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Ensaios-->DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL DE H a I -- 14/05/2003 - 10:20 (Mário Ribeiro Martins) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
AO LEITOR
(REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADOS ESTE AUTOR E O TÍTULO).

A idéia de elaborar um dicionário com os dados biobibliográficos daqueles que, ao longo do tempo, contribuíram para o desenvolvimento da literatura regional do Brasil, sempre me fascinou.

Tanto que, ao escrever SEIS diferentes livros sobre o assunto---LETRAS ANAPOLINAS(600 páginas, 1984)- JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS(610 páginas, 1986)- ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS(1057 páginas, 1995)-ESCRITORES DE GOIÁS(816 páginas, 1996) e DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS(1234 páginas, 1999)-DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(950 Páginas, 2001)--- terminei por neles inserir verbetes especiais sobre autores vinculados a diversas regiões do Brasil.

Desta forma, nasceu o projeto de um dicionário regional no sentido exato da palavra. O DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, portanto, é uma tentativa de se ter, em ordem alfabética e por nome de batismo, uma visão global das pessoas que têm contribuido para o crescimento da literatura feita em regiões diferentes, através de sua produção literária devidamente publicada em forma de livro.

Os dicionários sempre me cativaram. Parece até que tudo se torna mais fácil, quando se tem um dicionário à disposição. Quão bom seria, se houvesse um "dicionário biográfico de escritores" para cada Estado da Federação. Seria algo maravilhoso e salutar para estudantes e pesquisadores.

Neste sentido, algumas tentativas têm sido feitas ao longo da história brasileira. É o caso do DICIONÁRIO BIOGRÁFICO DE PERNAMBUCANOS CÉLEBRES, de Francisco Augusto Pereira da Costa(1882). DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, do baiano Sacramento Blake(1883).

Mais modernamente, há que se destacar: DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO LUSO-BRASILEIRO, de Victor Brinches. DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Israel Beloch e Alzira Abreu. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE MULHERES ILUSTRES, NOTÁVEIS E INTELECTUAIS DO BRASIL, de Adalzira Bittencourt. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de J. F. Velho Sobrinho.

Relembre-se, igualmente, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO BRASILEIRO, de Argeu Guimarães. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE REPENTISTAS E POETAS DE BANCADA, de Átila Almeida e Alves Sobrinho. DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo de Menezes. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES MÉDICOS, de Carneiro Giffoni.

Outros poderiam ser citados, tais como: DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE POETAS PERNAMBUCANOS, de Lamartine Morais. DICIONÁRIO DOS INTELECTUAIS CAXIENSES, de João Spadari Adami. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO CEARENSE, de Guilherme Studart. DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS, de Luis Correia Melo.

Há, ainda, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO SERGIPANO, de Armindo Guaraná. DICIONÁRIO DE POETAS CONTEMPORÂNEOS, de Francisco Igreja. DICIONÁRIO DE ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE ESCRITORES CARIOCAS, de Ribeiro Filho. DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO PARANÁ, de Júlio Moreira. DICIONÁRIO DE BANDEIRANTES E SERTANISTAS DO BRASIL, de Francisco de Assis Carvalho Franco.

Existem outras produções, sem o nome de dicionário, como é o caso: ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho. ENCICLOPÉDIA DA LITERATURA BRASILEIRA CONTEMPORÂNEA, de Reis de Souza. ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. BIOGRAFIAS DE PERSONALIDADES CÉLEBRES, de Carolina Rennó.

O "CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS", de Horácio de Almeida, é revelador do número imenso de dicionários já publicados no Brasil, sobre os mais diferentes ramos do saber humano. Entre os diferentes tipos de dicionários, há aqueles que mais interessam ao nosso estudo, que são os dicionários biográficos e biobibliográficos, especialmente o último, porque trata da vida e da obra literária de cada autor.

Para se ter uma idéia da importância dos dicionários, tudo indica que o primeiro dicionário publicado no Brasil foi o DICIONÁRIO TOPOGRÁFICO DO IMPÉRIO DO BRASIL, de José Saturnino da Costa Pereira, publicado no Rio de Janeiro, em l834.

A partir de então, milhares de dicionários surgiram no Brasil, estando hoje um coleção completa de dicionários em cerca de l400 volumes diferentes. Verdade é que nem todos se intitulam de dicionários, havendo uma variedade muito grande de nomes, entre os quais, VOCABULÁRIO, ENCICLOPÉDIA, GLOSSÁRIO, VADEMECUM, LEXICOGRÁFICO, etc.

É de se perguntar a razão por que, especificamente neste dicionário, foi utilizada a forma direta nos nomes e não a norma alienígena, oriunda da Metodologia do Trabalho Científico e inspirada em modelos estrangeiros.

No Brasil, o nome de batismo é sempre mais apreciado e mais aceito. Quem se lembraria, por exemplo, de procurar num dicionário RIBEIRO, ELI BRASILIENSE? É muito mais fácil e prático ir logo a ELI BRASILIENSE. Não adianta, por exemplo, colocar BOAS, MARCO ANTHONY STEVESON VILLAS, que é o seu nome verdadeiro, porque ele é conhecido mesmo é como MARCO ANTHONY.

Até mesmo as LISTAS TELEFÔNICAS modernas se convenceram da necessidade de utilizar os nomes diretos, eis que uma preferência do povo.

Por estas e outras dezenas de razões, optou-se pela entrada dos verbetes com o nome de batismo, levando em conta, especialmente, as mulheres separadas ou divorciadas que, muitas vezes, nem querem ouvir mais falar nos nomes de seus antigos maridos e cujos nomes retornam à forma original de batismo.

É claro que, para agradar a “gregos e troianos”, colocou-se no fim do livro, um INDICE ONOMÁSTICO, dentro das normas da ABNT, dos nomes mencionados no texto.

Não é preciso dizer aqui que as dificuldades são enormes para o dicionarista biobibliográfico. É claro que a melhor fonte de pesquisa sobre determinado autor, seria o seu próprio livro. SERIA, MAS NÃO O É. E POR QUE? Porque o autor ou a editora dele se esquece. O dicionarista tem o nome do autor, o título do livro, mas nem uma linha sobre o escritor.

Daí o desabafo de ASSIS BRASIL na página 280 de sua antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX: "A PROCURA FOI ÁRDUA, NUM PAÍS ONDE OS ESCRITORES PUBLICAM SEUS LIVROS SEM BIOGRAFIA E OS EDITORES NÃO FORNECEM E NEM SABEM SEUS ENDEREÇOS".

E o pior de tudo é que as editoras dizem estar publicando os seus livros dentro das regras da ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS(ABNT). Mas se esquecem completamente de mostrar ao leitor quem é o escritor, onde nasceu, quando, enfim, a história de sua vida, via síntese biográfica.

Instituições voltadas para a pesquisa, para a ciência e para a educação, algumas delas oferecendo, inclusive, até cursos de mestrado nestas áreas, e, PUBLICANDO LIVROS E MAIS LIVROS, SEM OS DADOS BIOGRÁFICOS DE SEUS RESPECTIVOS AUTORES. Isto é um verdadeiro atentado à PRÁTICA DA PESQUISA E AOS PESQUISADORES.

Mas, como dizem os latinos, infeliz "CUIUS MEMORIA NON EXTAT". Nesta situação estão aqueles autores que permitem a publicação de seus livros, sem os respectivos dados biográficos, como se fossem máquinas de produzir. SÃO AQUELES DOS QUAIS NÃO SE TEM MEMÓRIA.

Neste sentido, seguiu-se a recomendação da UNIÃO BRASILEIRA DE ESCRITORES, segundo a qual, “é escritor todo aquele que tenha publicado, pelo menos, um livro”. Mas não se seguiu a norma da UNESCO, conforme a qual, “livro é uma publicação literária não periódica, contendo 49 páginas ou mais, sem contar a capa”. Assim, foram incluídos os autores de monografias e livretos, devidamente publicados.

Mas não foram incluídos aqui aqueles que dizem: “ESCREVI UM LIVRO, MAS AINDA NÃO O PUBLIQUEI”. Também não foram incluídos aqui aqueles que publicaram poesia e prosa em antologias, sem terem livros individuais editados.

Não se deve procurar aqui PERSONALIDADES E VULTOS HISTÓRICOS DA REGIÃO, a não ser quando, um ou mais deles, tenha efetivamente publicado algum texto. Como se vê, o objetivo do livro não é levantar a vida de pioneiros e de pessoas ilustres que tenham vindo para a região. Este trabalho há de ser feito por outrem. Conforme o próprio nome indica, é Dicionário Biobibliográfico porque trata da vida de autores e de seus respectivos livros.

Outros poderão complementar este DICIONÁRIO ao longo do tempo e com certeza o farão. Certamente, respeitando os direitos autorais de reprodução e tradução. Não se admite, sob as penas da lei, AINDA QUE PARA TRABALHOS ESCOLARES, a utilização de verbetes e dados biográficos, sem que se mencione o nome do Dicionário e de seu Autor.

Portanto, entregue está, via INTERNET, o DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL. O texto original se apresenta em colunas, mas aqui tem forma corrida. Pode haver erros graves que a consciência me diz ter premeditado e cometido, mas, ainda assim, é preciso relembrar aos que falarem mal do livro, que ninguém me arrebatará o direito de ter sido o primeiro, EMBORA SENDO BAIANO, a escrever um dicionário exclusivamente sobre os escritores REGIONAIS, o que fiz com o maior desvelo.

Para qualquer sugestão, faça uso da Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970 ou pelos telefones (063) 215 4496, (062) 9974 1906 ou ainda pelo e-mail: mariorm@terra.com.br

Em virtude de seu tamanho, para ser utilizado na INTERNET, o dicionário teve de ser subdividido em letras, como se pode ver a seguir.

Palmas, Tocantins, Brasil, 2002.

MÁRIO RIBEIRO MARTINS-PROCURADOR DE JUSTIÇA.
CAIXA POSTAL, 90, PALMAS, TOCANTINS, 77001-970.
CAIXA POSTAL, 827, ANÁPOLIS, GOIÁS, 75001-970.
FONES: (063) 2154496; (062) 3249266; (063) 99779311.
HOME PAGE: http://www.genetic.com.br/~mario

E-MAIL: mariormartins@hotmail.com

(Para encontrar as demais letras do DICIONÁRIO, acesse:
http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3495&cat=Ensaios) ou CLIQUE EM "veja outros textos deste autor".



H. H. MUIRHEAD(Harvey Harold Muirhead), dos Estados Unidos, 1879, escreveu, entre outros, O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formado em Teologia nos Estados Unidos, foi nomeado Missionário Batista pela Junta de Richmond, vindo para o Brasil, em 1907, quando tinha 28 anos de idade, acompanhado de sua esposa Alyna Berth Mills. Iniciou-se no Recife como Diretor do Colégio Batista Gilreath que tinha sido fundado em 1902, por Salomão Ginsburg. Permaneceu na direção do Colégio até 1927. Em 1910, Muirhead assumiu a direção do Seminário Teológico, bem como da Primeira Igreja Batista do Recife. Em 1915, passou a dirigir o jornal A MENSAGEM que tinha sido transferido da Bahia. Sob sua direção, o Colégio deixou de ser Gilreath, para se tornar Colégio Americano Batista. Em 1917, sob a direção de Muirhead, o Colégio Batista formou a sua primeira turma de bacharéis em ciências e letras, constituída de Gilberto Freyre, Manoel Tertuliano Cerqueira, Antonio Neves Mesquita, Manoel Dias e Fernando Wanderley. Ainda em 1917, dona Alyna Muirhead, traduziu, junto com Alfredo Freyre, o livro MANUAL NORMAL, destinado às Escolas Bíblicas Dominicais. Esta amizade entre Dona Alyna e o professor Alfredo Freyre não foi bem entendida e surgiram comentários deselegantes. H. H. Muirhead tornou-se o representante da Missão do Norte, instituição sustentada pela Junta de Richmond, nos Estados Unidos. Teve participação fundamental na primeira fase do movimento radical de 1923, especialmente quando sendo Diretor do Seminário Teológico Batista, convidou Alfredo Freyre, que não sendo batizado na Igreja Batista, tornou-se professor do Seminário para lecionar Filosofia da Religião Cristã, Latim Eclesiástico e Leitura Expressiva da Bíblia. Nos anos seguintes, foi ser Diretor do Colégio e do Seminário do Rio. Faleceu em 1957, quando tinha 78 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro por ter vivido no Brasil durante 31 anos.

HABIB TAMER ELIAS MERHI (BADIÃO), de Kântara, Akar, Líbano, l95l, escreveu, entre outros, " MANUAL DE DEMISSÃO POR JUSTA CAUSA-PROCEDIMENTOS", “JURISPRUDÊNCIA DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 18ª REGIÃO”, “DIREITO PROCESSUAL PENAL DO TRABALHO”, “MANUAL PRÁTICO DO EMPREGADOR DOMÉSTICO”, este, em co-autoria com Uarian Ferreira e Luiz Fernando Zakareicwz. Foi Vice-Diretor do Colégio Estadual Polivalente do Setor Pedro Ludovico, em Goiânia. Articulista do DIÁRIO DA MANHÃ, da GAZETA OCIDENTAL e do JORNAL TRABALHISTA, de Brasília. Assessor Jurídico do Museu de Ornitologia de Goiás. Ex-Diretor Administrativo dos jornais CINCO DE MARÇO E OPÇÃO, ambos de Goiânia. Editor da Revista Jurídica CONSULEX, de Brasília, Distrito Federal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado Trabalhista. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da Associação Goiana dos Advogados Trabalhistas, do Instituto Goiano do Direito do Trabalho, da Associação Brasileira dos Advogados Trabalhistas, além de outras entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Direito, Cadeira 3. Intoduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos trabalhistas. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás e da Faculdade de Direito Anhanguera. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

H. DOBAL(Hindemburgo Dobal Teixeira), de Teresina, Piauí, 17.10.1927, escreveu, entre outros, O TEMPO CONSEQUENTE(1966), A PROVÍNCIA DESERTA(1974), A CIDADE SUBSTITUÍDA(1978), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1972. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classes, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras e Associação Nacional de Escritores. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DOS POETAS BRASILEIROS BISSEXTOS CONTEMPORÂNEOS, de Manuel Bandeira e BRASILIA NA POESIA BRASILEIRA, de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HAGAHÚS ARAÚJO( HAGAHÚS ARAUJO E SILVA), de Patos de Minas, Minas Gerais, 31.08.1928, construiu, entre outros, INSTITUTO SÃO JOSÉ(Instituto do Menor), em Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins. Filho de José Araújo e Silva e Amélia Araújo Povoa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com a família para o interior goiano, estabelecendo-se em Dianopolis. Em 1953, com 25 anos de idade, fundou e passou a dirigir o Instituto do Menor de Dianópolis, conhecido também como Instituto São José. Em 1964, foi eleito Prefeito de Dianópolis. No mesmo ano(1964), tornou-se Diretor Presidente do CEPAIGO(CENTRO DE ATIVIDADES PENITENCIARIAS INDUSTRIAIS DO ESTADO DE GOIÁS), em Goiânia. Em 1982, foi eleito Deputado Estadual, pelo PMDB. No Governo de Ary Valadão, em 1983, foi Secretário do Desenvolvimento Social de Goiás, permanecendo no cargo ainda no Governo de Íris Resende. Em 1986, foi eleito Deputado Constituinte. Em 1990, já pelo Estado do Tocantins, tornou-se Suplente de Deputado Federal, assumindo o cargo na vaga de Merval Pimenta, em 18.03.1991. Votou pela CASSAÇÃO do Presidente Collor de Melo, em 1992. Não tendo concorrido à reeleição, afastou-se da Câmara dos Deputados, em janeiro de 1995. Em 1996, e já aposentado, passou a trabalhar como ASSESSOR do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis(IBAMA). Fazendeiro, casou-se com Josiniana Araújo e Silva, com quem teve cinco filhos. Pelo seu trabalho à frente do INSTITUTO SÃO JOSÉ, de Dianópolis, no Tocantins, tem recebido dezenas de homenagens e honrarias, uma delas da Câmara dos Deputados, em Brasília. Apesar de sua importância, não é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HAMILTON DE BARROS VELASCO, Goiano, de Goiás Velho, 30.08.l9l3, escreveu, entre outros, "MARCHA DE PROCESSOS E QUESTIONÁRIOS DO JÚRI". Filho de Lindolfo Velasco e Benedita de Barros. Cursou o Liceu de Goiás e a Faculdade de Direito da antiga Capital, mas recebeu o Diploma já em Goiânia. Antes de ser Promotor de Justiça, foi funcionário do Instituto do Indio, hoje FUNAI. Casou-se em 29.12.1938, com Sebastiana Gusmão de Velasco. Juiz de Direito de Arraias, hoje Tocantins, em 1940. Desembargador do Tribunal de Justiça de Goiás, em 1958. Professor de Processo Penal da Universidade Católica, desde a fundação, em l960. Foi Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás. Assessor Jurídico da Comissão Goiana de Cooperação para a Mudança da Capital Federal, presidida por Altamiro de Moura Pacheco e criada pelo Governador José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico). Aposentado, em 1968, por força de Ato Institucional da Presidência da República. Passou a advogar, junto com os cassados Iris Rezende Machado e Desembargador Everardo de Souza, no Escritório dos Advogados Nigel Guido e Oscar Charife Abrão. Escritor, Professor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), além de várias entidades culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al, bem como em BAÚ VELHO, de Domingos Velasco e ainda em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Faleceu em Goiânia, no dia 08.06.1985. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HAMILTON INÁCIO CARNEIRO, Goiano, de Urutaí, l948, escreveu, entre outros, "A LINGUAGEM URBANA NA PROPAGANDA". Como Publicitário, criou a STYLUS COMUNICAÇÃO E MARKETING e a STYLUS AUDIO E VÍDEO. Detentor de vários prêmios, inclusive “PROFISSIONAIS DO ANO”, da Rede Globo de Televisão. Jornalista, Comunicador, Publicitário. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Educador, Ficcionista, Administrador. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação das Empresas de Publicidade do Estado de Goiás. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e em várias antologias de poesia e prosa. Apresentador do programa FRUTOS DA TERRA, da Televisão Anhanguera de Goiânia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


HAMILTON NOGUEIRA(de Lacerda), de Campos, Rio de Janeiro, 14.01.1897, escreveu, entre outros, JACKSON DE FIGUEIREDO(1928), LINHA DE SOMBRA(1931), CLANDESTINOS(1940), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília, tornando-se um dos fundadores da Academia Brasiliense de Letras. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Ensaísta, Novelista. Deputado Federal, Senador da República. Faleceu em 07.05.1981. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


HAMILTON ROSEIRO RODRIGUES DA CUNHA, de Ribeirão Preto, São Paulo, l948, escreveu, entre outros, "FORO ÍNTIMO"(POEMAS), com prefácio de Wilson Cavalcanti Nogueira. Médico Pediátra em Pires do Rio, Goiás, onde reside, e exerce a profissão. Formado pela Faculdade Nacional de Medicina da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito do Centro de Ensino Superior de Catalão(CESUC). Secretário Municipal de Saúde, em Pires do Rio, entre 1993 e 1996. Escritor, Poeta, Pesquisador. Ensaísta, Produtor Cultural, Administrador. Memorialista, Intelectual, Educador. Pensador, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Ficcionista, Conferencista, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro PIRES DO RIO-NOSSA TERRA, NOSSA GENTE, de Iranilda Divina Resende Paes. Membro do Conselho Regional de Medicina de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Médica de Goiás, União Brasileira de Escritores de Goiás, Academia Piresina de Letras e Artes, além de Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HAROLDO CÂNDIDO DE OLIVEIRA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1902, escreveu, entre outros, “INDIOS E SERTANEJOS DO ARAGUAIA-DIÁRIO DE VIAGEM”(1948), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “PRINCÍPIOS DE ALIMENTAÇÃO”(1944), “OS AMORES DOS TRÓPICOS”(VERSOS-1946), “DE OLHOS FECHADOS”(CONTOS”). Filho de Cândido Luiz Maria de Oliveira que, tendo nascido em Ouro Preto em 1845 e falecido no Rio de Janeiro, em 1919, foi também Conselheiro do Império, Ministro da Guerra(1885), Professor da Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, Ministro da Justiça(1889). Quanto a Haroldo Cândido de Oliveira era também irmão de Arnaldo Cândido de Oliveira(Rio-1896), Maglada Cândido de Oliveira(Rio-1897), Regina Cândido de Oliveira(Rio-1907). Após os estudos primários em sua terra natal, formou-se Médico, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Casou-se com a Rio- Grandense do Sul, de São Gabriel, Cecy Zobaran Monteiro, com quem teve os filhos Cândido Luiz Maria de Oliveira Bisneto e Rosa Maria Cândido de Oliveira. Em 1947, juntamente com Herbert Baldus, Harald Schultz, Humberto Nabuco, Antonio Buono, Sílvio da Fonseca, Heinz Foerthmann e outros, foi convidado pelo Serviço de Proteção aos Indios, para inspecionar as tribos indígenas do Araguaia, quando passou por Uberaba, Anápolis, Goiânia, Goiás Velho, Aruanã, Luis Alves, indo até o encontro do Araguaia com o Tocantins. Faleceu em Petrópolis, em 13.06.1971. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HAROLDO DE BRITTO GUIMARÃES, Goiano, de Goiatuba, l928, autor de, entre outros, "POEMAS DE BRASÍLIA". Foi presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás. Escritor, Poeta, Professor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Conferencista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado, Jornalista. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Ordem dos Advogados do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na Antologia COLHEITA-A VOZ DOS INÉDITOS, de Gabriel Nascente e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Goiatuba, Goiás, em 1928 e passou a infância em Buriti Alegre, interior goiano. Filho de Francisco de Britto e de Antonieta Guimarães.
Com a eleição do pai, Chico de Brito, para Deputado Estadual, mudou-se para Goiânia, onde se tornou Jornalista Profissional.
Exerceu o jornalismo por mais de 40 anos. Foi Repórter Político, Editorialista e Articulista do jornal O POPULAR.
Trabalhou em quase todos os jornais da Capital, entre os quais, DIÁRIO DA MANHÃ, CINCO DE MARÇO, JORNAL OPÇÃO, ESTADO DE GOIÁS, JORNAL DO POVO e FRENTE POPULAR, este, de orientação marxista.
Vereador em Goiânia, pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). Cronista, Escritor e Poeta, foi Presidente da União Brasileira de Escritores de Goiás.
Como Jornalista Profissional, exerceu o cargo de Secretário de Imprensa e Divulgação do Governo Ary Ribeiro Valadão.
Aposentado como Consultor Jurídico da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás, faleceu em Goiânia, vítima da diabetes e do coração, no dia 21 de janeiro de 1998.

HAROLDO DE CAMPOS(Haroldo Eurico Browne de Campos), de São Paulo, SP, 19.08.1929, escreveu, entre outros, AUTO DO POSSESSO(1950, GALÁXIAS(1984), CRISANTEMPO-NO ESPAÇO CURVO NASCE UM(1998), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito, da Universidade de São Paulo. Juntamente com seu irmão Augusto de Campos e Décio Pignatari, lançou o movimento POESIA CONCRETA, publicando em 1958, o PLANO PILOTO PARA A POESIA CONCRETA. Em 1975, recebeu PRÊMIO da Associação Paulista de Críticos de Arte. Detentor do PRÊMIO JABUTI, 1992, da Câmara Brasileira do Livro e do PRÊMIO JABUTI DE POESIA, 1999. Professor Emérito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Poeta, Tradutor, Ensaísta. Faleceu em São Paulo, no dia 16.08.2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


HAROLDO FERREIRA CABRAL, Goiano, da Capital, l950, dentre outros, escreveu, "SONHOS DESTRUÍDOS, REALIDADES VIVIDAS", sem dados biográficos no livro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Poeta. Memorialista, Intelectual, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HARTT(CHARLES FREDERIK HARTT), de New Brunswick, Canadá, 25.08.1840, escreveu, entre outros, “OS MITOS AMAZÔNICOS DA TARTARUGA”(1875), tradução de Luis da Câmara Cascudo, Recife, 1952, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Geologia. Foi Professor do Vassar College e da Universidade de Cornell, em Nova York. Veio ao Brasil, pela primeira vez, acompanhando Luis Agassiz, em 1865, como pesquisador de Geologia. Retornou em 1870, como Chefe da Expedição Morgan. Em 1874, tornou-se Diretor da Comissão Geológica do Império do Brasil. Viajou pelo Rio Amazonas colhendo informações geológicas e do folclore brasileiro. Faleceu no Rio de Janeiro em 18.03.1878. É encontrado no livro “O QUE SE DEVE LER PARA CONHECER O BRASIL, de Nelson Werneck Sodré. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HASS GONÇALVES (Eduálvaro Maria), Paraense, de Belém, 21.06.1926, escreveu, entre outros, "TROVAS E TRAVOS"(1965), "MATIZES DO MEU PAINEL"(1968), “LIÇÃO DE VIDA! NÃO CRIA! EXPERIMENTE!”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Heitor da Costa Gonçalves e Alvina Maria Hass Gonçalves. Funcionário Público em Goiânia, onde sempre viveu. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Trovista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Confererncista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Como Jornalista, escreveu para os jornais “FOLHA DO NORTE”, “FOLHA DE GOYAZ”, “O POPULAR”, “DIÁRIO DA MANHÔ, “CORREIO BRAZILIENSE”. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Arcádia Goiana de Cultura, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade dos Homens de Letras do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ANTOLOGIA DA ARCÁDIA, de Nunes Bittencourt, bem como na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HAYDÉE JAYME FERREIRA, Goiana, de Anápolis, l926, escreveu, entre outros, "ANÁPOLIS, SUA VIDA, SEU POVO"(1981), "FOGO NO BAMBUAL"(1988), "NUANÇAS DE MIM"(1987), "O CANTO DO CISNE"(1996). Escritora, Poetisa, Historiadora. Jornalista, Pesquisadora, Ensaísta. Memorialista, Contista, Cronista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Administradora, Educadora. Ficcionista, Conferencista, Oradora. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Salientada nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na REVISTA DA UBE GO-l989, no livro ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida. Encontra-se em ANÁPOLIS EM TEMPO DE MÚSICA, de Paulo Nunes Batista e Jarbas de Oliveira, bem como em FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme, seu pai. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Anápolis, a 29 de junho de 1926. Seu pai, Jarbas Jayme, foi jornalista e historiador de extraordinária importância. Sua mãe era Maria Dinah Crispim.
Em Bonfim(Silvânia), Haydée fez seus primeiros estudos, no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, onde concluiu o curso normal. Estudou também no Colégio Auxilium, de Anápolis.
Após a morte do esposo, Odir da Costa Ferreira, com quem se casou, em 1947, dedicou-se totalmente, não só à criação dos filhos, Leandro, Leonardo e Lúcia, mas também à atividade jornalística, literária e artística.
Em 1971, foi classificada no 1º Concurso de Poesias Modernas, passando a fazer parte da Antologia “Anápolis em Tempo de Poesia”, livro publicado sob o patrocínio da Prefeitura Municipal, no governo do Prefeito Henrique Santillo.
Como jornalista que se dedica à análise política tem escrito para vários jornais e revistas, entre os quais, “Correio do Planalto”, “O Anápolis”, “Folha de Goiaz”, “O Educacional”, “Tribuna de Silvânia”, “O Popular”, etc.
Dedicou-se à pintura, com telas deslumbrantes, uma delas reproduzida na capa de seu mais recente livro. Na área do artesanato possui trabalhos artísticos de alto valor.
Entre suas obras, destacam-se, “O Pirarara”, “A Doce Colméia”, e “Anápolis Sua Vida, Seu Povo”. Este último, publicado pelo Centro Gráfico do Senado Federal, Brasília, em 1981, é a revelação mais significativa de seu talento multiforme.
Entre os inéditos há também, “Fogo no Bambual”, “Nuances de Mim”.
É membro do Diretório Municipal do PMDB e única mulher na Comissão de Ética do Partido.
Nascida numa quinta-feira, 5º dia da lua cheia, no mês de junho de 1926, dia 29. Filha de Jarbas Jayme e da musicista Maria Dinah Crispim Jayme.
Estudou o primário, o ginásio e o normal, com as irmãs salesianas, de Silvânia, onde também recebeu o diploma de “catequista”, através de certame(Sabatina sobre o catecismo).
Ainda solteira, fez em 1944, em São Paulo, um curso intensivo de Assitência Social, no Colégio Santo Agostinho(Des Oiseaux). Retornando a Anápolis, tornou-se professora primária no Grupo Escolar Antesina Santana. Casou-se em 19 de abril de 1947.
Antes de casar-se, em 1945, no dia 8 de abril, quando tinha 19 anos, fez discurso pela anistia, na Praça João Pessoa(hoje Praça James Fanstone), ao lado de líderes políticos, como Zacheu Crispim, Emival Caiado, Adalberto P. da Silva, José Asmar, etc.
É jornalista desde 1966. Durante 4 anos assinou no jornal “O Anápolis”, a coluna “Umas e Outras”. Em 1970, foi professora de Artes no Colégio Auxilium, de Anápolis.
Funcionou como Presidente do Concurso Regional de Declamação, realizado no Ginásio Anchieta, de Silvânia.
Como Pintora, tem participado de diferentes exposições, além de fazer vários tipos de artesanato.
É autora do hino “Homenagem a Goiás”, com música do maestro Orestes Farinello, hino apresentado pela primeira vez no Teatro de Pirenópolis, pelo Madrigal Bel Canto, como parte do Programa da Funarte.
Em 1978, foi uma das fundadoras e primeira Presidente da Academia Anapolina de Letras e Artes, ocupando a Cadeira nº 15, cujo Patrono era o seu tio materno Arlindo Costa, atividade a que renunciou, por motivos particulares.
Em 1980, manteve no “Correio do Planalto”, a coluna “Umas e Outras”. Em 1981, conquistou o primeiro lugar no Concurso instituído pela “Folha de Goiaz” sobre a “Vida e a Obra de James Fanstone”. No mesmo ano lançou o livro “Anápolis, Sua Vida, Seu Povo”.
Na “Folha de Goiaz”, em 1984, tem assinado a coluna “Um por Semana”.
Ocupa o cargo de Diretora do Museu Histórico de Anápolis, sendo também Supervisora Técnica Parlamentar do Deputado Ronaldo Jayme.
Atualmente(1998), é representante de Anápolis na Academia de Letras Municipais do Brasil, com sede em São Paulo.
Sobre ela e com o título “HAYDÉE JAYME FERREIRA E SUA HISTÓRIA DE ANÁPOLIS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Faleceu em Anápolis, no dia 02.01.1999.

HAYDT MELLO(Humberto Haydt de Souza Mello), de Rio de Janeiro, Rj, 30.06.1938, escreveu, entre outros, TRATADO DO HOMEM(1978), O MANUSCRITO PERDIDO DE FREUD(1987), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina. Mudou-se para Brasília em 1963. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Médico, Escritor, Ensaísta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HAWTHORNE(Alexandre Travis Hawthorne), dos Estados Unidos, 1825. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou em Direito, tornando-se Advogado. Alistou-se no exército sulista durante a guerra da secessão. Terminada a guerra, saiu com a patente de General. Resolveu vir para o Brasil estabelecer uma colônia, tendo demarcado terras no sul da Bahia. De volta aos Estados Unidos para buscar mais recursos, sua única filha morreu. Convertido, tornou-se pregador. Começou a trabalhar para estabelecer uma missão batista no Brasil. Na Convenção Batista do Sul dos Estados Unidos, em Lexington, em 1880, apresentou um relatório monumental elogiando o Brasil. Em virtude de seu relatório foi nomeado representante da Junta de Missões Estrangeiras no Estado do Texas. Graças ao General Hawthorne, vieram para o Brasil vários missionários, inclusive o casal pioneiro William Buck Bagby e Anne Luther Bagby que chegou no Rio de Janeiro, no dia 02.03.1881. Quanto ao General Hawthorne, faleceu nos Estados Unidos, em 1899, com 74 anos de idade. Mencionado neste Dicionário Brasileiro, por ter estado no Brasil e ter dado condições para que dezenas de missionários batistas viessem para o Brasil. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HÉBER SALVADOR DE LIMA(PADRE LIMA), de Rio Pomba, Minas Gerais, 17.11.l920, escreveu, entre outros, "REFLEXOS"(1978), "ENTRE SEM BATER", "O AMOR É MAIS FORTE", "POR UM AMOR MAIOR"(1972), "VIAGENS AO REDOR DA VIDA", "CIRANDA"(1979), “APRESENTO-LHES A BARONESA”, “DÊ UMA CHANCE AO SILÊNCIO”(1996), sem dados biográficos nos livros. Conforme alguns autores, teria nascido em Piraúba, Zona da Mata, Minas Gerais. Com 17 anos de idade, entrou para a Ordem dos Jesuítas, em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, onde fez os cursos de Filosofia e Humanidades. Depois de estudar em Roma, na Itália, concluiu os estudos na Inglaterra, ordenando-se sacerdote em 1950. Após passar um ano na Espanha, retornou à Inglaterra, onde se doutorou em Cultura Clássica, na Universidade de Oxford e Londres. De volta ao Brasil, lecionou no Seminário Jesuíta de Itaici, em São Paulo, de 1956 a 1967. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Transferindo-se para Goiânia, tornou-se Professor titular do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Católica de Goiás. Doutor em Literatura Clássica pela Universidade de Londres, Inglaterra. Escritor, Poeta, Professor. Sacerdote, Teólogo, Literato. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Cronista, Contista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HEITER RODRIGUES JÚNIOR, de Tupã, São Paulo, 03.04.1965, escreveu, entre outros, PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA-A FERRAMENTA DO SUCESSO(2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante muitos anos, foi vendedor. Há cerca de 10(dez) anos, tornou-se Palestrante, levando treinamento para diferentes empresas e grupos interessados em aperfeiçoar as técnicas de venda. No auditório da OAB, em Palmas, Tocantins, nos dias 03 e 04 de março de 2008, proferiu magnífica palestra para mais de 200 pessoas, focalizando a PROGRAMAÇÃO NEUROLINGUÍSTICA-A FERRAMENTA DO SUCESSO. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Sobre ele, há mais informações no site www.sermais.com.br. Ou ainda em SER +CONSULTORIA. Rua Melvin Jonesn° 279, Jardim Rubiacia – Tupã, SP Telefone: (14) 3491-3151. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HEITOR LUIZ MURAT DE MEIRELLES QUINTELLA, de Rio de Janeiro, Rj, 26.11.1945, escreveu, entre outros, INTRODUÇÃO À CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO(1970), MODELAGEM ESTRUTURAL DE SISTEMAS(1975), MORANDU BEDÁ(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Física. Mestrado em Ciências e Informática. Mudou-se para Brasília em 1989. Professor Universitário. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras de Brasília. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DA NOVA POESIA BRASILEIRA, 1992, de Olga Savary. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HEITOR ROSA, de Urutaí, Goiás, 27.10.1940, escreveu, entre outros, “ESTÓRIAS AGUDAS E CRÔNICAS-DO APÊNDICE AO AVIÃO”(1996), “OS OSSOS DO CORONEL AZAMBUJA E OUTRAS HISTÓRIAS”(1998), sem dados biográficos nos livros. Filho de Joviano Rosa e Aureolina Faria Rosa. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Liceu de Goiânia. Formou-se Médico, pela Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás. Em Londres, na Inglaterra, fez curso de Pós-Graduação. Membro da Academia Goiana de Medicina, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Médico, Escritor. Ensaísta, Pesquisador. Professor, Memorialista, Contista. Cronista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

