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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE B a B -- 17/05/2003 - 23:19 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.

MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.
HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario

E-MAIL: mariormartins@hotmail.com

(Para encontrar as demais letras do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3259&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".



BALTAZAR DOS REIS, de Luziânia, Goiás, 27.03.l90l, escreveu, entre outros, "POEIRA DA MINHA ESTRADA"(POEMAS BÍBLICOS). Foi Prefeito de Anápolis, interior goiano. Professor do Colégio Couto Magalhães de Anápolis, do Colégio Dom Bosco, em Goiânia, da Universidade Católica de Goiás. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Contista, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencnista, Orador. Presente no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, além de IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Incorporado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no livro HISTÓRIA DE ANÁPOLIS, de Humberto Crispim Borges, bem como em ANÁPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jaime Ferreira. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Santa Luzia (Luziânia), Goiás, a 27 de março de 1901. Filho de João Paulo dos Reis e Hosana Hermínia de Mendonça.
Com sete anos, foi para a Escola do Prof. Arthur Roriz, na cidade natal.
Depois frequentou a Escola do Prof. Antônio Euzébio de Abreu Júnior, em Formosa e logo a seguir, tomou aulas em Curralinho (Itaberaí).
Não fez o primário completo. Casou-se em 1920, aos 19 anos, com Jacy de Jesus Reis.
Tornou-se professor de Português, lecionando de graça, no Ateneu Goiano, em Luziânia. Nesse colégio, pronunciou dois discursos, publicados no "Estado de São Paulo", sob o título de "Dois Mimos Literários", através do seu irmão Gelmires Reis.
Fechado o Ateneu, foi nomeado professor da "Aula Avulsa de Instrução Secundária".
Em 1920, fundou um jornal, junto com Felicíssimo do Espírito Santo Neto. Em 1924, foi Intendente Municipal de Luziânia.
Em 1935, mudou-se para a nova capital de Goiás, onde fundou o jornal "O Goiânia", de curta duração. Retornou a Luziânia, tornando-se Redator de "O Planalto", dirigido por Gelmires Reis.
Foi também professor da Escola Paroquial Santa Rosa de Lima. Diretor do Grupo Escolar Rocha Lima e Vice-Diretor da Escola Normal Americano do Brasil.
Ainda em Luziânia, adquiriu uma sorveteria. Endividado, vendeu tudo que tinha.
Em 1943, transferiu-se para Anápolis, onde residiu por muitos anos. Foi Prefeito Municipal por nomeação. Escreveu para o jornal "O Anápolis".
Foi professor do Colégio Couto Magalhães, onde lecionou História. Lecionou no Ginásio Arquidiocesano Municipal de Anápolis.
Mudou-se, em 1949, para Goiânia, tornando-se professor do Colégio Estadual de Goiânia, e lecionando ainda no Colégio Dom Bosco, Ginásio de Aplicação e Faculdade de Filosofia da Católica. Fundou o primeiro curso Vestibular de Goiânia.
Aposentado, mudou-se para Brasília, em 1960, junto com as filhas e esposa. A partir de então, dedicou-se exclusivamente a ler e escrever.
Faleceu em 23 de setembro de 1976. No mês seguinte, morreu sua esposa, sem saber que o marido já havia falecido. Sua obra póstuma é "Poeira da Minha Estrada".

BARÃO DO RIO BRANCO(José Maria da Silva Paranhos Júnior), Carioca, do Rio de Janeiro, 20.04.1845, escreveu, entre outros, EFEMÉRIDES BRASILEIRAS(1893), HISTORIA MILITAR DO BRASIL, QUESTÕES DE LIMITES, LE BRESIL EM 1889, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Maria da Silva Paranhos(Visconde do Rio Branco) e mãe não referida em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1860, com 15 anos de idade, foi estudar no Colégio Pedro II. Em 1862, ingressou na Faculdade de Direito de São Paulo, mas se transferiu no ultimo ano, terminando o curso na Faculdade de Direito do Recife, em 1866, com 21 anos. Viajou para a Europa, em 1867, com a finalidade de tratar da saúde. Foi nomeado pelo Governo Imperial, professor de Corografia e História do Brasil do Colégio Pedro II. Em 1869, com 24 anos, foi nomeado Promotor Público de Nova Friburgo, no Estado do Rio. No mesmo ano acompanhou, como secretário da Missão Especial, o pai ao Rio da Prata e ao Paraguai. No mesmo caráter participou, em 1870 e 1871, nas negociações da paz entre os Aliados e o Paraguai. Foi eleito Deputado por Mato Grosso, em 1869. Regressando ao Rio, dedicou-se ao jornalismo, dirigiu A NAÇÃO, juntamente com Gusmão Lobo. Em 1872, com 27 anos, casou-se com a atriz belga Marie Stevens. Em maio de 1876, Rio Branco deixava o jornalismo, para exercer o cargo de Cônsul Geral do Brasil em Liverpool, na Inglaterra, onde permaneceu até 1893. Em 1884, recebeu a comissão de Delegado à Exposição Internacional de São Petersburgo. Depois de proclamada a República, foi nomeado em 1891, em substituição ao conselheiro Antonio Prado, Superintendente Geral na Europa da emigração para o Brasil, cargo que exerceu até 1893, em Paris. Durante a estadia na Europa, produziu várias obras, sempre em torno da história pátria: redigiu uma MEMÓRIA SOBRE O BRASIL PARA A EXPOSIÇÃO DE SÃO PETERSBURGO. Para o Le Brésil de Sant"Anna Nery, escreveu a ESQUISSE DE L"HISTOIRE DU BRÉSIL. Apresentou contribuições para a GRANDE ENCYCLOPÉDIE DE LEVASSEUR, na parte relativa ao Brasil. Iniciou no JORNAL DO BRASIL a publicação das EFEMÉRIDES BRASILEIRAS. Acumulou material para as ANOTAÇÕES À HISTÓRIA DA GUERRA DA TRÍPLICE ALIANÇA DE SCHNEIDER e a BIOGRAFIA DO VISCONDE DO RIO BRANCO. Em 1893, em substituição ao Barão Aguiar de Andrade, que faleceu, foi nomeado chefe da missão encarregada de defender os direitos do Brasil ao território das Missões. A questão, estava submetida ao arbitramento do presidente Grover Cleveland, dos EUA, reivindicada pela Argentina. Rio Branco, advogando o ponto de vista brasileiro, apresentou ao presidente Cleveland exposição e valiosa documentação em seis volumes. O laudo arbitral de 5.02.1895 foi inteiramente favorável às pretensões brasileiras. Em 1898, com 53 anos, foi encarregado de resolver outro importante assunto diplomático a questão do Amapá com a França. Foi escolhido árbitro da questão o presidente do Conselho Federal da Suíça, Walter Hauser. Rio Branco vinha estudando a questão do Amapá desde 1895. Apresentou uma memória de sete volumes. A sentença arbitral, de 10.12.1900, foi favorável ao Brasil, e o nome de Rio Branco foi colocado em plano de grande popularidade. Terminada a missão, em 31.12.1900, foi nomeado Ministro Plenipotenciário em Berlim. Em 1902 foi convidado pelo presidente Rodrigues Alves a assumir a pasta das Relações Exteriores, na qual permaneceu até a morte em 1912. Logo no início de sua gestão, defrontou-se com a questão do Acre, território fronteiriço que a Bolívia pretendia ocupar, solucionando-a amigavelmente pelo Tratado de Petrópolis, assinado em 1903. A seguir, encetou negociações com outros países limítrofes cujas fronteiras com o Brasil suscitavam questões litigiosas. Erigiu como bandeira das reivindicações o princípio do “uti possidetis solis”, e assim dirimiu velhas disputas do Brasil com quase todos os países da América do Sul. Em 1901, a questão da Guiana Inglesa foi resolvida por laudo do árbitro Victor Emanuel, o rei da Itália, contra o Brasil, apesar dos esforços do plenipotenciário brasileiro Joaquim Nabuco, que foi nomeado em 1905, embaixador do Brasil em Washington. Em seguida, uma série de importantes tratados: em 1904, com o Equador. Em 1907, com a Colômbia. Em 1904 e 1909, com o Peru. Em 1909 assinou tratado do condomínio da Lagoa-Mirim com o Uruguai. Em 1910, com a Argentina. Ficavam definidos, de um modo geral, os contornos do território brasileiro, que, com pequenas alterações, ainda hoje subsistem. Além da solução dos problemas de fronteira, Rio Branco lançou as bases de uma nova política internacional, adaptada às necessidades do Brasil moderno. Foi, nesse sentido, um devotado pan-americanista, preparando o terreno para uma aproximação mais estreita com as repúblicas hispano-americanas e acentuando a tradição de amizade e cooperação com os Estados Unidos. O Barão do Rio Branco como Ministro das Relações Exteriores cercou-se de uma plêiade de intelectuais e homens de letras como Graça Aranha, Euclides da Cunha, Domício da Gama, Clovis Bevilaqua, Gastão da Cunha e Heráclito Graça. Diplomata e historiador. Foi Presidente do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, em duas ocasiões. Faleceu no Rio de Janeiro, em 10.02.1912. Segundo ocupante da Cadeira 34, eleito em 01.10.1898, na sucessão de Pereira da Silva. Ao se fundar a Academia em 1897, Rio Branco se encontrava ausente do país. Na votação para preenchimento das dez vagas restantes, teve apenas dez votos, não sendo eleito. Mas com o falecimento de Pereira da Silva, em 1898, Rio Branco foi eleito para essa vaga. Sua Cadeira 34, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Sousa Caldas, Fundador Pereira da Silva, sendo também ocupada por Barão do Rio Branco, Lauro Muller, Dom Aquino Correia, Raimundo Magalhães Junior, Carlos Castelo Branco e João Ubaldo Ribeiro. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BARÃO HOMEM DE MELO(Francisco Inácio Marcondes H. de M.), de Pindamonhangaba, Estado de São Paulo, 01.05.1837, escreveu, entre outros, ESBOÇOS BIOGRAFICOS(1862), MEMORIAS DO VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO(1873), A MANHÃ NEBULOSA(1903), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo, em 1858, com 21 anos de idade. Regressando à terra natal, foi eleito Presidente da Câmara Municipal de Pindamonhangaba, para o biênio de 1860 a 1861. Tendo concorrido ao concurso publico de professor de História Universal do Colégio Pedro II, foi nomeado catedrático em 9.11.1861, com 24 anos e exonerado, a pedido, em 20.02.1864. Presidiu a província de São Paulo (1864), a do Ceará (1865-1866), a do Rio Grande do Sul (1867-1868) e a da Bahia (1878). No Rio Grande do Sul, em apenas três meses conseguiu levantar, organizar e mandar o Terceiro Exército para o teatro de guerra no Paraguai, a mando do general Osório. Eleito deputado à Assembléia Geral Legislativa pela província de São Paulo, para a legislatura de 1867 a 1868, teve o seu mandato cassado, pela dissolução da Câmara. A província renovou-lhe, porém, esse mandato, na legislatura de 1878 a 1881. Por duas vezes exerceu o cargo de diretor do Banco do Brasil (1869-1874 e 1876-1878). De 1873 a 1878 exerceu a inspetoria da instrução pública primária e secundária do Rio de Janeiro, sob o gabinete João Alfredo. Durante esse qüinqüênio foi também presidente da Companhia da Estrada de Ferro São Paulo/Rio de Janeiro, que lhe deve a conclusão de suas obras. Como presidente da Província da Bahia (1878), ali prestou assinalados serviços à capital, ligando a cidade baixa à cidade alta pela rua da Montanha, depois Barão Homem de Melo. Em 28 de março de 1880 foi nomeado ministro do Império do Gabinete Saraiva, permanecendo no posto até a queda do gabinete, em 3.11.1881. Foi por duas vezes, no mesmo gabinete, ministro interino da pasta da Guerra. A República o afastou da política ativa, entregando-o ao magistério, às ciências e às artes. Ainda em 12.04.1889, data da fundação do Colégio Militar, o Barão Homem de Melo foi nomeado seu professor de História Universal e de Geografia. Em 1896, falecendo Raul Pompéia, sucedeu-lhe no ensino de Mitologia na Escola Nacional de Belas Artes, da qual se fez professor catedrático de História das Artes desde 1897. Foi sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (para onde entrara em 30.6.1859), do Instituto Histórico de São Paulo e do Instituto Geográfico Argentino. Advogado, historiador, cartógrafo, político e professor. Faleceu em Campo Belo, hoje Homem de Melo, RJ, em 4.01.1918. Segundo ocupante da cadeira 18, eleito em 9.12.1916, na sucessão de José Veríssimo, faleceu antes de tomar posse. Deveria ser recebido pelo Acadêmico Félix Pacheco. Sua Cadeira 18, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono João Francisco Lisboa, Fundador José Verissimo, sendo também ocupada por Barão Homem de Melo, Alberto Faria, Luis Carlos, Pereira da Silva, Peregrino Junior e Arnaldo Niskier. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BARBOSA LIMA SOBRINHO(Alexandre José Barbosa Lima Sobrinho), de Recife, Pernambuco, 22.01.1897, escreveu, entre outros, ARVORE DO BEM E DO MAL(Ensaio-1926), O VENDEDOR DE DISCURSOS(Ensaio-1935), O DEVASSAMENTO DO PIAUI(1946), A QUESTÃO ORTOGRAFICA E OS COMPROMISSOS DO BRASIL(Filologia-1953), A LINGUA PORTUGUESA E A UNIDADE DO BRASIL(1958), ANTOLOGIA DO CORREIO BRAZILIENSE(1979), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco de Cintra Lima e de Joana de Jesus Barbosa Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, com sua mãe, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Começou o ginásio no Colégio Salesiano do Recife e terminou no Instituto Ginasial de Pernambuco, em 1911, com 14 anos. Em 1917, com 20 anos, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife. Em 1918, foi nomeado Promotor Adjunto do Recife. Tornou-se colaborador do DIARIO DE PERNAMBUCO, do JORNAL PEQUENO e do JORNAL DO RECIFE. Em abril de 1921, com 24 anos, transferiu-se para o Rio de Janeiro, passando a trabalhar no JORNAL DO BRASIL, onde se tornou Redator-Chefe em 1924. Em 1926 foi eleito Presidente da Associação Brasileira de Imprensa(ABI), tendo sido reeleito em 1929. Sobre a Revolução de 30, publicou em 1933, o livro A VERDADE SOBRE A REVOLUÇÃO DE OUTUBRO. Em 1934, foi eleito Deputado Federal por Pernambuco. Com o golpe que instituiu o Estado Novo, em 10.11.1937, perdeu o mandato de Deputado. Em 1938, com 41 anos, assumiu a Presidência do Instituto do Açúcar e do Álcool. Em 29.10.1945 houve o Golpe Militar que derrubou Getulio Vargas. Em 1946, foi eleito Deputado, por Pernambuco, à Assembléia Nacional Constituinte. Em 1948, foi empossado como Governador de Pernambuco, depois de uma briga judicial. Deixando o governo de Pernambuco com Agamenon Magalhães, voltou outra vez para o Rio de Janeiro, sendo nomeado Procurador, em 1951. Em 1958, foi novamente eleito Deputado Federal por Pernambuco. Em 1960, foi eleito Presidente do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa(ABI). Em 1970, com 73 anos, foi nomeado Professor de Política Financeira, da Faculdade Amaro Cavalcanti que seria depois incorporada à Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ). Em 12.05.1978, com 81 anos, foi eleito Presidente da Associação Brasileira de Imprensa(ABI), onde permaneceu até a sua morte. Foi casado com Maria José Pereira Barbosa Lima, com quem teve quatro filhos. Advogado, jornalista, ensaísta, historiador, professor e político. Foi sócio benemérito do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e do Instituto dos Advogados do Rio de Janeiro. Benemérito da Associação Brasileira de Imprensa e sócio correspondente do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano e do Instituto de Advogados de São Paulo. Sócio efetivo da Sociedade de Geografia. Sócio honorário do Instituto Histórico de Goiana (PE). Presidente de honra do XIV Congresso Nacional de Estudantes. Professor honorário da Faculdade de Filosofia da Universidade do Recife. Presidente do Pen Clube do Brasil em 1954. Membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa. Membro do Instituto de Direito Público e da Fundação Getúlio Vargas. Recebeu a Medalha Quadragésimo Aniversário da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (1981). Título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Pernambuco e o Prêmio Imprensa e Liberdade, conferido pelo Centro Alceu Amoroso Lima para a Liberdade (1984). Prêmio Governo do Estado do Rio de Janeiro e o título de Cidadão Benemérito da Cidade do Rio de Janeiro (1987). Prêmio Juca Pato, conferido pela União Brasileira de Escritores. Prêmio San Tiago Dantas (1989). Medalha Tiradentes (1992), conferida pela Assembléia Legislativa do Rio de Janeiro. Faleceu no Rio de Janeiro, aos 103 anos de idade, no dia 16 de julho de 2000. Na Academia Brasileira de Letras, foi secretário-geral em 1952. Presidente em 1953 e 1954. Diretor da Revista da Academia em 1955-56. Diretor da Biblioteca de 1957 a 1978. Tesoureiro de 1978 a 1993. Eleito em 29.04.1937, para a Cadeira 6 da Academia Brasileira de Letras, na sucessão de Goulart de Andrade, foi recebido em 13.01.1938, pelo acadêmico Múcio Leão. Sua Cadeira 6, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Casimiro de Abreu, Fundador Teixeira de Melo, sendo também ocupada por Artur Jaceguai, Goulart de Andrade, Barbosa Lima Sobrinho, Raymundo Faoro e Cícero Sandroni. Vinculado ao Tocantins, por ter focalizado os problemas do Piauí, com o antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, com relação a divisas e invasões de seu território, por parte de baianos e goianos do norte, entre os quais, o Coronel Abílio Wolney, de Dianópolis, Tocantins. Escreveu dezenas de obras, entre as quais, “OS DIREITOS DE PERNAMBUCO SOBRE A COMARCA DO RIO SÃO FRANCISCO”. É mencionado em vários livros sobre a história social e política brasileira, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BARBOSA RODRIGUES(JOÃO BARBOSA RODRIGUES), de Rio de Janeiro, Rj, 22.06.1842, escreveu, entre outros, RIO JAUAPERI(Rio de Janeiro, 1886), O MUIRAQUITÃ(Manaus, 1899), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Não fez cursos regulares e oficiais, mas se tornou Botânico, Etnógrafo e Antropologista. Dirigiu o Jardim Botânico do Rio de Janeiro e de Manaus. Completou os estudos de Von Martius, Wallace e Spruce. Percorreu os rios Trombetas, Tapajós, Urubu e Jamundá. Estudou as orquídeas e o folclore do Amazonas. Faleceu no Rio de Janeiro, 06.03.1909. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BARIANI ORTÊNCIO (WALDOMIRO BARIANI ORTÊNCIO), Paulista, de Igarapava, 24.07.l923, autor de dezenas de livros, destacando-se, "DICIONÁRIO DO BRASIL CENTRAL"(1983), "SERTÃO SEM FIM"(1965), "MORTE SOB ENCOMENDA"(1974), "A COZINHA GOIANA"(1967), “SERTÃO-O RIO E A TERRA”(1959), "FORÇA DA TERRA"(1974), "VÃO DOS ANGICOS"(1969), "O QUE FOI PELO SERTÃO"(1956), “DR LIBÉRIO-O HOMEM DUPLO”(1981), “O ENÍGMA DO SACO AZUL”(1985), “ESTÓRIAS DE CRIMES E DO DETETIVE WALDIR LOPES”(1981), “AVENTURA NO ARAGUAIA”(1987), “JOÃO FOGO”(1996), “MEDICINA POPULAR DO CENTRO-OESTE”(1994), “CARTILHA DO FOLCLORE BRASILEIRO” (1997). Residente em Goiânia, desde 1939, para onde veio com a família ainda jovem. Foi proprietário de um Cursinho Preparatório em Campinas, Goiânia, em que um de seus mestres, era o Professor Egydio Turchi. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista, Cronista. Romancista, Ficcionista, Folclorista. Pensador, Intelectual, Letrista. Produtor Cultural, Articulista, Jornalista. Ativista, Literato, Administrador. Conferencista, Orador, Poeta. Tinha sido antes, Alfaiate, Jogador de Futebol, Professor de Matemática, Comerciante, Industrial, Fazendeiro e Minerador. Detentor dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado de Goiás e Prêmio JOÃO RIBEIRO, da Academia Brasileira de Letras. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 09, cujo Patrono é Antônio Americano do Brasil, de que foi fundador Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, da Comissão Nacional do Folclore, da Associação Goiana de Imprensa e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Comissão Goiana de Folclore, Conselho Estadual de Cultura, Ordem Nacional dos Bandeirantes, Sociedade Geográfica Brasileira. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990 e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Estudado em DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva e em todos os dicionários e enciclopédias literárias. Seu livro “MORTE SOB ENCOMENDA”, foi traduzido para o Inglês, com o título “A DEAL WITH DEATH”. Verbetado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Igarapava, São Paulo, a 24 de julho de 1923. Filho de Antônio Bariani e de Josefina Bariani.
Em 1930, começa o seu curso primário. Passa a trabalhar nas CASAS PERNAMBUCANAS, em 1931. Em 1938, transfere-se para Ituverava, interior paulista.
Com sua família, transferiu-se para Goiânia ainda criança, vindo a residir no bairro de Campinas onde jogou futebol pelo Atlético e se estabeleceu com uma casa de discos musicais, o BAZAR PAULISTINHA.
Já na nova Capital de Goiás, ingressou no Liceu e matriculou-se no Tiro de Guerra, em 1941.
Em 1948 matriculou-se na Faculdade de Odontologia, mas não concluiu o curso, eis que resolveu casar-se com Ana Silva de Moraes.
Em 1956 publicou seu primeiro livro, O QUE FOI PELO SERTÃO, o que lhe valeu o prêmio “Americano do Brasil”, instituído pela Academia Goiana de Letras, iniciando-se assim na carreira literária.
Em 1961 é eleito para a Academia Goiana de Letras, na Cadeira 9, cujo Patrono é Antonio Americano do Brasil e de que foi fundador Pedro Cordolino Ferreira de Azevedo. Torna-se Presidente, em 1966, da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Recebe, em 1968, o título de CIDADÃO GOIANO, concedido pela Assembléia Legislativa de Goiás.
Em 1970, realiza viagem especial aos Estados Unidos da América. Torna-se membro do Conselho Estadual de Cultura, em 1972.
Seguiram-se os livros: “O Sertão e o Rio” (1959); “Sertão Sem Fim” (1965), “Cozinha Goiana” (1967), “Vão dos Angicos” (1969), “Força da Terra” (1974) e “Morte sob Encomenda”(1974), “Dr.Libério-Homem Duplo” (1975).
Em 1983 circulou seu mais esperado lançamento, o “Dicionário do Centro Oeste”, com mais de 10 mil verbetes do linguajar usado na região. No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, ocupa a Cadeira 46.
É membro da Academia Goiana de Letras e um de seus mais influentes nomes. Vinculado à Comissão Nacional de Folclore.
No programa da televisão Anhanguera FRUTOS DA TERRA, dirigido por Hamilton Carneiro, ocupa lugar de destaque, especialmente com suas estórias e receitas.
Detentor de dezenas de prêmios literários, é um dos nomes mais apreciados da literatura goiana.
Sobre ele e com o título “BARIANI ORTÊNCIO E O SERTÃO SEM FIM”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

