Orientação Educacional e Psicologia Clínica. Mudou-se para Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Psicólogo, Técnico em Educação. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA LUSO-BRASILEIRA, 1964, de Wagner Ribeiro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


JOSÉ SUCASAS JÚNIOR, Mineiro, de Cataguases, l907, radicado em Goiânia, no Setor Jaó, Rua J-34, autor de muitos livros, entre os quais, "CHUVISCOS DE PRATA", "HARPAS E CARRILHÕES". Ministro Evangélico Metodista. Exerceu suas atividades pastorais e teológicas na Capital de Goiás, onde sempre viveu. Escritor, Poeta, Teólogo. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, do Clube de Poesia de São Paulo. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ THEÓPHILO DE GODOY, Mineiro, de Estrela do Sul, l884, escreveu, entre outros, “PIRA DOS MEUS VERSOS”, "HISTÓRIA E ESTÓRIAS DE CALDAS NOVAS", onde viveu como Engenheiro Civil. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde se formou em Engenharia Civil. Em 1906, com 22 anos de idade, transferiu-se para Caldas Novas. Durante algum tempo, foi Intendente Municipal. Fez a demarcação de quase todas as primitivas fazendas do município. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA), além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos municipais e históricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ TRINDADE DA FONSECA E SILVA(Cônego Trindade), de Jaraguá, Goiás, 07.06.l904, escreveu, entre outros, "POLIANTEA", "LUGARES E PESSOAS-SUBSÍDIOS ECLESIÁSTICOS PARA A HISTÓRIA DE GOIÁS"(1948). Secretário da Educação do Estado de Goiás. Foi Pároco de Campo Formoso(Orizona), de Anápolis, entre outras cidades goianas. Sacerdote, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Professor. Deputado Federal. Registrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues, tendo sido titular José Peixoto da Silveira, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Sócio da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como no livro BEG-NOSSA GENTE, NOSSA HISTÓRIA, de Luiz de Aquino. Encontra-se no texto ANÁPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Jaraguá, Goiás, a 7 de junho de 1904. Filho de Ernesto Camargo da Fonseca e de Ernestina Luísa da Fonseca.
Fez o primário em Corumbá de Goiás, em 1910, com o professor Agnelo Arlington Fleury Curado.
Tornou-se, em 1914, sacristão do Monsenhor Francisco da Silva que o enviou ao Seminário de Vila Boa. Começou a escrever no jornal “Santuário da Trindade”, de Campinas, Goiás, em 1922.
Em 1924, dirigiu-se para o Seminário de Mariana, Minas Gerais, onde fez estudos eclesiásticos.
Em 1930, tornou-se diácono em Pirenópolis e presbítero em Anchieta, Espírito Santo.
Foi, no entanto, como auxiliar de Dom Abel, que encetou a carreira sacerdotal em Anápolis, em 1931.
Após ter sido vigário de Santa Cruz, em Goiás, passou a dirigir o jornal “Brasil Central”, órgão da arquidiocese de Goiás, em 1935.
Nomeado pároco de Orizona, interior goiano, de lá saiu, em 1943, para dirigir o Ginásio Municipal de Anápolis. Em 1947, publicou “Poliantea” e no ano seguinte lançou “Lugares e Pesssoas”.
Secretário de Educação do Estado, em 1951, elegeu-se Deputado Federal três anos depois.
Em 1955, foi escolhido para a Cadeira nº 24, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Higino Alves Rodrigues e de que foi Titular José Peixoto da Silveira, sendo hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira.
Terminado seu mandato de deputado, foi para o Banco de Goiás, tendo sido, em 1959, nomeado Presidente do Serviço Social Rural.
Em 1961, hospitalizou-se em São Paulo e no ano seguinte faleceu em Goiânia, no dia 27 de fevereiro de 1962, com 57 anos de idade.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 09, de que é Titular o Prof. Ernst Heeger.

JOSÉ UBIRATAN DE MOURA, Goiano, de Formosa, l935, escreveu, entre outros, "COMPLEXO TERMAL DE CALDAS NOVAS", junto com vários professores do Departamento de Geologia e Geografia da UFG, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Professor do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Especialista em Química e Geociência. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições nacionais, sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉ VALDEMIR RODRIGUES(POETA COWBOY), de Carnaúba, Pentecostes, Ceará, 02.04.1960, escreveu, entre outros, AS INÉDITAS DE SEU DUNGA(2008), HISTORIA DE PESCADOR, CAÇADOR E VAQUEIRO, AS RESPOSTAS DE SEU DUNGA TOLERANCIA ZERO, BRAVURAS DE UM VAQUEIRO, VERSOS DE RODEIO E VAQUEJADA, O MELHOR DO RODEIO, O JOVEM COM E SEM AS DROGAS, DUDÉ DA LINGUA FERINA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Técnico em Eletrônica. Em 1983, com 23 anos de idade, mudou-se para Itaituba, no Pará, onde permaneceu até 1991. Em 1992, com 36 anos, foi para Fortaleza, Capital de seu Estado natal, onde ficou até 1999. Em 2000, com 40 anos de idade, mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins. Tornou-se especialista em LITERATURA DE CORDEL, produzindo diferentes folhetos. Alem da Eletrônica, passou a produzir ARTESANATO. Seu folheto AS INÉDITAS DE SEU DUNGA tem revisão de Romão Pereira Néri, ilustração de Lucas Leite Galvão, arte final de José Valdeir Pereira Rodrigues e diagramação de Thiago Costa dos Reis. Atende pelo e-mail: poetacowboy@uol.com.br É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ VERÍSSIMO(José Verissimo Dias de Matos), de Óbidos, Pará, 08.04.1857, escreveu, entre outros, CENAS DA VIDA AMAZONICA(1886), QUESTÕES DE LIMITES(1889), ESTUDOS BRASILEIROS(1889), A INSTRUÇÃO PUBLICA E A IMPRENSA(1900), ESTUDOS DE LITERATURA(1901), HOMENS E COISAS ESTRANGEIRAS(1902), QUE É LITERATURA E OUTROS ESCRITOS(1907), HISTORIA DA LITERATURA BRASILEIRA(1916), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Veríssimo de Matos e de Ana Flora Dias de Matos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez os primeiros estudos em Manaus (AM) e Belém (PA). Em 1869, com 12 anos de idade, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Matriculou-se na Escola Central, hoje Escola Politécnica, mas interrompeu o curso por motivo de saúde. Em 1876, com 19 anos, regressou ao Pará, onde se dedicou ao magistério e ao jornalismo. Foi colaborador do jornal O LIBERAL, do Pará. Em 1879, com 22 anos, esteve vinculado à GAZETA DO NORTE. Foi fundador e dirigente da REVISTA AMAZÔNICA (1883-84) e do COLÉGIO AMERICANO. Em 1880, viajou pela Europa. Em Lisboa, tomando parte de um Congresso Literário Internacional, defendeu brilhantemente os escritores brasileiros, que vinham sendo severamente censurados, vítimas de injúrias feitas pelos interessados na permanência do livro brasileiro na retaguarda da literatura no Brasil. Voltou à Europa em 1889, indo tomar parte, em Paris, no X Congresso de Antropologia e Arqueologia Pré-Histórica, quando fez uma comunicação sobre o homem de Marajó e a antiga história da civilização amazônica. Sobre a rica Amazônia são também os ensaios sociológicos que escreveu nessa época, CENAS DA VIDA AMAZÔNICA (1886) e A AMAZÔNIA (1892). De volta ao Pará, foi nomeado Diretor da Instrução Pública (1880-91). Em 1891, com 34 anos, transferiu-se para o Rio de Janeiro, onde retornou ao magistério, tendo sido professor na Escola Normal (atual Instituto da Educação) e no Ginásio Nacional (atual Colégio Pedro II), dos quais foi também diretor. Interrompera os seus trabalhos de sociologia e de história, ainda no Pará, para fixar-se na crítica e na história literária, atividade a que ele se dedicou mais intensamente no Rio de Janeiro. Criada a pasta da educação pública, logo após a proclamação da República, o seu primeiro ministro, Benjamin Constant, procedeu a reforma do sistema geral de ensino público. José Veríssimo discutiu, no JORNAL DO BRASIL do primeiro semestre de 1892, as reformas introduzidas, delas fazendo uma crítica magistral, que depois ele acresceu como Introdução da 2ª. edição (1906) de seu livro A EDUCAÇÃO NACIONAL. É Referido sempre como o fundador da REVISTA BRASILEIRA. Na verdade, dirigiu a sua terceira fase. A primeira fase foi dirigida por Cândido Batista de Oliveira, de 1857 a 1860. A segunda fase, foi dirigida por Nicolau Midosi, de 1879 a 1885. A terceira fase da REVISTA BRASILEIRA, dirigida por José Veríssimo começa em 1895 e vai até 1899. Na sala da redação da Revista Brasileira, na Travessa do Ouvidor 31, congregavam-se os grandes valores brasileiros da época, e é de lá que saiu a Academia Brasileira, em 28.12.1896, prestigiada pelos mais eminentes amigos de José Veríssimo: Machado de Assis, Joaquim Nabuco, Visconde de Taunay, Lúcio de Mendonça, entre outros. Em 1912, com 55 anos de idade, afastou-se definitivamente da Academia. É que tendo a Academia aceitado a candidatura de Lauro Müller, Ministro das Relações Exteriores, político e não homem de letras, e que foi eleito por 22 votos para a vaga do Barão do Rio Branco, derrotando o conde de Ramiz Galvão, Veríssimo sentiu desfazer-se a ilusão com que sonhara ao fundar uma instituição em que se recebessem exclusivamente expoentes da literatura e, desgostoso, afastou-se da Academia. Nunca mais manteve qualquer relação com a casa que ajudara a fundar. No entanto, permaneceu como Fundador da Cadeira 18. Jornalista, professor, educador, crítico e historiador literário. Escreveu também com o pseudônimo de José Verega, Cândido ou simplesmente V. Compareceu a todas as reuniões preparatórias da instalação da Academia Brasileira de Letras. Escolheu por patrono João Francisco Lisboa e é o fundador da Cadeira 18. Recebeu o Acadêmico João Ribeiro. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 2.02.1916, com 59 anos de idade. Sua Cadeira 18, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono João Francisco Lisboa, Fundador(ele mesmo José Veríssimo), sendo também ocupada por Barão Homem de Melo, Alberto Faria, Luis Carlos, Pereira da Silva, Peregrino Junior e Arnaldo Niskier. Bem estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ VIANNA(ver JOSÉ MILTON VIANA).

JOSÉ VICENTE DE OLIVEIRA NETO. Veja CAZUZA.

JOSÉ VIEIRA COUTO DE MAGALHÃES (COUTO DE MAGALHÃES), Mineiro, de Diamantina, 01.11.l837, escreveu, entre outros, "VIAGEM AO RIO ARAGUAIA"(1863), "OS GOIANASES" (CONTOS-1860), "O SELVAGEM"(sua obra prima-1882).

Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de São Paulo, onde se formou em 1857, com 20 anos.

Foi Governador da Província de Goiás e seu Presidente durante um ano, em 1863. Voltado para a navegação do Rio Araguaia, fez estudos especiais na Ilha do Bananal, hoje no Estado do Tocantins, mantendo contato com os indios Karajás, nas aldeias de Santa Isabel, Tutemã, etc, onde, inclusive, fundou escolas para indios.

Entusiasmado com a navegação do Rio Araguaia, mandou desarmar um barco a vapor, no Mato Grosso e o transportou, por terra, em 14 carros de boi até Leopoldina(Aruanã), onde começou a navegar no dia 29.05.1868. Era mais uma tentativa de navegação comercial pelo Rio Araguaia.

A primeira tentativa tinha sido feita em 1848 e é descrita por Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 22, da seguinte forma: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio-com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade de Navegação, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, com 28 anos e Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”. A Sociedade de Navegação do Araguaia tinha sido fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO).

Quanto a Couto Magalhães, era Militar Honorário do Exército Brasileiro. Conselheiro de Estado. Deputado Geral por Goiás. Criou a Caixa Econômica de Goiás (CAIXEGO).

Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Matemático.

Presidiu também as Províncias do Pará, Mato Grosso e São Paulo. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 01, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira, sendo Titular Venerando de Freitas Borges, hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira, além de todos os outros livros que tratam da história política, social e econômica de Goiás.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 31, cujo Titular é Marco Anthony Steveson Vilas Boas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Diamantina, Minas Gerais, a 01 de novembro de 1837, e morreu no Rio de Janeiro a 14/9/1898.

Filho de Antonio Carlos de Magalhães e de Tereza Antonia do Prado Vieira Couto. Fez o curso elementar no Seminário de Mariana e depois no Seminário Caraça, ambos em Minas Gerais, no ano de 1848. Cursou a Faculdade de Direito de São Paulo, em 1857, bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais.

No Mosteiro de São Bento, em 1860, foi Professor de Filosofia, do futuro Presidente da República, Prudente de Morais.

Em 1862, assumiu o governo de Goiás com duas idéias fixas: a navegação do rio Araguaia e a construção de uma outra cidade para capital do Estado, já que a antiga Vila Boa era decadente e sem condições.

O bairrismo dos habitantes mais conservadores da cidade de Goiás o fez mudar de idéia e renunciar ao cargo, indo para Minas Gerais onde foi nomeado governador. Sem aceitar a indicação, foi transferido para Belém, onde se fez governador do Pará, em 1864.

Quando Governador da Província de Goiás, fundou o Colégio Santa Isabel, onde estudavam indios xavantes, gorotirés, caiapós, carajás, tapirapés e guajajaras.

Em 1865, organizou três corpos de voluntários para lutar na guerra contra o Paraguai. Em 1866, deixou o governo paraense a fim de ser governador de Mato Grosso.

Voltou a Goiás para ser eleito deputado geral em 1866. Era Deputado Geral por Goiás quando tentou mais uma vez em Leopoldina(Aruanã), em 1868, a navegação comercial pelo Rio Araguaia, conforme acima descrito. Sofrendo de impaludismo e debilitado, partiu para o Rio de Janeiro, em 1871. Devidamente curado, assumiu alguns anos depois, a Província de São Paulo.

Deixou inúmeros escritos, entre eles, “Um Episódio da História Pátria”(1862), “Dezoito Mil Milhas do Brasil”(1872), “Ensaios de Antropologia” (1874), “Memórias sobre Colônias Militares”(1875), “O Selvagem”(1876) “Anchieta e as Linguas Indígenas”(1877), “Gramática da Lingua Tupi”.

Em 1889, quando o império de Dom Pedro estava caindo, assumiu a Presidência da Província de São Paulo, ficando no cargo até o dia da proclamação da República. Era militar honorífico do Exército Brasileiro.

Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 14 de setembro de 1898.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 35, cujo titular é Marco Villas Boas. Patrono da Cadeira nº 1 da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Pedro Ludovico Teixeira e de que foi titular Venerando de Freitas Borges, sendo hoje(1998) ocupada por Kléber Branquinho Adorno.

Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, no Rio de Janeiro. Este Instituto tinha sido fundado por Dom Pedro II, em 1838.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

JOSÉ WALDIR MERÇON, de Muniz Freire, Espírito Santo, 27.04.1923, escreveu, entre outros, A MINHA GUERRA(1985), A SAGA DE JOHN(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina e Economia. Médico, Cirurgião Plástico. Ex-Combatente da FEB(Força Expedicionária Brasileira). É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JOSÉ WAMBERTO(Pinheiro de Assunção), de Agrestina, Pernambuco, 14.02.1915, escreveu, entre outros, CASTELLO BRANCO-REVOLUÇÃO E DEMOCRACIA(1970), MEMORIAL DE PERNAMBUCO(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Foi Prefeito de Altinho, em Pernambuco. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Presidente do Instituto do Açúcar e do Álcool. Secretário de Imprensa da Presidência da República. Conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Academia Pernambucana de Letras, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas antologias, dentre outras, SELETA DA ACADEMIA PERNAMBUCANA DE LETRAS, 1993, de Waldemar Lopes. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSÉ WILSON SIQUEIRA CAMPOS(SIQUEIRA CAMPOS), de Crato, Ceará, 01.08.1928, escreveu, entre outros, “GOIÁS E O EMERGENTE ESTADO DO TOCANTINS”, “LIBELO CONTRA UM MAU GOVERNO E UMA ORDEM ECONÔMICA INJUSTA”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também “PROJETO PARA UM NOVO MAPA DO BRASIL”.

Conforme alguns livros, teria nascido em Ouricuri, Pernambuco, mas foi registrado em Crato, no Ceará. Para Liberato Póvoa, in “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, página 89, teria nascido em Juazeiro do Norte. Filho de Pacífico Siqueira Campos e Dona Regina. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

De fato, seu primo, hoje Desembargador Hélio Siqueira Campos, Corregedor-Geral do Tribunal de Justiça de Pernambuco, é procedente de Ouricuri.

Saiu do Crato, no Ceará, com 16 anos de idade, indo para a Amazônia, onde seu pai foi Seringueiro, por algum tempo. Logo depois, mudou-se para o Rio de Janeiro. Na “Cidade Maravilhosa”, por volta de 1945, foi ajudante de pedreiro e apontador de obras. Depois que conheceu a Biblioteca Nacional, tornou-se vendedor de livros, quando se tornou um leitor inveterado. Nesta ocasião, foi Estafeta do Partido Comunista, no Bairro da Glória.

Do Rio de Janeiro, onde passou alguns anos, mudou-se para Campinas, São Paulo, onde viveu durante muito tempo e onde nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos(1959), hoje Senador, quando o jovem José Wilson Siqueira Campos tinha 31 anos de idade.

Mais uma vez se tornou vendedor, inclusive de INSETICIDA para matar formigas que era o grande problema do Brasil. Comprava grande quantidade e dividia em pacotes de cinqüenta gramas.

Nos anos seguintes, com a vitória de Juscelino e a construção de Brasília, transferiu-se de Campinas e chegou José Wilson Siqueira Campos, na Vila de Colinas, município de Tupiratins, norte de Goiás, na década de 1960, quando se tornou proprietário de terras. Com um avião velho que comprou, conheceu todas as cidades da região, fazendo muitos amigos.

Antes porém, teve um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão. Logo após a Revolução de 1964, chegou a ser preso em Araguaína, quando foi defendido pelo seu amigo e Advogado José Edmar Brito Miranda. Enfrentando os Coronéis da região, foi eleito Vereador em Colinas de Goiás e Presidente da Câmara Municipal, em 1966, quando tinha 38 anos de idade. Nos anos seguintes, foi eleito Deputado Estadual pelo antigo Norte de Goiás.

Deputado Federal pelo Estado de Goiás a partir de 1971 e até 1988. Inspirador e Criador do Estado do Tocantins, por cuja independência chegou a fazer greve de fome no Congresso Nacional, em Brasília, durante quatro dias.

Ensaísta, Político, Pensador. Pesquisador, Memorialista, Polemista. Escritor, Intelectual, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Produtor Cultural.

Condecorado com a MEDALHA DO MÉRITO SANTOS DUMONT, pelo Ministério da Aeronáutica. ORDEM DO MÉRITO JUDICIÁRIO DO TRABALHO, pelo Superior Tribunal do Trabalho. Presidente do Simpósio Nacional da Amazônia.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Membro de Diferentes Comissões na Câmara Federal, entre as quais, Comissão de Relações Exteriores, Comissão de Trabalho e Legislação Social.

Governador do Estado do Tocantins quando da criação do Estado, pela Constituição de 1988, inicialmente com Capital em Miracema e, a partir de 1990, com Capital em Palmas, cuja pedra fundamental foi lançada em 20.05.1990.

Atualmente(1998), após ter sido Governador, foi reeleito para um período de mais quatro anos. Com mais de setenta anos de idade, é exemplo de tenicidade, coragem e força de vontade.

É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 01, cujo Patrono é Joaquim Teotônio Segurado. Tomou posse na Cadeira 01, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

José Wilson Siqueira Campos nasceu em Crato, Ceará, no dia 01.08.1928. Filho de Pacífico Siqueira Campos(Ouricuri-Pe) e Regina Siqueira Campos. Neto de Maria Granja de Siqueira, todos descendentes do Capitão João Siqueira Campos, oriundo do Vale do Pajeú, em Pernambuco, na década de 1830.

Após os estudos primários na terra do Padre Cícero Romão Batista(Crato-Ce, 1844), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante algum tempo, residiu no Rio de Janeiro, tendo sido camelô.

Mudou-se, posteriormente, para Campinas, São Paulo, onde viveu por muitos anos, tendo sido também vendedor ambulante. Casou-se com Dona Aureny Siqueira Campos. Nesta cidade(Campinas), em 1959, nasceu o seu filho Eduardo Siqueira Campos, hoje(2004) SENADOR DA REPÚBLICA.

Pai também de Regina Siqueira Campos(médica), Stela Siqueira Campos(psicóloga), Thelma Siqueira Campos(odontóloga),Júnior(empresário) e Ulemá Siqueira Campos(funcionária federal e Advogada), além de outros filhos menores, de seu casamento com a Promotora de Justiça Dra. Marilúcia Uchoa.

Em 10.07.1963, com 35 anos de idade, chegou na Vila de Colinas de Goiás, pertencente ao município de Tupiratins, norte goiano. Montou um escritório de representação em Carolina, Maranhão, onde foi vizinho do ilustre memorialista Alfredo Maranhão.

Como Colinas de Goiás se tornou município, foi eleito vereador e o mais votado, no dia 03.10.1965. Eleito Presidente da Câmara Municipal, em 01.02.1966, ao tomar posse, prometeu lutar pela criação do Estado do Tocantins.

No dia 03.10.1970, com 42 anos de idade, foi eleito Deputado Federal pelo Norte de Goiás, passando a residir também em Brasília, a partir de 01.02.1971, quando tomou posse. Permaneceu como Deputado Federal por cinco mandatos sucessivos, até tornar-se Governador do Tocantins.

Em 29.11.1975, tornou-se Presidente da Comissão da Amazônia, a partir do que propôs a sua Redivisão Territorial, com a criação de 12(doze) novas unidades, inclusive o Estado do Tocantins.

Em 1977, numa Comitiva Parlamentar, visitou a Inglaterra e outros países do Reino Unido.

No dia 27.06.1978, apresentou à Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei nº 187/78, que criava o Estado do Tocantins, vetado em duas ocasiões diferentes pelo Presidente da República José Sarney.

Em 1980, como Parlamentar Brasileiro, visitou Hong Kong e Japão e fez Conferência na Universidade Católica de Taipei(Taiwan), a convite de entidades internacionais.

No ano de 1982, representou o Brasil na Reunião Mundial da UPI, em Lagos, Nigéria, África. Em 1983, proferiu conferência sobre a Geopolítica Brasileira e a criação do Estado do Tocantins, para as guarnições militares nas fronteiras do Brasil com a Bolívia, Peru, Colômbia, Guiana e Venezuela.

No dia 13.12.1985, no Congresso Nacional, iniciou GREVE DE FOME pela criação do Estado do Tocantins. Tal greve só foi interrompida noventa e oito(98) horas depois, com a promessa do PDS e do Presidente da República de instalação da Comissão de Revisão Territorial, via Ministério do Interior.

Em 1986, foi eleito para a Assembléia Nacional Constituinte, com expressiva vitória. Em 03.04.1987, foi, dentre os Constituintes Goianos, o único relator escolhido para a Subcomissão dos Estados, na Assembléia Nacional.

No dia 29.06.1988, redigiu e entregou ao Presidente Ulisses Guimarães, a fusão de emendas que criava o Estado do Tocantins, o que foi votado e aprovado pela Assembléia Nacional Constituinte.

Em 23.09.1988, o PRODASEN(Centro de Informações e Processamento de Dados do Senado Federal) informou que somente o Deputado Siqueira Campos, mais o Presidente da Constituinte e o 1º Secretário, compareceram a todas as 911 votações da Assembléia Nacional Constituinte.

No dia 05.10.1988, participou da Sessão Solene de Promulgação da Nova Constituição do Brasil que já trazia o novo Estado do Tocantins.

Em 15.11.1988, após disputar a eleição com o candidato do PT, o baiano de Uibaí, Advogado da Comissão Pastoral de Terra(CPT) Osvaldo Alencar Rocha, então residente em Araguaina(tio do hoje Promotor de Justiça do Tocantins CÉLIO ROCHA), foi, José Wilson Siqueira Campos eleito o PRIMEIRO GOVERNADOR do Estado do Tocantins.

A bem da verdade histórica, Siqueira Campos concorreu não apenas com Osvaldo Alencar, mas também com outros candidatos, entre os quais, José dos Santos Freire, que tinha como candidato a Vice-Governador, José Edmar Brito Miranda, conforme observação que me fez Luciano Ayres, Presidente da OAB, Tocantins, quando do lançamento do meu livro “CORONELISMO NO ANTIGO FUNDÃO DE BROTAS”.

No dia 01.01.1989, assumiu o Governo do Tocantins, tendo como Capital provisória, a cidade de Miracema do Norte. Em 20.05.1989, lançou a pedra fundamental da nova Capital, com o nome de PALMAS.

No dia 01.02.1990, transferiu a Capital da cidade de Miracema do Tocantins para Palmas. Em 15.03.1991, entregou o cargo ao seu sucessor o médico Moisés Nogueira Avelino que havia derrotado, nas urnas, o então Senador Moisés Abrão Neto, candidato do governo.

Em 03.10.1994, foi eleito, no primeiro turno, pela segunda vez, Governador do Estado do Tocantins. No dia 01.01.1995, tomou posse como Governador para um período de quatro anos.

No dia 03.04.1998, faltando seis meses para as novas eleições, renunciou ao cargo de Governador, ficando em seu lugar o Vice-Governador Raimundo Nonato Pires dos Santos, o “Raimundo Boi”, esposo da Vereadora Warner Pires.

Em 04.10.1998, foi eleito mais uma vez, pela terceira vez, Governador do Estado, no primeiro turno, tomando posse no dia 01.01.1999, para um mandato de quatro anos, a encerrar-se no dia 31.12.2002.

Encerrado o período de Governo, deu posse ao novo Governador, por ele apoiado, GOVERNADOR MARCELO MIRANDA, no dia 01.01.2003, até então Deputado Estadual e Presidente da Assembléia, filho do político José Edmar Brito Miranda que fora, na década de 1960, Advogado de Siqueira Campos.

Saiu do governo após cumprir todas as suas promessas, MENOS UMA, feita no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, e registrada em Ata, quando prometeu uma SEDE PRÓPRIA para a ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, o que não existe até hoje(2004), eis que a Academia se encontra abrigada numa sala nos fundos da Biblioteca Pública Jaime Câmara, no Espaço Cultural de Palmas.

Já com 76 anos de idade, a serem completados no dia 01 de agosto de 2004, continua em plena efervescência política e intelectual, fazendo conferência e produzindo artigos, entre os quais, “SOBRE KEYNES E OS PROCESSOS ESTATIZANTES”, Jornal do Tocantins, Palmas, 12.06.2004.


JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA JÚNIOR(ver XAVIER JÚNIOR).

JOSÉ XAVIER DE ALMEIDA NETO, Goiano, de Anápolis, l943, escreveu, entre outros, "CARACTERIZAÇÃO DAS FORMAS DE FÓSFORO E EMPREGO DE DIFERENTES EXTRATORES PARA AVALIAR O P "DISPONÍVEL" EM SOLOS DE GOIÁS", sem dados biográficos no livro. Professor da Escola de Agronomia e Veterinária, além do Instituto de Química e Geociências da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Sociedade Brasileira de Ciências do Solo, além de diferentes entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos livros de estudos científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSEF SATIERF( VER AURELIANO PAULO DE FREITAS).

