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Ensaios -->NOTA AO LEITOR -- 19/09/2009 - 23:41 (Mário Ribeiro Martins)
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NOTA AO LEITOR

O desejo de não deixar nenhum autor fora do DICIONÁRIO foi tanto que, mesmo já tendo sido feito o INDICE ONOMÁSTICO e o texto principal impresso, resolveu-se incluir, ainda que nas últimas páginas, quem foi descoberto nos instantes finais. Aí estão eles:


INDICE ESPECIAL DO CAPITULO
“NOTA AO LEITOR”


ABÍLIO WOLNEY AIRES NETO, 911
AGAMENON AZEVEDO DOS REIS, 913
AIRES JOSÉ PEREIRA
ALBERTO TAMER, 914
ALMECIDES PEREIRA DE ANDRADE, 915
ANGELA ISSA HAONAT, 917
ANGELLY BERNARDO DE SOUSA,
ANTONIO CHRYSIPPO DE AGUIAR,
ANTÔNIO COSTA AIRES
ANTONIO LIBERAC CARDOSO SIMÕES PIRES, 919
ANTONIO REZENDE FILHO, 920
ARAGUACY DUAILIBE LUSTOSA, 922
ARICEYA DE FREITAS(AMARAL, 923
ARLINDO NOBRE, 923
ARNALDO CORREIA DOS SANTOS, 924
ARY CARLOS MOURA CARDOSO, 925
CARLOS DE BAYMA(Carlos Soares de Bayma)
CARLOS DINIZ GALINDO, 927
CARLOS GOMES LEITÃO(Coronel Leitão)
CARLOS PATROCÍNIO (CARLOS DO PATROCÍNIO SILVEIRA, 928
CARMEVALDO GOMES LEAL, 930
CASAGRANDE(OSMAR CASAGRANDE CAMPOS)
CÉLIO BENVINDO, 930
CÉLIO PEDREIRA(Raimundo Célio Pedreira), 931
CÉSAR HALUM(César Hanna Halum), 932
CICINATO MENDES DA SILVA
CLEBER TOLEDO
CLEITON SOUZA DO AMARAL, 935
DAMASCENO(Francisco Erasmo Pereira Damasceno)
DOS ANJOS CARREIRO(Maria dos Anjos Carreiro de Sousa)
DURVAL ROSA BORGES, 935
EDIVALDO DE SOUZA RODRIGUES, 937
EDUARDO MANZANO
EDWARDES BARBOSA DA SILVA, 938
ELISAFAN MARTINS FILHO, 940
FABRICIO CÉSAR FREIRE
FRANCISCO HENRIQUE RAIMUNDO TRIGANT DES GENETTES(François Henry)
FRANCISCO MENDONÇA (FRANCISCO LEOPOLDO CARVALHO DE MENDONÇA), 942
FRANCISCO MIGUEL DE MOURA
FRANCISCO PERNA FILHO(CHICO PERNA), 944
FRITZ KRAUSE
GELDES RONAN PASSOS, 944
GERALDO VIRGÍNIO RIBEIRO, 945
GETÚLIO QUINÔ(Manoel Getúlio Alves Matos Quinaud)
GEUVAR SILVA DE OLIVEIRA
GILBERTO KOBLER CORRÊA
GILMAR PEREIRA DA SILVA
GIORDANO MAÇARANDUBA, 947
GLAUDINÉIA MURAD FERREIRA
GRAÇA ARNUS, 947
GUTEMBERG DE SOUZA BRASIL
HAGAHÚS ARAÚJO( HAGAHÚS ARAUJO E SILVA)
HAROLDO CÂNDIDO DE OLIVEIRA
HILDA GOMES DUTRA MAGALHÃES(Guimarães), 949
HUMBERTO DAMASCENO LIMA
IBANEZ COELHO DE CASTRO, 950
INÁCIO BATISTA DE MOURA, 951
ISMAEL VIEIRA BORBA, 952
JALES PANIAGO, 954
J. AIRES DA SILVA (JOAQUIM AYRES DA SILVA)-SINDÔ-, 955
JJLEANDRO(José Leandro Bezerra Júnior)
JOÃO AFONSO CARVALHO FERREIRA, 956
JOÃO QUINÔ(João Mattos Quinaud)
JOCYELMA SANTANA DOS SANTOS,
JOCYLÉIA SANTANA DOS SANTOS, 957
JONES RONALDO DO ESPÍRITO SANTO PEDREIRA, 959
JOSÉ CÂNDIDO PÓVOA, 961
JOSÉ CARLOS RIBEIRO DA SILVA, 963
JOSÉ GUIMARÃES MELLO
JOSÉ INÁCIO DA SILVA, 964
JOSÉ MACIEL DE BRITO, 964
JOSÉ MANOEL MIRANDA DE OLIVEIRA, 966
JOSÉ NEGREIROS DE ALMEIDA SARINHO, 967
JOSÉ VALDEMIR RODRIGUES(POETA COWBOY)
JOSUÉ DA SILVA LUZ
JUNIO BATISTA DO NASCIMENTO
JURIVÊ DE MACEDO(Raimundo Jurivê Pereira de Macedo)
KÁTIA ABREU(KÁTIA REGINA DE ABREU)
KÁTIA MAIA FLORES BARROS, 970
LEÃO LEDA(Leão Rodrigues de Miranda Leda)
LÚCIA QUILOMBO(Maria Lúcia Fernandes Rocha)
LUCIANA COSTA AGLANTZAKIS
LÚCIO ALVES DE LIMA
LUIS LÊDO MOTA MELO
LUIS OTÁVIO DE QUEIROZ FRAZ, 971
MAGDA SUELY PEREIRA DA COSTA, 973
MAIA LEITE(Antonio Maia Leite)
MANUEL DUARTE DE SOUZA, 974
MARIA DE SOUZA ARANHA MEIRELLES, 975
MARIA DOS ANJOS CARREIRO DE SOUSA, 976
MARIA JOSÉ DE PINHO, 978
MARILDE DE ALMEIDA GOMES, 979
MAXIMIANO SANTOS BEZERRA, 980
MIGUEL VON BEHR
MURILO BAHIA BRANDÃO VILELA, 981
MURILO BAZZO CARVALHO, 983
NELI FERNANDES MATOS, 983
ODIR ROCHA(MANOEL ODIR ROCHA), 981
OFÉLIA SÓCRATES DO NASCIMENTO MONTEIRO, 986
ORESTES BRANQUINHO FILHO
ORION MILHOMEM RIBEIRO, 988
PADRE SÉRGIO DE SOUZA NERES, 989
PADRE VIEIRA(PE. ANTÔNIO VIEIRA), 990
PALMARES(ANTONIO FARIAS DA SILVA), 991
PATRÍCIA NEME,
PAULO AIRES MARINHO, 992
PAULO CORREA DE OLIVEIRA, 990
PEDRO DE SIQUEIRA CAMPOS, 992
PORTELINHA(JOÃO RODRIGUES PORTELINHA DA SILVA), 992
RAIMUNDO PALMEIRA DA COSTA FILHO, 994
REDENIR DOS SANTOS, 994
RENI GOMES COSTA, 995
RICARDO BORGES FERREIRA E SILVA, 996
RICCARDO FONTANA
ROBERTO JOSÉ RIBEIRO(Robertão), 997
ROGÉRIO RAMOS, 998
SALOMÃO WENCESLAU RODRIGUES DE CARVALHO
SAMUEL AURELIANO DA SILVA, 999
SAMUEL MARTINS, 1000
SANDALO BUENO DO NASCIMENTO FILHO
SANDRA MIRANDA (APARECIDA) (Sandra Miranda de Oliveira Silva)
SEBASTIÃO ROCHA (ALVES), 1001
SELEUCIA FONTES, 1002
SÍDIO ROSA DE MESQUITA JÚNIOR
SILVANIO MOTA(COELHO MOTA), 1003
SIMONE PÓVOA(Simone Cardoso da Silva Póvoa)
SÔNIA MARISE TEIXEIRA SILVA SOUZA CAMPOS, 1004
SUZANA BARROS(Suzana Araújo Barros)
TÂNIA CAVALCANTE(TÂNIA MARIA RIBEIRO CAVALCANTE, 1005
VIEIRA DE MELO(Sebastião Vieira de Melo)
VINÍCIUS MARTINS(Vinícius Fernandes Martins, 1006
WALDEMAR GOMES PEREIRA
WARNER MACEDO CAMARGO PIRES, 1006
WOLFGANG TESKE, 1008.




ABÍLIO WOLNEY AIRES NETO, de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 07.10.1963, escreveu, entre outros, “O DIÁRIO DE ABÍLIO WOLNEY”, “NO TRIBUNAL DA HISTÓRIA”, “O BARULHO E OS MÁRTIRES”, “A CHACINA OFICIAL”, “O DURO E A INTERVENÇÃO FEDERAL”(2003), este com prefácio de Voltaire Wolney Aires, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Neto do Coronel Abílio Wolney. Filho de Zilmar Póvoa Aires e Irany Wolney Aires. No Colégio João de Abreu, de sua terra natal, fez o primário, ginásio e curso técnico de contabilidade. Foi suboficial do 2º Ofício de Notas, Cartório de que seu pai era o Titular. Escrivão concursado do Cartório de Família, Sucessões e Civil de Dianópolis. Com 26 anos de idade, em 1989, mudou-se para Goiânia, com a finalidade de cursar a Faculdade de Direito, na Universidade Católica de Goiás. Via concurso, foi Assessor de Juízes no Forum de Goiânia, no cargo básico de escrevente. Foi Técnico Judiciário e Assistente do Desembargador José Soares de Castro, no Tribunal de Justiça de Goiás. Terminado o curso de Direito, em 1993, entrou por concurso público de provas e títulos, para o Ministério Público do Estado de Goiás, tornando-se Promotor de Justiça de Formoso, Mara Rosa, Porangatu e Anápolis, quando trabalhou ao lado do autor destas notas que era o 3º Promotor de Justiça de Anápolis. Em 1999, fez concurso para a Magistratura Goiana, tendo sido Juiz de Direito de Águas Lindas de Goiás e Petrolina de Goiás. Nos anos seguintes, tornou-se Juiz Titular da 2ª Vara de Família, Sucessões e Civil da Comarca de Anápolis, onde se encontra atualmente(2005). Ao longo do tempo, tem sido Professor da Faculdade de Direito de Anápolis(FADA). Foi homenageado como Padrinho e Patrono, por diferentes turmas da dita Faculdade. Aprovado em concurso público para Professor Substituto da Faculdade de Direito, da Universidade Federal de Goiás. Presidente do Conselho Deliberativo da APAC(Associação de Proteção aos Presos e Condenados), de Anápolis. Pela Câmara Municipal, recebeu o título de CIDADÃO ANAPOLINO. Pelo Poder Executivo, recebeu a Comenda GOMES DE SOUZA RAMOS. Através de sua instrumentalidade e pela Lei 2.636/99, de 19.04.1999, a antiga Praça do Ancião, no centro de Anápolis, onde se localizava a Prefeitura Municipal de Anápolis, foi transformada em PRAÇA DEPUTADO ABÍLIO WOLNEY, lá tendo sido colocado o BUSTO do Coronel Abílio, exatamente em frente à casa do antigo líder político EDENVAL CAIADO, parente de Brasil Ramos Caiado, um dos pivores da "BRIGA DO DURO". Para a dita homenagem, o autor destas notas teve participação especial, por ter sido o primeiro a divulgar em livro a informação de que o nome ANÁPOLIS foi uma sugestão do então Deputado Abílio Wolney, repassada a Moisés Santana, conforme os anais do jornal “LAVOURA & COMÉRCIO”, de Uberaba, Minas Gerais. Em 1900, ao passar ABÍLIO WOLNEY por Santana das Antas, em Goiás, como candidato a Deputado Federal, sugeriu a Moisés Santana e a outros Antenses, bem como à Câmara dos Deputados, em Goiás Velho, que mudasse o nome da cidade para ANÁPOLIS. Aceitando esta sugestão, o jornalista Moisés Augusto de Santana, publicou, em 23 de novembro de 1904, no jornal "LAVOURA & COMÉRCIO", de Uberaba, Minas Gerais, um artigo em que usa, pela primeira vez, de forma escrita, a palavra ANÁPOLIS(CIDADE DE ANA). Assim, através da lei Nº 320, de 31 de julho de 1907, assinada pelo Presidente do Estado de Goiás, Miguel da Rocha Lima, a vila de SANTANA DAS ANTAS passou a chamar-se ANÁPOLIS, graças à sugestão do então Deputado Abílio Wolney. Entre os irmãos do Juiz Abílio Neto, destaca-se Zilmar Wolney Aires Filho(Ziló), Advogado, Multimídia e Voltaire Wolney Aires, funcionário do Banco do Brasil, escritor, Advogado e confrade do autor destas notas na Academia Tocantinense de Letras. Quanto a Abílio Wolney Aires Neto, é verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.

AGAMENON AZEVEDO DOS REIS, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 26.05.1979, escreveu, entre outros, “O CAMINHO” (POESIAS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal e também em Tocantínia, onde residiu por muitos anos, mudou-se para Gurupi. Tornou-se aluno da Faculdade de Agronomia de Gurupi, vinculada à Universidade do Tocantins(UNITINS), formando-se Engenheiro Agrônomo. Participante de várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, “ANUÁRIO DE POETAS E ESCRITORES DE GURUPI-2000”. Presidente do Centro Acadêmico de Agronomia (CEAGRO). Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, dentre outras, Clube do Livro e Conselho Regional de Engenharia e Agronomia(CREA-TO). Coordenador Geral do JORNAL DO CEAGRO, orgão do Centro Acadêmico. Poeta, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Intelectual, Literato. Idealista, Visionário, Educador. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

AIRES JOSÉ PEREIRA, de Salinas, Minas Gerais, 04.09.1964, escreveu, entre outros, SONHOS DE CRIANÇA(Goiânia, Kelps, 2008), REFUGIO(Poemas, 1992), DE VOLTA(Poemas, 1993), PEDAÇOS DE MIM(Poemas, 1994), EXTASE DE DOR(Poemas, 1999), TANGARÁ DA SERRA-NOVA FRONTEIRA AGRICOLA E SUA URBANIZAÇÃO(Ensaio, 2000), CORES DO AMOR(Poemas, 2000), ENSAIOS GEOGRÁFICOS E INTERDISCIPLINARIDADE POÉTICA(2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Coordenou também GEOGRAFIA DE MATO GROSSO NO LIMIAR DO SÉCULO XXI e ENSAIOS GEOGRÁFICOS E EDUCAÇÃO. Filho de João José Pereira e Olga Maria dos Santos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou por escolas em Tangará da Serra(Mato Grosso) e Nova Olímpia(MT). Concluiu o secundário em Rondonópolis(MT). Em 1988, com 24 anos de idade, matricula-se no curso de Geografia, da Universidade Federal do Mato Grosso. Conclui o curso de Geografia em 1992, ingressando na Pós-Graduação da mesma Universidade em 1993, terminando em 1995. Em 1996, com 32 anos, começou o Mestrado em Planejamento Urbano, concluindo em 1999, na FAU/UNB. Tornou-se co-autor do Hino Oficial de Rondonópolis. Mudou-se para Araguaina(TO), em 2004, tornando-se Professor, por concurso, de Geografia da Universidade Federal do Tocantins(UFT), no Campus de Araguaina. Casou-se com Maria das Dores, com quem tem os filhos Edriadna Lispector e Cleidson Aires. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), Cadeira 22, tendo como Patrono Mario Quintana, hoje(2007), sob a Presidência de José Francisco da Silva Concesso. Em 2008, organizou o livro ENSAIOS DE GEOGRAFIA DO TOCANTINS, bem como CONSTRUINDO SABERES DE GEOGRAFIA DO TOCANTINS. Apesar de sua importância, não é referido em ARAGUAÍNA-40 ANOS(1958-1998), de Jauro José Studart Gurgel, não é lembrado em ARAGUAÍNA-HISTÓRIA E ATUALIDADE, de Claudivan Santiago não é mencionado no livro A POESIA MINEIRA NO SÉCULO XX(1998), de Assis Brasil, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ALBERTO TAMER, de Santos, São Paulo, 1932, escreveu, entre outros, “TRANSAMAZÔNICA-SOLUÇÃO PARA 2001”(1970), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando cada uma das cidades ao longo da Belém/Brasília, destacando-se Alvorada, Gurupi, Paraíso, Miranorte, Araguaína e outras. Após os estudos primários em sua terra natal, iniciou-se no jornalismo, em 1950, com 18 anos de idade. Em 1958, ingressou no jornal “O ESTADO DE SÃO PAULO”, onde é jornalista há mais de 20 anos, 13 dos quais, como Redator Econômico. Como Bolsista das Nações Unidas, estudou em Santiago(Chile), Nova Yorque (USA), Roma(Itália) e na FAO. Visitou a França e a Suiça. Lecionou jornalismo econômico na Faculdade Cásper Líbero(São Paulo) e na Faculdade de Comunicação de Santos. Seu livro foi o resultado de reportagens feitas para o jornal “O ESTADÃO”, em 1970, tentando mostrar como pessoas de diferentes partes do Brasil “fugiram da fome e pararam na miséria”, no seu dizer. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.


ALMECIDES PEREIRA DE ANDRADE, de Babaçulândia, norte de Goiás, hoje Tocantins, 27.11.1951, escreveu, entre outros, NAS LINHAS DO HORIZONTE(Prosa-2007), capa de José Gomes Sobrinho e revisão gramatical de Isabel Dias Neves-Belinha, pareceres de Mary Sônia Matos Valadares e Francisco Concesso, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de Eudóxia Pereira de Andrade e Raimundo Soares de Andrade. Após os estudos primários em sua terra natal, no Grupo Escolar Rui Barbosa, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Passou pelo Grupo Escolar Dr. José Feliciano Ferreira, pela Escola Paroquial Sagrado Coração de Jesus e Colégio Santa Cruz, todos de Araguaina. Foi Seminarista em Tocantinópolis. Transferiu-se para Brasília, iniciando-se no artesanato. Mudou-se para São Paulo, vinculando-se ao teatro amador. Em Mogi das Cruzes, interior paulista, bacharelou-se em Ciências Econômicas , pela Federação das Faculdades Brás Cubas. Nos anos 80, freqüentou os cursos livres da Universidade de Sorbonne, em Paris, na França. De volta ao Tocantins, ingressou na docência do Ensino Superior e Médio. Fundou a Associação Cultural de Araguaina, instalando o concurso PINTE SEU NATAL(hoje -2007-na 11ª edição). Em 1990, com 39 anos de idade, tornou-se Coordenador de Cultura do Estado do Tocantins. Em 1992, fez Pós-Graduação em Língua Portuguesa, na UNITINS. Em 2005, na Universidade Federal do Tocantins-UFT-fez especialização em Historia e Sociedade(tradições e inovações, além de memória e identidade do PATRIMONIO CULTURAL REGIONAL). Casou-se com Cícera Crispim dos Reis Andrade, com quem tem os filhos Luan e Lucas. Tem publicado crônicas, ensaios, contos e poesias, em jornais do Tocantins e de outros Estados. Comendador da Ordem do Mérito da Cultura do Estado. Cidadão Honorifico da Cidade de Palmas. Diploma da Associação dos Jornalistas do Tocantins. Diploma da Casa da Cultura CORA CORALINA, de Paraíso, Tocantins. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), sob a Presidência de José Francisco da Silva Concesso. No campo das Artes Plásticas, tem trabalhos em pintura, escultura em argila e pedra-sabão, bem como em gesso, realizados e vendidos em paises como França, Bélgica, Itália, Estados Unidos, Turquia, Alemanha e Japão. Trabalhos ainda não editados: RESGATE FELIZ(Poesias), A DIALOGICIDADE-ESSENCIA DA EDUCAÇÃO COMO PRÁTICA DA LIBERDADE(Monografia). É autor teatral de: O SAPO-Organização, Sabedoria e Poder(já encenado). Também Zói e Zuvido, Bipolar diferente de Loucura, Encenação(Teatro e Dança). Na área musical, tem poesias musicadas-autoria e composição. Professor de Francês, tem sido colaborador especial junto às atividades da Academia Tocantinense de Letras, na gestão de Mary Sônia Matos Valadares, Juarez Moreira Filho, de Isabel Dias Neves e atualmente(2007), na presidência de Eduardo Almeida. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ANGELA ISSA HAONAT, de Anápolis, Goiás, 16.09.1961, escreveu, entre outros, O DIREITO AMBIENTAL EM FACE DA QUALIDADE DE VIDA- EM BUSCA DO TRANSITO E DO TRANSPORTE SUSTENTÁVEIS, com apresentação de Consuelo Yatsuda Moromizato Yoshida, prefácio de Celso Antonio Pacheco Fiorillo, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de Antonio Issa e Nájla Issa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Anápolis, em 1984, com 23 anos de idade, onde foi aluna deste autor. Aperfeiçoamento em Direito do Trabalho .
Faculdade de Direito de Anápolis. Ano de finalização: 1985. Aperfeiçoamento em Atualização em Ciências Criminais . Centro de Estudos Criminais. Ano de finalização: 2001. Aperfeiçoamento em Direito Administrativo Contratual . Fundação Getulio Vargas - SP, FGV-SP, Brasil. Ano de finalização: 2003. Especialização em Magistério do Ensino Superior . (Carga Horária: 360h).
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil. Especialização em Direito Penal .
Escola Paulista de Magistratura. 2003. Especialização em MBA Internacional de Gestão Ambiental . (Carga Horária: 450h). Proenco do Brasil Ltda. 2003. Especialização em Direito Ambiental . (Carga Horária: 360h). Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo. 2003. Mestrado em Direito (Conceito CAPES 4). Universidade Metropolitana de Santos, UNIMES, Brasil. Título: O Direito ambiental em face da qualidade de vida. Em busca do trânsito e dos transportes sustentáveis, Ano de Obtenção: 2004. Orientador: Consuelo Yatsuda Moromizato Yoshida. 2004. Doutorado em andamento em Pós Graduação Stricto Sensu em Direito do Estado. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC/SP, Brasil.
Título: O professor como intérprete: a multirrefencialidade e complexidade do Ensino do Direito., Orientador: Maria Garcia. Casada com Hamilton Haonat, com quem tem os filhos José Junior e Antonio George. Professora Assistente na Universidade Federal do Tocantins, na Faculdade Católica do Tocantins e na Fundação Universidade do Tocantins em Palmas-TO. Endereço de seu Curriculum Vitae: http://lattes.cnpq.br/9421403351506139. Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