HEITOR HUMBERTO ANDRADE, de Salvador, Bahia, 23.06.1937, escreveu, entre outros, CORPOS DE CONCRETO(1964), NAS GRADES DO TEMPO(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Autodidata, Jornalista, Editor, Organizador de Eventos, Produtor de Cinema e de Tv. Mudou-se para Brasília em 1966. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Escritor. Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Contista. Cronista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Participante de várias antologias de poesia e prosa, dentre outras, NOVÍSSIMA POESIA BRASILEIRA, de Walmir Ayala e EM CANTO CERRADO, de Salomão de Souza. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HEITOR MARTINS(MIRANDA), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 22.07.1933, escreveu, entre outros, DAS EMOÇÕES NECESSÁRIAS(1954), DO BARROCO A GUIMARÃES ROSA(1983), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Neolatinas. Doutorou-se em Literatura Portuguesa. Mudou-se para Brasília em 1978. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário, Tradutor, Jornalista. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras e Associação Nacional de Escritores. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HELANDO MARQUES DE SOUZA, Carioca, do Rio de Janeiro, l938, radicado em Anápolis, autor de diferentes livros, destacando-se, “ALÉM DE UM DESEJO”(CONTOS), "VOCÊ GOSTARIA DE DESABAFAR?", "A PORTA DO REINO", este, com notas de orelha de José Louzeiro. Residiu em Anápolis, interior goiano, durante muitos anos, sendo inclusive assinante da Caixa Postal, 372. Presidente da Academia Internacional de Parapsicologia, em Goiânia, Goiás. Formado em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas do Rio de Janeiro. Pós-Graduado em Parapsicologia pela Sociedade Universitária Augusto Mota(SUAM). Professor de Orientação e Proteção Comunitária. Escritor, Poeta, Advogado. Jornalista, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Memorialista, Contista. Cronista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Membro do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Notabilizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HÉLCIO MARTINS, de Rio de Janeiro, Rj, 01.01.1929, escreveu, entre outros, PEDRO SALINAS(1956), A RIMA NA POESIA DE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE(1968), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário, Ensaísta, Escritor. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Faleceu em 09.02.1966. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HELEN PIERSON, de Londres, Inglaterra, l920, escreveu, entre outros, "LUZES E SOMBRAS", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Juraci Mota. Residente em Goiânia, Goiás, desde l983, onde desenvolve múltiplas atividades. Professora de Parapsicologia, Yoga, Kiroprática, Inglês e Francês, na Capital do Estado de Goiás. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades culturais, sociais e de classe. Noticiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELENA DALVA MOURA BARRETO, de Sobrália, Minas Gerais, l953, escreveu, entre outros, "O DIÁRIO DE FLORINDA", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Marislei de Souza Espíndula Brasileiro. Residente em Goiânia, Goiás, no Setor dos Afonsos, no Residencial Portal do Bosque. Mas foi criada entre as montanhas mineiras de Itambacuri. Professora, Memorialista, Escritora. Poetisa, Contista, Cronista. Pesquisadora, Intelectual, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Conferencista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Federação Espírita do Estado de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELENA MORLEY(Alice Dayrell Caldeira Brant), de Diamantina, Minas Gerais, l880, escreveu, entre outros, "MINHA VIDA DE MENINA"(l942-obra póstuma), sem dados biográficos no livro. Encontra-se na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa e em várias antologias de poesia e prosa. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Contista, Cronista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Conferencista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores, além de várias entidades culturais e de classe. Anotada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro REGISTRO DE UMA OBRA, de Nelly Alves de Almeida, Edição de Humberto Ludovico de Almeida. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELENA NOVAES SANTOS, de Tamburi, Maracás, Bahia, 03.04.1922, escreveu, entre outros, “SORRISOS”, “LÁGRIMAS”, “CANTANDO”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, este, com apreciação de Ana Braga, Liberato Póvoa e Juarez Moreira, além de notas de orelha de Henrique Antonio Nunes. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Casada em 1944, é mãe de 09 filhos. Transferiu-se, posteriormente, para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HELENA RODRIGUES DA SILVA, Goiana, de São Luis dos Montes Belos, 17.02.l959, escreveu, entre outros, "PÁSSARO AZUL"(POEMAS-1992), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de José Mendonça Teles, considerações de Euripedes Leôncio e texto de capa de Douglas Avanço. Filha de Joviano Ignácio Rodrigues e Florinda Rosa Rodrigues. Em 1961, mudou-se para Colinas do Tocantins, passando a estudar no Colégio Castelo Branco. Transferiu-se, em 1987, para Guaraí, Paraíso e Gurupi, onde fixou residência. Professora, Escritora, Poetisa. Ensaísta, Pesquisadora, Memorialista. Intelectual, Oradora, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Historiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELENA SEBBA CORREIA, de Inhumas, Goiás, 19.02.l943, escreveu, entre outros, "O TRIÂNGULO"(1979), “O GATO DE TRÊS CORES”, este, com prefácio de Miguel Jorge, e notas de capa de Jorge Antônio Taleb, sem dados biográficos nos livros. Filha de Elias Sebba e Dinalva Rodrigues Sebba. Curso primário e ginasial, em Inhumas. Curso secundário, no Colégio Santo Agostinho de Goiânia. Docente de diferentes colégios em sua terra natal. Diretora Escolar. Escritora, Poetisa, Professora. Contista, Cronista, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Conferencista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Memoriada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HELENO ÁLVARES (HELENO ALVES REZENDE), de Araxá, Minas Gerais, 01.12.1960, escreveu, entre outros, “DESORDEM CONTEMPORÂNEA”, com prefácio de João Rios Montandon e notas de orelha de João Evangelista Rodrigues, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginásio no Colégio Dom Bosco e fez o secundário através dos Exames de Madureza, em vários lugares, entre os quais, Uberaba. Com 28 anos de idade, em 1988, mudou-se para Goiânia, passando a trabalhar na Comissão Pastoral da Terra(CPT), onde permaneceu até 1990. Nos anos seguintes, transferiu-se para Belo Horizonte, tornando-se jornalista e Assessor de Imprensa de empresas privadas. Retornou a Araxá, onde se fez Produtor Artístico. Seu parente distante, o médico Eduardo Augusto Montandon(Araxá, 1829) foi Governador da Província de Goiás e seu Presidente em 1889, antes da Proclamação da República. Quanto a Heleno Álvares é Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Cronista. Jornalista, Articulista, Idealista, Visionário. No ano 2000, mudou-se para Palmas, Tocantins, passando a trabalhar nos jornais FOLHA POPULAR, DIÁRIO DO TOCANTINS e o JORNAL. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Tocantinense de Imprensa. Participou de diferentes antologias de poesia e prosa, dentre outras, “UNI-VERSOS”, editada em 1982. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HELENO DIAS FERREIRA, Goiano, de Anhanguera, l948, escreveu, entre outros, "FLORA DO ESTADO DE GOIÁS-BUDDLEJACEAE", sem dados biográficos no livro. Professor de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Botânico, Pesquisador. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELENO GODOY DE SOUSA, de Goiatuba, Goiás, 31.03.l946, autor de diferentes livros, dentre outros, "OS VEÍCULOS"(POEMAS-1968), "AS LESMAS"(ROMANCE-1969), “RELAÇÕES”(NARRATIVAS-1981), “O SER DA LINGUAGUEM”(ENSAIO-1983), “A CASA”, "FÁBULA FINGIDA" (POEMAS-1985), “TRIMEROS” (POEMAS-1993). Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás e da Universidade Católica, da qual recebeu o título de PROFESSOR NOTÓRIO SABER, pelos 30 anos de literatura. Curso de Mestrado na Universidade de Tulsa, Oklahoma, Estados Unidos. Fez parte do Grupo de Escritores Novos(GEN), em Goiás, de que foi um dos fundadores. Escritor, Poeta, Jornalista. Pesquisador, Ensaísta, Cronista. Ficcionista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Poliglota, Tradutor, Crítico. Detentor dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Crítico literário e articulista de renome internacional. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO II, de Vera Maria Tietzmann Silva e Maria Zaira Turchi, bem como no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e também em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Goiatuba, Goiás, no dia 31 de março de 1946. Filho de Vadico Gonçalves de Souza e Elza Godói.
Iniciou, em 1953, os estudos primários em sua terra natal. Nos anos seguintes, já na Capital do Estado, estudou no Colégio Ateneu Dom Bosco e no Liceu de Goiânia, além do Colégio Cinco de Julho.
Na década de 1960, foi um dos participantes do Grupo de Escritores Novos de Goiás(GEN), em cujo jornal “O QUARTO PODER”, saiu publicado seu primeiro poema.
Formou-se em Artes Plásticas, cursando Escultura e Gravura na Universidade Federal de Goiás.
Matriculou-se no curso de Letras Modernas, do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Católica de Goiás, onde se formou.
Em Oklahoma, nos Estados Unidos, fez o curso de Mestrado em Letras e Artes Modernas(MASTER OF ARTS IN MODERN LETTERS), na Universidade de Tulsa.
Retornando dos Estados Unidos, tornou-se Professor do Departamento de Letras, da Universidade Católica de Goiás.
Nos anos seguintes, por concurso público, fez-se Professor da Universidade Federal de Goiás, onde leciona no curso de Mestrado em Letras e Linguística.
Seu primeiro livro de poemas, “OS VEÍCULOS”, foi publicado em 1968.
Detentor do PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia e do PRÊMIO JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo do Estado de Goiás. Trata-se, na verdade, de um dos mais ilustres nomes da crítica nacional.
Ao completar 30 anos de literatura, recebeu da Universidade Católica de Goiás, em 1998, o título de PROFESSOR NOTÓRIO SABER.

HELEN TATIANE PARPINEL CAVINA, de Catanduva, São Paulo, 24.10.1986, escreveu, entre outros, “E O RESTO VOCÊ SABE?” (ROMANCE), em co-autoria com Raquel Medeiros Ferreira Albuquerque, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Celso Luis Cavina e Adriana Parpinel Cavina. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Sete Quedas, no Mato Grosso do Sul. Em 1998, quando tinha doze anos de idade, transferiu-se para Palmas, a nova Capital do Tocantins. Tornou-se aluna do Centro Educacional Martinho Lutero, vinculado à Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), sob a direção, em Palmas, do Reitor Hugo Edgar Ludke, onde cursa a oitava série do Ensino Fundamental. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Idealista, Visionária, Intelectual. Romancista, Contista, Cronista. Produtora Cultural, Entusiasta, Memorialista. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HELIANA ANGOTTI SALGUEIRO, Goiana, da Capital, l950, escreveu, entre outros, "A SINGULARIDADE DA OBRA DE VEIGA VALLE"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro, prefácio de Affonso Ávila e textos de capa de Janaina Amado. Professora do Instituto de Artes da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Cronista, Contista, Administradora. Educadora, Ficcionista, Conferencista. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Assinalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HÉLIO CORRÊA DA SILVA, Goiano, de Caturaí, l945, escreveu, entre outros, "CÁLCULO DIFERENCIAL E INTEGRAL", sem dados biográficos no livro, juntamente com Mauro Urbano Rogerio e Ana Amélia Fleury de Almeida Badan. Professor de Matemática do Instituto de Matemática e Física da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Matemático, Físico. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HÉLIO COSTA(Hélio Calixto da Costa), de Barbacena, Minas Gerais, 17.08.1939, escreveu, entre outros, A OBRA POÉTICA DE MURILO MENDES(1981), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Ciências e Arte. Locutor, Repórter, Publicitário. Tradutor, Redator, Jornalista Profissional. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Com o passar do tempo, tornou-se Deputado Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HÉLIO FRAGA, Goiano, de Jaraguá , l937, escreveu, entre outros, "O MENINO VALENTE", sem dados biográficos no livro. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELIO JAGUARIBE(Helio Jaguaribe de Mattos), Carioca, do Rio de Janeiro, 23.04.1923, escreveu, entre outros, “CONDIÇÕES INSTITUCIONAIS DO DESENVOLVIMENTO” (1958), O NACIONALISMO NA ATUALIDADE BRASILEIRA(1959), BRASIL-CRISES E ALTERNATIVAS(1974), BRASIL-REFORMA OU CAOS(1988), ALTERNATIVAS DO BRASIL(1989), “A CRITICAL STUDY OF HISTORY”(1999), UM ESTUDO CRÍTICO DA HISTÓRIA(2001), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Francisco Jaguaribe de Mattos e de Francelina Santos Jaguaribe de Mattos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1946, com 23 anos de idade, formou-se em Direito, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Em 1949, dirigiu o Suplemento Cultural do JORNAL DO COMMERCIO, do Rio de Janeiro. Em 1950, envolveu-se com a expansão da Companhia Ferro e Aço de Vitória, propriedade de sua família(em 1964, renunciou à Presidência da Usina de Ferro e Aço). Em 1952, com 29 anos, fundou, juntamente com outros, o Instituto Brasileiro de Economia, Sociologia e Política-IBESP, de que foi Secretário Geral e Diretor da revista do Instituto, "Cadernos de Nosso Tempo", de relevante influência no Brasil e na América Latina. Em 1956, promoveu a constituição do Instituto Superior de Estudos Brasileiros-ISEB, uma instituição de altos estudos, do Ministério da Educação e Cultura, no campo das Ciências Sociais, tendo sido designado Chefe do Departamento de Ciência Política. Em 1959, deixou as duas funções por discordância das mudanças na orientação do Instituto. Em 1964, foi lecionar nos Estados Unidos: de 1964 a 1966 na Universidade de Harvard. De 1966 a 1967 na Universidade de Stanford; e de 1968 a 1969, no M.I.T.- Massachusets Institute of Tecnology. Casou-se com Maria Lucia Charnaux, com quem teve 5 filhos. Retornou ao Brasil em 1969 e ingressou na Universidade Cândido Mendes, do Rio de Janeiro, onde, por alguns anos, foi Diretor de Assuntos Internacionais. Com a fundação do Instituto de Estudos Políticos e Sociais, em 1979, foi designado Decano do novo Instituto, função que exerceu até 2003. No Governo Color de Melo, em 1992, foi Secretario de Ciência e Tecnologia. Ao completar 80 anos, deixou a função e indicou o Prof. Francisco Welffort, antigo Ministro da Cultura do Governo Fernando Henrique Cardoso. Por sua contribuição às Ciências Sociais, aos estudos latino-americanos e à análise das Relações Internacionais, recebeu o grau de Doutor Honoris Causa, da Universidade de Johanes Gutenberg, de Mainz, RFA em 1983, da Universidade Federal da Paraíba, em 1992, da Universidade de Buenos Aires, em 2000. Em 1996 foi agraciado com a Grã-cruz da Ordem Nacional do Mérito Científico. Em 1999 o Ministério da Cultura conferiu-lhe, por sua contribuição ao desenvolvimento cultural do país, a Ordem do Mérito Cultural. Vinculado ao Tocantins, por ter estudado o norte de Goiás, hoje Tocantins, no projeto Brasil 2000, que constatou que 60% dos brasileiros vivem em padrões próximos à África e à Ásia. De abril a setembro de 1992 foi Secretário de Governo (atualmente Ministério) de Ciência e Tecnologia, no governo Color. A partir de 2004 Helio Jaguaribe deu início a outro amplo estudo, “O Posto do Homem no Cosmos”. Trata-se de um intento de retomar, à luz dos conhecimentos contemporâneos, a temática de Max Scheler, sob o mesmo titulo dos anos 20. Prevê-se que esse estudo seja ultimado em 2006. Entre suas Condecorações, destacam-se na Argentina- Comendador, Orden Del Libertador San Martin, Decreto de 2-maio-1984- Grande Oficial da Ordem do Mérito. No México - Condecoração Ordem Mexicana Del “Aguila Azteca”, en grau de economienda 17-novembro-1984. No Brasil - Ordem do Mérito de Trabalho Comendador 7-novembro-1986- Ordem do Rio Branco Grau de Oficial Diploma de 8-março-1987. Em Portugal - Ordem do Infante D. Henrique Comendador Diploma de 5-setembro-2001. É mencionado em dezenas de livros, destacando-se, “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Nono ocupante da Cadeira 11, eleito em 3.03.2005, com 82 anos, na sucessão de Celso Furtado e recebido em 22.07.2005 pelo Acadêmico Candido Mendes de Almeida. Sua Cadeira 11 na Academia tem como Patrono(Fagundes Varela), Fundador Lúcio de Mendonça, sendo também ocupada por Pedro Lessa, Eduardo Ramos, João Luis Alves, Adelmar Tavares, Deolindo Couto, Darcy Ribeiro, Celso Furtado e Helio Jaguaribe. Não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é significativamente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HÉLIO LOBO(H. Leite Pereira), de Juiz de Fora, Minas Gerais, 17.10.1883, escreveu, entre outros, SABRES E TOGAS(1906), BRASIL-TERRA CARA(1913), AOS ESTUDANTES DO RIO DE PRATA(1918), COUSAS AMERICANAS(1923), BRASILIANOS E YANKEES(1926), UM VARÃO DA REPÚBLICA- FERNANDO LOBO(1937), O PAN-AMERICANISMO E O BRASIL(1939), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Fernando Lobo Leite Pereira e Maria Barroso Lobo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, em 1903, com 20 anos de idade. Em virtude da influência de seu pai, homem de grande prestigio na Republica, ingressou no Itamarati, sob o prestígio do Barão do Rio Branco. Em 1907, com 24 anos, foi destacado para o Tribunal Arbitral Brasileiro-Peruano e, a seguir, para o Brasileiro-Boliviano, sempre ocupando o lugar de secretário. Casou-se com Viola Leckie Lobo, com quem teve dois filhos. De 1910 a 1915, passou de terceiro a primeiro oficial da Secretaria de Estado das Relações Exteriores. Em 1912, foi secretário da Junta de Jurisconsultos Americanos, encarregada de codificar no Rio de Janeiro o Direito Internacional Americano. Foi Cônsul-Geral em Londres e Nova York (1920-1926). Secretário Geral da Delegação do Brasil na Conferência de Versalhes (1919). Delegado à IV e à V Conferência Internacional Americana (1910 a 1923). Delegado à Conferência para a Manutenção da Paz (1936). Ministro do Brasil em Montevidéu e em Haia (1926-1932). Representante do Brasil na Conferência sobre Proscritos da Alemanha e Áustria, em Evian (1938). Foi delegado do governo do Brasil às Conferências Internacionais do Trabalho (de 1938 a 1939 e de 1947 a 1951). Representante do Brasil no Conselho de Administração da Organização Internacional do Trabalho, em Genebra e Montreal (1938 a 1941 e 1947 a 1951). Colaborador de jornais brasileiros e estrangeiros, entre os quais, La Nación, de Buenos Aires, O Jornal e Jornal do Commercio, do Rio de Janeiro. O Diário, de São Paulo. A Tarde, da Bahia. O Correio do Povo e a Federação, de Porto Alegre. Escreveu sob os Pseudônimos de Clara Benevente, Palmella. Em 29.10.1945, foi o primeiro Repórter a entrevistar Getulio Vargas, após a sua deposição, no fim do Estado Novo. Fez conferencias na Universidade de Buenos Aires, na Argentina. Na Universidade de Montevidéu, no Uruguai. No Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, na Escola Naval de Guerra, na sala de conferências do Itamarati e na Academia Brasileira de Letras. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Sociedade Brasileira de Direito Internacional(de que foi fundador), Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, Instituto Americano de Direito Internacional (Washington), Sociedade Argentina de Derecho Internacional, Pan American Society, Hispanic Society of América, Instituto Histórico e Geográfico do Uruguai. Titulo de Doutor honoris causa pela Universidade de Buenos Aires, na Argentina. Diplomata, jornalista, ensaísta, biógrafo e historiador. No dia 24.08.1954, foi o primeiro Repórter a entrar no quarto do Palácio do Catete, onde Getulio estava morto, após suicídio. Faleceu no Rio de Janeiro, em 01.01.1960. Quinto ocupante da Cadeira 13, da Academia Brasileira de Letras, eleito em 6.06.1918, na sucessão de Sousa Bandeira e recebido pelo Acadêmico Lauro Muller em 26.11.1919. Recebeu o Acadêmico Alberto de Faria. Sua Cadeira 13 na Academia tem como Patrono Francisco Otaviano, Fundador Visconde de Taunay, sendo também ocupada por Francisco de Castro, Martins Junior, Sousa Bandeira, Hélio Lobo, Augusto Meyer, Francisco de Assis Barbosa e Sergio Paulo Rouanet. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HÉLIO MIRANDA(Hélio Luiz de Cárcere Peres Miranda), de Pelotas, Rio Grande do Sul, 1954, escreveu, entre outros, “COMENTÁRIOS À NOVA LEI ELEITORAL E À LEI DE INELEGIBILIDADE”. Com a criação do Estado do Tocantins, transferiu-se para Palmas, onde é Advogado militante em todas as áreas, especialmente, Direito Administrativo e Penal. Especialista em Direito Eleitoral e autor de vários artigos em jornais e revistas sobre o assunto. Publicou também “COMENTÁRIOS SOBRE CONSTITUCIONALIDADE ELEITORAL”, “TRATADO DE ECONOMIA EMERGENTE E PAÍSES DE RISCOS NO COMÉRCIO INTERNACIONAL”, além de outros. Curso de Doutorado em Direito, pela Universidade Carlos III, de Madrid, na Espanha. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Rio Grande, no Rio Grande do Sul. Em sua terra natal e na cidade de Rio Grande, iniciou-se na advocacia. Em 1995, concorreu a uma das vagas na Academia Tocantinense de Letras, mas não conseguiu se eleger. Em 2001, juntamente com o jornalista Gil Correia, de Gurupi, concorreu à Cadeira 37, da supra mencionada Academia, tendo sido eleito, no entanto, o escritor e Procurador de Justiça Mário Ribeiro Martins. Curso de Especialização LATU SENSU em Ciência Política e Estratégia Nacional, pela Universidade do Tocantins (UNITINS). Fez cursos especiais de Processo do Trabalho, Direito do Mar e Processo Penal. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos jurídicos. Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HÉLIO MOREIRA, de Alfenas, Minas Gerais, l938, escreveu, entre outros, "CONCEITOS EM PROCTOLOGIA", sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Antonio Moreira e de Olívia Moreira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também se formou. Conforme alguns autores, teria nascido em Gaspar Lopes, município de Alfenas, interior mineiro e se formou em Medicina na cidade de Alfenas, em 1964. Conforme outros, teria se formado Médico, pela Faculdade de Medicina, da Universidade Federal do Paraná(UFPR), em 1964. Mudou-se para Goiânia, em 1965. Passou a trabalhar na capital goiana, em 1966. Professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Goiás. Casou-se com Marilia Teixeira Sampaio Moreira, com quem teve três filhos, todos médicos, José Paulo, Hélio Junior e Ana Paula. Médico. Escritor, Conferencista, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Escreveu também COUTO MAGALHÃES- O ÚLTIMO DESBRAVADOR DO IMPÉRIO(2005), com apresentação de Bariani Ortêncio e notas de contra-capa de Laura Chaer e ENTRE O SONHO E A REALIDADE(2001). Foi Chefe do Departamento de Cirurgia do Hospital das Clínicas de Goiás. Editor, durante dez anos, da Revista Goiana de Medicina. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Maçônica de Letras, Sociedade Brasileira de Coloproctologia e Sociedade Brasileira de Médicos Escritores, além de Academia Goiana de Medicina e Instituto Histórico e Geográfico de Goias. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários livros de estudos científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Presente na Antologia MÉDICOS EM PROSA E VERSOS(Goiânia, Kelps, 1999). Seu livro COUTO MAGALHÃES-O ULTIMO DESBRAVADOR DO IMPERIO foi lançado em Palmas, Tocantins, no auditório da Assembléia Legislativa, no dia 25.04.2006, com a presença inclusive de sua esposa Marilia e de seu filho Helio Junior. Sobre o autor e seu livro, escreveu excelente matéria a jornalista Elisangela Farias, sob o titulo ROMANCE SOBRE UM GRANDE HOMEM DO IMPERIO, no JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 25.04.2006. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HÉLIO PÓLVORA(Hélio Pólvora de Almeida), de Itabuna, Bahia, 02.10.1928, escreveu, entre outros, MEMORIAL DE OUTONO(2005), OS GALOS DA AURORA(1958), A MULHER NA JANELA(1962), ESTRANHOS E ASSUSTADOS(1966), A FORÇA DA FICÇÃO(1971), NOITES VIVAS(1972), O GRITO DA PERDIZ(1973), O MENINO DO CACAU(1979), TRÊS HISTÓRIAS DE CAÇA E PESCA(1996), O REI DOS SURUBINS E OUTROS CONTOS(2000), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário em Salvador e estudou também no Rio de Janeiro. Fez-se Redator-Secretário do jornal VOZ DE ITABUNA e correspondente, em Itabuna, do JORNAL DA BAHIA, de Salvador. Quando tinha 25 anos de idade, em 1953, mudou-se para o Rio de Janeiro. Fez jornalismo em diversos jornais e suplementos literários. Foi Redator, Editorialista, Cronista e Crítico Literário. Como jornalista e tradutor, trabalhou na Europa, nos Estados Unidos e na América do Sul. Detentor de diferentes prêmios literários, dentre outros, PRÊMIO JABUTI(1978), PRÊMIO BIENAL NESTLÉ(1986). Participação em antologias nacionais e estrangeiras, entre as quais, PANORAMA DO CONTO BAIANO(1959), HISTÓRIAS DA BAHIA(1963), TEXTOS DE AUTORES BAIANOS(1967), O MODERNO CONTO DA REGIÃO DO CACAU(1978). Viveu sempre entre Ilhéus, Salvador e Rio de Janeiro, onde trabalhou por mais de 30 anos. Tem escrito para o JORNAL DO BRASIL, CORREIO BRAZILIENSE e revista VEJA. Apesar de sua importância, não é convenientemente mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HÉLIO PÓVOAS JÚNIOR, de Rio Grande, Rio Grande do Sul, 19.04.1956, escreveu, entre outros, PURA LIRA(1993), SINTO MUITO(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras Anglo-Germânicas. Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas. Mudou-se para Brasília. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Secretário das Embaixadas do Brasil em Libreville(Gabão), na Santa Sé(Vaticano), em San José(Costa Rica), em Harare(Zimbábue). Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA ERÓTICA, 1993, de Urhacy Faustino e Leila Miccolis. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HÉLIO ROCHA, Goiano, de Corumbá de Goiás, 14.08.1940, escreveu, entre outros, “OS INQUILINOS DA CASA VERDE-GOVERNOS DE GOIÁS DE PEDRO LUDOVICO A MAGUITO VILELA”(1998), sem dados biográficos no livro. Filho de Benedito Odilon Rocha e de Ana Valle Rocha. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Goiânia e passou a estudar no Ateneu Dom Bosco. Ingressou no jornalismo profissional com 19 anos de idade, trabalhando no jornal “DIÁRIO DO OESTE”, dirigido por Waldemar Gomes de Melo, sendo Editor-Chefe Jávier Godinho. Foi também jornalista do “DIÁRIO DE GOIÁS”, editado pelo Consórcio de Empresas de Radiodifusão e Notícias do Estado(CERNE). Posteriormente, transferiu-se para o jornal “O POPULAR”, da Organização Jaime Câmara. Formou-se em ESTUDOS SOCIAIS, na Universidade Federal de Goiás e também em IDIOMAS. Foi integrante, em 1968, da Turma do Primeiro Curso Bloch de Comunicação. Trabalhou no Rio de Janeiro e em Brasília. Ao retornar a Goiânia, tornou-se, em 1972, Editor-Chefe do jornal “POPULAR”. Criador da coluna GIRO, de que também foi titular. Em 1980, esteve no jornal DIÁRIO DA MANHÃ, participando, inclusive, de sua implantação. Retornou, em 1982, como Editor Especial do jornal O POPULAR, sendo hoje(1998), responsável pela produção de várias colunas, inclusive, pela página MEMORANDUM. Seu pai, Benedito Odilon Rocha, além de ter escrito o livro “5O ANOS DE POESIA”, foi também membro da Academia Goiana de Letras, tendo ocupado a Cadeira 17, cujo Patrono é Joaquim Maria Machado de Assis, de que foi fundador Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo, tendo sido titular Jaime Câmara, hoje(1998), ocupada por Antonio José de Moura. Os irmãos de Hélio Rocha, Reinaldo Rocha, Ana Cláudia Rocha e Eduardo Rocha tornaram-se também respeitáveis jornalistas. Maria das Graças, Laila e Beatriz Rocha formaram-se professoras. Edgar Rocha tornou-se médico e Paulo Rocha formou-se engenheiro. Quanto a Hélio Rocha, é mencionado em diversos livros, bem como em vários textos sobre jornalismo moderno. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HÉLIO SEIXO DE BRITTO, Goiano, de Goiás Velho, l909, escreveu, entre outros, "HISTÓRICO DE UMA ADMINISTRAÇÃO". Médico, pela Faculdade Nacional de Medicina do Rio de Janeiro. Deputado Constituinte. Secretário da Educação do Estado de Goiás. Prefeito Municipal de Goiânia. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina, do Sindicato dos Médicos, da Federação dos Hospitais, além de várias entidades culturais, sociais e de classe, entre as quais, Academia Goiana de Medicina, de que foi um dos fundadores. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como no livro CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Encontra-se no livro ANÁLISES E CONCLUSÕES, de Nelly Alves de Almeida. Com o título UM PLANTADOR DE FUTUROS, sobre ele escreveu excelente crônica o polivalente José Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu em Goiânia em 2003.

HÉLIO SOARES PEREIRA, de Teresina, Piauí, 30.03.1946, escreveu, entre outros, ONDE O HORIZONTE VEM ESCONDER-SE(1982), POESIA COM CHANTILY(1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Pós-Graduação em Moderna Literatura Brasileira e Metodologia do Ensino Superior. Mudou-se para Brasília em 1974. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Economiário. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Taguatinguense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HELOISA BUARQUE DE HOLANDA(HELOISA HELENA OLIVEIRA), de Ribeirão Preto, São Paulo, 26.07.1939, escreveu, entre outros, “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS” (BIOGRAFIAS), juntamente com Lúcia Nascimento Araújo. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Letras Clássicas, pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, em 1961. Tornou-se Professora Universitária. Em 1974, fez o curso de Mestrado em Literatura Brasileira, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Na mesma universidade, concluiu o Doutorado, em 1979. Dirigiu o filme “JOAQUIM CARDOSO”, em 1976 e o filme “DR. ALCEU”, em 1981. Diretora do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro, em 1983. Pós-Doutorado na Universidade de Colúmbia, em Nova York, em 1985. Professora visitante da Universidade de Brown, em 1991. Professora Titular da Escola de Comunicação, da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Conselheira da Fundação Carlos Chagas. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HELOÍSA HELENA DE CAMPOS BORGES, Goiana, da Capital, 20.06.1948, escreveu, entre outros, “QUINQUILHARIAS” (POEMAS), com prefácio de Darcy França Denófrio. Filha de Elísio Campos e Genilce Craveiro. Após o curso primário na Escola Nossa Senhora das Vitórias, terminou o Ginásio no Instituto Maria Auxiliadora e o Normal no Instituto de Educação. Letras Modernas (Francês), na Universidade Federal de Goiás. Em Sèvres, França, fez aperfeiçoamento em Lingua, Civilização e Literatura Francesa. Em Quebec, no Canadá, concluiu Curso Estágio para Professores de Lingua Francesa. Curso de Mestrado, em Teoria da Literatura. Professora de Francês aposentada. Docente da Universidade Federal de Goiás, junto ao Instituto de Ciências Humanas e Letras. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Ativista. Produtora Cultural, Pensadora, Intelectual. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Condecorada pelo Ministério da Educação da França, em 1998, com o título “CHEVALIER DANS L`ORDRE DE PALMES ACADÉMIQUE”. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Heloisa, atual(2007) Presidente da Academia Feminina de Letras e Artes de Goias, lançou, juntamente com Renato Castelo, o livro CONVERSA COM VERSO. Apesar de sua importância, não é referida na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Não é estudada em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento. Não é lembrada no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes Hubner Flores, bem como em DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher. Uma das poucas goianas estudadas no DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho.

HELOÍSA HELENA DE FREITAS, Goiana, da Capital, l950, escreveu, entre outros, "UM CHEIRO DE SAUDADE", com prefácio de Irorê Gomes de Oliveira, parecer de Humberto Crispim Borges, sem dados biográficos no livro. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e aval do Conselho Estadual de Cultura. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Exaltada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa, entre as quais, PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Sobre ela escreveu excelente crônica no jornal O POPULAR, o articulista José Mendonça Teles. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELOÍSA SEIXAS(Heloísa Santos de Seixas), Carioca, do Rio de Janeiro, 27.07.1952, escreveu, entre outros, PENTE DE VENUS(Contos-1995), A PORTA(Romance-1996), DIÁRIO DE PERSÉFONE(Romance-1998), SETE VIDAS(Gatos-2003), PÉROLAS ABSOLUTAS(Romance-2004), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo, pela Universidade Federal Fluminense, em 1974. Tradutora, Redatora, Escritora. Romancista, Contista. Foi subdiretora da Rio Gráfica entre 1974/1976. Trabalhou no jornal O GLOBO entre 1976/1988. Na década de 1980, trabalhou na Agência de Notícias UPI. Em 1990, passou a trabalhar no escritório da ONU, no Rio de Janeiro. Organizadora de Antologias, entre as quais, AS OBRAS PRIMAS QUE POUCOS LERAM , trazendo comentários dos trabalhos de Kafka, Guimarães Rosa, Stendhal, Victor Hugo e outros, por Otto Maria Carpeaux, Josué Montello, Antônio Houaiss, Paulo Mendes Campos, etc. É referida no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores. Apesar de sua importância, não é mencionada no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher, ou no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho ou ainda em ENSAISTAS BRASILEIRAS, de Heloisa Buarque e Lucia Nascimento e nem é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HELOÍSA SELMA FERNANDES CAPEL, de Cuiabá, Mato Grosso, 27.01.1964, escreveu, entre outros, O ESPELHO DE ATENA-FORMAÇÃO DE PROFESSORES e MITO E REFLEXÃO. Publicou também FLORES DE GOIAS-CULTURA E POVOAMENTO, UBE-O PORTO DO ESCRITOR e O MORADOR, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Outras publicações: FRAGMENTOS DE CULTURA - HISTÓRIA CULTURAL. 1a. ed. Goiania: Editora UCG, 2004. v. 01. 1629.
Filha de Antonio Capel Garcia(imigrante espanhol) e Alice Fernandes Capel(Assistente social). Após os estudos primários em sua terra adotiva, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi casada com Jézus Marco de Ataídes, com quem tem a filha de 15 anos(2007) Maria Clara Capel de Ataídes.
Desde 1987, com 23 anos de idade, é Professora da Universidade Católica de Goiás, onde já lecionou História Antiga, Historia Moderna e Métodos e Técnicas de Pesquisa em Historia.
Atualmente(2007), com 43 anos, é Professora de Historia e Estudos Culturais, no curso de Mestrado em Historia, da Universidade Católica.
Seu Currículo Lattes(http://lattes.cnpq.br/0202627724737454), por demais completo, pode ser assim resumido:
É Mestre em História pela Universidade Federal de Goiás.
Doutora em Educação pela UNESP- Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho desde 2002.
Publicou diversos artigos em periódicos especializados e anais de eventos. Coordena um Centro de Pesquisa em História e participa de diversos projetos de pesquisa.
É vice-coordenadora do Mestrado em História na Universidade Católica de Goiás e coordena um curso de Especialização Lato Sensu em História Cultural e Educação.
É Conselheira de Cultura do Município de Goiânia. Atua na área de História com ênfase em história cultural, arte e ensino.
Compreende: Francês (Bem), Inglês (Bem), Espanhol (Bem). Fala: Francês (Bem), Inglês (Bem), Espanhol (Bem). Lê: Francês (Bem), Inglês (Bem), Espanhol (Bem). Escreve: Francês (Bem), Inglês (Razoavelmente), Espanhol (Bem).
Detentora de muitos prêmios e títulos, entre os quais, VOCÊ FAZ PARTE DESTA HISTÓRIA, UCG Grupo Arte e Fatos(2005), MÉRITO EDITORIAL, Editora UCG - Universidade Católica de Goiás(2005).
Dezenas de trabalhos completos publicados em anais de congressos, entre os quais, CULTURA, PODER E REPRESENTAÇÕES: UMA REFLEXÃO A PARTIR DO ENSINO DE HISTÓRIA. In: IV Congresso Brasileiro de História da Educação, 2006, Goiânia. A Educação e seus Sujeitos na História. Goiânia : Editora Deescubra/Editora UCG, 2006. v. 01. p. 01-08.
Muitas participações em Bancas Examinadoras, entre as quais, TIBALLI, Elianda; CORREIA, Marcos; CAPEL, Heloísa Selma Fernandes. Participação em banca de Marcelo Mello Barbosa. “O ACESSO AO ENSINO SUPERIOR COMO MECANISMO DE INCLUSÃO SOCIAL: O CASO DAS FACULDADES INTEGRADAS DA ASSOCIAÇÃO EDUCATIVA EVANGÉLICA EM ANÁPOLIS – GO”. 2006. Dissertação (Mestrado Em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
ZANATTA, Beatriz Aparecida; APARECIDA, Raquel; CAPEL, Heloísa Selma Fernandes. Participação em banca de Rogério Daniel P. Ramos. “FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICO - METODOLÓGICA DE UMA PROPOSTA ALTERNATIVA PARA SUBSTITUIR A FALTA DE LABORATÓRIO DE QUÍMICA NOS COLÉGIOS DE ENSINO MÉDIO DE ANÁPOLIS”. 2006. Dissertação (Mestrado Em Educação) - Universidade Católica de Goiás.
Diversas participações em bancas de trabalhos de graduação, entre as quais, Rosa, Elizabeth Pipi; CAPEL, Heloísa Selma Fernandes. Participação em banca de Leandro Alves Martins de Menezes. PODER E REPRESENTAÇÕES DA SEXUALIDADE NA GRÉCIA ANTIGA. 2007. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em História) - Universidade Católica de Goiás.
Participação em Bancas de Concurso Publico, entre as quais, MENDES, L.; CAPEL, Heloísa Selma Fernandes. CONCURSO PARA DOCENTES. 2003. SESC - Serviço Social do Comércio.
Diferentes participações em Eventos, entre os quais, DOCUMENTAÇÃO, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO BRASIL CENTRAL.DOCUMENTAÇÃO, HISTÓRIA E HISTORIOGRAFIA POLÍTICO-ADMINISTRATIVA DO BRASIL CENTRAL. 2004. (Participações em eventos/Seminário).
Orientação em Monografia de Aperfeiçoamento e Especialização, entre as quais, Antônio Luiz de Souza. A CIDADE E O DISCURSO: OESTE INVENTA GOIÂNIA. 2007. Monografia. (Aperfeiçoamento/Especialização em Formação de Professores História Cultural) - Universidade Católica de Goiás. Orientador: Heloísa Selma Fernandes Capel.
Seu endereço eletrônico: hcapel persogo com.br
No Instituto Histórico e Geográfico de Goiás é a 2ª Titular da Cadeira 29 que tem como Patrono Salomão de Vasconcelos e como 1º Titular José Normanha de Oliveira. É tambem Secretária Geral do Instituto na Diretoria 2007-2009.
Apesar de sua importância, não é estudada no DICIONARIO DO ESCRITOR GOIANO(2006), de José Mendonça Teles, não é mencionada no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIAS(1984), de Lisita Junior, não é referida na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
Não é estudada em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento. Não é lembrada no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes Hubner Flores, bem como em DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho e ainda em DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


HELVÉCIO DE AZEVEDO GOULART, Mineiro, de Itajubá, 12.08.l935, escreveu diferentes livros, entre os quais, "A JANELA AZUL"(POEMAS-1970), "DURAÇÃO DOS DIAS" (POEMAS-1998), "AS PALAVRAS" (POEMAS-1980), "MEMÓRIA DAS ÁGUAS" (POEMAS-1976), “DISTÂNCIA”(POEMAS-1997), "ANTOLOGIA POÉTICA", este, com notas de orelha de Domingos Félix de Souza. Foi Superintendente do Consórcio de Empresas de Radiofusão e Notícias do Estado de Goiás(CERNE). Formado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Contista, Cronista. Poeta, Ensaísta, Jornalista. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afránio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Advogados do Brasil, da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo sido titular Pedro Celestino da Silva Filho. Sócio de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa. Faz parte também de antologias de poesia e prosa. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício, em A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Itajubá, Minas Gerais, no dia 12 de agosto de 1935. Filho de Bráulio Goulart de Azevedo e Elisa Capello Goulart.
Iniciou, em 1942, os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Coronel Carneiro Júnior. Concluiu o curso ginasial no Colégio de Itajubá.
Por volta de 1950, mudou-se com a família para Goiânia, passando a estudar nos colégios locais, onde terminou o curso secundário.
Na Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás, bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado.
Em 1970, publicou seu primeiro livro de poemas “A JANELA AZUL”, muito bem recebido pela crítica.
Secretário do Governo do Estado, no período de 1974 a 1975. Assessor Especial do Governador do Estado de Goiás. Superintendente do Consórcio de Empresas de Radiofusão e Notícias do Estado(CERNE).
Publicou, em 1977, o seu segundo livro de poesias, “MEMÓRIA DAS ÁGUAS”, de fina sensibilidade poética.
Em 1980, editou o seu terceiro livro de poemas, “AS PALAVRAS”.
Ganhador do Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, terminou por publicar em 1986, o livro “DURAÇÃO DOS DIAS”.
Dentro da Coleção Vertentes, da Universidade Federal de Goiás, editou, em 1995, o livro “ANTOLOGIA POÉTICA DE HELVÉCIO GOULART”.
Foi eleito, em 1997, membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 23, cujo Patrono é Urbano de Castro Berquó, de que foi fundador Derval Alves de Castro, tendo sido titular Pedro Celestino da Silva Filho.
Aposentou-se como Servidor do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. Faleceu em Goiania, no dia 19.11.2009, com 74 anos de idade.

