Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
80 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 55221 )
Cartas ( 21066)
Contos (12156)
Cordel (9592)
Crônicas (21295)
Discursos (3112)
Ensaios - (9914)
Erótico (13140)
Frases (40122)
Humor (17564)
Infantil (3566)
Infanto Juvenil (2310)
Letras de Música (5416)
Peça de Teatro (1311)
Poesias (135853)
Redação (2879)
Roteiro de Filme ou Novela (1035)
Teses / Monologos (2375)
Textos Jurídicos (1913)
Textos Religiosos/Sermões (4226)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Ensaios-->Carlos Drummond de Andrade e seus antepassados -- 18/05/2000 - 16:14 (Pedro Wilson Carrano Albuquerque) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
ÁRVORE DE COSTADO DO POETA CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE (1)

O POETA:

1- Carlos Drummond de Andrade. N. em 31-OUT-1902, às 6 horas da manhã, em Itabira do Mato Dentro, atual Itabira (MG), onde foi batizado em 15-FEV-1903. Poeta e prosador, participou do grupo mineiro do modernismo. Foi, certamente, um dos maiores poetas brasileiros contemporâneos, exercendo grande influência nas gerações que se seguiram. Suas obras têm sido traduzidas para várias línguas, constando de várias antologias estrangeiras. São muitos os seus livros com contos para a infância, crônicas, artigos e poemas, podendo ser citados "Confissões de Minas", "Cadeira de Balanço", "Boca de Luar", "Antologia Poética", "Sentimento do Mundo", "Boitempo", "Corpo", "História de Dois Amores" e "Poesia Errante". Foi professor de Geografia e de Português no Ginásio Sul Americano de Itabira. Cursou a Escola de Odontologia e Farmácia de Belo Horizonte, tendo recebido o diploma de farmacêutico em 1925. Exerceu, também, a profissão de jornalista, tendo seus trabalhos sido publicados, desde 1921, nos mais importantes órgãos de nossa imprensa. Como servidor público, foi Chefe de Gabinete de Gustavo Capanema quando este político mineiro foi Ministro da Educação e Saúde Pública, no Governo Getúlio Vargas, no período de 1934 a 1944. Foi, ainda, Chefe da Seção de História da Divisão de Estudos e Tombamentos, na Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Deve ser destacada, também, a sua atuação como tradutor de grandes obras literárias. C. em 30-MAI-1925 com Dolores Dutra de Moraes (fal. no Rio de Janeiro, RJ, em 2-JUL-1994), com quem teve os filhos: Carlos Flávio (que faleceu ainda criança) e Maria Julieta Drummond de Andrade. Sobre os seus ancestrais, escreveu o poema "Antepassado", publicado no livro "A Paixão Medida", que se inicia com os seguintes versos:

"Só te conheço de retrato,
não te conheço de verdade,
mas teu sangue bole em meu sangue
e sem saber te vivo em mim
e sem saber vou copiando
tuas imprevistas maneiras ...".

Fal. no Rio de Janeiro (RJ) em 17-AGO-1987, com problemas cardíacos, doze dias após a morte da filha (2).

OS PAIS:

2- Carlos de Paula Andrade. N. em 7-DEZ 1860 em Itabira (MG). Era proprietário das Fazendas do Pontal, situada a 5 quilômetros de Itabira, e do Retiro dos Angicos. Há um seu retrato com esposa e filhos no livro "Drummond Frente e Verso". C. c. sua prima Julieta Augusta Drummond, com quem teve os filhos: Flaviano, Elias, Lincoln, Antônio, Rosa Amélia, Altivo, José do Patrocínio, João de Deus, Carlos, Sílvio, Olavo, Maria das Dores, Geraldo e Flávia Drummond de Andrade. Fal. em 28-JUL-1931 em Belo Horizonte (MG).
3- Julieta Augusta Drummond. N. em 1889. Deu ao filho Carlos Drummond três conselhos: a) não guardes ódio de ninguém; b) compadece-te sempre dos pobres; c) cala os defeitos dos outros. Fal. em 1948, tendo o poeta, em função deste fato, escrito o belo poema "Para Sempre", publicado no livro "Lição de Coisas", em que lamenta a partida da mãe.

OS AVÓS:

4- Capitão Elias de Paula Andrade. N. em 20-JUN-1835 em Itabira (MG). Foi proprietário da Fazenda da Palestina. Também se destacou no comércio e na política de Itabira, onde fal. em 7-JAN-1902. C. c. Rosa Amélia da Silveira Drummond, com quem teve os filhos: Carlos, Maria, Joana, Alice, Elias e Antônio João de Paula Andrade. Retratos de Elias e sua esposa Rosa Amélia foram reproduzidos no livro "Drummond Frente e Verso".
5- Rosa Amélia da Silveira Drummond. N. em 1845 e fal. em 9-AGO-1904 em Itabira (MG).
6- Antônio João de Freitas Drummond. N. em 1831. C. em primeiras núpcias c. Flávia Augusta Teixeira e em segundas núpcias c. Emerenciana Casimira Pinto. Filhos: Alfredo Augusto Drummond, Julieta e Flávia Augusta Drummond (do 1º casamento) e Lourival Pinto Drummond (do 2º matrimônio). Fal. em 12-MAI-1891 em Itabira (MG). Há um seu retrato no livro "Drummond Frente e Verso".
7- Flávia Augusta Teixeira.

OS BISAVÓS:

8- Francisco de Paula Andrade. N. em 28-SET-1798 em Antônio Dias (MG). C. c. Joana Rosa de Andrade Lage, com quem teve os filhos: Capitão-Mor Elias de Paula Andrade, Leopoldina Amélia, Olímpia Bernardina e Elisa Augusta de Paula Andrade, Tenente-Coronel Francisco de Paula Andrade, Maria Luísa de Andrade, Joaquim, Augusto e Adolfo de Paula Andrade, Olinto Horácio de Paula Andrade, João Francisco de Paula Andrade, Tenente Leopoldo de Paula Andrade e Joana Rosa de Andrade. Comendador da Ordem de Cristo. Residiu com a família na Fazenda do Ribeirão, nas proximidades de Itabira, e, depois, na Fazenda das Duas Barras, em Ferros (MG), tendo sido o primeiro agricultor a plantar e cultivar café na região. Foi-lhe concedida, em 26-AGO-1835, sesmaria junto ao Ribeirão do Cubas, Termo de Itabira (MG). Fal. em 1871 em Itabira (MG), deixando um bom patrimônio para seus herdeiros. No livro "Drummond Frente e Verso" há retratos de Francisco de Paula Andrade e de sua esposa.
9- Joana Rosa de Andrade Lage. Foi-lhe concedida, em 27-AGO-1835, sesmaria junto ao Ribeirão do Cubas, Distrito de Santa Ana dos Ferros, Termo de Itabira (MG). Enviuvando-se em 1871, assumiu a tutela dos filhos menores. O livro "Dois Séculos dos Andrades", de Ormi Andrade Silva e José Gomide Borges, transcreve, na página 40, uma petição de Joana Rosa que revela a sua preocupação com a educação dos filhos.
10- João Antônio de Freitas Drummond. N. por volta de 1806. Foi agente dos Correios de Itabira (MG), cargo para o qual foi nomeado por Decreto de 6-OUT-1845. C. c. Maria Manoela de Freitas da Silveira, com quem teve os filhos: Antônio João de Freitas Drummond, Maria Manoela, Caetana Ernestina e Rosa Amélia da Silveira Drummond.
11- Maria Manoela de Freitas Silveira.
12- João Antônio de Freitas Drummond. V. nº 10.
13- Maria Manoela de Freitas Silveira. V. nº 11.
14- Antônio Teixeira Lopes Guimarães.
15- Ana Jacinta da Costa Cruz.

OS TATARAVÓS (OU TRISAVÓS):

16- Alferes Francisco Joaquim de Andrade. Residiu com sua esposa em Antônio Dias (MG) e, posteriormente, em Ribeirão do Bom Sucesso e na Fazenda Duas Barras, situada no Município de Ferros (MG). De seu casamento c. Maria Cândida da Cunha Ataíde originaram-se os filhos: Casemiro Carlos da Cunha Andrade, Cláudio José de Andrade, Manoel Arcanjo de Andrade, Francisco de Paula Andrade, Maria Cândida da Cunha Andrade, Constância Maria de Andrade e Rosa da Cunha Andrade.
17- Maria Cândida da Cunha Ataíde.
18- Comendador Joaquim da Costa Lage. N. em 1777. Alferes da 7ª Companhia do 2º Regimento de Cavalaria de Milícias da Comarca do Rio das Velhas, com sede em Itabira (MG), em 2-MAR-1804. Em 17-JAN-1814, foi promovido ao posto de capitão, por ato assinado pelo Conde de Palma e confirmado por Dom João VI em 10-NOV-1816. Em 1835, era Juiz Municipal e de Órfãos da Vila de Itabira (MG). Sargento-Mor de milícias. Deteve a Comenda da Ordem de Cristo. Herdeiro do Capitão João Francisco de Andrade, seu tio materno, tomou posse das terras e jazidas de ouro da Serra da Conceição e Córrego da Penha, além de outros imóveis, tornando-se o maior latifundiário da região. Presidiu várias sociedades de mineração, por ele organizadas. Figura da maior importância para a história de Itabira, foi grande líder na mineração do ouro, além de fazendeiro e chefe político. Foi-lhe concedida, em 16-NOV-1835, sesmaria nos limites do Ribeirão do Cubas, vertentes do Rio Santo Antônio (MG). Segundo Presidente da Câmara Municipal de Itabira entre 1844 e 1848. Em 1856, dando cumprimento a determinação governamental, solicitou o registro de seus imóveis na Paróquia de Itabira. C. c. Maria Antônia Teles de Menezes, com quem teve os seguintes filhos: Senhorinha dos Santos Alvarenga, Valeriano da Costa Lage, Joana Rosa de Alvarenga, Emília Salomé de Alvarenga, Bernardino da Costa Lage, Regina Antônia de Alvarenga, João Marcelino da Costa Lage, Senhorinha Antônia de Alvarenga e Francisco Roberto da Costa Lage. Fal. em 1857.
19- Maria Antônia Cândida de Jesus.
20- João Antônio de Freitas Carvalho Drummond. N. em torno de 1779 em Minas Gerais. Guarda-Mor (3), era conhecido na época somente por João Antônio de Freitas. C. em 1800 em Itabira (MG) c. Ana Luísa Emiliana de Alvarenga, com quem teve os filhos Maria Tomásia da Encarnação, João Batista Drummond, João Antônio de Freitas Drummond, Francisco de Assis Freitas Drummond, Fernando Antônio de Freitas Drummond, Ana Flávia Humiliana de Alvarenga, Honório Dias Bicalho Drummond, Manoel Monteiro Chassim Drummond, José João de Freitas Drummond, Joaquim Gomes de Freitas Drummond e Antônio Manoel de Freitas Drummond. Em segundas núpcias, João Antônio casou-se c. Ana Delmira Bernardina de Oliveira, com quem teve os filhos: Maria Narcisa Bernardina de Oliveira, Francisco Inocêncio Gomes Drummond, João Gomes Drummond e Joaquim Teodoro Gomes Drummond. Casou-se pela terceira vez, em 20-ABR-1841, em Itabira (MG), c. sua sobrinha Ana Esméria de Freitas, filha de Quintiliano Dias Bicalho e de Ana Claudina de Freitas Drummond, originando-se deste matrimônio os filhos: Maria Narcisa Drummond Bicalho, Ana Esméria de Freitas Bicalho Drummond, Placidina Augusta Drummond e Teodolina de Freitas Drummond.
21- Ana Luísa Emiliana de Alvarenga (nome de casada: Ana Luísa de Freitas). N. em S. Miguel (MG).
24- João Antônio de Freitas Carvalho Drummond. V. nº 20.
25- Ana Luísa Emiliana de Alvarenga. V. nº 21.

