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Contos-->QUERO ME CASAR VIRGEM -- 27/11/2008 - 11:16 (MARIA AICO WATANABE)
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Este autor concorda com o uso dos seus textos, desde que informem a autoria e o local da divulgação
QUERO ME CASAR VIRGEM


Maria Aico Watanabe


Cornélia é uma jovem que está com 20 anos e é estudante de economia numa faculdade situada na Moóca. Como ela mora no Itaim Bibi tem que atravessar a cidade de carro para freqüentar as aulas.
É uma jovem moderna, que está por dentro de toda a realidade social, econômica e política do Brasil de hoje.
Seus pais, Antônio César e Letícia lhe deram uma educação liberal. No entanto, ela não aceita o sexo antes do casamento e continua assim, virgem. A maioria de suas amigas da mesma idade já não são mais virgens há vários anos.
Cornélia acha bonito a mulher se casar virgem, entrar na igreja com véu e vestido de noiva branco.
O namorado Jonatan, 25 anos, engenheiro, faz pressões para que ela transe com ele, mas Cornélia vai resistindo.
- O que importa é que o nosso amor seja puro, Cornélia. Se a moça solteira é virgem ou não, para mim não tem importância. Não tenho esse tipo de grilos.
- Minha mãe se casou virgem. Minhas duas avós se casaram virgens. Também quero me casar virgem.
- Sua mãe se casou há 25 anos atrás. Ainda podia ser. A sociedade já estava bem mais aberta no tempo de sua mãe. Por que a sua mãe se casou virgem ?
- Não foi por imposição dos pais dela. Ela não teve é oportunidade de transar com meu pai antes do casamento. O namoro e o noivado deles foram muito rápidos. Mas, isso não vem ao caso. O que importa é que minha mãe se casou virgem.
- E suas avós, quando é que se casaram ?
- Minha avó materna se casou em 1956 e minha avó paterna em 1953.


- Suas avós terem se casado virgens compreendo perfeitamente. No tempo delas, a sociedade não admitia que uma moça de família tivesse relações sexuais antes do casamento. Mas agora, você ...
- Acho bonito a mulher se casar virgem, meu amor. É bonito entrar na igreja de véu e vestido de noiva branco.
- Mas você pode entrar de vestido branco, mesmo não sendo mais virgem, ora. Ninguém precisa saber disso.
- Não penso assim. Para mim, só merecem vestido de noiva branco as moças realmente virgens.
- Tolices, tolices ...
- Até agora, só um namorado que veio antes de você, me beijou na boca. Só tive até agora dois namorados.
- Suas amigas já não são mais virgens há muito tempo. É só você que insiste em continuar virgem. Vamos, deixe seus grilos de lado e vamos nos divertir um pouco.
- O que você está querendo dizer ?
- Quero te levar a um motel. Só quero que você chupe o meu pinto. Não agüento mais de tesão e desejo, pois já estamos namorando há seis meses e nem te toquei ainda.
- Olha, o que você vai fazer, hein ?
Chegando ao motel, Jonatan nem pede a Cornélia que tire a roupa, pois percebeu que ela estava muito embaraçada.
Cornélia vê pinto de homem ficar ereto e duro pela primeira vez na vida.
- Pinto de homem é assim, Cornélia. Quando o sujeito fica excitado, o pinto fica duro e ereto. Para poder entrar na vagina. Pega o meu pinto com a sua mão, pega.
Jonatan suspira quando Cornélia aperta o seu pinto desajeitadamente com seus dedos.
- Agora, agache e chupe o meu pau.
Jonatan urra de prazer.
- Levante e abaixe a sua cabeça com o meu pinto dentro de sua boca. Assim ...
Jonatan ejacula seu esperma quente dentro da boca de Cornélia.
- Esse líquido esbranquiçado são os espermatozóides, Jonatan ?