BARLÉU(GASPAR VAN BAERLE BARLÉU), de Antuerpia, Holanda, 12.02.1584, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DOS FEITOS RECENTEMENTE PRATICADOS DURANTE OITO ANOS NO BRASIL E NOUTRAS PARTES SOB O GOVERNO DO ILUSTRÍSSIMO JOÃO MAURICIO, CONDE DE NASSAU”(Amsterdam, 1647), tradução de Cláudio Brandão, Rio de Janeiro, 1940, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Por motivo religioso, foi para a Bélgica, tornando-se Professor de Lógica da Universidade de Leide. Residiu em Caen, na França, onde se formou em Medicina. Em 1631, tornou-se Professor de Filosofia e Retórica do ATENEU de Amsterdam, na Holanda. Nunca esteve no Brasil, mas escreveu o melhor livro sobre o domínio holandês no Brasil. Faleceu em Amsterdam, em 14.01.1648. Seu livro foi publicado em Amsterdam, na Holanda, em 1647, mas só foi traduzido e editado no Brasil em 1940. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BARROS JÚNIOR(FRANCISCO CARVALHO DE BARROS JÚNIOR), de Campinas, São Paulo, 14.12.1883, escreveu, entre outros, “CAÇANDO E PESCANDO POR TODO O BRASIL”(1951), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi para Lisboa, onde estudou com os padres Jesuítas no Colégio Campolide, de Portugal. Retornando ao Brasil, tornou-se Contador e Guarda-Livros. Além de Historiador, foi Professor do Liceu de Artes e Ofícios de Campinas. Dedicou-se a atividades de caça e pesca, por todo o Brasil, de norte a sul e leste a oeste. Seu livro “CAÇANDO E PESCANDO POR TODO O BRASIL(ARAGUAIA E TOCANTINS)”, foi publicado pela Melhoramentos, de São Paulo, em 1952, com prefácio de Agenor Couto de Magalhães. É encontrado no livro “DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS”, de Luis Correia de Melo. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BARSANUFO GOMIDES BORGES, de Urutaí, Goiás, l949, entre outros, escreveu, "O DESPERTAR DOS DORMENTES" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Curso de Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Especialista em História Regional, Economia, Transporte, Ensino, Pesquisa, Modernização, Crise em Goiás e Análise da Construção da Estrada de Ferro. Vinculado ao Departamento de História, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BARTOLOMEU ANTÔNIO CORDOVIL(Antônio Lopes da Cruz), Carioca, do Rio de Janeiro, l746, escreveu, entre outros, "DITIRAMBO ÀS NINFAS", "EPÍSTOLA AOS ÁRCADES DO RIO DE JANEIRO". Conforme alguns autores, Cordovil teria nascido em Ouro Preto, Minas Gerais e de lá veio para Goiás. Esta versão contraria o próprio testamento de Bartolomeu Cordovil que diz ter nascido no Rio de Janeiro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Historiador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Advogado pela Universidade de Coimbra, em Portugal. Veio para Goiás em l783 , como primeiro Professor de Latim de Goiás, nomeado pelo Governador Tristão da Cunha Menezes, em l788. Lecionou l2 anos em Meiaponte(Pirenópolis), onde faleceu em l800. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 27, cujo fundador foi Leolídio di Ramos Caiado. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes agremiações sociais e culturais de seu tempo, entre as quais, Arcádia Ultramarina de Portugal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges, bem como na HISTÓRIA DA INSTRUÇÃO PÚBLICA EM GOIÁS, de Genesco Ferreira Bretas. Sobre ele e com o título "OS ENÍGMAS DE BARTOLOMEU ANTÔNIO CORDOVIL", escreveu excelente livro o falecido escritor Bernardo Élis. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu no Rio de Janeiro, no ano de 1746. Filho de Antonio Lopes Palmeiras e de Elena da Cruz Passos.
Após estudar o primário, o secundário e “humanidades”, acompanhou, em 1783, o Capitão-General Tristão da Cunha Meneses pelo interior do Brasil.
O Capitão Meneses tinha sido nomeado Presidente da Capitania de Goiás.
Ao Capitão, dedicou os seus versos de louvação, especialmente, “DITIRAMBO ÀS NINFAS”.
Por recomendação do próprio Tristão Menezes, esteve em Lisboa, Portugal, onde se provisionou Professor de Gramática Latina de Meia Ponte(Pirenópolis), o que foi feito através de Carta Régia, oriunda de Lisboa e datada de 16 de abril de 1787.
Retornou de Lisboa, no navio “VIRIATO”, saindo no dia 6 de agosto de 1787 e chegando ao Rio de Janeiro no dia 7 de outubro.
Declarou em seu testamento ser Irmão Terceiro da Ordem de São Francisco, no Rio de Janeiro.
Assumiu e instalou a Cadeira de Gramática Latina em Pirenópolis, no ano de 1788.
Faleceu em Meia Ponte, no dia 12 de outubro de 1800, sendo sepultado na Igreja Matriz, conforme seu testamento.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 27, hoje(1998) ocupada por Leolídio di Ramos Caiado.

BASILEU PIRES LEAL, Goiano, de Luziânia, 30.03.l9l2, escreveu, entre outros, "À SOMBRA DO TAMBORIL" (1980), sem dados biográficos no livro. Jornalista, Conferencista, Orador. Escritor, Ensaísta, Poeta. Contista, Cronista, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Fundou e dirigiu diversos jornais em Goiás. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Verbete dos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Durante muitos anos viveu e militou no jornalismo na cidade de Anápolis, Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nasceu em Santa Luzia (Luziânia), Goiás, a 30 de março de 1912. Viveu na cidade natal até os 16 anos, aprendendo ali as primeiras letras.
Em fevereiro de 1928, mudou-se para o Município de Corumbá de Goiás, Fazenda Varginha, aprendendo ali a profissão de Ferreiro.
Em 1930, mudou-se para a sede do município, cidade de Corumbá, onde Juvenal Veiga editava um jornal "Pau da Goiaba".
Em 1931, junto com outros jovens da cidade, foi voluntariamente, servir o Exército, integrando-se ao 3º Batalhão do 5º Regimento de Infantaria sediado em Campinas, Estado de São Paulo.
Eclodida a Revolução Constitucionalista de São Paulo, em 1932, foi designado para lutar no Tunel da Serra da Mantiqueira.
Terminado o movimento com a vitória de Getúlio Vargas, retornou a Corumbá, onde ainda residia seu pai.
Em 1933, transferiu-se para Anápolis, onde, juntamente com Juvenal Veiga, passou a colaborar no jornal "A Luta", de A. G. Pinto, publicando crônicas, poemas e artigos políticos.
No mesmo ano, junto com Adalberto Pereira da Silva, dividiu a direção do jornal "Correio Goiano" que teve existência efêmera.
Continuou a colaborar, no entanto, com o jornal"A Luta", de A. G. Pinto. Na década de 1940, fundou e dirigiu a revista "Boletim Proletário", publicação política de esquerda.
Foi um dos fundadores e colaboradores da "Frente Popular", onde mantinha a coluna "Estilingue".
Juntamente com Clóvis Bueno Monteiro, fundou e dirigiu o jornal "A Folha da Roça".
Em 1968, mudou-se para Goiânia, passando a exercer atividades diversas.
Além de seus trabalhos para jornais e revistas, destaca-se o livro "A SOMBRA DO TAMBORIL", publicado em 1980, pela Editora Oriente. Faleceu em Goiânia, com mais de 70 anos de idade.

BASILEU TOLEDO FRANÇA, de Jataí, Goiás, 18.09.l9l9, autor de dezenas de livros, destacando-se, "ROMANCEIRO & TROVAS POPULARES"(1979), "CAVALO DE RODAS"(1979), "CANCIONEIROS E TROVAS DO BRASIL CENTRAL"(1973), "VALE DO RIO CLARO"(1979), "ROMANCE"(1951), "PIONEIROS"(1954), "MÚSICA E MAESTROS"(1962), "ESTUDOS DE EDUCAÇÃO"(1960), "CADEIRA l5"(1971), "CAPANGUEIROS E JAGUNÇOS"(1987), "O SUDOESTE"(1959), "CONTOS, FÁBULAS E FOLCLORE"(1975), "DEPOIMENTO AO MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DA AGL"(1979), "VELHAS ESCOLAS". Foi Docente da Universidade Federal de Goiás e Secretário Estado da Educação, em 1959. Professor, Jornalista, Historiador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Romancista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Academia Goiana de Letras, Cadeira l5, cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho, de que foi fundador Augusto Ferreira Rios. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que foi Presidente, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Associação Paulista de Imprensa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Jataí, interior goiano, a 18 de setembro de 1919. Filho de José de Oliveira França e Luzia Toledo França.
Em 1927, iniciou os estudos com a professora Ana de Barros Cruz.
Em 1931, mudou-se para São José do Rio Preto, São Paulo, com a finalidade de morar com o tio Sebastião Toledo Piza.
Matriculou-se no Ginásio São Joaquim, em 1935, mas concluiu o curso no Instituto de Ciências e Letras de São Paulo, em 1941.
Ingressou na Faculdade de Ciências Políticas e Sociais, do Rio de Janeiro, em 1943.
Casou-se em São José do Rio Preto, em 1945, com a professora Ada Gomes.
Eleito Vereador pela UDN, em 1947. Tornou-se Diretor da Escola e Centro Social do SESC e SENAC, em 1948.
Fundou e construiu o Ginásio São Luis, onde hoje funciona a Faculdade de Direito de São José do Rio Preto, cidade em que também foi Diretor do jornal A NOTÍCIA.
Morou no Rio de Janeiro e em São José do Rio Preto, SP, antes de transferir-se em definitivo para Goiânia (1955). Seu primeiro sucesso literário foi Pioneiros (1954).
Foi diretor do Instituto de Educação de Goiás e mais tarde fundou o Instituto França, em 1956.
Publicou outros livros, todos com muita aceitação, como O Sudoeste (1959); Tentativa de Interpretação (1959); Música e Mestre (1962); Cancioneiros e Trovas do Brasil Central (1974); Contos, Fábulas e Folclore (1975).
Educador por excelência, foi professor da Universidade Federal de Goiás e Secretário da Educação do Estado, em 1959.
É membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 15, eleito em 23 de novembro de 1961, na vaga de Augusto Rios e cujo Patrono é Manoel de Macedo Carvalho.
Em 1964, foi nomeado Diretor do Departamento de Cultura da Universidade Federal de Goiás.
Em 1968, tornou-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, de que também foi Presidente.
Em 1976, Chefiou e Coordenou a Reforma Administrativa da Secretaria de Educação e Cultura de Goiás.
Outros livros publicados, nem sempre são mencionados: “Rio Preto de Ontem”(1947), “Três Instantes de Rio Preto”(1949), “Um Município no Tempo”(1951).
Nele se tem um dos mais sérios pesquisadores de Goiás.
Sobre ele e com o título “BASILEU TOLEDO FRANÇA E O VALE DO RIO CLARO”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Nos últimos tempos tem se dedicado à publicação de livros como “Velhas Escolas”, “Poetisa Leodegária de Jesus”, etc.