OS TETRAVÓS (OU QUARTOS AVÓS):

34- João da Cunha Ataíde. Próspero fazendeiro em Caxambu, perto de Antônio Dias (MG), dedicando-se, particularmente, à plantação de cana para a indústria de rapadura e aguardente. C. c. Escolástica de Moraes, com quem teve seis filhos: João Carlos, Antônio Lúcio, Teodora Casemira e Maria Cândida da Cunha Ataíde, Josefa Umbelina da Cunha e Escolástica de Moraes e Cunha.
35- Escolástica de Moraes. Casou-se duas vezes: a primeira com o Capitão João da Cunha Ataíde e a segunda c. Antônio Ferreira Franco.
36- Francisco da Costa Lage. Sertanista das Minas Gerais, tomou parte na bandeira de João Francisco de Andrade, de 1781, que descobriu ouro em Itabira. Era exímio carpinteiro, executando outros ofícios com habilidade e arte. Consta que, oriundo de Santa Bárbara, estava na Fazenda do Capão a serviço de João Francisco Bastos, tornando-se genro do fazendeiro ao casar-se com sua filha Senhorinha Clara, com quem teve os filhos: Manoel, Constança, Teotônio e Lourença da Costa Lage, Tenente Ponciano da Costa Lage, Joana, Germana e Maria Clementina da Costa Lage. Posteriormente, foi para Itabira com a finalidade de construir a Capela do Rosário (a menor), em cuja sacristia há apontamentos com sua letra, sobre os trabalhos que ali executou. Fundou a Irmandade de Nossa Senhora do Rosário de Itabira, em 1774. Foi nomeado Tenente da 7ª Companhia do Regimento de Cavalaria de Milícias da Vila Nova da Rainha em 9-MAR-1798.
37- Senhorinha Maria Clara de Andrade.
38- Raimundo Teles de Menezes. C. c. Teresa de Moraes Bueno, com quem teve a filha Maria Antônia Cândida de Jesus.
39- Teresa de Moraes Bueno.
40- Antônio João de Freitas Carvalho Drummond. N. em torno de 1752 em Funchal, Ilha da Madeira, Portugal. Guarda-Mor das terras e águas minerais da Freguesia de São Miguel de Antônio Dias, Comarca do Rio das Velhas (MG). Recebeu em 22-MAI-1782 carta de brasão de armas de D. Maria, Rainha de Portugal e dos Algarves. Adquiriu vasta propriedade agrícola em Itabira, denominada Fazenda Drummond. C. c. Maria Joaquina Gomes de Abreu, com quem teve os filhos: Francisco Henriques de Freitas, João Antônio de Freitas Carvalho Drummond, Inácia Micaela de Freitas, Maria Gomes de Freitas, Ana Claudina de Freitas Drummond e o Guarda-Mor Joaquim Gomes Drummond.
41- Maria Joaquina Gomes de Abreu. N. entre 1755 e 1762.
42- Manoel Monteiro Chassim. N. em Araçariguama (SP). Foi de mudança para as Minas Gerais com seus pais. C. em S. Caetano (MG) c. Maria Tomásia, com quem teve os filhos: Gaspar de Godói Moreira, Manoel Monteiro Chassim, João Vieira de Godói Alvarenga, Joaquim Simplício de Godói Alvarenga, Maria Crescência de Alvarenga, Caetana Ernestina de Alvarenga, Ana Luísa de Alvarenga, Antônia Balbina de Godói, José Venceslau Monteiro, Francisco Procópio da Silva Monteiro e Catarina de Godói Moreira.
43- Maria Tomásia. N. em Mariana (MG).
48- Antônio João de Freitas Carvalho Drummond. V. nº 40.
49- Maria Joaquina Gomes de Abreu. V. nº 41.
50- Manoel Monteiro Chassim. V. nº 42.
51- Maria Tomásia Chassim. V. nº 43.

OS PENTAVÓS (OU QUINTOS AVÓS):

70- João Correia da Silva. C. c. Maria Pedroso de Moraes, com quem teve 12 filhos: Padre João Correia da Silva, Raimundo de Moraes, Francisco Xavier de Moraes, Domingos de Castro Correia, Maria Antônia de Moraes, Escolástica de Moraes, as gêmeas Rita da Silva Bueno e Margarida da Silva Bueno, Isabel Caetana de Moraes, Ana da Silva Bueno, Maria Isabel e Maria Nazaré Bueno.
71- Maria Pedroso de Moraes.
72- Domingos da Costa Lage. N. em Sernancelhe, Portugal. Famoso explorador e sertanista, foi um dos fundadores de Santa Bárbara (MG).
73- Luzia Rodrigues.
74- João Francisco Bastos (ou João Francisco de Andrade). N. em Cabeceiras de Basto, Portugal. Segundo tradição conservada no âmbito de sua família, fugiu de perseguição que lhe foi movida em Portugal, refugiando-se em Minas Gerais, perto de Itabira, e mudando o sobrenome de Andrade para Bastos.
75- Margarida Correia de Alvarenga.
76- Manoel Teles de Menezes. N. em Portugal. No Brasil, residiu com sua esposa na Fazenda Porto, próxima ao Arraial de São José da Lagoa (MG). Pais de: Ângelo Custódio e Raimundo Teles de Menezes.
77- Rita da Silva Bueno. N. em 14-JUL-1722 em Minas Gerais.
78- José Teodoro de Toledo Piza. Foi casado c. Isabel Caetana de Moraes. Pais de: Teresa de Moraes Bueno e Lúcia Florinda Bueno. Residiu com a esposa na Fazenda Brumado, situada entre São José da Lagoa (atual Nova Era) e São Miguel de Piracicaba (atual Rio Piracicaba), em Minas Gerais.
79- Isabel Caetana de Moraes.
80- Antônio de Carvalho Drummond. N. em Funchal, Ilha da Madeira, Portugal. C. em 1711.
81- Inácia Micaela de Freitas Henriques. N. em Funchal, Ilha da Madeira, Portugal.
82- Antônio Gomes de Abreu. N. em Santa Cruz, Termo de Ponte de Lima, Comarca de Valença, Minho, Portugal. C. c. Maria Ferreira Roriz, com quem teve os filhos: Rita Emiliana e Maria Joaquina Gomes de Abreu, Antônia Maria Gomes de Freitas, Angélica Gomes de Abreu, Emiliana Gomes da Purificação e Capitão Antônio Gomes de Abreu e Freitas.
83- Maria Ferreira Roriz. N. em Santa Bárbara do Mato Dentro (MG).
84- Manoel Monteiro Chassim. N. em Santana do Parnaíba (SP). C. em São Paulo (SP) c. Catarina de Godói Moreira. Pais de: Gonçalo Monteiro Chassim, Maria Leme de Brito, Antônio Bicudo, Custódia Moreira, Inês Monteiro de Godói, Joaquim de Godói Moreira, João Bicudo de Brito Leme e Manoel Monteiro Chassim. Andou pelos sertões do Rio Doce por volta de 1746, colhendo pintas de ouro na embocadura dos afluentes desse rio. Colaborou com a organização de bandeira que partiu para Cuité em 1765. Mudou-se com a família para Minas Gerais. Consta de lista de contribuintes do Distrito de São José da Lagoa, atual Nova Era (MG). Foi o primeiro dono da Fazenda de Santo Antônio do Porto Real. Fal. em seu estabelecimento na Capela de Santo Antônio do Porto Real, na Freguesia de S. Miguel, Termo da Vila de Caeté (MG).
85- Catarina de Godói Moreira.
86- João Vieira Aranha. Sargento-Mor de Milícias em Mariana (MG). N. em Freguesia de Paredes (orago: São Miguel), Concelho de Penafiel, Distrito do Porto, Portugal.
87- Caetana Josefa da Trindade.
96- Antônio de Carvalho Drummond. V. nº 80.
97- Micaela de Freitas Henriques. V. nº 81.
98- Antônio Gomes de Abreu. V. nº 82.
99- Maria Ferreira Roriz. V. nº 83.
100- Manoel Monteiro Chassim. V. nº 84.
101- Catarina de Godói Moreira. V. nº 85.
102- Sargento-Mor João Vieira Aranha. V. nº 86.
103- Caetana Josefa da Trindade. V. nº 87.

OS HEXAVÓS (OU SEXTOS AVÓS):

140- Domingos de Castro Correia. N. em Viana do Minho, Portugal, pertencendo à nobre família dos Pereiras da região. C. c. Isabel da Silva Bueno, com quem teve os filhos: João Correia da Silva, Isabel de Ribeira da Silva Bueno, Inês de Castro Correia e Maria da Silva.
141- Isabel da Silva Bueno. C. em primeiras núpcias c. Domingos da Silva Monteiro e em segundas núpcias c. Domingos de Castro Correia. Filho oriundo do primeiro casamento: Domingos da Silva Monteiro.
142- Gaspar de Godói Colaço. Paulista. Ameaçado por Pedro de Camargo, armado de bacamarte, arrancou-lhe a arma das mãos e o matou no mesmo momento, recebendo como pena uma missão no sertão. Foi chefe da bandeira enviada ao sertão da Vacaria, por ordem do Governador Artur de Sá Menezes, em busca de prata e metais preciosos. Recebeu, para isso, a patente de Tenente-General de Vacaria em 3-MAR-1698. Gaspar de Godói Colaço teve os seus serviços agradecidos em carta régia de 20-OUT-1698. C. em 1676 c. Sebastiana Ribeiro de Moraes, com quem teve os filhos: João de Godói Colaço, Francisco Ribeiro de Moraes, José de Godói Colaço, Gaspar e Vítor Antônio de Godói, Ana Lopes Moreira, Maria Pedroso de Moraes, Sebastiana e Ângela Ribeiro de Moraes. Fal. em Santana do Parnaíba (SP) em 10-DEZ-1713.
143- Sebastiana Ribeiro de Moraes. N. por volta de 1652, pois tinha 14 anos de idade na ocasião de seu casamento em 1676. Apresentou-se como herdeira do Capitão-Mor Antônio Ribeiro em 1686.
144- Antônio João.
145- Paula Diniz.
150- Elias Correia.
151- Mécia de Alvarenga.
154- João Correia da Silva. V. nº 70.
155- Maria Pedroso de Moraes. V. nº 71.
158- João Correia da Silva. V. nº 70.
159- Maria Pedroso de Moraes. V. nº 71.
160- Sebastião de Carvalho Drummond. C. c. Joana da Costa, com quem teve os filhos: Sebastião de Carvalho Drummond (clérigo), Antônio Carvalho Drummond, Jerônima de Carvalho, Guimar Luísa de Carvalho, Maria Micaela de Carvalho e Maria de Carvalho.
161- Joana da Costa.
162- Matias de Freitas Henriques. Mercador.
163- Andresa Henriques.
168- Gonçalo Simões Chassim. N. na Vila de Portimão, Distrito de Faro, Algarve, Portugal. Vindo para o Brasil, passou a residir em S. Paulo (SP), onde foi realizado seu casamento c. Maria Leme de Brito, com quem teve os seguintes filhos: Antônio Pedroso, Joana Leme de Brito, João Bicudo Chassim, Manoel Monteiro Chassim, Maria Simões, Rodrigo Bicudo Chassim, José Simões, Francisco Bicudo Chassim e Ana Leme de Brito. Residiu em Santana do Parnaíba (SP), onde nasceram seus filhos e teve fazenda de cultura, além de ter em suas mãos, repetidas vezes, as rédeas do governo local. Foi o fundador da Capela de Nossa Senhora de Nazaré, construída em sua fazenda junto ao Rio Tietê. Fal. em 25-MAI-1720 em São Paulo (SP), com testamento feito em comum com sua esposa, onde foi determinado que seus corpos deveriam ser sepultados na Capela da Ordem Terceira de São Francisco.
169- Maria Leme de Brito. Fal. em São Paulo (SP) em 1688.
170- Gaspar de Godói Moreira. Teve a alcunha de Tavaimana. Participou de bandeiras nas Minas Gerais, antes de 1693, à caça de índios. Foi um dos principais das Vilas de Parnaíba e São Paulo, onde fal. em 1693. Casou-se duas vezes: a primeira c. Custódia Moreira e a segunda c. Maria Barbosa (fª de Francisco Barbosa Rebelo e de Catarina Moniz). Filhos: Frei Gaspar do Espírito Santo (carmelita), Frei Jorge Moreira de Godói (carmelita), João de Godói Moreira, Maria Gomes Moreira, Baltazar de Godói Moreira, Ana Moreira de Godói, Antônio de Godói e Catarina de Godói Moreira (do primeiro casamento) e Isabel da Silva, Francisco Barbosa, Pedro da Silva, Januário de Godói Moreira e Maria da Silva (do segundo matrimônio).
171- Custódia Moreira. Fal. antes de 1693.
174- Capitão João Antônio Rodrigues. N. na Espanha. C. c. Maria Moreira Cândida. Pais de: Caetana Josefa da Trindade, Padre Manoel Caetano, Capitão João Rodrigues Moreira, Frei Mateus (carmelita) e Desembargador Gaspar Gonçalves dos Reis.
175- Maria Moreira Cândida.
192- Sebastião de Carvalho Drummond. V. nº 160.
193- Joana da Costa. V.nº161.
194- Matias de Freitas Henriques. V. nº 162.
195- Andresa Henriques. V. nº 163.
200- Gonçalo Simões Chassim. V. nº 168.
201- Maria Leme de Brito. V. nº 169.
202- Gaspar de Godói Moreira. V. nº 170.
203- Custódia Moreira. V. nº 171.
206- Capitão João Antônio Rodrigues. V. nº 174.
207- Maria Moreira Cândida. V. nº 175.