- Exatamente. Agora, limpe a sua boca, meu bem, que quero te dar um beijo.
Foi um beijo na boca tímido.
- Não estou satisfeito ainda, querida. Deixe-me acariciar os seus seios.
Jonatan enfia a mão dentro do sutiã de Cornélia e sente os seios grandes e macios da namorada.
- Ninguém nunca tocou nessas maravilhas tão gostosas, meu bem ?
- Claro que não, Jonatan.
Um beijo inocente na testa da namorada termina a noite.
O próximo convite para ida ao motel demora mais duas semanas.
- Vamos ao mesmo motel de novo, querida ?
- O que vamos fazer lá ?
- Quero fazer um 69 com você.
- Mas no 69 não há penetração da língua do homem na vagina ?
- Não se preocupe. Não vou enfiar a língua dentro de sua vagina. Só vou tocar a entrada com a língua.
Chegando ao motel, Jonatan começa a abrir a blusa de Cornélia que enrubesce.
- Que seios lindos que você tem, minha querida. Posso dar uma chupadinha ?
- Claro, você já tocou nos meus seios antes.
- Agora, tire o resto de suas roupas e se deite de costas na cama.
Jonatan se posiciona por cima do corpo de Cornélia.
- Chupa o meu pau, querida. De novo, faz movimento de vai-vem com a sua cabeça em cima do meu pinto.
Jonatan passa a língua no clitóris de sua namorada, que geme.
- Jonatan, o que você está fazendo ?
- Passando a língua no seu grelinho, ora. Está gostando ?
- Gostoso, meu bem. Nunca tinha sentido isso antes. Prazer sexual é isso, querido ?
- Estamos nas preliminares ainda. Você ainda não viu nada. O principal, a penetração vaginal, você não quer, não é mesmo ?


Jonatan escorrega a língua até a entrada da vagina da namorada e lambe a “tampinha” ainda intacta. Ao mesmo tempo, jorra seu esperma quente no rosto de Cornélia.
- Lave o seu rosto, vamos nos vestir e ir embora que já é tarde, querida.
Jonatan dá um beijo apaixonado na boca de Cornélia e os dois resolvem encerrar a noite, que termina, de novo inocentemente, sem ter acontecido o mais importante.
Jonatan percebe que tem que ser muito paciente com as virgens. Mas se sente satisfeito de estar avançando. Pelo menos a Cornélia descobriu o que é prazer sexual e o principal órgão que pode lhe proporcionar isso e já viu esperma de homem.
Jonatan lança novo convite sexual na semana seguinte para terem sexo anal. Mas Cornélia resiste por duas semanas. Dá como desculpas ter que estudar para a prova na faculdade, fazer trabalho de pesquisa escolar, que estava menstruada, que estava com dor de cabeça ...
- Sexo anal é diferente de penetração vaginal, Cornélia. O homem não toca a vagina, faz a penetração pelo outro buraco da mulher. Não se preocupe.
- Mas ânus é para fazer cocô, querido.
- Isso é verdade, mas pode ser usado também para relação sexual.
- Dizem que dói muito.
- Não se preocupe. Usarei lubrificante, meu bem. Você vai ver, não vai doer nada.
A terceira visita ao motel acontece num domingo à tarde.
Jonatan passa bastante lubrificante no pinto e no rabo da namorada.
- Agora, coloque-se de quatro como um cachorrinho. Vou te comer por trás, como faz o cachorro com a sua cadela.
Jonatan amassa com as suas mãos os dois seios da namorada, que suspira. Começa a penetrá-la devagar, com cuidado para não machucá-la.
Seu pinto liso como sabão faz um vagaroso movimento de vai-vem no rabo da namorada. Esta urra de prazer. Então , Jonatan descarrega seus espermatozóides dentro do ânus da namorada atingindo o orgasmo. Cornélia neste instante sente uma onda de prazer percorrendo todo o seu corpo.