JOSEFA DIAS LIMA, de Santa Cruz do Escalvado, Minas Gerais, l923, escreveu, entre outros, "SUBINDO A LADEIRA", juntamente com Maria de Lourdes Lamounier. Professora da Faculdade de Educação e da Escola de Enfermagem, da Universidade Federal de Goiás. Enfermeira, Orientadora Educacional. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Consignada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Enfermagem, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JOSÉLLIA COSTANDRADE(Joséllia de Carvalho Costandrade Civilleti), de Simplício Mendes, Piauí, 09.08.1948, escreveu, entre outros, O UNIVERSO MÁGICO DE NAURA TIMM(1982), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Artes Plásticas. Mudou-se para Brasília em 1974. Desenhista Urbanista, Professora, Pintora. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Crítica de Arte. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


JOSEPH DE MELLO ÁLVARES(Zé de Mello), Goiano, de Luziânia, 19.03.l837, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DE SANTA LUZIA: LUZIÂNIA”, "DESCRIÇÃO HISTÓRICA, POLÍTICA E GEOGRÁFICA DE SANTA LUZIA", sem dados biográficos nos livros. Filho de Modesto de Mello Alvares e Antonia Euflosina de Mello. Após fazer o curso primário, em sua terra natal, tornou-se autodidata. Professor, Advogado Rábula. Deputado Provincial. Escritor, Ensaísta, Pesquisador, Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos históricos. Faleceu em Luziânia, interior goiano, no dia 06.07.1912. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999

JOSEPHINA DE OLIVEIRA SIMÕES, Mineira, de São Tomas de Aquino, 23.06.l9l2, escreveu, entre outros, "RELÍQUIAS"(POEMAS-1986). Enfermeira pela Escola Ana Nery do Rio de Janeiro. Professora da Escola de Enfermagem Florence Nightingale, vinculada ao Hospital Evangélico Goiano de Anápolis. Ex-Diretora da Escola Normal de Anápolis. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Introduzida nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Veio para a cidade de Anápolis, ainda jovem. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Enfermagem, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em São Tomás de Aquino, Minas Gerais, a 23 de junho de 1912.
Concluiu o curso primário em São Sebastião do Paraíso, onde também foi funcionária pública. Ainda na cidade mineira, terminou o ginasial, como também o curso de Farmácia.
Dirigiu-se para o Rio de Janeiro, diplomando-se ali no Curso Superior de Enfermagem, na Escola Ana Nery.
Durante muito tempo, trabalhou como Enfermeira da Saúde Pública, no Centro de Saúde Modelo de Niteroi, Estado do Rio.
Em 1953, transferiu-se para a Cidade de Anápolis, onde se tornou enfermeira do Hospital Evangélico Goiano e, especialmente, Professora da Escola de Enfermagem “Florence Nightingalle”.
Quando fez o curso de Farmácia, na Faculdade de Odontologia e Farmácia de São Sebastião do Paraíso, foi escolhida oradora da turma, tendo feito um discurso histórico.
Em Anápolis, tornou-se também Diretora da Escola Normal Professor Faustino, onde lecionou por longos anos.
Ensinou no Colégio Estadual José Ludovico de Almeida durante muito tempo.
No Ginásio Brasil Central de Anápolis, exerceu o magistério com muita dedicação, por longo período.
Uma das fundadoras da Associação Beneficente Bom Samaritano, alí prestou inestimável colaboração.
Vinculada à Igreja Presbiteriana Central de Anápolis, também chamada Igreja dos Fanstone, tem sido professora de jovens, senhoras e adolescentes.
Seus trabalhos literários, estão presentes em várias revistas, livros, jornais, boletins, etc.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes, é Titular da Cadeira 20, cujo Patrono é Paulo Rosa.
Seus poemas estão também no livro ENSAIO LITERÁRIO-HUGO A BERNARDO ÉLIS, tese de Licenciatura no Curso de Letras Modernas, do também escritor Iram Vitoriano de Souza.
Já com idade bem avançada, publicou o livro de poemas RELÍQUIAS, em 1986.
Faleceu em Anápolis, Goiás, no dia 14 de fevereiro de 2002.

