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Ensaios-->Os Albuquerques de Angustura -- 02/07/2000 - 18:48 (Pedro Wilson Carrano Albuquerque) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
OS ALBUQUERQUES DE ANGUSTURA (1)


§ 1º

I - PEDRO DE BARROS DE ALBUQUERQUE. N. em Portugal por volta de 1630. Com ANA DA FONSECA (n. em Portugal, filha de Manoel Lucena de Carvalho e de Antônia da Fonseca Saraiva; neta paterna de Manoel Luís Lucena de Carvalho e de Catarina Saraiva, neta materna de Álvaro Lopes Saraiva de Aguilar e de Antônia de Lucena; bisneta de Gonçalo Luís Afonso de Carvalho e Beringela de Lucena, e de Francisco Lopes de Aguilar e Maior da Gama, trineta de Manoel Luís e Antônia Afonso de Aguiar, de Cristóvão de Matos Saraiva e Beringela de Lucena; e de Telo de Aguiar; tetraneta de Fernão de Matos Saraiva e Leonor Mendes) teve, pelo menos, o filho:
II (1) MANOEL DA AFONSECA (ou MANOEL DA FONSECA), que segue no § 2º.

§ 2º

II - MANOEL DA AFONSECA. N. por volta de 1655. Casou com ANA DE ALBUQUERQUE (n. em torno de 1655; filha de Antônio Lopes e de Cecília de Albuquerque). Pais de:
III (1) ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 3º.

§ 3º

III - ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. N. por volta de 1695. Casou-se com MARCELINA FERREIRA. Pais de:
IV (1) PEDRO ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 4º.

§ 4º

IV - PEDRO ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE (2). N. na Freguesia de Granjal (orago: Nossa Senhora das Candeias), Concelho de Sernancelhe, Distrito de Viseu, Portugal, em 1736. Casou com ANGÉLICA MARIA DE FIGUEIREDO (nascida na Freguesia de Santos Evos, Orago de Santo Isidoro, Concelho e Distrito de Viseu, Portugal; filha de Inácio Lopes e de Bernarda Maria de Figueiredo). Pais, pelo menos, de:
V (1) - JOSÉ ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 5º.

§ 5º

V - JOSÉ ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. N. em 4-JAN-1764 na Rua dos Loureiros, em Viseu Oriental, Viseu, Portugal, onde residia (na Rua do Arco) em novembro de 1824. No Arquivo Nacional do Rio de Janeiro é mencionado o casamento de um José Antônio de Albuquerque, no Rio de Janeiro, em 1832, não tendo sido possível saber se este cidadão era o homônimo de que trata este item. Casou na Freguesia da Sé, em Viseu, a 4-MAI-1807, com TOMÁSIA INOCÊNCIA DA NATIVIDADE, ou MARIA TOMÁSIA INOCÊNCIA DA NATIVIDADE (nascida em Viseu Oriental, Viseu, Portugal; filha de Jerônimo José e de Inocência Leonor). Pais, entre outros, de:
VI(1) - JOSÉ ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 3º.
VI(2) - MARIA DA NATIVIDADE.

§ 6º

VI - JOSÉ ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. N. em 15-NOV-1824 na Rua do Arco, na Freguesia de Viseu Oriental (orago: Nossa Senhora da Assunção), Concelho e Distrito de Viseu, Portugal, tendo sido batizado na Igreja da Misericórdia, na mesma localidade, em 24-NOV-1824 (3). Talvez se trate do mesmo José de Albuquerque, nascido em Viseu, que chegou ao Brasil em DEZ-1850, na Galera Flor do Porto, com 25 anos de idade, e trabalhava, em 1852, como caixeiro de uma taberna na Rua dos Ferradores, nº 260, no Rio de Janeiro (RJ); ele era claro e tinha, então, estatura ordinária, cabelos pretos, olhos pardos, nariz fino, boca regular, rosto comprido e pouca barba (4). Casou por volta de 1858 com Patrocínia Maria da Conceição, não tendo o autor encontrado o registro do matrimônio em Angustura (MG) e nas redondezas desse Distrito. Quando sua filha Maria de Albuquerque nasceu, em 22-FEV-1860, em Angustura, José Antônio já estava residindo naquela localidade, onde se estabeleceu como comerciante e permaneceu até o seu falecimento. Era muito bem conceituado, constando sua assinatura de muitas páginas dos livros do Cartório local, como testemunha de nascimentos, casamentos e óbitos. Chegou a auxiliar o genro Joaquim Manoel Pereira (casado com Emília Patrocínia Albuquerque) em suas funções de Tabelião do Cartório de Paz e Registro Civil de Angustura. Os Almanaques Administrativos, Mercantis e Industriais do Rio de Janeiro (Almanaques Laemmert) de 1864 e 1865 e o Almanaque Civil e Administrativo da Província de Minas, de 1864, o incluem na relação de proprietários e negociantes de Angustura. Em 10-SET-1870 foi designado pelo Juiz Municipal de Órfãos de Leopoldina (MG) responsável pela tutela dos órfãos herdeiros do finado Padre Vicente Ferreira Monteiro de Castro, seu sogro, tendo conseguido ser dispensado de tal encargo sob a alegação de que os filhos e o estabelecimento comercial de que cuidava não lhe davam tempo para o exercício das funções que lhe estavam sendo atribuídas (5). Seu nome consta da relação de negociantes da Freguesia de Madre de Deus de Angustura, 4º Distrito de São José de Além Paraíba, Ano de 1885, como possuidor de casas de aluguel e de engenho de café e alambique. Na relação dos contribuintes da Freguesia de Madre de Deus de Angustura do ano de 1890, é citado como possuidor de botequim, com bilhar e venda de aguardente. O autor recebeu de antiga moradora de Angustura (Wanda Faria Cerqueira, trineta, como o autor, de Francisco de Faria Salgado) cópia das páginas de um caderno onde estão registradas as compras de José Antônio de Albuquerque em casa comercial da localidade, no período de maio de 1887 a janeiro de 1888 (6). Em 1890, era eleitor de Angustura, conforme registrado em livro próprio guardado no Cartório de Paz e do Registro Civil do Distrito (7). Um seu retrato dessa época revela um homem forte, com uma barba branca de cerca de quatro centímetros e olhar cheio de energia. No registro de seu óbito feito no Cartório de Paz e Registro Civil de Angustura consta que era português naturalizado brasileiro, mas a Divisão de Nacionalidade e Naturalização do Ministério da Justiça, em documento emitido em 1-FEV-1990, informou ao autor que nas buscas procedidas nos setores competentes da Secretaria de Estado não foi localizado processo ou registro relativos à sua naturalização, que deve ter ocorrido perante câmara de vereadores ou juiz de paz da localidade onde residia, como permitia o Decreto nº 808-A, de 23-JUN-1855, ou diante de presidente de província, como admitia o Decreto nº 1950, de 12-JUL-1871, ou, o que é mais provável, na forma prevista no Decreto nº 58-A, de 14-DEZ-1889 (8). Fal. às 10 horas e 10 minutos do dia 1-MAR-1897, com 73 anos de idade, em sua residência no Distrito de Angustura, Município de Além Paraíba (MG), em cujo cemitério foi sepultado (9). Casou, como já informado, com PATROCÍNIA MARIA DA CONCEIÇÃO, nascida em torno de 1844, provavelmente em Angustura, Município de Além Paraíba (MG) e falecida em Recreio (MG) às 4 horas da madrugada do dia 9-FEV-1917 (10), filha do Padre Vicente Ferreira Monteiro de Castro e de Cândida Maria da Conceição. O autor não conseguiu localizar o registro do batismo de Patrocínia em Angustura ou em sua redondeza (11). Filhos:
VII (1) MARIA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 7º.
VII (2) EMÍLIA PATROCÍNIA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 47.
VII (3) JOSÉ AFONSO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 48.
VII (4) AFRA DE ALBUQUERQUE. Nasceu em 3-MAI-1865 em Angustura, Além Paraíba (MB), onde faleceu por volta de 1867.
VII (5) GALDINO ANTÔNIO DE ALBUQUEQUE, que segue no § 86.
VII (6) FRANKLIN DE ALBUQUERQUE, que segue no § 109.
VII (7) LAURINDA CÂNDIDA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 184.
VII (8) GUILHERMINA PATROCÍNIA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 185.
VII (9) SÉRGIO AMÉRICO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 186.
VII (10) LAURA DE ALBUQUERQUE. N. em 25-JUL-1873 em Angustura, Além Paraíba (MG). Casou no Estado de Minas Gerais com LINDOLFO TORRES.
VII (11) ALÍPIO DE ALBUQUERQUE. N. em Angustura, Além Paraíba (MG) em 23-JUL-1875. Faleceu em Eugenópolis (MG).
VII (12) LEONISA DE ALBUQUERQUE. N. em 19-DEZ-1876 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde faleceu.
VII (13) ANTÔNIO JOSÉ DE ALBUQUERQUE. N. em 12-DEZ-1878 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde casou em 13-OUT-1900 com JUDITE ALZIRA DE PAIVA E SILVA, filha de Francisco Caetano da Silva.
VII (14) MILITINO ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. N. em 13-jun-1880 em Angustura, Além Paraíba (MG). Fal. em 2-OUT-1956 em Recreio (MG), onde casou, em 1-SET-1923, com LUÍSA MEIRELES, falecida em Ubá (MG) em 1988.
VII (15) GEORGINA DE ALBUQUERQUE. N. em 14-MAI-1882 em Angustura, Além Paraíba (MG). Fal. após 1916 em Guarará (MG). Casou com MANOEL ..... .
VII (16) MANOEL DE ALBUQUERQUE. N. por volta de 1891 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde faleceu antes de 1898.

§ 7º

VII - MARIA DE ALBUQUERQUE. N. em 22-FEV-1860 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde casou, por volta de 1877, com CAPDEVILLE BAPTISTA, alfaiate, nascido em Toulouse, na França, em torno de 1858. O esposo chegou a hospedar em Leopoldina (MG) o estudante Milton Soares Campos, parente de sua esposa, que posteriormente viria a ser Governador do Estado de Minas Gerais. O autor descobriu, pela INTERNET, um artigo de Oswaldo Nobre, de 2-FEV-2002, onde é registrado: "... o primeiro francês a chegar em Leopoldina foi o vendedor ambulante Antoine Aubin Levasseur, que morou num prédio da praça Melo Viana e em seguida chegava o alfaiate Capdeville Baptista, que acabou sendo "adotado" pelos estudantes e pelos homens elegantes. Capdeville jamais negou crédito, principalmente aos formandos. Inúmeros ex-alunos do Ginásio Leopoldinense retornaram a Leopoldina para pagar a confecção do tempo de formatura. Entre eles, o ex-governador mineiro Milton Campos". O autor possui uma certidão de venda de uma escrava por Capdeville, datada de 6-DEZ-1989, obtida em Angustura (12). Pais de:
VIII (1) SEBASTIÃO CAPDEVILLE, que segue no § 8º.
VIII (2) SOFIA CAPDEVILLE, que segue no § 9º.
VIII (3) PEDRO CAPDEVILLE, que segue no § 12.
VIII (4) WILSON CAPDEVILLE, que segue no § 26.
VIII (5) OTO CAPDEVILLE. Casou com IRENE FAJARDO, filha de Otoniel Fajardo de Gusmão e de Dorvina Fajardo.
VIII (6) NESTOR CAPDEVILLE, que segue no § 27.
VIII (7) DULCE CAPDEVILLE. Fal. em Leopoldina (MG) em 1914.
VIII (8) AUGUSTA CAPDEVILLE. N. em 2-OUT-1880 em Angustura, Além Paraíba (MG).
VIII (9) ALZIRA CAPDEVILLE. N. em 20-NOV-1883 em Angustura, Além Paraíba (MG). Casou com MANOEL TEIXEIRA.
VIII (10) USISSES CAPDEVILLE. Nasceu em Angustura, Além Paraíba (MG) em 6-MAR-1885.
VIII (11) RITA CAPDEVILLE, que segue no § 36.
VIII (12) CINIRA CAPDEVILLE, casada com LUÍS EUGÊNIO BOTELHO, autor do livro "Leopoldina de Outrora".

§ 8º

VIII - SEBASTIÃO CAPDEVILLE. Pai, pelo menos, de:
IX (1) WEBSTER CAPDEVILLE.

§ 9º

VIII - SOFIA CAPDEVILLE. Casou com JOÃO DO CARMO RIBEIRO. Pais, pelo menos, de:
IX (1) LUÍS CAPDEVILLE RIBEIRO, que segue no § 10.

§ 10

IX - LUÍS CAPDEVILLE RIBEIRO. N. em 20-DEZ-1913 em Leopoldina (MG). Casou em Recreio (MG) em 29-ABR-1949 com ALINE REIFF GUIMARÃES, nascida em Recreio (MG) em 26-MAI-1913 e falecida em Leopoldina (MG), filha de José Batista Teixeira Guimarães e de Maria Bernardina Reiff. Pais de:
X (1) LUÍS JOSÉ GUIMARÃES RIBEIRO. N. em Recreio (MG) em 26-FEV-1950.
X (2) MARIA ALINE GUIMARÃES RIBEIRO. N. em Recreio (MG) em 11-MAI-1951.
X (3) MARIA CLARA GUIMARÃES RIBEIRO, que segue no § 11.
X (4) PEDRO CÉSAR GUIMARÃES RIBEIRO. N. em 31-AGO-1954 em Recreio (MG). Casou em Leopoldina (MG) em 10-JAN-1987 com MARIA APARECIDA FAJARDO FONSECA, nascida em 28-AGO-1948 em Tebas, Leopoldina (MG), filha de Sebastião Antunes Fonseca e Ivone Fajardo Fonseca (nome de casada).

§ 11

X - MARIA CLARA GUIMARÃES RIBEIRO. N. em 18-NOV-1952 em Recreio (MG). Casou com SERAFIM FERNANDES DE BRITO DANTAS, nascido em Portugal. Pais de:
XI (1) DANIELE RIBEIRO DE BRITO DANTAS.
XI (2) DANIEL RIBEIRO DE BRITO DANTAS.
XI (3) DANILE DE FÁTIMA RIBEIRO DE BRITO DANTAS.

§ 12

VIII - PEDRO CAPDEVILLE. Filho de Maria de Albuquerque (§ 7º). Casou com ALMERINA FARIA. Pais de:
IX (1) SÉRGIO PAULO CAPDEVILLE, que segue no § 13.
IX (2) CAPDEVILLE BAPTISTA, que segue no § 16.
IX (3) SÔNIA CAPDEVILLE, que segue no § 19.
IX (4) IEDA CAPDEVILLE, que segue no § 21.
IX (5) HELENA CAPDEVILLE, que segue no § 23.
IX (6) IVAN CAPDEVILLE, que segue no § 24.
IX (7) EUGÊNIA CRISTINA CAPDEVILLE, que segue no § 25.

§ 13

IX - SÉRGIO PAULO CAPDEVILLE. Foi alto funcionário do Banco do Brasil. Faleceu em Brasília (DF), Casou com MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, nascida em Araçaí (MG), filha de João Gomes Tavares e de Carmelita Gabriela Tavares (nome de casada). Pais de:
X (1) SÉRGIO PAULO CAPDEVILLE. Falecido em Brasília (DF) em 1980.
X (2) MARIA LETÍCIA TAVARES CAPDEVILLE, que segue no § 14.
X (3) PATRÍCIA CAPDEVILLE, que segue no § 13-A.
X (4) RODRIGO OTÁVIO CAPDEVILLE.
X (5) IARA TAVARES CAPDEVILLE, que segue no § 15.

§ 13-A.

X - PATRÍCIA CAPDEVILLE (nome de casada: PATRÍCIA CAPDEVILLE PEREIRA). Casou com PAULO DE TARSO VERAS PEREIRA, COM QUEM TEVE A FILHA:
XI (1) GABRIELA CAPDEVILLE PEREIRA. N. em Brasília (DF) em 26-MAR-1994.

§ 14

X - MARIA LETÍCIA TAVARES CAPDEVILLE. Casou com LUIZ HUMBERTO CABALLERO, nascido em Buenos Aires, Argentina. Pais de:
XI (1) DANIELE TAVARES CABALLERO.
XI (2) TATIANE TAVARES CABALLERO. N. antes de 1974, ano em que faleceu em Niterói (RJ).
XI (3) TATIANE TAVARES CABALLERO. N. após 1974.

§ 15

X - IARA TAVARES CAPDEVILLE. Casou com LUÍS OTÁVIO SOBREIRA. Pais de:
XI (1) JULIANA TAVARES CAPDEVILLE SOBREIRA.
XI (2) RENATA CAPDEVILLE SOBREIRA.
XI (3) TIAGO CAPDEVILLE SOBREIRA.

§ 16

XI - CAPDEVILLE BAPTISTA. Filho de Pedro Capdeville (§ 12). Casou com NELSINA ROCHA. Pais de:
XII (1) PEDRO CAPDEVILLE, que segue no § 17.
XII (2) DIANA ROCHA CAPDEVILLE, que segue no § 18.
XII (3) CAPDEVILLE BAPTISTA JÚNIOR. Casou em primeiras núpcias com MARINA CAPDEVILLE (nome de casada). Em segundas núpcias casou-se com Marisa Turcati (nome de casada: Marisa Turcati Capdeville).

§ 17

XII - PEDRO CAPDEVILLE. Casou com PAULA TIEPO. Pais de:
XIII (1) MARIA PIA TIEPO CAPDEVILLE.

§ 18

XII - DIANA ROCHA CAPDEVILLE. Casou com FLÁVIO ..... . Pais de:
XIII (1) MARCELO CAPDEVILLE ..... .

§ 19

IX - SÔNIA CAPDEVILLE. Filha de Pedro Capdeville (§ 12). Casou com GÉRSON PAULO DE ABREU. Pais de:
X (1) MARIA CLARA DE ABREU, que segue no § 20.
X (2) SÔNIA MARIA CAPDEVILLE DE ABREU.
X (3) GÉRSON PAULO DE ABREU.

§ 20

X - MARIA CLARA DE ABREU. Casou com LADISLAU ..... . Pais de:
XI (1) RONALDO ABREU ..... .
XI (2) RAQUEL ABREU ..... .

§ 21

IX - IEDA CAPDEVILLE. Filha de Pedro Capdeville (§ 12). Casou com OSVALDO RAMOS. Pais de:
X (1) EDNA LÚCIA CAPDEVILLE RAMOS.
X (2) OSVALDO RAMOS.
X (3) IEDA MARIA CAPDEVILLE RAMOS, que segue no § 22.
X (4) NELSINA CAPDEVILLE RAMOS.

§ 22

X - IEDA MARIA CAPDEVILLE RAMOS. Casou com ISAÍAS AGUIAR. Pais de:
XI (1) LUÍS FERNANDO RAMOS AGUIAR.
XI (2) PEDRO HENRIQUE RAMOS AGUIAR.

§ 23

IX - HELENA CAPDEVILLE. Casou com WILSON HATTAR BECHEFENI. Pais de:
X (1) WILSON HATTAR BECHEFENI.
X (2) ELIANA CAPDEVILLE BECHEFENI.
X (3) DANIEL CAPDEVILLE BECHEFENI.

§ 24

IX - IVAN CAPDEVILLE. Casou com TERESA DE MARIA SILVA. pais de:
X (1) RITA DE CÁSSIA SILVA CAPDEVILLE.
X (2) IVAN CAPDEVILLE.
X (3) HENRIQUE SILVA CAPDEVILLE.
X (4) LUCIANA SILVA CAPDEVILLE.
X (5) FREDERICO SILVA CAPDEVILLE.

§ 25

IX - EUGÊNIA CRISTINA CAPDEVILLE. Casou com GERALDO GERALDINO MEIRA. Pais de:
X (1) FABIANO CAPDEVILLE MEIRA.
X (2) EDUARDO CAPDEVILLE MEIRA.

§ 26

VIII - WILSON CAPDEVILLE. Filho de Maria de Albuquerque (§ 7º). Faleceu em Três Lagoas (MS). Filhos:
IX (1) JOAQUIM WILSON CAPDEVILLE. Faleceu no Rio de Janeiro (RJ).
IX (2) MARIA ENI CAPDEVILLE.

§ 27

VIII - NESTOR CAPDEVILLE. Foi personalidade de destaque na sociedade de Leopoldina (MG), onde foi Diretor de Redação da "Gazeta de Leopoldina". Fal. em Leopoldina (MG). Casou com LUÍSA HERMÍNIA BOTELHO. Pais de:
IX (1) ESTER BOTELHO CAPDEVILLE, que segue no § 28.
IX (2) DINÁ BOTELHO CAPDEVILLE.
IX (3) ELZA BOTELHO CAPDEVILLE.
IX (4) PAULO BOTELHO CAPDEVILLE.
IX (5) CELSO BOTELHO CAPDEVILLE, que segue no § 31.
IX (6) TEÓFILO CAPDEVILLE, que segue no § 34.

§ 28

IX - ESTER BOTELHO CAPDEVILLE (nome de casada: ESTER CAPDEVILLE WERNECK). Casou com WALDEMAR WERNECK, com quem teve a filha:
X (1) NANCY CAPDEVILLE WERNECK, que segue no § 29.
X (2) NESTOR EDUARDO CAPDEVILLE WERNECK, que segue no § 30.

§ 29

X - NANCY CAPDEVILLE WERNECK. N. em Leopoldina (MG) em 10-MAR-1947. Casou-se em primeiras núpcias com SÉRGIO DENIS GOMES DA PAIXÃO e em segundas núpcias com PLAUTO ADROALDO DOS SANTOS FACIN. Filhos:
- Do primeiro casamento:
XI (1) LÍGIA CAPDEVILLE DA PAIXÃO. N. no Rio de Janeiro (RJ) em 10-JUN-1978.
- Do segundo casamento:
XI (2) RENAN CAPDEVILLE FACIN. N. no Rio de Janeiro (RJ) em 12-ABR-1984.

§ 30

X - NESTOR EDUARDO CAPDEVILLE WERNECK. N. em Leopoldina (MG) em 10-SET-1948. Casou-se com ELIZABETH FAOUR (nome de casada: ELIZABETH FAOUR CAPDEVILLE WERNECK). Filhos:
XI (1) FREDERICO FAOUR CAPDEVILLE WERNECK. N. no Rio de Janeiro (RJ) em 20-OUT-1979.
XI (2) LEONARDO FAOUR CAPDEVILLE WERNECK. N. no Rio de Janeiro (RJ) em 09-NOV-1981.