OS HECTAVÓS (OU SÉTIMOS AVÓS):

282- Domingos da Silva Guimarães. N. na Freguesia de Macieira, Concelho de Sernancelhe, Distrito de Viseu, Portugal. Foi o primeiro guarda-mor das minas do Sabarabuçu (Sabará),onde se estabeleceu com muitos escravos e extraiu grande quantidade de ouro. C. em 1642 em S. Paulo (SP) c. Isabel da Ribeira, que lhe deu os seguintes filhos: Domingos da Silva Bueno, Maria, Isabel e Bernarda da Silva e outros quatro que faleceram na infância. Fal. em 1681 em São Paulo (SP).
283- Isabel da Ribeira. Fal. em 1698 em S. Paulo (SP).
284- João de Godói Moreira. Tomou parte em bandeira de 1636 capitaneada por Diogo Coutinho de Melo, sob as ordens do Capitão-Mor Antônio Raposo Tavares. Segundo Pedro Taques, foi um cidadão que teve em São Paulo o primeiro voto no governo político e civil da república, como pessoa de grande autoridade, respeito e veneração. Possuía uma fazenda com plantação de uvas que permitia produção de vinho com fartura. C. c. Eufêmia da Costa Mota, que lhe deu 12 filhos: Jorge Moreira, Frei Baltazar do Rosário, Antônio de Godói Moreira, Padre Pedro de Godói, Baltazar de Godói, Padre João de Godói Moreira, Padre Francisco de Godói, Fernando de Godói, Maria Colaço, Isabel de Godói, Tenente-General Gaspar de Godói Colaço e Sebastiana de Godói. Fal. em 1665 em S. Paulo (SP), com testamento.
285- Eufêmia da Costa Mota. N. em S. Vicente (SP).
286- Capitão Francisco Ribeiro de Moraes. Fal. em 1665 no sertão de Goiás, na bandeira do Capitão-Mor Francisco Lopes Benavides, tendo o inventário sido aberto em São Paulo apenas em 1676. Teve apenas uma filha com sua esposa.
287- Ana Lopes Moreira. Casou-se em primeiras núpcias c. o Capitão Gaspar de Godói Moreira (v. nº 340) e em segundas núpcias c. o Capitão Francisco Ribeiro de Moraes.
308- Domingos de Castro Correia. V. nº 140.
309- Isabel da Silva Bueno. V. nº 141.
310- Gaspar de Godói Colaço. V. nº 142.
311- Sebastiana Ribeiro de Moraes. V. nº 143.
316- Domingos de Castro Correia. V. nº 140.
317- Isabel da Silva Bueno. V. nº 141.
318- Gaspar de Godói Colaço. V. nº 142.
319- Sebastiana Ribeiro de Moraes. V. nº 143.
320- Sebastião Gil de Carvalho. Sucedeu o pai no Morgado de São Gil. C. em 26-OUT-1628 em Santa Cruz, Portugal, c. Maria da Costa, com quem teve os filhos: João Escócio de Mendonça, Sebastião de Carvalho Drummond, Antônio de Carvalho de Mendonça, Henrique e Manoel de Mendonça, Maria de Carvalho e Isabel Escócio.
321- Maria da Costa.
322- Manoel da Costa Jardim.
323- Maria Nunes da Silva.
336- Rodrigues Simões. Residiu com a esposa em casa própria na Rua Cariana, na Vila de Portimão, no Reino do Algarve.
337- Joana Jorge Chassim.
338- Antônio Bicudo de Brito. N. em S. Paulo (SP). Casou-se duas vezes: a primeira em 1635, em São Paulo (SP), com Maria Leme de Alvarenga, e a segunda com Vicência da Costa (filha de João de Siqueira e de Juliana de Oliveira). Filhos: Capitão Antônio Bicudo Leme, João Bicudo Leme, Bento Bicudo de Alvarenga, Maria Bicudo Leme, Maria Leme de Brito, Tomásia Ribeiro, Ana Bicudo, Maria de Alvarenga, Pascoal Bicudo Leme, Luzia Leme Bicudo e Margarida Bicudo (do primeiro casamento) e Potência, Isabel, Juliana e Joaquim Bicudo de Brito (do segundo casamento). Sertanista, tomou parte na invasão do Guairá, em 1628, e na entrada de João Mendes Geraldo, em 1645, em sertão do sul. Fal. em 1666.
339- Maria Leme de Alvarenga. Faleceu em Santana do Parnaíba (SP) em 1654.
340- Capitão Gaspar de Godói Moreira. C. em primeiras núpcias em 1634, em São Paulo (SP), c. Ana de Alvarenga e em segundas núpcias c. Ana Lopes Moreira, esta fª de Gaspar Gonçalves Ordonho e de Ana Moreira (v. nº 287). Filhos: Gaspar, Inácio e Baltazar de Godói Moreira, Ana Ribeiro de Alvarenga e Paula Moreira (do primeiro casamento) e Gaspar Gonçalves Moreira, Jorge Moreira de Godói, José de Godói, Padre Joaquim de Godói Moreira e Ana Moreira (do segundo casamento).
341- Ana de Alvarenga. Fal. em 1648 em São Paulo (SP).
342- Gaspar Gonçalves Ordonho. N. em Itanhaém (SP). C. c. Ana Moreira. Pais de: Frei Jorge (carmelita), Padre Cosme Gonçalves Moreira, Capitão Diogo Gonçalves Moreira, Maria Gomes, Ana Lopes Moreira, Domingos e Custódia Moreira, Isabel Gonçalves Moreira, Ângela e Maria da Conceição Moreira e Catarina Gonçalves Moreira.
343- Ana Moreira. Fal. em 1692 em S. Paulo (SP).
384- Sebastião Gil de Carvalho. V. nº 320.
385- Maria da Costa. V. nº 321.
386- Manoel da Costa Jardim. V. nº 322.
387- Maria Nunes da Silva. V. nº 323.
400- Rodrigues Simões. V. nº 336.
401- Joana Jorge Chassim. V. nº 337.
402- Antônio Bicudo de Brito. V. nº 338.
403- Maria Leme de Alvarenga. V. nº 339.
404- Gaspar de Godói Moreira. V. nº 340.
405- Ana de Alvarenga. V. nº 341.
406- Gaspar Gonçalves Ordonho. V. nº 342.
407- Ana Moreira. V. nº 343.

OS OCTAVÓS (OU OITAVOS AVÓS):

564- Gaspar Fernandes. Senhor do Morgado do Cativo, em Portugal.
565- Maria Francisca de Castro.
566- Amador Bueno de Ribeira, o Aclamado. Capitão-Mor e Ouvidor da Capitania de S. Vicente, a quem os paulistas de origem espanhola aclamaram rei em 1º-ABR-1641, em São Paulo (SP), fato considerado como o primeiro movimento nativista em terras americanas. Amador Bueno recusou a honra, declarando-se leal vassalo de D. João IV, Rei de Portugal. N. entre 1571 e 1581 e fal. entre 1646 e 1650. C. c. Bernarda Luís, com quem teve os filhos: Catarina de Ribeira, Amador Bueno (o Moço), Antônio Bueno, Isabel de Ribeira, Maria Bueno de Ribeira, Ana de Ribeira, Diogo, Bartolomeu e Mariana Bueno e Francisco Bueno Luís.
567- Bernarda Luís.
568- Baltazar de Godói. N. em Albuquerque, Castela, em torno de 1561. Nobre castelhano, veio para São Paulo na segunda metade do Século XVI, quando o Brasil estava sobre o domínio da Espanha. Tomou parte na bandeira de Nicolau Barreto, em 1602, ao Guairá. José Gonçalves Salvador, no livro "Os Cristãos-Novos - Povoamento e Conquista do Solo Brasileiro (1530-1680)", registra sua suspeita de que seria cristão-novo. C. em São Paulo (SP) c. Paula Moreira, com quem teve os filhos: Belquior e Baltazar de Godói, Gaspar e João de Godói Moreira, Maria de Godói e Sebastião Gil de Godói. Fal. depois de 1623.
569- Paula Moreira.
570- Dionísio da Costa. Capitão-Mor e Governador da Capitania de Itanhaém em 1648. Levamos em consideração a informação contida no apêndice nº 2 do livro "Os Cristãos-Novos - Povoamento e Conquista do Solo Brasileiro", de José Gonçalves Salvador, que coloca Eufêmia da Costa Mota como filha de Dionísio da Costa e de Isabel da Mota. Deixamos de acompanhar, assim, a posição de Pedro Taques e Silva Leme no sentido de que ela era filha de Atanásio da Mota e de Luzia Machado. Outro filho do casal: Vasco da Mota.
571- Isabel da Mota.
572- Vittore Antonio De Castronuovo (no Brasil: Vítor Antônio de Castro Novo). N. em Castronuovo, Reino de Nápoles. Fal. em 1658 em S. Paulo (SP). C. c. Sebastiana Ribeiro de Moraes, com quem teve os filhos: Serafina e Maria de Moraes, Catarina Ribeiro de Moraes e o Capitão Francisco Ribeiro de Moraes.
573- Sebastiana Ribeiro de Moraes.
574- Gaspar Gonçalves Ordonho. V. nº 342.
575- Ana Moreira. V. nº 343.
618- Domingos da Silva Guimarães. V. nº 282.
619- Isabel da Ribeira. V. nº 283.
620- João de Godói Moreira. V. nº 284.
621- Eufêmia da Costa Mota. V. nº 285.
622- Francisco Ribeiro de Moraes. V. nº 286.
623- Ana Lopes Moreira. V. nº 287.
634- Domingos da Silva Guimarães. V. nº 282.
635- Isabel da Ribeira. V. nº 283.
636- João de Godói Moreira. V. nº 284.
637- Eufêmia da Costa Mota. V. nº 285.
638- Francisco Ribeiro de Moraes. V. nº 286.
639- Ana Lopes Moreira. V. nº 287.
640- Sebastião Gil de Carvalho e Mendonça. Sucedeu o pai no Morgado de São Gil. C. em 27-MAI-1602 na Sé, na Ilha da Madeira, Portugal.
641- Isabel Serrão.
642- Pedro Jorge de Arvelos. Com Isabel de Sousa teve, pelo menos, os filhos Maria da Costa e Manoel Homem da Costa.
643- Isabel de Sousa.
676- Antônio Bicudo. N. em S. Paulo (SP). Foi sucessor de seu pai na Fazenda de Carapicuíba. Fez várias entradas no sertão, onde conquistou muitos índios, que, depois de instruídos nos dogmas do catolicismo, lhe prestaram serviços na cultura de sua fazenda e na extração de ouro da Serra do Jaraguá e do Ribeirão de Santa Fé. Esteve na invasão do Guairá, em 1628. C. c. Maria de Brito em São Paulo (SP), onde fal. em 4-DEZ-1650. Filhos do casal: Margarida, Isabel, Maria, João, Antônio, Francisco e Domingos Bicudo de Brito.
677- Maria de Brito. Fal. após 22-DEZ-1648 em S. Paulo (SP).
678- Francisco de Alvarenga. N. em S. Paulo (SP), onde fal. em 1675. Residiu em Parnaíba (SP), onde foi Capitão e teve as rédeas do Governo. C. c. Luzia Leme. Pais de: Ana Ribeiro, Francisca e Luzia Leme de Alvarenga, Frei Bento da Trindade, Antônio Pedroso de Alvarenga, Aleixo, Sebastião e Maria Leme de Alvarenga, Tomásia Ribeiro e Inês Dias de Alvarenga.
679- Luzia Leme. N. em S. Paulo (SP), onde fal. em 1653.
680- Baltazar de Godói. V. nº 568.
681- Paula Moreira. V. nº 569.
682- Pedro da Silva. C. em primeiras núpcias c. Luzia Sardinha (filha do Capitão Afonso Sardinha) e em segundas núpcias c. Ana de Alvarenga, com quem teve as filhas Ana de Alvarenga e Isabel da Silva.
683- Ana de Alvarenga. Fal. em 1644. Foi casada três vezes: a primeira com Domingos Rodrigues (com quem teve a filha Maria de Alvarenga), a segunda com Pedro de Araújo (com quem teve o filho Pedro de Araújo) e a terceira c. Pedro da Silva.
684- Diogo Gonçalves Ordonho.
685- Ana Lopes.
686- Alferes Jorge João. N. em Portugal, onde C. entre 1589 e 1599.
687- Maria Gomes Moreira.
768- Sebastião Gil de Carvalho e Mendonça. V. nº 640.
769- Isabel Serrão. V. nº 641.
770- Pedro Jorge de Arvelos. V. nº 642.
771- Isabel de Sousa. V. nº 643.
804- Antônio Bicudo. V. nº 676.
805- Maria de Brito. V. nº 677.
806- Francisco de Alvarenga. V. nº 678.
807- Luzia Leme. V. nº 679.
808- Baltazar de Godói. V. nº 568.
809- Paula Moreira. V. nº 569.
810- Pedro Silva. V. nº 682.
811- Ana de Alvarenga. V. nº 683.
812- Diogo Gonçalves Ordonho. V. nº 684.
813- Ana Lopes. V. nº 685.
814- Alferes Jorge João. V. nº 686.
815- Maria Gomes Moreira. V. nº 687.