HELVÉCIO MAGALHÃES RIBEIRO, de Teófilo Otoni, Minas Gerais, l938, escreveu, entre outros, "CONFINAMENTO DE BOVINOS", juntamente com Paulo Roberto Costa Ferreira, sem dados biográficos no livro. Vinculado à EMPRESA DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL(EMATER) de Goiás. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Memorialista, Intelectual, Conferencista. Engenheiro Agrônomo, Veterinário. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia(CREA), além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HELVERTON VALNIR NEVES DA SILVA (Helverton Baiano), de Correntina, na Bahia, 15.03.l960, escreveu, entre outros, "69 POESIAS DOS LENÇÓIS E DA CARNE"(1983), com Gilson Cavalcanti, "HISTÓRIA DE CORRENTINA", “É SACANAGEM”, “CONFECÇÃO DE POESIA”, “LAVRA DE LAIVOS”, sem dados biográficos nos livros. Filho de Helvécio Crisóstomo da Silva e Zenilda Neves da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, inclusive no Ginásio Comercial de Correntina, mudou-se para Goiânia, tendo estudado no Colégio Costa e Silva e no Colégio Carlos Chagas. Formou-se em Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás. Residente em Goiânia, onde desenvolve múltiplas atividades. Jornalista Profissional em Goiás. Escritor, Poeta, Pesquisador. Ensaísta, Professor, Memorialista. Historiador, Cronista, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Orador, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Pós-Graduado em Português, pela Faculdade de Educação, da UFG. Membro do Clube dos Repórteres Políticos, do Sindicato dos Jornalistas de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional dos Jornalistas de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Evocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversas antologias de poesia e prosa, entre as quais, REVISTA DA UBE GO-l989, bem como em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HÉLVIO ANTÔNIO DE OLIVEIRA, Goiano, da Capital, 09.11.l940, autor de vários livros, entre os quais, "O ARQUITETO"(CONTOS-1978), "TEMPO DE SILÊNCIO"(POEMAS-1967), “EXTRATO DA ESTRADA”(ROMANCE-1980), sem dados biográficos nos livros. Filho de Osório de Oliveira e Antonia de Oliveira. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Professor. Relembrado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HENRIQUE ANTÔNIO SANTILLO(HENRIQUE SANTILLO), Paulista, de Ribeirão Preto, 23.08.l937, escreveu, entre outros, “ATOMÍSTICA”, "MOBILIZAÇÃO POPULAR", “GEOECONÔMICA DE BRASÍLIA”, “GOIÁS: TERRAS, GRILOS E DÓLARES”, “O ROMBO DA PREVIDÊNCIA: MAIS UM ESCÂNDALO DO REGIME”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Foi Governador do Estado de Goiás. Já durante a campanha eleitoral, em 1986, como candidato a Governador, se comprometeu a lutar pela criação do Estado do Tocantins. Tão logo assumiu o Palácio das Esmeraldas, passou a cumprir a promessa. Nos primeiros meses de 1987, colocou à disposição da CONORTE (COMISSÃO DE ESTUDO DOS PROBLEMAS DO NORTE GOIANO) a máquina administrativa do Governo de Goiás. Colocou à disposição da CONORTE duas salas do Escritório de Representação do Governo de Goiás, em Brasília, no Setor de Diversões Sul, para as reuniões e campanha em favor do Estado do Tocantins. Foi o primeiro e único Governador de Goiás a dar apoio concreto ao movimento separatista dos nortenses. Professor de Química e Biologia. Antigo Presidente da União Estadual dos Estudantes de Minas Gerais. Médico, Vereador em Anápolis(1966). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Político, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Ex-Prefeito de Anápolis(1970). Deputado Estadual(1974), Deputado Federal. Senador da República(1978). Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Médica de Goiás, do Conselho Regional de Medicina. Ministro de Estado da Saúde, no Governo do Presidente da República Itamar Franco. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Acha-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro, bem como no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Quando ainda Governador do Estado de Goiás, comprou e doou para a ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, através da instrumentalidade do Secretário de Cultura Kléber Adorno, a casa de propriedade do Dr. Colemar Natal e Silva, transformando-a na sede própria da Academia. Atualmente(2000), através do Governo de Marconi Perillo, foi conduzido ao cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Ribeirão Preto, SP, a 23 de agosto de 1937, mas desde muito jovem vive em Anápolis.
Formado em MEDICINA pela Universidade Federal de Minas Gerais (1963), em Belo Horizonte.
Concluído o curso, voltou à Anápolis para especializar-se em Pediatria.
Vereador mais votado da história de Anápolis (1966), elegeu-se prefeito da cidade (1969/73).
Em 1974 elegeu-se deputado estadual, sendo o mais votado. Em 1978, sempre pelo PMDB, foi eleito senador.
Em 1983 elegeu-se primeiro-secretário do Senado Federal.
Quando Governador de Goiás, em 1987, deu total apoio à criação do Estado do Tocantins. Aliás, foi o primeiro e único Governador de Goiás a tomar tal providência. Chegou ao ponto de colocar à disposição das lideranças nortenses que lutavam pela criação do Estado do Tocantins, via CONORTE, duas salas da Representação do Governo de Goiás, em Brasília.
Era Governador do Estado de Goiás, quando se deu a contaminação de algumas ruas da Capital pela ação do Césio 137.
Também em seu Governo, o Banco Central determinou o fechamento da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO).
No Governo do Presidente Itamar Franco, foi Ministro de Estado da Saúde.
Um dos políticos mais combativos de Goiás e considerado um dos mais brilhantes parlamentares brasileiros por sua facilidade de expressão e sobretudo por seu conhecimento de causa.
Atualmente(2000), através do Governo de Marconi Perillo, foi conduzido ao cargo de Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás. Faleceu em Anápolis, Goiás, onde também foi sepultado.

HENRIQUES DO CERRO AZUL(João Henrique Serra Azul), de Fortaleza, Ceará, 04.01.1936, escreveu, entre outros, TRÂNSITO ONÍRICO(1991), A POESIA DOS ASTROS(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1963. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Professor, Funcionário Público. Subprocurador-Geral da República. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Brasília, Casa do Poeta Brasileiro, Associação Nacional de Escritores, Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Participante de várias antologias, dentre outras, PLANALTO EM POESIA, CONTOS CORRENTES. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HENRIQUE MENDONÇA-Henrique Alan Kardec Mendonça(MULATO PAULISTA), de São Paulo, Capital, 15.04.1954, escreveu, entre outros, UM CASO CHAMADO JÂNIO, O CAUSO DO CARREIRO, MULHER DE CINQUENTA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos produzidos. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Em 1986, com 32 anos de idade, mudou-se para Anápolis, Goiás. Escreve para jornais e revistas. Já trabalhou na transcrição de literatura visual impressa para o Braille. Membro da Liga Brasileira de Esperanto, já tendo ministrado cursos e palestras sobre a língua internacional neutra- o Esperanto. Integra o quadro de Sócios da União Literária Anapolina(ULA), na condição de Diretor Secretário, tendo como Presidente Laurentina Murici de Medeiros(Carolina, Ma, 29.03.1918), também conhecida como Dona Loló. Membro da Associação Cultural Lavourartes de Goiânia. É assessor de imprensa de um grupo sindical. Colunista semanal do Jornal Contexto de Anápolis. Participante de muitas antologias de poesia e prosa, entre as quais, ANAPOLIS CENTENÁRIA EM PROSA E VERSO(2007), organização de Natalina Fernandes, ANTOLOGIA EM VERSO E PROSA(2005), organização de Laurentina Murici de Medeiros et al. Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2006), de José Mendonça Teles, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.mariomartins.com.br ou usinadeletras.com.br

HENRIQUE SILVA(JOSÉ), de Bonfim(Silvânia), Goiás, 18.03.1865, escreveu, entre outros, “FAUNA FLUVIÁTEL DE TOCANTINS E ARAGUAIA”, bem como “PÉROLAS E CONCHAS PERLÍFERAS DO ARAGUAIA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter feito estudos na Ilha do Bananal, no hoje Estado do Tocantins. Filho de Francisco José da Silva e Ana Rodrigues de Morais Silva. Em 1867, perdeu seu irmão, Capitão Vicente Miguel, vitimado pela cólera, na Retirada da Laguna. Iniciou os estudos primários, em 1871, sendo aprovado na Escola Pública, em 1875. Assentou praça no Esquadrão da Província de Goiás, em 1882, sendo transferido para o Rio de Janeiro, onde se matricula na Escola Militar da Corte, em 1883. Em 1889, graças ao General Deodoro da Fonseca, matricula-se na Escola Militar do Rio Grande do Sul e é promovido a Alferes. É designado membro da Comissão Exploradora do Planalto Central-COMISSÃO CRULS, em 1892, chefiada pelo cientista belga Luiz Cruls. Nos anos seguintes, percorreu os Rios Tocantins e Araguaia, estando na Ilha do Bananal, hoje no Estado do Tocantins, onde realizou estudos para os seus livros. Em 1895, fez parte da Comissão que levantou o traçado da Estrada de Ferro Catalão-Cuiabá. Por tentativa de homicídio, foi julgado e absolvido em Formosa, Goiás, em 1896. Promovido a Tenente em 1901. Torna-se membro do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, em 1903. Em 1907, ingressou na Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro. Promovido ao posto de Capitão, em 1908. No dia 25 de junho de 1912, foi transferido para a reserva, com o posto de Major. Fundou, em 1917, no Rio de Janeiro, junto com Americano do Brasil, a revista INFORMAÇÃO GOIANA. Em 1923, morreu sua esposa Augusta Frida Kauffmann da Silva. Fundou, em 1933, com outros o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, sendo hoje Patrono da Cadeira 38. Entre suas obras, destacam-se: “Chácaras e Quintais”, “Indústria Pastoril”, “Poetas Goianos”(1901), “Fauna Fluviátil de Goiás”(1906), “Esboço Biográfico do Comendador Francisco José da Silva”(1907), “Sumé e o Destino da Nação Goiá”(1910), “A Bandeira do Anhanguera”(1917). Destacado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 21 de maio de 1935. Patrono da Cadeira 16, da Academia Goiana de Letras, de que foi fundador Gercino Monteiro Guimarães, sendo Titular Zoroastro Artiaga, bem como Regina Lacerda, hoje(1998) ocupada por Lygia de Moura Rassi. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HERÁCLITO GRAÇA(H. de Alencastro Pereira da G.), de Icó, Ceará, 18.10.1837, escreveu, entre outros, FATOS DA LINGUAGEM(1904), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de José Pereira da Graça, Barão do Aracati, e de Maria Adelaide da Graça, e tio de Graça Aranha. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o curso preparatório no Recife. Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife, em 1857, com 20 anos de idade. Depois de formado, foi viver com a família no Maranhão, onde seu pai era desembargador. Foi Promotor de Justiça em São Luís. Pediu demissão do cargo e se dedicou à advocacia, à política e ao jornalismo. Fez parte do Partido Conservador. Fundou o jornal A SITUAÇÃO, em que defendeu as idéias do partido. Trabalhou num jornal literário que também tinha a colaboração de Joaquim Serra, Gentil Braga, Trajano Galvão e outros. Fez jornalismo político e literário. Tomou o Maranhão como sua terra adotiva. Em 1968 foi eleito para a assembléia geral, legislatura 1869-1872. Foi presidente da Paraíba. Reeleito deputado para a legislatura 1872-1875, e para a seguinte. Foi Presidente do Ceará em fins de 1874. Teve participação efetiva na reforma judiciária (1871), no recrutamento eleitoral (1875) e na Lei do Ventre Livre. Em 1877, voltou ao Rio de Janeiro, indo a princípio advogar em companhia de José de Alencar, de quem era grande amigo. Além de profundo conhecedor do vernáculo, era ainda jurista eminente, e, como tal, o barão do Rio Branco convidou-o para advogado do Brasil nos tribunais arbitrais com o Peru e a Bolívia, sendo depois disso nomeado consultor jurídico do Ministério das Relações Exteriores. Advogado, magistrado, jurista, político, jornalista e filólogo. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 16.04.1914. Segundo ocupante da Cadeira 30, eleito em 30.07.1906, na sucessão de Pedro Rabelo, tomou posse por carta em 11.07.1907. Sua Cadeira 30 na Academia tem como Patrono Pardal Mallet, Fundador Pedro Rabelo, sendo também ocupada por Heráclito Graça, Antonio Austregésilo, Aurélio Buarque de Holanda e Nélida Piñon. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HERBERT BALDUS, de Wiesbaclen, Alemanha, 1889, naturalizado brasileiro, 1941, escreveu, entre outros, “LENDAS DOS INDIOS DO BRASIL”(1946), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre os indios do norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os seus diferentes aspectos em seu livro “ENSAIOS DE ETNOLOGIA BRASILEIRA” (1937), no qual descreve os costumes dos indios Karajás, ao longo do Rio Araguaia. Tinha 10 anos de idade, quando ingressou na Escola Prussiana de Cadetes. Com 17 anos, foi aviador na Primeira Guerra Mundial. Com 22 anos, fugiu para a Argentina e entrou no Brasil pelos “Pampas”, de cavalo. Chegou em São Paulo, onde deu aulas de alemão. Retornou à Alemanha e fez Doutorado em Filosofia, na Universidade de Berlim. De volta ao Brasil, empolgou-se pela pesquisa indígena. Percorreu vários estados brasileiros pesquisando indios, inclusive o norte goiano, na ilha do Bananal, entre os Karajás e Javaés, nas aldeias de Tutemã e Imontí. Em 1939, com 40 anos de idade, tornou-se professor da Escola Livre de Sociologia e Política de São Paulo. Em 1941, naturalizou-se brasileiro. Em 1943, visitou o Paraguai e os indios do Novo México e Orizona. Em 1961, tornou-se professor em Rio Claro, São Paulo, na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. Foi Diretor do Departamento de Etnologia do Museu Paulista. Escreveu vários livros, inclusive um Dicionário de Etnologia e Sociologia. Faleceu em São Paulo, no dia 24.09.1970, com 71 anos de idade. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HERBERT LAGO CASTELO BRANCO, de Chapadinha, Maranhão, 16.12.1956, escreveu, entre outros, LUA DOCE LUA(1986), POEMAS E PROTESTOS(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1977. Operador Telegráfico. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia de Letras dos Poetas Alternativos, de que foi Fundador Presidente) e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HERBERTO SALES(H. de Azevedo S.), de Andaraí, Bahia, 21.09.1917, escreveu, entre outros, CASCALHO(Romance-1944), BAIXO-RELEVO(Crônicas-1954), GARIMPOS DA BAHIA(Ensaios-1955), ALEM DOS MARIMBUS(Romance-1961), DADOS BIOGRAFICOS DO FINADO MARCELINO(Romance-1965), HISTORIAS ORDINARIAS(Contos-1966), ASPECTOS DA POLITICA GOVERNAMENTAL DO LIVRO NO BRASIL(Ensaio-1980), OS PARECERES DO TEMPO(Romance-1984), RIO DOS MORCEGOS(Romance-1993), A PROSTITUTA(Romance-1996), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Heráclito Sousa Sales e Aurora de Azevedo Sales. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. No Colégio Antonio Vieira, dos Jesuítas, em Salvador, Bahia, cursou o ginasial, por volta de 1933, com 16 anos. Abandonando os estudos, voltou para Andaraí, onde viveu até 1948, como comerciante de madeira e funcionário de Cartório. Em 1944, com 27 anos, ainda morando em Andaraí, fez a publicação de Cascalho, seu romance de estréia, que projetou de impacto o seu nome nos meios literários do país. Em virtude da semelhança de nomes e de fatos com os seus patrícios de Andaraí, teve de fugir da cidade, indo para o Rio de Janeiro, onde residiu até 1974. Foi jornalista militante, com atividade nos “DIÁRIOS ASSOCIADOS”, de Assis Chataubriand, na área da revista O CRUZEIRO da qual foi assistente de Redação, na melhor fase desse famoso órgão da imprensa brasileira. Exerceu o cargo de diretor de outras unidades da mesma empresa, inclusive de sua editora de livros. Em 1974 mudou-se para Brasília, onde foi por dez anos Diretor do Instituto Nacional do Livro, e, por um ano, assessor da Presidência da República, no Governo de José Sarney. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. A partir de 1986, por quatro anos, residiu em Paris, servindo como adido cultural à Embaixada Brasileira. Regressando ao Brasil, fixou residência em São Pedro da Aldeia, no Estado do Rio, onde levou vida isolada, de auto-exílio, o que deu motivo a ser chamado, em artigo de Josué Montello, “O Solitário de São Pedro da Aldeia”. Foi casado com Maria Juraci Xavier Chamusca Sales e com ela teve três filhos: Heloísa, Heitor e Herberto. Jornalista, contista, romancista e memorialista. Escreveu também sob o pseudônimo de Clemente Neto. Seu livro CASCALHO transformou-se em Filme, com Direção de Leo Marten. Foi Membro da Academia Maçônica de Letras, do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Literatura Infanto Juvenil. Detentor de muitos prêmios e honrarias, entre as quais, PREMIO COELHO NETO(ABL-1961), PREMIO JABUTI(CBL-1977). Faleceu no dia 13.08.1999, com 82 anos de idade, no Rio de Janeiro. Quarto ocupante da Cadeira 3, eleito em 6.04.1971, na sucessão de Aníbal Freire da Fonseca e recebido pelo Acadêmico Marques Rebelo em 21.09.1971. Recebeu o Acadêmico José Cândido de Carvalho. Sua Cadeira 03 na Academia Brasileira de Letras, tem como Patrono Artur de Oliveira, Fundador Filinto de Almeida, sendo também ocupada por Roberto Simonsen, Aníbal Freire, Herberto Sales e Carlos Heitor Cony. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HERCULANO FARIAS JUNIOR, de Campos Novos, Santa Catarina, 04.01.1938, escreveu, entre outros, FORÇA BRUTA(1979), SAGRADA FAMÍLIA(1985), O TAMBOR(1992), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Psicologia. Mudou-se para Brasília em 1980. Psicanalista. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Sociedade Brasileira de Psicanálise. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, PANORAMA DO CONTO CATARINENSE(1974), de Iaponan Soares. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


HÉRCULES RIBEIRO MARTINS, de Niquelândia, Goiás, l963, escreveu, entre outros textos, “UNHA E CARNE”, este, com Jucelino Polonial, "VASO CHINÊS", sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito de Anápolis(FADA), alí se tornando Advogado e onde também foi aluno do autor destas notas. Procurador do Estado, exercendo a atividade em Palmas, no Estado do Tocantins. Escritor, Poeta, Professor. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Advogado militante em Palmas, Capital do Tocantins, onde também desenvolve suas atividades intelectuais e literárias. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Casado com a Advogada Ana Keila Martins Barbiero Ribeiro, com quem tem alguns filhos. Vinculado, do ponto de vista religioso, à Igreja Evangélica “LUZ PARA OS POVOS”, sob a direção do Presidente Nacional, Pastor Sinomar Fernandes da Silveira, oriundo de Nerópolis, onde nasceu em 1948. Quanto a Hércules, escreveu também “TODAS AS CORES DAS FLORES”, com prefácio de José Gomes Sobrinho, originário de Garanhuns, 1935, mas residente em Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HERIDAN ANDRADE COSTA, de Uruana, Goiás, 30.06.1971, escreveu, entre outros, "ROSA DO LIXO"(POEMAS-1996). Médico. Filho da Promotora de Justiça Aposentada Arlete Andrade Costa e de José Costa. Bisneto de Arlindo Costa, o primeiro poeta anapolino e do Coronel José Alves Toledo, fundador de Uruana, em Goiás. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o primeiro grau em Brasília e o segundo grau em Anápolis. Formou-se Médico, pela Faculdade de Medicina, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Pesquisador. Conferencista, Ensaísta, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro do Conselho Regional de Medicina, da Associação Médica de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Como Médico Plantonista do HUGO(Hospital de Urgências de Goiânia), faleceu, em seu apartamento, no dia das mães, 11.05.2003, quando tinha por volta de 31 anos de idade. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HERMANN KRUSE, de Wiesbaclen, Alemanha, l890, escreveu, entre outros, "GOYAZ-DAS WAHRE HERZ BRASILIENS"(l936), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Realizou estudos científicos no interior de Goiás. Viajou pelo interior goiano, especialmente pelas cidades de Pirenópolis, Goiás Velho, Bonfim, Santa Luzia e ainda no Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins, detendo-se em cidades como Arraias, Natividade, Peixe, Porto Nacional. Incorporado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Engenheiro de Minas, Geógrafo. Escritor, Professor, Pesquisador. Memorialista, Ensaísta, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Foi membro da Sociedade Brasileira de Geografia, do Instituto Brasileiro de Engenharia, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos, entre os quais, CADEIRA 15-CONTRIBUIÇÃO AS ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Baliseu Toledo França. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HERMANO RIBEIRO DA SILVA, Paulista, de Ribeirão Preto, 03.09.l903, escreveu, entre outros, "NOS SERTÕES DO ARAGUAIA". Após os estudos primários em sua terra natal, dedicou-se ao jornalismo. Em 1921, com 19 anos de idade, tornou-se Redator do jornal DIÁRIO POPULAR. Quando estava no CORREIO PAULISTANO, entusiasmou-se com a vida nos sertões do Brasil. Viveu no interior de Goiás, onde também faleceu. Realizou estudos de usos e costumes das populações interioranas no norte de Goiás, especialmente nas regiões de Santa Maria do Araguaia(Araguacema), Couto Magalhães. Chefiou a expedição chamada BANDEIRA ANHANGUERA. Foi sepultado no cemitério de Aruanã, interior goiano, no dia 24 de novembro de 1937, após ter falecido na região de Cocalinho, às margens do Riacho Cristalino. Deixou a sua condição de notável jornalista na Capital de São Paulo, para formar uma Expedição que penetrasse no território dos temidos indios Xavantes. Fez contato com os indios, porém não teve tempo de conhecê-los pessoalmente, eis que faleceu antes, acometido de muita febre. Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Cronista, Historiador, Jornalista. Contista, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Sertanista. Membro de várias entidades sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HERMANO VIEIRA DA SILVA, de Ponta Porã, Mato Grosso do Sul, 09.07.l925, escreveu, entre outros, “MEMÓRIAS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL EM GOIÁS(1938-1993)", com prefácio de Julpiano Chaves Cortez, “SUGESTÕES AO MINISTÉRIO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL”, sem dados biográficos nos livros. Filho de José Maria e Brasília Vieira da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Ateneu Dom Bosco e o curso de contabilidade no SENAC. Formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Goiás. Radicado em Goiânia, onde exerceu múltiplas atividades, sendo inclusive, Vereador em Goiânia e Deputado Estadual em Goiás. Como funcionário público federal, chefiou a administração da Previdência Social no Estado. Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Memorialista. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, do Instituto dos Advogados de Goiás, além de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Recomendado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Faleceu em Goiânia, onde sempre viveu. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HERMENEGILDO JOSÉ DE MENEZES BASTOS, de Salvador, Bahia, 03.09.1944, escreveu, entre outros, A DANÇA(1969), CRÍTICA DO DESJUÍZO(1990), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mestre em Teoria da Literatura. Doutor em Literatura Comparada. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Professor, Escritor, Ensaísta. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participante de livros, dentre outros, ANTOLOGIA DOS POETAS DE BRASILIA, 1971, de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

HERMES LEAL, de Araguaína, Goias, hoje Tocantins, 1960, escreveu, entre outros, "QUILOMBO-UMA AVENTURA NO VÃO DAS ALMAS"(A HISTÓRIA DOS KALUNGAS DE GOIÁS), “CORONEL FAWCETT-A VERDADEIRA HISTÓRIA DE INDIANA JONES”, “EU SOU FODA”, FACA NA GARGANTA(Romance), AS HORAS EM QUE DEUS DORMIU. Nasceu em Araguaina, mas cresceu no Rio Vermelho, lugar isolado entre o Maranhão e a Reserva dos Krahô. Ainda na adolescencia foi para Brasilia e depois Goiania. Formado em Comunicação Social(Jornalismo), pela Universidade Federal de Goiás. Iniciou a carreira jornalística no jornal DIÁRIO DA MANHÃ, de Goiânia, em 1984, na equipe de esportes. Jornalista da TV MANCHETE de São Paulo, onde tem sido Repórter, Editor e Diretor. Pós-Graduado em Cinema pela Escola de Comunicação e Artes, da Universidade de São Paulo(USP). Para escrever o seu livro sobre o Coronel Fawcett(Indiana Jones), percorreu o atual Estado do Tocantins, tentando refazer o caminho do Coronel que teria passado por Porto Nacional e Pedro Afonso, antes de desaparecer no Parque Nacional do Xingu, em 1925. Quanto a Fawcett(Perry Harrison Fawcett), era Coronel do Exército Inglês, Agente do Serviço Secreto Britânico, Arqueólogo, Topógrafo. Veio para o Brasil, procurar uma cidade criada pelos indígenas, entre o Xingu e o Tocantins, na altura do paralelo 12. Desapareceu nesta região, em 1925, sem que seus ossos tenham sido encontrados. O jornal inglês THE TIMES, ainda hoje oferece uma recompensa de DEZ MIL LIBRAS para quem fornecer informações sobre os ossos do Coronel Fawcett que teria morrido entre os indios “KALAPALO”. Quanto a Hermes Leal, que também fez parte da Expedição Autan, em 1996, tentando refazer o caminho do Coronel Fawcett, terminou por ser aprisionado por oitenta indios, quando tentava atravessar o Parque Nacional do Xingu, sendo solto alguns dias depois, mediante o pagamento de resgate aos indios. Hermes Leal é Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Contista, Cronista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Teatrólogo, Roteirista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Acha-se em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Não é mencionado no DICIONARIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(2003), de Napoleão Valadares. Em São Paulo, onde vive desde 1988, é dono de uma Produtora e da Revista de Cinema On Line. Apesar de sua importancia, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas.

HERMES LIMA, de Livramento do Brumado, Bahia, 22.12.1902, escreveu, entre outros, INTRODUÇÃO À CIENCIA DO DIREITO(1933), PROBLEMAS DO NOSSO TEMPO(1935), TOBIAS BARRETO-A ÉPOCA E O HOMEM(1939), NOTAS À VIDA BRASILEIRA(1945), LIÇÕES DA CRISE(1955), IDÉIAS E FIGURAS(1957), ANISIO TEIXEIRA-ESTADISTA DA EDUCAÇÃO(1978), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Manuel Pedro de Lima e Leonídia Maria de Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 10 anos de idade, foi para Salvador, Bahia. Terminou o ginásio como aluno interno do Colégio Antonio Vieira. Em 1920, com 18 anos, ingressou na Faculdade de Direito da Bahia. Passou a escrever para os jornais DIARIO DA BAHIA e O IMPARCIAL. Em 1924, com 22 anos, por concurso, tornou-se Livre Docente do famoso GINASIO DA BAHIA. Foi eleito Deputado Estadual, pelo Partido que derrubou o comando de José Joaquim Seabra e elegeu o Governador Góis Calmon. Em 1925, por concurso, tornou-se Livre Docente da Faculdade de Direito da Bahia. Em 1926, por concurso, tornou-se Livre Docente da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Como jornalista, trabalhou no CORREIO PAULISTANO, FOLHA DA MANHÃ e FOLHA DA NOITE. Em 1933, por concurso público, tornou-se Docente da Faculdade de Direito, da Universidade do Rio de Janeiro. Passou a exercer o jornalismo no DIARIO DE NOTICIAS. Em 1935, tornou-se Diretor da Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro. Em novembro de 1935, durante o movimento que pretendeu derrubar Getulio Vargas foi demitido da Universidade e preso por 13 meses, ao lado de Graciliano Ramos e outros, sem processo e sem julgamento(sobre ele, fala Graciliano em seu livro Memórias do Cárcere). Solto, passou a escrever para a revista de Raimundo Magalhães Junior -VAMOS LER-, sob pseudônimo. Em 1937, com 35 anos de idade, foi esconder-se em Caitité, na Bahia, onde viviam seus pais. Passada a repressão, voltou ao Rio de Janeiro, tornando-se Advogado da Companhia Usinas de Sergipe e escrevendo, sob pseudônimo, para o jornal CORREIO DA MANHÃ. Em janeiro de 1945, participou do I Congresso Brasileiro de Escritores, em São Paulo. Em 02.05.1945, Hermes Lima foi readmitido na Universidade do Brasil, antiga Universidade do Rio de Janeiro. Em fevereiro de 1946, foi eleito Deputado junto à Assembléia Nacional Constituinte. Candidato à Câmara Federal, em 31.10.1950, não se elegeu, ficando na suplência. Em 1951, retornou à sua Cadeira, na Universidade do Brasil. Em 1957, voltou a ser Diretor da Faculdade de Direito, da Universidade do Brasil. Em 11.09.1961, com Tancredo Neves Primeiro Ministro, Hermes Lima tornou-se o Chefe do Gabinete Civil da Presidência da Republica, no Governo João Goulart. No dia 13.07.1962, tornou-se Ministro do Trabalho. No dia 18.09.1962, foi nomeado por Goulart para o cargo de Primeiro Ministro e logo depois para Ministro das Relações Exteriores. No dia 23.06.1963, foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal Federal, presidido por Antonio Carlos Lafayete de Andrade, na vaga de Frederico de Barros Barreto. Com a Revolução de 31.03.1964, o jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, em editorial, pediu o afastamento de Hermes Lima do Supremo. No dia 16.01.1969, aposentado pelo AI-5, perdeu sua condição de Ministro do Supremo Tribunal Federal, juntamente com Victor Nunes Leal e Evandro Lins e Silva.. Retornou a advocacia nos anos seguintes. Em 1976, tornou-se Membro do Conselho Técnico da Confederação Nacional do Comercio, no Rio de Janeiro. Era casado com Maria Moreira Dias Lima. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, jurista, professor, político, ensaísta e memorialista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 01.10.1978, com 76 anos de idade. Quinto ocupante da Cadeira 7, eleito em 22.08.1968, na sucessão de Afonso Pena Júnior e recebido pelo Acadêmico Ivan Lins em 18.12.1968. Recebeu o Acadêmico Genolino Amado. Sua Cadeira 07 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Castro Alves, Fundador Valentim Magalhães, sendo também ocupada por Euclides da Cunha, Afrânio Peixoto, Afonso Pena Júnior, Hermes Lima, Pontes de Miranda, Dinah Silveira de Queiroz, Sergio Correa da Costa e Nelson Pereira dos Santos. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Com sua importância, é grandemente estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e é convenientemente referido, em todas as enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HERMETÉRIO FRANÇA (ver Humberto Eustáquio).

HERMÍNIO BRAGA PEDROSO, de Itajubá, Minas Gerais, l9l0, escreveu, entre outros, "ROTEIRO PARA PROJETO DE PEQUENAS E MÉDIAS USINAS HIDRELÉTRICAS", sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Engenharia da Universidade Federal de Goiás. Engenheiro Civil. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura de Goiás(CREA), da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Engenheiros Eletricistas, Sindicato dos Engenheiros de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HERMÍNIO CARNEIRO DOS SANTOS, de Urutaí, Goiás, 25.04.1936, escreveu, entre outros, “HISTÓRIAS DA UNIVERSALIDADE”(PESQUISA E CONHECIMENTOS GERAIS-1997). Mudou-se para Campinas das Flores, hoje Bairro de Goiânia, em 1939. Estudou no extinto Grupo Escolar Henrique Silva. Formou-se em Contabilidade. Como Contabilista, prestou serviços a diversas empresas e firmas no Estado de Goiás e no Distrito Federal. Por Concurso Público, tornou-se Funcionário do Fisco Estadual, onde também se aposentou, especializando-se em Legislação Tributária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Contista, Cronista, Memorialista. Historiador, Conferencista, Orador. Administrador, Poeta, Educador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Maçon e Obreiro da Arte Real. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Funcionários do Fisco e Grande Loja Maçônica do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HERNÂNI DONATO, de Botucatu, São Paulo, 12.10.1922, escreveu, entre outros, “HISTÓRIA DOS MENINOS INDIOS”(1951), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos de movimentos revolucionários e de guerrilha ocorridos na região, ao longo do tempo, em seu livro “DICIONÁRIO DAS BATALHAS BRASILEIRAS”. Após os estudos primários em sua terra natal, escreveu a novela infantil O TESOURO, publicada no rodapé do suplemento dos DIÁRIOS ASSOCIADOS, junto com Francisco Marins. Formou-se em Sociologia e Dramaturgia. Foi professor de Português e Merceologia. Tornou-se funcionário público federal. Participante da Comissão Comemorativa do VI Centenário de São Paulo. Membro da Comissão Paulista de Folclore. Diretor de Relações Públicas da Editora Abril. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Historiador, Ficcionista. Intelectual, Visionário, Idealista. Sócio da Academia Paulista de Letras. É mencionado em diversos livros, entre os quais, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HERONDES CÉSAR DE SIQUEIRA, de Piracanjuba, Goiás, 25.07.l945, escreveu, entre outros, "ERA UMA VEZ O CINEMA"(CRÔNICA DO CINEMA EM PIRACANJUBA), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Ricardo Musse e notas de orelha de José Godoy Garcia. Mudou-se para Brasília em 1979. Funcionário aposentado do Banco do Brasil. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Professor, Pensador, Intelectual. Memorialista, Produtor Cultural, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especialista em cinema. Jornalista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos cinematográficos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Associação Goiana de Imprensa, além de Academia Piracanjubense de Letras e Artes. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HIGINO RODRIGUES (Ygino ALVES Rodrigues), Goiano, de Goiás Velho, 11.01.l872, escreveu, entre outros, "FLORES DO DESERTO", "DINAMITES", "PAMPEIROS", “TRINOS E TRENOS”, e “VERSOS DIVERSOS”. Viveu em Uberaba, Minas Gerais, onde editou seus livros, na Gráfica de Quintilhano Jardim, onde também era impresso o jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Literato, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Jornalista, Militar. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 24, de que foi fundador José Trindade da Fonseca e Silva, tendo sido titular José Peixoto da Silveira, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira. Morreu na Santa Casa de Misericórdia de Franca, no Estado de São Paulo, em 1907, após ter se casado com uma viúva rica que o amparava. Mencionado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Encontra-se no livro RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto, bem como na “SÚMULA DA LITERATURA GOIANA”, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, em “A POESIA EM GOIÁS”, de Gilberto Mendonça Teles. Estudado na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no ano de 1872, em 11. 01. Filho de Salvador José Venâncio e de Luísa Alves Barbosa.
Iniciou o curso primário, em 1879, com a proteção de seu padrinho Tomás Fonseca.
Matriculou-se no Liceu de Goiás, na antiga Capital, em 1884, terminando o curso no ano de 1888.
Em 1889, assentou praça no Batalhão de Infantaria e chegou a Cabo de Esquadra.
Torna-se colaborador, em 1892, do jornal “GAZETA DE GOIÁS”, dirigido pelo Monsenhor Inácio Xavier da Silva.
Segue para o Rio de Janeiro, em 1894, onde se torna redator do jornal “NACIONAL”, então dirigido por Aníbal Mascarenhas, Lindolfo Azevedo e Henrique Câncio.
Casou-se em Franca, Estado de São Paulo, no dia 10 de fevereiro de 1904, com Maria Tereza Espíndola, uma viúva rica, de 45 anos de idade.
Conforme notícia publicada em outubro de 1904, no jornal de Quintilhano Jardim, o “LAVOURA E COMÉRCIO” de Uberaba, Minas Gerais, onde viveu algum tempo, escreveu também o romance “JUSTIÇA RETA”.
No dia 3 de julho de 1907, faleceu de Tuberculose Pulmonar, na Santa Casa de Franca, interior de São Paulo.
A cidade de Franca lhe ergueu um MAUSOLÉU com referências elogiosas e o título de suas obras.
Na Academia Goiana de Letras, é Patrono da Cadeira 24, cujo fundador foi José Trindade da Fonseca e Silva e de que foi Titular José Peixoto da Silveira, hoje(1998) ocupada por José Normanha de Oliveira.