JOSEPHINA DESOUNET BAIOCCHI, de Ponta Grossa, Paraná, 31.05.l93l, escreveu, entre outros, “MONTAGEM DE PROJETOS DE AÇÃO PEDAGÓGICA”(Editora EBRASA), “MONTAGEM DE PRODUÇÃO E AÇÃO PEDAGÓGICA”, este, juntamente com Nelson Braga Octaviano Ferreira, com prefácio de Célia de Freitas Capanema, sem dados biográficos completos nos livros. Filha de José Desounet e Carmelita B. Desounet. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o primário, o ginasial e o normal no Instituto de Educação do Paraná. Cursou o Cientifico no Colégio Estadual do Paraná. Fez Licenciatura em Pedagogia, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade Federal do Paraná. Casou-se com o Médico César Baiocchi, em 05.04.1953, com 22 anos de idade. Seu marido foi Prefeito de São João de Caiuá, no Paraná, em 1959. Mudou-se para Brasília em 1964. Cursou Orientação Educacional, na Faculdade de Educação, da Universidade Federal de Goiás, em 1967, quando tinha 36 anos de idade. Viveu em Goiânia como Professora e Orientadora Pedagógica, exercendo ambas as funções na Secretaria de Educação do Estado de Goiás. Transferiu-se, posteriormente, para Brasília. Fez Mestrado em Educação, em 1977, na Universidade de Brasília(UNB). Concluiu Especialização em Problemas de Educação e tambem em Psicologia, pela UNB. Foi Secretária de Educação do Distrito Federal. Membro do Conselho de Educação do Distrito Federal, tendo sido Presidente em 1997. Está vinculada ao ITR-IDR-DF. Professora da Universidade Católica de Brasília. Foi Professora da Faculdade de Educação da UNB, entre 1972 e 1979. Coordenou o Programa de Pós-Graduação “latu sensu” e o Centro de Educação à Distância, da Universidade Católica de Brasília. Consultora da UNESCO, em 1982, no Projeto de Formação de Professores, em Educação à Distância. Trabalhou no Ministério da Educação e Cultura, em 1984, quanto tinha 53 anos. Em 1994, com 63 anos, foi Chefe de Gabinete da Secretaria de Administração e também Superintendente do Instituto de Desenvolvimento de Recursos Humanos(IDR). Ministrou cursos em Brasilia, em diversos Estados do Brasil e em Angola, na África. Diferentes títulos honoríficos, entre os quais, “PALMES ACADEMIQUES”, do Governo da França, MÉRITO BURITI e MÉRITO ALVORADA, do Governo do Distrito Federal. Foi Presidente da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA PARA O ESTUDO DO SUPERDOTADO, seção DF. Escritora, Administradora, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Educadora, Ficcionista, Conferencista. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é estudada no DICIONÁRIO DE MULHERES(Porto Alegre, 1999), de Hilda Agnes Flores, ou no DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL(Rio de Janeiro, 2000), de Schuma Schumaher, no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(São Paulo, 2002), de Nelly Novaes Coelho, nem em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(Rio de Janeiro, 1993), de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo e nem na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSIAS BATISTA DE SOUZA, de Corrente, Piauí, 1901, escreveu, entre outros, “ESBOÇO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO DE PEDRO AFONSO”, sem dados biográficos. Após os estudos primários em sua terra natal, fez curso de seminário, tornando-se PASTOR BATISTA. Vinculou-se à Junta de Missões Nacionais, da Convenção Batista Brasileira, com sede no Rio de Janeiro. Como Missionário da referida Junta, pastoreou várias Igrejas do interior da Bahia, mas transferiu-se para Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, assumindo o pastorado da Igreja Batista de Pedro Afonso, em 1935. Casou-se em Carolina, no Estado do Maranhão, com Raimunda Maranhão(Mundica), com quem teve os filhos Hélio e Alano. Por volta de 1942, desvinculou-se da Igreja Batista de Pedro Afonso, tornando-se professor. Como professor de línguas, deu aulas particulares, em 1943, para vários alunos, entre os quais, o Pedroafonsino ilustre Manuel Messias Tavares. Foi secretário da Prefeitura Municipal de Pedro Afonso, na administração do Prefeito Pedro Tavares dos Reis. Como proprietário de uma gráfica em Pedro Afonso, nela publicou o seu livreto, resultado da palestra que proferiu em 26 de julho de 1947, quando das comemorações do CENTENÁRIO DE PEDRO AFONSO, na condição de Orador Oficial das festividades. Durante muitos anos, no período de 1943 a 1947, foi Promotor Público de Pedro Afonso. Nesta ocasião, não se exigia o curso de Direito, para o exercicio da promotoria, tão pouco concurso público. Posteriormente, mudou-se para Anápolis, Goiás e de lá para Brasília, onde faleceu. Mencionado no livro “HISTÓRIA DE PEDRO AFONSO”, de Ana Brito Miranda e em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros da Silva. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSIAS DE ALMEIDA, Mineiro, de Sacramento, l898, escreveu, entre outros, "DO ARAGUAIA ÀS ÍNDIAS INGLESAS", "BRASIL REAL E SONHADO-VIAGENS INÉDITAS", este, com prefácio de Milton Campos. Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos no Rio Araguaia, principalmente na Ilha do Bananal, bem como Araguacema e Couto Magalhães, no hoje Estado do Tocantins. Viveu no interior de Goiás, especialmente nos municípios de Jaraguá e Pirenópolis, descrevendo as suas diferentes minas de ouro, além de usos e costumes da população interiorana. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários livros de estudos históricos. É também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSIMO MORAIS TAVARES(PADRE), de Marabá, Pará, 1953, escreveu, entre outros, “SALMO DE UM EMPOBRECIDO”(POEMAS), sem dados biográficos no texto. Sua mãe tinha 14 anos de idade, quando nasceu, sem parteira, às margens do Rio Tocantins. Com a grande enchente de 1957, mudou-se com a família de Marabá para Xambioá, em Goiás, hoje Tocantins. Com 11 anos de idade, em 1964, foi para o Seminário Menor Leão XIII, de Tocantinópolis, no hoje Estado do Tocantins. Na mesma cidade, estudou também no Colégio Dom Orione, terminando o ginasial. Em Brasília, no Seminário Nossa Senhora de Fátima, concluiu o segundo grau. No Seminário dos Padres Lazaristas, em Aparecida do Norte, São Paulo, formou-se em Teologia. Em 1971, começou o curso de Filosofia, em Lorena, São Paulo, no Instituto Filosófico dos Salesianos. Continuou seus estudos de Filosofia e Teologia, em 1975, estudando no Instituto Franciscano de Teologia e Filosofia de Petrópolis, Rio de Janeiro. Retornando ao Norte de Goiás, foi ordenado Padre, em Xambioá, hoje Tocantins, no dia 20 de janeiro de 1979. Nesse mesmo ano, assumiu a Paróquia e o Colégio de Wanderlândia, em Goiás, hoje Tocantins. Nos anos seguintes, tornou-se Vigário de São Sebastião do Tocantins e Coordenador da Comissão Pastoral da Terra(CPT). Já como Padre da Diocese de Tocantinópolis, foi preso em 28 de novembro de 1984. Em 15 de abril de 1986, na estrada que liga Augustinópolis a Imperatriz, no Maranhão, sofreu um atentado à bala, em que apenas o Toyota saiu avariado. No dia 10 de maio de 1986, quando se encontrava em Imperatriz, no Maranhão, na sede da COMISSÃO PASTORAL DA TERRA(CPT), recebeu UM TIRO PELAS COSTAS, vindo a falecer no Hospital da cidade. Foi sepultado no dia 12.05.1986, em Tocantinópolis. Sobre ele, escreveram, entre outros, Hamilton Pereira(Pedro Tierra) e Marcelo Barros. Estudado no livro “PADRE JOSIMO-A VELHA VIOLÊNCIA DA NOVA REPÚBLICA”, da Comissão Pastoral da Terra. Tem sido motivo de teses de mestrado e doutorado, entre as quais, do italiano Mário Aldighieri, Professor da Universidade Federal de Goiás que escreveu “QUEM NOS DEVOLVERÁ A ESPERANÇA?” e ainda “JOSIMO-A TERRA E A VIDA”. Sobre ele escreveu excelente livro a escritora inglesa Binka Le Breton, com o título “TODOS SABIAM-A MORTE ANUNCIADA DO PADRE JOSIMO”, com tradução de Maysa Monte de Assis. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSINA MARIA ALBUQUERQUE LOPES DE GODOY, de Acaraú, Ceará, 16.03.1929, escreveu, entre outros, LIVRO DE LEITURA PARA ADULTOS(1961), VIVER EM CUBA-UMA EXPERIÊNCIA INESQUECÍVEL(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formada em Belas Artes e também em Ciências Políticas. Foi Secretária da Educação de Olinda, em Pernambuco. Mudou-se para Brasília, tornando-se Secretária de Saúde e Bem-Estar Social de Luziânia, em Goiás. Funcionária do Movimento de Cultura Popular. Encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Escritora, Administradora, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Educadora, Ficcionista, Conferencista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSIRA SAMPAIO, de Rio de Janeiro, RJ, 28.09.1931, escreveu, entre outros, CANTIGAS(1984), A ESPERA(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras(Latim, Português, Francês). Mestrado em Filosofia da Educação. Mudou-se para Brasília, tornando-se Professora da Fundação Educacional do Distrito Federal. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Vinculada à Aliança Francesa e à União Pioneira da Integração Social. Coordenadora de cursos de Francês. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JOSIVALDO DE OLIVEIRA SOUZA, de Carolina, Maranhão, 1962, escreveu, entre outros, “NAIR DUARTE-NAVEGANDO PARA O PAI”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de José de Souza e Custódia Maria. Viveu a infância e a adolescência em Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outras plagas, onde passou a estudar em seminários católicos. Formado em Filosofia e Teologia, em Goiânia. Licenciado em Filosofia, pela Universidade de São Paulo. Ordenou-se Sacerdote Diocesano em Tocantinópolis. Atualmente(1999), é Pároco de Araguatins, Goiás, hoje Tocantins. Tornou-se Coordenador de Pastoral da Região Norte da Diocese, bem como Diretor da Escola Paroquial São Vicente de Férrer. Pesquisador de Cultura Popular e da inculturação Afro-Brasileira. Como desenhista, ilustrou os livros de Ângelo Bruno(Araguaina) e Agnaldo Gonzaga(Goiânia). Participante de diversas antologias, entre as quais, Coletânea de Poesias de Araguatins. É assessor do informativo paroquial “O DIZIMISTA”. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JÔ SOARES(JOSÉ EUGÊNIO SOARES), Carioca, do Rio de Janeiro, 16.01.1938, escreveu, entre outros, O XANGÔ DE BAKER STREET(1995), O HOMEM QUE MATOU GETÚLIO VARGAS(1998), ASSASSINATOS NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Seu pai, investidor do mercado financeiro, lhe deu educação especial. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também se preparou. Estudou no Brasil até a sexta(6ª) série. Entre 1950 e 1958, dos 12 aos 18 anos de idade, estudou nos Estados Unidos e Europa, especialmente em Lausanne, na Suíça. Tornou-se poliglota, falando Alemão, Inglês, Francês e Italiano. Retornando ao Brasil, passou a viver com os pais no Hotel Copacabana Palace, do Rio de Janeiro. Em 1958, com 20 anos de idade, passou a trabalhar, como HUMORISTA, na TV RIO, com os programas TV MISTÉRIO e NOITE DE GALA. No programa de Carlos Manga, fez O HOMEM DO SPUTINIK. Com 21 anos, em 1959, trabalhou no GRANDE TEATRO, da TV TUPI, escreveu para a TV CONTINENTAL e fez HUMOR na TV RIO. Em 1963, com 25 anos, fez o JÔ SHOW, na TV RECORD. Em 1965, fez a FAMILIA TRAPPO. Em 1969, com 31 anos, trabalhou no filme ÂNGELA MULHER DE TODOS, de Rogério Sganzerla. No teatro, em 1969, escreveu TODOS AMAM UM HOMEM GORDO(Comédia). Em 1972, escreveu AME UM GORDO ANTES QUE ACABE(Comédia). Em 1978, escreveu VIVA O GORDO E ABAIXO O REGIME(Comédia). Na Televisão, fez os esquetes SHOW A DOIS(1961), LA REVUE CHIQUE(1962). Transferiu-se para a Rede Globo, na década de 1970, produzindo FAÇA HUMOR NÃO FAÇA GUERRA(1970), SATIRICON(1974), PLANETA DOS HOMENS(1976), VIVA O GORDO(1981). Em 1988, com 50 anos de idade, foi para o SBT(Sistema Brasileiro de Televisão), do Silvio Santos, com o programa JÔ 11 E MEIA. Escreveu também O ASTRONAUTA SEM REGIME(1983), HUMOR NOS TEMPOS DE COLLOR(1992), junto com Fernando Veríssimo e Millôr. Escreveu, junto com Armando Nogueira e Roberto Muylaert, A COPA QUE NINGUEM VIU E A QUE NÃO QUEREMOS LEMBRAR(1994). Detentor de dezenas de prêmios, entre os quais, ROQUETE-PINTO, TROFEU IMPRENSA. Premiado também pela Associação Paulista de Críticos Teatrais, Associação Paulista de Críticos, etc. Retornando à TV GLOBO, em 2000, passou a apresentar o PROGRAMA DO JÔ. Seu programa de entrevistas é considerado um dos mais importantes do Brasil. Na Radio Eldorado, apresentou o programa musical JAM SESSION. Como Ator, trabalhou, entre outros, no CASAMENTO DO SENHOR MISSISSIPI(1967), O GORDO AO VIVO(1989). Seus livros tem sido traduzidos para vários idiomas e suas edições superam a casa dos 500(quinhentos mil exemplares). Considerado o mais importante humorista brasileiro no teatro e na televisão. Tal é a sua importância que é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOSUÉ DA SILVA LUZ, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 1970, escreveu, entre outros, “A COR ESCURA”(POESIAS E CONTOS TOCANTINENSES), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio do professor Francisco E. Albuquerque. Empresário do ramo de Farmácia, residente em Araguaína, Tocantins, onde também desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Formado em Letras, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araguaína. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Escritores de Araguaina e União Brasileira de Escritores do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSUÉ DE CASTRO (APOLÔNIO), de Recife, Pernambuco, 1908, escreveu, entre outros, “SETE PALMOS DE TERRA E UM CAIXÃO”(1933), sem dados biográficos e sem qualquer informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter estudado também o norte de Goiás, hoje Tocantins, descrevendo o problema da fome, inclusive nesta região. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Rio de Janeiro. Na Faculdade de Medicina, da Universidade do Brasil, formou-se Médico, com 21 anos de idade, em 1929. Em 1932, com 24 anos de idade, viajou pelo interior do Brasil, inclusive pelo norte do país, realizando o primeiro inquérito social para apurar as condições de vida do povo brasileiro. Nove anos depois, em 1938, Doutorou-se em Filosofia, pela mesma Universidade. Em 1951, tornou-se Presidente do Conselho da Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas. Foi Deputado Federal entre 1955 e 1962. Com a Revolução de 1964, teve os direitos políticos cassados e foi demitido do Cargo de Embaixador Brasileiro junto aos organismos internacionais da ONU, em Genebra. Exilado na França, tornou-se Professor da Universidade de Paris. Escreveu também “GEOGRAFIA DA FOME”(1946), traduzido em 23 idiomas, com mais de um milhão de exemplares. Faleceu em Paris, no dia 24.09.1973, com 65 anos de idade. Mencionado em centenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JOSUÉ MONTELLO(Josué de Souza Montello), de São Luís, Maranhão, 21.08.1917, escreveu, entre outros, JANELAS FECHADAS(Romance-1941), A LUZ DA ESTRELA MORTA(Romance-1948), O LABIRINTO DE ESPELHOS(Romance-1952), A DÉCIMA NOITE(Romance-1959), OS DEGRAUS DO PARAISO(Romance-1965), DIARIO DO ENTARDECER(1991), DIARIO DA NOITE ILUMINADA(1994), UM APARTAMENTO NO CÉU(1995), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antônio Bernardo Montello e Mância de Souza Montello. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Prosseguiu os estudos em São Luís do Maranhão, concluindo o seu curso secundário em Belém do Pará. Cursou a Escola Modelo Benedito Leite e o Liceu Maranhense, onde terminou o secundário. Em 1936, com 19 anos de idade, mudou-se para Belém do Pará, tendo sido eleito membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Em dezembro de 1936, com 19 anos de idade, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Especializou-se em Educação. Doutor HONORIS CAUSA pela Universidade Federal do Maranhão. Cargos exercidos: Inspetor Federal do Ensino Comercial, no Rio de Janeiro, em 1937, com 20 anos. Técnico de Educação (por concurso de provas e títulos), do Ministério da Educação (1938 a 1971). Diretor Substituto do Ensino Comercial, do Ministério da Educação. Técnico de Educação do DASP (Divisão de Aperfeiçoamento) (1942-1944). Professor de Organização e Administração de Bibliotecas, dos Cursos de Administração do DASP (1943-1944). Professor de Organização de Bibliotecas, do Curso Fundamental de Biblioteconomia da Biblioteca Nacional (1945-1947). Professor de História da Literatura, do Curso de Biblioteconomia, da Biblioteca Nacional. Coordenador dos Cursos da Biblioteca Nacional, em 1944, com 27 anos. Diretor dos Cursos da Biblioteca Nacional. Diretor Geral da Biblioteca Nacional (nomeado em 1947), com 30 anos. Diretor do Serviço Nacional do Teatro, do Ministério da Educação. Secretário Geral do Estado do Maranhão (1946 – na intervenção de Saturnino Belo). Subchefe da Casa Civil da Presidência da República (fevereiro de 1956 a fevereiro de 1957). Professor da Cadeira de Estudos Brasileiros, da Universidade Maior de São Marcos, em Lima, Peru (1953-1955). Diretor Geral do Museu Histórico Nacional. Diretor e fundador do Museu da República (Palácio do Catete). Professor da Cadeira de Literatura Brasileira, da Universidade de Lisboa (1957). Professor da Cadeira de História e Literatura Brasileira, da Universidade de Madri, em 1958, com 41 anos. Presidente do Conselho Federal de Cultura (1967-1968). Conselheiro Cultural da Embaixada do Brasil em Paris (1969-1970). Reitor da Universidade Federal do Maranhão. Professor de Teoria da Literatura da Faculdade de Letras Pedro II (FAHUPE). Embaixador do Brasil junto à UNESCO (1985 a 1989). Presidente da Academia Brasileira de Letras (1994 a 1995). Reformas administrativas realizadas: Reforma da estrutura técnica e administrativa da Biblioteca Nacional (1944). Reforma dos Cursos da Biblioteca Nacional (1944). Reforma do Ensino Primário e Normal no Estado do Maranhão (1946). Organização e instalação do Museu da República (1960). Organização e instalação do Conselho Federal de Cultura (1967-1968). Organização e instalação do Museu Histórico e Artístico do Maranhão (1973). Instalação da Diretoria da ABL no Centro Cultural do Brasil, compreendendo toda a sua administração (1994-1995). Criação da Sala Machado de Assis na ABL, com as relíquias e originais do primeiro Presidente da Academia (1994-1995). Criação da Sala dos Fundadores do Petit Trianon com a reposição do prédio primitivo (1994-1995). Criação do jardim circular da ABL, com a modificação e transferência da estátua de Machado de Assis (1994-1995). Reforma do Salão Nobre, com a colocação do busto de Machado de Assis, obra de Rodolfo Berardinelli, e ainda a homenagem do busto de Austregésilo de Athayde no mesmo espaço nobre (1994-1995). Construção da escada e aço, com 29 andares, no Palácio Austregésilo de Athayde (1994-1995). Eliminação de dois prédios de alvenaria contíguos aos prédios a ABL, permitindo a construção do jardim circular da instituição (1994-1995). Reforma geral do mausoléu da ABL, no cemitério São João Batista (1994-1995). Construção do conjunto de vitrines para as exposições periódicas da ABL, no Centro Cultural do Brasil (1994-1995). Colegiados a que pertenceu: Membro do Conselho de Serviço Social Rural. Membro do Conselho da Sudene (como representante do Ministério da Educação). Membro do Conselho do Patrimônio Histórico. Membro da Comissão Diretora da Biblioteca do Exército (1961-1968). Membro do Conselho Federal de Educação (1962-1967). Membro do Conselho Federal de Cultura (1967-1989). Membro da Comissão Diretora da Casa José de Alencar (Universidade do Ceará). Membro da Comissão Machado de Assis (para fixação dos textos básicos da literatura brasileira). Instituições que fundou: Museu da República (Palácio do Catete). Museu de História Literária (no Museu Histórico Nacional, com o acervo básico do arquivo contendo quase todos os originais manuscritos de José de Alencar e obtido por doação). Museu Filatélico (no Museu Histórico Nacional, com uma doação feita pelo Banco de Boston). Conselho Federal de Cultura (foi autor do Projeto e Decreto-Lei respectivo assinado pelo Presidente Castelo Branco e bem assim dos atos complementares que permitiram a implantação do colegiado). Museu Histórico e Geográfico do Maranhão. Museu Sacro do Maranhão. Sede da Reitoria da Universidade do Maranhão, “Palácio Cristo Rei”, na praça Gonçalves Dias, São Luís, Maranhão. Casa de Cultura Josué Montello, São Luís, Maranhão. Outras funções exercidas: Presidente do Grupo de Trabalho incumbido de estudar a reforma e atualização das instituições culturais do País (Decreto de 10 de outubro de 1968, do Presidente Artur da Costa e Silva). Membro do Grupo de Estudos da Indústria do Livro e dos Problemas do Escritor (GEILPE). Representante do Ministério da Educação e Cultura na Exposição do Livro brasileiro em Buenos Aires (1961). Membro da Comissão Examinadora das Monografias sobre Joaquim Nabuco (Portaria do Ministro da Educação, de 16 de agosto de 1949). Membro da Banca Examinadora do Concurso de Provas e Títulos da Cadeira de Literatura de Literatura Brasileira, da Faculdade de Letras da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Membro da Banca Examinadora do Concurso de Provas e Títulos para Catedrático de Literatura Espanhola da mesma Faculdade. Membro da Comissão Julgadora do Concurso Benjamim Constant, do Clube Militar do Rio de Janeiro (1976). Colaborador permanente do Jornal do Brasil ( a partir de 1954). Diretor da Revista Brasileira, da Academia Brasileira de Letras. Membro do Conselho Diretor da Editora José Olympio. Membro do Conselho Diretor da Editora Nova Fronteira. Presidente do Conselho Editorial da DIFEL (Difusora Européia do Livro). Presidente da Câmara de Letras do Conselho Federal de Cultura. Sócio benfeitor da Policlínica Geral do Rio de Janeiro. Doação dos originais de O MULATO, de Aluízio de Azevedo, que há 52 anos estavam em seu poder (2001). Inaugurada em São Luís a Avenida Josué Montello, homenagem da Universidade CEUMA (2001). Membro da Comissão Organizadora das Comemorações do Primeiro Centenário de Nascimento do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira., promovida pelo Ministério da Cultura (2001). Instituições a que pertenceu: Membro efetivo da Academia Brasileira de Letras. Membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Membro da Academia Maranhense de Letras. Membro do Instituto Histórico e Geográfico do Maranhão. Sócio Fundador da Sociedade Brasileira de Amigos das Nações Unidas. Membro da Academia Internacional da Cultura Portuguesa. Membro da Sociedade de Geografia de Lisboa. Membro da Academia das Ciências de Lisboa. Membro da Academia Portuguesa de História. Catedrático Honorário da Universidade Nacional Maior de São Marcos (Lima, Peru). Membro da Association Internationale des Critiques Littéraires (Paris). Irmão da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Brasília. Sócio benemérito da União Brasileira de Escritores. Membro honorário da Academia Pernambucana de Letras. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de Santa Catarina. Membro da Academia Venezuelana de Letras. Membro da Academia Espanhola de História. Sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico do Uruguai. Exposições de caráter cultural e cívico que organizou: Na Biblioteca Nacional (como Diretor da Instituição): Exposição de Chateaubriand. Exposição de Balzac. No Museu Histórico Nacional (como Diretor da Instituição): Exposição retrospectiva de Cinco Séculos da Marinha (agosto de 1960). Exposição comemorativa da Semana de Caxias (agosto de 1961). Exposição comemorativa do 1º. Centenário da Batalha Naval do Riachuelo (junho de 1965). Exposição comemorativa do IV Centenário do Rio de Janeiro (março de 1965). Exposição comemorativa do Centenário da Batalha de Tuiuti – inaugurada a 24 de maio de 1966, compreendendo o seguinte ciclo de conferências, presididas por Josué Montello: I- A Batalha de Tuiuti (em 24 de maio de 1966). II- Perfil de Osório (em 8 de junho de 1966). III-De Monte Caseros a Tuiuti. Exposição comemorativa do Bicentenário da Casa do Trem. Exposição da História do Brasil no Século XVIII. Exposição sobre Arte do Retrato. Prêmios recebidos: Prêmio “Sílvio Romero” de Crítica e História, da Academia Brasileira de Letras, 1945, com a publicação de HISTÓRIAS DA VIDA LITERÁRIA. Prêmio “Artur Azevedo” de Teatro, da Academia Brasileira de Letras, 1947, com a publicação de ESCOLA DA SAUDADE. Prêmio “Coelho Neto” de Romance, da Academia Brasileira de Letras, 1953, com a publicação de LABIRINTO DE ESPELHOS. Prêmio “Paula Brito” de Romance, da Prefeitura do Distrito Federal, 1959, com a publicação de A DÉCIMA NOITE. Prêmio “Fernando Chinaglia” de Romance, da União Brasileira de Escritores, 1965, com a publicação de OS DEGRAUS DO PARAÍSO. Prêmio “Luísa Cláudio Souza” de Romance, do PEN Clube do Brasil, 1967, com a publicação de OS DEGRAUS DO PARAÍSO. Prêmio “Intelectual do Ano”, da União Brasileira de Escritores e da FOLHA DE S. PAULO, 1971, com a publicação de CAIS DA SAGRAÇÃO. Prêmio de Romance da Fundação Cultural de Brasília, 1972, com a publicação de CAIS DA SAGRAÇÃO. Prêmio de Romance da Associação Paulista de Críticos de Arte, 1978, com a publicação de NOITE SOBRE ALCÂNTARA. Prêmio Nacional de Romance do Instituto Nacional do Livro, 1979, com a publicação de NOITE SOBRE ALCÂNTARA. Prêmio “Personagem Literária do Ano 1982”- da Câmara Brasileira do Livro, de São Paulo, pelo seu conjunto de obra. Prêmio Brasília de Literatura para conjunto de obra “1982”, da Fundação Cultural do Distrito Federal, 1983, para conjunto de obras. Grande Prêmio da Academia Francesa, 1987. Prêmio São Sebastião de Cultura, da Associação Cultural da Arquidiocese do Rio de Janeiro, 1994. Prêmio Ateneu Rotário do Rotary Clube de São Paulo, ao ser eleito “Personalidade do Ano” na área de Letras, 1997. Prêmio Guimarães Rosa, de prosa, do Ministério da Cultura, 1998. Prêmio Oliveira Martins, da União Brasileira de Escritores, pela publicação de OS INIMIGOS DE MACHADO DE ASSIS, 2000. Prêmio Ivan Lins (Ensaio) da Academia Carioca de Letras, pela obra O JUSCELINO KUBITSCHEK DAS MINHAS RECORDAÇÕES, 2000. Medalhas e condecorações: Grande Oficial da Ordem Militar de Sant´Iago da Espada, de Portugal. Grande Oficial da Ordem do Infante Dom Henrique, de Portugal. Grande Oficial da Ordem do Mérito das Forças Armadas. Grã-Cruz da Ordem Andrés Bello, da Venezuela. Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique, de Portugal. Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Brasília. Oficial da Ordem Nacional da Legião de Honra da República Francesa. Oficial da Ordem do Mérito Militar. Oficial da Ordem Nacional do Mérito Educativo. Comendador da Ordem do Mérito Naval, do Brasil. Comendador da Ordem do Mérito Grão Pará. Comendador da Ordem do Congresso Nacional. Comendador da Ordem “Al Mérito por Servicios Distinguidos”, Peru. Medalha da Imperatriz Leopoldina do Instituto Histórico de São Paulo. Medalha Marechal Hermes, do Ministério da Justiça. Medalha do Sesquicentenário do Arquivo do Exército. Medalha Comemorativa do Bicentenário da Casa do Trem, do Ministério da Guerra. Medalha Comemorativa da inauguração do Museu de Artilharia, do Ministério da Guerra. Medalha Anchieta, do Distrito Federal. Medalha Companheiros da Aliança, do Ministério das Relações Exteriores. Medalha Timbira, do Estado do Maranhão. Diploma Honoris Causa do Instituto de Geografia e História Militar, do Clube Militar e da Biblioteca do Exército. Diploma de Reconhecimento da Escola Superior de Guerra. Diploma do Armorial Universal, de Bruxelas, conferindo-lhe o título de “Président d`honneur pour le Brésil”. Grande Oficial da Ordem do Mérito das Forças Armadas. Grã-Cruz da Ordem do Mérito de Brasília. Medalha de ouro comemorativa dos 40 anos da Universidade Federal do Ceará. Grã-Cruz da Ordem do Infante Dom Henrique. Ordem do Mérito do Livro, da Fundação Biblioteca Nacional. Medalha do Padre Antônio Vieira, da União Brasileira de Escritores, 1997. Diploma de Reconhecimento do Rotary Clube do Rio de Janeiro, em homenagem aos seus 80 anos, 1997. Inaugurada em São Luís do Maranhão a primeira “Biblioteca Farol de Educação Josué Montello”, no Governo Roseana Sarney, 1997. Medalha comemorativa dos 75 anos do Museu Histórico Nacional, de que foi Diretor de 1960 a 1967. Ordem do Mérito Cultural da França, 1999. Medalha Comemorativa dos 40 anos da fundação do Museu da República, de que foi o organizador e primeiro Diretor, 2000. Medalha do Mérito Cultural Acadêmico Austregésilo de Athayde da Academia de Letras e Artes de Paranapuã, 2002. Faleceu no Rio de Janeiro em 15.03.2006, com 89 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 29, eleito em 4.11.1954, na sucessão de Cláudio de Sousa e recebido em 4.06.1955, pelo Acadêmico Viriato Corrêa. Recebeu os Acadêmicos Cândido Mota Filho, Evaristo de Moraes Filho, José Sarney, José Guilherme Merquior, Evandro Lins e Silva e Roberto Marinho. Sua Cadeira 29, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Martins Pena, Fundador Artur Azevedo, sendo também ocupada por Vicente de Carvalho, Cláudio de Sousa, Josué Montello. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JOVELINO DE CAMPOS, Goiano, de Goiás Velho, l887, escreveu, entre outros, "MAGNÓLIAS", sem dados biográficos no livro. Deputado Estadual. Juiz de Direito de Anápolis, interior goiano. Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás. Professor da Faculdade de Direito de Goyaz, em 1944. Jornalista, Professor. Escritor, Poeta, Pesquisador. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, Cadeira 20, cujo Patrono é Luís Antônio da Silva e Souza, hoje(1998) ocupada por Ursulino Tavares Leão. Presente no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Alvaro Catelan. Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro ORIGEM DOS INSTITUTOS JURÍDICOS DE GOYAZ, de Abel Soares de Castro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), a 19 de outubro de 1887. Filho de José Campos e de Mariana Naves Campos.
Iniciou os estudos primários, na Escola Pública, em 1895. Após o curso primário, matriculou-se no Liceu, em 1904, na antiga Capital.
Em 1906, casou-se com Diva de Brito Ferreira, passando a lecionar em Curralinho (Itaberaí), em 1908, de onde foi para Anicuns, retornando em seguida a Goiás, em 1910, quando morreu sua esposa.
Depois de passar pela Secretaria da Fazenda(1911), foi designado para a Cadeira de Português no Liceu e Escola Normal, ambos de Vila Boa, 1912.
Em 1914, casou-se pela segunda vez, agora com Julieta Gomes Perilo e tornou-se Promotor Público da Capital, cargo para o qual, na época, não se exigia formação jurídica.
Matriculado na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais de Goiás, foi, nesse mesmo ano, eleito Deputado Estadual. Era 1916.
Após sua formatura em Direito, em 1920, foi designado Juiz de Direito de Anápolis.
No dia 1º de fevereiro de 1921, reinstalou a Comarca que tinha tido como primeiro Juiz Gastão de Deus Victor Rodrigues, em 1915.
O primeiro Grupo Escolar de Anápolis foi inaugurado sob sua presidência, em 1926, representanto o Presidente do Estado.
Professor do Instituto de Ciências e Letras, fundou, junto com outros, em 1931, a Escola Normal de Anápolis.
Promovido, em 1935, a Desembargador.
Foi um dos fundadores, quatro anos depois, em 1939, da Academia Goiana de Letras, ocupando a Cadeira nº 20, embora o Estatuto da Academia fale em Cadeira 17, e Humberto Crispim Borges se refira à Cadeira 21.
Esta Cadeira 19 tem como Patrono Luis Antonio da Silva e Souza, sendo hoje(1998) ocupada por Ursulino Tavares Leão.
Aposentado, em 1943, da Magistratura Goiana, tornou-se Professor de Teoria Geral do Estado, na Faculdade de Direito, em 1945.
Escreveu para diversos jornais da época, com o pseudônimo de Leo Castilho, entre os quais “Voz do Sul”. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 9 de janeiro de 1965.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 17, cujo Titular foi o Dr. James Fanstone.