§ 31

IX - CELSO BOTELHO CAPDEVILLE. N. em 25-ABR-1921 em Leopoldina (MG). Casou no Rio de Janeiro (RJ), em 14-NOV-1947, com ELZA GUIMARÃES ANTUNES, nascida em 16-OUT-1927 no Rio de Janeiro (RJ), filha de Antônio Bento Antunes e de Djanira Reiff Guimarães. Pais de:
X (1) LUÍSA HERMÍNIA GUIMARÃES CAPDEVILLE, que segue no § 32.
X (2) ÂNGELA GUIMARÃES CAPDEVILLE, que segue no § 33.

§ 32

X - LUÍSA HERMÍNIA GUIMARÃES CAPDEVILLE. N. em 1-JUN-1948 no Rio de Janeiro (RJ), onde casou, em 3-SET-1971, com CARLOS RODOLFO DA SILVA NOGUEIRA, nascida em 18-JAN-1948 no Rio de Janeiro (RJ), filho de Anardino Nogueira e de Aparecida da Silva. Pais de:
XI (1) CARLA CAPDEVILLE NOGUEIRA. N. em 6-SET-1972 em Nova Iguaçu (RJ).

§ 33

X - ÂNGELA GUIMARÃES CAPDEVILLE. N. em 6-SET-1949 no Rio de Janeiro (RJ), onde casou em 5-JUL-1968 com PAULO ROBERTO LOPES DE SÃO TIAGO, nascido em 12-ABR-1946 no Rio de Janeiro (RJ), filho de Lauro Franco de São Tiago e de Maria de Paula Lopes. Pais de:
XI (1) RÔMULO CAPDEVILLE DE SÃO TIAGO. N. em 30-DEZ-1968 no Rio de Janeiro (RJ).
XI (2) CRISTIANA CAPDEVILLE DE SÃO TIAGO. N. em 1-FEV-1973 no Rio de Janeiro (RJ).

§ 34

IX - TEÓFILO BOTELHO CAPDEVILLE. Filho de Nestor Capdeville (§ 27). Casou-se com JÚLIA MACHADO (nome de casada: JÚLIA MACHADO CAPDEVILLE). Pais de:
X (1) - GUY CAPDEVILLE. N. por volta de 1936. Foi Reitor da Universidade Católica do Distrito Federal. Fal. em Brasília (DF) em 5-AGO-2004.
X (2) - RUI CAPDEVILLE.
X (3) - LUIZA HERMÍNIA CAPDEVILLE (nome de casada: LUIZA HERMÍNIA CAPDEVILLE, que segue no § 35.

§ 35

X - LUIZA HERMÍNIA CAPDEVILLE (nome de casada: LUIZA HERMÍNIA CAPDEVILLE BREYER). Casou-se com FERNANDO DA COSTA BREYER.

§ 36

VIII - RITA CAPDEVILLE. Filha de Maria de Albuquerque (§ 7º). N. em 9-SET-1897 em Cataguases (MG). Fal. em Leopoldina (MG), onde casou em 20-NOV-1917 com seu primo JARBAS ALBUQUERQUE (§ 111), alfaiate, nascido em 29-ago-1897 em Volta Grande (MG), filho de Franklin de Albuquerque e de Maria Cândida de Faria. Pais de:
IX (1) ALAN CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE, que segue no § 37.
IX (2) WILLIAM CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE (CHICO). N. em Leopoldina (MG). Fal. em Carangola (MG).
IX (3) WYNDHAM CAPDEVILLE ALBUQUERQUE (CLAYTON). N. em torno de 1921 em Leopoldina (MG), onde faleceu em 5-FEV-1991.
IX (4) SEBASTIÃO CAPDEVILLE ALBUQUERQUE, que segue no § 46.
IX (5) MARIA CÂNDIDA ALBUQUERQUE. Enfermeira. Foi a madrinha de consagração do autor deste ensaio.

§ 37

IX - ALAN CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE. N. em 31-AGO-1918 em Leopoldina (MG), onde casou com MARGARIDA MARIA NOGUEIRA MENDONÇA, também nascida em Leopoldina (MG). Pais de:
X (1) LÍDIO MENDONÇA ALBUQUEQUE, que segue no § 38.
X (2) LÚCIO RICARDO MENDONÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 39.
X (3) LÍLIAN MENDONÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 43.
X (4) TÂNIA MARIA CAPDEVILLE ALBUQUERQUE, que segue no § 45.

§ 38

X - LÍDIO MENDONÇA ALBUQUERQUE. Coronel-Aviador. Casou com ALTINA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
XI (1) MARCELO ALBUQUERQUE.
XI (2) MÁRCIO ALBUQUERQUE.
XI (3) CRISTIANE ALBUQUERQUE. Casou com ALEXANDRE ..... .

§ 39

X - LÚCIO RICARDO MENDONÇA ALBUQUERQUE. Casou com MARIA HELENA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
XI (1) DANIELE ALBUQUERQUE, que segue no § 40.
XI (2) MICHELE ALBUQUERQUE, que segue no § 41.
XI (3) MARCELE ALBUQUERQUE, que segue no § 42.

§ 40

XI - DANIELE ALBUQUERQUE. Casou com MÁRCIO MAGALHÃES. Pais de:
XII (1) CAMILA ALBUQUERQUE MAGALHÃES.
XII (2) RODRIGO CAPDEVILLE MAGALHÃES.

§ 41

XI - MICHELE ALBUQUERQUE. Filhos:
XII (1) LUÍS HENRIQUE ALBUQUERQUE ..... .
XII (2) PEDRO HENRIQUE ALBUQUERQUE ..... .
XII (3) MARIA LETÍCIA ALBUQUERQUE ..... .

§ 42

XI - MARCELE ALBUQUERQUE. Filhos:
XII (1) BRUNA ALBUQUERQUE ..... .
XII (2) MARIANA ALBUQUERQUE ..... .
XII (3) ÍGOR ALBUQUERQUE ..... .

§ 43

X - LÍLIAN ALBUQUERQUE. Filha de Alan Capdeville de Albuquerque (§ 37). Casou com DERNEVAL DE OLIVEIRA. Pais de:
XI (1) PAULA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA, que segue no § 44.
XI (2) CARLA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA.
XI (3) LILIANE ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA.

§ 44

XI - PAULA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA. Casou com MANOEL JOSÉ MIGUEL, nascido na África. Pais de:
XII (1) RAFAEL ALBUQUERQUE MIGUEL.

§ 45

X - TÂNIA MARIA CAPDEVILLE ALBUQUERQUE. Com VICENTE GOMES FERREIRA teve o seguinte filho:
XI (1) JOÃO HENRIQUE CAPDEVILLE GOMES FERREIRA.

§ 46

IX - SEBASTIÃO CAPDEVILLE ALBUQUERQUE. Filho de Rita Capdeville (§ 36). N. em Leopoldina (MG). Fal. no Rio de Janeiro (RJ). Casou com APARECIDA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
X (1) MÁRCIO ALBUQUERQUE.

§ 47

VII - EMÍLIA PATROCÍNIA DE ALBUQUERQUE. Filha de José Antônio de Albuquerque (§ 6º). N. em 8-ABR-1862 em Angustura, Além Paraíba (MG). Faleceu antes de OUT-1934 em Além Paraíba (MG). Casou em Angustura com JOAQUIM MANOEL PEREIRA, nascido por volta de 1857 em Angustura e falecido em 24-OUT-1934 em Nova Iguaçu (RJ), filho de Manoel Joaquim Pereira e de Maria Joaquina Pereira (nome de casada). Pais de:
VIII (1) JOAQUIM MANOEL PEREIRA.

§ 48

VII - JOSÉ AFONSO DE ALBUQUERQUE. N. em Angustura, Município de Além Paraíba (MG), em 6-JUN-1863, tendo falecido em Leopoldina (MG) em 16-NOV-1936. Casou em primeiras núpcias, por volta de 1885, com MARIA TERESA DE ALBUQUERQUE (nome de casada), nascida em torno de 1870 em Leopoldina (MG) e fal. em 12-JAN-1908 em Abaíba, Município de Leopoldina (MG), com FLORIPES CABRAL, nascida em 12-AGO-1876 em Leopoldina (MG), onde faleceu em 12-AGO-1948, filha de Antônio Augusto de Aquino Cabral e de Maria Antunes. Sobre José Afonso, vale registrar o seguinte depoimento de sua filha Arlete:
"O Capitão José Afonso de Albuquerque, meu pai, de saudosa memória, era descendente de português. Falecendo aos 72 anos de idade em 1936, em Leopoldina (MG), deixou numerosa família, 12 filhos do primeiro casamento, com Maria Teresa, e 9 do segundo com Floripes Cabral. Como herança deixou aos seus 21 filhos e muitos netos belos exemplos de amor ao trabalho, à dignidade e ao cumprimento do dever. Era um homem inteligente, íntegro, honesto, pontual, zeloso e enérgico nas suas atitudes e ponderado nas suas decisões. Era conselheiro e amigo. Devido aos seus grandes predicados era querido por todos os parentes e amigos. Sempre lutou pela vida com certas dificuldades, mas não esmorecia, indo sempre avante. Era cabo eleitoral, trabalhando com afinco na política com seus correligionários, principalmente com a Família Junqueira, com a qual era muito credenciado. Passou por diversos dissabores políticos e até perigos, com os adversários. Ocupou cargos de confiança, foi Juiz de Paz e até substituiu o Juiz de Direito em caso de emergência. Devido à sua eficiência e atuação em todas as funções que lhe eram atribuídas, chegou a receber o título de "Capitão". Era minucioso nas suas escritas. Foi administrador da Fazenda Canadá, em Santa Isabel, no Município de Leopoldina, e atuou muito bem. Era sitiante progressista, possuindo um sítio muito bom, nas imediações de Cataguases, com o nome de Bom Retiro. Era ótimo pescador e caçador e gostava de contar suas façanhas de caçadas. Gostava de festas juninas e fazia em casa este movimento com muita alegria. Gostava de bom vinho e de bom queijo, principalmente o queijo do reino. Apreciava música. Tinha uma ocarina e nela tocava com desempenho diversas músicas, principalmente sua preferida "Senhor Manoel Joaquim", uma alegre toada-baião, a qual me desperta muitas saudades, quando a executo na flauta ou no acordeom. Caprichoso na organização e manutenção de uma horta, com as mais variadas verduras e legumes. Participou ativamente na organização da 1ª Exposição Agropecuária de Leopoldina, quando era funcionário público. Foi Fiscal da cidade e agia com muita justiça. Ocupou o cargo de Bibliotecário da Biblioteca Pública, conseguindo manter a ordem na organização e freqüência dos leitores. Primava pela pontualidade em seus trabalhos. Foi Contínuo da Prefeitura e muito considerado pelo Prefeito da época - Dr. Carlos Coimbra da Luz. Uma passagem indelével ocorrida nessa ocasião:
- Albuquerque - disse o Sr. Prefeito -, sua filha Arlete se sair bem no Curso Primário vou arranjar uma bolsa de estudos para ela, podendo assim continuar os estudos.
No final do ano letivo, quando apresentei ao meu pai o meu diploma com aprovação e distinção - 10 (dez) -, ele muito se alegrou, levando-o logo ao Dr. Luz, que cumpriu imediatamente o prometido. Fui matriculada no Colégio Imaculada , onde fiz o meu curso normal, tendo sido bem sucedida, graças a Deus, provando assim a minha gratidão à grandeza do benefício que me fizeram na hora exata. Hoje, tendo já exercido minha profissão por mais de 25 anos aqui em Argirita, estou aposentada, recebendo o meu devido salário e os benefícios do IPSEMG, graças ao interesse e interferência do meu pai. Ao casar-se em segundas núpcias, já estavam todos os seus filhos casados e por conta própria. Eu era estudante quando meu pai faleceu. Convivi com ele apenas 17 anos, quem me dera que fosse mais. Sua falta é lamentada até hoje, com indelével saudade. Muito me orgulho de ter tido um pai assim tão autêntico, tão legal e tão inteligente".
Arlete de Albuquerque assim conta como os seus pais se conheceram:
"Floripes, minha mãe de saudosa memória, nasceu no Município de Leopoldina, numa fazenda de propriedade de seu pai. Um fato digno de menção: em certa ocasião surgiu uma festa religiosa na cidade vizinha e todas as famílias daquela redondeza iam comparecer, levando todos os seus componentes. As mulheres de chapéu e saia balão montavam discretamente de cilhão, pois o cortejo seria à cavalo, todos viajando juntos. E a proposta foi combinada, que cada homem se encarregasse de conduzir uma criança. Tudo na mais perfeita ordem, respeito e alegria, chegou a hora da partida e todos já estavam reunidos no imenso mangueiral sombrio, fresquinho e varrido com capricho, ao lado do casarão. As crianças já se acomodavam na garupa dos cavalos ajudadas cuidadosamente pelos seus guias. A José Afonso, aquele português chefe de família numerosa, coube a incumbência de conduzir a Floripes, uma bela menina de seus 7 ou 8 anos ... E o tempo passou ... Anos depois, José Afonso, um respeitável viúvo, estava à procura de uma nova companheira, agradando então de Floripes, que nessas alturas já era uma bonita moça, a pupila de seus pais. Por diversas vezes ele fora em sua casa, mas o pai não consentia que as filhas fossem na sala cumprimentar as visitas. Mas ..., pelo buraco da fechadura, ela manjou tudo, compreendendo as boas intenções dele e a negligência do pai. Ela deu o seu jeitinho e conseguiu que tudo se resolvesse em paz, a seu "bel prazer". Oh! Como o mundo dá voltas. Quem diria ? Casou-se e foi mãe de 9 filhos. Ficou casada 26 anos. Faleceu 12 anos depois de meu pai, isto é, em 12.8.48, com 62 anos. Foi uma mãe extremosa, esposa amiga e boa dona de casa. Ensinava com seus exemplos e seus conselhos. Sabia orientar com muita prudência e eram felizes os que a ouviam. Arranjava hora para tudo. Muito habilidosa. Seus trabalhos manuais eram muito apreciados. Fazia todos os serviços da casa, atendia a todos que trabalhavam fora, nada lhes deixando faltar. Calma, paciente, solícita, tolerante e amiga, era uma figura serena, irradiando paz a todos com quem convivia. Tinha sempre uma palavra amiga na hora certa. Me incentivou bastante nos meus estudos. Sua morte é lamentada até hoje, pois deixou-nos todos imersos na mais profunda saudade. Foi mãe extremosa que soube conduzir os filhos, ensinando-lhes o caminho da instrução, da verdade e do amor ao próximo. À minha mãe, minha maior amiga, sempre dediquei o meu mais ardente amor filial, por tudo que ela era, pelo muito que me ensinou e me protegeu".
José Afonso teve, com as duas esposas, 22 filhos, como segue:
- Filhos oriundos do 1º casamento:
VIII (1) ARNALDO DE ALBUQUERQUE.
VIII (2) FRANCISCO DE ALBUQUERQUE.
VIII (3) FRANKLIN DE ALBUQUERQUE, que segue no § 49.
VIII (4) MIGUEL DE ALBUQUERQUE.
VIII (5) ESTELA DE ALBUQUERQUE.
VIII (6) CARLOS DE ALBUQUERQUE.
VIII (7) MÁRIO DE ALBUQUERQUE.
VIII (8) OSCAR DE ALBUQUERQUE.
VIII (9) JOSÉ DE ALBUQUERQUE.
VIII (10) BRÁULIO DE ALBUQUERQUE.
VIII (11) WALDEMAR DE ALBUQUERQUE. Nasceu em Angustura, Além Paraíba (MG).
VIII (12) ELVIRA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 50.
VIII (13) OLGA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 53.
- Filhos oriundos do 2º casamento:
VIII (14) GERALDA CABRAL DE ALBUQUERQUE.
VIII (15) FAUSTA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 68.
VIII (16) SEBASTIÃO CABRAL DE ALBUQUERQUE, que segue no § 71.
VIII (17) LÚCIA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 76.
VIII (18) ARLETE DE ALBUQUERQUE. Professora aposentada, tendo feito o curso normal no Colégio Imaculada Conceição, de Leopoldina (MG). Casou com JOSÉ F. DA ROCHA.
VIII (19) NELSON ALBUQUERQUE, que segue no § 78.
VIII (20) DÉCIO ALBUQUERQUE.
VIII (21) IRENE ALBUQUERQUE, que segue no § 84.
VIII (22) MAURO ALBUQUERQUE. Casou com LIA ALBUQUERQUE (nome de casada).

§ 49

VIII - FRANKLIN DE ALBUQUERQUE. Pai de:
IX (1) WALDETE ALBUQUERQUE. Casou com ..... FAJARDO.

§ 50

VIII - ELVIRA DE ALBUQUERQUE. N. em 15-JUL-1895 em Angustura, Além Paraíba (MG). Fal. em 1-DEZ-1963 em Leopoldina (MG), onde casou em 1917 com HENRIQUE LOPES DO NASCIMENTO, nascido em 3-OUT-1887 e falecido em 26-MAI-1951 em Vista Alegre, Cataguases (MG). Pais de:
IX (1) IRINEU LOPES DO NASCIMENTO.
IX (2) JACI LOPES DO NASCIMENTO.
IX (3) EMERENCIANA LOPES DO NASCIMENTO.
IX (4) ÍRIS LOPES DO NASCIMENTO, que segue no § 51.

§ 51

IX - ÍRIS LOPES DO NASCIMENTO. Casou com MANOEL RODRIGUES PEREIRA. Pais de:
X (1) TEREZINHA DE JESUS LOPES RODRIGUES, que segue no § 52.
X (2) OSVALDO LUÍS LOPES RODRIGUES.
X (3) LÚCIA HELENA LOPES RODRIGUES. Casou com FRANCISCO PORTELA.
X (4) ÂNGELA MARIA LOPES RODRIGUES. Casou com DANILO STIEGEMYER WAISER.
X (5) JOSÉ HELENO LOPES RODRIGUES. Casou com EDINEIDE OLIVEIRA.

§ 52

X - TEREZINHA DE JESUS LOPES RODRIGUES. Casou com VITORINO DE OLIVEIRA. Pais de:
XI (1) SÍLVIA RODRIGUES OLIVEIRA.
XI (2) WAGNER RODRIGUES OLIVEIRA.

§ 53

VIII - OLGA DE ALBUQUERQUE. Filha de José Afonso de Albuquerque (§ 48). N. em 5-AGO-1898. Fal. em 12-NOV-1972. Casou com CARLOS JOSÉ BARBOSA, nascido em 10-FEV-1881 e falecido em 12-AGO-1969. Pais de:
IX (1) SIDNEY ALBUQUEQUE BARBOSA, que segue no § 54.
IX (2) CARLOS BARBOSA, que segue no § 55.
IX (3) OLÍVIO DE ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 56.
IX (4) HORMENZINDA ALBUQUERQUE BARBOSA.
IX (5) GUAJAJARA ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 57.
IX (6) JOSÉLIA ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 58.
IX (7) EUSTÁQUIA ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 59.
IX (8) SEMÍRAMIS ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 60.
IX (9) JOSÉ MIOZÓTIS ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 61.
IX (10) SEBASTIÃO ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 62.
IX (11) DIOCELES ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 63.
IX (12) JAIR ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 64.
IX (13) DARIO ALBUQUERQUE BARBOSA, que segue no § 65.

§ 54

IX - SIDNEY ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com RAMY FARIA. Pais de:
X (1) OLGA AMÉRICA FARIA BARBOSA.
X (2) JOSÉ CARLOS FARIA BARBOSA.
X (3) SIDNEY FARIA BARBOSA.

§ 55

IX - CARLOS BARBOSA. Casou com MIRTES DE AGUIAR NETO, filha de Oscar Gonçalves neto e de Altina Aguiar. Pais de:
X (1) CARLOS HELENO NETO BARBOSA.

§ 56

IX - OLÍVIO DE ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com EDITE PINHEIRO. Pais de:
X (1) LUÍS CARLOS PINHEIRO BARBOSA.
X (2) CONSUELO PINHEIRO BARBOSA.
X (3) MARIA DAS GRAÇAS PINHEIRO BARBOSA.

§ 57

IX - GUAJAJARA ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com OSMAR ALVES FERREIRA. Pais de:
X (1) NORMA BARBOSA FERREIRA.
X (2) NEUSA BARBOSA FERREIRA.

§ 58

IX - JOSÉLIA ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com OTACÍLIO ALVES FERREIRA. Pais de:
X (1) OTACÍLIO ALVES FERREIRA.
X (2) ENÉIAS BARBOSA FERREIRA.
X (3) HÉLIO BARBOSA FERREIRA.

§ 59

IX - EUSTÁQUIA ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com JOÃO CARRARA FILHO, filho de João Carrara. Pais de:
X (1) JOÃO CARRARA NETO.

§ 60

IX - SEMÍRAMIS ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com NELI VIEIRA DA SILVA. Pais de:
X (1) FERNANDO BARBOSA VIEIRA.
X (2) OLGA MARIA BARBOSA VIEIRA.

§ 61

IX - JOSÉ MIOSÓTIS ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com IVONE PINHEIRO. Pais de:
X (1) LILIANE PINHEIRO BARBOSA.
X (2) ILMARA PINHEIRO BARBOSA.
X (3) CARLOS JOSÉ PINHEIRO BARBOSA.

§ 62

IX - SEBASTIÃO ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com INÊS BARBOSA (nome de casada). Pais de:
X (1) MÔNICA BARBOSA.

§ 63

IX - DIOCELES ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com LOURDES GAMA. Pais de:
X (1) EDILENE GAMA BARBOSA.

§ 64

IX - JAIR ALBUQUERQUE BARBOSA. Casou com HILDA BARBOSA (nome de casada). Pais de:
X (1) SÉRGIO BARBOSA.
X (2) SUELI BARBOSA.
X (3) SELMA BARBOSA.
X (4) SÔNIA BARBOSA.

§ 65

IX - DARIO ALBUQUERQUE BARBOSA. N. em 29-JAN-1926 em Cataguases (MG). Casou com TEREZINHA CAGIANO, nascida em 6-DEZ-1934. Pais de:
X (1) RONALDO CAGIANO BARBOSA, que segue no § 66.
X (2) RODRIGO CAGIANO BARBOSA, que segue no § 67.
X (3) REGINA CAGIANO BARBOSA. N. em 13-DEZ-1964 em Cataguases (MG).