OS NONOS AVÓS:

1128- Luís Fernandes de Azevedo (ou Agostinho Fernandes de Azevedo). Capitão-Mor de Fonte Arcada, Portugal.
1130- Gonçalo de Maçoulas e Castro.
1132- Bartolomeu Bueno de Ribeira. N. em Sevilha, Espanha. Em 1582, veio para o Brasil, em companhia de seu pai, na armada de Diogo Flores de Valdez, na qualidade de carpinteiro. Foi pessoa muito estimada por sua nobreza e elevadas qualidades morais. Exerceu diversos cargos públicos na Vila de S. Paulo, inclusive a de Aferidor em 1588, de Almotacel em 1591 e de Vereador em 1616. Pedro Taques informa que Bartolomeu foi Juiz Ordinário e de Órfãos em 1622, mas Francisco de Assis Carvalho Franco, em artigo publicado na Revista Genealógica Brasileira nº 5, revela que foi o filho com o mesmo nome que teve tal encargo em 1621, mesmo porque o pai era analfabeto, não possuindo, portanto, as condições necessárias para o exercício das funções de um juiz. Em 1620, 1623, 1624 e 1629 teve votos para vereador, mas não chegou a ser eleito. Para José Gonçalves Salvador, autor de "Os Cristãos-Novos - Povoamento e Conquista do Solo Brasileiro (1530-1680), Bartolomeu era portador da seiva hebréia, originando-se o apelido Bueno da forma primitiva Boino, utilizada na Espanha e Portugal por diversos judeus. C. em S. Paulo (SP) em 4-AGO-1590 c. Maria Pires, com quem teve os filhos: Amador, Francisco, Bartolomeu e Jerônimo Bueno, Maria, Mécia e Isabel de Ribeira.
1133- Maria Pires.
1134- Domingos Luís, o Carvoeiro. N. em Marinhota, Freguesia de Carvoeiro (orago: Santa Maria), Concelho e Distrito de Viana do Castelo, Portugal. Cavaleiro Professo da Ordem de Cristo. Cidadão influente de São Paulo (SP), Domingos Luís foi nomeado Capitão dos Índios em 1563 e Procurador do Concelho em 1575. Por volta de 1579, fundou a Capela de Nossa Senhora da Luz, no Bairro do Ipiranga, onde residia, transferindo-a, mais tarde, para o Sítio do Guará ou Guarepe, no Bairro da Luz. Em 1603, essa capela foi transferida para o lugar onde hoje existe o Recolhimento da Luz, fundado em fins de 1773 por Helena Maria do Espírito Santo, religiosa do Convento de Santa Teresa. Possuía terras no Ipiranga e, em 1594, era proprietário dos primeiros sobrados cobertos de telhas da Vila de São Paulo. Foi Vereador de São Paulo em 1596 e 1607. C. em São Paulo (SP) em primeiras núpcias c. Ana Camacho e em segundas núpcias c. Branca Cabral (viúva de Simão da Costa). Com a 1ª esposa Domingos teve os seguintes filhos: Inês Camacho, Leonor Domingues, Domingas e Bernarda Luís, Domingos Luís, o "Moço", Antônio Lourenço e Miguel Luís. Fal. por volta de 1613 em São Paulo (SP).
1135- Ana Camacho. Fal. em 1613, com testamento, em S. Paulo (SP), onde há um logradouro com o seu nome.
1138- Jorge Moreira. N. na Freguesia do Rio Tinto (orago: São Cristóvão), Concelho de Gondomar, Distrito do Porto, Portugal. Dos primeiros povoadores da Capitania de São Vicente, ali chegou em 1545. Pessoa de conhecida nobreza e de grande prestígio. Um dos fundadores de Santo André (SP), ali exerceu o cargo de Almotacel em 1557. Em 1561, chefiou uma expedição contra os índios do Vale do Rio Paraíba, da qual José de Anchieta participou como intérprete. Por diversas vezes, foi Juiz Ordinário da Câmara de São Paulo, tendo exercido, também, em 1575, o cargo de Capitão da Vila. Foi Capitão-Mor e Governador da Capitania de São Vicente. C. após 1575 em S. Vicente (SP) c. Isabel Velho, com quem teve os filhos: Paula, Ângela, Susana, Lucrécia, Maria, Ana, Custódia e Diogo Moreira.
1139- Isabel Velho.
1142- Atanásio da Mota. Recebeu como dote de casamento os ofícios de escrivão da fazenda real e da alfândega da Vila de Santos, de propriedade de seu sogro. C. c. sua parente Luzia Machado. Pais de: Eufêmia da Costa Mota, Vasco da Mota (Capitão-Mor de Itanhaém), Simão Machado e Padre Antônio Raposo.
1143- Luzia Machado. N. em Santos (SP). Neta de Martim Gomes da Costa.
1144- Renato De Castronuovo (no Brasil: Renato de Castro Novo).
1145- Loaísa.
1146- Francisco Ribeiro. N. em S. Paulo (SP). Tomou parte na bandeira de Nicolau Barreto ao Guairá em 1602. Residiu no Bairro da Mooca e foi possuidor de grande número de índios administrados das tribos temiminós, maramomis e carijós. Fal. em 1615 na bandeira do Capitão-Mor Lázaro da Costa, que se destinava ao sertão dos Carijós. Com Maria de Moraes, com quem foi casado, teve os filhos: Capitão-Mor Antônio Ribeiro de Moraes, Padre Francisco Ribeiro, Padre Manoel Pedroso, Ana Pedroso e Sebastiana Ribeiro.
1147- Maria de Moraes. N. em S. Paulo (SP), onde fal. em 1663. C. em primeiras núpcias c. Francisco Ribeiro e em segundas núpcias c. Domingos de Abreu Pereira (fal. em 1625 em São Paulo). Filho do segundo matrimônio: Padre Domingos de Abreu.
1148- Diogo Gonçalves Ordonho. V. nº 684.
1149- Ana Lopes. V. nº 685.
1150- Alferes Jorge João. V. nº 686.
1151- Maria Gomes Moreira. V. nº 687.
1236- Gaspar Fernandes. V. nº 564.
1237- Maria Francisca de Castro. V. nº 565.
1238- Amador Bueno de Ribeira. V. nº 566.
1239- Bernarda Luís. V. nº 567.
1240- Baltazar de Godói. V. nº 568.
1241- Paula Moreira. V. nº 569.
1242- Dionísio da Costa. V. nº 570.
1243- Isabel da Mota. V. nº 571.
1244- Vittore Antonio De Castronuovo. V. nº 572.
1245- Sebastiana Ribeiro de Moraes. V. nº 573.
1246- Gaspar Gonçalves Ordonho. V. nº 342.
1247- Ana Moreira. V. nº 343.
1256- Antônio Rodrigues de Alvarenga. N. em Lamego, Distrito de Viseu, Portugal. Passou, a serviço do Rei, a ser um dos primeiros povoadores da Vila de S. Vicente, fundada em 1531 pelo Donatário Martim Afonso de Sousa, por concessão de D. João III. De S. Vicente passou para S. Paulo, conseguindo ali, por sua distinção, o respeito e veneração de todos. Foi proprietário, por mercê do Donatário, do Ofício de tabelião do Judicial e Notas de São Paulo. Fal. a 14-SET-1614 em S. Paulo (SP), deixando testamento. C. em S. Vicente (SP) c. Ana Ribeiro. Pais de: Maria Pedroso, Inês Monteiro, Francisco de Alvarenga, Luís Monteiro, Estêvão Ribeiro de Alvarenga, Ana de Alvarenga, Antônio Pedroso de Alvarenga, Frei Bento, Tomásia de Alvarenga, Maria Rodrigues de Alvarenga e Jerônimo de Alvarenga.
1257- Ana Ribeiro. Silva Leme, em seu "Genealogia Paulistana", informa que seu nascimento se deu no Porto, Portugal. Tal informação não guarda consonância com o seguinte depoimento de Ana Ribeiro de 9-ABR-1622, constante do processo de canonização do Padre José de Anchieta, publicados na Revista da ASBRAP nº 3: "Natural de São Vicente, com mais de 60 anos de idade, filha de Estêvão Ribeiro e de Madalena Fernandes. Durante algum tempo com ele se confessou em São Vicente. Relatou um milagre acontecido com seu filho, Jerônimo, que então contava 2 anos de idade. Estava há três dias sem se alimentar. Apresentou-o ao Padre Anchieta, que passava pela sua porta. "Deixe-o ir para o céu", disse Anchieta. Isso à noite. No dia seguinte o menino estava bom, inclusive de uma ferida incurável que até aí tinha no rosto. Todos reconheceram o milagre: nem um sinal ! Narrou outro episódio, em que tomou parte seu marido Antônio Rodrigues, que abandonou um índio que estava enfermo havia 5 anos. Voltando Anchieta à Vila de São Vicente pede a Antônio que tratasse do índio. Fazendo-se vir o índio de São Paulo para São Vicente, onde ficou internado em casa dos padres destinada aos índios, lá o medicou Rodrigues três ou quatro vezes. Sarou prontamente. A cura foi atribuída a Anchieta. De relíquia, possuía um dente dele. Sobre Anchieta disse ser ele homem milagroso, apostólico, celeste". Outro depoimento de Ana Ribeiro, este de 7-JAN-1628: "Natural da Vila de São Vicente, com cerca de 68 anos de idade, filha de Estêvão Ribeiro e de Madalena Fernandes. Conheceu-o e tratou com ele, e com ele se confessou muitas vezes, na Vila de São Vicente, no tempo que já tem dito. Teve um filho na Companhia que com a idade de dois anos, já moribundo, foi curado por Anchieta e depois saiu dela. No que profetizara o Padre José: "Deixai-o ir para a glória, que não vos dê algum desgosto". Seu marido, Antônio Rodrigues, que Deus tem, extraiu um dente de Anchieta, que ela conservava com grande veneração. A mãe dela, testemunha também, tinha grande veneração por ele. Narrou o episódio da peça de teatro que encenaram em São Vicente e não choveu enquanto a obra se desenvolveu, apesar das nuvens carregadas. Ela e muitas outras mulheres lhe pediam que lhes fizesse alguns milagres e o dito padre pelejava com elas e as repreendia por lhes dizerem aquilo". Ana Ribeiro fal. em 23-OUT-1647 em S. Paulo (SP) com testamento, tendo sido sepultada na capela-mor da igreja dos carmelitas, em jazigo próprio.
1268- Gaspar Fernandes. V. nº 564.
1269- Maria Francisca de Castro. V. nº 565.
1270- Amador Bueno de Ribeira. V. nº 566.
1271- Bernarda Luís. V. nº 567.
1272- Baltazar de Godói. V. nº 568.
1273- Paula Moreira. V. nº 569.
1274- Dionísio da Costa. V. nº 570.
1275- Isabel da Mota. V. nº 571.
1276- Vittore Antonio De Castronuovo. V. nº 572.
1277- Sebastiana Ribeiro de Moraes. V. nº 573.
1278- Gaspar Gonçalves Ordonho. V. nº 342.
1279- Ana Moreira. V. nº 343.
1280- Sebastião de Carvalho e Mendonça. C. em torno de 1576 c. Beatriz da Costa, com quem teve os filhos: Sebastião Gil de Carvalho de Mendonça, Gil de Carvalho (clérigo) e Maria de Carvalho. Justificou sua ascendência em 1611.
1281- Beatriz da Costa.
1282- Capitão Antônio Gonçalves Serrão.
1283- Maria Gomes Ferreira.
1284- Gaspar Rodrigues.
1285- Catarina d Arvelos.
1286- Gaspar Fernandes.
1287- Guiomar Luís.
1352- Antônio Bicudo Carneiro. N. na Ilha de S. Miguel, Arquipélago dos Açores, Portugal. C. em S. Paulo (SP), onde exerceu vários cargos governamentais, como os de Juiz em 1574 e 1584, de Vereador em 1575 e de Ouvidor da Capitania em 1585, quando mandou levantar pelourinho na vila. Como sertanista, participou das entradas de Afonso Sardinha, o Moço, ao sertão do Jeticaí, em 1593, de Nicolau Barreto, em 1602, e de Antônio Raposo Tavares. C. em S. Paulo com Isabel Rodrigues, com quem teve os filhos: Antônio Bicudo, Domingos Nunes Bicudo, Maria Bicudo, Marta e Jerônima de Mendonça e Guiomar Bicudo.
1353- Isabel Rodrigues. N. em S. Paulo (SP).
1354- Diogo Pires.
1355- Isabel de Brito.
1358- Aleixo Leme. N. em torno de 1544 em S. Vicente (SP), onde C. em torno de 1610 c. Inês Dias, com quem teve os filhos: Luzia, Brás e Aleixo Leme, Francisco Dias Leme, Francisca Leme, Inês Dias, Leonor Leme, Maria da Silva, Maria Leme e Manoel de Chaves. Em 1617, residindo em São Paulo (SP), recebeu através de carta de sesmaria, juntamente c. Francisco de Alvarenga, duas léguas de terras próximas ao Rio Gerabatiba. Conforme seus depoimentos de 5-ABR-1622 e 23-OUT-1627 constantes do processo de canonização do Padre José de Anchieta, era agricultor e havia sido tratado pelo jesuíta durante período de cerca de 20 anos. Na ocasião, Aleixo afirmou ter testemunhado que forte chuva estava para cair sobre o local onde iria iniciar espetáculo teatral, tendo o Padre José de Anchieta dito ao povo que deixassem estar que não havia de chover, previsão que se concretizou. Fal. em 16-NOV-1629 em São Paulo (SP).
1359- Inês Dias. N. em S. Vicente (SP). Fal. em 1655 em São Paulo (SP).
1362- Jorge Moreira. V. nº 1138.
1363- Isabel Velho. V. nº 1139.
1366- Antônio Rodrigues de Alvarenga. V. nº 1256.
1367- Ana Ribeiro. V. nº 1257.
1368- Gaspar Ordonho. N. em Castela.
1370- Cristóvão Gonçalves.
1374- Luís Gomes da Costa.
1375- Ângela Moreira.
1536- Sebastião de Carvalho e Mendonça. V. nº 1280.
1537- Beatriz da Costa. V. nº 1281.
1538- Antônio Gonçalves Viana.
1539- Isabel Sousa Gomes.
1608- Antônio Bicudo Carneiro. V. nº 1352.
1609- Isabel Rodrigues. V. nº 1353.
1610- Diogo Pires. V. nº 1354.
1611- Isabel de Brito. V. nº 1355.
1612- Antônio Rodrigues de Alvarenga. V. nº 1256.
1613- Ana Ribeiro. V. nº 1257.
1614- Aleixo Leme. V. nº 1358.
1615- Inês Dias. V. nº 1359.
1618- Jorge Moreira. V. nº 1138.
1619- Isabel Velho. V. nº 1139.
1622- Antônio Rodrigues de Alvarenga. V. nº 1256.
1623- Ana Ribeiro. V. nº 1257.
1624- Gaspar Ordonho. V. nº 1368.
1626- Cristóvão Gonçalves. V. nº 1370.
1630- Luís Gomes da Costa. V. nº 1374.
1631- Ângela Moreira. V. nº 1375.

