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Poesias-->PROFANAÇÃO -- 15/08/2001 - 00:01 (J. B. Xavier) Siga o Autor Destaque este autor Envie Outros Textos
PROFANAÇÃO

© J.B.Xavier



E então, quedo-me,

Num silêncio profano

Quando te vejo sorrir...

Reviravoltas latejantes

Expandem meu sangue,

Numa tempestade interior,

De um corpo que anseia

Por mais amor...

Incertezas alvoroçadas

Passeiam

Pelo meu semblante

E o resumo de um instante,

Como um átimo flamejante,

Ilumina meu interior...

Depois,

Numa dormência

Que me enleva,

Tudo se faz treva...

Nesse silêncio profanado.

E assim, te olhando,

Fico aqui, parado,

Hipnotizado,

Por esse sorriso franco...

Um sorriso,

Que já não vejo há tanto,

Um coração que pulsa

Endoidecido,

E um suave acalanto,

Que de tão belo,

É desumano,

Me liberta

Desse silêncio profano...



* * *



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