§ 66

X - RONALDO CAGIANO BARBOSA. N. em Cataguases (MG) em 15-ABR-1961. Advogado, escritor e poeta. Transferiu-se para Brasília (DF) em 1979, trabalhando na Assessoria Jurídica da Presidência da República. Já publicou, inclusive em diversos jornais do Brasil e do Exterior, artigos, ensaios, crítica literária, poesia e contos, tendo sido premiado em alguns certames literários. Participa de diversas antologias nacionais e estrangeiras. Publicou, ainda, os seguintes livros: "Palavra Engajada" (poesia, 1989), "Colheita Amarga & Outras Angústias" (poesia, 1990), "Exílio" (poesia, 1990), "Palavracesa" (poesia, 1994), "O Prazer da Leitura", em parceria com Jacinto Guerra (contos juvenis, 1997), "Canção dentro da Noite" (poesia, 1999) e "Espelho, espelho meu", em parceria com Joilson Portocalvo (novela juvenil, 2000). O "Correio Braziliense", em sua edição de 15-MAR-2000, publicou um longo artigo de Rafael Barbosa sobre Ronaldo e sua obra. Casou com CLÁUDIA VIVIANE DE SOUSA, nascida em Andradina (SP) em 15-ABR-1971. Pais de:
XI (1) MURILLO DE SOUZA CAGIANO BARBOSA. N. em 15-NOV-1993 em Presidente Prudente (SP).
XI (2) REBECCA DE SOUZA CAGIANO BARBOSA. N. em Brasília (DF) em 7-AGO-1995.

§ 67

X - RODRIGO CAGIANO BARBOSA. N. em Cataguases (MG) em 3-JUN-1963. Casou com SUELI MARIA RIBEIRO, nascida em Caxias, Maranhão. Pais de:
XI (1) DIOGO RIBEIRO CAGIANO. N. em 12-FEV-1993.
XI (2) DOUGLAS RIBEIRO CAGIANO. N. em 3-ABR-2000.

§ 68

VIII - FAUSTA DE ALBUQUERQUE. Filha de José Afonso de Albuquerque (§ 48). Casou com GERALDO MARTINS DO COUTO, falecido em 1970, filho de Simplício Magalhães Couto e de Guilhermina Rosa Couto (nome de casada). Pais de:
IX (1) MARIA LÚCIA DE ALBUQUERQUE COUTO.
IX (2) VERA LÚCIA DE ALBUQUERQUE COUTO, que segue no § 69.
IX (3) HERALDO DE ALBUQUERQUE COUTO, que segue no § 70.

§ 69

IX - VERA LÚCIA DE ALBUQUERQUE COUTO. Casou com NIZIRO ..... . Pais de:
X (1) LUCIANA COUTO ..... .
X (2) RINALDO COUTO ..... .
X (3) MARCON COUTO ..... .

§ 70

IX - HERALDO DE ALBUQUERQUE COUTO. Casou com TERESA COUTO (nome de casada). Pais de:
X (1) ALESSANDRA COUTO.
X (2) ELEN COUTO.
X (3) FLÁVIA COUTO.
X (4) HERALDO DE ALBUQUERQUE COUTO JÚNIOR.

§ 71

VIII - SEBASTIÃO CABRAL DE ALBUQUERQUE. Filho de José Afonso de Albuquerque (§ 48). Casou com BERENICE PETERMAN. Pais de:
IX (1) GLÓRIA ALBUQUERQUE.
IX (2) HELENICE ALBUQUERQUE, que segue no § 72.
IX (3) SÔNIA ALBUQUERQUE.
IX (4) GILDA ALBUQUERQUE, que segue no § 73.
IX (5) BEATRIZ ALBUQUERQUE, que segue no § 74.
IX (6) WILLIAM ALBUQUERQUE, que segue no § 75.

§ 72

IX - HELENICE ALBUQUERQUE. Casou com CARLOS ..... . Pais de:
X (1) ELISABETE ALBUQUERQUE ..... .
X (2) ÉRICA ALBUQUERQUE ..... .
X (3) EMANUELE ALBUQUERQUE ..... .

§ 73

IX - GILDA ALBUQUERQUE. Casou com AFONSO ..... . Pais de:
X (1) JOÃO ALBUQUERQUE ..... .
X (2) PAULO ALBUQUERQUE ..... .

§ 74

IX - BEATRIZ ALBUQUERQUE. Casou com GRUPE ..... . Pais de:
X (1) FERNANDA ALBUQUERQUE ..... .
X (2) PATRÍCIA ALBUQUERQUE ..... .

§ 75

IX - WILLIAM ALBUQUERQUE. N. em 11-ABR-1941 em Leopoldina (MG), onde faleceu em 10-NOV-1992. O jornal "Equipe", em sua edição de 26-NOV-1992, no artigo "De Mãos Dadas", de autoria do Professor Hudson Rodrigues de Andrade, teceu elogiosas considerações sobre a personalidade e o caráter de William, que os amigos chamavam de "Bite". Foi professor de Educação Física, com mestrado nos Estados Unidos da América. Casou com DELEISE DAMASCENO DELFINO, filha de Nestor Delfino e de Diná Damasceno. Pais de:
X (1) WILLIAM DELFINO ALBUQUERQUE.
X (2) VIVIANE DELFINO ALBUQUERQUE, casada com PEDRO RICARDO ANDRADE.
X (3) JÚLIA DELFINO ALBUQUERQUE.

§ 76

VIII - LÚCIA DE ALBUQUERQUE. Casou com NELSON ABREU. Pais de:
IX (1) GILSON DE ALBUQUERQUE ABREU, que segue no § 77.
IX (2) MÁRCIO DE ALBUQUERQUE ABREU. Casou com VÂNIA ABREU (nome de casada).
IX (3) MARÍLIA DE ALBUQUERQUE ABREU.

§ 77

IX - GILSON DE ALBUQUERQUE ABREU. Casou com LOURDES ABREU (nome de casada). Pais de:
X (1) ADRIANA DE ABREU.

§ 78

VIII - NELSON ALBUQUERQUE. Filho de José Afonso de Albuquerque (§ 48). Casou com CARMEM ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
IX (1) NELSON ENDER ALBUQUERQUE, que segue no § 79.
IX (2) GERALDO ALBUQUERQUE, que segue no § 80.
IX (3) JOANA ALBUQUERQUE, que segue no § 81.
IX (4) HAROLDO ALBUQUERQUE, que segue no § 82.
IX (5) MAURO ALBUQUERQUE, que segue no § 83.
IX (6) SÍLVIA ALBUQUERQUE. Casou com CÂNDIDO ..... .

§ 79

IX - NELSON ENDER ALBUQUERQUE. Casou com BEATRIZ ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
X (1) PEDRO PAULO ALBUQUERQUE.
X (2) LUCIANA ALBUQUERQUE.
X (3) CRISTINA ALBUQUERQUE.
X (4) CAROLINA ALBUQUERQUE.

§ 80

IX - GERALDO ALBUQUERQUE. Casou com MARIA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
X (1) ANDRÉA ALBUQUERQUE.
X (2) ELISÂNGELA ALBUQUERQUE.
X (3) PRISCILA ALBUQUERQUE.
X (4) SULA ALBUQUERQUE.

§ 81

IX - JOANA ALBUQUERQUE. Casou com ARULENO ..... . Pais de:
X (1) ROGÉRIO ALBUQUERQUE.
X (2) ALINE ALBUQUERQUE.

§ 82

IX - HAROLDO ALBUQUERQUE. Filhos:
X (1) ALEXANDRE ALBUQUERQUE.
X (2) ANA PAULA ALBUQUERQUE.

§ 83

IX - MAURO ALBUQUERQUE. Casou com ÍSIS ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
X (1) LUCAS ALBUQUERQUE.
X (2) SARA ALBUQUERQUE.

§ 84

VIII - IRENE ALBUQUERQUE. Filha de José Afonso de Albuquerque (§ 48). Casou com BELINE COSTA. Pais de:
IX (1) GILBERTO ALBUQUERQUE COSTA, que segue no § 85.
IX (2) HELENA MARY ALBUQUERQUE COSTA.
IX (3) LÍCIA ALBUQUERQUE COSTA.

§ 85

IX - GILBERTO ALBUQUERQUE COSTA. Pai de:
X (1) RAFAEL COSTA.

§ 86

VII - GALDINO ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. Filho de José Antônio de Albuquerque (§ 6º). N. em 19-MAR-1867 em Angustura, Além Paraíba (MG). Casou por volta de 1890 com ESMERALDINA FRANCISCA DE PAULA. Pais de:
VIII (1) GALDINO DE ALBUQUERQUE. N. em Angustura, Além Paraíba (MG).
VIII (2) ODILON DE ALBUQUERQUE.
VIII (3) SÍLVIO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 87.
VIII (4) ALICE DE ALBUQUERQUE.
VIII (5) LICÉRIO ALBUQUERQUE.
VIII (6) LILA ALBUQUERQUE, que segue no § 88.
VIII (7) ARGENTINA DE ALBUQUERQUE. N. em ABR-1899 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde faleceu em 11-DEZ-1899.
VIII (8) ANTÔNIO DE ALBUQUERQUE. N. em 1915 em Angustura, Além Paraíba (MG).

§ 87

VIII - SÍLVIO DE ALBUQUERQUE. Casou com Lília Rabelo. Pais de:
IX (1) DILSON RABELO ALBUQUERQUE.

§ 88

VIII - LILA ALBUQUERQUE. Nasceu em Além Paraíba (MG). Faleceu em Niterói (RJ). Casou com o Dr. CESÍNIO DE CARVALHO PAIVA (foi Juiz Municipal de Carmo, São Pedro da Aldeia e Sumidouro, municípios do Estado do Rio de Janeiro, Delegado Regional de Polícia do Norte Fluminense, Promotor em Santo Antônio de Pádua, RJ, Juiz de 1ª Entrância em Cambuci, RJ, Juiz em Santo Antônio de Pádua e Desembargador do Estado do Rio de Janeiro), nascido em 1887 em Alagoa do Monteiro (PB) e falecido em Niterói (RJ), filho de Manoel Rodrigues de Carvalho Paiva e de Ana Lúcia de Paiva (nome de casada). Pais de:
IX (1) LICÉRIO ALBUQUERQUE PAIVA. N. em Carmo (RJ). Advogado, foi Procurador da Fazenda Nacional. Chefiou todos os setores do Imposto de Renda em Niterói e foi Delegado do Tesouro do Estado do Rio. Casou com MARIA ELVIRA PALMIER, nascida em São Gonçalo (RJ).
IX (2) CLÁUDIO ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA, que segue no § 89.
IX (3) IVONILDE ALBUQUERQUE PAIVA. N. em Carmo (RJ). Professora.
IX (4) HÉLIO PAIVA, que segue no § 93.
IX (5) ÍSIS LÚCIA PAIVA. Nasceu em Sumidouro (RJ). Professora.
IX (6) HUGO ALBUQUERQUE PAIVA, que segue no § 96.
IX (7) NEWTON ALBUQUERQUE PAIVA.
IX (8) AURO ALBUQUERQUE PAIVA.
IX (9) DILSON ALBUQUERQUE PAIVA, que segue no § 97.
IX (10) DALMO ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA, que segue no § 93.
IX (11) MARLI ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA, que segue no § 103.
IX (12) NANCI ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Professora, advogada, pedagoga e doutoranda.
IX (13) WALKIR ALBUQUERQUE PAIVA, que segue no § 104.
IX (14) LENICE ALBUQUERQUE PAIVA, que segue no § 105.
IX (15) MARILENE ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA, que segue no § 108.
IX (16) DÉLIO ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. Nasceu em Santo Antônio de Pádua (RJ). Bacharel em Direito e bancário.

§ 89

IX - CLÁUDIO ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. N. em Carmo (RJ). Bancário. Casou com MARIA DA CONCEIÇÃO CARVALHO, nascida em Pitangui (MG) e falecida em 1971. Pais de:
X (1) EDSON CARVALHO PAIVA, que segue no § 90.
X (2) WILSON CARVALHO PAIVA, que segue no § 91.
X (3) WALTER CARVALHO PAIVA, que segue no § 92.
X (4) JORGE CARVALHO PAIVA.

§ 90

X - EDSON CARVALHO PAIVA. N. no Rio de Janeiro (RJ). Despachante Oficial da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (DETRAN-RJ). Casou com JORGINA CARVALHO, nascida no Rio de Janeiro (RJ). Pais de:
XI (1) ROBERTO CARVALHO PAIVA. N. em São Gonçalo (RJ).
XI (2) MÁRCIO CARVALHO PAIVA. N. em São Gonçalo (RJ).

§ 91

X - WILSON CARVALHO PAIVA. N. no Rio de Janeiro (RJ). Aeroviário e advogado. Casou com ESTER NAZARETH COUTINHO, nascida em São Gonçalo (RJ). Pais de:
XI (1) DÊNIS COUTINHO PAIVA.
XI (2) DOUGLAS COUTINHO PAIVA.

§ 92

X - WALTER CARVALHO PAIVA. Nasceu em Niterói (RJ). Despachante Oficial da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro (DETRAN-RJ). Casou com SUELI LOOCK. Pais de:
XI (1) RODRIGO LOOCK PAIVA.
XI (2) FABÍOLA LOOCK PAIVA.

§ 93

IX - HÉLIO PAIVA. Filho de Lila Albuquerque (§ 88). N. em Sumidouro (RJ). Contador. Trabalhou na Cia. Brasileira de Energia Elétrica - CBEE, em Niterói (RJ), ali exercendo a função de Auxiliar Técnico. Foi jurado da 3ª Vara Criminal de Niterói e funcionário da Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro, onde exerceu a função de Oficial Administrativo. Casou com IVONE RABELO, nascida em Mar de Espanha (MG). Pais de:
X (1) HÉLVIO RABELO PAIVA, que segue no § 94.
X (2) ÁUREO RABELO PAIVA, que segue no § 95.

§ 94

X - HÉLVIO RABELO PAIVA. Nasceu no Rio de Janeiro (RJ). Engenheiro mecânico industrial. Casou com MARIA DA CONCEIÇÃO GRANJA SOARES, também nascida no Rio de Janeiro (RJ). Pais de:
XI (1) DANIELE SOARES PAIVA.
XI (2) MICHELE SOARES PAIVA.
XI (3) RAFAEL SOARES PAIVA.

§ 95

X - ÁUREO RABELO PAIVA. Nasceu em Mar de Espanha (MG). Funcionário da Cia. Brasileira de Energia Elétrica - CBEE, em Niterói, exercendo a função de Leiturista Entregador. Concluiu o Curso Eletrotécnico. Casou com CELMA GODINHO DOS SANTOS. Pais de:
XI (1) FABIANA DOS SANTOS PAIVA.
XI (2) CRISTIANA DOS SANTOS PAIVA.
XI (3) ADRIANA DOS SANTOS PAIVA.

§ 96

IX - HUGO ALBUQUERQUE PAIVA. Filho de Lila Albuquerque (§ 88). N. em Sumidouro (RJ). Contador e bancário. Funcionário do Banco do Brasil, onde foi Conferente na Agência Centro do Rio de Janeiro (RJ). Oficial da Reserva da Marinha, onde serviu no Batalhão do Comando de Reforço. Fez, na Escola Naval, os cursos de Armamento e Telecomunicações. Casou com MARIA D ALVA SOUSA PIRES, nascida em Santa Rita de Jacutinga (MG). Pais de:
X (1) JAMINSON PIRES DE CARVALHO PAIVA. N. em Paraíba do Sul (RJ).
X (2) ANA LÚCIA PIRES DE CARVALHO PAIVA. N. no Rio de Janeiro (RJ).
X (3) CESÍNIO DE CARVALHO PAIVA. N. no Rio de Janeiro (RJ).

§ 97

IX - DILSON ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Funcionário público do Estado do Rio de Janeiro, trabalhou como Perito Criminal. Casou com LECI COSENDEY, professora, também nascida em Santo Antônio de Pádua (RJ), filha de Perpedigno Cosendey e de Maria Costa. Pais de:
X (1) WILLIAM COSENDEY PAIVA. N. em Niterói (RJ).
X (2) LILA MARIA COSENDEY PAIVA, que segue no § 98.
X (3) PERPEDIGNO COSENDEY PAIVA, que segue no § 99.
X (4) WANDERSON COSENDEY PAIVA. N. em Nova Iguaçu (RJ).

§ 98

X - LILA MARIA COSENDEY PAIVA. N. em Nova Iguaçu (RJ). Casou com FERNANDO LACOMBE. Pais de:
XI (1) JOÃO PAULO LACOMBE PAIVA.

§ 99

X - PERPEDIGNO COSENDEY PAIVA. N. em Nilópolis (RJ). Casou com RITA POVANNI. Pais de:
XI (1) RENAN POVANNI PAIVA.

§ 100

IX - DALMO ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. Filho de Lila Albuquerque (§ 88). N. em Santo Antônio de Pádua (RJ) e falecido em Niterói (RJ). Bancário, trabalhou no Banco do Brasil. Casou com IRENE FAGUNDES, nascida em Sampaio Corrêa, Saquarema (RJ). Pais de:
X (1) RICARDO FAGUNDES PAIVA, que segue no § 101.
X (2) SÍLVIA LÚCIA FAGUNDES PAIVA, que segue no § 102.
X (3) DALMO EDUARDO FAGUNDES PAIVA. N. em 1972 em Brasília (DF).

§ 101

X - RICARDO FAGUNDES PAIVA. N. em Niterói (RJ), onde casou com DAISY RIBEIRO. Pais de:
XI (1) LUDMILA RIBEIRO PAIVA. N. em Niterói (RJ).

§ 102

X - SÍLVIA LÚCIA FAGUNDES PAIVA. N. em Niterói (RJ), onde casou com MARCOS VIDON. Pais de:
XI (1) FELIPE PAIVA VIDON.

§ 103

IX - MARLI ALBUQUERQUE PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Casou com HÉLCIO DE MELO (advogado, foi Defensor Público Substituto em Niterói, RJ, e professor secundário), nascido em Itajubá (MG). Pais de:
X (1) CARLOS CESÍNIO PAIVA DE MELO. N. em Niterói (RJ).
X (2) LILA CARLA PAIVA DE MELO. N. em Itajubá (MG).

§ 104

IX - WALKIR ALBUQUERQUE PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Funcionário do Estado do Rio de Janeiro. Casou com WALDA CAMPOS, nascida em Patos de Minas (MG). Pais de:
X (1) WALKÍRIA CAMPOS PAIVA. N. em Niterói (RJ).

§ 105

IX - LENICE ALBUQUERQUE PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Contadora e professora. Casou em Niterói (RJ) com o Dr. FRANKLIN BELFORT DE OLIVEIRA NETO (foi professor, funcionário do Banco de Crédito Real de Minas Gerais, Defensor Público em São Pedro de Aldeia, RJ, e Araruama, RJ, e Juiz de Direito), filho de Rubens Santos de Oliveira e de Teodora Campos de Araújo. Pais de:
X (1) RUBENS CESÍNIO PAIVA BELFORT, que segue no § 106.
X (2) ÉRICA PAIVA BELFORT, que segue no § 107.

§ 106

X - RUBENS CESÍNIO PAIVA BELFORT. N. em Niterói (RJ) EM 14-jun-1961. É Analista de Finanças e Controle na Secretaria do Tesouro Nacional. Uniu-se a ROSANNE PIMENTEL MANNARINO, nascida em Muriaé (MG) em 20-JAN-1956. Tem um enteado (filho de Rosanne Pimentel Mannarino):
XI (1) UMBERTO MANNARINO AL-ZEBEN. N. em Brasília (DF) em 28-SET-1996.

§ 107

X - ÉRICA PAIVA BELFORT. N. em Niterói (RJ). Casou com RONALDO BASTIDA CHIARELLI. Pais de:
XI (1) ERICH BELFORT CHIARELLI, nascido em Niterói (RJ) em 18-MAI-1989.
XI (2) RENZO BELFORT CHIARELLI, nascido em Niterói (RJ) em 17-NOV-1992.

§ 108

IX - MARILENE ALBUQUERQUE CARVALHO PAIVA. N. em Santo Antônio de Pádua (RJ). Professora e funcionária pública do Estado do Rio de Janeiro. Casou com JOSÉ ALMEIDA CARVALHO, industriário, nascido em Campos (RJ). Pais de:
X (1) MAX PAIVA CARVALHO. N. fem Niterói (RJ).
X (2) KARINE PAIVA CARVALHO.

§ 109

VII - FRANKLIN DE ALBUQUERQUE (OU FRANKLIN SEZINANDO DE ALBUQUERQUE ou, ainda, FRANKLIN SIZENANDO DE ALBUQUERQUE). Filho de José Antônio de Albuquerque (§ 6º). N. a 16-JUL-1868 em Madre de Deus do Angu, atual Angustura, Município de Além Paraíba, Minas Gerais (13). Alfaiate, aprendeu o ofício com o francês Capdeville Baptista, casado com sua irmã Maria de Albuquerque. Em 28-jul-1893, assinou contrato para iluminação de Angustura, comprometendo-se, para isso, a fornecer querosene, chaminés, torcidas e mais pertences dos 16 lampeões da localidade, bem como a acendê-los, pelo preço de seiscentos e trinta mil réis, até o fim do ano (v., na INTERNET, o "site" www.arquivohistorico-mg.com.br). Também foi contratado para o serviço de iluminação pública de Angustura nos anos de 1894, 1895 e 1896. No exercício da profissão de alfaiate, residiu em Angustura, Volta Grande, Itamarati de Minas, Cataguases, Astolfo Dutra, Leopoldina e Recreio, localidades da Zona da Mata Mineira em que nasceram seus filhos. Jovem ainda, teve atuação decisiva na defesa de Antônio da Silva Jardim (14), quando o líder republicano esteve no Arraial da Mãe de Deus de Angustura (MG) em 14-MAR-1889, ajudando o propagandista da República a escapar com vida de tentativa de assassinato por parte de escravos libertos, envenenados por boatos, espalhados por monarquistas, de que ele pretendia o retorno à escravidão (15). Era um homem de muitos amigos. A "Gazeta de Leopoldina", em sua edição de 18-FEV-1915, registra a passagem pela cidade de Leopoldina "do Sr. Franklin de Albuquerque e excelentíssima esposa". As edições de 23-FEV-1908, 18-OUT-1908 e 27-DEZ-1908 do jornal "Cataguases" também contêm notícias sobre Franklin6. Nas eleições realizadas no Município de Leopoldina (MG) em 1-NOV-1918, foi candidato a Juiz de Paz do Distrito de Recreio, tendo sido eleito para o cargo o Dr. Cristiano Teixeira Guimarães, conforme ata da apuração assinada por várias autoridades, inclusive pelo Dr. Carlos Coimbra da Luz, então Promotor de Justiça de Leopoldina (MG). Franklin esteve presente à reunião fundadora do Município de Recreio (MG), realizada em 1º-JAN-1939, tendo assinado a respectiva ata. Fal. a 04-MAI-1947 em Miraí (MG), às 3 horas da madrugada, tendo sido sepultado em Recreio, Minas Gerais (16). Casou-se três vezes: em primeiras núpcias (17), às cinco horas da tarde do dia 14-FEV-1891 em Angustura (MG), c. Maria Cândida de Faria, nascida em 15-OUT-1875 em Angustura, Além Paraíba (MG) e falecida em 14-JUL-1907 em Astolfo Dutra (MG), filha de Joaquim de Faria Salgado e de Emerenciana Cândida da Silva; em segundas núpcias (18), a 17-JUN-1911, em Leopoldina (MG), c. Arminda dos Santos Couto (n. em torno de 1889 em Portugal, tendo falecido às seis horas da manhã do dia 27-JUN-1919, em Recreio, Minas Gerais, onde foi sepultada; fª de Antônio Francisco do Couto e de Maria dos Santos); e em terceiras núpcias (19), às 11 horas do dia 15-OUT-1923, em Campo Limpo, atual Distrito de Ribeiro Junqueira, Município de Leopoldina (MG), c. Palmira Lacerda Sena, nascida em 12-OUT-1891, em Leopoldina (MG) e fal. em 24-MAI-1940 em Recreio, Minas Gerais, fª de Andrelino Pinheiro de Sena e de Albertina Olívia de Lacerda.
Filhos oriundos do primeiro casamento:
VIII (1) LEÔNIDAS ALBUQUERQUE, que segue no § 110.
VIII (2) FRANKLIN ALBUQUERQUE. N. em 11-JUL-1894 em Angustura, Além Paraíba (MG), tendo falecido na mesma data e localidade.
VIII (3) JARBAS ALBUQUERQUE, que segue no § 132.
VIII (4) ODILON ALBUQUERQUE, que segue no § 143.
VIII (5) WILSON ALBUQUERQUE, que segue no § 149.
VIII (6) VERGÍLIA DE ALBUQUERQUE. N. em 26-JUN-1907 em Porto de Santo Antônio, atual Astolfo Dutra (MG), tendo falecido em 27-JUN-1907 na mesma localidade.
Filhos oriundos do segundo casamento:
VIII (7) JOFRE ALBUQUERQUE, que segue no § 174.
VIII (8) DAHER ALBUQUERQUE, que segue no § 178.
Filhos oriundos do terceiro casamento:
VIII (9) FRANKLIN ALBUQUERQUE. N. em 7-OUT-1924 em Recreio (MG). Comerciante em Londrina (PR). Casou em 12-JUL-1969 com MARIA APARECIDA PACHECO.
VIII (10) VICENTE DE PAULA ALBUQUERQUE. N. em 12-FEV-1927 em Recreio (MG), onde faleceu em 22-JAN-1928.
VIII (11) MARIA AUXILIADORA ALBUQUERQUE, que segue no § 181.