OS DÉCIMOS AVÓS:

2264- Francisco Ramires de Porros.
2266- Salvador Pires. Paulista, figurou nas primeiras expedições contra o gentio hostil à vila nascente (São Paulo, SP), na segunda metade do Século XVI. Foi pessoa importante no governo da Vila de São Paulo, tendo exercido as funções de Procurador do Conselho em 1563 e Juiz Ordinário em 1573. Teve grandes lavouras, mantidas com a utilização de muitos trabalhadores, geralmente índios catequizados. Sua fazenda de cultura tinha uma légua de terras. Conforme Ata de 26-JUN-1563 do Conselho Municipal de São Paulo, de que era Procurador, proibiu aos moradores da vila o transporte de índios ou pessoas para outras localidades, mar ou sertão, para evitar a redução do número de habitantes do lugar e, conseqüentemente, uma maior vulnerabilidade diante do perigo de ataques de índios hostis. Sua primeira esposa tinha o sobrenome Brito. Em segundas núpcias, foi casado com Mécia Fernandes, conhecida por Mécia-Açu. Filhos: Beatriz, Diogo, Amador e Domingos Pires (do primeiro casamento) e Maria Pires, Catarina de Medeiros, Ana Pires, Isabel Fernandes, Salvador Pires de Medeiros, João Pires, Custódia Fernandes e Antônio Pires (do segundo matrimônio). Faleceu em 1592 em São Paulo (SP).
2267- Mécia Fernandes (ou Mécia-Açu). Segundo Maria Vicentina de Paula do Amaral Dick, no artigo "As primeiras mulheres paulistanas" publicado no periódico "D.O. Leitura", deve ter sido pessoa muito respeitada e possuidora de grandes qualidades, seja pelo chamamento indígena pelo qual se tornou lembrada (açu, com o significado de grande, considerável), seja por ter perdoado em 1612, por escritura pública, a Antônio Fernandes Aia, assassino de seu irmão Marcos Fernandes, seja por sua descendência ilustre.
2268- Lourenço Luís. N. em Portugal.
2269- Leonor Domingues. N. em Portugal.
2270- Gonçalo Camacho. N. em Viana, Portugal. Foi bandeirante, tendo tomado parte, em várias entradas, inclusive a de Domingos Luís Grou, o Moço, entre 1590 e 1593, quando foi um dos poucos que escaparam do massacre então verificado. Residiu em São Paulo (SP), onde se casou c. Catarina Ramalho, com quem teve os filhos: Ana, Esperança, Antônio, Maria, Jorge e Beatriz Camacho.
2271- Catarina Ramalho.
2278- Garcia Rodrigues. N. no Porto, Portugal. Veio com a esposa e filhos para o Brasil por volta de 1540 em companhia de Martim Afonso de Sousa, estabelecendo-se na Capitania de São Vicente. Participou das primeiras lutas com o gentio hostil do litoral e do interior do País. Exerceu cargos em Santo André (SP) e Piratininga (SP), onde residiu algum tempo, passando a residir em Santos (SP), onde fal. em 1590. Garcia Rodrigues e Isabel Velho tiveram os seguintes filhos: Maria Rodrigues, Isabel Velho, Domingos Rodrigues Velho, Padre Garcia Rodrigues Velho, Padre Gabriel Garcia, Padre Jorge Rodrigues, Francisco Rodrigues Velho, Antônio Rodrigues Velho, Mécia Rodrigues, Agostinha Rodrigues Velho e Isabel Rodrigues..
2279- Isabel Velho. N. no Porto, Portugal.
2284- Vasco Pires da Mota. N. em Portugal.
2285- Felipa Gomes da Costa.
2286- Simão Machado. Um dos primeiros e nobres povoadores da Vila de São Vicente (SP), tendo vindo para o Brasil com Martim Afonso de Sousa em 1531. Personagem de prestígio para o seu tempo, exerceu durante muitos anos o cargo de escrivão da Provedoria de Rendas de São Vicente, nomeado por carta régia de 11-NOV-1560. Depôs como testemunha em inquérito mandado abrir pelo nauta André Igino, comandante de três naus da armada de Diogo Flores Valdez, sobre os sucessos que precederam ao combate havido no Porto de Santos, em 24-JAN-1583, com dois galeões de guerra ingleses, a mando de Edward Fenton. Havia a acusação a José Adorno, Estêvão Raposo e Paulo de Veras, de haverem favorecido ao corsário inglês. Simão Machado tomou parte na expedição de Jerônimo Leitão a Paranaguá, em 1585. Exerceu em São Vicente o cargo de Vereador (1589) e pelos seus serviços obteve várias sesmarias na costa, inclusive terra no lugar chamado Ipianameima, debaixo da Ilha de São Sebastião, recebida em 1608 (v. Vol. I de "Sesmarias", obra editada pelo Arquivo do Estado de São Paulo). Passou para seu genro, como dote, os ofícios de escrivão da fazenda real e da alfândega da Vila de Santos (SP). Faleceu pouco depois de 1611.
2287- Maria da Costa. N. em S. Vicente (SP).
2294- Pantaleão Pedroso Baião Parente. N. em Portugal. C. em S. Paulo (SP). Com Ana de Moraes D Antas teve os filhos: Maria de Moraes e João Pedroso de Moraes.
2295- Ana de Moraes D Antas. N. em S. Paulo (SP), onde fal. em 1616. C. em primeiras núpcias c. Pantaleão Pedroso Baião Parente e em segundas núpcias c. Francisco Velho. Filhos oriundos do segundo casamento: Padre Manoel de Moraes e Capitão Francisco Velho de Moraes.
2296- Gaspar Ordonho. V. nº 1368.
2298- Cristóvão Gonçalves. V. nº 1370.
2302- Luís Gomes da Costa. V. nº 1374.
2303- Ângela Moreira. V. nº 1375.
2472- Luís Fernandes de Azevedo. V. nº 1128.
2474- Gonçalo de Maçoulas e Castro. V. nº 1130.
2476- Bartolomeu Bueno de Ribeira. V. nº 1132.
2477- Maria Pires. V. nº 1133.
2478- Domingos Luís, o Carvoeiro. V. nº 1134.
2479- Ana Camacho. V. nº 1135.
2482- Jorge Moreira. V. nº 1138.
2483- Isabel Velho. V. nº 1139.
2486- Atanásio da Mota. V. nº 1142.
2487- Luzia Machado. V. nº 1143.
2488- Renato De Castronuovo. V. nº 1144.
2489- Loaísa. V. nº 1145.
2490- Francisco Ribeiro. V. nº 1146.
2491- Maria de Moraes. V. nº 1147.
2492- Diogo Gonçalves Ordonho. V. nº 684.
2493- Ana Lopes. V. nº 685.
2494- Alferes Jorge João. V. nº 686.
2495- Maria Gomes Moreira. V. nº 687.
2512- Baltazar de Alvarenga. Com Mécia Monteiro teve os filhos Antônio Rodrigues de Alvarenga e Manoel Monteiro.
2513- Mécia Monteiro.
2514- Estêvão Ribeiro Baião Parente. N. em Beja, Portugal. Chegando ao Brasil, estabeleceu-se em S. Vicente e, posteriormente, em S. Paulo (SP), com a esposa e filhos. Foi Almotacel em São Paulo (SP) em 1587, 1588 e 1590. Em 1592, interferiu a favor dos padres da Companhia de Jesus na questão de proteção ao gentio. Com Madalena Fernandes Feijó Madureira teve: Ana e Cecília Ribeiro, Leonor e Pantaleão Pedroso e Estêvão e Ascenso Ribeiro.
2515- Madalena Fernandes Feijó Madureira. N. no Porto, Portugal.
2536- Luís Fernandes de Azevedo. V. nº 1128.
2538- Gonçalo de Maçoulas e Castro. V. nº 1130.
2540- Bartolomeu Bueno de Ribeira. V. nº 1132.
2541- Maria Pires. V. nº 1133.
2542- Domingos Luís, o Carvoeiro. V. nº 1134.
2543- Ana Camacho. V. nº 1135.
2546- Jorge Moreira. V. nº 1138.
2547- Isabel Velho. V. nº 1139.
2550- Atanásio da Mota. V. nº 1142.
2551- Luzia Machado. V. nº 1143.
2552- Renato De Castronuovo. V. nº 1144.
2553- Loaísa. V. nº 1145.
2554- Francisco Ribeiro. V. nº 1146.
2555- Maria de Moraes. V. nº 1147.
2556- Diogo Gonçalves Ordonho. V. nº 684.
2557- Ana Lopes. V. nº 685.
2558- Alferes Jorge João. V. nº 686.
2559- Maria Gomes Moreira. V. nº 687.
2560- Álvaro de Carvalho. Sucedeu seu pai na posse de sua casa e morgado. Viveu em Santa Cruz, Portugal, onde foi realizado seu casamento em 1-ABR-1550.
2561- Maria Góes e Mendonça.
2706- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
2707- Isabel Velho. V. nº 2279.
2708- Salvador Pires. V. nº 2266.
2709- ..... Brito.
2716- Brás Teves (seu nome, no Brasil, foi alterado para Brás Esteves). N. e C. na Ilha da Madeira, Portugal. Foi, por muitos anos, morador em São Vicente, onde era proprietário de engenho de açúcar chamado de São Jorge dos Erasmos, que o tornou um homem abastado. Posteriormente, mudou-se com a família para a Vila de São Paulo, onde se estabeleceu e teve as rédeas do governo. Fal. antes de 1633, provavelmente em São Paulo (SP). Do casamento c. Leonor Leme originaram-se os filhos: Pedro, Mateus e Aleixo Leme, Brás Esteves Leme e Lucrécia Leme.
2717- Leonor Leme. Há um seu depoimento, de 7-ABR-1622, no processo de canonização do Padre José de Anchieta, em que informa: a) ter nascido em Óbidos, Portugal, e possuir, na ocasião, mais de 80 anos de idade: b) que conheceu muito bem ao Padre Anchieta, tendo assistido à primeira missa do sacerdote em São Vicente, em 1567; c) que o jesuíta era tido por santo por todos e com ele se confessou muitas vezes; d) tinha conhecimento de milagres realizados por Anchieta, que possuía o dom da profecia, tendo previsto a quebra da paz pelos tamoios. Fal. em 1633 em S. Paulo (SP).
2718- Domingos Dias. N. na Freguesia de Vimeiro (orago: São Miguel), Concelho de Lourinhã, Distrito de Lisboa, Portugal. C. em Portugal, pois já veio para o Brasil casado c. Mariana de Chaves. Aqui chegou logo após a fundação de São Vicente, onde exerceu cargos na respectiva Câmara, inclusive o de almotacel em 1580. Tomou parte, em 1585, na expedição de Jerônimo Leitão a Paranaguá, contra os índios carijós.
2719- Mariana de Chaves. N. em Portugal.
2726- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
2727- Isabel Velho. V. nº 2279.
2732- Baltazar de Alvarenga. V. nº 2512.
2733- Mécia Monteiro. V. nº 2513.
2734- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
2735- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
2750- Jorge Moreira. V. nº 1138.
2751- Isabel Velho. V. nº 1139.
3072- Álvaro de Carvalho. V. nº 2560.
3073- Maria Góes e Mendonça. V. nº 2561.
3218- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
3219- Isabel Velho. V. nº 2279.
3220- Salvador Pires. V. nº 2266.
3221- ..... Brito. V. nº 2709.
3224- Baltazar de Alvarenga. V. nº 2512.
3225- Mécia Monteiro. V. nº 2513.
3226- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
3227- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
3228- Brás Teves. V. nº 2716.
3229- Leonor Leme. V. nº 2717.
3230- Domingos Dias. V. nº 2718.
3231- Mariana de Chaves. V. nº 2719.
3238- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
3239- Isabel Velho. V. nº 2279.
3244- Baltazar de Alvarenga. V. nº 2512.
3245- Mécia Monteiro. V. nº 2513.
3246- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
3247- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
3262- Jorge Moreira. V. nº 1138.
3263- Isabel Velho. V. nº 1139.