HILDA AGNES HUBNER FLORES, de Venâncio Aires, Rio Grande do Sul, 1933, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO DE MULHERES”(BIOGRAFIAS). Filha de Francisco Hubner e Anna Antonia Dittrich Hubner. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, mudou-se para Estrela do Sul e depois Santa Cruz do Sul. Transferiu-se para Porto Alegre, onde concluiu o curso de Serviço Social em 1955, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. Fez Filosofia em 1959. Tornou-se Mestre em História, em 1977. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Idealista, Visionária. Produtora Cultural, Historiadora, Intelectual. Foi Assistente Social durante muitos anos. Professora do Estado e da Universidade Católica. Presidente do Círculo de Pesquisas Literárias. Presidiu também a Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul. Possui dezenas de livros publicados e centenas de artigos em jornais e revistas do Brasil e estrangeiro. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HILDA GOMES DUTRA MAGALHÃES(Guimarães), de Silvânia, Goiás, 09.04.l96l, escreveu, entre outros, “OS PRINCÍPIOS DA CRÍTICA DINÂMICA”(ENSAIO-1989), "ESTRANHOS NA NOITE"(ROMANCE-1986), este, com prefácio de José Fernandes e notas de orelha de Darcy França Denófrio, sem dados biográficos nos livros. Publicou também “HERANÇA” (ROMANCE-1990), bem como VALEUR ET HISTORICITÉ PARTICULIERE DE L`OEUVRE LITTERAIRE(2000) e ainda ULTIMO VERÃO EM PARIS(2000), A PEDAGOGIA DO ÊXITO-PROJETOS DE RESULTADO(2004). Filha de Antônio Dutra Corrêa e Olinda Corrêa. Após os estudos primários em sua terra natal, no Colégio Dom Emanuel e no Instituto Maria Auxiliadora, estudou também no Liceu de Goiânia. Formou-se em Letras Vernáculas. Cursou Mestrado em Teoria Literária, na Universidade Federal de Goiás. Fez o curso de Doutorado, em Teoria da Literatura, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-Doutorado em Paris, na Sorbonne Nouvelle e École des Hautes Études. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Lecionou na Universidade Federal do Mato Grosso, no Campus Avançado de Barra do Garças, no Centro de Ensino Superior do Médio Araguaia. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Cronista, Contista, Literata. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Ficcionista, Educadora. Atualmente(2004), Professora da Universidade Federal do Tocantins, no Campus de Palmas. Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo e ainda em DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, bem como em DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Prêmio BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia e BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo de Goiás. Sobre o seu mais recente livro, fez matéria a jornalista Elisângela Farias, para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 06.06.2004, sob o título " Vida de estudante e prática social em livro". Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HILDA MENDONÇA DA SILVA, de Alpinópolis, Minas Gerais, l943, escreveu, entre outros, “DO SABER AO FAZER”, “CANÇÕES A QUATRO MÃOS”, “EXERCÍCIO DE VIVER”, "REDEMOINHO DO TEMPO", “CEIA DE NATAL”, “SOSSEGA, MENINO”. Professora em Anápolis, Goiás, durante muito tempo. Docente em Brasília, para onde se mudou em 1975 e onde leciona Língua Portuguesa e Literatura Brasileira na Fundação Educacional do Distrito Federal. Escritora, Poetisa, Contista. Cronista, Ensaísta, Folclorista. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Conferencista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Academia Taguatinguense de Letras, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Nacional de Escritores, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Focalizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares, bem como no livro REVOLUCIONANDO BIBLIOTECAS, de Dinorá Couto Cançado. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Menção honrosa no Concurso Nacional Master de Literatura, promoção do Clube Brasileiro de Literatura. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HILDEBRANDO RIBEIRO, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, l9l4, escreveu, entre outros, "DONA EVA"(1944), com a finalidade de concorrer ao Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, que tinha sido criado por Venerando de Freitas, em 1943, através do Decreto-Lei 475, de 25 de março, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Cronista. Professor e Jornalista. Estudado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HILDEGARDES VIANA CANTOLANO, de Salvador, Bahia, 31.03.l9l9, escreveu, entre outros, "FESTAS DE SANTOS E SANTOS FESTEJADOS", "ANTIGAMENTE ERA ASSIM", A BAHIA ERA ASSIM, BREVES NOTICIAS SOBRE ACONTECIMENTOS NA BAHIA NO INICIO DO SÉCULO, A PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA-ASPECTOS FOLCLÓRICOS, A COZINHA BAIANA-SEU FOLCLORE, SUAS RECEITAS. Membro da Academia Goiana de Letras (Correspondente). Jornalista, Folclorista. Advogada, Musicista. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Historiadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora. Poetisa. Sócia da Sociedade Brasileira de Folclore. Professora e Folclorista em Salvador, na Bahia, onde reside. Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Estudou em Portugal e foi Professora da Universidade Federal da Bahia. Membro da Academia Baiana de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico da Bahia. Faleceu em Salvador, no dia 13.06.2005. Sobre ela, escreveu excelente matéria o articulista José Mendonça Teles, no jornal O POPULAR, Goiânia, 01.11.2005, bem como a cronista Consuelo Pondé de Sena, Presidente do Instituto Historico e Geografico da Bahia, em sua coluna PONTO DE VISTA, no jornal A TARDE, de Salvador. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HILMA ISAAC, de Urutaí, Goiás, 1958, escreveu, entre outros, “ORIENTAÇÃO SEGURA”, “O CARNEIRINHO E O ARCO-ÍRIS”, “ESTEIRA DE SAUDADES” (POEMAS-1992), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para Araguari, Minas Gerais, onde fez o ginasial e o normal no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Com o passar do tempo, tornou-se pedagoga e orientadora educacional, habilitada em Psicologia e Sociologia. Professora em várias instituições de ensino de Goiânia, entre as quais, o Instituto Betânia, de que é proprietária. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

HIPÓLITO DA COSTA(H. José da C. Pereira Furtado de Mendonça), da Colônia do Sacramento, atual República do Uruguai, em 13.08.1774, escreveu, entre outros, CORREIO BRAZILIENSE(Jornal-1808 a 1823), sem dados biograficos completos. Filho de Félix da Costa Furtado de Mendonça e Ana Josefa Pereira. Seu pai, do Rio de Janeiro, estava destacado como Alferes de Ordenanças na Colônia de Sacramento. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez os preparatórios em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Formou-se em Direito e Filosofia na Universidade de Coimbra, em 1798, com 24 anos de idade. Encarregado pelo ministro português, D. Rodrigo de Sousa Coutinho, de estudar questões econômicas nos Estados Unidos, para lá foi, onde ficou até 1800. Escreveu o "DIÁRIO DE MINHA VIAGEM PARA FILADÉLFIA", só publicado em 1955. Nomeado para a Imprensa Real em 1801, fez nova viagem oficial, à Inglaterra e à França, sendo preso na volta, em Lisboa, em 1802, passando então cerca de três anos nos cárceres da Inquisição, acusado de disseminação da maçonaria em Portugal. Fugiu em 1805, disfarçado de criado de serviços, tomando o rumo da Espanha, do Gibraltar e finalmente Londres, onde se estabeleceu definitivamente. Protegido pelo Duque de Sussex, filho do rei e maçon, fundou o Correio Brasiliense em 1808, o mesmo ano da criação da imprensa no Brasil. É considerado o primeiro jornal brasileiro, antecedendo mesmo ao primeiro jornal que se imprimiu em território nacional, a GAZETA DO RIO DE JANEIRO, de 10.09.1808. Seu jornal foi editado até 1822, ano da Independência do Brasil. Quando morreu em 1823, não sabia que tinha sido nomeado Cônsul do Império do Brasil em Londres. É o patrono da imprensa e dos estudiosos da realidade brasileira. Faleceu em Londres, Inglaterra, em 11 de setembro de 1823. Patrono da Cadeira 17, por escolha do fundador Sílvio Romero. Sua Cadeira 17 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono(ele mesmo Hipólito da Costa), Fundador Silvio Romero, sendo também ocupada por Osório Duque Estrada, Roquete Pinto, Álvaro Lins, Antonio Houaiss e Afonso Arinos de Melo Franco. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HOMERO BARBOSA REIS, Goiano, da Capital, 19.05.l955, escreveu, entre outros, "FÉ E RAZÃO", "CRISTO, O CRISTÃO E A POLÍTICA", "CANTO PELOS CANTOS". Mudou-se para Brasília, Distrito Federal, em 1972. Bacharel em Administração. Licenciado em Teologia. Consultor Autônomo na área de Administração Pública e Privada. Professor, Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Educador, Ficcionista, Adminstrador. Teólogo, Conferencista, Orador. Mestre em Administração. Superintendente de Recursos Humanos. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HOMERO MARANHÃO MACHADO, de Carolina, Maranhão, l887, escreveu, entre outros, "JUS AO MÉRITO DA MULHER GOIANA E HOMENAGEM AOS BENFEITORES DO NORTE DE GOIÁS"(l937), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de ilustre família de Carolina, no Maranhão, cedo mudou-se para o Norte de Goiás, hoje Estado do Tocantins. Em 1930, quando da criação da nova Escola Pública de Porto Nacional, Homero Maranhão tornou-se seu Diretor, no que era ajudado por sua esposa Liz Ayres da Silva Maranhão. Professor também em Goiás Velho, antiga Capital do Estado, onde seu livreto foi publicado. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Advogado, Jornalista. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação dos Professores, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, bem como em HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HONESTINO MONTEIRO GUIMARÃES, de Itaberaí, Goiás, l876, fundou, entre outros, o jornal "FOLHA DE GOYAZ"(l902), na antiga Vila Boa, Capital do Estado de Goiás, juntamente com seu irmão Benedito Monteiro Guimarães e Joaquim Bonifácio de Siqueira. Foi Farmacêutico. Deputado Estadual, Conselheiro e Intendente Municipal. Literato, Ensaísta, Jornalista. Pesquisador, Escritor, Intelectual. Memorialista, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Advogado, Promotor Público. Militou no jornalismo nas cidades de Itaberaí, Bela Vista, Palmeiras de Goiás e Campinas das Flores. Pertenceu a várias instituições nacionais. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira e ainda na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Encontra-se no livro GOIANOS ILUSTRES, de José Ferreira de Souza Lobo. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Curralinho (Itaberaí), interior goiano, em 1876. Iniciou, em 1884, os estudos primários em sua terra natal. Mudou-se para Vila Boa(Goiás Velho), onde cursou o preparatório no Seminário Episcopal de Santa Cruz que havia sido fundado em 1783.
Em 1893, seguiu para Santarém, Portugal, a fim de estudar teologia. Não tendo vocação religiosa, abandonou os estudos.
Fundou, em 1897, na cidade de Palmeiras de Goiás, o jornal “A VERDADE”, dedicando-se ao jornalismo.
Em Goiás Velho, no ano de 1902, fundou o jornal “FOLHA DE GOIAZ”.
Em Bela Vista de Goiás criou e dirigiu Folha do Sul (1904).
Em 1908, juntamente com Joaquim Bonifácio de Siqueira, Joviano de Castro, Augusto Rios, Vitor Coelho Rodrigues, Moisés Santana e outros, participou da fase do renascimento literário de Goiás.
Ainda na cidade de Bela Vista, foi vereador e em 1917 elegeu-se Deputado Estadual.
Em Campinas das Flores, hoje Goiânia, exerceu as atividades de fazendeiro e farmacêutico, falecendo em 15 de março de 1931, depois de ter sido Conselheiro e Intendente Municipal.

HONÓBIO JOSÉ DA ROCHA, de Rio Verde, Goiás, 12.12.1922, escreveu, entre outros, “ÁRVORE DE IPÊ-POESIAS EVANGÉLICAS E POEMAS”, sem dados biográficos no livro, com observações de Amilton Antônio Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, foi servir o Exército com dezoito anos de idade. A partir de então, tornou-se poeta. Já foi de tudo um pouco. Fez-se piloto de avião, mestre de obras e representante comercial. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Produtor Cultural, Intelectual, Pensador. Instrutor, Ativista, Visionário. Cronista, Contista, Romancista. Mudou-se para Rubiataba, no interior goiano, onde desenvolve a Sociedade de Amigos de Meninos e Meninas Adolescentes e Aprendizes de Rubiataba(SAMMAAR), entidade vinculada à Igreja Presbiteriana do Brasil. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Sociedade Brasileira de Entidades Filantrópicas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HONORATA MINELVINA CARNEIRO DE MENDONÇA, Goiana, de Goiás Velho, l840, escreveu, entre outros, o livro religioso "A REDENÇÃO"(1875), sem dados biográficos no texto. Primeira mulher a publicar um livro em Goiás, em l875, impresso no Rio de Janeiro, na Tipografia do Apóstolo. Conforme Sacramento Blake, teria nascido no Piauí, o que não tem procedência, já que o seu próprio livro diz ser natural da província de Goyaz. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Memorialista, Professora, Articulista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro de diversas instituições sociais e religiosas. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HORÁCIO DE ALMEIDA, de Areia, Paraíba, 21.10.1896, escreveu, entre outros, “CATÁLOGO DE DICIONÁRIOS PORTUGUESES E BRASILEIROS”(1979-incluindo biografias de terceiros), sem dados biográficos pessoais e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, foi trabalhar no engenho de cana de seu pai, onde ficou até os 22 anos. Em 1918, mudou-se para João Pessoa, ali fazendo os exames preparatórios. Com outros intelectuais paraibanos, fundou a revista “ERA NOVA”. Em 1930, terminou o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Faculdade de Direito do Recife. Em 1947, passou a advogar no Rio de Janeiro, para onde também se transferiu. Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Folclorista, Dicionarista. Biógrafo, Intelectual, Ativista. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Academia Paraibana de Letras. É mencionado em diversos livros, entre os quais, “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins e “DICIONÁRIO DE FOLCLORISTAS BRASILEIROS”, de Mário Souto Maior. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 05.06.1983. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HORIESTE GOMES, Paulista, de Igarapava, 17.01.l934, entre outros, escreveu, “GEOGRAFIA: GOIÁS-TOCANTINS”(1993), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, este, em co-autoria com Antônio Teixeira Neto. Para escrever o seu livro, deteve-se em várias cidade do norte goiano, hoje Tocantins, entre as quais, Arraias, Natividade, Peixe, Porto Nacional, Pedro Afonso, Tocantinópolis, etc. Publicou também “INTRODUÇÃO À GEOGRAFIA DE GOIÁS” (1966), “A PRODUÇÃO DO ESPAÇO GEOGRÁFICO NO CAPITALISMO”(1990), "REFLEXÕES SOBRE TEORIA E CRÍTICA EM GEOGRAFIA" (1991), "GEOGRAFIA SÓCIO-ECONÔMICA DE GOIÁS"(1969), sem dados biográficos nos livros. Escreveu também “CAMINHOS PARA RECONSTRUÇÃO DO HOMEM”(1997). Filho de Júlio Gomes Filho e Romilda Bariani Gomes. Cedo mudou-se para Goiânia. Fez o primário no Grupo Escolar Pedro Ludovico. O secundário no Liceu de Goiânia. Bacharelou-se em História e Geografia, pela Universidade Católica de Goiás. Fez curso de Pós-Graduação na University of Lund, na Suécia. Professor de Geografia do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Pesquisador, Cronista. Ensaísta, Memorialista, Geógrafo. Intelectual, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Especialista em Geo-História, Ciência Ecológico-Ambiental, Biologia e Planejamento Geográfico. Docente do Departamento de Geografia do Instituto de Química e Geociências da UFG. Membro da Associação dos Docentes da UFG, da Associação dos Geógrafos Brasileiros, além de diferentes instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e Instituto de Pesquisas e Estudos Históricos do Brasil Central, este vinculado à Sociedade Goiana de Cultura, mantenedora da Universidade Católica de Goiás. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos científicos e técnicos, entre os quais, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HUBERT SÁ(CHROCKATT DE), de Rio de Janeiro, RJ, 04.04.1937, escreveu, entre outros, A FONTE DA MATÉRIA E DA ENERGIA(1988), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Química. Mudou-se para Brasília em 1973. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor, Ensaísta. Químico do Ministério das Minas e Energia. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


HUDSON DUARTE, de Icem, Estado de São Paulo, 03.05.1937, escreveu, entre outros, “DIVERSIDADES POÉTICAS”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com observações de Alberto José de Carvalho, Tarcísio Maia e João de Assis. Após ter feito o curso primário, em seu Estado natal, ainda jovem, mudou-se para Goiânia, Goiás, onde desenvolveu suas atividades profissionais e literárias. Sempre comerciante, estabeleceu-se em muitas cidades brasileiras, tendo vivido também no Rio de Janeiro. Foi garimpeiro e madeireiro nas regiões de Araguaína e em Xambioá, Estado de Goiás, hoje Tocantins. Poeta por vocação e natureza. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Romancista, Idealista, Visionário. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores. Atualmente(1998), reside em Palmas, Capital do Tocantins, onde continua desenvolvendo sua arte poética. Depois de longa enfermidade, faleceu em Palmas, no dia 24 de março de 2000, sendo sepultado em Goiânia. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HUGO AYAVIRI AMURRIO, de Oruro, Bolívia, l929, naturalizado brasileiro, residente em Jataí, Goiás, desde l970, escreveu, entre outros, "POESIAS E MAIS POESIAS", "ASSIM É JATAI", "O QUE SABER SOBRE AIDS", "CULTURA MUSICAL", este, com prefácio de Carlos Meireles Osório. Escreveu também “ETIQUETA E BOAS MANEIRAS”, “MINHA BIOGRAFIA”. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Médico, Filantrópo. Presidente da Academia Jataiense de Letras, de que também foi um dos fundadores. Escritor, Poeta, Músico. Pesquisador, Ensaísta, Memorialista. Contista, Cronista, Literato. Intelectual, Conferencista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Academia de Estudos Literários e Linguísticos de Anápolis, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUGO DE CARVALHO RAMOS, Goiano, de Goiás Velho, 21.05.l895, escreveu, entre outros, “OBRAS COMPLETAS DE HUGO DE CARVALHO RAMOS” (PÓSTUMA), “TROPAS E BOIADAS"(1917), “GENTE DA GLEBA”(NOVELA), “LÁGRIMAS E RISOS”(ENSAIO). Funcionário da Secretaria de Finanças do Governo Federal. Agente de Recenseamento em Araxá, Minas Gerais. Vítima de depressão, suicidou-se no Rio de Janeiro, em 1921. Professor e Jornalista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Contista, Cronista, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Um dos patronos na Academia Goiana de Letras, Cadeira 14, de que foi fundador seu irmão Victor de Carvalho Ramos, tendo sido ocupada por Nelly Alves de Almeida. Considerado por Gilberto Mendonça Teles, o mais importante contista goiano. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Estudado no livro SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990 e na antologia A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX, de Assis Brasil. É verbete do “DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS”, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu na cidade de Goiás(Vila Boa) a 21 de maio de 1895 e morreu no Rio de Janeiro a 12 de maio de 1921, pouco depois de completar 26 anos.
Filho de Manuel Lopes de Carvalho Ramos e de Mariana Fenelon Loiola Ramos.
Seu pai, Juiz de Direito Manuel Lopes de Carvalho Ramos havia publicado em Porto, Portugal, duas obras famosas: “GOYANIA” e “OS GÊNIOS”.
Em 1901, iniciou as primeiras letras com a professora Silvina Ermelinda Xavier de Brito. Frequentou as aulas do professor José Antonio de Jesus, em 1903. Estudou com o professor Aires Feliciano de Mendonça, em 1905.
Passa a frequentar, junto com Gercino Monteiro, em 1907, o Gabinete Literário Goiano, onde lê escritores franceses e os clássicos brasileiros.
Companheiro de seu pai pelas Comarcas do interior goiano, tornou-se um observador atento dos hábitos sertanejos.
Foi um dos maiores escritores goianos, tendo contribuído com bons trabalhos para o desenvolvimento literário goiano.
Estreou no jornalismo, em sua cidade natal, escrevendo uma coluna permanente chamada Lágrimas e Risos, sob o pseudônimo de “HR”, no jornal Imprensa (1910), bem como sob o pseudônimo de “João Bicudo”.
Dois anos mais tarde, em 1912, transferiu-se para o Rio de Janeiro publicando dois contos, “A Bruxa dos Moinhos” e “À Beira do Pouso”.
Em virtude desses contos, foi convidado por João do Rio, Diretor do jornal “GAZETA DE NOTÍCIAS” a com ele trabalhar, mas Hugo não aceitou nem conhecer o Diretor do Jornal.
Em 1913 ingressou na Faculdade de Direito. Escreveu para a revista A Época e em 1917 publicou aquele que seria o seu mais festejado trabalho literário, “Tropas e Boiadas”.
Aluno da Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do Rio de Janeiro, foi para Uberaba, Minas Gerais, em 1920, onde tenta abrir um escritório de advocacia, o que não consegue.
Durante algum tempo esteve em Araxá, MG, como AGENTE FEDERAL DE RECENSEAMENTO, acusando os primeiros sintomas da grave moléstia que o mataria, tornando-se solitário e melancólico.
Por quatro meses, esteve aos cuidados de um médico psiquiatra. Em 20 de março de 1921, escreveu sua última carta ao irmão Victor de Carvalho Ramos.
Com a saúde mental abalada, voltou ao Rio de Janeiro onde morreu, após ter se suicidado com as cordas da rede em que dormia, no dia 12 maio de 1921.
Sua morte foi noticiada pelos jornais como um bacharel que antes queimara boa parte de sua obra literária.
Na Academia Goiana de Letras é Patrono da Cadeira 14, cujo primeiro titular foi exatamente seu irmão Victor de Carvalho Ramos e depois a escritora Nelly Alves de Almeida.

HUGO LUCIANO WASCHECK, Goiano, de Goiás Velho, l937, escreveu, entre outros, "UM CURTO PERÍODO DA VIDA DE ALEMÃES EM GOIÁS". Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se na Alemanha, onde se especializou em diferentes ramos da Medicina. Neurologista na cidade de Presidente Prudente, interior do Estado de São Paulo, onde vive. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Médico, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Destacado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Médica Brasileira, Associação Médica de São Paulo, Conselho Regional de Medicina. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos biográficos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUGO MARTINS, Goiano, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "PORTEIRAS DO TEMPO", sem dados biográficos no livro. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e na ENCICLOPÉDIA DE LITERA-TURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUGO MUNDJÚNIOR, de Mafra, Santa Catarina, 27.12.1933, escreveu, entre outros, PALAVRAS QUE NÃO SÃO PALAVRAS(1969), AS VOZES DO JURAMENTO((1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se na Escola Nacional de Belas Artes. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Mudou-se para Brasília, tornando-se Assessor de Artes no Ministério da Educação. Professor Universitário. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores e Academia Catarinense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outros, POEMAS DE AMOR, 1991, de Walmir Ayala. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

HUGO NAPOLEÃO DO RÊGO NETO, de Portland, Oregon, Estados Unidos, 31.10.1943, escreveu, entre outros, FATOS DA HISTÓRIA DO PIAUÍ(1974), EDUCAÇÃO E DEMOCRACIA(1989), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho do escritor Aluízio Napoleão. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Deputado Federal. Governador do Piauí. Senador da República. Ministro da Educação. Ministro das Comunicações. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Piauiense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.


HUGO ZORZETTI(Hugo Eustáquio de Macedo), Goiano, da Capital, 29.12.l947, escreveu, dentre outros, "PROCISSÃO PRA SANTO FROUXO E OUTROS CONTOS DO MESMO FEITIO"(1982), este, juntamente com Kleber Adorno, "GARGALHADA AGUDA DEPOIS DE UM BAQUE SURDO", “A BARBEARIA OU RATOS NO FIM DO CORREDOR”(TEATRO-1974), “A BARRICADA”, “BALÉ MARGINAL”(TEATRO), “INTRODUÇÃO À SEMIOLOGIA DO RISO”(1999), sem dados biográficos nos livros. Filho de Victor Hugo Boson de Macedo e Hermínia Zorzetti de Macedo. Formado em Letras Vernáculas, pela Universidade Católica de Goiás. Curso de Dramatologia e Interpretação, no Teatro Guaíra, de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Professor de Educação Artística, da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Poeta, Jornalista. Ensaísta, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Ator. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Teatro. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990, e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUMBERTO CRISPIM BORGES, Goiano, de Anápolis, 16.07.l9l8, autor de dezenas de livros, entre os quais, “CHICO MELANCOLIA”, "MOISÉS SANTANA: VIDA E OBRA", "GENERAIS GOIANOS", "HISTÓRIA DE SILVÂNIA", "HISTÓRIA DE ANÁPOLIS", "CHICO TRINTA", "CACHO DE TUCUM", "DA FARDA AO FARDÃO ACADÊMICO", "RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS", "O VALE DAS IMBAÚBAS", “GERAÇÕES EM MARCHA”, “O PACIFICADOR DO NORTE”, “AMERICANO DO BRASIL: VIDA E OBRA”. Publicou também “DO PADRE SOUZA AO RIO TEJO” e “VULTOS BONFINENSES”. Militar do Exército Brasileiro. Escritor, Pesquisador, Professor. Jornalista, Ensaísta, Historiador. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Conferencista, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Notabilizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 03, cujo Patrono é Luiz Gonzaga de Camargo Fleury, de que foi fundador Vítor Coelho de Almeida, tendo sido titular Alfredo de Faria Castro. Sócio do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.Encontra-se na Antologia SÚMULA DA LITERATURA GOIANA, de Augusto Goyano e Álvaro Catelan. Estudado na ANTOLOGIA DO CONTO GOIANO I, de Darcy França Denófrio e Vera Maria Tietzmann Silva. Homenageado com biografia no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu na cidade de Anápolis, Goiás, no dia 16 de julho de 1918. Filho de Antonio Crispim e de Galiana Borges Crispim.
Após frequentar o Grupo Escolar “Dr. Brasil Caiado”, dirigido pelo Prof. Alarico Torres Verano, segue para Aracati (Sousânia), em 1928, estudando com o professor Nestor L. Coelho.
De lá retornou pouco tempo depois, terminando por ingressar na Escola Normal de Anápolis, em 1932, após passar pelas mãos das professoras Zanira Campos, Diva Silva, Belisária Correia, Ester Campos e Elfrida Burger.
Em Silvânia, a partir de 1934, frequentou o Ginásio Anchieta e a Escola de Instrução Militar, sendo redator da “Voz Juvenil”, onde também se bacharelou em Ciências e Letras.
Em 1942, matriculou-se na Faculdade de Medicina de Belo Horizonte, fazendo naquela cidade o Curso de Preparação de Oficiais da Reserva(CPOR) e iniciando aí sua vida militar.
Depois de muitos estudos e atividades, casou-se com Alice Santana Ramos, no dia 10 de setembro de 1949, no distrito de Sousânia, município de Anápolis.
Mesmo com uma vida militar intensa, teve o seu livro “Chico Melancolia”, premiado e publicado pela Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia, em 1967.
A partir de então, não parou de escrever. Em 1970, editou “Cacho de Tucum”.
Eleito para a Academia Goiana de Letras, em 1972, foi recebido pelo Dr. Altamiro de Moura Pacheco, na Cadeira nº 3, cujo Patrono é Luiz Gonzaga Camargo Fleury, de que foi fundador Victor Coelho de Almeida, tendo sido titular Alfredo de Faria Castro.
No mesmo ano publicou “Da Farda ao Fardão Acadêmico”. Outras obras se seguiram:
“História de Anápolis”(75), “Retrato da Academia Goiana de Letras”(77), “O Vale das Imbaúbas”(79), “Generais Goianos”(79), “Moisés Santana - vida e obra”(80), “História de Silvânia”(81), “Chico Trinta”(82), “Americano do Brasil - vida e obra”(82).
Em 1974, foi transferido para a Reserva de Primeira Classe, no posto de Tenente-Coronel, depois de ter sido Comandante do 16º BC, de Cuiabá, Mato Grosso, em 1969.
Ainda em 1974, tornou-se Diretor Financeiro da Caixa Econômica do Estado de Goiás(CAIXEGO).
Foi eleito, em 1976, membro do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás. Trata-se, na verdade, de um dos mais ilustres historiadores e pesquisadores de Goiás.
Sobre ele e com o título “HUMBERTO CRISPIM BORGES E OS GENERAIS GOIANOS”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.
Mais recentemente, publicou dois livros excepcionais, “DO PADRE SOUZA AO RIO TEJO”(2000) e “VULTOS BONFINENSES”(2001).

HUMBERTO DAMASCENO LIMA, de Belém, Pará, 03.11.1948, escreveu, entre outros, TEMPLO DA FANTASIA(Poemas), POEMAS DE UMA TARDE SÓ(Poemas), ASSIM NASCE A POESIA(Poemas), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Carlos Machado de Lima e Osmarina Damasceno de Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário(técnico em contabilidade), no Colégio Comercial do Liceu Paraense. Em 1966, ingressou na Força Aérea Brasileira, saindo com Menção Honrosa, em 1968. Em 1972, com 24 anos de idade, matriculou-se no curso de letras da Universidade Federal do Pará, onde se formou em 29.12.1978, com 30 anos. Casou-se com Maria Célia Santos Lima, com quem tem o filho Carlos Wagner Santos Lima(músico e compositor). Em 1982, trabalhou como Agente de Coleta na Fundação IBGE. Depois de ter lecionado em Belém, em diferentes Colégios, mudou-se para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, onde foi de tudo um pouco, desde vendedor de livros, corretor de seguros e segurança operacional, da Empresa de Trens Urbanos. Em 1983, dirigiu-se para Porto Velho, Rondônia, dedicando-se ao ensino e à poesia, com trabalhos publicados no JORNAL ALTO MADEIRA. Tornou-se amigo de Bolívar Marcelino, autor do livro TARDE DE VERÃO e fundador da União Brasileira de Escritores de Rondônia. Em julho de 1992, mudou-se para Palmas, Tocantins, tornando-se, por Concurso Público, Professor P-III, da Rede Estadual de Ensino. Foi Professor do Colégio Dom Alano du Noday, do Centro Educacional Martinho Lutero, do Colégio Tiradentes e do Colégio CAIC. Técnico do Ensino Médio, na SEDUC. Professor da ULBRA e UNITINS. Foi Coordenador do Curso de Letras, da ULBRA. Professor do Seminário Teológico Batista Getsêmani. Fez Pós-Graduação em Administração e Planejamento para Docentes, na Universidade Luterana do Brasil. Doutorando em Filosofia pela Universidade de Leon-Espanha. Presidente da Fundação SEMEAR fundada em 1998. Articulista de jornais e revistas, entre os quais, O JORNAL, de Salomão Wenceslau. Prefaciou o livro FOLHAS DE UM VENTO ESPALHADO(poemas), de Múcio Breckenfeld. Tem sido membro de diferentes Comissões Julgadoras de Concursos Literários, dentre outros, o “LYSIAS RODRIGUES”. Humberto Damasceno tem sido compositor e intérprete de música gospel, tendo produzido o CD “DEUS VENCEDOR”. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Academia Palmense de Letras(Cadeira 02) e Conselho Estadual de Educação, ao lado de figuras ilustres, como o Professor Cicinato Mendes da Silva. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HUMBERTO DE CAMPOS(H. de C. Veras), de Miritiba, hoje Humberto de Campos, Maranhão, 25.10.1886, escreveu, entre outros, POEIRA(1910), DA SEARA DE BOOZ(Cronicas-1918), VALE DE JOSAPHAT(Contos-1918), TONEL DE DIÓGENES(Contos-1920), A SERPENTE DE BRONZE(Contos-1921), POMBOS DE MAOMÉ(Contos-1925), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Joaquim Gomes de Faria Veras e Ana de Campos Veras. Com a morte do pai, foi levado pela mãe para Parnaíba, Piauí. Após os estudos primários em sua terra adotiva, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Trabalhou no comercio e numa tipografia. Viveu em São Luis, no Maranhão, sempre como comerciante. Com 17 anos, em 1903, passou a residir no Pará, em Belém, onde conseguiu um lugar de colaborador e redator na FOLHA DO NORTE e, pouco depois, na PROVÍNCIA DO PARÁ. Viajou pelo interior da Amazônia. Em 1912, com 26 anos de idade, mudou-se para o Rio de Janeiro, passando a escrever em diferentes jornais. Escreveu para o jornal O IMPARCIAL, que tinha como redatores ou colaboradores Goulart de Andrade, Rui Barbosa, José Veríssimo, Júlia Lopes de Almeida, Salvador de Mendonça, Vicente de Carvalho, João Ribeiro, José Eduardo de Macedo Soares, etc. Em 1923, com 37 anos, substituiu Múcio Leão na coluna de crítica do CORREIO DA MANHÃ. Foi eleito Deputado Federal pelo Maranhão, mas a Revolução de 1930, fechou o Congresso e ele perdeu o mandato. Para minorar sua situação, Getulio Vargas lhe deu o cargo de Inspetor de Ensino e de Diretor da Casa de Rui Barbosa. Em 1931, viajou ao Prata em missão cultural. Em 1933, publicou o livro que se tornou o mais célebre de sua obra, MEMÓRIAS, crônica dos começos de sua vida. Escreveu sob vários pseudônimos, dentre outros, Almirante Justino Ribas, Luis Phoca, João Kaetano, Giovani Morelli, Micromegas, Conselheiro XX. Jornalista, político, crítico, cronista, contista, poeta, biógrafo e memorialista. Seu livro DIARIO SECRETO, publicado depois de sua morte, provocou escândalos em virtude da irreverência e da malícia em relação a contemporâneos. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 5.12.1934. Terceiro ocupante da Cadeira 20, eleito em 30.10.1919, na sucessão de Emílio de Menezes e recebido pelo Acadêmico Luís Murat em 8.05.1920. Sua Cadeira 20 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Joaquim Manoel de Macedo, Fundador Salvador de Mendonça, sendo também ocupada por Emilio de Menezes, Humberto de Campos, Múcio Leão, Aurélio de Lyra Tavares e Murilo Melo Filho. Muito bem analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. Casou-se, em 1975, quando tinha 27 anos, com Maria Celia Santos Lima, com quem tem Carlos Wagner. Filho do alfaiate Carlos Machado Lima e de Osmarina Damasceno Lima. Colou grau em 29.12.1978, com 30 anos.Depois de passar pela Força Aérea Brasileira, trabalhou como Agente de Coleta da Fundação IBGE, de onde saiu em 1982. Foi para Porto Alegre, onde trabalhou Corretor de Seguros, Vendedor de Livros e Segurança Operacional até 1983, quando foi para Porto Velho, Rondonia. Fundou a Associação dos Escritores de Rondonia e a União Brasileira dos Escritores de Rondonia. Ficou em Porto Velho até 1992. Mudou-se para Palmas, onde foi aprovado em Concurso Publico P-III, na Rede Estadual de Ensino. Tem sido Professor no Colegio Dom Alano, no Centro Educacional Martinho Lutero, no Tiradentes, no CAIC, na ULBRA, na Unitins, no Seminario Getsemani, no Tecnico do Ensino Medio, Coordenador do Curso de Letras, na ULBRA. Instituidor e Presidente da Fundação Semear, em 1998, que mantem uma Creche para 40 crianças. Pós-Graduado em Administração, Doutorando em Filosofia, pela Universidade Leon Espanha.Gravou um CD Gospel chamado DEUS VENCEDOR e É PRECISO ACREDITAR. Palestrante, Conferencista, Baritono do Coral da SEDUC e centenas de outras atividades..

HUMBERTO DE MEDEIROS NOLETO, de Carolina, Maranhão, 31.08.1952, escreveu, entre outros, “PELOS CAMINHOS DA INSPIRAÇÃO”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Braz Alves Noleto e Nasi de Medeiros Noleto. Mudou-se para Gurupi, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde residiu por algum tempo. Após os estudos primários no Centro Cultural Bernardo Sayão da cidade de Gurupi, transferiu-se para Goiânia, passando a estudar no Colégio Estadual Alfredo Nasser e no Colégio Professor Pardal. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Idealista. Intelectual, Visionário, Poeta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Detentor da Medalha Cultural Revista Brasília. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

HUMBERTO EUSTÁQUIO MARTINS (Hermetério França), Goiano, de Leopoldo Bulhões, l946, escreveu, entre outros, "PRATO FEITO". Juiz de Direito. Desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal. Escritor, Poeta, Professor. Pesquisador, Ensaísta, Memorialista. Contista, Cronista, Jornalista. Intelectual, Literato, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Magistrados Brasileiros(AMB), além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUMBERTO MILHOMEM MOTA, de Montes Altos, Maranhão, 21.11.1959, escreveu, entre outros, “EXISTÊNCIAS PARALELAS-INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO CONTO MACHADIANO”, juntamente com Álvaro Catelan, sem dados biográficos no livro. Escreveu também “LITERATURA PARA VESTIBULAR-ANÁLISE DAS OBRAS INDICADAS”, Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Formado em Letras pelo Instituto de Ciências Humanas e Letras, da UFG. Professor de Literatura Luso-Brasileira no Colégio Dinâmico de Goiânia. Escritor, Professor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Produtor Cultural. Ativista, Pensador, Literato. Cronista, Contista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Intelectual, Conferencista, Poeta. Fez curso de Especialização em Coimbra, Portugal, onde foi Bolsista da Universidade. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e União Brasileira de Escritores de Goiás, além de Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

HUMBERTO PEREIRA DE ALMEIDA(FREI HUMBERTO), de Santa Cruz do Rio Pardo, Estado de São Paulo, 22.07.1924, escreveu, entre outros, A IGREJA ESTÁ EM CONSTRUÇÃO, O SACERDÓCIO E A SUA HISTÓRIA(Editora Ave-Maria, 2007), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 18 anos de idade, em 1942, entrou para o Seminário Dominicano. Cursou dois anos de filosofia em São Paulo, Capital. Em Bologna, na Itália, terminou Filosofia e cursou Teologia por quatro anos. Nesta cidade italiana, foi ordenado sacerdote. De volta ao Brasil, foi Pároco em sua cidade natal e na capital paulista. Em 1973, com 49 anos de idade, foi transferido para Goiânia, Goiás, tornando-se Pároco da Paróquia São Judas Tadeu, onde ficou por cerca de 11(onze) anos. Nos anos seguintes, tornou-se Secretário da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, Regional do Centro-Oeste. Sobre ele, foi escrita excelente matéria, sob o titulo MENSAGENS DE ESPERANÇA, no jornal O POPULAR, Goiânia, 10.03.2007. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(Kelps, 2006), de José Mendonça Teles, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

HUMBERTO RORIZ DE AMORIM, de Anápolis, Goiás, 05.03.l962, escreveu, dentre outros, "COISAS ASSIM"(1982). Foi Secretário de Administração do Município de Anápolis, no Governo Municipal do Prefeito Wolney Martins. Estudou nos Estados Unidos, via Rotary Internacional. Médico, Político. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Anotado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Medicina, Assossiação Médica de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido na cidade de Anápolis, Estado de Goiás, a 5 de março de 1962. Na cidade natal, fez o primário, o ginasial e o secundário. Ainda no pré-primário, revelou seu pendor para as letras.
Com 11 anos de idade, já tinha material suficiente para o primeiro livro.
Profundamente preocupado com os temas sociais, dedicou-se a várias campanhas beneficentes, em prol de instituições filantrópicas, como leprosários, abrigos e orfanatos.
No Colégio São Francisco de Assis, em 1976, com 14 anos, portanto, vinculou-se à política estudantil, tornando-se Relações Públicas do Centro Cívico Santos Dumont.
Pelo seu relevante serviço, foi eleito Presidente do mesmo Centro no ano seguinte.
Em 1979, viajou para os Estados Unidos, onde passou um ano estudando e fazendo palestras sobre o Brasil, graças ao intercâmbio do Rotary Club Internacional.
Retornando ao Brasil, passou a residir em Brasília, preparando-se para os exames vestibulares. Mesmo preocupado com os estudos, encabeçou um movimento a favor do Espaço Cultural de Anápolis.
Feito o vestibular, iniciou os estudos de medicina em Goiânia, onde também se formou. Além de trabalhos publicados em vários jornais, lançou, em 1982, o livro intitulado “COISAS ASSIM”, resultante de trabalhos escritos entre 1976 e 1980.
Seu pai, cartorário, Amaury Amorim, foi também vereador em Anápolis.
Humberto Amorim, após ter sido Secretário de Administração no Governo Municipal de Wolney Martins, passou a dedicar-se a atividades empresariais, na área de computação.