JUAREZ COSTA BARBOSA, Goiano, de Catalão, 07.09.l937, escreveu, entre outros, "HISTÓRIA POLÍTICA DE CATALÃO", juntamente com Luis Palacín Gomez e Nasr Fayad Chaul, sem dados biográficos no livro. Filho de Amélio Salviano da Costa e Magdalina Rodrigues. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Goiânia, onde cursou o ginasial e o colegial. Graduado em História, pela Universidade Católica de Goiás. Especializou-se em Arqueologia, no Museu Paulista, da Universidade de São Paulo. Curso de Mestrado em História, pela UFG. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Professor de Geografia e História do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás, de que também foi Diretor. Professor de Filosofia e Antropologia, da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos históricos. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JUAREZ MOREIRA FILHO, de Ribeiro Gonçalves, Piauí, 03.07.l953, autor de diversos livros, entre os quais, "INFÂNCIA E TRAVESSURAS DE UM SERTANEJO"(ROMANCE-1978), "TIPOS DE RUA", "MANGARATIBA"(1994), "RANCHO ALEGRE" (MEMÓRIAS-1991), "OCO DO MUNDO"(ROMANCE-1982), “RISOS & LÁGRIMAS”(MEMÓRIAS-2004), “ILHA DO BANANAL”, “HISTÓRIA DA LITERATURA TOCANTINENSE”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filho de Juarez Rodrigues Moreira e Laurinda da Rocha Moreira. Nasceu, por acaso, no Piauí, eis que sua mãe tinha saído de Cristalândia, norte de Goiás, para visitar os parentes no Piauí, quando deu à luz em Ribeiro Gonçalves.

(Sobre esta cidade que se chama hoje CRISTALÂNDIA, há uma passagem interessante e pouco divulgada, com relação ao seu nome. Conforme alguns autores, Cristalândia já foi chamada de ASPIRIM e teve o seu nome mudado para Cristalândia, pelo missionário batista Zacarias Campelo. O próprio Zacarias confirmou esta versão de que ele mudara o nome de Aspirim para Cristalândia, numa entrevista que deu à revista A PÁTRIA PARA CRISTO, publicada no Rio de Janeiro, em 1986, Nº 01, Ano XLI, página 26, quando disse: “Fui pregar o evangelho no garimpo. O lugar se chamava Aspirim. Quando resolvi sair de lá(por volta de 1945), já estava com 10(dez) mil habitantes, população de garimpo. Sugeri a criação do Municipio e coloquei o nome de CRISTALÂNDIA, por ser a terra do cristal”).

Quanto a Juarez, com dois meses, veio para Cristalândia. Em 1960, mudou-se para Dueré, norte goiano. Em 1967, passou a estudar no Colégio ÁLVARO DE MELO, em Ceres, Goiás, no regime de internato.

Em Goiânia, passou a frequentar o Instituto Brigadeiro Eduardo Gomes e o Colégio Estadual Rui Barbosa, onde concluiu o segundo grau e o curso Técnico de Assistente em Administração de Empresas. Formado pela ESEFEGO(Escola Superior de Educação Física), de Goiânia. Bacharel em Direito pela Universidade Católica de Goiás.

Pós-Graduado em Ciências Políticas pela Universidade Luterana do Brasil(ULBRA). Formou-se também pela ADESG(Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra). Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta.

Foi funcionário da Secretaria de Segurança Pública de Goiás. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico, Instituto dos Advogados. Conselheiro da Ordem dos Advogados do Tocantins, de que também faz parte de sua Comissão de Ética e Disciplina.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa, destacando-se ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Vinculado à Ordem dos Advogados do Brasil e à Academia Tocantinense de Letras.

Em homenagem ao seu pai, foi dado o nome à Rodovia Gurupi-Dueré, eis que fazendeiro na região, onde viveu por muitos anos. Seu irmão Laurez Moreira é Deputado Estadual no Estado do Tocantins.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Ao lado de Ana Braga e Liberato Povoa, idealizou e fundou a Academia Tocantinense de Letras de que é Titular da Cadeira 04, cujo Patrono é Luso de Barros Matos, tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional. Foi membro do primeiro Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, tendo tomado posse no dia 14.05.1989, na cidade de Natividade.

Atualmente(2000), é Assessor Jurídico da Secretaria de Educação do Estado do Tocantins, bem como Presidente da Academia Tocantinense de Letras. Terminada a sua gestão à frente da Academia, passou a Presidência para a Acadêmica Isabel Dias Neves(Belinha), retornando às suas atividades de advogado, com escritório na cidade onde reside, PORTO NACIONAL.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Atualmente(2004), exerce a Advocacia, com escritório no Centro de Porto Nacional. No mesmo ano(2004), publicou um livro sobre seu pai- JUAREZ MOREIRA- com o título “RISOS & LÁGRIMAS”(Memórias).

Sobre ele, escreveu excelente matéria a jornalista Zuleide D`Angelo, no JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 04.06.2004, sob o titulo "Café Literário analisa obra de Juarez Moreira". No dito Café Literário, a Professora da Universidade Federal do Tocantins, Bárbara de Oliveira analisou o livro “TIPOS DE RUA”.

Escreveu também PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm . ou www.mariomartins.com.br


JUAREZ TÁVORA(Juarez Fernandes do Nascimento Távora), de Embargo, Jaguaribe, Ceará, 14.01.1898, escreveu, entre outros, “O TENENTISMO”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter estado em Porto Nacional, norte de Goiás, hoje Tocantins, como um dos líderes da Coluna Prestes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde se matriculou na Escola Militar do Realengo, tornando-se Aspirante em 1919, quando tinha 21 anos de idade. Em 1922, tomou parte no movimento dos DEZOITO DO FORTE DE COPACABANA, ao lado de Siqueira Campos, João Alberto Lins de Barros e Cordeiro de Faria, todos desejosos de derrubar o Presidente Epitácio Pessoa. Em 1924, tomou parte no movimento paulista contra o Presidente eleito Artur Bernardes para colocar em seu lugar o candidato derrotado Nilo Peçanha. A partir de então, formou-se a COLUNA PRESTES, dirigida, inicialmente, por Miguel Costa e depois por Luis Carlos Prestes. Depois de percorrer boa parte do Brasil, chegou em Porto Nacional no dia 12.10.1925. Ao lado de Miguel Costa, Carlos Prestes, Cordeiro de Faria, Siqueira Campos, Djalma Dutra, estava Juarez Távora que assinou a correspondência dirigida ao Frei Dominicano José Maria Audrin. Ficou hospedado, junto com os demais comandantes, no Convento Santa Rosa de Lima, enquanto os outros 1.700 homens ficaram na periferia da cidade. Como a Coluna se subdividiu, João Alberto tomou a cidade de Grajaú, no Maranhão. Cordeiro de Faria reuniu dez contos de réis dos comerciantes de Carolina, também no Maranhão. Djalma Dutra tomou a cidade de Uruçuí, no Piauí. Juarez Távora que tentou tomar Teresina, no Piauí, foi preso no dia 31.12.1925. Siqueira Campos, Miguel Costa e Carlos Prestes se reuniram aos demais e levaram a Coluna pelos Estados do Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraiba, Pernambuco, Bahia, Goiás, Mato Grosso até exilar-se na Bolívia. Solto Juarez Távora, no Governo do Presidente Washington Luis, em 1926, comandou as forças nordestinas que apoiaram Getúlio Vargas na Revolução de 1930, quando ganhou o apelido de VICE-REI DO NORTE. No Exército, reformou-se como Marechal. Em 1955, como candidato a Presidente da República, foi derrotado por Juscelino Kubitschek. Elegeu-se Deputado Federal, em 1958. Participou da Golpe Militar de 1964 e foi Ministro da Viação até 1967. Morreu no Rio de Janeiro, no dia 18.07.1975, com 77 anos de idade. Mencionado em todos os livros que tratam da história do Tocantins, entre os quais, HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho, HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa e BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JUCELINO PEREIRA DA SILVA, de Imperatriz, Maranhão, 18.02.1961, escreveu, entre outros, “INSIGHT”(Peças Sacras e Ensaios), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários, nas Escolas Urbano Rocha e Dorgival Pinheiro, estudou também na Escola Técnica Amaral Raposo. Com 20 anos, em 1981, iniciou-se no jornalismo. Fez curso de Direito, na Universidade Federal do Maranhão, no CAMPUS 2, de Imperatriz. Tornou-se Advogado, exercendo a atividade na área trabalhista. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, onde ocupa 01, tendo como Patrono o imperatrizense Manoel de Souza Lima(1889-1942), também conhecido como Professor Sabóia. Quanto a Jucelino, é estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, do Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JUCIENE RICARTE APOLINÁRIO, de Campina Grande, Paraíba, 16.05.1970, escreveu, entre outros, “A ESCRAVIDÃO NEGRA NO TOCANTINS COLONIAL: VIVÊNCIAS ESCRAVISTAS EM ARRAIAS- SÉCULO XVIII”(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Hercílio Laurindo Cardoso e Juraci Ricarte Cardoso. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também fez o curso ginasial e secundário, formou-se em História do Brasil, no curso de História, da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande. Nos anos seguintes, fez o curso de Mestrado em História, no Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Pernambuco, no Recife. Nesta mesma Universidade, na década de 1970, Bacharelou-se em Ciências Sociais, o autor destas notas. Voltando a Juciene Apolinário, já casada, mudou-se para o Estado do Tocantins, onde se tornou Professora do Curso de Comunicação Social, da Universidade do Tocantins (UNITINS). Durante muito tempo, realizou pesquisa no Arquivo Histórico Ultramarino de Lisboa, em Portugal, levantando documentos e informações sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Produtora Cultural, Ativista. Intelectual, Educadora, Idealista. Visionária, Cronista, Administradora. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JUCILEIDE OLIVEIRA(GADELHA), de Santa Cruz, Paraíba, 08.02.1962, escreveu, entre outros, UMA JANELA PARA O DESTINO-CAMINHOS(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslcou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Geografia. Mudou-se para Brasília em 1964. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Escritora. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