BASÍLIO CATALÁ DE CASTRO, de Palmeiras(Chapada Diamantina), Bahia, 07.05.1908, escreveu, entre outros, COCHILOS DE UM SONHADOR(1941), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de Joaquim de Castro Lima(Advogado Provisionado) e Delfina Catalá Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.
Matriculou-se na Escola Presbiteriana de Ponte Nova, interior baiano, margens do Rio Utinga. O Colégio de Ponte Nova, no município de Wagner, Bahia, foi fundado em 1906, pelo Rev. William Alfred Waddell.
Entre 1915 e 1920, estudou em Ponte Nova. Sentindo a vocação ministerial, fez os estudos pré-teológicos no Instituto Gammon, em Lavras (MG), e estudou por três anos no Seminário Presbiteriano do Norte (1923-1925), em Recife (PE), na Rua Demócrito de Souza Filho.
Passou um ano em São Paulo, onde estudou português e literatura com o famoso professor Silveira Bueno, no Mackenzie College, e fez um curso de extensão teológica no Seminário Presbiteriano Independente, tendo sido aluno de Alfredo Borges Teixeira, Epaminondas Melo do Amaral e Otoniel Mota. Foi ordenado pastor no dia 27.11.1927, com 19 anos de idade, pelo Presbitério Bahia- Sergipe, junto com o colega e amigo Otacílio Alcântara. Iniciou o seu ministério em Ponte Nova, onde também foi professor de português, literatura e história.
Casou-se em 9.01.1933, com 25 anos, com Edelvira Regis, membro de uma destacada família presbiteriana de Campo Formoso, na Bahia. Tiveram quatro filhas: Célia (médica), Anete e Sônia (arquitetas) e Gláucia, que não concluiu os estudos em virtude de grave enfermidade, vindo a ser motivo de grandes aflições para o pai.
Basílio também foi pastor no sul da Bahia (Itabuna) e no nordeste do Estado, nos municípios de Bonfim, Campo Formoso, Saúde e Jacobina, tendo o seu campo uma extensão territorial maior que o Estado de Sergipe. Em 1933, com 25 anos, Basílio fundou a Igreja Presbiteriana do Salvador, junto ao Colégio 2 de Julho, no bairro do Garcia, pastoreando-a até ficar incapacitado pela enfermidade. Essa igreja, a segunda a ser organizada na capital baiana, está hoje filiada à Igreja Presbiteriana Unida do Brasil. Foi professor, diretor e capelão do referido colégio, de origem presbiteriana, por cerca de trinta anos. Também foi muito atuante nos concílios da igreja e na imprensa secular.
Em 1941, publicou o livro COCHILOS DE UM SONHADOR, uma resposta ao padre Francisco de Sales Brasil, que havia escrito um libelo contra os protestantes, intitulado Eu Tive um Sonho.
Como parlamentar por dois mandatos na Assembléia Legislativa da Bahia (a partir de 1946), destacou-se pela dignidade de atuação e pela defesa de princípios éticos. Sendo grande orador sacro, foi considerado o príncipe dos pregadores presbiterianos da Bahia. Nos últimos anos da vida, sofreu muito com acessos de asma.
Foi jubilado em 1965, após 37 anos de ministério. Faleceu no Hospital Espanhol, em Salvador, no dia 13.05.1972, com 64 anos de idade. No mesmo ano, foi publicado um livro com alguns de seus sermões, que acaba de vir a lume em segunda edição, sendo introduzido por valiosas reminiscências do seu neto Luiz Humberto Castro de Freitas: SERMÕES (Editora Gráfica da Bahia/Imprensa Metodista).
No dia 8.10.2004, em sessão solene na Faculdade 2 de Julho, foi inaugurada a Biblioteca Basílio Catalá Castro e entregue o prêmio de igual nome ao vencedor de um concurso de monografias sobre o homenageado. D. Edelvira e as filhas ainda vivem na cidade de Salvador.
Um dos seus discípulos mais conhecidos foi o rev. Eudaldo Silva Lima (1909- 1988), ilustre pioneiro presbiteriano em Brasília (DF), também natural da Bahia, que professou a fé com o rev. Basílio em 29 de novembro de 1929, em Ponte Nova, e foi por ele encaminhado nos estudos para o ministério.
Em seu livro ROMEIROS DO MEU CAMINHO, Eudaldo diz o seguinte sobre o seu mentor: "Sempre marcou ele seu ministério de pregador e educador por um otimismo sadio e uma lhaneza de trato que a todos envolvia e a todos cercava de simpatia. Nos problemas e discussões dos Concílios sua atuação era caracterizada pelo bom senso e bom humor, nunca se mostrando irritado nem levantando a voz senão para defender a justiça e o direito".
Por sua carreira brilhante como ministro, educador e homem público, bem como por suas valiosas contribuições à igreja e à sociedade, o rev. Basílio Catalá de Castro será sempre lembrado como um dos grandes vultos do presbiterianismo no Brasil. ( Verbete elaborado por Euzébio Cardozo Neto que é Professor e membro da Igreja Presbiteriana do Brasil).
Basílio Catalã não é analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BASÍLIO DA GAMA(José Basílio da Gama), de São José del-Rei, hoje Tiradentes, Minas Gerais, em 22.07.1740, escreveu, entre outros, O URUGUAI(1769), EPITALAMIO(Poesia-1769), OS CAMPOS ELISIOS(1776), QUITUBIA(Poesia-1791), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel da Costa Vilas-Boas e de Quitéria Inácia da Gama. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com a morte do pai, ainda na primeira infância, passou a ser protegido pelo Brigadeiro ALPOIM. Matriculou-se no Colégio dos Jesuítas e depois foi encaminhado para o Seminário São José, no Rio de Janeiro, vinculando-se à Companhia de Jesus. Com a expulsão dos jesuítas do Brasil, em 1759, Basílio da Gama tomou novos rumos. Entre 1760, com 20 anos de idade, e 1767, viajou para a Itália e Portugal. Em Portugal, na cidade de Coimbra, chegou a fazer aulas de Direito. De lá, foi para Lisboa e depois para Roma. Na capital da Itália, já com 23 anos, em 1763, foi recebido na Arcádia Romana sob o nome de Termindo Sipílio, com a proteção dos jesuítas. Abandonou o curso e voltou para Lisboa, onde foi preso e exilado para Angola, na África. Foi perdoado pelo Marquês de Pombal que o nomeou para a Secretaria do Reino, no lugar de Oficial, depois de ter publicado o poema URUGUAI, em 1769, na Régia Oficina Tipográfica de Lisboa. Com a morte de Pombal, Basílio passou a ser perseguido e teve de regressar ao Brasil. No começo de 1767, com 27 anos, retornou ao Brasil. No fim da vida, foi admitido na Academia das Ciências de Lisboa e publicou o poema Quitúbia (1791) e, de permeio, traduções e alguns versos. Faleceu em Lisboa, Portugal, em 31.07.1795, com 55 anos de idade. É o patrono da Cadeira 4, da Academia Brasileira de Letras, por escolha do fundador Aluísio Azevedo. Sua Cadeira 4, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Basílio da Gama), Fundador Aluisio Azevedo, sendo também ocupada por Alcides Maya, Viana Moog e Carlos Nejar. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BASÍLIO DE MAGALHÃES, de São João Del Rei, Minas Gerais, 14.06.1874, escreveu, entre outros, “A EXPANSÃO GEOGRÁFICA DO BRASIL COLONIAL”(1915), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos do folclore da região, em seu livro “O FOLCLORE NO BRASIL”(1928). Após os estudos primários em sua terra natal povoado de Barroso, seguiu para o Rio de Janeiro, prestando exames perante a Princesa Isabel. Foi tipógrafo dos jornais GAZETA MINEIRA E PÁTRIA MINEIRA. Em Campinas, foi professor de História do Brasil. Em 1924, foi eleito Deputado Federal. Mas também foi Deputado Estadual e Senador. Em seis ocasiões, foi candidato à Academia Brasileira de Letras, mas não se elegeu. Publicou diversas obras, dentre outras, o “DICIONÁRIO TUPI-GUARANI”. Foi Diretor da Biblioteca Nacional e do Instituto de Educação do Rio de Janeiro. Membro do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e das Academias Mineira e Paulista de Letras. Foi Advogado rábula em Campinas. Faleceu em Lambari, Minas Gerais, no dia 14.12.1957. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BATES(HENRY WALTER BATES), de Leicester, Inglaterra, 1825, escreveu, entre outros, “O NATURALISTA NO RIO AMAZONAS”, tradução de C. de Melo-Leitão, São Paulo, 1944, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Esteve no Brasil em 1848 e aqui permaneceu até 1859. Seu livro foi publicado em Londres, em 1863, mas só foi traduzido e publicado no Brasil em 1944. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BATISTA MEDEIROS(João Batista de Medeiros), de Santa Maria, Rio Grande do Sul, 12.02.1933, escreveu, entre outros, APOSENTADORIA-INDEPENDÊNCIA OU MORTE(1985), A SAGA DE ELESBÃO MARTINS(1987), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1969. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Radialista, Publicitário. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


BEATRIZ REGINA LIMA DE MELLO, de Ponta Grossa, Paraná, 12.07.1966, escreveu, entre outros, “NOSSA REALIDADE”(COMENTÁRIOS AO ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE), sem dados biográficos pessoais e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, matriculou-se na Faculdade de Direito, da Universidade Federal do Paraná, onde se formou, tornando-se Advogada. Com 25 anos de idade, em 1991, ingressou no Ministério Público do Estado do Tocantins, mediante concurso público de provas e títulos. Tornou-se Promotora de Justiça da Comarca de Ananás. Foi também titular das promotorias de Formoso do Araguaia, Paranã, Colméia, Dianópolis e Colinas do Tocantins. Esteve substituindo nas promotorias
de Arraias, Natividade, Peixe, Araguacema, Pedro Afonso e Guaraí. Em 1994, tornou-se Curadora Especial da Infância e Juventude. Em 1996, foi Assessora Especial do Procurador Geral de Justiça. Coordenadora do Centro de Apoio às Promotorias de Justiça da Infância e Juventude. Em 1998, foi Chefe de Gabinete do Procurador Geral de Justiça. Assessora para Assuntos da Infância e da Juventude dos Centros Integrados do Ministério Público. No biênio 1996/97 foi Coordenadora Estadual da Associação Brasileira de Magistrados e Promotores de Justiça da Infância e Juventude. Atualmente(2000), é Titular da Primeira Promotoria de Justiça da Infância e Juventude de Palmas. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Confederação Nacional do Ministério Público, de cuja diretoria faz parte. Está também vinculada à Associação das Mulheres de Negócios do Estado do Tocantins, bem como à Associação das Mulheres de Carreira Jurídica e também ao Conselho Estadual dos Direitos da Mulher(CEDIM), de que é Presidente. Nos últimos tempos(2000), foi eleita Presidente da Associação Tocantinense do Ministério Público(ATMP). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BELARDIN DE AMORIM PIMENTEL, de Suaçu(Aracruz), Espírito Santo, 1934. Filho de Oscar Pereira de Amorim e Laura Coutinho de Amorim. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi batizado com dez anos de idade, em 03.09.1944, em Aracruz. Através da instrumentalidade do Pastor Carl Elof Swensom, foi estudar no Colégio Pan Americano de Aimorés, em Minas Gerais, em 1948, com 14 anos. Em 1949, foi para o Colégio Americano Batista de Vitória, Espírito Santo. Em virtude de uma crise entre o Colégio e a Primeira Igreja Batista de Vitória, transferiu-se para o Colégio Estadual, onde terminou o curso de Contabilidade, em 1959, com 25 anos. Seguiu para o Rio de Janeiro, matriculando-se no Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, tendo se formado no dia 02.12.1962. No dia 27.12.1962, com 28 anos, foi consagrado ao Ministério Batista, tornando-se Pastor da Primeira Igreja Batista de Alcântara, no Rio de Janeiro. No dia 01.02.1964, casou-se com Heloisa Helena(filha de Fileu Medeiros e Zaida Ribeiro), com quem tem os filhos Laura Helena, Ana Cláudia e Marcelo. Foi também Pastor da Primeira Igreja Batista de Londrina(Paraná) e da Primeira Igreja Batista de Campo Grande(RJ). Em 27.10.1993, tornou-se Secretário-Geral da Convenção Batista Carioca e depois seu Diretor-Geral. Com o passar do tempo, tornou-se Pastor da Igreja Batista do Jardim Joari. Sobre ele, escreveu excelente matéria o jornalista Utahy Santos, para O JORNAL BATISTA, Rio, 06.11.2005. É referido no livro HISTORIA DOS BATISTAS NO BRASIL(1882-2001), JUERP, 2005, de José dos Reis Pereira. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

BELINHA(Ver Isabel Dias Neves).

BELISÁRIO PENA(Belisário Augusto de Oliveira), de Barbacena, Minas Gerais, 29.11.1868, escreveu, entre outros, “SANEAMENTO NO BRASIL”(1911), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Medicina, pela Faculdade de Medicina da Bahia, em 1890, tornando-se Médico Sanitarista. Saindo do Rio de Janeiro, percorreu o Tocantins. Juntamente com o médico sanitarista Artur Neiva, percorreu o médio e alto Tocantins, então Norte de Goiás, realizando pesquisas especiais sobre o AEDES EGYPTI. Em 1909, alcançou Porto Nacional, nela permanecendo por vários dias. Enquanto Belisário pesquisava o AEDES EGYPTI e o alcoolismo, Neiva pesquisou o “barbeiro”. De ambos, dá notícia o médico sanitarista Júlio Paternostro em seu livro “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicado em 1945, pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo. Na antiga Porto Real ou Porto Imperial, pesquisou o mosquito AEDES AEGYPTI para aprimorar os seus estudos sobre a febre amarela e a malária. Pesquisou também o uso da cachaça, muito comum na população negra de Porto Nacional, incluindo estes estudos no seu livro “O DEMÔNIO DO ALCOOLISMO”. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Intelectual, Idealista, Visionário. Cientista, Sanitarista, Memorialista. Faleceu com 71 anos de idade, na Fazenda Santa Bárbara, no Rio de Janeiro, em 09.11.1939. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BELIZA TEIXEIRA CRISTINA, de Fortaleza, Ceará, 26.11.1962, escreveu, entre outros, RETRATOS PARALELOS(Poemas-2004), junto com Janete Santos e Gislaine Chaves, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde tambem estudou. Graduou-se em Geografia e Letras. Curso de Mestrado em Literatura, pela USFS. Durante doze anos residiu em Florianópolis, Santa Catarina. Transferiu-se para Araguaína, Tocantins, em 2003, onde se tornou, por concurso público, professora de Literatura Portuguesa da Universidade Federal do Tocantins. Sobre seu livro, foi elaborada excelente matéria por Rafael Cruz, no jornal do Waldir Braga, FOLHA DO MARANHÃO DO SUL, de Carolina, de 21.12.2004. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudada, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm.