§ 110

VIII - LEÔNIDAS ALBUQUERQUE. N. em 8-DEZ-1891 em Angustura, Além Paraíba (MG). Foi comerciante, industrial e fazendeiro nos Municípios de Miraí (MG) e Recreio (MG), onde também exerceu as funções de Delegado de Polícia. Faleceu em 23-AGO-1967 em Miraí (MG). Casou, em primeiras núpcias, em Guidoval (MG), com CAMÉLIA SIQUEIRA, nascida em Guidoval (MG) e falecida em Recreio (MG) por volta de 1925, filha de Manoel Siqueira e de Mariana Siqueira (nome de casada). Em segundas núpcias, Leônidas contraiu matrimônio em 6-JUN-1927, em Recreio (MG), com OTACÍLIA CARRANO, nascida em Conceição da Boa Vista, Município de Recreio (MG), em 22-JUL-1907 e falecida em Miraí (MG) em 13-MAI-1994, filha de José Carrano e de Maria da Conceição Lima.
Filhos oriundos do primeiro casamento:
IX (1) DEMÓCRITO SIQUEIRA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 111.
IX (2) MARIA APARECIDA SIQUEIRA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 109.
IX (3) GÉVERSON ROBERTO SIQUEIRA DE ALBUQUERQUE. Casou com HILDA FERREIRA MACHADO, filha de Augusto Machado e de Palmira Ferreira.
Filhos oriundos do segundo casamento:
IX (4) MARIA CÂNDIDA CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Recreio (MG) em 26-ABR-1930, tendo falecido na mesma localidade e data.
IX (5) WALTER CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 123.
IX (6) MARIA DE LOURDES ALBUQUERQUE, que segue no § 128.
IX (7) EVERALDO CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 129.
IX (8) RENATO CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 130.
IX (9) ERNESTO CARRANO ALBUQUERQUE. N. em 1-SET-1948 em Miraí (MG), onde faleceu em 11-OUT-1948.
IX (10) LEÔNIDAS CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 131.

§ 111

IX - DEMÓCRITO SIQUEIRA DE ALBUQUERQUE. N. em Guidoval (MG). Faleceu em 22-ABR-1970 em Recreio (MG) onde havia casado em 26-JAN-1948 com SEBASTIANA COSTA REIS, nascida em Recreio (MG)em torno de 1922 e fal. em SET-2002, filha de Joaquim Nunes Costa Reis. Pais de:
X (1) LUÍS HELENO ALBUQUERQUE, que segue no § 112.
X (2) MÁRCIO ALBUQUERQUE, que segue no § 114.
X (3) RAQUEL REIS ALBUQUERQUE, que segue no § 115.
X (4) MARIA LUÍSA REIS ALBUQUERQUE, que segue no § 116.
X (5) DEMÓCRITO DE ALBUQUERQUE, que segue no § 117.

§ 112

X - LUÍS HELENO ALBUQUERQUE. Casou com CILÉIA BARBOSA. Pais de:
XI (1) DEMÓCRITO ALBUQUERQUE, que segue no § 113.
XI (2) LUÍS HELENO ALBUQUERQUE.
XI (3) CORINA BARBOSA ALBUQUERQUE.

§ 113

XI - DEMÓCRITO ALBUQUERQUE. Pai de:
XII (1) DEMÓCRITO ALBUQUERQUE. N. por volta de 1999.

§ 114

X - MÁRCIO ALBUQUERQUE. Casou com LEONILDA FERREIRA. Pais de:
XI (1) MELINA FERREIRA ALBUQUERQUE.

§ 115

X - RAQUEL REIS ALBUQUERQUE. Casou com ANTÔNIO CARLOS PONTE BRANDO. Pais de:
XI (1) CÍNTIA ALBUQUERQUE BRANDO.
XI (2) TAÍS ALBUQUERQUE BRANDO.
XI (3) VÍTOR ALBUQUERQUE BRANDO.

§ 116

X - MARIA LUÍSA REIS ALBUQUERQUE. Casou com JÁIRO SOUSA RAMOS. Pais de:
XI (1) DANIEL DE SOUSA RAMOS.
XI (2) FERNANDO DE SOUSA RAMOS.
XI (3) LUIZA ALBUQUERQUE DE SOUSA RAMOS.
XI (4) RENATO DE SOUSA RAMOS.
XI (5) GABRIEL DE SOUSA RAMOS

§ 117

X - DEMÓCRITO ALBUQUERQUE. Cas. com MARISTANE SOARES. Pais de:
XI (1) NATÁLIA SOARES ALBUQUERQUE.
XI (2) LARISSA SOARES ALBUQUERQUE.
XI (3) LÍVIA SOARES ALBUQUERQUE.

§ 118

IX - MARIA APARECIDA SIQUEIRA DE ALBUQUERQUE. Filho de Leônidas Albuquerque (§ 110). N. em Recreio (MG), onde casou com ALCEU GOUVEIA, também nascido em Recreio (MG), filho de Antônio Gouveia e de Adelaide Leite. Pais de:
X (1) MARÍLIA ALBUQUERQUE GOUVEIA, que segue no § 119.
X (2) CAMÉLIA ALBUQUERQUE GOUVEIA, que segue no § 122.

§ 119

X - MARÍLIA ALBUQUERQUE GOUVEIA. Casou com EDÉSIO DUARTE ANDRIES. Pais de:
XI (1) LUCIANO GOUVEIA ANDRIES, que segue no § 120.
XI (2) CÍNTIA GOUVEIA ANDRIES. Casou com DÉLIO COUTO.
XI (3) EDÉSIO GOUVEIA ANDRIES.
XI (4) FLÁVIA GOUVEIA ANDRIES, que segue no § 121.
XI (5) ALCEU GOUVEIA ANDRIES. N. em 7-JUL-1959 em Recreio (MG). Fal. em 4-DEZ-1980 em Leopoldina (MG).

§ 120

XI - LUCIANO GOUVEIA ANDRIES. Casou com LUCIANA DO VALE. Pais de:
XII (1) LUCIANE DO VALE ANDRIES.
XII (2) LUÍSE DO VALE ANDRIES.
XII (3) LUCÍLIA DO VALE ANDRIES.

§ 121

XI - FLÁVIA GOUVEIA ANDRIES. Casou com FRANCISCO DO BEM. Pais de:
XII (1) FÁBIA ANDRIES DO BEM.
XII (2) FRANCISCO HENRIQUE ANDRIES DO BEM.

§ 122

X - CAMÉLIA ALBUQUERQUE GOUVEIA. Filha de Maria Aparecida Siqueira de Albuquerque (§ 118). N. em 27-MAI-1947 em Recreio (MG), onde casou, em 27-JAN-1968, com ANTÔNIO GUILHERME FONTES, nascido em 8-JUL-1941 em Recreio (MG). Pais de:
XI (1) LUCIANA GOUVEIA FONTES. N. em 1-DEZ-1969 em Recreio (MG), onde casou em 2-ABR-1988, com LUÍS RONALDO PINHEIRO DOS SANTOS, nascido em 21-NOV-.... .
XI (2) FABIANA GOUVEIA FONTES. N. em 20-SET-1971 em Recreio (MG).
XI (3) KELSON GOUVEIA FONTES. N. em 5-JUN-1973 em Recreio (MG).
XI (4) KLEISON GOUVEIA FONTES. N. em 15-JAN-1977 em Recreio (MG).

§ 123

IX - WALTER CARRANO DE ALBUQUERQUE. Filho de Leônidas Albuquerque (§ 110). N. em Recreio, Minas Gerais, em 7 de abril de 1937. Fal. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em acidente de trânsito, em 31 de maio de 1974, tendo sido sepultado em Miraí, Minas Gerais. C. em 8 de dezembro de 1954, em Ubá, Minas Gerais, com WANDA LÚCIA GONÇALVES (n. em Miraí, Minas Gerais, em 8-NOV-1933; filha de Carmen Gonçalves). Filhos:
X (1) WALTER JOSÉ GONÇALVES ALBUQUERQUE. N. em Ubá, Minas Gerais, em 2 de agosto de 1955.
X (2) MARIA DO CARMO GONÇALVES ALBUQUERQUE, que segue no § 124.
X (3) HELENA LOURDES GONÇALVES DE ALBUQUERQUE, que segue no § 125.
X (4) LUÍS FERNANDO GONÇALVES ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 20 de fevereiro de 1961.
X (5) ANA LÍGIA GONÇALVES ALBUQUERQUE, que segue no § 126.
X (6) VÂNIA LÚCIA GONÇALVES ALBUQUERQUE, que segue no § 127.

§ 124

X - MARIA DO CARMO GONÇALVES ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 22 de janeiro de 1957. C. em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, em 11 de abril de 1981, c. ELOIR FAXINA (n. em 19-JAN-1951 no Estado do Paraná; filho de Ângelo Domingos Faxina e de Rosália Faxina). Pais de:
XI (1) VANESSA ALBUQUERQUE FAXINA. N. em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, em 1º de dezembro de 1982.
XI (2) EMANUEL ALBUQUERQUE FAXINA. N. em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, em 6 de fevereiro de 1985.

§ 125

X - HELENA LOURDES GONÇALVES DE ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 4 de maio de 1959. Pedagoga, atua como orientadora pedagógica no Colégio Nacal, em Angra dos Reis (RJ). Em segundas núpcias, contraiu matrimônio, em 16-ABR-1996, no Rio de Janeiro (RJ), com PAULO CÉSAR VIEIRA BERNARDES, nascido em 16-JAN-1947 no Rio de Janeiro (RJ), Capitão de Mar-e-Guerra da Marinha do Brasil, filho de José Bernardes e de Inácia Vieira.Mãe de:
XI (1) TIAGO CARRANO DE ALBUQUERQUE BERNARDES. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 12 de julho de 1990.

§ 126

X - ANA LÍGIA GONÇALVES ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 1º de outubro de 1962. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1983, com VYLSIO SILVA ARAGÃO (n. em 12-MAI-1960 no Estado do Rio de Janeiro; filho de Vysio Meinicke Aragão e de Marlene da Silva). Pais de:
XI (1) VIVIANI ALBUQUERQUE ARAGÃO. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 23 de abril de 1983.
XI (2) RAFAEL ALBUQUERQUE ARAGÃO. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 21 de julho de 1984.

§ 127

X - VÂNIA LÚCIA GONÇALVES ALBUQUERQUE. N. em Miraí (MG) em 12-DEZ-1963. Filhos:
XI (1) - RODOLFO ALBUQUERQUE. N. por volta de 1995.
XI (2) - RUBENS ALBUQUERQUE. N. em 22-MAI-1996.

§ 128

IX - MARIA DE LOURDES ALBUQUERQUE. Fª de Leônidas Albuquerque (§ 110). N. em Recreio, no Estado de Minas Gerais, em 21 de maio de 1941. C. c. SEBASTIÃO MARCHITTO, n. em 21 de setembro de 1938, fº de Augusto Baesso Marchitto (n. em 14 de março de 1907) e de Maria Bastos. Pais de:
X (1) RICARDO ALBUQUERQUE MARCHITTO. N. em Miraí, Minas Gerais, em 2 de janeiro de 1962. C. c. LUZIA LÚCIA RAMOS, n. em 13 de dezembro de 1966, fª de José Ramos e de Maria da Penha Florindo.
X (2) EDUARDO ALBUQUERQUE MARCHITTO. N. em 16 de julho de 1964 em Miraí, Estado de Minas Gerais, onde C., em 6 de julho de 1996, com VIVIANE RANGEL DO CARMO, filha de Augusto José do Carmo e de Denise Rangel.
X (3) CLÁUDIO ALBUQUERQUE MARCHITTO. N. no Estado de Minas Gerais, em 26 de outubro de 1970. C. em Miraí (MG), em 16-NOV-2002, com VALÉRIA MOTA MORITO, filha de Ari Morito e de Maria Heloísa Mota.

§ 129

IX - EVERALDO CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 17 de outubro de 1944. C. Em Miraí (MG), em 26-JUL-1967, c. MARIA MADALENA BAESSO, n. em 15 de julho de 1946, fª de Amadeu Marchitto Baesso e de Maria Luzia de Almeida. Pais de:
X (1) MARIA DE FÁTIMA BAESSO ALBUQUERQUE. N. em 13 de maio de 1968. C. c. WALDIR MÁRCIO.

§ 130

IX - RENATO CARRANO ALBUQUERQUE. Funcionário do Banco do Brasil. N. em Miraí, Minas Gerais, em 8 de agosto de 1946. C. c. SOLANGE DA SILVA, também servidora do referido Banco. Pais de:
X (1) CASSIANA DA SILVA ALBUQUERQUE. N. em torno de 1976.
X (2) AURÉLIA DA SILVA ALBUQUERQUE.
X (3) DAVID DA SILVA ALBUQUERQUE.

§ 131

IX - LEÔNIDAS CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Miraí, Minas Gerais, em 26 de janeiro de 1951. C. c. ÂNGELA CUTRI. Pais de:
X (1) JULIANA CUTRI ALBUQUERQUE. N. em torno de 1977.
X (2) LEÔNIDAS ALBUQUERQUE NETO. N. em torno de 1986.

§ 132

VIII - JARBAS ALBUQUERQUE. Filho de Franklin de Albuquerque (§ 109). N. em 29-AGO-1897 em Volta Grande (MG). Foi registrado com o prenome de Apolinário, alterando-o para Jarbas alguns anos depois. Era alfaiate. Faleceu em Leopoldina (MG). Casou em 20-NOV-1917 em Leopoldina (MG) com sua prima RITA CAPDEVILLE (§ 29), filha de Capdeville Baptista e de Maria de Albuquerque. Pais de:
IX (1) ALAN CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE, que segue no § 133.
IX (2) WILLIAM CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE (CHICO). N. em Leopoldina (MG). Fal. em Carangola (MG).
IX (3) SEBASTIÃO CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE, que segue no § 142.
IX (4) WYNDHAM CAPDEVILLE ALBUQUERQUE. N. por volta de 1921 em Leopoldina (MG), onde faleceu em 5-FEV-1991.
IX (5) MARIA CÂNDIDA ALBUQUERQUE. N. em Leopoldina (MG). Enfermeira. Foi professora e madrinha de consagração do autor deste ensaio.

§ 133

IX - ALAN CAPDEVILLE DE ALBUQUERQUE. N. em 31-AGO-1918 em Leopoldina (MG), onde casou com MARGARIDA MARIA NOGUEIRA MENDONÇA, também nascida em Leopoldina (MG). Pais de:
X (1) LÍDIO MENDONÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 134.
X (2) LÚCIO RICARDO MENDONÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 135.
X (3) LÍLIAN MENDONÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 139.
X (4) TÂNIA MARIA CAPDEVILLE ALBUQUERQUE, que segue no § 141.

§ 134

X - LÍDIO MENDONÇA ALBUQUERQUE. Coronel-Aviador. Casou com ALTINA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
XI (1) MARCELO ALBUQUERQUE.
XI (2) MÁRCIO ALBUQUERQUE.
XI (3) CRISTIANE ALBUQUERQUE. Casou com ALEXANDRE ..... .

§ 135

X - LÚCIO RICARDO MENDONÇA ALBUQUERQUE. Casou com MARIA HELENA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
XI (1) DANIELE ALBUQUERQUE, que segue no § 136.
XI (2) MICHELE ALBUQUERQUE, que segue no § 137.
XI (3) MARCELE ALBUQUERQUE, que segue no § 138.

§ 136

XI - DANIELE ALBUQUERQUE. casou com MÁRCIO MAGALHÃES. Pais de:
XII (1) CAMILA ALBUQUERQUE MAGALHÃES.
XII (2) RODRIGO CAPDEVILLE MAGALHÃES.

§ 137

XI - MICHELE ALBUQUERQUE. Filhos:
XII(1) LUÍS HENRIQUE ALBUQUERQUE ..... .
XII (2) PEDRO HENRIQUE ALBUQUERQUE ..... .
XII (3) MARIA LETÍCIA ALBUQUERQUE ..... .

§ 138

XI - MARCELE ALBUQUERQUE. Filhos:
XII (1) BRUNA ALBUQUERQUE ..... .
XII (2) MARIANA ALBUQUERQUE ..... .
XII (3) ÍGOR ALBUQUERQUE ..... .

§ 139

X - LÍLIAN ALBUQUERQUE. Filha de Alan Capdeville de Albuquerque (§ 133). Casou com DERNEVAL DE OLIVEIRA. pais de:
XI (1) PAULA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA, que segue no § 140.
XI (2) CARLA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA.
XI (3) LILIANE ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA.

§ 140

XI - PAULA ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA. Casou com MANOEL JOSÉ MIGUEL, nascido na África. Pais de:
XII (1) RAFAEL ALBUQUERQUE MIGUEL.

§ 141

X - TÂNIA MARIA CAPDEVILLE ALBUQUERQUE. Com VICENTE GOMES FERREIRA teve o seguinte filho:
XI (1) JOÃO HENRIQUE CAPDEVILLE GOMES FERREIRA.

§ 142

IX - SEBASTIÃO CAPDEVILLE ALBUQUERQUE. Filho de Jarbas de Albuquerque (§ 132). N. em Leopoldina (MG). Fal. no Rio de Janeiro (RJ). Casou com APARECIDA ALBUQUERQUE (nome de casada). Pais de:
X (1) MÁRCIO ALBUQUERQUE.

§ 143

VIII - ODILON ALBUQUERQUE. Filho de Franklin de Albuquerque (§ 109). Nasceu em 17-JAN-1901 em Itamarati de Minas (MG). Era alfaiate. Faleceu em 8-SET-1979 em São Paulo (SP). Casou em 18-ABR-1925 em Recreio (MG) com FRANCISCA DAS CHAGAS GUALTER, nascida em São Geraldo (MG) em 3-JAN-1905 e falecida em São Paulo (SP) em 9-MAR-1984, filha de Januário Gualter e de Benedita Chagas. Pais de:
IX (1) MARIA INÊS ALBUQUERQUE, que segue no § 144.
IX (2) RÔMULO ALBUQUERQUE, que segue no § 145.
IX (3) MARIA DA GRAÇA ALBUQUERQUE, que segue no § 146.
IX (4) GIL ALBUQUERQUE, que segue no § 147.
IX (5) MARIA REGINA ALBUQUERQUE, que segue no § 148.

§ 144

IX - MARIA INÊS ALBUQUERQUE. Nasceu em 21-JAN-..... em Volta Grande (MG). Casou em 27-JAN-1967, em Recreio (MG), com WALDO BEZERRA, diplomata, nascido no Estado da Paraíba, onde faleceu em 1980, filho de ..... Bezerra e de Ana Bezerra (nome de casada). Pais de:
X (1) PAULO ALBUQUERQUE BEZERRA. Nasceu em 25-JAN-1972.
X (2) RODRIGO ALBUQUERQUE BEZERRA. Nasceu por volta de 1974.

§ 145

IX - RÔMULO ALBUQUERQUE. Nasceu em 19-JUN-..... em Volta Grande (MG). Casou por volta de 1963, no Rio de Janeiro (RJ), com MARISA LISBOA, filha de Mário Luís Lisboa e de Luísa Lisboa (nome de casada). Pais de:
X (1) SANDRA LISBOA ALBUQUERQUE.
X (2) MÁRCIA LISBOA ALBUQUERQUE.
X (3) RICARDO LISBOA ALBUQUERQUE.

§ 146

IX - MARIA DA GRAÇA ALBUQUERQUE. Nasceu em 24-NOV-1927 em Recreio (MG), onde casou, em NOV-1963, com WILSON LEAL. Pais de:
X (1) FÁTIMA REGINA ALBUQUERQUE LEAL.
X (2) ODILON ALBUQUERQUE LEAL.

§ 147

IX - GIL ALBUQUERQUE. Nasceu em 27-JAN-1929 no Rio de Janeiro (RJ). Casou em Estrela Dalva (MG), em 24-JUN-1954, com CECÍLIA GALHARDO, nascida em Estrela Dalva (MG), filha de Mário Galhardo e de Luzia Galhardo (nome de casada). Pais de:
X (1) MÁRIO LUÍS GALHARDO ALBUQUERQUE.
X (2) MARCOS VINÍCIUS ALBUQUERQUE.