JUDITE FURTADO MIRANDA(JUDITE DE CASTRO), de Barras do Marataoan, Piauí, l922. Professora, radicada em Goiânia, desde 1959, escreveu, entre outros, “LEMBRANÇAS VIVIDAS”, “PEDAÇOS DE MIM”, “LEMBRANÇAS VIVAS”, “COISAS DO CORAÇÃO”, “SOPROS DA ALMA”, “POTOCAS DE SEMPRE”, “(DES)ENCANTOS E SAUDADES”, sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio do Professor José Fernandes. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Musicista, Contora. Salientada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto, bem como em PASSARELA DE ESCRITORES, de Antenor Rego Filho. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JUDITH CARMEN CABRAL(ver Márcia de Lorena).

JULIANA LOBO DE GODÓI, Goiana, da Capital, l968, escreveu, entre outros, "SONHAR É PRECISO" (POEMAS-1983), com prefácio de Nelly Alves de Almeida e Cora Coralina, sem dados biográficos no livro. Filha de Clóvis Fleury de Godoi e Maria Lúcia de Morais. Formou-se em Zootecnia, pela Faculdade de Lavras, em Minas Gerais. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Conferencista, Ficcionista. Distinguida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JÚLIO ALVES(JÚLIO SEBASTIÃO ALVES), de Anápolis, Goiás, 1943, escreveu, entre outros textos, “CARTA À ACADEMIA”, “COMPREENDENDO VILELA”, “VULTOS ANAPOLINOS”. Estudou no Colégio Brasil Central, em Anápolis, com o famoso Profesor Brasil. Foi Radialista em Itumbiara, Goiás, na Rádio Paranaíba. Trabalhou na Rádio Rural de Tupaciguara, em Minas Gerais. Exerceu o jornalismo no jornal CINCO DE MARÇO, de Goiânia. Durante muitos anos trabalhou na FOLHA DE GOIAZ, até seu fechamento pelo jornalista Batista Custódio que o havia comprado. Jornalista Profissional, Radialista. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Articulista, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Funcionário Público Municipal. Foi Assessor Especial da Câmara Municipal de Anápolis. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Clube de Imprensa de Anápolis, Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás e Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, onde ocupa a Cadeira 11, tendo como Patrono Moisés Augusto de Santana. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jornalísticos. Atualmente(1998), é Editor Executivo do jornal FOLHA DE ANÁPOLIS e ASSESSOR do Departamento de Imprensa e Jornalismo da CÂMARA DE VEREADORES. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Anápolis, Goiás, a 3 de julho de 1943. Estudou no Colégio Brasil Central, da cidade natal, com o Prof. Brasil.
Em virtude de seu talento para o rádio e imprensa, começou a trabalhar, em 1962, no Serviço de Rádio da Estação Rodoviária de Anápolis.
Em 1964, transferiu-se para a Rádio Imprensa, também de Anápolis, atuando em diferentes setores da radiofonia.
No ano seguinte, muda de prefixo, indo desta vez, para a Rádio Santana de Anápolis, onde permanece por algum tempo, até transferir-se para Itumbiara, interior goiano, em 1967, passando a trabalhar na Rádio Paranaíba.
Retornando a Anápolis, passou a realizar serviços burocráticos no Frigorífico Bordon, onde permaneceu por muitos anos.
Em 1971, foi para o Estado de Minas Gerais, vinculando-se à Rádio Rural de Tupaciguara.
De volta a Anápolis, em 1972, retornou também à Rádio Santana e em 1973, foi para a Rádio Carajá, de onde saiu para o jornal CINCO DE MARÇO, em Goiânia.
Passou a trabalhar na FOLHA DE GOIAZ, em 1974, servindo na SUCURSAL DE ANÁPOLIS, onde permaneceu por vários anos.
Prestou serviço à Rádio São Francisco, também de Anápolis, em 1980, escrevendo a crônica O COMENTÁRIO DO DIA.
Seus trabalhos, em forma de reportagens, análise política, crítica literária e comentários diversos têm sido reproduzidos em diferentes jornais e revistas, destacando-se CORREIO DO SUL, de Varginha, Minas Gerais, CORREIO DO PLANALTO, entre outros.
Pertence a várias entidades sociais, culturais e de classe. Na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras ocupa a Cadeira 11, cujo patrono é o famoso jornalista Moisés Augusto de Santana.
Depois de 1980, trabalhou em diversos outros jornais e revistas, entre os quais, IMAGEM ATUAL, sendo no momento(1998), Editor Executivo do jornal FOLHA DE ANÁPOLIS.

JÚLIO BORGES DE MACEDO, de Remanso(Peixe), Bahia, 01.07.1908, escreveu, entre outros, POESIAS E OUTROS ESCRITOS. Filho de Francisco Borges de Macedo e de Alcina Borges de Macedo. Após os estudos primários em sua terra natal, com um professor particular, deslocou-se para outros lugares, onde também estudou. Com 12 anos de idade, mudou-se para Uruçuí, no Piauí. Durante algum tempo, esteve em Ribeiro Gonçalves. Em 1929, com 21 anos de idade, matriculou-se no Instituto Batista Industrial, na cidade de Corrente, Piauí, onde também era Alfaiate. Em 1933, já com 25 anos, casou-se com Arquimínia Guerra do Nascimento, sua colega de classe. Transferiu-se para Curimatá, no Piauí, passando a trabalhar na Fazenda Boa Vista, de sua sogra, como agricultor e como alfaiate. Fundou, junto com Samuel Dourado Guerra e outros, o Instituto Educacional Julião Guerra, em Curimatá. Foi nomeado por Getúlio Vargas, Prefeito de Parnaguá, no Piauí, por seis anos. Em 1953, já com 45 anos, conseguiu a emancipação de Curimatá, tendo sido seu Prefeito provisório. Tornou-se comerciante de tecidos, miudezas, gêneros de exportação e fazendeiro nas horas vagas. Faleceu em 17.02.1978, com 70 anos de idade. Pai de 10 filhos: Delile Guerra de Macedo(Advogado), Carlyle Guerra de Macedo(Médico), Enir Guerra de Macedo(Geógrafa), Lair Guerra de Macedo(Biomédica), Júlio Borges de Macedo Filho(Ministro Evangélico e colega do autor destas notas no Colégio Americano Batista do Recife), Alírio Guerra de Macedo(Médico), Alvimar Guerra de Macedo(Médico), Osimar Guerra de Macedo(Funcionário Público), Nilce Guerra de Macedo(Socióloga) e Estelita Guerra de Macedo(Médica). Como Pregador Evangélico(Batista) que era, iniciou a construção do Templo Batista de Curimatá, mas não conseguiu vê-lo terminado, eis que morreu antes. Seu livro, edição póstuma, tem observações de diversos amigos, entre os quais, José Florêncio Rodrigues Júnior, professor do autor destas notas no Colégio Americano Batista do Recife e ainda de Cândido Carvalho Guerra. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JÚLIO CÉZAR MEIRELLES GOMES, de Rio de Janeiro, RJ, 02.02.1942, escreveu, entre outros, POEMAS(1972), A LÓGICA DA MALDADE(1986), DESAFIOS ÉTICOS(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília em 1967. Médico do Hospital Universitário. Presidente do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DOS POETAS DE BRASÍLIA, de Joanyr Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JÚLIO CÉSAR MELATTI, de Petrópolis, Rio de Janeiro, 06.04.1938, escreveu, entre outros, “INDIOS DO BRASIL”(1972), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre os indios do norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da cultura indígena, em seu livro “INDIOS E CRIADORES-A SITUAÇÃO DOS KRAHÓ NA ÁREA PASTORIL DO TOCANTINS”(1967). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Com 22 anos de idade, em 1960, Licenciou-se em Geografia e História. Entre 1964 e 1965, foi Professor da Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro. Entre 65 e 66, da Faculdade de Filosofia de Marília, São Paulo. Em 1969, tornou-se Professor da Universidade de Brasília. Em 1961, começou suas pesquisas de campo entre os indios GAVIÕES e depois entre os indios KRAHÓ, nos anos de 1963 a 1967. Publicou diversas obras, destacando-se “RITOS DE UMA TRIBO TIMBIRA”(1978). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

JÚLIO GIORI(PEREIRA), de Manhumirim, Minas Gerais, 1943, escreveu, entre outros, “CINENOSTALGIA”(HISTÓRIA DO CINEMA EM REVISTA), sem dados biográficos no livro. Reside em Anápolis, Goiás, onde é tradutor e professor de Inglês, tendo lecionado no Fisk, em vários Colégios da cidade e em cursos particulares. Descendente de Italianos, é também professor de lingua e literatura italiana. Concluiu o curso primário e secundário no Colégio Pio XI, da cidade natal. Especializou-se em lingua inglesa no Instituto Brasil Estados Unidos(IBEU), Rio de Janeiro. Estudou e trabalhou durante oito anos em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Em Sidney, na Austrália, trabalhou e estudou por um período de dois anos. Em 1963, tornou-se Paraquedista Militar. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Artista Plástico. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Conferencista, Memorialista. Orador, Poeta, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos cinematográficos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Artistas Plásticos de Anápolis. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JÚLIO MODESTO SEVERINO, de Parnaíba, Mato Grosso do Sul, 22.03.1952, escreveu, entre outros, SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO(1990), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração. Mudou-se para Brasília em 1976. Assessor na Secretaria de Transportes do Distrito Federal. Técnico em Comercialização. Membro de diversas entidades, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

JÚLIO MOREIRA (ESTRELA), de Curitiba, Paraná, 06.10.1889, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ”, sem dados biográficos pessoais. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se na Faculdade de Medicina, formando-se Médico. Como as faculdades de medicina da época, também formavam os Odontólogos, tornou-se Dentista. Durante muito tempo, exerceu o magistério, como Professor que era. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Idealista, Visionário, Dicionarista. Com o passar do tempo, tornou-se membro da Academia Paranaense de Letras. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

JÚLIO PATERNOSTRO(Júlio Novaes Paternostro), de Cruzeiro, São Paulo, em 26.11.1908, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicado pela Companhia Editora Nacional, São Paulo, em 1945, com prefácio de Roquete Pinto, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.
Filho de Francisco Paternostro e Esmênia Novaes Paternostro. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Medicina, tornando-se Médico Sanitarista.

Casou-se com sua prima, Julia Guimarães Paternostro (filha de Tranquilo Paternostro, irmão de Francisco Paternostro). Os nomes deles, Julio e Julia, foram dados em homenagem à avó, Julia.
Do casamento de Julio e Julia Paternostro, nasceram Lucia Paternostro, em 29.09.1937, Teresa Paternostro, em 1939 e Jorge Paternostro em 1941(já falecido). Todos nascidos no Rio de Janeiro.

Lucia casou-se e teve 7 filhos: 2 morreram, ficando 5, entre os quais, está Maria Lúcia Paternostro(Malu), a caçula que reside em Brasilia. Teresa teve o filho Marcelo que mora no Canadá. Ela que fez Direito, aposentou-se na Policia Federal e mora no Rio de Janeiro. Jorge fez Engenharia na Tchecoslováquia, casou-se com uma tcheca e voltou para o Brasil em 1970, não tendo filhos. Trabalhou em Furnas Centrais Elétricas, no Rio de Janeiro, e faleceu de enfarte em 1994, com 53 anos de idade.

O Médico Júlio Paternostro foi Funcionário do Serviço de Febre Amarela, do Ministério da Saúde, do Governo Federal. Trabalhou durante muitos anos no convênio da Divisão Internacional de Saúde Pública, da Fundação Rockefeller. Percorreu 17 Estados Brasileiros, colhendo material, especialmente mosquitos, para estudar o problema da febre amarela.
Entre maio e setembro de 1935, quando tinha 27 anos de idade, realizou a “VIAGEM AO TOCANTINS”, saindo de Belém do Pará, subindo o Tocantins, passando por Tocantinópolis, Filadélfia, Carolina, Pedro Afonso, Tocantínia e Porto Nacional. Seguiu depois para Natividade, Paranã, Arraias, São Domingos, Posse, Formosa e Anápolis, de onde retornou ao Rio de Janeiro, de Trem de Ferro, via Uberaba.

Na cidade de Pedro Afonso, participou em 1935, da formatura de 52 soldados da Companhia de Polícia do Norte de Goiás. Em Porto Nacional, esteve com o Dr. Francisco Ayres e com o Frei Reginaldo Tournier. Em Arraias, participou das comemorações do dia 7 de setembro e nela permaneceu 10 dias realizando estudos. Em Formosa, visitou os padres dominicanos.

