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Ensaios-->Comemoremos os 50 anos da Contrarrevolução 1964 -- 19/03/2014 - 16:18 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Comemoremos os 50 anos da Contrarrevolução de 31 de março de 1964!

José Geraldo Pimentel
Capitão reformado do EB

Os comandantes de unidades espalhadas pelo país não podem ceder aos caprichos dessa súcia de bandidos que tomou de assalto o país. Ceder aos seus arroubos é capitular. Um vencedor não pode cair de quatro diante do vencido. Ganhamos ontem, ganharemos hoje e sempre!

Não atendam às ordens dos comandantes de Forças e o preposto da presidente da república, ministro da Defesa, Celso Amorim. “A presidente Dilma Rousseff sinalizou nesta sexta-feira, 14, que não quer celebrações dos militares da ativa por conta do aniversário de 50 anos do golpe de 31 de março. Os comandantes das forças já haviam repassado aos seus subordinados a ordem de não serem feitas comemorações fora dos quarteis e nem festejos internamente.” (O Estado de São Paulo, 14/03/2014). As indignidades que são sacadas contra a instituição militar não são reprimidas. Os crimes praticados pelos militantes da luta armada foram retirados da agenda da CNV. ‘Os fins justificam os meios!’ É a justificativa dos membros da comissão.

Ordens se cumprem, não absurdos como negar um feito que faz parte da história da instituição militar.

Neste mês de março de 2014, ano e mês em que se comemoram os 50 Anos da Contrarrevolução de 31 de Março de 1964, a instituição militar tem o dever patriótico de lembrar esta data aos mais jovens, principalmente aos incorporados nas unidades militares e àqueles que vieram depois da luta que foi combater os militantes da luta armada que tentaram implantar no país um regime tipo república do proletariado. Negar este feito é trair a instituição militar.

Não demos ouvidos à presidente da república, uma ladra e terrorista que agiu no tempo em que as FFAA foram obrigadas a intervirem para salvar a nação. Esta senhora não tem moral para proibir coisa alguma. Se tivesse um mínimo de dignidade e respeito pelo cargo que exerce, - Comandante-em-chefe das Forças Armadas, - não ousaria determinar que seu ministro da Defesa recomendasse aos comandantes militares que proibissem lembrar a Redentora. O cargo de presidente da república não lhe confere honradez. Esse traço do caráter vem de berço.

Ela trás na alma o ódio mortal aos militares. É uma bandida que foi presa e respondeu a inquérito militar por ter conspirado contra a pátria brasileira. É uma impostora implantada na presidência da república.

Na situação em que as coisas se processam na Comissão Nacional da Verdade, - ‘comissão da calúnia’ (citação do ilustre general Santa Rosa), - logo o Congresso Nacional será convocado para rever a Lei da Anistia, possibilitando que os militares e policiais militares e civis, - agentes o Estado, - possam ser levados a um tribunal de exceção, julgados e condenados à duras penas por terem defendido a pátria, abortando a marcha em andamento que levaria o país a se transformar em uma república do proletariado, incorporando-se à URSS.

Não poderíamos permitir que acontecesse no Brasil o que vem ocorrendo na Argentina.

Os agentes do Estado não podem sofrer a humilhação de serem julgados e condenados por este governo de bandidos. Se preciso for que se parta para a luta. Eu se estivesse na pele de um agente do Estado não pisaria num tribunal para ser julgado por um crime que não se poderia me imputar. Eu ao agir, estaria cumprindo ordens de meus superiores hierárquicos, e teria feito tão bem quanto os que hoje são negados pelos comandantes militares e olhados com desdém pelos colegas de farda. Cumprir uma missão não é desdouro para o militar e nem se constitui um crime cumprir uma ordem. Ordens se cumprem! As FFAA não poderiam cruzar os braços e permitirem que se transformassem o país em uma sucursal da então poderosa URSS.

Hoje os comandantes militares e os chefes militares devem estar atentos. Vivemos um momento de grande tensão politica e social. Quebra dos valores familiares; submissão do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, corrompidos e cooptados em sua maioria de seus membros, por um governo corrupto e imoral. Insegurança pública, empregos e salários substituídos por ‘Bolsas Famílias’, - votos de cabresto, - que não cobrem a quarta parte do salário mínimo. Desestruturação dos ensinos básico e superior, com degradação das escolas e faculdades, baixos salários dos funcionários e professores, admitindo analfabetos funcionais nas faculdades através de ‘cotas’ que privilegiam uns poucos em detrimento dos que realmente se preparam para a universidade. Assistência médica inexistente, sofrendo a população nas portas dos postos de saúde e hospitais onde um quadro de insolvência material e humana leva ao óbito a maioria da população brasileira. Degradação moral patrocinada por cartilhas que introduzem crianças de tenra idade na pratica de atos libidinosos, tudo por uma falsa defesa de direitos da homossexualidade; isto é: o ensino oficial da pederastia. Infraestrutura levando ao caos o transporte coletivo, as vias de escoamento da produção; aeroportos e portos em situações de penúria, causando prejuízos incalculáveis ao país. Mas não falta dinheiro para doar a países cujos governantes são amigos do governo, como Cuba, Venezuela, Bolívia e países africanos.

As autoridades militares não podem continuar nesse silêncio obsequioso e lavarem as mãos como Pilatos. Se continuarem assim, o custo será alto. Não deem um motivo patriótico para criar-se uma reação em cadeia em que não haverá distinção entre revanchistas e autoridades militares que se negam defender os colegas de farda. Não há distinção entre um bandido e um traidor!
Faço um apelo patriótico aos agentes do Estado. Vão á luta. Não caminhem como ‘gados fardados’ para o abatedouro. Ser militar é lutar e morrer lutando, se preciso for!

Não se deixem abater. Comparecer a um tribunal de exceção é baixar as calças e negar a condição de soldado! Mandem os membros da Comissão Nacional da Verdade e suas filiadas, e os membros do MPF, à merda.

Se tivéssemos um oficial de brio comandando o Exército, já teria sido proibido ao militar atender a qualquer tipo de convocação. Quem deve responder moralmente pelo que aconteceu de excesso na luta armada, do lado dos agentes do Estado, são as FFAA. Os agentes do Estado, como diz o nome, apenas cumpriram as ordens emanadas dos seus superiores, que por sua vez representavam a entidade militar empregada na defesa da pátria. Infelizmente não temos um homem à frente da Força. Temos um vendido, covarde; um bajulador inveterado, que não honra a farda que veste. Esse monturo de estrume deveria voltar para a matriz que o trouxe ao mundo. Uma pocilga onde o cruzamento de uma porca com um jumento resultou no androide que se intitula militar.

Enfiem este monturo de lixo num vaso sanitário, e se fará justiça, quitando os dissabores que vem causando à instituição militar. Rememoremos a Contrarrevolução de 31 de Março de 1964. “O Brasil espera que cada um cumpra com o seu dever!” (Almirante Barroso).

Rio de Janeiro, 16 de março de 2014.

http://www.jgpimentel.com.br

Ainda: SENADORA ANA AMÉLIA LEMOS DEFENDE FORÇAS ARMADAS

 

MEMORIAL 31 DE MARÇO DE 1964

Uma seleção de artigos. Imperdível!

 

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=12991&cat=Ensaios

 

 

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Leia os textos de Félix Maier acessando:

1) Mídia Sem Máscara

http://www.midiasemmascara.org/colunistas/10217-felix-maier.html

2) Piracema - Nadando contra a corrente (textos mais antigos)

http://felixmaier.blogspot.com/

 

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