ANGELLY BERNARDO DE SOUSA, de Estreito, Maranhão, 23.07.1977, escreveu, entre outros, “O ABC DO CALOURO”(2001), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Matriculou-se na Faculdade de Direito de Colinas, até então mantida pela Fundação Universidade do Tocantins(UNITINS). Formou-se em Direito, na hoje FIESC(FACULDADE INTEGRADA DE ENSINO SUPERIOR DE COLINAS). Foi Presidente do Centro Acadêmico da Faculdade de Direito de Colinas, na gestão 1998 a 1999. Um dos fundadores da FEDERAÇÃO TOCANTINENSE DOS ESTUDANTES DE DIREITO, em Palmas, Tocantins, tendo sido Conselheiro Geral. Repórter do jornal “A FOLHA DO MARANHÃO DO SUL”, sediado em Carolina, Maranhão, tendo como Editor o jornalista Waldir Azevedo Braga. Premiado em vários concursos literários, entre os quais, I CONCURSO DE POESIA FALADA DA FIESC. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Intelectual, Memorialista. Ativista, Produtor Cultural, Espiritualista. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins. Participante de Congressos Jurídicos, dentre outros, Congresso Mundial de Direito Processual Civil, realizado em Recife, Pernambuco, em 1999. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Apesar de sua importância, não é convenientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho, em 2001, no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Mirador, Abril, Larousse, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3742&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br


ANTÔNIO CHRYSIPPO DE AGUIAR, de Teresina, Piauí, 20.06.1960, escreveu, entre outros, DIREITO CIVIL-COELHO RODRIGUES E A ORDEM DE SILÊNCIO(2006), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também se formou. Bacharelou-se em Direito, no campus de Colinas, pela Fundação Universidade do Tocantins. Fez Pós-Graduação, Lato Sensu, em Direito Civil e Processual Civil. É Assessor Jurídico no Tribunal de Contas do Estado do Tocantins. Casou-se com Wilma de Aguiar, com quem tem os filhos Chrysippo e Augusto. Irmão do Conselheiro do Tribunal de Contas, Severiano José Costa Andrade de Aguiar e também de Victor Andrade de Aguiar Filho. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil, no Tocantins. Seu livro foi lançado no Tribunal de Contas do Tocantins, no dia 22.03.2006, com apresentação do Desembargador Luis Gadotti e trata do projeto do Código Civil de Coelho Rodrigues, que, nomeado em 1890, terminou o trabalho em 1893, sendo, no entanto, seu projeto rejeitado. O Código Civil de Clóvis Beviláqua, aprovado em 1916, passou a vigorar em 1917. Antonio Coelho Rodrigues, como se sabe, nasceu na atual Picos, no Piauí, em 04.04.1846 e foi Prefeito do Rio de Janeiro, Deputado Provincial, Deputado Geral e Senador da República. Como Jurista, elaborou um projeto do Código Civil, avançadíssimo para a época, já que previa inclusive o DIVÓRCIO. Em virtude destes avanços, o projeto foi rejeitado, partindo-se para o projeto de Clóvis Beviláqua. Antonio Coelho Rodrigues faleceu em 01.04.1912, com 66 anos, em São Vicente, São Paulo, 5 anos antes da entrada em vigor do Código Civil de Clóvis Beviláqua, em 1917. Quanto ao autor do livro, ANTÔNIO CHRYSIPPO DE AGUIAR, este, teve também um parente ilustre que foi o médico Antônio Chrysippo de Aguiar, nascido em Teresina em 04.09.1896 e falecido em Salvador em 16.06.1960 e que foi Secretário da Fazenda no Piauí, além de Professor da Faculdade de Medicina da Bahia e Deputado Estadual. Era filho de Euvídio de Aguiar e Genoveva Lobão de Aguiar. Quanto ao atual Antonio Chrysippo de Aguiar, é Advogado, Pesquisador, Historiador, Poeta. Escritor, Ensaísta, Memorialista. Pensador, Intelectual, Literato. Ativista, Produtor Cultural, Cronista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Contista. Atende pelo e-mail chrysippoaguiar@hotmail.com Um pouco mais sobre ele: Antonio Chrysippo de Aguiar, nascido em 20/06/1960 na cidade de Teresina, Estado do Piauí, filho de Victor Andrade de Aguiar e Maria Alice C. Costandrade de Aguiar, cursou, parcialmente, os cursos de História e Agronomia na Universidade Federal do Piauí, e Letras na Universiade Estadual daquele mesmo Estado. Concluiu o curso de Direito na Universadade do Tocantins. Em decorrência de sua participação no 1º e 2º Concurso SESI de Poesia teve as poesias "Semeador de Horizontes" e "Poeta" publicadas nas Antologias Poéticas referentes àqueles concursos. Publicou o livro Direito Civil – Coelho Rodrigues e a Ordem de Silêncio em 2006. Apesar de sua importância, não é mencionado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto. Não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ANTÔNIO COSTA AIRES, de Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins, 13.10.1951, produziu, entre outros, “WWW.DNO.COM.BR”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de José Póvoa Aires e Mariá Alencar Costa. Sua mãe Mariá é filha de Coquelin Leal Costa(Conceição do Norte) e Francisca Alencar(Barreiras). Quanto a Antônio Costa Aires, fez o curso primário e ginasial em Dianópolis. Casou-se com Maria de Fátima Wolney Cavalcante, filha de Liberato Aires Cavalcante e Mariazinha Wolney Correa de Melo, com quem teve três filhos(Juliana Wolney Cavalcante Aires(27), José Póvoa Aires Neto(25) e Ana Maria Alencar Wolney Cavalcante Aires(18). Com o passar do tempo, mudou-se para Palmas, Tocantins, onde se tornou, por concurso público, Técnico Judiciário da Justiça Federal. Em 2006, na Universidade Federal do Tocantins, deverá concluir o curso de Administração de Empresas. Sua esposa, Maria de Fátima(cantora) tem gravado o CD DIANÓPOLIS-TERRA DO OURO E TRADIÇÃO, juntamente com Berinha, dupla conhecida como “Fátima&Berinha”. Quanto a Antonio Costa Aires é especialista em informática e multimídia. Mencionado em diferentes livros, entre os quais, HISTORIOLOGIA(Genealogia), de Osvaldo Rodrigues Póvoa. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou ainda www.mariomartins.com.br

ANTONIO LIBERAC CARDOSO SIMÕES PIRES, de Bagé, Rio Grande do Sul, 13.06.1962, escreveu, entre outros, AS ASSOCIAÇÕES DOS HOMENS DE COR E A IMPRENSA NEGRA PAULISTA-MOVIMENTOS NEGROS-CULTURA E POLITICA NO BRASIL REPUBLICANO-1915/1945(Belo Horizonte, Editora Daliana, 2006), com apresentação de Euripedes Antonio Funes, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de Waldomiro Francisco Simões Pires e Joana Maria Cardoso Simões Pires. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1991, com 28 anos, graduou-se em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, como bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico(CNPq). Em 1993, fez Especialização em Antropologia na Universidade Federal do Rio de Janeiro, como bolsista da Fundação Ford. Em 1995, concluiu Mestrado em Historia, na Universidade Estadual de Campinas(UNICAMP), como bolsista do Conselho Nacional de Desenvolvimento Cientifico e Tecnológico(CNPq). Em 2001, concluiu Doutorado em História, na Universidade Estadual de Campinas(UNICAMP), como bolsista da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo, sob a orientação de Sidney Chalhoub, com a tese: MOVIMENTOS DA CULTURA AFRO-BRASILEIRA- A FORMAÇÃO HISTORICA DA CAPOEIRA CONTEMPORANEA(1890/1950). Foi professor adjunto da Fundação Universidade Federal do Tocantins (1999 a 2006). Atualmente(2009) é professor adjunto de História da Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Tem experiência na área de História, com ênfase em História do Brasil República, atuando principalmente nos seguintes temas: cultura negra, cultura popular, capoeira, campesinato negro e história social. Seu Curriculum completo, embora não conste nome de pai e de mãe, nem data de nascimento está em http://lattes.cnpq.br/6679456610381903. Apesar de sua importância, não é citado em QUEM É QUEM NA NEGRITUDE BRASILEIRA(Brasília, SNDHMJ, 1998), de Eduardo Oliveira, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ANTONIO REZENDE FILHO, de Araguaina, Goiás, hoje Tocantins, 10.04.1964, escreveu, entre outros, ACERTO DE CONTAS(2007), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 16 anos de idade, no inicio de 1980, mudou-se para São Luis, Maranhão. Na Universidade Federal do Maranhão, formou-se em Letras e Comunicação Social(Jornalismo). Tornou-se Professor de Literatura, Gramática e Redação em escolas particulares. Colaborou nos suplementos culturais dos jornais O IMPARCIAL, O ESTADO DO MARANHÃO e GUARNICÊ. Junto com outros, fundou a AKADEMIA DOS PÁRIAS, que editava a revista “UNS & OUTROS”. Fundou o “POEME-SE” que editava poesia em camiseta, cartão, cartaz, etc. Retornou a Araguaina e montou um curso Pré-Vestibular. Em seguida, dedicou-se ao jornalismo. Começou na TV ARAGUAINA(SBT), de propriedade do Senador Benedito Vicente Ferreira. Foi repórter da TV ANHANGUERA e correspondente do JORNAL DO TOCANTINS. Em 1994, fundou o jornal FOLHA DE ARAGUAINA. Recebeu o titulo de “persona non grata”, da Câmara Municipal de Araguaina. Em 1996, foi eleito vereador, o segundo mais votado. Foi Assessor de Imprensa do Prefeito de Araguaina Paulo Sidnei. Em 1998, foi candidato a Deputado Estadual, mas não se elegeu. Em 2000, mudou-se para Palmas como Diretor de Comunicação da Câmara Municipal, a convite de Eduardo Gomes. É mencionado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, mas não é suficientemente referido no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Apesar de sua importância não é mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ARAGUACY DUAILIBE LUSTOSA, de Araguaçu, Goiás, hoje Tocantins, 07.01.1961, escreveu, entre outros, HISTÓRIA DE VIDA-HISTÓRIA POLITICA ADMINISTRATIVA DE ARAGUAÇU(2006), com prefácio de Fernanda Lustosa Novaes Colino, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Filho de Tertuliano Corado Lustosa e Bárbara Duailibe Lustosa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o primário em Taguatinga, Distrito Federal. Terminou o ginásio no Colégio Zizi Caiado, de Araguaçu. Fez o científico no CETN TAGUATINGA. Casou-se com Silvanete Almeida de Aguiar Lustosa, com quem tem Isabella Carolina, Jocilene, Millena Mara e Bárbara Maria. Entre 83 e 85, foi Assessor Parlamentar da Câmara Municipal de Goiânia. Entre 86 e 87, foi Diretor do Detran de Araguaçu. Entre 88 e 89, foi fiscal de Auto-Escolas no Detran de Goiânia. Em 1990, trabalhou no Detran de Porangatu. Em 1992, foi Chefe de Gabinete do Instituto de Previdência e Assistência do Estado do Tocantins(IPETINS). Em 1999, foi Vereador de Sandolandia, Tocantins. Em 2006, com 45 anos de idade, foi Chefe do Registro Nacional de Habilitação-RENACH- Porangatu, Goiás. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ARICEYA DE FREITAS(AMARAL), de Porto Franco, Maranhão, 1946, escreveu, entre outros, FRAGMENTOS(Gurupi, Veloso, 2006), com apresentação de Ana Mary Freitas Aires, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Pedagogia, pela FAFICH, Gurupi. Pós-Graduada em Planejamento Escolar pela Universidade Salgado de Oliveira. Diretora da Escola Estadual José Seabra Lemos, de Gurupi. Participação no ANUARIO DE POETAS E ESCRITORES DE GURUPI. Apesar de sua importância, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ARLINDO NOBRE DA SILVA, de Brejinho de Nazaré, Tocantins, abril de 1976, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DE UM SURDO- PÓS-MENINGITE, com prefácio de Paulo Henrique Costa Matos, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Com DEFICIENCIA de audição, terminou o ensino médio na Escola Estadual arco-íris, em Goiânia. Em 2003, com 27 anos de idade, concluiu Inglês, na Escola Fisk, de Goiânia. Com 31 anos, em 2007, terminou o curso de Direito na Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas. Foi Assistente Administrativo do SESC(Serviço Social do Comercio). Mediante concurso público, tornou-se Técnico Judiciário, do TRE(Tribunal Regional Eleitoral) do Tocantins. Casado, tem uma filha de 7(sete) anos. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ARNALDO CORREIA DOS SANTOS, de Jussara, Bahia, 08. 09. 1966, escreveu, entre outros, CUMPRIMENTANDO O BRASIL, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Mudou-se para Palmas, onde tem sido pedreiro, carpinteiro, encanador e eletricista. Em 2004, foi Vice-Presidente da Associação de Moradores do Jardim Aureny IV. Em 2001, criou o GRUPO GUERREIROS CONTRA A DENGUE. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ARY CARLOS MOURA CARDOSO, de Sambaíba, Maranhão, 17.02.1962, escreveu, entre outros, “E ELE PASSOU POR AQUI”(Flávio R. Kothe), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Mauro Cardoso dos Santos e Carmozina Cardoso. Mudou-se para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, com um ano de idade. Após os estudos primário e ginasial, no Colégio Alfredo Nasser, de Araguaína, matriculou-se no Colégio Batista Fluminense, do Rio de Janeiro, onde terminou o curso secundário. No Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil, no Rio, fez o curso de Teologia. Na Universidade Gama Filho, concluiu o curso de Letras. Na Universidade do Estado do Rio de Janeiro(UERJ), estudou Filosofia. Especializou-se em História da Filosofia e também na área de Administração em Educação. Em 1992, retornou a Araguaína, tornando-se Professor da Rede Estadual de Ensino e da Universidade do Tocantins (UNITINS). É proprietário da melhor Biblioteca Particular de Araguaína, onde se encontram livros raríssimos sobre as mais diversas áreas do saber humano. Atualmente(2001), é aluno do Curso de Mestrado em Literatura, da Universidade Nacional de Brasília (UNB). Articulista de diferentes jornais e revistas, entre os quais, JORNAL DO TOCANTINS. FORMAÇÃO ACADÊMICA: Mestre em Literatura – Universidade de Brasília (UnB). Tese aprovada com louvor. Ano de conclusão – 2003. Pós-Graduação em Literatura Brasileira – Universidade de Brasília (UnB). Ano de conclusão – 2002. Pós-Graduação em História da Filosofia – Universidade Gama Filho – Rio de Janeiro - RJ. Ano de conclusão – 1994. Pós-Graduação em Administração da Educação: Políticas, Planejamento e Gestão – Universidade de Brasília (UnB). Ano de conclusão – 1992. Bacharelado e Licenciatura Plena em Letras – P/L – Universidade Gama Filho – Rio de Janeiro - RJ. Ano de conclusão – 1991. Filosofia – Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – Rio de Janeiro. Obs. Parcial – 1991. Teologia – Seminário Teológico Batista do Sul do Brasil (STBSB) – Rio de Janeiro – RJ. Obs.: Parcial – 1988. Direito – Faculdade de Direito de Campos – Rio de Janeiro. Obs.: Parcial – 1985. Técnico em Patologia Clínica – Colégio Batista Fluminense – Rio de Janeiro. Ano de conclusão – 1981.Participa de cinco antologias, por concurso, da editora Litteris, do Rio de Janeiro, com os seguintes trabalhos: “Candelária” – antologia “Nas Asas da Imaginação”; “Da Necessidade do Terceiro Olho” – antologia “Diário do Escritor 2003”; “Caminhos Por Onde Andei”; “RMOA” – antologia “Poesias de Amor Para Sempre”, “O Poema”, antologia “Talentos De Um Novo Tempo” e “Triunfará a Paz” Antologia “Palavras para o Coração”. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Literato, Intelectual, Ativista. Produtor Cultural, Memorialista, Polemista. Idealista, Visionário, Educador. Multimídia, Comunicador, Entusiasta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Associação dos Docentes da UNITINS. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Tornou-se membro da Academia Virtual Brasileira de Letras, Cadeira 488, tendo como Patrono Flávio R. Kothe. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CARLOS DE BAYMA(Carlos Soares de Bayma), de Coroatá, Maranhão, 1974, escreveu, entre outros, O ARQUIPÉLAGO(POESIAS-2003), com prefácio de José Gomes Sobrinho, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também ACERCA DA SORTE E MISTÉRIO DE CURIMBÃ(Contos-2005). Após os estudos primários em sua terra adotiva, Imperatriz, para onde se mudou com dois anos de idade, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Teresinha de Jesus Soares Bayma. Além do Ensino Médio, cursou também Contabilidade, em Imperatriz. Transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins, tendo se formado em Comunicação Social, na Universidade do Tocantins(UNITINS), em 2001. Professor da Rede Municipal de Palmas, lotado na Escola Municipal Carlos Drummond de Andrade. Escreveu também O MENINO INCENDIÁRIO(POESIAS), PAISAGENS DO BRASIL(CONTOS), ESBOÇO TERRA OU NOVELA URBANA E O GUIA DO NOVO MUNDO, dedicando vários poemas a Van Gogh. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, editada em 2003, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


CARLOS DINIZ GALINDO, de Pedra(20 km de Arcoverde), Pernambuco, 14.01.1976, escreveu, entre outros, AS MULHERES NÃO SÃO COMO ELES DIZEM(Reflexões, 2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Casou-se com Cristiane, funcionária do Tribunal de Contas do Tocantins, com quem tem uma filha. Cristiane é filha de Daltro Bezerra Gomes e da escritora de Paranã, Cleusa Benevides Bezerra, membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 20. Quanto a Carlos Diniz tornou-se Técnico em Conservação e Manutenção de Bens Patrimoniais Históricos, título concedido pelo Conselho Internacional de Monumentos e Sítios Arqueológicos-ICOMOS/BRASIL, 2001. Juntamente com a equipe do IPHAN, realizou descobertas de pinturas antigas na Antiga Igreja Jesuíta de Belém, em São Félix, na Bahia. Com o passar do tempo, tornou-se ARTISTA PLÁSTICO, tendo feito Exposição Individual na Galeria Mauro Cunha, da Fundação Cultural do Estado do Tocantins, em 11.03.2008, quando também lançou o seu livro AS MULHERES NÃO SÃO COMO ELES DIZEM. Passou a residir em Palmas, Tocantins, em 1993, onde desenvolve suas atividades artísticas e literárias. Sobre ele, escreveu a jornalista Lenna Borges, no JORNAL DO TOCANTINS(Palmas, 11.03.2008), sob o titulo ARTES PLASTICAS E LITERATURA DE CARLOS DINIZ. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CARLOS GOMES LEITÃO(Coronel Leitão), de Caxias, Maranhão, 1835. Era neto do chefe político da região Francisco Germano da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, onde também aprendeu a ler e a escrever, nunca mais estudou. Seguiu a carreira do avô, tornando-se político. Durante muitos anos fez política no Maranhão, passando por diferentes cidades do Estado.

Por volta de 1880, quando tinha 45 anos de idade, mudou-se para Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis). Em 1881, quando Leopoldo de Bulhões ganhou para Deputado Geral, sua vitória só se consumou com os votos de Boa Vista do Tocantins e foi creditada aos votos comprados pelo Coronel Leitão que passou a receber apoio de(Bulhões) e do Partido Liberal.

Começou então o Coronel uma campanha para que a cidade de Boa Vista do Tocantins fosse anexada ao Maranhão, por ser muito longe de Goiás Velho, antiga Capital de Goiás. Essa campanha não agradava aos padres. Frei Francisco de Monsavito foi logo a Goiás Velho e trouxe de lá um Jornal, segundo o qual o Coronel Leitão pertencia à Maçonaria. Leu o jornal no púlpito da Igreja e excomungou o Coronel que passou a perder seus companheiros de luta.

Era o início da PRIMEIRA REVOLUÇÃO DE BOA VISTA. Antes, em 1862, seu avô Francisco Germano da Silva que residia em Boa Vista, tinha deposto o Juiz Manuel Cardoso de Miranda, tomando o poder político do Município.

O Coronel Leitão, seu neto, quis fazer a mesma coisa. Em 1890, foi Chefe da Coletoria Estadual. Em 1891, foi eleito Deputado Constituinte, com assento no Rio de Janeiro, após a Proclamação da República(1889).

Quando chegou em Boa Vista do Tocantins, o novo juiz, o pernambucano Dr. Henrique Hermeto Martins tratou logo de dar andamento no processo em que fora vítima a mulher de Cláudio Gouveia, contrariando os interesses do Coronel Leitão que queria se apossar da Fazenda Cordilheira, o que fez, num leilão forçado, pelo preço de 30 cabeças de gado.

Como esse valor ínfimo era um escândalo para a época, o Frei Gil Villanova escreveu um artigo para o Jornal FOLHA DO NORTE, de Porto Nacional, denunciando a compra da Fazenda pelo Coronel.


É que, como se argumentava que Cláudio Gouveia tinha matado a mulher para ficar com a Fazenda e que, sendo CONDENADO pelo Júri Popular, não poderia entrar como herdeiro, mas se fosse ABSOLVIDO, seria o herdeiro natural, o que não era interessante para o Coronel que já tinha comprado a Fazenda, num leilão totalmente irregular.