§ 148

IX - MARIA REGINA ALBUQUERQUE. Nasceu em 8-NOV-1943 em Recreio (MG). Casou em 7-DEZ-1972 em Juiz de Fora (MG) com MAURO QUEIROZ, que havia sido sacerdote da Igreja Católica Apostólica Romana, nascido em 1-MAI-1932 em Visconde do Rio Branco (MG), filho de José Miranda e de Edina de Queiroz. Pais de:
X (1) ARACI ALBUQUERQUE DE QUEIROZ. Nasceu em 14-DEZ-1975 em São Paulo (SP).
X (2) JANDIRA ALBUQUERQUE DE QUEIROZ. Nasceu em 29-MAR-1977 em São Paulo (SP). C. em 2-DEZ-2001, em São Roque (SP), com PAULO FARAH ANDRÉ.
X (3) FRANCISCO ALBUQUERQUE DE QUEIROZ. N. em 8-ABR-1981 em São Paulo (SP).

§ 149

VIII - WILSON ALBUQUERQUE. Filho de Franklin de Albuquerque (§ 109). Nasceu em 15-MAR-1904 em Cataguases (MG). Faleceu no Rio de Janeiro (RJ). Casou em 21-JUN-1930, em Recreio (MG), com ODÍVIA CARRANO, nascida em 13-MAI-1912 em Recreio (MG) e falecida no Rio de Janeiro (RJ) em 22-AGO-2008, irmã de Otacília Carrano, que foi casada com Leônidas Albuquerque (§ 103), e filha de José Carrano e de Maria da Conceição Lima. A seu respeito, vale transcrever aqui capítulo contido no livro "Encontro com os Ancestrais", escrito pelo autor deste ensaio:
Sobre Wilson Albuquerque, vale transcrever aqui trecho de carta dirigida pelo autor a sua mãe Odívia:
"No antigo retrato, vejo meu pai menino, com quatro ou cinco anos de idade, junto aos irmãos e meu avô. Olhos arregalados, procurando adivinhar o que o mundo à sua frente lhe daria. Olheiras revelando, talvez, saudades dos beijos e abraços da doce Pombinha, pseudônimo de sua mãe, com quem tão pouco havia convivido.
Para compensar a falta da progenitora, que lhe deixou com apenas três outonos vividos, deu-lhe Deus o carinho da avó Patrocínia, mulher que cultivou os bons sentimentos aninhados em seu coração.
Infância difícil, como difíceis seriam muitos momentos de sua vida futura. Infância em que a tudo se ligava para compensar a ausência daquela que lhe trouxe ao mundo e a quem não mais podia levar seus encantos e desencantos.
Com treze anos de idade perdeu a avó paterna, sua segunda mãe (a avó materna havia falecido bem antes de seu nascimento).
Apesar da bondade de sua madrasta, a portuguesa Arminda dos Santos Couto, a morte de Dona Patrocínia foi um golpe que meu pai muito sentiu. Mais tarde, homenageou a avó dando seu nome à primeira filha.
Jovem, passou certamente por outras dificuldades. Trabalhava em Recreio (MG), em estabelecimento comercial do Sr. Pinho, quando foi convidado pelo Dr. Ladário Faria, político de Além Paraíba (MG) e futuro Prefeito daquele Município, para ir para a Escola de Aprendizes Marinheiros. Era Ministro da Marinha o Dr. Raul Soares de Moura, que havia sido Vereador e Chefe do Executivo do vizinho Município de Visconde do Rio Branco (MG), fato que, certamente, contribuiu para o alistamento de meu pai na Escola de Aprendizes Marinheiros de Campos em 12-JAN-1920.
Imagino as dificuldades passadas pelo adolescente, principalmente se considerada a rigorosa disciplina que a Marinha exigia dos que a ela se ligavam.
Em 30-ABR-1920 foi transferido para a Escola de Aprendizes Marinheiros do Rio de Janeiro (RJ). Em 7-JAN-1922 ingressou na Escola de Grumetes e em 30-AGO-1922, já como membro do Corpo de Marinheiros Nacionais de Villegaignon, alistou-se, com o número 9411, na Companhia de "Sem Especialidade", como Marinheiro de 2ª Classe, pelo prazo de 9 anos, a contar de 15-SET-1922.
Segundo o Livro Mestre do Corpo de Marinheiros nº 228 (fls. 41), era de cor branca, olhos verdes e cabelos castanhos (estatura: a crescer). Consta seu retrato, com a farda de marinheiro, da página 159 do Livro nº 41 MN, do Gabinete de Identificação da Armada.
Foi designado para servir no Navio Escola Benjamim Constant, tendo a oportunidade, então, de percorrer longas distâncias, conhecendo regiões do planeta que nunca imaginara visitar.
Vale lembrar que durante os Governos de Epitácio Pessoa e Artur Bernardes, ocorreram movimentos revolucionários (o "Tenentismo"), com a participação de militares, em vários pontos do País. Só em 1922 tivemos as Revoltas do Forte de Copacabana, do Forte do Vigia, na Vila Militar, na Escola Militar do Realengo, do Primeiro Batalhão de Engenharia, de Niterói e de Mato Grosso.
A situação, portanto, não era tranqüila quando o Almirante Alexandrino Faria de Alencar resolveu abrir, na Escola da Aviação Naval (criada pelo Decreto nº 12.167, de 23-AGO-1916), um curso de pilotagem para praças.
A propósito, julgo interessante transcrever, aqui, parte do depoimento do Comandante Coriolano Luís Tenan, constante de seu livro "Memórias de um Piloto de Linha":
"A afluência de candidatos era enorme. Vinham, até agarrados às chaminés das vedetas, de todos os navios e repartições da Marinha. A seleção, como era de esperar, foi rigorosa. De muito me serviram os rudimentos de navegação que havia aprendido no Lloyd Brasileiro. Passaram somente vinte e dois candidatos, entre os quais fui o primeiro classificado".
Meu pai foi um dos aprovados, conforme Ordem do Dia nº 35, de 16-ABR-1923, da Escola da Aviação Naval. Tenho uma fotografia com a primeira turma de alunos do Curso, constituída por meu saudoso pai, Wilson Albuquerque (Marinheiro de 2ª Classe), Pôncio (Marinheiro de 2ª Classe), Medeiros (Marinheiro de 1ª Classe), Elias (Marinheiro de 2ª Classe); Cesínio de Araújo Cruz (cabo; revolucionário, foi desligado do serviço; morreu exilado na Clevelândia); Manoel Medeiros (2º Sargento Fuzileiro; posteriormente foi Coronel da Aeronáutica); Ismael Santana (Cabo Telegrafista e Sub-Oficial); Camargo (Cabo; Sub-Oficial Mecânico); Fernando; José Freitas (Soldado do Corpo de Fuzileiros Navais); Fernandes (Marinheiro de 1ª Classe; Escrevente); Jorge Arruda Proença (Cabo Artilheiro; desligado do serviço por ser revolucionário; anistiado, voltou à Marinha e completou o Curso de Piloto Aviador; chegou a Brigadeiro Engenheiro); Coriolano Luís Tenan (Grumete "Sem Especialização"; posteriormente foi Tenente Instrutor, Major Aviador e Comandante da Panair do Brasil); Manoel Elias Profeta (Cabo Motorista; Sub-Oficial); Boulhosa (Cabo Especialista; Sub-Oficial); Almáquio Dessaurie (Cabo Telegrafista; depois 1º Tenente Aviador; morreu quando o avião que pilotava bateu em um pára-raios do Jóquei Clube, na Praça Mauá, Rio de Janeiro); Bernardino Pinto da Costa (Marinheiro de 1ª Classe; foi 1º Tenente Aviador; morreu em acidente de avião em Santa Catarina); Juvenal; Amaraci Domingues (Cabo Telegrafista) e Patrício (Cabo Artilheiro).
Conforme a Ordem do Dia nº 101, de 27-DEZ-1923, da Escola de Aviação Naval, meu pai foi aprovado no Curso de Piloto Aviador. O Comandante da Escola era o Capitão-de-Mar-e-Guerra Protógenes Pereira Guimarães.
As incertezas e a desconfiança tomavam conta da Aviação Naval, que em junho de 1924 havia sido transferida da Ilha das Enxadas para a Ponta do Galeão, na Ilha do Governador.
As agitações revolucionárias eram acompanhadas de denúncias, prisões de surpresa e degredos para a Clevelândia, no Acre.
Teria havido, também, insubordinação de pilotos diante de ordem para se prepararem para ataque a revolucionários de São Paulo. Não quiseram ferir irmãos brasileiros, usando as armas que lhes botavam nas mãos e as asas de um avião.
Preso, meu pai conseguiu a liberdade com o apoio de um jovem advogado e político que, mais tarde, seria, ainda que por poucos dias, Presidente da República: o Dr. Carlos Coimbra da Luz.
Somente quatro dos alunos permaneceram na Marinha: Almáquio, Bernardino, Tenan e Proença.
Desligado da Armada, meu pai esteve em Belo Horizonte, Juiz de Fora e Divinópolis, tendo trabalhado na empresa SINGER. Passou, ainda, por São Sebastião do Alto (RJ), onde foi receber quantia, depositada na Caixa Econômica, oriunda de herança deixada por seu avô materno Joaquim de Faria Salgado.
Ao passar suas férias em Recreio (MG), passou a namorar a jovem Odívia Carrano, que cursara, recentemente, a Escola Normal Nossa Senhora do Carmo, em Cataguases (MG). Tal fato fez com que largasse o emprego e fosse trabalhar na cerâmica de seu irmão Leônidas Albuquerque.
Anistiado pelo Governo, à Marinha pôde retornar, talvez com recompensadora patente e remuneração. Mas ele tinha seu coração preso à linda professora. O sogro, entendendo que a delicada filha não poderia residir no Rio de Janeiro, longe da proteção paterna e sujeita a constantes viagens do marido, impôs-lhe uma escolha: a Odívia ou a farda. O amor à namorada - a mais bela e meiga jovem que havia conhecido - fê-lo permanecer em Recreio, alheio aos pedidos das autoridades militares para reincorporar-se.
E negando-se a voltar, tomou a decisão mais importante de sua vida, aquela que lhe permitiu conviver durante mais de quarenta e oito anos com a companheira leal, dedicada e amorosa, nos momentos tristes e nos felizes. E da existência em comum nasceram onze filhos, para a alegria dos pais.
Wilson, com seu trabalho, associou-se a seu irmão Leônidas Albuquerque na Cerâmica Mineira, desligando-se da sociedade, alguns anos mais tarde, para estabelecer-se com sua própria empresa (Cerâmica Wilson).
Tornou-se uma das pessoas mais respeitadas de Recreio, tendo assinado, em 1º-JAN-1939, a ata da transformação do Distrito em Município. Através de Resolução de 21 de março de 1939, o Governador de Minas Gerais, Dr. Benedito Valadares, nomeou-o Delegado de Polícia do Município de Recreio (MG), atendendo sugestão do Secretário do Interior (José Maria de Alkmim).
Apoiando seu primo Milton Soares Campos, candidato a Governador de Minas Gerais, concorreu à Vice-Prefeitura do Município de Recreio, pelo Partido Republicano de Minas Gerais (P.R.M.), nas eleições realizadas em 23-NOV-1947, tendo obtido 902 dos 1.726 votos válidos apurados.
Tomou posse como Vice-Prefeito em 1º-JAN-1948, tendo a solenidade sido objeto de artigo escrito por Wantuyler Gama Lima na edição de 11-JAN-1948 do jornal "O Verbo".
Bom filho, bom irmão, bom patrão, bom pai e bom esposo, não se importava em perder para que os outros ganhassem.
Pela confiança que no próximo depositava, sempre estava sujeito a decepções. Tal se deu com as cerâmicas, com as terras que possuiu, com as ações que comprou, com o apartamento sonhado.
Se nunca desanimou, foi pelo alento que a esposa lhe dava, foi pelo amor que aos seus dedicava. Cada filho recebido de Deus era uma roupa que tinha de durar mais alguns anos, situação bem diferente daquela existente em anos mais despreocupados, quando os ternos de linho branco e roupas de boa qualidade enfeitavam seus cabides e gavetas.
Como em Recreio havia um único grupo escolar, onde só se atingia o 4º ano primário, os filhos eram internados em escolas privadas situadas em outras cidades, com grande sacrifício para os pais.
Como desejava que as coisas melhorassem. Quantas vezes o vi olhar para a frente, alheio a tudo, procurando caminhos que o carregassem a um destino feliz e despreocupado. Entretanto, estava sempre às voltas com intempéries. O que acumulava sempre tendia a ser levado pelos ventos.
Os negócios não estavam bem na década de 1950, motivo por que resolveu fechar a cerâmica e ir para a cidade do Rio de Janeiro, deixando todos os bens que tinha juntado para os empregados e parentes que o ajudaram a cuidar da extinção da empresa que lhe tinha permitido pagar os estudos dos filhos, juntamente com os proventos de professora de sua esposa.
No Rio, quase sexagenário, arrumou emprego em uma alfaiataria. Como era triste, e ao mesmo tempo belo e emocionante, vê-lo, após tantos anos de luta, vir para casa com pacotes de carne, queijo, pão e outras compras, amarrados por barbante que, certamente, lhe machucava os dedos. Os bolsos estavam sempre vazios, pois o pouco que ganhava logo se transformava em mantimentos.
De janelas de ônibus, sem ser notado, algumas vezes o vi arrastando os pés nas calçadas quentes do Rio, com ar cansado, deixando verter o suor que as longas caminhadas provocavam.
Sua vida tinha sido dedicada aos filhos. Nada de viagens e divertimentos caros, pois os colégios exigiam mensalidades pagas em dia.
Éramos muitos, mas poucas eram suas palavras duras, mesmo nos momentos em que seus nervos ficavam mais tensos, no meio das agruras da vida.
Que dor ao se separar dos filhos que iam para longe. Quantas lágrimas contidas. Quantos tremores percebíamos ao abraçá-lo nas despedidas.
Morreu em 1978 sem ver o retorno de seu esforço: todos os filhos vivendo com conforto e responsabilidade.
Seu falecimento foi divulgado em jornais de Recreio, Leopoldina, Juiz de Fora e Rio de Janeiro e a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, por iniciativa do Deputado Francisco da Gama Lima Filho, aprovou moção de profundo pesar pelo ocorrido.
Penso agora que pouco conversamos. Acho que deveríamos ter-lhe demonstrado mais amor. Como gostaríamos de ter-lhe dado mais apoio nos seus momentos mais difíceis, compensando o que dele recebemos. Um só olhar era o bastante para que ele e a querida esposa sentissem que os filhos precisavam de alguma coisa, fosse dinheiro, fosse conselho, fosse qualquer outro tipo de ajuda.
Lembro-me de que ele insistiu para que eu comprasse um apartamento em Santa Teresa, no Rio. Quando eu lhe disse que não possuía a quantia necessária para o sinal exigido, ele prontamente respondeu que poderia emprestar-me dinheiro de que dispunha e não necessitava. Descobri, depois, que levantara em um banco comercial, com dificuldade, um oneroso empréstimo para que eu pudesse adquirir o imóvel. E essa dedicação alcançava todos os seus filhos.
Quiséramos, meu pai, ser novamente crianças para nos aninharmos em seus braços. Como era confortante sentirmos os seus olhos vigiando-nos, em casa, nas ruas da cidade, no sítio de sua propriedade ou em qualquer outro lugar. Como eram boas as suas estórias, principalmente as que envolviam São Pedro e Pedro Malasartes. Nós ouvíamos deliciados as suas leituras do "Tico Tico", dos artigos da revista "Seleções" e mesmo dos livros de Dale Carnege, bem como as cantigas aprendidas não sei onde:
"João corta pau
Maria mexe angu;
Teresa põe a mesa
No buraco do tatu !"

"Bambalaão
Senhor Capitão;
Espada na cinta
Ginete na mão".
Que grande alegria teremos no dia em que o reencontrarmos, certamente em um mundo melhor que este".
O falecimento de Wilson Albuquerque foi registrado no jornais "O Globo", do Rio de Janeiro (RJ), e "Lar Católico", de Juiz de Fora (MG).
O "Jornal de Recreio", em sua edição de 16-SET-1978, publicou o seguinte artigo a respeito da ocorrência:
"Registramos com pesar o falecimento de Wilson Albuquerque, ocorrido no último dia 6, no Rio de Janeiro, onde residia.
Tendo residido em Recreio por longos anos, cidade onde nasceram sua esposa Odívia e 9 filhos, era grande o seu carinho por nossa cidade. Isto pode ser comprovado pelo grande número de fotos, recortes de jornais, anotações diversas, referentes a fatos e gente recreienses, que guardava consigo.
Através da Cerâmica Wilson, levou aos mais distantes recantos dos Estados do Rio e de Minas o nome do Município. Ainda hoje temos a oportunidade de ver, em diversas cidades, as telhas francesas por ele fabricadas com a marca registrada CERÂMICA WILSON - RECREIO, MG.
Foi Delegado na década de 30 e fez parte, como Vice-Prefeito, da primeira administração do Município eleita pelo povo, de 1948 a 1951.
Suas saudades de Recreio eram muitas, desde que largou a cidade para acompanhar seus filhos que foram estudar no Rio de Janeiro. Entretanto, trabalhando sem parar para atender às necessidades da família até o momento em que foi apanhado pela enfermidade que o levou à morte, nunca teve um só dia de férias para rever a terra amiga.
Em sua carteira, foi encontrada uma carta, que um de seus filhos lhe escrevera, que mostra o seu interesse pelas coisas do lugar.
Os recreienses mais antigos, que o conheceram, podem testemunhar a bondade de seu coração".
O "Porta Voz de Miracema", na edição da 2ª quinzena de setembro de 1978, publicou o seguinte artigo de Aristides Dorigo sobre a morte de Wilson Albuquerque:
"Após pertinaz enfermidade, faleceu no dia 6 deste, no Rio, onde residia, o Sr. Wilson Albuquerque, primeiro Vice-Prefeito de Recreio, eleito pelo povo, no período de 1.1.48 a 31.1.51.
Pai extremoso, Wilson Albuquerque deixou-nos bons exemplos e agradáveis recordações. Coração grande, bondade maior e de uma alegria contagiante. Nunca refutava trabalho e possuía um jeito especial para lidar com o público.
Seu nome ficará na história de Recreio como um dos propulsores do seu progresso. Foi ele o fundador da Cerâmica Wilson, produtora de afamadas louças, tijolos, manilhas, panelas vidradas, etc., etc.
Era enorme o seu carinho por esta terra, a quem deu sobejas provas de amor, pois trazia guardados em seu arquivo vários jornais e recortes de periódicos que falavam sobre Recreio.
Filho da cidade, casou-se com D. Odívia Carrano Albuquerque, professora aposentada, a qual exerceu por muitos anos o magistério em Recreio, onde também criou uma numerosa prole.
Exerceu com proficiência as relevantes funções de Delegado de Polícia e Vice-Prefeito do Governo Dr. Darcy Nunes de Miranda, prestando, portanto, relevantes serviços ao município.
Em nossa memória guardamos gratas recordações de Wilson Albuquerque, do qual fomos vizinhos - e muitos bons vizinhos - durante longo tempo.
O extinto deixa viúva, D. Odívia, e os seguintes filhos: José, Luís, Maria Patrocínia, casada com Antônio Carlos de Oliveira, Maria Emília, casada com Edgard Colombo Pinto, Paulo, Maurício, Pedro Wilson, Daniel e Maria Georgina, casada com Vincenzo Meliande (noras e netos).
Ó Senhor meu Deus, protegei a alma de Wilson Albuquerque e consolai os que aqui ficam, seus familiares e amigos".
O corpo de Wilson Albuquerque encontra-se sepultado no jazigo perpétuo nº 21087 do Cemitério São João Batista, no Rio de Janeiro (RJ).
O inventário dos poucos bens materiais que deixou teve andamento no Juízo da Quarta Vara de Órfãos e Sucessões da Justiça do Estado do Rio de Janeiro, tendo o autor deste livro participado do processo como advogado dos herdeiros.
Com a esposa Odívia, falecida em 22-AGO-2008 no Rio de Janeiro (RJ), Wilson teve os seguintes filhos:
IX (1) JOSÉ CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 150.
IX (2) LUÍS CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 154.
IX (3) MARIA PATROCÍNIA ALBUQUERQUE, que segue no § 157.
IX (4) MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE, que segue no § 159.
IX (5) PAULO CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 161.
IX (6) MAURÍCIO CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 167.
IX (7) PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 168.
IX (8) DANIEL CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 170.
IX (9) EDUARDO CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Recreio, Minas Gerais, em 3 de novembro de 1948. Fal. em Recreio, Minas Gerais, em 27 de abril de 194964.
IX (10) MARIA GEORGINA CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 173.
IX (11) JOSÉ MARIA CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Leopoldina, Minas Gerais, em 12 de setembro de 1957. Fal. em Leopoldina, Minas Gerais, em 14 de setembro de 195765.

§ 150

IX - JOSÉ CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Recreio, Minas Gerais, em 24 de novembro de 1932. Enfermeiro formado pela Escola de Enfermagem Ana Neri, no Rio de Janeiro (RJ). Servidor público aposentado. Estudou, como muitos de seus irmãos, inclusive o autor deste ensaio, no tradicional Ginásio Leopoldinense (hoje com a denominação de Colégio Estadual Professor Botelho Reis), fundado em Leopoldina (MG) em 3 de junho de 1906. Foi Diretor Regional da Saúde em Juiz de Fora, Minas Gerais, tendo disputado vaga na Câmara de Vereadores local, com boa votação. C. em Simão Pereira, Minas Gerais, em 24 de abril de 1954, c. ARACI DE ANDRADE (n. em 9-MAR-1923 em Simão Pereira, Minas Gerais; filha de Antônio Bento de Andrade e de Ana Félix de Andrade). Após a separação do casal, José uniu-se a RAKEL DERBY OLIVEIRA DUTRA (n. em 2-JUN-1943 em Juiz de Fora, Minas Gerais; filha de Orvile Derby Araújo Dutra e de Araci Faria de Oliveira). Fal. em Juiz de Fora (MG) em 9-JAN-2008.
- Filhos de José Carrano Albuquerque e de Araci de Andrade:
X (1) ALEXANDRE ANDRADE ALBUQUERQUE, que segue no § 151.
X (2) ALOÍSIO ANDRADE ALBUQUERQUE, que segue no § 152.
X (3) ARLETE ANDRADE ALBUQUERQUE, que segue no § 153.

