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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOGRÁFICO REG. DO BRASIL DE J a JOSÉ ACHILES -- 05/07/2003 - 01:20 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos


AO LEITOR

(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).



A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.



Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.



Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.



Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.



Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).



Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.



Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.



Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.



Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.



Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.



O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.



Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.



A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.



É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.



No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.



Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.



Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.



É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.



Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.



Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".



E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.



Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.



Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.



Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.



Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.



Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.



Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.



Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.



Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br



Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.



Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.



MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.

CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.

CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.

FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.

HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario



E-MAIL: mariormartins@hotmail.com



(Para encontrar as demais letras do DICIONÁRIO, acesse:

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3496&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".







J. AIRES DA SILVA (JOAQUIM AYRES DA SILVA)-SINDÔ-, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1900, escreveu, entre outros, “ESTRADA DE FERRO TOCANTINS”(Rio de Janeiro, 1934), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Raimundo Ayres da Silva e Ana Carvalho Ayres. Sobrinho do médico portuense, Dr. Francisco Ayres. Concluiu os estudos primário e ginasial, em sua terra natal, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, dos Padres Dominicanos. Com 20 anos de idade, em 1920, tornou-se Secretário da Intendência Municipal de Porto Nacional, na administração dos Vice-Intendentes Camilo Rodrigues da Silva e José Pereira Zezuca. Como estudante portuense, fundou o Partido dos Gafanhotos, passando a editar o jornal “POLICHINELO” que se opunha ao Partido da Ema, publicador do jornal “GAFANHOTÓFAGO”, sob a presidência de André Ayres da Silva, que se tornaria mais tarde, excelente advogado. Nos anos seguintes, levado pelo seu tio, Médico e Deputado Federal Francisco Ayres, matriculou-se na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, onde se formou Engenheiro Civil. Enquanto estudante de Engenharia, foi também Revisor do Jornal do Brasil, fazendo-se notável jornalista. Passou a trabalhar na construção de ferrovias, tornando-se Diretor Geral da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, quando passou a residir em Campo Grande, no Mato Grosso. Tornou-se renomado conferencista em Congressos Ferroviários no Brasil e exterior. Visitou os centros industriais da Europa e da América. Escreveu para várias revistas, dentre outras, “INFORMAÇÃO GOIANA”, fundada por Henrique Silva e Americano do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1917. A ele manifestou a sua gratidão, o médico sanitarista Júlio Paternostro, em seu

livro “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicado pela Companhia Editora Nacional de São Paulo, em 1945, por lhe ter fornecido muitas fotografias de sua coleção particular para serem usadas no dito livro, consoante página 16. Pai de muitos filhos, quase todos engenheiros, mudou-se para São Paulo, onde também faleceu. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



J. CANTUÁRIA(JAIRO THOMAZ CANTUÁRIA), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, l940, escreveu, entre outros, "REVELAÇÕES DA GÊNESE AO APOCALÍPSE", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Foi Presidente da Federação das Cooperativas de Eletrificação e Telecomunicação Rural de Goiás e Distrito Federal. Jornalista, Espiritualista, Político. Escritor, Teólogo, Professor. Pesquisador, Ensaísta, Memorialista. Pensador, Cronista, Conferencista. Produtor Cultural, Ativista, Poeta. Orador, Intelectual, Administrador. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE

AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos escatológicos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



J. G. DE ARAÚJO JORGE(José Guilherme de Araújo Jorge), de Tarauacá, Acre, 20.05.1914, escreveu, entre outros, MEU CÉU INTERIOR(1934), FESTA DE IMAGENS(1954), ESPERA(1960), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília, depois de tornar-se Deputado Federal. Jornalista, Romancista, Poeta. Ensaísta, Cronista, Professor. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela de Magalhães e João Emílio Falcão. Faleceu em 27.01.1987. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JJLEANDRO(José Leandro Bezerra Júnior), de Carolina, Maranhão, 22.07.1960, escreveu, entre outros, QUASE AVE(Poemas, Goiânia- IGI: AGEPEL, 2002), PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES CORA CORALINA, com prefácio e notas de orelha de Itamar Pires, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de José Leandro Bezerra e Tereza Bringel Bezerra. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1970, com 10 anos de idade, mudou-se para Araguaína, norte de Goiás, hoje Tocantins. Em 1978, com 18 anos, deixou Araguaína e foi para Goiânia tentar a sorte no vestibular. Em 1979, matriculou-se no curso de jornalismo da Universidade Federal de Goiás. Formou-se Jornalista em 1983, com 23 anos. De 1980 a 1990, teve atuação em diferentes emissoras de rádio de Goiânia. Em 1991, com 31 anos de idade, voltou para Araguaína. Casou-se com a biomédica Lucivânia Florêncio dos Santos Leandro, com quem tem os filhos Laís(17) e Felipe(13). Passou a escrever contos e poesias, nas horas vagas. No dia-a-dia, cuida de fazendas no Tocantins e divide sua vida e trabalho entre o Tocantins, Goiânia e interior de Goiás. Seu livro que ganhou o PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES CORA CORALINA e foi publicado pelo Instituto Goiano do Livro(IGL), em parceria com a Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira(AGEPEL), teve parecer favorável da Comissão Julgadora, formada de Ana Cárita, Maria Helena Chein e Malu Ribeiro. Residente em Araguaína, JJLeandro é membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), sob a Presidência de José Francisco Concesso. Apesar de sua importância, não é referido em ARAGUAÍNA-40 ANOS(1958-1998), de Jauro José Studart Gurgel, não é lembrado em ARAGUAÍNA-HISTÓRIA E ATUALIDADE, de Claudivan Santiago, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



J. J. TAYLOR(James Jackson Taylor), de Alabama, USA, 1855, escreveu, entre outros, HARMONIA DOS EVANGELHOS(Tradução) e A ARTE DE PREGAR(tradução), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Depois de terminar a Universidade, matriculou-se no Seminário de Louisville, formando-se em Teologia, com 30 anos de idade, em 1885. Nos anos seguintes, depois de consagrado ao ministério batista, tornou-se Pastor da Igreja Batista de Upper Street, em Lexington, Kentucky. Depois foi Pastor em Móbile, Alabama. Em 1889, com 34 anos, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virginia, como missionário batista na China, mas não chegou a ir, porque sua mulher morreu. Passou 2 anos ensinando grego na Universidade Batista de Ouachita, no Arkansas. Em agosto de 1891, com 36 anos, desembarcou no Rio de Janeiro, acompanhado de sua nova esposa Ada e de um filho de 4 anos. Seguiu para São Paulo, a fim de estudar português. Encontrou-se com William Bagby e Salomão Ginsburg na região de Campinas, onde estudava a língua. Foi para o Rio, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, quando conheceu Francisco Fulgêncio Soren, recém-convertido que morou em sua casa por 10 meses, até que fosse estudar nos Estados Unidos. Deixando o Rio, onde tinha pegado uma febre amarela, seguiu para Juiz de Fora, Ouro Preto e Belo Horizonte. Em fevereiro de 1897, fundou, junto com Bagby, a Primeira Igreja Batista de Belo Horizonte. Em 1899, fundou, junto com outros, a Primeira Igreja Batista de São Paulo. Escreveu e traduziu hinos evangélicos, entre os quais, o 66, 93 e 486, do Cantor Cristão. Em 1908, fundou a Igreja Batista da Liberdade, em São Paulo. Entre 1912 e 1916, foi professor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 1917, voltou para São Paulo e fundou a Primeira Igreja Batista de Ribeirão Preto. Doente, voltou aos Estados Unidos, falecendo em 15.01.1924, com 69 anos de idade. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil por 33 anos e ter fundado diversas igrejas batistas. Apesar de sua importância, não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



J. M. LEITÃO(José Maria Leitão), de Fortaleza, Ceará, 30.10.1936, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DE MORTO(1984), O HÓSPEDE DO TEMPO(1987), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Especialista em Cancerologia. Mudou-se para Brasília em 1936. Chefe de Medicina Nuclear do Hospital da Universidade de Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras do Brasil e Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DO CONTO CEARENSE, 1990, de Mary Ann L. Karan. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



J. O. DE MEIRA PENNA(José Osvaldo de Meira Penna), de Rio de Janeiro, Rj, 14.03.1917, escreveu, entre outros, SHANGAI-ASPECTOS HISTÓRICOS DA CHINA MODERNA(1944), UTOPIA BRASILEIRA(1988), DECÊNCIA JÁ(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Embaixador do Brasil em Lagos, Israel, Chipre, Oslo, Islândia, Quito, Varsóvia. Professor Universitário. Foi Diretor Geral da EMBRAFILME. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



J. W. BAUTISTA VIDAL(José Walter Bautista Vidal), de Salvador, Bahia, 12.12.1934, escreveu, entre outros, ENERGIA DA BIOMASSA-ALAVANCA DE UMA NOVA POLITICA INDUSTRIAL(1986), SOBERANIA E DIGNIDADE-RAIZES DA SOBREVIVÊNCIA(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia Civil. Pós-Graduação em Física. Mudou-se para Brasília em 1974. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Fundador de Institutos de Pesquisa e Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico. Detentor do PREMIO CASA GRANDE & SENZALA, 1987, da Fundação Joaquim Nabuco. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



J. RIBAMAR OLIVEIRA(José de Ribamar Oliveira), de Porto, Piauí, 26.07.1921, escreveu, entre outros, UM RIO DE ÁGUAS BARRENTAS(1989), A GUERRA DO JENIPAPO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslcou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1963. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Delegado de Policia, Promotor de Público. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.





JACI DE ALMEIDA MODESTO, de Goiatins(Piacá), Goiás, hoje Tocantins, 22.9.l941, escreveu, entre outros, "MIRANTE", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Alguns livros dizem ter ela nascido em Goiânia, em 1945, o que não tem procedência e é explicado pelo fato de ter feito o seu curso superior na Capital de Goiás, onde também se tornou educadora. Após os estudos primários em Itacajá, mudou-se para Pedro Afonso, no antigo Estado de Goiás, onde concluiu o curso ginasial e secundário, estudando no tradicional Colégio Cristo Rei. Transferindo-se, posteriormente, para Goiânia, terminou por fazer o curso superior de História, tornando-se professora, função na qual se aposentou, já residindo em Brasília, Distrito Federal. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Intelectual, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JACINTO GUERRA, de Bom Despacho, Minas Gerais, 16.07.1935, escreveu, entre outros, A LENDA DE BOM DESPACHO(1985), O GATO DE CURITIBA(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Pós-Graduação em Educação. Na Universidade de Évora, Portugal, fez Ciência Política e Cultura Portuguesa. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Pesquisador do MEMORIAL JK, em Brasília. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras do Brasil e Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





JACINTO LUÍS DA SILVA CALDAS, Goiano, de Itaberaí, 19.12.1893, escreveu, entre outros, "GRAMÁTICA DA LÍNGUA PORTUGUESA”. Filho de João Elias da Silva Caldas e de Deolinda da Silva Baylão. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Ginásio Preparatório Curralinhense. Mudou-se para Goiás Velho, onde estudou no Liceu de Goiás. Jornalista do jornal EMPRESA DO ARAGUAIA, na antiga Capital Vila Boa, Goiás Velho. Fundou, junto com Manoel Vidal, o jornal “O PHAROL”. Escritor, Pesquisador, Professor. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Gramático. Membro de várias associações culturais da época. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Encontra-se no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Na Academia Itaberina de Letras e Artes, é Patrono da Cadeira 08. Faleceu em Itaberaí, com quase 100 anos de idade, em 05.11.1991. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JACINTO NUNES DA SILVA, de Conceição do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 09.08.1927, escreveu, entre outros, “SAUDAÇÃO A GURUPI”, sem dados biográficos. Filho de Antonio Nunes da Silva e Josina Pereira Nunes.



Após os estudos primários em sua terra natal, estudou em vários outros lugares, até ingressar na Escola de Sargentos da Aeronáutica, onde concluiu o curso, de lá saindo como Militar da Aeronáutica, na graduação de Sargento.



Comandante Aviador, passou a ser conhecido como “COMANDANTE NUNES”. Mudou-se para Gurupi, tornando-se proprietário de uma frota de pequenos aviões, fundando a famosa GUTA(GURUPI TAXI AÉREO).



Casou-se com Dolores Nunes, posteriormente Deputada Federal e Estadual, no Tocantins. Sua filha Josí Nunes elegeu-se Deputada Estadual, pelo Estado do Tocantins. O “Comandante Nunes” foi Prefeito de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, de 1982 a 1988.



Construiu o Aeroporto de Gurupi. Criou a Faculdade de Filosofia, Ciências Humanas de Gurupi. Construiu a Usina de Beneficiamento de Leite de Soja. Construiu o Parque Agro-Industrial de Gurupi.



Em acidente de carro na Belém-Brasília, próximo da cidade de Fátima, Estado do Tocantins, faleceu em 01 de dezembro de 1988, alguns dias depois da criação do Tocantins, pela Constituição Federal de 05 de outubro de 1988.



Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 21, cujo Titular é Zacarias Gomes Martins. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



JACIRA BRANDÃO VEIGA JARDIM, de São João Del-Rei, Minas Gerais, l9l8, escreveu, entre outros, "REVOADA DE SONHOS". Residente em Goiânia, desde muito jovem, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Professora, Escritora, Poetisa. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pesquisadora, Conferencista, Oradora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JACKSON EMANOEL HORA ALVES, de Riachão do Dantas, Sergipe, 19.04.l952, escreveu, entre outros, "JUREMA", “ZONA PROIBIDA”, este, com notas de orelha de Rozilda Nunes Pereira e Regina Lúcia de Araújo, observações de capa de Maria da Conceição R. Hora e Prefácio de Brasigóis Felício, sem dados biográficos nos livros. Foi Repórter da GAZETA DE SERGIPE. Mudou-se para Goiás em 1974. Em 1977, formou-se em Ciências Biológicas, na Universidade Católica de Goiás. Fundador-Proprietário do Centro Educacional Dinâmico de Goiânia. Diretor do Liceu de Goiás. Professor de Química, Biologia e Ciências do Colégio Estadual Presidente Costa e Silva. Lecionou na Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Iporá, interior goiano. Fundador do Jornal BOCA MALDITA. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Professor, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Centro de Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Detentor de diferentes prêmios, entre os quais, STELLA BRASILIENSE. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.




JACKSON RUBEM ALVES DOS SANTOS, de Irecê, Bahia, 04.05.1957, escreveu, entre outros, IRECÊ-HISTÓRIA, CASOS E LENDAS(Irecê, Print Fox Editora, 2001), com apresentação de Maria Beltrão e notas de orelha de Lair Ribeiro, Benjamim Batista e Eric Machado., sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Publicou também LAPÃO, CEM ANOS DE HISTÓRIA e ainda BRASILEIROS PRÉ-CABRALIANOS (BRAZILIANS BEFORE CABRAL), em inglês e português. Filho de Alvino Abade dos Santos e Cantionília Alves Ferreira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em jornalismo. Durante muitos anos, foi colunista do jornal “CORREIO DA BAHIA”, em Salvador e do jornal “CULTURA & REALIDADE”, de Irecê. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Professor, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Publicou também “LUXÚRIAS COM O EXTRATERRESTRE”, “ATAZANADO”, “O CASO DO MENINO TRISTE”, além de artigos em revistas e jornais. Um dos fundadores da Academia Ireceense de Letras. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Clube Literário Brasília e União Brasileira de Escritores de São Paulo. 7 livros publicados e participante de dezenas de antologias. Editor do jornal O Brasileirinho que é publicado mensalmente e distribuído para milhares de pessoas, principalmente em algumas escolas da Bahia. O jornal também é publicado na versão online: http://www.obrasileirinho.com.br/ e pode ser lido no facebook.com/obrasileirinho. Vinculado à UNOPAR. Não é mencionado no DICIONÁRIO DE AUTORES BAIANOS(Secretaria da Cultura e Turismo, 2006), de Marisa Baqueiro Costa e Guilherme Augusto de Figueiredo Castro. Não é referido em A POESIA BAIANA NO SECULO XX(Rio de Janeiro, IMAGO, 2000), de Assis Brasil. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, IWA-INTERNATIONAL WRITERS AND ARTISTS ASSOCIATION. Presente no “International Poetry Yearbook” e no “Directory of International Writers and Artists”. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JACOB GORENDER, de Salvador, Bahia, 1923, escreveu, entre outros, “O ESCRAVISMO COLONIAL”(1978), “MARXISMO SEM UTOPIA”, “COMBATE NAS TREVAS”(1987), “BRASIL EM PRETO E BRANCO”, “A ESCRAVIDÃO REABILITADA”(1991), “A BURGUESIA BRASILEIRA” (1981), “GÊNESE E DESENVOLVIMENTO DO CAPITALISMO NA AGRICULTURA BRASILEIRA(1980), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Militante Político Brasileiro. Historiador, Jornalista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Professor, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. De vocação marxista, reavaliou a História do Brasil, defendendo a tese de que os primeiros quatrocentos anos do país foram dominados pela produção escravista colonial. Seus livros são marcos na historiografia brasileira. Contudo, não é lembrado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, revista por Graça Coutinho em 2001. Não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Alzira Alves de Abreu et al, edição Fundação Getúlio Vargas, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JACQUES LAMBERT, de Lyon, França, 1901, escreveu, entre outros, “O BRASIL: ESTRUTURAS SOCIAIS E INSTITUIÇÕES POLÍTICAS” (1953), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da região, ao fazer um paralelo entre o Norte e o Sul do Brasil, em seu livro “OS DOIS BRASIS”(1959). Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Ciências Humanas e Sociais. Entre as décadas de 1940 e 1950, veio para o Brasil e passou a viajar pelo seu interior. Visitou os Estados do Norte do Brasil e também do Sul, pesquisando-os e descrevendo-os, para fazer uma comparação entre as duas grandes regiões brasileiras no seu livro OS DOIS BRASIS. Este livro patrocinado pelo MEC (Ministério da Educação e Cultura) e publicado pela Editora Brasiliana, de São Paulo, em 1959, terminou por sofrer restrições da Revolução de 1964, pelo que, praticamente desapareceu. Com o passar do tempo, tornou-se professor da Faculdade de Direito de Lyon, na França, bem como da Faculdade de Ciências Econômicas. Publicou dezenas de livros, entre os quais, “AMÉRICA LATINA”(1963). É mencionado em várias obras, destacando-se, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JACQUES SILVA DE SOUZA, de Filadélfia, Goiás, hoje Tocantins, 08.11.l946, escreveu, entre outros, “DESPORTO NACIONAL: A NOVA LEGISLAÇÃO”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Senador da República pelo Estado de Goiás(1987), em lugar de Iram Saraiva, de quem era Suplente, quando este assumiu o cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas da União(1994). Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade do Distrito Federal. Via Concurso Público, em 1973, ingressou no Tribunal de Contas da União, tornando-se Analista de Finanças e de Controle Externo. Advogado, Empresário, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Atualmente(1998), é Secretário do Tribunal de Contas da União, no Estado do Tocantins, na cidade de Palmas, onde reside. Membro de diferentes instituicões sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Ultimamente(2000), na Administração de Siqueira Campos, assumiu a Secretaria do Governo do Tocantins, em lugar do Senador Eduardo Siqueira Campos que retornou ao cargo em Brasília. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JACY DE ASSIS, Mineiro, de Uberlândia, l900, escreveu, entre outros, "SAUDADE", “A PRIMEIRA GRADUAÇÃO”, “POETAS DO MEU ENCANTAMENTO”. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Procurador Geral do Estado de Goiás. Advogado, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Brasileira de Letras Jurídicas. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JACY SIQUEIRA, de Pires do Rio, Goiás, 29.10.l935, escreveu, entre outros, "DO TEMPO E DO ESPAÇO"(1974), "OPUS PIRES DO RIO"(1978), "A VOZINHA ESPECULA"(1995), “A BANDA ONTEM E SEU FUTURO”-(UM MANUAL PRÁTICO E ORIENTADOR-1981), “O PLANEJAMENTO GOVERNA-MENTAL EM GOIÁS”(1979), “POESIA DE ALGUÉM E DO EU TAMBÉM”(1981), “QUARTETO EM BRUMA”(1989), “VOZES DE UMA RAÇA”(1990), “O LIVRO DE YEDRA”, “DESPONTAR DA GOIANIDADE”(FOLCLORE-1991), “A PRIMAVERA ENSINA O PÁSSARO A VOAR”(1993). Filho de Jucelino Siqueira e Maria Cabral de Siqueira. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginásio no Liceu de Goiânia. Mudou-se para a Capital do Estado em 1953, dedicando-se ao jornalismo. Fundou o jornal DIÁRIO DA TARDE, em Goiânia. Foi Presidente da Fundação Cultural de Goiás, no Governo de Ary Ribeiro Valadão. Criou a Orquestra Sinfônica de Goiás. Escritor, Poeta, Professor. Jornalista, Contista, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Articulista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Historiador, Ensaísta. Redator, Publicitário, Editor. Ficcionista, Folclorista, Literato. Conferencista, Orador, Educador. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, cujo Patrono é Ricardo Augusto da Silva Paranhos, de que foi fundador Elpenor Augusto de Oliveira, tendo sido titular Primo Neves da Mota Vieira. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, além de REGISTRO DE UMA OBRA(Nelly Alves de Almeida), edição de Humberto Ludovico de Almeida, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás ocupa a Cadeira 26, tendo como Patrono Jarbas Jaime. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiania, onde foi sepultado, em dezembro de 2010, com 75 anos de idade.

JADIR DE MORAIS PESSOA, Goiano, de Itapuranga, 03.12.1954, escreveu, entre outros, “COTIDIANO E HISTÓRIA: PARA FALAR DE CAMPONESES OCUPANTES”(1997), “MEU SENHOR, DONO DA CASA” (1993), “A REVANCHE CAMPONESA”(1999), “A IGREJA DA DENÚNCIA E O SILÊNCIO DO FIEL”(1999), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Dimas de Morais Pessoa e Maria Francisca. Bacharelou-se em Filosofia e Teologia, pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas(PUC), São Paulo. Mestre em Antropologia e Doutor em Ciências Sociais, pela Universidade de Campinas(UNICAMP), interior paulista. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Professor. Jornalista, Contista, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Articulista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Historiador, Ensaísta. Redator, Publicitário, Editor. Ficcionista, Folclorista, Literato. Conferencista, Orador, Educador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JAÉCIO DE OLIVEIRA CARLOS, de Natal, Rio Grande do Norte, l945, publicou, entre outros, "POEMAS DE CABECEIRA", sem dados biográficos no livro. Residiu em Goiânia durante muitos anos, onde também desenvolveu sua atividade profissional e literária. Escritor, Poeta, Professor. Ensaísta, Contista, Cronista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Encontra-se no DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JAILSON SANTOS, de Salvador, Bahia, 12.03.1978, escreveu, entre outros, “ALMA APAIXONADA”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Germano Vitor dos Santos e Alaice Silva dos Santos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Faz curso de Direito e de Administração Financeira. Poeta, Escritor, Contista. Artista Plástico, Escultor. Capoeirista. Formado em Contabilidade. Dedicou-se à literatura e também à escultura. Trabalhou com o Mestre Gilson Santos, expoente das Artes Plásticas na Bahia. Especializou-se nas oficinas de expressões plásticas do Museu de Arte Moderna, o MAM da Bahia, nas áreas de argila, madeira e história da arte. Inspira-se na plasticidade dos traços de Michelangelo Bounarotti. Aluno do Curso de Extensão em Direitos Humanos: Raça e Discriminação promovido pelo Movimento Leigo da América Latina – MLAL e Universidade do Estado da Bahia – UNEB e Comissão de Justiça e Paz – CJP, Presidente do ICES – Instituto Cultural Esnegro, Ph.I em Literatura pelo Centro de Formação Superior Ibero Americano. Membro Fundador da Academia de Letras do Brasil. Membro da Academia Brasileira de Estudos e Pesquisas Literárias. Membro da Academia Virtual Brasileira de Letras, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Menção Honrosa no V Concurso Internacional de Prosa e Verso Prêmio “Joaquim Duarte Batista”, bem como na Sociedade de Cultura Latina do Brasil – SCLB – Mogi das Cruzes – São Paulo. Honra ao Mérito – Ministério da Marinha – Grupamento de Fuzileiros Navais de Salvador. Certificado de Honra ao Mérito da Sociedade Bíblica do Brasil. Com um Curriculum Vitae verdadeiramente invejável, digno dos melhores encômios. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JAIME CÂMARA, de Baixa Verde(JOÃO CAMARA), região de Jardim de Angicos e Cauaçu, Rio Grande do Norte, 16.07.l909, escreveu, entre outros, "NOS TEMPOS DE FREI GERMANO"(1974), "OS TEMPOS DA MUDANÇA"(1967), “CADEIRA Nº 17”(1971). Deputado Federal pelo Estado de Goiás, onde também foi Secretário de Estado. Fundador da Organização Jaime Câmara de Rádio e Televisão, incluindo O POPULAR, JORNAL DE BRASÍLIA, JORNAL DO TOCANTINS, RÁDIO ANHANGUERA, RÁDIO EXECUTIVA, TELEVISÃO ANHANGUERA, TELEVISÃO TOCANTINS, ETC. Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter trazido para o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, toda a estrutura da Organização Jaime Câmara, através do jornal, rádio e televisão. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Escritor, Ensaísta, Memorialista. Jornalista, Industrial, Empresário. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Cronista, Contista, Pesquisador. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo como titular Benedito Odilon Rocha, sendo hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura. Sócio da Academia Brasiliense de Letras, da Associação Brasileira de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da União Brasileira de Escritores, de que foi seu presidente, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Paulista de Imprensa, Academia de Letras e Artes de Luziânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas, que, inclusive, tem o seu nome: BIBLIOTECA JORNALISTA JAIME CÂMARA. Também em sua homenagem, a Academia Tocantinense de Letras, criou a COMENDA JAIME CÂMARA, destinada a pessoas que se destaquem como amigos da Academia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Nasceu em Baixa Verde, Rio Grande do Norte, a 16 de julho de 1909. Filho de Joaquim Rebouças de Oliveira Câmara e de Maria Melquíades de Miranda Câmara.

Iniciou os estudos primários, em 1916, transferindo-se, em 1918, para o Colégio Santo Antonio, de Natal, Capital do Estado.

Em 1930, transferiu-se para Goiás, via Planaltina, onde se encontrava seu irmão Joaquim Câmara Filho.

Seguindo para Vila Boa(Goiás Velho), trabalhou, inicialmente, como datilógrafo da Loteria Goiana. Junto com outros, fundou, em 1931, o TIRO DE GUERRA de Vila Boa.

Dois anos mais tarde, em 1932, foi nomeado revisor gráfico da Imprensa Oficial, onde viu despertar a vocação para o jornalismo.

Em 1934, com outros companheiros, fundou a Associação Goiana de Imprensa. Com a finalidade de explorar o ramo gráfico, fundou, em 1935, com Henrique Pinto Vieira, uma firma comercial.

Com a mudança da Capital do Estado para Goiânia, comprou a parte de seu sócio e, transferiu-se em 1937, para a nova cidade juntamente com seu irmão Joaquim e no ano seguinte, 1938, fundou o jornal O Popular, com edição semanal.

Participou da fundação do Automóvel Clube de Goiás, em Goiânia, em 1937. Foi eleito, em 1943, Presidente da Associação Comercial do Estado de Goiás. No mesmo ano, no dia 6 de setembro, casou-se com Maria Célia Guimarães.

Iniciou, em 1947, a construção do Edifício-Sede da Associação Comercial, na Avenida Goiás.

Em 1955 fundou, com outras pessoas, a Rádio Anhanguera, no mesmo ano em que foi secretário de Viação e Obras Públicas.

No mês de dezembro de 1955, faleceu seu irmão mais velho Joaquim Câmara Filho.

Pela Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, em 1957, recebe o título de “CIDADÃO GOIANO”.

Em 1958 foi eleito Prefeito de Goiânia, sob a sigla do PSD. Diretor do Banco do Estado de Goiás, em 1961. Fundou, junto com outros, em 1962, a Faculdade de Ciências Econômicas.

Presidente da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO), em 1964, quando também fundou a Televisão Anhanguera.

Inicia a construção da sede própria do Instituto Artesanal dos Cegos de Goiás, em 1968, exercendo a sua presidência durante algum tempo.

No dia 1º de julho de 1970, tomou posse na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis e de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, sendo titular Benedito Odilon Rocha, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.

Após viajar por vários países da Europa, fundou, em 1972, na Capital da República, o JORNAL DE BRASÍLIA.

Em fevereiro de 1973, faleceu seu irmão Vicente Rebouças.

Em 1974, foi eleito Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.

Como Deputado Federal em várias ocasiões, foi também responsável pelo projeto que criou nas escolas, a cadeira “EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA”. Torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(1978).

No dia 19 de março de 1983, no auditório da Federação das Indústrias do Estado de Goiás(FIEG), proferiu o discurso de recepção ao escritor Mário Ribeiro Martins que tomava posse na Cadeira 37, da Academia Goiana de Letras.

Tornou-se o titular da mais sólida empresa de comunicação de massa de todo o Estado, reunindo “O Popular”, “Rádio Anhanguera”, “Rádio Araguaia”, “Rádio Executiva”, “Rádio Jornal de Brasília”, “Televisão Anhanguera”.

E mais ainda, a “Televisão Tocantins” (Anápolis), “Televisão Riviera” (Rio Verde), “Televisão Rio Vermelho”(Luziânia), “Televisão Pirapitinga”(Catalão), “Televisão Paranaíba” (Itumbiara), “Jornal do Tocantins”(Araguaína/Palmas), “Jornal de Brasília” (DF), etc.

Em 1982 foi eleito, pelo PDS, deputado federal.

Ao falecer, em 29 de outubro de 1989, deixou à frente da ORGANIZAÇÃO JAIME CÂMARA, seu filho Jaime Câmara Júnior.

Em sua homenagem, foi criada em Goiânia, cidade em que viveu, a Fundação Jaime Câmara, administrada pelos seus filhos e netos.

Sobre ele e com o título “JAIME CÂMARA E OS TEMPOS DA MUDANÇA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

Pelos relevantes serviços prestados ao Estado do Tocantins, seu nome foi colocado na principal biblioteca de Palmas que foi inaugurada com o título de “BIBLIOTECA MUNICIPAL JORNALISTA JAIME CÂMARA”, hoje localizada no Espaço Cultural de Palmas.



JAIME SAUTCHUK, de Joaçaba, Santa Catarina, 10.09.1953, escreveu, entre outros, A GUERRILHA DO ARAGUAIA(1978), O SOCIALISMO NA ALBÂNIA(1983), LUTA ARMADA(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação. Mudou-se para Brasília em 1972. Jornalista, Radialista. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JAIME TEIXEIRA(Jayme do Nascimento Teixeira), de Rio de Janeiro, RJ, 30.09.1949, escreveu, entre outros, TE CONTO(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Física e Comunicação Social. Mudou-se para Brasília, tornando-se Assessor Técnico no Senado. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Empresário, Terapeuta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Clube Literário Brasília. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JAIME WRIGHT, de Curitiba, Paraná, 1925. Filho de Missionários Americanos Presbiterianos no Brasil. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Colégio Metodista em Passo Fundo (RS), onde seus pais eram missionários. Formou-se em Teologia. Com 25 anos de idade, em 1950, foi consagrado Pastor da Missão Presbiteriana Brasil Central, um dos grupos pioneiros do Presbiterianismo no Brasil. Foi pastor evangelista em Caitité, no interior da Bahia. Na década de 1970, seu irmão Paulo Wright desapareceu, em virtude do movimento revolucionário de 1964. O Reverendo Jaime Wright aproximou-se de Dom Paulo Evaristo Arns, um dos responsáveis pela procura de desaparecidos no País, com quem trabalhou por nove anos seguidos. Foi Secretário-Geral da Igreja Presbiteriana Unida(IPU). Foi um dos colaboradores na construção do livro BRASIL NUNCA MAIS, best-seller na década de 1980, com prefácio de Dom Evaristo Arns, publicado pela Editora Vozes. Foi homenageado com a Medalha Chico Mendes de Direitos Humanos, comenda do Grupo Tortura Nunca Mais. Casado, cinco filhos, Jaime Wright virou também personagem do livro “UM MILAGRE, UM UNIVERSO”, de Lawrence Weschler (Companhia das Letras). Foi entrevistado pela revista VINDE, no Rio de Janeiro. Para o projeto Brasil Nunca Mais, foram copiados clandestinamente os cerca de 700 processos que transitaram nas auditorias militares e estavam nos arquivos do STM (Supremo Tribunal Militar). Os processos eram copiados em Brasília e transportados para São Paulo, onde se concentrou a pesquisa. Trabalhou em cima desses documentos por cinco anos, publicando-se os resultados em 12 volumes, quase 7 mil páginas, fazendo-se o resumo num livro que se chamou “BRASIL: NUNCA MAIS”, com prefácio de Dom Evaristo, um dos mais vendidos da história da literatura brasileira do tipo não ficção. O livro está na 27a edição, com cerca de 300 mil exemplares vendidos. Publicou-se também Perfil dos Atingidos, um dos 12 volumes, que é a melhor coletânea brasileira da esquerda que atuou durante a ditadura. Seu irmão, Paulo Wright, também evangélico, que atuou como "subversivo", foi preso, torturado, morto e é desaparecido até hoje. O presidente Fernando Henrique reconheceu a lista com 136 pessoas torturadas, mortas e desaparecidas quando estavam sob custódia das Forças Armadas. Falta agora que se diga onde estão os restos mortais para que seus familiares tenham direito a fazer um enterro digno. O chefe do SNI (extinto Serviço Nacional de Informações) em São Paulo era um presbítero. O chefe do CIE (Centro de Informações, hoje Centro de Inteligência do Exército) era um presbiteriano. Os presbiterianos estavam muito bem cotados dentro do sistema. Foi presidente da Missão Presbiteriana do Brasil Central e responsável pelo trabalho da igreja americana no país. Seu pai e sua mãe foram missionários em Santa Catarina e no Paraná, onde nasceu. Durante muitos anos serviram numa igreja pioneira no Vale do Rio do Peixe, em Santa Catarina. Aposentados, retornaram para os Estados Unidos. Em 1987, a IPU (Igreja Presbiteriana Unida) se reuniu em assembléia-geral, em Vitória (ES),e foi eleito por unanimidade como primeiro secretário-geral daquela nova denominação. Foi nomeado pelo presidente Fernando Henrique como membro do comitê nacional julgador do Prêmio de Direitos Humanos. Em 1958 renunciou a sua cidadania americana. Não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JAIR ELIAS AMIM, Goiano, de Piracanjuba, l940, escreveu, entre outros, "KM ll3", "DUALIDADE INAUDITA", sem dados biográficos nos livros. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Romancista, Conferencista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JAIR GRAMACHO, de Santa Maria da Vitória, Bahia, 1930, escreveu, entre outros, SONETOS DE EDÊNIA E DE BIZÂNCIO(1959), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Professor Universitário, Funcionário Público. Tradutor, Poeta. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Trabalhou na Biblioteca Nacional e na Universidade da Bahia. Mudando-se para Brasília, tornou-se Professor da Universidade Nacional de Brasília(UNB). Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, POETAS DE BRASILIA(1962), de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





JAIR JÚNIOR PARRIUL, Goiano, de Goiás Velho, 1965, escreveu, entre outros, “VENTOS DE LIBERDADE”(POESIAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com observações de Dom Pedro Casaldáliga e prefácio de Paulo Gabriel. Residente em Cuiabá, Mato Grosso, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Cuiabana de Escritores. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JAIR TELLES, de Porangatu, Goiás, 1969, escreveu, entre outros, “O DIREITO DE SONHAR”, “BELEZA-O INOCENTE”, “RIO, SERRAS & SONHOS”(POESIA), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com prefácio de Moura Lima(Jorge Lima de Moura). Publicou também “TOCANTINS-SONHOS, LUTAS E CONQUISTAS”(2002). Técnico em Contabilidade, pelo Colégio Estadual Cândido Figueira, de Figueirópolis, Estado do Tocantins. Curso Básico de Redação, pelo Colégio Integração de Gurupi. Ex- Jogador de Futebol, pelo Ipiranga de Aliança. Foi campeão de Futsal, pelo Jornal “Folha da Cidade”, de que é hoje Jornalista e Repórter. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Romancista, Conferencista. Atualmente(1998), é Professor do Colégio Estadual Anita Moreno, na cidade de Aliança do Tocantins, onde reside. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores e Associação Tocantinense de Imprensa, além de União Brasileira de Escritores do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JAIR VITÓRIA(Jair Geraldo Vitória), de Prata, Minas Gerais, 26.06.1943, escreveu, entre outros, AGONIA DO SOL NASCENTE(1983), ESCRAVO E GUERREIRO(1986), TRAVESSURAS DA MÃE DO OURO(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mudou-se para Brasília em 1978. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Contista, Cronista. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTO CANDANGO, 1980, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JALES DE ALCANTARA PANIAGO, de Firminópolis, Goiás, 12.07.1950, escreveu, entre outros, OS BONS VELHINHOS-TORTUOSOS CAMINHOS DA VIDA(2008), sem dados biográficos completos no livro(tipo nome de pai e mãe, etc.) e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de pai e mãe não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina, pela Universidade do Pará. Atualmente(2010), reside em Palmas, onde exerce a função de Medico. É membro da Sociedade Brasileira de Médicos do Tocantins(SOBRAMES, TO) e da Academia Tocantinense Maçônica de Letras. Foi Prefeito de Palmeiropolis, no Tocantins. Seu livro OS BONS VELHINHOS foi lançado na Bienal Internacional do Livro, em São Paulo(2008), no Salão do Livro do Tocantins, em Palmas. Tem seus trabalhos publicados na Editora Virtual RECANTO DAS LETRAS. No dia 16.09.2010, com 60 anos, no Conselho Regional de Medicina do Tocantins, em Palmas, foi empossado como membro Titular da Academia Palmense de Letras. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



JALLES MACHADO DE SIQUEIRA, Mineiro, de Alfenas, l894, escreveu, entre outros, "PORQUE, PARA ONDE E COMO MUDAR A CAPITAL DA REPÚBLICA", "LIGAÇÃO ANÁPOLIS-BÉLEM", “A MUDANÇA DA CAPITAL E SUAS REPERCUSSÕES NA VIDA NACIONAL”(1949), “LIGAÇÃO ANÁPOLIS-PERU OU REINTEGRAÇÃO DO BRASIL NA ROTA DE SEU DESTINO”(1948), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Seu vínculo com o Tocantins deve-se ao fato de ter lutado pelo Norte Goiano. Em sua homenagem e pelos relevantes serviços prestados ao Norte de Goiás, hoje Tocantins, que tantas vezes contribuíra para a sua eleição a Deputado Federal, tem o seu nome a ESCOLA ESTADUAL JALLES MACHADO, de Guaraí, no hoje Estado do Tocantins. Prefeito de Buriti Alegre, em Goiás(1928). Foi Deputado Federal por Goiás, em 1946. Fazendeiro em Goianésia. Pai do Ex-Governador de Goiás Otávio Lage de Siqueira. É considerado o político goiano que mais publicou discursos e conferências(29). Participou da Comissão de Estudos para a Localização da Nova Capital do Brasil, no Planalto Central de Goiás. Engenheiro Civil, Político. Memorialista, Ensaísta, Mudancista. Escritor, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, de sua época. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Acha-se no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos e em todos os demais livros que tratam da história social, política e econômica de Goiás. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Em sua homenagem, foi fundada em Goianésia, cidade em que viveu, a FUNDAÇÃO JALLES MACHADO, administrada pelos seus netos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JAMES FANSTONE, Pernambucano, do Recife, l890, escreveu, entre outros, "TRÊS TESES", "MISSIONARY ADVENTURE IN BRAZIL". Filho de missionários evangélicos ingleses que serviram no Recife. Formado em Medicina, na Inglaterra, com diploma reconhecido pela Universidade de Minas Gerais, em l923. Foi fundador do Hospital Evangélico de Anápolis, da Escola de Enfermagem Florence Nightingale e do Colégio Couto Magalhães, bem como da Associação Educativa Evangélica. Fundador e Presidente do Rotary Club de Anápolis, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Escritor, Memorialista, Pesquisador. Ensaísta, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Pianista, Médico. Citado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira, bem como em HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges. Encontra-se na antologia ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido no Recife, Pernambuco, a 8 de agosto de 1890. Filho de missionários, logo dirigiu-se para a Inglaterra, onde foi educado.

Em 1915, colou grau na Universidade de Londres, em Medicina e Cirurgia, com distinção em Patologia e Clínica Médica, classificando-se em segundo lugar.

Durante a Primeira Guerra Mundial, serviu no Exército Britânico, no Royal Army Medical Corps, no Regimento Northampton, como Capitão-Médico, de 1915 a 1919.

Em 1921, conquistou o título de Doutor em Medicina, recebendo também o diploma de Medicina de Higiene Tropical.

Foi assistente, em 1915, da Clínica Médica de Lord Dawson. A partir de 1921, tornou-se Livre Docente da Cadeira de Medicina Tropical, na Universidade de Londres.

Casou-se com Ethel Marguerite Peattfield (Dayse Fanstone), em 1922, com quem teve dois filhos: O médico Henrique Maurício Fanstone e o advogado William Baird Fanstone.

Já no Brasil, revalidou o seu diploma, em 1923, defendendo Tese na Universidade de Minas Gerais.

Após conhecer várias partes do Brasil e também de Goiás, terminou por fixar residência em Anápolis, em 1925, onde dois anos depois, fundou o Hospital Evangélico Goiano.

Alguns anos mais tarde, em 1937, fundou a Escola de Enfermagem “Florence Nightingale”.

Foi fundador também, junto com Carlos Pereira Magalhães, do Colégio Couto Magalhães, em 1932, tornando-se Diretor do mesmo, a partir de 1934.

Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Real de Medicina e Higiene Tropicais, Colégio Real de Cirurgiões, da Inglaterra.

É membro fundador do Rotary Club de Anápolis, do qual já foi Presidente em várias oportunidades.

Em 1951, recebeu de Sua Majestade o Rei Jorge VI, o título de Oficial da Divisão Civil da Mais Excelente Ordem do Império Britânico.

Entre suas obras, destacam-se, “Discussões sobre Quinino”, “Missionary Adventure in Brazil” e “Três Teses”.

Cidadão Anapolino, pertence também à Academia Anapolina de Letras e Artes, ocupando a Cadeira 17, cujo Patrono é Jovelino de Campos.

Com sua morte e em sua homenagem, foi fundada, em Anápolis, a FUNDAÇÃO JAMES FANSTONE.



JAMIL PEREIRA DE MACEDO, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, l939, escreveu, entre outros, "DIREITO E LEGISLAÇÃO", in MANUAL DO TÉCNICO EM TRANSAÇÕES IMOBILIÁRIAS, junto com Sebastião de Oliveira Castro Filho, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de ilustre família de Porto Nacional. Após os estudos primários em sua terra natal, transferiu-se para Goiânia, onde fez os estudos complementares e formou-se em Direito, tornando-se Advogado. Mediante Concurso Público de Provas e Títulos, fez-se Juiz de Direito. Depois de ter passado por várias comarcas do interior goiano, foi promovido a Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Atualmente(1998), é Presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Recentemente(2000), foi eleito Presidente da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JAMIL SALIM SAFADY, de Zahlah, Líbano, 1908, escreveu, entre outros,”LINGUA ÁRABE-EVOLUÇÃO, ESCRITA E ENSINO”, “O CAFÉ E O MASCATE”, sem dados biográficos nos livros. Bacharelou-se em Letras, pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras, da Universidade de São Paulo(USP), onde também se formou em Geografia e História. Fundador e Diretor do Departamento de Estudos Árabes da USP. Professor de Literatura, Lingua e História Árabe em diferentes universidades. Fundou e dirigiu a Editora Comercial Safady Ltda, hoje Organização Jamil Safady. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Poliglota. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Editor. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Árabe Brasileira. Em terras de sua propriedade e em sua homenagem foi construída a cidade de PROFESSOR JAMIL SAFADY, nas proximidades de Piracanjuba, Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JAMIL SEBBA, Goiano, de Catalão, 25.06.l9l3, escreveu, entre outros, "DEUS É MESMO GOIANO". Filho de Antônio Sebba e Zakia Sebba. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina no Rio de Janeiro. Residente em sua cidade natal, onde exerceu a medicina e o magistério secundário por longos anos. Escritor, Cronista, Historiador. Ensaísta, Memorialista, Médico. Pesquisador, Intelectual, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Encontra-se na PRIMEIRA ANTOLOGIA DA ACADEMIA CATALANA DE LETRAS, de Vicente Lobo, Cornélio Ramos e Júlio Melo, bem como LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos e VULTOS CATALANOS, de Coelho Vaz. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RASTRO LITERÁRIO, de Geraldo Marmo Coelho Vaz e CATALÃO EM MARCHA, de Guimarães Lima. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Catalana de Letras e União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Santo Antonio, Distrito de Catalão, Goiás, no dia 25 de julho de 1913. Filho de Antônio Sebba e Zakia Sebba.

Iniciou, em 1920, os estudos primários com a professora Rosentina Santana Silva(Dona Iaiá).

Mudou-se para Uberaba, Minas Gerais, onde concluiu o curso ginasial e secundário.

Alguns anos depois, formou-se médico na Escola de Medicina e Cirurgia do Rio de Janeiro.

Retornando a Catalão, onde exerceu a medicina, foi também Professor da Escola de Comércio do Serviço Nacional do Comércio(SENAC) e do Ginásio Nossa Senhora Mãe de Deus.

Clinicou na Casa de Saúde Nars Fayad e colaborou em vários jornais, sempre com o pseudônimo de “JOTA ESSE” e “A. RIBITE”.

Faleceu, em sua cidade natal, Catalão, no dia 19.03.1989.



JÂNIO QUADROS(da Silva), de Campo Grande, Mato Grosso do Sul, 25.01.1917, escreveu, entre outros, HISTÓRIA DO POVO BRASILEIRO(1967), OS DOIS MUNDOS DAS TRÊS AMÉRICAS(1972), NOVO DICIONÁRIO PRÁTICO DA LINGUA PORTUGUESA(1977), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília quando Presidente da República. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Professor, Político. Vereador, Prefeito de São Paulo, Governador do Estado de São Paulo. Como Presidente da República, renunciou ao cargo. Faleceu em 16.02.1992. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JAN MAGALINSKI, de Braslaw, Polônia, 19.08.l935, Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás, escreveu vários livros, entre os quais, "DESLOCADOS DE GUERRA EM GOIÁS" (HISTÓRIA DOS POLONESES)-TESE DE MESTRADO-1980, sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Destacado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação de Geógrafos Brasileiros, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Fundador e primeiro diretor do Museu Histórico de Anápolis. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Braslaw, Polônia, a 19 de agosto de 1935. Filho de Nicola Magalinski e Joana Szlabowisz.

Com a ocupação da terra natal, foi enviado para a Alemanha, junto com a família, quando da Segunda Guerra.

Terminada a Guerra, deixou os Campos de DPS(Deslocados de Guerra) da Alemanha, vindo para o Brasil, por volta de 1947, fixando-se na Ilha das Flores, no Rio de Janeiro, de onde se desloca para Goiás.

Primeiro residiu em Silvânia, interior goiano. Em Anápolis, a partir de 1950, com 15 anos, retornou aos estudos. Foi aluno do Colégio Estadual, cursando o ginasial e o clássico.

Fundou, em 1962, a Associação de Estudos Clássicos, núcleo de Anápolis. De 64 a 67, foi Gerente de Peças da Auto Máquina.

Em 65, Foi Diretor de Cultura da Associação de Jovens de Anápolis. Fundador e Presidente da Sociedade de Filatelia, de Anápolis.

Em 1966, matriculou-se na Universidade Federal de Goiás, onde concluiu Licenciatura em História, em 69.

Na mesma Universidade, terminou Licenciatura em Geografia, em 71. Matriculou-se no Curso de Mestrado, em 73, defendendo a tese publicada sob o título “DESLOCADOS DE GUERRA EM GOIÁS”, livro publicado em 1980.

Foi Fundador e Diretor do Museu Histórico de Anápolis, em 1975, após ter sido Presidente de sua Comissão Organizadora, nomeada em 71.

Organizou e coordenou a 1ª Semana de Teatro de Anápolis, em 72. No mesmo ano, foi professor do 1º Curso de Filatelia de Anápolis.