Com o júri marcado para 29.02.1892 que iria alterar a compra da Fazenda Cordilheira, o Coronel Leitão partiu para expulsar o Juiz da Comarca, mas não conseguiu e o júri foi realizado, com o apoio do cearense Coronel Francisco de Salles Maciel Perna, sendo Cláudio Gouveia ABSOLVIDO e tornando-se, por conseqüência, o herdeiro natural da dita Fazenda, com o leilão anulado.

O Coronel Leitão continuou a juntar homens e armas. Boa Vista do Tocantins tinha na época(1892) menos de mil habitantes. No dia 31.03.1892, o Coronel Leitão tentou mais uma vez tomar a cidade e a luta permaneceu até o dia 01.04.1892.


Nos dias seguintes, o Coronel Leitão que estava escondido na “Barra do Mombuca”, fugiu para Porto Nacional, onde chegou, montado a cavalo, no dia 22.04. De lá seguiu para Goiás Velho, onde chegou em maio de 1892.

Novamente reuniu homens e atacou Boa Vista no dia 13.08.1892, mas foi derrotado. Seus jagunços eram também chamados de MOCÓS. Nos anos seguintes, fez novas tentativas de invadir a cidade, mas sem sucesso. Estava terminada, conforme Palacin, a PRIMEIRA REVOLUÇÃO DE BOA VISTA DO TOCANTINS.


Desiludido, desceu o Rio Tocantins e em 1895, tornou-se o fundador de Itacaiúnas(Bairro do Cabelo Seco) que deu origem a MARABÁ, hoje no Pará.


Em 13.04.1903, atacado pela MALÁRIA e em situação de penúria, terminou por falecer em Marabá, onde foi sepultado, com apenas 68 anos de idade.


Para apurar os fatos, o Presidente do Estado de Goiás, José Ignácio Xavier de Brito, mandou o Desembargador Coriolano Augusto de Loyola, em maio de 1895, fazer o Inquérito, em cujo relatório, feito em Filadélfia, sugeriu que, diante do grande número de criminosos, era mais conveniente que se concedesse uma ANISTIA GERAL.


Sobre o Coronel Leitão, dezenas de livros foram escritos, entre os quais: O CRIME DO CORONEL LEITÃO, de Ignácio Xavier da Silva(1935), A ESFINGE DO GRAJAÚ, de Dunshee de Abranches(1959), O SERTÃO, de Carlota Carvalho(1924), ENTRE SERTANEJOS E INDIOS DO NORTE, de José Maria Audrin(1946).


Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.


É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou
www.mariomartins.com.br


CARLOS PATROCÍNIO (CARLOS DO PATROCÍNIO SILVEIRA), de Monte Azul, Minas Gerais, 01.07.1942, escreveu, entre outros, “MANUAL DA MICROEMPRESA”, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “ATUAÇÃO PARLAMENTAR”. Fez o curso de Aspirante Oficial R2, no CPOR, de Belo Horizonte, em Minas Gerais. Formou-se Médico pela Faculdade de Medicina, da Universidade Federal do Triângulo Mineiro, em 1967. Mudou-se para Araguaína, Goiás, hoje Tocantins, em 1970, tornando-se Médico Coordenador da Previdência Social. Fundador e ex-Presidente do Hospital das Clínicas de Araguaína, em 1974. Juntamente com outros, fundou e presidiu o Rotary Club de Araguaína, em 1977. Fundador e Presidente da Associação Médica de Goiás, regional de Araguaína, em 1978. Diretor do Posto de Assistência Médica do INAMPS, em 1985. Foi eleito SENADOR DA REPÚBLICA, pelo Estado do Tocantins, em 1989, devendo permanecer até o ano 2003. Fazendeiro, Agropecuarista. Escritor, Poeta, Ensaísta. Pesquisador, Produtor Cultural, Professor. Cronista, Contista, Literato. Pensador, Ativista, Memorialista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro SENADORES DO TOCANTINS, de Maria Helena Ruy Ferreira. Membro de diferentes agremiações sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Medicina, Associação Médica do Tocantins, Country Club e Rotary Club de Araguaína. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Atualmente(2000), é um dos baluartes do Futebol Tocantinense, sendo, inclusive, um dos Diretores da Federação. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.


CARMEVALDO GOMES LEAL, de Natividade, Goiás, hoje Tocantins, 17.01.1952, escreveu, entre outros, NOSSO POVO, NOSSA TERRA, NOSSA HISTÓRIA- HISTÓRIA DE PEIXE(2009-VERSOS), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de José Alves Leal e Elza Gomes Leal. Em 1964, com 12 anos de idade, terminou o primário em Peixe. Em 1965, foi para Anápolis, Goiás, onde trabalhou e estudou. Durante muitos anos foi funcionário da CELG(Centrais Elétricas de Goiás). Em 1981, com 29 anos, mudou-se para Gurupi. Retornou para Peixe em 1985, onde reside. Casado, tem quatro filhos. Cordelista. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

CASAGRANDE (OSMAR CASA GRANDE CAMPOS), de Presidente Epitácio, São Paulo, 08.12.1956, escreveu, entre outros, “RETALHOS”(CONTOS), “CONEXÃO VIDA”(ENSAIO), sem dados biográficos completos. Filho de Álvaro Campos e Florice Casagrande. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduou-se em COMUNICAÇÃO SOCIAL, com habilitação em Publicidade e Propaganda, nas Faculdades Integradas “Alcântara Machado”, de São Paulo, em 1980. Casou-se em 1984 com Izilda Ciribelli Campos, com quem teve os filhos Paulo Felipe, Carlos Eduardo e Álvaro Antônio, todos “de Abranches Campos”. Fez cursos de Esperanto, Teatro, Saúde e Fotografia, além de Propaganda e Marketing. Residente em Palmas, no Tocantins, onde desenvolve suas atividades profissionais e literárias. Um dos fundadores da Academia Palmense de Letras. Jornalista, Escritor. Poeta, Professor, Memorialista. Ensaísta, Pesquisador, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Articulista. Detentor do Prêmio Bolsa de Publicações “MAXIMIANO DA MATA TEIXEIRA”. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, União Brasileira de Escritores do Tocantins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Foi candidato à Cadeira 29, da Academia Tocantinense de Letras(Cadeira do José Gomes Sobrinho), tendo sido eleito Odir Rocha que tomou posse no dia 08.04.2005, no auditório da Assembléia Legislativa do Tocantins. Com a ida do Doutor Odir Rocha para a Secretaria Municipal de Cultura(Governo do Prefeito Raul Filho), OSMAR CASAGRANDE tornou-se seu Assessor Especial. Ultimamente(2009), tem trabalhado na Fundação Cultural do Estado do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




CÉLIO BENVINDO, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1980, escreveu, entre outros, PEDAÇOS DE MIM, com apresentação de Ivan Cupertino, notas de orelha de Fátima Medina e Ezirlene Ávila, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Filosofia, pela FAFIC, da Paraíba. Cursou Letras, na ULBRA de Palmas. Tornou-se Funcionário Público. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


CÉLIO PEDREIRA(Raimundo Célio Pedreira), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 13.04.1959, escreveu, entre outros, “PORTA”(POEMAS), "SAUDE E COMUNIDADE-ORIENTADOR PARA ESTUDO"(2006), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados, o primeiro, com observações de José Gomes Sobrinho, Eliseu Ribeiro Lira, Éverton dos Andes e Eder Barbosa. Filho de Raimundo do Espírito Santo Pedreira e Imelda Pereira Pedreira. Após os estudos primários em sua terra natal, nos Colégios Irmã Aspázia e Sagrado Coração de Jesus, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o segundo grau no Colégio Pio XII, de Juiz de Fora, Minas Gerais. Com o passar do tempo, formou-se em Farmácia, Bioquímica e Medicina. Fez parte de diversos grupos culturais em Porto Nacional. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Regional de Medicina, Conselho Regional de Farmácia e Conselho Regional de Bioquímicos. Médico do Hospital Comunitário de Porto Nacional e também de Palmas. Professor da Faculdade de Farmácia da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Orador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Professor Universitário. Médico, Farmacêutico, Bioquímico. Diretor de Saúde da ONG POTE DE BARRO, Vice-Presidente da Sociedade Brasileira de Médicos Escritores(Tocantins), Professor do IESPEN, mantenedor, entre outros, da Faculdade de Medicina de Porto Nacional. Vinculado à INTERNET, com o e-mail: c.pedreira@uol.com.br Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



CÉSAR HALUM(César Hanna Halum), de Anápolis, Goiás, 10.03.1954, escreveu, entre outros, MUNICÍPIOS TOCANTINENSES-SUAS ORIGENS, SEUS NOMES(Palmas, Provisão, 2008), prefácio de Ruy Rodrigues da Silva, pesquisa e revisão Daniel Rodrigues, com dados biográficos completos. Filho de Nahim Hanna Halum e Geny Elias Halum. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1979, com 25 anos de idade, formou-se em Medicina Veterinária, pela Universidade Federal de Goiás. Quando estudante em Goiânia, foi Professor de Química e Biologia. Como seu pai e seu irmão Fernando Halum, em 1972, mudaram-se para Araguaína, antigo norte de Goiás, com a finalidade de estabelecer comércio, César Halum começou a visitar a região, na época em que a Rodovia Belém/Brasília ainda não era asfaltada, ainda se morria de malária e a energia elétrica era produzida por grupos-geradores. Em 1980, com 26 anos de idade e já Medico Veterinário, mudou-se para Araguaína, como Chefe do Escritório da Secretaria da Agricultura de Goiás. Tornou-se também Professor de Biologia e Química. Apoiou os esportes de todas as formas e dedicou-se a trabalhos sociais. Foi eleito Presidente do Rotary Clube. Casou-se com Grácia, com quem tem os filhos Flávia, César Henrique e Fernanda. Em 1988, com 34 anos de idade, foi eleito Vereador por Araguaína. Continuou trabalhando como Médico Veterinário e Administrador de Empresa. Em 1995, com 41 anos, foi Diretor Estadual de Industria, Comercio e Turismo, em Palmas. Entre 1995/1996 foi Presidente do Grupo de Desestatização do Estado. Entre março e dezembro de 1996, foi Interventor no Município de Araguaína. Entre 1999/2001, foi Presidente do Instituto de Desenvolvimento Rural do Tocantins(RURALTINS). Em 2002, com 48 anos de idade, foi eleito Deputado Estadual(9.649 votos) pelo PFL(DEMOCRATAS), tendo sido Presidente da Assembléia Legislativa do Tocantins. Em 2006, com 52 anos, foi reeleito Deputado Estadual(17.290 votos), pelo DEMOCRATAS. Foi Presidente da Comissão Permanente de Finanças, Orçamento, Fiscalização e Controle da Assembléia Legislativa. Atualmente(2008), é Presidente da UNALE(União Nacional dos Legislativos Estaduais). Foi Conselheiro do SEBRAE Tocantins. Conselheiro do SESI(Serviço Social da Industria). Diretor da FECOMERCIO(Federação do Comercio do Estado do Tocantins). Ao lado do livro de Otávio Barros(ANUÁRIO DO TOCANTINS 2000, que também descreve cada municipio), seu livro é uma excelente contribuição para se conhecer melhor todos os municípios tocantinenses, incluindo fotografia da sede, origem do nome, distancia de Palmas, atrações turísticas e dezenas de outras informações históricas relevantes. MUNICÍPIOS TOCANTINENSES-SUAS ORIGENS, SEUS NOMES, foi lançado no Auditório do Palácio Araguaia(Palácio do Governo), em Palmas, no dia 11.06.2008, com a presença do Governador Marcelo Miranda e centenas de autoridades. Na página 118, há referencia a este autor que também escreveu sobre Conceição Tocantins, em seu artigo “QUEM FOI ABÍLIO WOLNEY”, in www.mariomartins.com.br, bem como no seu DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS(Rio de Janeiro, Máster, 2001) e RETRATO DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS(Goiânia, Kelps, 2005). Apesar de sua importância, César Halum não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas, e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL-Letra C, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.mariomartins.com.br




CICINATO MENDES DA SILVA, de Tanques, Balsas, Maranhão, 24.01.1948. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou.


Mudou-se para Porto Nacional, tornando-se aluno do Seminário Menor São José que fora criado em 1922, pelo Frei José Maria Audrin . Com o passar do tempo, transferiu-se para Juiz de Fora, em Minas Gerais, ali completando os estudos superiores de Teologia e Filosofia.


Durante 8(oito) anos, de 1978 a 1986, foi Padre em Tocantinia e Miracema. Exerceu a função de professor em várias cidades, entre as quais, Miranorte.


Casou-se com Almira Alves Mendes, natural de Floriano, Piauí, com quem tem os filhos Saulo Alves Mendes(20 anos), Sarah Alves Mendes(16 anos) e Sávio Alves Mendes(14 anos).


Quando da instalação da Academia Tocantinense de Letras, no dia 02 de março de 1991, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, de Porto Nacional, o Professor Cicinato que na época estava com 43 anos, recusou o convite dos fundadores(Ana Braga, Juarez e Liberato) da Academia para assumir a Cadeira 10, não ficando as razões para tal recusa mencionadas na Ata. O Academico José Cardeal dos Santos, no entanto, entende qua as dificuldades financeiras levaram o Professor Cicinato a não aceitar o convite da Academia. Sobre Cicinato, diz Juarez em seu livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, em nota de rodapé: "O emérito Prof. Cicinato Mendes da Silva chegou a vestir e a tirar fotografias com o SPENCER(casaco curto) da Academia, mas não chegou a tomar posse, como se pode constatar na Ata de instalação da Academia".


Esta cadeira só foi ocupada em 17.09.1992, por Durval da Cunha Godinho que tomou posse também em Porto Nacional, tendo como Patrono o Frei Antônio de Ganges, que, sendo de Messina, na Itália(10.12.1835), foi vigário em Porto Nacional e foi sepultado no interior da Igreja Matriz de Tocantínia(Piabanha), no dia 01.03.1900.


Com o passar dos anos e a criação do Estado do Tocantins, em 05.10.1988, o Professor Cicinato tornou-se Coordenador de Recursos Humanos da Assembléia Legislativa do Tocantins. Foi Secretário da Educação, num dos governos de Siqueira Campos. Sua esposa, Almira Alves Mendes, é funcionária do Tribunal de Contas do Tocantins, lotada no Gabinete do Conselheiro Napoleão.


Quanto ao professor Cicinato, é também membro do Conselho Diretor da UNITINS(UNIVERSIDADE DO TOCANTINS). É professor de Filosofia do CEULP/ULBRA(UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL), em Palmas.


Atualmente(2004), é Presidente do Conselho Estadual de Educação do Tocantins.


Apesar de sua importância, não é mencionado em nenhum dos livros que tratam da História do Tocantins, sejam eles didáticos ou literários.


Assim, não é referido em “DOM ALANO-O MISSIONÁRIO DO TOCANTINS”, de Pedro Pereira Piagem e Cícero José de Souza. Não é mencionado no livro “UMA UNIVERSIDADE PARA O TOCANTINS”, de Maria do Rosário Cassimiro. Não é focalizado em “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Povoa, bem como em “PADRE LUSO-TESTEMUNHO DE UMA VIDA CRISTÔ, de Márcia Costa.


Não é encontrado em “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros. Não é citado em “VOZES DA CONSOLIDAÇÃO”, de Luiz de Carvalho. Não está presente em “TOCANTINS-EU TAMBÉM CRIEI”, de José Carlos Leitão. Não é encontrado em SOCIEDADE TOCANTINENSE, de Rosânia França Sarmento. Não é referido em HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL, de Durval Godinho. Não é mencionado em GEOGRAFIA DO TOCANTINS, de Maria de Lourdes Antonio Cavalcante.


Não é lembrado em CONHECENDO O TOCANTINS-HISTÓRIA E GEOGRAFIA, de Júnio Batista do Nascimento. Não é citado em O DISCURSO AUTONOMISTA DO TOCANTINS, de Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante. Não é focalizado em FUNDAMENTOS HISTÓRICOS DO ESTADO DO TOCANTINS, de Temis Gomes Parente. Não é relembrado em HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva.


Embora não tenha sido mencionado em nenhum dos livros acima e nem em colunas sociais e jornais, é tido como um dos nomes mais importantes da estrutura educacional do Estado, eis que PRESIDENTE DO CONSELHO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DO TOCANTINS, o Órgão mais poderoso em toda a estrutura do sistema de Educação do Estado, sendo ele que autoriza ou não a CRIAÇÃO DE NOVAS FACULDADES(Relembre-se o caso FIESPEN, de Porto Nacional).


É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3259&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br.


CLEBER TOLEDO, de Pereira Barreto, São Paulo, 12.04.1970, produziu, entre outros, WWW.CLEBERTOLEDO.COM.BR-JORNALISMO DE QUALIDADE E CREDIBILIDADE, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação Social(Jornalismo), na Universidade do Oeste Paulista(UNOESTE), de Presidente Prudente, São Paulo. Por volta de 1990, com cerca de 20 anos de idade, iniciou-se no jornalismo nos jornais do Paraná e de São Paulo. Mudou-se para Palmas, tornando-se jornalista do JORNAL DO TOCANTINS, tendo exercido as principais funções de redação, desde a pauta até à edição. Foi Professor do curso de Publicidade e Propaganda, das Faculdades Objetivo. Em 2003, tornou-se Professor do Centro Universitário Luterano de Palmas(CEULP/ULBRA), lecionando nos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda. Profissional atuante da imprensa tocantinense. Como Editor-Executivo do JORNAL DO TOCANTINS, criou o BLOG Tempo Real, veículo independente que promoveu importantes debates sobre temas de interesse da sociedade tocantinense. Ainda no JORNAL DO TOCANTINS, assinou a principal coluna política do Estado- ANTENA LIGADA. Foi comentarista de política da TV Bandeirantes/Girassol, em Palmas, e colaborador de diversos jornais e revistas do Tocantins. Nos últimos tempos, passou a comandar o seu próprio site WWW.CLEBERTOLEDO.COM.BR, onde faz jornalismo de qualidade e credibilidade. Seu site é constituído de PÁGINA INICIAL, FALE COM CLEBER TOLEDO, MÍDIA KIT, ARTIGOS, TRIBUNA VIRTUAL, EDIÇÕES ANTERIORES, EXPEDIENTE E NEWSLETTER. Jornalista profissional, sob o número Mtb 33.541/SP. Atende pelo e-mail darley@clebertoledo.com.br. Apesar de sua importância, não é referido na HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva, não é mencionado em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS(2000), de Luiz de Carvalho ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


CLEITON SOUZA DO AMARAL, de Lizarda, Goiás, hoje Tocantins, 11.06.1948, escreveu, entre outros, “RETROSPECTIVA HISTÓRICA DE NOVO ACORDO”(1996), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Mudou-se para Novo Acordo, norte de Goiás, hoje Tocantins, em 1950. Após os estudos primários, matriculou-se em vários seminários católicos, entre os quais, Seminário Redentorista de Pedro Afonso e Porto Nacional, mas não seguiu a carreira eclesiástica. Com o passar do tempo, tornou-se Cabo da Força Aérea Brasileira(FAB). Transferiu-se para Alto Parnaíba, Maranhão, onde se tornou Vereador, chegando a Presidente da Câmara Municipal. Retornando à sua terra adotiva, fez-se Oficial do Cartório de Registro Civil de Novo Acordo, onde permanece até hoje. Cartorário, Político, Idealista. Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Intelectual, Visionário, Produtor Cultural. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.



DAMASCENO(Francisco Erasmo Pereira Damasceno), do Ceará, 1950. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, na Rua do Príncipe(onde o autor destas notas foi professor de Pesquisa Social, em 1973). Foi Repórter de Radio e de Jornal, durante 10(dez) anos. No dia 23.09.1991, chegou em Palmas, de onde não mais saiu. Inicialmente, fez “bico” como “assessor jurídico” da Associação de Barraqueiros. Morava no “Golfo Pérsico”, barracas de lona preta, atrás do hoje prédio da OAB e dormia numa rede emprestada. Passou a trabalhar no jornal CORREIO TOCANTINENSE, direção de Gildávio Ribeiro. Trabalhou no O PIONEIRO, direção de Luiz de Carvalho. Esteve no O REGIONAL, de Sandra Miranda. Passou pelo O JORNAL, de Salomão Rodrigues. No governo do Prefeito Eduardo Siqueira Campos, trabalhou na Assessoria de Comunicação, como Repórter. Foi Diretor-Geral do jornal O ESTADÃO DO TOCANTINS, com sede em Taguaralto. Na administração do Deputado Luiz Tolentino, foi Assessor de Imprensa da Assembléia Legislativa, sempre como Repórter. Fez matérias para o JORNAL DO TOCANTINS, em 1997. Trabalhou na TV REAL, em 1993, no programa “TOCANTINS AGORA”, sob o comando de Sebastião Vieira de Melo. Em 1995, trabalhou na COMUNICATINS até 1998. Nos anos seguintes, foi para a SECOM, como chefe de Reportagem até março de 2001. Foi Superintendente-Executivo do Instituto de Radiodifusão Educativa, (TV Palmas e Rádio Palmas) antiga Comunicatins, hoje dentro da Fundação Unitins. É estudado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Não é referido no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. É membro da Academia Palmense de Letras. Vinculado também ao Conselho Estadual de Educação. Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br
Mais sobre Damasceno: Nasceu na Rua do Feijão, Sobral, Ceará, em 02.06.1950. Filho de Bruno Pereira da Silva, militar(de Cáceres, MT) e Maria Conceição Gomes Damasceno(de Tabira, PE), funcionária pública. Francisco Erasmo Pereira Damasceno, formado em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco, começou como repórter da Rádio Jornal, em Recife, em 1983. Atualmente está como Diretor de Comunicação da Assembleia Legislativa do Tocantins; É casado com Joana Darc Rosa Nolasco; têm três filhos: Camila Nolasco, Francisco Erasmo Damasceno Filho e Maria Luiza Damasceno; É cearense, de Sobral.
Em 1987 foi professor de Comunicação Comparada da Escola Superior de Relações Públicas de Pernambuco(nesta mesma Escola, o autor destas notas foi professor em 1973). De 1988 a 1991 trabalhou na Radiobrás , em Brasília, foi repórter do programa A Voz do Brasil, da Rádio Nacional. Em Brasília, trabalhou também como correspondente da Emissora Rural, de Pernambuco, durante a Constituinte. Trabalhou também, em Brasília, nos jornais Correio do Povo, Jornal de Brasília e Correio Brasiliense, onde cobria tribunais superiores e editoria de Cidades, trabalhou ainda na Rádio Globo de Brasília, como redator do noticiário O Globo no Ar.
De Brasília, resolveu vir para o Tocantins, chegando em Palmas no dia 23 de setembro de 1991; Aqui, trabalhou inicialmente nos Jornais O Pioneiro; Folha do Tocantins e TV Real, nesta fazia parte da equipe de repórteres d o Tocantins Agora!, programa de grande audiência na época, produzido pelos Jornalistas Vieira de Melo e Lincoln Júnior de Morais,em 1993, esteve em Teresina, Piauí, onde trabalhou no jornal o Dia; e em seguida em Fortaleza, Ceará, no Jornal O Povo; no mesmo ano, 94, resolveu retornar ao Tocantins, onde passou a trabalhar na TV Palmas. Trabalhou também no Jornal do Tocantins, da Organização Jaime Câmara, e em O Jornal, dirigido pelo jornalista Salomão Venceslau.
Em 1998 assumiu a chefia de reportagem da Secretaria Estadual de Comunicação; em abril de 2001 assumiu a superintendência do Instituto de Radiodifusão Educativa, representada pela TV Palmas e Rádio Palmas FM. Depois assumiu a assessoria de imprensa da Secretaria do Governo, onde permaneceu até maio de 2007, quando assumiu a Diretoria de Comunicação da Assembleia Legislativa do Tocantins, onde permanece hoje(2010).



