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Ensaios-->Anos de chumbo - um breve histórico -- 15/01/2013 - 17:22 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Anos de chumbo - um breve histórico


Carlos I. S. Azambuja

 

Os povos que não conhecem seu passado estão codenados a repeti-lo.

HEGEL

Na década de 60, a tática utilizada pelo modelo cubano de revolução em toda a América Latina consistia em utilizar um pequeno grupo de revolucionários dispostos ao sacrifício. Esses revolucionários obtinham armas, montavam um razoável sistema de abastecimento, de propaganda, sabotagem e recrutamento nas cidades e transformavam-se em um "foco militar e político", um "foco guerrilheiro", que deveria catalisar todas as rebeldias e ir crescendo de forma inexorável, até transformar-se em um "exército popular", "ganhar" a população, derrotar o "inimigo" e empolgar o poder. Essa tática revelou-se uma utopia, onde quer que tenha sido posta em prática.

O esquema soviético de tomada do poder, por sua vez, consiste em ter um partido minoritário, porém seleto, com vínculos com a classe operária e, valendo-se de um jornal, greves, atividades parlamentares, pressões "de baixo" e "de cima", declarações, comícios, manifestações e, assim ir "ganhando", através de um paciente e tenaz trabalho de doutrinamento, primeiro a classe operária, e depois a população ou parte dela. Num dado momento, julgando reunidas as "condições objetivas e subjetivas", a direção do partido, através de manifestações e palavras-de-ordem, greve geral e destacamentos armados, aplicaria o golpe final no regime, que - diz a doutrina - cairia facilmente, porque necessariamente, nesse ponto, estaria em seu mais alto grau de decomposição. Segundo Lenin, "com o país parado por uma greve geral, tomar o poder é o mesmo que dar um soco num aleijado".


O modelo chinês, baseado nos ensinamentos de Mao-Tsetung, consistia no "cerco das cidades pelo campo", através de uma "guerra popular prolongada". Foi esse o esquema que o Partido Comunista do Brasil tentou implantar com a Guerrilha do Araguaia, após ter mandado vários de seus militantes receberem treinamento militar na Academia Militar de Pequim, a partir de março de 1964. Ou seja, ainda no governo de Jango.

Apesar de todas essas estratégias e táticas, a guerrilha urbana no Brasil, nos anos 60 e 70, nunca conseguiu ultrapassar a fase de recolhimento de recursos, com assaltos a bancos e, posteriormente, já na fase de seu aniquilamento, a supermercados, residências particulares, e até a trocadores de ônibus. Os seqüestros de quatro diplomatas estrangeiros, nos anos de 1969 e 1970, foram utilizados para a troca por militantes presos, e os seqüestros de vários aviões comerciais, dentro e fora do Brasil, objetivavam a "propaganda armada" das atividades revolucionárias.

Nenhuma das organizações que optaram pela guerrilha urbana, realizando "expropriações" com o objetivo de conseguir fundos para a montagem da guerrilha rural, conseguiu seu intento. A guerrilha urbana transformou-se em um sorvedouro de dinheiro, face à necessidade de sobrevivência dos militantes profissionalizados e de inúmeros "aparelhos", sempre "queimados" devido às prisões. Seus membros foram pouco a pouco dizimados, confirmando a máxima de que "a cidade é o túmulo do guerrilheiro".

Somente o Partido Comunista do Brasil, crítico da teoria do "Foco Guerrilheiro", que jamais realizou qualquer ação armada na cidade, conseguiu chegar à guerrilha rural, resolvendo seus problemas logísticos de uma forma que nunca se conseguiu saber, mas que se pode imaginar, face ao apoio que dispunha, primeiro da China, e depois da Albânia.

A ida de brasileiros a Cuba, para receber treinamento militar, foi iniciada tão logo Fidel Castro tomou o poder. Em julho de 1961, ou seja, ainda no governo Jânio Quadros (que concedeu a Che Guevara a Grã-Cruz da Ordem do Cruzeiro do Sul), treze militantes das Ligas Camponesas - um grupo organizado e dirigido por Francisco Julião, cuja existência já havia sido detectada em 1955 no Estado de Pernambuco - foram mandados a Cuba a fim de receber treinamento militar. Historicamente, esse grupo foi o grupo pioneiro da relação político-militar entre a revolução cubana e a esquerda armada brasileira. Desde então, e até 1973, cerca de 250 a 300 brasileiros receberam esse tipo de treinamento em Cuba. Assinale-se que antes disso, em 1957, ainda no governo Juscelino, Julião, então deputado federal, já havia tentado obter armas na URSS (mil metralhadoras, segundo Oleg Ignatiev, ex-Secretário da embaixada da URSS em Buenos Aires, declarou a O Globo, conforme constou do obituário de Francisco Julião, em 12 de julho de 1999).