§ 151

X - ALEXANDRE ANDRADE ALBUQUERQUE. Graduado em Administração de Empresas, com vários cursos de aperfeiçoamento profissional na área de Recursos Humanos e Administração Geral. Foi Diretor Administrativo do Colégio Técnico João Paulo I, em Juiz de Fora (MG), e Gerente de Recursos Humanos em grandes empresas de Três Rios (RJ). Autor de artigos publicados nos jornais "Tribuna de Minas" e "Jornal do Brasil" abordando a Política Salarial e Administração de Pequenas e Médias Empresas. Foi Professor Palestrante na Faculdade de Administração e Economia de Teresópolis (RJ). Fundador, Diretor e Negociador dos Sindicatos das Empresas de Construção Civil e das Indústrias de Alimentação da Região Serrana (RJ). N. em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 10 de abril de 1956. Casou, em primeiras núpcias, também em Juiz de Fora, com CLÁUDIA GARGIULO DUARTE, nascida em Muriaé (MG) em 28-JUN-1961, filha de Aod Duarte e de Aída Juliani Gargiulo. Em segundas núpcias, Alexandre casou em Três Rios, Estado do Rio de Janeiro, com CELEIDA PORTES EMILIANO MIRANDA (nome após o primeiro casamento), viúva de Carlos Alberto Miranda. Pais de:
XI (1) WESLEY MIRANDA ALBUQUERQUE.
Alexandre Andrade Albuquerque possui um enteado, filho de Celeida Portes Emiliano Miranda e de seu primeiro esposo:
- CARLOS ALBERTO MIRANDA JÚNIOR.

§ 152

X - ALOÍSIO ANDRADE ALBUQUERQUE. Funcionário da Rede Ferroviária Federal. Nasceu em Juiz de Fora, Minas Gerais, em 6 de outubro de 1957. Uniu-se a DIVA SOUSA CANABRAVA, filha de Décio Canabrava e de Diva Sousa Canabrava Frossard (nome de casada). Pais de:
XI (1) TIAGO CANABRAVA ALBUQUERQUE. N. em Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, em 12 de julho de 1985.
XI (2) CAROLINA CANABRAVA ALBUQUERQUE. N. em Matias Barbosa, Minas Gerais, em 14 de setembro de 1988.

§ 153

X - ARLETE ANDRADE ALBUQUERQUE. . N. em 4 de agosto de 1958 em Juiz de Fora, Minas Gerais, onde C. em 10 de janeiro de 1998, na Igreja de São Geraldo, c. JOSÉ LAIR PEREIRA, fº de Sebastião Clemente Pereira e de Maria Aparecida Pereira (nome de casada; já falecida quando do casamento de José Lair). Pais de:
XI (1) - GABRIELA ALBUQUERQUE PEREIRA. N. em 5 de dezembro de 1999, em Juiz de Fora (MG).

§ 154

IX - LUÍS CARRANO ALBUQUERQUE. Fº de Wilson Albuquerque (§ 140). N. em Recreio, Minas Gerais, em 24 de dezembro de 1934. Aposentado, foi conceituado funcionário do Grupo Othon Bezerra de Melo, que contou com sua importante colaboração durante 40 anos. C., em primeiras núpcias, no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 8 de setembro de 1964, c. CONCEIÇÃO DE MARIA SERRA DE OLIVEIRA, nascida em São Luís, Maranhão, em 19-SET-1932, filha de Humberto Teixeira de Oliveira e de Antônia Costa Serra, funcionária pública e poetisa, autora do livro "Eu Sou", publicado no Rio de Janeiro em 1988. Em segundas núpcias, Luís casou-se em Cataguases, Minas Gerais, em 11 de novembro de 1993, com sua prima MARLI CARRANO DE CASTRO, nascida em Cataguases (MG) em 23-JUL-1940, professora, filha de José Carvalho de Castro e de Edite Carrano.
- Filhos de Luís Carrano Albuquerque e de Conceição de Maria Serra de Oliveira:
X (1) JOÃO LUÍS DE OLIVEIRA CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 155.
X (2) MÁRCIO LUÍS DE OLIVEIRA CARRANO ALBUQUERQUE, que segue no § 156.

§ 155

X - JOÃO LUÍS DE OLIVEIRA CARRANO ALBUQUERQUE. Agrônomo e músico. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 14 de novembro de 1967. Com PAULA MAGALHÃES teve o seguinte filho:
XI (1) PEDRO MAGALHÃES ALBUQUERQUE.

§ 156

X - MÁRCIO LUÍS DE OLIVEIRA CARRANO ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 4 de maio de 1970. Com ÉRICA NASCHPITZ teve a filha:
XI (1) CLARA NASCHPITZ ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 24 de maio de 1996.

§ 157

IX - MARIA PATROCÍNIA ALBUQUERQUE. Fª de Wilson Albuquerque (§ 149). N. em Recreio, Minas Gerais, em 30 de abril de 1936. Funcionária aposentada da Caixa Econômica Federal. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 8 de janeiro de 1966, c. ANTÔNIO CARLOS DE OLIVEIRA (n. em Upanema, Rio Grande do Norte, em 20-JUN-1940; filho de Damião Alexandre de Oliveira e de Maria Carlos Moura). Faleceu no Rio de Janeiro (RJ) em 20-MAR-2003. Pais de:
X (1) CLÁUDIO ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA, que segue no § 158.
X (2) RICARDO ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 9 de junho de 1978. Lia e escrevia, com perfeição, aos três anos de idade, fato comentado em crônica publicada na página 73 do livro "Boca de Luar", de Carlos Drummond de Andrade, amigo de seu pai (esta amizade é comentada no artigo "Antônio Carlos: De garoto de Upanema a amigo de Drummond", publicado na edição de 6 de janeiro de 1989 do jornal "O Poti ", de Natal, Rio Grande do Norte). Ricardo cursa Direito na PUC do Rio de Janeiro.

§ 158

X - CLÁUDIO ALBUQUERQUE DE OLIVEIRA. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 16 de dezembro de 1966. Empresário e piloto comercial. Concluiu o Curso de Administração de Empresas na Universidade Cândido Mendes, no Rio de Janeiro (RJ). Foi Chefe do Gabinete do Vice-Prefeito do Município do Rio de Janeiro (RJ).
- Com ANA CLÁUDIA LINHARES ROCHA LIMA (filha de Alcimar da Rocha Lima e de Ivanês Linhares) teve:
XI (1) LUÍSA ROCHA LIMA DE OLIVEIRA. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 8 de dezembro de 1985. Mereceu do poeta Carlos Drummond de Andrade os seguintes versos, publicados no livro "Poesia Errante":

"Que a tua vida seja bela e suave
como é suave o palpitar da brisa
Neste instante de flor e de boneca,
receba o meu beijo, cara Luísa".

- Cláudio casou-se em primeiras núpcias no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 11 de novembro de 1995, com MÔNICA ALMEIDA BUSCÁCIO, filha de Abério Pereira Buscácio e de Cely Almeida. Sem geração.
- Posteriormente, Cláudio uniu-se, em segundas núpcias, em 24-MAI-2002, no Rio de Janeiro (RJ), com ADRIANO ANDRADE NETO, filha de Aloísio Gomide Neto e de Joneth de J. Andrade, com quem teve:
XI (2) BRUNA NETO DE OLIVEIRA. N. em 12 de março de 2001 no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro.

§ 159

IX - MARIA EMÍLIA ALBUQUERQUE. Fª de Wilson Albuquerque (§ 149). Pedagoga e professora. N. em Recreio, Minas Gerais, em 17 de janeiro de 1938. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1963, c. EDGAR COLOMBO PINTO, servidor público do Estado do Rio de Janeiro, n. em Funil, Município de Cambuci, no Estado do Rio de Janeiro, em 12 de outubro de 1924, fal. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 18 de dezembro de 1992, fº de Deodoro Marçal Pinto e de Francisca Dominga Andrade. Pais de:
X (1) FABIANE ALBUQUERQUE PINTO, que segue no § 160.

§ 160

X - FABIANE ALBUQUERQUE PINTO. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 25 de março de 1965. Bacharel em Direito. Funcionária da Cia. Estadual do Gás do Rio de Janeiro - CEG. C. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 19 de setembro de 1987, c. ROGÉRIO REBELO, Engenheiro Mecânico, n. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 17 de novembro de 1962, fº de Francisco Rebelo Neto e de Antônia da Conceição Maia. Pais de:
XI (1) ISABELA ALBUQUERQUE PINTO REBELO. N. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 30 de dezembro de 1988. Estuda no Colégio Militar do Rio de Janeiro.
XI (2) GUILHERME ALBUQUERQUE PINTO REBELO. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 13 de setembro de 1991.

§ 161

IX - PAULO CARRANO ALBUQUERQUE. Fº de Wilson Albuquerque (§ 149). N. em Recreio, Minas Gerais, em 30 de agosto de 1939. Funcionário aposentado do BANERJ, entidade de que foi Gerente em Goiânia (GO) e no Rio de Janeiro (RJ). Advogado e empresário. C. em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 8 de dezembro de 1962, c. MARIA EMÍLIA SCHETTINI CARREIRO (n. em Leopoldina, Minas Gerais, em 13-JUL-1942; filha de Homero Justino Carreiro e de Zilda Faleiro Schettini), pedagoga e professora. Pais de:
X (1) FERNANDO CARREIRO ALBUQUERQUE, que segue no § 162.
X (2) LUCIANA CARREIRO ALBUQUERQUE, que segue no § 163.
X (3) FLÁVIA CARREIRO ALBUQUERQUE, que segue no § 164.
X (4) LEONARDO CARREIRO ALBUQUERQUE, que segue no § 165.
X (5) LETÍCIA CARREIRO ALBUQUERQUE, que segue no § 166.

§ 162

X - FERNANDO CARREIRO ALBUQUERQUE. Médico. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 27 de maio de 1965. C. em Goiânia, Goiás, em 10 de janeiro de 1987, c. SUELY SOUSA SANTOS (n. em Caiapônia, Goiás; filha de Osvaldo de Sousa Vilela e de Lucimar Umbelina dos Santos). Pais de:
XI (1) VÍTOR SOUSA DE ALBUQUERQUE. N. em Goiânia, Goiás, em 6 de maio de 1993.
XI (2) HOMERO SOUSA DE ALBUQUERQUE. N. em 3 de janeiro de 2001.

§ 163

X - LUCIANA CARREIRO ALBUQUERQUE. N. em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 4 de maio de 1967. Enfermeira. Trabalhou na Fundação das Pioneiras Sociais, em Brasília, Distrito Federal, e Salvador, Bahia. Com ELIAS FÉLIX DE FIGUEIREDO teve o seguinte filho:
XI (1) FELIPE ALBUQUERQUE DE FIGUEIREDO. N. em Goiânia (GO) em 30-ABR-1998.

§ 164

X - FLÁVIA CARREIRO ALBUQUERQUE. N. em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 26 de abril de 1969. Foi eleita, em outubro/2002, Deputada Estadual pelo Estado de Goiás. C. em Goiânia, Goiás, em 20 de julho de 1986, c. GEORGE FERREIRA DE MORAES (n. em Caiapônia, Goiás, em 25-SET-1964; filho de Guilhermino Moraes dos Santos e de Valda Vilela Ferreira; foi Prefeito de Santa Bárbara de Goiás e Deputado Estadual pelo Estado de Goiás; exerce, atualmente, as funções de Prefeito Municipal de Trindade, em Goiás). Pais de:
XI (1) BEATRIZ ALBUQUERQUE DE MORAES. N. em Goiânia, Goiás, em 14 de junho de 1987.
XI (2) BÁRBARA ALBUQUERQUE DE MORAES. N. em Santa Bárbara de Goiás, Goiás, em 7 de março de 1991.

§ 165

X - LEONARDO CARREIRO ALBUQUERQUE. Advogado. N. em Belo Horizonte, Minas Gerais, em 27 de maio de 1971. C. em 12 de fevereiro de 2000, em Goiânia (GO), com MARTA LIMA DE AZEVEDO, filha de Hugo Hélio de Azevedo e de Maria dos Anjos Lima. Pais de:
XI - VITÓRIA DE AZEVEDO ALBUQUERQUE. N. em Trindade (GO) em 21-JUL-2000.
XI - PEDRO DE AZEVEDO ALBUQUERQUE. N. em Brasília (DF) em 17-MAI-2002.

§ 166

X - LETÍCIA CARREIRO ALBUQUERQUE. N. em Goiânia, Goiás, em 30 de janeiro de 1981. Foi batizada na Igreja Nossa Senhora de Fátima, em Goiânia (GO), em 31-MAR-1981 (foram padrinhos os tios Pedro Wilson e Maria Lúcia), tendo o evento sido divulgado na edição de 1º-ABR-1981 do jornal "O Popular". Com LINDOMAR PEREIRA LEMES teve a filha:
XI (1) - MARIA PAULA DE ALBUQUERQUE LEMES. N. em Goiânia (GO) em 25-MAR-2000.


§ 167

IX - MAURÍCIO CARRANO ALBUQUERQUE. Fº de Wilson Albuquerque (§ 149). N. em Recreio, Minas Gerais, em 6 de abril de 1941. Funcionário aposentado da Caixa Econômica Federal. Bacharel em Ciências Contábeis. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 5 de março de 1966, c. MARIANA MOULIN, nascida em Mesquita (RJ) em 20-JUL-1943, funcionária aposentada do Banco Central do Brasil, Bacharel em Ciências Contábeis, filha de Paulo Moulin e de Etelvina Zapelli. Pais de:
X (1) PAULO MAURÍCIO MOULIN ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 19 de dezembro de 1967. Advogado e servidor público (Oficial Avaliador da Justiça do Estado do Rio de Janeiro). Foi Técnico de Finanças e Controle na Secretaria do Tesouro Nacional, em Brasília (DF).
X (2) CLÁUDIA MARIA MOULIN ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 19 de maio de 1970. Funcionária do Banco do Brasil e bacharel em Ciências Contábeis.
X (3) CARLOS EDUARDO MOULIN ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 17 de julho de 1972.

§ 168

IX - PEDRO WILSON CARRANO ALBUQUERQUE. Fº de Wilson Albuquerque (§ 140). N. em Recreio, Minas Gerais, em 5 de julho de 1943. Funcionário aposentado do Banco do Brasil, em cuja Direção Geral exerceu as funções de Auxiliar e Secretário de Gabinete, Assistente Técnico, Analista de Projetos e Assessor da Consultoria Técnica e do Gabinete do Presidente da Instituição. Advogado. Servidor público, foi Analista de Finanças e Controle, sendo, atualmente, Procurador da Fazenda Nacional. Foi Coordenador-Geral de Responsabilidades e Haveres Financeiros do Tesouro Nacional. Requisitado à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional pela Secretaria do Tesouro Nacional - STN, exerce neste Órgão as funções de Coordenador-Geral de Controle das Responsabilidades Financeiras e Haveres Mobiliários da União. 2º Tenente R/2 da Intendência do Exército. Trabalhou no jornal "Correio da Manhã" e no "The First National City Bank of New York". Foi Professor de Análise e Elaboração de Projetos no Centro de Treinamento do Banco do Brasil, instituição que representou no Conselho Nacional de Desenvolvimento Urbano e em diversos Grupos de Trabalho, inclusive os que elaboraram as normas do Programa de Crédito Educativo e do Programa Nacional do Álcool. No Ministério da Indústria e do Comércio, foi Assessor Parlamentar dos Ministros Murilo Badaró e Roberto Gusmão e Chefe da Assessoria Parlamentar dos Ministros João Camilo Pena e José Hugo Castelo Branco. Representou o Ministro da Indústria e do Comércio junto ao Conselho Nacional de Defesa do Consumidor. Foi Presidente do Conselho de Administração da empresa COBRA - Computadores e Sistemas Brasileiros S.A. e dos Conselhos Fiscais da Caixa Econômica Federal e do Banco do Nordeste do Brasil - BNB, bem como Conselheiro de Administração da LLOYDBRÁS- Companhia de Navegação Lloyd Brasileiro e Membro dos Conselhos Fiscais da EMBRAER- Empresa Brasileira da Aeronáutica, da Companhia Docas de São Paulo - CODESP, da LIGHT e da Companhia Docas do Ceará - CDC. É, atualmente, Presidente do Conselho Fiscal da Casa da Moeda do Brasil, bem como Conselheiro Fiscal do BNB. Como representante do Tesouro Nacional, participou de várias negociações no Exterior (América do Norte, Ásia e Europa). É membro do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal e do Instituto Brasileiro de Genealogia, bem como sócio do Colégio Brasileiro de Genealogia e da ASBRAP- Associação Brasileira de Pesquisadores de História e Genealogia. Em 19 de novembro de 1980, foi inscrito na Ordem do Mérito Jurídico e Social do Brasil, no grau de Comendador, e o Ministro de Estado da Marinha, Almirante Mauro César Rodrigues Pereira, concedeu-lhe, em 13 de dezembro de 1996, a Medalha Mérito Tamandaré. O Presidente da República Federativa do Brasil, Fernando Henrique Cardoso, resolveu admiti-lo no Corpo de Graduados Especiais da Ordem do Mérito Aeronáutico, no Grau de Cavaleiro, conforme Decreto de 23 de setembro de 1997. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 12 de setembro de 1964, c. MARIA LÚCIA MATOS ESTEVES, advogada, n. em Chiador, Minas Gerais, em 15 de setembro de 1946, fª de Antônio Lopes Esteves e de Maria da Glória da Costa Matos. Pais de:
X (1) PEDRO HENRIQUE ESTEVES ALBUQUERQUE, que segue no § 1690.
X (2) WILSON LUÍS ESTEVES ALBUQUERQUE, que segue no § 170.
X (3) ANA LÚCIA ESTEVES ALBUQUERQUE, que segue no § 171.

§ 169

X - PEDRO HENRIQUE ESTEVES ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 11 de junho de 1965, dia do centenário da Batalha do Riachuelo e ano em que foi comemorado o quarto centenário da cidade em que veio ao mundo. Engenheiro elétrico e funcionário do Banco Central do Brasil. Trabalhou no Banco Regional de Brasília, na Secretaria de Orçamento e Finanças da Secretaria de Planejamento, Coordenação e Orçamento da Presidência da República e na Coordenação-Geral da Dívida Pública da Secretaria do Tesouro Nacional. Concluiu Mestrado de Economia na Fundação Universidade Nacional de Brasília - UNB, com a tese "Do Agente Macroeconômico à Função Macroeconômica: Uma Proposta para Agregação com Exemplos". Também Prepara-se, na Universidade de Madison, em Wisconsin, nos Estados Unidos da América, para doutorar-se em Economia. Trabalho de sua autoria: "Projeto de Filtro de Microondas com Fase e Amplitude Otimizadas", divulgado pela UNB em 1987. C. em primeiras núpcias em Brasília, Distrito Federal, em 7 de janeiro de 1988, c. CLÁUDIA DE OLIVEIRA MELO (n. em Maceió, Alagoas, em 22-JUL-1964; arquiteta e técnica da Secretaria da Receita Federal; filha de Paulo Torres Melo e de Maridéia Marques de Oliveira). Em segundas núpcias casou em Beaufort, Savoie, França, em 7-JUN-2003, com SOPHIE ARDENGHI, n. em Genebra, Suiça, em DEZ-1971, filha dos franceses Gilbert Ardenghi e Agnes Ardenghi.
- Filho oriundo do primeiro casamento:
XI (1) ALEXANDRE MELO DE ALBUQUERQUE. N. em Brasília, Distrito Federal, em 11 de março de 1995. Batizado na Paróquia de Nossa Senhora do Lago, em Brasília (DF), no dia 11 de junho de 1995 (os padrinhos foram os avós paternos).
- Filho oriundo do segundo casamento:
XI (2) ARNAUD ARDENGHI ALBUQUERQUE. N. em Laredo, Texas, Estados Unidos da América do Norte, em 28 de dezembro de 2005.

§ 170

X - WILSON LUÍS ESTEVES ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 16 de julho de 1968, data do centenário de seu bisavô Franklin de Albuquerque. Funcionário do Banco do Brasil (Direção Geral). Formou-se em Comunicação (área: Publicidade). C. em primeiras núpcias, em Brasília, Distrito Federal, em 20 de outubro de 1990, c. ROSSILANY MARQUES MOTA (n. em 30-MAI-1971 em Brasília, Distrito Federal; comerciante; filha de Raimundo Soares Mota e de Isabel Marques Lira). Em segundas núpcias casou em 23 de janeiro de 2004 com Geane Cardoso.
- Filho oriundo do primeiro casamento:
XI (1) LUÍS GUILHERME MARQUES DE ALBUQUERQUE. N. em 5 de maio de 1995, às 7 horas e cinco minutos, em Fortaleza, Estado do Ceará (cfe. termo nº 14.330 constante da folha nº 283 do Livro de Registro de Nascimentos nº A-12 do 5º Cartório do Registro Civil das Pessoas Naturais). Foi bat. na Igreja Nossa Senhora do Líbano, também em Fortaleza, tendo como padrinhos os avós paternos.
- Filha oriunda do segundo casamento:
XI (2) GIOVANA CARDOSO DE ALBUQUERQUE. N. em 29 de julho de 2005, em Brasília (DF).

§ 171

X - ANA LÚCIA ESTEVES ALBUQUERQUE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 15 de março de 1972. Funcionária da Direção Geral do Banco do Brasil. Está cursando Economia.
- Com ROGÉRIO UNGARELLI BORGES (n. em Brasília, Distrito Federal, em 30-MAI-1971; filho de Eurípedes do Carmo Borges e de Wanda Maria José Ungarelli) teve a filha:
XI (1) ANA LUÍSA DE ALBUQUERQUE BORGES. N. em 16 de maio de 1991 em Brasília, Distrito Federal, onde foi batizada (Igreja de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro), sendo padrinhos os tios Pedro Henrique Esteves Albuquerque e esposa84.
- Ana Lúcia casou-se em Brasília (DF), em 22 de fevereiro de 1997, com WALDIR GONÇALVES DE BITENCOURT PEREIRA (n. em Teresina, Piauí, em 10-ABR-1969; engenheiro civil; filho de Elmo Machado de Bitencourt Pereira e de Marília Castelo Branco Gonçalves). O fato mereceu a atenção do semanário "Jornal da Comunidade", de Brasília (DF), na edição de 15 a 21 de março de 1997, com a publicação de foto dos noivos. O casamento foi celebrado pelo Padre Décio Batista Teixeira, Reitor da Universidade Católica de Brasília - UCB, que havia dirigido o Colégio Dom Bosco quando Ana Lúcia ali estudava. O casal teve a seguinte filha:
XI (2) ALINE ALBUQUERQUE BITENCOURT. N. em 6 de maio de 1999, em Brasília, Distrito Federal.
XI (3) DAVI ALBUQUERQUE BITENCOURT. N. em 21 de maio de 2001 em Brasília, Distrito Federal.