OS DÉCIMOS PRIMEIROS AVÓS:

4532- Salvador Pires. N. no Porto, Portugal. Veio para o Brasil em 1531, com o pai (João Pires, o Gago), em companhia de Martim Afonso de Sousa, estabelecendo-se na Vila de S. Vicente (SP), como consta de uma carta de sesmaria que lhe concedeu o Governador Jerônimo Leitão em 1573. Teve com Maria Rodrigues os filhos Manoel e Salvador Pires. Américo de Moura, em artigo publicado na Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (Tomo XLVII), registra o seu entendimento de que o Salvador Pires aqui citado seria a mesma pessoa referida no tópico nº 2266, tida como seu filho.
4533- Maria Rodrigues. N. no Porto, Portugal, vindo para o Brasil (São Vicente) com seus pais e irmãos. Fal. no Estado de São Paulo antes de 1580.
4534- Antônio Fernandes. N. em Portugal. C. c. Antônia Rodrigues, com quem teve os filhos: Marcos, Antônio, Mécia, Isabel e Joana Fernandes.
4535- Antônia Rodrigues. N. no Brasil.
4540- Baltazar Nunes. Filhos conhecidos: Gonçalo e Paula Camacho.
4541- ..... Camacho.
4542- Jorge Ferreira. N. em Portugal. Veio para o Brasil com Martim Afonso de Sousa em 1530. Cavaleiro Fidalgo da Casa Real. Foi Capitão-Mor e Ouvidor da Capitania de Santo Amaro e, por duas vezes, Capitão-Mor da Capitania de São Vicente (de 1556 a 1558 e de 1567 a 1572). Foi quem reedificou, em 1557, a Fortaleza de Bertioga e quem construiu o primeiro caminho que ia de S. Vicente a Itanhaém. Em 1565, seguiu para o Rio de Janeiro em companhia de Estácio de Sá, tomando parte na fundação da cidade. Auxilio Jerônimo Leitão a combater os tamoios, aliados aos franceses, em Cabo Frio. C. antes de 1540 c. Joana Ramalho, com quem teve os filhos Catarina Ramalho, Jorge Ferreira (que, segundo Hans Staden, foi devorado pelos índios tamoios), Baltazar e Joana Ferreira. Recebendo uma sesmaria no Rio de Janeiro, mudou-se para essa cidade, onde faleceu com idade avançada.
4543- Joana Ramalho.
4568- Aniceto Vaz da Mota.
4569- Felipa de Sá.
4570- Estêvão Gomes da Costa. N. em Barcelos, Portugal. Senhor da Quinta do Costa.
4571- Isabel Lopes de Sousa. Filha natural de Martim Afonso de Sousa, Donatário da Capitania de São Vicente.
4574- Martim Gomes da Costa. N. em Barcelos, Portugal.
4575- Maria Colaço. N. em S. Vicente (SP).
4588- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
4589- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
4590- Baltazar de Moraes de Antas. N. em Mogadouro, Distrito de Bragança, Portugal. C. entre 1540 e 1570 em S. Paulo (SP) c. Brites Rodrigues Anes. Pais de: Pedro, Baltazar e Ana de Moraes D Antas e Isabel de Moraes. Segundo Felgueiras Gaio, teria casado em Portugal c. Maria da Fonseca, de Mogadouro, com quem teve o filho Gaspar de Moraes de Antas. Fal. em 1600 em São Paulo (SP).
4591- Brites Rodrigues Anes. N. em Portugal.
4606- Jorge Moreira. V. nº 1138.
4607- Isabel Velho. V. nº 1139.
4952- Francisco Ramires de Porros. V. nº 2264.
4954- Salvador Pires. V. nº 2266.
4955- Mécia Fernandes. V. nº 2267.
4956- Lourenço Luís. V. nº 2268.
4957- Leonor Domingues. V. nº 2269.
4958- Gonçalo Camacho. V. nº 2270.
4959- Catarina Ramalho. V. nº 2271.
4966- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
4967- Isabel Velho. V. nº 2279.
9944- Aniceto Vaz da Mota. V. nº 4568.
9945- Felipa de Sá. V. nº 4569.
4972- Vasco Pires da Mota. V. nº 2284.
4973- Felipa Gomes da Costa. V. nº 2285.
4974- Simão Machado. V. nº 2286.
4975- Maria da Costa. V. nº 2287.
4982- Pantaleão Pedroso Baião Parente. V. nº 2294.
4983- Ana de Moraes D Antas. V. nº 2295.
4984- Gaspar Ordonho. N. em Castela. V. nº 1368.
4986- Cristóvão Gonçalves. V. nº 1370.
4990- Luís Gomes da Costa. V. nº 1374.
4991- Ângela Moreira. V. nº 1375.
5028- João Ribeiro. N. e C. em Portugal.
5080- Francisco Ramires de Porros. V. nº 2264.
5082- Salvador Pires. V. nº 2266.
5083- Mécia Fernandes. V. nº 2267.
5084- Lourenço Luís. V. nº 2268.
5085- Leonor Domingues. V. nº 2269.
5086- Gonçalo Camacho. V. nº 2270.
5084- Catarina Ramalho. V. nº 2271.
5094- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
5095- Isabel Velho. V. nº 2279.
5100- Vasco Pires da Mota. V. nº 2284.
5101- Felipa Gomes da Costa. V. nº 2285.
5102- Simão Machado. V. nº 2286.
5103- Maria da Costa. V. nº 2287.
5110- Pantaleão Pedroso Baião Parente. V. nº 2294.
5111- Ana de Moraes D Antas. V. nº 2295.
5112- Gaspar Ordonho. V. nº 1368.
5114- Cristóvão Gonçalves. V. nº 1370.
5118- Luís Gomes da Costa. V. nº 1374.
5119- Ângela Moreira. V. nº 1375.
5120- Gil de Carvalho. Foi Fidalgo da Casa Real. C. em 1525 c. Maria Favela, com quem teve os filhos Álvaro e Beatriz de Carvalho e Maria Favela.
5121- Maria Favela.
5122- Rafael de Góes.
5123- Antônia de Mendonça.
5416- Salvador Pires. V. nº 4532.
5417- Maria Rodrigues. V. nº 4533.
5434- Pedro Leme. N. na Ilha da Madeira, Portugal. Fidalgo da Casa Real Portuguesa. Esteve no continente português na Corte de Dom João III. Teria vindo para o Brasil em 1530, na armada de Martim Afonso de Sousa, estabelecendo-se em São Vicente (SP). Acompanhou Jerônimo Leitão em lutas contra os índios. Combateu os tamoios no Rio de Janeiro, os carijós e tupiniquins do Tietê e os temiminós do Espírito Santo. Casou-se três vezes: a primeira c. Isabel Paes (fª de Fernando Dias Paes), a segunda na Ilha da Madeira c. Luzia Fernandes e a terceira com Gracia Rodrigues de Moura (fª de Gaspar Rodrigues de Moura). Filhos: Fernando Dias Paes (do 1º casamento) e Leonor Leme (do 2º casamento). Fal. em 1600 em S. Paulo (SP).
5435- Luzia Fernandes. Fal. em torno de 1560 em S. Vicente (SP).
5438- Francisco de Chaves. N. em Chaves, Distrito de Vila Real, Portugal. Seria o pai de Mariana de Chaves e do Jesuíta Manoel de Chaves (alguns entendem que o Jesuíta Manoel de Chaves, fal. em 19-JAN-1590, não seria irmão e sim o pai de Mariana de Chaves).
5439- ..... Fernandes.
5468- João Ribeiro. V. nº 5028.
5502- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
5503- Isabel Velho. V. nº 2279.
6144- Gil de Carvalho. V. nº 5120.
6145- Maria Favila. V. nº 5121.
6146- Rafael de Góes. V. nº 5122.
6147- Antônia de Mendonça. V. nº 5123.
6440- Salvador Pires. V. nº 4532.
6441- Maria Rodrigues. V. nº 4533.
6452- João Ribeiro. V. nº 5028.
6458- Pedro Leme. V. nº 5434.
6459 - Luzia Fernandes. V. nº 5435.
6462- Francisco Chaves. V. nº 5438.
6463- ..... Fernandes. V. nº 5439.
6492- João Ribeiro. V. nº 5028.
6526- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
6527- Isabel Velho. V. nº 2279.