Os dois urram de prazer. Cornélia conseguira atingir o orgasmo pela primeira vez na vida. Numa relação anal. Agora, só faltava experimentar o orgasmo numa relação vaginal que ela teimosamente vem recusando.
Uma moça que conhece todos os prazeres sexuais, inclusive já tendo atingido o orgasmo, que já conhece o sexo oral e o sexo anal, só não tendo experimentado uma penetração vaginal pode continuar sendo considerada virgem ? Tenho lá minhas dúvidas, pessoal.
Jonatan queria vencer a última resistência da namorada. Ela lhe deixou fazer tudo, menos o principal. Mas para isso, Cornélia exigia o casamento como condição. Como a amava, resolveu se submeter. Após muita insistência de Jonatan que não agüentava mais esperar conhecer a xoxota de Cornélia, esta finalmente concorda em marcar o casamento, depois de quase um ano de namoro.
O vestido de noiva é encomendado numa costureira famosa.
O casal manda confeccionar os convites de casamento que são distribuídos aos amigos de ambos, colegas de trabalho de Jonatan e colegas de faculdade de Cornélia.
Finalmente, chega o grande dia.
De manhã, Cornélia deu o sim ao seu noivo Jonatan, numa cerimônia simples, em que só compareceram os pais de ambos e os padrinhos.
Ao cair da tarde, a solene cerimônia na igreja, toda enfeitada com flores brancas. Todos os convidados a esperavam.
Jonatan espera a noiva ansiosamente, no altar. Então, a porta da igreja se abre.
Cornélia entra, deslumbrante, com véu e vestido branco, como tanto sonhara, de braço dado com Antônio César, seu pai. O magnífico órgão da igreja começa a tocar a famosa marcha nupcial de Mendelsohn.
Ao chegar ao altar, Jonatan a recebe emocionado, pegando gentilmente nas suas mãos. O padre faz as perguntas clássicas aos noivos:



- O senhor Jonatan aceita como sua legítima esposa a senhorita Cornélia ?
- Sim, padre.
- A senhorita Cornélia aceita como seu legítimo marido o senhor Jonatan ?
- Si ... sim, padre.
- Então, o senhor pode beijar a noiva.
Jonatan beija a testa de Cornélia, carinhosamente, levantando o véu.
Os noivos deixam o altar com as alianças na mão esquerda.
Terminada a cerimônia na igreja, a festa de casamento no buffet, com um grande bolo de noiva, muitos salgadinhos e champanha para todos.
Cornélia e Jonatan resolvem ter a lua-de-mel em Acapulco, no México. Acomodada no banco apertado do avião, Cornélia, agora Senhora Jonatan de Oliveira Bastos, mal consegue trocar beijos com seu jovem marido.
Depois de um bom percurso de táxi pegado no aeroporto, o casal chega ao luxuoso hotel. Já são altas horas da madrugada em Acapulco.
Finalmente, Cornélia vai ter sua primeira (seria a primeira mesmo ?) noite de núpcias.
No amplo apartamento do hotel, cada um toma seu banho separadamente. Jonatan toma uma ducha rapidamente e fica à espera de Cornélia. Esta toma um demorado banho de banheira. Era o seu último momento como virgem. Lava bem a xoxota, tocando-a pela última vez. Sai do banho vestida de roupão branco.
Jonatan a beija apaixonadamente na boca. O roupão dela cai ao chão e Jonatan aproveita para tirar o seu também.
Os dois estão nus, um de frente ao outro.
Jonatan começa a amassar os seios de Cornélia que suspira. Chupa os seios da esposa gulosamente. Vai se agachando devagarinho, até a sua boca chegar aos pelos de baixo de Cornélia. O contato com os pelos dela no seu rosto, começa a deixar Jonatan excitado. Passa a língua no clitóris de Cornélia, que solta gritinhos de prazer. Jonatan deita carinhosamente a esposa na ampla cama macia. A essa alta, seu pinto já está duro como pedra.

- Agora, você TEM que me dar, meu bem. Sou agora seu marido.
- Como prometi a mim mesma, só transo com homem depois de casada.
- Pois agora que sou seu marido, não tem mais desculpas.
Jonatan acomoda a cabeça de seu pinto na entrada da vagina de Cornélia. Encontra resistência. Dá um empurrão mais forte e consegue romper o hímen. O sangue jorra da vagina de Cornélia e produz uma grande mancha vermelha no lençol branco.
Cornélia fica toda feliz ao ver o lençol manchado com o sangue de sua virgindade que fez questão de preservá-la até se casar.
Jonatan fica feliz também de ter conseguido vencer a última resistência de Cornélia, um tipo de mulher em extinção em nossos dias. Que conquista mais difícil teve que experimentar !
Os dois transam voluptuosamente. Jonatan finalmente consegue ejacular na vagina de Cornélia. Urros selvagens soltados pelos dois marcam o atingimento do orgasmo.
Jonatan beija Cornélia na boca apaixonadamente.
- Te amo muito, querida.
- Também te amo muito, Jonatan.



Jaguariúna, 2 de outubro de 2008.


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