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Crônicas-->A outra Usina -- 14/09/2013 - 02:58 (Brazílio) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
Quem diria, nem tudo são flores frescas e perfumadas lá no

Petit Trianon, a nossa Academia Brasileira de Letras. Será por

que lá já não temos um Rosa, da boa prosa, João Guimarães,

com seus Riobaldos e Diadorins?

Mas ia eu correndo os olhos na ata de uma sessão daquela

augusta Casa, a de 24 de novembro de 2004 - confortável

e conformado que tava em meu canto de leitura predileto

- quando me deparo, em meio a acadêmicos encômios e

entrecômios com a questão da compra definitiva, ou renovação,

finitiva, do aluguel de uma escada de incêndio. Coisa de muitos

contos, milhares, e já não de réis. Reais, os tais.

Ao longo daquela sessão nada ficara definido sobre a sorte do

contrato da escada. Um dos acadêmicos protestou, contudo,

contrariamente à compra. E ata o ato registrou.

Enquanto vigente, o aluguel ia seguindo e, pago mensalmente

não parecia causar tamanho rombo nas finanças da Instituição

que, entre outras despesas correntes, tem que pagar os

sagrados jetons - e a conta do chá, além da folha dos setenta e

nove empregados permanentes que tem em registro. Mas esse

é tópico para outra sessão. E caliente, mas não incendiário.

O que fiz foi interromper a leitura - deliciosa por sinal. E puxar a

descarga, pois diferentemente de nossa Usina, leitura não se faz

sem boa urina.
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