Escreveu artigos culturais para o jornal “O Anápolis”. Em 1983, a 27 de maio, recebeu o título de “Cidadão Anapolino”.

Realizou vários cursos de extensão universitária, entre os quais, “Aspectos da História de Goiás”, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão de Anápolis.

Cursou também “Psicologia das Relações Humanas”, no SESI, Anápolis; “Psicopatologia”, na Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão; diversos cursos realizados na UFG, na UCG, na Sociedade Brasileira de Cultura, São Paulo, etc.

Casado com Júlia Magalinski, tem sido professor em várias instituições, além de Técnico de Planejamento do INDUR.(Instituto de Desenvolvimento Urbano e Regional).

Além de Conferencista, é autor de diversas monografias e artigos científicos. Aposentou-se como Professor da Universidade Federal de Goiás.



JANAÍNA PASSOS AMADO BAPTISTA DE FIGUEIREDO, de Salvador, Bahia, 21.04.l947, entre outros, escreveu, “DANDARA”, “GENTE, TERRA VERDE, CÉU AZUL-GOIÁS”, “CONFLITO SOCIAL NO BRASIL: A REVOLTA DOS MUCKERS”, “INTERPRETAÇÃO HISTÓRICA DA CAPITANIA DE GOIÁS”, “HISTÓRIA DE GOIÁS EM DOCUMENTOS”, "NO TEMPO DAS CARAVELAS"(1991), sem dados biográficos nos livros, este, junto com Luís Carlos Baptista Figueiredo, seu esposo. Filha de James Amado e Jacinta Passos. Doutorou-se em História, pela Universidade de São Paulo(USP). Fez Pós-Doutorado nos Estados Unidos e em Portugal. Foi Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Transferiu-se para Brasília, no Distrito Federal, em 1993. Professora do Departamento de História da Universidade Nacional de Brasília(UNB), onde reside atualmente(1997). Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Historiadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Salientada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos históricos e literários, entre os quais, DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





JANAIR DE MORAIS ALCÂNTARA, de Palmeiras de Goiás, 1932, escreveu, entre outros, “CONVERSANDO”, “MULHER CRISTÃ HOJE”, “XILA-A BARATINHA AZUL”, “CONQUISTA DE UM ANJO”, este, com prefácio de seu irmão, Reverendo Gedeão Ferreira de Morais. Viveu em Goiânia, onde passou a sua infância, adolescência e juventude. Reside em Campinas, Estado de São Paulo. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Professora, Espiritualista, Evangélica. Ficcionista, Conferencista, Produtora Cultural. Pensadora, Memorialista, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ativista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JANE JORGE SARQUES, de Canápolis, Minas Gerais, l940, escreveu, entre outros, "IDEOLOGIA SEXUAL DOS GIGANTES"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Cronista, Contista, Administradora. Educadora, Ficcionista, Conferencista. Distinguida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diferentes instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos científicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JANE MONTEIRO(Jane Marilia Benigno Monteiro), de Belém, Pará, 28.05.1951, escreveu, entre outros, DOS INTERIORES À JANELA(1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Pedagogia. Pós-Graduada em Metodologia do Ensino Superior. Mudou-se para Brasília em 1972. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Ensaísta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JANETE SANTOS, de Macapá, Amapá, 01.06.1967, escreveu, entre outros, RETRATOS PARALELOS(Poemas-2004), junto com Gislaine Chaves e Beliza Cristina, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Graduou-se em Letras. Curso de Mestrado em Linguística Aplicada, pela UNICAMP(Universidade de Campinas), interior paulista. Transferiu-se para Araguaína, Tocantins, onde se tornou, por concurso público, professora de Lingua Portuguesa, da Universidade Federal do Tocantins. Publicou também TECENDO IMAGENS(Poemas) e ROTA MACAPÁ/BELEM(Contos). Sobre seu livro, foi elaborada excelente matéria por Rafael Cruz, no jornal do Waldir Braga, FOLHA DO MARANHÃO DO SUL, de Carolina, de 21.12.2004. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.



JARBAS DE OLIVEIRA, pseudônimo de Artemídoro Alves de Oliveira, Carioca, do Rio de Janeiro, l9l3, é autor de diversos livros, destacando-se, “TROVAS”, “O PINTOR” (PEÇA EM DOIS ATOS), "DEVANEIOS", "VERSOS", "INQUIETAÇÃO", “MARIA”, “DESABAFOS”, ”REFLEXÕES DE UMA PROFESSORA”, “RELEMBRANÇAS”, “AMOR EM TOM MAIOR”, "VIDA", este, com prefácio de Júlio Alves, "ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA", juntamente com Paulo Nunes Batista. Residente em Anápolis, Goiás, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Fiscal de Rendas Aposentado do Estado de Goiás. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Contista. Cronista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Articulista. Jornalista Profissional. Notabilizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido no Rio de Janeiro, no dia 24 de outubro de 1913. Filho de Antônio de Oliveira e de Bernardina Alves de Oliveira.

No Colégio Salesiano “Santa Rosa”, de Niteroi, concluiu os cursos primário, ginasial e secundário.

Ainda na terra natal, foi aluno da Escola de Medicina da Praia Vermelha. Fez o curso de Esperanto. Também cursou a Aliança Francesa.

Participou de diferentes companhias teatrais, mambembando pelo Brasil a fora.

Ainda no Rio de Janeiro, escreveu para o “Diário de Notícias”, o mesmo ocorrendo com “O Dia”, em São Paulo e o “Tribuna de Minas”, de Belo Horizonte.

Colaborou com diversos jornais e revistas de todo o país. Trabalhou, no Rio de Janeiro, na Rádio Vera Cruz e também na Rádio de Caxias.

Em Governador Valadares, fundou e dirigiu “O Combate”, como também a revista Ibituruna.

Entre as rádios, por ele fundadas, destacam-se, nos seguintes lugares, Caratinga, Leopoldina, Muriaé, Cataguases, Governador Valadares, Ubá.

Foi diretor e professor da Escola de Comércio de Ubá, em Minas Gerais. Vindo para Goiás, radicou-se em Anápolis. Foi Redator-Chefe do jornal “A Imprensa”.

Trabalhou muito tempo no jornal “O Anápolis”, onde foi Redator. Foi também Redator de “Tribuna de Anápolis”, assim como do “Correio do Planalto”.

Vinculado a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa, Associação dos Funcionários do Fisco.

Foi Assessor de Imprensa da Câmara Municipal de Anápolis e aposentou-se como Funcionário do Fisco Estadual.

Além dos livros “Versos” e “Devaneios”, escreveu também peças para teatro, contos, apólogos e crônicas para jornais, revistas e rádio.

Com seus 85 anos de idade, residindo em Anápolis, Goiás, continua escrevendo artigos para jornais e produzindo literatura.



JARBAS JAYME, de Pirenópolis, Goiás, 19.12.l895, escreveu, entre outros, "CINCO VULTOS MEIAPONTENSES" (1943), "FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS"(1973), "DO PASSADO AO PRESENTE" (1952), "ANEDOTÁRIO MEIAPONTENSE"(1958), "VALE SEIS"(1958), "ESBOÇO HISTÓRICO DE PIRENÓPOLIS" (1971). Pai da escritora Haydée Jayme e do escritor José Sisenando Jayme. Escritor, Professor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Conferencista, Genealogista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Noticiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Patrono na Academia Goiana de Letras, Cadeira 34, cujo fundador foi Waldir Luiz Costa, de que foi titular José Júlio Guimarães Lima, hoje(1998) ocupada por José Asmar. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, e ainda nos demais textos sobre a História de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido no Município de Pirenópolis, Goiás, a 19 de dezembro de 1895. Filho de Sizenando Gonzaga Jayme e Eugênia Goulão. Fez o primário na cidade natal.

Concluiu o secundário como aluno interno no Seminário de Santa Cruz, em Ouro Fino, Goiás Velho.

Destituído de vocação sacerdotal, retornou a Pirenópolis, dedicando-se à atividade agropastoril, na Fazenda Barreiro, de sua propriedade, no município de Jaraguá.

Em 1915, casou-se com Maria Diná Crispim. Transferindo-se, em janeiro de 1923, para Anápolis, onde foi tudo: comerciante, professor primário, funcionário da Prefeitura, jornalista, homem público.

Juntamente com outros, lançou o jornal “Voz do Sul”, em 1930 e no ano seguinte fundou o “Verbo”.

Foi Diretor e um dos fundadores da antiga Escola Normal de Anápolis, como também da Escola Normal “Padre Gonzaga”, de Pirenópolis.

Em duas ocasiões, foi Prefeito de Palmeiras de Goiás. Em 1951, foi Chefe de Polícia Civil. Casou-se, pela segunda vez, em 1948.

Escreveu para diversos jornais, entre os quais, “O Anápolis”, “A Imprensa”, “O Araguari”, “Lavoura e Comércio”, de Uberaba; “Diário de Notícias”, de Ribeirão Preto; “Matutina”, de Pirenópolis; “O Ipameri”, “Cinco de Março”, de Goiânia, entre outros.

Utilizou vários pseudônimos, destacando-se, Rubro, Ferrabraz, Jajay, Príncipe Negro, Lilases, etc.

Ainda em vida, publicou “Cinco Vultos Meiapontenses”, “Do Passado ao Presente”, “Vale Seis”, “Anedotário Meiapontense”, todos com recursos próprios.

São obras póstumas, “Esboço Histórico de Pirenópolis” e “Famílias Pirenopolinas”. Entre as inéditas, destacam-se, “História das Casas de Pirenópolis” e “Os Sumos Pontífices”.

Membro do Instituto Genealógico Brasileiro e da América Latina, está também vinculado ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, como Patrono da Cadeira 26, de que é Titular Rosarita Fleury, hoje ocupada por Jacy Siqueira.

Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 34, cujo fundador foi Waldir Luiz Costa, tendo sido titular Guimarães Lima e, atualmente(1998), José Asmar. Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira 01, de que foi titular Adahil de Amorim.

Faleceu em Pirenópolis, interior goiano, no dia 21 de julho de 1968.



JARBAS PASSARINHO(Gonçalves), de Xapuri, Acre, 11.01.1920, escreveu, entre outros, TERRA ENCHARCADA(1959), NA PLANICIE(1991), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se para Escola Militar do Realengo. Cursou a Escola de Aperfeiçoamento de Oficiais e Escola de Comanda e Estado Maior. Foi Governador do Estado do Pará. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Senador da República. Presidente do Senado. Foi Ministro do Trabalho, da Educação, da Previdência Social e Ministro da Justiça. Membro de diversas entidade, entre as quais, Academia Paraense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e Academia Brasiliense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JARBAS VALADARES RODRIGUES, Goiano, de Ipameri, l943, escreveu, entre outros, "O ESTRANHO", com prefácio de Ieda Schmaltz, sem dados biográficos no livro. Formado pela Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Médico, Escritor, Poeta. Contista, Cronista, Ensaísta. Memorialista, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Lirerato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JARMUND NASSER, Goiano, de Caiapônia, 18.07.l925, escreveu, entre outros, "CONTOS ESPARSOS". Foi Deputado Federal. Ex-Secretário da Educação e Cultura do Estado de Goiás. Escritor, Professor, Ensaísta. Contista, Cronista, Crítico Literário. Memorialista, Advogado, Jornalista. Pesquisador, Literato, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás. Atualmente(1997), é Assessor do Desembargador Castro Filho, ao lado do Dr. Valter Silva Reis, no Tribunal de Justiça de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Ciro Lisita Júnior e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiânia, Goiás, no dia 25.05.2004, antes de completar 79 anos de idade.



JASON TÉRCIO SANTOS, de Uberaba, Minas Gerais, 1943, escreveu, entre outros, PÃO DE QUEIJO EM HYDE PARK(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação Social. Mestrado em Literatura Brasileira. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Produtor e Locutor da BBC, de Londres. Jornalista, Redator de Jornais. Assessor de Imprensa. Detentor do Prêmio STANISLAW PONTE PRETA, 1992, da Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, OS PREMIADOS DO STANISLAW, 1992, de Flávio Moreira da Costa. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





JAURO JOSÉ STUDART GURGEL, de Acaraú, Ceará, 11.12.1945, escreveu, entre outros, “ARAGUAÍNA-40 ANOS”(1998), “COSMORAMA” (POESIAS E CRÔNICAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com apresentação de Valéria Sueli. Livro publicado em 1986, quando o autor era aluno do curso de Letras, da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Araguaína, no Estado de Goiás, hoje Tocantins. Filho de Benjamim e Olga Studart Gurgel. Após os estudos primários em sua terra natal, foi para Fortaleza, onde concluiu o ginasial e científico. Casado com Elineusa Lima Pereira, mudou-se para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, em 1981. Professor de Literatura do Colégio Pré-Universitário de Araguaína. Docente do Colégio Estadual Polivalente Castelo Branco, da antiga “LIVRE-NOS DEUS”, hoje Araguaína. Em 1983, mediante concurso público, tornou-se professor da rede estadual de ensino. Foi editor de jornais como “O PROGRESSO” e “O GRITO”. Exerceu o cargo de ASSESSOR DE IMPRENSA da Câmara Municipal de Araguaína, bem como Diretor de Jornalismo da antiga Televisão Aratins, Canal 13. Escritor, Poeta, Educador. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Ativista, Visionário, Produtor Cultural. Cronista, Contista, Idealista. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Escritores de Araguaína. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Ultimamente(2002), tornou-se um dos fundadores da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense(ACALANTO), na Cadeira 02, tendo como Patrono Padre Antônio Tomaz. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JÁVIER GODINHO, Goiano, de Goiás Velho, 02.11.l936, escreveu, entre outros, "DA MINHA PRISÃO", in IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA. Publicou também o livro “PENSE NISSO, SEJA FELIZ”(1998). Redator da HORA DO ÂNGELUS da TV ANHANGUERA, de Goiânia, Goiás, programa levado ao ar por mais de vinte anos. Filho de Luiz Xavier de Araújo Godinho e Argentina da Fonseca Godinho. Jornalista em diferentes jornais, entre os quais, DIÁRIO DO OESTE, O POPULAR, CINCO DE MARÇO. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Técnico em Comunicação Social da Agência Nacional. Escritor, Poeta, Publicitário. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Radialista, Jornalista Profissional, Espiritualista. Cronista, Contista, Produtor Cultural. Editor, Pensador, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ativista. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Profissional dos Radialistas, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso Oliveira, bem como em TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JEAN DE LÉRY, de La Margelle, Bourgone, França, 1534, escreveu, entre outros, “VIAGEM À TERRA DO BRASIL”(1578). Incluído neste dicionário, por ter sido o primeiro cidadão do mundo a publicar um livro substancial, com mais de 400 páginas sobre o Brasil de 1557, quando o autor tinha 23 anos de idade e o Brasil tinha apenas 57 anos. Filho de pais burgueses e calvinistas. Após os estudos primários em sua terra natal, com 18 anos de idade, em 1552, foi para Genebra, na Suiça, meca do protestantismo, iniciando-se nos estudos teológicos, mas exercendo a profissão de artesão sapateiro. Concluidos os estudos de teologia calvinista, com 21 anos de idade, partiu para o Brasil no navio GRANDE ROBERGE, junto com 120 pessoas, em maio de 1555, chegando ao Brasil em 26 de fevereiro de 1557, tendo sido o narrador da expedição. Após permanecer por algum tempo pregando a doutrina calvinista nas costas brasileiras, retornou à Suiça, onde em 05.08.1560, recebeu o título de BURGUÊS DE GENEBRA. Já consagrado Pastor Protestante, foi nomeado Ministro Evangélico e enviado para Lyon, na França. Em 1563, retornou a Genebra. Nesta cidade, escreveu o livro “NARRATIVA DO CERCO DE SANCERRE” e supervisionou a reimpressão de suas obras. Em SANCERRE, ele ficou sitiado, sofrendo os horrores da fome, entre 13 de fevereiro e 14 de agosto de 1573. Posteriormente, mudou-se para Berna, na Suiça, onde faleceu em 1611. Dedicou o seu livro ao Conde Francisco de Coligny, Governador de Montpellier, na França. Em seu livro descreve as tempestades enfrentadas e os primeiros contatos com os indígenas na região da hoje cidade de Cabo Frio, no Rio de Janeiro. Descreve o desembarque no Forte de Coligny e o encontro com o Chefe da Expedição Francesa no Brasil, Nicolau Durand de Villegagnon que os obrigou a carregar terra e pedras para o seu “forte” durante a noite. Descreveu também o Rio Guanabara e as belezas do Pão de Açucar. Fala sobre os indios Tupinambás, bem como suas comidas, inclusive a farinha. Descreve os animais monstruosos e ainda os peixes existentes. Fala sobre o casamento e o grau de parentesco entre os selvagens. Depois de desentender-se com o próprio Villegagnon, retornou ao seu pais de origem, depois de sofrer várias tormentas e naufrágios. Colocou em seu livro um vocabulário com palavras em Tupinambá e Tupiniquim, utilizadas no encontro com os selvagens. Seu livro foi traduzido para o português por Sérgio Milliet e publicado pela Biblioteca do Exército, no Rio de Janeiro, em 1961. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JEAN DE SOUSA JARDIM, de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, l968, escreveu, dentre outros, "NASCIMENTO DE EMOÇÕES"(POEMAS), “TOQUE DE EMOÇÕES”(POESIAS), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com apresentação de Aldair da Silveira Aires, notas de orelha de Oliveira Leite Gonçalves e José Nicolau Heck e observações de capa de Joel Pimentel Ulhôa. Após os estudos primários em sua terra natal, dirigiu-se para Goiânia, onde fez os estudos complementares. Estudou no Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás, tornando-se professor. Fez curso de Mestrado em Filosofia. Um dos fundadores do Grupo Oficina de Escritores. Pensador, Poeta, Jornalista. Professor, Cronista, Ensaísta. Intelectual, Escritor, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Contista, Conferencista, Literato. Administrador, Pesquisador, Orador. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás, Associação dos Docentes da UFG e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JEAN-MARIE LAMBERT, de Dalhem, Liege, Bélgica, 28.12.1948, escreveu, entre outros, “CURSO DE DIREITO INTERNACIONAL PÚBLICO”(2002), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Joseph Lambert e Marie Hompesch Lambert. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Ciências Econômicas, na Universidade de Heidelberg, na Alemanha. Curso de Mestrado em Direito Internacional, na Universidade de Bruxelas. Doutor em Relações Internacionais, na Universidade de Liège, na Bélgica. Fez estágio especial em Literatura Espanhola, na Faculdade de Filosofia e Letras de Granada, na Espanha. Cursou Literatura Inglesa, na Universidade de Cambridge, na Inglaterra. Quando ainda adolescente, viveu também em Marrocos e na Argélia. Mudou-se para o Brasil, em 1973, quando passou a viver em Goiânia. Como não sabia falar português, conseguiu apenas um emprego de sapateiro. Foi garimpeiro em Santa Terezinha de Goiás. Professor de Inglês e proprietário de Escola de Inglês em Goiânia. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Economista, Jornalista, Ensaísta. Cronista, Memorialista. Escritor, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Com o passar do tempo, tornou-se professor de Direito Internacional da Universidade Católica de Goiás. É hoje(2002), um dos mais apreciados colunistas do jornal “O POPULAR”, de Goiânia e do “JORNAL DO TOCANTINS”, de Palmas. Apesar de sua importância, não foi lembrado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles(2ª edição, 1999), não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Sobre ele, escreveu excelente matéria a jornalista Viviane Maia, para o jornal O POPULAR, de Goiânia(22.10.2003), sob o título UM CALOR NO CORAÇÃO DO BELGA. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JEAN PIERRE CONRAD, de Recife, Pernambuco, 22.04.1930, escreveu, entre outros, “O CAMINHEIRO”(1997), “CRÔNICAS & OUTRAS HISTÓRIAS DE O POPULAR”(1998), este, em colaboração com outros autores. Filho de franceses que moravam no Recife. Transferiu-se para Goiânia ainda jovem e passou a trabalhar nos jornais “CINCO DE MARÇO”, “DIÁRIO DO OESTE”, “FOLHA DE GOYAZ” e “O POPULAR”, de que é hoje um dos cronistas. Já foi revisor, crítico de cinema e redator. Pensador, Poeta, Jornalista. Professor, Cronista, Ensaísta. Intelectual, Escritor, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Educador. Contista, Conferencista, Literato. Administrador, Pesquisador, Orador. Na Universidade Federal de Goiás, diplomou-se em Medicina Veterinária, deixando o jornalismo profissional. Atualmente(2002), é cronista semanal do jornal O POPULAR, de Goiânia. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.



JEAN WYLLYS MATOS(BIG BROTHER), de Alagoinhas, Bahia, 1974, escreveu, entre outros, “AINDA LEMBRO”(São Paulo, Globo, 2005), com notas de orelha de Pedro Bial, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 17 anos de idade, em 1991, mudou-se para Salvador. Com o decorrer do tempo, formou-se em Comunicação Social, pela Universidade Federal da Bahia. Em 2001, publicou o livro de contos “AFLITOS”, premiado pela Fundação Casa de Jorge Amado, em Salvador, na Bahia. De inteligência privilegiada, tornou-se famoso por vencer a edição 2005 do BIG BROTHER BRASIL, transmissão ao vivo da Rede Globo de Televisão, sob o comando do jornalista Pedro Bial. Quando foi indicado para o primeiro “paredão”, com maioria de votos nunca vista, disse ter sido indicado pelos colegas porque era GAY. Sua honestidade e seu destemor foram marcantes. Seu livro(AINDA LEMBRO), de fina sensibilidade poética, revela mais uma vez, o talento multiforme do autor, além da extraordinária capacidade de cativar as pessoas. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br www.mariomartins.com.br



JEHOSUÁ AVELINO DA CUNHA, de Parnaíba, Piauí, l9l9, escreveu, entre outros, "O COUNTRY, SUA GENTE, SUA MAGIA", sem dados biográficos no livro. Foi Presidente do Country Clube de Goiás. Economista, Jornalista, Ensaísta. Cronista, Memorialista, Empresário. Escritor, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Regional de Economia, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JEOVÁ DE PAULA REZENDE, Mineiro, de Sacramento, l935, escreveu, entre outros, "CENAS DE DESEMBOQUE"(CONTOS-1966), sem dados biográficos no livro. Filho de José Maria de Rezende e Artemira Fontoura de Rezende. Conforme alguns autores, teria nascido em Araxá, no dia 30.06.1921. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário em Sacramento e no Liceu de Goiânia. Bacharel em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Foi Diretor Administrativo da Assembléia Legislativa de Goiás e seu Consultor Jurídico. Um dos criadores do IPASGO. Procurador de Justiça Aposentado. Professor da Faculdade de Direito e do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Católica de Goiás. Foi Diretor da Faculdade de Direito da UCG, de que recebeu o título de Professor Emérito. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, Edição do Mec, l990 e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.



JEREMIAS RIBEIRO DOS SANTOS, de Ibitunane, Gentio do Ouro, Bahia, 30.09.1926, produziu, entre outros, “RABISCOS POÉTICOS”, sem dados biográficos. Filho de Manoel Ribeiro Santos e Maria Ribeiro Santos. Com 23 anos, em 1949, casou-se com Guiomar Ribeiro Martins, com quem teve vários filhos, entre os quais, Jeremias Ribeiro Filho, Gasparino Martins Neto, Laurentina dos Santos Novais, Carlos Alberto, Mário Washington, David Wilson, Jônatas Daniel, Rubens Ribeiro, Guiomar Martins, Mary Ruth, Noêmia Isabel e Maria Janete. Não conseguiu terminar o curso primário, mas em 1948, com 22 anos, foi professor leigo em Caldeirão do Ouro, antigo Distrito de Gentio. Tornou-se, ao longo da vida, um grande autodidata. Mudou-se para Ipupiara, Bahia, dedicando-se à agricultura e também à poesia. Por volta de 1960, fez-se Avaliador Judicial da Comarca de Brotas de Macaúbas, condição em que se aposentou, depois de 35 anos de serviço. Vinculou-se a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Clube Baiano de Trova, Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, Academia Petropolitana Raul de Leoni, Academia de Letras de Uruguaiana, Centro Cultural Jornal de Felgueiras, de Portugal. Publicou poesias no livro ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL(1980, 3º), de Aparício Fernandes, no Rio de Janeiro. Escreveu ainda FAGULHAS DE LUZ, CENTELHAS ETERNAS, FRAGMENTOS LÍRICOS, LIRA LAUDATÓRIA, FLORES NO DESERTO, etc. Faleceu em Ipupiara, Bahia, com 73 anos, no dia 30.04.1999. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm



JERÔNIMO COIMBRA BUENO, Goiano, de Rio Verde, 19.05.l9l0, escreveu, entre outros, "O TOPÔNIMO GOIÁS". Engenheiro Civil. Foi construtor de Goiânia, no Governo de Pedro Ludovico Teixeira em 1932. Superintendente-Geral das Obras de Goiânia, entre 1934 e 1939. Senador da República pelo Estado de Goiás, entre 1955 e 1963. Governador de Goiás entre 1947 e 1950. Foi também Deputado Federal. Fundador da Rádio Brasil Central de Goiânia, em l950. Participou da Comissão de Localização da Nova Capital Federal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA) de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro e também em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Por razões políticas, terminou por se afastar de Pedro Ludovico Teixeira, de quem foi o principal auxiliar, na construção da Capital de Goiás. Chegou, inclusive, a ser processado por Pedro Ludovico, conforme o livro “ARQUIVAMENTO”, do advogado carioca Paulo Paulista de Ulhôa Cintra. Contrariou a orientação de Pedro Ludovico, ao abrir loteamentos urbanos, para empreiteiros particulares, o que gerou a crise acima referida. Os setores “COIMBRA” e “BUENO”, em Goiânia, levaram o seu nome. Faleceu no Rio de Janeiro, de enfarte, em setembro de 1996, com 86 anos de idade. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JERÔNIMO DE CARVALHO BUENO, Goiano, de Goiás Velho, 10.09.l930, escreveu, entre outros, "HISTÓRIA DA MEDICINA EM GOIÁS"(1979), sem dados biográficos no livro. Filho de Virgílio Bueno da Fonseca e Rosa de Carvalho Bueno. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Formou-se em Medicina, no Rio de Janeiro. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Prefeito da Cidade de Goiás. Professor da Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás. Médico, Docente, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Escritores Médicos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JERÔNIMO GENOILTON CALDAS, de João Pessoa, Paraíba, 02.03.1962, escreveu, entre outros, CRÔNICAS POÉTICAS, com prefácio de Maria Caldas, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Permaneceu na Paraíba estudando até 1983, quando tinha 21 anos de idade. Como bancário, foi também Estagiário da Caixa Econômica Federal(CEF). Trabalhou no Banco Itaú. Foi Professor. Posteriormente, mudou-se para São Paulo. Foi colunista do Jornal GAZETA DO TABOÃO, em Taboão da Serra, interior paulista. Casou-se com Maria Auxiliadora Caldas, com quem tem os filhos Jakes, Auslannya e Jaislannya. Percorre o Brasil vendendo o seu livro, estando atualmente(2005) em Palmas, Tocantins. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ, Mineiro, de Campina Verde, 13.04.l9l7, autor de vários livros, destacando-se, "HOMENS DE PALHA", "SOCIOLOGIA E DIREITO", "EVOLUÇÃO CULTURAL DE GOIÁS"(1969), "UNIVERSIDADE E JUVENTUDE", “A IGREJA CIVILIZOU GOIÁS”(1961), “BOA NOITE SÃO PAULO BRASILEIRO”, "MANUAL DO ORADOR". Vinculado ao Tocantins, por ser membro titular da Academia Tocantinense de Letras. Filho de Sebastião Ferreira e Mônica Maria Macedo Queiroz.



Foi Reitor da Universidade Federal de Goiás e Professor da Faculdade de Direito. Advogado, Jornalista, Docente. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista.



Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe.



Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, além de CONTOS E POESIAS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.



Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 07, cujo Patrono é Francisco de Britto. Sua posse se deu na cidade de Palmas, no dia 15.08.1997. Não foi eleito, mas convidado pela Assembléia Geral da ATL, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.



Nasceu em Campina Verde, Minas Gerais, a 13 de abril de 1917.

Concluiu os estudos primários na Fazenda Perobas, em sua terra natal, por volta de 1929. Matriculou-se no Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais, onde terminou o curso secundário, em 1933.



Já em Belo Horizonte, ingressou na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Minas Gerais, onde se bacharelou em 1938. Formado em Direito e com ampla experiência na advocacia, deixou Belo Horizonte, mudando-se definitivamente para Goiás, em 1952.



No dia 10 de março de 1957, no Salão Nobre da Faculdade de Direito de São Paulo, pronunciou memorável conferência, em nome do Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico), na instalação da Primeira Semana Nacional Mudancista da Capital Federal.



Exerceu importantes cargos na área do ensino Secundário e Superior, tendo sido, inclusive, Inspetor Escolar. Professor Catedrático de Direito Judiciário e de Sociologia Rural e Urbana.



Diretor da Faculdade de Direito de Goiás, em Goiânia. Em sucessão ao ilustre Professor Colemar Natal e Silva, fundador da Universidade, terminou por tornar-se Reitor da Universidade Federal de Goiás (1964/69).



Em 1967, pela Editora da Universidade de Goiás, publicou o livro “SOCIOLOGIA E DIREITO”. Homem de vasta cultura e orador primoroso, tem numerosas obras publicadas, dentre elas “Minas Intelectual”; “Sociologia do Direito”; “Essências do Panamericanismo”; “Homens de Palha”; “Planejamento Por Três Anos”; “Da Divisão Sumaríssima entre os Incapazes”.



Entre suas obras inéditas, destacam-se: “Precursores de Kant”; “Justiça da Progressividade do Imposto Sucessório”, “Contribuição à Literatura Brasileira”, “Cadernos de Estudos”, “O Processo Civil”; “Sociologia Goiana” e “Cristais Sonoros”.



É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 29, cujo Patrono é Luis Maria da Silva Pinto. Foi eleito em 1971 e empossado no dia 6 de abril de 1972, com saudação de Waldomiro Bariani Ortêncio.



Está vinculado também à União Brasileira de Escritores, à Ordem dos Advogados do Brasil, à Associação Goiana de Imprensa e ao Instituto Histórico e Geográfico de Goiás.



Com seus 81 anos de idade, o Prof. Jerônimo é figura marcante na sociedade goiana, pelo seu brilhantíssimo e pela sua forma entusiasta de viver a vida.



Com o título “ANÁLISE LITERÁRIA DE HOMENS DE PALHA”, escreveu, em 1973, excelente livro, a professora Nelly Alves de Almeida.



Também sobre ele e com o título “JERÔNIMO GERALDO DE QUEIROZ E OS HOMENS DE PALHA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.



Seu discurso de posse na Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 07, no dia 15.08.1997, na cidade de Palmas, tendo como Patrono Francisco de Brito, é um documento histórico de valor inestimável.



Faleceu em sua Fazenda, em Guapó, de enfarte fulminante, com 86 anos de idade, no dia 24.09.2003, sendo sepultado no Cemitério Santana, de Campinas, bairro de Goiânia. Foi casado com a mineira Celma Afonso Fontoura, com quem teve 5 filhos.



Sua vaga na Cadeira 29, da Academia Goiana de Letras, está sendo disputada pelo candidato único, Desembargador Ney Teles de Paula, filho de Piracanjuba. Eleito, Ney Teles de Paula foi empossado no dia 24.06.2004.



Na Academia Tocantinense de Letras, a Cadeira 07 de Jerônimo Geraldo de Queiroz, continua vaga, pelo menos até esta data(Junho de 2004). Posteriormente(28.09.2004), foi eleito para esta cadeira, o confrade Júlio Resplande, também como candidato único, tendo tomado posse no dia 19.11.2004, no auditório da Polícia Militar, em Palmas.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



JERÔNIMO GUEIROS, de Santo Antonio das Queimadas(Jurema), Pernambuco, 30.09.1880, escreveu, entre outros, RAZÕES DE MEU SILÊNCIO(Polêmica), ESTUDOS DE FILOLOGIA E GRAMÁTICA, PROJEÇÕES DE MINHA VIDA(Artigos), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 21 anos de idade, em 1901, tornou-se Pastor Protestante, vinculado ao Presbiterianismo. Foi para Natal, no Rio Grande do Norte, onde fundou o EXTERNATO NATALENSE e também a ESCOLA ELISA REED. Catedrático de Português na Escola Normal do Rio Grande do Norte, em Natal. De volta a Pernambuco, por concurso público, tornou-se Catedrático do Instituto de Educação de Pernambuco, no Recife, cargo em que se aposentou muitos anos depois. Em 1929, com 49 anos de idade, tomou posse na Cadeira 11, da Academia Pernambucana de Letras, tendo como Patrono o GENERAL ABREU E LIMA. Polemista, Escritor, Orador. Filólogo, Pastor Presbiteriano, Poeta. Jornalista, Docente. Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Faleceu no Recife, em 07.04.1953, com 73 anos. É mencionado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JERÔNIMO RODRIGUES DE MORAIS, Goiano, de Goiás Velho, l878, escreveu, entre outros, "HERANÇA DO DR. CORUMBÁ"(1914), sem dados biográficos no livro. Advogado, Político, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Pesquisador, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JERÔNIMO RODRIGUES DE MORAIS JARDIM, Goiano, de Goiás Velho, 12.02.1838, escreveu, entre outros, “LINHA FLUVIAL TOCANTINS-ARAGUAIA”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Sua obra foi resultado de uma conferência realizada no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, em 1894, quando o autor tinha 56 anos de idade. Filho de Joaquim Rodrigues de Morais e Maria Altina Jardim. Após os estudos primários em sua terra natal, frequentou o Liceu de Goiás, onde terminou o curso de “humanidades”. Entrou para o Exército Brasileiro, em 1854, tornando-se Militar. Em 1859, foi promovido a segundo tenente. Em 1862, formou-se Engenheiro Civil. Seu irmão, Joaquim Rodrigues de Morais Jardim, em 1879, foi professor do Seminário Episcopal de Goiás, sob a direção do primeiro Reitor, o Padre Nicolau de Almeida Pinto Vieira. Quanto a Jerônimo, envolveu-se com a política, elegendo-se Deputado Geral, como representante da Província de Goiás, em 1880. No dia 03.11.1891, foi reformado no posto de Marechal, após ter sido General de Brigada. Tornou-se Diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil, dando prioridade para a Ferrovia Araguaia Tocantins, que, em virtude da falência do RUSSIAN BANK, jamais foi concluída. Em 1898, foi nomeado Ministro da Indústria, Viação e Obras Públicas, no período em que governaram Goiás, os Presidentes Francisco Leopoldo Rodrigues Jardim, Bernardo Antônio de Faria Albernaz e Urbano Coelho Gouveia. Quando Deputado Geral, realizou viagens de estudos pelos Rios Tocantins e Araguaia, detendo-se em cidades como Araguacema, Couto Magalhães, Tocantinópolis, Pedro Afonso, Porto Nacional, Peixe, etc. Como jornalista, escreveu para diversos jornais da época. Faleceu no Rio de Janeiro em 1916. Era também conhecido como Jerônimo de Morais Jardim ou Jerônimo de Morais. É destacado na obra “PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS”, de Joaquim Carvalho Ferreira, bem como no livro “VIAGEM AO TOCANTINS”, de Júlio Paternostro e ainda em “GENERAIS GOIANOS”, de Humberto Crispim Borges. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JERRY FILHO(Jeremias Ribeiro Filho), de Ipupiara, Bahia, 21.12.1950, escreveu, entre outros, CENTELHAS DO ALÉM(Trovas e Poesias- Piracicaba, SP, 2000), com prefácio de Carlos Moraes Júnior, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Jeremias Ribeiro dos Santos e Guiomar Ribeiro Martins. Primo do autor destas notas. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Casou-se com Jardilina Rodrigues Novais, em 1983, com 33 anos. Em sua terra, Ipupiara, foi professor primário municipal. Mudou-se para São Paulo, tendo trabalhado em diferentes firmas, entre as quais, COBRAVE/SP(Mercedes Bens). Não perdeu, contudo, os laços com sua terra, tendo a ela dedicado os poemas publicados sob o título UM POUCO DO MEU ESTRO, no ANUÁRIO DE POETAS DO BRASIL, Rio de Janeiro, 1980, de Aparício Fernandes. Publicou também em ANUÁRIO COLETÂNIA DE TROVAS(1981). Lançou o cordel ABC DE IPUPIARA. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Clube da Trova do Vale do Paraíba, Clube de Poesia de Uruguaiana e Academia de Trovas do Rio Grande do Sul. Foi biografado na coluna TROVAS, de Maria Thereza Cavalheiro, no jornal O RADAR, de Apucarana, Paraná, abril de 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JESUALDO CAVALCANTI BARROS, de Corrente, Piauí, 18.02.1940, escreveu, entre outros, TEMPO DE CULTURA(1985), O ESTADO DO GURGUÉIA E OUTROS TEMAS(1995), NOTICIA DO GURGUÉIA(2002), MEMÓRIA DOS CONFINS(2005), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Sebastião de Sousa Barros e Iracema Cavalcanti Barros. Casou-se com Maria do Perpetuo Socorro Rocha Cavalcanti Barros, com quem tem os filhos Jesualdo Filho(Engenheiro), Juliana(Médica) e Marina(Advogada). Após os estudos primários em sua terra natal(1953), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o ginásio no Colégio Dom Bosco, de Goiânia(1957). O cientifico no Liceu Piauiense, de Teresina(1961). Bacharelou-se em Direito, na Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais de Teresina, Piauí, em 1966, com 26 anos de idade. Fez Pós-Graduação em Administração de Empresas(1967) e em Direito Público(1978). Vereador de Teresina, em 1962. Deputado Estadual entre 1978 e 1990. Deputado Federal em 1986. Presidente da Assembléia Legislativa do Piauí e seu Governador(temporário), entre 1992 e 1993. Presidente da Fundação Cultural do Piauí entre 1983 e 1986. Foi eleito Conselheiro do Tribunal de Contas do Piauí, em 1994, onde se aposentou em março de 2002. Detentor de diversas comendas, entre as quais, ORDEM DO MERITO RENASCENÇA DO PIAUI, COLAR DO MERITO JUDICIÁRIO DO PIAUI, MEDALHA DO MÉRITO LUCIDIO FREITAS, etc. Sua esposa, Socorro Rocha Cavalcanti Barros, escreveu o excelente livro OS CAVALCANTES DO CORRENTE(2003). Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Ordem dos Advogados do Brasil, do Piauí, de que foi primeiro secretario em 1976. Polemista, Escritor, Orador. Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Cronista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas, onde não é completamente biografado e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JESUS ACÁCIO DE OLIVEIRA, de Conceição do Araguaia, Pará, 28.04.1954, escreveu, entre outros, ESTUPEFAÇÃO CONTINGENTE(1986), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Pedagogia e Sociologia. Mudou-se para Brasília em 1980. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Ensaísta. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA POÉTICA, de Jucimar Clemente. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JESUS ALBERTO GONÇALVES, de Quirinópolis, Goiás, l948, autor de diversos livros, entre os quais, "LUTA CORPORAL DO AMOR BRUTO", "GOTAS DE LUTA", sem dados biográficos nos livros. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Contista. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato Cronista, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JESUS BARROS BOQUADI, Cearense, de Crateús, 22.04.l929, escreveu diversos livros, dentre tantos, "GOIÂNIA-SONHO & ARGAMASSA"(Poemas), "ROMANCEIRO GOIANO"(Poemas), “O CEGO”(Poemas), “GAGARIN E SHEPARD-COMBATEREMOS O SOL”(Poemas), “CANÇÕES DO ADVINHO”(Poemas), “INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA CACHAÇA”(Ensaio), “SANGUE NAS ASAS DA GARÇA”(Teatro), “VAI E COLHE UMA ESTRELA CADENTE”(Romance), “NUNCA O HOMEM SOZINHO”, “BOI CHAPEU”(Poemas). Mudou-se para Goiânia, Capital de Goiás, em 1941. Formou-se em Direito e Letras Modernas. Advogado, Jornalista Profissional. Foi Fiscal e Inspetor do Trabalho em Goiânia. Um dos fundadores, ao lado dos jornalistas Antonio Geraldo Ramos Jubê e de Genaro Maltez, do jornal PRIMEIRA HORA e HORA DE BRASÍLIA. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Pesquisador, Ensaísta. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Ativista, Memorialista, Professor. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Nacional de Escritores. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e em diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício e A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente. Destacado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Estudado na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil, em TRONCO E VERGONTEAS, de Antonio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Crateus, Ceará, no dia 22 de abril de 1929. Filho de Alexandre Lucas Boquady e Albertina Vieira Boquady.

Ainda muito criança, mudou-se com a família para Filadélfia, Araguacema e Miracema do Norte, Estado de Goiás, todas localizdas hoje no Estado do Tocantins.

Por volta de 1938, em Miracema, estudou o primário, concluindo o curso de “humanidades” nos anos seguintes, já em Goiânia, para onde se transferiu em 1941.

Na Capital de Goiás, iniciou o curso jurídico, na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, bacharelando-se em 1954.

Em 1959, com o livro “O CEGO” recebeu o “PRÊMIO LEO LYNCE” e publicou também “GOIÂNIA-SONHO & ARGAMASSA”.

Nos anos seguintes, licenciou-se em Letras Modernas, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras.

Por Concurso Público, tornou-se Fiscal e Inspetor do Trabalho.

Como jornalista, foi redator do jornal FOLHA DE GOIÁS, do DIÁRIO DA TARDE e do DIÁRIO DO OESTE, além do JORNAL DE NOTÍCIAS.

Ao lado dos jornalistas Genaro Maltez e Antônio Geraldo Ramos Jubé, fundou na nova Capital Federal(Brasília), em 1959, os jornais PRIMEIRA HORA e HORA DE BRASÍLIA.

Foi professor de Literatura Brasileira, na Faculdade de Filosofia, da Universidade Católica de Goiás.

Após ter publicado vários outros livros em Goiânia e ter vivido na Capital de Goiás, desde 1941, mudou-se definitivamente para Brasília, onde hoje(1998) reside.



JESUS DE AQUINO JAIME, Goiano, de Pirenópolis, 07.09.l927, autor de muitos livros, destacando-se, "O COMETA DE HALLEY"(ROMANCE-1971), "VIAGEM DAS CHUVAS"(CONTOS-1972),”REI DOS PAMPAS”(TEATRO-1981), “PORTO SEGURO”(POEMAS-1988), “A FRAUDE”(CINEMA-1968), “A PORTA”(POEMAS-1993), “O PUXADOR DE CEGO”, “A IDADE DA NOITE”, “A VIAGEM DA CHUVA E OUTROS CONTOS”. Iniciou os estudos primários em sua terra natal e também em Goiás Velho. Na Universidade Federal de Goiás, já em Goiânia, bacharelou-se em Ciências Contábeis e em Ciências Jurídicas e Sociais. Foi Diretor Geral do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás, aposentando-se em 1988, depois de ter começado como jardineiro, em 1952. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Em 1979, no dia 18 de outubro, foi eleito para a Cadeira 34, da Academia Goiana de Letras, tendo como Patrono Jarbas Jayme, porem jamais tomou posse, terminando por renunciar, através de carta dirigida ao então Presidente Ursulino Leão. Esta cadeira 34 é hoje ocupada por José Asmar. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, na SÚMULA DA DE LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, na LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente e ainda em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Um de seus livros, “A VIAGEM DAS CHUVAS E OUTROS CONTOS” foi adotado para o vestibular da Universidade Federal de Goiás, em 2002.Faleceu em Goiania, em 21 abril de 2012, com 85 anos de idade.Realmente, foi eleito para a Academia Goiana de Letras, mas nunca tomou posse, tendo RENUNCIADO antes da Posse.JESUS MANOEL DE ASSIS, Goiano, de Campo Redondo(Fazenda Lageado), Município de Jataí, 1943, escreveu, entre outros, “DOCUMENTO HISTÓRICO DE JATAÍ”, sem dados biográficos no livro. Fundou e Dirigiu o jornal FOLHA DO SUDOESTE, bem como a revista METAS. Foi borracheiro, pintor de veículos, balconista. Operador de rádio, Discotecário, Radialista. Funcionário da Prefeitura Municipal de Jataí, de Tecidos Bandeirante e da Rádio Difusora. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jornalista, Editor, Produtor Cultural. Memoriaista, Intelectual, Pensador. Ativista, Literato, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa, Associação de Contabilistas de Jataí, de que foi Presidente, da Associação de Jornalistas do interior do Estado de Goiás, de que também foi Dirigente e do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JÉZER DE OLIVEIRA(José Jézer de Oliveira), de Crato, Ceará, 04.05.1935, escreveu, entre outros, CARIRI-CELEIRO DO CEARÁ(1968), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Mudou-se para Brasília em 1961. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Diretor Geral do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e do Tribunal Regional Eleitoral. Colunista Literário. Foi Editor do Caderno 2, do Correio Braziliense. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JÉZUS MARCO DE ATAÍDES, de Tupaciguara, Minas Gerais, 18.02.1955, escreveu, entre outros, “SOB O SÍGNO DA VIOLÊNCIA-COLONIZADORES E KAYAPÓ DO SUL NO BRASIL CENTRAL”(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Diretor do Instituto Goiano de Pré-História e Antropologia(IGPA), da Universidade Católica de Goiás. Historiador, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Curso de Mestrado em História. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação do Docentes da UCG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JILTON MORAES DE CASTRO, de Maceió, Alagoas, 21.04.1946, escreveu, entre outros, PÚLPITO: PREGAÇÃO E MÚSICA(Rio, JUERP, 2002, 224 p). HOMILÉTICA: DA PESQUISA AO PÚLPITO(Recife, STBNB, 1a edição: 2000, 2a edição 2002). HÁ UM MENINO NA RUA(Rio, JUERP, 1999, 99 p). A RIQUEZA MAIOR (Rio, JUERP, 1a Edição 1985, 2a edição 1987 (esgotado), 172 p.) HOMILÉTICA-DA PESQUISA AO PÚBLICO(São Paulo, VIDA ACADÊMICA, 2005, 236 p), este, com prefácio de Lourenço Stelio Rega e capa de Marcelo Moscheta, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Agenor Moraes Filho e Juvenilha Moraes de Castro. Concluiu o ensino médio no Colégio Americano Batista do Recife, em dezembro de 1966, com 20 anos de idade. Fez o BACHAREL EM TEOLOGIA, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em novembro de 1971, com 25 anos. Terminou o curso de MESTRE EM TEOLOGIA (Th. M.), no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, em novembro de 1983. Com 47 anos de idade, concluiu o curso de DOUTOR EM TEOLOGIA (Th. D.), em junho de 1993, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife, Pernambuco. Casou-se com Ester Souto de Moraes, com quem tem os filhos Lídia, Lílian, David e Daniel. Foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor, no dia 20.05.1971, com 25 anos de idade, na Igreja Batista do Cordeiro, no Recife, para pastorear a Igreja Batista de Henrique Jorge, em Fortaleza, no Ceará. Foi colega do autor destas notas no Seminário do Norte, quando este, além de ter sido aluno e primeiro Mestre em Teologia da instituição, em 1972, defendendo a sua tese, sob a orientação do Doutor Zaqueu Moreira de Oliveira, foi também professor do Seminário até 1974. Quanto a Jilton, foi Pastor Titular da Igreja Batista de Henrique Jorge, Fortaleza, Ceará, de Maio de 1971 a julho de 1974. Pastor Titular da Primeira Igreja Batista do Pará(Belém), de Agosto de 1974 a janeiro de 1983. Pastor Titular da Primeira Igreja Evangélica Batista de Teresina (PI), de Fevereiro de 1983 a dezembro de 1984. Foi também Pastor Titular da Igreja Batista Imperial, no Recife(Pe), de Fevereiro de 1985 a dezembro de 2000, onde ficou por cerca de 15 anos. Em 1985, com 39 anos de idade, tornou-se Professor do Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, ali permanecendo até o fim do ano 2000. Em fevereiro de 2001, mudou-se para Brasília, Distrito Federal, tornando-se Diretor da Faculdade Teológica Batista de Brasília, onde permaneceu até junho de 2006.