DURVAL ROSA BORGES, de Recife, Pernambuco, 1912, escreveu, entre outros, “RIO ARAGUAIA-CORPO E ALMA” (1987), com prefácio de Gilberto Freyre, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando o Rio Araguaia, após ter percorrido todas as suas margens, desde a nascente até a sua foz. Após os estudos primários em sua terra natal, matriculou-se na Faculdade de Medicina de Pernambuco, onde se formou Médico. Mudou-se para São Paulo, onde reside há mais de 30 anos, tornando-se Especialista em Patologia Clínica. Desde então, passou a frequentar o Rio Araguaia. Descreve em seu livro, publicado pela Editora da Universidade de São Paulo, os indios da região do Araguaia, com destaque para a figura de Frei Gil Vilanova. Focaliza a viagem misteriosa do Coronel Fawcett. Menciona os exploradores do Araguaia, entre os quais, Couto de Magalhães, Hermano Ribeiro da Silva, José Mauro de Vasconcelos e tantos outros. Professor da Universidade de São Paulo. Escreveu também “AMANHÃ PODE CHOVER”. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Educador. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Conselho Regional de Medicina e Associação Médica de São Paulo. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


EDIVALDO RODRIGUES( EDIVALDO DE SOUZA RODRIGUES), de Anápolis, Goiás, 22.08.1955, escreveu, entre outros, “AS CRÔNICAS DO PARALELO 13”, TERRA DE CORONÉIS, PELAS RUAS E BECOS DE PORTO NACIONAL, PEDRA DE FOGO, REMINISCÊNCIAS DE UMA CIDADE ESQUECIDA, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Silvestre de Souza Reis e Ana Rodrigues Reis. Ainda jovem, mudou-se para Porto Nacional, norte de Goiás, hoje Tocantins. Concluiu o primeiro grau no Colégio Dom Pedro II, de Porto Nacional. Transferiu-se para Goiânia, onde terminou o segundo grau, no Colégio Moisés Santana. No Instituto de Ciências Humanas, da Universidade Federal de Goiás, terminou o curso de Licenciatura em História, formando-se em 1986, com 31 anos. Começou o curso de Jornalismo e também de Direito, na Universidade Católica de Goiás, mas não concluiu. Nos anos seguintes, retornou a Porto Nacional, onde se estabeleceu como Professor. Dedicou-se ao jornalismo, tornando-se Diretor Executivo, Diretor de Redação e Redator Chefe do Jornal “PARALELO 13”, com sede em Porto Nacional. Foi candidato à Cadeira 39, da Academia Tocantinense de Letras, ao lado de outros candidatos como Dourival Martins Santiago, Ernani João Braga, Raimundo Célio Pedreira, Hélio Luiz de Miranda, Paula Zanella de Sá e Gilberto Correia da Silva, sendo eleito Dourival Santiago. Em 1997, com 42 anos, foi Secretário Municipal de Administração de Porto Nacional. Jornalista, Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Produtor Cultural. Administrador, Conferencista, Memorialista. Intelectual, Pensador, Ativista. Cronista, Contista, Educador. Ficcionista,Orador, Poeta. Articulista de diferentes jornais e revistas. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



EDUARDO MANZANO, de São Paulo, Capital, 1938, escreveu, entre outros, NAS BARRANCAS DO TOCANTINS-MEMÓRIAS DE UM CASAL DE MÉDICOS(2005), com prefácio de Marcos e observação de Pedro Tierra, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. A bem da verdade, o livro foi praticamente escrito por Heloisa Lotufo Manzano, esposa de Eduardo e que nasceu em Santos, em data não mencionada. Quanto a Eduardo, estudou no Colégio São Luiz, de classe alta. Depois de várias tentativas no Vestibular, ingressou na Faculdade de Medicina da USP(Universidade de São Paulo), em janeiro de 1960, com 22 anos e onde se formou Médico, conforme desejo de seu pai. Foi Vice-Presidente do DCE(Diretório Central dos Estudantes), da USP, tendo como Presidente Silvio Savaia. Fez estágio no Hospital Evangélico de Rio Verde, interior goiano. Foi Presidente do CAOC(Centro Acadêmico Osvaldo Cruz), da Faculdade de Medicina da USP. Casou-se com Heloisa, em 18.12.1964, quando tinha 26 anos. Fez residência médica na Faculdade de Medicina de Botucatu, interior paulista. Mudou-se para Porto Nacional em 14.02.1968, com 30 anos, passando a trabalhar para a OSEGO(Organização de Saúde do Estado de Goiás). Seu filho Eduardo(Duda) estava com 1 ano e 8 meses, pois tinha nascido em junho de 1966. Porto Nacional tinha 20 mil habitantes e nenhuma rua asfaltada. Quanto a Heloisa, estudou no Colégio Dante Alighieri e no Colégio Assunção, além do Bandeirantes. Freqüentou a Igreja Presbiteriana, por ser a família protestante, a partir de seu avô paterno que era italiano e pastor. Seu pai era Arquiteto e foi Prefeito de Campos do Jordão. Depois de ser reprovada no primeiro vestibular, entrou para a Faculdade de Medicina da USP(Universidade de São Paulo). Como estudante de medicina, esteve no Crato, Ceará. Fez estágio no Hospital Evangélico de Rio Verde, Goiás. Esteve em Araguacema, na época de Dom Thomas Balduino. Casada com Eduardo Manzano, estabeleceu-se em Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, onde ambos exercem a medicina e onde criaram a COMSAÚDE, em 10.06.1969. Tornaram-se amigos do Dr. Osvaldo Alencar, baiano de Uibaí, Advogado da CPT(Comissão Pastoral da Terra), falecido em Goiânia, em 12.06.2000. Um dos filhos do casal, Dr. Álvaro Manzano formou-se pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo e casou-se com a fonoaudióloga Edna, com quem tem os filhos Débora, Marcelo e Sofia. Tornou-se, inicialmente, por concurso público, Procurador do Estado e logo depois, também por concurso público, fez-se Procurador da República, tendo trabalhado em Marabá, no Pará, em Goiânia, Goiás, tendo sido transferido para Palmas, Tocantins, onde reside atualmente(2005). O outro filho, do conhecimento deste autor, Eduardo Manzano, é Secretário de Habitação, no Governo Municipal do Prefeito Raul Filho. O livro, de excepcional qualidade, apresenta um índice cronológico de fatos esclarecedores da saúde no Tocantins. Apesar de sua importância, os dois autores(Eduardo e Heloisa) não são mencionados no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem são convenientemente referidos, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. São verbetes do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


EDWARDES BARBOSA DA SILVA, de Parnaíba, Maranhão, 06.11.1933, escreveu, entre outros, MEMÓRIAS DE PROFESSORES PORTUENSES-1940/1980(Porto Nacional, Pote Editora, 2006), em co-autoria com Benvinda Barros Dourado Ribeiro(Pedagoga, Mestre em Educação Brasileira, Doutora em Educação pela UFG, Professora da UFT, em Porto Nacional) e Ana Pereira Negry Muta(Assistente Social, Mestre em Educação Brasileira, pela UFG, Professora Universitária), com prefácio de Antonio Luiz Maya e apresentação de Benvinda Ribeiro. O livro focaliza os professores Maya, Creuza, Cybele, Domingos, Edwardes, Evilacia, Generosa, Ivanilde, Jan Macedo, Maria Lola, Maria Maya, Maria Zélia, Maria Tely, Messias Lopes, Nancy, Orcina, Rosalia, Terezinha, Valdemar e Zilda. Quanto a Edwardes Barbosa mudou-se para Porto Nacional em 1939, com 6 anos de idade. Estudou no Grupo Escolar Pedro II, na Escola Batista e no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Viveu em Monte do Carmo(ITAIRUSSU), em Ponte Alta(IABETE). Em 1950, com 17 anos, retornou para Porto Nacional, tendo estudado no Ginásio dirigido por Manoel Ferreira Lima e no Seminário dos padres. Em 1955, fez cientifico no Colégio Sagrado Coração de Jesus. Foi para Belém, Pará, estudar Análises Clinicas. Casou-se em 1960, com 27 anos. Em 1961, fez Contabilidade no Colégio Estadual de Porto Nacional. Em 1974, tornou-se professor de Contabilidade do Colégio Estadual de Porto. Em Goiânia, fez curso de Hematologia e Bacteriologia. Lecionou Patologia Clinica no Sagrado Coração de Jesus de Porto. Em 1979, com 46 anos foi lecionar no Colégio Dom Orione, de Tocantinópolis, hoje Tocantins. Em 1992, fez curso de Pedagogia na Ulbra. Em 1998, passou a trabalhar na Delegacia Regional de Ensino. Aposentou-se na saúde, pela SUCAM. Mestrado em Patrimônio Cultural, na Universidade Católica de Goiás. Doutorado em Educação, pela Universidade Autônoma de Assunção, no Paraguai. Professor do IESPEN e FASAMAR, de Porto Nacional. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ELISAFAN MARTINS FILHO, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Miracema do Tocantins, 26.08.1964, escreveu, entre outros, GUIA DO TOCANTINS TURISMO(2005), sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Elisafan Martins e Neusa Lima Martins. Após os estudos primários em sua terra adotiva(Miranorte), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Embora tenha nascido em Miracema, foi criado em Miranorte, onde ficou até os 17 anos de idade. Estudou o Primário e o Ginásio na Escola Estadual Nossa Senhora da Providência, de Miranorte. Começou o Secundário no Colégio Rui Brasil Cavalcante, ainda em Miranorte. Transferiu-se, posteriormente, para Goiânia, mas não conseguiu concluir o curso no Colégio Decisivo. Mudou-se para o Estado do Pará, tendo estudado no Colégio da Fundação Bradesco. Durante quatro(4) anos, foi Bancário no Estado do Pará, tendo chegado a Sub-Gerente. Durante algum tempo trabalhou no Estado do Mato Grosso, na Mineração Porto Estrela. Por cerca de 3(três) anos, foi Professor de Informática em Quirinópolis, bem como em São Luis de Montes Belos, ambas cidades goianas. Pai de duas meninas e quatro meninos, o mais velho com 19 anos e o mais novo, com 06 anos. Casado, atualmente, com Elza Fonseca, natural de Gurupi. Mudou-se para Palmas em 1998, onde possui a Empresa de Publicidade OFF & COMPANHIA. Somente terminou o secundário já estando em Palmas, Tocantins, no Colégio Albert Einstein, depois de 20 anos fora da escola. Prestou vestibular para Direito, Arquitetura, Administração e Turismo. Concluinte do Curso superior de Turismo. Seu livro, de excepcional qualidade, trata do Turismo no Tocantins, compreendendo CIDADES HISTÓRICAS, ROTEIROS, AVENTURAS, TURISMO ECOLÓGICO, ARTESANATOS, PRAIAS DE RIOS, FOLCLORE, FESTAS RELIGIOSAS, PESCA ESPORTIVA, CANTÃO, ILHA DO BANANAL, HOTÉIS, POUSADAS, RESTAURANTES, AGÊNCIAS DE TURISMO, MAPAS, LOCADORAS, EXCURSÕES e pode ser encontrado via OFF & COMPANHIA, na 1007 SUL, Alameda 04, Lote 09, 77018-560, Palmas, Tocantins, fone (063) 8404-1065 ou ainda tocantinsturismo@ibest.com.br Entre seus projetos, destaca-se uma revista de pesca esportiva e a reedição do GUIA VISITE BRASIL TOCANTINS TURISMO(2006). Apesar de sua importância, não é referido na HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva, não é mencionado em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS(2000), de Luiz de Carvalho, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FABRICIO CÉSAR FREIRE, de Butirana, Colinas do Maranhão, 29.03.1893, escreveu, entre outros, “MANIFESTO TOCANTINENSE”, sem dados biográficos. Conforme alguns autores, teria nascido em Feira de Santana ou Vitória da Conquista, o que não tem procedência. Apenas viveu algum tempo nestas duas cidades baianas.


Ficou órfão de pai aos 5 anos de idade, sendo criado pelos avós. Após os estudos primários em sua terra natal, peregrinou por várias partes do Brasil. Nos idos de 1906, quando tinha 13 anos de idade, foi para Manaus, morar com um tio e trabalhar com o primo Agostinho César de Oliveira, dono de Tipografia, estudando no Colégio Anacleto Queiroz, onde foi aluno de Geometria do poeta Maranhão Sobrinho, quando também se tornou Tipógrafo, conforme a página 84, do livro “HOMENAGEM PÓSTUMA À MEMÓRIA DE NELSON MARANHÃO”(1996), da autoria de seu filho Alfredo Maranhão.


Em 1910, foi para o Acre, onde pegou malária. Em 1911, mudou-se para Quixeramobim, no Ceará. Em 1912, foi para São Bento da Lajes, Bahia, matriculando-se na Escola Agrícola. Sem terminar a Escola, mudou-se para Belo Campo, perto de Vitória da Conquista. Em 1914, viveu em Feira de Santana, na Bahia. Em 1915, com 22 anos de idade, fundou o Colégio Pestalozzi, em Vitória da Conquista, Bahia, fechado em 1918, por causa da Gripe Espanhola.


Depois de passar por Gameleira dos Machados, também na Bahia, lecionou no Colégio Figueiredo, de Salvador, Capital baiana.

Voltou para a sua terra natal(Colinas do Maranhão), onde se casou a primeira vez. Passou por Coroatá e radicou-se em Riachão, no Maranhão, onde se tornou Adjunto de Promotor.


Esteve em Balsas e depois em Carolina, no Maranhão. Nesta cidade, entre 1926 e 1930, foi professor do “Colégio Infantil” e fundou, juntamente com o professor José Queiroz, o “INSTITUTO RENASCENÇA”, onde estudaram quase todos os filhos de Nelson Maranhão, entre os quais, Alfredo Maranhão, Carlos, Bernardino, Sofia, Laura, Dionéia, Enóe, Maurina e Lenita.

Em Carolina, em 1927, quando já tinha 34 anos de idade, foi nomeado Escrivão de Coletoria Federal e no dia 10.04.1927, casou-se, pela segunda vez, com Margarida de Oliveira Freire, com quem teve vários filhos. Em 1942, foi nomeado Coletor Federal, indo para Balsas, no Maranhão.


Em 1948, foi transferido para Porto Nacional, onde viveu por muitos anos, até 1982, quanto foi para Goiânia. Aposentou-se em 1963, dedicando-se totalmente ao jornalismo.


Na antiga Porto Real ou Porto Imperial, tornou-se um dos fundadores, ao lado de Osvaldo Ayres da Silva, da Associação Tocantinense de Imprensa, de que também foi Presidente, com sede em Porto Nacional, na década de 1950.


Também professor de vários estabelecimentos de ensino em Porto Nacional, entre os quais, Colégio Estadual e Colégio Sagrado Coração de Jesus, de que também foi Inspetor Federal de Ensino.


Jornalista, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Memorialista, Idealista. Visionário, Produtor Cultural, Fiscal de Rendas.

Foi um dos redatores, ao lado de João Matos Quinaud, do jornal “O ESTADO DO TOCANTINS”, do Juiz de Direito de Porto Nacional, Feliciano Machado Braga, no período de 1956 e até 1961, quando este foi promovido para a Terceira Vara Civil da Comarca de Anápolis. Relembre-se que o jornalista Otávio Barros transformou o seu jornal TRIBUNA DA AMAZÔNIA, fundado em 1973, no jornal O ESTADO DO TOCANTINS, em 1975.


Recebeu da Câmara Municipal de Porto Nacional, em 1977, o título de “CIDADÃO PORTUENSE”.


Mudou-se para Goiânia, em 1982. Faleceu na Capital de Goiás, no dia 15.10.1984.


É estudado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Mencionado nos livros “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS E DE SUA GENTE-UMA LUTA SECULAR”, de Otávio Barros e “HISTÓRIA DIDÁTICA DO TOCANTINS”, de Liberato Póvoa, além de “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho, bem como “HOMENAGEM PÓSTUMA À MEMÓRIA DE NELSON MARANHÃO”, livro organizado pelo seu filho Alfredo Maranhão.

Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Na Academia Tocantinense de Letras é Patrono da Cadeira 36, atualmente(2001) ocupada pelo escritor Francisco Mendonça, natural de Paraisópolis(1928), Minas Gerais e que foi o responsável pela mais importante pesquisa sobre a vida de Fabrício César Freire, levantando fatos que não se encontram em livros, mas que foram colocados em seu discurso de posse na Academia.

Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001.

Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm .ou www.mariomartins.com.br


FRANCISCO MENDONÇA (FRANCISCO LEOPOLDO CARVALHO DE MENDONÇA), vulgo “CHICO DE L’EAU”, de Paraisópolis, Minas Gerais, 06.05.1928, escreveu, entre outros, “AMANHÃ SERÁ OUTRA VIDA”(Mauritânia: a odisséia de um brasileiro), “OPERAÇÃO LAGUNA”(Os brasileiros na guerra do Iraque), “O CIGEMIGA”(Contos), sem dados biográficos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Walfrido Machado de Mendonça e de Maria de Lourdes Carvalho de Mendonça. Após os estudos primários em sua terra natal, fez os cursos Ginasial e Científico em Juiz de Fora, Minas Gerais. Em 1950, no Rio de Janeiro, formou-se Engenheiro Químico, pela Escola Nacional de Química, da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro. Em 1957, concluiu o curso de Pós-Graduação, em Engenharia de Saneamento, na Faculdade de Higiene e Saúde Pública, da Universidade de São Paulo. Nos Estados Unidos, em 1963, terminou o Curso de Atualização e Estágio, na Escola de Saúde Pública de Carolina do Norte e na Organização de Consultores de Engenharia, em Chicago. Em 1967, fez o curso da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG). Iniciou sua vida profissional, como funcionário do antigo Serviço Especial de Saúde Pública(SESP), hoje Fundação Nacional de Saúde(FUNASA), onde atuou por 25 anos. Trabalhou em quase todos os estados brasileiros. Vinculou-se à Firma MENDES JÚNIOR, indo trabalhar na Mauritânia e no Iraque. Professor da Universidade do Tocantins(UNITINS), entre 1995 e 1999. Mudou-se para Palmas em janeiro de 1993. Foi Consultor Técnico do Governo do Tocantins. Tornou-se proprietário da Firma SAENGE (SANEAMENTO E ENGENHARIA LTDA), em Palmas. Ganhou diversos prêmios literários, entre os quais, “Prêmio Cidade de Belo Horizonte” e Concurso de Contos, do SESI. Eleito, tomou posse na Cadeira 36, da Academia Tocantinense de Letras, tendo como Patrono o jornalista Fabrício César Freire. Sua posse se deu no dia 11.10.2002, na cidade de Palmas, conforme o livro PERFIL DA ACADEMIA TOCANTINENSE DE LETRAS, de Juarez Moreira Filho. Já viúvo, casou-se com a escritora Isabel Dias Neves(Belinha), hoje(2004) Presidente da Academia Tocantinense de Letras, de quem se separou, algum tempo depois. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em(2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