BELKISS SPENCIERI CARNEIRO DE MENDONÇA, Goiana, de Goiás Velho, 15.02.l928, autora de, entre outros, "A MÚSICA EM GOIÁS"(1980). Doutora em Música. Formada pela Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás, onde se aposentou. Pianista, Musicista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Articulista, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Fundadora do Conservatório de Música da UFG, de que também foi docente. Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Músicos do Brasil, da Associação dos Docentes da UFG, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 3l, cuja Patrona é Eurídice Natal e Silva, de que foi titular Rosarita Fleury. Sócia também da Academia Feminina de Letras e Artes, Cadeira 6, bem como do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás, Academia de Letras e Artes do Planalto, em Luziânia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. Articulista do jornal "O POPULAR", de Goiânia. Presidente da Sociedade Brasileira de Música Contemporânea. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa), em 15 de fevereiro de 1928. Filha de Belmiro Spenzieri e Diana Luiza do Couto.
Iniciou, em 1935, seus estudos com sua avó, Nhanhá do Couto, grande incentivadora da música erudita em Goiás.
Após os estudos primários em sua terra natal, terminou o secundário no Liceu de Goiás e no Liceu de Goiânia.
Concluiu o curso de professora de Piano na Escola Nacional de Música da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro.
Em 1956, fundou, com outras pessoas, o Conservatório Goiano de Música, mais tarde Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás, tendo sido sua diretora até 1977.
Apresentou-se em recitais em Paris, Madri e em Lisboa, em missão do Ministério das Relações Exteriores do governo brasileiro.
É membro da Academia Feminina de Artes e Letras de Goiás e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, na Cadeira 02, tendo como Patronese Maria Angélica do Couto Brandão(NHANHÁ DO COUTO). Seu esposo, Simão Carneiro de Mendonça, foi médico ilustre e professor da Universidade Federal de Goiás.
Na Academia Goiana de Letras, é titular da Cadeira 31, que tem como Patronese Eurídice Natal e Silva, de que foi fundadora Rosarita Fleury.
Aposentou-se como professora do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás.
Tem vários trabalhos publicados sobre música e é articulista especial do jornal O POPULAR, de Goiânia. Faleceu no dia 17.11.2005, em Goiânia, Goiás, com 77 anos de idade.

BENEDITA CRISTÓFOLI (LIMA), de Luz, Minas Gerais, 28.09.1936, escreveu, entre outros, “O DESENHO DO CÉU” (CONTOS), “O REENCONTRO” (ROMANCE), “O MISTÉRIO DAS ROSAS VERMELHAS” (ROMANCE), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Vinculada ao Tocantins, por ter vivido em Porto Nacional. Filha de Silvério Pacheco Lima e Avelina Francisca do Carmo. Na década de 1960, casou-se com Altevir Cristófoli e mudou-se para Campo Mourão, no Paraná. Em 1986, transferiu-se para o então Norte de Goiás. Durante muito tempo, mais de dez anos, quando ainda casada, viveu em Porto Nacional, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Romancista, Cronista, Contista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Idealista, Visionária. Intelectual, Memorialista, Educadora. Já separada, passou a residir em Palmas, Capital do Tocantins, em 1996, de onde retornou para a sua terra adotiva, Campo Mourão. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

BENEDITA GOUVEIA DAMASCENO, de Paracatu, Minas Gerais, 29.06.1950, escreveu, entre outras, POESIA NEGRA NO MODERNISMO BRASILEIRO(1988), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Fez Mestrado em Teoria da Literatura. Mudou-se para Brasília em 1972. Professora, Adida Cultural na Nigéria. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Diretora do Centro de Estudos Brasileiros em Roma. Diretora da Faculdadel de Artes Dulcina de Morais. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Detentora do PRÊMIO FIMIS DE PALERMO, Itália. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

BENEDITO BATISTA PEREIRA, de Princesa Isabel, Paraíba, 10.10.1934, escreveu, entre outros, CANTO OCASIONAL(1985), CULTURA POPULAR MARANHENSE-DO GRAJAÚ AO TOCANTINS(1996), ARPEJOS EM TOM MENOR, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. É encontrado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Mudou-se para Imperatriz em 1963. Antes viveu em Grajaú, Amarante e outras cidades. Foi Diretor do Colégio Ebenézer. Coletor Municipal de João Lisboa. Vereador em várias ocasiões. Secretário de Educação e Cultura de Imperatriz. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 7, tendo como Patrono Zeca Leda. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BENEDICTO SILVA, de Campo Formoso(Orizona), Goiás, 03.04.l9l5, autor de dezenas de livros, entre os quais, "O IMPACTO DE GOIÂNIA E OUTROS ENSAIOS", "O ESTADISTA LEOPOLDO DE BULHÕES", "ORIGEM E EVOLUÇÃO DOS DESCRITORES", "EDITORAÇÃO HOJE", "A ERA DO ADMINISTRADOR PROFISSIONAL", “A ADMINISTRAÇÃO CIVIL NA MOBILIZAÇÃO BÉLICA”, “UMA TEORIA GERAL DE PLANEJAMENTO”, “VOCABULÁRIO ADMINISTRATIVO”, “A REFORMA DO MINISTÉRIO DA FAZENDA”, “DA DOCUMENTAÇÃO À INFORMÁTICA”. Traduziu para o português dezenas de obras, entre as quais, as de Pedro Muñoz Amato: “INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA”, “ORÇAMENTOS”, etc. Diretor do Instituto de Documentação da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro. Professor, Poliglota, Historiador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Registrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 07, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, sendo titular o advogado Inácio Xavier da Silva. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Campo Formoso(Orizona), interior goiano, no dia 03.04.1915. Filho de Minervino Silva e Maria Jerônima Silva.
Em sua terra natal, fez o curso primário e passou a adolescência.
Tornou-se funcionário da Prefeitura Municipal, até que foi chamado para organizar o Serviço de Estatística do Estado de Goiás, em 1932.
Transferiu-se para o Rio de Janeiro, em 1933, tornando-se funcionário público federal, através do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística(IBGE).
Em 1939, formou-se em Ciências Sociais, pela American University, de Washington, nos Estados Unidos.
Retornando ao Brasil, em 1945, torna-se Diretor da Divisão de Aperfeiçoamento do DASP. Em 1946, é escolhido Assessor do Secretário de Assuntos Administrativos das Nações Unidas.
Fundou, junto com outros, em 1952, a Escola Brasileira de Administração Pública vinculada à Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
A partir de 1967, tornou-se Diretor do Instituto de Documentação da Fundação Getúlio Vargas.
Foi Redator Principal do jornal, em edição brasileira, O CORREIO DA UNESCO.
No dia 29 de junho de 1978, com saudação de Bernardo Élis, foi oficialmente empossado na Cadeira 7, da Academia Goiana de Letras, tendo como patrono, o baiano José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, tendo sido titular o advogado Inácio Xavier da Silva.
Sobre ele e com o título “BENEDICTO SILVA E SUA EDITORAÇÃO HOJE”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

BENEDITO FERREIRA MARQUES, de São Luis, Maranhão, l937, escreveu, entre outros, "AS GARANTIAS DO CRÉDITO RURAL E SUAS INDAGAÇÕES JURÍDICAS", "DIREITO AGRÁRIO BRASILEIRO", sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás e da Universidade Federal, nos cursos de Especialização em Direito Agrário e Direito Civil. Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Especialista em Direito Agrário, Direito Civil e Comercial. Vinculado ao Departamento de Direito Privado da Escola de Direito, onde é docente do Curso de Mestrado em Direito Agrário e do Curso de Especialização em Direito Civil. Durante muitos anos, foi advogado do Banco do Brasil em Goiás. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UCG, do Instituto Goiano de Direito Agrário, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BENEDITO FERREIRA (BENEDITO VICENTE FERREIRA), Goiano, de Ipameri, 12.07.l932, escreveu, entre outros, “O PROCESSO DESENVOLVIMENTISTA DO NORTE DE GOIÁS”(1977), "A QUESTÃO FUNDIÁRIA", "CADERNO DE CAMPANHA", "A GUERRA DO DIVÓRCIO", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Industrial e Agropecuarista. Também conhecido como “BENEDITO BOA SORTE”. Presidente da UDN de Goiânia, em 1961. Foi Secretário-Geral da União Democrática Nacional (UDN), em 1962. Deputado Federal, em 1967. Na Câmara dos Deputados, destacou-se como Presidente da Comissão de Desenvolvimento do Centro-Oeste. Em 1970, foi eleito Senador de Goiás, tomando posse em 1971. Tornou-se Vice-Líder da ALIANÇA RENOVADORA NACIONAL (ARENA) e do Governo, no Senado Federal. Senador da República pelo Estado de Goiás, em 1978, eleito pelo Colégio Eleitoral do Estado, no dia 01 de setembro. Advogado, Político. Industrial e Agropecuarista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cutural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro titular de diferentes comissões tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal. Vinculado à Ordem dos Advogados do Brasil e Sociedade Goiana de Pecuária, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Acha-se no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal, de 05.10.1988, terminou por fazer vários investimentos no interior do estado, em cidades como Araguaína e outras. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BENEDITO ODILON ROCHA, Goiano, de Corumbá de Goiás, 07.04.l9l6, escreveu, entre outros textos, o livro "50 ANOS DE POESIA"(1988). Seus filhos Hélio Rocha, Reinaldo Rocha, Ana Cláudia Rocha e Eduardo Rocha tornaram-se também respeitáveis jornalistas. Maria das Graças, Laila e Beatriz Rocha formaram-se professoras. Edgar Rocha tornou-se médico e Paulo Rocha formou-se engenheiro. Foi membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura. Jornalista, Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Cronista. Contista, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Faleceu em 02 de julho de 1990, enquanto sua esposa Ana Vale Rocha morreu oito anos depois, em 1998, com 75 anos de idade. Inserido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan e na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente, bem como no livro CONTOS E NOVELAS, de Graciliano Ramos. Faleceu em Goiânia, no dia 02 de julho de 1990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nasceu em Corumbá de Goiás, no dia 7 de abril de 1916. Filho de Francisco da Silva e de Eudóxia das Dores Rocha.
Iniciou, em 1922, os estudos primários com sua mãe, concluindo na Escola Pública Estadual do Sexo Masculino, com a professora Ovídia da Costa Campos.
Em 1929, tornou-se aluno interno do Ginásio Anchieta de Bonfim(Silvânia), onde funda, juntamente com Hélio Araújo Lobo, o jornal “VOZ JUVENIL”.
Entre seus professores de literatura, na época, estava Vítor Coelho de Almeida.
Já formado, retornou à sua terra natal, em 1937, tornando-se professor da Escola Pública Estadual e do Grupo Escolar João Mendes.
Em 1939, foi nomeado Secretário da Prefeitura Municipal de Corumbá de Goiás, casando-se no dia 15 de julho do mesmo ano, com Ana Valle.
Assumiu, em 1940, o cargo de Delegado Municipal de Recenseamento. Nos anos seguintes, deixa o magistério e a Prefeitura, fazendo-se comerciante de “secos e molhados”.
Em 1947, foi eleito Prefeito Municipal de Corumbá de Goiás, renunciando ao cargo em maio de 1950, quando se mudou para Goiânia.
Já na Capital do Estado, tornou-se funcionário do Ministério da Agricultura e da Faculdade de Filosofia, fundada por Dom Emanuel Gomes de Oliveira.
Em 1952, com 36 anos de idade, concluiu o curso científico no Atheneu Dom Bosco, de Goiânia.
Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, em 1957, na Faculdade de Direito da Rua 20, hoje pertencente à Universidade Federal de Goiás.
Em 1964, tornou-se Assessor Jurídico da Delegacia Federal de Agricultura, em Goiás, aposentando-se nesta função no dia 12 de agosto de 1988.
No dia 25 de maio de 1990, foi empossado na Cadeira 17, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998) ocupada por Antônio José de Moura.
Faleceu em Goiânia, no dia 02 de julho de 1990, enquanto sua esposa Ana Valle Rocha, morreu oito anos depois, em 1998.
Um de seus contos, foi publicado no livro de Graciliano Ramos “ANTOLOGIA, CONTOS E NOVELAS”, 3º volume.

BENEDITO PEREIRA DA SILVA(Maestro Ditinho), Goiano, de Pirenópolis, l9l3, escreveu, entre outros, "QUATRO HISTÓRIAS PARA AS HORAS DE LAZER", sem dados biográficos no livro. Foi maestro da Banda Lira de Prata de Santana, em Anápolis, Goiás, para onde se transferiu ainda jovem, procedente da antiga Meia-Ponte, hoje Pirenópolis. Músico, Escritor, Contador de estórias. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Consignado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias instituições culturais, sociais e filantropicas, entre as quais, Academia Anapolina de Letras e Artes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira, bem como em ANÁPOLIS-SUA VIDA, SEU POVO, de Haydée Jayme Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido na cidade de Pirenópolis, Estado de Goiás, a 10 de fevereiro de 1913. Filho de Antônio Pereira da Silva e de Joaquina de Pina e Silva. Conforme alguns autores, seria filho de Fernando Teixeira da Silva e Maria Cândida de Jesus.
Em 1921, matriculou-se na Escola Pública Estadual de Pirenópolis. Concluiu o curso primário em novembro de 1925.
Não existindo ainda o ginásio em Pirenópolis, foi aprender música com o mestre Propício e a profissão de Alfaiate, com Joaquim da Rocha.
Em 1927, matrículou-se numa Escola Secundária que fechou em 1929, antes que os alunos terminassem o curso.
Em 1930, terminou os estudos de música e passou a tocar clarineta na Banda Fênix. Convocado para servir o Exército, em outubro de 1936, transferiu-se para a cidade de Campo Grande, no Mato Grosso, até 1937, quando deu baixa.
Retornou a Pirenópolis, em 1938, montando a sua alfaiataria, com a qual pretendia sobreviver.
No dia 8 de dezembro de 1939, casou-se com Rita Gomes da Silva, com quem teve diversos filhos. Em 1950, passou a trabalhar na Agência de Estatística de Pirenópolis, sendo nomeado logo a seguir.
Foi transferido, em 1951, para a Agência de Estatística de Anápolis, vendendo a alfaiataria e a casa residencial em Pirenópolis.
Fundou, em 1954, a Banda do Colégio Estadual de Anápolis. Em 1958, organizou, juntamente com o Monsenhor João Olímpio Pitaluga, a "Corporação Musical do Bom Jesus" que durou três anos.
Em 1961, organizou e passou a dirigir a Banda "Lira de Prata de Santana", depois regida pelo Maestro Sizenando Gonzaga Jaime.
Em 1975, aposentou-se do Serviço Público no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 10 de setembro de 1982, recebeu o título de Cidadão Anapolino. Músico, compositor e poeta trovador, escreveu também dobrados, marchas, hinos, valsas e sambas.