Tão logo os militantes das Ligas que concluíram o treinamento em Cuba retornaram, o jornal O Estado de São Paulo noticiava a existência de áreas de guerrilha no Brasil. Na edição de 4 de dezembro de 1962, esse jornal anunciou a prisão de diversos membros das Ligas Camponesas, numa área de guerrilha, em Dianópolis, Goiás. Ou seja, ainda no governo Jango.

A violência armada não foi, portanto, como tentam fazer crer alguns sociólogos, intelectuais, escritores e parte da mídia, uma reação ao Ato Institucional nº 5, de 13 de dezembro de 1968, que "endureceu" o regime. Ela já existia nos governos Juscelino e Jânio Quadros e no governo "progressista" de João Goulart. Antes, portanto, muito antes, da Revolução de Março de 1964 e da edição do Ato Institucional nº 5.

Logo após a Revolução de 1964, Leonel Brizola, exilado no Uruguai, com uma doutrina política baseada num amontoado de idéias trabalhistas, socialistas e populistas, por ele defendidas e propaladas, como, aliás, até hoje, sem qualquer método, mandaria do Uruguai para Havana, um grupo de ex-militares, também exilados, para receber treinamento militar de guerrilha rural.

Tanto as Ligas Camponesas de Francisco Julião, quanto o "nacionalismo-revolucionário" de Brizola, pretendiam um modelo alternativo à luta pacífica do Partido Comunista Brasileiro pelas chamadas "reformas de base". Para eles, a revolução não tinha o caráter "democrático-nacional" (doutrina que admitia uma aliança com a burguesia nacional para combater o inimigo: o imperialismo) apregoado pelos comunistas, e julgavam ser possível queimar etapas e saltar diretamente para o socialismo, ou seja, "um torpedo político de pura manufatura cubana, na ortodoxia comunista", como escreveu o historiador José Luis Mir em A Revolução Impossível.

Deve ser recordado que na década de 60, uma crise sem precedentes foi desencadeada dentro das estruturas dos tradicionais partidos comunistas latino-americanos pelo "frentismo revolucionário" cubano. Crise maior do que a resultante do XX Congresso do Partido Comunista da União Soviética (PCUS), desencadeada em fevereiro de 1956, quando Kruschev condenou o stalinismo. Nesse sentido, o PC Cubano estimulava os revolucionários a pegar em armas, passando sobre os monopólios dos partidos comunistas tradicionais, tidos, pela doutrina científica, como guias únicos e geniais dos povos.

Nesse contexto, os dirigentes dos partidos comunistas viram-se compelidos a, rapidamente, "esquerdizar" seus discursos a fim de adaptar-se à nova onda, buscando evitar a sangria de militantes e quadros e, simultaneamente, adaptar seus programas políticos às teses "castristas", "maoistas" e tudo o mais que fosse tido como esquerda da esquerda.

Fiéis a Moscou, de quem sempre foram serviçais e vassalos e de onde sempre receberam orientação político-ideológica e, principalmente, dinheiro, os partidos comunistas da América Latina não reconheciam em Cuba a estrela-guia revolucionária do continente, pois isso acarretaria condenar à condição de coadjuvantes partidos comunistas detentores de mais de 40 anos de lutas, abrir mão das pesadas estruturas partidárias burocratizadas e, o principal, da condição de dirigentes do processo revolucionário. Prova disso foi a negativa de Alberto Monge, Secretário-Geral do Partido Comunista Boliviano, de entregar, em 1967, a direção do processo, na Bolívia, a Che Guevara.

Surgiria ainda um complicador: em junho de 1963, o Partido Comunista Chinês, através de um documento que ficou conhecido como a "Declaração dos 25 Pontos", deu a conhecer oficialmente ao Movimento Comunista Internacional o seu rompimento com Moscou. Com esse documento, irrompeu o cisma, dando surgimento às chamadas "linha chinesa" e "linha soviética" de revolução, em todo o mundo.

Em janeiro de 1966, quando da "Conferência Tricontinental", em Havana, o representante do Partido Socialista Chileno, deputado Salvador Allende, apresentou uma proposta aprovada pela unanimidade das 27 delegações presentes: a criação da "OLAS-Organização Latino-Americana de Solidariedade", ou seja, uma espécie de terceira via ao conflito sino-soviético. A "OLAS" nada mais era que uma cópia latino-americanizada do "Komintern". Um organismo que deveria amalgamar um pacto político-militar entre a classe operária, partidos comunistas, partidos socialistas e movimentos revolucionários.