§ 172

IX - DANIEL CARRANO ALBUQUERQUE. Fº de Wilson Albuquerque (§ 149). N. em Recreio, Minas Gerais, em 8 de novembro de 1946. Médico. Em primeiras núpcias, casou-se, no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, no dia 1º de maio de 1975, c. REGINA CÉLIA ROHSNER (n. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 1º de maio de 1953; irmã de Marta Cristina, Teresa Cláudia, Norma Clarisse e Patrícia Maria Rohsner; fª de Friedrich Carl Peter Rohsner, n. na Alemanha, e de Teresinha da Rosa). C., em segundas núpcias, em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 26 de setembro de 1987, c. IVONE COSTA SANT ANA (n. em Attilio Vivacqua, Espírito Santo, em 19-AGO-1949; filha de José Guilherme Sant Ana e de Nyra Venturi Costa).
- Filhas oriundos do segundo casamento:
X (1) ADRIANA SANT ANA ALBUQUERQUE. N. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 1º de novembro de 1983.
X (2) ALICE SANT ANA ALBUQUERQUE. N. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 22 de junho de 1989.
- Filho de Daniel e de Verônica Botelho Carneiro:
X (3) HEITOR DANIEL CARNEIRO ALBUQUERQUE.
- Enteado, filho de Ivone Costa Sant Ana e de seu ex-esposo Ivan de Oliveira Almeida:
-MAURÍCIO SANT ANA ALMEIDA. N. em Magé, Estado do Rio de Janeiro, em 31 de agosto de 1968. C. c. CRISTINA ALMEIDA (nome de casada).

§ 173

IX - MARIA GEORGINA CARRANO ALBUQUERQUE. N. em Leopoldina, Minas Gerais, em 13 de outubro de 1953. Psicóloga, formou-se em Psicologia Clínica na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro - PUC/Rio. C. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 10 de janeiro de 1976, c. VINCENZO MELIANDE, n. em Satriano di Lucania, Potenza, Itália, em 27 de junho de 1949, fº de Annibale Meliande e de Carolina Laviano. Pais de:
X (1) MARCOS ALBUQUERQUE MELIANDE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 2 de março de 1977. Concluiu o Curso de Economia na Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ. Cursou, também, o MBA em Marketing pela Fundação Getúlio Vargas.
X (2) ANA CAROLINA ALBUQUERQUE MELIANDE. N. no Rio de Janeiro, Estado do Rio de Janeiro, em 31 de maio de 1981. Cursa Direito na Faculdade Cândido Mendes.

§ 174

VIII - JOFRE ALBUQUERQUE. Filho de Franklin de Albuquerque (§ 109). Nasceu em 5-NOV-1915 em Recreio (MG). Era alfaiate. Faleceu em Ubá (MG). Casou em 25-MAI-1939, em Recreio (MG), com JÚLIA MARIA DA CONCEIÇÃO, nascida em 23-ABR-1912 em Vista Alegre, Cataguases (MG), filha de Joaquim Lopes Salgado e de Rosinda Francisca da Conceição. Pais de:
IX (1) NILCE ARMINDA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 175.
IX (2) TELMA ROSINDA DE ALBUQUERQUE, que segue no § 177.

§ 175

IX - NILCE ARMINDA DE ALBUQUERQUE. Nasceu em 21-MAR-1940 em Recreio (MG). Casou em 1-MAI-1963 com JOSÉ DE ANDRADE, nascido em 22-MAR-1931 em Visconde do Rio Branco (MG). Pais de:
X (1) HELEN ALBUQUERQUE DE ANDRADE, que segue no § 176.
X (2) HÉVERTON ALBUQUERQUE DE ANDRADE. Nasceu em 29-JUL=1966.
X (3) EVANDRO ALBUQUERQUE DE ANDRADE. Nasceu em 30-SET-1969.

§ 176

X - HELEN ALBUQUERQUE DE ANDRADE. Nasceu em 15-MAR-1964. Casou em 6-JUL-1985, em Ubá (MG), com CAMILO OTÔNIO MEDINA, nascido em 16-JUL-1964. Pais de:
XI (1) DANILO ANDRADE MEDINA. Nasceu em 10-FEV-1987.

§ 177

IX - TELMA ROSINDA DE ALBUQUERQUE. Filha de Jofre Albuquerque (§ 174). Nasceu em 2-FEV-1943 em Recreio (MG). Faleceu em 18-DEZ-1984 em Ubá (MG). Com Gildásio Bonfim Sulz teve os seguintes filhos:
X (1) GILMA ALBUQUERQUE SULZ, que segue no § 177-A.
X (2) MARILENE ALBUQUERQUE SULZ, que segue no § 177-B.
X (3) IZAMIR ALBUQUERQUE SULZ, que segue no § 177-C.

§ 177-A

X - GILMA ALBUQUERQUE SULZ. N. em 15-MAI-1967 em Juiz de Fora (MG). Filha:
XI (1) JULIANA ALBUQUERQUE SULZ. N. em 23-FEV-1991, em Juiz de Fora (MG).

§ 177-B

X - MARILENE ALBUQUERQUE SULZ. N. em 13-ABR-1972, em Teófilo Otoni (MG). Casou-se em 15-OUT-1994, em Ubá (MG), com Paulino Menezes Magalhães. Pais de:
XI (1) GABRIELA SULZ MAGALHÃES. N. em 29-MAR-1995, em Barbacena (MG).
XI (2) PAULINO SULZ MAGALHÃES. N. em 7AGO-1998, em Barbacena (MG).

§ 177-C

X - IZAMIR ALBUQUERQUE SULZ. N. em 4-JUL-1974, em Teófilo Otoni (MG). De sua união com Elson José Vieira teve a filha:
XI (1) CAROLINA ALBUQUERQUE SULZ VIEIRA. N. em 6-MAI-2005, em Barbacena (MG).

§ 178

VIII - DAHER ALBUQUERQUE. Filho de Franklin de Albuquerque (§ 109). Nasceu em 1-MAI-1917 em Recreio (MG), onde faleceu. Foi padrinho de batismo do autor deste ensaio. Casou com MARIA DA ANUNCIAÇÃO NETO, nascida em Minas Gerais, filha de Francisco Miguel Ferreira Neto e de Carmelita do Vale. Pais de:
IX (1) PEDRO PAULO NETO ALBUQUERQUE, que segue no § 179.
IX (2) MARIA DAS GRAÇAS NETO ALBUQUERQUE.
IX (3) CARMELITA MARIA NETO ALBUQUERQUE, que segue no § 180.
IX (4) ARMINDA MARIA NETO ALBUQUERQUE.
IX (5) FRANCELINA NETO ALBUQUERQUE.
IX (6) MARIA JULIANA NETO ALBUQUERQUE. Casou em 7-JUL-1989, em Recreio (MG), com WALDECIR ALVES LEITE, filho de Osvanir Ferreira Leite e de Wilma Alves.

§ 179

IX - PEDRO PAULO NETO ALBUQUERQUE. Casou com ANA MARIA COSTA. Pais de:
X (1) VÍTOR COSTA ALBUQUERQUE.
X (2) ANA PAULA COSTA ALBUQUERQUE. Casou em 10-FEV-1996, em Juiz de Fora (MG), com JOSÉ MÁRCIO DE OLIVEIRA.

§ 180

IX - CARMELITA MARIA NETO ALBUQUERQUE. Casou com JOSÉ AUGUSTO PINTO RIBEIRO. Pais de:
X (1) ESTÊVÃO ALBUQUERQUE RIBEIRO.

§ 181

VIII - MARIA AUXILIADORA ALBUQUERQUE. Filha de Franklin de Albuquerque (§ 109). Nasceu em 4-AGO-1930 em Recreio (MG). Casou em 24-MAI-1958, no Estado de Minas Gerais, com ÂNGELO AFONSO GOMES, nascido em 2-AGO-1931 em Ponte Nova (MG), filho de José Ambrósio Gomes e de Maria Conceição Gomes (nome de casada). Pais de:
IX (1) ALBERTO ALBUQUERQUE GOMES, que segue no § 182.
IX (2) ÂNGELA ALBUQUERQUE GOMES, que segue no § 183.
IX (3) ALEXANDRE ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em 11-JUL-1963 em Belo Horizonte (MG).
IX (4) MARCOS ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em 17-MAI-1964 em Belo Horizonte (MG).
IX (5) MÍRIAM ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em 15-AGO-1966 em Belo Horizonte (MG).

§ 182

IX - ALBERTO ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em 8-MAR-1959 em Belo Horizonte (MG). Casou com LEA GOMES (nome de casada), nascida em 4-JUN-196.. em São Paulo (SP). Pais de:
X (1) SAULO ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em Londrina (PG) em 3-MAR-1980.
X (2) TIAGO ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em Londrina (PR) em 25-SET-1982.

§ 183

IX - ÂNGELA ALBUQUERQUE GOMES. Nasceu em 21-JUN-1961 em Belo Horizonte (MG). Casou com PAULO OLIVEIRA ALVES, nascido em 11-MAR-1959 em Caratinga (MG). Pais de:
X (1) LUCIANA ALBUQUERQUE ALVES. Nasceu em 18-FEV-1986 em Belo Horizonte (MG).
X (2) FERNANDA ALBUQUERQUE ALVES. Nasceu em 16-JUN-1988 em Belo Horizonte (MG).

§ 184

VII - LAURINDA CÂNDIDA DE ALBUQUERQUE. Filha de José Antônio de Albuquerque (§ 6º). Nasceu em 16-AGO-1869 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde casou, em 16-AGO-1887, com VÍTOR DE ANDRADE RIBEIRO, nascido por volta de 1864 e falecido em 16-ABR-1938 em Além Paraíba (MG), filho de Manoel José Ribeiro e de Maria Teodora de Andrade. Pais de:
VIII (1) ERCÍLIA RIBEIRO. N. no Estado de Minas Gerais. Casou em 1908 com JOAQUIM DA FONSECA TORRES.
VIII (2) CLEVELANDE ANDRADE RIBEIRO. N. em Além Paraíba (MG).
VIII (3) WASHINGTON RIBEIRO. N. por volta de 1889 no Estado de Minas Gerais.
VIII (4) SIDNEY RIBEIRO. N. no Estado de Minas Gerais.
VIII (5) IRENE RIBEIRO. N. no Estado de Minas Gerais. Casou em 1908 com JOSÉ BERNARDINO PEREIRA.
VIII (6) GILDETE DE ANDRADE RIBEIRO. Casou em 1908 com MANOEL ANTÔNIO DE MAGALHÃES BESSA.

§ 185

VII - GUILHERMINA PATROCÍNIA DE ALBUQUERQUE. Filha de José Antônio de Albuquerque (§ 6º). N. em 12-ABR-1871 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde casou, em 16-AGO-1887, com JOÃO GOMES DA SILVA, nascido por volta de 1866 e falecido, antes de 1916, em Além Paraíba (MG), filho de Joaquim Gomes da Silva e de Teresa de Macedo. Pais de:
VIII (1) JOSÉ GOMES DA SILVA. Nasceu por volta de 1889 no Estado de Minas Gerais.
VIII (2) EVANGELINA GOMES. N. por volta de 1889 no Estado de Minas Gerais. Casou em 1905, em Além Paraíba (MG), com ÂNGELO ..... .
VIII (3) TERESA DE ALBUQUERQUE. N. em 1891 no Estado de Minas Gerais. Casou em 1906, em Além Paraíba (MG), com RAFAEL PAREDES.
VIII (4) ZULMIRA GOMES. N. por volta de 1895 em Além Paraíba (MG). Casou com ANTÔNIO DURANTE, filho de João Durante e de Ana da Silva Ferreira.
VIII (5) ALCINO GOMES. N. por volta de 1897 em Além Paraíba (MG).
VIII (6) HILDA GOMES. N. por volta de 1901 em Além Paraíba (MG).
VIII (7) OLÍVIA GOMES. N. em Além Paraíba (MG) por volta de 1903.
VIII (8) JOÃO GOMES. N. por volta de 1905 em Além Paraíba (MG).
VIII (9) MARIA GOMES. N. por volta de 1907 em Além Paraíba (MG).

§ 186

VII - SÉRGIO AMÉRICO DE ALBUQUERQUE. N. em 4-ABR-1872 em Angustura, Além Paraíba (MG). Casou com MARIA JOSÉ FERNANDES. Pais de:
VIII (1) NOÊMIA DE ALBUQUERQUE. N. por volta de 1896 em Angustura, Além Paraíba (MG), onde faleceu em 7-SET-1899.


Notas Explicativas:

(1) A origem da Família Albuquerque encontra-se na Vila de Albuquerque, localizada na província espanhola de Badajoz, junto à fronteira portuguesa. Um neto de D. Diniz, Rei de Portugal, chamado João Afonso, quarto Senhor de Albuquerque, foi o primeiro a usar o sobrenome. Quanto à etimologia de Albuquerque, há duas explicações: segundo os "Comentários de Afonso de Albuquerque", viria das palavras latinas "albus" (branco) e "quercus" (carvalho), significando, assim, carvalho branco (esta posição é acompanhada por Antenor Nascentes e Mário Wanderley); Frederico Sommer, por seu lado, entende que Albuquerque teria origem na partícula árabe "al", que corresponde ao artigo "o", no italiano antigo "bô", que significa "casa grande", e no alemão antigo "quirk", que quer dizer "casa fortificada". Quanto aos Albuquerques tratados neste Capítulo, é interessante notar que até a geração dos filhos de José Antônio de Albuquerque, todos os membros da Família utilizavam o apelido "Albuquerque" precedido da preposição "de", o que, aliás, seria o mais correto, haja vista o fato de "Albuquerque" ter-se originado de nome de solar e o ensinamento de Jenny Dreyfus, no artigo "Índice Heráldico em Relação a Alguns Nomes de Famílias que Passaram para o Brasil", publicado na "Revista do Instituto Heráldico-Genealógico" nº 9: "Os nomes de origem geográfica são sempre precedidos das partículas "da", "do" e "de", o que vem provar que nem sempre este último é sinal de nobreza. Neste caso é apenas a indicação de pátria, procedência, solar, etc. Assim temos: João Antônio de Braga; Domingos do Porto; Pires do Rio; Antônio da França, e muitos outros". É de se supor que a queda do "de" tenha sua origem na simpatia dos Albuquerques pelo sistema de governo republicano, haja vista o ocorrido na visita de Silva Jardim a Angustura, comentada na Nota Explicativa nº 15 deste ensaio, e o próprio prenome de Franklin de Albuquerque, certamente inspirado no negociador da independência dos Estados Unidos da América e da nova república americana, Benjamim Franklin. A propósito, o segundo volume do livro "História da Vida Privada no Brasil", na capítulo intitulado "Vida Privada e Ordem Privada no Império", escrito por Luís Felipe de Alencastro, contém a seguinte afirmação: "A propaganda republicana do final do Império traz os novos nomes americanos - Jefferson, Franklin, Washington - e relança os clássicos da república romana (de 509 a 29 a.C.) - Múcio, Mário, Cornélia, Caio".

(2) Os dados constantes deste ensaio foram extraídos das seguintes fontes arquivísticas e bibliográficas: Apontamentos de Gonçalo Ferreira Bandeira Calheiros, Maria Auxiliadora Albuquerque, Maria da Conceição Tavares Capdeville e Pedro Wilson Carrano Albuquerque; mensagem de Filipe Pinheiro de Campos, baseada em informação de descendente de Maria da Natividade Albuquerque; Arquivos das Paróquias de Angustura e Recreio (MG); Ata da apuração da eleição de vereadores e juízes de paz realizada no Município de Leopoldina em 1º-NOV-1918; Cartórios de Paz e do Registro Civil de Angustura, Cataguases, Leopoldina, Recreio e Ribeiro Junqueira (MG); jornais: "Cataguases" e "Gazeta de Leopoldina"; almanaques: "Almanaque Administrativo, Mercantil e Industrial do Rio de Janeiro" (volumes relativos aos anos de 1863 a 1865) e "Almanaque Civil e Administrativo da Província de Minas" (1864); livros: "A Família Monteiro de Barros", de Frederico de Barros Brotero; "A Propaganda Republicana em Minas", de Oiliam José; "Dados Genealógicos dos Descendentes de Bartolomeu de Paiva", de Jorge de Paiva Meira; "Dicionário Etimológico de Nomes e Sobrenomes", do Professor Rosário Farâni Mansur Guérios; "Encontro com os Ancestrais", de Pedro Wilson Carrano Albuquerque; "Entrelaçamento Genealógico das Famílias Castro, Costa, Matos e Cortes", de Eugênio Pacheco de Castro; "História da Vida Privada no Brasil" (Vol. II), organizado por Luís Felipe de Alencastro"; "Leopoldina de Outrora", de Luís Eugênio Botelho; "Madre Dios - 100 Anos", de João Batista Vieira Vidal e Tales Ribeiro de Magalhães; "Memórias e Viagens", de Silva Jardim; "Origem da Família Cosendey no Brasil", de Joaquim Amarante Cosendey; "Os Primitivos Colonizadores Nordestinos e seus Descendentes", de Carlos Xavier Paes Barreto; "Silva Jardim - Apontamentos para a Biografia do Ilustre Propagandista", de José Leão, e "Um Albuquerque entre Outros...", de Paulo de Albuquerque Lacerda.

(3) No livro onde estão registrados os batismos realizados em Viseu Oriental em 1824, guardado no Arquivo Distrital de Viseu, Portugal (Caixa 4, nº 18, fls. 154 verso), foi encontrado o seguinte registro: "Cidade. Rua do Arco. José, fº de José Antônio de Albuquerque e de Tomásia Inocência, a 24 de novembro de 1824. Aos vinte e quatro dias do mês de novembro do ano de mil oitocentos e vinte e quatro, batizei solenemente a José, nascido aos quinze dias do citado mês e ano, filho legítimo de Antônio José de Albuquerque, natural da Rua dos Loureiros, e de Tomásia Inocência, natural do lugar da Esculca (?), moradores na Rua do Arco desta Freguesia da Sé, recebidos na Igreja da Misericórdia desta cidade. Neto paterno de Pedro Antônio de Albuquerque, natural do lugar (?), Freguesia do Granjal, Bispado de Lamego, e de sua mulher Angélica Maria, natural do lugar, Freguesia de Santos Evos, digo do lugar de Dornelas, da Freguesia de Santos Evos, e materno de Jerônimo José, natural do lugar de Santiago, e de sua mulher Inocência Leonor, natural do lugar de Travassos,
debaixo desta Freguesia. Foram padrinhos: Joaquim Manoel de Loureiro, viúvo, natural desta cidade e morador defronte do Arco das Freiras; em vez de madrinha tocaram com o pano de Nossa Senhora do Altar Mor. Fiz este termo no dia, mês e ano supra. Cura da Sé Manoel Ribeiro Machado". É bom notar que o nome do pai de José Antônio foi registrado em um lugar do assentamento como José Antônio de Albuquerque e em outro como Antônio José de Albuquerque.

(4) Os dados sobre a chegada de José de Albuquerque ao Brasil e seu trabalho em uma taberna no Rio de Janeiro foram extraídos de documento encontrado no Arquivo Nacional (Coleção 381, v. 2, fls. 124), não podendo o autor afirmar com certeza se a pessoa ali referida era o José Antônio de Albuquerque referido no parágrafo 3º deste ensaio, apesar de também ser oriunda de Viseu.

(5) Em 10-SET-1870, José Antônio de Albuquerque dirigiu-se ao Juiz de Órfãos de Leopoldina (MG) com o seguinte pleito: "Diz José Antônio de Albuquerque que tendo sido intimado pelo Escrivão desse Juízo, por ordem de V. Sa., para tomar conta da tutela dos menores herdeiros do finado Sr. Padre Vicente Ferreira Monteiro de Castro, vem respeitosamente pedir a V. Sa. para o dispensar de tal encargo porque os seus afazeres e o pesado número de familiares que tem não permite bem desempenhar este encargo". Foi rápido o despacho do Juiz, Dr. Alfredo Leite Ribeiro: "Prove o alegado em 48 horas, sob pena de vir debaixo de vara assinar o termo da tutela e de ser-lhe cominada a pena de desobediência às ordens legais, juntando-se este aos autos. Leopoldina, 10 de setembro de 1870". Em 12-SET-1870, José Antônio retorna ao Juízo com a prova requerida: "José Antônio de Albuquerque, morador no Distrito do Angu, tendo sido intimado por ordem de V. Sa. para aceitar a tutela dos Órfãos herdeiros do finado Padre Vicente Ferreira Monteiro de Castro, vem por esta requerer a V. Sa. haja de escusá-lo de semelhante ônus, pois, sobre ser o Suplicante chefe de numerosa família, tem a seu cargo a criação e educação de seis filhos vivos, todos eles de tenra idade, como prova o atestado junto, e além desta escusa legal, o Suplicante é negociante e com esta profissão quase que nenhuma prática tem de lavoura e, por tanto, não está no caso de bem administrar os bens dos Órfãos, que são bens agrícolas, acrescendo a tudo isso a circunstância de morar o Suplicante duas léguas distantes da lavoura pertencente aos Órfãos e, portanto, como homem de poucos recursos pecuniários, é quase que impossível velar sobre sua numerosa família e ao mesmo tempo administrar bens que estão situado a grande distância. O que o Suplicante leva dito, sobre ser fundado em pública notoriedade e no documento que o Suplicante oferece, está o Suplicante pronto a jurar se mister for e para isso espera confiando no espírito de justiça de V. Sa. haja de eximi-lo do ônus, podendo, no entanto, V. Sa. nomear outras pessoas que pela sua posição social e proximidade da residência poderão perfeitamente exercer o cargo de tutor desses Órfãos e neste caso está, por exemplo, o Padre Francisco Ferreira Monteiro de Barros, homem assaz abonado e que não tem a escusa legal que tem o Suplicante". Teor do documento anexo à petição: "Atesto que o Sr. José Antônio de Albuquerque é pessoa muito de meu conhecimento, residente nesta Paróquia, casado com a Sra. D. Patrocínia Maria da Conceição, tendo sete filhos legítimos ainda menores abaixo mencionados: Maria, nascida a 22 de fevereiro de 1860 e batizada a 25 de março do mesmo ano; Emília, nascida a 8 de abril de 1862 e batizada a 5 de maio do mesmo ano; José, nascido a 7 de junho de 1863 e batizado em 19 de julho do mesmo ano; Afra, nascida a 3 de maio de 1865 e batizada a 22 de junho do mesmo ano, já falecida; Galdino, nascido a 19 de março de 1867 e batizado a 27 de abril do mesmo ano; Franklin, nascido em 16 de julho de 1868 e batizado a 9 de agosto do mesmo ano; Laurinda, nascida a 16 de agosto de 1869 e batizada a 19 de setembro do mesmo ano; são alimentadas e educadas com todo o desvelo pelo seu próprio pai. O referido é verdade que afirmo "in fide Parochi". Freguesia da Madre de Deus do Angu, 11 de setembro de 1870. O Vigário Henrique de Sousa Borges Accioli". Em face das razões alegadas, o Juiz acatou o pleito de José Antônio, após este jurar junto aos Santos Evangelhos de que tudo o que foi dito em sua petição era verdade, nomeando para tutor dos órfãos o Padre Francisco Ferreira Monteiro de Barros.

