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Ensaios-->Ação Popular - A ala terrorista oriunda da Igreja Católica -- 20/09/2012 - 15:44 (Félix Maier) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos

Ação Popular

A ala terrorista oriunda da Igreja Católica

 

Félix Maier

 Em 1935, o Cardeal Leme cria no Rio de Janeiro a Ação Católica, para ampliar a influência da Igreja na sociedade. A Ação Católica era dirigida por Alceu de Amoroso Lima, seguia o conceito do Papa Pio XI e era favorável ao Integralismo, sendo acompanhado por vários padres, entre os quais Hélder Câmara. Outros intelectuais católicos: Jackson de Figueiredo (atuação a partir de 1918), Gustavo Corção, Alfredo Lage, Murilo Mendes, Pe. Leonel Franca; convertidos ao catolicismo: o positivista Júlio César de Morais Carneiro, Pe. Júlio Maria (redentorista), Joaquim Nabuco, Carlos de Laet, Felício dos Santos, Afonso Celso, além de Alceu Amoroso Lima.

A dissolução da Ação Integralista Brasileira (AIB) por Getúlio Vargas em 1938 e a derrota do Fascismo na II Guerra Mundial fizeram com que a Ação Católica se afastasse daquela linha ideológica e, com Dom Hélder Câmara, passou a adotar o modismo esquerdista, atrelado a pensadores como Emanuel Mounier, Teillard de Chardin, Lebret e outros. No início da década de 1960, a Igreja estava ideologicamente dividida, tendo à esquerda Dom Hélder e à direita Dom Jaime de Barros Câmara e Dom Vicente Scherer. A Ação Católica tinha 3 organismos para condução de suas atividades: Juventude Estudantil Católica (JEC) - no meio secundarista, Juventude Operária Católica (JOC) - no meio operário, e Juventude Universitária Católica (JUC) - formado por estudantes de nível superior. A PUC do Rio de Janeiro, orientada pelo Pe. Henrique Vaz, era o principal reduto esquerdista da JUC, onde despontava o líder Aldo Arantes.

Em Minas Gerais, a Faculdade de Ciências Econômicas da UFMG reunia os principais agitadores da esquerda católica, como Herbert José de Souza ("Betinho"). Integrantes de renome da AP foram José Serra, Paulo Renato, Haroldo Lima, Vinícius Caldeira Brandt, Cláudio Fonteles, Cristóvam Buarque, Plínio de Arruda Sampaio, Henrique Novais, Jean Marc Von Der Weid e Marcos Arruda.

Em 1961, no XXIV Congresso da UNE, a JUC, aliando-se ao PCB, elege Aldo Arantes para a presidência da entidade. “A AP cresceu com tal velocidade no movimento estudantil que nós, os comunistas, que vínhamos ganhando a presidência da UNE desde 56, a partir de 60 perdemos a AP, com Aldo Arantes, Vinícius Caldeira Brant, José Serra” (Sebastião Nery, in “Os filhos de 64”, Jornal Popular, Belém, PA, 6/10/1995).

Logo depois, a UNE filiou-se à União Internacional dos Estudantes (UIE), organização de frente do Movimento Comunista Internacional (MCI), culminando na ira dos conservadores da Igreja, que expulsaram Aldo Arantes da JUC. Os católicos de esquerda, doutrinados para a “revolução brasileira”, abandonaram a Ação Católica e criaram a Ação Popular (AP) em 1962, após congresso realizado em Belo Horizonte.

Durante o governo Goulart, a AP empenha-se nas “reformas de base”, situando-se à esquerda do PCB, o que causa a fuga de seguidores para o exterior após a Contrarrevolução de 1964. A AP apoiava o Método Paulo Freire para alfabetização de adultos, de orientação marxista, o qual foi um plágio, para muito pior, do Método Laubach, de Frank Charles Laubach, missionário americano que alfabetizou 60% da população filipina.