IBANEZ COELHO DE CASTRO, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 08.03.1950, escreveu, entre outros, “MOSAICOS DE UM SONHO”(POEMAS-2002), sem dados biográficos completos, com prefácio de Ivan Cupertino e notas de orelha de Múcio Breckenfeld. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Gurupi, cursando ali o ensino fundamental e secundário. Com o passar do tempo, tornou-se Funcionário Público Federal. Posteriormente, transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins. Na Universidade do Tocantins (UNITINS), na Capital do Estado, graduou-se em Comunicação Social, habilitando-se em jornalismo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

IÇAMI TIBA, de Tapiraí, São Paulo, 15.03.1941, escreveu, entre outros, SEXO E ADOLESCENCIA(1985), PUBERDADE E ADOLESCENCIA(1986), SAIBA MAIS SOBRE MACONHA E JOVENS(1989), 123 RESPOSTAS SOBRE DROGAS(1994), SEJA FELIZ-MEU FILHO, ADOLESCENTES: QUEM AMA, EDUCA(2005), ENSINAR APRENDENDO(1998), HOMEM-COBRA, MULHER-POLVO(2004), além de dezenas de outros. Filho de Yuki Tiba e Kikue Tiba. Em 1968, com 27 anos, formou-se Medico pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Entre 1969 e 1970, foi Medico residente do Departamento de Neuropsiquiatria do Hospital das Clinicas, da FMUSP. Entre 1971 e 1977, foi Psiquiatra assistente do Hospital das Clinicas. Entre 1971 e 2005, foi Psicoterapeuta em Clinica Particular. Entre 1977 e 1992, foi Professor de Psicodrama de Adolescentes no Instituto Sedes Sapientiae, de São Paulo. Entre 1995 e 2005, foi Membro da Equipe Técnica da Associação Parceria Contra as Drogas-APCD. Entre 1997 e 2005, foi Membro eleito do Board of Directors of International Association of Group Psychotherapy. Em 2005, tornou-se Apresentador do programa semanal QUEM AMA, EDUCA da Rede Vida de Televisão. Entre 2003 e 2005, foi Conselheiro do Instituto Nacional de Capacitação e Educação para o Trabalho VIA DE ACESSO. Professor de diversos cursos e workshops no Brasil e exterior. Criador da Teoria Integração Relacional. Dezenas de vídeos educativos sobre temas diversos. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

IDA ARTIAGA MORENO, Goiana, de Inhumas, 03.11.l9l5, escreveu, entre outros, "MINHA ESTRELA COMPANHEIRA" (CRÔNICAS-1984), sem dados biográficos no livro. Filha de Joaquim Raimundo de Lima e Carolina Artiaga Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, fez o secundário no Liceu de Goiás. Cursou extensão em Administração Pública, na antiga Faculdade de Goiás. Iniciou a carreira literária em 1930, quando recebeu um prêmio do antigo Gabinete Literário de Goiás Velho. Escritora, Poetisa, Ensaísta. Professora, Memorialista, Pesquisadora. Oradora, Conferencista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e do Gabinete Literário Goiano, em Goiás Velho, na antiga Capital de Goiás. Vinculada também à Associação dos Professores de Goiás, ao Centro de Professores, além de outras entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Historiada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IDALMA ANDRADE KLEIN, de Diamantina, Minas Gerais, l936, escreveu, entre outros, "EFEITOS DE UM TREINAMENTO EM MICROENSINO SOBRE O DESEMPENHO DE PROFESSORES NA ÁREA DE COMUNICAÇÃO E EXPRES-SÃO"(TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Oradora. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Especialista em Formação de Recursos Humanos para Ensino de Ciências. Elaborou e desenvolveu as pesquisas: “A HISTÓRIA DO PROFESSOR: REPRESENTA-ÇÃO/CONTEXTO”, “A OBRA CIENTÍFICA E POÉTICA DE GASTON BACHELARD”. Vinculada ao Departamento de Pedagogia, da Faculdade de Educação. Memoriada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos pedagógicos e acadêmicos, entre os quais, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IDARIM AMORIM, Goiano, de Caldas Novas, l945, escreveu, entre outros, "FILOSOFIAS POÉTICAS", sem dados biográficos no livro. Escritor, Poeta, Pesquisador. Contista, Cronista, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Orador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia de Letras e Artes de Caldas Novas, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IDELBRANDO DAVID DE SOUZA, de Jitaúna, Bahia, 19.03.1942, escreveu, entre outros, LINGUAGEM E REDAÇÃO DO SEGUNDO GRAU(1991), O ALFABETO E A ESCRITA(1992), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília em 1959. Professor, Empresário, Bancário. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras e Academia Taguatinguense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


IDÊ SILVA DE ANDRADE GARCIA, de Anápolis, Goiás, l953, entre outros, escreveu, "FALO DO AMOR, FALO DA VIDA", com prefácio de Frei Onil José Lorenzzetti, sem dados biográficos no livro. Pós-Graduada em Administração Escolar pela Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão, de Anápolis. Escritora, Pesquisadora, Poetisa. Ensaísta, Professora, Espiritualista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Examinada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IDELMINA LOPES DE LIMA, de Manaus, Amazonas, l937, escreveu, entre outros, "MANUAL DO TÉCNICO DE AUXILIAR DE ENFERMAGEM", juntamente com outros autores, sem dados biográficos no livro. Professora do Curso de Enfermagem, da Universidade Católica de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Membro do Conselho Regional de Enfermagem, da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Assinalada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IEDA GOMIDE, Goiana, de Anápolis, l945, escreveu, entre outros, "3000 ALQUEIRES E 200 ESCRAVOS"(História da Fazenda Babilônia em Pirenópolis), junto com Carmen Lúcia e Nilza Pereira, sem dados biográficos no livro, prefácio de Alexandrina Passos Santos. Formada em Pedagogia pela Faculdade de Filosofia Bernardo Sayão de Anápolis. Professora, Escritora, Pesquisadora. Ensaísta, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionsta. Conferencista, Oradora, Poetisa. Especificada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Professores de Goiás, do Centro de Professores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. A Fazenda Babilônia a que se refere o livro foi propriedade do Comendador Joaquim Alves de Oliveira, fundador do jornal MATUTINA MEIAPONTENSE, em 1830, na cidade goiana de Pirenópolis. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IGOR TENÓRIO(DE SOUZA), de Maceió, Alagoas, 26.08.1928, escreveu, entre outros, CURSO DE DIREITO FINANCEIRO BRASILEIRO(1970), CURSO DE DIREITO AGRÁRIO BRASILEIRO(1983), MANUAL DE DIREITO CONSTITUCIONAL ECONÔMICO(1984), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, Filosofia e Contabilidade. Mudou-se para Brasília em 1964. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário, Jornalista. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


ILDEFONSO DUTRA ALVIM(Armando Guerra Jr.), Mineiro, de Cataguases, l897, escreveu, entre outros, "A PERSONALIDADE JURÍDICA DO COMERCIANTE", “LIMITACÕES AO EXERCÍCIO DA SOBERANIA”, sem dados biográficos nos livros. Foi Diretor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás(l962). Professor Catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás. Advogado, Escritor, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, do Instituto dos Advogados de Goiás, além de várias agremiações culturais, sociais e de classe. Um de seus filhos, Dr. Ildefonso Alvim, foi Promotor de Justiça no Estado de Goiás e aposentou-se como Procurador de Justiça. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro POESIAS E CONTOS BACHARÉIS II, de José Mendonça Teles et al. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ILDEFONSO SAMBAÍBA, de Grajaú, Maranhão, 23.01.1953, escreveu, entre outros, FLORESCÊNCIA(Poesia-1984), VIDA DE VIDRO(Poesia-1994), QUEM MATOU AS GAZELAS?(Crônica-1998), BUQUÊ DE URTIGAS(Poesia-1999), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Faustino Sambaiba, professor municipal. Após os estudos primários em sua terra natal, com o seu próprio pai que era professor, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante cerca de 18 anos permaneceu na região de Grajaú, interior do Maranhão. Por volta de 1971, já com quase 19 anos de idade, mudou-se para Brasília, DF. Seguindo a carreira do pai, até 1978, foi Professor Municipal. Com o passar do tempo, formou-se em Comunicação Social(Jornalismo e Relações Públicas), pelo CEUB(Centro de Ensino Unificado de Brasília). Especializou-se em Literatura Brasileira, pela Universidade Católica de Brasília. Faz curso de Mestrado em Ciências da Educação. Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco Central do Brasil. De 1980 a 1982, foi repórter do JORNAL DOS SPORTS, do Rio de Janeiro. Entre 1984 e 1989, foi co-editor do DIARIO OFICIAL DA UNIÃO, na Imprensa Nacional. De 1998 a 2000, foi o Jornalista responsável pelo jornal O ESCRIBA, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Em fevereiro de 2000, participou do V Festival de Poesia e Arte de Havana, em Cuba. É membro da Academia Taguatinguense de Letras, na Cadeira 40. Já prestou serviços na Imprensa Nacional, no MEC e no Palácio do Planalto. SAMBAÍBA, expressão rara, que não é encontrada nem no DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, é tambem o título de um romance, publicado em 1963, por FONTES IBIAPINA(João Nonon de Moura), Juiz de Direito, nascido em Picos, no Piauí(14.06.1921) e falecido em Parnaíba(PI) em 10.04.1986. Apesar de sua importância, Ildefonso Sambaíba não é referido no livro POESIA DE BRASILIA(1998), de Joanyr de Oliveira, nem é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br .

ILDEU MOREIRA COELHO, de Taquaral, Goiás, l945, escreveu, entre outros, "REALIDADE E UTOPIA NA CONSTRUÇÃO DA UNIVERSIDADE----MEMORIAL", sem dados biográficos no livro, com prefácio de Marilena Chauí. Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Doutor em Filosofia, pela Universidade de São Paulo(USP). Docente da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Filósofo. Memorialista, Educador, Ativista. Produtor Cultural, Conferencista, Orador. Literato, Cronista, Contista. Poeta, Ficcionista, Administrador. Especialista em Formação de Professores, Ensino Superior, Cursos, Conferências, Assessorias, Filosofia e Pesquisa. Vinculado ao Departamento de Pedagogia, da Faculdade de Educação. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação dos Docentes da UFG. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ILKA CANABRAVA, de Formosa, Goiás, l939, escreveu, entre outros, "AS IMAGENS DO POVO E O ESPAÇO VAZIO DA ARTE EDUCAÇÃO-UM ESTUDO SOBRE ANTÔNIO POTEIRO" (TESE DE MESTRADO), sem dados biográficos no livro. Professora da Faculdade de Educação e do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Intelectual. Pormenorizada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ILONI DREILICH, de Santo Ângelo, Rio Grande do Sul, 1960, escreveu, entre outros, "SOLIDÃO"(PROSA E VERSO). Professora na cidade de Anápolis, Goiás, onde possui consultório nas áreas de sua especialidade, tais como, Terapias Alternativas, Bioenergética e Biodança. Formada em Letras pela Universidade Regional Integrada de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. Escritora, Poetisa, Professora. Ensaísta, Pesquisadora, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Enaltecida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos literários. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ILTAMI RODRIGUES DA SILVA, de Xambioá, Goiás, hoje Tocantins, 02.03.1977, escreveu, entre outros, À SOMBRA DA ESTRADA- A BELÉM/BRASÍLIA E A FUNDAÇÃO DA CIDADE DE COLINAS(1960-1965)(Araguaina, Ipiranga, 2008), em co-autoria com Maria do Carmo Barros Vinhal, apresentação de Maria de Fátima Rezende. Filho de Adão Rodrigues da Silva e Maria dos Santos Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduado em História, pela UNITINS, de Araguaina, em 2000, com 23 anos. É professor da Rede Estadual de Ensino do Tocantins, desde 2001. Professor de História do Colégio João XXIII(conveniado) de Colinas do Tocantins e do curso de História, da Faculdade Integrada do Ensino Superior de Colinas(FIESC), em 2010, agora com 33 anos de idade. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.

ILUSKA SIMONSEN, Carioca, do Rio de Janeiro, l940, entre outros, escreveu, “ALGUNS SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS DA SÉRIE BAMBUÍ EM GOIÁS”, "MODELOS ETNOGRÁFICOS APLICADOS À CERÂMICA DE MIARARRE", este, com Acary Passos, sem dados biográficos nos livros. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Arqueóloga. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Admininstradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Exaltada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Centro de Informação Arqueológica do Rio de Janeiro, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos e científicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

INÁCIO AUGUSTO DE ALMEIDA, de Cuité, Paraiba, l946, escreveu, entre outros, “ENQUANTO O SOL NÃO SE LEVANTA”, "DOIS TEMPOS", "TEMPOS MEUS", "VERSO & PROSA", este, sem dados biográficos no livro, juntamente com Emanoel Torres Jardim. Militar da Base Aérea de Anápolis, no Estado de Goiás. Escritor, Pesquisador, Poeta. Contista, Cronista, Ensaísta. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Orador, Educador. Elogiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais e culturais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

INÁCIO BATISTA DE MOURA, de Cametá, Pará, 31.07.1857, escreveu, entre outros, “DE BELÉM A SÃO JOÃO DO ARAGUAIA-VALE DO TOCANTINS”(1910), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos etnográficos e folclóricos da região em muitos de seus livros. Filho de João Gonçalves Batista de Moura e Maria Mingola de Moura. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginasial e o secundário, no Colégio do Carmo, em Belém do Pará. Deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde, na Escola Politécnica, formou-se Engenheiro Civil, com 25 anos de idade, em 1882. Mudou-se para Pernambuco, como Engenheiro Auxiliar, na construção da Ferrovia Recife-Caruaru. Nos anos seguintes, retornou ao Pará, passando a trabalhar na Ferrovia Belém/Bragança. No Governo Paraense de Lauro Sodré, inspecionou a Colônia Itacaiúna, no Rio Araguaia, formada de pessoas que fugiram dos conflitos de Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), dos quais pegou muitas informações colocadas em seus trabalhos. Publicou vários outros livros, entre os quais, “SUR LE PROGRÉS DE L`AMAZONIE ET PUS SES INDIENS”. Foi Deputado Estadual e Professor da Escola de Marinha Mercante e do Instituto do Amazonas. Ao lado de José do Patrocínio, escreveu para os jornais “PAÍS” e “GAZETA DE NOTÍCIAS”, sobre os dois grandes temas da época: ABOLIÇÃO E REPÚBLICA. Foi membro da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, da Academia Paraense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Em 1915, editou a HISTÓRIA LITERÁRIA DO PARÁ e em 1926 publicou A AMAZÔNIA DO FUTURO. Faleceu em Belém, no dia 25.02.1929. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

INÁCIO XAVIER DA SILVA(Advogado), Goiano, de Goiás Velho, l908, escreveu, entre outros, "O CRIME DO CORONEL LEITÃO-SEDIÇÃO NA COMARCA DE BOA VISTA DO TOCANTINS, DO ESTADO DE GOIÁS, 1892-1895", “DA VELHA GOIÁS E DE CUIABÁ”, “VIDA E OBRA DE UM GRANDE MESTRE-PROFESSOR FRANCISCO FERREIRA DOS SANTOS AZEVEDO”, sem dados biográficos nos livros. Sobrinho do Monsenhor Inácio Xavier da Silva, fundador dos jornais “O Estado de Goiás” e “Gazeta Goiana”. Vinculado ao Tocantins, por ter pesquisado e escrito sobre uma das figuras mais importantes do norte de Goiás- o Coronel Leitão(Carlos Gomes Leitão, Caxias, Maranhão, 1835)-, que dera origem a uma das revoluções de Boa Vista do Tocantins, hoje Tocantinópolis. A primeira Revolução de Boa Vista, conforme Palacin, se deu entre 1892 e 1895. A segunda Revolução de Boa Vista, se deu em 1907, com o banimento do Coronal Leão Leda(Leão Leda, Grajaú, Maranhão, 1840), pelo Padre João. A terceira Revolução de Boa Vista, se deu em 1930, tendo ainda como figura central o Deputado Padre João. Quanto a Inácio Xavier, para escrever o seu livro esteve pessoalmente na região, ouvindo pessoas, lendo e pesquisando documentos. Com o passar do tempo, tornou-se funcionário do Tribunal de Contas da União. Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Administrador, Educador, Ensaísta.
Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Advogado. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi fundador João Teixeira Álvares, hoje(1998) ocupada por Benedicto Silva. Com a morte do professor Benedicto, foi eleito para substituí-lo o jornalista Hélio Rocha, editorialista de O POPULAR e autor do livro “OS INQUILINOS DA CASA VERDE”, que disputou a Cadeira com os escritores Uarian Ferreira e Luis Estevam. Quanto a Inácio Xavier, foi Sócio da Associação Goiana de Imprensa, de que também foi Presidente. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Secretário da Sociedade Goiana de Folclore. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Estudado no livro CORONELISMO NO EXTREMO NORTE DE GOIÁS, de Luis Gomes Palacin. Não deve ser confundido com o seu tio, Monsenhor Inácio Xavier da Silva, também nascido em Goiás Velho, só que em 1855. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Goiás Velho, no dia 22 de dezembro de 1908. Filho de Manuel Xavier da Silva e de Maria de Macedo Xavier.
Feito o curso primário, ingressou no Liceu de Goiás, em 1922. Fundou, junto com Luis de Bessa e Odílio de Sousa, em 1925, o jornal O ESTUDANTE.
Em 1932, matriculou-se na Faculdade de Direito da antiga Capital. Torna-se escrivão da Justiça Federal em Goiás, em 1933.
Juntamente com Jaime Câmara e Joaquim Carvalho Ferreira de Azevedo editou o suplemento A RAZÃO, distribuído no interior do jornal VOSSA SENHORIA, de Leônidas Schwindt.
Em 1934, fundou com outros intelectuais, a Associação Goiana de Imprensa. Neste mesmo ano, foi redator do jornal O COMÉRCIO.
Publicou o seu livro “O CRIME DO CORONEL LEITÃO”, em 1935, quando tinha 27 anos de idade. Para escrevê-lo esteve pessoalmente em Tocantinópolis, onde os fatos ocorreram.
Fundou, com Everaldo de Souza, Hamilton Velasco e Acácio Félix de Souza, o jornal O ACADÊMICO.
Em 1937, mudou-se para Goiânia e colou grau em Direito, sendo orador da Turma.
Torna-se funcionário do Tribunal de Contas da União, em 1939. Vincula-se à Associação Goiana de Esportes, em 1940. Em 1942, é eleito Secretário da Sociedade Goiana de Folclore.
É eleito membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 7, no dia 14 de novembro de 1944, cujo Patrono é José Martins Pereira de Alencastre e de que foi Titular João Teixeira Álvares, sendo hoje(1998), ocupada por Benedito Silva.
Com a morte do professor Benedicto, foi eleito para substituí-lo, no dia 05.10.2000, o jornalista Hélio Rocha, editorialista de O POPULAR e autor do livro “OS INQUILINOS DA CASA VERDE”, filho do jornalista Benedito Odilon Rocha, de saudosa memória.
Retornando a Inácio Xavier, em 1946, assumiu a Presidência da Associação Goiana de Imprensa. Torna-se Secretário do Governo de Goiás, em 1947. Credencia-se como Advogado do IPASE, em 1948.
Transfere-se para Cuiabá, no Mato Grosso, como Delegado do Tribunal de Contas da União, em 1949.
É removido para o Rio de Janeiro, em 1951, como Oficial de Gabinete do Presidente do Tribunal.
Em 1969, promove a mudança do Tribunal de Contas da União para Brasília, aposentando-se em Dezembro do mesmo ano.
Em 1970, torna-se assessor da Inspetoria Geral de Finanças do Ministério de Educação e Cultura, cargo em que permanece até o seu falecimento no dia 9 de junho de 1976, em Brasília.

INÁCIO XAVIER DA SILVA(Padre), Goiano, de Goiás Velho, 1855, fundou, entre outros, “GAZETA GOIANA” e “O ESTADO DE GOIÁS”. Após estudar na França, onde se ordenou, retornou a Vila Boa, onde foi nomeado professor de Teologia Dogmática do Seminário Episcopal de Santa Cruz, em Goiás Velho. Foi eleito Deputado Estadual por Boa Vista do Tocantins, hoje Tocantinópolis. Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ficcionista. Administrador, Educador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Conferencista, Orador, Poeta. Divulgado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles, no RETRATO DA ACADEMIA GOIANA DE LETRAS, de Humberto Crispim Borges e na ANTOLOGIA GOIANA, de José da Veiga Jardim Netto. Vigário de Curralinho, hoje Itaberaí e também de Uberaba, em Minas Gerais. Conhecido como Monsenhor Inácio, faleceu no Rio de Janeiro, em 1929 e tornou-se Patrono da Cadeira 12, da Academia Goiana de Letras, fundada por Gelmires Reis e de que foi titular José Dilermando Meirelles, hoje(1998) ocupada pelo seu sucessor. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Nasceu em Vila Boa(Goiás Velho), no dia 20 de novembro de 1855. Filho de Inácio Xavier da Silva e de Tereza de Jesus Gomes Xavier ou Ana da Luz Xavier, conforme o livro “GOIANOS ILUSTRES”.
Em 1862, iniciou os estudos primários em sua terra natal. Seguiu para Belém, em 1866, onde completou o curso preparatório.
Vocacionado para a vida religiosa, viajou para a França, em 1868, matriculando-se no Seminário de Angoulêne.
Recebeu a primeira Tonsura, em 1876, e depois de passar pelas ordens menores, alcançou o Presbiterato, em 1879, quando retornou a Goiás Velho, como Professor de Teologia Dogmática do Seminário Episcopal de Santa Cruz.
Em 1880, tornou-se Reitor do Seminário e Cônego da Capela Imperial, em Vila Boa.
Elegeu-se Deputado Federal por Goiás junto à Assembleia Geral, no Rio de Janeiro, em 1885.
Depois de excursionar pela Europa em 1887, para participar do Jubileu do Papa Leão XIII, retornou a Vila Boa, onde fundou, em 1889, o jornal “GAZETA GOIANA”, defendendo a monarquia.
Em 1892, tornou-se Vigário de Curralinho(Itaberaí), interior goiano. Foi eleito Deputado por Boa Vista do Tocantins (Tocantinópolis), em 1895.
Com a ida do Bispo Dom Eduardo Duarte da Silva para Uberaba, em Minas Gerais, em 1896, também o acompanhou, tornando-se Vigário Geral e Provisor da Diocese de Uberaba.
Em 1899, por graça do Papa Leão XIII, recebeu o título de Monsenhor.
Por força de uma lei estadual(nº 291), recebeu, em 1907, a concessão, por 50 anos, para explorar duas estradas de automóveis-uma que partia do Rio Paranaíba até o Rio Araguaia e a outra que saia de Formosa até Jataí.
Foi Presidente do Conselho Municipal de Uberaba, em 1922, ocasião em que chegou a ser o Prefeito Municipal.
Em 1929, faleceu no Rio de Janeiro, tornando-se Patrono da Cadeira 12, da Academia Goiana de Letras, cujo fundador foi Gelmires Reis e de que foi Titular José Dilermando Meirelles e, atualmente(1998), ocupada pelo seu sucessor.

INEZIL PENNA MARINHO, de Rio de Janeiro, RJ, 15.08.1915, escreveu, entre outros, AMOR E LEMBRANÇA(1960), HISTÓRIA GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA(1980), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito e Educação Física. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado, Funcionário Público, Professor Universitário. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Faleceu em 26.03.1977. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

INGLÊS DE SOUSA(Herculano Marcos I. de S.), de Óbidos, Pará, 28.12.1853, escreveu, entre outros, O CACAULISTA(Romance-1876), HISTORIA DE UM PESCADOR(Romance-1876), O CORONEL SANGRADO(Romance-1877), O MISSIONARIO(Romance-1891), CONTOS AMAZONICOS(Contos-1893), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Esteve em São Luis, no Maranhão. Mudou-se para São Paulo. Em 1876, com 23 anos de idade, Bacharelou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito de São Paulo. Escreveu também sob o pseudônimo de Luis Dolzani, Sousa Alemão. Em 1877, com Antonio Carlos Ribeiro de Andrade e Silva publicou a REVISTA NACIONAL. Foi presidente das províncias de Sergipe e Espírito Santo. Fixou-se no Rio de Janeiro, como advogado, banqueiro, jornalista e professor de Direito Comercial e Marítimo na Faculdade Livre de Ciências Jurídicas e Sociais. Foi presidente do Instituto dos Advogados Brasileiros. Deputado Federal. Advogado, professor, jornalista, contista e romancista. Faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 6 de setembro de 1918. Compareceu às sessões preparatórias da criação da Academia Brasileira de Letras, em 28.12.1896, onde fundou a Cadeira 28, que tem como patrono Manuel Antônio de Almeida. Na sessão de 28 de janeiro de 1897 foi nomeado tesoureiro da recém-criada Academia de Letras. Sua Cadeira 28 na Academia Brasileira de Letras, tem como Patrono Manoel Antonio de Almeida, Fundador(ele mesmo Inglês de Sousa) , sendo também ocupada por Xavier Marques, Menotti Del Picchia, Oscar Dias Correa e Domicio Proença Filho. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

INGRID HILDEBRANT COSTA, Goiana, da Capital, l945, escreveu, entre outros, "TEORIA E PRÁTICA DO IDIOMA INGLÊS", junto com José M. Costa, prefácio de Jarmund Nasser, quando Secretário da Educação e Cultura. Professora do Colégio Goianiense, em Goiania, Goiás. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Intelectual, Memorialista, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Evocada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores, Associação dos Professores e União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IONE MARIA DE OLIVEIRA VALADARES, de Jandaia, Goiás, l949, escreveu, entre outros, "HISTÓRIAS POPULARES DE JARAGUÁ: TEREZA BICUDO", junto com Nei Clara de Lima, sem dados biográficos no livro. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras da Universidade Federal de Goiás. Ex-Diretora do Centro Editorial e Gráfico da UFG(CEGRAF). Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Pensadora. Ativista, Produtora Cultural, Literata. Cronista, Contista, Administradora. Educadora, Ficcionista, Conferencista. Relembrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, do Centro de Estudos de Cultura Popular, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em vários textos de estudos técnicos. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IOVANE AUGUSTO DE SOUZA ALVES, de Piracanjuba, Goiás, l963, escreveu, entre outros, "O RAPTO DO PRESIDENTE"(Sátira Política), sem dados biográficos no livro, com notas de orelha de Brasigóis Felício. Escritor, Poeta, Pesquisador. Ensaísta, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Incluído nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos satíricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IPIRANGA CURADO, Goiano, de Goiás Velho, l9l9, escreveu, entre outros, "A HORA DO SILÊNCIO", com prefácio de Domingos Félix de Sousa, notas de orelha de Medeiros Netto e notas de capa de Rosarita Fleury. Delegado de Polícia da Guarda Especial de Brasília(GEB), posteriormente transformada em Polícia Militar do Distrito Federal. Escritor, Poeta, Professor. Pesquisador, Ensaísta, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Orador. Conferencista, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Literato, Educador. Administrador, Ficcionista, Contista. Abordado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás e da Associação Goiana de Imprensa, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme, bem como em OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASÍLIA, de Adirson Vasconcelos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRACEMA MOURA (IRACEMA FERREIRA DE MOURA), de Edéia, Goiás, 1939, escreveu, entre outros, “JORINEZ”(Romance), sem dados biográficos no livro. Foi vereadora junto à Câmara Municipal de Edealina, interior goiano, onde reside. Professora primária e secundária em sua terra natal, função na qual se aposentou. Obteve premiação em concurso literário de âmbito nacional. Escritora, Poetisa, Educadora. Pesquisadora, Ensaísta, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Oradora. Conferencista, Pensadora, Ativista. Produtora Cultural, Literata, Professora. Administradora, Ficcionista, Contista. Participou da antologia poética Minas Editora, de Araguari, Minas Gerais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diversas agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRACI C. DOS SANTOS, Goiano, da Capital, l941, escreveu, entre outros, "DEUS MORTO", prefácio de Abigail Sêve de Azevedo Mesquita, sem dados biográficos no livro. Professor, Religioso, Espiritualista. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Lançado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos teológicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRAM DE ALMEIDA SARAIVA, Goiano, da Capital, 27.08.l944, escreveu, entre outros, “JUDICIÁRIO, O PODER SEM PODER”, “ATÉ A QUEDA DA DITADURA”, “CHEGANDO AO TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO”, sem dados biográficos nos livros. Professor Universitário. Vereador em Goiânia(1973). Deputado Estadual(1975). Deputado Federal(1979). Após acidente automobilístico nas proximidades de Goiânia, passou a locomover-se em Cadeira de Rodas. Mesmo assim, conseguiu enfrentar sua campanha política, elegendo-se Senador da República pelo Estado de Goiás(1987). Antes de deixar o Senado Federal, foi nomeado Ministro do Tribunal de Contas da União, em Brasília. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Advogado, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro titular de diferentes Comissões tanto na Câmara Federal quanto no Senado. Vinculado a várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Encontra-se no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e no livro SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro, além de diferentes textos que tratam da história social, política e econômica brasileira. Seu filho, Iram Saraiva, após ter sido Vereador em Goiânia, foi eleito Deputado Estadual, no pleito de 1998. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRANI FERNANDES PEREIRA CAMPOS, Goiana, de Anápolis, l952, escreveu, entre outros, "FLORA DO ESTADO DE GOIÁS-CRIPTOGAMOS", sem dados biográficos no livro. Professora de Botânica do Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Especialista em Taxonomia Vegetal, Algas de Água Doce, Plantas Medicinais, Etnobotânica, Coleta e Identificação de Amostras. Vinculada ao Departamento de Botânica, do Instituto de Biologia, da UFG. Incorporada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de estudos botânicos, técnicos, científicos e acadêmicos, entre os quais, CATÁLOGO DE ESPECIALISTAS & SERVIÇOS, da UFG. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRANI RODRIGUES ROSIQUEM, Goiano, da Capital, 1950, escreveu, entre outros, "FUNDAMENTOS DE BOTÂNICA", sem dados biográficos no livro, junto com Luis Chein e Vladimir Seixas. Médico. Professor Universitário. Docente de diferentes colégios e de cursos preparatórios e pré-vestibulares em Goiânia. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Poeta, Orador, Aclamado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos especiais. Membro do Conselho Regional de Medicina, da Associação Médica de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRANI SEBASTIÃO DE OLIVEIRA, de Galheiros, Goiás, l95l, entre outros, escreveu também, "EDUCAÇÃO E COOPERATIVISMO" (ADMINISTRAÇÃO, PEDAGOGIA E POLÍTICA NA COOPERATIVA DE ENSINO), sem dados biográficos no livro, com prefácio de Túlio Vigevani e apresentação de Sheila Paiva de Andrade. Professora da Faculdade de Educação e Ciências Humanas de Anicuns, Estado de Goiás. Mestra em Educação pela Universidade Estadual Paulista. Escritora Ensaísta, Pesquisadora. Educadora, Pensadora, Intelectual. Memorialista, Produtora Cultural, Ativista. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Ficcionista, Conferencista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos técnicos e científicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás e Sociedade Goiana de Educadores. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRANILDA DIVINA RESENDE PAES, Goiana, de Pires do Rio, 24.02.l952, escreveu, entre outros, "PIRES DO RIO-NOSSA TERRA, NOSSA GENTE"(1991), "PALMELO-ONTEM E HOJE"(1992) “FOLCLORE PIRESINO”(1989), “A EDUCAÇÃO FÍSICA NA PRIMEIRA FASE DO ENSINO FUNDAMENTAL”(1995). Filha de José Teodoro Sobrinho e Luzia da Costa Teodoro. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em diversos outros lugares. Formada em Pedagogia pela Universidade Católica de Goiás. Pós-Graduada em Administração Escolar pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Patrocínio, em Minas Gerais. Professora da Faculdade Estadual de Pires do Rio, onde também é Coordenadora Pedagógica e Secretária-Geral. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Ensaísta, Memorialista, Professora. Intelectual, Oradora, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Coordenadora Pedagógica. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia de Letras Municipais do Brasil, da Associação dos Professores de Goiás, do Centro dos Professores do Estado de Goiás, além de outras instituições culturais, sociais e de classe, entre as quais, Casa do Poeta Lampião de Gás de São Paulo, Associação das Damas Maçônicas do Grande Oriente do Estado de Goiás, Academia Piresina de Letras e Artes, de que é Presidente, além de Sociedade de Cultura Latina do Estado de Goiás. Recomendada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRANINI RAMOS DOS SANTOS, Goiana, de Goiás Velho, 1958, escreveu, entre outros, “LEMBRANÇAS DE MIM” (POEMAS), sem dados biográficos completos no livro, com prefácio de Vito Milesi, da Academia Imperatrizense de Letras. Após os estudos primários em sua terra natal e em Cromínia, interior goiano, para onde se mudou, deslocou-se, posteriormente, para Goiânia. Formou-se em História, na Universidade Católica de Goiás, tornando-se professora. Em 1983, com 25 anos de idade, transferiu-se para Imperatriz, no Maranhão, onde se encontra radicada, até, pelo menos, a publicação de seu livro, em 1999. Casada, fez-se mãe de alguns filhos. DONA DE CASA. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Ensaísta, Memorialista, Professora. Intelectual, Oradora, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

IRAPUAN COSTA JÚNIOR, Goiano, da Capital, 23.12.l937, escreveu, entre outros, "OPINIÃO", “GOIÁS- COMUNIDADE ECUMÊNICA", “REALIDADE MUNICIPALISTA”, sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Quando Governador de Goiás, foi o responsável pela construção da Ponte de Porto Nacional, no hoje Estado do Tocantins, sobre o rio do mesmo nome, em 1978. Esta ponte, aberta ao tráfego no Governo de Ari Valadão, foi a redenção de Porto Nacional e contribuiu decisivamente para facilitar a construção de Palmas, a nova Capital do Tocantins. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou em vários estabelecimentos de ensino, entre os quais, no Colégio Batista do Rio de Janeiro, onde concluiu o segundo grau. Casou-se com Lúcia Vânia Abrão, com quem teve vários filhos. Formado Engenheiro Civil, tornou-se Professor da Universidade Federal de Goiás, na Faculdade de Engenharia. Docente da Faculdade de Filosofia e da Faculdade de Arquitetura da Universidade Católica de Goiás. Empresário. Fundador e Diretor da ENCOL. Prefeito de Anápolis(1973). Deputado Federal(1983). Governador de Goiás(1975). Senador da República pelo Estado de Goiás(1987). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Professor. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Banqueiro, Político. Engenheiro, Administrador de Empresa Privada. Verbete dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro do Conselho Regional de Engenharia, Agronomia e Arquitetura(CREA), além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presidente da Associação de Bancos do Estado de Goiás. Conselheiro da Federação Brasileira das Associações de Bancos. Durante muitos anos, foi Diretor-Presidente do Banco Brasileiro Comercial(BBC), antes que este sofresse intervenção do Governo Federal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior e em todos os livros que tratam da História Social, Política e Econômica de Goiás, entre os quais, SENADORES DE GOIÁS, de Maria de Nazaré Pinheiro Carneiro. Quando ainda Governador do Estado de Goiás, em 1978, assinou o Decreto de Nomeação do autor destas notas, como Promotor de Justiça da Comarca de Abadiânia, após aprovação em Concurso Público de Provas e Títulos. Em seu governo, em 1978, foram reeditados todos os livros de Lysias Rodrigues, ou seja “O RIO DOS TOCANTINS” e também “ROTEIRO DO TOCANTINS”. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

IRENE DIAS DE OLIVEIRA, de Aporá, Bahia, 1960, escreveu, entre outros, “IDENTIDADE NEGADA E O ROSTO DESFIGURADO DO POVO AFRICANO-OS TSONGAS”(2003), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Descendente de índios Tupis, Portugueses e Negros do interior baiano. Formou-se em Teologia pela Pontifícia Faculdade Teológica da Itália Meridional, em Nápoles, onde também fez os cursos de Mestrado e Doutorado. Durante mais de dez anos viveu na África. Dirigiu o Centro de Estudos Brasileiros(CEB), junto à Embaixada do Brasil em Moçambique. Trabalhou com pesquisas em meio aos Tsongas e em programas coordenados pela ONU, junto aos necessitados. Por mais de doze anos, viveu na Itália. Mudou-se para Goiânia, Goiás, em 1998, tornando-se Professora da Universidade Católica de Goiás. Leciona Teologia Sistemática e Antropologia da Religião, no curso de Mestrado de Ciências da Religião. Na mesma UCG, é pesquisadora do Núcleo de Pesquisa da Religião. Teóloga. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Ensaísta, Memorialista, Professora. Intelectual, Oradora, Conferencista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Sobre ela escreveu excelente matéria o jornalista Rogério Borges, no jornal O POPULAR, de Goiânia, no dia 11.03.2003, sob o título “MERGULHO NA IDENTIDADE AFRICANA”. Apesar de sua importância, não é referida no DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Flores, no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento, no DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL, de Schuma Schumaher, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


IRENE SARMENTO, de Santo Antônio de Balsas, Maranhão, l952, escreveu, entre outros, "LICORES CASEIROS", com prefácio da Professora Zanyr Sá Abreu e notas do Procurador de Justiça Aposentado Helton de Morais Sarmento, sem dados biográficos no livro. Radicada em Goiânia, onde desenvolve sua atividade profissional e literária. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Memorialisa, Intelectual, Ensaísta. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Consta dos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos culinários. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRIA BRZEZINSKI, de Marechal Mallet, Paraná, l945, escreveu, entre outros, "PEDAGOGIA: BUSCA E MOVIMENTO", "FORMAÇÃO DE PROFESSORES: UM DESAFIO", “PEDAGOGIA, PEDAGOGOS E FORMAÇÃO DE PROFESSORES”, sem dados biográficos nos livros. Professora da Faculdade de Educação, da Universidade Católica de Goiás. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Intelectual, Oradora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Mencionada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos educacionais. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRIS REZENDE MACHADO, Goiano, de Cristianópolis, 22.12.l933, escreveu, entre outros, “A FALÊNCIA DO SETOR AGRÍCOLA”, “INCENTIVO FISCAL COMO FATOR DE DESENVOLVIMENTO”, sem dados biográficos nos livros. Vereador(1959), Deputado Estadual(1962). Prefeito de Goiânia, cassado pela Revolução, em l969. Governador do Estado de Goiás, em várias ocasiões. Ministro de Estado da Agricultura do Governo Sarney. Ministro Extraordinário do MIRAD(1987). Ministro da Justiça no Governo do Presidente Fernando Henrique Cardoso. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Empresário, Advogado, Agropecuarista. Membro de diferentes Comissões no Senado Federal. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos políticos. Registrado no DICIONÁRIO ENCICLOPÉDICO DE GOIÁS, de Lisita Júnior, bem como em DOSSIÊ DE GOIÁS, de Antonio Moreira da Silva e ainda em SENADORES DE GOIÁS, de Maria Nazaré Pinheiro Carneiro. Senador da República pelo Estado de Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Cristianópolis, interior goiano, em 22 de dezembro de 1933. Filho de Filóstro Machado Carneiro e Genoveva Rezende Carneiro.
Iniciou, em 1940, os estudos primários em sua terra natal. Após o término do curso secundário em Goiânia, formou-se pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás.
Casou-se com Iris de Araújo, com quem tem os filhos Cristiano, Ana Paula e Adriana.
Despontou na vida política desde jovem, movimentando-se nos meios estudantis.
Foi vereador por Goiânia com a maior votação da época, chegando a Presidente da Câmara Municipal.
Em 1960, foi eleito deputado estadual, pelo atingo PSD, chegando à presidência da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás e líder do Governo.
Em 1965, concorrendo com José Ludovico de Almeida(Juca Ludovico), ganhou as eleições para a Prefeitura de Goiânia.
Sua administração foi pautada por grandes realizações, tendo asfaltado todo o bairro de Campinas e a periferia da capital.
Em 1969, não pertencendo ao partido do governo estadual, teve seu mandato de Prefeito cassado e suspensos por 10 anos os seus direitos políticos, atingido pelo Ato Institucional n. 5, em 17 de outubro de 1969.
Com os direitos políticos suspensos, tornou-se Advogado militante, num escritório de advocacia aberto com Everardo de Souza, Hamilton Vellasco e Guido Spencière.
Em 1982, candidato natural do PMDB, percorreu todo o Estado de Goiás em campanha para o Governo do Estado, elegendo-se com mais de meio milhão de votos de frente sobre seu adversário do PDS.
Assumiu o comando administrativo estadual em 1983 com uma dívida vencida de mais de 360 milhões de cruzeiros e o funcionalismo público em greve com mais de três meses de salários atrasados.
Demitiu perto de 20 mil funcionários contratados pelo seu antecessor e gerou a primeira crise política em seu governo.
Posteriormente, tornou-se Senador da República e Governador do Estado de Goiás. Ao longo de sua carreira política, foi também Ministro da Agricultura, Ministro Extraordinário do MIRAD e Ministro da Justiça.
Ao retornar ao Senado, passou a ocupar a cadeira, onde seu irmão Otoniel Machado esteve como Senador, na Suplência.
Candidatou-se novamente ao Governo de Goiás, em 1998.
Ainda em 1998, sua esposa Iris de Araújo foi eleita Suplente de Senador, na chapa do Senador Maguito Vilela.