(6) É interessante notar que as compras a prazo eram pagas sem pressa, considerada a estabilidade da moeda na época. Por este documento, pode-se ver,
também, alguns dos produtos consumido pela família de José Antônio de Albuquerque, como segue (em réis):

Data Histórico

1887
Abril
25 1 garrafa de aguardente 1.500
Maio
6 1 garrafa de aguardente 1.500
3 pares de chinelos de liga 6.000
2 pares de meias de lã 3.000
9 1 garrafa de vinagre 500
200 gramas de pimenta do reino 500
12 1 saco de sal 5.000
20 700 gramas de pós de sapatos 700
2 quilos de zarcão 1.200
Junho
3 Dinheiro para saldo 19.900
4 1 quilo de zarcão 600
2 maços de tampas de ferro 480
16 1 garrafão de aguardente 1.200
1 garrafa de vinagre 400
2 quilos de bacalhau 1.200
2 dúzias de colheres de ferro 1.600
17 250 gramas de pós de sapatos 160
19 1 pavieiro (?) de feltro 6.000
22 2 quilos de bacalhau 1.200
Julho
12 7,5 quilos de cimento 3.000
21 2 quilos amêndoas com casca 3.400
25 2 cobertores encarnados 21.000
Agosto
4 2 peças de tiras bordadas 1.200
6 3 dúzias botões madrepérola 600
7 2 peças de tiras bordadas 1.800
16 1 camisa peito de linho 5.000
Setembro
21 1 mala de carne seca de 1ª 38.000
10 metros de chita 5.600
1 lata de biscoitos 1.800
1 caçarola de ferro batido 900
Outubro
10 Dinheiro por conta 32.840
Novembro
30 1/2 k de pregos 250
1888
Janeiro
9 Dinheiro por conta 40.000
12 Dinheiro para saldo 22.550.

(7) No livro com registro dos eleitores de Angustura é informado o nome do pai de José Antônio de Albuquerque, igual ao do filho.

(8) O Decreto nº 58-A, de 14-DEZ-1889, que dava providência sobre a naturalização dos estrangeiros residentes na República dos Estados Unidos do Brasil, assim dispunha:
"O Governo Provisório dos Estados Unidos do Brasil, constituído pelo Exército e Armada, em nome da Nação, considerando que o inolvidável acontecimento do dia 15 de novembro de 1889, assinalando o glorioso advento da República Brasileira, firmou os princípios da igualdade e fraternidade que prendem os povos educados no regime da liberdade e aumentam a soma dos esforços necessários às conquistas do progresso e civilização da humanidade, resolve decretar:
Art. 1º São considerados cidadãos brasileiros todos os estrangeiros que já residiam no Brasil no dia 15 de novembro de 1889, salvo declaração em contrário feita perante a respectiva municipalidade, no prazo de seis meses da publicação deste Decreto.
Art. 2º Todos os estrangeiros que tiverem residência no País durante dois anos, desde a data do presente decreto, serão considerados brasileiros, salvo os que se excluírem desse direito mediante a declaração de que trata o art. 1º.
Art. 3º Os estrangeiros naturalizados por este decreto gozarão de todos os direitos civis e políticos dos cidadãos natos, podendo desempenhar todos os cargos públicos, exceto o de Chefe do Estado.
Art. 4º A declaração a que se referem os arts. 1º e 2º será tomada perante a Secretaria da Municipalidade ou corporação que provisoriamente a substitua, em livro especialmente destinado a tal fim, e assinada pelo declarante e pelo mesmo Secretário ou representante da aludida corporação.
Art. 5º Ficam revogadas as disposições em contrário.
Sala de Sessões do Governo Provisório, 14 de dezembro de 1889, 1º da República.
Manoel Deodoro da Fonseca
Aristides da Silveira Lobo".

(9) A morte de José Antônio está registrada às fls. 135 verso do Livro nº 03-C do Cartório de Paz e do Registro Civil de Angustura, conforme certidão de 5-DEZ-1989 em poder do autor. O declarante foi o genro Joaquim Manoel Pereira e a causa da morte foi declarada pelo Dr. Antônio Luís Monteiro da Silveira. Na ocasião, deixou 13 filhos vivos: Maria, Emília, José, Galdino, Franklin, Laurinda, Guilhermina, Sérgio, Laura, Alípio, Antônio, Militino e Georgina.

(10) O assentamento relativo à morte da viúva Patrocínia, com 72 anos de idade, encontra-se no Livro de Registro de Óbitos nº 04 (Termo nº 3, Fls. 127) do
Cartório de Paz e do Registro Civil de Recreio (MG). A causa da morte foi atestada pelo Dr. Francisco Batista de Paula.


(11) Sabe-se que Patrocínia e os outros nove filhos do Padre Vicente Ferreira Monteiro de Castro e de Dona Cândida Maria da Conceição nasceram em Angustura, mas ali o autor não descobriu o batismo de um só deles, nem nas localidades vizinhas. Também os matrimônios das duas filhas mais velhas, ocorridos anteriormente à morte do sacerdote, não foram encontrados nos registros paroquiais da região. Pressupõe-se que o pai preferiu não registrar esses eventos nos livros guardados nas paróquias que o conheciam, evitando, assim, comentários inconvenientes. Foram descobertos na Paróquia de Mãe de Deus de Angustura assentos relativos a casamentos, celebrados após o falecimento do Pe. Vicente, de alguns dos citados filhos, estando consignado, nesses assentamentos, apenas o nome da mãe desses noivos.

(12) Capdeville Baptista, algumas vezes citado como Baptista Capdeville, n. em Toulouse, na França, em torno de 1858. Alfaiate, chegou a hospedar em Leopoldina (MG) o estudante Milton Soares Campos, que posteriormente viria a ser Governador do Estado de Minas Gerais. Como curiosidade, segue o teor de certidão de escritura de venda de uma escrava por Capdeville, datada de 6-DEZ-1989, obtida pelo autor em Angustura (MG): "Jáiro de Sousa Barbosa, Tabelião Interino do Distrito de Angustura, Município e Comarca de Além Paraíba, Estado de Minas Gerais, etc... Certifico que à fl. nº 1 e verso, do Livro nº 13 especial de escrituras envolvendo escravos, deste Cartório a meu cargo, acha-se lavrada a do seguinte teor: Saibam quantos este público instrumento virem, que no ano de Nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo, de mil oitocentos e oitenta e três, aos três dias do mês de setembro, nesta Freguesia da Madre Dios de Angu, Termo e Comarca de Leopoldina, Minas Gerais, em meu Cartório, perante mim compareceu como Outorgante Vendedor Capdeville Baptista e como Outorgado Comprador Antônio Feliciano da Silva, todos residentes nesta Freguesia e reconhecidos pelos próprios, por mim e pelas testemunhas abaixo assinadas, do que dou fé, perante as quais pelo Outorgante foi dito que é senhor e possuidor da escrava de nome Joana, preta de doze anos mais ou menos, crioula, solteira, de serviço da lavoura, matriculada na União Piauí a quatorze de julho de mil oitocentos e oitenta e dois, sob o nº setecentos e vinte e nove da Matrícula Geral e quatro da relação, e averbada às folhas 141 do livro dez das averbações dos escravos em 22 de janeiro de mil oitocentos e oitenta e um, na Coletoria da Cidade de Leopoldina pelo Coletor Martins de Barros e Escrivão Faria, pelo mesmo vendedor, cuja escrava vende e como de fato vendido tem de hoje para sempre ao Outorgado pelo preço de quatrocentos e cinqüenta mil réis, dinheiro já recebido em moeda corrente do que dá ao Outorgado Comprador plena e geral quitação, e lhe transfere com a Cláusula Constituti toda posse, domínio e ação que na referida escrava tinha e se obriga a todo tempo a fazer boa e firme a presente venda. E pelo Outorgado foi dito que acatava a presente escritura na forma em que se acha lavrada. A mim apresentou o talão que pagou a quantia de vinte e cinco mil e quinhentos réis de novos e velhos direitos. Coletoria Municipal de São José de Além Paraíba, 16 de julho de 1883. O Coletor Ag. Melo, Substituto. O Escrivão Cordovil. Assim contratadas as partes me pediram este instrumento que lhes fiz, li, aceitam e assinam com as testemunhas, e por dizer o Outorgado comprador que não sabia assinar, assina a seu rogo João Francisco dos Santos, perante mim Joaquim Manoel Pereira, Escrivão que o escrevi e assino. Capdeville Baptista, João Francisco dos Santos, Luís Zeferino Filho, Francisco Manoel Pereira e Joaquim Manoel Pereira. Era o que continha a folha e livro já mencionados, aos quais bem e fielmente respeitei. Eu, Jáiro de Sousa Barbosa, Tabelião Interino a datilografei e assino".

(13) Teor de certidão de batismo emitida em 29-SET-1988 pela Paróquia de Mãe de Deus de Angustura: "Certifico que revendo os assentamentos de batizados desta Paróquia, à fls. 57 do Livro 03, se encontra o Termo que, para aqui, se transcreve em forma equivalente ou textual: Aos 9 dias do mês de agosto do ano de 1868, batizei solenemente a Franklin, nascido aos 16 dias do mês de julho de 1868, filho legítimo de José Antônio de Albuquerque e de Patrocínia Maria da Conceição. Foram padrinhos: José Rodrigues Pessoa e Maria Antônia do Carmo". Consta da certidão, ainda, o nome do sacerdote que assinou o registro do batismo: Padre Henrique de Sousa Borges Accioli.

(14) Antônio da Silva Jardim n. em Capivari, atual Silva Jardim (RJ) em 18-AGO-1860 e faleceu tragado pelas lavas do Vesúvio, na Itália, em 1º-JUL-1891. Fº de Gabriel da Silva Jardim e de Filomena Leopoldina de Mendonça. Foi casado c. Ana Benvinda de Andrada, neta de um irmão de José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca de nossa Independência: o Conselheiro Martim Francisco Ribeiro de Andrada, cuja descendência é citada no Tomo II, Fascículo nº 1, do "Brasil Genealógico", revista do Colégio Brasileiro de Genealogia. Jornalista e político brasileiro, foi um dos mais destacados propagandistas da campanha republicana no Brasil. Discordando de Quintino Bocaiúva (nascido Quintino Antônio Ferreira de Sousa), que entendia que o Império deveria cair por si mesmo, Silva Jardim entendia que a queda do Império deveria dar-se por intermédio de revolta de toda a população. Escreveu: "Idéias de Moço", "O General Osório", "Campanhas de um Propagandista" e outros trabalhos.

(15) Esta participação de Franklin de Albuquerque na defesa da vida de Silva Jardim sempre foi comentada no âmbito da família do autor. A publicação "Madre Dios - 100 Anos", de João Batista Vieira Vidal e Tales Ribeiro de Magalhães, mostra, em suas páginas, o convite e o cardápio do banquete oferecido a Silva Jardim pelo Partido Republicano de Angustura no dia 14-MAR-1889 e o seguinte comentário: "Em 14 de março de 1889 o líder republicano Antônio da Silva Jardim visitou o Arraial da Mãe de Deus de Angustura a convite do Dr. Joaquim José Alves Santos, Barão de São Geraldo e fundador do Partido Republicano Mineiro, desembarcando na estação ferroviária de Pantanal, hoje Fernando Lobo, e seguindo a cavalo pela estrada de 13 quilômetros que liga aquela estação a Angustura, com grande acompanhamento. Consta que os monarquistas espalharam um boato de que Silva Jardim viria acabar com a Abolição, tornando o negro outra vez escravo. Estes, revoltados, esperaram-no armados de foices e facões, dispostos a defender a sua liberdade a qualquer preço. Ao saber desse boato, o líder, corajoso, desceu do palanque e foi discursar no meio dos negros, levando depois seis deles para tomarem parte no banquete que lhe foi oferecido". José Leão, no livro "Silva Jardim - Apontamentos para a Biografia do Ilustre Propagandista", assim comenta o acontecido: "A 13 de março achava-se de volta a São Luís, em casa do Dr. Monteiro Manso. Destinava-se a Angustura (antiga Madre de Deus do Angu), onde o esperava um temeroso conflito. Apesar de prevenido, para ali se dirigiu escoltado por um grupo abnegado de correligionários a cavalo. O carro que lhe era destinado é atacado. Entram a galope na vila. Os pretos cercam o hotel. Silva Jardim procura parlamentar. Manda chamar o capataz:
- Rapaz, o que quer você ?
- Nada, senhor. Mas dizem que este discurso é para nos escravizar outra vez, e que vosmecê quer matar a Princesa.
- Deixe-se disso... O melhor é sossegarem e irem depois ao seu trabalho.
- Vosmecê pode fazer a conferência, mas não há de fincar a bandeira da República aqui no largo.
- Rapaz, ninguém costuma fincar bandeira e nem matar a sua princesa. A República é para o bem de todos. Pode ir embora".
Silva Jardim, em seu "Memórias e Viagens", assim narra o ocorrido: "A conferência realizava-se em um salão. Um grande número de senhoras estava presente. Admirei nesse dia o heroísmo das mulheres mineiras. Os pretos estavam do lado de fora, deitados na relva, recostados, a ouvir. Eu falava numa tribuna alta, próximo a uma janela, de modo a acompanhá-los com o olhar.
- Veja ! diz-me um amigo, puxando-me o paletó.
Olho: um preto dispunha-se a armar a sua espingarda. Se o tiro viesse, apanhava-me diretamente o tronco. Voltei-me rapidamente.
- Se vir que ele desarma, tome-me pelo paletó e atire-me ao chão, disse.
De fato, ele preparava-se a apontar-me a arma. Continuei a falar, dizendo frases decoradas, quase inconscientes, para não alarmar todo o auditório e produzir um conflito horrível, mas fitei com toda a força possível de meu olhar o assassino. Naquele momento falava só para ele. Tinha-o bem em face. O infeliz subjugado fitava-me também, não conseguia despregar o seu olhar do meu, e a arma tremia-lhe na mão. Um companheiro, atrás dele, estimulava-o, mas a certeza de que era visto dominava-o. E ali ficou , uma hora ainda, com a arma ao lado, estupidificado, temendo já talvez o castigo. Assim era, porque no dia seguinte, pela manhã, veio pedir-me perdão".
O historiador Oiliam José, em seu "A Propaganda Republicana em Minas", assim narra o acontecido: "Juntamente com Antônio Romualdo Monteiro Manso e outros companheiros, dirigiu-se então para Angustura, ex-Madre de Deus do Angu. Na estação de São Luís, tomaram cavalos e armas, tendo em conta ameaças recebidas. Pelo caminho, o grupo recebeu novas adesões e chegou a contar com 50 homens, alguns dos quais portando foices e cacetes. Enquanto isso, em Angustura, cerca de 300 negros insuflados prometiam liquidar Silva Jardim. Eram negros recém-libertos, afastados ainda do trabalho livre e vivendo de expedientes ou à custa de seus antigos senhores. Mediante pequenas gratificações, promoviam arruaças ou empreitavam assassinatos de tocaia. O fenômeno ocorreu em quase toda a Província e chegou a alarmar os proprietários e as autoridades, que se confessavam incapazes de se oporem às ameaças e desmandos dessas turbas desorientadas. Agindo com habilidade, o grupo republicano conseguiu obter que Silva Jardim despistasse esses negros e alcançasse a residência do Capitão Militão, também partidário da República e senhor de boas posses. Com a presença de corajosas mulheres e em recinto fechado realizou-se a conferência programada, apesar da ameaça de perturbação da ordem e de um negro, bem localizado no exterior, ter quase descarregado a espingarda chumbeira contra Silva Jardim. O baile, à noite, transcorreu sob novas ameaças. Digno de menção é o fato de o banquete haver sido preparado na Casa Pascoal, do Rio, e servido com "menu" e auxílio de 15 garçons, custando tudo 6:000$000, quantia elevada para a época".
É interessante mencionar que, depois do acontecimento tratado nesta Nota Explicativa, nasceu em 29-JUL-1891, em Paris, França, um filho póstumo de Silva Jardim com o nome de Franklin, que pode ter sido adotado como uma homenagem a Benjamim Franklin e, talvez, ao jovem amigo e correligionário Franklin de Albuquerque.

(16) Foi deferida petição de Franklin visando à sua transferência da seção eleitoral de Cataguases, onde se achava alistado, para a localidade onde residia ("Cataguases", edição de 23-FEV-1908). Constou da relação dos eleitores do Distrito de Porto de Santo Antônio (atual Astolfo Dutra), Minas Gerais ("Cataguases", edição de 18-OUT-1908). Seu nome foi incluído na lista de jurados de Porto de Santo Antônio ("Cataguases", edição de 27-DEZ-1908).

(17) Conforme registro do óbito constante do verso das folhas 90 do Livro nº 9 de Registro de Óbitos da Cidade de Recreio (MG).

(18) Certidão de casamento religioso fornecida pela Paróquia de Mãe de Deus de Angustura em 30-AGO-1984: "Certifico que revendo os assentamentos de casamentos desta Paróquia a fls. 74 - Verso, do Livro 03, nº de ordem 12, se encontra o termo que, para aqui, se transcreve em forma equivalente ou textual. Nomes: Franklin Sezinando de Albuquerque com D. Maria Cândida de Faria. Aos quatorze dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e noventa e um nesta matriz de Madre Deus do Angu, compareceram em minha presença os nubentes Franklin Sezinando de Albuquerque e D. Maria Cândida de Faria, legalmente habilitados sem impedimento algum para o casamento; ele, solteiro, branco, vinte e dois anos, alfaiate, natural desta Freguesia, onde mora, filho legítimo de José Antônio de Albuquerque e de D. Patrocínia Maria da Conceição Albuquerque; ela, solteira, branca, quinze anos, com consentimento de seu pai na companhia de quem vive, filha legítima de Joaquim Faria Salgado e de D. Emerenciana Cândida Pessoa, já falecida, moradora na Freguesia de Nossa Senhora do Carmo de Cantagalo, os quais nubentes, expressando o seu mútuo com sentimento, os uni em matrimônio, não lhes dando as bênçãos nupciais por ser em tempo proibido, fazendo a benção do anel e procedendo em todo este ato conforme o rito da Santa Madre Igreja Católica Romana. Foram testemunhas do ato D. Elvira Dias de Amoedo Gonçalves e seu esposo José Maria Amoedo Gonçalves, negociante, e D. Maria Capdeville Albuquerque e seu esposo Capdeville Baptista, alfaiate, nossos paroquianos. E, para constar, mandei lavrar este termo que com todos o assino: Maria Cândida de Faria, Franklin Sezinando de Albuquerque, Elvira Dias de Amoedo Gonçalves, José Maria de Amoedo Gonçalves, Capdeville Baptista. Existe este termo assim assinado no Proclama arquivado. Era ut retro. O Vigário encomendado: Monsenhor Vitorino José da Costa e Silva". O "tempo proibido" referido na certidão é o período da quaresma, que compreende os quarenta dias que vão da quarta-feira de cinzas até o domingo da Páscoa, destinados pelos católicos à penitência. Já certidão de casamento civil de 21-MAR-1891 tem o seguinte teor: "Joaquim Manoel Pereira, Escrivão de Paz da Freguesia de Madre Deus de Angustura, nomeado na forma da Lei, certifico que revendo o livro número um de casamentos, a folhas cento e cinco, encontrei o termo seguinte: Aos quatorze dias do mês de fevereiro de mil oitocentos e noventa e um, nesta Freguesia de Madre Deus de Angustura, Termo de São José de Além Paraíba, Comarca do Paraíba, às cinco horas da tarde, presente em meu cartório o Cidadão Marciano Teixeira Marinho, quarto Juiz de Paz, comigo Escrivão ad-hoc João Batista Celestino Ferreira, presentes as testemunhas Capdeville Baptista, negociante, José Maria de Amoedo Gonçalves, também negociante, Dona Maria Capdeville Albuquerque, Dona Elvira Dias de Amoedo Gonçalves, residentes todos nesta Freguesia, receberam-se em matrimônio o Cidadão Franklin Sezinando de Albuquerque, natural e residente nesta Freguesia, idade de vinte e dois anos, alfaiate, filho legítimo de José Antônio de Albuquerque e de Dona Patrocínia Maria da Conceição Albuquerque, também residentes na mesma Freguesia, e Dona Maria Cândida de Faria, natural e residente nesta Freguesia, de idade de quinze anos, de serviço doméstico, filha legítima de Joaquim de Faria Salgado e de Dona Emerenciana Cândida Pessoa, já falecida nesta Freguesia, e ele residente também nesta Freguesia. Pela contraente foi apresentado consentimento do pai e tutor e por ambos declarado não serem parentes e para constar escrevo este ato que vai assinado pelo Juiz, contraentes e testemunhas. Eu, João Batista Celestino Ferreira, Escrivão ad-hoc que o escrevi. Marciano Teixeira Marinho, Franklin Sezinando de Albuquerque, Maria Cândida de Faria, Capdeville Baptista, trinta e um anos, casado, negociante nesta Freguesia, Maria Capdeville de Albuquerque, idade de vinte e nove anos, casada, residente nesta Freguesia, José Maria de Amoedo Gonçalves, idade de trinta e quatro anos, casado, residente nesta Freguesia, Elvira Dias de Amoedo Gonçalves, idade de vinte e sete anos, residente nesta Freguesia, João Batista Celestino Ferreira, Joaquim Manoel Pereira, Vítor de Andrade Ribeiro, José Afonso de Albuquerque, Galdino Antônio de Albuquerque, José Antônio de Albuquerque, Manoel Cândido Rodrigues, Franklin José Simões, Sérgio Américo de Albuquerque, Sebastião Cândido Rodrigues, Abel de Andrade, Antônio Francisco da Rocha, José Jorge Fernandes Filho, Antônio Cândido Rodrigues, Sebastião Vieira da Silva. Era tudo o que continha no dito termo que aqui fielmente copiei do próprio original o qual me reporto nesta Freguesia de Angustura aos vinte e nove de março de mil oitocentos e noventa e um. Eu, Joaquim Manoel Pereira, Escrivão de Paz o escrevi, subscrevi e assino".

(19) O casamento c. a portuguesa Arminda dos Santos Couto encontra-se registrado no Livro de Casamentos nº 5, às fls. 63, sob o nº 20, do Cartório de Paz e do Registro Civil de Leopoldina (MG).

(20) O casamento de Franklin de Albuquerque, então residente em Recreio (MG), com Palmira de Lacerda Sena encontra-se registrado no Termo nº 14 (fls. 46 verso) do Livro nº 5 de Casamentos do Cartório de Paz e do Registro Civil de Ribeiro Junqueira (MG), onde residia a noiva.






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