FRANCISCO MIGUEL DE MOURA, de Jenipapeiro, Picos, Piauí, 16.06.1933, escreveu, entre outros, “MOURA LIMA: DO ROMANCE AO CONTO-UMA TRAVESSIA FECUNDA PELOS SERTÕES DE GOIÁS E TOCANTINS”(2002). Conforme alguns, teria nascido em Francisco Santos, região de Picos. Após os estudos primários em sua terra natal, com os seus próprios pais, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou o Ginásio Estadual Picoense e a Escola Técnica de Comércio de Picos. Formou-se em Letras, pela Faculdade Católica de Filosofia do Piauí, em Teresina. Pós-Graduado em Crítica de Arte, pela Universidade Federal da Bahia, em Salvador. Extensão universitária em Teoria do Romance. Aposentou-se como bancário, vinculado ao Banco do Brasil, tendo trabalhado em Picos, na Bahia, no Rio de Janeiro e em Teresina. Lecionou Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Gramático, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Foi Coordenador de Literatura e Editoração da Fundação Cultural Monsenhor Chaves, no Piauí. Entre 1977 e 1984, foi Editor da Revista “CIRANDINHA”. Foi Presidente da União Brasileira de Escritores do Piauí. Publicou também “AREIAS”(POESIAS-1966), “PEDRA EM SOBRESSALTO”(POEIAS-1974), “BAR CARNAÚBA”(POESIAS-1983), “QUINTETO EM MI(M)”(POESIAS-1986), “SONETOS DA PAIXÃO”(POESIAS-1988), “POEMAS OU/TONAIS”(POESIAS-1991), “POESIA IN COMPLETA”(1997), “OS ESTIGMAS”(ROMANCE-1984), “LAÇOS DO PODER”(ROMANCE-1991), “TERNURA”(ROMANCE-1993), “EU E MEU AMIGO CHARLES BROWN”(CONTO-1986), “POR QUE PETRÔNIO NÃO GANHOU O CÉU”(CONTO-1999), “LINGUAGEM E COMUNICAÇÃO EM O. G. REGO DE CARVALHO”(ENSAIO-1972), “E A VIDA SE FEZ CRÔNICA”(1996), “POEMAS TRADUZIDOS”(1993), “PIAUÍ-TERRA, HISTÓRIA E LITERATURA”(ANTOLOGIA-1980), “UNIVERSO DAS ÁGUAS”(POESIAS-1979), “A POESIA SOCIAL DE CASTRO ALVES”(1979), VIR@GENS(POESIAS, 2001), etc. Membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia Piauiense de Letras, Círculo Literário Piauiense, Conselho Estadual de Cultura, etc. Focalizado em diferentes antologias, dentre outras, “CRÔNICAS DE SEMPRE”, de Adrião Neto e “A POESIA PIAUIENSE NO SÉCULO XX”, de Assis Brasil. Apesar de sua importância, não é dignamente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



FRANCISCO PERNA FILHO(CHICO PERNA), de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 24.11.1963, escreveu, entre outros, “REFEIÇÃO” (POEMAS), sem dados biográficos completos no livro, com prefácio de Goiamérico Felício Carneiro dos Santos e notas de orelha de Luiz Serenini Prado. Filho de Francisco Perna e Adalgisa Perna. Casou-se com Rosana Carneiro Tavares, com quem tem os filhos João Pedro e Maria Júlia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outras regiões do país. Já em Goiânia, tornou-se Mestre em Estudos Literários, pela Universidade Federal de Goiás(UFG). Com o passar do tempo, fez-se Professor das Faculdades Cambury, lecionando nos Cursos de Publicidade e Propaganda, bem como em Administração em Comércio Exterior. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Pensador. Ativista, Produtor Cultual, Literato. Cronista, Contista, Administrador. Educador, Ficcionista, Conferencista. Poeta, Professor. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


FRITZ KRAUSE, de Wiesbaclen, Alemanha, l871, escreveu, entre outros, “EXCURSÃO INVESTIGADORA À REGIÃO CENTRAL DO ARAGUAIA”(1908), tradução para o português de Pedro Ferreira Bandeira, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Medicina e Etnografia. Durante muito tempo, trabalhou para o MUSEU ETNOGRÁFICO DE LEIPZIG, na Alemanha. Em 22.02.1908, chegou ao Rio de Janeiro, seguindo para São Paulo em 11.03. Depois de passar por Araguari, em Minas Gerais, chegou em Goiás Velho, antiga Capital de Goiás, no dia 01.05.1908, de onde viajou no dia 12.05. Depois de 9(nove) dias de viagem, em lombo de burro(14 animais), alcançou Leopoldina(Aruanã), no dia 21.05.1908. Depois de comprar barcos e conseguir homens para remá-los, começou a percorrer(descer) o Rio Araguaia, em 08.06.1908. No terceiro dia de viagem, encontrou a aldeia SCHISHA, dos Carajás, com cerca de 800 indios, dos quais retirou vários instrumentos e peças para o Museu de Leipzig. No dia 20.07.1908, chegou em Conceição do Araguaia, no Pará, onde havia a colheita da borracha, nos seringais e onde já estavam os missionários dominicanos. No dia 03.08.1908, depois de dois dias de caminhada em lombo de burro, chegou na aldeia dos Caiapós, com 200 indios. Em 22.08, alcançou a embocadura do Rio Tapirapé, onde estão os índios do mesmo nome. Alguns dias depois, chegou no interior da Ilha do Bananal, tendo estado com os índios Javaés. No dia 08.10.1908, retornou a Leopoldina(Aruanã), onde só chegou em 03.11, seguindo depois para Goiás Velho, chegando no dia 18 de novembro. Antes de retornar ao Rio de Janeiro em 12.01.1909, esteve em Pouso Alegre(Piracanjuba), Caldas Novas e Xavier de Almeida. Com a sua volta à Alemanha, todo o material da pesquisa foi encaminhado ao MUSEU ETNOGRÁFICO DE LEIPZIG. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



GELDES RONAN PASSOS, de Bambui, Minas Gerais, 10.11.1957, escreveu, entre outros, DESCOBRINDO O ESPIRITO DA MAÇONARIA(Palmas, Provisão, 2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Antonio Francisco e Nadir Andrino Passos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Funcionário Público, Contabilista. Curso de Ciências Econômicas pela Universidade Federal do Tocantins. Casou-se com Lucia Meire, com quem tem Alessandra, Ana Carla e Geldes Junior. Formou-se em Teologia pela ETAD(Escola Teológica das Assembléias de Deus). Residiu em Goiania durante 15 anos, onde foi Empresário, Maçon e Umbandista. Na maçonaria alcançou o grau 33. Foi Venerável da Loja Maçônica Estrela de Goiás 49, da Grande Loja do Estado de Goiás. Em 1993, com 36 anos, tornou-se Evangélico, fazendo-se pregador, evangelista. Publicou também DEUS CONDENA A MAÇONARIA(1997). Iniciou-se na Maçonaria em 1983, com 26 anos de idade. Viveu em Campinorte, Goiás e em Paraíso, Tocantins. Atualmente(2009), reside em Palmas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



GERALDO VIRGÍNIO RIBEIRO, de Campos Sales, Ceará, 04.06.1927, escreveu, entre outros, “EVENTOS DE UMA EXISTÊNCIA”(2000), com prefácio de Tasso Assunção e notas de orelha de Adalberto Franklin. Vinculado ao Tocantins, por ter residido em Tocantinópolis, outrora Boa Vista do Tocantins, antigo norte de Goiás, bem como em Araguatins(São Vicente do Araguaia), onde manteve a “DROGARIA PÉROLA”. Filho de Cícero José Virgínio e Antonia Alves Virgínio. Com 7 anos de idade, em 1934, mudou-se para Riachão, no Maranhão. Depois de passar por Porto Franco, foi morar na terra do Padre João Lima, em Tocantinópolis, onde iniciou os primeiros estudos. Com o passar do tempo, tornou-se Prático de Farmácia. Residiu também em Tocantínia e Miracema. Morou em Xambioá e em várias outras cidades brasileiras, inclusive Carolina, Marabá e Imperatriz. Foi o enfermeiro que deu os primeiros socorros ao Engenheiro Bernardo Sayão, na Serra da Ligação, quando este foi acidentado por uma árvore que o levou à morte, em 15.01.1959, quando faltavam apenas 15 dias para que os dois trechos da BELÉM/BRASÍLIA se interligassem, nas imediações de Açailândia, no Maranhão. Quanto a Geraldo Virgínio, fez-se membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem Maçônica. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Idealista, Visionário. Intelectual, Produtor Cultural, Espiritualista. Chefiou vários Postos Indígenas no Maranhão, entre os quais, o de Lagoa Comprida, na região de Amarante. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



GETÚLIO QUINÔ(Manoel Getúlio Alves Matos Quinaud), de Pium(então distrito de Porto Nacional), Goiás, hoje Tocantins, 19.04.1944. Filho de João Matos Quinaud e Rita Alves Matos. Após os estudos primários em sua terra natal, onde concluiu o primário e ginasial, além do Serviço Militar, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Através da instrumentalidade do Monsenhor Antonio Luiz Maya Leite dirigiu-se para Goiânia, tornando-se eventualmente gráfico. Fez o curso clássico no Colégio Pedro Gomes. Nos anos seguintes, matriculou-se no curso de Direito, na Universidade Federal de Goiás, não chegando a concluir. Tornou-se Secretário-Geral da CENOG(CASA DO ESTUDANTE NORTE GOIANO). Em 1968, fundou o jornal PARALELO 13, como órgão da CENOG, para estimular a criação do Estado do Tocantins. Com o assassinato de seu irmão, voltou para Porto Nacional. Casou-se com Marlene Alves Paranhos, com quem tem três filhos: Suzanne, Frederico e Suyanne. Fundou, junto com Vicentinho Alves e outros, o primeiro Diretório do PDT no então norte-goiano, sendo seu Presidente. Desempenhou várias atividades, entre as quais, Professor em Goiânia, Anápolis, Cristalândia e Porto Nacional. Fundou, junto com Totó Cavalcante, o jornal BRASIL CENTRAL. Foi interventor no Colégio Estadual de Tocantinia, bem como na Delegacia de Ensino de Pedro Afonso. Iniciou-se na Ordem Maçônica, vinculado ao Grande Oriente do Brasil, na Loja Luz e Igualdade Tocantinense. Assessor de Comunicação na Secretaria de Estado da Educação, na gestão de Rui Rodrigues da Silva. Foi Assessor Político do Deputado Federal Paulo Mourão. Formado em Direito pela Universidade do Tocantins(UNITINS). Secretario do Aeroclube de Porto Nacional. Assessor Político do Deputado Vicentinho Alves. Mencionado em diversos livros, entre os quais, HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


GEUVAR SILVA DE OLIVEIRA, de Imperatriz, Maranhão, 11.01.1968, escreveu, entre outros, GIRA - é um girassol humanizado e duende que diverte a criançada(HQ infantil), LIGA DO CERRADO - um grupo de heróis dispostos a acabar com seu mal humor, Homem Suvaco, Maria Paulada, Senhor Gambiarra, Jeitosa, Caryocal, Homem Pichilinga, Homem Pochete(HQ para todo público), MUGAMBI - é uma história de ficção científica e terror, conta a luta de Mugambi o personagem principal para evitar uma pandêmia em Palmas - TO. Filho de Sebastião Barbosa de Oliveira e Rita da Silva Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o ensino fundamental e médio em Carolina - MA. Aprendeu a desenhar desde os 12 anos e sozinho. Durante o ensino médio desenhou e escreveu mais de 40 HQs como forma de aprendizado. Casou-se com Antônia Iédes Mendes da Silva, com quem tem três filhos, Myllena Mendes da Oliveira, Iori e Ayana. Entre 2004 e 2008 formou-se em Letras pela Universidade Luterana do Brasil(ULBRA),de Palmas, Tocantins. Atualmente(2010) cursa Artes na Universidade Federal do Tocantins, UFT. Já trabalhou como cartunista para o Jornal do Tocantins, Folha Popular, Primeira Página, O Jornal, Diário Tocantinense, Diário do Tocantins, Ecos do Tocantins. Atualmente trabalha na Fundação Universidade do Tocantins - UNITINS. Lançou o seu livro MUGAMBI, na Livraria Palmas Cultural, estando suas fotos no Orkut do Mario Martins(de Palmas). É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mario Ribeiro Martins, no site www.usinadeletras.com.br ou em www.mariomartins.com.br(dentro de ENSAIO).


GILBERTO KOBLER CORRÊA, Carioca, do Rio de Janeiro, 17.08.1932, escreveu, entre outros, “ENERGIA & FOME”(Ática, SP, 1987), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Paulo Antonio da Câmara Corrêa e Aline Kobler Corrêa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Arquiteto, pela antiga Universidade do Brasil, no Rio de Janeiro, entre 1955/1960. Em 1961, esteve em Cuba trabalhando, de onde retornou em 1963. Tornou-se Urbanista, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, entre 1971/1972. Na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, fez curso de Mestrado em Desenvolvimento Agrícola, entre 1985/1987. Pesquisou por dois anos em Angola, na Africa Ocidental. Em 1995, concluiu especialização em Planejamento Ambiental, na Universidade Federal Fluminense, no Rio de Janeiro, em convênio com a UNITINS. Mudou-se para o novo Estado do Tocantins, em 1991, tornando-se Professor da UNITINS(Universidade do Tocantins). Nesta Universidade, no curso de Arquitetura, foi responsável pela formação de ilustres Arquitetos, entre os quais, o meu conterrâneo, baiano, de Ipupiara, Erivelto Santos Costa. Quanto ao professor Gilberto, casou-se com a professora Terezinha(Thereza Martins de Oliveira), também professora da UNITINS e de outras instituições de ensino. Apesar de sua importância, Gilberto Kobler não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


GILMAR PEREIRA DA SILVA, de Xambioá, Tocantins, 23.05.1957, escreveu, entre outros, “OS FRUTOS DA POESIA”(1987), “O MENINO E A LAGOSTA”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Imperatriz, no Maranhão, onde se formou em Letras, pela Universidade Estadual do Maranhão. Um dos fundadores do Grupo Literário de Imperatriz(GRULI). Seu livro de poesia ganhou o premio de melhor livro do gênero. Membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 28, tendo como Patrono João Viana Guará(1940-1980). Quanto a Gilmar é estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é convenientemente mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

GIORDANO MAÇARANDUBA, de Goiânia, Goiás, 1950, escreveu, entre outros, TODOEU-poemas(Goiânia, Trilhas Urbanas, 2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Comunicação Social-Jornalismo, pela Universidade Federal de Goiás. Mudou-se para Palmas, onde atua na área de jornalismo. Não é mencionado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva e nem no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


GLAUDINÉIA MURAD FERREIRA, de Riachinho, Tocantins, 02.12.1976, escreveu, entre outros, OS BASTIDORES DO JORNAL(Palmas, GMFERREIRA EDITORA, 2007), com prefácio de Júlio Resplande e Júnio Batista do Nascimento e notas de orelha de Rosilda Pereira, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de Gabino e Maria dos Santos. Irmã de Galdiney, Galdiley e Galdiléia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras, pela Universidade Luterana do Brasil(ULBRA). Fez habilitação em jornalismo. Em 1997, com 21 anos, foi Repórter da TV SERRA DO CARMO(CNT). Em 1998, com 22 anos, começou a idealizar o jornal DIÁRIO TOCANTINENSE por ela fundado em 05.05.2004. Registrada como Jornalista Profissional, no Ministério do Trabalho(DRT-To). Foi repórter de Política e Economia, no JORNAL DO TOCANTINS. Repórter do JORNAL PRIMEIRA PÁGINA. Assessora de Comunicação e Relações Publicas do PALMAS FOLIA. Assessora de Comunicação Social da Secretaria de Segurança Publica do Estado do Tocantins. Na presidência do Deputado Estadual César Halum, trabalhou como contratada na Assembléia Legislativa do Tocantins, em 2005, conforme contrato nº 00334/2005. Tem também estado vinculada à SECOM - Secretaria da Comunicação do Estado do Tocantins. Lançou o seu livro no dia 28.08.2007, com 31 anos de idade, no Salão de Evantos, da Câmara Municipal de Palmas. Apesar de sua importância, não é mencionada no livro HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros, não é referida em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO(2000), de Luiz de Carvalho ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


GRAÇA ARNUS, de São Paulo, Capital, 19.04.1950, escreveu, entre outros, INDIOS DO TOCANTINS-GRAVURAS EM METAL-CATÁLOGO(São Paulo, Edição do Artista, 2009), com observações de Aurora Bernardini e Joana Euda Barbosa Munduruku, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1965, com 15 anos de idade, freqüentou cursos livres de modelo vivo com a professora Tereza Nazar, na Fundação Armando Penteado. Em 1968, freqüentou o atelier de Frederico Nasser. Ingressou na Faculdade de Artes Plásticas da FAAP, no curso de Comunicação Visual e formou-se pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos, em 1974, com 24 anos de idade. A partir de 1975, dedicou-se à Arquitetura e design. De 1979 a 1981, cursou Bacharelado de Pintura na Faculdade de Belas Artes de São Paulo. Entre 1985 e 1990, trabalhou com o escultor Pedro Pinkalsky, com a gravurista Ivone Couto, com o comunicador visual João Rossi, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, bem como os artistas plásticos Carlos Fajardo e Dudi Maia Rosa, em Workshop nos ateliês. Em 1992, com 42 anos, cursou o Tridimensional na Arte com Daisy Penteado na USP. Em 1996, participou no SESC, de workshop com José Resende e do Seminário de Artes Plásticas no SENAC. Exposições individuais em diferentes lugares: (1991)- Congresso Nacional, em Brasília. (1993)- Teatro Municipal de Barueri, São Paulo. (2001)- Museu Histórico de Palmas, TO. (2007)- Galeria Magenta em Palmas, TO. Atualmente(2009) executa o projeto de exposição efetiva do HOTEL POUSADA DAS ARTES, em Palmas, Tocantins. Seu livro trata de Gravuras das etnias Karajá, Javaé, Xambioá, Xerente, Krahô e Apinajé. O livro foi lançado na Fundação Cultural do Tocantins, em Palmas, no dia 24.09.2009, com a presença de figuras ilustres, entre as quais, Eduardo Almeida, Presidente da Academia Tocantinense de Letras e Mario Ribeiro Martins, Procurador de Justiça e Escritor. Atende pelo E-MAIL: gracaarnus@picture.com.br. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


GUTEMBERG DE SOUZA BRASIL, de Gilbués, Piauí, 28.10.l960, escreveu, entre outros, "EPOPÉIA TOCANTINENSE"(Poemas-1988), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com notas de orelha de Manoel dos Reis Chaves Cruz e Manoel Getúlio Alves Matos, além de prefácio de Creuza Ayres da Silva e observações de Antonio Alves Luz. Com apenas um ano de vida, mudou-se para Parnaguá e depois Corrente, no Piauí. Em 1964, com 4 anos, transferiu-se para Natividade e em seguida para Porto Nacional, antigo Norte de Goiás. Mesmo sofrendo de miopia, não teve dificuldade na escola. Em 1982, com 22 anos, tornou-se redator de textos numa Rádio de Paraíso do Norte. Em 1983, mudou-se para Araguaína, como Redator do jornal O NORTE DE GOYAZ, depois FOLHA DO TOCANTINS. Em 26.07.1985, casou-se com Palmerinda Bandeira de Souza. Escritor, Pesquisador, Ensaísta. Historiador, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Intercalado nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, além de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e em várias antologias de poesia e prosa, entre as quais, DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS, de Adrião Neto. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Com o passar do tempo, tornou-se Pastor Evangélico. Usa também o pseudônimo de Armando Paz Guerra. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br. Faleceu em Pastos Bons, Maranhão, no dia 29 de abril de 2009. Foi sepultado em Porto Nacional, no dia 01 de maio, mas era filho de Gilbues, Piaui, onde nasceu em 28.10.1960. Seu obtuario foi publicado no Jornal do Tocantins, do dia 08.05.2009. Sobre ele escreveu Cleber Toledo, em seu Blog: "O jornalista, poeta e escritor tocantinense, Gutemberg de Sousa Brasil, natural de Porto Nacional, faleceu aos 48 anos, na cidade de Pastos Bons (MA). A morte, de causa desconhecida, deu-se após as 23 horas do dia 29 de abril, última vez que ele foi visto por uma vizinha da casa em que se encontrava a sós na cidade, já que a sua esposa estava em visita a parentes, no Tocantins. O corpo foi encontrado por servidores da Prefeitura de Pastos Bons, onde ele trabalhava como Secretário particular do prefeito, sendo enviado aos seus familiares, em Porto Nacional, onde chegou pouco depois das 11 horas do dia 1º. Gutemberg de Sousa Brasil, que não teve filhos, era casado com Palmerinda Bandeira de Sousa há mais de 25 anos. Sua relação matrimonial era continuamente marcada pela poesia romântica, seiva que a alimentou durante toda a sua existência.Autor de oito livros de temas diversificados, com maior ênfase em poesia lírica e romântica, o jornalista, poeta e escritor fez história como Secretário de municípios, de 1989 a 2009, sendo dois deles no Tocantins, em Nova Rosalândia e Cristalândia; um no Estado do Pará, Piçarra, e o último, Pastos Bons, no Estado do Maranhão. Entre os livros de sua autoria publicados, destaca-se o primeiro, Epopéia Tocantinense, que fala dos motivos e da criação do Tocantins, lançado pouco depois da instalação do Estado; História de Cristalândia; Visões da Glória Suprema e Fragmentos de um Diário Poético, este ultimo publicado no ano passado.Como agente do serviço público, Gutemberg de Sousa Brasil, que também era Pastor Evangélico da Igreja Batista Getsêmani, sempre esteve disponível para, além da sua pasta, cooperar com outras secretarias e serviços dos municípios em que serviu.A sua atuação jornalística foi intensa, principalmente na cidade de Araguaína, quando a região ainda era o norte de Goiás, e remonta às ultimas duas décadas do século 20, quando trabalhou nos jornais Folha do Tocantins, O Governo, O Regional e Primeira Página.Por ser um daqueles indivíduos de extrema simpatia e resposta para quase todos os questionamentos, Gutemberg Brasil, segundo conhecidos, parentes e amigos mais próximos, não é apenas mais um cidadão que parte, mas um grande ser humano cuja existência fez um grande bem aos que o conheceram, e cuja ausência provocou um inquestionável sentimento de perda irreparável". Na verdade, Gutemberg era filho de Gilbués, Piaui, onde nasceu em 28.10.1960.