IRMANA ALMEIDA(Maria Arlete Lacerda de Almeida), de Piancó, Paraíba, 27.09.1962, escreveu, entre outros, A CASA DO SORRISO(1980), sem dados biográficos no texto e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via obra publicada. Mudou-se para Brasília em 1965. Colunista, Publicitária. Encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Intelectual, Oradora, Memorialista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Participação em muitas coletâneas, dentre outras, POEMAS(1990). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

IRNALDO JAYME, Goiano, de Pirenópolis, 19.11.l950, escreveu, entre outros, "O FURACÃO HISTÓRICO"(1970). Assassinado em 02 de julho de l976, em sua terra Natal, Pirenópolis, onde exercia o jornalismo. Filho de Aguinaldo Jayme e Irene de Oliveira Jayme. Em 1965, fundou o jornal O COMBATE e em 1976, O MENSAGEIRO. Escreveu para vários jornais, entre os quais, O POPULAR, DIÁRIO DA NOTÍCIA e CORREIO BRAZILIENSE. Jornalista. Escritor, Poeta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Ensaísta. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Focalizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente no livro FAMÍLIAS PIRENOPOLINAS, de Jarbas Jayme, na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos históricos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IRON JUNQUEIRA, Goiano, de Brazabrantes, antigo Distrito de Anápolis, l938, autor de dezenas de livros, destacando-se, "PELO CLARÃO DA JANELA" (CRÔNICAS-1982), "ESSE ROSTO NÃO ME PARECE ESTRANHO", "NO PALCO DA VIDA"(CONTOS-1972), "HÁ TANTAS FLORES PELO CAMINHO"(CRÔNICAS-1979), "NA TRILHA DA ESPERANÇA" (CRÔNICAS-1984), "CANÇÃO DO AMANHECER"(POEMAS-1974), "AS CIGARRAS ESTÃO CANTANDO"(1986), "O POMBINHO DOURADO" (FICÇÃO-1986), "PÁGINAS RECREATIVAS"(SÁTIRA-1973). Fundador e Diretor do Lar da Criança Humberto de Campos, em Anápolis, Goiás. Escritor, Poeta, Jornalista. Filantropo, Professor, Pesquisador. Ensaísta, Memorialista, Contista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Orador. Administrador, Educador, Ficcionista. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Estudado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro OS NAVEGANTES, de Brasigóis Felício. Considerado o mais fecundo escritor da atualidade(1997), genuinamente anapolino. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nasceu em Brazabrantes, distrito de Anápolis, a 22 de novembro de 1938. Cursou as primeiras letras na cidade natal.
Começou a vida literária, trabalhando no jornal fundado e dirigido por seu pai, Sebastião Pedro Junqueira, TRIBUNA DE ANÁPOLIS, cuja origem data de 1956.
Durante muito tempo, manteve, na Rádio Carajá, um Programa de caráter espiritualista. Fazia também Rádio-Teatro, imitando vozes e pessoas.
Trabalhou como caricaturista, desenhista em várias oportunidades. Seus livros e também os editados por ele são ilustrados com trabalhos de sua autoria.
Sob o pseudônimo de Emiliano Zarra, escreveu muitos livros e artigos para jornais, destacando-se, os livros “Páginas Recreativas”, “O Lado Pitoresco da Vida”, etc.
Na década de 1970, fundou o Lar da Criança Humberto de Campos, onde ampara mais de uma centena de crianças, com atividades funcionais planejadas.
Entre suas obras, sempre destinadas à manutenção do Lar, destacam-se, “Canção do Amanhecer”, “Lições da Vida”, “Há Tantas Flores pelos Caminhos”, “Vereda de Luz”, “O Nonô de Naná”.
Escreveu também “Primavera ao Longe”, “Pelo Clarão da Janela”, “Por aí”, “Nas Paragens dos Homens”, “No Palco da Vida”, “Quando Brilhar de Novo o Sol”, “Raio de Sol”, “Caminheiros”, “Canção da Esperança”, etc.
Em 1975, fez parte do livro “Poetas do Brasil”, editado no Rio de Janeiro, por Aparício Fernandes.
Na Academia Anapolina de Letras e Artes, ocupa a Cadeira 16, cujo Patrono é seu pai, Sebastião Pedro Junqueira.
É Titular da Cadeira 05, na Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, cujo Patrono é Antônio Americano do Brasil.
Pertence a várias entidades culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores, subseção de Anápolis, Loja Maçônica João Pedro Junqueira, etc.
Hoje(1998), além de continuar na Direção do Lar da Criança, é um dos mais respeitados articulistas dos jornais de Anápolis.
Sobre ele e com o título “IRON JUNQUEIRA E SUA LITERATURA PARA O LAR”, escreveu excelente matéria, o crítico literário Mário Martins, no livro ESCRITORES DE GOIÁS, Master, Rio de Janeiro, 1996.

ISAAC BARRETO RIBEIRO, de Barra do Rio Grande, Bahia, 1925. Filho de Arthur Ribeiro Sobrinho e de Angélica Barreto Ribeiro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Pegou o vapor na cidade da Barra, margens do São Francisco e foi para Pirapora, Minas Gerais, alcançando de trem, Belo Horizonte. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Medicina de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Casou-se, por volta de 1942, com Clotildes (Lolita) Dias Ribeiro, com quem teve os filhos Alex, Daisy, Marta e Fernando. Alex Dias Ribeiro é ex-piloto de Fórmula 1. Dona Clotildes Fraga Dias(nome de solteira) é filha de João Fraga Dias e de Cremehilda Ribeiro Dias(de Castro Alves, Bahia, 1906, autora do livro de poemas FOLHAS ESPARSAS e falecida em 13.04.1984). Dona Clotildes teria nascido em Poções, na Bahia, por volta de 1927. Quanto ao Doutor Isaac, pela instrumentalidade do Engenheiro Bernardo Sayão, companheiro de Juscelino Kubitschek, foi trabalhar na Colônia Agrícola de CERES, no interior de Goiás. Em 22.12.1956, com 31 anos, foi visitar a Cidade Livre e o Catetinho, em Brasília. Mudou-se posteriormente para Anápolis, onde trabalhou no Hospital Evangélico Goiano, de propriedade de James Fanstone. Depois de algum tempo, foi morar e trabalhar na Cidade Livre, em Brasília. É considerado um dos primeiros Médicos de Brasília, eis que foi o primeiro a instalar uma Clínica Particular, na Cidade Livre, hoje Núcleo Bandeirante. Antes, porem, no dia 04.12.1956, chegou o Médico mineiro Edson Porto no Canteiro de Obras da NOVACAP. Na esquina da Avenida Central, com Dom Bosco, Isaac Barreto construiu em madeira, o Centro Cirúrgico de Brasília, inaugurando-o em 03.05.1957, data da Primeira Missa de Brasília, onde fazia partos, consultas, raios X e laboratórios. Em setembro de 1957, juntamente com outros, fundou a Primeira Igreja Batista de Brasília, na qual tocava harmônio e regia o coro da congregação. Em 06.02.1959, fundou, junto com outros, a Associação Médica de Brasília, de que foi seu Primeiro Presidente. Participou da primeira equipe de médicos do Hospital IAPI, hoje HOSPITAL JK. Fez o discurso, em nome da Cidade Livre, quando Juscelino desceu de helicóptero, na avenida central, para visitar a região. Depois de 1962, foi corista e instrumentista da Igreja Memorial Batista de Brasília. Sua irmã Miriam Barreto Ribeiro, foi professora do autor destas notas, no antigo Fundão de Brotas(hoje Ipupiara), Bahia, por volta de 1949, quando este autor tinha 06 anos de idade e ela morava com o seu parente Coronel Arthur Ribeiro. Quanto a Isaac Barreto Ribeiro, após fazer curso de Direito, terminou se tornando Perito Criminal e em seguida Promotor de Justiça no Distrito Federal. É mencionado no livro OS PIONEIROS DA CONSTRUÇÃO DE BRASILIA(1992), de Adirson Vasconcelos. Em 2000, quando Brasília completou 40 anos, o Doutor Isaac completou 75 anos de idade. Apesar de sua importância para os Batistas, não é referido no livro HISTÓRIA DOS BATISTAS NO BRASIL, de José Reis Pereira(Juerp, 2001), na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISABEL CÂMARA, de Três Corações, Minas Gerais, l940, escreveu, entre outros, "MULHERES DA VIDA", coletânea de poesia, da década de 70. Radicada em Goiânia, Goiás, há mais de l0 anos. Autora de peças como “OS VIAJANTES”, “A CHAMA DA INOCÊNCIA”, “AS MOÇAS”. Escreveu também “COISAS COIÓS”(POEMAS). Foi repórter e redatora da TV GLOBO, do Rio de Janeiro. Copydesck do JORNAL DOS SPORTS. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Ensaísta, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Jornalista. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Conferencista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Ex-atriz, Teatróloga. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos teatrais. Vinculada a várias instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Goiana de Imprensa e União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ISABEL DIAS NEVES (BELINHA), de Tocantinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 31.10.1935, escreveu, entre outros, "FARDO FLORIDO"(POEMAS-1995), “RASAS RAIZES”(CONTOS), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados.

Filha de Luiz Neves e Marcelina Dias Neves. Passou a infância e adolescência em sua terra natal, onde estudou no Grupo Escolar Nero Macedo. Deslocou-se para Porto Nacional, tendo estudado no Ginásio Nossa Senhora das Mercês.

Concluiu o curso normal, no Colégio Santa Clara, em Goiânia. Formou-se em Pedagogia, pela Universidade Católica de Goiás. Professora da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás, bem como da Universidade Católica. Curso de Mestrado na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro(PUC), na área de Educação.

Escritora, Poetisa, Ensaísta. Pesquisadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Adminstradora, Educadora, Ficcionista. Inserida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS E ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins.

Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás.

Fez viagens de turismo e culturais por diferentes países, entre os quais, Inglaterra, Holanda, França, Suiça, Bélgica, Espanha e Portugal.

Aposentada da Universidade Federal de Goiás, onde foi docente por muitos anos, passou a viver também em sua terra natal, Tocantinópolis, onde tomou posse como membro da Academia Tocantinense de Letras, com sede em Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. A posse foi em Tocantinópolis, no dia 25.04.1998.

Acha-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente, no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles, no DICIONÁRIO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho. É estudada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Atualmente(2000), retornou a Goiânia, onde passou a desenvolver novas atividades profissionais e literárias. Nos anos seguintes, mudou-se para Palmas, no Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.

Na Academia Tocantinense de Letras é Titular da Cadeira 34, cujo Patrono é Manoel de Souza Lima. Para esta Cadeira foi eleita e tomou posse no dia 25.04.1998, em sua terra natal(Tocantinopolis), conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Casou-se com o acadêmico Engenheiro Francisco Mendonça, de quem se separou algum tempo depois. Já havia se mudado para Palmas, onde, no ano de 2004, foi eleita Presidente da ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em substituição ao acadêmico Juarez Moreira Filho.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br

ISABEL TRAVANCAS, Carioca, do Rio de Janeiro, 1961, escreveu, entre outros, “O LIVRO NO JORNAL”(2002), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Trata-se de um estudo dos Suplementos Literários dos Jornais Franceses e Brasileiros nos anos 90, quanto ao tratamento dado ao livro pelos jornalistas franceses e brasileiros. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Antropologia. Fez o curso de Doutorado em Literatura Comparada, na Universidade Estadual do Rio de Janeiro(UERJ). Cursou também Jornalismo. Durante quatro anos pesquisou o Suplemento IDÉIAS, do Jornal do Brasil e o Suplemento MAIS, do jornal Folha de São Paulo. Pesquisou também o Suplemento LE MONDE DES LIVRES, do jornal francês Le Monde e o Suplemento LES LIVRES, do jornal Libération. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ISAÍAS BATISTA DOS SANTOS, de Jaguaquara, Bahia, 19.03.l9l2, escreveu, entre outros, "LIÇÕES QUE O MINISTÉRIO ENSINA"(1981), "O PASTOR E SUAS FINANÇAS"(1967). Ministro Evangélico Batista. Foi Presidente da Associação Educativa Evangélica de Anápolis. Diretor e Redator do Jornal O BATISTA GOIANO. Pastor de diferentes igrejas batistas no Brasil, entre as quais, Primeira Igreja Batista de Anápolis, de que o autor destas notas foi Co-Pastor, entre 1975 e 1977. Ex-Secretário Executivo da Convenção Batista Goiana. Escritor, Professor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Consignado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos doutrinários. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA BATISTA BRASILEIRA, de Sóstenes Borges de Souza. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

Nasceu em Jaguaquara, Bahia, a 19 de março de 1912. Estudou no Colégio Taylor Egídio, da cidade natal, indo depois para o Recife, onde frequentou o Colégio Americano Batista e o Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil. Aliás, foi um dos alunos que deixou o Seminário do Norte, em virtude do movimento radical de 1939, indo para o Seminário Brasileiro.
Em 1940, foi consagrado ao Ministério Evangélico ainda no Recife, retornando depois à Bahia, para pastorear a Igreja Batista de Serrinha.
Casou-se com Nívea Minas Novas Batista dos Santos, em 1945, com quem teve vários filhos. Nesse mesmo ano, foi pastorear a Igreja de Rui Barbosa, fundando ali o Instituto Erasmo Braga.
Transfere-se para Ipameri, interior de Goiás, em 1951, pastoreando a igreja local, de onde sai, dois anos depois, para o Espírito Santo, também para o pastorado.
Em 1957 mudou-se para Ceres, Goiás, assumindo o pastorado e o magistério no Colégio Álvaro de Melo, indo, em 1962, para Goiânia, sendo como Pastor, eleito Secretário Executivo dos Batistas de Goiás.
Em 1971 mudou-se para Anápolis, como Pastor da Primeira Igreja Batista. Eleito membro da Associação Educativa Evangélica, foi também seu Presidente e Secretário Executivo.
Recebeu, em 1978, o título de “Cidadão Anapolino”, através do então vereador Dr. Isaac Souza Carvalhedo.
No ano anterior, numa homenagem da Igreja Presbiteriana Independente, sua família recebeu o título de “Família-Modelo”, em culto realizado sob a direção do Rev. Silvio Araújo Lobo.
Em 1979. retornou à Bahia, pastoreando em Rui Barbosa e a partir de 1983, em Salvador. Impresso no Rio de Janeiro, publicou, em 1981, o livro “Lições que o Ministério Ensina”. Em 1967, publicou em São Paulo, sob o patrocínio da Ordem dos Ministros Batistas do Estado, a tese, “O Pastor e suas Finanças”.
Além de colaborador de “O Jornal Batista”, Diretor e Redator de “O Batista Goiano”, tem sido conferencista em vários lugares e oportunidades.
Sua família, extraordinariamente grande, tem sido assim constituída:
1- Elenaide casou-se com Mário e tiveram duas filhas, Nívea Zênia casada com Kenned e tem dois filhos, Danilo e Letícia; e Nívea Keila casada com Rubens. Elenaide separou-se e hoje está casada com João Melhado.
2- Elenauro casou-se com Suzy e tem cinco filhos : Lucília, Daniel, Paulo Henrique , Luciana e Samuel.
3- Isanias ( falecido ) casou-se com Lúcia e tiveram um filho: Otto Phelipe
4- Mirtes casou-se com Hélio e tem três filhos: Júlya Helena , casada com Ricardo e tem dois filhos : Lucas e Thiago; Newton Henrique, casado com Christiane; e Adryane casada com José Fernandes e tem uma filha : Jennyfer
5- Evandro casou-se com Marilene e tem três filhos: Ricardo casado com Daiane; Artur e Suzana.
6- Nívea casou-se com Josemar e teve três filhos : Josemar júnior, Julyana e Jônathas.
7- Josenias casou-se com Marly e teve três filhos : Elisa, Fernanda e Fábio. Josenias separou-se e hoje está casado com Luciana com quem teve um filho, Silas.
8- Luiza casou-se com Gesser e teve três filhos: Priscila casada com Nelson; David e Susan.
9- Valquíria casou-se com Leonardo com quem teve quatro filhos: Einar, Laura Luciana, Renan e Rênia Leane. Valquíria separou-se e hoje está casada com Ademir.
10- Isaías casou-se com Eliane e teve dois filhos: Rodrigo e Renata
11- Rosalí casou-se com Ióris que era viúvo e criou seus dois filhos, Breno e Cecíla. Tiveram duas filhas , Nathália( falecida) e Luanna.
12- Stela casou-se com Paulo e teve um filho, Paulo Júnior . Stela separou-se, casou com Robério e tiveram um filho, Isaías Roberto.
13- Halcima casou-se com Euler e tem uma filha, Lídia.
O Pastor Isaias Batista dos Santos faleceu e foi enterrado em Brasília, Distrito Federal.



ISAIAS FERREIRA NETTO (IZAIAS), de Dueré, Goiás, hoje Tocantins, 05.06.1967, escreveu, entre outros, “VISÃO REAL”, “LÍRIOS DO CAMPO”(POESIAS), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, este, com prefácio de Paulo Tavares de Almeida e apresentação de José Milton Morais Pereira. No mesmo ano em que nasceu, mudou-se também para Gurupi, de onde não mais saiu. Filho de Cazimiro Ferreira e de Domingas Teles Soares. Entre 1980 e 1981, esteve servindo à Força Aérea Brasileira(FAB), na Capital Federal, Brasília. Retornando a Gurupi, concluiu o curso de Contabilidade no Colégio Positivo. Passou a trabalhar em diversas firmas comerciais, destacando-se a “JW SOFTWARE”. Residente em Gurupi, Tocantins, onde atua na área de contabilidade e computação. Contabilista. Escritor, Ensaísta, Poeta. Pesquisador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Orador. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ISAÍAS PASSOS ALVES, de Miracema, Rio de Janeiro, 15.07.1923, escreveu, entre outros, “HALLEY E OS VENTOS SETANTES”, "GUATEMALA, AMOR E AVENTURA"(l978), sem dados biográficos nos livros. Formado em Odontologia e Letras. Viveu em Goiânia durante muito tempo, indo para Brasília em 1963. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Escritor, Poeta, Pesquisador. Contista, Cronista, Ensaísta. Literato, Odontólogo, Taquígrafo. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, da Associação Nacional de Escritores, além de outras agremiações sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASÍLIA, de Napoleão Valadares. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


ISAÚ COELHO LUZ, de Conceição do Araguaia, Pará, 02.06.l953, escreveu, entre outros, “RASTROS E PEGADAS”, com prefácio de Dom Tomás Balduíno, Bispo Diocesano de Goiás Velho e comentários de Dom Pedro José Conti, Bispo Diocesano de Conceição do Araguaia, sem dados biográficos no texto e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Seu livro descreve a história dos frades dominicanos no Tocantins, com várias biografias. Relembra o tempo em que Conceição do Araguaia pertenceu ao Estado de Goiás, por volta de 1908. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Ativista. Pensador, Intelectual, Ficcionista. Professor, Articulista, Literato. Produtor Cultural, Orador, Conferencista. Publicou também "ALÉM DO HORIZONTE AZUL", “PINGOS D’ÁGUA”, “ORVALHO DE SOL”, “PROCURA-SE LAVADEIRA”, “ARAGUAIA-BRISA E LUTA”. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de várias instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Introduzido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Atravessando o Rio Araguaia, residiu em Couto Velho, mas fez suas pesquisas em Tocantinópolis, Araguacema e Porto Nacional, todas no Estado do Tocantins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

ISAURA FRANCO(IZAURA MARIA RIBEIRO), de Varjão, Goiás, 1965, escreveu, entre outros, “A BORBOLETINHA ZANY”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Publicou também “O SAPO BANGUELA” e o “REI JOÃO E A PRINCESA BRANCA”. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Tecnologia e Processamento de Dados. Tinha cerca de 25 anos de idade, quando começou a atuar na área de sua especialidade. Escritora, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Pesquisadora. Memorialista, Historiadora, Ativista. Pensadora, Intelectual, Ficcionista. Professora, Articulista, Literata. Produtora Cultural, Oradora, Conferencista. Tem se dedicado ao trabalho infantil, através da instrumentalidade de instituições, como Federação Espírita, Centro Espírita Raio de Luz e outras. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ISIDORO SOLER GUELMAN(IZIDORO), de Rio de Janeiro, Rj, 12.09.1936, escreveu, entre outros, O HORIZONTE E AS SETAS(1967), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1963. Advogado. Procurador do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária. Membro de diversas entidades, entre as quais, Associação Nacional de Escritores. Participante de coletâneas, dentre outras, ANTOLOGIA DOS POETAS DE BRASILIA(1971), de Joanyr de Oliveira. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ISMAEL B. DE OLIVEIRA, de Brasópolis, Minas Gerais, l9l0, escreveu, entre outros, "AS AVENTURAS DO SAPO PARANGOLÉ", sem dados biográficos no livro. Professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Contista, Cronista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Romancista, Poeta. Conferencista, Orador, Intelectual. Referido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Docentes da UFG, além de várias entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ISMAEL JOSÉ CÉSAR, de Brasilia, DF, 01.03.1964, escreveu, entre outros, COISAS QUE NÃO CONSIGO CALAR(1981), GRITO POESIA(1983), POR GOSTAR DE VOCÊ(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em História. Tornou-se funcionário público. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ISMAEL VAGA(ver Mathias da Gama e Silva).

ISMAEL VIEIRA BORBA, de Chapada de Minas, Estrela do Sul, Minas Gerais, 08.12.1952, escreveu, entre outros, OPERAÇÃO Z-UM LUGAR MUITO LONGE(2001), SACO DA EMBIRA(1980), LUÍZA(2007), com dados biográficos completos nos livros. Filho de João Vieira Borba e Geralda Alves Borba. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o primário no Grupo Escolar Letícia Chaves. Fez o ginásio no Colégio Estadual de Monte Carmelo, Minas e o segundo grau no Liceu de Goiânia. Freqüentou o Seminário Bíblico Goiano, de Anápolis. Formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. Trabalhou na Radio Cultura de Monte Carmelo. Foi Revisor do jornal CORREIO DE UBERLANDIA. Foi Redator-Chefe do jornal TRIBUNA DE MINAS, de Uberlândia. Fundou o jornal TRIBUNA DE MONTE CARMELO. Foi professor em Grupiara, Minas e nas Escolas Estaduais Polivalente e Dr. Gregoriano Canedo, de Monte Carmelo. Foi Assessor Parlamentar, em Belo Horizonte, do então Secretario de Ciências e Tecnologia, Fagundes Neto. Escreveu, mas não publicou o livro A MORTE DO REVERENDO ARCHIBALD THOMPSON, em Anápolis, na década de 1970, “novela que narra a vingança de uma seminarista contra um missionário americano déspota e prepotente, mas secretamente um homossexual”. Em 1984, com 32 anos de idade, casou-se com Selma Maria Guimarães Borba, com quem tem os filhos Natasha(20) e Borbinha(14). Durante muito tempo viveu em Vilhena, Rondônia, onde foi proprietário da Escola Particular MARIA MONTESORRI. Foi dono do Colégio Castro Alves, em Xinguara, Sul do Pará. Em 2007, com 55 anos, no mês de janeiro, mudou-se para Palmas, onde reside. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ISMAR ESTULANO GARCIA, Goiano, de Piracanjuba, l943, autor de vários livros, entre os quais, "PROCEDIMENTO POLICIAL", “PRÁTICA PROCESSUAL PENAL”, “PROCEDIMENTO COMUM ORDINÁRIO”, “JUIZADOS ESPECIAIS CRIMINAIS”, “CRIMES DE TRÂNSITO”(NOVO CÓDIGO DE TRÂNSITO BRASILEIRO), sem dados biográficos nos livros. Professor da Faculdade de Direito da Universidade Católica de Goiás. Advogado Criminalista, Civilista e Trabalhista. Especialista em Direito Penal e Processual Penal, pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Goiás, sob a orientação dos professores Licínio Leal Barbosa e Romeu Pires de Campos Barros. Ex-Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, de Goiás. Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Jurista. Membro do Instituto dos Advogados de Goiás, da Associação dos Docentes da UCG, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Associação Brasileira de Direitos Reprográficos(ABDR), de que é Representante no Estado de Goiás. Advogado do Conselho Regional de Odontologia de Goiás. Citado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros e textos de estudos jurídicos. Proprietário da AB EDITORA, sediada em Goiânia, na Avenida Goiás, 310, sala 705, Centro, Edificio Villa Boa. É hoje(1998), um dos nomes mais ilustres da cultura jurídica em Goiás. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ISMAR NERY FILHO, de Prata, Minas Gerais, 01.11.1943, escreveu, entre outros, “COISAS DE MINEIRO: CONTOS E CAUSOS”(1997), com prefácio de Brasigóis Felício. Filho de Ismar Nery e Maria José de Góis Nery. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Trabalhou no jornal FOLHA DA TARDE, de São Paulo. Mudou-se para Goiânia, onde desenvolve suas atividades literárias e profissionais. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Escritor, Pesquisador, Jornalista. Memorialista, Intelectual, Ensaísta. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. É verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

ISÓCRATES DE OLIVEIRA, Goiano, de Pirenópolis, 09.08.l922, autor de vários livros, destacando-se, "A HORA DO ANTICRISTO"(ROMANCE-1965), "DRAMA DE UM PADRE"(MEMÓRIAS-1954), “EVESTÉTICA I”(1993), “FREDERICO E O MUNDO REAL”(1983), “INTRODUCTION DU SENS COSMIQUE EN PHILOSOPHIE”(1962), "DOM SILOGILDO E OUTROS CONTOS"(1968), “EVESTÉTICA II”(ENSAIO-1994). Diplomata de Carreira Aposentado. Professor da Universidade Católica de Goiás. Escritor, Poeta, Jornalista. Professor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Contista, Cronista. Intelectual, Literato, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Analisado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Goiana de Letras, Cadeira 08, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues e de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, tendo sido titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues. Sócio da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, Cadeira l9. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no DICIONÁRIO LITERÁRIO BRASILEIRO, de Raimundo Menezes, na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa, bem como no texto CADEIRA l5-CONTRIBUIÇÃO AO ESTUDO DA LITERATURA DE GOIÁS, de Basileu Toledo França. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.


Nasceu no dia 09 de agosto de 1922, em Pirenópolis, antiga Meia-Ponte, Goiás. Filho de João Basílio de Oliveira e Maria Conceição de Sá Oliveira.
Iniciou, em 1928, os estudos primários com professores particulares e terminou no Grupo Escolar Comendador Joaquim Alves, ainda na cidade natal.
Entre 1936 e 1941, cursou o Seminário Menor no Seminário de Santa Cruz de Bonfim, em Silvânia. Transferiu-se para o Seminário Menor de Mariana, em Minas Gerais, onde concluiu o correspondente ao Secundário.
De 1942 a 1944, terminou o Curso Superior de Filosofia, no Seminário Central da Imaculada Conceição do Ipiranga, em São Paulo, Capital.
No período de 1945 a 1948, concluiu o Curso de Teologia, no Seminário Maior de Mariana, em Minas, quando foi ordenado Padre.
Entre 1969 e 1971, fez Pós-Graduação em Filosofia, na William Rice University, em Houston, Texas, Estados Unidos.
Em 1955, já no Rio de Janeiro, fez Concurso no Instituto Rio Branco, tornando-se Diplomata de carreira. Após estágio de dois anos, na Secretaria de Estado das Relações Exteriores, onde realizou o Curso de Aperfeiçoamento de Diplomatas, iniciou sua carreira no exterior, em 1957.
Foi Diplomata nas Embaixadas do Brasil na Grécia, Tchecoslováquia, Argélia, Chile, República Dominicana, Tailândia, Paquistão.
Foi Cônsul do Brasil em Houston, Chicago e Miami, nos Estados Unidos. Aposentou-se no Cargo de Conselheiro Diplomático, em 1982, quando servia em Veneza, na Itália.
Ao retornar para Goiânia, residindo também em Pirenópolis, sua terra natal, em 1983, passou a lecionar na Universidade Católica de Goiás.
Hoje(1998), além de prestigiar as instituições culturais de que faz parte, dedica-se ao ofício de escrever e realizar palestras e conferências.

Foi eleito para a Cadeira 08, da Academia Goiana de Letras, cujo Patrono é Alceu Victor Rodrigues, de que foi fundador Sebastião Fleury Curado, sendo Titular Joaquim Câmara Filho, bem como José Lopes Rodrigues.
Com sua morte, no dia 11.06.1999, em Pirenópolis, foi eleito para a Cadeira, o escritor Paulo Nunes Batista.
Igualmente foi eleito para o Instituto Histórico e Geográfico de Goiás, onde ocupa a Cadeira 19, tendo como Patrono José Martins Pereira de Alencastre. Esta Cadeira é hoje(2002), ocupada por Getúlio Pereira de Araújo.

ISRAEL BELO DE AZEVEDO, de São Mateus, Espírito Santo, 09.06.1952, escreveu, entre outros, por ordem de publicação: "AS CRUZADAS INACABADAS" (GÊMEOS, 1980), "PRIMEIRA IGREJA BATISTA DO RIO DE JANEIRO: COLUNA E FIRMEZA DA VERDADE (PIB-RJ, 1988), "O PRAZER DA PRODUÇÃO CIENTÍFICA" (HAGNOS, 2003), "O MITO DA FAMÍLIA PERFEITA" (TEXTUS, 2003), “DESCUBRA AGORA COMO VIVER BEM EM FAMÍLIA”; EXODUS, 1997), "A CELEBRAÇÃO DO INDIVÍDUO" (UNIMEP, 1997), “UM ESTUDO SOBRE A FORMAÇÃO DO PENSAMENTO BATISTA BRASILEIRO”(VIDA NOVA, 2004), "DESCUBRA AGORA COMO DEUS AGE" (EXODUS, 1997), "JOÃO FILSON SOREN: O COMBATENTE DE CRISTO (PIB-RJ, 1995), "O OLHAR DA INCERTEZA" (PRAZER DE LER, 1998), "PRIMEIRA VIAGEM AO MUNDO DA COMUNICAÇÃO" (GAMA FILHO, 1999), "CONVITE À VIDA" (IGREJA BATISTA ITACURUÇÁ, 2002), "NO COMPASSO DA GRAÇA" (JUERP, 2003), "O FRUTO DO ESPÍRITO" (SEPAL, 2003), "SE MEU POVO ORAR" (MK, 2003), "TEM MENSAGEM PARA VOCÊ" (VIDA, 2003), "GENTE CANSADA DE IGREJA" (HABACUC, 2003), "DIANTE DA DEPRESSÃO" (IMPETUS, 2003), "DIA A DIA COM DEUS ATRAVÉS DA BÍBLIA" (MK, 2003), "AS MENSAGENS NAS EPÍSTOLAS AOS CORÍNTIOS" (JUERP, 2004), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Derly Franco de Azevedo e Loydes Belo de Azevedo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Bacharel em Teologia, pelo Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1975, onde também fez o curso de MESTRE EM TEOLOGIA, em 1980. Casou-se com Rita de Cassia Vieira de Azevedo, com quem tem a filha Rachel Vieira Belo de Azevedo. Foi Diretor e Redator da Revista Universitária CAMPUS, da Junta da Mocidade Batista, no Rio de Janeiro, em 1977. É formado também em Comunicação (1977) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Concluiu o curso de Pós-Graduação em História, em 1982, na Universidade Federal Fluminense. Tornou-se DOUTOR EM FILOSOFIA, pela Universidade Gama Filho, do Rio de Janeiro, em 1995. Em 1997, foi Coordenador Editorial, da Editora UNIMEP(Universidade Metodista de Piracicaba), no interior de São Paulo, quando publicou, entre outros, o livro EROTICAMENTE HUMANO, de Nabor Nunes Filho. Tornou-se Pastor da Igreja Batista de Itacuruçá, no Rio de Janeiro, desde 12.12.1999, tendo sido ordenado Pastor em 10.12.1999. Com o passar do tempo, foi eleito Reitor do Seminário Teologico Batista do Sul, no Rio de Janeiro, função em que também permanece hoje(2006). É um dos colaboradores da REVISTA BRASILEIRA DE TEOLOGIA. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ISRAEL DIAS NOVAIS, de Avaré, São Paulo, 30.04.1920, escreveu, entre outros, UM RIO E OUTRAS HISTÓRIAS DE SÃO PAULO(1968), PAPEL DE JORNAL(1980), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Jornalista, Advogado, Ensaísta. Cronista, Orador, Deputado Federal. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Brasiliense de Letras. Participante de muitas coletâneas, dentre outras, HORAS VAGAS, 1981, de Manoel Vilela e João Emílio Falcão. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ISRAEL GUEIROS(Israel Furtado Gueiros), de Garanhuns, Pernambuco, 1907. Filho do Reverendo Antônio de Carvalho Silva Gueiros e de Maria de Nazareth Duarte Furtado Gueiros. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Foi aluno do Colégio 15 de Novembro, dirigido pelo Dr. William Thompson. Sua irmã mais velha Noêmi estudava no Colégio Agnes Erskine, do Recife, e o irmão Othoniel já trabalhava no Recife, tendo eventualmente entrado para a Faculdade de Medicina. Israel mudou-se para a capital pernambucana, e foi trabalhar na Casa Pratt S.A, logo depois de terminar o Ginásio. Por uns tempos morou na casa do tio Jerônimo Gueiros, mudando-se depois para a casa da tia Ernestina Gueiros Leite, mãe do Governador Eraldo e do Ministro Evandro Gueiros Leite. Ingressou no curso noturno do Colégio Batista Brasileiro, e depois no chamado Curso de Humanidades e Comércio, do Professor Miguel Jasselli, no Recife. Sua vocação para o ministério, assim afirmou Israel, ocorreu quando o reverendo Jerônimo Gueiros convidou vários rapazes para ajudá-lo no trabalho de evangelização, pregando em algumas congregações do Recife. Tendo pregado em algumas dessas pequenas igrejas, sentiu-se chamado para o ministério, tendo então se candidatado ao mesmo perante o Presbitério Sul de Pernambuco, que o aceitou, não tendo logo ingressado ao Seminário por falta de vagas naquele momento. Enquanto esperava sua vez para ingressar no Seminário, foi convidado pelo Professor Miguel Jasselli para lecionar no Ateneu Palmarense, na cidade de Palmares, Pernambuco. Ali residia sua irmã Noêmi Gueiros Vieira, casada com o pastor da Igreja Presbiteriana local, o reverendo Aggeu Vieira da Silva. Passou um ano em Palmares, lecionando no curso primário, e dirigindo o internato da mencionada escola.
Apesar de ter estudado por um ano no Colégio Americano Brasileiro – depois denominado Colégio Americano Batista - e de ter também terminado o Curso de Humanidades e Comércio do Professor Miguel Jasselli, Israel não possuía o diploma de Ginásio. Foi então exigido dele algo inusitado, para aquela instituição de ensino: passar por um exame vestibular, semelhante ao das faculdades, coisa que nunca fora exigido de nenhum dos outros seminaristas. Só ingressaria no Seminário Presbiteriano do Norte dois anos depois, em 1929. Passou o vestibular, e cursou os três anos do seminário, sempre com as melhores notas da classe, tendo terminado em 1931, com 24 anos de idade. Durante os próximos anos, serviu como pastor das pequenas igrejas interioranas de Gameleira e Jatobá. Em novembro de 1931, foi convidado para pastorear a Primeira Igreja Presbiteriana do Recife, na qual vinha pregando esporadicamente. A partir da sua admissão ao Seminário Presbiteriano do Norte,, Israel deslanchara como um bom aluno, não apenas do dito Seminário, mas também da Faculdade de Medicina do Recife, onde ingressou em 1936. Ingressando na Faculdade de Medicina do Recife, em 1936, Israel Gueiros foi eleito presidente do Diretório Acadêmico da mesma. Diplomou-se em medicina, em 1942, com 35 anos de idade, tendo feito cursos de especialização em Clínica Cirúrgica e Cirurgia de Tuberculose Pulmonar. Foi também assistente do então mais famoso cirurgião recifense, o Professor Dr. Luiz de Barros Lima. Ao longo de sua carreira como médico, foi Sócio Honorário da Sociedade de Internos dos Hospitais do Recife; Auxiliar Técnico da Cadeira de Clínica Cirúrgica Infantil e Ortopédica; Membro da Sociedade de Medicina de Pernambuco. Membro do Conselho Regional de Medicina de Pernambuco; e Presidente do Hospital Evangélico de Pernambuco. Rememorava Israel ter sido colega de classe de Abelardo Barbosa, na Faculdade de Medicina do Recife. Este abandonaria os estudos médicos, por estar tuberculoso. Anos depois, o mesmo Abelardo Barbosa se tornaria cômico famoso na TV nacional, sob o nome de “Chacrinha”. Ao se formar em medicina, em 1942, em plena Segunda Guerra Mundial, Israel passara a clinicar, tendo sido contratado pelo cunhado Franklin McQown Thompson - casado com Ruth Furtado Gueiros – para fazer os exames médicos da mão-de-obra brasileira que estava sendo contratada pela Força Aérea norte-americana, para trabalho nas bases aéreas ianques do Recife e de Fernando de Noronha. Franklin Thompson, nascido no Brasil, de pais missionários, era chefe de contratação da mão-de-obra brasileira nas bases militares americanas, no Recife e Fernando de Noronha. Além desse trabalho para as bases americanas, Israel Gueiros tornou-se associado da clínica cirúrgica do Dr. Barros Lima. Assim, suas intensas atividades como médico e cirurgião começaram a interferir com o seu trabalho na Igreja Presbiteriana do Recife, da qual era pastor desde dezembro de 1931. Por essa razão, decidiu abandonar a clínica médica, que dividia com dois colegas, e dedicar-se exclusivamente ao pastorado, mantendo apenas um consultório, no prédio da própia igreja, para atendimento gratuito aos evangélicos pobres. Entretanto, mais tarde suas atividades pastorais seriam mais uma vez comprometidas pelos seus deveres, como Vice-presidente do Concílio Internacional de Igrejas Cristãs - CIIC, como Vice Presidente da Associação Latino-americana de Igrejas Cristãs – ALADIC, e também como Diretor do International Christian Relief, do Canadá, que o levavam a viajar freqüentemente por todo o mundo. Israel Gueiros atuou no desastre na Guatemala(Terremoto-1976) como vice-presidente do CIIC, e como membro da Diretoria do mencionado International Christian Relief, do Canadá. Uma curta biografia de Israel Gueiros, em comemoração de seus 70 anos, publicada pela Primeira Igreja Presbiteriana do Recife, em 1977 - intitulada Este Insigne Varão da Deus - trás uma relação do alentado número de viagens que ele fizera, até aquele momento. Como já mencionado, em 1946, Israel fizera viagem de um ano, visitando igrejas em todos os Estados Unidos da América. Então, a partir de 1950, em virtude da sua ligação com Concílio Internacional de Igrejas Cristãs – CIIC, do qual era vice-presidente da área internacional, viajou pelo mundo todo.
Permaneceu na Primeira Igreja Presbiteriana do Recife por mais de 45 anos.
Faleceu no Recife, em 1997, com 90 anos de idade. Deixou a viúva Lúcia Andrade Gueiros, e os filhos Porfírio, Israel, Gláucia Maria, Lucia Noêmi, Ruth Helena e Suzana Márcia, bem como dezenas de netos e bisnetos.
Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ISSY QUINAN, Goiano, de Vianópolis, 28.10.l930, escreveu, entre outros, "MARCAS" (POEMAS-1982), com notas de orelha de Francisco de Brito, sem dados biográficos no livro. Filho de José Issy Quinan e Maria Elias Issy. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou no Ginásio Anchieta, de Silvânia e fez o curso Clássico no Liceu de Goiânia. Cursou Direito, na Universidade Federal de Goiás. Escreveu para o JORNAL DO POVO, dirigido por Alfredo Nasser. Jornalista, Escritor, Poeta. Ensaísta, Contista, Cronista. Memorialista, Intelectual, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Pesquisador. Exposto nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, l990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ITABAJARA CATTA-PRETA, de Divino, Minas Gerais, 16.07.1923, escreveu, entre outros, FLOR DA IDADE(1941), LIVRO DE ELINA(1983), OS MISTÉRIOS DO LAGO(1988), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília, tornando-se Funcionário do Banco Central. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Membro de diversas entidades, entre as quais, União Brasileira de Escritores, Casa do Poeta Brasileiro, Círculo Literário de Brasília e Academia de Letras de Brasília. Participante de muitas antologias, dentre outras, COLETÂNEA DO CÍRCULO LITERÁRIO DE BRASILIA, 1981, de Murilo Moreira Veras e Clairê de Sousa Pires. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

ITALIANO MONINI, de Monterchi, Itália, l94l, escreveu, entre outros, "MITOLOGIA GRECO-JUDAICA E RACIONALISMO MODERNO", sem dados biográficos no livro. Professor do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Católica de Goiás. Mestre em História pela Universidade de São Paulo(USP). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Filósofo. Memorialista, Historiador, Ativista. Produtor Cultural, Docente, Educador. Poliglota, Polemista, Espiritualista. Administrador, Conferencista, Ficcionista. Literato, Cronista, Contista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos filosóficos. Membro da Associação dos Docentes da UCG, além de outras instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sociedade Brasileira de Filosofia. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ITALINO PERUFFO, de Farroupilha, Rio Grande do Sul, l926, escreveu, entre outros, "DATA VENIA", "BARÕES DE QUINTAL", "VENTO LESTE", "MULHER SEM VÉU", “JIRAU”. “NAPIÊ”. Foi funcionário do Banco do Brasil em Anápolis, interior de Goiás, onde residiu, durante muitos anos. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Literato. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Destacado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos poéticos. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990 e em diversas antologias de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Farroupilha, Rio Grande do Sul, a 14 de agosto de 1925.
Começou os estudos primários numa escola rural, transferindo-se para a cidade de Garibaldi, onde se matriculou na Escola de Instrução Militar, anexa ao Instituto Comercial Santo Antônio, terminando ali o tempo de Exército e o curso primário.
Mudou-se para a cidade de Caxias do Sul, matriculando-se no Ginásio Nossa Senhora do Carmo, onde, trabalhando de dia e estudando de noite, concluiu o curso noturno de contabilidade.
Após ter trabalhado em vários bancos e diversas firmas vinícolas, atividade a que se dedicam seus pais, como filhos de italianos, ingressou no Banco do Brasil, em 1949, mediante concurso público realizado em Porto Alegre.
No Estado de Santa Catarina, serviu os primeiros dez anos. Transferiu-se para Curitiba, onde passou cinco anos. Mudou-se em seguida para a cidade de Anápolis, permanecendo ali durante seis anos.
Em 1972 trabalhou na cidade mineira de Itajubá. Também como funcionário do Banco do Brasil, funcionou na Agência Paraíso, de São Paulo, em 1977. Aposentado, mudou-se para Curitiba, Paraná, onde reside.
Possui vários livros publicados, entre os quais, “Madeirópolis”, “O Órfão”, “Barões de Quintal”, “Entre o Rio e a Montanha”, “O Juízo Final”, “Mulher sem Véu”, “Data Vênia”, “Napiê”, “Jirau”, além de “Vento Leste”, “Leve o Chapéu”, entre outros.
Seus trabalhos estão publicados em jornais, revistas e coletâneas, entre as quais, “Nossa Mensagem”, de Aparício Fernandes, no Rio de Janeiro. Entre os prêmios, destaca-se, “Menção Honrosa”, da União Brasileira de Escritores. Pertence a diversas entidades culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Itajubá, Minas Gerais, Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, etc.
Faleceu em Curitiba, Paraná.