MAGISTÉRIO DE NÍVEL SUPERIOR:

Faculdade Teológica Batista de Brasília – Brasília – DF. Fevereiro 2001 – junho de 2006. Área de atuação – Administração acadêmica. Diretor Geral: Fevereiro 2001 até o presente(2006). Área de atuação – Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.): Variedade na Pregação Bíblica, Pregação e Adoração, Pregação na Atualidade, Grandes Pregadores e sua Pregação. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia-Homilética I , Homilética II, Pregação Expositiva, Planejamento no Ministério da Pregação, Teologia da Família, Estágio Supervisionado em Ministério Pastoral, Administração Eclesiástica, Orientação de Monografias. Agosto de 1986 – janeiro 2001. Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife – PE. Área de atuação - Administração Acadêmica: Coordenador do Curso de Doutorado em Teologia (Th. D.), Coordenador do Curso de Mestrado em Teologia (Th. M.), Coordenador do Curso de Bacharelado em Teologia, Coordenador do Curso de Educação Religiosa (interino). Área de atuação – Docência – Pós-Graduação: Doutorado em Teologia (Th. D.)- Pregação na Atualidade, Ensino de Homilética no Brasil, Variedade na Pregação Bíblica, Grandes Pregadores e Sua Pregação. Mestrado em Teologia (Th. M.)- Pregação na Atualidade, Pregação nas Parábolas de Jesus, Variedade na Pregação Bíblica, Grandes Pregadores e Sua Pregação, Relacionamentos no Ministério Pastoral, Pregação nos Escritos Paulinos. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia- Homilética I , Homilética II, Laboratório de Pregação, Ministério Pastoral, Pregação Para Ocasiões Especiais, Planejamento no Ministério da Pregação, Jornalismo e Publicidade na Igreja, Administração Eclesiástica, Administração Educacional da Igreja, Estágio Supervisionado em Ministério Pastoral, Orientação de Monografias. Agosto de 1974 – janeiro 1983. Seminário Teológico Batista Equatorial – Belém – PA. Área de atuação - Administração Acadêmica: Coordenador de Promoções. Área de atuação – Docência – Graduação: Bacharel em Teologia- Homilética I e II, Administração Eclesiástica, Administração Educacional da Igreja, Educação Religiosa na Igreja.

PROFESSOR VISITANTE:

Dezembro de 2005. Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife, PE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Doutorado em Teologia (Th. M.). Pregação em Tempos de Crise-julho de 2004-Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil – Recife, PE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Doutorado em Teologia (Th. M.) Pregação na Atualidade. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Pregação na Atualidade. julho de 2003. Faculdade Teológica Batista do Paraná – Curitiba, PR. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). A Comunicação da Mensagem Bíblica. Março - junho de 2003. Campbellsville University (Theological School) – Campbellsville, Kentucky – USA. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Ministry of Proclamation and Worship. Novembro de 2001. Seminário Teológico de Fortaleza (da Igreja Presbiteriana Independente do Brasil) – Fortaleza – CE. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Pregação na Atualidade. Julho de 2000. Seminário Teológico Batista Equatorial – Belém – PA. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação. Setembro de 1998. Seminário Teológico Batista Capixaba – Vitória – ES. Área de atuação: Docência – Pós-Graduação – Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação. Julho de 1994 – fevereiro de 1996. Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil – Rio de Janeiro – RJ. Área de atuação – Docência – Pós-Graduação – Curso de Mestrado em Teologia (Th. M.). Variedade no Ministério da Pregação. Grandes Pregadores e Sua Pregação. Pregação nos Escritos Paulinos

MINISTÉRIO PASTORAL:

Pastor Titular da Igreja Batista de Henrique Jorge, Fortaleza, Ceará, de Maio de 1971 a julho de 1974. Pastor Titular da Primeira Igreja Batista do Pará(Belém), de Agosto de 1974 a janeiro de 1983. Pastor Titular da Primeira Igreja Evangélica Batista de Teresina (PI), de Fevereiro de 1983 a dezembro de 1984. Pastor Titular da Igreja Batista Imperial, no Recife(Pe), de Fevereiro de 1985 a dezembro de 2000.

APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS CIENTÍFICOS:

Autor da Tese de Doutorado. Recife, Pernambuco, 1993. Tema: “A Importância da Brevidade Para a Relevância da Pregação – Ensaio a partir de uma análise crítica no trabalho homilético de David Mein”

Autor da Dissertação de Mestrado. Recife, Pernambuco, 1983. Tema: “A Pregação Neo-Testamentária: Uma Nova Dimensão à Mensagem do Antigo Testamento”.

PUBLICAÇÕES- HINOS:

Desejo Te Adorar, Senhor (Música de Ralph Manuel). Nº 69 Hinário Para o Culto Cristão. Ao Eterno Salvador Jesus (Música de Ralph Manuel). Nº 76 HCC. Ó Senhor, Vem me Dirigir (Música de Ralph Manuel). Nº 212 HCC. Aceita, Agora, Senhor, Meu Deus (Música de Ralph Manuel). Nº 241 HCC. Santuários Nós Somos. Parceria Werner Kaschel (Música de Skinner Chávez-Melo). Nº 246 HCC. Livre em Cristo (Música de Ralph Manuel). Nº 308 HCC. Perto, Mais Perto (Música de Ralph Manuel). Nº 442 HCC.

O que Fez Por Mim (Música de Ralph Manuel). Nº 443 HCC.

Jesus Recebeu e Abençoou as Criancinhas (Música de Ralph Manuel). Nº 609 HCC.

What He Did for Me (Tradução: Juan Sutton). Contemporary Praise. January – March 1992.

PERIÓDICOS:

Pregando Sermões Segmentados

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 2º Trimestre 2004 – p. 20.

Monólogo de Judas – Tão Perto e Tão Longe (parceria com David Moraes)

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre 2003 – p. 26.

Há Lugar Para a Pregação?

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 3º Trimestre 2003 – p. 24.

A Variedade Na Pregação – O Sermão Monólogo

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre 2001 – p. 19.

Pregando na Alegria e na Dor

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre 2000 – p. 22.

Não Torture Seus Ouvintes

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre 1999 – p. 25

A Cumplicidade na Pregação

Revista Reflexão e Fé – Recife – PE – Agosto de 1999 – p. 103.

A Variedade no Ministério da Pregação - O Sermão Segmentado

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1994 – p. 17.

As Bem-aventuranças do Pastor

Revista Administração Eclesiástica - Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1990 – p. 37.

Passos Para Arquivamento e Identificação de Sermões

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1989 – p. 15.

Os Dez Mandamentos do Adorador

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1985 – p. 22.

As Bem-aventuranças do Adorador

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 4º Trimestre de 1985 – p. 23.

Os Dez Mandamentos do Pregador

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1984 – p. 22.

As Bem-aventuranças do Pregador

Revista Administração Eclesiástica – Rio de Janeiro – 1º Trimestre de 1982, p. 11.

Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É referido na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA(Salvador, Artios, 1997), de Sóstenes Borges de Sousa. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br





J. J. VEIGA(ver José Jacinto Pereira da Veiga).



JOACIL PEREIRA(de Brito), de Caicó, Rio Grande do Norte, 13.02.1923, escreveu, entre outros, O HOMEM PÚBLICO AFONSO CAMPOS(1967), JOSÉ AMÉRICO DE ALMEIDA- A SAGA DE UMA VIDA(1987), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Professor, Deputado Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Paraibana de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JÔ CARVALHO(Ver Joaquina Rodrigues S. Carvalho).



JOANA CAMANDAROBA, de Utinga, Xique-Xique, Bahia, 14.06.1914, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DA DINDA(1997), BARRA- UM RETRATO DO BRASIL(junto com Frei Arlindo Itacir Battistel), O ÚLTIMO CANTO DO CISNE(2004), este, com notas de orelha do Bispo Diocesano de Barra, Dom Frei Luiz Flávio Cappio e prefácio de Humberto Araújo, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filha de Antonio Luiz Camandaroba e Maria de Moraes Camandaroba. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o primário na Escola Doninha Soares e o secundário no Colégio Santa Eufrásia. Com o passar do tempo, tornou-se Professora em Formosa, Santa Rita do Rio Preto, Pilão Arcado, Barreiras e Barra. Em 1951, com 37 anos de idade, entrou para a Política, elegendo-se Vereadora, o que ocorreu até 1988, quando completou 8(oito) legislaturas. Juntamente com 19(dezenove) escritoras, foi agraciada, no Palácio da Aclamação, em Salvador, Bahia, em 10.10.1992, com o título da Ordem do Mérito da Bahia, no grau de Cavaleiro. Na mesma ocasião, o título foi concedido também ao Cardeal Dom Lucas Moreira Neves e aos Governadores de São Paulo e Minas Gerais, respectivamente, Orestes Quércia e Newton Cardoso. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Barrense de Letras, Cadeira 07, na vaga do Dr. Augusto César Torres, tendo tomado posse no dia 13.06.1959. Fez viagens internacionais, de cunho cultural e profissional, à América Latina, à América do Norte, ao Oriente Médio e Sul Asiástico. Ao cumprimentar, em Roma, o Papa Pio XII, recebeu dele, o solidéu(pequeno barrete). Seu livro focaliza cidades importantes da Bahia, dentre outras, Barreiras, Ibotirama, Paratinga, Bom Jesus da Lapa, Carinhanha, Santa Maria da Vitória, Correntina, Santana, Xique-Xique, Casa Nova, Remanso, Sento-Sé, Pilão Arcado, Juazeiro e Petrolina. Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Não é mencionada no livro BAIANOS ILUSTRES, de Antonio Loureiro de Sousa, no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Hilda Agnes, nem no livro “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”, de Heloísa Buarque de Holanda e nem no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”, de Schuma Schumaher. Não é todo dia que se encontra uma mulher com seus 89(oitenta e nove) anos de idade, escrevendo com tanta lucidez. Se Antonio Loureiro de Souza, da Academia de Letras da Bahia, a tivesse conhecido antes, certamente a teria incluído em seu livro BAIANOS ILUSTRES, publicado em 1979, pelo Instituto Nacional do Livro, como uma homenagem à ilustre família CAMANDAROBA.



Embora em seu livro, ela descreva dezenas de “Camandarobas”, este nome é raríssimo. O DICIONÁRIO DE FAMÍLIAS BRASILEIRAS, por exemplo, com 4(quatro) volumes gigantes, não traz nenhuma família com o nome CAMANDAROBA, o mesmo ocorrendo com dezenas de dicionários especializados, assim como livros diversos consultados por este autor. Nem mesmo o famoso DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas traz algum Camandaroba. Portanto, até o momento(09.12.2005), o único livro em que este autor encontrou qualquer CAMANDAROBA é no livro O ÚLTIMO CANTO DO CISNE. Mas, se você encontrou algum “Camandaroba” em outro livro, mande-me a notícia pelo e-mail mariormartins@hotmail.com



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOANA LOWELL BOWEN, de Berkeley, Califórnia, Estados Unidos, l902, escreveu, entre outros, “BERÇO DA PROFUNDIDADE”, "TERRA PROMETIDA"(Edições Melhora-mentos, 1957), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Romance em que descreve a sua Fazenda, entre Ceres e Goianésia, no Rio das Almas, Estado de Goiás. Entusiasta da construção da Rodovia Belém-Brasília e da formação do Estado do Tocantins. Participou da Caravana da Integração Nacional que, em janeiro de 1960, fez uma viagem, dirigindo uma Kombi, pela rodovia Belém-Brasília, em seu estado ainda original acompanhada, inclusive, de Léa Sayão, filha de Bernardo Sayão, o construtor da rodovia. Rezou, ao lado da Léa e de outras pessoas, junto à cruz onde morreu Bernardo Sayão, na região de Açailândia, no Maranhão. Ex-atriz da Broadway, filmou com Charles Chaplin. Radicada em sua chácara em Anápolis, interior goiano, onde também esteve presa. Na ocasião, foi entrevistada pelo jornal O GLOBO, em l957, sob o título A SENSACIONAL NOVELA DA REPÓRTER DONA JOANA. Lembrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Anos depois, foi enterrada em Brasília, junto com seu esposo Leek Bowen, ao lado do túmulo de Bernardo Sayão. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Memorialista, Intelectual. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. No Carnaval de 1961, foi vencedora de um Concurso de Fantasia, desfilando com a indumentária “Edifício do Congresso Nacional”. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos e ainda em MEU PAI-BERNARDO SAYÃO, de Léa Sayão. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOANA PEIXOTO, Goiana, da Capital, l957, escreveu, entre outros, "REALIDADE COR DE SONHO", juntamente com Ana Maria, sem dados biográficos no livro. Formada em Pedagogia. Professora, Memorialista, Intelectual. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Incluída nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOANYR DE OLIVEIRA (Joanyr Ferreira de Oliveira), Mineiro, de Aimorés, 06.12.l933, escreveu, entre outros, “MINHA LIRA”, “CANTARES”, “O GRITO SUBMERSO”, "POETAS DE BRASÍLIA" (ANTOLOGIA), “LUTA A(R)MADA”, “SOBERANAS MITOLOGIAS E A CIDADE DO MEDO”, “ANTOLOGIA DA NOVA POESIA EVANGÉLICA”, “BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA”(ANTOLOGIA), “CAMINHOS DO AMOR”,” CASULOS DO SILÊNCIO”, “PLURICANTO”, “A IGREJA QUE DESEJAMOS”, “POESIA DE BRASÍLIA”(ANTOLOGIA). Residiu em Goiânia durante muitos anos, como também na cidade de Iporá, interior goiano, e ainda em Luziânia, depois Brasília, a partir de 1960. Foi Revisor da Imprensa Nacional. Advogado, Teólogo. Professor Universitário, Funcionário Público. Viveu também em Vitória, no Espírito Santo, em São Paulo e Rio de Janeiro. Fez cursos de Pós-Graduação nos Estados Unidos da América, tendo residido em Boston, Sul da Califórnia e Hartford, no Estado de Connecticut. Em algumas cidades americanas, exerceu o pastorado e escreveu para jornais. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Jornalista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC,1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia de Letras do Brasil, do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia Evangélica de Letras do Brasil, Academia Taguatinguense de Letras, Academia de Letras de Brasília, Writers International Association, Academia Interamericana de Literatura e Jurisprudência. Detentor do PRÊMIO FERNANDO CHINAGLIA(Rio de Janeiro), bem como do PRÊMIO ALPHONSUS GUIMARAENS(Minas Gerais). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício. Fundador e Diretor das revistas “A SEARA”, “JOVEM CRISTÃO” e “O OBREIRO”. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Biografado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Aimorés, Minas Gerais, no dia 06 de dezembro de 1933. Filho de José Ferreira de Oliveira e de Idalina Soares de Oliveira.

Iniciou, em 1939, os estudos primários em sua terra natal, na Escola Teixeira Soares e no Grupo Escolar Machado de Assis.

Trabalhou como locutor na “RADIO AIMORÉS”, em 1946, produzindo noticiários.

Mudou-se para Vitória, Espírito Santo, em 1949, trabalhando como jornalista da “FOLHA CAPIXABA”.

Entre 1953 e 1957, residiu em São Paulo e Rio de Janeiro, onde também se registrou como Jornalista Profissional, no Ministério do Trabalho.

Casou-se em 1959, com sua colega de redação, Nelcy Ferreira Guimarães, mudando-se para Brasília, em 1960, onde se tornou, por concurso público, Revisor da Imprensa Nacional.

Nos anos seguintes residiu em Goiânia, Iporá e Luziânia, no Estado de Goiás.

Retornou para Brasília, onde em 1962, publicou a primeira antologia da nova Capital, com o título “POETAS DE BRASÍLIA”.

Por concurso público, em 1963, ingressou no quadro de funcionários da Câmara Federal.

No mesmo ano, tornou-se, junto com outros, fundador da Associação Nacional de Escritores, sendo eleito Secretário e Ciro dos Anjos, Presidente.

Em 1978, recebeu o título de “CIDADÃO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO”, pela Assembléia Legislativa.

Formou-se em Direito, pela Universidade do Distrito Federal, em 1987.

Aposentou-se como Técnico Legislativo da Câmara dos Deputados, em 1988, mudando-se em seguida para os Estados Unidos da América.

Em várias cidades americanas, exerceu o Pastorado Evangélico e foi jornalista profissional.

Retornou ao Brasil em julho de 1994, sendo eleito membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, sob a presidência de Adirson Vasconcelos.

Ocupou a Cadeira que tem como Patrono o goiano e antigo Senador da República, Domingos Velasco, autor do livro “O CRISTIANISMO SOCIAL”.

Em 1998, publicou a antologia “POESIA DE BRASÍLIA”, reunindo setenta e cinco poetas radicados na Capital Federal.



JOÃO ACCIOLY(João Batista Gonçalves Acioli Martins Soares), Goiano, de Pouso Alto, hoje Piracanjuba, 01.10.l9l2, escreveu, entre outros, “CANÇÃO DA MANHÔ, “POEMAS ALEMÃES”, "TEMPO REPETIDO", "BARRO PRETO", "OLHO D"ÁGUA". Secretário da Educação e Cultura do Município de São Paulo. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, na Capiltal Paulista. Músico Instrumental, foi Clarinetista de Orquestra. Advogado, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Professor. Contista, Cronista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 19, cujo Patrono é Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, hoje(1998) ocupada por Waldyr do Espírito Santo Castro Quinta. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Clube de Poesia de São Paulo, de que foi presidente e um dos fundadores, da União Brasileira de Escritores de São Paulo, de que também foi Presidente, aliás, o único goiano a ocupar este cargo. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Pouso Alto(Piracanjuba), a 01 de outubro de 1912. Filho de Francisco Acioly Martins Soares e de Maria Teófila Gonçalves Martins Soares.

Iniciou o primário com sua própria mãe, em 1919, matriculando-se no internato do Ginásio Diocesano de Uberaba, Minas Gerais, em 1929.

Bacharelou-se em Ciências e Letras(secundário), em 1933, sendo escolhido orador da turma.

Transferiu-se para São Paulo, em 1934, ainda muito jovem, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pelas Arcadas ou Faculdade de Direito do Largo de São Francisco.

Funcionário do Banco Nacional do Comércio, torna-se também, em 1937, Chefe de Gabinete do Diretor Geral da Secretaria da Fazenda de São Paulo, ano em que publicou seu primeiro, pela Editora Saraiva, “OLHO D’AGUA”.

No dia 18 de janeiro de 1938, colou grau em Direito, tendo como companheiro de quarto o estudante Jânio Quadros. No mesmo ano, casou-se com Dirce Monteiro.

Foi editado no México, em 1942, com trinta mil exemplares, o seu romance “BARRO PRETO”.

Em 1944, foi eleito membro da Academia Goiana de Letras, mas só tomou posse na Cadeira 19, no ano de 1954, com saudação de Bernardo Élis.

Sua Cadeira tem como Patrono Joaquim Xavier dos Guimarães Natal, de que foi fundador Mário de Alencastro Caiado, sendo hoje(1998) ocupada por Waldir do Espírito Santo Castro Quinta.

Publicou, em 1948, o livro “A CANÇÃO DA MANHÔ. Nesse mesmo ano, tornou-se Presidente do Clube de Poesia de São Paulo, criando a “Revista Brasileira de Poesia”.

Desempenhou importantes funções públicas em São Paulo, tendo sido Presidente da Caixa Econômica do Estado de São Paulo, em 1951 e Secretário da Educação e Cultura do Município de São Paulo, em 1955.

Chegou a ser Presidente da União Brasileira de Escritores de São Paulo, em 1952, aliás, o único goiano a ocupar tal cargo, pelo menos, até hoje(1998).

Diretor Financeiro das Centrais Elétricas de Urubupungá, em 1962, foi também presidente da Companhia de Telecomunicações do Estado de São Paulo, em 1965.

Com sérios problemas de saúde, inclusive de ordem mental, em virtude do desastre comercial que sofreu em 1969, faleceu em São Paulo, Capital, onde sempre viveu, no dia 01 de maio de 1990.

Sobre ele e com o título “JOÃO ACCIOLY E SEU OLHO D`ÁGUA”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.



JOÃO AFONSO CARVALHO FERREIRA, de Madre de Deus, São João dos Patos, Maranhão, 03.08.1947, escreveu, entre outros, ENCANTOS E DESENCANTOS(1984), SOLILÓQUIO(1994), QUASE POEMAS(2002), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Ainda jovem, mudou-se para Teresina, no Piauí, onde concluiu o curso primário. No Liceu Piauiense, terminou o Ginásio. Começou o curso de Direito, na Universidade Federal do Piauí e terminou na Universidade Federal de Mato Grosso. Ainda no Piauí, por concurso público, tornou-se funcionário do BASA(Banco da Amazônia), tendo trabalhado em várias partes do Brasil, inclusive Cuiabá, Fortaleza e Recife, até aposentar-se. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde desenvolve atividades literárias e profissionais. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. É encontrado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto, bem como em POESIA TERESINENSE HOJE(1988). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





JOÃO AFONSO BORGES, de Sacramento, Minas Gerais, l908, escreveu, entre outros, "O REGISTRO TORRENS NO DIREITO BRASILEIRO"(1960), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “TERRAS DEVOLUTAS E SUA PROTEÇÃO JURÍDICA”(1972). Após os estudos secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Em 1931, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais. Mudou-se para Goiás, tornando-se Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás e da Faculdade de Direito da Universidade Católica, sendo que desta, foi um dos fundadores. Durante muitos anos foi titular da disciplina Direito Processual Civil, na qual foi substituído pelo seu filho Marcos Afonso Borges, por concurso, e, recentemente(1998), pelo seu neto, Flávio Buonaduce Borges, colocado em primeiro lugar no Concurso para Professor Substituto da Faculdade de Direito da UFG. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Literato, Cronista, Contista. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO ALBERTO LINS DE BARROS, de Olinda, Pernambuco, 16.07.1899, escreveu, entre outros, “MEMÓRIAS DE UM REVOLUCIONÁRIO”. Vinculado ao Tocantins, por ter comandado um dos Destacamentos da Coluna Prestes que esteve em Porto Nacional, norte de Goiás, hoje Tocantins. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o curso de Engenharia Geográfica no Recife. Nos anos seguintes, deslocou-se para o Rio de Janeiro, matriculando-se na Escola Militar do Realengo. Como Tenente, participou da Revolução de 1922. Foi um dos Comandantes da Coluna Prestes em 1924 e como tal percorreu o território do atual Estado do Tocantins, chegando em Porto Nacional às 12 horas, do dia 12.10.1925, hospedando-se no Convento Dominicano Santa Rosa de Lima, onde se juntou ao grupo de Siqueira Campos, Miguel Costa, Carlos Prestes e Juarez Távora, num total de 1.700 homens. Vale lembrar que sob seu Comando foi tomada a cidade de Grajaú, no Maranhão. Em 1930, tornou-se Interventor Federal de São Paulo. Com a revolução daquele ano, Siqueira Campos foi convidado por Getúlio Vargas para retornar ao Brasil. Pilotando seu avião monomotor, na companhia do antigo companheiro da Coluna, João Alberto Lins de Barros, caiu sobre o Rio da Prata, falecendo perto de Montivideu, no Uruguai, em 1930. Voltando a João Alberto, foi eleito Deputado Federal, em 1934, por Pernambuco. Em 1935, tornou-se Ministro Plenipotenciário do Brasil, em Washigton, nos Estados Unidos. Como homem forte de Getúlio Vargas, foi Presidente da Fundação Brasil Central na MARCHA PARA O OESTE. Em 1942, tornou-se Coordenador da Mobilização Econômica. Com a morte de Getúlio Vargas, em 24.08.1954, isolou-se no Rio de Janeiro, onde faleceu em 26.01.1955. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO ALMINO(João Almino de Souza Filho), de Mossoró, Rio Grande do Norte, 27.09.1950, escreveu, entre outros, “OS DEMOCRATAS AUTORITÁRIOS”(1980), A IDADE DO PRESENTE(1985), SAMBA-ENREDO(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Curso de Mestrado em Sociologia. Doutorado em Filosofia Política. Mudou-se para Brasília em 1974. Diplomata, Professor Universitário. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Literato, Cronista, Contista. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JOÃO ALVES DA COSTA, de Barra do Garças, Mato Grosso, 15.06.1931, escreveu, entre outros, “O TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO TOCANTINS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Manoel Alves da Costa e Longuinha de Jesus Alves da Costa. Após os estudos primários em sua terra natal, começou o primeiro grau no Colégio Salesiano de Araguaiana, Mato Grosso, concluindo na Escola Técnica Federal de Goiânia. Fez o segundo grau no Lyceu de Goiânia. Em 1953, matriculou-se no curso de Oficial da Polícia Militar de Goiás. Depois de passar pelas diversas graduações, foi promovido a Capitão em 02.10.1959. Em 1961, na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado. Fez o curso de aperfeiçoamento de oficiais, no Rio de Janeiro. Cursou métodos de instrução em Washington, Estados Unidos. Em Carolina do Norte, USA, fez treinamento sobre Guerrilha e Contra-Guerrilha, junto com Oficiais do Exército Vietnamita. Como Oficial da Polícia Militar, tornou-se Delegado Especial de Polícia nas cidades de Rubiataba, Iporá e Morrinhos. Foi Comandante do Batalhão Anhanguera em Goiânia, durante dois anos. Na Academia de Polícia Militar, foi Comandante do Departamento de Instrução Militar. Em 03.06.1962, foi transferido para a Reserva Não Remunerada no Posto de Major. Instalou a Delegacia Regional de Polícia em Anápolis e Goiatuba. Na Secretaria de Segurança Pública de Goiás, foi Diretor da Academia de Polícia Civil. Por concurso público de provas e títulos, tornou-se Juiz de Direito em 1965, atuando nas Comarcas de Goiás Velho, Iporá, Buriti Alegre, Morrinhos e Goiânia. Além de Juiz Corregedor, foi também Diretor do Forum de Goiânia, em suas novas instalações, alí iniciando o sistema de informatização. Era Juiz de Direito de Goiânia, quando foi nomeado Desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins, em fevereiro de 1989. Foi Corregedor Geral de Justiça, Presidente do Tribunal Regional Eleitoral, além de Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins(ASMETO), de que foi um dos fundadores e primeiro presidente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO AMAZONAS(João Amazonas de Sousa Pedroso), de Belém, Pará, 01.01.1912, escreveu, entre outros, “EM DEFESA DOS MANDATOS DO POVO”(1947). Publicou também, com Carlos Marighella e Maurício Grabois, “CONTRA A CASSAÇÃO DOS MANDATOS E PELA DEFESA NACIONAL”(1947). Editou também “GUERRILHA DO ARAGUAIA”(1981) e “OS DESAFIOS DO SOCIALISMO NO SÉCULO XXI”(1999). Filho de João de Sousa Pedroso e de Raimunda Leal Pedroso. O “amazonas” foi incluido no seu nome pelo seu pai, de origem portuguesa, mas apaixonado pela AMAZÔNIA. Após os estudos primários em sua terra natal, envolveu-se com a política, em 1930, com 18 anos de idade, participando da Revolução que colocou Getúlio Vargas no Governo Provisório. Em 1935, quando era funcionário da Fábrica de Massas Palmeiras, em Belém, ingressou no Partido Comunista Brasileiro(PCB). No mesmo ano, tornou-se dirigente da Aliança Nacional Libertadora do Pará. Em 1937, quando era diretor da União Geral dos Sindicatos Proletários do Pará, foi preso em várias ocasiões. Nos anos seguintes, por ordem de Filinto Muller e Pedro Pomar foi preso, junto com outros companheiros, e condenado pelo Tribunal de Segurança Nacional(TSN). Em 1941, fugiu da prisão de Belém e chegou a Marabá(Pará), onde subiu o Rio Tocantins, de barco, chegando na cidade de Peixe, último trecho navegável do rio. Pegou um caminhão de carga e seguiu para Anápolis, onde chegou depois de 45 dias de viagem. Viajou de trem para o Rio de Janeiro, onde se tornou funcionário do Sindicato da Construção Civil. Na tentativa de reorganizar o PCB, foi para Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em 1945, elegeu-se Deputado Federal pelo Rio de Janeiro. Em 1946, como dirigente do Movimento Unificador dos Trabalhadores(MUT), participou do Congresso Sindical que criou a Confederação dos Trabalhadores do Brasil(CTB). Com a cassação do registro do PCB e de seu mandato em janeiro de 1948, passou a fazer política na clandestinidade. Em agosto de 1957, foi afastado da Comissão Executiva do Partido. Em 1962, foi um dos criadores do Partido Comunista do Brasil(PCdoB), sendo seu Secretário-Geral. Em 1966, esteve em Cuba, a convite do Governo Cubano. Em 1967, esteve na República Popular da China. Em 1968, transferiu-se para a região do Araguaia, estabelecendo-se como lavrador, mas preparando a guerrilha que durou até 1975. Em 1976, viajou para a China Popular. Em 1981, mudou-se para Belo Horizonte, onde passou a publicar a revista trimestral PRINCIPIOS. Em setembro de 1982, por indicação do Ministro da Justiça Ibrahim Abi-Ackel foi indiciado na Lei de Segurança Nacional. Durante muito tempo, foi Presidente Nacional do PCdoB e nesta condição participou das negociações para a união das esquerdas com vistas às eleições de 1998. Foi casado com Edíria Coelho, com quem teve três filhos, um deles João Carlos Amazonas. Faleceu no dia 27.05.2002, com 90 anos de idade, sendo as suas cinzas jogadas na entrada da cidade de Xambioá, Estado do Tocantins, às margens do Rio Araguaia, no dia 21.06.2002, onde será construído o Memorial da Guerrilha, sob a Coordenação de Micheas Gomes de Almeida, o ZEZINHO DO ARAGUAIA, um dos poucos sobreviventes da Guerrilha. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOÃO ANTÔNIO DA SILVA, Goiano, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "FILHA DO UNIVERSO", sem dados biográficos no livro. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Intelectual. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO ANTÔNIO NETO, de Couto Magalhães, Goiás, hoje Tocantins, l920, escreveu, entre outros, "VOZES DO CORAÇÃO", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Juiz de Direito em várias cidades do interior goiano e também no Estado do Mato Grosso. Escritor, Poeta, Ensaísta. Professor, Advogado, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Matogrossense de Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores. Acha-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



 



JOAO ASMAR, de Anápolis, Goiás, 18.02.1922(conforme alguns, 18.06.1922), escreveu, entre outros, RELICÁRIO; MEU TESOURO; BOM TEMPO; COLÉGIO JOSÉ LUDOVICO DE ALMEIDA; O TROCO E OUTRAS NOTAS E OS ÁRABES NO SERTÃO. NO PRELO: PÁGINAS SOLTAS; ANÁPOLIS E A ASSOCIAÇÃO COMERCIAL E INDUSTRIAL, E MEU TESOURO REPARTIDO. Aprendeu a ler e a escrever já com oito anos de idade, em 1930, ano em que foi obrigado a interromper seus estudos pela falta de condições financeiras da família. Persistente, o garoto João Asmar não esmoreceu e foi em frente, voltando para escola e custeando seus estudos e também dos irmãos, graças ao fruto incansável de seu trabalho e da imensa vontade de vencer na vida. Não se deve confundir João Asmar, com seu irmão(já falecido) JOSE ASMAR que foi jornalista internacional e membro da Academia Goiana de Letras. Já em 1948, com 26 anos de idade, João Asmar Conclui o Curso Técnico de Contabilidade pela Escola Técnica de Comércio de Anápolis. Em 1951, credenciou-se como professor pela Faculdade de Filosofia de Goiás, em Goiânia. Seis anos depois, recebeu o diploma de bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Goiás, onde concluiu também o cursos de pós-graduação em Direito Penal, Direito Agrário e Direito Processual Cível, ao mesmo tempo em que militava como advogado e professor em vários estabelecimentos de ensino. Como professor universitário, atuou na Faculdade de Ciências Econômicas de Anápolis, onde chegou ao cargo de diretor geral, na antiga Uniana. Foi professor da Faculdade de Direito de Anápolis, além da Faculdade Latino Americana. João Asmar também foi ativo participante na política e em diversos movimentos sociais e classistas na cidade. Como político, foi diretor presidente do extinto PSP, pelo qual foi eleito vereador em 1954. Em 1970 foi suplente de deputado estadual pelo então Arena. Em 1962, em São Paulo, casou-se com Maria Lúcia, com quem teve quatro filhos. Por muitos anos, ainda estudante, trabalhou no jornal O Anápolis. Como jornalista também escreveu para outros jornais, como O Popular, Folha de Goiáz e Correio do Planalto e, atualmente, assina seus artigos na imprensa anapolina. É sócio fundador do Lions Clube de Anápolis, Araguari, Uberlândia, Brasília e Goiânia. Foi presidente conselheiro da Sub-seção OAB em Anápolis, membro e diretor da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra em Goiás, titular da Academia de Letras e Artes de Anápolis e na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Advogado e Jornalista, João Asmar foi professor de Alfabetização e Universitário. Sócio Fundador do Lions Clube de Anápolis e seu presidente em 1963-1964-2006 – 2007. Fundador dos Lions: Goiânia, Araguari, Uberlândia, Uberaba, Pirenópolis, Goianésia e Ceres. Em 2011, com 89 anos, foi candidato à Academia Goiana de Letras, Cadeira 22, vaga com a morte de Jacy Siqueira, tendo como Patrono Ricardo Paranhos, mas, perdeu a eleição para Edival Lourenço de Oliveira(59) que foi eleito agora no dia 28.04.2011. João Asmar está presente em diferentes antologias, entre as quais, LETRAS ANAPOLINAS(Goiânia, O POPULAR, 1984), de Mario Ribeiro Martins.





JOÃO BAPTISTA GONÇALVES, de Campos, Rio de Janeiro, l938, escreveu, entre outros, "ANÁLISE ESTRUTURAL DOS CURRÍCULOS PLENOS DOS CURSOS DE ODONTOLOGIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Odontólogo, Pesquisador. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Conselho Regional de Odontologia, além de várias instituições culturais, sociais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO BARBOSA RODRIGUES, de Capivari, Minas Gerais, 22.06.1842, escreveu, entre outros, “ANOTAÇÕES DO ALFABETO INDÍGENA”(1888), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Conforme alguns autores teria nascido no Rio de Janeiro. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre os indios do norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos da lingua indígena, em seu livro “VOCABULÁRIO INDÍGENA COMPARADO”(1892). Filho de João Barbosa Rodrigues e Maria Carlota da Silva Santos. Após os estudos primários em sua terra natal, esteve em São Gonçalo do Sapucaí, Minas Gerais e depois foi para o Rio de Janeiro. Com 17 anos de idade, começou a escrever para jornais. Fez o curso do Colégio Comercial e se tornou Secretário do Colégio Pedro II. Em 1872, passou a pesquisar na região amazônica. Fundou o Jardim Botânico do Amazonas, em 1884 e manteve contato com mais de três mil indios. Em 1890, tornou-se Diretor do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Viajou pela Europa e publicou diversas obras. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 06.03.1909. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO BATISTA ALVES FILHO, Goiano, de Jaraguá, l933, escreveu, entre outros, "ARQUIVO DO FUTEBOL GOIANO", "SÚMULA DO FUTEBOL GOIANO". Foi Presidente da Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Pesquisador, Jornalista, Radialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Orador, Publicitário. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Abonado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, do Sindicato dos Jornalistas e Radialistas de Goiás, da Associação Profissional das Empresas de Publicidade do Estado de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO BATISTA MACHADO, Goiano, de Santa Cruz de Goiás, 18.05.l9l3, escreveu, entre outros, "EMOÇÕES DA VIDA"(1980), "FUNDO DE GAVETA", este, com prefácio de Mário Martins. Residiu durante muitos anos em Goianápolis, interior goiano, onde foi Titular de Cartório, Vereador e Prefeito Municipal. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Pesquisador, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Estadual de Cultura. Encontra-se na PEQUENA HITÓRIA DA LITERATURA GOIANA de Alaor Barbosa. Encontrado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Santa Cruz de Goiás, a 18 de maio de 1913. Filho de Antônio Pedro Machado e Maria Ana Izoldina. Após ter concluído os estudos primários, como lavrador, garimpeiro, pedreiro, perambulou por vários lugares.

De Santa Cruz foi a Palmeiras de Goiás e prosseguiu para Anicuns, Goiás Velho, Ipameri, São Paulo, Nazário, Cristalina, Coromandel e finalmente Goianápolis, onde se estabeleceu.

No então Distrito de Anápolis, Goianápolis, terminou por tornar-se titular do Cartório de Registro Civil.

Pouco tempo depois foi eleito vereador representando o Distrito junto à Câmara Municipal de Anápolis.

Resolveu fazer o curso ginasial, matriculando-se no Ginásio Brasil Central de Anápolis. Ainda como ginasiano, foi eleito Prefeito Municipal de Goianápolis.

Em 1964, formou-se em Contabilidade, pelo Colégio Comércial de Anápolis.

Após exames vestibulares, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, onde bacharelou-se, em 1971, com 59 anos.

Publicou, em 1962, o livro “O Sonho do Senador”. Vinculou-se ao evangelismo, quando ainda residia em Nazário, tornando-se membro da Igreja Batista local.

A partir de 1963, manteve no jornal “O Anápolis”, a coluna “Críticas e Sugestões”.

Estourada a Revolução, em 1964, foi submetido a um Inquérito Policial Militar, do qual se livrou, sendo posteriormente absolvido. Em 1965, fundou, junto com outros, o Ginásio Comercial de Goianápolis.

Foi também um dos fundadores e sustentáculos, na mesma cidade de Goianápolis, da Igreja Batista local. Em 1954, quando do I Congresso Nacional de Intelectuais, recebeu o 3º lugar, pelo seu conto “Casa Mal Assombrada”.

Em 1976, foi um dos classificados, no Concurso Literário “Isaíra Abrão”. Além de seus trabalhos publicados em jornais e revistas, entre os quais, Revista Visão (22/9/1962), escreveu também o livro “Emoções da Vida”, publicado pela Walt Disney, em 1982.

Faleceu em acidente automobilístico na Rodovia que liga Anápolis a Goiânia.



JOÃO BENNIO BAPTISTA, Mineiro, de Mutum, l927, escreveu, entre outros, argumento e diálogos do filme "O DIABO MORA NO SANGUE", filmado em Goiás, na Ilha do Bananal, em 1967. Viveu em Goiás a partir de l955, onde fundou o TEATRO EMERGÊNCIA DE GOIÂNIA. O prédio do teatro foi destruido por ordem do Governo de Otávio Lage de Siqueira. Percorreu várias cidades do interior goiano e do Brasil interpretando a peça “AS MÃOS DE EURÍDICE”, de Pedro Bloch. Diretor do TEATRO GOIÂNIA, na década de 1970. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Jornalista, Teatrólogo. Roteirista, Diretor, Produtor Cultural. Adaptador, Ator, Intelectual. Pensador, Ativista, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Goiana de Teatro, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira e no DICIONÁRIO DE CINEASTAS BRASILEIROS, de Luiz F. A. Miranda. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO BOSCO BEZERRA BONFIM, de Fortaleza, Ceará, 1961, escreveu, entre outros, “PIRENÓPOLIS-PEDRAS, JANELAS, QUINTAIS, POEMAS”(2003), com fotos de Sílvio Zamboni, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “AMADOR, AMADOR”(POEMAS-2001) e “A FOME QUE NÃO SAI NO JORNAL”. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1973, quando tinha 12 anos de idade. Licenciou-se em Letras e fez curso de Mestrado em Lingüística. Com o passar do tempo, tornou-se, por concurso público, Consultor Legislativo do Congresso, onde escreve textos parlamentares no Senado Federal. É Professor de Redação. Já tem prontos os livros “ROMANCE DO VAQUEIRO VOADOR”, “TEORIA DO BEIJO” e “PASSAGENS TERRÂNEAS E SUBTERRÂNEAS”. Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Rogério Borges no jornal O POPULAR, de Goiânia, do dia 28.01.2003, sob o título “CANTOS E RECANTOS DE PIRENÓPOLIS”. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JOÃO BOSCO DOS SANTOS, de Ribeirão Vermelho, Minas Gerais, 1951, escreveu, entre outros, “GENÉTICA QUANTITATIVA EM PLANTAS AUTOGAMAS: APLICAÇÕES NO MELHORAMENTO DO FEIJOEIRO”, sem dados biográficos no livro, junto com Maria José de Oliveira Zimmermann e Magno A. P. Ramalho. Esteve vinculado à Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Goiás(EMATER), onde realizou pesquisas científicas e estudos técnicos. Engenheiro Agrônomo. Docente da Escola Superior de Agronomia de Lavra, em Minas Gerais, onde reside atualmente. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Professor Universitário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Referenciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA). Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO BRAGANÇA DO PRADO(Jotabrado), Mineiro, de Araxá , l908, escreveu, entre outros, "O BARDO DAS VIRGENS", sem dados biográficos no livro. Arquiteto, Construtor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CABRAL DE MELO NETO, de Recife, Pernambuco, 09.01.1920, escreveu, entre outros, PEDRA DO SONO(1942), OS TRES MAL-AMADOS(1943), O ENGENHEIRO(1945), O CÃO SEM PLUMAS(1950), PREGÃO TURISTICO(1955), POEMAS ESCOLHIDOS(1963), MORTE E VIDA SEVERINA(1965), FUNERAL DE UM LAVRADOR(1967), SEVILHA ANDANDO(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Luís Antônio Cabral de Melo e de Carmen Carneiro Leão Cabral de Melo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Viveu a infância nos engenhos da família nos municípios de São Lourenço da Mata e de Moreno. Com 10 anos de idade, em 1930, de volta do interior para o Recife, ingressou no Colégio de Ponte d’Uchoa, dos Irmãos Maristas, onde permaneceu até concluir o curso secundário. Em 1938, com 18 anos, freqüentou o Café Lafayette, ponto de encontro de intelectuais que residiam no Recife. Dois anos depois a família transferiu-se para o Rio de Janeiro mas a mudança definitiva só foi realizada em fins de 1942, ano em que publicara o seu primeiro livro de poemas "Pedra do Sono", com 22 anos de idade. No Rio, depois de ter sido funcionário do DASP, inscreveu-se, em 1945, no concurso para a carreira de diplomata. Daí por diante, já enquadrado no Itamarati, inicia uma larga peregrinação por diversos países, incluindo, até mesmo, a República Africana do Senegal. Em 1984, com 64 anos, é designado para o posto de Cônsul-Geral na cidade do Porto (Portugal). Em 1987 volta a residir no Rio de Janeiro. A atividade literária acompanhou-o durante todos esses anos no exterior e no Brasil, o que lhe valeu ser contemplado com numerosos prêmios, entre os quais - Prêmio José de Anchieta, de poesia, do IV Centenário de São Paulo (1954). Prêmio Olavo Bilac, da Academia Brasileira de Letras (1955). Prêmio de Poesia do Instituto Nacional do Livro. Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro. Prêmio Bienal Nestlé, pelo conjunto da Obra e Prêmio da União Brasileira de Escritores, pelo livro "CRIME NA CALLE RELATOR" (1988). Em 1990, com 70 anos, aposentou-se no posto de Embaixador. A Editora Nova Aguilar, do Rio de Janeiro, publica, no ano de 1994, sua "Obra completa". Seu trabalho de pesquisa histórico-documental, editado pelo Ministério das Relações Exteriores, recebeu o título de "O BRASIL NO ARQUIVO DAS ÍNDIAS DE SEVILHA". Mudou-se para Brasília, tornando-se Chefe de Gabinete do Ministro da Agricultura. Parente de Manuel Bandeira, Mauro Mota e Gilberto Freyre. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(1994), de Napoleão Valadares. Da obra poética de João Cabral pode-se mencionar tambem, os seguintes títulos: "O RIO", 1954, "QUADERNA", 1960, "POEMAS ESCOLHIDOS", 1963, "A EDUCAÇÃO PELA PEDRA", 1966, "MORTE E VIDA SEVERINA E OUTROS POEMAS EM VOZ ALTA", 1966, "MUSEU DE TUDO", 1975, "A ESCOLA DAS FACAS", 1980, "AGRESTE", 1985, "AUTO DO FRADE", 1986. Em prosa, publicou "JUAN MIRÓ", 1952 e "CONSIDERAÇÕES SOBRE O POETA DORMINDO", 1941. Com selecionada colaboração de escritores brasileiros, portugueses e espanhóis e abundante material iconográfico, a coletânea "Cadernos de Literatura Brasileira", editada pelo Instituto Moreira Salles - dedicou seu Número I - março de 1996, ao poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto. Faleceu no dia 9.10.1999, no Rio de Janeiro, com 79 anos de idade. Eleito membro da Academia Brasileira de Letras em 15.08.1968, tomou posse na Cadeira 37, em 6.05.1969. Foi recebido por José Américo. Sua Cadeira 37, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tomas Antonio Gonzaga, Fundador Silva Ramos, sendo também ocupada por Alcântara Machado, Getulio Vargas, Assis Chateaubriand, João Cabral de Melo Neto e Ivan Junqueira. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, eis que Embaixador do Brasil, em vários paises, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO CAETANO DA SILVA, Goiano, de Pirenópolis, l772, escreveu, entre outros, "NAVEGAÇÃO ENTRE A CAPITANIA DE GOYAZ E A DE SÃO PAULO"(1817), sem dados biográficos no livro. Descobriu a navegação pelo Rio dos Bois e Rio Mogi- Guaçu. Militar, Pesquisador, Explorador. Memorialista, Sertanista, Escritor. Ensaísta, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CÂNDIDO DE OLIVEIRA, Goiano, de Corumbaíba, 02.05.l9l7, escreveu, entre outros, "ALGUMAS ÁGUAS MINERAIS DO ESTADO DE GOIÁS", "O ANJO BRANCO"(ROMANCE), “NOVA VISÃO DO UNIVERSO”(1980). Filho de Jorge Martins de Oliveira e Ana Cândida de Jesus. Residiu sempre em Goiânia, onde, além de Cartorário, desenvolveu múltiplas atividades profissionais e literárias. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Tabelião, Professor, Coletor. Jornalista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Orador, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Foi proprietário de Cartório. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Em algumas ocasiões, foi candidato a uma das cadeiras na Academia Goiana de Letras, mas não conseguiu se eleger. Seu filho, Jovenir Cândido de Oliveira, além de Cartorário, tornou-se professor de Direito Constitucional, da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, bem como Diretor da Faculdade de Direito da Anhanguera. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CARLOS MAUGER (J. MAUGER), Goiano, de Anápolis, 07.11.1955, entre outros, escreveu, “O MEIO HOMEM”. Formado em Comunicação, Economia e Administração. Mudou-se para Brasília em 1960. Economista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Assessor cultural, Administrador, Tradutor, Jornalista. Membro do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, da Associação Nacional de Escritores, da União Brasileira dos Escritores de Goiás. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CARLOS TAVEIRA, de Caratinga, Minas Gerais, 17.09.1947, escreveu, entre outros, O PRISIONEIRO(Regional, 1984), NA CONCHA DAS PALAVRAS AZUIS(Thesaurus, 1987), CANTO SÓ(Regional, 1989), ACEITAÇÃO DO BRANCO(Thesaurus, 1991), A FLAUTA EM CONSTRUÇÃO(Thesaurus,1993), ARQUITETURA DO HOMEM(Thesaurus, 2005), sem dados biográficos completos nos livros(como nome de pai e mãe) e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em comunicação. Mudou-se para Brasília em 1969. Foi casado, durante vinte anos, com a escritora Aglaia Souza, com quem não teve filhos. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(2001), de Napoleão Valadares, DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORANEOS(1991), de Francisco Igreja. Operador de Telecomunicações. Revisor, Copydesk, Conselheiro da Revista MEIO AMBIENTE. Co-Editor da Revista LITERATURA. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Academia Taguatinguense de Letras e Academia de Letras do Brasil. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DE POETAS DE BRASILIA, 1985, de Cristina Oiticica, ALMA GENTIL, 1994, de Nilto Maciel, ANTOLOGIA DA NOVA POESIA BRASILEIRA, 1992, de Olga Savary, ESCRITORES BRASILEIROS(1985), de Paula Bastos, BRASIL TROVADOR(1986), de Lais Costa Velho, DIAMANTE PARA AMANTES(1988), de Riase Ressan, CHÃO INTERIOR(1992), de Elizeu Mol, CRONISTAS DE BRASILIA(1995), de Aglaia Souza, CALIANDRA: POESIA EM BRASILIA(1995), de Mario Viggiano, A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX(1998), de Assis Brasil, POESIA DE BRASILIA((1998), de Joanyr de Oliveira, A LITERATURA BRASILIENSE(1999), de Wilson Pereira, ANTOLOGÍA DE LA POESÍA BRASILEÑA(Espanha, 2001), de Xosé Lois Garcia, POETAS MINEIROS EM BRASILIA(2002), Ronaldo Cagiano, PENSAMENTOS DA LITERATURA BRASILEIRA(2002), de Napoleão Valadares, TRILHOS NA CABEÇA(Itália, 2003), de Albert Von Brunn, ANTOLOGIA DE HAICAIS BRASILEIROS(2003), de Napoleão Valadares, POEMAS PARA BRASILIA(2004), de Joanyr de Oliveira, LINGUAGEM E REDAÇÃO DO 2º GRAU(1992), de David de Souza, HISTORIA DA LITERATURA BRASILIENSE(2005), de Luiz Carlos Guimarães da Costa, SOB O SIGNO DA POESIA-LITERATURA EM BRASILIA(2003), de Anderson Braga Horta. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Em seu livro ARQUITETURA DO HOMEM(2005) se lê: João Carlos Taveira nasceu em Caratinga, Minas Gerais, aos 17 de setembro de 1947. Lá, alfabetizado pela grande mestra dona Carlota, fez o primário, o ginasial e o cientifico. Cursou Letras Neolatinas, em Belo Horizonte. Reside em Brasília desde 1969. Trabalhou na Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos(ECT) e na Viação Aérea São Paulo(VASP). De 1987 a 1989 foi diretor da Divisão de Desporto, Lazer e Turismo, na Administração do Núcleo Bandeirante, no Governo de José Aparecido de Oliveira. Como aeroviário, conheceu o Brasil de Norte a Sul e de Leste a Oeste, quase todos os paises da América do Sul e vários outros da Europa ocidental. Esteve nos Estados Unidos da América, em 1991, com um grupo de escritores liderados pelo editor Victor Alegria, para participar da 7ª Feira Internacional do Livro de Miami. Estudioso de musica erudita, tem se dedicado nos últimos vinte anos à pesquisa e audição de opera, possuindo uma coleção com mais de seis mil CDS e aproximadamente oitocentos VHS e DVDs. Orgulha-se de sua pequena biblioteca, que conta hoje com mais de três mil volumes. De 1999 a 2002, trabalhou com o Engenheiro e Físico Paulo Gontijo, na organização de obras literárias e na construção do Templo da Ciência, situado no município de Ipameri, Goiás. Tem nove filhos e dois netos, de seis casamentos. Atualmente trabalha como revisor e coordenador editorial. Tem pronta para publicação toda a sua poesia, reunida de 1984 a 2004. Figura em diversas antologias poéticas no Brasil e no Exterior. Pertence à Academia de Letras do Brasil, à Associação Nacional de Escritores e ao Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, de que foi Vice-Presidente. Foi eleito recentemente para a Cadeira XXVI, patrono Cruz e Sousa, da Academia Brasiliense de Letras. Durante quase dez anos foi editor da revista LITERATURA, de Nilto Maciel, e há mais de cinco anos, coordena a revista DF-LETRAS, da Câmara Legislativa. Em 1994, recebeu a Medalha do Mérito Cultural de Brasília. Tem poemas e artigos publicados em diversos jornais e revistas do País. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO CARVALHO DE MATOS, de Cantinho, Bahia, 01.04.l949, escreveu, entre outros, "PROCESSO PENAL-ROTEIRO TEÓRICO E PRÁTICO"(1992), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Editou também “PRÁTICA PROCESSUAL PENAL”(1998). Filho de Joaquim Pereira de Matos e Ana Vitória Carvalho de Matos. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para São Luiz de Montes Belos, interior goiano, onde terminou o primeiro grau e iniciou o segundo. Já em Goiânia, formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Consultor Jurídico da Câmara Municipal de Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Jurista, Advogado, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Professor de Direito Penal e Processual Penal, da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UCG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CEZAR PIEROBON, Goiano, da Capital, 26.11.l938, escreveu, entre outros, "AUSÊNCIA E PRESENÇA"(POEMAS-1992), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Bernardo Elis Fleury de Campos Curado. Formado em Engenharia Civil pela Faculdade de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Engenheiro, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA) de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais, GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO COELHO FERREIRA(JOÃO SEM AÇO), Goiano, de Rio Verde, l902, escreveu, entre outros, “RESPEITEMOS OS CAPRICHOS DO DESTINO”, “A VOZ DO SILÊNCIO”, “LÁGRIMAS DE UM CONDENADO”. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, 1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na obra RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CORRÊA CANEDO (J. Odenac), Goiano, de Silvânia, l89l, escreveu, entre outros, "HISTÓRIA DE UM CRIME OU CRIME DE ALDEIA", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Foi Escrivão de Polícia, Delegado, Promotor Público. Professor, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana do Ministério Público. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO COSTA E SILVA, Goiano, de Piracanjuba, l920, entre outros, escreveu, "PELOS CAMINHOS DA VIDA", sem dados biográficos no livro. Professor, Jornalista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação de Professores de Goiás, além de várias entidades culturais, sociais e filantrópicas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO CRISTOVAN LEÃO, Goiano, de Rio Verde, l932, escreveu, entre outros, "RAÍZES MAÇÔNICAS", sem dados biográficos no livro. Funcionário da Secretaria da Agricultura do Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Doutrinador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Loja Maçônica ALVORADA GOIANA, na Capital do Estado, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Grande Oriente do Brasil. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos maçônicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO DA CRUZ(JOÃO DA CRUZ DE JESUS COSTA), de Ilha Grande, Morro da Mariana, Parnaíba, Piauí, 1932, escreveu, entre outros, “OS LUCIANOS”(UMA DESCEN-DÊNCIA DE DOIS SÉCULOS DISSEMINADA POR 16 ESTADOS, COM ORIGEM NO PIAUÍ), com prefácio de Lauro Correia, observações de Adrião Neto e Rubem Freitas. Residente em Valparaízo, no Estado de Goiás, região do entorno de Brasília. Ex-aluno do Seminário Menor de Teresina e Crato, bem como do Seminário Maior de Fortaleza, no Ceará. Formou-se em Contabilidade, Direito, Administração e História. Advogado e Professor. Aposentou-se como Assessor Legislativo do Senado Federal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Produtor Cultural, Ativista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Conferencista. Historiador, Genealogista, Educador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos genealógicos. Encontra-se no DICIONÁRIO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Colégio Brasileiro de Genealogia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO DE ABREU(João D’Abreu)(JOCA), de Taguatinga, Goiás, hoje Tocantins, 04.07.l888, fundou, entre outros, o jornal "O NORTE", "A BIGORNA". Filho de Josino de Abreu Caldeira e Ricarda de Alcântara e Silva.



Mudou-se para Arraias, no hoje Estado do Tocantins, com sete anos de idade. Após os estudos primários em sua terra adotiva, concluiu o curso secundário no Liceu de Goiás, na antiga Capital. Odontólogo, em 1911, formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro(naquela época, as Escolas de Medicina formavam os dentistas).



Professor do Liceu de Goiás, na antiga Capital, onde também se casou, em 1913, com Francisca do Espírito Santo Ferreira(Chiquita). Em 1925, formou-se em Direito, na Faculdade de Goiás Velho, onde também foi vereador.



Docente da Faculdade de Farmácia e Odontologia, em Goiânia. Procurador Fiscal da Fazenda Estadual. Fundou em Arraias, em 1935, o jornal O NORTE. Foi Prefeito, Deputado Constituinte, Vice-Governador do Estado. Governador do Estado na ausência de Pedro Ludovico, em 1937.



Presidente do Banco do Estado de Goiás(BEG). Procurador Fiscal da Fazenda Pública de Goiás. Deputado Federal, em 1949. Fundador da Cooperativa das Mangabeiras(1943) e Cooperativa dos Babaçueiros do Norte Goiano(1962).



Professor da Faculdade de Direito de Goiaz, na antiga Capital do Estado. Participou da Comissão de Estudos para a Localização da Nova Capital Federal.



Jornalista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.



Membro Nº 70 da Associação Goiana de Imprensa e um de seus fundadores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconccelos.



Faleceu no dia 27.10.1976, sendo sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras, de Goiânia.



Embora o palácio da Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins, tenha recebido o seu nome, ele, João D`Abreu, era totalmente contrário à divisão do Estado de Goiás, eis que pregava sempre pelo seu jornal, o desenvolvimento do Norte de Goiás e não sua separação. Mas talvez a homenagem lhe tenha sido prestada pelo fato de ter nascido em Taguatinga e vivido em Arraias, alem de ter sido Deputado Estadual, bem como ter fundado na região dois jornais: O NORTE e A BIGORNA.



Sobre ele escreveram, especificamente, em 1983, sua sobrinha Maria Cavalcante Martinelli e Rosolinda Batista de Abreu Cordeiro, o livro denominado “JOÃO D’ABREU”.



É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 26, cujo Titular é José dos Santos Freire Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



JOÃO DE FREITAS(João de Freitas Pereira), de Pocrane, Minas Gerais, 28.08.1958, escreveu, entre outros, A ARRISCADA PRETENSÃO DE SABER O FUTURO(1992), ATEU GRAÇAS A DEUS, A FONTE DA JUVENTUDE, PROTEJA SUA LÍNGUA, LIVRE-SE DO CIGARRO, DROGAS? VOCÊ DECIDE, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Mediante concurso público de provas e títulos, tornou-se Oficial de Justiça no Tribunal Regional do Trabalho da Terceira Região em Belo Horizonte. Em 1986, tambem por concurso, ingressou no Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais. Em 1989, primeiro lugar no concurso, passou para o Tribunal de Alçada de Minas Gerais. Em 1992, também mediante concurso, tornou-se integrante do quadro de funcionários do TRT da Terceira Região e, ao final do curso de Direito, concorreu ao cargo de Oficial de Justiça, tomando posse em janeiro de 1998. Em 2000, criou o domínio BHSERVIÇO, que hoje já é uma das páginas mais conhecidas de Belo Horizonte. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Um dos autores mais lidos na USINA DE LETRAS. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO DE SCANTIMBURGO, de Dois Córregos, São Paulo, 31.10.1915, escreveu, entre outros, JOSÉ ERMIRIO DE MORAIS-O HOMEM E A OBRA(1975), INTERPRETAÇÃO DE CAMÕES(1980), MEMORIAS DA PENSÃO HUMAITÁ(1992), EÇA DE QUEIROS E A TRADIÇÃO(1995), AMANHÃ-O ANO 2000(1999), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de João de Scantimburgo e de Julia Cenci de Scantimburgo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, tornou-se Jornalista. Foi Diretor dos DIARIOS ASSOCIADOS, de Assis Chateaubriand, em São Paulo e do CORREIO PAULISTANO. Dirigiu também o DIARIO DO COMERCIO e o DIGESTO ECONOMICO. Fez Mestrado em Economia e Doutorado em Filosofia e Ciências Sociais. Lecionou na Fundação Armando Álvares Penteado e na Universidade Estadual Paulista(UNESP). Membro do Conselho Curador vitalício da Fundação Bienal de São. Vinculado à Academia Paulista de Letras, ao Instituto Brasileiro de Filosofia e ao Pen Club do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, sediadas no Brasil, na Europa e nos Estados Unidos. Publicou dezenas de outros livros, destacando-se, TRATADO GERAL DO BRASIL, O BRASIL E A REVOLUÇÃO FRANCESA, HISTORIA DO LIBERALISMO BRASILEIRO. Foi eleito para a CADEIRA 36, da Academia Brasileira de Letras, na vaga de José Guilherme Merquior, sendo recebido por(nome não indicado no site da Academia) , em 26.05.1992, quando tinha 77 anos de idade. Esta Cadeira tem como Patrono Teófilo Dias , fundada por Afonso Celso e ocupada anteriormente por Clementino Fraga, Paulo Carneiro e José Guilherme Merquior. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JOÃO DE SOUZA LIMA (PADRE JOÃO), de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 3.9.1876, escreveu, entre outros, “BOA VISTA DO TOCANTINS”, sem dados biográficos. Filho de José Francisco de Araújo e de Nazária Lisboa de Sousa Lima. Conforme alguns, teria nascido em 1869.



Após os estudos primários em sua terra natal, dirigiu-se para a antiga Capital de Goiás, Vila Boa ou Goiás Velho, matriculando-se no Seminário Arquidiocesano, onde se formou em Teologia.



Com 23 anos de idade, em 1899, recebeu as Ordens Sacras, tornando-se padre. Nos anos seguintes, fez-se Vigário de Boa Vista do Tocantins, sua terra natal, que hoje tem o nome de Tocantinópolis. Logo a seguir, em 1930, recebeu o título de Cônego.



Foi Deputado Estadual, representando o norte de Goiás, entre 1910 e 1914. Nomeado Administrador da Mesa de Rendas do Norte, desempenhou o cargo com pulso forte. Como Prefeito Municipal de sua terra natal, em 1945, desenvolveu a educação.



Enfrentou vários movimentos revolucionários, entre os quais, o que pretendia incorporar Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis) ao Município de Grajaú, no Maranhão.



Na segunda Revolução de Boa Vista, enfrentou o famoso Leão Leda que, expulso da cidade, dirigiu-se para Conceição do Araguaia, então pertencente ao Estado de Goiás, onde chegou em janeiro de 1909, ali enfrentando o Frei Domingos Carrerot.



Leão Leda, como se sabe, perdeu as eleições em Grajaú, no Maranhão e fugiu para Tocantinopolis, de onde foi expulso pelo Cônego João de Sousa Lima.



Faleceu o Padre João de Souza Lima, em 29 de setembro de 1947, com 71 anos de idade, sendo sepultado no interior da Catedral Diocesana de Tocantinópolis. Sobre ele escreveu excelente livro, o padre espanhol Luís Palacín Gomez, com o título: “CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS-O PADRE JOÃO E AS TRÊS REVOLUÇÕES DE BOA VISTA-TOCANTINÓPOLIS”.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 13, cuja Titular é Mary Sônia Matos Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



JOÃO DE SOUZA RIBEIRO FILHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 22.02.1915, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS”(1965). Cometeu o grave erro de não deixar em seu dicionário, a sua própria biografia completa, tendo apenas dados superficiais. Economista, Contador, Professor. Durante muitos anos, foi Assessor de Administração Geral da PETROBRÁS. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Colaborou em diferentes jornais e revistas, dentre outros, “DIÁRIO DA MANHÔ e “JORNAL DO BRASIL”, no Rio de Janeiro. Vinculou-se a várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Economistas Profissionais e Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado da Guanabara. Traduziu o livro ENTRE DOIS MUNDOS(1958). Publicou também “OS PRÊMIOS NOBEL”, “ORDENS HONORÍFICAS”(1955), “SOLUÇÃO HERÓICA PARA VIAJAR”(1969). É biografado no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. Escreveu também sob o pseudônimo de J. CARIRI, PAI JOÃO e ARIEL. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO DORNAS FILHO, de Itaúna, Minas Gerais, 07.08.1902, escreveu, entre outros, “A ESCRAVIDÃO NO BRASIL”(1939), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando a problemática social do negro e sua relação com as minas de ouro, em seus livros “A INFLUÊNCIA SOCIAL DO NEGRO BRASILEIRO”(1943) e “O OURO DAS GERAIS E A CIVILIZAÇÃO DA CAPITANIA” (1957). Filho de João Dornas dos Santos e Maria Eugênia Viana. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em Belo Horizonte, Minas Gerais, com 20 anos de idade, participou do movimento modernista mineiro, em 1922. Dirigiu o jornaleco “LEITE CRIOULO”, panfleto de renovação estética. Dedicou-se à pesquisa histórica e também à investigação folclórica, tendo escrito o livro de contos “BAGANA APAGADA” (1940). Foi membro da Academia Mineira de Letras, Cadeira 12 e do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo. Faleceu em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 1963, com 61 anos de idade. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO FELÍCIO DE OLIVEIRA FILHO, de Urutaí, Goiás, 14.04.1949, escreveu, entre outros, “A CIDADE TEMPORÁRIA”(POEMAS-1987), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Durante muito tempo, residiu em Feira de Santana, na Bahia, depois do movimento revolucionário de 1964. Jornalista, Radialista, Repórter. Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Escritor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista, Conferencista, Orador, Poeta. Mudou-se para Araguari, em Minas Gerais. Trabalhou como repórter e redator de notícias da Rádio Alvorada. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO FELLIPE BORGES DIAS BENTO, de Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, 31.08.1987, escreveu, entre outros, ALGUNS DIAS DOS DIAS-A verdadeira historia dos primeiros habitantes do norte tocantinense(2007), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Artur Dias Bento e Ana Meri Borges. Irmão de Larissa, Darlan, Daniel, Carlinhos, João Antonio e João Roberto. Neto de João da Silva Pereira e Renilde Borges Pereira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É, atualmente(2007) estudante de Medicina em Araguaína. Seu livro conta a história de Antonio Dias Ribeiro, patriarca da família, que nasceu no século XVIII, na Vila de Boqueirão, na Bahia. Quanto a João Fellipe, não é mencionado no livro ARAGUAINA-40 ANOS(1998), de Jauro José Studart Gurgel. Não é referido no livro ARAGUAINA-HISTÓRIA E ATUALIDADE(2000), de Claudivan Santiago. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO DE MINAS(Ariosto Palombo), Paulista, da Capital, l890, escreveu, entre outros, "NOS MISTERIOSOS SUBTERRÂNEOS DE SÃO PAULO". Fundador da Igreja Cristã Científica do Brasil, em Anápolis, Goiás. Intitulou-se PAPA CRISTÃO CIENTÍFICO DO BRASIL e fundou em Anápolis, Estado de Goiás, a Igreja Cristã Científica do Brasil, tendo como seu Bispo, o jornalista A. G. Pinto, este, proprietário do jornal A LUTA, ocasião em que também teve a oportunidade de realizar conferências científicas em Anápolis. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Pesquisador, Espiritualista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista, Conferencista, Orador, Poeta. Analisado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos filosóficos. Fundou em São Paulo, a Academia Nacional de Letras, cujos acadêmicos eram chamados "soldados azues", Rua Xavier de Toledo, 9, Caixa Postal, 29ll, Centro, São Paulo. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO DOS SANTOS MELO, de Conceição do Araguaia, no Pará, 18.08.l92l, escreveu, entre outros, "BANZEIRO: CONTOS E ESTÓRIAS DE ARUANÃ"(1986), sem dados biográficos no livro. Filho de Agostinho de Melo Silva e Isabel dos Santos Melo. Residente em Aruanã, Goiás, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituiçõoes culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Citado no livro ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO EMÍLIO FALCÃO COSTA FILHO, de Teresina, Piauí, 11.09.1937, escreveu, entre outros, ALELUIA(1978), BALANÇO DA SEMANA(1982), CRÔNICAS(1988), O ANDARILHO(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação. Mudou-se para Brasília em 1962. Jornalista, Funcionário Público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Chefe de Reportagem da Sucursal do JORNAL DO BRASIL. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras, Academia Piauiense de Letras, Academia de Letras do Brasil, Associação Nacional de Escritores e Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Organizou a antologia HORAS VAGAS, ao lado de Manoel Vilela Magalhães. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, CONTISTAS DE BRASILIA(1965), de Almeida Fischer, PIAUÍ-SUAS HISTÓRIAS E SEU POVO(1978), de Francisco Miguel de Moura, CONTO CANDANGO(1980), de Salomão Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOÃO FELÍCIO DE OLIVEIRA FILHO, de Urutaí, Goiás, 1949, escreveu, entre outros, “CIDADE TEMPORÁRIA” (POEMAS), sem dados biográficos no livro. Professor de Inglês. Foi Secretário Geral da Confederação Goiana de Estudantes, em 1968. Secretário Municipal de Cultura de Urutaí(1997), interior goiano. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Produtor Cultural, Literato. Pensador, Intelectual, Ativista. Jornalista, Educador, Ficcionista. Cronista, Contista, Memorialista. Administrador, Conferencista, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro do Sindicato dos Professores do Estado de Goiás, além de diferentes agremiações sociais, culturais de classe, entre as quais, Associação dos Professores de Goiás, Associação Goiana de Imprensa e União Brasileira de Escritores de Goiás. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO FERNANDES DA CONCEIÇÃO(Professor Joca), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 10.08.l9l2, escreveu, entre outros, “POESIAS DE ONTEM E DE HOJE”, “l00 SONETOS ESCOLHIDOS”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com prefácio de Francisco Bento. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde, em diferentes seminários, concluiu o curso secundário e superior, nas áreas de Filosofia, Teologia e Direito Canônico. Em 1945, foi Promotor Público de Porto Nacional, na época em que para exercer o cargo não precisava ser Bacharel em Direito. Nos anos seguintes, mudou-se para Anápolis. Durante muitos anos, foi Professor do Colégio Estadual de Anápolis, onde se aposentou. Mudou-se para Brasília em 1963, indo residir em Taguatinga. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Conferencista, Orador, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Juiz Substituto, Meteorologista. Membro da Academia Taguatinguense de Letras no Distrito Federal, além de diferentes instituições sociais, culturais e de classe. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, bem como no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira e ainda no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares e ainda em HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Faleceu em Brasília, onde também foi sepultado. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO FERREIRA, de Cerva, Portugal, 17.02.1927, escreveu, entre outros, UANÁ-NARRATIVA AFRICANA(1987), AS IDEOLOGIAS E O PODER EM CRISE-NORBERTO BOBBIO(Tradução,1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Filosofia. Cursou Doutorado. Mudou-se para Brasília, onde se tornou Diretor Geral do INEP/MEC. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário, Coordenador de Curso de Mestrado. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, MONDE, 1985, de Solange Parvaux. Escritor, Tradutor, Ensaísta. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOÃO FERREIRA DIAS, Goiano, de Trindade, 12.07.l924, escreveu, entre outros, "A RAZÃO É O CAMINHO", “SÍNTESE DE CONCEITOS”, “HOMEM COM H MAIÚSCULO”, “NOVA AURORA”(POESIAS), sem dados biográficos nos livros. Foi Delegado da Receita Federal em Goiás, residindo em Goiânia, onde desenvolveu múltiplas atividades profissionais e literárias. Escritor, Jornalista, Ensaísta. Contista, Cronista, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Conferencista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Musicista, Filósofo. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias instituições socias, culturais e de classe, entre as quais, Ordem Macônica. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Trindade, em 12 de julho de 1924. Não chegou a fazer o Curso de Direito, que era a sua vocação, face a sua luta pela sobrevivência.

Entretanto, fez alguns cursos especiais. Foi burocrata e aposentou-se como funcionário do Ministério da Fazenda (com honras e louvores).

Filiou-se à Associação Goiana de Imprensa em 14 de abril de 1960, passando desde então, como cronista, a ocupar coluna em “O Popular”.

Escreveu também no “Diário da Tarde” (fundado por Lisandro Vieira da Paixão); na revista “Brasília” (fundada por Ciro Lisita Júnior), todos em Goiânia.

Em Brasília, escreveu como colunista e revisor de “A Tribuna de Brasília” (fundada por José Emiliano da Silva, em 1958).

João Dias já editou dois livros: Homem com H Maiúsculo (conto) e A Razão é o Caminho (Psicologia Empírica).

Embora poeta, não publicou nenhuma obra poética. Suas poesias, entretanto, foram suportes para várias músicas e estão inseridas no livro “NOVA AURORA”.



JOÃO FRANCISCO LISBOA, de Pirapemas, Maranhão, 22.03.1812, escreveu, entre outros, VIDA DO PADRE ANTONIO VIEIRA(1832), CRONICA MARANHENSE(1838), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João Francisco de Melo Lisboa e Gerardes Rita Gonçalves Nina. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez as primeiras letras em São Luís, Maranhão, onde viveu até os onze anos, quando voltou a Pirapemas. Permaneceu na terra natal até completar quatorze anos, em 1826. Falecido o pai, foi enviado para a capital da Província, São Luis, a fim de trabalhar no comércio como caixeiro da loja do negociante Francisco Marques Rodrigues. Permaneceu nesse ramo de atividade de 1827 a 1829, quando tinha 17 anos de idade. Largando essa ocupação, dedicou-se inteiramente ao estudo, sob a orientação de alguns mestres renomados, entre os quais o professor de Latim, Francisco Sotero dos Reis. Depois, separados por divergências de natureza política, os dois se tornariam adversários ferrenhos. Sotero dos Reis, em seu Curso de Literatura, gabou-se de ter contribuído para a educação de João Francisco Lisboa que, no entanto, fez sérias restrições ao mestre. Suspensa a circulação do FAROL MARANHENSE, dirigido por José Cândido de Morais, em 1832, Lisboa fundou, para continuar a pregação doutrinária do grande jornal, O BRASILEIRO, o seu primeiro diário, cuja publicação interrompeu com a morte de José Cândido. Fez reviver o FAROL, assumindo a sua direção por dois anos. De 1834 a 1836, com 24 anos, dirigiu o ECO DO NORTE, também retirado de circulação. Francisco Lisboa passou a trabalhar na administração pública, como secretário do governo durante três anos, a que se seguiu um período de duas legislaturas como deputado provincial. A 20 de novembro de 1834, com 22 anos de idade, casou-se com Violante Luísa da Cunha, sobrinha de João Inácio da Cunha, visconde de Alcântara. O casal não teve filhos. Adotou uma filha de Olegário José da Cunha, a qual veio a falecer pouco depois. Outra filha de Olegário foi adotada pelo casal e sobreviveu a ambos, tendo, já idosa, assistido à inauguração da estátua do pai adotivo, na cidade de São Luís, em 1918. Em 1838, retomou o jornalismo, assumindo a direção da CRÔNICA MARANHENSE, em sua fase áurea como escritor. A Crônica Maranhense era um jornal de combate, especialmente criado para defender os interesses do Partido Liberal, reproduzindo a história viva das lutas políticas daqueles anos. Deixou de circular em dezembro de 1840. Era o período difícil da Regência e da Maioridade de D. Pedro II. Na tribuna parlamentar e na imprensa, defendeu princípios da liberdade e interesses do povo, sendo injustamente acusado de participação na “balaiada”, movimento revolucionário maranhense. Retirou-se temporariamente da política, dedicando-se à literatura e à advocacia. Em 1847, recusou o convite que lhe fizeram os liberais para se apresentar como candidato a deputado geral. Aceitou, contudo, a participação na Assembléia Provincial, para a qual foi eleito no ano seguinte, 1847. Em 25.06.1852, saiu o primeiro número do JORNAL DE TIMON, folheto composto de 100 páginas, inteiramente redigido por João Francisco Lisboa. Em 1855, transferiu-se para o Rio de Janeiro. Em 1858, mudou-se com a família para Lisboa, em Portugal, com a finalidade de encontrar documentos e dados elucidativos da história brasileira, por conta do Governo Imperial. Entre Junho e Dezembro de 1859, visitou o Maranhão. Retornou a Lisboa, falecendo no dia 26.04.1863, com 51 anos. Sua esposa Violante da Cunha Lisboa, já de volta ao Maranhão, tomou providências para que o corpo do marido fosse trasladado de Lisboa para São Luís, o que aconteceu em 24.05.1864. Foram seus contemporâneos Odorico Mendes, Sotero dos Reis, Joaquim Serra, Franco de Sá, Sousa Andrade, Antônio Henriques Leal, Cândido Mendes de Almeida e César Augusto Marques. Este César Augusto Marques, Médico, escreveu o famoso DICIONARIO HISTORICO-GEOGRAFICO DA PROVINCIA DO MARANHÃO, publicado em 1870. Sobre ele(Francisco Lisboa), escreveu excelente livro, em 1977, com o titulo JOÃO FRANCISCO LISBOA JORNALISTA E HISTORIADOR, a historiadora Maria de Lourdes Menaço Janotti, bem como ainda o livro JOÃO FRANCISCO LISBOA- O TIMON MARANHENSE, de Arnaldo Niskier. Jornalista, crítico, historiador, orador e político. Faleceu em Lisboa, Portugal, em 26.04.1863, com 51 anos de idade. É o patrono da Cadeira 18, por escolha do fundador José Veríssimo. Sua Cadeira 18, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo João Francisco Lisboa), Fundador José Verissimo, sendo também ocupada por Barão Homem de Melo, Alberto Faria, Luis Carlos, Pereira da Silva, Peregrino Junior e Arnaldo Niskier. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO FRIEDMANN, de Praga, Tchecoslováquia, 22.11.l903, escreveu, entre outros, "MACHO E FÊMEA OS CRIOU"(1957), “COMO ENCONTREI O MEU DEUS”(1954), sem dados biográficos nos livros. Viveu em Anápolis, Goiás, como fotógrafo e jornalista, onde também faleceu. Em ocasiões diferentes foi Católico, Protestante e Espírita. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Jornalista. Desenhista, Intelectual, Pensador. Memorialista, Literato, Ativista. Produtor Cultural, Administrador, Educador. Orador, Poeta, Ficcionista. Distinguido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira e em ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido em Praga, na Tchecoslovaquia, a 22 de novembro de 1903. Filho de judeu, seu pai, Rodolfo Friedmann, era luterano e sua mãe, Maria Friedmann, calvinista.

Educou-se na Áustria, aprendendo as primeiras letras com os pais e depois com o prof. Herr Hirsch, que também lhe ensinou música, pintura e fotografia, quando tinha 10 anos.

Fez o curso secundário na Capital, distante dos pais, tornando-se materialista convicto. Em 1920, com 17 anos, veio para o Brasil.

Militou no jornalismo interiorano, especialmente na cidade de Anápolis, onde viveu a maior parte de sua vida.

Em 1935, já fazia anúncio de sua casa comercial, “Laboratório Fototécnico”, no jornal “Annapolis”.

Entre 1937 e 40, denunciou o Fascismo pelas páginas de “Voz do Sul”, de Anápolis. Passou a ser perseguido.

Em 1940, viajou com Stefam Zweig, do Rio de Janeiro a Belo Horizonte, mantendo com o mesmo célebre diálogo.

Em 1949, com 46 anos, converteu-se ao protestantismo, através de Galiano Jacomossi e Rev. W. B. Forsyth, capelão do Hospital Evangélico de Anápolis.

Em 1954, escreveu o livro “Como Encontrei o Meu Deus”, prefaciado por Rodolfo Anders, contando sua história de conversão ao protestantismo.

Esta obra foi traduzida para o Inglês, Castelhano e Yiddish, pelo Rev. Emanuel Lichtenstein e editada em Buenos Aires.

Doente e desenganado pela medicina, foi a procura de Zé Arigó, através do qual se sentiu curado.

Em 1957, publicou o livro “MACHO E FÊMEA OS CRIOU...”, com apresentação de Jarbas de Oliveira e a capa de Gustavo Kraus.

Como excelente desenhista, elaborava também plantas de casas residenciais e comerciais. Faleceu na cidade de Anápolis, no dia 18 de setembro de 1964.



JOÃO GARROTE(SILVA), de Itumbiara(Fazenda do Bandeira), Goiás, 1937, escreveu, entre outros, “A ARTE DE INVENTAR-O DESPERTAR DA CRIATIVIDADE HUMANA”, sem dados biográficos no livro, com ilustrações de Luciano Amaral Franco e observações de Casper Erich Stemmer e Antonio Agenor Briquet de Lemos. Residente em Goiânia, para onde veio, como Funcionário Público Federal. Antigo funcionário da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste(SUDECO). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Jornalista. Desenhista, Intelectual, Pensador. Memorialista, Literato, Ativista. Produtor Cultural, Administrador, Educador. Orador, Poeta, Ficcionista. Foi vendedor de garrafas, engraxate e jornaleiro. Advogado. Aposentou-se como Procurador Autárquico da União, via Ministério da Ação Social. Inventor por excelência, desenvolveu uma série de inventos para facilitar a vida das pessoas. Tem suas invenções patenteadas no Instituto Nacional de Propriedade Industrial(INPI). Conquistou o segundo lugar no Concurso Nacional do Inventor. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO GOMES DA SILVA, de Pedreiras, Maranhão, 12.06.1959, escreveu, entre outros, “PASSA DE MIM ESTE CÁLICE”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Amadeu Felismino Rodrigues e Maria Gomes Rodrigues. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, fez o curso de Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife, Pernambuco, na Rua Padre Inglês, 243, no bairro Boa Vista. Neste mesmo Seminário, formou-se o autor destas notas, entre 1966 e 1972, quando fez MESTRADO EM TEOLOGIA, sob a orientação do Dr. Zaqueu Moreira de Oliveira, defendendo a tese O RADICALISMO BATISTA BRASILEIRO. Quanto a João Gomes, tornou-se Presbítero da Igreja Assembléia de Deus, Ministério de Madureira. Estabeleceu-se em Gurupi, Goiás, hoje Tocantins. Como Educador, exerce a Coordenação Regional do Seminário Teológico Paulo Leivas Macalão, na cidade de Gurupi, onde reside. Com o passar do tempo, tornou-se MINISTRO DO EVANGELHO, com registro na CONAMAD(Convenção Nacional dos Ministros da Assembléia de Deus). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Intelectual, Idealista, Visionário. Espiritualista, Memorialista, Professor. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Publicou também AS DUAS FACES DA RELIGIÃO. É membro da Academia Gurupiense de Letras, Cadeira 21. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO GONÇALVES DE SOUZA, Carioca, do Rio de Janeiro, l898, escreveu, entre outros, "GOIÁS-UMA NOVA FRONTEIRA HUMANA"(l949), sem dados biográficos no livro, com abertura de Artur Ramos. Engenheiro, Professor. Pesquisador, Escritor, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Realizou estudos cientifícos no interior de Goiás. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Brasileiro de Engenharia, do Conselho Nacional de Geografia, do Instituto Nacional de Imigração e Colonização. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO INÁCIO DA SILVA NEIVA, de Três Ranchos(Lago Azul), Goiás, 21.11.1955, escreveu, entre outros, “DEVANEIO” (POEMAS), sem dados biográficos pessoais no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com notas de orelha de José Hermes R. Damaso e prefácio de Celson Inácio Carneiro. Filho de João da Silva Neiva e Sebastiana de Melo Neiva. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Brasília. Durante muitos anos foi bancário vinculado ao Bradesco. Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da AEUDF(ASSOCIAÇÃO DO ENSINO UNIFICADO DO DISTRITO FEDERAL), em Brasília. Posteriormente transferiu-se para o Estado do Tocantins, passando a residir em PARAISO DO NORTE, hoje do TOCANTINS, onde exerce a profissão de Advogado e Vice-Presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Paraíso. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Fazendeiro, Jurista. Administrador, Idealista, Visionário. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO JANIS PRAUDE, de Dvinsk, Letônia, 1919, escreveu, entre outros, "OS DIAMANTES DE PRAUDE"(PENSAMENTOS, POESIA E PROSA), com prefácio de Eurípedes Barsanulfo Junqueira e considerações do Cônsul Halim Helou. Residente em Anápolis, Goiás, desde 1945, onde sempre se dedicou à confecção de jóias. Escritor, Poeta, Contista. Pesquisador, Ensaísta, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Literato, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Maçon, Rotariano, Relojoeiro. Espiritualista, Filósofo, Doutrinador. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Loja Maçônica Lealdade e Justiça, Rotary Club Centro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos rotários e filosóficos. Faleceu em Anápolis, onde sempre viveu. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO LICÍNIO DE MIRANDA, Goiano, de Campos Belos(antigo Distrito de Arraias), l902, escreveu, entre outros, "VOCÊ...VOCÊ...", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, morou em Arraias, Goiás, hoje Tocantins, então sede do municipio, de que Campos Belos era Distrito. Mudou-se para Goiás Velho, onde, em 1933, escreveu e publicou o seu livro de crônicas. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Acha-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Professor, Jornalista. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e ainda em HISTÓRIA DE CAMPOS BELOS E DAS FAMÍLIAS PIONEIRAS, de Aracy Batista Cordeiro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO LÚCIO DE AZEVEDO, de Sintra, Portugal, 1855, escreveu, entre outros, “QUESTÃO DE LIMITES GOYAZ-PARÁ”(1899), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter viajado pelo norte de Goiás, hoje Tocantins, estudando o problema dos limites entre o Pará e o norte goiano, especialmente quando Conceição do Araguaia, hoje no Pará, pertencia ao Estado de Goiás. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para o Brasil, estabelecendo-se em Belém do Pará. Como Caixeiro-Viajante de uma livraria, percorreu o Estado do Pará, vindo até o norte goiano, pelas águas dos Rios Araguaia e Tocantins. Casou-se com a filha do dono da livraria, tornando-se sócio da Firma e seu administrador. Em 1900, foi para Paris e depois para Lisboa, onde continuou escrevendo em francês, inglês, alemão, italiano, espanhol e holandês. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, além de Academia de Ciências de Lisboa e Real Sociedade de História de Londres. Publicou dezenas de obras, entre as quais, “JESUÍTAS NO GRÃO-PARÁ”(1901) e “HISTÓRIAS PARAENSES”(1893). Mencionado em vários livros, destacando-se “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO LUÍS ALVES, de Juiz de Fora, Minas Gerais, 23.05.1870, escreveu, entre outros, TRABALHOS PARLAMENTARES(1923), DISCURSO DE RECEPÇÃO NA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS(1923), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João Luís Alves e de Antonina Barbosa Alves. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 11 anos de idade, em 1881, foi para o Rio, onde completou os estudos preparatórios. Em 1885, matriculou-se na Faculdade de Direito de São Paulo, Bacharelando-se em Ciências Jurídicas e Sociais, no dia 09.11.1889, com 19 anos de idade, seis dias antes da proclamação da República. Formado em Direito, Cesário Alvim, Presidente de Minas Gerais, nomeou-o Promotor Público(naquela época, os Promotores não faziam concurso e eram nomeados a bel prazer dos governantes). Foi nomeador também Curador de órfãos da comarca de Rio Verde (1890-91), interior mineiro. A seguir foi Juiz Municipal e de órfãos de Campanha e de Alfenas, em Minas Gerais. Professor de legislação e terras no curso de agrimensura em Campanha (1893-94). Tornou-se com o passar do tempo, Professor Catedrático da Faculdade de Direito de Belo Horizonte. De 1893 a 1898, dedicou-se com brilhantismo à advocacia no sul de Minas. No biênio de 1898 a 1900, com 30 anos, foi prefeito de Campanha. Em 1899 foi eleito Deputado Estadual e, em abril de 1903, Deputado Federal, por Minas Gerais. Na Câmara foi eleito membro da Comissão da Constituição e Justiça, tendo ocasião de elaborar pareceres de grande repercussão política. Bateu-se com vigor pela reforma aduaneira, sendo um dos líderes do protecionismo brasileiro. Em 1908 foi eleito Deputado Federal pelo Espírito Santo. Fez parte da comissão encarregada de dar parecer sobre o projeto do Código Civil, na qual ficou mais uma vez comprovada a sua alta capacidade jurídica e oratória. A essa fase pertencem os seus melhores discursos. Filhado à corrente do senador Pinheiro Machado, foi um dos defensores da candidatura do marechal Hermes da Fonseca à presidência da República, justamente quando Rui Barbosa desenvolvia a memorável campanha civilista e, depois, o movimento de oposição ao governo daquele marechal. Foi eleito Senador pelo Espírito Santo. Foi valiosa a sua colaboração de jurista na elaboração da Lei de Cheques, da Lei Cambial, do Código Civil, do Código Comercial e do Código Penal. Em 1918, Artur Bernardes, eleito presidente de Minas Gerais, nomeou João Luís Alves secretário das Finanças. Assumindo Artur Bernardes a presidência da República, João Luís Alves foi chamado para a pasta da Justiça e Negócios Interiores. Nesse alto posto, elaborou a reforma judiciária do Distrito Federal, com um novo Código de Processo Civil e Comercial, e a reforma do Departamento Nacional de Saúde Pública e do Ensino. Em dezembro de 1924, com 54 anos de idade, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, na vaga aberta com a morte do ministro Hermínio do Espírito Santo. Ao buscar tratamento em Paris, na França, para a sua saúde precária, lá mesmo morreu. Era membro do Instituto dos Advogados, do Congresso Judiciário Americano, do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do Congresso Científico Latino-Americano e do Congresso Jurídico Brasileiro. Advogado, magistrado, jurista, político, professor, orador. Faleceu em Paris, França, em 15.11.1925, com 55 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 11, eleito em 20.09.1923, na sucessão de Eduardo Ramos e recebido pelo Acadêmico Augusto de Lima em 6.11.1923. Sua Cadeira 11, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Fagundes Varela, Fundador Lucio de Mendonça, sendo também ocupada por Pedro Lessa, Eduardo Ramos, João Luis Alves, Adelmar Tavares, Deolindo Couto, Darcy Ribeiro, Celso Furtado e Helio Jaguaribe. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, eis que Ministro do Supremo, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO LUIZ DE OLIVEIRA, Goiano, de Anápolis, l904, escreveu, entre outros, "SUBSÍDIOS À HISTÓRIA DE ANÁPOLIS", in A CINQUENTENÁRIA. Vereador e Prefeito Municipal de Anápolis. Escritor, Poeta, Ensaísta. Memorialista, Historiador, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Professor, Político, Jornalista. Anotado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRTORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira, bem como em HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido em Anápolis, a 30 de outubro de 1904. Dedicou boa parte de sua vida à lavoura. Não frequentou escola pública, mas aprendeu a ler com a própria família. Viveu muito tempo na Fazenda Sapato Arcado.

Autodidata, cedo interessou-se pelos livros, adquirindo parte da biblioteca jurídica e humanista do advogado rábula Hermógenes Monteiro.

Chefe político do município, foi designado Intendente da cidade, logo depois da Revolução de 30, até 1934.

Voltou, mais tarde, a ocupar o governo anapolino. Foi vereador, jornalista e historiador, além de literato. Escreveu “Anápolis na História”.

Fundou, em 1931, a 26/4, o “Grêmio Literário Moisés Santana”, o primeiro da cidade.

Durante muito tempo foi diretor e redator-chefe do jornal “A Luta”, de A. G. Pinto, recebendo deste mensagem especial no nº 253, de 6/11/38. Foi também colaborador de “O Anápolis”, “O Goiá”, entre outros.

Publicou, na revista “A Cinquentenária”, editada em 31/7/1957, o artigo intitulado “Subsídios à História de Anápolis”, focalizando todos os aspectos da vida anapolina, num trabalho de excepcional qualidade.

Escreveu crônicas amorosas e poéticas, sob o pseudônimo de Joluoli. Casado com D. Nenê, Maria José Dafico de Oliveira. João Luiz faleceu em 1969, enquanto a Dona Nenê-Maria José Dafico faleceu em 1998, conforme sua filha adotiva Marina, em carta ao autor, via e-mail, no dia 21.11. 2006.

Seu sobrinho, Oscar Luiz de Oliveira, advogado, durante muitos anos, foi Procurador Geral da Prefeitura Municipal de Anápolis.

Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira nº 07, de que é Títular a Profª Célia Siqueira Arantes.



JOÃO MAREGA, de Uberaba, Minas Gerais, 1940, escreveu, entre outros, “TUDO POR AMOR À VIDA”, “O BRASIL QUE DEUS QUER”(PENSAMENTOS, CRITICAS E SOLUÇÕES), sem dados biográficos nos livros. Foi Serventuário da Justiça da Comarca de Crixás, interior de Goiás, cidade em que reside. Vereador. Presidente da Câmara Municipal. No momento(1997), ocupa o cargo de Coletor Municipal. Professor, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Espiritualista. Memorialista, Historiador, Conferencista. Orador, Doutrinador, Educador. Literato, Cronista, Contista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes instituições sociais, culturais de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Goiana de Vereadores. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO NEDER, Mineiro, de Serrania, 17.06.l934, escreveu, entre outros, "O BOQUEIRÃO" (TEATRO-1957), sem dados biográficos no livro. Filho de Saleme Neder e Maura Cury Neder. Formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Promotor de Justiça aposentado. Residente em Goiânia, onde desenvolve sua atividade profissional e literária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado, Jornalista. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Brasileira de Columbofilia, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Encontra-se na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO NEVES DA FONTOURA, de Cachoeira, Rio Grande do Sul, 16.11.1887, escreveu, entre outros, ELOGIO DE COELHO NETO(1937), TRES ORAÇÕES ACADEMICAS(1944), POEIRA DAS PALAVRAS(1953), ESTAMPAS LITERARIAS(1956), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Isidoro Neves da Fontoura e Adalgisa Godoy da Fontoura. Após os estudos primários em sua terra natal, com o seu tio Artur Godoy, no Colégio Cachoeirense, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o preparatório no Ginásio de N. S. da Conceição em S. Leopoldo, Rio Grande do Sul, dos Padres Jesuitas. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito de Porto Alegre, em 1906, com 19 anos de idade. Em 1907, foi nomeado Promotor Público de Porto Alegre. Foi Prefeito de Cachoeira, de 1925 a 1928. Deputado estadual, de 1921 a 1928. Vice-Presidente do Estado do Rio Grande do Sul, eleito em 1927. Deputado federal pelo mesmo Estado, de 1928 a 1930 e de 1935 a 1937. Dedicou-se durante muito tempo ao jornalismo, como redator do jornal O DEBATE de Porto Alegre e do jornal RIO GRANDE, de Cachoeira. Fundou, em Porto Alegre, em 1907, a revista PANTUM. Foi líder parlamentar da Aliança Liberal na Câmara dos Deputados, em 1929, com 42 anos. Os discursos dessa fase estão publicados em dois volumes, sob o título A JORNADA LIBERAL. Depois de 1930, passou a ocupar o posto de consultor jurídico do Banco do Brasil. Em 1940, fez parte da delegação do Brasil à Conferência de Havana e, na qualidade de embaixador em missão especial, representou o Brasil nas posses dos Presidentes de Panamá e Cuba. Em 1942, recebeu o agrément do Governo da França para ocupar o posto de Embaixador do Brasil naquele país. Durante a guerra, foi nomeado Embaixador do Brasil em Lisboa, cargo que exerceu desde 1943, tendo se afastado a 30 de outubro de 1945. Ministro de Estado das Relações Exteriores, no ano de 1946, chefiou a Delegação do Brasil à Conferência de Paz, em Paris. Em 1948, foi o chefe da Delegação do Brasil à IX Conferência Internacional Americana, reunida em Bogotá. Coube-lhe proferir o discurso inaugural e propor, conseguindo resultados favoráveis, arbitragem obrigatória, uma das aspirações da política externa do Brasil. Pela segunda vez João Neves da Fontoura foi nomeado Ministro das Relações Exteriores, empossando-se no cargo em 31 de janeiro de 1951 e exercendo a pasta até 19 de julho de 1953. Em 1951, foi delegado do Brasil à IV Reunião de Consulta dos Ministros das Relações Exteriores das Repúblicas Americanas, reunida em Washington, na qual se discutiram os problemas da cooperação política, militar e econômica entre as referidas Repúblicas. Coube ao delegado do Brasil proferir o discurso na sessão inaugural, em resposta ao do Presidente dos Estados Unidos da América. Ainda em 51, foi o chefe da Delegação do Brasil ao Congresso da União Latina, reunido no Rio de Janeiro, cabendo-lhe a presidência do certame. Em 52, chefiou a Delegação do Brasil à VII Assembléia Geral da Nações Unidas, em Nova York. Recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Columbia, dos Estados Unidos da América. Era membro da Academia Rio-Grandense de Letras, sócio correspondente da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia de Letras do Uruguai e da Academia de la Lengua da Colômbia., advogado, jornalista, político, orador, diplomata e memorialista, Foi casado com Iracema Barcelos de Araújo, com quem teve três filhos. Faleceu no Rio de Janeiro, em 31.03.1963, com 76 anos de idade. . Segundo ocupante da Cadeira 2, eleito em 19.03.1936, na sucessão de Coelho Neto e recebido pelo Acadêmico Fernando Magalhães em 12.06.1937. Recebeu os Acadêmicos Aníbal Freire da Fonseca e Álvaro Lins. Sua Cadeira 2, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Álvares de Azevedo, Fundador Coelho Neto, sendo também ocupada por João Neves da Fontoura, Guimarães Rosa, Mario Palmerio e Tarcisio Padilha. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO NEVES DE PAULA TEIXEIRA, de Santo Ângelo, Rio Grande do Sul, 29.10.1950, escreveu, entre outros, “ANDANÇAS NO TEMPO” (CONTOS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, partiu para outros centros, onde terminou por se formar Médico. Já formado em Medicina, mudou-se para Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, em junho de 1986. Tornou-se membro titular da Academia Gurupiense de Letras, Cadeira 11. Está vinculado a diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Medicina. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO PEREIRA CALDAS, de Valença, Portugal, 1720, escreveu, entre outros, “ROTEIRO DO MARANHÃO E GOIÁS PELA CAPITANIA DO PIAUÍ”(1770), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, quando de sua passagem, como Governador, para o Maranhão e Piauí. Após os estudos primários, secundários e superiores, em sua terra natal, onde se formou em leis(Direito), veio para o Brasil, com 38 anos de idade, tornando-se Administrador (Governador) da Capitania do Piauí, por dez anos, entre 1759 e 1769. Nesse período, fundou várias vilas, fez o aldeamento dos indios e contou a população do Piauí, anotando mais de doze mil habitantes. A partir de 1772, tornou-se Governador do Maranhão. Foi também Ministro Plenipotenciário do Governo Português no Brasil. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista. Idealista, Visionário. Político, Magistrado Português radicado no Brasil. Exerceu o cargo de Comandante-Chefe da Expedição encarregada da demarcação dos limites das Possessões Portuguesas e Espanholas. Seu texto histórico, escrito depois de ter sido Governador do Maranhão em 1772, foi publicado pela primeira vez, em 1814, no jornal “O PATRIOTA” que reproduziu o texto em separata. Este mesmo jornal, também reproduziu em separata, neste mesmo ano, o texto “HISTÓRIA DA CAPITANIA DE GOYAZ”, do médico dos Dragões da Província, em Goiás Velho, J. M. Antunes da Frota. Quanto a João Pereira Caldas, seu texto foi também republicado em 1900, pela Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. É mencionado em diversos livros, entre os quais, “CAMINHOS ANTIGOS E POVOAMENTO DO BRASIL”(1930), de João CAPISTRANO Honório DE ABREU. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO PESSOA(JOÃO DE MORAIS PESSOA FILHO), de Damolândia, Goiás, l963, escreveu, entre outros, "DIÁLOGO COM O TEMPO"(POEMAS), com prefácio de Ubirajara Galli. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Delegado de Polícia em Barra do Garças, Mato Grosso. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Brasileira de Delegados de Polícia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO QUINÔ(João Mattos Quinaud), de Juazeiro, Bahia, 23.03.1904. Filho de Joaquim de Moura Quinaud e Joana Joselina de Mattos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com seu irmão mais velho, aprendeu o ofício de TIPÓGRAFO, aliando-a com o jornalismo. Trabalhou em jornais de Salvador, Minas Gerais e São Paulo. Na década de 1920, veio para Barreiras. Nos anos seguintes, entrou pela “PICADA DA BAHIA” e alcançou o norte goiano, chegando em Natividade, onde trabalhou no jornal A PALAVRA(1930), do Advogado André Aires e do Médico Quintiliano de Castro. Em 1932, foi para Carolina, no Maranhão, trabalhando no jornal A TARDE, de Catão Maranhão. Em 1935, veio para Porto Nacional, trabalhar com o Dr. Francisco Ayres, no jornal NORTE DE GOYAZ. Em 1936, foi para Pedro Afonso, onde fundou o jornal A VOZ DE PEDRO AFONSO. A gráfica deste jornal foi vendida para Messias Tavares. Nos garimpos de Cristalândia e Pium, casou-se com Rita Alves Mattos, mudando-se para Porto Nacional. Em 1950, junto com o Major Totó Aires e João Querido, funda o jornal O GOIÁS CENTRAL, com a finalidade de fazer a campanha de Pedro Ludovico Teixeira ao governo de Goiás. Como o jornal era impresso em tosco prelo de madeira, Pedro Ludovico lhe deu o titulo de “O GUTEMBERGUE DO SERTÃO”. Com o passar do tempo, tornou-se Funcionário Público Estadual. Em 1953, o Bioquímico Dr. Osvaldo Ayres da Silva adquiriu a gráfica do Goiás Central e passou a editar o jornal A NORMA, pregando a criação do Estado do Tocantins. Entusiasmado, João Mattos Quinaud fundou o jornal O ESTADO DO TOCANTINS, ao lado do Juiz Feliciano Machado Braga, Osvaldo Ayres e Fabrício César Freire, quando também criaram a Associação Tocantinense de Imprensa(ATI). Em 1963, João Mattos Quinaud foi para Gurupi, junto com seus filhos, ajudar Antonio Poincaré de Andrade(pai do Prefeito Otoniel Andrade), a fundar o jornal A VOZ DE GURUPI. Em 1964, este jornal foi transportado para Porto, com o titulo PORTO NACIONAL-JORNAL. Relembre-se que o jornal O ESTADO DO TOCANTINS foi reativado em 1975, em Araguaina, pelo jornalista Otávio Barros que o mantem até hoje(2005). Quanto a João Mattos Quinaud(JOÃO QUINÔ) faleceu em Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, em 22.06.1981. Um de seus filhos mais conhecidos é Getulio Mattos Quinaud. É referido em vários livros, entre os quais, IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alirio Afonso de Oliveira, HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otavio Barros da Silva. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO RENÔR FERREIRA DE CARVALHO, de Fortaleza dos Nogueiras, Maranhão, 01.05.1944, escreveu, entre outros, “MOMENTOS DE HISTÓRIA DA AMAZÔNIA”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Samuel Benchimol. Filho de Elias Ferreira Lima e Justina Ferreira de Carvalho. Quando tinha seis anos de idade, em 1950, mudou-se com os pais para o garimpo de Chapada, outrora Aspirim e hoje Cristalândia, no hoje Estado do Tocantins. Conforme alguns autores, o nome Cristalândia foi dado pelo missionário batista Zacarias Campelo, quando ali esteve fazendo pregações. Aliás, é o que ele(Zacarias) mesmo diz, em entrevista à Revista Evangélica “A PÁTRIA PARA CRISTO”, Nº 01, Ano XLI, 1986, página 26: “Fui pregar o evangelho no garimpo. O lugar se chamava Aspirim. Quando resolvi sair de lá, já estava com 10 mil habitantes e sugeri a criação do município, e coloquei o nome de Cristalândia, por ser a terra do cristal”. Voltando a João Renôr, através da instrumentalidade do padre João( não o famoso padre de Tocantinópolis), foi enviado para o Seminário Regina Minorum, na cidade de Anápolis, Goiás. Algum tempo depois, feitos os primeiros estudos, retornou para Cristalândia. Em seguida foi enviado para o Seminário Maior do Recife, onde concluiu novos estudos. Feito o vestibular, matriculou-se logo depois, no curso de História, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Pernambuco. Em 1979, fez curso de Doutorado na Universidade de Paris. Retornando ao Brasil, tornou-se professor concursado da Universidade do Amazonas. Também por concurso público, vinculou-se à Universidade Federal do Amapá, de que se tornou professor e posteriormente Reitor. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Educadores. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 34, tendo como Patrono Raimundo Braúna Nogueira. Professor, Historiador, Escritor, Pesquisador. Foi Diretor do Campus II(Imperatriz), da Universidade Federal do Maranhão. Doutor pela Universidade de Sorbonne, na França. Atualmente(2003), é também Professor da Universidade do Piauí, em Teresina. Organizou, junto com Adalberto Franklin, a 2ª Edição do livro “O SERTÃO”, de Carlota Carvalho, publicado pela primeira vez, em 1924. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO RIBEIRO(João Batista Ribeiro de Andrade Fernandes), de Laranjeiras, Sergipe, 24.06.1860, escreveu, entre outros, DICIONARIO GRAMATICAL(1889), VERSOS(1890), ESTUDOS FILOLOGICOS(1902), PAGINAS DE ESTETICA(Ensaio-1905), FRASES FEITAS(1908), COMPENDIO DE HISTORIA LITERARIA BRASILEIRA(1909), A LINGUA NACIONAL(1933), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel Joaquim Fernandes e de Guilhermina Ribeiro Fernandes. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Muito cedo ficou órfão de pai e foi residir em casa do avô, Joaquim José Ribeiro, que era um espírito liberal. A formação do seu espírito se deu nessa fase de sua vida, quando as excelentes coleções de livros do avô caíram-lhe nas mãos. Além de dedicar-se à leitura, iniciou-se na pintura e na música. Depois de ter concluído na cidade natal os primeiros estudos, transferiu-se para o Ateneu de Sergipe, em Aracaju, onde sempre se destacou como o primeiro da classe. Foi para a Bahia e matriculou-se no primeiro ano da Faculdade de Medicina de Salvador. Constatando que a sua vocação não era a de médico, abandonou o curso e embarcou para o Rio de Janeiro, para matricular-se na Escola Politécnica, tendo também abandonado o curso. Simultaneamente continuava a estudar arquitetura, pintura e música, bem como os vários ramos da literatura e sobretudo filologia. Desde 1881, com 21 anos de idade, dedicou-se ao jornalismo e fez-se amigo dos grandes jornalistas do momento, Quintino Bocaiúva, José do Patrocínio e Alcindo Guanabara. Ao chegar ao Rio, trazia os originais de uma coletânea de poesias, OS IDÍLIOS MODERNOS. Seu amigo e conterrâneo Sílvio Romero leu esses versos e publicou sobre eles um alentado artigo na Revista Brasileira (tomo IX, 1881). Mesmo assim João Ribeiro decidiu não publicá-los. Trabalhou, a princípio, no jornal ÉPOCA (1887-1888), multiplicando-se por várias seções, sob diversos pseudônimos: Xico-Late, Y., N., Nereu. Em 1888-89 estava no CORREIO DO POVO, com o seu "Através da Semana", onde assinava com as suas iniciais e também com o pseudônimo "Rhizophoro". Apaixonado pelos assuntos da filologia e da história, João Ribeiro desde cedo dedicou-se ao magistério. Professor de colégios particulares desde 1881. Em 1887, com 27 anos de idade, submeteu-se a concurso no Colégio Pedro II, para a cadeira de Português, para a qual escreveu a tese "MORFOLOGIA E COLOCAÇÃO DOS PRONOMES." Contudo só foi nomeado três anos depois, em 1890, para a cadeira de História Universal. Foi também professor da Escola Dramática do Distrito Federal, cargo em que ainda estava em exercício quando faleceu. A sua atividade no magistério iria se desdobrar com a do autor de uma vasta obra nas áreas da filologia, da história e do ensaio. Escrevia então para o jornal A SEMANA, de Valentim de Magalhães, ao lado de Machado de Assis, Lúcio de Mendonça e Rodrigo Octavio, entre outros. Ali publicou os artigos que iriam constituir os seus ESTUDOS FILOLÓGICOS (1902). A partir de 1895 fez inúmeras viagens à Europa, ora por motivos particulares, ora em missões oficiais. Representou o Brasil no Congresso de Propriedade Literária, reunido em Dresden, bem como na Sociedade de Geografia de Londres. Mantinha-se em contato com seus leitores brasileiros através de colaborações no JORNAL DO COMMERCIO(Rio), no jornal O DIA(Rio) e no jornal COMÉRCIO DE SÃO PAULO. A última fase de sua atividade na imprensa foi no JORNAL DO BRASIL(Rio), desde 1925 até a morte, em 1934. Ali escreveu crônicas, ensaios e crítica. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os aspectos folclóricos da região, em seu livro “O FOLCLORE”(1919). Em 1897, ao criar-se a Academia, ele estava ausente do Brasil. Por isso não foi incluído no quadro dos fundadores. Em 1898, já de volta ao Rio, ocorreu, em Lisboa, o falecimento de Luís Guimarães Júnior. A Academia o escolheu para essa sua primeira vaga. Foi eleito no dia 8.08.1898, por 17 votos, tendo tido como concorrente José Vicente de Azevedo Sobrinho que não teve voto, com três votos em branco. Foi recebido em 30 de novembro daquele mesmo ano, saudando-o José Veríssimo. Na Academia, fez parte de numerosas comissões, entre as quais a Comissão do Dicionário e a Comissão de Gramática. Foi um dos principais promotores da reforma ortográfica de 1907. Seu nome foi apresentado diversas vezes como o de um possível presidente da instituição, mas ele declinou sistematicamente de aceitar tal investidura. Em 22.12.1927, porém, a Academia o elegeu presidente. João Ribeiro apresentou, imediatamente, sua renúncia ao cargo. Jornalista, crítico, filólogo, historiador, pintor, tradutor. Faleceu no Rio de Janeiro, em 13.04.1934, com 74 anos de idade. Segundo ocupante da Cadeira 31, eleito em 8.08.1898, na sucessão de Luís Guimarães Júnior e recebido pelo Acadêmico José Veríssimo em 30.11.1898. Sua Cadeira 31, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Pedro Luis, Fundador Guimarães Junior, sendo também ocupada por João Ribeiro, Paulo Setúbal, Cassiano Ricardo, José Candido de Carvalho, Geraldo França de Lima e Moacyr Scliar. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO ROCHA(JOÃO DA ROCHA RIBEIRO DIAS), de Ribeiro Gonçalves, Piauí, 15.01.l94l, escreveu, entre outros, "TOCANTINS-A FORÇA DE UM IDEAL", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também vários outros livros sobre a sua atuação como Senador da República pelo Estado do Tocantins. Filho de Cornélio Ribeiro Dias e Francisca da Rocha Dias. Com seis anos de idade, em 1947, mudou-se para o garimpo de Chapada, Norte de Goiás, antigo Distrito de Porto Nacional, atualmente Cristalândia, no hoje Estado do Tocantins. Conforme alguns autores, Cristalândia já foi chamada de ASPIRIM e teve o seu nome mudado para Cristalândia, pelo missionário batista Zacarias Campelo. Quanto a João Rocha, fez os estudos primários com os professores Francisco de Assis Brandão e Pedro de Sá, este, ex-diretor do Ginásio Estadual de Porto Nacional. Ainda na cidade de Porto, foi aluno do Padre Rui Rodrigues da Silva(depois Reitor da Unitins) e do Padre Antônio Luiz Maya(posteriormente Senador da República pelo Tocantins). Em 1959, mudou-se para Goiânia, passando a trabalhar na COFAP(depois SUNAB). No mesmo ano, passou a trabalhar no jornal “O POPULAR”, convidado por Manoel Martins Coelho. Nos anos seguintes, passou a assinar a coluna “O NORTE EM FOCO”, defendendo a criação do Estado do Tocantins. Durante muitos anos, foi um dos diretores da ORGANIZAÇÃO JAIME CÂMARA, em Goiânia. Foi Presidente da Associação das Empresas de Radiodifusão e Televisão de Goiás. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais. Conselheiro da Ordem dos Advogados do Brasil, em Goiás, no ano de 1986. Diretor da Associação Comercial e Industrial de Goiás, em 1988. Transferiu-se para o Estado do Tocantins, tornando-se político atuante, sendo eleito SENADOR DA REPÚBLICA, em 1991 e devendo permanecer até 1999. Fazendeiro, Agropecuarista, Produtor Rural. Contabilista, Administrador. Jornalista, Empresário. Advogado, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Escritor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista, Conferencista, Orador, Poeta. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 07, de que, posteriormente, desistiu. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em SENADORES DO TOCANTINS, de Maria Helena Ruy Ferreira. Atualmente(1998), é SENADOR DA REPÚBLICA PELO ESTADO DO TOCANTINS. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Trata-se do político tocantinense que produziu os melhores textos sobre a história política do Tocantins. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.





JOÃO RODRIGUES LEAL, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 25.05.1914. Filho de Afonso Rodrigues de Santana e Custodiana Leal Rodrigues. Ficou órfão de pai, com 12 anos de idade. Seu avô João Rodrigues de Santana foi martirizado no TRONCO, na Chacina Oficial de 1919, juntamente com os filhos Nilo Rodrigues de Santana e Salvador Rodrigues de Santana. Após os estudos primários em sua terra natal, com os professores Francisco Liberato Povoa e Henrique Itibirê(Juiz de Direito), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1929, com 15 anos, foi para o Seminário São José, de Porto Nacional. Foi aluno da irmã Aspásia e da Escola Avulsa Secundária, sendo professores, Frei Bertrand Oleris, Frei Gil Gomes Leitão, Padre Didimo Maia Leite(depois Frei Domingos) e Osvaldo Aires da Silva(farmacêutico). Saiu do Seminário em 1933 e voltou a Dianópolis, onde foi funcionário da Prefeitura. Em 1936, com 22 anos, foi para o Rio de Janeiro. Apresentou-se ao 14º R.I, de Niterói, onde fez os cursos de Cabo e Sargento. Em 1938, matriculou-se no Centro de Transmissões do Exercito. Em 1939, fez o curso de Comando de Pelotão e o CPOR(Curso de Preparação para Oficiais da Reserva). Em 1940, com 26 anos, foi para o Serviço de Bases e Rotas Aéreas. Deixou a vida militar. Em 1948, com 34 anos, fez concurso e foi nomeado Oficial Legislativo da Câmara dos Deputados, onde exerceu muitas funções. Em 1963, com 49 anos, respondeu pela Diretoria Geral da Secretaria da Câmara dos Deputados. Depois de aposentado, assumiu a Diretoria do Banco da Amazônia, em Belém, onde se casou com Carmen Ruth Bentes Leal, ele com 54 anos e com quem tivera os filhos JOÃO AFONSO E MARIA DE FÁTIMA. Faleceu no dia 28 de novembro de 2000, com 86 anos de idade. Sobre ele, escreveu excelente livro o Juiz de Direito, Abílio Wolney Aires Neto, com o titulo MEMORIAS DE JOÃO RODRIGUES LEAL(Anápolis, Biblioteca Virtual AW Editor, 2005). Na Academia Palmense de Letras é Patrono da Cadeira 16 que tem como Titular Didimo Heleno Povoa.


JOÃO SARAIVA FERREIRA, Piauiense, de Aparecida, l946, escreveu também, entre outros, "A EVOLUÇÃO DO ESPÍRITO HUMANO". Residente em Anápolis, Goiás, onde é Professor de Violão e exerce múltiplas atividades. Foi Professor de Música do Centro de Estudos Supletivos e de outras instituições de ensino. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Memoriado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Músicos do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Encontra-se no livro ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido em Aparecida, Piauí, a 12 de março de 1946. Com 9 anos de idade, transferiu-se para a cidade de São Paulo, ali trabalhando nos mais diferentes ramos de atividades, enquanto também estudava.

Durante muito tempo trabalhou na Western como mensageiro. Foi funcionário do Banco do Estado de São Paulo. Por longo período, exerceu diferentes atividades no Jornal “O Estado de São Paulo”(O Estadão). Trabalhou também na Mesbla.

Fez o curso primário no Colégio Santa Inês, o mesmo ocorrendo com o secundário. Realizou alguns cursos oferecidos pela Academia Paulista de Letras.

Com muito talento para a música, frequentou cursos de extensão patrocinados pelos Conservatórios, entre os quais, o Osvaldo Cruz.

Nos idos de 1958, viveu em Anápolis, trabalhando como engraxate no Palace Hotel.

Após muitos anos em São Paulo, em 1979, retornou a Anápolis, passando a exercer diferentes atividades.

Com impressão da UNIGRAF, publicou, no referido ano, o livro intitulado “A Evolução do Espírito Humano”.

Vinculado à música como compositor, cantor, maestro, tornou-se também professor do Centro de Estudos Supletivos, na Escola Fisk, lecionando, especialmente violão, em todas as suas modalidades.

Poeta e Escritor, interessa-se e divulga a Filosofia Científica, de que trata o seu livro.



JOÃO DE SCANTIMBURGO, de Dois Córregos, Estado de São Paulo, 31.10.1918, escreveu, entre outros, JOSÉ ERMIRIO DE MORAIS- O HOMEM E A OBRA(Biografia-1975), DISCURSO DE POSSE NA ACADEMIA PAULISTA DE LETRAS(1977), INTERPRETAÇÃO DE CAMÕES(Ensaio-1980), MEMORIAS DA PENSÃO HUMAITÁ(1992), EÇA DE QUEIROZ E A TRADIÇÃO(Ensaio-1995), AMANHÃ- O ANO 2000(Ensaio-1999), OS OLIVAIS DO CREPUSCULO(2001), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João de Scantimburgo e de Julia Censi de Scantimburgo. Após os estudos primários em sua terra natal e em Rio Claro, interior paulista, no Instituto Joaquim Ribeiro, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou, na Capital Paulista, o Instituto Superior de Cultura Católica. Mestre em Economia e Doutor em Filosofia e Ciências Sociais (Política). Foi professor da Fundação (universitária) Armando Álvares Penteado e da Universidade Estadual Paulista, UNESP. É jornalista, tendo sido diretor dos Diários Associados (Diário de São Paulo e Diário da Noite) em São Paulo e do Correio Paulistano. Fundou e foi presidente da Televisão Excelsior (canal 9), posteriormente transferida. É diretor do Diário do Comércio, jornal econômico-financeiro, editado em São Paulo, do Digesto Econômico, revista bimestral de cultura, e da Revista Brasileira, da Academia Brasileira de Letras. Foi membro do Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta – Rádio e Televisão Educativa (São Paulo). É membro da diretoria da Fundação Bunge, do Conselho Curador (vitalício) da Fundação Bienal de São Paulo e da Irmandade da Santa Casa (mesa administrativa). Pertence às seguintes instituições culturais: Academia Brasileira de Letras, Academia Paulista de Letras, Instituto Brasileiro de Filosofia, Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos, Centro Dom Vital, American Catholic Philosophical Association, Washington DC, International Society for Metaphysics. Washington DC e Londres, Societá Tomista Internazionale, Roma, Archives Maurice Blondel, Louvain, Bélgica, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, e PEN Clube do Brasil, Academia Portuguesa da História. Prêmio (2) José Ermírio de Moraes, do PEN Clube de São Paulo, Prêmio Alfred Jurzikowski, da ABL. Diploma e medalha Oscar Nobling, da Sociedade Brasileira de Língua e Literatura. É casado com a condessa Anna Teresa Maria Josefina Tekla Edwige Isabel da Lubowiecka. Quinto ocupante da Cadeira 36, eleito em 21.11.1991, na sucessão de José Guilherme Merquior e recebido em 26.05.1992 , pelo Acadêmico Josué Montello. Sua Cadeira 36, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Teófilo Dias, Fundador Afonso Celso, sendo também ocupada por Clementino Fraga, Paulo Carneiro, José Guilherme Merquior e João de Scantimburgo. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO SCORTECCI(João Ricardo Scortecci de Paula), de Fortaleza, Ceará, 02.08.1956, escreveu, entre outros, A MORTE E O CORPO(Poesia-1978), O EU DE MIM(Poesia-1989), ÁGUA E SAL(Poesia-1989), NA LINHA DO CEROL(1997), GUIA DO PROFISSIONAL DO LIVRO, este junto com Maria Esther Perfetti, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 16 anos de idade, em 1972, mudou-se para São Paulo. Formou-se em Economia. Em 1973, iniciou-se na literatura, publicando a poesia MULHER DE RUA, na Revista POETAÇÃO, da Universidade de São Paulo(USP). Escritor, Editor, Livreiro, Gráfico, Antologista. Diretor-Presidente do Grupo Editorial Scortecci que publica livros de diferentes autores em diversas partes do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO SEM AÇO(ver João Coelho Ferreira).



JOÃO SOREN(João Filson Soren), Carioca, do Rio de Janeiro, 21.06.1908, escreveu, entre outos, “SERMÕES”, “RAÍZES DA CORRUPÇÃO”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Fulgêncio Soren e Jane Filson Soren. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. No Colégio Batista Shepard concluiu o bacharelado em Ciências e Letras, enquanto estudava matérias teológicas no Seminário Batista do Sul do Brasil, onde se formou em Teologia. Em 1928, com 20 anos de idade, embarcou para os Estados Unidos, onde fez mestrado em Teologia e Artes, voltando ao Brasil em 1933. Seu pai, Francisco Fulgêncio Soren foi pastor da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, na Rua Frei Caneca, a partir de 1902 e até por volta de 1935, quando deixou o pastorado, sendo substituído pelo filho. Com a morte de seu pai naquele mesmo ano, a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro o convidou para seu Pastorado. Quando tinha 27 anos de idade, em 1935, João Soren foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor. Foi casado durante 55 anos com a profª Nicéa Miranda Soren com quem teve três filhos, quatro netos e três bisnetos. Ficou viúvo em 14 de maio de 1990. Foi Pastor da Primeira Igreja Batista do Rio durante mais de 50 anos consecutivos, sendo que seu pai foi Pastor da mesma Igreja por mais de 33 anos. Assim, os dois somaram na mesma Primeira Igreja Batista do Rio, cerca de 83 anos de pastorado, de 1902 até 1985. João Soren Foi Presidente da Convenção Batista Brasileira por dez mandatos e Presidente da Aliança Batista Mundial de 1960 a 1965, sendo o primeiro latino a receber essa investidura. Foi presidente da Ordem dos Pastores do Distrito Federal (hoje Rio de Janeiro). Foi reitor do Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, orador e presidente da Aliança Batista Mundial, fundador da Sociedade Bíblica do Brasil. Pertenceu à Academia Brasileira Evangélica de Letras e foi membro do Conselho de Administração do Hospital Evangélico do Rio de Janeiro. A Faculdade Georgetown, em Kentucky – USA lhe conferiu o Doutorado em Divindade, em 1955 e a Faculdade Batista William Jewell, em Missouri – USA, o Doutorado em Letras, em 1960. Por sua incomum capacidade de tradução simultânea, serviu como interprete, no Estádio do Maracanã, do grande pregador norte-americano Billy Graham, em 1960. Em 1944, com 36 anos de idade, emocionou o Brasil ao apresentar-se como voluntário para servir como Capelão na II Guerra Mundial sendo convidado então para estruturar o Serviço de Capelania Evangélica que ainda não existia nas Forças Armadas brasileiras. Foi nomeado Capelão Militar em 13 de julho de 1944 e classificado no 1º Regimento de Infantaria, (Regimento Sampaio). No dia 20 de setembro do mesmo ano embarcou com destino ao teatro de operações da Europa, onde permaneceu por 341 dias. A contribuição cívica com que ele honrou sua pátria na condição de Capelão Evangélico das Forças Expedicionárias Brasileiras lhe rendeu as seguintes condecorações militares: “Medalha do Esforço de Guerra”, “Medalha da Campanha da FEB”, “Cruz de Combate Primeira Classe” e a “Silver Star” (do Exército Norte Americano). Posteriormente, receberia ainda as seguintes medalhas, pelos mesmos motivos: “Mascarenhas de Moraes”, “Monumento aos Mortos da Segunda Guerra Mundial”, “Amigos da Marinha” e “Monte Castelo”, entre outras. O trabalho do Capelão Soren no front de batalha foi tão importante, que o General Mascarenhas de Moraes, comandante da Força Expedicionária Brasileira (FEB) durante a Segunda Guerra Mundial, lhe prestou um elogio, publicado no “Boletim da Divisão”, de 28 de fevereiro de 1945. De volta ao Brasil, participou ativamente das atividades dos ex-combatentes, vindo a presidir, a partir de 1978, a Confraternização dos Ex-Combatentes e Veteranos Evangélicos da FEB (CONFRATEX-FEB), de que foi o idealizador. João Filson Soren faleceu às 21 horas do dia 2 de janeiro de 2002, aos 93 anos de idade. João Soren foi o primeiro capelão evangélico do Exército Brasileiro, por ocasião da Segunda Guerra Mundial. Ele serviu à Força Expedicionária Brasileira (FEB) entre 1944 e 45, quando tinha 36 anos. Viveu quase um ano na Itália e recebeu mais de dez condecorações militares, inclusive a Cruz de Combate de 1ª Classe, a mais alta honraria do Exército. Como hinógrafo inspirado que era, escreveu oito hinos: "No caminho do Senhor", "A mão que me conduz", "Com Jesus", "Cristo maravilhoso", "Ó povo, vêde a luz", "O monte do Senhor", "Fala e não te cales", "Olhando para Cristo". Traduziu "Que a pátria inteira cante em Teu louvor". Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO SPADARI ADAMI, de Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, 11.01.1897, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES” (1960), sem dados biográficos pessoais. Após os estudos primários em sua terra natal, tornou-se historiador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Intelectual. Idealista, Visionário, Memorialista. Publicou também “CAXIAS DO SUL-A PÉROLA DAS COLÔNIAS”(1950), “A TORMENTA”(1958) e “HISTÓRIA DA POESIA CAXIENSE”(1959). Faleceu em Caxias, Rio Grande do Sul, no dia 03.12.1972. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOÃO TAVARES LIRA, de Capoeiras, Pernambuco, l968, escreveu, entre outros, "ENSAIO DE REDAÇÃO"(2.º GRAU E VESTIBULARES), sem dados biográficos no livro. Professor Secundarista, nas áreas de Língua Portuguesa e Filosofia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Contista, Cronista. Pensador, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Educador, Docente. Ficcionista, Articulista, Jornalista. Memorialista, Administrador, Literato. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos linguísticos. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Goiana de Imprensa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO TEIXEIRA ÁLVARES, de Santa Luzia(Luziânia), Goiás, 10.07.l858, escreveu, entre outros, "CANCIONEIROS", "ELEUSA", "MONTEZUMA". PAI DE PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA. Médico, Jornalista, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre, de que foi titular Inácio Xavier da Silva, bem como Benedicto Silva. Sócio da Academia Nacional de Medicina, no Rio de Janeiro. Pai de Pedro Ludovico Teixeira, o fundador de Goiânia, com o qual, desde a tenra idade, não mantinha bom relacionamento, em virtude de ter se separado da mãe de Pedro Ludovico. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA EM GOIÁS, de Basileu Toledo França. Encontra-se no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, além de ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Santa Luzia(Luziânia), a 10 de julho de 1858, onde passou parte de sua infância. Filho do Capitão José Benedito Teixeira Álvares e Clara Teixeira de Araújo.

Com cinco anos de idade, aprendeu a ler na Escola Primária de Vila Boa, para onde a família tinha se mudado.

Em 1869, com ordem do Presidente da Província e por conta do erário público, matriculou-se no Colégio Senhor do Bonfim de Meia Ponte(Pirenópolis).

Protegido pelo Bispo Dom Joaquim Gonçalves de Azevedo, foi estudar no Seminário Episcopal Santa Cruz, em Vila Boa, onde também lecionou Latim, na ausência do dito Bispo, em 1875.

Em 1877, no Rio de Janeiro, torna-se Professor do Colégio Almeida Prado e recebe auxílio da Princesa Imperial Dona Isabel.

Sustentado pelo Ministro da Fazenda, Afonso Celso de Assis Figueiredo(VISCONDE DE OURO PRETO), em 1881, matricula-se na Faculdade de Medicina.

Casou-se em 1884, com Josefina Ludovico de Almeida, com quem teve os filhos João Teixeira Álvares Júnior, Dulce Ludovico Teixeira e PEDRO LUDOVICO TEIXEIRA.

Formou-se em Medicina em 1885, transferindo sua residência para a cidade de Goiás, então capital da Província, onde havia mais recursos e depois Uberaba, Minas Gerais, onde fixou residência definitivamente.

Alí, fundou o hospital CASA DE SAÚDE NOSSA SENHORA DE LOURDES, em 1900 e passou a colaborar no jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”.

Em Paris, em 1901, torna-se membro da Sociedade de Hipnologia, após participar do Congresso de Tuberculose, em Londres.

Viajou pela Europa e foi discípulo de Pasteur, estudando a raiva. Em 26 de julho de 1914, compareceu ao Congresso Eucarístico de Lourdes, na França.

Após separar-se da mãe de Pedro Ludovico, teve mais seis filhos de origem mineira e um de origem francesa, por ele criado no Brasil.

O filho João Teixeira Álvares Júnior foi colaborador de seu irmão Pedro Ludovico, sendo, inclusive, Secretário Geral do Governo, em 1937, quando da mudança da Capital para Goiânia.

O farmacêutico Jeferson, também irmão de Pedro Ludovico, residiu em Goiânia, mas retornou para São Paulo.

Geraldo Magela(Geraldo Teixeira Álvares), também irmão de Pedro Ludovico, publicou um livro sobre Goiânia intitulado “A LUTA NA EPOPÉIA DE GOIÂNIA”. Virgílio, outro irmão de Pedro Ludovico, foi funcionário aposentado da CELG.

Paulo, outro irmão de Pedro Ludovico, de mãe francesa, viveu também em Goiânia. Dulce, irmã de Pedro Ludovico, viveu ao seu lado em Goiânia.

Quanto ao Doutor João Teixeira Álvares, deixou muitos escritos, dentre eles “Montezuma” (1909), “Eleuza” (1913), “Charitas” (novela), “Questão Científica” (cirurgia do papo), “Barolas”(drama), “Cancioneiros” (versos), “Secci Oculi”(contos)e outros.

Participou da fundação da Academia Goiana de Letras, em 1939, ocupando a Cadeira n. 7, que tem como Patrono José Pereira Martins de Alencastre e de que foi Titular o advogado Inácio Xavier da Silva, bem como Benedito Silva.

Deixou dois outros livros, “Jesus Cristo”(revista) e “O Cego e a Leprosa”.

Faleceu no dia 25 de agosto de 1940, totalmente cego, aos 82 anos de idade, em Uberaba, Minas Gerais, mas seu corpo só foi transladado para sua terra natal, Luziânia, em 1946.

De seu testamento, constou apenas a doação das imagens do SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS e SAGRADO CORAÇÃO DE MARIA à MATRIZ DA CIDADE DE LUZIÂNIA, todas oriundas de sua Capela particular em Uberaba, onde viveu por 41 anos.



JOÃO TERNURA(Gebaldo J. de Souza), Goiano, de Mineiros, l943, escreveu, entre outros, "RUA DO SAPO E OUTRAS CRÔNICAS", sem dados biográficos no livro. Foi funcionário do Banco do Brasil, em Goiânia. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO UBALDO RIBEIRO(João Ubaldo Osório Pimentel Ribeiro), da Ilha de Itaparica, Salvador, Bahia, 23.01.1941, escreveu, entre outros, REUNIÃO(Contos-1961), SETEMBRO NÃO TEM SENTIDO(Romance-1968), SARGENTO GETULIO(Romance-1971), VENCECAVALO E O OUTRO POVO(Contos-1974), VILA REAL(Romance-1979), VIVA O POVO BRASILEIRO(Romance-1984), O SORRISO DO LAGARTO(Romance-1989), MISERIA E GRANDEZA DO AMOR DE BENEDITA(Romance-2000), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manoel Ribeiro e de Maria Felipa Osório Pimentel. Após os estudos primários em sua terra natal, na casa de seu avô materno, à Rua do Canal, número um, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Irmão de Sonia Maria e Manoel. Ao completar dois meses de idade, mudou-se com a família para Aracajú, Sergipe, onde passaria a infância. Em 1947, com seis anos de idade, inicia seus estudos com um professor particular. Já alfabetizado, em 1948, ingressou no Instituto Ipiranga, de Aracaju. A partir daí permaneceria horas trancado na biblioteca de sua casa devorando livros infantis, sobretudo os de Monteiro Lobato. Forçado por seu austero pai, iria se dedicar com afinco aos estudos, procurando ser sempre o primeiro da classe. Em 1951, com 10 anos, ingressou no Colégio Estadual de Sergipe. Nos anos seguintes, retornou a Salvador. Matriculou-se no Colégio Sofia Costa Pinto. Vizinho de engenheiros americanos, fez amizade com seus filhos para aprimorar ainda mais seus conhecimentos da língua inglesa. Em 1955, com 14 anos, matriculou-se no curso clássico do Colégio da Bahia, conhecido como "Colégio Central". Em 1956, fez amizade com Glauber Rocha, seu colega na escola. Estréia no jornalismo, começando a trabalhar como repórter no Jornal da Bahia, em 1957, sendo que posteriormente se transferiria para A Tribuna da Bahia, onde chegaria a exercer o posto de editor-chefe. Em 1958 inicia seu curso de Direito na Universidade Federal da Bahia. Com Glauber Rocha edita revistas e jornais culturais e participa do movimento estudantil. Apesar de nunca ter exercido a profissão de advogado, foi aluno exemplar. Lê e relê, então, os grandes clássicos: Rabelais, Shakespeare, Joyce, Faulkner, Swift, Lewis Carroll, Cervantes, Homero, e, entre os brasileiros, Graciliano Ramos e Jorge de Lima. Nessa mesma Universidade, concluí o curso de Direito, faz pós-graduação em Administração Pública. Participou da antologia PANORAMA DO CONTO BAHIANO, organizada por Nelson de Araújo e Vasconcelos Maia, em 1959, com "Lugar e Circunstância", e publicada pela Imprensa Oficial da Bahia. Passou a trabalhar na Prefeitura de Salvador como office-boy do Gabinete e, em seguida, como redator no Departamento de Turismo. Seu primeiro casamento dá-se em 1960, com 19 anos, com Maria Beatriz Moreira Caldas, sua colega na Faculdade de Direito. Separaram-se após 9 anos de vida conjugal. Com "Josefina", "Decalião" e "O Campeão" participa da coletânea de contos REUNIÃO, editada pela Universidade Federal da Bahia no ano de 1961, em companhia de David Salles (organizador do livro), Noêmio Spinola e Sonia Coutinho. Em 1963, com 22 anos de idade, escreveu seu primeiro romance, SETEMBRO NÃO FAZ SENTIDO, título que substituiu o original ("A Semana da Pátria"), por sugestão da editora. Em plena efervescência política do ano de 1964, João Ubaldo parte para os Estados Unidos, através de uma bolsa de estudos conseguida junto à Embaixada norte-americana, para fazer seu mestrado em Administração Pública e Ciência Política na Universidade da Califórnia do Sul. Volta ao Brasil em 1965 e começa a lecionar Ciências Políticas na Universidade Federal da Bahia. Ali permaneceu por seis anos, mas desistiu da carreira acadêmica e retornou ao jornalismo. Com o prefácio de Glauber Rocha, que se empenhou junto a José Álvaro Editores pela sua publicação, João Ubaldo tem seu primeiro romance SETEMBRO NÃO FAZ SENTIDO impresso, com o apadrinhamento de Jorge Amado. Em 1969, com 28 anos, casa-se com a historiadora Mônica Maria Roters, que lhe daria duas filhas: Emília (nascida em fevereiro de 1970) e Manuela (cujo nascimento ocorreria em junho de 1972). O casamento acabaria em 1978. Em 1971 lança, pela Editora Civilização Brasileira, o romance SARGENTO GETÚLIO, merecedor do Prêmio Jabuti concedido pela Câmara Brasileira do Livro, em 1972, na categoria "Revelação de Autor". Publica, em 1974, o livro de contos VENCECAVALO E O OUTRO POVO (cujo título inicial era "A guerra dos Pananaguás"), pela Artenova. Com tradução feita pelo próprio autor, o romance Sargento Getúlio é lançado nos Estados Unidos em 1978, com boa receptividade pela crítica daquele país. Em 1979 passa nove meses como professor convidado do International Writing Program da Universidade de Iowa e publica no Brasil, pela Nova Fronteira, que a partir de então seria sua principal editora, um "conto militar", na sua definição, intitulado "Vila Real". 1980 marca seu terceiro casamento, com a fisioterapeuta Berenice Batella, que lhe daria dois filhos: Bento e Francisca (nascidos em junho de 1981 e setembro de 1983, respectivamente). Participa, em Cuba, do júri do concurso Casa das Américas, juntamente com o critico literário Antônio Cândido e o ator e diretor de teatro Gianfrancesco Guarnieri. O primeiro prêmio foi concedido à brasileira Ana Maria Machado. Muda-se, com a família, para Lisboa, Portugal, em 1981, graças a uma bolsa concedida pela Fundação Calouste Gulbenkian. Edita, no período em que ali viveu, com o jornalista Tarso de Castro, a revista Careta. De volta ao Brasil, passa a residir no Rio de Janeiro e lança Política, livro até hoje adotado por inúmeras faculdades. Lança, também, Livro de Histórias (depois republicado com o título de Já podeis da pátria filhos), coletânea de contos. Inicia colaboração com o jornal O Globo, que perdura até hoje, com pequenas interrupções, publicando uma crônica por semana. Sua produção dessa época seria reunida em 1988 no livro SEMPRE AOS DOMINGOS. Em 1982 inicia o romance VIVA O POVO BRASILEIRO, que se passa na Ilha de Itaparica e percorre quatro séculos da história do país. Originalmente o livro se chamava "ALTO LÁ, MEU GENERAL". Nesse ano participou do Festival Internacional de Escritores, em Toronto, Canadá. No ano seguinte estréia na literatura infanto-juvenil com VIDA E PAIXÃO DE PANDONAR, O CRUEL. Seu livro Sargento Getúlio chega aos cinemas, num filme dirigido por Hermano Penna e protagonizado por Lima Duarte. O longa-metragem receberia os seguintes prêmios no Festival de Gramado: Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante, Melhor Som Direto, Melhor Filme, Grande Prêmio da Crítica e Grande Prêmio da Imprensa e do Júri Oficial. Volta a residir em Itaparica, na casa onde nascera. VIVA O POVO BRASILEIRO é finalmente editado em 1984, e recebe o Prêmio Jabuti na categoria "Romance" e o Golfinho de Ouro, do governo do Rio de Janeiro. Inicia a tradução desse livro para o inglês, tarefa que lhe consumiria dois anos de trabalho e a partir do qual passaria a utilizar o computador para escrever. Ao lado de Jorge Luis Borges e Gabriel Garcia Marques, participa de uma série de nove filmes produzidos pela TV estatal canadense sobre a literatura na América Latina. Seu livro Viva o povo brasileiro é escolhido como samba-enredo da escola Império da Tijuca para o carnaval do ano de 1987. Em 1989 lança o romance O SORRISO DO LAGARTO. Em 1990, com 49 anos de idade, publica A VINGANÇA DE CHARLES TIBURONE, sua segunda experiência em literatura infanto-juvenil. A convite da Deutsch Akademischer Austauschdienst, muda-se com a família para Berlim, na Alemanha, onde viveria por 15 meses. Publica crônicas semanais no jornal Frankfurter Rundschau, além de produzir peças radiofônicas de grande alcance popular, entre elas, uma adaptação de seu conto "O santo que não acreditava em Deus". Retorna ao Brasil em 1991, e volta a residir no Rio de Janeiro. Seu romance O sorriso do lagarto é adaptado para o formato de minissérie por Walter Negrão e Geraldo Carneiro e estréia na Rede Globo, tendo como protagonistas Tony Ramos, Maitê Proença e José Lewgoy. Volta a escrever no jornal O Globo e inicia colaboração no O Estado de São Paulo, passando a publicar em ambos uma crônica aos domingos. Em 1993 adapta "O santo que não acreditava em Deus" para a série Caso Especial, da Rede Globo, que teve Lima Duarte no papel principal. No dia 7 de outubro de 1993 é eleito para a Cadeira 34 da Academia Brasileira de Letras, na vaga aberta com a morte do jornalista Carlos Castello Branco. Disputavam com ele o piauiense Álvaro Pacheco e o mineiro Olavo Drummond. No terceiro escrutínio João Ubaldo obteve 21 votos contra 13 de Pacheco e um nulo. Termina, em 1994, a adaptação cinematográfica, feita em parceria com Cacá Diegues e Antônio Calmon, do romance "Tieta do Agreste", de seu amigo e conterrâneo Jorge Amado. O filme teve a atriz Sonia Braga no papel principal e direção de Cacá Diegues. Toma posse na Academia Brasileira de Letras em 8 de junho de 1994. Cobre, nos Estados Unidos, a Copa do Mundo de Futebol como enviado dos jornais O Globo e O Estado de São Paulo. De volta ao Brasil é internado numa clínica em Botafogo, com arritmia cardíaca. Participa da Feira do Livro de Frankfurt, na Alemanha, e lá recebe o Prêmio Anna Seghers, concedido somente a escritores alemães e latino-americanos. Recebe o prêmio Die Blaue Brillenschlange -- concedido ao melhor livro infanto-juvenil sobre minorias não-européias -- pela edição alemã de Vida e paixão de Pandonar, o cruel. Lança o livro de crônicas Um brasileiro em Berlim, sobre sua estada naquela cidade. Volta a participar da Feira do Livro de Frankfurt, em 1996. Detém a cátedra de Poetik Dozentur na Universidade de Tubigem, Alemanha. Em 1997, com 56 anos, é internado novamente no Rio, desta vez com fortes dores de cabeça provocadas por uma queda. Cacá Diegues compra os direitos de filmagem do livro Já podeis da pátria filhos. Renova contrato com a Nova Fronteira, depois de receber propostas de outras editoras. Publica o romance O feitiço da Ilha do Pavão. Participa em Paris do Salão do Livro da França, em 1998. Vende os direitos de Viva o povo brasileiro para o cinema. O filme deve ser dirigido pelo cineasta André Luis Oliveira. Lança o livro ARTE E CIÊNCIA DE ROUBAR GALINHA, seleção de crônicas publicadas nos jornais O Globo e O Estado de São Paulo. Durante a IX Bienal do Livro - Rio de Janeiro, em abril de 1999, lançou o livro A CASA DOS BUDAS DITOSOS, da série "Plenos Pecados", um romance sobre a luxúria publicado pela Editora Objetiva Ltda. Ainda em 1999, com 58 anos, foi um dos escritores escolhidos em todo o mundo para dar um depoimento ao jornal francês "Libération", sobre o milênio que se aproxima. Escreveu, juntamente com Carlos (Cacá) Diegues, o roteiro de um filme baseado em seu conto "O santo que não acreditava em Deus", cujo título provisório é "Deus é brasileiro". Seu romance O FEITIÇO DA ILHA DO PAVÃO foi publicado em Portugal e em tradução alemã, pela editora C.H. Beck. A CASA DOS BUDAS DITOSOS permanece, no Brasil, há trinta e seis semanas entre os dez livros mais vendidos. Será publicado brevemente na Espanha e já está com edições pré-contratadas em diversos outros países. Seu lançamento em Portugal se transformou em problema nacional face à proibição, por duas redes de supermercados, de sua venda naqueles estabelecimentos. A primeira edição, de 5.000 exemplares, foi vendida em poucos dias e novas edições estão no prelo. João Ubaldo, em janeiro de 2000, esteve lá para ser homenageado pelos escritores portugueses com um desagravo a tal procedimento. Nessa oportunidade participou da Semana de Estudos Lusófonos, na Universidade de Coimbra. Foi, também, citado em diversas antologias, nacionais e estrangeiras, inclusive numa sobre futebol, publicada pelo jornal Le Monde, na França. Saíram várias reedições de seus livros na Alemanha, incluindo uma nova edição de bolso de Sargento Getúlio. O SORRISO DO LAGARTO foi publicado na França. A casa dos Budas ditosos está sendo traduzido para o inglês, nos Estados Unidos. Seu livro Viva o povo brasileiro foi indicado para o exame de Agrégation, um concurso nacional realizado na França para os detentores de diploma de graduação. Sétimo ocupante da Cadeira 34, eleito em 7.10.1993, com 52 anos, na sucessão de Carlos Castello Branco e recebido em 8.06.1994, pelo Acadêmico Eduardo Portella. Sua Cadeira 34, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Sousa Caldas, Fundador Pereira da Silva, sendo também ocupada por Barão do Rio Branco, Lauro Muller, Dom Aquino Correia, Raimundo Magalhães Junior, Carlos Castelo Branco e João Ubaldo Ribeiro. Sobre ele escreveu excelente matéria o jornalista Rubens Gonçalves, no JORNAL DO TOCANTINS, de Palmas, no dia 23.01.2003, sob o título “UM CASO DE AMOR COM O CINEMA BRASILEIRO”. Não é mencionado no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOÃO VEIGA, de Pirenópolis, Goiás, 17.01.l9l8, escreveu, entre outros, "IPAMERI HISTÓRICO" (1968), sem dados biográficos no livro. Filho de Luis José da Veiga e Maria Jacinta da Veiga. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Corumbá de Goiás. Como não terminou os cursos, tornou-se AUTODIDATA. Mudou-se para Ipameri, onde se dedicou ao jornalismo. Jornalista do jornal A CIDADE DE IPAMERI(l939). Ensaísta, Escritor, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administador, Educador, Ficcionista. Foi membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Catalana de Letras, além de outras entidades de classe, sociais e culturais. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Faleceu no dia 24.11.1987. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO VIANA DE OLIVEIRA, de Divinópolis, Minas Gerais, 14.04.1916, escreveu, entre outros, MAR DE VIDRO(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Jornalista, Advogado, Procurador da Caixa Econômica Federal. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DOS POETAS DE BRASILIA, 1971, de Joanyr de Oliveira. Faleceu em 06.07.1994. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOÃO VICTOR DE LELLIS, de Martinho Campos, Minas Gerais, l944, entre outros, escreveu, "SISTEMAS DE DADOS DISTRIBUÍDOS", sem referências biográficas no livro. Professor do Instituto de Matemática e Física da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Eletricista e Analista de Sistemas. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Funcionário do Centro de Processamento de Dados da UFG. Especialista em Ensino de Informática e Desenvolvimento de Sistemas de Informação, bem como manutenção de sistemas operacionais. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALIS-TAS & SERVIÇOS, da Universidade Federal de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOÃO VIEIRA VISCONDE, de Peixe, Goiás, hoje Tocantins, 08.03.1888, escreveu, entre outros, “MINHA TERRA”. Filho de Clemente Vieira Visconde e Anna Nunes Vieira. Após os estudos primários em sua terra natal, passou a estudar em Porto Nacional e depois Uberaba, Minas Gerais.



Não concluindo os estudos de seminário para os quais fora enviado a Minas Gerais, retornou à terra natal, terminando por casar-se com Flaviana Vieira Canguçu, mudando-se para Peixe, onde os familiares já possuiam diversas propriedades.



Pai de diversos filhos, cinco mulheres e dois homens, entre os quais, o atual médico de Peixe, Dr. Visconde Vieira Canguçu e da octogenária Irani Vieira da Silva. É avô da escritora Runi Conceição Vieira da Silva, membro da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás e autora do livro “A FLOR E O MUNDO”.



Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 19, cuja Títular é Nícia Vieira Araújo. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



Faleceu na cidade de Peixe em 17 de setembro de 1934, com 46 anos de idade, onde também foi sepultado. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Além de fazendeiro, foi também orador, poeta, político e intelectual. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM ALVES DE OLIVEIRA, Goiano, de Pilar de Goiás, l770, escreveu, entre outros artigos, "PROSPECTO", in MATUTINA MEIAPONTENSE, de que foi seu proprietário. A Matutina foi o primeiro jornal impresso em território goiano, por ele fundado em MEIA PONTE (Pirenópolis), em l830. Circulou até o número 526. Jornalista e Comendador. Foi dono também da atual Fazenda Babilônia, no município de Pirenópolis. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Comerciante. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADO-RES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM ALVES DE OLIVEIRA, Goiano, de Goiás Velho, 1938, escreveu, entre outros, “CARTAS DE GOIÁS-MENSAGENS DE UM ESCRITOR ANALFABETO”(ENFOQUE DE PROBLEMAS SOCIAIS), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Dom Tomás Balduíno, Bispo de Goiás e notas de orelha de Carlos Mesters. Criado no interior de Minas Gerais desde a infância. Já adulto, retornou ao Estado de Goiás, sua terra natal, onde vive atualmente. Escritor, Pesquisador, Produtor Cultural. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Ativista, Pensador, Orador. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Foi cozinheiro, biscoiteiro, sapateiro, pedreiro, pintor, doceiro, lavador, tapeceiro, balconista e mascate. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros que tratam da problemática dos desvalidos sociais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM BONIFÁCIO GOMES DE SIQUEIRA, Goiano, de Goiás Velho, 11.01.l883, escreveu, entre outros, "ALVORADAS"(1902), "ALGUNS VERSOS"(1913). Autor da famosa canção “NOITES GOIANAS”. Fundou a FOLHA DE GOIÁS, em 1902, juntamente com outros idealistas. Foi Fiscal do Tesouro Nacional. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Historiador, Genealogista. Eleito PRÍNCIPE DOS POETAS GOIANOS”. Pormenorizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Jornalista. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 13, cujo fundador foi José Xavier de Almeida Júnior, de que foi titular Francisco de Brito, hoje(1998) ocupada por Eurico Barbosa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Estudado no livro SÍNTESE DA HISTÓRIA LITERÁRIA DE GOIÁS, de Antônio Geraldo Ramos Jubé, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Encontra-se no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), a 11 de janeiro de 1883. Filho de João Bonifácio Gomes de Siqueira e de Luisa Maria Rodrigues Morais.

Em 1889, iniciou os estudos primários. Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1894, onde também se formou. Transferiu-se para Anápolis, onde a partir de 1900, desempenhou as funções de Professor Municipal e Secretário do Conselho, além de Historiador e Poeta.

Publicou, em 1902, o livro de versos “Alvoradas” e no mesmo ano, fundou em Vila Boa, a “Folha de Goiás”.

Em 1903, exerceu, em Goiás Velho, o cargo de Oficial da Secretaria do Interior e Justiça.

Fundou em 1904, a Academia de Letras de Goiás, juntamente com Eurídice Natal e Silva e tornou-se Delegado Fiscal do Tesouro Nacional, em Goiás.

Transferiu-se, em 1906, para o Rio de Janeiro como Escriturário da Delegacia Fiscal, retornando a Goiás, no ano seguinte.

Em 1910, lançou o jornal “A Semana” e no ano seguinte casou-se com Zenaide Augusto d’Ávila. Publicou, em 1913, o livro “Alguns Versos”.

Um ano depois, lançou “Origem e Descendência de Bartolomeu Bueno da Silva, o Anhanguera”, como também o jornal “Nova Era”. Em 1915, fundou o “Jornal de Goiás”.

Publicou, em 1920, os livros “Através dos Séculos” e a “Descoberta de Goiás”.

Nesse mesmo ano, por sugestão de Gercino Monteiro, foi conduzido a “Príncipes dos Poetas Goianos” e recebeu do Governo Belga, no dia 24 de junho, a condecoração “MEDALHA REI ALBERTO”.

Assumiu, em 1922, a função de Inspetor de Consumo e em 1923 passou a inspecionar a quinta Delegacia Fiscal.

Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira nº 13, cujo fundador foi José Xavier de Almeida Júnior e de que foi Titular Francisco de Brito, hoje ocupada por Eurico Barbosa.

Entre outras obras, escreveu também, “Terra Goiana”, “Homens e Causas”, “Notas para a História de Goiás”, “Apontamentos Cronológicos de Goiás”, “História de Goiás” e “Dicionário Geográfico e Histórico de Goiás”.

Faleceu em Bonfim (Silvânia), a 17 de novembro de 1923, onde se encontrava trabalhando.

Conforme voz corrente, após seu falecimento, seus familiares teriam destruído todos os seus livros ainda não publicados.

Seu pai, João Bonifácio Gomes de Siqueira, nascido em Jaraguá, em 1816 e falecido em 1901, além de Desembargador e Deputado, formado pela Faculdade de Direito de São Paulo, foi um dos mais ilustres homens de Goiás.



JOAQUIM CAETANO DA SILVA, de Jaguarão, Rio Grande do Sul, 02.09.1810, escreveu, entre outros, MEMÓRIA SOBRE OS LIMITES DO BRASIL COM A GUIANA FRANCESA(Ensaio-1851), L’Oyapock et l’Amazone(Ensaio-1861), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Antônio José da Silva e de Ana Maria Floresbina. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Viajou para a França, onde concluiu os seus estudos de humanidades. Em 1837, com 27 anos de idade, formou-se Medico, pela Faculdade de Medicina de Montpellier. Em 1838, de regresso ao Brasil, foi nomeado professor de Português, Retórica e Grego do Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro, do qual também foi Reitor. Em 1851, com 41 anos de idade, leu, no Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, do qual era sócio e na presença do Imperador, o seu ensaio sobre os limites do Brasil com a Guiana Francesa. Em 14.11.1851, foi nomeado encarregado de negócios do Brasil na Holanda e, em 1854, cônsul-geral no mesmo país. Em 1853, conduziu em Haia, na Holanda, as negociações para o ajuste de limites com a Colônia de Suriname, questão resolvida, muito mais tarde, pelo Tratado de Rio Branco e Palm, em 1906. Em 1861, publicou, em Paris, a excelente obra intitulada, O OIAPOQUE E A AMAZONIA, na qual aprofundou as idéias exaradas nas Memórias de 1851, deixando definidos os direitos do Brasil ao território que lhe disputava a França e que se chamava o Contestado do Amapá, trabalho do qual muito se valeu o barão do Rio Branco para a vitória que obteve para o Brasil. Foi ainda diretor do Arquivo Nacional e Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Professor, diplomata, publicista. Faleceu em Niterói, RJ, em 28.02.1873, com 63 anos de idade. É o patrono da Cadeira n. 19, por escolha do fundador Alcindo Guanabara. Sua Cadeira 19, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Joaquim Caetano da Silva , Fundador Alcindo Guanabara, sendo também ocupada por Dom Silvério Gomes Pimenta, Gustavo Barroso, Antonio da Silva Melo, Américo Jacobina Lacombe, Marcos Almir Madeira e Antonio Carlos Secchin. Não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância e mesmo tendo sido Cônsul-Geral do Brasil, na Holanda, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM CÂMARA FILHO, de Baixa Verde, Rio Grande do Norte, 29.12.l899, fundou o jornal "O POPULAR", transferindo-o, posteriormente, da antiga Capital Goiás Velho, para a nova Capital do Estado, Goiânia, em 03 de abril de 1938. Prefeito nomeado de Anápolis, em l943, e de várias cidades goianas. Participou da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal. Político, Escritor, Ensaísta. Empresário, Jornalista, Administrador. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Educador, Ficcionista. Enaltecido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Presidente da Sociedade Goiana de Folclore e membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular José Lopes Rodrigues, hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nascido em Baixa Verde, Rio Grande do Norte, a 29 de dezembro de 1899. Filho de Joaquim Rebouças de Oliveira Câmara e de Maria Melquíades de Miranda Câmara.

Fez o primário na cidade natal, em 1911. Terminou o secundário no Ateneu Norte-Rio-Grandense, de Natal, após ter estudado no Colégio de Santo Antônio, em 1913.

Estudou na Escola Superior de Agricultura e Engenharia de São Bento do Una, Pernambuco, mas se formou em 1922, na Escola Agrícola e Pecuária de Passa Quatro, em Minas Gerais. Como Engenheiro Agrônomo recém-formado, trabalhou no Paraná, em 1923, na Comissão Colonizadora Cândido de Abreu.

Como Jornalista, em 1924, foi perseguido, chegando à cidade de Planaltina, em Goiás, vindo de Ivaí, no Paraná, como integrante da COLUNA PRESTES, sob o comando do general Isidoro Dias Lopes.

Em 1928, já no Planalto Central, refugiou-se em Formosa, e Santa Luzia (Luziânia), onde conheceu Americano do Brasil.

Em 1930, foi nomeado Professor-Diretor do Grupo Escolar de Planaltina, interior goiano, incorporando-se logo depois, às forças revolucionárias de Quintino Vargas, no posto de Major.

Casou-se, em Paracatu, MG, com Hilda Soter Gonzaga, em 1931. No ano seguinte, lutou contra os rebeldes na frente de Mato Grosso, quando da Revolução Constitucionalista.

Foi nomeado Prefeito de Pires do Rio, interior goiano, em 1933, e no ano seguinte assume a Prefeitura de Paracatu, MG.

De volta ao Estado de Goiás, em 1935, tornou-se Diretor do Departamento de Divulgação e Expansão Econômica do Estado. Em 1938, lançou O POPULAR, de forma semanal.

Passou à disposição do Serviço Nacional de Recenseamento, em 1939. No ano seguinte, foi condecorado pelo Governo Federal, com a medalha do Cinquentenário da Proclamação da República.

Eleito Vice-Presidente da Sociedade Goiana de Folclore, assumiu também, em 1942, a Direção do Departamento de Imprensa e Propaganda do Estado.

Tornou-se Prefeito de Anápolis, a partir de 1943, ali residindo até 1945, quando deixou a Prefeitura.

Foi eleito para a Academia Goiana de Letras, em 1944, assumindo a Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Vitor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido Titular José Lopes Rodrigues, sendo hoje(1998) ocupada por Isócrates de Oliveira. Atualmente(2002), esta Cadeira é ocupada por Paulo Nunes Batista.

Secretário da Agricultura do Estado, de 1951 a 1954, quando deixou a Secretaria, para candidatar-se a Deputado Federal.

Exerceu ainda, em 1951, a Presidência da Federação das Associações Rurais do Estado de Goiás.

Fez parte da Comissão de Cooperação Pró-Mudança da Capital Federal. Seus trabalhos foram publicados em jornais e revistas.

Faleceu a 15 de dezembro de 1955, em Goiânia. Vicente Rebouças, seu irmão, morreu em 1973. Jaime Câmara, o irmão caçula, faleceu em outubro de 1989.

Na Academia Anapolina de Letras e Artes é Patrono da Cadeira 22, de que é Titular Maria Ivonne Correa Dias.

A Biblioteca do Colégio Polivalente de 1º Grau, em Anápolis, recebeu o seu nome em 7 de abril de 1979.



JOAQUIM CARDOZO(Joaquim Maria Moreira Cardozo), de Recife, Pernambuco, 26.08.1897, escreveu, entre outros, POEMAS(1947), O CORONEL DE MACAMBIRA(1963), POESIAS COMPLETAS(1971), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Engenharia. Foi colaborador de Oscar Niemeyer, fazendo os cálculos de concreto dos prédios públicos de Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DE POETAS BRASILEIROS BISSEXTOS CONTEMPORÂNEOS(1946), de Manuel Bandeira, POESIA MODERNA(1967), de Péricles Eugênio da Silva Ramos, POEMAS DE AMOR(1991), de Walmir Ayala. Faleceu em 04.11.1978. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JOAQUIM CARVALHO FERREIRA DE AZEVEDO, Goiano, de Goiás Velho, 05.10.l902, escreveu, entre outros, "PRESIDENTES E GOVERNA-DORES DE GOIÁS", sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Direito de Goiaz, na antiga Capital do Estado, bem como na Nova Capital, Goiânia. Docente de Direito Administrativo da Faculdade de Direito da Universidade Católica. Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Advogado, Jornalista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Exaltado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana de Imprensa e da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, tendo sido titular Jaime Câmara, bem como Benedito Odilon Rocha, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges. Encontra-se em POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), a 5 de outubro de 1902 e morreu em Goiânia, em 4 de março de 1970. Filho de Francisco Ferreira dos Santos Azevedo e de Virgínia Carvalho Ferreira.

Matriculou-se, em 1909, na escola de Pacífica Josefina de Castro, MESTRA NHOLA. Concluiu o curso ginasial, em 1920, no Liceu de Goiás, entrando para a Faculdade no ano seguinte.

Em 1924, foi nomeado Diretor-Gerente do jornal “CORREIO OFICIAL”.

Formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de Goiás, em 1926. No ano seguinte prestou concurso para a cadeira de História do Brasil no Liceu de Goiás, tornando-se seu Professor.

Em 23 de maio de 1928, casou-se com Antonieta Perilo. Para chegar a Professor Catedrático do Liceu, em 1929, defendeu a tese “Formação dos Limites do Brasil e Antecessores de Cabral”.

Tornou-se, em 1931, Professor da Escola Normal de Goiás Velho e leciona Economia Política, na Faculdade de Direito.

Juntamente com outros, funda, em 1933, o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e passa a dirigir o jornal “A RAZÃO”.

Transferiu-se para Goiânia, em 1937, continuando nas atividades magisteriais e também no jornalismo.

Foi, em 1939, um dos fundadores da Academia Goiana de Letras, passando a ocupar a Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis e de que foi Titular Jaime Câmara, bem como Benedito Odilon Rocha, sendo hoje(1998) ocupada por Antonio José de Moura, o “MOURINHA”.

Torna-se Diretor, em 1946, do Serviço de Fomento Agrícola Federal, em Goiás.

Com a morte de José Honorato da Silva e Souza, em 1952, foi nomeado Diretor da Faculdade de Direito, chegando a Vice-Reitor da Universidade Federal de Goiás.

Em 1961, já aposentado do magistério, assumiu o Departamento de Expansão Cultural do Estado. Quando estourou a Revolução de 1964, era Diretor do Departamento de Educação do Estado de Goiás.

No dia 4 de março de 1970, faleceu em Goiânia.

Deixou publicados, vários livros, entre os quais, “Os Bispos de Goiás”, “Presidentes e Governadores de Goiás” e “História Militar de Goiás”.



JOAQUIM DE ALMEIDA LEITE MORAES, de Tietê, São Paulo, 10.05.1834, escreveu, entre outros, “APONTAMENTOS DE VIAGEM”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Conforme Afrânio Coutinho, teria nascido em Porto Feliz, SP, em 09.05.1835. Filho de Joaquim de Almeida Leite de Morais Júnior e de Maria Francisca de Almeida. AVÔ DE MÁRIO DE ANDRADE. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para a cidade de São Paulo, Capital do Estado. Com 19 anos de idade, em 1853, matriculou-se na Faculdade de Direito, onde se formou Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, no mesmo ano de seu casamento, 1857, com 23 anos de idade. Um ano antes, em 1856, publicou o livro “OS DOIS EMBUÇADOS”(DRAMA). Eleito Deputado Provincial em 1859. Mudou-se para Araraquara, interior paulista, em 1864, onde, como Vereador, foi Presidente da Câmara Municipal. Durante muito tempo foi Advogado em Piracicaba, interior paulista. Nos anos seguintes, voltou à condição de Deputado Provincial, permanecendo até 1878. Por concurso público, tornou-se, em 1879, Professor da Faculdade de Direito de São Paulo. Fundou, ainda em 1879, junto com Brasílio Machado e Bento de Paula Souza, o jornal liberal “O CONSTITUINTE”, bem como o DIÁRIO DE SÃO PAULO(1883). Em 1881, foi escolhido PRESIDENTE DA PROVÍNCIA DE GOIÁS, residindo em Goiás Velho durante um ano, quando aproveitou para conhecer o Norte do Estado, hoje ESTADO DO TOCANTINS, visitando cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso e outras. Saiu de São Paulo, via Casa Branca, onde montou a cavalo até Goiás Velho. Foi o 27º Presidente de Goiás, governando de 01.02.1881 até 09.12.1881. Em seu governo, fez entrada triunfal em Goiás Velho, no dia 30.09.1881, o Bispo Dom Cláudio José Gonçalves Ponce Leão. Também em seu governo, determinou e concluiu a construção do Matadouro Público que, no entanto, só foi inaugurado em 1882. Ao voltar, desceu os rios Araguaia e Tocantins até Belém do Pará e de lá para o Rio de Janeiro, de navio. O título original de seu livro era por demais comprido: “APONTAMENTOS DE VIAGEM DE SÃO PAULO À CAPITAL DE GOIÁS, DESTA AO PARÁ, PELOS RIOS ARAGUAIA E TOCANTINS E DO PARÁ À CÔRTE”. Retornando da Província de Goiás, continuou como Professor da Faculdade de Direito e Advogado, até morrer na própria cidade de São Paulo, em 01 de agosto de 1895. Uma de suas filhas, a Maria Luíza de Almeida Leite de Morais, casou-se em 1887, com Carlos Augusto de Andrade, de quem teve, entre outros, Mário de Andrade(Mário Raul de Morais de Andrade), nascido em São Paulo, em 09.10.1893. O Joaquim de Almeida era conhecido como Leite Moraes. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via Internet, no site mariomartins.com.br Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É estudado no REPERTÓRIO BIOGRÁFICO E GENEALÓGICO PAULISTA, de João Gabriel Santana e no livro DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia de Melo. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.mariomartins.com.br



JOAQUIM FERNANDES LESSA, de Campos, Estado do Rio, 1882, escreveu, entre outros, SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DOS BATISTAS DO CAMPO BATISTA FLUMINENSE, em co-autoria com A. B. Christie, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 15 anos de idade, em 1897, foi batizado por Salomão Ginsburg na Igreja Batista de Campos. Não fez curso formal de Teologia, mas aprendeu tudo com Salomão. Foi consagrado Pastor Batista e exerceu o pastorado em várias igrejas, inclusive em Rio Preto, Minas Gerais, onde tentaram matá-lo quando batizava novos convertidos. Em 1906, esteve em Dores de Macabu, no Estado do Rio. Em 1908, esteve em Friburgo, Estado do Rio. Em 1912, esteve em Castanhal, no Estado do Pará, onde chegou a ser perseguido. Ainda em 1912, com 30 anos de idade, foi eleito Presidente da Convenção Batista Brasileira, o mesmo ocorrendo em 1913 e em 1914. Tornou-se líder dos Batistas Fluminenses. Amigo intimo do missionário norte-americano Alonzo Bee Christie, com ele escreveu um relato da história dos batistas fluminenses que nunca foi publicada. Faleceu no Rio de Janeiro, em 1935, quando tinha 53 anos de idade. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.mariomartins.com.br



JOAQUIM FRANCISCO DE MATTOS, de Cuiabá, Mato Grosso, 15.08.l922, autor de vários livros, entre os quais, “AS DEMOCRACIAS E A NOSSA DEMOCRACIA: PARA ONDE VAMOS?”(1976), "LIBERDADE AINDA QUE TARDIA", "O POVOAMENTO DE GOIÁS", "OS CAMINHOS DE GOIÁS"(1980), este, com prefácio de José Mendonça Teles. Residiu em Anápolis, durante muitos anos, onde também foi Funionário do Banco do Brasil, na condição de Advogado. Elogiado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Músico, Bancário. Historiador, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro GENTE & LITERATURA, de José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Cuiabá, Estado do Mato Grosso, a 15 de agosto de 1922. Filho de Athayde Hugueney de Mattos e Alda de Oliveira Mattos.

Neto de imigrantes portugueses e belgas, após concluir o primário e o secundário, transferiu-se para o Rio de Janeiro, voltando-se para os estudos superiores.

Depois dos exames vestibulares, matriculou-se na Faculdade Nacional de Direito, da Universidade do Brasil, no Rio, formando-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1946.

Vinculou-se ao Banco do Brasil S/A, tornando-se seu advogado, a partir de 1951.

Em 20 de julho de 1953, casou-se com Carmélia Rebuá de Mattos, na cidade de Aquidauana, Mato Grosso. Em 1953, transferiu-se definitivamente para Goiás.

Passou a residir em Anápolis, vivendo durante muito tempo na Rua Arlindo Costa, 153, Bairro Jundiaí.

Em 1961, após exames vestibulares, matriculou-se no primeiro ano de Letras Anglo-Germânicas, da Faculdade de Filosofia “Bernardo Sayão”.

Posteriormente mudou-se para Goiânia, estando hoje aposentado como advogado do Banco do Brasil, residindo em Brasília.

De família totalmente voltada para a música, para as artes e para as letras, publicou, em 1976, em São Paulo, o livro “As Democracias e a Nossa Democracia: Para Onde Vamos?”

Além dos livros “Vocabulário Árabe-Português” e “Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa”, como também “O Povoamento de Goiás”, publicou, em 1980, em São Paulo, o livro “Os Caminhos de Goiás”, com apresentação do escritor José Mendonça Teles.

Vinculado a várias entidades culturais e de classe.



JOAQUIM GOMES DE OLIVEIRA, de Corrente, Piauí, 06.11.1927, escreveu, entre outros, “O COMBOIO”(TRAJETÓRIA DO NORDESTINO), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, percorreu várias cidades brasileiras, terminando por chegar em Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, em 1955, onde passou a desenvolver diferentes atividades profissionais. Entre 1961 e 1962, foi eleito Vereador na primeira legislatura de Gurupi. Nas administrações municipais, ocupou vários cargos públicos. Foi o primeiro Juiz de Paz de Gurupi. No período de 1966 a 1982, exerceu as funções de Delegado do Instituto de Desenvolvimento Agrário de Goiás(IDAGO). Escritor, Poeta, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOAQUIM GUILHERME DOS REIS, de Inhumas, Goiás, 31.10.1944, escreveu, entre outros, “PARÁBOLA DE LIVRAMENTO-MEDITAÇÕES NO EVANGELHO DE LUCAS”, sem dados biográficos no livro. Residente na cidade de Anápolis, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Advogado na Manchester Goiana, ao lado de Olímpio Ferreira Sobrinho. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Professor, Educador, Idealista. Espiritualista, Visionário, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércios e em diversos textos de estudos doutrinários. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM JOSÉ OLIVEIRA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1937, escreveu, entre outros, “ÀS MARGENS DO TOCANTINS” (COLETÂNEA DE ARTIGOS), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Antônio José de Oliveira e de Dulce Ayres de Oliveira. Casado com Maria do Socorro Matos de Oliveira, com quem tem vários filhos. Escreveu também o livro “PACINI É O SOL”, com observações de orelha do Juiz de Direito João Moreira Marques e do Economista Célio Costa. Conforme alguns autores, teria nascido na Capital de Goiás, em 1943, o que não tem procedência e é explicado pelo fato de ter sempre vivido em Goiânia. Na década de 1960, trabalhou no jornal O POPULAR, em Goiânia, onde mantinha a coluna diária “OPINIÕES & CIA”. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, em 1966, tornou-se Advogado. Formado em Teologia e Filosofia, pelo Seminário Arquidiocesano São José, em Rio Comprido, no Rio de Janeiro. Com a criação do Estado do Tocantins, mudou-se para sua terra natal, passando a escrever também para o JORNAL DO TOCANTINS. Advogado, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista. Tornou-se Procurador de Contas, do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. Pertenceu ao Conselho Estadual de Educação de Goiás, em Goiânia, onde desenvolveu múltiplas atividades profissionais e literárias. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, de que também é Conselheiro, Associação Goiana de Imprensa e Academia Tocantinense de Letras Jurídicas. Foi Redator-Chefe do jornal NORTE DE GOYAZ. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É Presidente da Comissão de Estudos Constitucionais do Estado do Tocantins, em Palmas, onde reside atualmente. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOAQUIM LUCAS GOIANO DE ARAÚJO, Goiano, da Capital, l940, escreveu, entre outros, "LICENCIATURA PARCELADA EXPERIMENTAL", juntamente com vários outros professores colaboradores, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM LUSTOSA SOBRINHO, de Gilbués, Piauí, 30.05.1909, escreveu, entre outros, PROBLEMAS SINDICAIS(1952), USOS E COSTUMES(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Advogado, Professor Universitário, Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Foi Ministro do Tribunal Superior Eleitoral. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOAQUIM MACHADO DE ARAÚJO FILHO, Goiano, de Luziânia, 24.11.l929, escreveu vários livros, dentre outros, "O PÁSSARO QUE INVENTOU A SOLIDÃO", "A CONSTRUÇÃO DA SEMENTE". Filho de Joaquim Machado de Araújo e Guiomar de Grammont Machado. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Silvânia e Goiânia. Bacharelou-se em Direito, pela Faculdade do Largo de São Francisco, em São Paulo. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Procurador do Instituto Nacional de Previdência Social(INPS), em Goiânia. Escritor, Poeta, Ensaísta. Advogado, Memorialista, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Arcádia Goiana de Cultura, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto dos Advogados de Brasília, de que também foi Bibliotecário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente e na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Faleceu em Goiânia, no dia 28 de março de 1992. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM MANUEL DE MACEDO, de Itaboraí, Estado do Rio, 24.06.1820, escreveu, entre outros, CONSIDERAÇÕES SOBRE A NOSTALGIA(Tese-1844), A MORENINHA(Romance-1844), O MOÇO LOIRO(Romance-1845), OS DOIS AMORES(Romance-1848), A CARTEIRA DE MEU TIO(Sátira-1855), O CULTO DO DEVER(Romance-1865), A BARONESA DO AMOR(Teatro-1876), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Severino de Macedo Carvalho e Benigna Catarina da Conceição. Após os estudos primários em sua terra natal, bem como o curso preparatório, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Medico, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 20.12.1844, com 24 anos de idade. Clinicou algum tempo no interior do Estado do Rio. No mesmo ano da formatura (1844), publicou A MORENINHA, que lhe deu fama instantânea e constituiu uma pequena revolução literária, inaugurando a voga do romance nacional. Alguns estudiosos consideram que a heroína do livro é uma clara transposição da sua namorada, e futura mulher, Maria Catarina de Abreu Sodré, prima-irmã de Álvares de Azevedo. Em 1849, fundou com Araújo Porto-Alegre e Gonçalves Dias a revista GUANABARA, onde apareceu grande parte do seu poema-romance A NEBULOSA, que alguns críticos consideram um dos melhores do Romantismo. Voltou ao Rio, abandonou a medicina e foi ser Professor de História e Geografia do Brasil no Colégio Pedro II. Era muito ligado à Família Imperial, tendo sido professor dos filhos da família imperial Princesas Isabel e Leopoldina. Militou no Partido Liberal, servindo-o com lealdade e firmeza de princípios, como o provam seus discursos parlamentares. Foi Deputado Provincial (1850, 1853, 1854-59) e Deputado Geral (1864-68 e 1873-81). Membro muito ativo do Instituto Histórico e Geografico Brasileiro (desde 1845) e do Conselho Diretor da Instrução Pública da Corte (1866). Nos últimos anos, sofreu de decadência das faculdades mentais, falecendo antes de completar 62 anos. Cavaleiro da Ordem da Rosa, em 1847 e seu Oficial em 1857. Comendador da Ordem de Cristo, em 1874. Jornalista, professor, romancista, poeta, teatrólogo e memorialista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 11.04.1882, com 62 anos de idade. Seus restos mortais foram trasladados, em 1887, para um Mausoléu no cemitério de Itaboraí, construído pelo povo. Escreveu sob o pseudônimo de MINIMO SEVERO, O VELHO e com as iniciais J.M.M. Completou 36 anos de carreira literária, escrevendo POESIA, MEMORIAS, TEATRO, ROMANCE, CRONICAS e OBRAS DIDÁTICAS. É o patrono da Cadeira 20, por escolha do fundador Salvador de Mendonça. Sua Cadeira 20, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Joaquim Manoel de Macedo, Fundador Salvador de Mendonça, sendo também ocupada por Emilio de Menezes, Humberto de Campos, Mucio Leão, Aurélio de Lyra Tavares e Murilo Melo Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM NABUCO(Joaquim Aurélio Barreto Nabuco de Araújo), de Recife, Pernambuco, 19.08.1849, escreveu, entre outros, CAMÕES E OS LUSIADAS(Ensaio-1872), AMOUR ET DIEU(1874), O ABOLICIONISTA(1883), UM ESTADISTA DO IMPERIO(1897), ESCRITOS E DISCURSOS LITERARIOS(1901), PENSÉES DETACHÉES ET SOUVENIRS(1906), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho do Senador José Tomás Nabuco de Araújo e de Ana Benigna Barreto Nabuco de Araújo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou humanidades no Colégio Pedro II, do Rio de Janeiro. Em 1865, com 16 anos de idade, seguiu para São Paulo, onde fez os três primeiros anos de Direito. Transferiu-se para sua terra natal, Recife, matriculando-se na Faculdade de Direito do Recife, onde se Bacharelou em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1870, com 21 anos de idade. Entrou logo para o serviço diplomático, como adido de primeira classe em Londres, depois em Washington, de 1876 a 1879. Atraído pela política interna, foi eleito Deputado Geral pela Província de Pernambuco, passando a residir no Rio de Janeiro. Sua entrada para a Câmara marcou o início de sua campanha em favor do Abolicionismo, que logo se tornou causa nacional, na defesa da qual ele tanto cresceu na admiração de todos os brasileiros. De 1881 a 1884, Nabuco viajou pela Europa. Em 1883, em Londres, publicou O ABOLICIONISMO. De regresso ao país, foi novamente eleito Deputado por Pernambuco, retomando o lugar de líder da campanha abolicionista, que cinco anos depois era coroada de êxito. Ao ser proclamada a República, em 1889, permaneceu intransigente nas convicções monarquistas e, mais de uma vez, resistiu ao apelo que lhe dirigiam os chefes da nova política para tornar ao serviço diplomático. Retirou-se da vida pública, dedicando-se à sua obra e ao estudo. Passou a viver no Rio de Janeiro, exercendo a advocacia e fazendo jornalismo. Freqüentava a redação da Revista Brasileira, onde estreitou relações e amizade com as mais altas figuras da vida literária brasileira, Machado de Assis, José Veríssimo, Lúcio de Mendonça, de cujo convívio nasceria a Academia Brasileira de Letras, em 1897. Em 1900, o Presidente Campos Sales conseguiu demovê-lo a aceitar o posto de enviado extraordinário e Ministro Plenipotenciário em missão especial em Londres, na questão do Brasil com a Inglaterra, a respeito dos limites da Guiana Inglesa. Em 1901, era acreditado em missão ordinária, como Embaixador do Brasil em Londres e, a partir de 1905, em Washington. Em 1906, veio ao Rio de Janeiro para presidir a 3ª. Conferência Pan-Americana. Em sua companhia veio o Secretário de Estado norte-americano Elihu Root. Ambos eram defensores do pan-americanismo, no sentido de uma ampla e efetiva aproximação continental. Em 1909, fez uma viagem oficial a Havana, para assistir à restauração do governo nacional de Cuba. Nesse mesmo ano assinou em Washington várias convenções de Arbitramento com os Estados Unidos, Panamá, Equador, Costa Rica e Cuba. Nas Universidades Americanas proferiu muitas conferências, propaganda viva de cultura brasileira. Quando faleceu, em Washington, seu corpo foi conduzido, com solenidade excepcional, para o cemitério da capital norte-americana, e depois foi trasladado para o Brasil, no cruzador North Caroline. Do Rio de Janeiro foi transportado para o Recife, a cidade que o viu nascer. Em 28.09.1915, Recife lhe inaugurou uma de suas praças públicas-PRAÇA JOAQUIM NABUCO e nela uma Estátua. Diplomata, político, orador, poeta e memorialista. Faleceu em Washington, EUA, em 17.01.1910, com 61 anos de idade. Compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia Brasileira, onde fundou a Cadeira 27, que tem como patrono Maciel Monteiro. Designado secretário-geral da Instituição na sessão de 28.01.1897, exerceu o cargo até 1899 e de 1908 a 1910. Sua Cadeira 27, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Maciel Monteiro, Fundador(ele mesmo, Joaquim Nabuco), sendo também ocupada por Dantas Barreto, Gregório da Fonseca, Levi Carneiro, Otavio de Faria e Eduardo Portella. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância e de ter sido Embaixador do Brasil em Londres, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM NEVES PEREIRA, do Vale do Paranã, Goiás, hoje Tocantins, 1919, escreveu, entre outros, “UM ESTADISTA DO SERTÃO”(JOSÉ LUDOVICO DE ALMEIDA), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de José Balduíno de Souza, em 1959. Publicou também “O PROBLEMA DO RECRUTAMENTO”. Conforme alguns autores teria nascido em Formosa, interior goiano, em 1917. Com 18 anos de idade, em 1937, ingressou no Exército Nacional, no 6º B.C, de Ipameri, interior goiano. Mudou-se depois para São Paulo. Em 1942, deslocou-se para o Rio de Janeiro. Sob a chefia de Benedito Silva, fez-se, em 1945, funcionário do DASP(DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO). Por concurso público, tornou-se Técnico de Administração, do DASP. Passou a trabalhar na Secretaria Geral da Presidência da República, no Rio de Janeiro. No governo do goiano Wagner Estelita Campos, foi Secretário Geral da Prefeitura do Rio de Janeiro. Em 1955, deslocou-se para Goiânia, passando a trabalhar com o Governador José Ludovico de Almeida, na Secretaria do Interior e Justiça. No fim do governo de Juca Ludovico, por volta de 1959, publicou o seu livro, uma espécie de defesa do Ex-Governador que estava sendo duramente atacado. Escritor, Técnico em Administração, Intelectual. Idealista, Visionário, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOAQUIM NOGUEIRA PARANAGUÁ, de Corrente, Piauí, 01.01.1855, escreveu, entre outros, “DO RIO DE JANEIRO AO PIAUÍ PELO INTERIOR DO PAÍS”(1905), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins por ter viajado pela região do Jalapão e ter feito pesquisas sobre a fauna e a flora no Rio do Sono, bem como previsto a sua junção com o Rio Sapão, Rio Preto até as águas do Rio São Francisco. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, terminando por formar-se Médico, na Faculdade de Medicina da Bahia, em 1882. Casou-se com Emma Weguelin Nogueira Paranaguá, de formação luterana. Como político, foi Deputado Federal, Senador da República e Governador eventual do Piauí. Em 1900, apresentou o Projeto Paranaguá que previa a mudança da Capital Federal para o Planalto Central, repetindo o projeto que já tinha sido apresentado em 1853, pelo seu parente, o Marquês de Paranaguá(Senador João Lustosa da Cunha Paranaguá, de Corrente, 21.08.1821). Em agosto de 1908, foi batizado, juntamente com a esposa, pelo missionário batista norte-americano Ernest A. Jackson, nas águas do Rio Preto, em Santa Rita, na Bahia. Em seguida, pediram carta de transferência da Igreja de Santa Rita para a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, cujo Pastor era Francisco Fulgêncio Soren. Seu irmão gêmeo Benjamim José Nogueira já tinha sido batizado algum tempo antes, em 1901, na cidade de Corrente. Quanto a Joaquim Paranaguá, foi um dos responsáveis pela fundação da Igreja Batista de Corrente, no Piauí, o que trouxe sérias desavenças com o clero católico. É verdade que a Igreja de Corrente foi fundada em 1904 e o Dr. Paranaguá só foi batizado em 1908. Em 1910 e 1911, foi Presidente da Convenção Batista Brasileira. Um de seus filhos, Correntino Nogueira Paranaguá, também Médico, residente no Rio de Janeiro, diretor de um hospital e membro da Sociedade Brasileira de Geografia, escreveu, em 1980, o excelente livro “TERRA DE UM PALADINO”, em que também focaliza, ainda que de forma negativa, a figura do Coronel Abílio Wolney, que tinha invadido várias cidades do Sul do Piauí. Quanto a Joaquim Nogueira Paranaguá foi também Presidente da Associação Cristã de Moços e escreveu várias obras, entre as quais, “LENDAS DO SUL DO PIAUÍ”. Faleceu em Corrente, no ano de 1926, no dia 01 de janeiro. É mencionado em diferentes livros, dentre outros, “DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS”, de Adrião Neto e “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO DE ESCRITORES MÉDICOS”, de Orsini Carneiro Giffoni. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM PEREIRA DE SOUZA, de Paraúna, Goiás, 26.07.1935, escreveu, entre outros, "LIRAS EM DELÍRIO"(POEMAS-1989), juntamente com seu irmão Luiz Pereira de Souza. Promotor Público, Procurador de Justiça Aposentado. Tornou-se, posteriormente, Juiz de Direito de Nerópolis, interior goiano. Escritor, Poeta, Ensaísta. Professor, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Abordado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Membro da Associação Goiana do Ministério Público, da União Brasileira de Escritores, da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu em Paraúna, Estado de Goiás, a 26 de julho de 1935. Terminou o curso primário na cidade natal, onde também começou o ginasial.

Transferindo-se para Goiânia, concluiu o ginásio e passou a estudar o curso científico no Liceu de Goiânia.

Em 1951, foi Escriturário do Serviço de Proteção ao Índio. Entre 1952 e 53, funcionou como Escrevente do Cartório do Registro Civil de Paraúna.

Já em Goiânia, em 1954, foi comerciário, da Livraria “O Popular”. No mesmo ano foi também escriturário da Estrada de Ferro de Goiás. No ano seguinte, tornou-se Auxiliar de Escritório da Folha de Goiaz.

Trabalhou no Banco de Crédito Real, em 1956. De 1957 até 1962, foi Escriturário do IPASE. Bacharelou-se em Direito, em 1961, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.

Durante algum tempo, em 1962, foi Delegado de Polícia. Entre 1962 e 1964, foi Promotor de Justiça da Comarca de Aurilândia.

Em 1965, na cidade de Goiânia, foi Juiz de Direito Substituto. No início de 1966, no entanto, retornou à advocacia.

No mesmo ano, vinculou-se mais uma vez ao Ministério Público, tornando-se Promotor de Justiça. Exerceu as funções, primeiramente, nas Comarcas de Edéia, Jandaia e Goianésia.

A partir de 1970, passou a residir em Anápolis, tornando-se titular de uma das promotorias e onde permaneceu por vários anos.

Em 1963, foi Professor de Português, em Aurilândia. Em 1964, lecionou a mesma disciplina, no Liceu de Goiânia. Foi Professor de Francês no Ginásio de Paraúna, em 1966 e no ano seguinte foi Diretor do mesmo ginásio.

Em Goianésia, em 1968, foi Professor de Português. Lecionou Direito Penal na Faculdade de Direito de Anápolis, de 1970 a 75. A partir de 1977, tornou-se Professor da Universidade Católica de Goiás, em diferentes disciplinas.

Conferencista em diversos congressos e seminários, especialmente do Ministério Público, fez também diversos cursos de especialização e extensão universitária.

Alguns de seus contos foram premiados em diferentes concursos literários. Escreveu diversos trabalhos de caráter jurídico. É Procurador da Justiça, desde 1981.

Aposentado do Ministério Público Goiano, tornou-se Assessor do Desembargador Fenelon Teodoro Reis.

Reintegrado à Magistratura de Goiás, de onde tinha se afastado em 1965, foi nomeado Juiz de Direito de Nerópolis.

Faleceu, no entanto, em acidente automobilístico no interior goiano, em 21.01.1997.



JOAQUIM REGINALDO DIAS DA MATA, de Barreiras, Bahia, 27.09.1945, escreveu, entre outros, UMA CANÇÃO PARA O CORONEL(1972), NO ALTIPLANO(1991), BRASILIENSES(Contos-1994), este, com apresentação de Alan Viggiano e notas de contra-capa de Aldo Magalhães, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Pós-Graduado em Direito Fazendário. Mudou-se para Brasília em 1961. Auditor Fiscal de Tributos. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Presidente da Junta de Recursos Fiscais. Foi Secretário Adjunto da Fazenda do DF. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Parente próximo do ilustre Professor baiano, de Angical, Alípio Nunes da Matta. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.





JOAQUIM RODRIGUES ALVES, Goiano, de Santa Cruz de Goiás, l9l9, escreveu, entre outros, "SANTA CRUZ DE GOIÁS- SINÓPSE HISTÓRICA", com prefácio de José Mendonça Teles, sem dados biográficos no livro. Ex-Prefeito Municipal de sua terra natal, Santa Cruz de Goiás. Pesquisador, Historiador, Escritor. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diversas instituições culturais, filantrópicas e sociais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos municipais e históricos, entre os quais, SANTACRUZÓPOLIS, de Francisco de Assis Nascimento. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM ROSA, de Ipameri, Goiás, 19.04.l90l, escreveu, entre outros, "POR ESSE GOIÁS AFORA"(1974), “DE TOTÓ CAIADO A PEDRO LUDOVICO”(CRÔNICAS-1980). Filho de Irineu Rosa e Diolinda Rosa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Dedicou-se ao jornalismo, tendo fundado o jornal O IPAMERI. Residiu em Goiânia, durante muitos anos, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Jornalista, Farmacêutico, Diretor de Colégio. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Professor, Pensador. Intelectual, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi Diretor e articulista de diferentes jornais goianos. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Faleceu em Goiânia, no dia 11.11.1982. Seus originais inéditos foram doados pela família ao escritor José Mendonça Teles que os repassou ao Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil Central, órgão da Sociedade Goiana de Cultura, mantenedora da Universidade Católica de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM RUFINO RAMOS JUBÉ JÚNIOR, Goiano, de Goiás Velho, 28.01.l904, escreveu, entre outros, "O PERDÃO DE JESUS", "DAS CIRCUNSTÂNCIAS DE LUGAR", “DOIS PERÍODOS DA HISTÓRIA DA LITERATURA LATINA”, sem dados biográficos nos livros. Formado em Farmácia, Odontologia, Engenharia e Direito. Diretor da Imprensa Oficial do Estado de Goiás. Foi Diretor da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Formado pela "American University", de Washington, Estados Unidos. Catedrático da antiga Escola de Direito de Goiás, na Velha Capital. Deputado Estadual. Procurador Geral do Estado. Professor do Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Professor, Historiador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições culturais, de classe e sociais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como em REENCONTRO, de Amália Hermano Teixeira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



Nasceu na Cidade de Goiás a 28 de janeiro de 1904. Filho do Comendador Joaquim Rufino Ramos Jubé e Maria Carlota da Ascenção Silveira Ramos Jubé.

Curso primário na escola da professora Rosentina de Santana e Silva. Secundário no Colégio Diocesano de Santa Cruz de Goiás, por onde se bacharelou em Ciências e Letras. Normalista pela Escola Normal Oficial de Goiás. Professor no Colégio Diocesano de Santa Cruz de Goiás. Diretor da Imprensa Oficial do Estado (1922). Professor Catedrático do Lyceu de Goyaz.

Diplomado pela Escola de Farmácia e Odontologia de Goiás. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Escola de Direito de Goiás, validando seu diploma na Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil.

Deputado Estadual por duas legislaturas. Conselheiro Municipal na antiga Capital do Estado. Engenheiro Topógrafo pela Escola de Engenharia de Belo Horizonte-MG.

Professor de Literatura no Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Exerceu advocacia na cidade de Goiás. Professor Catedrático na Escola de Direito de Goiás.

Procurador Geral do Estado. Técnico de Educação do Ministério da Educação e Saúde, por concurso(1938). Curso de Psicologia Aplicada na Universidade de Chicago.

Diplomado pela “American University”, de Washington, em Administração. Aperfeiçoamento no Canadá e México.

Idealizador dos Cursos de Administração do DASP e seu primeiro diretor, no governo do Presidente Vargas. Volta ao cargo de Técnico de Educação. Orientador dos Cursos Secundários do Ministério da Educação e Saúde.

Integrou a Comissão de engenheiros encarregados de reformar os serviços da Estrada de Ferro Central do Brasil. Membro efetivo da Comissão Nacional do “Livro Didático”, secção de línguas anglo-germânicas.

Professor, até sua morte, de Latim e Francês da Escola Técnica Secundária “Paulo de Frontin”, da Prefeitura do Distrito Federal. Assistente da Direção Executiva da “Fundação Getúlio Vargas”, RJ.

Deixou os trabalhos: “Das circunstâncias de lugar, Ubi, Unde, Quo et Qua”, “Dois períodos da história da Literatura Latina”, “O Perdão de Jesus”, “O que lhes disse”, “O estudante, o ensino e o ambiente da Universidade do Brasil”.

Foi casado com Anna Maria de Cerqueira Lima Ramos Jubé, residente no Rio de Janeiro.

Faleceu na antiga Capital Federal, no dia 22 de dezembro de 1951.



JOAQUIM SERRA(Joaquim Maria Serra Sobrinho), de São Luís, Maranhão, 20.07.1838, escreveu, entre outros, BIOGRAFIA DO ATOR GERMANO FRANCISCO DE OLIVEIRA(1862), JULIETA E CECILIA(Contos-1863), QUEM TEM BOCA VAI A ROMA(Teatro-1863), UM CORAÇÃO DE MULHER(Poemas-1867), AS MULHERES DO MERCADO(Teatro-1870), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Leonel Joaquim Serra e mãe não referida. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se no Liceu de São Luis, cursando ali humanidades. Entre 1854 e 1858, com 20 anos de idade, esteve no Rio de Janeiro para ingresso na antiga Escola Militar, carreira que abandonou, voltando a São Luís. Iniciou-se muito moço no jornalismo e na poesia. Seus primeiros escritos (1858-60) saíram no jornal PUBLICADOR MARANHENSE, dirigido então por Sotero dos Reis. Em 1862, com alguns amigos, fundou o jornal COALISÃO, que defendia as cores do Partido Liberal. Em 1867, fundou o jornal SEMANÁRIO MARANHENSE. Por concurso público, em 1864, com 26 anos de idade, tornou-se Professor de gramática e literatura, no Liceu Maranhense. Deputado Provincial pelo Maranhão em (1864-67). Secretário do Governo da Paraíba (1865-67). Foi um dos fundadores do Instituto Literário Maranhense, em 1864. Quando ainda residia na Província do Maranhão, foi apresentado à Corte por Machado de Assis que sobre ele e seu trabalho escreveu numa de suas crônicas no DIÁRIO DO RIO DE JANEIRO, em 24.10.1864. Quatro anos depois, em 1868, com 30 anos de idade, fixou residência no Rio de Janeiro. Fez parte das redações da GAZETA DE NOTÍCIAS, da FOLHA NOVA e do jornal O PAÍS. Em 1878 e até 1882, com 44 anos, foi Diretor do jornal DIÁRIO OFICIAL, de que, com dignidade, se exonerou por divergências políticas. Deputado Geral, pelo Maranhão, entre 1878 e 1881, foi um combatente tenaz na campanha abolicionista, "o publicista brasileiro que mais escreveu contra os escravocratas", no dizer de André Rebouças. Escreveu também para o teatro, como autor e tradutor. Suas peças, entretanto, ao que parece, nunca foram impressas. Adotou vários pseudônimos: Amigo Ausente, Ignotus, Max Sedlitz, Pietro de Castellamare, Tragaldabas. Seu pai Leonel Joaquim Serra foi jornalista e escrevera para o jornal O COMETA(1835) e para o jornal A CRONICA DOS CRONISTAS(1838), de São Luis. Joaquim Serra foi Jornalista, professor, político, teatrólogo. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 29.10.1888, com 50 anos de idade. É o patrono da Cadeira 21, por escolha de José do Patrocínio. Sua Cadeira 21, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo Joaquim Serra), Fundador José do Patrocinio, sendo também ocupada por Mario de Alencar, Olegário Mariano, Álvaro Moreyra, Adonias Filho, Dias Gomes, Roberto Campos e Paulo Coelho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOAQUIM SEBASTIÃO DE BASTOS, Goiano, de Pirenópolis, l837, escreveu, entre outros, "O COMETA"(Comédia), “O ALFAIATE ENDIVIDADO” (Drama). Filho de Antonio Alves Bastos e Ana Perpétua Rodrigues Leite. Foi Tabelião do Primeiro Ofício de Pirenópolis. Primeiro professor para o sexo masculino, em Santana das Antas(Anápolis), em l873. Jornalista, Teatrólogo. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Faleceu em Anápolis, Goiás, no ano de 1891. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se no livro ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira, bem como em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme e ainda em HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM TAVEIRA, Goiano, de Goiás Velho, l907, escreveu, entre outros, "PARECER PRÉVIO", sem dados biográficos no livro. Consultor Jurídico do Estado. Conselheiro do Tribunal de Contas de Goiás. Farmacêutico, Jornalista, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Apreciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Encontra-se no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO, de Moura (Província do Baixo Alentejo, com a Capital em Beja), Portugal, 25.02.l775, escreveu, entre outros, "MEMÓRIAS SOBRE A CAPITANIA DE GOIÁS"(l8ll), texto que lhe valeu elogio por Carta Real de cinco de setembro de l8ll. Escreveu também “MEMÓRIA SOBRE A AGRICULTURA E O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”(1807) e “MEMÓRIA SOBRE O COMÉRCIO DA CAPITANIA DE GOIÁS”.



Conforme alguns autores, teria nascido em Ouro Preto, Minas Gerais, o que não tem procedência, visto que, nesta cidade, apenas iniciou a sua vida pública no Brasil, como também em São João Del-Rei.



Nasceu em Moura, Baixo Alentejo, Portugal, no dia 25 de fevereiro de 1775. Filho de José Mendes Segurado e de Maria das Dores Segurado, naturais, respectivamente, de Moura e Serpa, duas vilas do Sul de Portugal.



Após os primeiros estudos na vila de Moura, sua terra natal, foi para a Universidade de Coimbra, com 16 anos, onde estudou de 17.11.1791 a 19.10.1795, formando-se em Leis, correspondente a Ciências Jurídicas e Sociais, atualmente Direito, quando tinha 20 anos de idade.



Tornou-se JUIZ DE FORA, na cidade de Porto e também na cidade de Melgaço, Portugal, com 24 anos. Depois de ter se iniciado no Brasil, através de São João Del-Rei e Ouro Preto, em Minas Gerais, donde a teoria histórica de que tivesse alí nascido, tornou-se Ouvidor Geral da Capitania de Goiás, na velha capital, Vila Boa(Goiás Velho), nomeado pelo Decreto de 12 de outubro de 1803, com 28 anos de idade, pelo Príncipe Regente Dom João, que substituia a Rainha D. Maria I, doente mental. Relembre-se que D. João VI só veio para o Brasil, em 1808, com a transferência da Corte Portuguesa para o Rio de Janeiro.



(D. Maria I faleceu em 1816 e o Príncipe foi coroado Rei, com o nome de D. João VI, em 1818. Em abril de 1821, D. João voltou para Portugal e em seu lugar ficou o Príncipe Regente D. Pedro I, que se tornou Imperador do Brasil, em 07.09.1822. Em 07.04.1831, D. Pedro I renunciou, ficando em seu lugar o Pedro de Alcântara, D. Pedro II que tinha cinco(5) anos de idade), sob os cuidados de José Bonifácio).



Voltando a Joaquim Teotônio Segurado, foi promovido ao cargo de Desembargador da Relação do Rio de Janeiro, em 1805. Desembargador da Comarca de Goyaz, em 1806. Desembargador da Relação da Bahia, em 1808.



Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma(hoje cidade de Paranã), com 34 anos de idade.



Em 1810, Dom João VI, percebendo o valor do ouro existente no Norte de Goiás(CARMO E PONTAL), transferiu para Porto Real(hoje Porto Nacional), a sede(CABEÇA DE JULGADO) da Comarca de São João das Duas Barras e determinou que para alí se transportasse o Corregedor Segurado.



Embora o povoado de Porto Nacional tenha sido fundado por Antônio Sanches, em 1738, seu crescimento, no entanto, coube ao Desembargador Segurado. É que ele alí residiu durante algum tempo e estimulou a navegação do Tocantins, única estrada sem encruzilhada(as estradas com encruzilhada permitiam tocaias) e por onde passaram a correr toneladas de ouro para o porto de Belém, rumo à cidade de Lisboa.



Em 26.01.1815, feita a instalação da Vila de São João da Palma, com capital na hoje Paranã, mudou-se Teotônio Segurado de Natividade para a nova vila. Tinha agora 40 anos de idade. Residiu durante muito tempo nas cidades de Natividade, Arraias, Paranã, no hoje Estado do Tocantins.



Foi Deputado JUNTO às Cortes Portuguesas, pela Provincia de Goyaz, eleito no dia 7 de agosto de 1821, quando tinha 46 anos de idade, ainda sob a administração do Príncipe Regente Dom Pedro I(Ele só se tornou Imperador do Brasil em 07.09.1822).



Em 27.08.1821, o Brigadeiro Manoel Inácio Sampaio, como Chefe do Executivo Goiano, no período colonial(Goiás só se tornou Província do Império, em 13.09.1824), mandou prender os principais líderes do movimento da independência do Brasil, em Goiás, entre os quais, os Padres José Cardoso de Mendonça, Lucas Freire de Andrade e Luiz Bartolomeu Marques. E ainda o Soldado Felizardo de Nazaré, além do Capitão Francisco Xavier de Barros, bem como o Capitão Felipe Antonio Cardoso.



Cada um deles foi enviado preso para lugar diferente. Os padres foram enviados para aldeias distantes. O Capitão Francisco Xavier de Barros foi para Santa Maria, no Rio Paranã, afluente do Rio Tocantins. O Capitão Felipe Antonio Cardoso foi para o distrito de Arraias, na Comarca de São João das Duas Barras. Todos eles desejavam a formação de um Governo Provisório, mas teriam sido traídos. Ficaram pouco tempo presos, porque, logo no ano seguinte, 07.09.1822, deu-se a INDEPENDÊNCIA DO BRASIL.



Felipe Antonio Cardoso enviado preso para Arraias e depois para a então Capital Federal, depois de ser absolvido pelo Conselho de Guerra, no Rio de Janeiro, por injunções políticas, terminou por ser promovido a General em 12.10.1825, tornando-se Governador das Armas da Província de Goiás, em 1830.



Teotônio Segurado viajou, no entanto, para Portugal em janeiro de 1822, como Representante Goiano, junto à CONSTITUINTE EXTRAORDINÁRIA DAS CORTES REUNIDAS DE BRASIL, PORTUGAL E ALGARVES, tomando posse na sua cadeira como Deputado, no dia 08 de abril de 1822, com 47 anos.



Ao voltar, no ano seguinte(1823), havia perdido a condição de DEPUTADO, eis que o país já não era mais Colônia de Portugal e sim Império do Brasil. Em 23.06.1823, por ordem do Imperador Dom Pedro I, foi destituído de seus bens. Tal ordem foi cumprida através do ofício de 10 de julho de 1823, assinado pelo REPRESENTANTE da Província de Goiás, o Padre Pirenopolino Luis Gonzaga de Camargo Fleury, quando de sua passagem por Porto Nacional.



Diz Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 77: “Em 1823, quando Cunha Matos percorria o Norte, Segurado entrou em Goiás, indo residir em suas propriedades nos arredores da Palma(hoje Paranã), cercado de esposa e filhos. Debalde os Presidentes da Província procuraram afastá-lo da vida privada. Ficou alheio à evolução política. Para ele, liberalismo era sinônimo de anarquia”.



Em 1827, quando D. Miguel I, tornou-se Rei de Portugal e passou a perseguir os liberais e constitucionalistas, Teotônio Segurado já tinha voltado escondido para o Brasil. Mesmo assim, continuou a ser perseguido, porque não queria a Independência do Brasil, mas apenas a criação da Província de Palma, separada da Província do Sul, em Vila Boa(Goiás Velho).



Entre os benefícios que Joaquim Teotônio Segurado conseguiu para o hoje Estado do Tocantins, destacam-se a navegação do Rio Tocantins e a abertura de uma estrada ligando São Romão, em Minas Gerais a Porto Nacional.



A ele se deve a descoberta de várias minas de ouro e a criação do Julgado de Flores. Entre seus títulos honoríficos, destaca-se o de COMENDADOR DO HÁBITO DE CRISTO. Chegou a ser eleito Governador Separatista de Goiás, no hoje Estado do Tocantins, no dia 14 de setembro de 1821, escolhendo a cidade de Cavalcante e posteriormente Natividade e Arraias para Capital da futura Província de Palma e, consequentemente, do futuro Estado do Tocantins.



Retornando de Portugal, em 1823, após a Independência do Brasil e com as censuras que lhe foram impostas pelo Governo Português, Joaquim Teotônio Segurado afastou-se da vida pública.



Tornou-se um cidadão comum, perdendo inclusive seus títulos honoríficos e seus principais bens materiais, conforme determinação do Imperador Dom Pedro I. Aliás, de seu inventário, consta apenas, uma casa, uma mesa, um banco e sete livros. Exagero de inventário, como sói acontecer! Afinal de contas, morreu em sua fazenda na Comarca de Palma, hoje Paranã. Com 56 anos de idade, não poderia ter lhe restado apenas a casa, a mesa, o banco e os livros!



Apesar de todas as pesquisas feitas e em virtude das dificuldades pelas quais passou a família do Desembargador Segurado, ainda não se conseguiu chegar a todos os filhos e descendentes, o que constitui um verdadeiro desafio para os pesquisadores e genealogistas.



(MARIANA AUGUSTA SEGURADO, filha de Joaquim Teotônio Segurado com Bruna dos Santos, foi casada com João Leite de Azeredo Coutinho e teve, entre outros, a filha Joaquina Augusta de Albuquerque Mello. Esta informação consta da Arvore Genealógica da FAMILIA LOYOLA, repassada ao autor, pela escritora Maria Dulce Loyola Teixeira).



Um de seus filhos, Rufino Teotônio Segurado, chegou a ser Juiz Municipal de Carolina, no Maranhão, no tempo em que esta cidade pertencia à Província de Goiás e tinha o nome de TRÊS BARRAS.



Aliás, Carolina foi a designação dada pelo Governador de Armas de Goiás, Padre Luiz Gonzaga de Carmargo Fleury, em homenagem à Imperatriz Maria Leopoldina Carolina. Este mesmo Rufino, foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e de Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins.



Rufino, conforme a voz corrente, teria nascido na própria Vila de Palma, Paranã, Goiás, hoje Tocantins, em l820, portanto, onze anos antes da morte de seu pai que falecera em 14(catorze) de outubro de 1831. Para Sacramento Blake, em seu Dicionário, teria nascido em Minas Gerais, sem dizer a cidade. Para outros, teria nascido em Belém do Pará, de onde seguiu para a Capital Paulista, formando-se, com 20 anos de idade, em 1840, na Faculdade de Direito de São Paulo.



Em 1846, com 26 anos, já estava integrando a Assembléia Legislativa Provincial de Goiás, como um de seus Deputados. Em 1847, fez a viagem de navegação entre “AS PROVÍNCIAS DE GOYAZ E DO GRÃO-PARÁ”, pelos rios Araguaia e Tocantins, viagem esta publicada na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO BRASILEIRO, do Rio de Janeiro, em 1848. A viagem foi iniciada em Porto Imperial(Porto Nacional), no dia 04.04.1847, tendo chegado em Belém, no dia 03.05.1847. Foi pelo Rio Tocantins e voltou pelo Rio Araguaia, alcançando Vila Boa(Goiás Velho), 07 de março de 1848.



Rufino Segurado, com 28 anos de idade, em 1848, conforme o livro “PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS”, de Joaquim Carvalho Ferreira teria se tornado também Presidente da Sociedade de Navegação do Araguaia, fundada pelo 7º Presidente da Província de Goiás, em 1848, Joaquim Inácio de Ramalho(BARÃO DE RAMALHO). Diz Joaquim Carvalho, página 22: “A 14.02.1848, chegaram a Leopoldina, os dois barcos-Natividade e Santo Antonio- com, respectivamente, 1000 e 1200 quilos. Era Presidente da Sociedade, o Dr. Rufino Teotônio Segurado, Juiz Municipal de Carolina, com assento na Assembléia Municipal”.



Foi também Juiz de Direito da Comarca de Palma(1846) e Conceição do Norte, no hoje, Estado do Tocantins. Depois de ter sido Juiz Municipal de Carolina, tornou-se em 1854, Juiz de Direito de Carolina, quando transferiu a sede da Comarca para Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis). Mas, como brigou com o Frei Francisco de Monsavito, transferiu-se para o Araguaia, em 1859.



Relembre-se que Rufino Teotônio Segurado faleceu em sua Fazenda ENGENHO, em Conceição do Norte(Tocantins), sepultado na Igreja Matriz, em 27.08.1868, com 48 anos de idade. Era Juiz da Comarca de Palma(hoje Paranã), quando faleceu na Fazenda Engenho, sendo sepultado na presença do Vigário João de Deus Gusmão que assinou a certidão, com os seguintes termos:



“Aos 29 de agosto de 1868, nesta vila e freguesia de Nossa Senhora da Conceição do Norte do Bispado de Goyaz, sepultamos nesta Matriz do Arco para sima, com todos os sacramentos, o Doutor Juiz de Direito desta Comarca de Palma, Rofino Theotonio Segurado, pardo, casado com Dona Mariana Francisca de Azevedo e foi encomendado e acompanhado por mim, do que para constar, fiz este termo que assignei. Vigr. João de Deus Gusmão”



Joaquim Teotônio Segurado Filho foi Promotor Público de Natividade e Porto Nacional a partir de 1870, além de ter sido CURADOR GERAL, em 1864. Tem sido muitas vezes confundido com o próprio pai, por ter omitido o “FILHO”, em seu nome. Essa omissão era proposital. Tinha o objetivo de homenagear o pai.



Este Joaquim Teotônio Segurado FILHO residiu em Porto Nacional, no Lago São Francisco(Lago Recantão), na casa que foi arrematada, anos depois, por Florência Rodrigues Nogueira. Segurado Filho teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. Entre os parentes de Teotônio Segurado, são conhecidos Carolino Ferreira e Ananias Segurado Rodrigues.



Simplício Teotônio Segurado, outro descendente, foi Promotor Público de Porto Nacional entre 1878 e 1884, ano em que se tornou Tabelião do Cartório Geral de Porto e nesta condição aparece até 1896.



Este filho de Joaquim Teotônio, o Simplício Segurado casou-se, em Porto Nacional, com Maria Ayres da Silva, de tradicional família portuense, em 11 de janeiro de 1880.



Quanto a Joaquim Teotônio Segurado(o pai) é citado pelo baiano José Martins Pereira de Alencastre, no livro ANNAES DA PROVINCIA DE GOYÁZ, como Ouvidor da Comarca de São João das Duas Barras, com sede em Palma(Paranã) e depois em Natividade, com o território correspondente ao hoje Estado do Tocantins.



Quando da eleição de Segurado, para Governador Separatista, em setembro de 1821, o Sul de Goiás, com Capital em Vila Boa, reagiu e revidou, destruindo o sonho de independência do Norte de Goiás.



A destruição deste sonho foi feita através da instrumentalidade do Padre Luis Gonzaga Camargo Fleury que se fez acompanhar de soldados armados e percorreu o atual Estado do Tocantins durante mais de um ano, prendendo os líderes separatistas e sequestrando seus bens.



No desejo de acabar com o levante do Norte, o Padre Luís Gonzaga saiu de Pilar de Goiás, em abril de 1822, passando por Traíras(região de Niquelândia), São José do Duro, Cavalcanti, Arraias, Conceição, Natividade, Carmo, Porto Nacional. Retornou a Goiás Velho, em junho de 1823, exatamente quando o militar Raimundo José da Cunha Matos foi nomeado Governador de Goiás e o próprio Segurado já tinha voltado de Portugal, destituído de seus títulos e honrarias.



Alguns anos depois, Joaquim Teotônio Segurado terminou por ser ASSASSINADO, em sua Fazenda, na vila de Palma(Paranã), por ele fundada. Morto no dia 14 de outubro de 1831, com 56 anos de idade, por problemas de “barra de saia”, a mando de sua esposa, Bruna Maria de Santana que, para isso, mandara fabricar uma bala de ouro, conforme tradição oral na região e cuja notícia foi estampada pelo único jornal do Norte do país, “A MATUTINA MEIAPONTENSE”, publicada em Pirenópolis, interior goiano, no dia 3 de dezembro de 1831.



Bruna Maria de Santana era pernambucana, do Recife, onde nasceu em 1790, portanto, 15 anos mais nova do que seu marido Joaquim Teotônio Segurado que nasceu em 25.02.1775. Bruna casou-se com Joaquim Teotônio quando tinha 17 anos de idade, em 1807 e ele(Joaquim, tinha 32 anos). Em 1807, Joaquim Teotônio estava passando pelo Recife para assumir como Desembargador da Relação da Bahia, em 1808.



Naquela época, diferentemente de hoje, os ASSASSINATOS eram, de modo geral, por três motivos: “BARRA DE SAIA”, “BARRA DE OURO” e “BARRA DE CÓRREGO”.



Outra versão atribui sua morte a questões meramente políticas, eis que tinha sido contrário à independência do Brasil, em 07.09.1822 e tinha voltado escondido de Portugal em 1823.



Sobre esta versão, escreveu Joaquim Carvalho Ferreira, em seu livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, página 17: “Coube ainda ao Brigadeiro Miguel Lino de Morais, 2º Presidente da Província de Goiás(de 1827 a 1831), o lançamento da idéia da transferência da sede do governo para outro local às margens do Tocantins, iniciativa que, como era de se esperar, encontrou forte oposição, tornando-se impopular, de tal forma que o golpe de 14 de agosto de 1831, afastou-o da direção da Província de Goiás, sendo substituído por Luiz Bartolomeu Marques que assumiu o governo, tratando, imediatamente, de demitir todos os portugueses”.



Observe-se que o Padre Luiz Bartolomeu Marques(que já tinha sido preso em 14.08.1821) permaneceu no governo durante 4 meses, de 14.08.1831 até 30.12.1831, sendo que Joaquim Teotônio Segurado, que era português, foi assassinado no auge de seu governo, no dia 14 de outubro de 1831. Poucos dias antes de 14.08.1831 houve também outro assassinato(14 de agosto foi o dia do golpe patrocinado pelo Governador das Armas de Goiás, Coronel Felipe Antonio Cardoso, que derrubou o Brigadeiro Miguel Lino de Morais e nomeou o Padre Luiz Marques como 3º Presidente de Goiás).



Pois bem, poucos dias antes deste GOLPE(14.08.1831), já tinha sido ASSASSINADO no Norte de Goiás, no dia 26.06.1831, em Arraias, Comarca de Palma(hoje Paranã), o Ouvidor Jerônimo José da Silva Castro, que também era português e casado com a filha do Senador João Evangelista. O responsável por esta morte foi o Capitão Honório, Pernambucano, que se intitulava “comandante dos brasileiros” e se fazia acompanhar de sete homens armados.



A esposa do Ouvidor morto retornou para o Rio de Janeiro, levando dois filhos, goianos de nascimento ou melhor nascidos na hoje Paranã, Estado do Tocantins, o mais novo, nascido antes da morte do pai, em junho de 1831. Dois Ouvidores portugueses assassinados no Norte, no curto período de três meses. Teria sido mera coincidência? Americano do Brasil, in “PELA HISTÓRIA DE GOIÁS”, página 72, tenta explicar: “Na fronteira de Goiás com a Bahia, surgiu um dos primeiros BANDOS que espalhava estar incumbido de TRUCIDAR todos os portugueses que encontrasse”.



O fato é que o Padre Luiz Bartolomeu Marques terminou sendo CENSURADO pela Regência do Brasil e foi substituido por José Rodrigues Jardim que permaneceu no Governo de Goiás, de 31.12.1831 a 19 de março de 1837, quando, eleito Senador, foi para o Rio de Janeiro, onde faleceu em 27.10.1842.



A época era propícia para tais assassinatos, pois havia muitas revoltas no período regencial e uma perseguição notória aos portugueses. Alguns políticos, inclusive o próprio Teotônio Segurado, queriam a volta de Dom Pedro I ao trono do Brasil(Dom Pedro tinha renunciado no dia 07.04.1831), como era o caso de Pernambuco, Ceará, Minas Gerais, etc. Outros queriam a independência completa de suas províncias do Governo Central, como era o caso do Rio Grande do Sul e da Bahia.



Voltando à família Segurado, o JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO que aparece como CURADOR GERAL, em 1864, era o Joaquim Teotônio Segurado Filho que omitia o “filho” para homenagear o próprio pai e que se tornou Promotor Público de Natividade e de Porto Nacional, a partir de 1870 e que teria falecido em 1899, com mais de 68 anos de idade. (Seu pai faleceu com 56 anos, em 14.10.1831).



Pela sua luta em favor da Independência do Norte, Joaquim Teotônio Segurado, o Pai, foi homenageado com o nome da principal Avenida de Palmas, recém-construida Capital do Estado do Tocantins ou seja AVENIDA JOAQUIM TEOTÔNIO SEGURADO, bem como foi feito PATRONO da Cadeira 01, da Academia Tocantinense de Letras, hoje(2004) ocupada por José Wilson Siqueira Campos que nela tomou posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, quando da instalação da Academia.



Décimo Quinto Ouvidor da Comarca de Vila Boa de Goiás. PRIMEIRO OUVIDOR DA COMARCA DE PALMA. Desembargador da Relação do Rio de Janeiro e da Relação da Bahia.



Em 1809, no dia 21 de junho, foi nomeado Desembargador da recém-criada Comarca de São João das Duas Barras, com Capital no Povoado de Palma(hoje cidade de Paranã). Deputado junto às Cortes Portuguesas, pela Província de Goiás, em 1821.



Ouvidor, Corregedor, Desembargador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Comendador, Provedor, Político. Advogado, Fazendeiro, Revolucionário.



Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Acha-se no livro HISTÓRIA DO TOCANTINS, de Osvaldo Rodrigues Póvoa, bem como na HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS, de Liberato Póvoa. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.



Foi exaustivamente estudado no livro BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, do jornalista de Ouricuri, em Pernambuco, Otávio Barros da Silva, hoje tocantinense de coração e editor do jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”. Quanto a Segurado, faleceu em Paranã, Goiás, hoje Tocantins, no dia 14 de outubro de 1831, com 56 anos de idade.



É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 01, cujo Titular é José Wilson Siqueira Campos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Em sua homenagem, o Tribunal de Justiça do Tocantins criou a COMENDA THEOTÔNIO SEGURADO, que é entregue a personalidades ilustres. No dia 22.10.2004, o Tribunal entregou esta Comenda a várias pessoas, uma delas DÉBORA SEGURADO, parente do Desembargador ou seja tetraneta. (Para entender melhor: neto, bisneto, trineto, tetraneto).



Na mesma data, o Tribunal afixou, em seu HALL, as fotografias de Feliciano Machado Braga, Teotônio Segurado e do Marquês de São João da Palma, que não é outro senão Dom Francisco de Assis Mascarenhas, para quem Dom João VI enviou a Carta Régia, no dia 20.01.1805, nomeando o Bacharel Teotônio Segurado, como Desembargador da Relação do Rio de Janeiro. Como se sabe, Dom Francisco foi o nono Governador de Goiás, no periodo colonial, entre 1804 e 1809.



Quanto a Teotônio Segurado, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.





VEJA TAMBÉM TEOTÔNIO SEGURADO.



JOAQUIM XAVIER DE ALMEIDA, Goiano, de Goiás Velho, 1873, escreveu, entre outros, “OUTROS CORAÇÕES” (POEMAS), sem dados biográficos. Filho de Francisco Xavier de Almeida e Luisa Isolina da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros. Na antiga Escola Politécnica de São Paulo, formou-se Engenheiro Geógrafo(designação dada os formandos da Escola Politécnica). Viveu e trabalhou em São Paulo e no Rio de Janeiro. Seus artigos foram publicados nos jornais cariocas e paulistas. Quando Veiga Netto(José da Veiga Jardim Neto) publicou a ANTOLOGIA GOIANA(1944) incluiu seus poemas. Estes poemas já tinham sido editados em 1917, por Gastão de Deus Victor Rodrigues em seu livro “PÁGINAS GOYANAS”. Foram repetidos, igualmente, em “A POESIA EM GOIÁS”(1964), de Gilberto Mendonça Teles. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Articulista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio. Faleceu em São Paulo, no dia 30.08.1902. Sua vida e obra encontra-se no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOAQUIM XAVIER GUIMARÃES NATAL(Ver Guimarães Natal).



JOAQUINA RODRIGUES S. CARVALHO(JÔ CARVALHO), de Morrinhos, Goiás, l955, entre outros, escreveu, "ADEUS", sem dados biográficos no livro. Ex-funcionária do Banco do Estado de Goiás(BEG). Funcionária da Secretaria de Saúde do Estado. Economista, Professora, Poetisa. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Economia, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Encontrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOATAN BISPO DE MACEDO, de Almas, Goiás, hoje Tocantins, 06.08.1942, escreveu, entre outros, “DOM ALANO DU NODAY”, “ROMARIA DO SENHOR DO BONFIM”(2004), sem dados biográficos pessoais nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Joaquim Bispo de Macedo e Inácia Cardoso de Macedo.



Após os estudos primários com a própria mãe e com o Professor Coquelin Aires Leal em sua terra natal, seguiu para Porto Nacional, alí concluindo o curso ginasial no Colégio Estadual Sagrado Coração de Jesus. O curso secundário terminou na mesma cidade, só que no Colégio Estadual Florêncio Aires.



Viajou para Rio Comprido, no Rio de Janeiro, onde concluiu o curso de Teologia no Seminário Arquidiocesano de São José. Foi ordenado Padre em Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, no dia 01.02.1971. Fez Filosofia, na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1972.



Retornou ao torrão natal, tornando-se Pároco de Dianópolis, em 1975. Foi nomeado Diretor do Colégio Quitiliano. Padre em Natividade, é também Reitor do Santuário do Senhor do Bonfim.



É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 09 cujo Patrono é Dom Alano Maria Du Noday. Tomou posse na Cadeira 09, a convite dos fundadores da ATL, no dia 02.03.1991, na cidade de Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br



JOCYELMA SANTANA DOS SANTOS MARTINS DE OLIVEIRA, de Marabá, Pará, 1972, escreveu, entre outros, VIVER DE CARA LIMPA(2009), em co-autoria com Ricardo Ribeirinha(Coordenador de Prevenção de Drogas do Governo do Estado do Tocantins), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de José Batista Freitas Santos e Josefa Santana dos Santos(Antigos missionários da Junta de Missões Nacionais). Após os estudos primários em Araguatins, Norte de Goiás, hoje Tocantins, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o Ginásio em sua terra natal, Itacajá. Terminou o ensino Médio em Tocantinia. Foi para Goiânia, tendo estudado no Objetivo. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (1994, com 22 anos) e em Direito pela Universidade Católica de Goiás (1994). Desde 2003 é também Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Goiás . Além de professora universitária (Ceulp/Ulbra), atua também como repórter da TV Anhanguera/Rede Globo e é jornalista profissional. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tópicos Específicos de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação, educação, novas tecnologias, formação docente e história. Entre 2000 e 2003, Mestrado em Educação (Conceito CAPES 5), Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil. Título: O vídeo na educação escolar: um estudo sobre as relações de mediação professor/aluno e as novas tecnologias na sala de aula, Ano de Obtenção: 2003. Orientador:Mirza Seabra Toschi. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Palavras-chave: Mediação; Novas tecnologias; comunicação; educação. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação. Setores de atividade: Educação pré-escolar e fundamental. Detentora de vários prêmios, entre os quais, Troféu Imprensa e Qualidade - 2002, Federação das Indústrias do Tocantins - FIETO. Troféu Imprensa e Qualidade, Federação das Indústrias do Estado do Tocantins. Troféu Imprensa - Prêmio Luiz Bala, Federação das Indústrias do Tocantins - Câmara Municipal de Palmas Professora da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra, de Palmas). Professora da Universidade do Tocantins(UNITINS). Apesar de sua importância, não é referida na HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva, não é mencionada em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS(2000), de Luiz de Carvalho, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOCYLÉIA SANTANA DOS SANTOS, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 18.11.1970, escreveu, entre outros, O SONHO DE UMA GERAÇÃO-O MOVIMENTO ESTUDANTIL GOIÁS E TOCANTINS(Goiânia, UCG, 2007), com orelha de Zezuca Pereira, prefácio de Maria do Espirito Santo e posfácio de Cláudio José Lopes Rodrigues, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de José Batista Freitas Santos e Josefa Santana dos Santos(Antigos missionários da Junta de Missões Nacionais). Após os estudos primários em Araguatins, Norte de Goiás, hoje Tocantins, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o Ginásio em sua terra natal, Itacajá. Terminou o ensino Médio em Tocantinia. Foi para Goiânia, tendo estudado no Objetivo. Em 1991, com 21 anos de idade, formou-se em Historia pela Universidade Católica de Goiás. Em 1990, foi bolsista do PIBIC/UCG/CNPq. Na Universidade Federal de Pernambuco fez Mestrado e Doutorado com apoio da CAPES(Coordenação de Aperfeiçoamento de Ensino Superior). Professora, por concurso de provas e títulos, da Universidade Federal do Tocantins. Atualmente(2007), coordena dois projetos financiados pela CAPES, o Doutorado Interinstitucional em Educação e o Programa Nacional de Cooperação Acadêmica-Amazonica, na UFT. Co-autora do livro A (TRANS)FORMAÇÃO HISTORICA DO TOCANTINS(UCG). Autora de dezenas de artigos publicados em jornais e revistas. Casou-se com o Pastor Fabion Serejo Santana, ainda não tendo filhos. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Sobre ela escreveu excelente matéria a jornalista Lenna Borges(Maria Helena), sob o titulo SONHO E LUTA DE UMA GERAÇÃO, no JORNAL DO TOCANTINS(Palmas, 11.09.2007). Seu livro é o resultado de sua Tese de Mestrado na Universidade Federal de Pernambuco, focalizando a trajetória da Casa do Estudante do Norte Goiano(CENOG), fundada em 1959, sob a inspiração do Padre Ruy Rodrigues da Silva, então Diretor do Ginásio Cristo Rei, em Pedro Afonso e depois Secretário da Educação de Goiás, no governo de Mauro Borges. É especialista em Administração Educacional. Professora concursada da Secretaria Estadual de Educação e também da Universidade do Tocantins(UNITINS), onde trabalhou entre 1991 e 2003, com as licenciaturas do regime especial e no curso de Pedagogia, bem como Coordenadora de Pesquisa da Unitins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



J. ODENAC(ver João Correia Canedo).



JOEL ANTÔNIO FERREIRA, de Orizona, Goiás, 22.12.1949, escreveu, entre outros, “CARTA AOS GÁLATAS”(1997), sem dados biográficos no livro. Filho de Joaquim Luiz Ferreira e Leolina Gonzaga. Após os estudos primários em sua terra natal, seguiu para Brodósqui, em São Paulo, onde fez Seminário. Cursou Filosofia em Campinas, interior paulista. Licenciatura na Pontifícia Universidade Católica(PUC) do Rio de Janeiro. Concluiu Teologia, na Universidade de Assunção. Em 15.12.1974, foi ordenado Padre Diocesano. Fez Mestrado em Roma, na Itália. Cursou Doutorado em Biblia, na Universidade Metodista de São Paulo. Deixou a batina e se tornou professor da Universidade Católica de Goiás. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOEL ATAÍDE CAVALCANTE, Goiano, da Capital, l946, escreveu, entre outros, "SOLO MORTO"(POEMAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Alain Tobelem. Publicou também “UMA CERTA SOLIDÃO”(POEMAS). Sobre ele, escreveu o JORNAL DE BRASÍLIA, em 05.12.1979. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Educador. Conferencista, Orador, Intelectual. Ventilado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOEL BARBOSA RIBEIRO, de São José dos Matões, Maranhão, 07.09.1910, escreveu, entre outros, ELEGIAS DE ONTEM E DE HOJE(1979), CAMINHOS POR ONDE ANDEI(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1963. Foi Corretor de Imóveis, Funcionário Público. Deputado Federal e Ministro do Tribunal de Contas do Maranhão. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Brasília. Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Educador. Conferencista, Orador, Intelectual. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JOEL DE ALENCASTRO VEIGA, Goiano, da Capital, 30.04.1939, escreveu, entre outros, “O ESCRITOR CRÔNICO E ESTÓRIAS AFINS”, sem dados biográficos. Filho de Betty Alencastro Veiga e Maria do Rosário Veiga. Após os estudos primários no Instituto Araguaia, estudou no Liceu de Goiânia e na Escola Técnica de Comércio de Campinas. Com o passar do tempo, tornou-se cronista do DIÁRIO DA MANHÃ, onde está desde 1993. Professor, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Ficcionista, Educador. Conferencista, Orador, Intelectual. Premiado em vários concursos literários, entre os quais, da Fundação Jaime Câmara e o BEG de Literatura. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.



JOEL FERREIRA BUENO (JOFENO), de Rio Verde, Goiás, 1950, escreveu, entre outros, “TRANSMUTAÇÃO” (POEMAS), sem dados biográficos no livro. Escritor, Músico, Ensaísta. Compositor, Poeta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Encontra-se no livro RIO VERDE-APONTAMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de Oscar Cunha Neto. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Rio-Verdense de Letras e Artes, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOEL PIMENTEL DE ULHÔA, de Uberaba, Minas Gerais, l934, escreveu, entre outros, “REFLEXÕES SOBRE LEITURA EM FILOSOFIA”, "ROUSSEAU E A UTOPIA DA SOBERANIA POPULAR", sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Renato Janine Ribeiro e notas de orelha de Carlos Rodrigues Brandão. Ex-Reitor da Universidade Federal de Goiás, de que também é Professor Aposentado. Doutor em Filosofia pela Universidade de São Paulo(USP). Pós-Doutorado em Ciência Política, pela ECOLE DES HAUTES ETUDES EN SCIENCES POLITIQUES, de Paris. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Ficcionista. Cronista, Contista, Literato. Filósofo, Pensador, Intelectual. Conferencista, Orador, Articulista. Administrador, Educador, Memorialista. Especialista em Filosofia Política, Filosofia do Direito, História da Filosofia, Conferências, Cursos de Extensão, Ensino Graduado e Pós-Graduado, Pesquisas, Artigos e Direito Agrário. Vinculado ao Departamento de Filosofia, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG e Sociedade Brasileira de Filosofia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOEL SILVEIRA(JOEL MAGNO RIBEIRO SILVEIRA), de Aracajú, Sergipe, 23.09.1918, escreveu, entre outros, DESESPERO(1936), ONDA RAIVOSA(1939), ROTEIRO DE MARGARIDA(1940), OS HOMENS NÃO FALAM DEMAIS(1942), GRÃ-FINOS DE SÃO PAULO E OUTRAS NOTÍCIAS DO BRASIL(1946), AS DUAS GUERRAS DA FEB(1966), VIAGEM COM O PRESIDENTE ELEITO(1996), O DIA EM QUE O LEÃO MORREU(2000), A MILÉSIMA SEGUNDA NOITE DA AVENIDA PAULISTA(2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de pais sergipanos. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mas mudou-se para o Rio de Janeiro em 1937. Com o passar do tempo e amparado por Graciliano Ramos, quando tinha 22 anos de idade(1940), tornou-se Cronista, Contista, Novelista, Jornalista, Tradutor. Durante muito tempo, trabalhou com Assis Chateaubriand que lhe mandou, inclusive, cobrir a SEGUNDA GUERRA MUNDIAL NA EUROPA.. Foi candidato à Academia Brasileira de Letras, tendo tido oito votos, sendo derrotado pela escritora Zélia Gattai. Recebeu da dita Academia Brasileira de Letras, em 1998, o Prêmio Machado de Assis. É detentor do Prêmio Líbero Badaró, Prêmio Esso Especial, Premio Jabuti e Golfinho de Ouro. Publicou também DIARIO DO ÚLTIMO DINOSSAURO, com prefácio de Geneton Moraes Neto. Sobre ele e com o título VENENO E TALENTO, escreveu excelente matéria, o jornalista Rogério Borges, no jornal goiano O POPULAR(16.11.2003). Com o título UM DINOSSAURO QUE DESTILA VENENO, também sobre ele escreveu o jornalista Mário de Morais, para o jornal O POPULAR, de Goiânia, em 05.02.2005. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm



JOFFRE MARCONDES DE REZENDE, de Piunhi, Minas Gerais, l92l, escreveu, entre outros, "GUIA PARA O EXAME CLÍNICO", sem dados biográficos no livro. Publicou também “LINGUAGEM MÉDICA”(1991). Médico pela Faculdade Nacional de Medicina, do Rio de Janeiro. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Foi editor da Revista Goiana de Medicina. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Referenciado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores e Presidente. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOFRE MASCENO, Goiano, da Capital, l966, escreveu, entre outros, "IMAGEM REFLEXA", sem dados biográficos no livro. Fotógrafo, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Assessoria de Comunicação Social do IBRACE(Instituto Brasil Central), da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOHANN BAPTIST VON SPIX, de Hochstadt, Alta Francônia, Áustria, 1781, escreveu, entre outros, “VIAGEM PELO BRASIL”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos especiais em sua terra natal, veio para o Brasil, com 36 anos de idade, em 1817. Acompanhou o botânico Karl Friederich Philipp Von Martius nesta viagem ao território brasileiro, a convite do Rei da Baviera. Integrou a comitiva científica que acompanhou a Arquiduquesa Dona Leopoldina, filha do Imperador da Áustria. Dona Leopoldina havia se casado por procuração com o Príncipe- Regente Dom Pedro de Bragança, futuro Imperador do Brasil. Embarcou na fragata “Austria” e chegou no Rio de Janeiro, a 14 de julho de 1817. Spix e Martius percorreram durante três anos as províncias de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Piauí, Maranhão, além de Goiás. No antigo Norte Goiano, hoje Tocantins, visitaram Arraias, Natividade, Porto Nacional, Pedro Afonso, Tocantinópolis, chegando até os limites do antigo Goiás ou Bico do Papagaio. Estudaram nestas regiões, a botânica, a zoologia, a mineralogia e a etnologia. Retornando ao seu país de origem, terminou por falecer em Munique, na Alemanha, no ano de 1828, com 47 anos de idade. Seu livro foi publicado em Munique, em três volumes. O terceiro volume, após a sua morte, em 1831. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOHANN EMANUEL POHL, de Kamnitz, Boêmia, Áustria, 22.02.1792, escreveu, entre outros, "VIAGEM NO INTERIOR DO BRASIL"(1818), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Formou-se Médico na Universidade de Praga, Capital da Tchecoslováquia. Chegou ao Brasil na Comissão Científica que acompanhou a Princesa Leopoldina, filha do Imperador da Áustria, em 1817. Dona Leopoldina havia se casado por procuração com o Príncipe- Regente Dom Pedro de Bragança, futuro Imperador do Brasil. Embarcou na fragata “Austria” e chegou no Rio de Janeiro, a 14 de julho de 1817. Nesta comitiva, vieram vários sábios, entre os quais, SPIX e MARTIUS que se espalharam por diferentes caminhos para pesquisar o Brasil. Quanto a POHL, Do Rio de Janeiro, passou por Barbacena, São João Del-Rei e Paracatu, em Minas Gerais. Alcançou Goiás, por Cristalina, Luziânia, Pirenópolis e Goiás Velho, seguindo para Pilar, rumo ao Norte de Goiás. Realizou estudos científicos no interior de Goiás, descrevendo usos e costumes de sua população, tendo passado por Pirenópolis, Luziânia, Formosa, Arraias, Natividade, Conceição do Norte, etc. Desceu o Rio Tocantins, passando por Porto Nacional e indo até além de São Pedro de Alcântara(Carolina), sendo recepcionado pelo Comendador Joaquim Teotônio Segurado às margens do Tocantins. Na volta, passou em Monte do Carmo, Dianópolis, seguindo depois para Cavalcante, Traíras(Niquelândia), Goiás Velho e Rio de Janeiro, de onde voltou para a Áustria, em 1820, morrendo alguns anos depois, ainda muito jovem, em 1834, com 42 anos de idade. Chegou em Arraias, Goiás, hoje Tocantins, em 1818, ficando hospedado por alguns dias na Fazenda SUMIDOURO, de propriedade do Brigadeiro Felipe Antonio Cardoso, a que faz referência em seu livro. Esta fazenda hoje se acha no município de Monte Alegre de Goiás e tem como proprietário o memorialista Antero Batista de Abreu Cordeiro, ex-prefeito de Pedro Afonso, em 1940 e pai da Arquiteta Narcisa Cordeiro Pires. Quanto a POHL, era Médico e Naturalista. Mineralogista e Botânico. Cientista e Geólogo. Historiador, Pesquisador, Ensaísta. Escritor, Memorialista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Intelectual. Conferencista, Orador, Poeta. Seu livro foi publicado em três volumes, o último volume, em 1837, em Viena, Áustria, após a sua morte com o título “REISE IM INNERN VON BRASILIEN”(VIAGEM AO INTERIOR DO BRASIL) e traduzido no Brasil em 1951. Faleceu na Áustria, em 22.05.1834, com 42 anos. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades culturais internacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOHANN MORITZ RUGENDAS, de Augusburg, Alemanha, 1802, produziu, entre outros, “VIAGEM PITORESCA ATRAVÉS DO BRASIL”(1835), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Tinha 19 anos de idade, em 1821, quando foi contratado pelo cientista Barão de Langsdorf(George Heinrich Von), como pintor e desenhista da Missão Científica que veio ao Brasil. Vinculado ao Tocantins, por ter desenhado, pintado e escrito sobre o norte do Brasil, focalizando os diferentes aspectos da região, inclusive seus rios, entre os quais, Tocantins e Araguaia, bem como seus indios. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Chegou ao Brasil em 1821, num Grupo Científico de que faziam parte, LUDWIG RIEDEL, CHRISTIAN HASSE, RUBZOFF e LANGSDORF. Pintou, anotou e escreveu sobre aspectos de regiões brasileiras, suas paisagens, costumes, tipos e indígenas. Tinha 33 anos, quando em 1835, publicou a edição original de seu livro, em alemão. No Brasil, o livro foi editado um século depois, em 1940, com o título de “Viagem Pitoresca através do Brasil”. RUGENDAS, como era conhecido, viajou por vários países latino-americanos. Faleceu com 56 anos de idade, em Weilheim, em 1858. Sobre ele e sua obra, foi feita uma EXPOSIÇÃO, na Galeria da Fundação Jaime Câmara, em Goiânia, em março de 2002. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JOHN MEIN(João Mein), da Inglaterra, 1883, escreveu, entre outros, A CAUSA BATISTA EM ALAGOAS(1929), A BIBLIA E COMO CHEGOU ATÉ NÓS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Ainda jovem, transferiu-se com a família para os Estados Unidos. Estudou no Instituto Moody de Chicago. Foi para o Seminário de Louisville onde fez Teologia. Em 1912, quando tinha 29 anos de idade, concluiu o Mestrado em Teologia. Em 1914, foi nomeado missionário batista, pela Junta de Richmond, tendo vindo para o Brasil. No Rio de Janeiro, iniciou-se como Diretor da Casa Publicadora Batista(hoje JUERP). Nos anos seguintes, tornou-se Diretor do Colégio Batista de Campos, no Estado do Rio. Depois de algum tempo, foi ser missionário batista em Alagoas, com sede em Maceió. Em 1923, com 40 anos, fundou o Colégio Batista Alagoano. Entre 1930 e 1935, dirigiu o Colégio Batista do Recife e seu Seminário que funcionavam juntos. Em 1942, passadas as duas fases do radicalismo batista brasileiro, foi convidado para continuar dirigindo o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Em 1953, ao completar 70 anos de idade, foi aposentado pela Junta de Richmond e passou a direção do Seminário para o seu filho David Mein que tinha sido eleito pela Junta Administrativa. Ainda foi missionário nas Ilhas Bahamas. Faleceu em 1962, com 79 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 39 anos e ter publicado muitos livros em Português. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOILSON GOMES DE CASTRO, de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, 28.12.1973, escreveu, entre outros, “A SOMBRA DA LUA”(Romance Urbano), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o segundo grau, com 19 anos de idade. Durante um ano deu aulas particulares. Com 21 anos, conseguiu ingressar na Faculdade. Formado em Ciências Contábeis, pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas(FAFICH) de Gurupi. Membro da Academia Gurupiense de Letras, Cadeira 18, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Participante de várias antologias de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JONAS BARREIRA DE MACÊDO FILHO, de Santa Rita do Rio Preto, Bahia, 29.09.1912. Filho do Pastor Jonas Barreira de Macedo e Maria Teixeirense de Macedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com os pais para Corrente, no Piauí. Com 13 anos de idade, em 07.03.1926, foi batizado na Igreja Batista de Corrente, pelo missionário Adolfo J. Terry. Estudou no Instituto Batista Industrial de Corrente. Em 1931, com 19 anos foi para o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em Recife, Pernambuco. Fez curso de Humanidades no Colégio Americano Batista e colou os graus de Bacharel e Mestre em Teologia em 1938, quando tinha 26 anos de idade. No dia 7.03.1936 na Igreja Batista de Nova Ipiranga, Recife, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor. Desde então exerceu o pastorado de 26 igrejas: Nova Ipiranga, Escada e Catende em Pernambuco. Parnaíba, 2a de Teresina, Uruçuí, Jerumenha, Solidão, Floriano e Amarante no Piauí. Nova Iorque do Maranhão, PIB de Mangabeira, Macaúba, Água Branca, União, Nova Mangabeira, Sambaíba, Baixão Grande, São Domingos do Maranhão, Lagoa do Mato e Carolina, no estado Maranhão. Ibotirama, PIB de Feira de Santana, Santo Estevão, Sobradinho e Pamplona, no Estado da Bahia. Por sua iniciativa e sob a sua presidência foram organizadas dez das igrejas mencionadas e mais uma no campo maranhense, a Primeira Igreja Batista de Imperatriz, por ocasião da primeira Campanha Simultânea de Evangelização no Maranhão. Jonas Barreira de Macêdo Filho casou-se pela primeira vez no dia 28.04.1937, quando tinha 25 anos, com Rubenita Farias, com quem teve os filhos Reginaldo, Ione, Humberto, Carlos, Lutero, Osíres, Aurélio, Clarissa, Jonas Tércio, e Judson. Após cinco anos de viuvez, contraiu novas núpcias, com a professora Jamim Peixoto de Macedo. Educador, Missionário, Evangelista. Pregador. Líder Denominacional. Após três anos de ministério pastoral em Pernambuco, o Pastor Jonas Barreira de Macedo Filho passou dez anos de ministério itinerante no Piauí e no Maranhão, e em seguida encetou suas atividades na docência teológica, passando 16 anos no Instituto Teológico de Carolina, no Maranhão, de 1951 a 1966, quatro anos no Instituto Teológico Batista de Ibotirama, Bahia, de 1967 a 1970 e 29 anos no Seminário Teológico Batista do Nordeste, em Feira de Santana-Bahia, de 1971 até a sua chamada. Cooperou com a Convenção Batista Brasileira e com as convenções regionais ou estaduais, Pernambucana, Piauí-Maranhão, Tocantina, Sertaneja e Baiana. Ao completar 50 anos de ministério pastoral, em 1986, considerou-se jubilado, passando a dedicar-se apenas ao ensino teológico. Faleceu em Feira de Santana, Bahia, com 87 anos, no dia 22.03.2000, deixando 25 netos e oito bisnetos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JONAS SOBRINHO VIEIRA, Goiano, da Capital, l955, escreveu, entre outros, "SUBLIME AMOR", sem dados biográficos no livro. Economista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Conselho Regional de Economia, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JÔNATHAS BRAGA(Jônatas Braga ou Jônatas da Cunha Braga), de Recife, Pernambuco, 08.05.1908, escreveu, entre outros, “O POEMA DA VIDA”(1942), “A NOVA ALEGRIA”(1942), “O SUAVE CONVITE”(1948), “O MILAGRE DO AMOR”(1969), “O CÂNTICO DA MINHA ESPERANÇA”(1970), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Estudou na Escola Normal de Pernambuco e no Colégio Americano Batista do Recife. Formou-se em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, no Recife. Licenciou-se em Letras Neolatinas, pela Universidade Federal de Pernambuco. Além de Ministro Evangélico, foi professor de Português no Ginásio Pan-Americano, do Recife e no Colégio Agrícola de São Lourenço da Mata, da Universidade Federal Rural de Pernambuco, tendo sido membro ativo da Academia Evangélica de Letras do Brasil. Jonathas Braga tornou-se um dos mais populares poetas evangélicos, ao lado de Mário Barreto França e Gióia Júnior, formando a tríade dos maiores poetas do evangelismo nacional. Jônathas Braga e sua esposa Dona Áquila, além de alguns de seus filhos, como Jedida, Jemima, Jerusa e outros foram membros da Igreja Batista de Tegipió, no Recife, quando o autor destas notas foi Pastor daquela Igreja, de 1968 a 1973. Sua irmã, Abigail Braga, médica, tornou-se excelente poetisa evangélica. Sobre Jonathas Braga, escreveu excelente matéria, o escritor Filemon Francisco Martins para o site www.usinadeletras.com.br. Apesar de sua importância, e mesmo tendo sido Professor da Universidade Federal Rural de Pernambuco e do Ginásio Pan-Americano, do Recife, não é lembrado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS(1993), de Lamartine Morais, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JÔNATHAS SILVA, Goiano, de Trindade, 12.02.l944, escreveu, entre outros, “O DIREITO E A QUESTÃO AGRÁRIA NA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA” (TESE DE MESTRADO-1996), “O ENSINO DE DIREITO-A REFORMA NECESSÁRIA”, “REFLEXÕES SOBRE O ENSINO DE DIREITO E OUTRAS QUESTÕES JURÍDICAS”, sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Licínio Leal Barbosa e notas de orelha de Nelci Silvério de Oliveira. Filho de Walmoro Silva e Palmira Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Goiânia, onde fez os demais cursos. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás, de que também foi Diretor. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Mestre em Direito Agrário. Vice-Reitor da Universidade Católica de Goiás e Secretário de Estado da Educação. Advogado, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Docente do Departamento de Direito Fundamental da Escola de Direito da UFG. Especialista em Direito Agrário, Direito Constitucional e Filosofia do Direito. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação dos Docentes da UCG e da UFG, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Instituto Goiano de Direito Agrário, Instituto dos Advogados de Goiás e Sociedade Goiana de Cultura. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Encontra-se no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Atualmente(1997), ocupa o cargo de Secretário de Educação do Município de Goiânia, na administração do Prefeito Nion Albernaz. Fez estágios especiais na França e na Suiça, na área de Direitos Humanos e foi o 1º titular desta disciplina, na Universidade Católica de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JONATRA MACEDO(Jonatra Álvaro de Souza Macedo), de Rio de Janeiro, Rj, 18.08.1951, escreveu, entre outros, MUNDO NOVO(1971), ESQUINA DO PENSAMENTO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo e Artes Plásticas. Mudou-se para Brasília em 1975. Radialista, Pesquisador, Publicitário. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Casa do Poeta Brasileiro e Academia de Letras e Música do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JONES RONALDO DO ESPÍRITO SANTO PEDREIRA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.1952, escreveu, entre outros, “REZAS E BENDITOS”(DEVOCIONÁRIO POPULAR DO TOCANTINS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escreveu também “RAÍZES DE NOSSA FÉ”, cujos capítulos foram publicados anteriormente no jornal periódico “CONSTRUINDO IGREJA”. Ultimamente(2005), publicou “CONTAS DO MEU ROSÁRIO”, com apresentação de Dom Alberto Taveira Corrêa, este com dados biográficos completos. Filho de Raymundo do Espírito Santo Pedreira e Imelda Pereira Pedreira. São seus irmãos: 1)Paschoal Baylon das Graças Pedreira. 2)Irene José Pedreira Lima. 3)José Humberto da Eucaristia Pedreira. 4)Adhemar José Pedreira. 5)Ruth de Fátima Pedreira Pereira. 6)Raimundo Célio Pedreira. 7)Júlia Maria Pedreira Neves. 8)Manoel Arsênio Pedreira. 9)Silvia Custodia Pedreira. 10)Maria do Socorro Pedreira. 11)Elias José Pedreira. 12)Paulo Geovanny Pedreira. Com 6 anos, iniciou os estudos em Monte do Carmo, na Escola da Professora Antonia de Oliveira Negre. Após os estudos primários em sua terra natal no Grupo Escolar Dom Pedro II, concluiu o ginásio no Colégio Sagrado Coração de Jesus e o curso científico no Colégio Estadual de Porto Nacional, indo depois para o Seminário São José, então dirigido pelo Padre Luso Barros de Matos, ainda em Porto Nacional, onde fez o seminário menor. Em 1973, com 21 anos de idade, seguiu para Mariana, em Minas Gerais, onde fez o seminário maior, formando-se em Filosofia, no Seminário de Mariana. Entre 1975 e 1978, fez os Estudos Teológicos no Seminário Arquidiocesano de Santo Antonio, em Juiz de Fora, tendo estudado também na Universidade Federal de Juiz de Fora. Concluídos os estudos, retornou a Porto Nacional, tendo sido ordenado Sacerdote, na Catedral de Nossa Senhora das Mercês, pela instrumentalidade do então Bispo de Porto Nacional, Dom Celso Pereira de Almeida. Nos anos seguintes, foi Padre em várias cidades, entre as quais, Monte do Carmo, Dianópolis, Arraias, onde ficou 10(dez) anos. Em outubro de 1990, o Bispo Dom Celso o transferiu para Palmas, tomando posse da Paróquia São José, em 25.01.1991. Considerado o primeiro vigário de Palmas, Capital do Tocantins. Atualmente(2000), é Diretor do Colégio Estadual de Palmas. Nos anos seguintes, passou a exercer diferentes atividades sacerdotais nas paróquias que foram se criando em Palmas. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORACY CAMARGO(Joracy Schafflor Camargo), Carioca(Engenho Velho), do Rio de Janeiro, 18.10.1898, escreveu, entre outros, CALMA NO BRASIL(Teatro-1925), O MACACO AZUL(Teatro-1927), SANTINHA DO PAU OCO(Teatro-1928), O AMIGO DA FAMILIA(Teatro-1929), BODAS DE AURORA(Teatro-1953), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de João Drummond Camargo e de Julieta Schafflor Camargo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso primário na Escola Ramiz Galvão e o ginásio no Colégio Americano-Brasileiro e no Ginásio Federal. Graduou-se em ciências comerciais pelo Instituto Comercial do Rio de Janeiro. Iniciou a vida pública em 1916, com 18 anos de idade, como funcionário das OBRAS CONTRA AS SECAS, com exercício no interior de Pernambuco. Regressou ao Rio em 1918, exercendo outros cargos burocráticos, até 1930, quando passou a dedicar-se exclusivamente ao jornalismo. Ingressara em 1919 na redação de O IMPARCIAL, do qual se afastou em 1920 para colaborar com João do Rio na fundação do jornal A PÁTRIA. Como redator desse jornal, passou a interessar-se pelas letras teatrais. Escreveu a sua primeira peça de sucesso movido por dificuldades financeiras e atendendo a um pedido da Empresa Pinto & Neves, do Teatro Recreio Dramático. Em colaboração com Pacheco Filho, escreveu uma peça intitulada ME LEVA, MEU BEM, representada no Teatro Recreio, em 1925, pela Companhia Margarida Max, com grande êxito. A peça CALMA BRASIL, surgida no ano seguinte, atingiu o mesmo sucesso. Em 1927, com 29 anos, vieram as comédias DE QUEM É A VEZ? e A MENINA DOS OLHOS, com interpretação de Leopoldo Fróis, Dulcina de Morais, Plácido Ferreira e outros. Estava, assim, firmada a reputação de Joracy Camargo como autor teatral e como jornalista, passando a escrever continuadamente para todos os teatros, tendo sido convidado por Mário Rodrigues para participar da redação de A MANHÃ. Em 1931, com 33 anos, escreveu a primeira comédia para o ator Procópio Ferreira, com o título O BOBO DO REI, considerada pela crítica como o início do teatro social no Brasil, e tal foi a sua repercussão que recebeu o Prêmio De Teatro da Academia Brasileira de Letras em 1932. Ainda em 1932, escreveu a peça DEUS LHE PAGUE, representada pela primeira vez no Teatro Boa Vista, em São Paulo, no dia 30 de dezembro, pela Companhia Procópio Ferreira. Em 15 de junho de 1933 era representada no Teatro Cassino Beira-Mar, no Rio de Janeiro. O sucesso foi instantâneo, e todas as companhias brasileiras passaram a ter DEUS LHE PAGUE em seus repertórios. Vertida para o castelhano, por José Siciliano e Roberto Talice, foi representada em Buenos Aires, simultaneamente, em quatro teatros. Em 1936, foi incluída no repertório das companhias de todos os países latino-americanos. Na Universidade de Baltimore, nos Estados Unidos, a peça foi adotada como livro auxiliar para os estudantes de língua portuguesa, tendo sido então representada, pelos alunos, não só naquela instituição como na Academia Militar de West-Point. Em 1935 Procópio Ferreira alcançou grande sucesso com as representações da peça em Lisboa. Em 1947 foi representada em Madri e em todo o interior da Espanha, em tradução do marquês Juán Inácio Luca de Tena. Essa peça foi vertida para muitos idiomas, inclusive o polonês, hebraico, iídiche e japonês, e constituiu, ainda, o maior sucesso de livraria da literatura teatral. Em vida do autor, alcançou, no Brasil, trinta edições, cinco em Portugal, três na Argentina, duas no Chile e nos Estados Unidos e uma em diversos outros países. Em 1941, com 43 anos de idade, organizou uma companhia de comédias, com a qual percorreu as principais cidades do país. Prestou serviços de colaboração na Campanha de Educação de Adultos e realizou inquéritos para o Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos, do Ministério da Educação e Cultura, visitando, durante cinco anos consecutivos, todo o território nacional, proferindo conferências e palestras e realizando cursos intensivos de artes cênicas para amadores teatrais. Organizou o I Congresso Brasileiro de Teatro. Foi professor de Técnica Teatral no Curso de Especialização Teatral para Professores e de Estética no Conservatório Nacional de Teatro, do Ministério da Educação e Cultura. Professor de História do Teatro na Academia de Teatro da Fundação Brasileira de Teatro. Como delegado do Brasil, participou dos congressos internacionais de autores e compositores, realizados em diversos países, de 1935 a 1966. Em 1967, participou da Conferência Diplomática de Estocolmo para a revisão da Convenção de Berna para a Propriedade Intelectual. Foi presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais (SBAT). Vice-presidente do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (IBECC). Vice-presidente do Conselho Curador da Fundação Brasileira de Teatro. Secretário-geral do Sindicato dos Compositores do Estado da Guanabara. Presidente do Conselho Diretor do Serviço de Defesa do Direito Autoral. Membro do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa. Agraciado com a Ordem do Mérito Jornalístico e a do Mérito do Trabalho. Membro efetivo da Associação Brasileira de Críticos Teatrais, da qual recebeu a Medalha de Ouro de Melhor Autor e do Instituto Brasileiro de Teatro. É vasta a produção deixada por Joracy Camargo. Além de revistas teatrais, comédias e dramas, escreveu livros de literatura infantil, peças históricas para o rádio, os argumentos dos filmes A VOZ DO CARNAVAL (1933), VINTE E QUATRO HORAS DE SONHO (1941) e colaborou no roteiro de VENDAVAL MARAVILHOSO, sobre a vida de Castro Alves (1950). Escreveu ainda as letras das canções "Favela", "Guacira" e do choro "Quem é". Jornalista, cronista, professor e teatrólogo. Faleceu no Rio de Janeiro, em 11.03.1973, com 75 anos de idade. Quarto ocupante da Cadeira 32, eleito em 17.08.1967, com 69 anos de idade, na sucessão de Viriato Correia e recebido pelo Acadêmico Adonias Filho em 16.10.1967. Sua Cadeira 32, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Araújo Porto-Alegre, Fundador Carlos de Laet, sendo também ocupada por Ramiz Galvão, Viriato Correia, Joracy Camargo, Genolino Amado e Ariano Suassuna. Pouco estudado no DICIONARIO DE CINEASTAS BRASILEIROS(1990), de Luiz F. A Miranda. Bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORDANE ALEXANDRE, de Divinópolis, Minas Gerais, 02.07.1978, escreveu, entre outros, FRATURA EXPOSTA(Poesia-2006), com prefacio de Rinaldo Brandão, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com cerca de um ano de idade, em 1979, mudou-se com a família para Nova Serrana, interior mineiro. Na Capital Nacional do Calçado Esportivo-Nova Serrana- passou a desenvolver diferentes atividades. Em 2004, publicou o livro AFETO- POESIAS E CRONICAS. Com o passar do tempo, tornou-se Assessor de Imprensa. Escritor, poeta, cronista. Produtor cultural, amante das artes cênicas, das artes plásticas e da música clássica. Seus trabalhos estão divulgados em Portugal, Itália, Canadá e Estados Unidos. Atende pelo e-mail jordanealexandre@yahoo.com.br Apesar de sua importância, não é estudado na antologia A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX(1998), de Assis Brasil, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORDÃO HORTA NUNES, de São Paulo, Capital, 1957, escreveu, entre outros, “DIDEROT E AS ANALOGIAS MUSICAIS”, sem dados biográficos no livro, com notas de orelha de José Ternes. Professor do Departamento de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Pensador, Intelectual, Educador. Memorialista, Prosador, Cronista. Contista, Administrador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especialista em Educação, Filosofia, Pesquisas em Educação, Sociologia da Educação, Didática, Prática de Ensino de Ciências Sociais, Coordenação de Cursos e Comissões de Avaliação. Vinculado ao Departamento de Ciências Sociais, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE AMADO(Jorge Leal Amado de Faria), da Fazenda Auricídia, em Ferradas, Itabuna, Bahia, em 10.08.1912, escreveu, entre outros, O PAIS DO CARNAVAL(Romance-1932), CACAU(Romance-1933), MAR MORTO(Romance-1936), CAPITÃES DE AREIA(Romance-1937), O CAVALEIRO DA ESPERANÇA(Carlos Prestes-1942), SEARA VERMELHA(Romance-1946), GABRIELA, CRAVO E CANELA(Romance-1958), DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS(Romance-1966), TOCAIA GRANDE(Romance-1984), NAVEGAÇÃO DE CABOTAGEM(Memórias-1992), MILAGRE DOS PASSAROS(Contos-1997), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho do Coronel João Amado de Faria e de Eulália Leal Amado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com um ano de idade, em 1913, foi para Ilhéus, onde passou a infância e aprendeu as primeiras letras. Ainda pequeno, escrevia para o jornal da cidade A LUNETA. Cursou o secundário no Colégio Antônio Vieira e no Ginásio Ipiranga, em Salvador, Bahia. Fugiu do internato do Colégio dos Jesuítas em Salvador, em 1925, e foi a casa do avô em Itaporanga, Sergipe. De volta a Salvador, foi para o Colégio Ipiranga. Com 14 anos, em 1926, na Bahia, começou a trabalhar em jornais e a participar da vida literária, sendo um dos fundadores da "ACADEMIA DOS REBELDES", grupo de jovens que, juntamente com os do "ARCO & FLECHA" E DO "SAMBA", desempenhou importante papel na renovação das letras baianas. Comandados por Pinheiro Viegas, figuraram na "Academia dos Rebeldes", além de Jorge Amado, os escritores João Cordeiro, Dias da Costa, Alves Ribeiro, Edison Carneiro, Sosígenes Costa, Válter da Silveira, Áidano do Couto Ferraz e Clóvis Amorim. Em 1930, mudou-se para o Rio de Janeiro. Fez os estudos universitários no Rio de Janeiro, na Faculdade de Direito, pela qual formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1935, com 23 anos de idade, não tendo, no entanto, jamais exercido a advocacia. Em 1932, retornou a Ilhéus, onde escreveu o livro Cacau. Seu romance CACAU, publicado em 1933, teve a edição apreendida, o mesmo ocorrendo com o romance CAPITÃES DE AREIA, em 1937. Foi casado com Zélia Gattai e com ela teve dois filhos: João Jorge, sociólogo e autor de peças para teatro infantil, e Paloma, psicóloga, casada com o arquiteto Pedro Costa. De seu primeiro casamento, teve uma filha. Foi irmão do médico neuropediatra Joelson Amado e do escritor James Amado. Mas também são seus parentes: Genolino, Gildasio, Gilson e Gilberto Amado. Nos anos seguintes, mudou-se para São Paulo. Em 1942, viveu na França e na União Soviética. Ao retornar ao Brasil, em outubro de 1943, foi preso na Bahia. Em 1945, foi eleito Deputado Federal pelo Estado de São Paulo, tendo participado da Assembléia Constituinte de 1946 (pelo Partido Comunista Brasileiro) e da primeira Câmara Federal após o Estado Novo, sendo responsável por várias leis que beneficiaram a cultura. Em janeiro de 1948, teve seu mandato cassado, exilando-se em Praga, na Tchecoslováquia. Em 1954, de volta ao Brasil, foi eleito Vice-Presidente da União Brasileira de Escritores. Em julho de 1960, junto com Peregrino Junior organizou o I Festival do Escritor Brasileiro. Em 1980, passou a morar definitivamente em Paris, na França. Viajou pelo mundo todo. Viveu exilado na Argentina e no Uruguai (1941-42), em Paris (1948-50) e em Praga (1951-52). Escritor profissional, viveu exclusivamente dos direitos autorais de seus livros. Recebeu no estrangeiro os seguintes prêmios: Prêmio Internacional Lênin (Moscou, 1951), Prêmio de Latinidade (Paris, 1971), Prêmio do Instituto Ítalo-Latino-Americano (Roma, 1976), Prêmio Risit d"Aur (Udine, Itália, 1984), Prêmio Moinho, Itália (1984), Prêmio Dimitrof de Literatura, Sofia — Bulgária (1986), Prêmio Pablo Neruda, Associação de Escritores Soviéticos, Moscou (1989), Prêmio Mundial Cino Del Duca da Fundação Simone e Cino Del Duca (1990), e Prêmio Camões (1995). No Brasil: Prêmio Nacional de Romance do Instituto Nacional do Livro (1959), Prêmio Graça Aranha (1959), Prêmio Paula Brito (1959), Prêmio Jabuti (1959 e 1970), Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do Pen Club do Brasil (1959), Prêmio Carmen Dolores Barbosa (1959), Troféu Intelectual do Ano (1970), Prêmio Fernando Chinaglia, Rio de Janeiro (1982), Prêmio Nestlé de Literatura, São Paulo (1982), Prêmio Brasília de Literatura — Conjunto de Obras (1982), Prêmio Moinho Santista de Literatura (1984), prêmio BNB de Literatura (1985). Recebeu também diversos títulos honoríficos, nacionais e estrangeiros, entre os quais: Comendador da Ordem Andrés Bello, Venezuela (1977), Commandeur de l"Ordre des Arts et des Lettres, da França (1979), Commandeur de la Légion d"Honneur (1984), Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia (1980) e do Ceará (1981), Doutor Honoris Causa pela Universidade Degli Studi de Bari, Itália (1980) e pela Universidade de Lumière Lyon II, França (1987). Grão Mestre da Ordem do Rio Branco (1985) e Comendador da Ordem do Congresso Nacional, Brasília (1986). Foi membro correspondente da Academia de Ciências e Letras da República Democrática da Alemanha, da Academia das Ciências de Lisboa, da Academia Paulista de Letras, e membro especial da Academia de Letras da Bahia. Obá do Axê do Opó Afonjá, na Bahia, onde viveu, cercado de carinho e admiração de todas as classes sociais e intelectuais. Exerceu atividades jornalísticas desde bem jovem quando ingressou como repórter no Diário da Bahia (1927-29), época em que também escrevia na revista literária baiana A Luva. Depois, no Sul, atuou sempre na imprensa, tendo sido redator-chefe da revista carioca Dom Casmurro (1939) e colaborador, no exílio (1941-42), em periódicos portenhos — La Crítica, Sud e outros. Retornando ao Brasil, redigiu a seção "Hora da Guerra", no jornal O Imparcial (1943-44), em Salvador, e, mudando-se para São Paulo, dirigiu o diário Hoje (1945). Anos após, participou, no Rio, da direção do semanário Para Todos (1956-58). Estreou na literatura em 1930, com a publicação, por uma editora do Rio, da novela Lenita, escrita em colaboração com Dias da Costa e Édison Carneiro. Os seus livros, que ao longo de 36 anos (de 1941 a 1977) foram editados pela Livraria Martins Editora, de São Paulo, integraram a coleção Obras Ilustradas de Jorge Amado. Atualmente, as obras de Jorge Amado são editadas pela Distribuidora Record, do Rio. Publicados em 52 países, seus livros foram traduzidos para 48 idiomas e dialetos, a saber: albanês, alemão, árabe, armênio, azerbaijano, búlgaro, catalão, chinês, coreano, croata, dinamarquês, eslovaco, esloveno, espanhol, esperanto, estoniano, finlandês, francês, galego, georgiano, grego, guarani, hebreu, holandês, húngaro, iídiche, inglês, islandês, italiano, japonês, letão, lituano, macedônio, moldávio, mongol, norueguês, persa, polonês, romeno, russo (também três em braile), sérvio, sueco, tailandês, tcheco, turco, turcomano, ucraniano e vietnamita. Teve livros adaptados para o cinema, o teatro, o rádio, a televisão, bem como para histórias em quadrinhos, não só no Brasil mas também em Portugal, na França, na Argentina, na Suécia, na Alemanha, na Polônia, na Tcheco-Eslováquia, na Itália e nos Estados Unidos. Jornalista, romancista e memorialista. Faleceu em Salvador, Bahia, no dia 06.08.2001, com 89 anos de idade. Quinto ocupante da Cadeira 23, eleito em 6.04.1961, na sucessão de Otávio Mangabeira e recebido pelo Acadêmico Raimundo Magalhães Júnior em 17.07.1961. Recebeu os Acadêmicos Adonias Filho e Dias Gomes. Sua Cadeira 23, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono José de Alencar, Fundador Machado de Assis, sendo também ocupada por Lafayette Rodrigues Pereira, Alfredo Pujol, Otavio Mangabeira, Jorge Amado e Zélia Gattai. Não é referido no livro BAIANOS ILUSTRES(1979), de Antonio Loureiro de Souza. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORGE BRAGA, de Patos de Minas, Minas Gerais, 1955, escreveu, entre outros, “PANELA DE POBRE”, “RETRATO FALIDO”, “PALMAS E VAIAS”(O TOCANTINS EM CHARGES), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Residente em Goiânia, Goiás, desde muitos anos e onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Jornalista, Cartunista, Chargista, Desenhista. Vinculado à história de vários jornais goianos e brasileiros, entre os quais, CINCO DE MARÇO, FOLHA DE GOIAZ, JORNAL OPÇÃO, O POPULAR, PASQUIM, etc. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Premiado em diferentes exposições de Desenho, Charge e Cartunismo. Sem dispor de dinheiro, fez uma das mais simpáticas e inteligentes campanhas para Vereador de Goiânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Brasileira de Cartunistas, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JORGE BROM(JORGE CORNÉLIO BROM), Goiano, de Goiás Velho, 05.11.l888, escreveu, entre outros, "CONTOS REGIONAIS"(1977), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Cornélio Brom e de Ana das Dores Artiaga. Jornalista da antiga FOLHA DE GOIAZ(l902), Delegado Fiscal do Tesouro Nacional. Escritor, Ensaísta, Contista. Cronista, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Historiador, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antonio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiáz Pinheiro. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE BUARQUE LYRA, de Recife, Pernambuco, 1903, escreveu, entre outros, A MAÇONARIA E O CRISTIANISMO(1953), A MAÇONARIA E A POLITICA NO BRASIL, MAÇONARIA E RELIGIÃO, CATOLICISMO ROMANO À LUZ DA BIBLIA, DA HISTÓRIA E DA RAZÃO, 100 MENSAGENS DA PALAVRA DE DEUS, A MULHER DO PASTOR, A MESA BATISTA, A DIVINDADE DE CRISTO, EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, VERDADES SOLENES, O REDENTOR DA HUMANIDADE(Poemas), O ROMANISMO À BARRA DO EVANGELHO, SALVAÇÃO PELA FÉ, HISTÓRIA GERAL DA BIBLIA, UM CAPÍTULO DAS EXCELÊNCIAS DO CRISTIANISMO, ORIENTAÇÃO EVANGÉLICA(1960), JOAQUIM NABUCO-O HOMEM E A AÇÃO, NOS PÓRTICOS DA IMORTALIDADE, RUI-O SOL DA NACIONALIDADE, DISCURSOS ACADÊMICOS, CELESTE MORADA, HORRORES DA GUERRA E ESPLENDORES DA PAZ, A TRÍPLICE MARAVILHA DO HOMEM E O TRÍPLICE MINISTÉRIO DA MULHER, A LIBERDADE DE CONSCIÊNCIA E O ULTRAMONTISMO, PROTESTO, QUANDO A MUSA CANTA(Poemas), CONSELHOS DE MESTRE, O MAIOR PROBLEMA DO BRASIL, LATIM GINASIAL PELOS TEXTOS, LATINITAS, LATIM SEM MESTRE, NOVOS SERMÕES, O CRISTIANISMO À LUZ DA HISTÓRIA, HEXASSOCIALISMO, A PENA DE MORTE, A BIBLIA E A CIÊNCIA MODERNA, AS VIGAS MESTRAS DA MAÇONARIA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Teologia e se tornou Ministro do Evangelho dentro do Presbiterianismo. Chegou ao mais alto grau da Maçonaria Brasileira- o grau 33. Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de São Paulo, Cenáculo Fluminense de Historia e Letras, Academia Guanabarina de Letras. Sobre ele, escreveram dezenas de intelectuais, dentre outros, Galdino Moreira, Josué Cardoso, Rodrigues Vale, César Dacorso Filho, Jerônimo Gueiros, Manoel de Melo, Francisco Gaya Gomes, etc. Com o passar do tempo, fundou a sua própria Editora para publicar os seus livros e de outros autores, localizando-se na Rua Gen. Andrade Neves, 51, fone 2-7637, Niterói, Estado do Rio. Na década de 1940, fundou, em São Paulo, a Casa Lyra Editora, onde também publicou diversos livros. Exceto os títulos de seus livros e participação em Academias, nada é encontrado sobre ele que sirva para esclarecer a sua infância, juventude, velhice e morte. Em abril de 1951, com 48 anos de idade, foi submetido ao Tribunal Supremo da Igreja, em virtude de fatos relacionados com o Código de Disciplina da Igreja Presbiteriana do Brasil. Em 1963, com 60 anos, foi jubilado(aposentado) pelo Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil, via Presbitério de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, em virtude de sua cegueira e cardiopatia grave. Faleceu em 1977, com mais de 74 anos de idade. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORGE DAHER FILHO, de Piracanjuba, Goiás, 13.11.l945, escreveu vários textos, dentre outros, "JANELAS DO TEMPO"(POEMAS-1973), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Jorge Antônio Daher e Maria Felipe Daher. Formou-se em Direito e Letras Vernáculas. Advogado, Empresário. Escritor, Poeta, Ensaísta. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Com o passar do tempo, tornou-se empresário, sendo proprietário da firma POLIPLAST. Foi barbaramente assassinado em Goiânia, no dia 02.03.2002, num Lavajato, do Setor Nova Suiça. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE FÉLIX DE SOUSA, Goiano, de Goiás Velho, 15.01.1908, escreveu, entre outros, “VOZES DO CÉU E DA TERRA” e deixou inéditos “NA TERRA DOS HOMENS INSENSATOS” e “EM BUSCA DO AMOR ETERNO”. Filho de Leopoldo Félix de Souza e Branca Julieta. Formado em Engenharia e Arquitetura pela Universidade do Rio de Janeiro. Durante mais de trinta anos, foi Professor da Escola Técnica Federal de Goiás, tendo sido também seu Diretor. Poeta, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Ficcionista. Espiritualista, Educador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Administrador, Orador. Detentor de várias honrarias, entre as quais, Comenda da Ordem de São Silvestre, Concedida pelo Papa Pio XII, em 1956. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, destacando-se, Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA). Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Arquiteto pioneiro de Goiânia. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Foi um dos fundadores da Escola de Belas Artes de Goiás e Faleceu em Goiânia, no ano de 1983. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE KALUME, de Belém, Pará, 03.12.1920, escreveu, entre outros, TEMPO INESQUECÍVEL(1972), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se pra outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração. Mudou-se para Brasília, ao se tornar Senador da República. Deputado Federal, Governador do Acre. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Acreana de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela de Magalhães e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



JORGE LEMOS DE MORAIS, Goiano, da Capital, l943, escreveu, entre outros, "O MISTÉRIO DA INFLAÇÃO-CRÍTICAS E NOVAS TEORIAS ECONÔMICAS", sem dados biográficos no livro. Professor de Economia da Universidade Católica de Goiás. Economista Profissional. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro do Conselho Regional de Economia, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UCG. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE LIMA DE MOURA(MOURA LIMA), de Itaberaí, Goiás, 02.12.1950, escreveu, entre outros, “VEREDÃO-CONTOS REGIONAIS E FOLCLORICOS” (1999), com prefácio de Eduardo Campos, “POEMAS ERRANTES” (1972), “SARGENTÃO DO BECO” (1972), “O CAMINHO DAS TROPAS”, “SOLIDÕES DO ARAGUAIA”, "SERRA DOS PILÕES-JAGUNÇOS E TROPEIROS” (Primeiro ROMANCE do Estado do Tocantins-1995), este, com prefácio de Eli Brasiliense, e notas de orelha de Francisco de Brito e posfácio de Messias Tavares. A 3ª edição de SERRA DOS PILÕES, revista, ilustrada e ampliada, teve prefácio de Clóvis Moura (USP) e notas de orelha de Assis Brasil.



Publicou também “MUCUNÃ-CONTOS E LENDAS DO SERTÃO” (2000), com prefácio de Adrião Neto e notas de orelha de José Mendonça Teles. Publicou também “NEGRO D`AGUA-MITOS E LENDAS DO TOCANTINS” (2002), com prefácio de Aluysio Mendonça Sampaio e notas de orelha de Mário Ribeiro Martins.



Editou também “CHÃO DAS CARABINAS-CORONÉIS, PEÕES E BOIADAS” (Romance, 2002), com prefácio de William Palha Dias e notas de orelha de Oton Lustosa. Esta obra foi inspirada no terrível massacre dos BARBOSAS, ocorrido na Vila do Peixe, antigo Norte de Goiás, em 1936, e, só agora resgatado pelo escritor Moura Lima para a literatura brasileira.

Já no ano de 2007, publicou o livro de ensaios “ZÊNITE – A Linguagem dos Trópicos, com prefácio de Francisco Miguel de Moura, apresentação de Mário Martins, e notas de orelha de Adrião Neto.

Filho de Guiomar Rodrigues de Moura (Porangatu) e Conceição Lima de Moura (Igarapava). Neto de Pedro de Moura Alencar (Teresina) e Doralice Rodrigues Prateado (Patos de Minas), lado paterno e materno de Antonio Alves de Lima e Carolina Lazara de Souza (ambos de Buritizal, Igarapava, SP).

Nasceu na Fazenda Capim-Puba, hoje Heitoraí. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Uruana, Trindade e Itaberaí. Terminou o curso clássico em Goiânia. Começou o curso de Direito, na Faculdade de Anápolis, em 1980, sendo aluno do autor destas notas, mas só concluiu o curso na Faculdade de Direito de Gurupi, Estado do Tocantins, em 1989.

Casou-se com Alvininha Queiroz de Moura, com quem tem os filhos Leonardo Queiroz de Moura e Rodrigo Jorge Queiroz de Moura.



Advogado militante. Pós-Graduado em Língua Portuguesa. Curso de Especialização em Processo Civil. Agrimensor e Técnico em Agropecuária. Funcionário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), onde foi Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Terras Devolutas da União, no Norte de Goiás, hoje Tocantins e onde também se aposentou.



Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Advogado, Agrimensor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Romancista, Folclorista, Intelectual.

Consignado nos livros, RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, dentre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES BRASILEIROS CONTEMPORÂNEOS”, de Adrião N eto e “DICIONÁRIO TOCANTINENSE DE TERMOS E EXPRESSÕES AFINS”, de Liberato Póvoa.

Membro fundador da Academia de Letras do Estado do Tocantins, de que foi Vice-Presidente. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico Tocantinense, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e União Brasileira de Escritores, além de Conselho de Cultura do tocantins.



Por serviços prestados à cultura brasileira, recebeu, no Auditório da Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro, o título de “PERSONALIDADE CULTURAL”, premiação oriunda da União Brasileira de Escritores do Rio. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, bem como do DICIONÁRIO DE FOLCLORISTAS BRASILEIROS, do pernambucano Mário Souto Maior. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Le tras é fundador da Cadeira 15, cujo Patrono é Antonio José de Oliveira. Para esta Cadeira, não foi eleito, mas convidado, tendo tomado posse no dia 02.03.1991, em Porto Nacional, no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Diz Moura Lima, em correspondência ao autor destas notas, que para esta Cadeira não foi eleito, mas convidado para a fundação da ATL, pela historiadora Ana Braga, organizadora da reunião preliminar de fundação, conforme telegrama em seu arquivo.

Seu livro de contos “VEREDÃO-CONTOS REGIONAIS E FOLCLÓRICOS”, recebeu no ano 2000, o PRÊMIO MALBA TAHAN, pelo primeiro lugar, entre obras publicadas, no CONCURSO BRASIL 500 ANOS, concedido pela União Brasileira de Escritores do Rio de Janeiro e pela Academia Carioca de Letras.



Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É estudioso da Arte Real e recebeu o Grau Máximo da Maçonaria Brasileira, ou seja, o Grau 33, outorgado pelo Supremo Conselho do Brasil, do Grande Oriente do Brasil.



Título de PERSONALIDADE DO SÉCULO, da Academia de Sete Cidades, em Teresina, Piauí. . Recebeu também, o título de - “Cidadão Piauiense” - outorgado pela Assembléia Legislativa do Estado do Piauí, por força do Decreto Legislativo nº.188 de 17/12/2004, numa justa homenagem a sua produção literária tocantinense. Foi homenageado pela UBE-PI, EM 2005, com a Comenda do Mérito “DA COSTA E SILVA”. A Fundação Nordestina de Cordel – FUNCOR – também lhe outorgou, em 2005, o diploma de mérito cultural “Firmino Amaral”, em homenagem a sua produção literária regional e folclórica. Recebeu, no ano 2001, com o livro "Mucunã-Contos e Lendas do Sertão", o Prêmio Nacional Joaquim Norberto, da UBE, Rio. E em 2004, com o livro “NEGRO D`ÁGUA-MITOS E LENDAS DO TOCANTINS” recebeu também o Prêmio Nacional de Folclore GETÚLIO DE ARAÚJO, da UBE, Rio, no Centro Cultural da Academia Brasileira de Letras.



É um colaborador constante de jornais e revistas, onde tem publicado vários artigos, ensaios e crítica literária, pelo Brasil afora. Foi editor de cultural do Jornal Folha da Cidade, de Gurupi-TO. Atualmente, 2005, é editor de cultura da Revista Público, também de Gurupi –T0.



A sua obra é estudada no livro(ensaio)"MOURA LIMA: DO ROMANCE AO CONTO-TRAVESSIA FECUNDA PELOS SERTÕES DE GOIÁS E TOCANTINS", edição 2002, do crítico Francisco Miguel de Moura, da Academia Piauiense de Letras.



Ultimamente (2003), sua obra foi exaustivamente estudada por MOEMA DE CASTRO E SILVA OLIVAL, Professora Emérita da Universidade Federal de Goiás, Doutora em Letras Clássicas e Vernáculas pela Universidade de São Paulo, Crítica Literária. A Professora Moema é Titular da Academia Goiana de Letras, onde ocupa a Cadeira 04, de seu pai, Professor Colemar Natal e Silva, um dos fundadores da instituiçã o, em 29.04.1939, tendo como Patrono da Cadeira, Antônio Félix de Bulhões Jardim. Membro da Academia Brasileira de Filologia.

O trabalho (ensaio) de Moema foi produzido com o título: "MOURA LIMA-A VOZ PONTUAL DA ALMA TOCANTINENSE-ESTUDO-CRÍTICO, HISTÓRICO-BIOGRÁFICO". Editora Cometa/TO/2004.

TESE DE DOUTORADO

Em 2008, Serra dos Pilões, foi alvo de duas “Teses de Doutorado” na Universidade Federal Fluminense-RJ para obtenção do grau de doutor. Sendo a primeira, de doutorado em Estudos de Literatura, da professora Mirian A. Deboni, que contou com a orientação da Profa. Dra.Celia Pedrosa (UFF), e a segunda - Doutorado em Literatura Comparada-, do professor José Manoel Sanches da Cruz, que teve como orientador, o Prof.Dr.Paulo Bezerra, catedrático da UFF-RJ.

O romancista JORGE LIMA DE MOURA (literariamente Moura Lima) nasceu na fazenda Capim-Puba, localizada nas proximidades de um vilarejo denominado Capelinha (hoje Heitoraí), distrito de Itaberaí, situado às margens do rio Uru, extremando com a cidade de Goiás e os sertões do Vale do São Patrício, no Estado de Goiás.



Nessa fazenda e nos arredores do povoado passou a infância e a adolescência, juntamente com seu pai, Guiomar Rodrigues de Moura, natural do Norte de Goiás, antigo Descoberto, hoje Porangatu, e de sua mãe, Conceição Lima de Moura, nascida em Igarapava, São Paulo, tendo sempre presente à avó, Doralice Rodrigues Prateado, e a imagem do avô paterno, Pedro de Moura Alencar, de Chapada do Corisco, Teresina-Piauí.

E, nas palavras do próprio escritor: “Meu avô pater no cruzou esse chão bruto do Nortão de Goiás, hoje Tocantins, provindo do Piauí, nos idos de 1915, no lombo de burro, seguindo pelos trilheiros machucados pelos cascos das tropas e das boiadas, ao tilintar das esporas no arco de ferro, dos cincerros e do estalar da taca, e foi bater com os costados em Descoberto (Porangatu), nas margens do rio do Ouro, onde situou a sua fazenda de gado”.



“Posteriormente, acompanhou o meu bisavô, Coronel José Rodrigues Prateado, de muda para Amaro Leite (Mara Rosa). E ali, nos chapadões e descampados das vertentes do rio Macaco, veio a falecer a 1º de julho de 1923”.

Moura Lima retrata, com orgulho, a sua infância bem vivida, na fazenda Capim-Puba, de seu pai, afirmando: “Nasci na era dos carros de boi, e ali na labuta do dia-a-dia, por aqueles rincões, fui candeeiro de meu pai, por caminhos esbrugados e baixadões”.



Moura Lima com essa bagagem genética tocantinense, tornou-se um dos ma iores nomes da literatura regional do Estado, pois com seu romance “Serra dos Pilões Jagunços e Tropeiros”, recebeu os aplausos dos meios intelectuais de Goiás e de grandes nomes da literatura brasileira.

“Serra dos Pilões Jagunços e Tropeiros” foi enviado pela Universidade do Tocantins para Central Connecticut State University (Biblioteca Central de Connecticut U.S.A.), que solicitara ao Governo do Tocantins obras de divulgação sobre o Estado, como também foi para o Japão.

Moura Lima é autor do primeiro romance do Estado do Tocantins “Serra dos Pilões, Jagunços e Tropeiros”. Pesquisador incansável possui um acervo respeitável do que ocorreu nos últimos cem anos, nesta região (Tocantins).

Mergulha sempre na poeira dos arquivos, para resgatar os nossos costumes e tradições. E tem uma particularidade interessante: não é escritor regionalista de gabinete, mas, sim, de campo, pois já andou em toda nossa base te rritorial e conhece bem nossa fauna, flora e o linguajar do nosso sertanejo, eis que foi Funcionário do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA), inclusive como Executor de Projetos.

Sentiu de perto o cheiro da terra, dos ribeirões e das nossas matas ciliares. Aí está o segredo da seriedade da criação literária de Moura Lima, que soma aos seus estudos lingüísticos e de semântica o falar vigoroso de nosso sertanejo ao conhecimento, in loco, da nossa realidade histórico-social e antropológica.

É necessário salientar que Moura Lima detém uma relevante folha de serviços prestados ao Tocantins, como servidor do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrário-INCRA, onde foi Executor do Projeto Fundiário de Gurupi, Chefe da Administração e Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Terras Devolutas da União, no Estado de Goiás, atuando especialmente na então Região Norte de Goiás, hoje base territorial do Estado do Tocantins.



Pertence à Academia Piauiense de Letras, como membro correspondente. Possui vários artigos publicados em jornais e revistas.



É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

(Transcrito do Dicionário Biobibliográfico Regional do Brasil, de Mário Ribeiro Martins).



JORGE LYRA, de João Pessoa, Paraíba, l925, escreveu, entre outros, "IRIS, UM HOMEM CHAMADO CARISMA", juntamente com Luiz Alberto Queiroz. Escreveu também “MANDADO DE SEGURANÇA”, “ANULAÇÃO DE CASAMENTO”, “HABEAS CORPUS”, “DESQUITE”, “O REINO DOS ORIXÁS”. Residente em Goiânia, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Jornalista dos jornais CINCO DE MARÇO, O ESTADO DE GOIÁS, DIÁRIO DA MANHÃ E OPÇÃO. Teve sua iniciação jornalística na REVISTA DA SEMANA, no MUNDO ILUSTRADO e na MANCHETE. Trabalhou também na Revista O CRUZEIRO. Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Faleceu em Goiânia, onde sempre residiu. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE ODILON DOS ANJOS, do Rio de Janeiro, RJ, 16.07.1920, escreveu, entre outros, COISAS DO COTIDIANO(1991), ACONTECIDOS(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1960. Advogado, Funcionário Público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Sobrinho do poeta Augusto dos Anjos. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JORGE RODRIGUES DE SENNA, de Parelhas, Rio Grande do Norte, 27.04.l922, escreveu, entre outros, "DEPOIS DO EXPEDIENTE"(CONTOS-1994), prefácio de Brasigóis Felício. Publicou também “FRUTOS DA INSÔNIA”(CRÔNICAS-1998). Filho de Luiz Gonzaga de Senna e de Angélica Rosa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Vive em Goiânia desde l945, quando tinha 23 anos de idade. Foi Delegado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE) e Fiscal de Rendas do Estado de Goiás, onde se aposentou Escritor, Poeta, Jornalista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual.. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Funcionários do Fisco, da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JORGE SALIM SAFADY, de Zahlah, Líbano, 1912, escreveu, entre outros, “CRIAÇÃO E INSTALAÇÃO DA PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DAS GRAÇAS EM PROFESSOR JAMIL SAFADY”, “ESTADO DO IRAK DA PÁTRIA ÁRABE”, “A IMIGRAÇÃO ÁRABE NO BRASIL”, “ANTOLOGIA ÁRABE NO BRASIL”, “PANORAMA DA IMIGRAÇÃO ÁRABE”, sem dados biográficos pessoais nos livros. Tinha 12 anos de idade, em 1924, quando veio para o Brasil, juntamente com a família. Fundador do Clube Recreativo de Piracanjuba, onde também residiu. Irmão de Jamil Safady, o idealizador da cidade de Professor Jamil, antigo Distrito de Piracanjuba, no Estado de Goiás. Doutor em História pela Universidade de São Paulo(USP), onde também foi professor. Formado em Odontologia. Professor, Escritor, Historiador. Memorialista, Ensaísta, Pesquisador. Filantropo, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Contista. Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Diretor e Editor de vários jornais brasileiros. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Empresário do ramo gráfico, trabalhou e residiu em São Paulo, atuando na Editora Comercial Safady Ltda, hoje Organização Jamil Safady. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Membro da Academia Piracanjubense de Letras e Artes. Era editor do jornal GARATUJA, distribuído para estudantes de todo o Brasil. Faleceu em Professor Jamil, interior goiano, onde foi sepultado, no dia 14.03.2005, com 92 anos de idade. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JORGE VARGAS, de Paracatu, Minas Gerais, 28.01.1926, escreveu, entre outros, O RIO SÃO FRANCISCO E O DESENVOLVIMENTO NACIONAL(1972), DAS PROMESSAS À REALIDADE(1981), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Foi Deputado Estadual em Minas. Mudou-se para Brasília, como Deputado Federal. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Já falecido. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



JOSAFÁ MIRANDA DE SOUZA, de Poções, Bahia, 15.06.1966, escreveu, entre outros, “ALIMENTOS POÉTICOS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto publicado. Viveu em Goiás de 1972 até 1983, quando se transferiu para São Paulo, onde permaneceu até 1989, retornando a Goiás, de onde veio para o Estado do Tocantins, onde chegou em 1993, estabelecendo-se em Palmas, Capital do Estado. Está presente na ANTOLOGIA DA POESIA NEGRA DE OSASCO, SP, bem como em POETAS BRASILEIROS DE HOJE, Rio de Janeiro e ainda na ANTOLOGIA POÉTICA NACIONAL, SP e ANTOLOGIA POÉTICA DE PINHEIROS. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Escritora, Poetisa. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



JÔ SAMPAIO(Josefa Martins Lopes Sampaio), de Itapaci, Goiás, 04.05.l949, escreveu, entre outros, "CONTRADIÇÕES"(POEMAS-1994), com prefácio do escritor médico Tarciso Liberte Romão Borges e apresentação do escritor odontólogo Geraldo Sampaio, seu esposo. Publicou também o livro ESTUDOS DA POESIA DE COELHO VAZ(2005), obra lançada na Casa Bernardo Élis, durante a 1ª Bienal do Livro do Estado de Goiás. Filha de José Antônio Martins e de Maria Lopes Martins. Após os estudos primários em sua terra natal, fez Contabilidade na Escola Técnica de Comércio de Campinas, em Goiânia. Formada em Letras Modernas, pela Faculdade de Filosofia de Porangatu. Professora Primária, Secundária e Universitária, nas áreas de Português e Literatura Brasileira, na cidade goiana de Porangatu, onde reside. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Centro de Professores de Goiás, da Associação dos Professores do Estado de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOSÉ ADIRSON DE VASCONCELOS(ADIRSON DE VASCONCELOS), de Santana do Acaraú, Ceará, 11.07.l936, escreveu dezenas de livros, entre outros, “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”, “A MUDANÇA DA CAPITAL”, “AS CIDADES SATÉLITES DE BRASÍLIA”, “A EPOPÉIA DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”. Foi Presidente da TV GOIÁ, de Goiânia, onde residiu, entre 1979 e 1984. Membro da Academia Goiana de Letras(Correspondente), do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás(correspondente), além de outras instituições nacionais e internacionais, entre as quais, Academia de Letras e Artes de Luziânia, Federação das Instituições Culturais de Anápolis. Formado em Direito e Administração. Mudou-se para Brasília em 1957. Jornalista, Professor, Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presidente do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Foi Jornalista Profissional do CORREIO BRASILIENSE. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Com seu conjunto de obras, tornou-se o maior especialista em livros sobre Brasília. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.



JOSÉ ACHILES TENUTA, de Cuiabá, Mato Grosso, l942, escreveu, entre outros, "PANTANAL BRASILEIRO", sem dados biográficos no livro. Edição bilingue, ilustrada, com fotografias coloridas. Vinculado a Goiás, especialmente Goiânia, onde possui empreendimentos diversos, nas áreas de comunicação e publicidade. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Produtor Cultural. Jornalista, Radialista, Empresário. Administrador, Ativista, Editor. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Ficcionista. Pensador, Intelectual, Produtor de Televisão. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos ecológicos. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais Associação Brasileira de Imprensa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.











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