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Artigos-->Falta alegria em nossas vidas -- 11/09/2004 - 18:23 (Pedro Wilson Carrano Albuquerque) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Falta alegria em nossas vidas

Artigo de Lya Luft publicado na edição da revista “Veja” de 28 de julho de 2004, com o título de “Falta alegria em nossas vidas”, trata da tristeza que está envolvendo a nossa sociedade.
Segundo aquela escritora, hoje vivemos preocupados com os impostos, o custo de vida, o desemprego, a violência, a prolongada adolescência dos filhos, a falsidade de alguém em quem confiávamos, a velhice complicada dos pais, a pouca autoridade das autoridades, a nossa própria indecisão e as rápidas mudanças na sociedade, em que alguns tentam impor a anarquia, quando deviam renovar e não bagunçar.
A articulista notou em reunião com amigos, contudo, que todos que com ela estavam eram pessoas divertidas, amorosas e humanas. Nenhum dos presentes era malfeitor, um ser humano desprezível, mas, ao contrário, tentavam superar os próprios limites.
E concluiu, lembrando Érico Veríssimo, que precisamos é de mais humor, de um riso bom ou um sorriso terno em meio de tudo de ruim que está acontecendo ao nosso redor, o que poderia nos confortar e devolver a esperança.
A leitura do artigo veio ao encontro da posição que venho defendendo nos últimos anos de que, no lugar de nos entregarmos à depressão, ao pessimismo, ao desespero e ao medo, deveríamos estar atentos para as coisas boas que estão acontecendo à nossa volta.
Há pouco tempo, um parente disse-me desolado que os jornais e revistas só divulgavam notícias ruins. E finalizava afirmando que não podia ser diferente, pois nada de bom acontecia.
Contestei sua afirmação e resolvi mostrar-lhe que as mesmas publicações citadas continham boas novas não notadas pelos pessimistas. E eu mesmo fiquei surpreso com o resultado de minha releitura ao verificar que muitos fatos promissores estavam ali à nossa frente, sem merecerem a mesma atenção que as tragédias, crueldades, corrupção, desagregação familiar, criminalidade, acusações, etc.
Passei mesmo a redigir artigos com os fatos alvissareiros divulgados por uma revista semanal, mostrando assim, principalmente àquele familiar, que nem tudo estava perdido.
Pus-me, então, a analisar, como Lya Luft, as pessoas com que tenho lidado nos últimos anos, chegando à feliz conclusão de que tenho convivido com gente boa, de caráter, responsável, produtiva e possuidora de comportamento ético.
Isso tem ocorrido com os membros de minha família, principalmente com minha mãe, minha esposa, meus filhos e irmãos, com quem me encontro amiúde.
E no trabalho? Nos dezesseis anos em que trabalhei na Secretaria do Tesouro Nacional, por exemplo, encontrei, ao vasculhar a memória, apenas um funcionário de conduta duvidosa, que não merecia a minha confiança. Os demais eram corretos e procuravam prestar um bom serviço à sociedade que pagava seus honorários.
Na COREF, coordenação-geral que se encontrou sob minha responsabilidade durante muitos anos, só encontrei servidores sérios, preocupados com a defesa dos contribuintes, de forma competente e sem o abandono dos preceitos éticos, com vistas à utilização dos recursos públicos adequadamente, ou seja, na melhora da vida dos brasileiros.
Cheguei então a uma conclusão: o mundo é bem melhor do que parece e a vontade da grande maioria de mudar a situação o está tornando cada vez melhor. E o mal, escandalosamente divulgado, bem cedo estará relegado, se não ao desaparecimento, a um canto bem afastado de todos nós.



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