ÍTALO BOLOGNA, de São Paulo, Capital, l9l0, escreveu, entre outros, "ROBERTO MANGE E SUA OBRA", sem dados biográficos no livro. Foi Diretor do Departamento Regional do Serviço Nacional da Indústria(SENAI), no Estado de Goiás. Engenheiro Civil. Diretor do SENAI em São Paulo. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Professor, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro do Conselho Nacional de Engenharia, além de outras instituições culturais, sociais e de classe. Salientado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ÍTALO FRANCISCO CAMPOS, Goiano, de Uruaçu, l949, escreveu, entre outros, "INTERIORES"(LIVRO DE POEMAS). Seu pai, Cristovam Francisco de Ávila, foi Prefeito Municipal de Uruaçu e é Procurador de Justiça Aposentado, vinculado ao Ministério Público do Estado de Goiás. Quanto a Ítalo, é Psicólogo, Psicanalista, Pesquisador. Escritor, Poeta, Ensaísta. Residente em Vitória. Assessor da Secretaria de Saúde do Estado do Espírito Santo. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Distinguido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Sociedade Brasileira de Psicanalistas, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE URUAÇU, de Cristóvam Francisco de Ávila, seu pai. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ITAMAR BATISTA FERREIRA, Goiano, de Pirenópolis, l955, escreveu, entre outros, "ENGLISH, BETTER FORM", sem dados biográficos no livro. Professor de Inglês em diferentes colégios de Goiânia, Anápolis e Brasília. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Conferencista. Memorialista, Orador, Intelectual. Notabilizado nos livros LETRAS ANAPOLINAS; JORNALISTAS, POETAS E ESCRITORES DE ANÁPOLIS; ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Centro de Professores e Sindicato dos Professores do Estado de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos linguísticos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

Nascido em Pirenópolis, Estado de Goiás, a 11 de novembro de 1955. Iniciou o curso primário na Escola e Ginásio Nossa Senhora do Carmo, da cidade natal.
Em 1960, transferiu-se juntamente com a família para a cidade de Anápolis.
Passou a estudar na Escola Primária Josiah Wilding, da Igreja Presbiteriana, onde terminou o referido curso, em 1963.
Começou o curso ginasial na Escola Antesina Santana em 1964. Transferiu-se, posteriormente, para o Colégio Couto Magalhães, onde concluiu o curso, em 1967.
No Colégio Estadual “José Ludovico de Almeida”, em 1968, iniciou o 1º ano Científico. Transferindo, concluiu o curso no Colégio Cosmorama de Anápolis, em 1970.
Após exames vestibulares, matriculou-se no curso de Letras, da Universidade Católica de Goiás.
Posteriormente viajou para os Estados Unidos da América do Norte, permanecendo ali durante dois anos e sete meses, aperfeiçoando os conhecimentos da língua inglesa, especialmente nas cidades de Modesto, Turlock, São Francisco.
Retornando ao Brasil e especialmente a Anápolis, tornou-se professor de Inglês do Colégio Municipal “Zeca Batista”. Lecionou no Colégio São Francisco de Assis.
Foi Professor do Colégio Comercial de Anápolis. Lecionou também no Colégio Estadual “José Ludovico de Almeida”, o mesmo ocorrendo no Colégio Einstein, de Anápolis.
Casou-se com a professora e poetisa Hermogênea Eleutério de Oliveira Batista(GÊNIA).
Em 1979, um de seus poemas foi classificado no II GREMI, de Inhumas. No mesmo ano, conquistou o 2º lugar no Concurso de Poesia Moderna do SESC.
Escreveu o livro, já em 2ª Edição, “English, Better Form”, além de “Sinimbu, o Comedor de Mosquitos”.
Seus trabalhos literários estão também em diferentes jornais, entre os quais, “Folha de Goiaz” e “Correio do Planalto”.

ITAMAR CORREIA VIANA FILHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 12.03.l952, escreveu, entre outros, “ARAGUAIA MEU BRASIL” (POEMAS), "VIVO EM GOY", este, juntamente com Leonardo César do Carmo, sem dados biográficos nos livros. Músico, Professor, Pesquisador. Produtor Cultural, Ambientalista, Orador. Escritor, Poeta, Ensaísta. Cantor, Compositor, Ativista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Gravou os discos “CAPIM CHEIROSO”, “BRINQUEDO ATÔMICO”. Noticiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Ordem dos Músicos do Brasil, além de outras entidades culturais, sociais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, bem como na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.

ITAMAR DE SOUZA, de São José do Campestre, Rio Grande do Norte, 29.05.1941, escreveu, entre outros, MIGRAÇÕES INTERNAS NO BRASIL(1980), OS DEGREDADOS FILHOS DA SECA(1983), A REPUBLICA VELHA NO RIO GRANDE DO NORTE(1989), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Filosofia. Mestrado em Sociologia. Mudou-se para Brasília em 1989. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professor Universitário. Assessor Técnico no Senado. Membro de diversas entidades, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal e Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br

ITAMAR PIRES RIBEIRO, Goiano, da Capital, l960, autor de vários livros, dentre outros, “LIVRO DE HEITOR”(POEMAS-1990), "CONTOS DE SOLIBUR"(1993), “A ARTE DE PINTAR ELEFANTES”(1994), sem dados boigráficos nos livros. Foi Secretário de Cultura de Goiânia, na Administração Municipal Petista do Prefeito Darcy Accorsi. Detentor dos Prêmios Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia e Bolsa de Publicações José Décio Filho, do Governo do Estado. Jornalista Profissional. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Pesquisador. Produtor Cultural, Ativista, Pensador. Intelectual, Memorialista, Conferencista. Administrador, Educador, Ficcionista. Anotado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional dos Jornalistas de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERA-TURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do MEC, 1990. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e ainda em GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br. Publicou, recentemente(2004), o livro ELEGIA, em homenagem ao seu pai JOÃO DE DEUS RIBEIRO, que foi pioneiro de Goiânia, na década de 1930.

ITAMAR SOUSA BRITO, de Amarante, Piauí, 02.03.1923, escreveu, entre outros, HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ(2004), com prefácio de Ebenézer Soares Ferreira, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de João Pereira de Brito e Antonia de Sousa Dantas Brito. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 22.06.1940, com 17 anos de idade, foi batizado na Igreja Batista de Teresina(1ª), pelo Pastor Gabino Brelaz. É que o Pastor Gabino era da Segunda Igreja Batista de São Luis, no Maranhão e viera a Teresina, no Piauí, para realizar os batismos, já que a Primeira de Teresina pertencia à Convenção Maranhão/Piauí. Em 1952, com 29 anos, formou-se em Direito, passando a exercer a advocacia. Tornou-se Professor da Universidade Federal do Piauí. Por mais de 20 anos, foi Diácono da Primeira Igreja Batista de Teresina. Membro do Conselho Estadual de Educação do Piauí por muitos anos e Assessor de Planejamento da Secretaria da Educação. Fez Pós-Graduação em Educação e realizou cursos de extensão universitária nos Estados Unidos. Publicou também PERSPECTIVA HISTÓRICA DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO(1986), MEMÓRIA HISTÓRICA DA SECRETARIA DA EDUCAÇÃO, HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO PIAUÍ(1996). Em 1987, com 64 anos de idade, mudou-se para Brasília, tornando-se Diácono da Igreja Memorial Batista e seu Assessor Jurídico. Em 2004, com 81 anos de idade, publicou o seu mais importante livro-HISTÓRIA DOS BATISTAS NO PIAUÍ. Escritor, Historiador, Ensaísta. Pesquisador, Articulista. Intelectual, Orador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Não foi adequadamente referido no livro DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ITANEY FRANCISCO CAMPOS, Goiano, de Uruaçu, l95l, escreveu, entre outros, "NOTÍCIAS E HISTÓRIAS DO BAIRRO DE CAMPINAS", sem dados biográficos no livro. Seu pai, Cristovam Francisco de Ávila, foi Prefeito Municipal de Uruaçu e é Procurador de Justiça Aposentado, vinculado ao Ministério Público do Estado de Goiás. Quanto a Itaney, é Escritor, Historiador, Ensaísta. Pesquisador, Jornalista, Articulista. Intelectual, Orador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Memorialista, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Professor Universitário. Juiz de Direito em Goiânia. Historiado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás(ASMEGO), da Associação Goiana de Imprensa(AGI), além de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro HISTÓRIA DO MUNICÍPIO DE URUAÇU, de Cristóvam Francisco de Ávila, seu pai. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.

ITE LOBO(MARIA DO NASCIMENTO LOBO REZENDE), de Formosa, Goiás, 1934, escreveu, entre outros, “MIMI- A ONCINHA DO BROCOTÓ”(CONTOS INFAN-TIS), sem dados biográficos no livro. Residente em Goiânia, onde desenvolve sua atividade profissional e literária. Estudou no Colégio Arquidiocesano do Planalto, em sua terra natal. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Pensadora, Intelectual, Ativista. Contista, Cronista, Produtora Cultural. Memorialista, Professora, Observadora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos pedagógicos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores de Goiás. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER EDITORA, Rio de Janeiro, 1999.

ITIBERÉ DE CASTRO CAIADO, Goiano, de Goiás Velho, l907, escreveu, entre outros, "ASSISTÊNCIA MÉDICA NAS FORÇAS ARMADAS", sem dados biográficos no livro. Curso de Especialização nos Estados Unidos da América do Norte. General de Brigada. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Médico, Pensador, Intelectual. Memorialista, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro da Associação Brasileira de Médicos Militares, do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, da Associação Brasileira de Proctologia, além de outras instituições sociais, filantrópicas e de classe. Memoriado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro GENERAIS GOIANOS, de Humberto Crispim Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

ITURIVAL NASCIMENTO, Goiano, de Rio Verde, l935, escreveu, entre outros, "MEU AMIGO TANCREDO NEVES", sem dados biográficos no livro. Foi Deputado Federal, pelo Estado de Goiás. Membro Conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Goiás, de que também foi Presidente, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Empresário, Político. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Pensador, Intelectual. Ativista, Produtor Cultural, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Enfocado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IÚRI RINCON GODINHO, Goiano, da Capital, 01.07.l964, dentre outros, escreveu, "UMA LUZ NO FIM DO MUNDO", sem dados biográficos no livro. Filho de Estela Rincon Godinho e do jornalista Jávier Godinho, este, produtor do programa “HORA DO ANGELUS”, da Televisão Anhanguera de Goiânia, apresentado por José Divino. Sua mãe Stella Rincon, nasceu em Pires do Rio, interior goiano. Quanto a Iúri, é Jornalista Profissional formado pela Universidade Federal de Goiás, em 1985. Assessor de Informática da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Fundou e dirigiu a agência CONTATO VEÍCULOS DE COMUNICAÇÃO. Especialista em Assessoria de Imprensa e Publicidade. Escritor, Poeta, Contista. Publicitário, Produtor Cultural, Pensador. Cronista, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Conferencista, Orador. Literato, Administrador, Ficcionista. Educador, Memorialista, Intelectual. Casou-se em 14 de julho de 1990, com Adriana Alves Ferreira. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, de que foi seu Presidente, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação das Empresas de Publicidade do Estado de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Examinado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, em várias antologias de poesia e prosa, bem como na REVISTA DA UBE GO-l989 e ainda no livro TRONCO E VERGÔNTEAS, de Antônio César Caldas Pinheiro e Zanoni de Goiaz Pinheiro. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Seu pai, Jávier Godinho, nascido em Goiás Velho, é um dos mais ilustres nomes da Imprensa Goiana. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Publicou, recentemente(2004), o livro MÉDICOS E MEDICINA EM GOIÁS-DO SÉCULO XVIII AOS DIAS DE HOJE, em que relata, entre outras, a história de JOANA LOWELL BOWEN, que escreveu o livro TERRA PROMETIDA, Melhoramentos, 1957 e que foi proprietária de Fazenda, no Rio das Almas, entre Ceres e Goianésia, tendo morrido em Brasília, sendo sepultada ao lado do túmulo de Bernardo Sayão e de seu esposo LEEK BOWEN(VER NESTE DICIONÁRIO, O VERBETE JOANA LOWELLL BOWEN). Quanto a Iuri Rincon Godinho, apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.

IVAHY AUGUSTA MARQUES, de Piracanjuba, Goiás, 07.07.l927, escreveu, entre outros, "ALAMANDA"(POEMAS), com prefácio de Aldair da Silveira Aires, apresentação de Belkiss Spencieri Carneiro e notas de orelha de Ubirajara Galli e Lourival Batista Pereira. Escreveu também “CONTOS QUE ME CONTARAM”. Professora normalista. Fez curso de Pedagogia na Universidade Nacional de Brasília(UNB). Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Produtora Cultural, Pensadora. Intelectual, Literata, Contista. Cronista, Ativista, Pedagoga. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Memorialista. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Piracanjubense de Letras e União Brasileira de Escritores de Goiás. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVAIR LIMA, de Jacuí, Minas Gerais, 31.08.1946, escreveu, entre outros, “POESIA DE COMBATE”, “PLUMAS E PORRADAS”, este, juntamente com Adaglion Aires de Andrade e Edmar Guimarães, sem dados biográficos nos livros. Repórter do DIÁRIO DA MANHÃ de Goiânia, jornal de Batista Custódio. Residente em Goiás há mais de quarenta anos, onde também desenvolve a sua atividade profissional e literária. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Literato, Intelectual. Produtor Cultural, Ativista, Redator. Psicólogo, Jornalista, Poeta. Cronista, Contista, Administrador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de poesia e prosa. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Psicologia, União Brasileira de Escritores de Goiás, Associação Goiana de Imprensa, Associação Profissional dos Jornalistas de Goiás e Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Goiás. Encontra-se na antologia GOIÁS-MEIO SÉCULO DE POESIA, de Gabriel Nascente. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVAN CUPERTINO DUTRA, de Nova Lima, Minas Gerais, l963, escreveu, entre outros, “DESPAISADO”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com notas de orelha de Anelito de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, rumou para Belo Horizonte, onde concluiu a sua formação escolar. Publicou também “AVE DE RAPINA”, “FEMINISMO”. Durante muito tempo, foi fotógrafo e professor de francês em Belo Horizonte, Minas Gerais. Fez curso de Mestrado, na Universidade Federal de Minas Gerais. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde se tornou professor do Colégio Objetivo e também do Instituto Luterano de Ensino Superior(ILES), da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), sob a direção, em Palmas, do Professor Hugo Edgar Ludke e hoje(2006), sob a direção do Professor Marcos Fernando Ziemer-Diretor Geral – CEULP/ULBRA. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Poeta, Intelectual, Idealista. Visionário, Educador, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Administrador. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é estudado na antologia “A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX”(1998), de Assis Brasil e não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

IVAN CLEMENTINO SANTANA, de Jaguarari, Bahia, l925, escreveu, entre outros, “CAÇATINGA”, "NA CRUZ DO CARIRIZEIRO"(Romance), este, publicado na Gráfica e Editora Anapolina, em l987, sem dados biográficos no livro, com prefácio de Ricardo Rodrigues Marques. Viveu em Anápolis, Goiás, juntamente com seu filho. Odontólogo, Professor, Escritor. Ensaísta, Pesquisador, Contista. Cronista, Memorialista, Ativista. Pensador, Intelectual, Produtor Cultural. Literato, Administrador, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Mudou-se posteriormente para Patos de Minas e Belo Horizonte, onde faleceu. Assinalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da Academia Anapolina de Filosofia, Ciências e Letras, além de outras instituições nacionais. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes livros de literatura. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVAN GODOY(Ivan Lopes de Godoy), Carioca, do Rio de Janeiro, 18.05.1952, escreveu, entre outros, GLASNOST E PERESTROIKA: A ERA GORBATCHOV, BULGARIA: AUTOGESTÃO E SOCIALISMO, O SOCIALISMO NA TERRA DE MARX, ARGÉLIA: TRADIÇÃO E MODERNIDADE, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação Social. Mudou-se para Brasília em 1980, com 28 anos de idade. Editor da Rádio Senador. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Dirigente Sindical, Radialista, Jornalista. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Sindicato dos Escritores do Distrito Federal. Trabalhou em emissoras de rádio, jornais e agências de notícias. Esteve vinculado à UNESCO e ao Comitê Internacional da Cruz Vermelha. Realizou reportagens em mais de 40(quarenta) paises da América, Europa, África do Norte e Oriente Médio. Fez a cobertura de conflitos, entre os quais, os SANDINISTAS(Nicarágua), GUERRAS IRÃ-IRAQUE, BOSNIA, PERU-EQUADOR, etc. Realizou mais de dez visitas aos paises árabes, duas viagens à Argélia, sobre a qual escreveu. Recentemente(no dia 05.04.2006), esteve em Palmas, Tocantins, proferindo palestra para jornalistas, no auditório da Assembléia Legislativa do Tocantins, a convite da Deputada Solange Duailibe e sob a Presidência do Deputado César Halum, sobre O JORNALISMO NO PODER PUBLICO. Atende pelo e-mail: ivanlg@senado.gov.br Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou www.mariomartins.com.br

IVAN JUNQUEIRA(Ivan Nóbrega Junqueira), Carioca, do Rio de Janeiro, 03.11.1934, escreveu, entre outros, OS MORTOS(Poesia-1964), TRES MEDITAÇÕES NA CORDA LIRICA(Poesia-1977), A RAINHA ARCAICA(Poesia-1980), TESTAMENTO DE PASÁRGADA(Ensaio-1981), O ENCANTADOR DE SERPENTES(Ensaio-1987), POEMAS REUNIDOS(Poesia-1999), sem dados biograficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Roberto Lago Diniz Junqueira e Hortência Nobrega Junqueira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Ingressou nas Faculdades de Medicina e Filosofia da Universidade do Brasil, mas não concluiu nenhum curso. Iniciou-se no jornalismo em 1963, com 32 anos de idade, como redator do jornal TRIBUNA DA IMPRENSA, tendo atuado depois no CORREIO DA MANHÃ, JORNAL DO BRASIL E O GLOBO, nos quais foi redator e sub-editor até 1987. Assessor de Imprensa. Diretor do Centro de Informações das Nações Unidas no Rio de Janeiro entre 1970 e 1977. Tornou-se mais tarde supervisor editorial da Editora Expressão e Cultura e diretor do Núcleo Editorial da UERJ. Colaborador da ENCICLOPÉDIA BARSA, ENCYCLOPAEDIA BRITANNICA, ENCICLOPÉDIA DELTA LAROUSSE, ENCICLOPÉDIA DO SÉCULO XX, ENCICLOPÉDIA MIRADOR INTERNACIONAL E DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO, este último editado pelo CPDOC, da Fundação Getúlio Vargas. Foi também assessor de Rubem Fonseca na Fundação Rio. Como crítico literário e ensaísta, tem colaborado em todos os grandes jornais e revistas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais, bem como em publicações especializadas nacionais e estrangeiras, entre elas COLÓQUIO LETRAS, REVISTA DO BRASIL, SENHOR, LEITURA E IBEROMANIA. Em 1984 foi escolhido como a “Personalidade do Ano” pela UBE. Assessor da Fundação Nacional de Artes Cênicas (Fundacen) de 1987 a 1990. Em 1991 transferiu-se para a Fundação Nacional de Arte (Funarte), onde foi editor da revista PIRACEMA e chefe da Divisão de Texto da Coordenação de Edições. Aposentou-se do serviço público em 1997, com 63 anos. Foi ainda editor adjunto e depois editor executivo da revista POESIA SEMPRE, da Fundação Biblioteca Nacional. Conferencista, realizou palestras no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Fortaleza, Manaus, São Luís, Brasília, Recife, Porto Alegre, Florianópolis, Petrópolis, Buenos Aires, Santiago do Chile e Lisboa, onde, em 1994, abriu o Projeto Camões, patrocinado pelo Instituto Camões e a Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, ocasião em que ministrou, na Biblioteca Nacional da capital portuguesa, o curso “A RAINHA ARCAICA: UMA INTERPRETAÇÃO MÍTICO-METAFÓRICA”, além de realizar recitais de poesia na Casa de Fernando Pessoa e no Palácio da Fronteira. No ano seguinte voltou a participar do Projeto Camões, tendo proferido conferências em Coimbra, Porto, Vila Real, Lisboa e Ponte de Sor. De 1995 a 1997 tomou parte no Projeto Ponte Poética Rio-São Paulo, de que constavam leituras comentadas de poemas de sua autoria e palestras. Ainda em 1995 recebeu da UFRJ, por unanimidade de votos, o diploma de “Notório Saber”, tendo ali participado também do ciclo de palestras “Os Poetas”. De 1996 a 1997 participou, como poeta e ensaísta, das “Rodas de Leitura” do CCBB e organizou, naquele último ano, com Moacyr Félix e Leonardo Fróes, as “Quintas de Poesia”, sob o patrocínio da Funarte. Em 1998 foi curador do Programa de Co-Edições da Fundação Biblioteca Nacional, que possibilitou a publicação de 35 títulos de autores das regiões Norte, Nordeste e Sudeste, onde, entre 2000 e 2003, realizou diversas conferências. Foi Tesoureiro (2001), Secretário-Geral (2002-2003) e Presidente (2004-2005) da Academia Brasileira de Letras. É membro do PEN Clube do Brasil. Recebeu vários prêmios literários: Prêmio Nacional de Poesia, do INL (1981); Prêmio Assis Chateaubriand, da ABL (1985); Prêmio Nacional de Ensaísmo Literário, do INL (1985); Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (1991); Prêmio da Biblioteca Nacional (1992); Prêmio José Sarney de poesia inédita, do Memorial José Sarney (1994); Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro (1995); Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil (1995); Prêmio Oliveira Lima, da UBE (1999); e Prêmio Jorge de Lima, da UBE (2000). Em 1998 recebeu a Medalha Cruz e Sousa, da municipalidade de Florianópolis, e, em 1999, a Medalha Paul Claudel, da UBE. Em 2002 foi patrono do IV Concurso Nacional de Poesia Viva, patrocinado pelo jornal POESIA VIVA. Sua poesia já foi traduzida para o espanhol, alemão, francês, inglês, italiano, dinamarquês, russo e chinês. Sexto ocupante da Cadeira 37, eleito em 30.03.2000, na sucessão de João Cabral de Melo Neto e recebido em 7.07.2000, pelo Acadêmico Eduardo Portella. Recebeu o Acadêmico Antonio Carlos Secchin. Sua Cadeira 37 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Tomás Antonio Gonzaga, Fundador Silva Ramos, sendo também ocupada por Alcântara Machado, Getulio Vargas, Assis Chateaubriand, João Cabral de Melo Neto e Ivan Junqueira. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas(de que é um dos colaboradores) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

IVAN LINS (I. MONTEIRO DE BARROS L.), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 16.04.1904, escreveu, entre outros, LOPE DE VEJA(Ensaio-1935), CATOLICOS E POSITIVISTAS(Ensaio-1937), O POSITIVISMO NO BRASIL(Ensaio-1950), TOMÁS MORUS E A UTOPIA(Ensaio-1939), ESTUDOS BRASILEIROS(Ensaio-1973), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Edmundo Pereira Lins e Maria Leonor Monteiro de Barros Lins. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Colégio Anglo-Americano e pelo Colégio Arnaldo, em Belo Horizonte, Minas, mas teve aulas particulares de português e latim com seu pai, que era Desembargador da Relação de Minas Gerais. Em 1917, com 13 anos de idade, sendo o seu pai nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal, transferiu-se com a família para o Rio de Janeiro. Matriculou-se no Ateneu Bôscoli, onde fez seus estudos secundários. Com a leitura do livro de Teixeira Mendes ESBOÇO BIOGRÁFICO DE BENJAMIN CONSTANT, tornou-se Positivista. Depois dessa leitura, aderiu à doutrina de Augusto Comte e iniciou o estudo metódico do Positivismo. Em 1925, com 21 anos, ingressou na Faculdade de Medicina da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, formando-se Médico em 1930. Com um artigo sobre "Francia e o Positivismo", publicado no Jornal do Commercio em 12.08.1928, iniciou sua atividade de difusão das idéias positivistas no Brasil. Em 1932 foi nomeado Secretário da Estação Experimental de Combustíveis e Minérios, mais tarde Instituto de Tecnologia, do Ministério da Agricultura. Chegou a ser demitido do cargo, em 1934, por perseguição politica, mas foi logo readmitido. Suas conferencias feitas na Associação Brasileira de Educação foram transformadas no livro INTRODUÇÃO AO ESTUDO DA FILOSOFIA. Daí por diante pronunciou inúmeras conferências, inclusive na Academia Brasileira de Letras, que foram sendo publicadas em livros. Colaborou em vários jornais e revistas, dentre outros, JORNAL DO COMMERCIO, O JORNAL, CORREIO DA MANHÃ, DIÁRIO CARIOCA, DO RIO; CORREIO PAULISTA, DIÁRIO POPULAR, DIÁRIO DE SÃO PAULO, FOLHA DA MANHÃ, DIGESTO ECONÔMICO, REVISTA BRASILEIRA DE FILOSOFIA, REVISTA DE HISTÓRIA, DE SÃO PAULO; CORREIO DO POVO DE PORTO ALEGRE; A TARDE DE SALVADOR E REVISTA FILOSÓFICA, DE COIMBRA. Em 1937, passou a lecionar História da Filosofia na Faculdade de Direito da Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro. Em 1940, foi ao Uruguai como integrante da Missão Cultural Brasileira, onde pronunciou três conferências. Em 42, foi nomeado, pelo presidente Getúlio Vargas, Ministro do Tribunal do Contas do então Distrito Federal, tendo sido vice-presidente (1950), presidente (1951 a 1953). Candidatou-se, pela primeira vez, à Academia Brasileira de Letras em 1943, na vaga de Xavier Marques, concorrendo com Wanderley de Pinho e Menotti del Picchia, que foi o eleito. Aposentou-se em 1974, com 70 anos de idade, despedindo-se do Tribunal de Contas da União em sessão solene em sua homenagem. Passou a dedicar-se ao preparo de suas Memórias, que ficaram inacabadas. A saúde debilitava-se cada vez mais, apesar das viagens freqüentes à estância mineira de Lambari, na esperança de novas melhoras. Médico, jornalista, professor, pensador, ensaísta e conferencista. Faleceu no Rio de Janeiro, em 16.06.1975, com 71 anos de idade. Terceiro ocupante da Cadeira 1, eleito em 7.08.1958, na sucessão de Afonso d`Escragnolle Taunay e recebido pelo Acadêmico Rodrigo Octavio Filho em 12.11.1958. Recebeu os Acadêmicos Hermes Lima, Aurélio de Lyra Tavares e Paulo Carneiro. Sua Cadeira 01 na Academia Brasileira de Letras tem como Patrono Adelino Fontoura, Fundador Luis Murat, sendo também ocupada por Afonso d`Escragnolle Taunay, Ivan Lins, Bernardo Elis, Evandro Lins e Silva e Ana Maria Machado. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

IVAN ORNELAS, Goiano, de Anápolis, l955, escreveu, entre outros, "CARTILHA DA CONSTITUINTE 86", sem dados biográficos no livro. Deputado Federal. Presidente da Cooperativa de Eletrificação Rural de Formosa, no Estado de Goiás, onde reside. Ensaísta, Pesquisador, Administrador. Escritor, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Educador, Ficcionista, Conferencista. Político, Advogado, Membro da Ordem dos Advogados do Brasil, além de diversas entidades culturais, sociais e de classe. Especificado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de estudos técnicos. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVÃ GERALDO AMERICANO DO BRASIL, Goiano, de Goiás Velho, l9l0, escreveu, entre outros, "LENDAS E ENCANTAMENTOS DO SERTÃO"(l938), sem dados biográficos no livro. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Memorialista, Cronista, Ficcionista. Intelectual, Pensador, Ativista. Produtor Cultural, Orador, Literato. Administrador, Educador, Ficcionista. Descrito nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores do Brasil, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, Edição do Mec, l990 e na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, além de A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVAN VASCONCELOS, de Argirita, Minas Gerais, 06.08.1927, escreveu, entre outros, UM INSTANTE DEPOIS(1961), O TOQUE DA GRAÇA(1967), NINGUÉM SABE O DIA(1971), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito. Mudou-se para Brasília em 1960. É encontrado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Advogado da Caixa Econômica Federal. Foi Assessor da então Primeira Dama do Brasil, Sarah Kubitschek. Antigo Procurador da Fundação das Pioneiras Sociais. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


IVO METRAN CURADO, Goiano, da Capital, l953, escreveu, entre outros, "ESTÓRIAS DO CERRADO"(CONTOS-1967), com prefácio de Nelly Alves de Almeida, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho do escritor goiano, de Corumbá de Goiás, Bernardo Élis Fleury de Campos Curado e de Violeta Metran Curado. Cursou o primário no Instituto Betânia. Fez o ginasial no Liceu de Goiânia. Primeiro lugar no Concurso Infantil do SESC, em 1964. Escritor, Poeta, Professor. Contista, Cronista, Intelectual. Pensador, Produtor Cultural, Administrador. Ativista, Literato, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diversas entidades culturais, sociais e de classe. Pormenorizado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro LITERATURA CONTEMPORÂNEA EM GOIÁS, de Brasigóis Felício e na PEQUENA HISTÓRIA DA LITERATURA GOIANA, de Alaor Barbosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVO PINTO DE MELO, de Catalão, Goiás, 01.05.1935, escreveu, entre outros, “DO COFRE DA VIDA-CAMPINAS DOS ANOS 40”(1998), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, com notas de orelha de Douglas Avanço. Filho de Cícero Pinto de Melo e Crhistália Ferreira de Melo. No mesmo ano em que nasceu, mudou-se para Goiânia, passando a residir no bairro Campinas, a partir de 1936. Casou-se, em 1960, com Suzete Ludovico de Almeida, com quem teve quatro filhos. Radialista, pioneiro em Goiânia, dedicou-se também ao jornalismo e à advocacia. Aposentou-se na Universidade Federal de Goiás, onde também trabalhou na Televisão Universitária, na Rádio e no Jornal Quarto Poder. Escritor, Poeta, Professor. Contista, Cronista, Intelectual. Pensador, Produtor Cultural, Administrador. Ativista, Literato, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Junto com outros, ajudou na implantação do Curso de Jornalismo da UFG. Ao lado da Reitora Maria do Rosário Cassimiro, fez parte da equipe que criou e instalou a Universidade do Tocantins, em 1990. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diversos textos de estudos rememorativos. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação dos Docentes da UFG. Verbete do DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO, de José Mendonça Teles.