HAGAHÚS ARAÚJO( HAGAHÚS ARAUJO E SILVA), de Patos de Minas, Minas Gerais, 31.08.1928, construiu, entre outros, INSTITUTO SÃO JOSÉ(Instituto do Menor), em Dianópolis(São José do Duro), Goiás, hoje Tocantins. Filho de José Araújo e Silva e Amélia Araújo Povoa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se com a família para o interior goiano, estabelecendo-se em Dianopolis. Em 1953, com 25 anos de idade, fundou e passou a dirigir o Instituto do Menor de Dianópolis, conhecido também como Instituto São José. Em 1964, foi eleito Prefeito de Dianópolis. No mesmo ano(1964), tornou-se Diretor Presidente do CEPAIGO(CENTRO DE ATIVIDADES PENITENCIARIAS INDUSTRIAIS DO ESTADO DE GOIÁS), em Goiânia. Em 1982, foi eleito Deputado Estadual, pelo PMDB. No Governo de Ary Valadão, em 1983, foi Secretário do Desenvolvimento Social de Goiás, permanecendo no cargo ainda no Governo de Íris Resende. Em 1986, foi eleito Deputado Constituinte. Em 1990, já pelo Estado do Tocantins, tornou-se Suplente de Deputado Federal, assumindo o cargo na vaga de Merval Pimenta, em 18.03.1991. Votou pela CASSAÇÃO do Presidente Collor de Melo, em 1992. Não tendo concorrido à reeleição, afastou-se da Câmara dos Deputados, em janeiro de 1995. Em 1996, e já aposentado, passou a trabalhar como ASSESSOR do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis(IBAMA). Fazendeiro, casou-se com Josiniana Araújo e Silva, com quem teve cinco filhos. Pelo seu trabalho à frente do INSTITUTO SÃO JOSÉ, de Dianópolis, no Tocantins, tem recebido dezenas de homenagens e honrarias, uma delas da Câmara dos Deputados, em Brasília. Apesar de sua importância, não é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Mencionado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


HAROLDO CÂNDIDO DE OLIVEIRA, Carioca, do Rio de Janeiro, 1902, escreveu, entre outros, “INDIOS E SERTANEJOS DO ARAGUAIA-DIÁRIO DE VIAGEM”(1948), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “PRINCÍPIOS DE ALIMENTAÇÃO”(1944), “OS AMORES DOS TRÓPICOS”(VERSOS-1946), “DE OLHOS FECHADOS”(CONTOS”). Filho de Cândido Luiz Maria de Oliveira que, tendo nascido em Ouro Preto em 1845 e falecido no Rio de Janeiro, em 1919, foi também Conselheiro do Império, Ministro da Guerra(1885), Professor da Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, Ministro da Justiça(1889). Quanto a Haroldo Cândido de Oliveira era também irmão de Arnaldo Cândido de Oliveira(Rio-1896), Maglada Cândido de Oliveira(Rio-1897), Regina Cândido de Oliveira(Rio-1907). Após os estudos primários em sua terra natal, formou-se Médico, pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Casou-se com a Rio- Grandense do Sul, de São Gabriel, Cecy Zobaran Monteiro, com quem teve os filhos Cândido Luiz Maria de Oliveira Bisneto e Rosa Maria Cândido de Oliveira. Em 1947, juntamente com Herbert Baldus, Harald Schultz, Humberto Nabuco, Antonio Buono, Sílvio da Fonseca, Heinz Foerthmann e outros, foi convidado pelo Serviço de Proteção aos Indios, para inspecionar as tribos indígenas do Araguaia, quando passou por Uberaba, Anápolis, Goiânia, Goiás Velho, Aruanã, Luis Alves, indo até o encontro do Araguaia com o Tocantins. Faleceu em Petrópolis, em 13.06.1971. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


HILDA GOMES DUTRA MAGALHÃES(Guimarães), de Silvânia, Goiás, 09.04.l96l, escreveu, entre outros, “OS PRINCÍPIOS DA CRÍTICA DINÂMICA”(ENSAIO-1989), "ESTRANHOS NA NOITE"(ROMANCE-1986), este, com prefácio de José Fernandes e notas de orelha de Darcy França Denófrio, sem dados biográficos nos livros. Publicou também “HERANÇA” (ROMANCE-1990), bem como VALEUR ET HISTORICITÉ PARTICULIERE DE L`OEUVRE LITTERAIRE(2000) e ainda ULTIMO VERÃO EM PARIS(2000), A PEDAGOGIA DO ÊXITO-PROJETOS DE RESULTADO(2004). Filha de Antônio Dutra Corrêa e Olinda Corrêa. Após os estudos primários em sua terra natal, no Colégio Dom Emanuel e no Instituto Maria Auxiliadora, estudou também no Liceu de Goiânia. Formou-se em Letras Vernáculas. Cursou Mestrado em Teoria Literária, na Universidade Federal de Goiás. Fez o curso de Doutorado, em Teoria da Literatura, na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Pós-Doutorado em Paris, na Sorbonne Nouvelle e École des Hautes Études. Professora do Instituto de Ciências Humanas e Letras, da Universidade Federal de Goiás. Lecionou na Universidade Federal do Mato Grosso, no Campus Avançado de Barra do Garças, no Centro de Ensino Superior do Médio Araguaia. Prêmio Bolsa de Publicações Hugo de Carvalho Ramos, da Prefeitura Municipal de Goiânia. Escritora, Pesquisadora, Ensaísta. Cronista, Contista, Literata. Memorialista, Conferencista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Administradora, Ficcionista, Educadora. Atualmente(2004), Professora da Universidade Federal do Tocantins, no Campus de Palmas. Registrada nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Membro da União Brasileira de Escritores de Goiás, da Associação dos Docentes da UFG, além de outras entidades sociais, culturais e de classe. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio e no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS, de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento Araújo e ainda em DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, de Nelly Novaes Coelho, bem como em DICIONÁRIO DE MULHERES, de Hilda Agnes Hubner Flores. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 1999. Prêmio BOLSA DE PUBLICAÇÕES HUGO DE CARVALHO RAMOS, da Prefeitura Municipal de Goiânia e BOLSA DE PUBLICAÇÕES JOSÉ DÉCIO FILHO, do Governo de Goiás. Sobre o seu mais recente livro, fez matéria a jornalista Elisângela Farias, para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, 06.06.2004, sob o título " Vida de estudante e prática social em livro". Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



HUMBERTO DAMASCENO LIMA, de Belém, Pará, 03.11.1948, escreveu, entre outros, TEMPLO DA FANTASIA(Poemas), POEMAS DE UMA TARDE SÓ(Poemas), ASSIM NASCE A POESIA(Poemas), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Carlos Machado de Lima e Osmarina Damasceno de Lima. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o secundário(técnico em contabilidade), no Colégio Comercial do Liceu Paraense. Em 1966, ingressou na Força Aérea Brasileira, saindo com Menção Honrosa, em 1968. Em 1972, com 24 anos de idade, matriculou-se no curso de letras da Universidade Federal do Pará, onde se formou em 29.12.1978, com 30 anos. Casou-se com Maria Célia Santos Lima, com quem tem o filho Carlos Wagner Santos Lima(músico e compositor). Em 1982, trabalhou como Agente de Coleta na Fundação IBGE. Depois de ter lecionado em Belém, em diferentes Colégios, mudou-se para Porto Alegre, Rio Grande do Sul, onde foi de tudo um pouco, desde vendedor de livros, corretor de seguros e segurança operacional, da Empresa de Trens Urbanos. Em 1983, dirigiu-se para Porto Velho, Rondônia, dedicando-se ao ensino e à poesia, com trabalhos publicados no JORNAL ALTO MADEIRA. Tornou-se amigo de Bolívar Marcelino, autor do livro TARDE DE VERÃO e fundador da União Brasileira de Escritores de Rondônia. Em julho de 1992, mudou-se para Palmas, Tocantins, tornando-se, por Concurso Público, Professor P-III, da Rede Estadual de Ensino. Foi Professor do Colégio Dom Alano du Noday, do Centro Educacional Martinho Lutero, do Colégio Tiradentes e do Colégio CAIC. Técnico do Ensino Médio, na SEDUC. Professor da ULBRA e UNITINS. Foi Coordenador do Curso de Letras, da ULBRA. Professor do Seminário Teológico Batista Getsêmani. Fez Pós-Graduação em Administração e Planejamento para Docentes, na Universidade Luterana do Brasil. Doutorando em Filosofia pela Universidade de Leon-Espanha. Presidente da Fundação SEMEAR fundada em 1998. Articulista de jornais e revistas, entre os quais, O JORNAL, de Salomão Wenceslau. Prefaciou o livro FOLHAS DE UM VENTO ESPALHADO(poemas), de Múcio Breckenfeld. Tem sido membro de diferentes Comissões Julgadoras de Concursos Literários, dentre outros, o “LYSIAS RODRIGUES”. Humberto Damasceno tem sido compositor e intérprete de música gospel, tendo produzido o CD “DEUS VENCEDOR”. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe, dentre outras, Academia Palmense de Letras(Cadeira 02) e Conselho Estadual de Educação, ao lado de figuras ilustres, como o Professor Cicinato Mendes da Silva. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é suficientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



IBANEZ COELHO DE CASTRO, de Miracema do Norte, Goiás, hoje Tocantins, 08.03.1950, escreveu, entre outros, “MOSAICOS DE UM SONHO”(POEMAS-2002), sem dados biográficos completos, com prefácio de Ivan Cupertino e notas de orelha de Múcio Breckenfeld. Após os estudos primários em sua terra natal, mudou-se para Gurupi, cursando ali o ensino fundamental e secundário. Com o passar do tempo, tornou-se Funcionário Público Federal. Posteriormente, transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins. Na Universidade do Tocantins (UNITINS), na Capital do Estado, graduou-se em Comunicação Social, habilitando-se em jornalismo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Intelectual, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




INÁCIO BATISTA DE MOURA, de Cametá, Pará, 31.07.1857, escreveu, entre outros, “DE BELÉM A SÃO JOÃO DO ARAGUAIA-VALE DO TOCANTINS”(1910), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diferentes aspectos etnográficos e folclóricos da região em muitos de seus livros. Filho de João Gonçalves Batista de Moura e Maria Mingola de Moura. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o ginasial e o secundário, no Colégio do Carmo, em Belém do Pará. Deslocou-se para o Rio de Janeiro, onde, na Escola Politécnica, formou-se Engenheiro Civil, com 25 anos de idade, em 1882. Mudou-se para Pernambuco, como Engenheiro Auxiliar, na construção da Ferrovia Recife-Caruaru. Nos anos seguintes, retornou ao Pará, passando a trabalhar na Ferrovia Belém/Bragança. No Governo Paraense de Lauro Sodré, inspecionou a Colônia Itacaiúna, no Rio Araguaia, formada de pessoas que fugiram dos conflitos de Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), dos quais pegou muitas informações colocadas em seus trabalhos. Publicou vários outros livros, entre os quais, “SUR LE PROGRÉS DE L`AMAZONIE ET PUS SES INDIENS”. Foi Deputado Estadual e Professor da Escola de Marinha Mercante e do Instituto do Amazonas. Ao lado de José do Patrocínio, escreveu para os jornais “PAÍS” e “GAZETA DE NOTÍCIAS”, sobre os dois grandes temas da época: ABOLIÇÃO E REPÚBLICA. Foi membro da Sociedade de Geografia do Rio de Janeiro, da Academia Paraense de Letras e do Instituto Histórico e Geográfico do Pará. Em 1915, editou a HISTÓRIA LITERÁRIA DO PARÁ e em 1926 publicou A AMAZÔNIA DO FUTURO. Faleceu em Belém, no dia 25.02.1929. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ISMAEL VIEIRA BORBA, de Chapada de Minas, Estrela do Sul, Minas Gerais, 08.12.1952, escreveu, entre outros, OPERAÇÃO Z-UM LUGAR MUITO LONGE(2001), SACO DA EMBIRA(1980), LUÍZA(2007), com dados biográficos completos nos livros. Filho de João Vieira Borba e Geralda Alves Borba. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o primário no Grupo Escolar Letícia Chaves. Fez o ginásio no Colégio Estadual de Monte Carmelo, Minas e o segundo grau no Liceu de Goiânia. Freqüentou o Seminário Bíblico Goiano, de Anápolis. Formou-se em Direito, pela Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais. Trabalhou na Radio Cultura de Monte Carmelo. Foi Revisor do jornal CORREIO DE UBERLANDIA. Foi Redator-Chefe do jornal TRIBUNA DE MINAS, de Uberlândia. Fundou o jornal TRIBUNA DE MONTE CARMELO. Foi professor em Grupiara, Minas e nas Escolas Estaduais Polivalente e Dr. Gregoriano Canedo, de Monte Carmelo. Foi Assessor Parlamentar, em Belo Horizonte, do então Secretario de Ciências e Tecnologia, Fagundes Neto. Escreveu, mas não publicou o livro A MORTE DO REVERENDO ARCHIBALD THOMPSON, em Anápolis, na década de 1970, “novela que narra a vingança de uma seminarista contra um missionário americano déspota e prepotente, mas secretamente um homossexual”. Em 1984, com 32 anos de idade, casou-se com Selma Maria Guimarães Borba, com quem tem os filhos Natasha(20) e Borbinha(14). Durante muito tempo viveu em Vilhena, Rondônia, onde foi proprietário da Escola Particular MARIA MONTESORRI. Foi dono do Colégio Castro Alves, em Xinguara, Sul do Pará. Em 2007, com 55 anos, no mês de janeiro, mudou-se para Palmas, onde reside. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JALES PANIAGO(Jales Alcântara Paniago), de Firminópolis, Goias, 12.07.1950, escreveu, entre outros, OS BONS VELHINHOS-TORTUOSOS CAMINHOS DA VIDA(São Paulo, LivroPronto, 2008), com prefacio de Manoel Odir Rocha, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Francisco Alcântara Paniago e Abelina Teodora Paniago. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Fez o primário com seu pai que era Professor em Palminópolis, Goiás. Formou-se em Medicina, pela Universidade Federal do Pará. Mudou-se para Palmas, no Tocantins, onde é Clinico do Hospital Geral de Palmas. Vinculado à Secretaria Municipal de Saúde de Palmas. Membro da Sociedade Brasileira de Escritores Médicos(SOBRAMES) e da Academia Tocantinense Maçônica de Letras. É irmão, entre outros, do conhecimento deste autor, de Absair Paniago(Delegado de Policia em Palmas), Jair Paniago(Grão-Mestre da Grande Loja do Tocantins). Ficou viúvo de Graciete, com quem teve Giselle, Lorena e Diego. Foi Prefeito de Palmeirópolis, no Tocantins. Atualmente(2009), é casado com Rosa Maria. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