Sua viagem ao tocantins, teve o seguinte roteiro: Do Rio de Janeiro a Belém, de Navio, 17 dias(naquele ano, o avião da PANAIR fazia em 2 dias). Belém a Alcobaça-264 Km, de Vapor, 4 dias. Alcobaça a Carolina-1236 Km, de Barco a motor, 18 dias. Carolina a Pedro Afonso-480 Km, de Barco a remo, gastando 12 dias. Pedro Afonso a Arraias, passando por Porto Nacional-1020 Km, de Cavalo.
De Pedro Afonso a Tocantínia, demorou 5 dias. De Tocantínia a Porto Nacional, gastou 4 dias. De Porto Nacional a Natividade, demorou 5 dias. De Natividade a Paranã, gastou 6 dias. De Paranã a Arraias, demorou 4 dias. De Arraias a Anápolis, passando por Formosa- 540 Km, de Caminhão, gastando 7 dias.

Descreveu todos os córregos, afluentes e povoados ao longo do Rio Tocantins. Seus estudos sobre o Rio Tocantins serviram de base para o livro do Dr. Fred L. Soper, Diretor da Fundação Rockefeller no Brasil, com o título “THE GEOGRAPHICAL DISTRIBUTION OF IMMUNITY TO YELLOW FEVER IN MAN IN SOUTH AMERICA”, publicado nos Estados Unidos, em julho de 1937.
Em 1934, já tinha visitado o Sul de Goiás, tendo estado em cidades como Rio Verde e Jataí.

Mesmo com sua importância, como Médico Sanitarista brasileiro e de seu livro com cerca de 400 páginas, prefaciado por Roquete Pinto, ilustrado pelo Urbanista Atílio Correia Lima e publicado pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo, em 1945, nenhuma das Enciclopédias nacionais, nem a Delta, nem a Barsa, nem a Mirador, nem a Abril ou qualquer outra, faz referência ao seu nome, o que é um esquecimento imperdoável.

Seu livro importantíssimo quanto raro, é hoje disputado por colecionadores de obras raras. O exemplar existente com o autor destas notas, foi adquirido por uma pequena fortuna num dos “SEBOS” de São Paulo e foi dedicado pelo próprio autor, ao DR. JOÃO MAC-DOWELL, em outubro de 1945, quando de seu lançamento oficial.
Este livro VIAGEM AO TOCANTINS foi escrito em 1935, mas só foi publicado em 1945, pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo.

Entre seus familiares, oriundos da Itália, destacam-se, Biase Paternostro(1872), Francesco Paternostro(1877), Luigi Paternostro(1885), Antonio Paternostro(1925), Paolo Paternostro(1953), etc.
Ainda em 1944, fundou junto com José Affonso Netto, Danilo Perestrello, Elso Arruda, Julio Paternostro, Oswaldo Domingues de Moraes e Walderedo Ismael de Oliveira, o Centro de Estudos Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, todos psiquiatras vinculados ao Serviço Nacional de Doenças Mentais. Quanto a Júlio Paternostro, em 1946, com 38 anos de idade, foi para a Itália, onde continuou a sua formação científica, não mais se tendo noticia dele. Faleceu aos 41 anos no Rio de Janeiro, no bairro de Santa Teresa, em 05/01/1950. Sua esposa Julia Paternostro, pianista, nascida também em Cruzeiro/SP em 12.06.1912, viveu até os 84 anos, falecendo em agosto de 1996, no Rio de Janeiro.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido no DICIONÁRIO DAS FAMILIAS BRASILEIRAS(2001), de Antonio Henrique da Cunha Bueno e Carlos Eduardo de Almeida Barata.

Como também não é referido no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS(1954), de Luis Correia de Melo, bem como no DICIONARIO BIOBIBLIOGRAFICO LUSO-BRASILEIRO(1965), de Victor Brinches. Não é referido no livro ITALIANOS NO BRASIL(2003), de Franco Cenni. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Quando o autor destas notas, matriculou-se no curso de Bacharel em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em 1966, fez o seu exame Psicotécnico com o Prof. J. N. Paternostro(CRP 06/25), oriundo de São Paulo, sobre o qual não tem maiores informações, não sabendo se existe algum parentesco entre ele e JULIO PATERNOSTRO. Seu Consultório ficava na Rua Riachuelo, 275, 9º Andar, Salas 915/7, Fone 35 96 41, São Paulo.

Devo expressar um agradecimento todo especial a Maria Lúcia Paternostro, neta de Júlio Paternostro e suas filhas Lucia Paternostro e Teresa Paternostro, pelas informações preciosas que me enviaram, eis que JULIO PATERNOSTRO é o meu Patrono, na Cadeira 13 da Academia Goianiense de Letras.

JÚLIO PINTO DE MELLO, Goiano, de Catalão, 01.02.l920, escreveu, dentre outros, "RETRATO DE UMA ALMA"(1981). Docente de Educação Física nos diferentes colégios de sua cidade natal. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Professor, Contador, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos, em VULTOS CATALANOS, de Geraldo Marmo Coelho Vaz. Um dos organizadores da I ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de que também é membro titular. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Catalão, Goiás, no dia 1 de fevereiro de 1920. Filho de João Pinto de Mello(Português) e de Elvira Fernandes de Mello(Araguari).
Iniciou, em 1928, os estudos primários em sua terra natal.
Estudou na Escola Dom Pedro II, no Ginásio São Bernardino e na Escola Técnica de Comércio, onde se formou em Contabilidade.
Fundou os jornais O PELOURINHO e A FOLHA DE CATALÃO.
Em 1957, juntamente com Labiba Fayad e Wilson Nars Fayad, publicou o “ALMANAQUE ILUSTRADO DE CATALÃO”.
Tornou-se Professor de Educação Física do Colégio Nossa Senhora Mãe de Deus e do Ginásio São Bernardino.
Na Rádio Cultura de Catalão, manteve, com Cornélio Ramos, o programa “MOMENTO LÍRICO”.
Escreveu também o livro “SONETOS”, em 1983. Faleceu em Catalão, interior goiano.

JÚLIO RESPLANDE DE ARAÚJO, de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 18.05.1940, escreveu, entre outros, “JURISPRUDÊNCIA-UMA FONTE DO DIREITO”, “SEGURANÇA PÚBLICA”, “A VIDA EXCLUI A DROGA”, “SAÚDE-UM DIREITO DE TODOS, UM DEVER DO ESTADO”, “DIREITOS HUMANOS-CARTILHA”(2000), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar e no Colégio Dom Orione, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia, matriculando-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado.

Mediante concurso público de provas e títulos, entrou para a Magistratura Goiana, sendo nomeado Juiz de Direito. Exerceu a atividade em várias comarcas do interior goiano, inclusive norte de Goiás, em Filadélfia, Tocantinópolis, Porangatu e Uruaçu.

Era Juiz de Direito da Comarca de Terceira Entrância de Rio Verde, Sul de Goiás, quando foi conduzido a Desembargador, no Governo de Iris Rezende Machado. Já como Desembargador, foi Vice-Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás. Foi professor da Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Corregedor-Geral Eleitoral do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás.

Aposentou-se como Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás. Com a formação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, retornou ao seu Estado de origem. No Governo de Moisés Avelino, foi Secretário da Justiça e Segurança Pública do Tocantins.

Nos anos seguintes, elegeu-se Deputado Estadual, junto à Assembléia Legislativa do Tocantins, tendo sido membro da Comissão de Constituição, Justiça e Redação, além de outras comissões. Atualmente(2000), é Presidente da Comissão de Cidadania e Direitos Humanos.

Advogado militante no Estado do Tocantins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação dos Magistrados do Estado de Goiás e Academia Tocantinense de Letras Jurídicas.

Casou-se com a mineira Marlene Resplande, com quem tem vários filhos.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Atualmente(2004), é Secretário de Segurança Pública e Cidadania do Estado do Tocantins.

Como candidato único, foi eleito para a Cadeira 07(em 28.09.2004), da Academia Tocantinense de Letras, antes ocupada pelo Professor Jerônimo Geraldo de Queiroz, o confrade Júlio Resplande de Araújo, que tomou posse no dia 19.11.2004, no auditório da Polícia Militar, em Palmas. Esta Cadeira 07 tem como Patrono Francisco de Brito(Chico de Brito).

Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

JÚLIO RIBEIRO(Julio César Ribeiro Vaughan), de Sabará, Minas Gerais, 16.04.1845, escreveu, entre outros, O PADRE BELCHIOR DE PONTES(Folhetim-1876), CARTAS SERTANEJAS(1885), A CARNE(Romance-1888), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de George Washington Vaughan e Maria Francisca Ribeiro Vaughan. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com sua mãe que era professora, fez os estudos de instrução primária, matriculando-se depois no Colégio de Sabará. Em 1862, com 17 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, para estudar na Escola Militar do Rio. Em 1865, interrompeu o curso militar para se dedicar ao jornalismo e ao magistério. Tinha adquirido, para essas atividades, os mais completos recursos, eis que conhecia bem o latim e o grego e tinha conhecimentos de línguas modernas, além de conhecer música. Fez concurso para o curso anexo da Faculdade de Direito de São Paulo, na cadeira de Latim, ainda na Monarquia, onde foi Professor. Na República, de cuja propaganda participara, foi professor de Retórica no Instituto de Instrução Secundária(Instituto de Educação de São Paulo), em substituição ao Barão de Loreto. O jornalismo talvez tenha sido o seu campo de atividade intelectual mais constante. Foi proprietário e diretor de diversos jornais, como o SOROCABANO, em 1870, quando tinha 25 anos de idade, em Sorocaba. Dirigiu também A PROCELÁRIA (1887) e O REBATE (1888), em São Paulo. Colaborou também no jornal ESTADO DE S. PAULO, no DIÁRIO MERCANTIL, na GAZETA DE CAMPINAS, no ALMANAQUE DE SÃO PAULO, nos quais publicava seus estudos sobre filologia, arqueologia e erudição em geral. Foi um jornalista combativo, panfletário, polemista, ao defender a própria literatura contra os que o atacavam. Quanto ao filólogo, procurou ajustar o rigor lusitano da língua aos moldes do linguajar nativo. Apesar disso, a sua GRAMÁTICA PORTUGUESA envelheceu, superada pelos estudos de filólogos posteriores. Como romancista, filiou-se ao Naturalismo. Seu romance A CARNE (1888) constituiu grande êxito, ao menos pela polêmica então suscitada, e com ele Júlio Ribeiro ficou incorporado ao grupo dos principais romancistas do seu tempo. Vários críticos, entre eles José Veríssimo e Alfredo Pujol, atacaram o romance. O ataque principal partiu do padre Sena Freitas, com o seu artigo "A carniça", publicado no Diário Mercantil. O romancista, espírito orgulhoso e altivo, republicano, inimigo acérrimo de batinas, revidou com uma série de artigos intitulados "O Urubu Sena Freitas", publicados em dezembro de 1888. Este episódio está recolhido no livro UMA POLÊMICA CÉLEBRE. Manuel Bandeira, em estudo que dedicou a Júlio Ribeiro, fez justiça ao romancista e ao seu romance. Jornalista, filólogo e romancista. Faleceu em Santos, SP, em 01.11.1890, com 45 anos de idade. É o patrono da Cadeira 24, por escolha do fundador Garcia Redondo. Sua Cadeira 24, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Julio Ribeiro), Fundador Garcia Redondo, sendo também ocupada por Luis Guimarães Filho, Manuel Bandeira, Cyro dos Anjos e Sábato Magaldi. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JULPIANO CHAVES CORTEZ, de Imperatriz, Maranhão, l940, escreveu, entre outros, "MANUAL DAS RESCISÕES TRABALHISTAS", "O ESTÁGIO DE ESTUDANTES NA EMPRESA", sem dados biográficos nos livros. Especialista em Direito do Trabalho. Foi Secretário de Estado do Governo de Goiás, na administração do governador Iris Resende Machado. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Escritor, Orador, Poeta. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Ordem dos Advogados do Brasil, de que foi candidato a Presidente, concorrendo com Felicíssimo de Sena. Sócio do Instituto dos Advogados de Goiás, da Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos trabalhistas. Conferencista por excelência, na área de Direito do Trabalho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JÚNIO BATISTA DO NASCIMENTO, de Martins, Rio Grande do Norte, 08.02.1973, escreveu, entre outros, “CONHECENDO O TOCANTINS-HISTÓRIA E GEOGRAFIA”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Francisco Manoel do Nascimento e Severina Batista da Conceição. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante algum tempo, viveu em Manaus, no Amazonas. Mudou-se para Palmas, nova Capital do Tocantins, em 1990. Licenciou-se e Bacharelou-se em Geografia, pela Universidade do Tocantins(UNITINS). Tornou-se Professor da Rede Pública e do Pré-Vestibular, na cidade de Palmas. Fez Pós-Graduação em Informática na Educação, pela Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Geógrafo, Escritor, Ensaísta. Professor, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Técnológico(CNPq). Foi Professor do Colégio Einstein de Palmas, do Colégio Adventista, do Centro Educacional Martinho Lutero, do Colégio Dom Alano e da Universidade do Tocantins(Telepresencial e Regime Especial). Foi Bolsista do CNPQ entre 1993 e 1994. Pesquisador do Instituto Histórico, Geográfico e Ciências Naturais do Tocantins. Aprovado em Concurso Público para Professor do Estado do Tocantins, em 2002. Em 2003, foi aprovado no Concurso Público da Prefeitura de Palmas, também para o Magistério. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Casado com Odiléa Lisboa Leite. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou ainda em www.mariomartins.com.br Atende pelo e-mail: juniobatista@bol.com.br Sobre Júnio Batista, se tem a seguinte matéria, publicada no jornal GIRASSOL, que vai aqui transcrita "IPSIS LITTERIS, VIRGULISQUE": Ele é escritor, professor, colunista, ator, acadêmico de Direito, pesquisador e dono de tantos outros atributos que uma só entrevista - em uma escola pública da Capital - seria insuficiente para descrevê-lo. Na mesa da sala dos professores do Colégio Dom Alano – que, como o entrevistado, é um dos pioneiros na Capital -, demos início à entrevista que duraria longos minutos até soar o alarme do intervalo.
Cheguei à entrevista por volta das 15h. Depois de coletar algumas informações ali mesmo no pátio da escola, parti para a sala dos professores. Um jovem de cabelos ruivos, a corrigir uma pilha de provas com uma habilidade descomunal, era meu entrevistado. O nariz apoiava aqueles óculos que já pareciam fazer parte de sua personalidade. “Entra ai”, convidou Junio (sem o r) Batista do Nascimento.
Apresentei-me, e logo demos início à entrevista, que, de antemão, pouco falaria de concursos, de Dia da Autonomia, de política, e de tantos outros assuntos dos quais que Junio já está acostumado a falar à imprensa.
A literatura daquele homem introspecto havia me conquistado. Era de um fino vocábulo, algo que pede alguns segundos para discernir certas expressões. Natural de Martins – RN, onde, como bem disse, “apenas nasceu e passou pequena parte de sua infância”, herdou o sotaque, e, ao som da Rádio Nacional de Brasília, sonhou ser radialista. Em Mossoró, ainda criança, gostava de tudo que uma criança predestinada aos livros apreciava: ler.
Mudou-se com a família para Manaus no início da adolescência, até receber de sua irmã, Francisca Margarida, a proposta de mudar-se para Miracema-TO, com planos de trabalho. “Viemos para Miracema, passamos poucos meses e nos mudados para Taquaruçu, onde comecei a dar aulas de datilografia. Pouco depois, mudamos para Palmas e me apaixonei por este lugar”, diz.
- Mas, em 1990, não tinha nada por aqui. Você se apaixonou pelo quê, especificamente? Questionei.
- Eu me apaixonei por poder contribuir para formação de uma cidade. Aqui, eu poderia trabalhar; me especializar; crescer em qualquer área.
Ainda em Taquaruçu, Batista liderou o primeiro grêmio estudantil, e firmou os pés no teatro, em apresentações amadoras. Em Palmas, resolveu apostar na literatura e esboçou seu primeiro livro: Palmas - Sua Historia, Trajetória e Conquistas. “Eu queria contar a história do início de Palmas, com base na minha vivência. O primeiro dia em que tivemos água encanada, asfalto, luz. Com o rascunho nas mãos, saí à procura de apoio, mais não consegui”, contou.
A história do primeiro livro havia caído por terra. Batista engavetou o esboço e partiu para outro trabalho, pelo qual diz ser apaixonado: A tecnologia da Informação.
“O trabalho na Prefeitura de Palmas, na época do Fenelon (ex-prefeito), fez-me acreditar que havia nascido para informática. Trabalhei com os primeiros computadores”, recorda. Com um olhar distante, Batista diz se lembrar de um grande episódio na sua carreira: “O Bug do Milênio!”
Mais à vontade, ele explica: “Como todas as datas de todos computadores eram representadas por somente 2 dígitos, os programas assumiam o "19" na frente para formar o ano completo”. Assim, de acordo com Batista, quando o calendário mudasse de 1999 para 2000, o computador iria entender que estava no ano de "19" + "00", ou seja, 1900. “Tivemos que trabalhar em todas as máquinas para tentar consertar esse erro”. Segundo Batista, nessa época, os softwares mais modernos, que já utilizavam padrões mais atuais, não teriam problemas em lidar com isso e passariam corretamente para o ano 2000, mas constatou-se que uma infinidade de empresas e instituições de grande porte, e até a própria prefeitura, ainda mantinham em funcionamento programas antigos, em função da confiança adquirida por anos de uso. No caso dos bancos, se as datas realmente "voltassem" para 1900, clientes veriam suas aplicações dando juros negativos, credores passariam a ser devedores, e boletos de cobrança para o próximo mês seriam emitidos com 100 anos de atraso.
Corrigido o problema, Batista, a contra-gosto de sua família, resolve cursar Geografia na Universidade do Tocantins (Unitins). “Na minha vida, eu tive que provar quatro grandes coisas: primeiro tive que provar à minha família que o curso de Geografia seria rentável. Eu poderia ser um pesquisador. E que, ao contrário do que eles pensavam, não estaria perdendo meu tempo; A segunda seria provar aos palmenses que um nordestino poderia dar aula de História e Geografia do Tocantins. Muitos alunos se perguntavam: o que um professor nordestino poderia saber sobre História do Tocantins?; A terceira era provar para eu mesmo que era capaz de escrever um livro e publicá-lo. O último desafio seria provar para os tocantinenses a importância de estudar História e Geografia do Tocantins.”
No curso de Geografia, Batista se formou e até se especializou pouco depois em Informática na Educação, pela Universidade de Lavras – MG. O nordestino de sotaque arrastado lecionou em diversas escolas e cursinhos pré-vestibulares, sendo capaz de não só dar aulas como também realizar grandes pesquisas no Estado. Quanto aos livros, foram três, e diversas atualizações: Conhecendo o Tocantins - História e Geografia; Cerrado - nosso bioma, nossa riqueza; e, por último, Tocantins - História e Geografia: 700 questões.
Nesses 19 anos, Batista casou-se, teve os filhos Maria Eugênia, Julio Gabriel e Davi Lisboa, e disse estar prestes a realizar um antigo sonho: publicar o livro “Palmas - Sua Historia, Trajetória e Conquistas” (Aquele esboço que foi engavetado).
Junio Batista acompanhou todo o crescimento do Estado e é um dos filhos do Brasil que escolheu este Estado para viver e crescer. Ele é um “Tocantinense que faz”.