A AP continua sua atuação no meio universitário e, nas discussões comunistas de 1965 a 1967, passa a seguir a linha maoísta, com a Revolução Cultural chinesa (que matou 10 milhões de pessoas), apoiando a luta revolucionária. Cuba doou 14 mil dólares para a AP enviar militantes para cursos de guerrilha naquele país. A AP enviou militantes para fazer cursos em Pequim, incluindo Haroldo Lima. A AP criou o Movimento Contra a Ditadura e pregou o voto nulo para as eleições parlamentares de 15/11/1966. A AP enviou representante a Cuba para a IV Conferência Latino-Americana de Estudantes (1966) e teve infiltração no setor metalúrgico (ABC paulista e Contagem, MG).

No campo, a AP organizou camponeses para cortar arame das propriedades (“picada de arame”) e o abate de gado a tiros; as áreas escolhidas para a agitação foram o Vale do Pindaré (MA), a região Água Branca (AL), Zona da Mata (PE) e Zona Cacaueira (Sul da Bahia).

Em 1966, a AP optou pela luta armada e pelo foquismo, em Congresso realizado no Uruguai, e passou a publicar o jornal Revolução. A ação terrorista mais conhecida do movimento foi o atentado no Aeroporto de Guararapes, em 25/7/1966. O alvo era o presidente Costa e Silva, que se salvou porque o voo atrasou. No entanto, morreram no local o almirante reformado Nelson Gomes Fernandes, que teve o crânio esfacelado, e o jornalista Edson Régis de Carvalho, que teve o abdômen dilacerado. O então tenente-coronel Sylvio Ferreira da Silva, hoje general reformado, sofreu amputação traumática dos dedos da mão esquerda e teve lesões graves na coxa esquerda, além de queimaduras de primeiro e segundo graus. Ao todo, houve 15 vítimas, incluindo os acima citados: o inspetor de polícia Haroldo Collares da Cunha Barreto, Antônio Pedro Morais da Cunha, os funcionários públicos Fernando Ferreira Raposo e Ivancir de Castro; os estudantes José Oliveira Silvestre e Amaro Duarte Dias; a professora Anita Ferreira de Carvalho; a comerciária Idalina Maia; os guardas José Severino Barreto e Sebastião Thomaz de Aquino, o “Paraíba”, que teve uma perna amputada; Eunice Gomes de Barros e seu filho Roberto Gomes de Barros, de apenas seis anos de idade.

O mentor do ato terrorista foi o ex-padre Alípio de Freitas, hoje residente em Lisboa, que era membro da comissão militar e dirigente nacional da AP e já atuava nas Ligas Camponesas de Francisco Julião. O executor do crime foi Raimundo Gonçalves Figueiredo, militante da AP. Pela bela obra cívico-cristã, Alípio de Freitas foi beneficiado com indenização de R$ 1,09 milhão, piñata recebida da famigerada Comissão dos Mortos e Desaparecidos Políticos, e Raimundo G. Figueiredo é nome de rua em Belo Horizonte (sua família também foi indenizada).

Em 1968, para evitar outros “rachas”, a AP elaborou o documento “Seis Pontos de Luta Interna”, procurando consenso entre as Correntes 1 e 2. De inspiração maoísta, “o 1º ponto caracterizava o pensamento de Mao como a 3ª etapa da revolução marxista; o 2º ponto descrevia a sociedade brasileira como semicolonial e semifeudal; o 3º definia o caráter da revolução como nacional e democrática; o 4º fazia a opção pela guerra popular como forma de luta; o 5º referia-se aos partidos comunistas, considerando que o PCB se havia ‘contaminado pelo revisionismo’ e que o PC do B era um novo partido e não o continuador do PC fundado em 1922; finalmente o 6º ponto propunha a integração dos militantes à produção (isto é, que deixassem suas profissões e passassem a trabalhar e viver como operários e camponeses), com o objetivo de provocar a transformação ideológica dos que tinham origem pequeno-burguesa” (AUGUSTO, 2001: 263) (1).

Após sua I Reunião Ampliada da Direção Nacional, a AP elegeu a China como modelo de revolução, ao mesmo tempo em que se afastou do PC de Cuba, retirando-se da OLAS (2) e propondo que a UNE se afastasse da OCLAE (3), por considerá-la de “imobilismo e burocratismo”.