J. AIRES DA SILVA (JOAQUIM AYRES DA SILVA)-SINDÔ-, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1900, escreveu, entre outros, “ESTRADA DE FERRO TOCANTINS”(Rio de Janeiro, 1934), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Raimundo Ayres da Silva e Ana Carvalho Ayres. Sobrinho do médico portuense, Dr. Francisco Ayres. Concluiu os estudos primário e ginasial, em sua terra natal, no Colégio Sagrado Coração de Jesus, dos Padres Dominicanos. Com 20 anos de idade, em 1920, tornou-se Secretário da Intendência Municipal de Porto Nacional, na administração dos Vice-Intendentes Camilo Rodrigues da Silva e José Pereira Zezuca. Como estudante portuense, fundou o Partido dos Gafanhotos, passando a editar o jornal “POLICHINELO” que se opunha ao Partido da Ema, publicador do jornal “GAFANHOTÓFAGO”, sob a presidência de André Ayres da Silva, que se tornaria mais tarde, excelente advogado. Nos anos seguintes, levado pelo seu tio, Médico e Deputado Federal Francisco Ayres, matriculou-se na Escola Politécnica do Rio de Janeiro, onde se formou Engenheiro Civil. Enquanto estudante de Engenharia, foi também Revisor do Jornal do Brasil, fazendo-se notável jornalista. Passou a trabalhar na construção de ferrovias, tornando-se Diretor Geral da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, quando passou a residir em Campo Grande, no Mato Grosso. Tornou-se renomado conferencista em Congressos Ferroviários no Brasil e exterior. Visitou os centros industriais da Europa e da América. Escreveu para várias revistas, dentre outras, “INFORMAÇÃO GOIANA”, fundada por Henrique Silva e Americano do Brasil, no Rio de Janeiro, em 1917. A ele manifestou a sua gratidão, o médico sanitarista Júlio Paternostro, em seu
livro “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicado pela Companhia Editora Nacional de São Paulo, em 1945, por lhe ter fornecido muitas fotografias de sua coleção particular para serem usadas no dito livro, consoante página 16. Pai de muitos filhos, quase todos engenheiros, mudou-se para São Paulo, onde também faleceu. É mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “HISTÓRIA DE PORTO NACIONAL”, de Durval Godinho e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JJLEANDRO(José Leandro Bezerra Júnior), de Carolina, Maranhão, 22.07.1960, escreveu, entre outros, QUASE AVE(Poemas, Goiânia- IGI: AGEPEL, 2002), PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES CORA CORALINA, com prefácio e notas de orelha de Itamar Pires, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Filho de José Leandro Bezerra e Tereza Bringel Bezerra. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1970, com 10 anos de idade, mudou-se para Araguaína, norte de Goiás, hoje Tocantins. Em 1978, com 18 anos, deixou Araguaína e foi para Goiânia tentar a sorte no vestibular. Em 1979, matriculou-se no curso de jornalismo da Universidade Federal de Goiás. Formou-se Jornalista em 1983, com 23 anos. De 1980 a 1990, teve atuação em diferentes emissoras de rádio de Goiânia. Em 1991, com 31 anos de idade, voltou para Araguaína. Casou-se com a biomédica Lucivânia Florêncio dos Santos Leandro, com quem tem os filhos Laís(17) e Felipe(13). Passou a escrever contos e poesias, nas horas vagas. No dia-a-dia, cuida de fazendas no Tocantins e divide sua vida e trabalho entre o Tocantins, Goiânia e interior de Goiás. Seu livro que ganhou o PRÊMIO BOLSA DE PUBLICAÇÕES CORA CORALINA e foi publicado pelo Instituto Goiano do Livro(IGL), em parceria com a Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira(AGEPEL), teve parecer favorável da Comissão Julgadora, formada de Ana Cárita, Maria Helena Chein e Malu Ribeiro. Publicou também BABAÇULANDIA(Dos tempos de coco aos dias de Agimiro Costa)(Goiânia, Kelps, 2008), A MORTE NO BORDADO(Goiânia, Kelps, 2009). Residente em Araguaína, JJLeandro é membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), sob a Presidência de José Francisco Concesso. Contato: jjleandro60@uol.com.br Apesar de sua importância, não é referido em ARAGUAÍNA-40 ANOS(1958-1998), de Jauro José Studart Gurgel, não é lembrado em ARAGUAÍNA-HISTÓRIA E ATUALIDADE, de Claudivan Santiago, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOÃO AFONSO CARVALHO FERREIRA, de Madre de Deus, São João dos Patos, Maranhão, 03.08.1947, escreveu, entre outros, ENCANTOS E DESENCANTOS(1984), SOLILÓQUIO(1994), QUASE POEMAS(2002), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Ainda jovem, mudou-se para Teresina, no Piauí, onde concluiu o curso primário. No Liceu Piauiense, terminou o Ginásio. Começou o curso de Direito, na Universidade Federal do Piauí e terminou na Universidade Federal de Mato Grosso. Ainda no Piauí, por concurso público, tornou-se funcionário do BASA(Banco da Amazônia), tendo trabalhado em várias partes do Brasil, inclusive Cuiabá, Fortaleza e Recife, até aposentar-se. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde desenvolve atividades literárias e profissionais. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. É encontrado no DICIONÁRIO BIOGRÁFICO ESCRITORES PIAUIENSES DE TODOS OS TEMPOS(1995), de Adrião Neto, bem como em POESIA TERESINENSE HOJE(1988). Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOÃO QUINÔ(João Mattos Quinaud), de Juazeiro, Bahia, 23.03.1904. Filho de Joaquim de Moura Quinaud e Joana Joselina de Mattos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com seu irmão mais velho, aprendeu o ofício de TIPÓGRAFO, aliando-a com o jornalismo. Trabalhou em jornais de Salvador, Minas Gerais e São Paulo. Na década de 1920, veio para Barreiras. Nos anos seguintes, entrou pela “PICADA DA BAHIA” e alcançou o norte goiano, chegando em Natividade, onde trabalhou no jornal A PALAVRA(1930), do Advogado André Aires e do Médico Quintiliano de Castro. Em 1932, foi para Carolina, no Maranhão, trabalhando no jornal A TARDE, de Catão Maranhão. Em 1935, veio para Porto Nacional, trabalhar com o Dr. Francisco Ayres, no jornal NORTE DE GOYAZ. Em 1936, foi para Pedro Afonso, onde fundou o jornal A VOZ DE PEDRO AFONSO. A gráfica deste jornal foi vendida para Messias Tavares. Nos garimpos de Cristalândia e Pium, casou-se com Rita Alves Mattos, mudando-se para Porto Nacional. Em 1950, junto com o Major Totó Aires e João Querido, funda o jornal O GOIÁS CENTRAL, com a finalidade de fazer a campanha de Pedro Ludovico Teixeira ao governo de Goiás. Como o jornal era impresso em tosco prelo de madeira, Pedro Ludovico lhe deu o titulo de “O GUTEMBERGUE DO SERTÃO”. Com o passar do tempo, tornou-se Funcionário Público Estadual. Em 1953, o Bioquímico Dr. Osvaldo Ayres da Silva adquiriu a gráfica do Goiás Central e passou a editar o jornal A NORMA, pregando a criação do Estado do Tocantins. Entusiasmado, João Mattos Quinaud fundou o jornal O ESTADO DO TOCANTINS, ao lado do Juiz Feliciano Machado Braga, Osvaldo Ayres e Fabrício César Freire, quando também criaram a Associação Tocantinense de Imprensa(ATI). Em 1963, João Mattos Quinaud foi para Gurupi, junto com seus filhos, ajudar Antonio Poincaré de Andrade(pai do Prefeito Otoniel Andrade), a fundar o jornal A VOZ DE GURUPI. Em 1964, este jornal foi transportado para Porto, com o titulo PORTO NACIONAL-JORNAL. Relembre-se que o jornal O ESTADO DO TOCANTINS foi reativado em 1975, em Araguaina, pelo jornalista Otávio Barros que o mantem até hoje(2005). Quanto a João Mattos Quinaud(JOÃO QUINÔ) faleceu em Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, em 22.06.1981. Um de seus filhos mais conhecidos é Getulio Mattos Quinaud. É referido em vários livros, entre os quais, IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alirio Afonso de Oliveira, HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otavio Barros da Silva. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOCYELMA SANTANA DOS SANTOS MARTINS DE OLIVEIRA, de Marabá, Pará, 1972, escreveu, entre outros, VIVER DE CARA LIMPA(2009), em co-autoria com Ricardo Ribeirinha(Coordenador de Prevenção de Drogas do Governo do Estado do Tocantins), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de José Batista Freitas Santos e Josefa Santana dos Santos(Antigos missionários da Junta de Missões Nacionais). Após os estudos primários em Araguatins, Norte de Goiás, hoje Tocantins, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o Ginásio em sua terra natal, Itacajá. Terminou o ensino Médio em Tocantinia. Foi para Goiânia, tendo estudado no Objetivo. Possui graduação em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Federal de Goiás (1994, com 22 anos) e em Direito pela Universidade Católica de Goiás (1994). Desde 2003 é também Mestre em Educação Brasileira pela Universidade Federal de Goiás . Além de professora universitária (Ceulp/Ulbra), atua também como repórter da TV Anhanguera/Rede Globo e é jornalista profissional. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Tópicos Específicos de Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: comunicação, educação, novas tecnologias, formação docente e história. Entre 2000 e 2003, Mestrado em Educação (Conceito CAPES 5), Universidade Federal de Goiás, UFG, Brasil. Título: O vídeo na educação escolar: um estudo sobre as relações de mediação professor/aluno e as novas tecnologias na sala de aula, Ano de Obtenção: 2003. Orientador:Mirza Seabra Toschi. Bolsista do(a): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Palavras-chave: Mediação; Novas tecnologias; comunicação; educação. Grande área: Ciências Humanas / Área: Educação. Grande área: Ciências Sociais Aplicadas / Área: Comunicação. Setores de atividade: Educação pré-escolar e fundamental. Detentora de vários prêmios, entre os quais, Troféu Imprensa e Qualidade - 2002, Federação das Indústrias do Tocantins - FIETO. Troféu Imprensa e Qualidade, Federação das Indústrias do Estado do Tocantins. Troféu Imprensa - Prêmio Luiz Bala, Federação das Indústrias do Tocantins - Câmara Municipal de Palmas Professora da Universidade Luterana do Brasil (Ulbra, de Palmas). Professora da Universidade do Tocantins(UNITINS). Apesar de sua importância, não é referida na HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva, não é mencionada em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS(2000), de Luiz de Carvalho, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOCYLÉIA SANTANA DOS SANTOS, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 18.11.1970, escreveu, entre outros, O SONHO DE UMA GERAÇÃO-O MOVIMENTO ESTUDANTIL GOIÁS E TOCANTINS(Goiânia, UCG, 2007), com orelha de Zezuca Pereira, prefácio de Maria do Espirito Santo e posfácio de Cláudio José Lopes Rodrigues, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de José Batista Freitas Santos e Josefa Santana dos Santos(Antigos missionários da Junta de Missões Nacionais). Após os estudos primários em Araguatins, Norte de Goiás, hoje Tocantins, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o Ginásio em sua terra natal, Itacajá. Terminou o ensino Médio em Tocantinia. Foi para Goiânia, tendo estudado no Objetivo. Em 1991, com 21 anos de idade, formou-se em Historia pela Universidade Católica de Goiás. Em 1990, foi bolsista do PIBIC/UCG/CNPq. Na Universidade Federal de Pernambuco fez Mestrado e Doutorado com apoio da CAPES(Coordenação de Aperfeiçoamento de Ensino Superior). Professora, por concurso de provas e títulos, da Universidade Federal do Tocantins. Atualmente(2007), coordena dois projetos financiados pela CAPES, o Doutorado Interinstitucional em Educação e o Programa Nacional de Cooperação Acadêmica-Amazonica, na UFT. Co-autora do livro A (TRANS)FORMAÇÃO HISTORICA DO TOCANTINS(UCG). Autora de dezenas de artigos publicados em jornais e revistas. Casou-se com o Pastor Fabion Serejo Santana, ainda não tendo filhos. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Sobre ela escreveu excelente matéria a jornalista Lenna Borges(Maria Helena), sob o titulo SONHO E LUTA DE UMA GERAÇÃO, no JORNAL DO TOCANTINS(Palmas, 11.09.2007). Seu livro é o resultado de sua Tese de Mestrado na Universidade Federal de Pernambuco, focalizando a trajetória da Casa do Estudante do Norte Goiano(CENOG), fundada em 1959, sob a inspiração do Padre Ruy Rodrigues da Silva, então Diretor do Ginásio Cristo Rei, em Pedro Afonso e depois Secretário da Educação de Goiás, no governo de Mauro Borges. É especialista em Administração Educacional. Professora concursada da Secretaria Estadual de Educação e também da Universidade do Tocantins(UNITINS), onde trabalhou entre 1991 e 2003, com as licenciaturas do regime especial e no curso de Pedagogia, bem como Coordenadora de Pesquisa da Unitins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JONES RONALDO DO ESPÍRITO SANTO PEDREIRA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 29.11.1952, escreveu, entre outros, “REZAS E BENDITOS”(DEVOCIONÁRIO POPULAR DO TOCANTINS), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Escreveu também “RAÍZES DE NOSSA FÉ”, cujos capítulos foram publicados anteriormente no jornal periódico “CONSTRUINDO IGREJA”. Ultimamente(2005), publicou “CONTAS DO MEU ROSÁRIO”, com apresentação de Dom Alberto Taveira Corrêa, este com dados biográficos completos. Filho de Raymundo do Espírito Santo Pedreira e Imelda Pereira Pedreira. São seus irmãos: 1)Paschoal Baylon das Graças Pedreira. 2)Irene José Pedreira Lima. 3)José Humberto da Eucaristia Pedreira. 4)Adhemar José Pedreira. 5)Ruth de Fátima Pedreira Pereira. 6)Raimundo Célio Pedreira. 7)Júlia Maria Pedreira Neves. 8)Manoel Arsênio Pedreira. 9)Silvia Custodia Pedreira. 10)Maria do Socorro Pedreira. 11)Elias José Pedreira. 12)Paulo Geovanny Pedreira. Com 6 anos, iniciou os estudos em Monte do Carmo, na Escola da Professora Antonia de Oliveira Negre. Após os estudos primários em sua terra natal no Grupo Escolar Dom Pedro II, concluiu o ginásio no Colégio Sagrado Coração de Jesus e o curso científico no Colégio Estadual de Porto Nacional, indo depois para o Seminário São José, então dirigido pelo Padre Luso Barros de Matos, ainda em Porto Nacional, onde fez o seminário menor. Em 1973, com 21 anos de idade, seguiu para Mariana, em Minas Gerais, onde fez o seminário maior, formando-se em Filosofia, no Seminário de Mariana. Entre 1975 e 1978, fez os Estudos Teológicos no Seminário Arquidiocesano de Santo Antonio, em Juiz de Fora, tendo estudado também na Universidade Federal de Juiz de Fora. Concluídos os estudos, retornou a Porto Nacional, tendo sido ordenado Sacerdote, na Catedral de Nossa Senhora das Mercês, pela instrumentalidade do então Bispo de Porto Nacional, Dom Celso Pereira de Almeida. Nos anos seguintes, foi Padre em várias cidades, entre as quais, Monte do Carmo, Dianópolis, Arraias, onde ficou 10(dez) anos. Em outubro de 1990, o Bispo Dom Celso o transferiu para Palmas, tomando posse da Paróquia São José, em 25.01.1991. Considerado o primeiro vigário de Palmas, Capital do Tocantins. Atualmente(2000), é Diretor do Colégio Estadual de Palmas. Nos anos seguintes, passou a exercer diferentes atividades sacerdotais nas paróquias que foram se criando em Palmas. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente estudado, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOSÉ CÂNDIDO PÓVOA, de Dianópolis, Goiás, hoje Tocantins, 27.06.1949, escreveu, entre outros, POEMAS AZUIS(2004), com prefácio de Dídimo Heleno Povoa Aires, apresentação de Marco Vilas Boas e notas de orelha de Nilo Alves, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Pery e Stela. No antigo São José do Duro, hoje Dianópolis, no Colégio João D`Abreu, completou o curso primário e também o ginasial. Em 1967, quando tinha 18 anos de idade, mudou-se para Goiânia, ali residindo por vários anos. Casou-se com Maria Júlia, com quem teve os filhos Leonardo, Leandro e Juliana. De família ilustre de Dianópolis, tem como irmãos, Péricles, Celeste, Carmelita, Cilêde, Denise, Ivone, Maria Helena, Álvaro e Stela Maria. Seu irmão Alvaro(conhecido como Alvim) foi ASSESSOR DO DESEMBARGADOR LIBERATO PÓVOA, no Tribunal de Justiça do Tocantins, em Palmas. Na Faculdade Anhanguera de Ciências Humanas, de Goiânia, terminou o curso de Direito, tornando-se Advogado. Foi Presidente da CASA DO ESTUDANTE DO NORTE GOIANO(CENOG), Seccional de Dianópolis, no fim da década de sessenta, quando se realizou o último Congresso daquela entidade, objetivando a criação do Estado do Tocantins. Durante cerca de 30 anos foi funcionário da SANEAGO(Saneamento de Goiás). Transferiu-se para Palmas, Capital do Tocantins. Com o passar do tempo, tornou-se Assessor Especial da Agência Estadual de Saneamento. Escritor, Poeta, Ensaísta. Contista, Cronista, Literato. Pesquisador, Intelectual, Memorialista. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Administrador, Educador, Ficcionista. Colaborador de muitos jornais e revistas, entre os quais, JORNAL DO TOCANTINS. Seu livro de poemas-POEMAS AZUIS-, de fina sensibilidade poética, revela o talento multiforme do autor e sua capacidade de produzir textos como “ UM POETA MORREU”. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOSÉ CARLOS RIBEIRO DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 15.11.1969, escreveu, entre outros, “O SOM SECULAR DO CARMO”(CANTIGAS POPULARES), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio de Ivany Coeli Leal Coragem e notas de orelha de Zacarias Martins. Seu livro seguiu os passos da professora da Universidade de Campinas, em São Paulo, Marta Silva Campos que, depois de ter residido em Porto Nacional, publicou em 1988, o livro ilustrado “AS FESTAS DO CARMO”, tendo sido a pioneira do folclore tocantinense. Quanto a José Carlos, após os estudos primários em sua terra natal, estudou também em vários outros lugares. Durante muito tempo viveu em Monte do Carmo. Professor e Músico. Pós-Graduado em Gestão e Ensino, pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas de Gurupi(FAFICH). Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Detentor do Prêmio 4º Congresso Brasileiro de Arteterapia. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Aluno do Curso de Especialização em Educação de Jovens e Adultos, na Universidade de Brasília. Professor da Escola SESI de Gurupi e do Curso Normal Superior, da UNITINS. Integrante da Banda de Música da Polícia Militar do Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOSÉ GUIMARÃES MELLO, de Coroados, São Paulo, 19.11.1940, escreveu, entre outros, DICIONÁRIO MULTIMÍDIA(Jornalismo, Publicidade e Informática)-2003, NEGROS E ESCRAVOS NA ANTIGUIDADE(2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Cursou o Seminário dos Padres Carmelitas, em São Paulo, Capital. Formou-se em Filosofia e Letras. Mestre em Letras, pela Universidade de São Paulo, em 1979. Doutor em Letras, pela mesma Universidade, em 1985. Em 1998, tornou-se Livre Docente, pela UNESP, de São José do Rio Preto. Orientador de Mestrado e Doutorado, na área de Literatura e História. Pesquisador do CNPq e da Universitá de Pisa, na Itália. Foi professor da UNIMAR(Universidade de Marília) e da UNIPAR(Universidade Paranaense). Mediante Concurso Público, tornou-se Professor de Literatura Brasileira da UNITINS(hoje Universidade Federal do Tocantins). Em oposição a Alan Kardec Martins Barbiero, foi CANDIDATO a REITOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS, em Agosto de 2003. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br




JOSÉ INÁCIO DA SILVA, de Manoel Emídio, Piauí, 26.09.1957, escreveu, entre outros, PÉROLAS DA INFINITA SABEDORIA-PRINCIPIOS DE VIDA FUNDAMENTADOS NAS LEIS DA CRIAÇÃO(Palmas, EA, 2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Raimundo Inácio Moreira e Maria de Sousa e Silva . Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Direito, pela Universidade Estadual da Paraiba. Pós-Graduado em Direito Ambiental, pela Faculdade de Direito Vale do Rio Doce(FADIVALE). Formação em vários cursos de terapia holística. Espiritualista. Delegado de Policia do Primeiro DP, em Palmas, Tocantins. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOSÉ MACIEL DE BRITO, de Grajaú, Maranhão, 22.09.1946, escreveu, entre outros, “A FALÊNCIA DO ESTADO LEGAL”(2002), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Constantino de Souza Brito e Almerinda de Souza Maciel. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito da FAFICH(FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS), de Gurupi. Curso de Pós-Graduação, pela Faculdade do Vale do Rio Doce, de Minas Gerais. Foi vereador e Presidente da Câmara Municipal de Gurupi. Consultor Jurídico de diversas Prefeituras Municipais do Estado do Tocantins. Advogado. Escritor, Ensaísta, Pesquisador, Memorialista. Produtor Cultural. Pensador, Ativista, Intelectual. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Assessor Parlamentar da Assembléia Legislativa do Tocantins. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


JOSÉ MANOEL MIRANDA DE OLIVEIRA, de Palmeiras de Goiás, Goiás, 20.06.1952, escreveu, entre outros, ENSAIOS CONTEMPORÂNEOS SOBRE O ESTADO DO TOCANTINS(Goiânia, UCG, 2009), em co-autoria com Zezuca Pereira e Waldecy Rodrigues, com prefácio de Maria do Espírito Santo Rosa Cavalcante, apresentação de Tião Pinheiro e notas de orelha de Alan Barbiero. Filho de Lázaro Furtado de Oliveira e Maria Miranda de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1986, com 34 anos, Graduou-se em Filosofia pela Universidade Federal de Goiás. Em 1995, com 43 anos, concluiu Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco, tendo como Orientador: Dr Flávio Henrique Albert Brayner, sendo Bolsista do(a) Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Leciona Filosofia e Teoria da Ciência Política no curso de Administração da UFT. Participa dos Grupos de Estudos Filosóficos Contemporâneos: Ética e Política e do Grupo de Gestão, Cidade e Sustentabilidade. Atua nas áreas de desenvolvimento urbano e políticas públicas; Políticas de Desenvolvimento e Acesso ao Ensino Superior Público. Seu Curriculum Vitae, encontra-se no seguinte endereço http://lattes.cnpq.br/8272659394037744. Foi Professor da Fundação Universidade do Tocantins(UNITINS), bem como da Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), em Palmas. Articulista de vários jornais, entre os quais, JORNAL DO TOCANTINS. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



JOSÉ NEGREIROS DE ALMEIDA SARINHO, Carioca, do Rio de Janeiro, 1826, escreveu, entre outros, “MEMÓRIA JUSTIFICATIVA DO PROJECTO DE ESTRADA DE FERRO DO PARÁ A GOYAZ, ENTRE ALCOBAÇA À MARGEM ESQUERDA DO BAIXO TOCANTINS E A CIDADE DE BOA VISTA SOBRE O ALTO TOCANTINS”(1882), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter percorrido o seu rio e feito estudos especiais sobre suas margens, visando a implantação da estrada de ferro. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se na Faculdade de Engenharia do Rio de Janeiro, tornando-se Engenheiro Civil. Em missão governamental, navegou pelo Rio Tocantins, especialmente o Médio e Alto Tocantins, em cujas margens projetou a Ferrovia que deveria sair do Pará ao norte de Goiás, hoje Tocantins, onde alcançaria a cidade de Boa Vista do Tocantins(Tocantinópolis), até então cidade principal do extremo norte goiano. A ferrovia teria uma extensão de 391 km, ligando Alcobaça, São Vicente do Araguaia e Boa Vista do Tocantins (Tocantinópolis) e sua trajetória um ângulo obtuso(mais de 90 graus). Seria chamada Estrada de Ferro Pará-Goiás. Pelo Decreto 9.405, de 21.04.1885, o Doutor José Negreiros de Almeida Sarrinho (ou Sarinho), recebeu o privilégio para a construção dessa estrada, o que jamais ocorreu, pela falta de recursos financeiros. Esta ferrovia tinha sido planejada em 1872 pelo Engenheiro Major Antônio Florêncio Pereira do Lago (Mossoró RN 1825-Manaus 1892). Planejou ele uma combinação de navegação e Estrada de Ferro. Fazia parte do Plano Bulhões de Viação Nacional(Antônio Maria de Oliveira Bulhões, Rio de Janeiro 1828-1900) que enviou à Câmara Imperial em 24.03.1882, o Projeto de Construção da Ferrovia entre Alcobaça e Tocantinópolis. Em 1890, no entanto, a Concessão para a Construção da dita Ferrovia foi mudada e concedida ao Engenheiro goiano Joaquim Rodrigues de Morais Jardim(Goiás Velho 1836-Rio de Janeiro 1891) que também não a construiu, em virtude da falência do RUSSIAN BANK e de sua morte no ano seguinte. Na verdade, seu irmão Jerônimo Rodrigues de Morais Jardim(Goiás Velho 1838-Rio de Janeiro, 1916), era o Diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil e dava prioridade ao Projeto da Ferrovia Araguaia/Tocantins, mas, infelizmente, não conseguiu construí-la, mesmo porque seu irmão que era o Concessionário faleceu um ano depois da concessão ou seja 1891. Só em 1908, foram edificados os 87 km, na região de Alcobaça, que recebeu o título de Estrada de Ferro Tocantins, não prosseguindo em virtude da falta de verba. Quando Júlio Paternostro por lá passou em 1935, ela estava abandonada. Chegou ele, inclusive, a fazer a seguinte comparação: “No mesmo ano em que se assentavam os primeiros trilhos da Estrada de Ferro Tocantins, em Alcobaça, colocavam-se os primeiros dormentes da Estrada de Ferro Noroeste do Brasil, em Bauru. Ambas as estradas de ferro partiam do interior para o sertão, margeando rios em cujas ribanceiras viviam indios. Os trilhos da Estrada de Ferro Tocantins atingiram o Km 87 e a paisagem que os rodeia continua sendo a savana habitada por indios. A Estrada de Ferro Noroeste possui 1.273 km de trilhos, em volta deles o sertão se povoou, nasceram cidades e os indios desapareceram. Até hoje(1935) não se outorgou ao Tocantins a missão que, desde o Século XVIII, o Marquês de Pombal lhe assinalara, como ‘o mais seguro caminho para levar a civilização e o progresso ao interior do país’, concluiu Paternostro. Ao Concessionário da Estrada de Ferro Pará/Goiás, o governo dava 20 quilômetros de terras, de cada lado da ferrovia e três quilômetros, de cada margem do Rio Tocantins, desde a nascente até a foz. Todas as riquezas da região poderiam ser exploradas durante 60 anos, pelo Concessionário. O livro de Sarinho foi publicado no Rio de Janeiro, pela Tipografia G. Leuzinger & Filhos, em 1882. Quanto a ele(Sarinho), foi membro de diversas instituições sociais, culturais e de classe. Empresário, Engenheiro, Administrador. Político, Escritor, Ensaísta. Pesquisador, Idealista, Visionário. Mencionado em dezenas de livros, entre os quais, “VIAGEM AO TOCANTINS”, de Júlio Paternostro e “BREVE HISTÓRIA DO TOCANTINS”, de Otávio Barros da Silva. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOSÉ VALDEMIR RODRIGUES(POETA COWBOY), de Carnaúba, Pentecostes, Ceará, 02.04.1960, escreveu, entre outros, AS INÉDITAS DE SEU DUNGA(2008), HISTORIA DE PESCADOR, CAÇADOR E VAQUEIRO, AS RESPOSTAS DE SEU DUNGA TOLERANCIA ZERO, BRAVURAS DE UM VAQUEIRO, VERSOS DE RODEIO E VAQUEJADA, O MELHOR DO RODEIO, O JOVEM COM E SEM AS DROGAS, DUDÉ DA LINGUA FERINA, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se Técnico em Eletrônica. Em 1983, com 23 anos de idade, mudou-se para Itaituba, no Pará, onde permaneceu até 1991. Em 1992, com 36 anos, foi para Fortaleza, Capital de seu Estado natal, onde ficou até 1999. Em 2000, com 40 anos de idade, mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins. Tornou-se especialista em LITERATURA DE CORDEL, produzindo diferentes folhetos. Alem da Eletrônica, passou a produzir ARTESANATO. Seu folheto AS INÉDITAS DE SEU DUNGA tem revisão de Romão Pereira Néri, ilustração de Lucas Leite Galvão, arte final de José Valdeir Pereira Rodrigues e diagramação de Thiago Costa dos Reis. Atende pelo e-mail: poetacowboy@uol.com.br É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



JOSUÉ DA SILVA LUZ, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 1960, escreveu, entre outros, A VIDA É A MARGEM(Goiânia, Kelps, 2006), prefácio de Coelho Vaz, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Letras, Farmácia e Bioquímica. Especializou-se em Língua Portuguesa e Literatura Brasileira. Lecionou Literatura Infanto-Juvenil e Literatura Brasileira, na Universidade do Tocantins e no Instituto Tocantinense Antonio Carlos. Publicou A COR ESCURA e também EU A PRIMEIRA PESSOA. Ministra cursos e palestras sobre produção de textos e interpretação literária. Membro da ACALANTO(Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense). Apesar de sua importância, não é referido em ARAGUAÍNA-40 ANOS(1958-1998), de Jauro José Studart Gurgel, não é lembrado em ARAGUAÍNA-HISTÓRIA E ATUALIDADE, de Claudivan Santiago, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br