Em março de 1966, terminada a "Conferência Tricontinental" e conhecidas suas Resoluções, Pequim expôs Fidel Castro e o "modelo cubano" de revolução à execração política e ideológica: "(...) Essa doutrina, segundo seus autores, seria uma espécie de marxismo-leninismo para essa parte do hemisfério. Seus seguidores chamam-na de Fidelismo. Mas ela está muito longe, em questões essenciais, de corresponder à verdade científica da grande doutrina do proletariado. Toda tentativa de aplicar, dogmaticamente, em outros países, o que há de específico nessa Resolução, só poderá redundar em fracasso".

Em muito pouco tempo essa previsão do Partido Comunista Chinês tornar-se-ia uma profecia.

Ainda em Havana, o deputado comunista chileno José Montes, ao final da Conferência, emitiu um parecer dos partidos comunistas ortodoxos do continente: "As decisões aqui adotadas são anti-soviéticas, anti-leninistas e anti-revolucionárias. A União Soviética nunca se enganou e a História demonstra isso".

A doutrina do "projeto cubano" - o "foquismo"-, segundo alguns historiadores, teria sido ditada pessoalmente por Fidel Castro, em longas gravações de dias e noites inteiras, ao jovem sociólogo francês Regis Debray, que viria a editá-la em forma de livro, intitulado "Revolução na Revolução". Posteriormente, em 1974, já como assessor do presidente Mitterrand, quando Regis Debray, numa profunda autocrítica, escreveu o livro "A Crítica das Armas", buscando justificar a teoria do "foco guerrilheiro", uma montanha de mortos era o que havia restado do "projeto cubano" de revolucionar a América Latina.

Em abril de 1967, na Conferência Municipal do PCB/São Paulo - preparatória para o 6º Congresso do partido, realizado em dezembro desse ano -, após o encerramento, em Havana, da "Conferência Tricontinental", Carlos Marighela, ainda no PCB, saiu vencedor do embate político com a direção nacional do partido e arrastou a maioria do Comitê Municipal de São Paulo para o apoio às teses de violência armada. A reação do Comitê Central foi imediata e, como sempre, administrativa: a Conferência do Comitê Municipal de São Paulo havia sido irregular, pois não respeitara "os trâmites regimentais". Essa decisão provocou uma resposta bem humorada de Marighela: "Buscam firulas jurídicas para questionar uma eleição num partido clandestino".

Em julho de 1967, Marighela partiu para Havana a fim de participar da 1ª Conferência da "OLAS". Pretendia retornar ao Brasil em no máximo 15 dias. Nessa época já se encontrava em Cuba um grupo de 7 militantes, enviados por ele, recebendo treinamento militar. Na agenda da "OLAS", o fundamental era, na verdade, fazer com que o cerco à revolução cubana fosse rompido, instalando "focos" de violência armada no continente, onde quer que fosse possível. A "OLAS" revelava-se, assim, nada mais que um instrumento do Partido Comunista Cubano.

Encerrada a Conferência da "OLAS", Carlos Marighela, após uma série de reuniões com Manuel Piñero Losada, chefe da Inteligência cubana e coordenador das guerrilhas no continente (falecido em Havana no início de 1998), foi elevado ao firmamento revolucionário como uma estrela de primeira grandeza.

Entrementes, no Brasil, a direção do PCB decidiu que ele, tão logo regressasse, seria expulso do partido.

Paralelamente a tudo isso, em setembro de 1967, dois meses antes da realização do 6º Congresso do PCB, em uma reunião realizada na serra da Mantiqueira, Rio de Janeiro, um grupo do Comitê Central, descontente com a linha pacifista definida por Prestes e também com os contatos e a virtual subordinação de Marighela aos cubanos, decidiu pelo "racha no racha", pela "dissidência na dissidência", constituindo o Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, como veremos adiante. Após essa, ocorreram diversas outras cisões, dando origem a diversas organizações voltadas para a luta armada.

Prestes ainda tentou minar a sedução dos militantes indecisos entre o caminho pacífico e o armado, determinando a estruturação, no PCB, do "braço armado da classe operária", organismo denominado no código partidário de "Seção de Trabalho Especial", uma seção vinculada ao Comitê Central que chegou a adestrar militarmente diversos militantes em uma fazenda no interior de Minas Gerais e na "Escola de Quadros" do Partido Comunista da União Soviética, em Moscou.

Essa "Seção de Trabalho Militar" foi chefiada por Salomão Malina (posteriormente Secretário-Geral do PCB e, depois, membro do Diretório Nacional do Partido Popular Socialista), então integrante do Comitê Central do PCB, "responsável por tudo o que havia de mais clandestino na clandestinidade: ensino da técnica de guerrilha, segurança dos quadros de direção e retirada em segurança dos que precisavam se exilar", segundo definição do médico Irun Santana, integrante do Comitê Central, que foi um dos que receberam, no Brasil, esse tipo de treinamento.

A morte de Che, em outubro de 1967, na Bolívia, atrasou o retorno de Marighela ao Brasil, que só aconteceu em dezembro desse ano, época em que se realizou o 6º Congresso, ao qual ele não compareceu, pois fora expulso do partido.

Logo depois, em março de 1968, Marighela definiu o nome da sua organização, até então apenas uma dissidência do PCB conhecida por "Agrupamento Comunista de São Paulo" ou "Ala Marighela": ALN-Ação Libertadora Nacional, que iria transformar-se na maior, mais atuante e mais sanguinária organização em atividade na guerrilha urbana no Brasil.

A morte de Marighela, em São Paulo, em 4 de novembro de 1969, provocou uma lacuna insuperável, uma vez que Joaquim Câmara Ferreira ("Toledo"), seu substituto natural, não possuía os requisitos necessários a um comandante e sua liderança não foi aceita por muitos, fundamentalmente por um grupo de militantes que se encontrava em Cuba, recebendo treinamento militar, entre os quais o atual Ministro Chefe da Casa Civil, José Dirceu.

Essa atitude ocasionou uma cisão que ficou conhecida como o "Racha dos 28": 28 militantes que, em Cuba, abandonaram a ALN e decidiram constituir o "MOLIPO-Movimento de Libertação Popular".

Um ano após a morte de Marighela, ocorria a morte de "Toledo", em dezembro de 1970, em São Paulo, e o "MOLIPO", pouco depois, era totalmente dizimado quando do regresso clandestino de seus membros ao Brasil: 18 militantes do "MOLIPO" perderam a vida, a maioria deles nas ruas de São Paulo e 5 foram considerados desaparecidos. Alguns desertores sobreviveram.

Paralelamente, um pequeno contingente que permaneceu em Havana, engrossado com os banidos e exilados recém-chegados do Chile, onde o presidente Allende havia sido deposto, concluiu, no início de 1974, que era chegado o momento de um balanço político. Após um longo e penoso debate, que durou cerca de 10 meses, os contornos de um retrato inquietante para todos começou a tomar forma: a perspectiva de uma vitória nunca existiu e a luz vislumbrada no final do túnel inquietava: o caminho justo era o retorno ao ponto de partida. A volta ao PCB.

Ao final dessa autocrítica, foram duas as decisões mais traumáticas adotadas por consenso: suspensão do treinamento militar e reingresso no PCB. Essa foi a derradeira pá de cal na Ação Libertadora Nacional, nascida em 1968 e sepultada em 1974 por seus próprios militantes.

O saldo final da tentativa de Marighela, instrumentalizada pela "OLAS", nome fantasia do aparelho de Inteligência de Cuba, foi, conforme se sabe, uma montanha de mortos, presos, exilados, desaparecidos, banidos, refugiados e justiçados. A média de sobrevivência do guerrilheiro urbano foi estimada em 6 meses.

Em toda a América Latina, de 1961 a 1970, na esteira das ondas ("olas", em espanhol) revolucionárias cubanas, morreram em torno de 600 mil pessoas e cerca de 50 grupos guerrilheiros foram dizimados.

Somente em 3 de julho de 1998, Fidel Castro viria a reconhecer publicamente, em Havana, em discurso pronunciado durante a sessão de encerramento de um seminário convocado pela Associação dos Economistas da América Latina e Caribe, o seu papel de promotor da guerrilha em toda a América Latina, à exceção do México. Segundo Fidel, o México "foi poupado" por ter sido o único país da região a não seguir os Estados Unidos na decisão de impor um bloqueio político e econômico a Cuba.

 


Referências bibliográficas:

Gorender, Jacob, "Combate nas Trevas", editora Ática

Mir, José Luis, "A Revolução Impossível", editora Best Seller

Paz, Carlos Eugênio Coelho, "Nas Trilhas da ALN", editora Bertrand Brasil

Ridenti, Marcelo, "O Fantasma da Revolução Brasileira", editora UNESP/FAPESP

 

 

DNA: Deu positivo, Lula é o Pai do Mensalão!!!

Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu,

Márcio Alaor de Araújo,

Ivan Guimarães, Ricardo Annes Guimarães,

Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:

O mensalão em 38 fotos

A cronologia do escândalo do mensalão

E Dirceu e LuLLa não sabiam de nada?

O Chefe, de Ivo Patarra

Planalto fez gestão para poupar Lulinha

Lula, o BMG e o tenebroso decreto de sexta-feira, 13

Advogado de Jefferson diz que Lula era o chefe do mensalão

Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão

Nervos demais, Lula de menos no mensalão

As provas contra o BMG

MPF acusa Lula de improbidade por favorecer BMG

Ministério Público Federal entra com ação contra Lula

Lula e ex-ministro são acusados de favorecer Banco BMG

MPF/DF PEDE CONDENAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Ministério Público pede bloqueio dos bens de Lula

Banco do Brasil vai incorporar o deficitário Banco Popular

Os esquecidos do mensalão

Os segredos de Valério – Reinaldo Azevedo 

Carlinhos Cachoeira – Wikipédia, a enciclopédia livre

Há seis anos, Cachoeira era personagem da CPI dos Bingos, a 'CPI do fim do mundo'

Cachoeira teria ligações com executivo da construtora Delta

Delta recebeu dinheiro do PAC por obra inexistente

Delta financiou a campanha presidencial de Dilma

Imagens de O Chefe Lula

 

Justa homenagem ao Apedeuta

“Nunca antes na história desse pais, um ARTISTA ESCULTOR conseguiu retratar tão bem, com tanta perfeição os feitos de um governante”

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"Lula, ladrão": protesto no MASP.

 

Pela primeira vez na história deste país, um grupo de cidadãos teve a coragem de ir ao vão do Masp, em São Paulo, protestar contra a corrupção comandada por Lula. Centenas de pessoas apoiaram o protesto ao passar no local e milhares participaram dele pelas redes sociais.

 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Avenida Brasil: A novela do mensalão

Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

Imagens de mensalão em história de quadrinhos

A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos

 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:

PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara

Netsaber

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Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil

 

Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em

http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html

 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

(já disponível em livro - http://www.editoraschoba.com.br/detalhe-livro.php?id=281)

 

LIVRO NEGRO DO TERRORISMO NO BRASIL:

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 1

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 2
TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 3

TODAS AS PESSOAS MORTAS POR TERRORISTAS DE ESQUERDA 4

 

CRISTOFOBIA: Conheça os crimes desses selvagens, os fanáticos islâmicos:

Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Julio Severo: Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

Cristãos e opositores do governo egípcio são crucificados

Imagens de cristãos são crucificados no Egito

50 cristãos queimados vivos na casa de um pastor na Nigéria

IMAGENS DE CRISTÃOS QUEIMADOS VIVOS NA NIGÉRIA

21 cristãos mortos em atentado numa Igreja de Alexandria

 

Chutes no traseiro: dê com força, que eu gosto...

No texto Mas como aconteceu?, o general Azevedo fala da ignominiosa covardia de nossos chefes militares, de "dar as costas" à canalha esquerdista, ou seja, de não responder devidamente aos ataques que vêm de todos os lados contra as Forças Armadas, especialmente contra o Exército. Lembro-me de um ditado árabe que diz, "se você não quiser levar um soco no estômago, dê as costas ao adversário". É o que os chefes militares estão fazendo há muitos anos. Ao dar as costas, eles não levam socos no estômago, mas acabam levando chutes no traseiro. Como os chutes no traseiro são cada vez mais fortes, e eles não reclamam, supõe-se que estão gostando de apanhar. Masoquistas, querem é mais chute na bunda! Pois então, dá-lhe pontapé! Que seja cada vez mais forte, até que abandonem a covardia. Enfim, é a "síndrome de Pilatos" em ação: “Parece uma informação médica, mas trata-se, na realidade, de uma forma de conduta que autoridades têm se valido com muita frequência nos dias de hoje. Isso é tão mais grave, na medida em que a isenção de responsabilidade envolve questões de dolo moral e ético, presenciada por muitos, e criminosa quando se trata de ações realizadas no passado” (Capitão-de-Mar-e-Guerra Waldemar da Mouta Campello Filho, in “Síndrome de Pilatos” - http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=65355&cat=Artigos&vinda=S, acesso em 17/9/2012). (F. Maier)

 

 

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