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Crônicas-->O TRISTE FIM DO FILHO DE MARIA, PARA FELICIDADE DE OUTROS -- 27/10/2003 - 17:29 (ANTICRISTO) Siga o Autor Destaque este autor Destaque este Texto Envie Outros Textos
O TRISTE FIM DO POBRE FILHO DE MARIA, PARA FELICIDADE DE OUTROS

< div align="justify">Maria era boa, linda e cheia de graça. Mas, como mãe, suportou a maior desgraça. Por outro lado, isso fez a felicidade de muita gente.

Ela era maravilhosa! Seu noivo, José, era um homem feliz.

Um dia, aconteceu o que não devia. A admirável Maria se engravidou. Isso para uma mulher solteira entre os hebreus era coisa muito grave. Maria corria o risco de morrer apedrejada. O que José poderia fazer? Deixar matarem uma preciosidade daquela, nunca! Uma moça linda, boa, cuja única falha foi satisfazer a fraqueza da carne antes da hora, não podia ter esse bárbaro fim.

Diziam as más línguas que José nem tinha culpa do cartório; que o autor do pecada era um soldado romano. Não se sabe se isso é verdade. O nosso bom José assumiu o compromisso e recebia Maria. Mas uma outra história foi contada: teria sido o Espírito Santo de Jeová o autor daquela nova vida que se formava no ventre de Maria.

Um menino nasceu. Cresceu crendo ser o filho de Yavé, o ungido que deveria libertar Israel do domínio romano. Jovem inteligente, corajoso, grande patriota! Chegando à vida adulta, reuniu seu grupinho e foi arrebanhando mais seguidores. Muito posteriormente à sua morte, alguns escreveram que ele fazia grandes milagres; que pregava a humildade; que afirmava que quem levasse uma pancada no rosto deveria oferecer o outro lado; que não se deveria resistir ao homem perverso, etc. Mas, por outro lado, registrou-se que ele um dia perdeu a paciência e meteu o chicote nos conterrâneos que estava praticando comércio dentro do templo (João, 2: 15). Recebendo o nome de “Yeshua” (salvador), e sendo informado ser filho do Espírito Santo, ele não tinha dúvida de que seria o libertador de Israel.

Mas os planos de Jesus deram errado também, como de alguns outros, entre eles “Judas” e “Teudas”, segundo escreveu um dos seus seguidores (Atos 5: 36, 37).

Estudioso, inteligente, até fazia algumas coisas preditas pelos profetas, entre elas, entrar em Jerusalém montado em um jumento (Mateus, 21: 5), como indicação de ser ele o libertador prometido (Zacarias, 9: 9).

E aquele homem de grande fé foi às últimas conseqüências. Finalmente, foi preso e executado na cruz, por se proclamar rei, uma afronta ao império dominante. Nos últimos instantes de vida, já com os neurônios em confusão, ainda clamou aos gritos ao deus que cria ser seu verdadeiro pai: “Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste” (Mateus, 27: 46).

Dizem que os sectários de “Judas” e os de “Teudas” se dispersaram e tudo acabou.

No caso de Jesus, não; seus apóstolos passaram a pregar o futuro reino de Jesus, que teria sido ressuscitado dentre os mortos por Yavé.

A doutrina cristã, dos seguidores de Jesus, denominado o “Cristo”, passou a ser:

“Você crê e é batizado e será justificado pela fé. Depois que você morre, você fica no pó até o dia em que Jesus voltar, e ele leva você para uma vida eterna, sem qualquer sofrimento”.

Por outro lado,

“Quem não crer será condenado e irá para o lago que arde com fogo e enxofre para sempre”.

Muitas adaptações foram feitas de textos dos escritos do Velho Testamento, para convencer o mundo de que aquele Jesus que foi executado era o messias predito. Ver O PREDITO MESSIAS E O CRISTIANISMO.

Três séculos depois, até o imperador romano creu na mensagem cristã, e o poder que os cristãos primitivos denominavam “besta” (Apocalipse 13), virou representante do “cordeiro”.

Mas o novo representante do cordeiro virou uma besta mais feroz do que a anterior. Qualquer pessoa que negasse algum dos seus dogmas morria de forma bem mais cruel do que morreu Jesus, era queimado aos poucos.

O tempo passou, muitos enganos dos “representantes do filho de deus” foram comprovados de forma que eles não pudessem mais sustentar as antigas idéias, eles perderam o domínio do mundo, mas a fé em Jesus permaneceu.

Hoje, milhões de pessoas vivem da forma como podem, muitas vezes miseravelmente, mas vivem felizes, porque acreditam que um dia se ressuscitarão e irão ter aquela vida feliz para sempre.

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