Em 1969, um militante da AP participou do sequestro do embaixador Americano Charles Burke Elbrick, em apoio ao MR-8. Em 1971, à noite, uma militante da AP atraiu Antônio Lourenço (“Fernando”), também da AP, para uma emboscada; “Fernando” recebeu vários tiros de rifle 44 e de revólver e foi trucidado a porretadas até a morte; o “justiçamento” ocorreu em Pindaré-Mirim (MA) e foi planejado pelo Comitê Seccional de Santa Inês, subordinado ao CR-8 (Coordenador das atividades da organização no Maranhão e no Piauí).

Em abril de 1971, após a II Reunião Ampliada da Direção Nacional, a AP assumia a denominação de Ação Popular Marxista-Leninista do Brasil (APML do B). Posteriormente, foi aprovada a tese de unificação da AP com o PC do B. Maria José Jaime, membro do PT/DF (dirigente do INESC), foi um dos “militantes” que receberam treinamento na China, em 1969, quando pertencia à AP.

José Serra, presidente da UNE quando se iniciou a Contrarrevolução de 31/3/1964, foi ministro da Saúde no governo FHC e governador e prefeito de São Paulo. Paulo Renato foi ministro da Educação no governo FHC. Cristóvam Buarque foi governador do Distrito Federal, ministro da Educação no governo Lula e, hoje, é senador da República. Cláudio Fonteles, atualmente membro leigo da Ordem de São Francisco, foi procurador-geral da República de 2003 a 2005, durante o governo Lula da Silva. Fonteles, o beato de pau oco, é, também, membro da famigerada Comissão Nacional da Verdade, o Pravda Tupiniquim, que recebeu da presidente Dilma Rousseff a missão de reescrever a História recente do Brasil à cara da esquerda, ou seja, à cara da mentira e da calúnia, cujo objetivo maior é enaltecer os honoráveis terroristas de esquerda e satanizar membros das Forças Armadas durante dois longos anos (2012-2014).

 

Notas:

(1) AUGUSTO, Agnaldo Del Nero. A Grande Mentira. Bibliex, Rio, 2001.

(2) OLAS - Organización Latinoamericana de Solidaridad: no dia 16/1/1966, 1 dia após o término da Conferência Tricontinental (4), em Havana, Cuba, as 27 delegações latino-americanas reuniram-se para a criação da OLAS, proposta por Salvador Allende. O terrorista brasileiro Carlos Marighela foi convidado oficial para a Conferência da OLAS em 1967. Ola, em espanhol, significa “onda”, seriam, pois, ondas, vagalhões de focos guerrilheiros espalhados por toda a América Latina, como disse o próprio Fidel Castro: “Faremos um Vietnã em cada país da América Latina”. Após a Conferência, começam a surgir movimentos guerrilheiros em vários países da América Latina, principalmente no Chile, Peru, Colômbia, Bolívia, Brasil, Argentina, Uruguai e Venezuela. A OLAS, substituída pela JCR, tem sua continuidade no Foro de São Paulo (FSP) e no Fórum Social Mundial (FSM).

(3) OCLAE - Organização Continental Latino-Americana de Estudantes: fundada em 1966, em Havana, Cuba, esse onagro era o centro de irradiação comunista no continente. Através da luta armada, tinha por objetivo implantar o Comunismo internacional, organizando escolas de guerrilhas em Cuba, para preparar futuros guerrilheiros. Em 1967, organizou-se em Cuba a Conferência OLAS (Organização Latino-Americana de Solidariedade), com a presença de Carlos Marighela, do Brasil, e Salvador Allende, Senador do Chile. Após esses eventos, surgiram no Brasil a ALN, a FALN, a FELA, o MRT, a AP, a VPR, o COLINA, a VAR-Palmares (fusão da VPR + COLINA); a REDE (Resistência Democrática) apareceu em 1969. Em 1971, o presidente do Chile, Salvador Allende, afirmou: “Cheguei a este cargo para realizar a transformação econômica e social do Chile, para abrir o caminho para o socialismo. Nosso objetivo é o socialismo marxista, científico, total”.

(4) Conferência Tricontinental - Criada durante a OSPAAAL (5), que se realizou em Havana, Cuba, de 3 a 15/1/1966 – juntamente com o XXIII Congresso do PCUS. (Em 1965, em Gana, ficou decidido que a OSPAA realizaria seu próximo encontro em Cuba, no ano seguinte, para integrar também a América Latina – daí OSPAAAL). “Consiste no princípio de que a coexistência pacífica não se pode estender às chamadas ‘guerras de libertação nacional’, isto é, às guerras ‘entre oprimidos e opressores, entre os povos coloniais explorados e seus exploradores colonialistas e imperialistas’ ” (Meira Penna, in Política Externa, pg. 133). À Tricontinental compareceram representantes de 82 países, dos quais 27 latino-americanos. A delegação brasileira foi composta por Aluísio Palhano e Excelso Rideau Barcelos (indicados por Brizola), Ivan Ribeiro e José Bastos (do PCB), Vinícius Caldeira Brandt (da AP) e Félix Ataíde da Silva, ex-assessor de Miguel Arraes, na época residindo em Cuba. A tônica do encontro foi a defesa da luta armada. No encerramento, Fidel Castro afirmou que a “luta revolucionária deve estender-se a todos os países latino-americanos”. A Tricontinental foi a estratégia que desencadeou a Guerra do Vietnã e guerras civis como em Angola e Moçambique, e os grupos terroristas que surgiram na América Latina a partir de 1967/68, especialmente no Brasil, Argentina e Chile. No campo cultural, a Declaração da Tricontinental recomendava a “publicação de obras clássicas e modernas, a fim de romper o monopólio cultural da chamada civilização ocidental cristã, cuja derrocada deve ser o objetivo de todas as organizações envolvidas nessa verdadeira guerra”. Nesse encontro, o senador Salvador Allende (futuro Presidente do Chile) faria uma proposta aprovada por unanimidade pelas 27 delegações: a criação da OLAS. Assim, no dia 16/1/1966, um dia após o término da Tricontinental, as 27 delegações latino-americanas reuniram-se para a criação da OLAS, que passou a ser dirigida pelo Comitê de Organização, constituído de representantes de Cuba, Brasil, Colômbia, Peru, Uruguai, Venezuela, Guatemala, Guiana e México. A Secretaria-geral foi entregue à cubana Haydee Santamaria, e o representante brasileiro era Aluísio Palhano.

(5) OSPAAAL - Organização de Solidariedade aos Povos da Ásia, África e América Latina: Conferência Tricontinental de Havana, que propunha realizar programas de cooperação de guerrilhas revolucionárias para a África, Ásia e América Latina. “A luta revolucionária armada constitui a linha fundamental da revolução na América Latina. Para a maioria dos países do continente o problema de organizar, iniciar, desenvolver e culminar a luta armada constitui hoje a tarefa imediata e fundamental do movimento revolucionário” (Resolução da I Conferência da OSPAAAL, Havana, 28 Jul a 5/8/1967). Iniciada a luta revolucionária por Che Guevara na Bolívia, A OCLAE, a OLAS e OSPAAAL foram os germes dos movimentos guerrilheiros instalados na América Central (especialmente na Nicarágua, El Salvador e Guatemala), na Colômbia (que até hoje sofre com o terror das FARC e do ELN), na Bolívia (onde morreu Che Guevara), no Peru (onde o Presidente Fujimori praticamente extinguiu o Sendero Luminoso e o MRTA), no Chile (onde Pinochet evitou que a política marxista de Salvador Allende levasse o país ao comunismo), no Brasil (onde surgiram dezenas de movimentos, como a ALN, o MR-8, a VPR, o COLINA), na Argentina (com os Montoneros) e no Uruguai (com os Tupamaros).

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse Wikipédia do Terrorismo no Brasil

 

Melô do mensalão

Félix Maier

dezembro de 2005

Delúbio Soares riu na cara de todos os brasileiros ao dizer que, no futuro, as denúncias da corrupção petista, como o mensalão, serão apenas uma piada de salão. Lula, dentro do mesmo espírito de deboche, disse que mensalão não existe, no máximo será tema de sambistas e pagodeiros para o próximo carnaval. É o cúmulo do cinismo, pois a Polícia Federal descobriu que, somente nas empresas de Marcos Valério, foram encontradas mais de 80.000 notas frias. Como disse Diogo Mainardi na revista Veja (nº 1934, de 7/12/2005), "Lula já teria sido deposto se jornais, revistas e redes de televisão não estivessem tomados por seus partidários". Nem foi preciso Mainardi lembrar as falanges petistas que protegem o corrupto regime comunofascista de Lula, fazendo marchas de protestos a favor, como a UNE, a CUT e o MST, em troca de farta verba pública. A corrupção sistêmica da República dos Barbudinhos está sendo acintosamente ignorada pela OAB e pela ABI, que dinamitaram Collor e se calam covardemente diante de uma corrupção mil vezes mais grave.

Atendendo à proposta de Lula, fiz uma singela composição, Melô do mensalão. A letra deverá ser marcada em ritmo de rap (ritmo e palavrão), gênero musical preferido de marginais como os traficantes de drogas dos morros cariocas. Uma questão de coerência.

 

Refrão:

Já disse com muito veneno

Zulaiê Cobra numa piada de salão:

Na República dos Bandidos,

O chefe é o Bandidão (bis)

 

Lula, alienado como um mongol,

Repete que não sabe de nada não.

Que tudo é tramóia das elites,

Que querem pisá-lo no chão.

Apesar das 80.000 notas frias de Valério,

Lula diz que não existe mensalão.

A gente manda o homem pro Pinel

Ou para uma cela do cadeião?

 

Refrão...

 

Muito antes da roubalheira atual,

Já tinha malandro de montão.

A CPI do Banestado foi enterrada

Por mais de um Mentor de plantão.

Atendendo a petistas e tucanos,

As investigações foram pro lixão.

Isso prova que Lula e FHC

São gêmeos siameses, mermão!

 

Refrão...

 

A máfia não gosta só de dólares

Pra forrar o largo cuecão.

Tem contas em paraísos fiscais,

Pra enfrentar qualquer furacão.

Enquanto prega o desarmamento,

Põe na cintura um tresoitão.

De Toninho do PT a Celso Daniel

Já foram nove pro caixão.

 

Refrão...

 

Não é só de dinheiro

Que vive a Bancada do Mensalão.

Alugaram uma casa em Brasília

Pra dar asas à imaginação.

Contrataram as meninas de Mary Corner

Pra baixar o tesão.

O professor estava certo

Ao bater no Zé com o bengalão.

 

Refrão...

 

O comunista Aldo "Dia do Saci" Rebelo,

Foi eleito pela  Frente do Mensalão.

Ateu, o substituto de Severino

Falou a frase mais engraçada da estação:

Pediu para que o coronel Nhô Cêncio

Não brigasse, “pelo amor de Deus!”, no verde salão.

Arthur Virgílio e o grampinho ACM Neto

Prometeram dar uma surra no Lula, na mão.

 

Refrão...

 

Roberto Jefferson estava certo

Ao apontar o dedo na cara do Frestão:

Sai rapidinho daí, Zé, senão

Você leva o presidente de roldão.

Abi Ackel não viu nada de anormal

Dentro da CPI do Mensalão.

A única coisa que ele enxerga

É pedra preciosa na mão...

 

Refrão...

 

A bordo do Air Force 51 (Aerolula),

O presidente passeia pelo sertão.

O Bolsa-Família se tornou

O voto de curral em moderna versão.

Bem-vindo dinheiro de Cuba e de Angola,

E de estatais e fundos de pensão!

Apesar da roubalheira petista,

Lula sobe nas pesquisas de opinião.

Que nação!

 

  

 Mensalão no STF:

Faltam Lula, Lulinha, o BMG, Romero Jucá,

Daniel Dantas, João Batista de Abreu, Márcio Alaor de Araújo,

Ricardo Annes Guimarães, Flávio Pentagna Guimarães,

Fernando Pimentel, Carlinhos Cachoeira

e Dilma Rousseff, a "filha do mensalão"

 

Provas do envolvimento dos acima citados no Mensalão:

O mensalão em 38 fotos

A cronologia do escândalo do mensalão

E Dirceu e LuLLa não sabiam de nada?

O Chefe, de Ivo Patarra

Planalto fez gestão para poupar Lulinha

Lula, o BMG e o tenebroso decreto de sexta-feira, 13

Advogado de Jefferson diz que Lula era o chefe do mensalão

Procurador gaúcho responsabiliza Lula por mensalão

Nervos demais, Lula de menos no mensalão

As provas contra o BMG

MPF acusa Lula de improbidade por favorecer BMG

Ministério Público Federal entra com ação contra Lula

Lula e ex-ministro são acusados de favorecer Banco BMG

MPF/DF PEDE CONDENAÇÃO DO EX-PRESIDENTE LULA

Ministério Público pede bloqueio dos bens de Lula

Os esquecidos do mensalão

Carlinhos Cachoeira – Wikipédia, a enciclopédia livre

Há seis anos, Cachoeira era personagem da CPI dos Bingos, a 'CPI do fim do mundo'

Cachoeira teria ligações com executivo da construtora Delta

Delta recebeu dinheiro do PAC por obra inexistente

Delta financiou a campanha presidencial de Dilma

Imagens de O Chefe Lula

 

Autópsia da corrupção: Maurício Marinho, dos Correios, recebe propina

Extraído da Wikipédia (http://pt.wikipedia.org/wiki/Carlinhos_Cachoeira):

Carlos Augusto de Almeida Ramos,[1] mais conhecido como Carlinhos Cachoeira, também denominado pela imprensa de Carlos Augusto Ramos (Anápolis, 3 de maio de 1963[2]), é um empresário brasileiro, preso sob acusações como envolvimento no crime organizado e corrupção.

O nome de Carlinhos Cachoeira ganhou repercussão nacional em 2004 após a divulgação de vídeo gravado por ele onde Waldomiro Diniz, assessor do então ministro da Casa Civil José Dirceu, lhe faz pedido de propina para arrecadar fundos para a campanha eleitoral do Partido dos Trabalhadores e do Partido Socialista Brasileiro no Rio de Janeiro. Em troca, Diniz prometia ajudar Carlinhos Cachoeira numa concorrência pública carioca. A divulgação do vídeo se transformou no primeiro grande escândalo de corrupção do governo Lula[3][4]

 

Veja o mensalão em história de quadrinhos:

Facool - História em quadrinhos relata a história do mensalão

Imagens de mensalão em história de quadrinhos

A História do Mensalão em Quadrinhos - YouTube

Angeli conta a História do Mensalão em Quadrinhos

Folha de S.Paulo conta bastidores do "mensalão" em quadrinhos

 

Leia os textos de Félix Maier acessando o blog e sites abaixo:

PIRACEMA - Nadando contra a corrente

Mídia Sem Máscara

Netsaber

Usina de Letras

 

Para conhecer a história do terrorismo esquerdista no Brasil, acesse:

Wikipédia do Terrorismo no Brasil

 

Para conhecer o terrorismo biológico de petistas contra plantações de cacau no Sul da Bahia clique em

http://veja.abril.com.br/210606/p_060.html

 

Leia sobre o Movimento Militar de 31 de Março de 1964: O Cruzeiro - 10 de abril de 1964 - Edição extra

Leia sobre os antecedentes do Movimento de 1964 em Guerrilha comunista no Brasil e Apoio de Cuba à luta armada no Brasil: o treinamento guerrilheiro

Leia Julgamentos da Contrarrevolução de 1964 – Rachel de Queiroz, Roberto Marinho, Editorial do JB e Luiz Inácio Lula da Silva

Faça o download do ORVIL - O Livro Negro do Terrorismo no Brasil: http://www.averdadesufocada.com/images/orvil/orvil_completo.pdf

 

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