IVO PITANGUY(IVO HELCIO JARDIM DE CAMPOS PITANGUY), de Belo Horizonte, Minas Gerais, 05.07.1926, escreveu, entre outros, LES CHEMINS DE LA BEAUTÉ(1983), PARATY(1983), EL ARTE DE LA BELEZA(1984), DIREITO A BELEZA(1984), ANGRA DOS REIS MAGOS(1986), UM JEITO DE VER O RIO(1991), APRENDENDO COM A VIDA(1993), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Antonio de Campos Pitanguy e de Maria Staël Jardim de Campos Pitanguy. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Começou o curso de Medicina em Belo Horizonte, mas terminou em 1946, na Faculdade de Medicina, da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ). Em 1949, fundou a primeira Clinica de Cirurgia da Mão no Brasil, na Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Casou-se, em 1955, com 29 anos de idade, com Marilu Nascimento, com quem tem quatro filhos, Ivo, Gisela, Helcius e Bernardo. Muitos estágios e cursos realizados nos EUA e na Europa. Curso de Psicologia Médica – Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro, 1945; Curso de Neurocirurgia – Hospital do Pronto Socorro, Rio de Janeiro, 1945; Residência em Cirurgia Geral – Hospital Souza Aguiar, Rio de Janeiro, 1945-47 e Universidade do Brasil, 1947; Interno do Departamento de Cirurgia Geral – Hospital de Nossa Senhora do Socorro e Hospital Moncorvo Filho, Rio de Janeiro, 1947. Agraciado com bolsa de estudos por concurso pelo “Institute of International Education”, EUA, 1947; “Houseman”, Interno, “Rotating Internship” e Residente-chefe no Serviço de Cirurgia Geral do Bethesda Hospital, Cincinnati, Ohio, EUA, 1948; “Visiting Fellow” na Mayo Clinic, Rochester, Minnesota, 1949. Médico Assistente Estrangeiro do Dr. John Longacre, Chefe do Serviço de Cirurgia Plástica no Bethesda Hospital, Cincinnati, Ohio, 1949; do Prof. Marc Iselin, Serviço de Cirurgia da Mão, “Clinique de la Montagne” e “Hôspital Américain”, Paris, França, 1950-51; dos Profs. C. Dufourmentel e R. Mouly, Serviço de Cirurgia Plástica do “Hôspital Saint Louis”, França, 1951; do Prof. Paul Tessier, Serviço de Cirurgia Plástica do “Hôspital Foche”, Suresnes, França, 1951; de Sir Harold Gillies, Serviço de Cirurgia Plástica do “Park Prewet Hospital”, “Basingstoke and Rooksdownhouse Hospital”, Londres, 1951-1952, de Sir Archibald McIndoe, Serviço de Cirurgia Plástica do “Queen Victoria Hospital”, East Grinstead, Inglaterra 1951-52; do Prof. Kilner, Serviço de Cirurgia Plástica do “Churchill Hospital”, Londres, 1951-52; do Prof. Pulvertaft, Serviço de Cirurgia Plástica do “Royal Orthopedics Hospital”, Derbydhire, Inglaterra, 1952. “Visiting Fellow” em serviços de cirurgia plástica de vários hospitais e clínicas dos Estado Unidos, França, Inglaterra, Alemanha Suécia e Argentina, 1949 a 1961: “Cincinnati General Hospital”, Cincinnati, Ohio, 1949; “Mayo Clinic”, Rochester, Minnesota, 1949; serviço do Dr. John Marquis Converse, New York, 1949; “Maison Départamentale de Nanterre”, França, 1950-51; serviço do Prof. Schmidt, Stuttgart, 1956; serviço do Prof. Ragnell, Estocolmo, 1956; serviço dos Profs. E. Malbec e Hector Marino, Buenos Aires, 1958; serviço dos Profs. R. Tubiana e Morel Fatio, Paris, 1961 chefe do Serviço de Queimaduras e de Cirurgia Reparadora do Hospital Souza Aguiar, Rio de Janeiro, 1952-55; chefe do Serviço de Cirurgia da Mão, 13ª. Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, 1952-59; fundador e chefe do Serviço de Cirurgia Plástica, 38ª. Enfermaria da Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro, de 1954 até a presente data; fundador e diretor da Clínica Ivo Pitanguy, Departamento de Cirurgia Plástica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, de 1963 até a presente data, e do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, Rio de Janeiro, de 1986 até a presente data. Organizador e chefe do Serviço de Queimados do Hospital Antônio Pedro, criado por ocasião do sinistro do Gran Circo Norte-Americano, Niterói, 1961.
Organizador e professor de diversos cursos em sua especialidade: 1º. Curso de Atualização em Cirurgia Plástica, promovido pela Escola de Pós-Graduação da Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rio de Janeiro, 1954; 1º. Curso de Cirurgia da Mão, Rio de Janeiro, 1960; 1º. Curso de Extensão Universitária em Cirurgia Plástica da Universidade do Brasil, ministrado no Auditório da Clínica Ivo Pitanguy, 1964; 1º. Curso de Atualização em Cirurgia Plástica do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Rio de Janeiro, 1968; Curso Teórico-Prático sobre Rinoplastias, Clínica Ivo Pitanguy – Curso de Extensão da Universidade do Brasil, 1968; organizador do 1º. Curso de Cirurgia Plástica da Academia Nacional de Medicina, 1989; Diretor e Organizador dos Cursos de Verão da Universidade Complutense de Madrid, Madri, 1990-1991; Curso de Cirurgia Plástica do “XXVIII World Congress of the International College of Surgeons”, São Paulo; diversos cursos de reciclagem em Cirurgia Plástica na Academia Nacional de Medicina. Professor titular do Curso de Especialização em Cirurgia Plástica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, de 1960 até a presente data; do Departamento de Cirurgia Plástica da Escola de Medicina da Fundação Educacional Souza Marques, 1975-77; membro participante da 1ª. Missão Cultural e Científica à República Popular da China, 1977; professor titular do Curso de Mestrado em Cirurgia Plástica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, de 1980 até a presente data; do Curso de Especialização em Cirurgia Plástica do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, de 1986 até a presente data; responsável pelo treinamento de aproximadamente 500 cirurgiões plásticos do Brasil e de 50 outros países, formados pelo Curso de Especialização em Cirurgia Plástica (3 anos), sob sua orientação na Clínica Ivo Pitanguy e na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro. Em 1999, recebeu homenagem especial da Associação dos ex-alunos da Escola de Pós-Graduação Ivo Pitanguy, que completou 25 anos. Professor convidado em aproximadamente uma centena de instituições (hospitais, universidades e associações de Cirurgia Plástica) de diversos países, para conferências sobre suas técnicas cirúrgicas, destacando-se: a “Maison Départamentale de Nanterre”, a convite do Prof. Marc Iselin, Paris, França, 1961; a Universidade de Bruxelas, a convite de NATO, Bruxelas, Bélgica, 1963; da “New York University”, a convite do Prof. Herbertt Conqay, New York, EUA, 1964; a Escola de Medicina da Universidade de Buenos Aires, Argentina, 1969; a “Freien Universität de Berlin”, a convite dos Profs. E. Harndt e H.H. Naumann, Berlim, Alemanha, 1969; os “Imperial Welfare Organization Hospitals”, a convite de Sua Alteza Imperial, Princesa Farah Diba, Teerã, Irã, 1970; a Universidade de Istambul, a convite do Ministro da Saúde de Istambul, Turquia, 1975; o “King Hussein Medical Center”, a convite de Sua Majestade, Rei Hussein, da Jordânia, 1976; o Ministério da Saúde do Kwait, a convite do Governo do Kwait, Kwait, 1980; a “International Society of Aesthetic Plastic Surgery”, Tóquio, Japão, 1981; o International Symposium of Plastic Surgery, Beijing, China, 1984; a “Association d’Aide aus Paralysés du Sud du Maroc”, Marrocos, 1986; o “Martedi di San Domenico”, a convite do “Centro San Domenico”, Bologna, Itália, 1988; a “Monaco-USA Association”, a convite de Sua Majestade, Príncipe Rainier, Monte Carlo, Mônaco, 1988; o “Westeinde Hospital”, a convite da Dutch Society for Aesthetic Plastic Surgery”, Haia, Holanda, 1988; primeiro professor convidado pela Universidade de Berlim para proferir Conferência Magna no Hospital Charité, após a unificação das duas Alemanhas, Berlim, 1991; a Sociedade Alemã de Medicina Estética (Lindau, Alemanha), 1999. Fez inúmeras demonstrações cirúrgicas em encontros, seminários, simpósios e congressos nacionais e internacionais. Nos anos recentes: XXXIV Congresso de Cirurgia Plástica – Curso Internacional Multidisciplinar: A FACE DO SÉCULO XXI, 1997; Congresso Nacional da Sociedade Italiana de Medicina e Cirurgia (Bolonha, Itália), 1997; presidente de honra do XVI Congresso Internacional da Sociedade Francesa de Cirurgia Estética (Paris), 1999; convidado especial do American Society for Aesthetic Plastic Surgery Annual Meeting – New Frontiers in Aesthetic Surgery (Dallas, Texas), 1999; III Congresso Nordeste de Mastologia e XIV Jornada Norte Nordeste de Cirurgia Plástica, 1999; XXXVI Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica (Rio de Janeiro), 1999; único convidado brasileiro do “1999 Symposium Giants in Aesthetic Plastic Surgery & Aesthetic of the Aging Face” (Nova York), 1999; único brasileiro convidado a participar dos “Entretiens du XXème Siècle”, organizados pela UNESCO (Paris), 2000. Diretor do Departamento de Cirurgia Plástica do Colégio Brasileiro de Cirurgiões (1967-69); presidente de honra do Centro de Estudos Ivo Pitanguy (1968 até a presente data) e da Associação dos Ex-Alunos do Professor Ivo Pitanguy (1974 até a presente data); presidente do Capítulo de Estética da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (1980-81); presidente do Conselho Científico da Sociedade Brasileira de Microcirurgia (1985); Presidente do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1974-85); membro do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura – Comissão Nacional da UNESCO (1982); membro do Conselho Estadual de Saúde e Higiene do Rio de Janeiro (1986); membro do Comitê sobre Saúde da Comissão de Estudos Constitucionais (1987-88); membro do Conselho Curador do Jardim Botânico (1989). Escolhido para fazer parte do Proposed Permanent Faculty, como Presidente de Honra do First International School of Aesthetic Plastic Surgery, pelo Ministério da Saúde da República da Iugoslávia e Avicena, Belgrado (1996). Foi membro do Conselho Editorial do Journal of the American Society of Plastic and Reconstructive Surgery e da Head and Neck Magazine. Atualmente é membro do Conselho Editorial das seguintes publicações: Revista Médica do Colégio Brasileiro de Cirurgiões, Ophthalmic Plastic Surgery Magazine, Revista Brasileira de Cirurgia Plástica, Vascular Surgery Magazine, Revista Ciências Médicas, Argomenti di Oncologia, Westiminster Publications. Editor da Seção de Cirurgia Plástica Reconstrutora da Clínica Ivo Pitanguy, órgão de divulgação do Departamento de Cirurgia Plástica da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e do Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas, editado em português e inglês e publicado pela Revista Brasileira de Cirurgia, indexada internacionalmente (de 1971 até a presente data). Membro Titular da Academia Nacional de Medicina; Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; Membro do Conselho Deliberativo do Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura (Comissão Nacional da UNESCO); Membro da Société Française de Chirurgie Plastique et Reconstructive; Membro do International College of Angiology; Membro da American Academy of Esthetic Dentistry; Membro do American College of Surgeons e do Brazilian College of Surgeons; Membro da International Society of Aesthetic Plastic Surgery; Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia; Membro da Cincinnati Academy of Medicine; Membro da Sociedade Espanhola de Cirurgia Plástica e Reconstrutora; Membro da British Association of Plastic Surgeons; Membro da Royal Society of Plastic Surgery;
Membro da Associação Brasileira de Medicina; Membro da Association of Plastic and Reconstructive Surgeons of South Africa. Membro da Academia Mineira de Medicina; Membro da Sociedade Brasileira de Mastologia; Membro Membro Honorário Estrangeiro da Associação Médica Argentina. Membro Fundador da American Trauma Society; Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão e da Associação Brasileira de Reabilitação; Membro Correspondente da Sociedade Peruana de Cirurgia Plástica; Membro da German Society of Esthetic Medicine; Membro da American Society of Plastic Surgery e da American Society of Facial Plastic and Reconstructive Surgery; Membro Honorário Estrangeiro da Associação Medica Latino-Americana. Membro Editorial da Revista do Médico Residente; Membro do Comitê Parrainage da Revue de Psychanalyse et Clinique Médicale; Membro do Editorial Advisory Board da Revista British Journal of Plastic Surgery; Membro do Comitê Científico da Revista Next Brasil – Instrumentos para inovação; Membro do Conselho editorial da Revista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica; Membro do Conselho editorial da Revista Ars Curandi, da Editora Lopso; Membro do Conselho Consultivo da Revista Tempo Brasileiro, fundada (1962) e dirigida pelo ensaísta Eduardo Portella;Consultor Internacional da Revista Gracias Doctor; Membro do Conselho Editorial do Journal of Cutaneous Laser Therapy, USA; Membro do Conseil Medical de Notre Association Friends of the Saanen Hospital; Professor Posgraduate Education in Aesthetic Plastic Surgery pela The Educational Foundation of the International Society of Aesthetic Plastic Surgery; Eleito “Membro de Honra” da Romanian Academy of Medical Sciences, através de seu Presidente Acad. Nicolae Cajal M.D. Ph.D.. Bucharest-Romania; Título de Membro Honorário da Societãtii Academice Române de Chirurgie Plasticã si Micrichirurgie Reconstructivã, através de seu Presidente Prof. Dr. Ion Lascãr. Bucharest-Romania; Membro de Honra de la Société Française de Chirurgie Esthétique; Homenageado com placa pela Federação Ibero Latinoamericana de Cirurgia Plástica – Iberian Latin America Section – ICPRAS-IPRAF-AMCPER em ocasião de seu XXV Aniversário. Cancun; Sócio Efetivo da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular; Eleito Membro Honorário da Academia Amazonense de Medicina. Manaus, Teatro Gebes Medeiros do Ideal Clubeem 27 de junho de 2003. Doctor Philosophiae Honoris Causa pela Universidade de Tel Aviv, Israel (1986); Doutor Honoris Causa pela Universidade de Santos, SP (1986); Cidadão Honorário do Rio de Janeiro (1976); Chancellier des Universités de Paris (1988); Membro Onorario de la Societá Medica di Bologna, vinculada à Universidade de Bologna (1988); Professor Honoris Causa da Universidade de Guayaquil e Membro Honorário da Sociedade Equatoriana de Cirurgia Plástica (1994); Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal de Alagoas, Maceió (1995); Doutor Honoris Causa pela Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa (1996); Cidadão Honorário de Stia, pelas Autoridades Civis e Militares da Região de Toscana, Stia, Itália (1996); Personalidade do Ano, em Nova York (1997); Padre della Chirurgia Estetica Mondiale, conferido pela Sociedade de Cirurgia Estética Italiana (2000); Eleito o “Cirurgião Plástico do Século”, pela revista Isto É (1999); Eleito um dos “20 Brasileiros Vencedores do Século XX”, em pesquisa realizada pela PPE – Personalidades Patrióticas Empreendedoras (2000). Homenageado pelo Governo do Rio de Janeiro com a Ópera Salomé, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro". 24 de setembro de 1998. Homenageado pelo Governo do Estado de Minas Gerais com a “Medalha Santos Dumont 1998 no Grau Ouro”. Minas Gerais, Município de Santos Dumont, Fazenda Cabungu, 07 de novembro de 1998. Homenageado pelo Colégio Brasileiro de Cirurgiões com a inauguração da “Sala Ivo Pitanguy”, em 1998. Outorgado Diploma correspondente à “Medalha do Mérito Universitário Dr. Fábio Raunheitti”, pela Universidade Iguaçu – UNIG,nos termos de Resolução do Conselho Universitário, por ter prestado públicos e relevantes serviços à causa do Ensino Universitário. Rio de Janeiro, Nova Iguaçu, Campus I, 15 de janeiro de 1999. Membro do Conselho Superior de Integração Social da Universidade Estácio de Sá. Rio de Janeiro, 1999. Homenageado Especial como “Cirurgião Plástico do Século” pela Revista Nouvelles Esthetiques, no VII Congresso Científico Internacional de Estética. São Paulo, Anhembi, 10-13 de setembro de 1999. Homenageado através da obra oficial “Personalidade Brasileira dos 500 Anos” pelo Centro de Integração Cultural e Empresarial do Estado de São Paulo (CICESP), em comemoração ao V Centenário do Brasil. São Paulo, 2000. Homenageado como uma das Personalidades do Século pelo Projeto PPE-Brasil 20 (Personalidades Patrióticas Empreendedoras), encartado na Revista Inside Brasil, que focaliza 20 Talentos Brasileiros Vivos Vencedores do Século XX. Brasília, D.F., Espaço Cultural Ivandro Cunha Lima – Anexo I, Senado Federal, 27 de junho de 2000. Homenageado pelo Departamento de Pesquisa da Associação dos Empresários do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e Mercosul, com o “Troféu Leão de Honra”, que premia e consagra Os Melhores do Ano. São Paulo, 18 de agosto de 2000. Outorgado Título de "Doutor Honoris Causa" pelo Reitor da Universidade Federal de Santa Maria o Professor Paulo Jorge Sarkis, como reconhecimento à sua meritória atividade médica brasileira à qual deu transcendência mundial. Santa Maria, RS, Universidade Federal de Santa Maria, 10 de novembro de 2000. Outorgada a “Comenda Ordem do Ponche Verde” no grau oficial pelo Governador do Estado do Rio Grande do Sul Dr. Pedro Simon, por todo seu trabalho realizado à formação de médicos especialistas no Brasil e no Exterior. Rio Grande do Sul, Gabinete do Governador, 10 de novembro de 2000. Homenageado pelo Parlamento Mundial da Fraternidade Ecumênica, Parla Mundi da LBV, com a “Láurea da Ordem do Mérito da Fraternidade Ecumênica”, na Categoria SAÚDE, como reconhecimento de sua prática humanitária em ações relevantes à solidariedade entre as pessoas e o entendimento entre os povos. São Paulo, 2001. Condecorado pela Ordem dos Jornalistas do Brasil, através do Presidente José Fernando Miranda Salgado, com a “Medalha do Mérito Jornalístico no Grau de Comendador”, de conformidade com o que dispõe o Decreto Federal no 2605 de 25/05/1998. Rio de Janeiro, 1º de junho de 2001. Agraciado com o “Diploma de Honra ao Mérito”, pela Câmara Municipal de São João del-Rei, através da Resolução no 1599, pelos relevantes serviços prestados à medicina. Minas Gerais, Câmara Municipal São João del-Rei, 04 de setembro de 2001.
Agraciado com o “Título Cidadão Angrense Honorário”, pela Câmara Municipal de Angra dos Reis, de autoria do Vereador Pedro Manoel da Cunha Miguel através do Decreto Legislativo no 483 de 21/08/2001, em razão dos relevantes serviços prestados à Comunidade Angrense. Rio de Janeiro, Angra dos Reis, Teatro Municipal Dr. Câmara Torres – Centro Cultural de Angra dos Reis, 06 de setembro de 2001. Agraciado com o “Diploma de Oficial R/2 Padrão do Brasil”, pelo Presidente de Honra do III Encontro Nacional de Oficiais da Reserva do Exército (III ENOREX) o General Gleuber Vieira. Rio de Janeiro, Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro (CPOR/RJ), 25 de janeiro de 2002. Homenageado com a Comenda “Ordem do Mérito Domingos Martins”, concedendo-lhe o Grau de Grã-Cruz, pela Assembléia Legislativa do Estado do Espirito Santo através do Presid. Dep. José Carlos Gratz (Grão-Mestre Geral da Ordem), em sessão solene de abertura da XV Jornada Centro-Oeste de Cirurgia Plástica. Espírito Santo, Vitória, Plenário da Assembléia Legislativa – Palácio Domingos Martins, 21 de março de 2002. Homenageado com o “Título Vitalício e a Comenda de Alusiva aos 500 Anos de Angra dos Reis” (Medalha de Bronze), pelo Jornal da Corte e pela Cidade de Angra dos Reis, por reconhecidos serviços prestados em favor do desenvolvimento de Angra dos Reis. Rio de Janeiro, Angra dos Reis, 02 de abril de 2002. Agraciado com a “Medalha Mérito Avante Bombeiro”, pela Secretaria do Estado da Defesa Civil – Secretário Paulo Gomes dos Santos Filho – Cel. BM, através da Portaria CBMERJ no 131 de 11/11/99. Rio de Janeiro, Guadalupe, Escola de Bombeiros Coronel Sarmento, 02 de abril de 2002. Homenageado com o Troféu "O Amigo do Esteticista" por ocasião da X Jornada Técnica Interdisciplinar em Estética e Cosmetologia do Rio de Janeiro da ASSERJ – Associação Profissional de Estética do Rio de Janeiro, por seu empenho na área da Estética, Saúde e Beleza. Rio de Janeiro, Palácio Capanema, 15 de abril de 2002. Conferido o “Diploma de Mérito Rotário e Reconhecimento” pelo Distrito 4750 de Rotary Internacional, através do Exmo. Sr. Governador Waldenir de Bragança, por sua considerada dedicação à humanidade que se identifica com a Missão Rotary no mundo. Rio de Janeiro, Nova Friburgo, 17 de maio de 2002. Condecorado com o Prêmio “Personalidade do ano 2002” pela Câmara de Comércio Brasil-França por “seu papel fundamental na consolidação da moderna cirurgia plástica. Rio de Janeiro, Museu Histórico Nacional, 28 de novembro de 2002. Agraciado com a “Medalha Comemorativa do Centenário do Presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira. Rio de Janeiro, Palácio Gustavo Capanema, 06 de dezembro de 2002.
Homenageado com a criação do Instituto Brasileiro para Tratamento dos Defeitos Congênitos e Adquiridos Professor Ivo Pitanguy pela Fundação Rômulo Romano. Salvador, 2003. Recebeu da SBCP o Certificado de Amigo da Memória, por participar com doações relevantes ao Museu Brasileiro de Cirurgia Plástica. São Paulo, 25 de agosto de 2003. Homenageado com Medalha de Honra da UFMG pela Reitora da UFMG e pela Diretora da Cooperação Institucional e Coord. Do Programa Sempre UFMG, Profas. Ana Lúcia A. Gazzola e Maria Cecília Nogueira, como Ex-Aluno Destaque 2003. Belo Horizonte, MG, Auditório de Reitoria – Campus Pampulha, 15 de setembro de 2003. Conferido Diploma de Amigo do Hospital Central do Exército, por sua contribuição a esta organização militar de saúde, através de seu Diretor Dr. Grimário Nobre de Oliveira. Rio de Janeiro, 15 de outubro de 2003. Homenageado com a inauguração do Espaço Estética Ivo Pitanguy, pelo Centro de Tecnologia em Beleza do SENAC-Rio, através de sua gerente cooperativa Sra. Marilda Vendrame. Rio de Janeiro, SENAC-Rio Beleza, 30 de outubro de 2003. Homenageado com a inauguração do Centro de Apoio aos Fissurados Ivo Pitanguy, pelo Dr. Pascoal Pinheiro Correia. Teresina, Piauí, novenbro de 2003. Concedido, pela Academia Piauiense de Letras, Diploma e Medalha Lucídio Freitas, através de seu Presidente Dr. Paulo Tarso Mello e Freitas. Teresina, Piauí, 19 de novembro de 2003. Escolhido para receber o prêmio Personalidade do ano de 1998, pelo "The Brazilian American Chamber of Commerce, Inc.". 22 de outubro de 1998, The Plaza Hotel, Nova York. The AS for APS Inc. em apreciação aos serviços prestados e contribuição no avanço da Cirurgia Estética. Dallas, Texas, 14 a 19 de maio de 1999. O Governo da Cidade de Buenos Aires – Secretaria de Saúde confere “Diploma de Honra “Premio Internacional por La Salud 1999” e “Medalha de Ouro” ao Prof. Ivo Pitanguy – Médico do Ano de 1999 – por seu trabalho exemplar na docência de Cirurgia Plástica na Argentina e humanitário. Buenos Aires (AR), Teatro Colón, 26 de novembro de 1999. Condecorado com a “La Medaille d’Or” pelo Conseil Supérieur de la Còmmission des Distinctions de la Société d’Encouragement au Progrès – Promotion 1999. Paris, Palais du Luxembourg – Salle Medicis, 22 de janeiro de 2000. Condecorado com o “Grado di Cavaliere de Nell’Ordini Dei Santi Maurizio e Lazzaro. Geneva, Napoli, 15 de junho de 2001. Conferido o Título de “Honoree Member of Romanian Academy of Medical Sciences” pelo Presidente da RASPSRM Prof. Dr. Ioan Lascar, por sua especial contribuição para o desenvolvimento da especialidade. Bucharest, Romania, 11 de maio de 2002. Outorgado Título de “Doctor Honoris Causa” pela La Universidad Autónoma de Guadalajara, por seus altos méritos científicos, humanitários e docentes, através de seu Reitor Lic. Antonio Leaño Álvarez del Castillo. Guadalajara, Jalisco, México, 22 de julho de 2002. Membro do Honorary Committee of the Exhibition INVERTED UTOPIAS: Avant-garde in Latin America, organizado pelo The Museum of Fine Arts of Houston. Houston, Texas, USA, 27 de Janeiro de 2004. Título de Doutor Honoris Causa da Universidade Estácio de Sá, Rio de Janeiro, 2004. Nacionais: Medalha Mérito Tamandaré (1969); condecorado Grão-Mestre da Ordem do Rio Branco, grau de Comendador (1970); condecorado com a Ordem Grande Medalha da Inconfidência, pelo Governo de Minas Gerais (1979); condecorado com a Medalha Pacificador, pelo Ministério da Guerra, por destacados serviços prestados ao Exército Brasileiro (1980); foi-lhe outorgada a placa Mérito Rotárico, por relevantes serviços prestados à comunidade (1984); nomeado Comendador da Ordem do Mérito Judiciário do Trabalho (1986); homenageado com o prêmio “Alfred Jurzykowski” pela Academia Nacional de Medicina (1987); foi-lhe outorgada a Ordem do Poncho Verde, Governo do Estado do Rio Grande do Sul (1988); condecorado com a Medalha do Mérito Médico, pelo Ministério da Saúde (1988); homenageado como ex-aluno do Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de Belo Horizonte (1991). Estrangeiras: Condecorado com a Ordem Nacional al Mérito, pela República do Equador (1966); condecorado com o Grand Cordon da Ordem Al-Kawkab Al-Urduni, pela sua Majestade Rei Hussein da Jordânia (1976); condecorado com a Ordem Andrés Bello, pelo Presidente Carlos Andrés Péres, da Venezuela (1979); condecorado com a Medalha Honra ao Mérito, pelo International College of Surgeons (1980); homenageado como Primeiro Professor Visitante Kazanjian pela Harvard Medical School e Massachusetts General Hospital, Massachusetts, EUA (1981); homenageado com o prêmio Golden Saw Award, pela American Academy of Facial Plastic and Reconstructive Surgery, EUA (1983); outorgado o primeiro Humanitarian Award pela Auxiliary of the Hathaway Home for Children, Chicago, EUA (1984); outorgado Le Prix de Promotion Internationale – Recherche Medicale pelo Institut International de Promotion et de Prestige afiliado a UNESCO, Genebra, Suíça (1984); condecorado com a Ordem Ouissan Alaouite de l’Ordre de Commandeur, por Sua Majestade Rei Hassan II, Marrocos (1984); condecorado com l’Ordre de Chevalier de la Légion d’Honneur, França (1986); outorgado o Humanitarian of the Year Award pelo Mount Sinai Hospital, Chicago, EUA, (1987); convidado de honra da cidade de Berlim por ocasião da celebração dos seus 750 anos, durante o First International Scientific and Cultural Symposium of the Alumini Association of Professor Ivo Pitanguy, Berlim (1987); outorgado Medaille de la Cancellerie des Universités de Paris, pela Sra. Hélène Ahrweiler, Reitora da Academia e Chanceler da Universidade de Paris, França (1988); outorgado o prêmio “Cultura per la Pace” pela Sua Santidade o Papa João Paulo II e pela Associação Insieme per la Pace, Itália (1989); Diploma de Reconhecimento Institucional pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Central do Equador, Quito (1994); outorgado o prêmio Chimera d’Oro, Itália (1996); Grand Prix de la Société d’Or, de la Société d’Encouragement au Progrès, no Palais de Luxembourg, pelo Senado francês (2000); Grande Oficial da Ordem ao Mérito da República Italiana, Governo Italiano (2000). Participou, em fevereiro de 1992, da comemoração do bicentenário de Dieffenbach, no Hospital Charité, em Berlim, quando foi agraciado com a Medalha Dieffenbach. Presidente Honorário do First International Congress of Lipoplasty, em Marseille (1992); convidado de honra do Eighth International Congress of the S.F.D.E., em San Remo (1992). Jurado do Prêmio Nacional Jorge Amado de Literatura e Arte, organizado pelo Governo do Estado da Bahia – Secretaria de Cultura e Turismo. Bahia, 10 de agosto de 2002. Participação no Projeto Hands, cuja renda foi revertida para a Instituição Beneficiente TenYad que atua no combate à fome. São Paulo, 22 de setembro de 2003. Participação no Projeto de Pesquisa da Universidade Estácio de Sá – Coleção Gente. Livro com depoimentos biográficos do Prof. Ivo Pitanguy, editado pela Editora Rio. Rio de Janeiro, Copacabana Palace Hotel – Salão Nobre, 10 de setembro de 2003. Participação no 1o. Encontro Internacional de Ortodontia – Ortopedia Facial, organizado pela Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, sendo representado pelo Dr. Luiz Victor Carneiro Furtuna Júnior, na qualidade de conferencista com o tema: “Aspectos filosóficos e cirúrgicos da harmonia facial”. Marília, SP, Sun Valley Park Hotel, 19 e 20 de abril de 2002. Conferência sobre “Cirurgia plástica e dignidade humana”realizada no Rotary International – Distrito 4750 – “A humanidade e a nossa missão”, por ocasião da XVII Conferência Distrital: “Encontro das Águias da Paz”. Nova Friburgo(RJ), 17 de maio de 2002.
Proferiu palestra sobre o tema:” Tratamento cirúrgico do terço superior da face”, na reunião mensal do curso Integrado dos serviços Credenciados da SBCP. Reg.-Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2002. Proferiu palestra sobre o tema:”O conceito de beleza através dos tempos”, no Seminário realizado pelo Instituto Ary Carvalho – Mulher, moda e beleza num mundo em transformação. Rio de Janeiro, 28 de agosto de 2002. Participou do Encontro “Economia do Futuro”, conduzido por Henrique Meirelles, como parte do Programa Gestão do Futuro 2002, no Palácio das Artes. Belo Horizonte, 24 de outubro de 2002. Proferiu palestra sobre: “O Conceito de Beleza Através dos Tempos”, no auditório da H.Stern, no dia 26 de junho de 2003. Participação no II Encontro Nacional de Residentes da SBCP e XXII Jornada Carioca de Cirurgia Plástica Estética, organizados pela SBCP, na qualidade de palestrante com a conferência: “Cirurgia do Contorno Corporal”. Rio de Janeiro, Hotel Sofitel, 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2003. Participou como palestrante no Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz, com o tema: “A Importância Social da Cirurgia Plástica. Rio de Janeiro, Fundação Oswaldo Cruz – IOC, 05 de dezembro de 2003. Participação no III Curso de Avances em Cirugía Estética – Actualización en Liposucción y Abdominoplastia, organizado pela Clínica Mato Ansorena/ Clinica Laluz. Madrid, 19 e 20 de setembro de 2003.Conferência sobre “La Chirurgie esthetique du Wieillissement cutané” no Anti-Aging World Conference 2003 – The Conference Book. Paris, França, AAWC Technical Organization, 28 de fevereiro a 2 de março de 2003. Participação na Reunião Conjunta com a Academia Nacional de Medicina, Académie Nationale de Médicine e Academie Nationale de Chirurgie, apresentando o tema: “Chirurgie de la Silhouette”. Paris, Academie Nationale de Médicine, 23-25 de março de 2003. Participação no III Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, organizado pelo Dr. Carlos Uebel e Dr. Ewaldo Bolivar, na qualidade de conferencista com o tema: “Cirurgia do Envelhecimento” e Relator do Painel: “Cirurgia da Face: as novidades e o que mudou nos últimos cinco anos”. São Paulo, SP, Maksoud Plaza Hotel, 15 à 17 de março de 2002. Participou da XV Jornada Centro Oeste de Cirurgia Plástica, organizada pela SBCP-Regional ES, na qualidade de conferencista com o tema: “Cirurgia do Contorno Corporal”. Vitória, ES, Novotel Vitória, 21 a 23 de março de 2002. Participação no 14º. Encontro da AEXPI, organizado pela mesma. Na ocasião foi homenageado pelo Dr. Claudio Rebello. Rio de Janeiro, Hotel Sofitel do Rio Palace, 30 e 31 de julho de 2002. Participação na XXI Jornada Carioca de Cirurgia Plástica, realizada pela SBCP-Regional Rio, na qualidade de: Congressista; Palestrante da apresentação “Cirurgias ao Vivo – Hospital da Plástica” com a demonstração cirúrgica: “Mastoplastia – Técnica pessoal” e Conferencista com o tema: “Estágio atual da mastoplastia de redução”. Rio de Janeiro, RJ, Hotel Sofitel do Rio Palace, 01 a 03 de agosto de 2002. Participação no 10o. Congresso Científico Internacional de Estética, promovido pela Revista Les Nouvelles Esthétiques, na qualidade de conferencista com o tema: “O Corpo e o Tempo”. Na ocasião lhe foi conferido o “Diploma de Honra” por sua participação. Rio de Janeiro, Hotel Intercontinental, 01 a 04 de agosto de 2002. Participou da XXI Jornada de Cirurgia Plástica, organizada pela SBCP-Regional Rio, na qualidade de palestrante da: Conferência I:”Estágio atual da mastoplastia de redução”e Mesa Redonda I: “Debate sobres as demonstrações cirúrgicas”. Rio de Janeiro, RJ, Hotel Sofitel, 03 de agosto de 2002. Participou do IV Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica Videoendoscópica e XI Jornada Mineira de Cirurgia Plástica, organizados pela SBCP-Regional de Minas Gerais, na qualidade de Conferencista com o tema: “Aspectos filosóficos e cirúrgicos da cirurgia do envelhecimento facial”. Belo Horizonte, MG, Centro de Convenções Lifecenter, 12 a 14 de setembro de 2002. Participação no XXXIX Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica Curso Internacional Avançado, na qualidade de Co-autor do trabalho: Inclusão de implante mamário via transaréolomamilar apresentado na sessão: Tema livre 13: Próteses. Salvador, BA, Centro de Convenções, 20 a 23 de novembro de 2002. Participação na Jornada sobre Avanços em Medicina, organizado pela Federação Brasileira de Academias de Medicina e Academia Amazonense de Medicina, na qualidade de palestrante com o tema: “Avanços em Cirurgia Plástica”. Manaus, AM, Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade do Estado do Amazonas, 27 de junho de 2003. Participação no XII Congresso Médico Acadêmico da Unicamp, organizado pela Faculdade de Ciências Médicas Unicamp, na qualidade de conferencista com o tema: “A Importância Social da Cirurgia Plástica”. Campinas, SP, 6 a 8 de outubro de 2003. Participação no 40o Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica – Curso Internacional Avançado, organizado pela SBCP, na qualidade de congressista, co-autor dos trabalhos nas sessões de temas livres: STL 5 – Medicina Estética: “Cirurgia Plástica no paciente idoso – Experiência na 38a Enfermaria da Sta Casa de Misericórdia do RJ; STL 6 – Cirurgia Reparadora: “Doença de Von Recklinghausen – Abordagem cirúrgica no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy; SRL 7 – Lipoaspiração: “Torsoplastia em homens: aspectos psicossociais da cirurgia do contorno corporal masculino; STL 8 – Mama: “Avaliação da incisão transareolomamilar; STL 12 – Rinoplastia: “Abordagem cirúrgica do rinofima no Serviço do Prof. Ivo Pitanguy; STL 31 – Miscelânea: “Sistematização do tratamento do Nevus Piloso Gigante no Serv. De C.P. e Reparadora do Prof. Ivo Pitanguy; STL 34 – Redução de Mama: “Mamaplastia Redutora: correlação clínica, radiológica e histológica; STL 35 – MMS/MMI: “Condutas de rejuvenescimento do membro superior: indicação, técnica cirúrgica e resultados; e relator 1 da Mesa Redonda 16: Mama. Fortaleza, CE, Centro de Convenções, 22 de novembro de 2003. Participação no New Horizon in Cosmetic Surgery Symposium, organizado por PSEF e ASAPS, na qualidade de congressista. Indian Wells, Califórnia, 23 a 25 de janeiro de 2004. The Aesthetic Meeting 2003 – Revolutions in Cosmetic Surgery – Blending Beauty and Technology – Annual Meeting of ASAPS & ASERF – (36 th. Aniversary Meeting), como Professor do Teaching Course com os temas: “Personal Experience in the Treatment of Different Breast Deformities” e “Practical Adjuncts to your Facial Rejuvenation Practice”. Boston, MA, May, 15-21, 2003. 48th. Meeting and World Congress of the International Academy of Cosmetic Surgery at the Black Sea, organizado pela National Bulgarian Society for Aesthetic Surgery and Aesthetic Medicine, como convidado de Honra, conferencista com os temas: “Surgery in Facial Ageing” e “Corporal Contour”. Riviera, Varna, Bulgária, Jun. 6-9 de 2003. Participação no 18th Annual Surgery Symposium, organizado pelo Northside Hospital, Plastic Surgery Education Foundation and Southeastern Society of Plastic and Reconstructive Surgeons, na qualidade de observador da demonstração cirúrgica: “Correction of Aesthetic Breast Problems: A Thirty Year Experience”. Atlanta, Georgia, Grand Hyatt Hotel, 25 a 27 de janeiro de 2002. Participação no Aesthetic Meeting 2002 – ASPAS 35th Aniversary Meeting – Pursuit of Excellence and Precisions in Cosmetic Surgery, organizado pela ASAPS / ASERF, na qualidade de Teaching Course com o tema: “Surgical Correction of Different Breast Deformities”. Las Vegas, Nevada, USA, april 27- may 3, 2002. Participação no First International Congress of Romanian Academic Society of plastic and Reconstructive Microsurgery, organizado pela mesma, na qualidade de Guest of Honor. Bucharest, Romanian, 8-11 may, 2002. Participação no The XVI Congress of ISAPS, organizado pela mesma, na qualidade de Speakers com os temas: “Body Contouring and Lipoplasty” no dia 27/05 e “Correction of Aesthetic Breast Deformities” no dia 28/05. Turquia, Istambul, Istambul Lütfi Kirdar Convention and Exhibition Center (ICEC), 26 a 29 de maio de 2002. Participação no 19ème. Congrès International de la Société Française de Chirurgie Esthétique et Fédération Européenne des Sociétés Nationales de Chirurgie Esthétique, na qualidade de: Presidente de Honra e Lecture sobre os temas: “My Philosophy and Experience in Body Contouring” e “Facial Rejuvenation Surgery”. Paris, Hôtel Novotel Tour Eiffel, 03 de maio a 02 de junho de 2002. Participação no XIème. Congrès International CRON-OM 2002 – Esthétique Oro-facial: pour une convergence des concepts, na qualidade de Membro de Honra e conferencista. Marrakech, 02 de outubro de 2002.
Participação no Advances in Aesthetic Plastic Surgery: The Cutting Edga Symposium, organizado pelo Department of Plastic and Reconstructive Plastic Surgery - The Manhattan Eye, Ear and Throat Hospital, apresentando os temas: “Surgical Approach to the Aging Face in over 7500 cases”; “Surgical Correction of Bening Breast Deformities: a 30 years overview” e “My Experience with Body Contouring Surgery”. New York, Waldorf Astoria Hotel, 22 a 26 de outubro de 2002. Participação no The Aesthetic Meeting 2003 – Revolutions in Cosmetic Surgery – Blending Beauty and Technology, organizado pela ASAPS & ASERF, apresentando os temas: “Personal Experience in the Treatment of Different Breast Deformities e “Practical Adjuncts to Your Facial Rejuvenation Practice. Boston, MA, 15-21 de maio de 2003. Participação no 48th. Meeting and World Congress of International Academy of Cosmetic Surgery, organizado pela Bulgarian Accreditation Council for Continuous Medical Education, como convidado de honra e apresentando o tema: “Surgery in Facial Ageing.Varna, Bulgária, Black Sea Held at Riviera Holiday Club, 6-9 de junho de 2003. Quarto ocupante da Cadeira 22, eleito em 11.10.1990, na sucessão de Luís Viana Filho e recebido em 24.09.1991, pelo Acadêmico Carlos Chagas Filho. Sua Cadeira 22 na Academia Brasileira de Letras tem como PatronoJosé Bonifácio, Fundador Medeiros e Albuquerque, sendo também ocupada por Miguel Osório de Almeida, Luis Viana Filho e Ivo Pitanguy. Pouco analisado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


IVO RODRIGUES MONTEIRO, Goiano, da Capital, l955, escreveu, entre outros, "BERNARDO E A PRAGA DE MÃE", prefácio de Adalberto Monteiro, sem dados biográficos no livro. Funcionário Público Municipal e Estadual. Escritor, Poeta, Contista. Cronista, Ensaísta, Jornalista. Administrador, Pensador, Intelectual. Produtor Cultural, Ativista, Educador. Ficcionista, Conferencista, Orador. Pesquisador, Literato, Memorialista. Enaltecido nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação Goiana de Imprensa, da Associação Profissional dos Jornalistas de Goiás, além de outras instituições sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes textos de poesia e prosa. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IVONE OLIVEIRA SILVA, de Anápolis, Goiás, l967, escreveu, entre outros, "VERNISSAGE NA GALERIA D"ALMA"(Poemas), com prefácio de Valdemes Ribeiro de Menezes e observações de orelha de Helena Sebba Correia. Residente na cidade goiana de Inhumas, onde também exerce o ofício de Marchand, além de produzir literatura. Escritora, Poetisa, Pesquisadora. Professora, Ensaísta, Pensadora. Intelectual, Pintora, Produtora Cultural. Ativista, Memorialista, Oradora. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Literata, Cronista. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em diferentes antologias de poesia e prosa. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999.

IZEMAR FERNANDES TAVARES, de Recife, Pernambuco, 02.10.1948, escreveu, entre outros, VEREDA EM VERSOS(1992), SILÊNCIO NO CORAÇÃO(1994), EM NOME DO PERDÃO(1994), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras. Mudou-se para Brasília em 1969. É encontrada no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA, de Napoleão Valadares. Professora, Educadora, Ensaísta. Secretária, Vice-Diretora. Membro de diversas entidades, entre as quais, Academia Taguatinguense de Letras. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br





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