OS DÉCIMOS SEGUNDOS AVÓS:

9064- João Pires, o Gago. N. no Porto, Portugal. Cavaleiro-Fidalgo. Veio para o Brasil com o filho Salvador Pires, como emigrado, acompanhando Martim Afonso de Sousa. Povoador de Santo André (SP), foi o 1º Juiz Ordinário da Vila. Uma carta de Duarte da Costa, encaminhada ao Rei de Portugal em 3-ABE-1553, informa que João Pires propôs refazer por sua conta o caminho de cinco a seis léguas que ligava São Vicente aos Campos de Piratininga, caso lhe perdoassem o crime de matar um escravo índio com golpes de acoite. Em 1555, foi Almotacel em Santo André.
9066- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
9067- Isabel Velho. V. nº 2279.
9070- Antônio Rodrigues. N. em Portugal. Já se encontrava em S. Vicente quando Martim Afonso de Sousa ali desembarcou, em 1532. Segundo Pedro Taques, teria vindo com João Ramalho para o Brasil por volta de 1502. Consta, ainda, que teria sido um dos náufragos salvos, em 1503 ou 1508, nas imediações da Ilha dos Porcos, hoje localizada no Município de Ubatuba (SP). Era sócio de João Ramalho na venda de índios prisioneiros e nas pequenas indústrias de gêneros da terra. Com aquele povoador mantinha, também, pequenas feitorias, reabastecia navios em trânsito pela região e trocava seus produtos por artigos europeus de pouco valor. Viveu durante muitos anos no meio dos índios, tornando-se elemento da maior importância na colonização do Brasil. Vivia maritalmente (união posteriormente legitimada pela Igreja) com uma indígena que veio a ser batizada com o nome de Antônia Rodrigues. Recebeu, por sesmaria, as terras fronteiras ao porto Tumiaru, em São Vicente (SP).
9071- Antônia Rodrigues. Índia guaianá cristianizada. F[ de Piquerobi.
9086- João Ramalho. N. entre 1488 e 1493 em Vousela, Distrito de Viseu, Portugal. Segundo o Frei Gaspar de Madre de Deus, chegou ao Brasil em torno de 1492, antes, portanto, de Pedro Álvares Cabral, deixando a esposa Catarina Fernandes em Portugal. Seu encontro com as terras brasileiras deve ter ocorrido, contudo, por volta de 1512, como mencionado pelo Padre Manoel da Nóbrega em carta dirigida a Portugal. Para alguns historiadores, ele teria vindo para o Brasil em 1503, com a armada de Gonçalo Coelho. Diogo de Vasconcelos, em seu "História Antiga de Minas Gerais", registra o entendimento de que João Ramalho e Antônio Rodrigues foram os dois grumetes evadidos da frota de Cabral que descobriu o Brasil. Enérgico, de porte agigantado, respeitado por todos, foi personagem importante para a pacificação dos índios morubixabas. Vendia índios prisioneiros de guerra, construía bergantis e reabastecia os navios em trânsito, defendendo-os dos ataques dos índios. Fundou a vila mais tarde denominada de Santo André por Tomé de Sousa. Em 1560, mudou-se para S. Paulo, por determinação do Governador-Geral Mem de Sá, que desejava reforçar a defesa da vila. Em 1562, foi escolhido pela Câmara Municipal de São Paulo para exercer as funções de Capitão-Mor da Vila. No livro de vereança da capital paulista consta que João Ramalho recusou, em 15-FEV-1564, o cargo de vereador, alegando ter mais de 70 anos de idade e estar sentindo-se velho. Fº de João Velho Maldonado e de Catarina Afonso de Balbode. Com Bartira teve os seguintes filhos: André, Joana Margarida e Vitório Ramalho, Antônio de Macedo, Marcos e João Ramalho e Antônia Quaresma. Fal. em torno de 1580 em S. Paulo (SP).
9087- Bartira (que significa flor, na língua tupi). Também chamada de Mbcy. Índia guaianá ou tupi que, na pia batismal, recebeu o nome de Isabel Dias. Fª de Tibiriçá. Viveu com João Ramalho durante cerca de quarenta anos. Há um logradouro com seu nome nos Municípios de Diadema, São Paulo, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e em Santo André (SP).
9142- Martim Afonso de Sousa. N. no Concelho de Vila Viçosa, Distrito de Évora, Portugal, em 1500 e fal. em 21-JUL-1564 em Lisboa, Portugal. Fidalgo. Senhor do Prado, em Portugal. Primo de Tomé de Sousa, o primeiro Governador-Geral do Brasil. Foi enviado para cá em 1530, com uma esquadrilha de 400 homens, com vistas à colonização e a proteção das costas do País. Passando pela Baía da Guanabara, fundou, em JAN-1532, a Vila de São Vicente e, logo após, a de Piratininga. Em 1533, retornou a Portugal, tendo, então, sido nomeado Governador-Mor do Mar da Índia, onde conseguiu gloriosos sucessos. Em 1534, foi nomeado Donatário da Capitania de São Vicente, criada por Dom João III, com cem léguas de costa. C. c. Ana Pimentel (fª de Arias Maldonado e de Joana Pimentel), com quem teve os filhos: Pedro Lopes de Sousa, Lopo Rodrigues de Sousa, Rodrigo Afonso de Sousa, Gonçalo Rodrigues de Sousa e Inês Pimentel. Teve, ainda, os filhos bastardos Tristão de Sousa e Isabel Lopes de Sousa.
9150- Pedro Colaço. N. em Viana do Minho, Portugal. Cavaleiro Fidalgo. Veio em 1530 para o Brasil com Martim Afonso de Sousa. Em 1545, foi Procurador do Câmara em São Vicente (SP). Quando da invasão de São Vicente pelo mar, foi encarregado pelos camaristas de procurar novo local para o povoado, escolhendo aquele onde foi construída a cidade, entre a Ilha Porchat e o Morro de Santo Antônio e erguendo, em 1559, nova matriz, em substituição à primitiva que havia sido destruída. Foi Capitão-Mor e Governador da Capitania de S. Vicente de 1561 a 1562. Foi Oficial da Câmara de Santos em 1585 e Juiz Ordinário em 1590. C. c. Brígida Machado, com quem teve os filhos: Pedro Colaço e Maria Colaço.
9151- Brígida Machado. N. em S. Vicente (SP).
9176- João Ribeiro. V. nº 5028.
9180- Pedro de Moraes. N. e C. em Portugal. Com Inês Navarro teve os filhos Baltazar de Moraes de Antas, Gaspar de Moraes e Belquior de Moraes de Antas.
9181- Inês Navarro de Antas. N. em Portugal.
9182- Joane Anes Sobrinho. N. em Portugal. Segundo Silva Leme, era de conhecida nobreza em Portugal. Casou-se duas vezes, sendo as segundas núpcias c. Isabel Duarte. Veio de Portugal acompanhado de três filhas, que aqui bem casaram. Fal. em S. Paulo (SP).
9183- Isabel Duarte.
9214- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
9215- Isabel Velho. V. nº 2279.
9908- Salvador Pires. V. nº 4532.
9909- Maria Rodrigues. V. nº 4533.
9910- Antônio Fernandes. V. nº 4534.
9911- Antônia Rodrigues. V. nº 4535.
9916- Baltazar Nunes. V. nº 4540.
9917- ..... Camacho. V. nº 4541.
9918- Jorge Ferreira. V. nº 4542.
9919- Joana Ramalho. V. nº 4543.
9946- Estêvão Gomes da Costa. V. nº 4570.
9947- Isabel Lopes de Sousa. V. nº 4571.
9950- Martim Gomes da Costa. V. nº 4574.
9951- Maria Colaço. V. nº 4575.
9964- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
9965- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
9966- Baltazar de Moraes de Antas. V. nº 4590.
9967- Brites Rodrigues Anes. V. nº 4591.
9982- Jorge Moreira. V. nº 1138.
9983- Isabel Velho. V. nº 1139.
10164- Salvador Pires. V. nº 4532.
10165- Maria Rodrigues. V. nº 4533.
10166- Antônio Fernandes. V. nº 4534.
10167- Antônia Rodrigues. V. nº 4535.
10172- Baltazar Nunes. V. nº 4540.
10173- ..... Camacho. V. nº 4541.
10174- Jorge Ferreira. V. nº 4542.
10175- Joana Ramalho. V. nº 4543.
10200- Aniceto Vaz da Mota. V. nº 4568.
10201- Felipa de Sá. V. nº 4569.
10202- Estêvão Gomes da Costa. V. nº 4570.
10203- Isabel Lopes de Sousa. V. nº 4571.
10206- Martim Gomes da Costa. V. nº 4574.
10207- Maria Colaço. V. nº 4575.
10220- Estêvão Ribeiro Baião Parente. V. nº 2514.
10221- Madalena Fernandes Feijó Madureira. V. nº 2515.
10222- Baltazar de Moraes de Antas. V. nº 4590.
10223- Brites Rodrigues Anes. V. nº 4591.
10238- Jorge Moreira. V. nº 1138.
10239- Isabel Velho. V. nº 1139.
10240- Antão Álvares de Carvalho. N. em Portugal. Passou para a Ilha da Madeira pouco depois de seu descobrimento, fazendo assento na Vila de Santa Cruz, onde tem por solar a Quinta de São Gil. C. por volta de 1475 na Ilha da Madeira, Portugal, c. Beatriz Escócia, com quem teve os filhos: Gil e Sebastião de Carvalho e Branca e Helena Antunes. Fal. antes de 20-JAN-1516 na Ilha da Madeira, Portugal.
10241- Beatriz Escócia. N. em torno de 1445 na Ilha da Madeira, Portugal, onde fal. em 2-ABR-1527, com testamento.
10242- Fernão Favela. Fal. em 1537.
10243- Beatriz Pires. N. em Ceuta. Fal. em MAI-1566.
10832- João Pires, o Gago. V. nº 9064.
10834- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
10835- Isabel Velho. V. nº 2279.
10868- Antão Leme. N. por volta de 1500 na Ilha da Madeira, Portugal, onde faleceu.
10878- Cosme Fernandes. Foi também conhecido pelo nome de Cosme Fernandes Pessoa. Nasceu em Portugal. Fundador da cidade de Iguape. Como degredado acusado de crime político, teria vindo para o Brasil em 1501, na armada de André Gonçalves e Américo Vespúcio, que o teriam deixado em Cananéia para cumprir pena. Teria fundado, entre 1510 e 1516, o primeiro povoado brasileiro de São Vicente, onde mais tarde foi levantada a Vila de Martim Afonso. Fundou, também, o Porto de São Vicente, junto à Ponta da Praia, na margem do Rio São Vicente, onde negociava escravos, vendia barcos ou permutava gêneros da terra. Com a chegada de Martim Afonso de Sousa a Cananéia em 1531, retirou-se para Iguape, onde, na opinião de alguns historiadores, era conhecido como Duarte Peres pelos espanhóis. Segundo estudiosos, como Ernest Young e Teodoro Sampaio, Cosme seria o bacharel encontrado por Martim Afonso de Sousa em Cananéia, figura muito discutida pelos pesquisadores, que até hoje não conseguiram chegar a um acordo sobre a sua verdadeira identidade.
12288- Antão Álvares de Carvalho. V. nº 10240.
12289- Beatriz Escócia. V. nº 10241.
12290- Fernão Favela (ou Fernão Favila). V. nº 10242.
12291- Beatriz Pires. V. nº 10243.
12880- João Pires, o Gago. V. nº 9064.
12882- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
12883- Isabel Velho. V. nº 2279.
12916- Antão Leme. V. nº 10868.
12926- Cosme Fernandes. V. nº 10878.