JUNQUEIRA FREIRE(Luís José Junqueira Freire), de Salvador, Bahia, 31.12.1832, escreveu, entre outros, INSPIRAÇÕES DO CLAUSTRO(POESIAS-1855), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Vicente de Sá Freire e Felicidade Augusta Junqueira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Feitos os estudos primários e os de latim, de maneira irregular por motivo de saúde, matriculou-se em 1849, com 17 anos de idade, no Liceu Provincial, onde foi excelente aluno, grande ledor e já poeta. Por motivos familiares, ingressou na Ordem dos Beneditinos em 1851, aos 19 anos, sem vocação, professando no ano seguinte com o nome de Frei Luís de Santa Escolástica Junqueira Freire. Na clausura do Mosteiro de São Bento, de Salvador, Bahia, viveu amargurado, revoltado e arrependido por certo da decisão irrevogável que tomara. Mas ali pôde fazer suas leituras prediletas e escrever poesias, além de exercer atividade como professor. Em 1853, com 21 anos, pediu a secularização e deixou o Mosteiro, que lhe permitiria libertar-se da disciplina monástica, embora permanecendo sacerdote, por força dos votos perpétuos. Obtida a secularização no ano seguinte, recolheu-se à casa dos pais, onde redigiu a breve Autobiografia, em que manifesta um senso agudo de auto-análise. Ao mesmo tempo, cuidou da impressão de uma coletânea de versos, a que deu o nome de INSPIRAÇÕES DO CLAUSTRO, impressa na Bahia pouco antes de sua morte, aos 23 anos, em 1855, motivada por moléstia cardíaca de que sofria desde a infância. Monge beneditino, sacerdote e poeta. Faleceu em Salvador, Bahia, em 24.06.1855, com 23 anos de idade. É o patrono da Cadeira 25, por escolha do fundador Franklin Dória. Sua Cadeira 25, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Junqueira Freire), Fundador Franklin Doria, sendo também ocupada por Artur Orlando da Silva, Ataulfo de Paiva, José Lins do Rego, Afonso Arinos de Melo Franco e Alberto Venâncio Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JURANDIR SANCHES DE MELO, Goiano, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "DO NADA QUE EU DESCONHEÇO", sem dados biográficos no livro. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Memorialista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos filosóficos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JURIVÊ DE MACEDO(Raimundo Jurivê Pereira de Macedo), de Porto Nacional, 16.05.1930, escreveu, entre outros, “COMENTANDO OS FATOS”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante 11 anos residiu em São Paulo. Casou-se com a maranhense Leonor Mesquita Almeida Macedo. Em 1958, com 28 anos de idade, foi repórter do “MUNDO ESPORTIVO”. Em 27.05.1959, mudou-se para Porto Franco, no Maranhão, onde foi Secretario da Prefeitura Municipal e Chefe do Escritório da Construtora Norte, subsidiaria da RODOBRAS, na abertura da Belém/Brasilia. Em 1962, com 32 anos, fez concurso para Advogado Provisionado, no Tribunal de Justiça do Maranhão, passando a atuar nas Comarcas de Porto Franco, Imperatriz e Carolina. Em 1967, fixou residência em Imperatriz e no dia 03.05.1970, fundou o jornal O PROGRESSO, junto com José Matos Vieira. Da Câmara Municipal, recebeu o titulo de CIDADÃO IMPERATRIZENSE e da Assembléia Legislativa, recebeu o titulo de CIDADÃO MARANHENSE. Foi Editor do JORNAL DE IMPERATRIZ. Em 1987, passou a escrever para o jornal O ESTADO DO MARANHÃO, de São Luis, tendo sido também Diretor de sua sucursal em Imperatriz. Em 1995, foi nomeado Procurador Geral do Município de Imperatriz, permanecendo no cargo até 2000, nos governos municipais de Ildon Marques e Dorian Menezes. Neste mesmo ano, recebeu da Prefeitura Municipal, a Comenda Frei Manoel Procópio do Coração de Maria. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 11, tendo como Patrono Francisco Ayres da Silva(1872-1957). É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou ainda em www.mariomartins.com.br

JUSCELINO KUBITSCHEK DE OLIVEIRA, Mineiro, de Diamantina, 12.09.l902, escreveu, entre outros, "MEU CAMINHO ATÉ BRASÍLIA", “A MARCHA DO AMANHECER”, “POR QUE CONSTRUÍ BRASÍLIA”. SENADOR PELO ESTADO DE GOIÁS, em 1962. Vinculado ao Tocantins, por ser o construtor da Rodovia Belém-Brasília que corta o atual ESTADO DO TOCANTINS, através da instrumentalidade do Engenheiro Bernardo Sayão(morto na própria estrada, nas imediações de Altamira, no Pará) e por isto JK foi homenageado dando o seu nome à principal Avenida de Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. Prefeito de Belo Horizonte, Deputado Estadual, Deputado Federal. Governador de Minas Gerais. Presidente da República. Construtor de Brasília, a Capital Federal, inaugurando-a no dia 21 de abril de 1960. Detentor do TROFÉU JUCA PATO, 1976, da União Brasileira de Escritores de São Paulo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Médico, Político, Orador. Senador da República pelo Estado de Goiás, em 1961, foi, no entanto, cassado o seu mandato e seus direitos políticos suspensos pelo Movimento Revolucionário de 1964. Perdeu a eleição para Bernardo Elis, na Academia Brasileira de Letras. Em 1976, no dia 22 de agosto, faleceu em acidente de trânsito na Rodovia Rio São Paulo. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos, além de todos os outros livros que tratam da História Social, Política e Econômica de Goiás e do Brasil, entre os quais, SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Diamantina, Minas Gerais, no dia 12 de setembro de 1902 e morreu em Resende, no Estado do Rio de Janeiro, de desastre automobilístico, na Rodovia Rio São Paulo em 22 de agosto de 1976.
De origem cigana, da antiga Boêmia, na Europa Oriental.
Formado em Medicina em 1927, introduziu-se na vida política em 1933, como secretário do governo de Benedito Valadares que o nomearia prefeito de Belo Horizonte em 1940.
Em 1946, elegeu-se deputado à Assembléia Constituinte. Em 1950, foi eleito governador de Minas Gerais.
Em 1955, iniciando em Jataí sua campanha para a presidência da República, perguntado por um popular(TONIQUINHO) se construiria uma nova capital, conforme determinava a Constituição Brasileira, respondeu afirmativamente, passando a partir de então, a orientar sua campanha eleitoral em torno de Brasília.
Foi eleito Presidente da República derrotando o general Juarez Távora em pleito muito concorrido em que a diferença foi de apenas meio milhão de votos.
Construiu Brasília, rompeu com o Fundo Monetário Internacional, abafou duas revoluções militares que queriam afastó-lo do governo, abriu estradas e incentivou a indústria automobilística.
Concluído seu mandato presidencial, em 1961 canditatou-se a senador por Goiás para suprir a vaga aberta com a renúncia de Taciano de Melo, sendo eleito por esmagadora maioria.
Em 1964, discordando da ditadura que se implantava no país, teve seu mandato de senador cassado e suspensos por dez anos os seus direitos políticos.
Realizou, tanto como presidente da República, quanto como senador, grandes obras para Goiás, como asfaltamento de rodovias, abertura da Belém-Brasília e a criação da Universidade Federal de Goiás.
Como cidadão comum, faleceu em acidente de trânsito, na Rodovia Rio/São Paulo, em 22 de agosto de 1976.
Pela sua luta em favor da construção da Rodovia Belém-Brasília, que corta o estado tocantinense, foi homenageado com o nome de uma das principais Avenidas de Palmas, recém-construída Capital do Estado do Tocantins ou seja Avenida Juscelino Kubitschek (AVENIDA JK).

JUSCELINO MARTINS POLONIAL, de Anápolis, Goiás, 18.10.l965, escreveu, entre outros, “UNHA E CARNE”, este, junto com Hércules Ribeiro Martins, "CANTO LIVRE NO PLANALTO CENTRAL", “ANÁPOLIS NOS TEMPOS DA FERROVIA”(TESE DE MESTRADO), “TERRA DO ANHANGUERA-HISTÓRIA DE GOIÁS”, sem dados biográficos nos livros. Publicou também “ENSAIOS SOBRE A HISTÓRIA DE ANÁPOLIS”. Filho de Alexandre Rodrigues Polonial e de Maria de Lourdes Martins. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Ciências Sociais, pela Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis, onde foi aluno do autor destas notas. Mestre em História, pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Docente da Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis, onde também se formou em Ciências Sociais. Professor de História da UFG, em Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Sociólogo, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Cientista Social, Professor de Sociologia. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se em diferentes antologias de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Profissional dos Sociólogos de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás e Associação dos Docentes da UFG. Professor de Sociologia e História da Universidade Federal de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

JUSCELINO MARTINS PRIMO, de Olho D`Água, Ipupiara, Ba, 28.02.1963, escreveu, entre outros, EMPREENDEDORISMO NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO-1ª e 2ª(2006), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de José Martins Primo(Carrim de Jove) e Francisca Rosa Martins. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Iniciou-se nas primeiras letras, no Olho D`Água, por volta de 1970, com a Professora Almerinda Ribeiro dos Santos. Com 8 anos de idade, veio estudar o primário em Ipupiara, no Grupo Escolar Castro Alves, onde também fez o ginásio. Mudou-se para São Paulo, em 1986, com 23 anos, onde concluiu o secundário. Na Capital Paulista, em 1998, com 35 anos, formou-se em Administração, especializando-se em MBA GESTÃO EMPRESARIAL. Com 42 anos de idade, em janeiro de 2005, retornou de São Paulo para Ipupiara, tornando-se, na gestão do Prefeito Ascir Leite Santos, Supervisor Municipal da Prefeitura de Ipupiara e Professor das Turmas de Administração da Universidade do Paraná(UNOPAR). Autor do Projeto da UAB(Universidade Aberta do Brasil), a ser implantado em Ipupiara, onde, entre 500 municipios baianos, Ipupiara ficou entre os 18 na aprovação do projeto. São seus avós paternos: Jovelino Martins de Sousa e Teotinia Olímpia Martins. São seus avós maternos Firmício Alves Bessa e Vitelmina Alves Bessa. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

(Para encontrar os demais NOMES do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3476&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".
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