BENEDITO RODRIGUES, de Burgos, Espanha, l920, escreveu, entre outros, "RECORDAÇÕES", sem dados biográficos no livro. Padre em Goiás. Escritor‚ Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIAS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BENEDITO SILVA DE SOUZA, de Cumari, Goiás, l938, escreveu, entre outros, "COMENTÁRIOS ÀS LEIS QUE INTRODUZEM MODIFICAÇÕES NO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL", sem referências biográficas no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Juiz de Direito no interior goiano. Professor Universitário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Jurista, Orador, Juiz de Direito. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Membro da Associação dos Magistrados de Goiás(ASMEGO), além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BENEDITO SOARES DE CAMARGO JÚNIOR, Goiano, de Goiás Velho, l926, escreveu, entre outros, "AULAS DE MEDICINA LEGAL", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Aristóclides Teixeira e notas de orelha de Anatole Ramos, Mendonça Rolin, Jorge de Souza Lima e João Joaquim Coelho. Médico. Doutor em Direito pela Faculdade de Direito de Goiás. Livre-Docente de Medicina Legal. Titular do Departamento de Medicina Legal da Universidade Federal de Goiás. Ex-Diretor do Centro de Saúde de Goiânia. Antigo Chefe do Posto de SAMDU, da Capital. Ex-Médico da Organização de Saúde do Estado de Goiás(OSEGO). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, além de várias outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Medicina Legal, Sindicato dos Médicos, Federação dos Hospitais e Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BENEDITO VAZ, Goiano, de Ipameri, l9l3, escreveu, entre outros, "PARECERES, PROJETOS E DISCURSOS", sem dados biográficos no livro. Professor, Advogado, Jornalista do jornal IPAMERI(l943). Político, Deputado Federal pelo Estado de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Membro do Bloco Parlamentar Mudancista que apoiava a construção de Brasília, na Câmara Federal. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e históricos entre os quais, OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BENITO AMARAL(Benito Mussolini do Amaral), de Luzilândia, Piauí, 10.03.1935, escreveu, entre outros, ESTÁ FICANDO DIVERTIDO(1981), MIOLO DE POTE(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Administração. Mudou-se para Brasília em 1972. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BENJAMIM DA LUZ VIEIRA, Goiano, de Goiás Velho, l89l, escreveu, entre outros, "DELITOS DE CONTAMINAÇÃO", sem dados biográficos no livro. Jornalista, Juiz de Direito, Desembargador. Foi Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira, bem como em PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 23 de novembro de 1891. Filho de Miguel Vieira e de Virgínia da Luz Vieira.
Iniciou, em 1899, os estudos primários em sua terra natal, concluindo o “curso de humanidades” no Liceu de Goiás.
Seguiu para São Paulo, matriculando-se na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, onde se formou no ano de 1915.
Retornando à terra natal, estabeleceu-se como Advogado.
No Governo do Presidente de Goiás, Desembargador João Alves de Castro, foi Secretário do Interior e Justiça, bem como Chefe de Polícia.
Chegou a ser Desembargador e Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás, mas a Revolução de 1930, cassou a sua nomeação, voltando à condição de Advogado.
No Governo do Interventor Federal Pedro Ludovico Teixeira, foi Secretário de Justiça, a ele cabendo referendar o Decreto de mudança da Capital para Goiânia.
Professor da Faculdade de Direito de Goiás, foi também Deputado Federal, exercendo o mandato até o golpe de 1937.
Em 1938, foi nomeado professor da Faculdade de Direito, da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, onde também foi Advogado do Instituto de Resseguros do Brasil.
Residia no Regina Hotel, no Rio de Janeiro, quando faleceu no ano de 1947.

BENJAMIM FRANKLIN DE RAMIZ GALVÃO (B.F.RAMIZ GALVÃO), de Rio Pardo, Rio Grande do Sul, 16.06.1846, escreveu, entre outros, “SUBSÍDIOS PARA A HISTÓRIA DA CAPITANIA DE GOIÁS” (1870), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins por ter visitado e estudado o antigo norte de Goiás, especialmente cidades como Arraias, Natividade, Porto Nacional, etc. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, formando-se Médico em 1868, quando tinha 22 anos de idade. Apaixonado pelo interior do Brasil, partiu para São Paulo, Minas Gerais e Goiás. Da antiga Capital, Vila Boa(Goiás Velho), viajou em lombo de burro para o norte goiano, percorrendo cidade antigas, de Taguatinga a Porto Nacional, no hoje Estado do Tocantins. Retornando ao Rio de Janeiro, dedicou-se à medicina e ao magistério. Fez várias viagens à europa e tornou-se estudioso da lingua grega. Foi membro do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil, no Rio de Janeiro, tendo sido um de seus oradores. Publicou dezenas de obras, entre as quais, “MEMÓRIA HISTÓRICA DA FACULDADE DE MEDICINA DO RIO DE JANEIRO” e “BIBLIOTECAS EUROPÉIAS”. É mencionado em diferentes livros, dentre outros, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO DE ESCRITORES MÉDICOS”, de Orsini Carneiro Giffoni. Faleceu no Rio de Janeiro, em 09.03.1938. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BENTO ALVES ARAÚJO JAYME FLEURY CURADO, Goiano, de Goiás Velho, 31.08.1969, escreveu, entre outros, "MEMÓRIA TRINDADENSE-LEGADO PARA A HISTÓRIA DE GOIÁS", "SER(TÃO) GOIANO"(1998), sem dados biográficos nos livros, este, com prefácio de Marilda de Godoi Carvalho e observações de Edla Pacheco Saad. Publicou também “ITINERÁRIO DE CINZAS”. Filho de Geraldo de Araújo e Luzia Jayme. Estudos primários em Turvânia e secundário em Trindade. Formado em Letras, pela Universidade Federal de Goiás. Fundador e Primeiro Presidente da Academia Trindadense de Letras, Ciências e Artes(1990). Fundou também o MUSEU DA MEMÓRIA DE TRINDADE. Professor da Rede Pública e particular. Historiador, Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Formado em Letras. Funcionário Público Municipal. Residente em Trindade, Goiás. Casado com Lizenor Lizete Meireles Lewergger. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BERECIL GARAY CORREA, de Passo Fundo, Rio Grande do Sul, 28.01.l928, entre outros, escreveu, "TEMPO DE MUSA", "DIA DE VENTO", "CANTEIRO DE IDÉIAS", “MORDIDAS NO MINGAU", sem dados biográficos nos livros. Residente em Goiânia, Goiás, durante muito tempo, como funcionário do Banco do Brasil. Formado em jornalismo. Mudou-se depois para Brasília. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Editor, Livreiro. Pintor, Professor. Jornalista, Bancário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Literato, Produtor Cultural, Intelectual. Pensador, Ativista, Educador. Cronista, Contista, Administrador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Como teatrólogo, teve várias de suas peças encenadas. Membro da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Nacional de Escritores, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Autores Teatrais. Presente na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990 e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Na Capital Federal, era proprietário da Livraria “OURO VELHO”. Faleceu em Brasília, onde residia, no dia 25 de setembro de 1996. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BERNARDINO GRANJA CAMPOS, Pernambucano, de Araripina, 11.03.l943, escreveu, entre outros, "CHÃO QUENTE", com posfácio de Brasigois Felício e contra-capa de Gabriel Nascente. Publicou também “A VIDA DE WALDIK SORIANO”, pela Editora Codecri, do Rio de Janeiro. Filho de Álvaro Campos e Honorina Granja Campos. Formou-se em Letras Vernáculas, pela Universidade Federal de Goiás. Foi Presidente do Centro dos Professores de Goiás, da Associação dos Professores do Estado de Goiás. Jornalista, Professor. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Literato. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BERNARDO ALMEIDA (BERNARDO COELHO DE ALMEIDA), de São Bernardo do Parnaiba, Maranhão, 13.06.1927, escreveu, entre outros, LUZ! MAIS LUZ!(Poemas, 1954), A GENESE DO AZUL(Poemas, 1955), GALERIA(Crônicas), A ÚLTIMA PROMESSA(Romance), BEQUIMÃO(Romance), ÉRAMOS FELIZES E NÃO SABÍAMOS(Crônicas), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos produzidos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1938, com 11 anos de idade, mudou-se para São Luiz, passando a estudar, como seminarista, no Seminário de Santo Antônio, de onde passou ao Colégio Maranhense dos Irmãos Maristas. Transferiu-se de São Luís para Parnaíba-PI e depois para Fortaleza-CE, onde continuou os estudos, mas só concluiu o curso secundário, no Liceu Maranhense, em São Luís. Foi ao Rio de Janeiro, porem voltou ao Maranhão, dedicando-se também à política, tendo sido Deputado em 3(três) legislaturas. Escritor, poeta, romancista e cronista. Jornalista, iniciou-se na imprensa, escrevendo no Jornal do Povo, tendo escrito em outros jornais como em O Imparcial, onde semanalmente assinava uma crônica na seção “Ponto de Prosa”. Atuou, também, nos jornais O Estado do Maranhão e Jornal Pequeno. Suas crônicas, eram lidas num programa da Rádio Difusora, ao meio-dia, “Difusora Opina”, em algumas delas escritas, para esse programa, pelo saudoso jornalista Válber Pinheiro. No Rio de Janeiro e em Volta Redonda, trabalhou na Companhia Siderúrgica Nacional. Em 1950, de volta a São Luís, participa da campanha política das Oposições Coligadas. Foi deputado estadual por três legislaturas, uma voz eloqüente na tribuna. Gerencia a Tipografia São José, em 1955, quando trouxe de volta ao público o jornal O Maranhão. Fundador da revista Legenda. Durante muitos anos trabalhou na Rádio Difusora e, posteriormente, na TV Difusora. Foi adido cultural na Embaixada do Brasil, no Peru, professor do Centro de Estudos Brasileiros de Lima. Presidente da Fundação Cultural do Maranhão, sub-chefe do Gabinete Civil do Governo João Castelo, membro do Conselho de Contas dos Municípios e da Academia Maranhense de Letras. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001(5 volumes, 6.211 páginas) e nem é suficientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse. É referido no livro A POESIA MARANHENSE NO SÉCULO XX(Rio de Janeiro, IMAGO, 1994), de Assis Brasil. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Faleceu em 1996, com 69 anos de idade. Tem seu nome o CENTRO DE ENSINO MÉDIO BERNARDO COELHO DE ALMEIDA.

BERNARDO ANTÔNIO DE FARIA ALBERNAZ, de Jaraguá, Goiás, 1847, editou, entre outros, o jornal "GOIÁS", na antiga capital do Estado. Considerado por Moisés Santana, in VULTOS E FATOS DE GOIÁS, como "um dos melhores escritores goianos", embora bem o soubesse Moisés Santana, não tivesse ele produzido nenhum livro. Escritor, Ensaísta, Jornalista. Coronel, Político, Orador. Pensador, Articulista, Literato. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Governador do Estado de Goiás, nomeado pelo Presidente da República Marechal Deodoro da Fonseca, em 1891. Deputado Estadual, Deputado Federal, Secretário do Interior e Justiça. Entre 1900 e 1901, tornou-se Presidente do Estado, cargo também correspondente ao de Governador. Secretário da Instrução(Educação), bem como Secretário da Indústria e Obras Públicas. Encontra-se no livro PRESIDENTES E GOVERNADORES DE GOIÁS, de Joaquim Carvalho Ferreira e ainda em FAMIÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Jaraguá, Goiás, no dia 22 de outubro de 1847.
Iniciou, em 1855, os estudos primários em sua terra natal, completando-os no Liceu de Goiás, em Vila Boa, a antiga Capital.
Por motivos familiares deixou os estudos, dedicando-se ao comércio, atividade em que fez fortuna.
No regime imperial, exerceu muitos cargos na Província de Goiás, especialmente na Assembléia Provincial.
Em 1890, foi nomeado pelo Presidente Deodoro da Fonseca, Governador do Estado de Goiás, exercendo a função até março de 1891.
Foi eleito Deputado Estadual em 1892, tendo sido também Intendente da Capital e Secretário do Interior e Justiça, bem como Diretor do Liceu de Goiás, na antiga Capital.
Exerceu o cargo de Presidente do Estado, em substituição a Urbano de Gouveia, até a posse de José Xavier de Almeida que havia sido eleito em 1901.
Faleceu, em Goiás Velho, no dia 18 de abril de 1922.

BERNARDO ÉLIS FLEURY DE CAMPOS CURADO, Goiano, de Corumbá de Goiás, 15.11.l9l5, autor de dezenas de livros, entre os quais, "O TRONCO"(1956),"ERMOS E GERAIS"(1944), "PRIMEIRA CHUVA"(1955), "VERANICO DE JANEIRO"(1966), "CAMINHOS DOS GERAIS"(1975), "CAMINHOS E DESCAMINHOS" (1965), "MARECHAL XAVIER CURADO, CRIADOR DO EXÉRCITO NACIONAL"(1973), "AS TERRAS E AS CARABINAS", "ANDRÉ LOUCO"(1978), "DEZ CONTOS ESCOLHIDOS", "CHEGOU O GOVERNADOR", "JECA-JICA"(1986), "GOIÁS EM SOL MAIOR"(1985), "APENAS UM VIOLÃO"(1984), "OS ENIGMAS DE BARTOLOMEU ANTONIO CORDOVIL"(1980), "DESEMPENHO DAS ACADEMIAS DE LETRAS NO BRASIL", "VILA BOA DE GOIÁS: ESTUDOS SOCIAIS"(1979). Seu vínculo com o Tocantins, deve-se ao fato de ter escrito o romance “O TRONCO”, publicado pela primeira vez em 1956 e hoje com várias edições, focalizando a briga de São José do Duro, hoje Dianópolis, entre a polícia militar de Goiás e a família do Coronel Abílio Wolney. O romance, como se sabe, terminou por se transformar em filme, dirigido por João Batista de Andrade, tendo, entre outros artistas, o ator Antônio Fagundes que fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama. Quando tinha 22 anos de idade, em 1937, esteve em Pedro Afonso, no hoje Estado do Tocantins. Não conseguindo realizar o seu intento, de bom emprego público, dirigiu-se para Goiânia, tornando-se Secretário da Prefeitura Municipal e iniciando ali a sua carreira literária. Professor, Jornalista, Advogado. Diretor do Instituto Nacional do livro, em Brasília. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Poeta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Destacado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi professor da Escola Técnica Federal e da Universidade Federal de Goiás. Membro do Conselho Federal de Cultura, da Associação Nacional de Escritores, da Academia Goiana de Letras, Cadeira l8, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto, de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu presidente e do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Foi eleito para a Academia Brasileira de Letras na Cadeira 01, concorrendo com o Ex-Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Estudado no livro DIMENSÕES DA LITERATURA GOIANA, de José Fernandes. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Acha-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



Nascido em Corumbá de Goiás, a 15 de novembro de 1915. Filho de Érico José Curado e de Marieta Fleury Curado.
Transferiu-se para Goiás Velho, em 1921, estudando no Grupo Escolar de Vila Boa e depois com o professor Alcides Ramos Jubé, em 1929.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, em 1930, passando a interessar-se por literatura, quando também faz o Tiro de Guerra.
Em 1934, publicou o poema "A Chaminé", no jornal que havia fundado "O Liceu".
Designado Escrivão de Polícia de Anápolis, em 1936, mudou-se para esta cidade, onde continuou a escrever poemas e histórias, imaginadas a partir de "A Bagaceira", de José Américo.
Após trabalhar no Cartório do Crime em Corumbá, dirigiu-se para Pedro Afonso, Norte de Goiás, em 1937, onde tentou viver com um cargo político, na Inspetoria da Fazenda, sob a administração do político José de Souza Porto.
De lá, devidamente recomendado, foi para Goiânia como Secretário da Prefeitura Municipal, em 1939.
No ano seguinte, matriculou-se na Faculdade de Direito e publicou alguns contos na revista "O Malho", do Rio, bem como trabalhou na revista “OESTE”, em 1942.
Em 1944, lançou "Ermos e Gerais", pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, PRÊMIO que havia sido instituído pelo primeiro Prefeito de Goiânia, Professor Venerando de Freitas.
No mesmo ano, casou-se em Morrinhos, com Violeta Metran, de quem se separou muito posteriormente.
Bacharel em Direito, em 1945, participou do 1º Congresso de Escritores na cidade de São Paulo, tornando-se nesse mesmo ano, professor da Escola Técnica Federal de Goiânia.
Em 1947, tomou posse na Academia Goiana de Letras, na Cadeira nº 18, cujo Patrono é Olegário Herculano da Silveira Pinto e de que foi fundador Francisco Ferreira dos Santos Azevedo, sendo hoje(1998) ocupada por Miguel Jorge.
Está vinculado ao Estado do Tocantins, pelo fato de ter contado a história da Quinta-Feira sangrenta, ocorrida em São José do Duro, hoje Dianópolis, em seu famoso romance “O TRONCO”, depois transformado em filme.
Eleito Presidente da Academia Goiana de Letras, em 1964.
Pelos seus livros, recebeu o "Prêmio José Lins do Rego", "Prêmio Jabuti", "Prêmio Afonso Arinos", "Prêmio Sesquicentenário", etc.
Em 1975, a 10 de dezembro, tomou posse na Cadeira nº 01, da Academia Brasileira de Letras, depois de derrotar o mais forte candidato-Juscelino Kubitschek de Oliveira- com saudação de Aurélio Buarque de Holanda Ferreira.
Entre seus livros, destacam-se, "A Terra e as Carabinas", "Primeira Chuva", "O Tronco", "Caminhos e Descaminhos", "Veranico de Janeiro", "Caminhos dos Gerais", "Seleta de Bernardo Élis", etc.
Novamente casado, passou a residir em Brasília, trabalhando no Instituto Nacional do Livro, de onde retornou, algum tempo depois, para Goiânia.
Após ter sido Presidente da Fundação Cultural Pedro Ludovico Teixeira, Órgão do Governo Estadual, na Gestão do Governador Maguito Vilela, faleceu, em Goiânia, no dia 30 de novembro de 1997, tendo sido enterrado no MAUSOLÉU DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, no Rio de Janeiro.
Sobre ele e com o título “BERNARDO ÉLIS EM ERMOS E GERAIS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Apesar da polêmica sobre o conteúdo do romance “O TRONCO” que, inclusive, já teve mais de dez edições, Bernardo Élis tem o mérito de ter sido até hoje(2000), o ÚNICO GOIANO membro da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site wwww.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm. Foi casado também com Maria Carmelita, com quem viveu de 1981 até sua morte em 30.11.1997 e que é a responsável pelo espólio literário de Bernardo Élis.

BERNARDO GUIMARÃES(Bernardo Joaquim da Silva Guimarães), de Ouro Preto, Minas Gerais, 15.08.1825, escreveu, entre outros, CANTOS DA SOLIDÃO(Poesia-1852), O ERMITÃO DE MUQUEM(Romance-1868), LENDAS E ROMANCES(Novela-1871), O GARIMPEIRO(Romance-1872), HISTORIAS DA PROVINCIA DE MINAS GERAIS(1872), FOLHAS DE OUTONO(Poesia-1883), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Joaquim da Silva Guimarães e Constança Beatriz de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Dos 4 aos 16 anos viveu em Uberaba e Campo Belo, Minas Gerais. Antes dos 17 estava de volta a Ouro Preto, onde terminou os preparatórios. Participou, em 1842, da revolução liberal, lutando ao lado dos legalistas. Matriculou-se, em 1847, com 22 anos de idade, na Faculdade de Direito de São Paulo, onde se tornou amigo íntimo e inseparável de Álvares de Azevedo e Aureliano Lessa. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, nos exames de segunda época, no começo de 1852, com 27 anos. Exerceu o cargo de juiz municipal e de órfãos de Catalão, em Goiás, entre 1852 e 1854, onde escreveu O ERMITÃO DE MUQUEM OU HISTORIA DA ROMARIA DE MUQUEM NA PROVINCIA DE GOIAS, publicado em 1868. Entre 1861 e 1864, voltou a Catalão, já como Juiz de Direito. Morou em Catalão, na mesma casa em que vivera por algum tempo, o Poeta Fagundes Varela. Na mesma época, fez jornalismo e crítica literária no Rio de Janeiro. Em 1864-65, de novo, o poeta voltou para o Rio de Janeiro, onde publicou o volume POESIAS(1865). Fixou-se, a partir de 1866, em Ouro Preto, onde foi nomeado Professor de Retórica e Poética no Liceu Mineiro. Casou-se em 1867, com Teresa Maria Gomes, com quem teve oito filhos. Como foi extinta a cadeira de Retórica e Poetica, Bernardo Guimarães viu-se, já casado, sem colocação. Entre 1869 e 1872 escreveu várias obras. Em 1873, foi nomeado Professor de Latim e Francês em Queluz, hoje Lafayette, Minas Gerais. Em 1875, com 50 anos, publicou o romance A ESCRAVA ISAURA que se tornou a mais popular das suas obras. Dedicando-se inteiramente à literatura, escreveu ainda quatro romances e mais duas coletâneas de versos. A visita de Dom Pedro II a Minas Gerais, em 1881, deu motivo a que o Imperador prestasse expressiva homenagem a Bernardo Guimarães, a quem admirava. Magistrado, jornalista, professor, romancista e poeta. Faleceu em Ouro Preto, Minas Gerais, no dia 10.03.1884, com 59 anos de idade. É o patrono da Cadeira 5 da Academia Brasileira de Letras, por escolha de Raimundo Correia. Sua Cadeira 5, na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo, Bernardo Guimarães), Fundador Raimundo Correia, sendo também ocupada por Osvaldo Cruz, Aloísio de Castro, Candido Mota Filho, Rachel de Queiroz e José Murilo de Carvalho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BERNARDO JOSÉ RODRIGUES(Manuel Goiano), Carioca, do Rio de Janeiro, 13.03.l908, escreveu, entre outros, "UM CONSULTÓRIO NA ROÇA"(1968), "O DISCURSO DO PÁRIA"(1969), "ARIGOPÊTAS E ARIGOPATOS GOIANOS"(1963). Médico, Filantropo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Cronista, Contista, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Administrador. Ficcionista, Conferencista, Poeta. Distinguido nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETA E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Anapolina de Letras e Artes, do Conselho Regional de Medicina, da Sociedade Brasileira de Escritores Médicos e da Associação Médica de Anápolis, de que também foi seu presidente e um dos fundadores, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, bem como em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nasceu no Rio de Janeiro, a 13 de março de 1908. Após os cursos fundamentais, formou-se em Medicina, pela Faculdade de Medicina da cidade natal, em 1934.
Casou-se em 1937, mudando-se para Goiás e fixando residência em Anápolis.
Durante muitos anos residiu em Portugal, onde iniciou sua carreira literária. Visitou a África e conheceu as colônias portuguesas. Na sua juventude, estudou no Colégio Dom Pedro II, do Rio.
De cultura invulgar, falava e escrevia Alemão, Francês, Espanhol e Latim, entre outras. Ganhou vários prêmios literários.
Em 1963, publicou o livro "Arigópêtas e Arigópatos", referindo-se ao curandeirismo de Zé Arigó.
Lançou pela Saraiva, em 1968, "Um Consultório na Roça", cuja 2º Edição foi tirada pela Gráfica Walt Disney, em 1982.
Sob o pseudônimo de Manuel Goiano, lançou também em 1969 o "Discurso do Pária".
Na década de 40, fundou o Hospital Divino Padre Eterno de Anápolis, ainda hoje existente.
Participou de diversos Simpósios, Congressos e Conferências nacionais e internacionais, destacando-se o II Simpósio Brasileiro de Quimioterapia em Belo Horizonte, em 1963; Segunda Jornada Brasileira de Cancerologia, no Rio de Janeiro, entre outros.
Recebeu, em 1974, o Título de Cidadão Anapolino, outorgado pela Câmara Municipal. Foi agraciado com o Diploma de Honra ao Mérito, concedido pela Associação Médica de Anápolis.
Na Academia Anapolina de Letras ocupa a Cadeira 05, cujo Patrono é Antônio Americano do Brasil.
Pertence também a diversas entidades culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores, seção de Goiás; Sociedade Brasileira de Escritores Médicos, Associação Médica de Anápolis, de que também foi Presidente.
Faleceu em Anápolis, Goiás, onde deixou numerosa prole, no dia 18.04.1987.

BERNARDO SAYÃO (Bernardo Sayão Carvalho de Araújo), Carioca da Tijuca, no Rio de Janeiro, 18.06.1901, escreveu, entre outros, “APONTAMENTOS DA BR. 014(BELÉM-BRASÍLIA)”, sem dados biográficos. Vinculado ao Tocantins, por ter construído a principal estrada que corta o Estado de norte a sul e nela ter falecido, a BELÉM/BRASÍLIA. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se na Escola Superior de Agronomia de Belo Horizonte, Minas Gerais, onde se formou Engenheiro Agrônomo, em 1923. Tornou-se praticante de futebol e remo. Casou-se, em 1925, em Belo Horizonte, com Lídia Pimentel, com quem teve as filhas Lais e Lea Sayão, indo morar na Fazenda Santa Clara, no Paraná. Retornou ao Rio de Janeiro, em 1932, quando participou da Revolução. Veio conhecer Goiás pela primeira vez em 1939, fazendo a viagem de Jeep, com as duas filhas. Com a morte de Lídia em 1936, casou-se novamente em 1941, com Hilda Fontenele Cabral, com quem teve os filhos Bernardo Filho, Fernando Sayão e Lia Sayão. Por nomeação de Getúlio Vargas, em 1941, tornou-se Diretor da Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG), no Rio das Almas, hoje Ceres, Goiás. Com seu trabalho de projeção internacional, tornou-se Vice-Governador de Goiás, eleito em 1954, chegando a ser Governador por três meses. Durante muito tempo residiu em Anápolis, Goiás, na “CHÁCARA DO DOUTOR JAMES FANSTONE”. Convocado pelo Presidente Juscelino, construiu o primeiro aeroporto de Brasília, o Vera Cruz e o primeiro cruzeiro, onde seria rezada a primeira missa da futura capital do Brasil. Foi Diretor-Executivo da NOVACAP. Novamente chamado por Juscelino, iniciou a construção da Rodovia Belém-Brasília, em 1956, com duas turmas de trabalho, uma iniciando em Belém e a outra em Brasília, quando percorreu metro por metro, os mais de dois mil quilômetros da Rodovia que passa pelo Distrito Federal, Goiás, Tocantins, Maranhão e Pará. Quando faltavam 15 dias para que as duas turmas se encontrassem nas proximidades de Açailândia, Maranhão, foi acidentado pelo tronco de uma árvore que o levou à morte. Faleceu no dia 15 de janeiro de 1959, sendo sepultado em Brasília, no cemitério por ele demarcado. Sua filha, Léa Sayão, EX-DEPUTADA FEDERAL POR GOIÁS(suplente 1974) escreveu em 1964, o livro “MEU PAI, BERNARDO SAYÃO”, de excelente valor histórico. Léa Sayão faleceu em Brasília em 1996. Quanto a Bernardo Sayão, a rodovia BELÉM-BRASÍLIA, também chamada BR-014, passou a ter o seu nome, embora ninguém a conheça como tal. Mencionado em todos os livros que tratam de Brasília e do Norte Goiano, atual Estado do Tocantins, entre os quais, BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR, de Otávio Barros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BEROCAN LEITE (Ver Ubirajara Berocan Leite).

BERTRAND OLÉRIS (FREI), de Toulouse, França, 1870, escreveu, entre outros, “RETIRADA DE PORTO NACIONAL”, sem dados biográficos. Após os estudos primários, secundários e teológicos em sua terra natal, no Convento dos Dominicanos de Toulouse, foi ordenado sacerdote e veio para o Brasil, estabelecendo-se em Porto Nacional.

Como Educador que era, foi Professor de Francês, do escritor tocantinense de Pium, Eli Brasiliense Ribeiro. Foi Superior do Convento de Porto Nacional de 1930 a 1938. Diretor da Escola Normal São Tomás de Aquino, ao lado do Frei Gil Gomes Leitão.

Professor, Poliglota, Ensaísta. Espiritualista, Memorialista, Intelectual. Educador, Idealista, Visionário.

Quase paralítico, em virtude de um reumatismo nas pernas, deixou Porto Nacional no dia 25 de janeiro de 1938, exatamente na hora em que a cidade estava sendo atacada pelo grupo dos “barbosas”, daí o seu texto “A Retirada de Porto Nacional”. Os Dominicanos haviam fechado o Convento de Porto Nacional e se transferiram para o Sul do País.

É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. É também tratado como Bertrando Ollieres, no livro “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”, dos padres Pedro Pereira Píagem e Cícero José de Souza.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 27, cujo 1º Titular foi Eli Brasiliense Ribeiro, sendo hoje ocupada pelo escritor José Francisco da Silva Concesso, natural de Espera, Minas Gerais, mas residente em Araguaína, Tocantins.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

BETÚLIA MACHADO, escreveu, entre outros, "ARTE HOJE-O PROCESSO EM GOIÁS VISTO POR DENTRO", sem dados biográficos no livro, junto com José Peixoto da Silveira Júnior(PX da Silveira). Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Cronista, Contista, Educadora. Ficcionista, Conferencista, Oradora. Fotógrafa. Notabilizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BETO LEÃO (LINDOBERTO PEREIRA DA SILVA), Goiano, da Capital, 24.07.l958, escreveu, entre outros, "GOIÁS-NO SÉCULO DO CINEMA"(1996), juntamente com Eduardo Antônio de Souza Benfica, orelha de Lisandro Nogueira, prefácio de Hélio Rocha. Filho de Geraldo Pereira da Silva e Marilda Pereira. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em Brasília, onde fez extensão em Cinema, na UNB. Presidente do Cineclube João Bennio de Goiânia. Jornalista, Escritor, Historiador. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Pensador, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Crítico de cinema e de arte em geral. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Brasileira de Críticos de Arte, além de Associação Brasileira de Documentaristas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BETTY ANTUNES DE OLIVEIRA, do Rio de Janeiro, RJ, 13.05.1919, escreveu, entre outros, MOVIMENTO DE PASSAGEIROS NORTE AMERICANOS NO PORTO DO RIO DE JANEIRO(1981), ANTONIO TEIXEIRA DE ALBUQUERQUE-O PRIMEIRO PASTOR BATISTA BRASILEIRO(1982), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filha de Ricardo Pitrowsky e Eugênia Thomas. Com 13 anos, matriculou-se na Escola Nacional de Música, da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, onde se formou com o Curso Superior de Piano, em 1936. Casou-se com o Pastor Alberico Antunes de Oliveira, em 1938, indo para Manaus, Amazonas. Em 1950, regeu o Aleluia de Handel, pela primeira vez, no Teatro Amazonas. Em 1966, retornou à Escola de Música, da Universidade do Brasil, no Rio, onde concluiu novos cursos em 1971. Além de ter sido membro da Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, dirigida pelo Dr. João Filson Soren, foi também membro da Academia Evangélica de Letras do Brasil, do Colégio Brasileiro de Genealogia e da Associação Brasileira de Pesquisadores de História. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

B. H. FOREMAN(Blonnye Holmes Foreman), de Rose Bud, Arkansas, Estados Unidos, 02.05.1899. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Depois de terminar o seu curso teológico e também de piloto, veio para o Brasil, inicialmente, por conta própria. Posteriormente, foi nomeado pela Junta de Richmond, de Virgínia, Estados Unidos, para ser missionário no Brasil, em 1933. Com 35 anos de idade, em 1934, chegou em Recife, Pernambuco, onde permaneceu 1(um) ano aprendendo a língua portuguesa. Veio solteiro para o Brasil e assim permaneceu até a sua morte. Em 1935, seguiu para Corrente, no Piauí, assumindo a Direção do Instituto Batista Industrial, que tinha sido fundado com o nome de Colégio Benjamim Nogueira, em 1920. Passou a dirigir o Colégio ao lado da missionária Ura Crouch que era esposa de E. H. Crouch. Neste mesmo período, foi também Co-Pastor da Igreja Batista de Corrente. Em 1942, quando tinha 43 anos de idade, fundou, juntamente com outros membros da Igreja Batista de Corrente, a SEGUNDA IGREJA BATISTA DE CORRENTE que passou a funcionar no prédio do Instituto Batista Industrial, mas que teve vida efêmera, já que, dissolvida, seus membros voltaram para a igreja original, a Igreja Batista de Corrente. Desgostoso com o fato, o missionário B. H. Foreman que tinha fundado um Orfanato Batista em Corrente, transferiu o dito orfanato para Campos Belos, Norte de Goiás. Já tinha visitado Campos Belos, em 1949, a convite de Chiquinho Cardoso(Francisco Antonio Cardoso). Fixou residência em Campos Belos em 1950, tendo residido na casa de Chiquinho Cardoso até mudar-se para uma casa de Mariano Barbosa Júnior, na Rua 7 de Setembro, onde ficou até 1953, quando construiu o orfanato, perto do Aeroporto, para abrigar as crianças com as quais vivia. Teria fundado a Igreja Batista de Campos Belos, no dia 22.07.1952. Também fundou em Paranã, norte goiano, uma ESCOLA PRIMÁRIA BATISTA, sendo uma de suas professoras, em 1953, a hoje famosa escritora Zefinha Louça da Trindade que havia nascido em Dianópolis em 1928. Para dirigir a Escola Batista de Paranã trouxe de Corrente as professoras Zezita Lopes da Cunha e Eunice Pereira da Cunha que foram de cavalo, em 1952. Entre os ex-alunos ilustres desta Escola Batista, destacam-se, da amizade pessoal deste autor, Adão Bonfim Bezerra(Procurador de Justiça), José Bezerra Costa(Juiz de Direito) e Cleusa Souza Benevides Bezerra(Escritora). B. H. Foreman fundou também a Escola Batista de Dianópolis. Em abril de 1955, com 56 anos de idade, quando voava de Anápolis para Campos Belos, num dia chuvoso, seu avião apresentou defeito e caiu, morrendo nas serras da região dos Pirineus, Pirenópolis, em Goiás. Conforme alguns, teria sofrido um ataque cardíaco. Conforme outros, o teco-teco não tinha aparelhos de precisão para tempo chuvoso e bateu na serra. Partes do seu corpo foi recolhida por um morador da região que o sepultou. Algum tempo depois, um seu colega missionário, trasladou os restos mortais para Campos Belos, onde foi enterrado. Para José da Cunha Bastos Junior, em seu livro LINEAMENTOS DA HISTÓRIA DOS BATISTAS NO ESTADO DE GOIÁS(1988), a data do acidente é mesmo 06.04.1955, mas para Samuel Aureliano da Silva e Odiva Silva Xavier, em seu livro CAMPOS BELOS-SUA HISTÓRIA E SUA GENTE(Brasília, 2004), a data do acidente é 28.03.1955. Um autor refere-se à data em que o avião caiu. O outro, refere-se à data em que os destroços foram encontrados. Como não tinha herdeiros no Brasil, sua casa foi doada pela Junta de Richmond à Igreja Batista de Campos Belos e está localizada na hoje Avenida B. H. Foreman. Quanto a Foreman, não é referido na BIOGRAPHICAL ENCYCLOPEDIA(Cambridge, USA, 1994), de David Crystal, mas é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(Rio, Juerp, 2003), de Itamar Sousa Brito, bem como no livro PARANATINGA, de Cleusa Benevides e ainda no livro RAIZES, de Voltaire Wolney Aires, mas não é citado no livro HISTÓRIA DE CAMPOS BELOS, de Aracy Batista Cordeiro, cidade em que também fundou um Orfanato e uma Escola Batista. Apesar de sua importância, não é mencionado no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL-1882/2001(Rio, Juerp, 2001), de José dos Reis Pereira, não é citado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Mencionado neste DICIONÁRIO BRASILEIRO, por ter vivido muitos anos no Brasil e ter morrido e sido sepultado em Campos Belos, interior goiano. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

BIANOR FERREIRA DE LIMA, Goiano, de Buriti Alegre, l936, escreveu, entre outros textos, "SÍNTESE DA LITERATURA GOIANA", sem dados biográficos no livro. Advogado, Jornalista. Foi Deputado Estadual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Professor da Universidade Católica de Goiás. Promotor de Justiça Aposentado. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se em vários Dicionários e Enciclopédias. Membro da Associação dos Docentes da UCG, da Associação Goiana do Ministério Público, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro REPERTÓRIO BIOGRÁFICO E GENEALÓGICO PAULISTA, de João Gabriel Santana. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Buriti Alegre, Goiás, a 13 de abril de 1936. Filho de Vicente Ferreira de Lima e Maria Julieta de Jesus.
Fez os estudos primários de 1944 a 1947 em sua terra natal. Concluiu depois o curso ginasial e o curso colegial em Aparecida do Norte, SP., de 1948 a 1954.
Matriculou-se depois no Seminário Maior Redentorista da cidade de Tietê, SP, frequentando-o de 1956 a 1959, fazendo no mesmo um excelente curso de Filosofia.
Em 1959, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Goiânia (GO), formando-se em 1963, sendo a sua turma a primeira dessa faculdade e sendo Bianor eleito o orador da mesma.
Fez depois cursos de pós-graduação, entre os quais, se destacam o da Faculdade de Filosofia da Universidade Federal de Goiás, em Goiânia e diversos cursos de extensão universitária, curso de estudos brasileiros, além de cursos de música e de artes plásticas.
Entre as línguas que estudou, além do vernáculo (do qual fez curso extenso), fez o de Francês, de Espanhol, de Inglês, de Latim, de Grego, de Alemão, de Italiano e de Rumeno.
Em 1959, ingressou no magistério em Goiânia, assumindo o cargo de lente nos seguintes estabelecimentos:
Ginásio Vera Cruz, Colégio Estadual de Goiânia, Colégio Estadual Pedro Gomes, Escola de Comércio Marcos de Noronha, Escola Técnica de Comércio Brasiliense, Escola Comercial Cinco de Julho e Colégio Cruzeiro do Sul, todos de Goiânia.
Concluiu também cursos de pós-graduação de ensino superior em várias faculdades, entre as quais, Faculdade de Filosofia da Universidade de Goiás (curso de cinco anos de Latim), Faculdade de Filosofia da U.F.G. (curso de monitoria de Espanhol), Faculdade de Direito da Universidade de Goiás (Direito Canônico).
Em várias faculdades, foi indicado para examinador de candidatos ao magistério nas mesmas, nas cadeiras de Português e de Filosofia.
Veio depois para S. Paulo, onde na Universidade Mackenzie, dirigiu as cadeiras de Linguagem Forense e de Curso Superior de Português.
Como advogado, frequentou o Forum de Goiânia em 1963 e de S. Paulo, em 1970. Tomou parte em vários simpósios nos Estados de Goiás e Paraná.
Foi paraninfo de várias turmas das escolas em que lecionou. Procurador da Prefeitura de Goiânia; e, tendo desenvolvido atividade política, foi cassado por 10 anos, em 1969.
Veio para S. Paulo, onde fez curso de mestrado e doutorado na Faculdade do Largo de S. Francisco.
Escreveu quatro livros de orientação didática na cadeira de que foi lente, tendo atualmente vários livros em preparação no terreno da oratória, da poesia, da literatura e da prosa (contos e lendas de Goiás). Colaborou com frequência em jornais e revistas de Goiânia.
Tornou-se, por Concurso Público, Promotor de Justiça do Estado de Goiás, cargo em que se aposentou.
Atualmente(1998), é Professor da Universidade Católica de Goiás e proprietário de um loteamento em Caldas Novas, interior goiano.

BIARD(FRANÇOIS-AUGUSTE BIARD), de Lion, França, 08.10.1798, escreveu, entre outros, “DOIS ANOS NO BRASIL”(Paris, 1862), tradução de Mario Sete, São Paulo, 1945, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Antes de vir ao Brasil, viajou pela Europa, descrevendo negros da África, homens da Laponia, da Groenlandia, elegantes de Paris e de Londres. Pintor e Artista francês, esteve no Brasil em 1858, percorrendo Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro, Espírito Santo. Viajou pelo mar do Rio a Belém e penetrou no Rio Amazonas, indo até o Rio Madeira, de onde retornou esgotado e doente. Faleceu em Platrereis, França, em 22.06.1882. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BINKA LE BRETON, de Salisbury, Inglaterra, 23.02.1942, escreveu, entre outros, “TODOS SABIAM-A MORTE ANUNCIADA DO PADRE JOSIMO”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com tradução do original inglês “A LAND TO DIE FOR” de Maysa Monte, notas de orelha do portuense Pedro Tierra(Hamilton Pereira), prefácio de Dom Pedro Casaldáliga e posfácio de Frei Betto, além de observações de capa de Maria Trindade Ferreira. Nascida na Inglaterra, mas residente no interior de Minas Gerais, onde desenvolve um Centro de Pesquisas e Conservação, na Fazenda Iracambi, no Município de Rosário da Limeira. Publicou também “VOICES FROM THE AMAZON”, “RAINFOREST”, “A LAND TO DIE FOR”. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Repórter, Memorialista, Historiadora. Intelectual, Ativista, Produtora Cultural. Idealista, Visionária, Romancista. Durante muito tempo viveu no Recife, no período de 1986. Após passar por Brasília, onde se avistou com a advogada Henilda Balduíno, dirigiu-se para o Bico do Papagaio, Tocantins, em 1993, onde iniciou sua pesquisa sobre o Padre Josimo. Durante algum tempo, passou a viver no Bico do Papagaio, região que inclui Tocantinópolis, Itaguatins, São Sebastião do Tocantins, Buriti, Sítio Novo, além de outras pequenas cidades, onde entrevistou dezenas de pessoas e reuniu material para escrever o livro sobre Josimo. Tem produzido textos nas áreas de meio ambiente e direitos humanos. Conferencista nacional e internacional, está sempre nos diferentes congressos, representando o Brasil que considera o seu pais adotivo. Seu livro, publicado pela Loyola, em São Paulo, no ano 2000, conta a morte planejada do Padre Josimo Morais Tavares, fulminado em Imperatriz, Maranhão, no dia 10 de maio de 1986, na escadaria do escritório da Comissão Pastoral da Terra(CPT), de que era Coordenador na Diocese de Tocantinópolis. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BOAVENTURA CARDEAL DOS SANTOS, de Alto Parnaíba, Maranhão, fazenda Palmeira ou Angical, 14.07.1897, escreveu, entre outros, “REGRAS GRAMATICAIS”, sem dados biográficos.

Filho de João Felipe dos Santos e Vitalina Maria de Sá Vieira Reis. Aprendeu a ler com uma “meretriz”, de nome ISABELINHA, de quem se tornaria, bem mais tarde, professor primário, na primeira escola rural que ele mesmo instalou na Fazenda Angical, nos arredores de Alto Parnaíba.

Nesse período, passou a conviver com os padres franciscanos franceses e alemães, com os quais aprendeu Francês e Latim.

Por volta de 1940, mudou-se com toda a família, inclusive irmãos para o gigantesco município de Porto Nacional, Norte de Goiás, hoje Tocantins, estabelecendo-se na Fazenda Juriti, hoje pertencente ao município de Novo Acordo.

Leitor assíduo de jornais e revistas da época. Intelectual, Idealista, Visionário. Educador, Poeta, Memorialista. Professor, Mestre, Entusiasta. Humanista, Latinista, Filósofo.

Diplomado pela Universidade da Experiência e da Vida, permaneceu como professor até o fim de sua existência, em 1954, quando tinha apenas 57 anos de idade. Faleceu na cidade de Novo Acordo, norte de Goiás, em 02.04.1954.

Entusiasmado com os intelectuais da época, deu a um de seus filhos, o nome de Parsondas, homenagem ao maranhense de Riachão, nascido em 1860 e ex-redator do Jornal do Brasil, de Rui Barbosa, em 1893, PARSONDAS CARVALHO.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 40, ainda sem titular, pelo menos até maio de 2000. Como candidato único, foi eleito para esta Cadeira 40, o jornalista Gil Correia(Gilberto Correia da Silva) que tomou posse em Gurupi, no dia 24.10.2003.

Sobre ele(Boaventura), escreveu excelente artigo com o título “Um Mestre do Sertão”, o escritor Moura Lima, em seu livro “MUCUNÃ-CONTOS E LENDAS DO SERTÃO”.

Um de seus filhos, José Cardeal dos Santos, Advogado e Intelectual, foi um dos mais ilustres batalhadores pela criação do Estado do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Quanto a Boaventura é também biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

BOAVENTURA CARDOSO, de Luanda, Angola, África, 26.07.1944, escreveu, entre outros, DIZANGA DIA MUENHU(1977), O FOGO DA FALA(1980), A MORTE DO VELHO KIPACAÇA (conto-1987), O SIGNO DO FOGO(1987), MAIO, MÊS DE MARIA(1997) MÃE, MATERNO MAR ( romance-2001), sem dados biográficos completos nos livros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou parte da sua infância na cidade de Malanje. Fez os estudos primários e secundários em Luanda. É licenciado em Ciências Sociais. Foi Secretário de Estado da Cultura, Ministro da Informação. Presentemente desempenha o de Embaixador de Angola em Itália, depois de ter passado por Roma. Antigo funcionário dos Serviços de Fazenda e Contabilidade. Foi Diretor do Instituto Nacional do Livro e do Disco. Foi Embaixador de Angola, na Republica Francesa(1992/1999). Foi Embaixador de Angola na República de Malta. Representante de Angola junto às Nações Unidas, em Roma(FAO, PAM E FIDA). Membro fundador da União de Escritores Angolanos. O início da sua carreira literária data de 1967(17 anos), com a publicação de vários contos e poemas em jornais luandenses. Atualmente(2009), é governador da Província de Malange, na África. Esteve em Palmas, Tocantins, no dia 01.09.2009, onde foi homenageado pela Academia Tocantinense de Letras, através de seu Presidente Eduardo Almeida e pela Academia Palmense de Letras, através de seu Presidente João Portelinha. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

BOAVENTURA RIBEIRO DA CUNHA, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 02.08.1900, escreveu, entre outros, “EDUCAÇÃO DOS SELVÍCOLAS”, “EDUCANDO ADULTOS NO CORAÇÃO DO BRASIL”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado.

Seus pais foram vítimas da destruição de Pedro Afonso, em 1914, comandada por Abílio Araújo, filho de Santa Rita, na Bahia, acompanhado de outros fascínoras.

Mudou-se para Porto Nacional, onde, em 1926, com 26 anos de idade, presenciou a chegada da COLUNA PRESTES, cujos líderes prometiam a mudança da Capital Federal para o interior do Brasil, bem como a formação do Estado do Tocantins, com a divisão de Goiás.

Após percorrer várias cidades brasileiras, estudando em diferentes lugares, entre as quais, Conceição do Araguaia, no Pará, onde viveu por algum tempo, terminou por fazer concurso público e se tornou professor do Colégio Dom Pedro II, no Rio de Janeiro.

Foi Presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Indios. Em 1952, visitou sua terra natal, Pedro Afonso, em companhia do Deputado Estadual José de Souza Porto, quando proferiu discurso em Praça Pública, relembrando os acontecimentos fatídicos por ele presenciados quando tinha catorze anos de idade, em 1914.

Como Representante que era do Ministro da Educação, Professor Lourenço Filho, instalou diversos cursos de ALFABETIZAÇÃO DE ADULTOS em Pedro Afonso, Bom Jesus e Tupirama. Escreveu vários livros.

Faleceu no Rio de Janeiro, em 06.12.1982. É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Mencionado no livro “OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA”, de Adirson Vasconcelos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 39, atualmente(2000) ainda não ocupada. Posteriormente, devidamente eleito, foi empossado no dia 11.04.2003, na cidade de Paraíso, o escritor Dourival Martins Santiago, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

BOLECHO(Ver Boleslaw).

BOLESLAW DAROSZEWSKI, dos Estados Unidos da América, 09.06.1918, escreveu, entre outros, JUVENTUDE, GUERRA, AVENTURA(Goiânia, Kelps, 2007), com notas de orelha de Coelho Vaz, Walder de Góes e Ana Braga. Apresentação de Antonio Luiz Maya. Observação de capa, de José Mendonça Teles. Filho de pais poloneses Jan Daroszewski e Scholastyka. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1938, com 20 anos de idade, visitou o Brasil pela primeira vez, no navio escola DAR POMORZA, também chamada FRAGATA BRANCA. Sua mãe queria que ele fosse médico, mas ele se formou na famosa ESCOLA NAVAL DA POLÔNIA. Viajou por mares e lugares diferentes. Em maio de 1939, com 21 anos, viu seu pai pela ultima vez. Logo estourou a Segunda Guerra Mundial. Ao embarcar no navio de guerra, ouviu de seu Comandante: “Como americano nato, não tem necessidade de lutar”. Ao que Boleslaw respondeu: “Nasci nos Estados Unidos, mas meus pais são poloneses”. Permaneceu na guerra de 1939 a 1945. Em 1946, veio para o Brasil. Desembarcou no Recife. Passou a trabalhar na Companhia de Tecidos Paulista e também aprender a língua portuguesa. Em 1948, no dia 10 de setembro, com 30 anos de idade, casou-se com a brasileira Marineth Galvão, da cidade pernambucana de Paulista, com quem teve os filhos WANDA, HALINA, JAN, MONIKA e BOLESLAW JUNIOR(este, membro da Academia Tocantinense de Letras). Em 1956, com 38 anos de idde, mudou-se para ARAGUATINS, antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, onde hoje é dono de Hotel, chamado MOGNO HOTEL. Em 1989, com 71 anos de idade, naturalizou-se brasileiro. Em 1995, com 77 anos foi CONDECORADO pela Embaixada da Polônia no Brasil, com a presença do Vice-Presidente da Republica, o pernambucano Marco Maciel. Seu livro merece ser lido dezenas de vezes. É uma preciosidade. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.

BOLESLAW DAROSZEWSKI JÚNIOR (BOLECHO), de Araguatins, Goiás, hoje Tocantins, 20.07.1958, escreveu, entre outros, "ARABARCOS"(POESIAS-2001), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto publicado, com prefácio de José Gomes Sobrinho(Zé Gomes).

Filho de Boleslaw Daroszewski e Marineth Galvão Daroszewski. Seu pai Boleslaw é primo do Papa João Paulo II(Karol Josef Wojtyla-Wadowice, Polônia, 18.05.1920), falecido no dia 02.04.2005, no Vaticano, em Roma, na Itália. Boleslaw, o pai, veio para o Brasil em 1946, com 27 anos de idade, estabelecendo-se, primeiro em Pernambuco até 1956 e depois em Araguatins, onde ainda hoje(2005) é proprietário de um Hotel. Quanto ao filho(Boleslaw Júnior), reside em Araguatins, Goiás, hoje Tocantins, onde é também Engenheiro Civil, formado em 1985, pela Universidade Católica de Goiás. Na Universidade Federal de Goiás, em 1987, especializou-se em Engenharia de Estruturas.

Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa.

Membro da Associação Tocantinense de Escritores, além de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA). Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Com o passar do tempo, em 1996, tornou-se Prefeito Municipal de Araguatins. Foi membro do Conselho Estadual de Cultura do Tocantins, em 1995.

Foi eleito para a Academia Tocantinense, Cadeira 32, tendo como Patrono o Frei Egisto Breviglieri, tendo tomado posse no dia 17.08.1997, na cidade de Araguatins, Tocantins, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. A solenidade de posse foi presidida pela Acadêmica Nícia Vieira Araújo.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

BOURHAN HELOU, de Machta-Helou, Síria Central, l883, escreveu, entre outros, "MEMÓRIAS DE UM IMIGRANTE", autobiografia de um sírio-libanês em Goiás, com apresentação de Luiz Altino da Cunha e Cruz. Veio para Catalão, interior de Goiás, em l9l4. Foi contador, comerciante. Com sua vocação comercial, fez verdadeira fortuna no Estado. Recebeu o título de CIDADÃO GOIANO em l967. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CONTÍTULOS, de José Mendonça Teles, além de IMIGRANTES EM CATALÃO, de Antônio Miguel Jorge Chaud. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BRANCA BAKAJ (Branca Borges Góes), do Rio de Janeiro, RJ, 13.02.1936, escreveu, entre outros, REFORMA ORTOGRÁFICA(1972), QUATRO ESTUDOS LITERÁRIOS(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Neolatinas. Fez Pós-Graduação em Literatura Brasileira. Mudou-se para Brasília em 1960. Professora Universitária, Diretora do Arquivo Histórico do Senado Federal. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia de Letras do Brasil. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

BRASIL RAMOS CAIADO, Goiano, de Goiás Velho, 1893, escreveu, entre outros, “CONTRIBUIÇÃO DO ESTUDO EXOFTALMO PULSÁTIL E SEU TRATAMENTO CIRÚRGICO NO BRASIL”(TESE DE DOUTORADO-1924), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter sido, como Deputado Estadual Goiano, em Goiás Velho, o responsável pelos desentendimentos que culminaram com a CHACINA DO DURO. Tal massacre envolveu a família do então Deputado Abílio Wolney(Dianópolis) e a Polícia Estadual, no Governo do Desembargador João Alves de Castro, entre 1917 e o dia 16 de janeiro de 1919, a QUINTA-FEIRA SANGRENTA, QUANDO FORAM ASSASSINADAS AS NOVE PESSOAS QUE ESTAVAM APRISIONADAS AO TRONCO, em São José do Duro(Dianópolis), Goiás, hoje Tocantins. Este crime deu origem ao romance de Bernardo Élis, intitulado “O TRONCO” e que atualmente (1998), foi transformado em Filme pelo cineasta João Batista de Andrade, embora numa versão contestada pelos atuais familiares do Coronel. Além de outros artistas, o ator Antônio Fagundes fez o papel do célebre Juiz Carvalho que, na história real, não era outro senão o Juiz Celso Calmon Nogueira da Gama. Este Juiz, procedente de Vitória, no Espírito Santo, terminou por se tornar Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, exatamente no Governo de Brasil Ramos Caiado, alguns anos depois. Médico, Professor, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Orador. Quanto a Brasil Ramos, como Presidente da Província de Goiás, entre 1925 e 1929, criou a Secretaria de Higiene, bem como novas comarcas e novos municípios. SENADOR pelo Estado de Goiás, em 1930. No Senado Federal, foi membro da Comissão de Comércio, Agricultura, Indústria e Artes. A Revolução de 1930 interrompeu o seu mandato de Senador da República. Entre 1954 e 1958, foi Prefeito de sua terra natal, Vila Boa, hoje Goiás Velho. Tornou-se Fundador e Diretor da Faculdade de Farmácia e Odontologia de Goiás. Professor de Física e Química. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Acha-se no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro. Faleceu em Goiás Velho, no ano de 1958. Era conhecido como RAMOS CAIADO e não deve ser confundido com TOTÓ CAIADO-Antônio Ramos Caiado, também Senador, em 1921. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BRASIGÓIS FELÍCIO CARNEIRO, Goiano, de Aloândia, 13.07.l950, autor de dezenas de livros, entre os quais, "SERMÕES DO ATEU"(1972), "EXÍLIO"(1986), "LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS"(1975), "MARTÍRIO DAS HORAS"(1974), "DIÁRIOS DE ANDRÉ"(1974), "ESCRITO NO MURO"(1980), "HOTEL DO TEMPO"(1981), "A MARCA DE CAIM"(1984), "A DOR DAS COISAS"(1985), "A LUZ NAS VÍSCERAS"(1991), "OS NAVEGANTES"(1977), "MONÓLOGOS DA ANGÚSTIA"(1975), "O ROSTO DA MEMÓRIA"(1991), "ÁRIAS DO SILÊNCIO"(1992), "O TEMPO DOS HOMENS SEM ROSTO", "VIVER É DEVAGAR"(1996), “CRÔNICAS & OUTRAS HISTÓRIAS”(1998). Funcionário público. Jornalista. Escritor e Poeta. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Contista, Cronista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo Patrono é Francisco Xavier de Almeida Júnior, de que foi fundador Claro Augusto de Godoy. Sócio da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi Presidente, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em todas as antologias de poesia e prosa publicadas em Goiás, entre as quais, A NOVA POESIA EM GOIÁS, de Gabriel Nascente. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA e ainda em A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Aloândia, Goiás, no dia 13 de julho de 1950. Filho de José Felício dos Santos e Divina Carneiro da Silva.
Iniciou, em 1957, os estudos primários em sua terra natal e também na Escola Henrique Silva, de Campinas, Goiânia, matriculando-se logo a seguir no Colégio Estadual Pedro Gomes, terminando alí o curso ginasial. Estudou também no Colégio Bandeirante, mas não concluiu o segundo grau.
Em 1968, com 18 anos de idade, entusiasmou-se pelo jornalismo e pela literatura, passando a integrar o NOVO GEN(GRUPO DE ESCRITORES NOVOS).
Com “SERMÕES DO ATEU”, de 1972, seu primeiro livro de poesias, começou uma carreira literária vitoriosa.
Em 1975, foi agraciado com o TROFÉU TIOKÔ, da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que também foi Presidente. Jornalista militante de diversos jornais em Goiás, entre os quais, O POPULAR.
Seu romance “DIÁRIOS DE ANDRÉ” foi censurado e apreendido por ordem do Ministro da Justiça, Armando Falcão.
De Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Goiânia, chegou a membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 25, cujo Patrono é Francisco Xavier de Almeida Júnior e de que foi Titular Claro Augusto de Godói.
Com dezenas de livros publicados e premiações de âmbito nacional e internacional, continua a jornada literária como cronista do jornal O POPULAR.
Terminou por vencer, em 1996, o Concurso Caliandra de Literatura, da Secretaria Municipal de Cultura de Goiânia, com o livro “VIVER É DEVAGAR”. Recentemente(1998), este livro foi adotado no Vestibular da Universidade Federal de Goiás.
Sobre ele e com o título “BRASIGÓIS FELÍCIO E OS SERMÕES DO ATEU”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

BRÁULIO DA SILVA PREGO, Goiano, de Santa Cruz de Goiás, l890, escreveu, entre outros, "VERSOS ESOTÉRICOS". Professor, Espiritualista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Escritor, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Foi membro da Associação Brasileira de Entidades Esotéricas do Rio de Janeiro. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, além de SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se no livro PÁGINAS GOIANAS, de Gastão de Deus Victor Rodrigues e na Antologia A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BRÁULIO DO NASCIMENTO, de João Pessoa, Paraíba, l924, escreveu, entre outros, "BIBLIOGRAFIA DO FOLCLORE BRASILEIRO". Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás (Correspondente). Professor, Escritor, Intelectual. Jornalista, Folclorista, Historiador. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BRÁULIO GOULART DE AZEVEDO, Mineiro, de Itajubá, 09.09.l902, escreveu, entre outros, "A FUMAÇA"(Poemas), sem dados biográficos no livro. Filho de Manoel Pereira Goulart e Helena Augusto Azevedo. Fez primário e secundário no Ginásio de Itajubá. Morou em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Residente em Goiânia, para onde veio ainda jovem, na década de 1950. Pai dos poetas Helvécio Goulart e Diva Goulart. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Literato. Memorialista, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Intelectual, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Citado na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Verbete do livro GENTE & LITERATURA, de José Mendonça Teles. Faleceu em Goiânia, no dia 30.03.1984. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BRAZ JOSÉ COELHO, Goiano, de Bonfim(Silvânia), 30.07.l938, entre os diferentes livros que escreveu, destacam-se, "PEONAGEM E CABROEIRA" (1972), "OS CÃES E A REDE"(1978), "UM HOMEM E SUA FAMÍLIA"(1997). Publicou também “METODOLOGIA DO ENSINO DE PORTUGUÊS” (1972), “GUIA CURRICULAR DE COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO”(1974), “LICENCIATURA PARCELADA EXPERIMENTAL”(1997), “A DOCÊNCIA EM DISCUSSÃO” (1983). Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás e do Departamento de Letras, da Universidade Católica. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Poeta, Contista. Cronista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia VULTOS CATALANOS, de seu irmão Geraldo Marmo Coelho Vaz, e na Antologia LETRAS CATALANAS, de Cornélio Ramos. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Estudado na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Bonfim (Silvânia), interior goiano, no dia 30 de julho de 1938. Filho de Glicério Coelho e Maria Vaz Coelho.
Mudou-se para Catalão, Goiás, onde estudou no Externato São Sebastião e no Ginásio São Bernardino de Siena, concluindo o ginasial.
Seguiu para Agudos, interior de São Paulo, abraçando a carreira sacerdotal. Após abandonar o Seminário Seráfico Santo Antonio de Pádua, retornou a Catalão, terminando o curso Técnico de Contabilidade.
Matriculou-se na Faculdade de Direito de Uberlândia, Minas Gerais, indo até o 4º ano.
Transferiu-se para Goiânia, em cuja Faculdade de Filosofia, da Universidade Federal de Goiás, terminou o curso de Letras Vernáculas.
No Governo de Paulo Hummel, foi Secretário da Prefeitura Municipal de Catalão e Professor do Ginásio Estadual.
Na Universidade Federal e na Universidade Católica de Goiás, tem sido Professor de Português e de Linguística.
Foi Diretor do Campus Avançado da Universidade Federal de Goiás, na cidade de Catalão, interior goiano.
Irmão do escritor Geraldo Marmo Coelho Vaz, fez vários cursos de especialização, mestrado e doutorado, sendo hoje(1998) um dos mais ilustres nomes da literatura goiana.

BRAZ WILSON POMPEU DE PINA FILHO, Goiano, de Pirenópolis, 03.01.l946, escreveu, entre outros, "CONSERVATÓRIO DE MÚSICA DA UFG-16 ANOS", "GOIÁS: HISTÓRIA DA IMPRENSA"(1971). Criador, Diretor e Regente da Orquestra Sinfônica de Goiás. Musicista, Jornalista. Escritor, Historiador, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Produtor Cultural. Intelectual, Pensador, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira 22, tendo como Patrono Sebastião Pompeu de Pina. Esta cadeira é hoje ocupada por Augusta Faro Fleury de Melo. Foi sócio da Associação Goiana de Imprensa e da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, deJosé Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em 3 de janeiro de 1946 na antiga Meia Ponte, hoje Pirenópolis e faleceu em 14 de março de 1994.
Formado em jornalismo pela Universidade Federal de Goiás. Graduado em piano e música pelo Conservatório de Música, da UFG. Bacharel em Canto, pelo Instituto de Artes, da Universidade Federal.
Especialista em Novas Técnicas de Ensino Pianístico, em Contraponto, Composição e Regência.
Dirigiu a Orquestra de Câmera Oitocentista. Tornou-se Criador, Diretor e Regente Titular da Orquestra Sinfônica de Goiás.
Professor Titular do Instituto de Artes, da Universidade Federal de Goiás, entre 1974 e 1992.
Detentor do PRÊMIO TIOKÔ, da União Brasileira de Escritores, em 1980, de que foi também Diretor Cultural.
Regente do Primeiro Recital dos Compositores Goianos, realizado em Pirenópolis.
Como cantor, deixou gravado o LP "CANTOS DE NATAL".
Escreveu também os livros "O BARROCO EM GOIÁS", "ENCICLOPÉDIA DA MÚSICA BRASILEIRA" e "CANCIONEIRO DE ARMÊNIA".
Presidente do Grupo Meya Ponte de Cultura, com sede em Pirenópolis.
Faleceu ainda jovem, deixando uma lacuna extraordinária na história da música em Goiás.

BRUNO CÉSAR DA LUZ PONTES, de Galiléia, Minas Gerais, 1974, escreveu, entre outros, "DIREITO ACADÊMICO", sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de seu pai Messias Geraldo Pontes, apresentação do Juiz de Direito Gilson Coelho Valadares e José Valentim Soares, além de notas de capa do Presidente da Ordem dos Advogados do Tocantins, Luciano Ayres da Silva. Advogado. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás. Radicado em Goiânia, onde exerce a advocacia e desenvolve atividades culturais. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos jurídicos. Seu pai, Messias Geraldo Pontes, radicado em Colinas, é um dos mais ilustres advogados do Estado do Tocantins, além de atual Diretor da Faculdade de Direito de Colinas. Quanto a Bruno César é também verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

BRUNO JOSÉ VIEIRA, de Morrinhos, Goiás, l920, escreveu, entre outros, "MORRINHOS AO SOM DA LIRA", sem dados biográficos no livro, com apresentação de Zilda Diniz Fontes. Professor de Canto Orfeônico e Educação Artística em sua cidade natal. Funcionário Público Municipal, Músico. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Contabilista da Prefeitura Municipal de Morrinhos. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da Ordem dos Músicos do Brasil, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Sindicato dos Professores Goianos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

BURMEISTER(HERMANN BURMEISTER), de Strallsund, Alemanha, 1807, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO BRASIL, ATRAVÉS DAS PROVINCIAS DO RIO DE JANEIRO E MINAS GERAIS”(1853), tradução de Manuel Salvaterra e notas de Augusto Meyer, São Paulo, 1952, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Professor de Zoologia e Geologia, na Universidade de Halle. Esteve no Brasil em 1850 e aqui permaneceu até 1851. Seu livro foi publicado em Berlim, na Alemanha, em 1853, mas só foi editado no Brasil em 1952, com tradução de Manuel Salvaterra e Hubert Schoenfeldt. Ao deixar o Brasil, passou a residir na Argentina, tornando-se Diretor do Museu de Buenos Aires, onde faleceu em 1892. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BURTON(RICHARD FRANCIS BURTON), de Barham House, Inglaterra, 19.03.1821, escreveu, entre outros, “VIAGENS AOS PLANALTOS DO BRASIL”(1867), tradução de Américo Jacobina Lacombe, São Paulo, 1941, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Falava 25 linguas e dialetos. Era Oficial da Companhia das Índias. Visitou Meca e Medina em 1853. Esteve no Brasil, como Cônsul da Inglarerra, sediado em Santos, São Paulo, em 1865. Viajou pelo Rio de Janeiro e Minas Gerais, além da Bahia, indo até a Cachoeira de Paulo Afonso e Penedo no Rio São Francisco, a quem chamou de MISSISSIPE BRASILEIRO. Fez a viagem acompanhado de sua esposa Isabel Burton. Foi transferido para Damasco, na Síria e depois para Trieste, na Itália, onde faleceu em 20.10.1890. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

BYRON NAGIB DE SOUSA, Goiano, da Capital, l949, escreveu, entre outros, "ARTES DA POLÍTICA-PENSAMENTOS & CITAÇÕES", sem dados biográficos no livro. Médico. Doutor em Bioquímica nos Estados Unidos. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Medicina, Associação Médica de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


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