OS DÉCIMOS TERCEIROS AVÓS:

18142- Piquerobi. Indígena brasileiro. Cacique guaianá ou tupi. Inimigo dos portugueses, seria irmão de Tibiriçá e Caiubi. Vivia no Vale de Ururaí. Pai da mulher de Antônio Rodrigues, batizada pelos jesuítas com o nome de Antônia Rodrigues, e de Jagoanharo, o "Cão Bravo", um dos chefes dos índios guaianás, carijós e tamoios do Vale do Paraíba que atacaram a Vila de São Paulo em 1562, sendo morto quando tentava forçar a porta da igreja onde se encontravam mulheres refugiadas.
18172- João Velho Maldonado.
18173- Catarina Afonso de Balbode.
18174- Tibiriçá (ou Martim Afonso Tibiriçá). Cacique guaianá, chefe de grande parte de nação indígena estabelecida nos campos de Piratininga, com sede na Aldeia de Inhapuambuçu. Foi batizado pelos Padres Leonardo Nunes e José de Anchieta com o nome de Martim Afonso Tibiriçá, em homenagem ao fundador de São Vicente (Martim Afonso de Sousa). Colaborou na fundação de São Paulo, ali se estabelecendo no local onde hoje se encontra a Abadia de São Bento. Em 9-JUL-1562 participou da defesa de São Paulo contra ataque de tupis, guaianás e carijós chefiados por seu sobrinho Jagoanharo. O casamento de uma de suas filhas (Terebé) com o jesuíta Pedro Dias teve a concordância do Geral da Ordem dos Jesuítas (Santo Inácio de Loiola, então residente em Roma), tendo em vista o interesse da Igreja em um bom relacionamento dos índios com os portugueses. Outra de suas filhas, Bartira, casou-se c. João Ramalho e uma terceira, batizada com o nome de Beatriz Dias, foi mulher de Lopo Dias. Tibiriçá fal. em S. Paulo (SP) em 25-DEZ-1562, em idade avançada, tendo seu corpo sido sepultado na Igreja do Colégio da Companhia de Jesus.
18264- Pedro de Sousa. Foi Senhor de Prado. Serviu à Casa de Bragança. Refugiado, passou a Castela, vivendo com o Conde de Benavente, que lhe tornou Alcaide-Mor de Seabra. Voltando ao Reino de Portugal, foi Veador da Casa do Rei D. Afonso V. C. c. Maria Pinheira, com quem teve os filhos: Lopo, Gonçalo, Pedro, Sebastião e João de Sousa, Violante de Távora e Isabel de Sousa. Fº de Martim Afonso de Sousa e de Violante Lopes de Távora.
18265- Maria Pinheira. Fª de Pedro Esteves Cogominho e de Mor Pinheira.
18266- João Rodrigues de Sá. N. em Portugal, onde foi Senhor de Sever, Paiva, Baltar e Matosinhos e Alcaide-Mor do Porto. Casou-se três vezes: a primeira c. Catarina de Meneses (a quem, segundo Felgueiras Gaio, matou sem causa conhecida; filha de Luís de Azevedo e de Aldonça de Menezes), a segunda c. Margarida de Vilhena (fª de Martim Afonso de Mela) e a terceira c. Joana de Albuquerque. Filhos: Henrique de Sá e Menezes e Fernando de Sá (do primeiro matrimônio) e Francisco de Sá, Simão da Cunha, Garcia e Artur de Sá, Isabel da Cunha e Brites de Albuquerque (do 3º casamento). Fº de Fernando de Sá e de Felipa da Cunha.
18267- Joana de Albuquerque. Chamada a Visiguda. Fª de Luís Álvares e Teresa de Albuquerque.
18284- Lopo de Sousa. Filho de Pedro de Sousa e de Maria Pinheira. Fidalgo português. Foi Aio de D. Jaime, Duque de Bragança, que lhe deu o Senhorio das terras de Prado. Foi Alcaide-Mor de Bragança e de Outeiro. C. c. Brites de Albuquerque, com quem teve os filhos: Martim Afonso de Sousa (Donatário da Capitania de São Vicente), Pero Lopes de Sousa (Donatário das Capitanias de Itamaracá, Santana e Santo Amaro), João Rodrigues de Sousa, Isabel e Catarina de Albuquerque.
18285- Brites de Albuquerque. Filha de João Rodrigues de Sá e de Joana de Albuquerque.
18302- Rui Dias. Veio em 1531 para o Brasil com Martim Afonso de Sousa.
18303- Cecília Rodrigues.
18360- Vasco de Moraes d Antas. Heptaneto de D. Afonso Henriques, 1º Rei de Portugal. Filho de Afonso Mendes de Moraes de Antas e de Aldonça Gonçalves de Moraes.
18361- Micaela de Albuquerque Vimieiro. N. em Vimioso, Distrito de Bragança, Portugal.
18362- Baltazar Mendes.
18363- Leonor Mendes de Moraes. Filha de Estêvão Mendes de Moraes de Antas e de Maria de Madureira.
19816- João Pires, o Gago. V. nº 9064.
19818- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
19819- Isabel Velho. V. nº 2279.
19822- Antônio Rodrigues. V. nº 9070.
19823- Antônia Rodrigues. Filha de Piquerobi. V. nº 9071.
19838- João Ramalho. Filho de João Velho Maldonado e de Catarina Afonso de Balbode. V. nº 9086.
19839- Isabel Dias (Bartira). Filha de Martim Afonso Tibiriçá. V. nº 9087.
19894- Martim Afonso de Sousa. V. nº 9142.
19902- Pedro Colaço. V. nº 9150.
19903- Brígida Machado. V. nº 9151.
19928- João Ribeiro. V. nº 5028.
19932- Pedro de Moraes. Filho de Vasco de Moraes d Antas e de Micaela de Albuquerque Vimieiro. V. nº 9180.
19933- Inês Navarro de Antas. Filha de Nuno Navarro e de Isabel Mendes de Antas. V. nº 9181.
19934- Joane Anes Sobrinho. V. nº 9182.
19935- Isabel Duarte. V. nº 9183.
19966- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
19967- Isabel Velho. V. nº 2279.
20328- João Pires, o Gago. V. nº 9064.
20330- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
20331- Isabel Velho. V. nº 2279.
20334- Antônio Rodrigues. V. nº 9070.
20335- Antônia Rodrigues. V. nº 9071.
20350- João Ramalho. Filho de João Velho Maldonado e de Catarina Afonso de Balbode. V. nº 9086.
20351- Isabel Dias (nome cristão) ou Bartira. Filha de Martim Afonso Tibiriçá. V. nº 9087.
20406- Martim Afonso de Sousa. V. nº 9142.
20414- Pedro Colaço. V. nº 9150.
20415- Brígida Machado. V. nº 9151.
20440- João Ribeiro. V. nº 5028.
20444- Pedro de Moraes. V. nº 9180.
20445- Inês Navarro de Antas. Filha de Nuno Navarro e de Isabel Mendes de Antas. V. nº 9181.
20446- Joane Anes Sobrinho. V. nº 9182.
20447- Isabel Duarte. V. nº 9183.
20478- Garcia Rodrigues. V. nº 2278.
20479- Isabel Velho. V. nº 2279.
20480- Capitão Gil de Carvalho.
20481- Maria Anes de Loureiro.
20482- John Drummond (V) ou João Escócio Drummond. Filho de Sir John Drummond (IV) e Lady Elisabeth Sinclair. N. na Escócia. Desejando conhecer outras nações, partiu para a França e dali para o Reino de Granada para pelejar contra inimigos de Cristo. Posteriormente, partiu para a Ilha da Madeira, Portugal, onde C. c. Branca Afonso da Cunha, com quem teve os filhos João e Diogo Escócio, Catarina, Guimar e Beatriz Escócia. Fal. entre 1460 e 1470 na Ilha da Madeira.
20483- Branca Afonso da Cunha. N. em Covilhã, Distrito de Castelo Branco, em Portugal.
20484- João Favela (ou João Favila). N. em Castela. C. em Portugal. C. c. Beatriz Coelho. Pais, pelo menos, de Fernão e Catarina Favila.
20485- Beatriz Coelha (ou Beatriz Coelho). N. em Portugal.
20486- André Pires.
20487- Joana Escócio. Filha de João Escócio de Drummond e de Branca Afonso da Cunha.
21736- Antônio Leme. N. por volta de 1449 em Lisboa, Portugal. Filho de Martim Leme e de Leonor Rodrigues, tendo sido legitimado por D. Afonso V em 1464 (conforme registrado no Livro II das Legitimações guardado no Arquivo da Torre do Tombo). Foi várias vezes Vereador de Funchal, na Ilha da Madeira. Sobressaiu-se na tomada de Arzila e Tânger, em 1471, o que levou o Príncipe D. João (futuro Rei D. João II) a torná-lo Cavaleiro da Casa Real Portuguesa. O Rei D. Afonso V concedeu-lhe e a todos os seus legítimos descendentes, em 12-NOV-1471, um escudo timbrado de novas armas. Filhos oriundos do casamento c. Catarina de Barros: Pedro, Aleixo, Rui, Antônia, Leonor e Antão Leme.
21737- Catarina de Barros. N. por volta de 1472. Filha de Pedro Gonçalves de Clara e de Isabel de Barros.
24576- Capitão Gil de Carvalho. V. nº 20480.
24577- Maria Anes de Loureiro. V. nº 20481.
24578- João Escócio de Drummond. V. nº 20482.
24579- Branca Afonso da Cunha. V. nº 20483.
24580- João Favela (ou João Favila). V. nº 20484.
24581- Beatriz Coelha (ou Beatriz Coelho). V. nº 20485.
24582- André Pires. V. nº 20486.
24583- Joana Escócio. Filha de João Escócio de Drummond e de Branca Afonso da Cunha. V. nº 20487.
25832- Antônio Leme. V. nº 21736.
25833- Catarina de Barros. V. nº 21737.

Notas Explicativas:

(1) O apelido Drummond, proveniente da Escócia, teria origem no gaélico "dromainn", que significa "ponto mais alto de uma região". Há outras versões a respeito, como a de que a palavra viria de "drum" (alto) e "onde" (onda), estando ligada, portanto, a tempestades marítimas. O primeiro a usá-lo foi o húngaro Mauritz, cunhado de Malcolm III, Rei da Escócia. John Drummond (ou João Escócio de Drummond) foi o primeiro a estabelecer-se em território português, tendo chegado à Ilha da Madeira no Século XV. Quanto ao sobrenome Andrade, v. Nota Explicativa nº 1 do Capítulo XXI.

(2) Fontes bibliográficas: "A Família Drummond no Brasil", de José Tavares Drummond; "A Origem dos "Lemes de São Paulo", do Monsenhor Antônio Paes Cintra; "Dicionário de bandeirantes e Sertanistas do Brasil", de Francisco de Assis Carvalho Franco; "Dicionário das Famílias Brasileiras", de Carlos Eduardo de Almeida Barata e de Antônio Henrique da Cunha Bueno; "Dicionário de História de São Paulo", de Antônio Barreto do Amaral; "Dois Séculos dos Andrade", de Ormi Andrade Silva e José Gomide Borges; "Drummond Frente e Verso - Fotobiografia de Carlos Drummond de Andrade", obra preparada por Edições Alumbramento; "Encontro com os Ancestrais", de Pedro Wilson Carrano Albuquerque; "Genealogia Paulistana", de Luís Gonzaga da Silva Leme; "Informações Históricas sobre São Paulo no Século de sua Fundação", de Edite Porchat; "Nobiliarquia Paulistana Histórica e Genealógica", de Pedro Taques de Almeida Paes Leme; "Os Antepassados", de Pedro Maciel Vidigal; "Revista dos Instituto de Estudos Genealógicos"; "Scottish Clan & Family Encyclopedia", de George Way of Plean e Romilly Squire, e "Velhos Troncos Mineiros", do Cônego Raimundo Trindade.

(3) Ao Guarda-Mor era atribuída a fiscalização geral do serviço das minas, vindo, na escala hierárquica, logo abaixo do Provedor e acima dos guardas da região. Podia nomear seus propostos em paragens onde, pela distância, não podia cumprir os seus deveres de forma adequada.

Comentários

dione aparecida bueno  - 20/06/2016

José Antonio da Silveira Drummond nascido em Itabira é irmão da avó de Carlos Drummond de Andrade (Rosa Amélia da Silveira Drummond). José Antônio da Silveira Drummond é trisavô materno de DIONE APARECIDA BUENO.

dione aparecida bueno  - 26/10/2015

rosa amélia da silveira drumond é irmã de José Antonio da silveira drumond, que é pai de Joaquim villar drumond falecido em rio casca mg em 1898, conforme cartório de RIO CASCA.

dione aparecida bueno  - 08/09/2015

Só seí que meu bisavô, joaquim villar drumond,falecido em Rio Casca em 1998 (38 anos anos idade) conforme Cartorio de Registro civil de óbito, pai da minha avó paterna, MARIA DA CONCEIÇÃO DRUMOND, encontrei no site do geneaminas que ele, JOAQUIM VILLAR DRUMOND é irmão Rosa amélia drumond, avó de CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE.

anny miguel  - 22/09/2013

quantos filhos Carlos Drumond de Andrade

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui