Usina de Letras
Usina de Letras
   
                    
Usina de Letras
68 usuários online

 

Autor Titulo Nos textos

 


Artigos ( 54479 )
Cartas ( 21033)
Contos (11993)
Cordel (9385)
Crônicas (20907)
Discursos (3101)
Ensaios - (9872)
Erótico (13091)
Frases (39523)
Humor (17519)
Infantil (3551)
Infanto Juvenil (2304)
Letras de Música (5407)
Peça de Teatro (1308)
Poesias (135165)
Redação (2861)
Roteiro de Filme ou Novela (1035)
Teses / Monologos (2368)
Textos Jurídicos (1911)
Textos Religiosos/Sermões (4106)

 

LEGENDAS
( * )- Texto com Registro de Direito Autoral )
( ! )- Texto com Comentários

 

Nossa Proposta
Nota Legal
Fale Conosco

 



Poesias-->A MORTE DOS POETAS -- 02/03/2012 - 17:30 (Clovis Coelho Rocha) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
A morte é inimiga dos poetas,
dos prosadores.
Ela odeia esse povo,
que só vive de falácia.
Em seus textos, ela é desdenhada.
Dizem que são imortais!
Falsa modéstia!
Veja os poucos que resta!
Quando vem buscar um,
chega sua vez da vingança,
vê o pobre com olhar de criança e desdenha.
Manda uma aprendiz qualquer.
Esse povo precisa aprender a morrer!
Tem uns que tentam todos os dias.
Envenenam-se em balcões de fétidos botecos,
Falam, bebem, vão ficando com voz de marreco.
Não tem jeito não.
Quando ela acha que é hora,
quase sempre antes do tempo,
lá vem a aprendiz.
Feliz empunhando uma foice sem corte,
chega a ajudande da morte,
tira-lhes a vida aos poucos,
com muito sofrimento.
Qual imortal qual nada!
A maioria, tem suas folhas rabiscadas
perdidas, incineradas, esquecidas em um porão.
Bem antes que a alma do pobre
se queime nas chamas do inferno.
Contra seus argumentos o coisa ruim
vai dizendo: suas palavras não me convencem!
Pra nada servem, nem aqui, nem lá
onde pensava ser o tal!
Você falou tanto em sofrimento,
em tantos amores perdidos, coitado,
que mandei te buscar.
Este é e sempre foi seu mundo.
Fique à vontade!
Pegue aí desse carvão,
lembre-se dos amores que deixou
e comece a rabiscar.
Não se esqueça que aqui jaz.
Diga coisa inteligente.
Jamais poderás repetir a alguém: - Sem você
posso morrer de repente.
Comentários

O que você achou deste texto?       Nome:     Mail:    

Comente: 
Informe o código de segurança:          CAPTCHA Image                              

De sua nota para este Texto Perfil do Autor Renove sua assinatura para ver os contadores de acesso - Clique Aqui