JÚNIO BATISTA DO NASCIMENTO, de Martins, Rio Grande do Norte, 08.02.1973, escreveu, entre outros, “CONHECENDO O TOCANTINS-HISTÓRIA E GEOGRAFIA”, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Francisco Manoel do Nascimento e Severina Batista da Conceição. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante algum tempo, viveu em Manaus, no Amazonas. Mudou-se para Palmas, nova Capital do Tocantins, em 1990. Licenciou-se e Bacharelou-se em Geografia, pela Universidade do Tocantins(UNITINS). Tornou-se Professor da Rede Pública e do Pré-Vestibular, na cidade de Palmas. Fez Pós-Graduação em Informática na Educação, pela Universidade Federal de Lavras, em Minas Gerais. Geógrafo, Escritor, Ensaísta. Professor, Pesquisador. Conferencista, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Orador, Poeta. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Técnológico(CNPq). Foi Professor do Colégio Einstein de Palmas, do Colégio Adventista, do Centro Educacional Martinho Lutero, do Colégio Dom Alano e da Universidade do Tocantins (Telepresencial e Regime Especial). Foi Bolsista do CNPQ entre 1993 e 1994. Pesquisador do Instituto Histórico, Geográfico e Ciências Naturais do Tocantins. Aprovado em Concurso Público para Professor do Estado do Tocantins, em 2002. Em 2003, foi aprovado no Concurso Público da Prefeitura de Palmas, também para o Magistério. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Casado com Odiléa Lisboa Leite, com quem filhos. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou ainda em www.mariomartins.com.br Atende pelo e-mail: juniobatista@bol.com.br Sobre Júnio Batista, se tem a seguinte matéria, publicada no jornal GIRASSOL, que vai aqui transcrita "IPSIS LITTERIS, VIRGULISQUE": Ele é escritor, professor, colunista, ator, acadêmico de Direito, pesquisador e dono de tantos outros atributos que uma só entrevista - em uma escola pública da Capital - seria insuficiente para descrevê-lo. Na mesa da sala dos professores do Colégio Dom Alano – que, como o entrevistado, é um dos pioneiros na Capital -, demos início à entrevista que duraria longos minutos até soar o alarme do intervalo. Cheguei à entrevista por volta das 15h. Depois de coletar algumas informações ali mesmo no pátio da escola, parti para a sala dos professores. Um jovem de cabelos ruivos, a corrigir uma pilha de provas com uma habilidade descomunal, era meu entrevistado. O nariz apoiava aqueles óculos que já pareciam fazer parte de sua personalidade. “Entra ai”, convidou Junio (sem o r) Batista do Nascimento. Apresentei-me, e logo demos início à entrevista, que, de antemão, pouco falaria de concursos, de Dia da Autonomia, de política, e de tantos outros assuntos dos quais Junio já está acostumado a falar à imprensa. A literatura daquele homem introspecto havia me conquistado. Era de um fino vocábulo, algo que pede alguns segundos para discernir certas expressões. Natural de Martins – RN, onde, como bem disse, “apenas nasceu e passou pequena parte de sua infância”, herdou o sotaque, e, ao som da Rádio Nacional de Brasília, sonhou ser radialista. Em Mossoró, ainda criança, gostava de tudo que uma criança predestinada aos livros apreciava: ler. Mudou-se com a família para Manaus no início da adolescência, até receber de sua irmã, Francisca Margarida, a proposta de mudar-se para Miracema-TO, com planos de trabalho. “Viemos para Miracema, passamos poucos meses e nos mudados para Taquaruçu, onde comecei a dar aulas de datilografia. Pouco depois, mudamos para Palmas e me apaixonei por este lugar”, diz. - Mas, em 1990, não tinha nada por aqui. Você se apaixonou pelo quê, especificamente? Questionei.
- Eu me apaixonei por poder contribuir para formação de uma cidade. Aqui, eu poderia trabalhar; me especializar; crescer em qualquer área. Ainda em Taquaruçu, Batista liderou o primeiro grêmio estudantil, e firmou os pés no teatro, em apresentações amadoras. Em Palmas, resolveu apostar na literatura e esboçou seu primeiro livro: Palmas - Sua Historia, Trajetória e Conquistas. “Eu queria contar a história do início de Palmas, com base na minha vivência. O primeiro dia em que tivemos água encanada, asfalto, luz. Com o rascunho nas mãos, saí à procura de apoio, mais não consegui”, contou. A história do primeiro livro havia caído por terra. Batista engavetou o esboço e partiu para outro trabalho, pelo qual diz ser apaixonado: A tecnologia da Informação. “O trabalho na Prefeitura de Palmas, na época do Fenelon (ex-prefeito), fez-me acreditar que havia nascido para informática. Trabalhei com os primeiros computadores”, recorda. Com um olhar distante, Batista diz se lembrar de um grande episódio na sua carreira: “O Bug do Milênio!” Mais à vontade, ele explica: “Como todas as datas de todos computadores eram representadas por somente 2 dígitos, os programas assumiam o "19" na frente para formar o ano completo”. Assim, de acordo com Batista, quando o calendário mudasse de 1999 para 2000, o computador iria entender que estava no ano de "19" + "00", ou seja, 1900. “Tivemos que trabalhar em todas as máquinas para tentar consertar esse erro”. Segundo Batista, nessa época, os softwares mais modernos, que já utilizavam padrões mais atuais, não teriam problemas em lidar com isso e passariam corretamente para o ano 2000, mas constatou-se que uma infinidade de empresas e instituições de grande porte, e até a própria prefeitura, ainda mantinham em funcionamento programas antigos, em função da confiança adquirida por anos de uso. No caso dos bancos, se as datas realmente "voltassem" para 1900, clientes veriam suas aplicações dando juros negativos, credores passariam a ser devedores, e boletos de cobrança para o próximo mês seriam emitidos com 100 anos de atraso.
Corrigido o problema, Batista, a contra-gosto de sua família, resolve cursar Geografia na Universidade do Tocantins (Unitins). “Na minha vida, eu tive que provar quatro grandes coisas: primeiro tive que provar à minha família que o curso de Geografia seria rentável. Eu poderia ser um pesquisador. E que, ao contrário do que eles pensavam, não estaria perdendo meu tempo; A segunda seria provar aos palmenses que um nordestino poderia dar aula de História e Geografia do Tocantins. Muitos alunos se perguntavam: o que um professor nordestino poderia saber sobre História do Tocantins?; A terceira era provar para mim mesmo que era capaz de escrever um livro e publicá-lo. O último desafio seria provar para os tocantinenses a importância de estudar História e Geografia do Tocantins.” No curso de Geografia, Batista se formou e até se especializou pouco depois em Informática na Educação, pela Universidade de Lavras – MG. O nordestino de sotaque arrastado lecionou em diversas escolas e cursinhos pré-vestibulares, sendo capaz de não só dar aulas como também realizar grandes pesquisas no Estado. Quanto aos livros, foram três, e diversas atualizações: Conhecendo o Tocantins - História e Geografia; Cerrado - nosso bioma, nossa riqueza; e, por último, Tocantins - História e Geografia: 700 questões. Nesses 19 anos, Batista casou-se, teve os filhos Maria Eugênia, Julio Gabriel e Davi Lisboa, e disse estar prestes a realizar um antigo sonho: publicar o livro “Palmas - Sua Historia, Trajetória e Conquistas” (Aquele esboço que foi engavetado). Junio Batista acompanhou todo o crescimento do Estado e é um dos filhos do Brasil que escolheu este Estado para viver e crescer. Ele é um “Tocantinense que faz”.



JURIVÊ DE MACEDO(Raimundo Jurivê Pereira de Macedo), de Porto Nacional, 16.05.1930, escreveu, entre outros, “COMENTANDO OS FATOS”, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Durante 11 anos residiu em São Paulo. Casou-se com a maranhense Leonor Mesquita Almeida Macedo. Em 1958, com 28 anos de idade, foi repórter do “MUNDO ESPORTIVO”. Em 27.05.1959, mudou-se para Porto Franco, no Maranhão, onde foi Secretario da Prefeitura Municipal e Chefe do Escritório da Construtora Norte, subsidiaria da RODOBRAS, na abertura da Belém/Brasilia. Em 1962, com 32 anos, fez concurso para Advogado Provisionado, no Tribunal de Justiça do Maranhão, passando a atuar nas Comarcas de Porto Franco, Imperatriz e Carolina. Em 1967, fixou residência em Imperatriz e no dia 03.05.1970, fundou o jornal O PROGRESSO, junto com José Matos Vieira. Da Câmara Municipal, recebeu o titulo de CIDADÃO IMPERATRIZENSE e da Assembléia Legislativa, recebeu o titulo de CIDADÃO MARANHENSE. Foi Editor do JORNAL DE IMPERATRIZ. Em 1987, passou a escrever para o jornal O ESTADO DO MARANHÃO, de São Luis, tendo sido também Diretor de sua sucursal em Imperatriz. Em 1995, foi nomeado Procurador Geral do Município de Imperatriz, permanecendo no cargo até 2000, nos governos municipais de Ildon Marques e Dorian Menezes. Neste mesmo ano, recebeu da Prefeitura Municipal, a Comenda Frei Manoel Procópio do Coração de Maria. É membro da Academia Imperatrizense de Letras, Cadeira 11, tendo como Patrono Francisco Ayres da Silva(1872-1957). É estudado na ENCICLOPÉDIA DE IMPERATRIZ, de Edmilson Sanches, Instituto Imperatriz, 2003. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou ainda em www.mariomartins.com.br


KÁTIA ABREU(KÁTIA REGINA DE ABREU), de Goiania, Goias, 02.02.1962, escreveu, entre outros, 2 PALAVRAS + 11 ARGUMENTOS, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Psicologia, na Universidade Católica de Goiás. Casou-se com Irajá Silvestre, de quem ficou viúva em 1987, com 25 anos de idade. Com a morte do marido, tornou-se pecuarista, passando a dirigir a Fazenda existente no antigo Norte de Goiás, hoje Tocantins. Filiada ao DEM(Democratas), com 41 anos de idade, tornou-se Deputada Federal, entre 01.02.2003 até 31.01.2007. Foi eleita Senadora, pelo Tocantins, com mandato de 01.02.2007 até 31.01.2015. Antes de se tornar Deputada, destacou-se entre os produtores da região e logo tornou-se presidente do Sindicato Rural de Gurupi. Em seguida, foi eleita presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins, cargo que exerceu por quatro mandatos consecutivos entre 1995 e 2005. Em novembro de 2008, com 46 anos de idade, foi eleita presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), para o triênio 2008 a 2011. A entidade representa 27 federações estaduais, 2142 sindicatos rurais por todo o Brasil e mais de um milhão de produtores sindicalizados. Em 1998, Kátia Abreu disputou pela primeira vez uma cadeira na Câmara dos Deputados, ficando como primeira suplente. Assumiu a vaga em duas oportunidades entre abril de 2000 e abril de 2002. Foi escolhida para presidir a Bancada ruralista no Congresso Nacional, sendo a primeira mulher no país a comandá-la, que na época contava com 180 integrantes. Em 2002, foi efetivamente eleita para a Câmara dos Deputados com 76.170 votos, a mais votada no Estado do Tocantins. Em 2006, com 44 anos, concorreu e venceu a eleição a uma vaga ao Senado Federal derrotando Eduardo Siqueira Campos que tentava a reeleição. Em 2009, Kátia Abreu figurou entre as cem personalidades mais influentes do Brasil, numa lista seleta publicada pela edição especial da Revista Época. Dentre as cem personalidades destacam-se trinta personalidades políticas, dentre os quais somam cinco senadores da República. 2 PALAVRAS + 11 ARGUMENTOS é o título do livro que a senadora Kátia Abreu lançou na sexta-feira, dia 5 de fevereiro de 2010, na Capital. O lançamento, com noite de autógrafos, aconteceu às 19 horas, na Livraria Palmas Cultural (104 Sul, Conjunto 3, número 22). No sábado, a senadora apresentou a sua obra em Gurupi, no Centro Cultural Mauro Cunha (Avenida Maranhão, 1597, entre as Ruas 2 e 3, Centro), às 19h30. 2 PALAVRAS + 11 ARGUMENTOS teve seu primeiro lançamento no dia 8 de dezembro de 2009, no Espaço Foyer, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, em Brasília (DF), com a presença de personalidades ilustres. O livro é uma coletânea de artigos publicadas pela senadora Kátia Abreu nos grandes jornais do país e tratam, na sua maioria, da essência de sua posição à frente dos mais de 1,7 de produtores rurais do país (2,3 mil sindicatos rurais), como presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil. A senadora Kátia Abreu demonstra, nos artigos, a própria filosofia aplicada na condução da entidade, exposta na sua posse na CNA em dezembro de 2008, quando deflagrou o movimento Afirmação e Ruptura. Dedicado ao ex-ministro da Agricultura, Alyson Paulinelli, que Kátia considera como o fundador da moderna agricultura brasileira. 2 PALAVRAS + 11 ARGUMENTOS (166 páginas, 2009)é editado pela Edições Dédalo. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Não é estudada em ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Hollanda e Lúcia Nascimento. Não é lembrada no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes Hubner Flores, bem como em DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho e ainda em DICIONÁRIO MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



KÁTIA MAIA FLORES BARROS, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 19.04.1965, escreveu, entre outros, “CAMINHOS QUE ANDAM- O RIO TOCANTINS E A NAVEGAÇÃO FLUVIAL NOS SERTÕES DO BRASIL”(Goiânia, UCG, 2009), com notas de orelha de Alan Barbiero, apresentação de Paulo Sidnei, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1986, com 21 anos de idade, formou-se em Biblioteconomia, pela Universidade Federal de Goiás. Em 1997, com 32 anos, concluiu o Mestrado em História, pela Universidade Federal de Pernambuco. Em 2006, com 41 anos, concluiu o Doutorado em Historia, pela Universidade Federal de Minas Gerais. Atualmente(2009) é Professora Assistente da Fundação Universidade Federal do Tocantins. Tem experiência na área de História, com ênfase em História, atuando principalmente nos seguintes temas: história ambiental, história da ciência, história de rios, história cultural e história - viajantes estrangeiros. Possui larga experiência em gestão do ensino superior. Pró-Reitora de Graduação da UFT. Presidente do Conselho Municipal de Cultura de Palmas. Membro de diversas entidades sociais, culturais e de classe. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br Seu Curriculum Vitae completo, embora sem o nome do pai e da mãe, alem de outras informações pertinentes, encontra-se no seguinte endereço: http://lattes.cnpq.br/0706564533129920. Na página 27, de seu livro CAMINHOS QUE ANDAM está escrito: “5. Eli Brasiliense nasceu na cidade de Porto Nacional, em 18 de abril de 1915”. Esta informação não tem procedência. O próprio Eli Brasiliense, em sua casa em Goiânia, em 1982, quando da minha eleição para a Academia Goiana de Letras, me disse, pessoalmente, que nasceu em PIUM, então Distrito de Porto Nacional. Quanto à Kátia, casada, tem os filhos Thiago, Jordana e Maria Julia. Sua mãe, a quem agradece, chama-se Zilmar. Nem o nome de seu pai e nem o nome do pai de seus filhos, é revelado no livro. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


LEÃO LEDA(Leão Rodrigues de Miranda Leda)(1), de Grajaú(Chapada), Maranhão, 1840. Após os estudos primários em sua terra natal, nunca mais estudou. Tornou-se proprietário rural e político. Seu irmão Luís Leda era professor, inteligente e culto.
Os Leda, como família, tinham protagonizado uma das mais violentas lutas políticas do Império, entre o Partido Conservador e o Partido Liberal, no alto sertão do Maranhão.

Nas lutas políticas de 1885, Leão Leda tivera as fazendas queimadas. Diante das dificuldades financeiras, foi obrigado a permitir que sua filha de 15 anos, se casasse com um grotesco garimpeiro, de mais de 70 anos, vindo da Bahia, mas rico, o Thomaz Moreira. Esse casamento lhe deixou desgostoso e profundamente triste.
A morte do Promotor Público, Dr. Estocolmo Eustáquio Polary, em agosto de 1898, foi atribuída a Leão Leda e a seus companheiros, os irmãos Moreira, entre os quais, o seu genro Tomaz Moreira.

Leão Leda, de espírito belicoso, terminou perdendo a política e teve de sair fugido de Grajaú. Passou por Carolina, Pedro Afonso, etc, acompanhado de seu filho Ireno, mas não foi bem recebido.

Assim, em 1900, já com 60(sessenta) anos de idade, instalou-se com a família em Boa Vista do Tocantins, onde iria encontrar o Padre João de Sousa Lima que tinha retornado a Tocantinopolis, já como sacerdote, em 30.09.1897.

Com o passar do tempo, Leão Leda chegou a ser grande proprietário. Tinha tantas casas em Tocantinópolis que formavam uma rua(em 1990, a Rua se chamava, Rua Dr. Pedro Ludovico). Tinha também outras casas, onde residiam seus parentes e aderentes. Ele, pessoalmente, morava com a família na Fazenda Prata, nos arredores de Boa Vista do Tocantins.

Na verdade, o grande desejo de Leão Leda era formar um Estado livre e independente que englobasse o território de Boa Vista do Tocantins(Tocantinápolis), antigo norte de Goiás até Pastos Bons, no Maranhão, de tal forma que ele mesmo se tornasse o Governador. Afinal de contas, a "República de Pastos Bons" já tinha sido proclamada em várias ocasiões, como em 1823, 1835, 1840, etc. Não custava a Leão Leda tentar agora(1900)a criação do Estado de Pastos Bons.
Tinha conquistado a simpatia do governo de Goiás, através do Governador Rocha Lima. Com muito poder, passou a fomentar guerrilhas para roubar gado, cereais e outros haveres dos indefesos sertanejos, o que não agradou ao Padre João.
Através do governador, conseguiu um Juiz para Boa Vista do Tocantins, na pessoa do paulista Dr. Cantídio Bretas e um Promotor Público Adelmar Macedo que era genro do Coronel Leão Leda.
Como protesto, a população de Boa Vista elegeu o Padre João, Deputado Estadual pelo Norte de Goiás, que, para tomar posse, saiu de Tocantinópolis foi a Belém, depois Rio de Janeiro e finalmente Goiás Velho.
Nas eleições municipais, no entanto, Leão Leda teve maioria e abriu-se uma crise porque os seus votos foram tidos como comprados. Entre abril e maio de 1907, iniciou-se a SEGUNDA REVOLUÇÃO DE BOA VISTA. Relembre-se que a PRIMEIRA REVOLUÇÃO DE BOA VISTA se deu em 1892, entre o Coronel Leitão e o Frei Gil Villanova.

No dia 23.05.1907, após uma luta entre grupos rivais, morreu Tomas Moreira, genro de Leão Leda. Mas a guerra continuou entre o grupo do Padre João e Leão Leda.

Em 21.07.1907 a cidade de Boa Vista estava destruída: casas comerciais arrombadas e saqueadas. Cartório e Agencia do Correio destruídos. Papéis e documentos queimados pelo meio da rua.

Entre novembro e dezembro de 1907, o Superior Tribunal de Goiás Velho concedeu HABEAS CORPUS para que o Padre João e seu grupo(Coronel Tito de Brito e os Majores João de Oliveira, Aníbal de Souza, Diogo de Melo e Pedro Maquinista) não fossem presos.
Com o retorno do Juiz Bartolomeu Teixeira Palha, que era a favor de Leda, à sua Comarca de Porto Nacional, o grupo de Leão Leda fugiu de Boa Vista para Porto Franco, deixando Boa Vista sob o comando do Padre João e seu grupo.

Em janeiro de 1909, com 69 anos de idade, Leão Leda e seus homens vieram para Pedro Afonso e dali foram para Conceição que tinha sido incorporada ao Estado de Goiás, pela instrumentalidade do comerciante Estevão Maranhão que era sobrinho de Leão Leda.
Entrou na cidade, juntamente com seu filho Mariano, acompanhado de mais de 100(cem) jagunços fortemente armados. Passou a enfrentar o Bispo Dom Domingos Carrerot que não concordava com os roubos que Leda fazia nas fazendas vizinhas.
Aproveitando-se que Leão Leda se encontrava em sua casa, com 52 capangas (os outros tinham ido furtar gado), o povo de Conceição, devidamente armado, cercou a casa e começou o tiroteio no dia 08.03.1909.

No dia 09, o povo arrombou as portas e às 11 horas da manhã Leão Leda foi morto dentro de casa e seu filho Mariano, na rua, sendo os dois sepultados no Cemitério de Conceição do Araguaia, hoje no Pará.
Estava terminada a SEGUNDA REVOLUÇÃO DE BOA VISTA DO TOCANTINS. O garimpeiro Tomas Moreira (em 1885), casou-se com a filha de Leão Leda e teve vários filhos. Desta união das famílias Moreira e Leda apareceram vários descendentes, entre os quais, o escritor Juarez Moreira Filho, autor do livro RISOS & LÁGRIMAS, no qual declara seu parentesco com Leão Leda (p.129).

Apesar de sua importância, Leão Leda não é estudado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc.

É referido e estudado no romance "SERRA DOS PILÕES-JAGUNÇOS E TROPEIROS-NOS SERTÕES DO JALAPÃO", de Moura Lima, com notas de orelha de Assis Brasil e prefácio de Clóvis Moura.
Outro fato interessante, é que não é encontrado nenhum LEDA no DICIONÁRIO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS, de Antonio Henrique da Cunha Bueno e Carlos Eduardo de Almeida Barata, publicado em São Paulo, em 2001, pela Editora Árvore da Terra.
É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


(1)Sobre o assunto, reproduzo o e-mail de LEO MECENAS, datado de 07.10.2008, nos seguintes termos: O nome correto do Leão Leda objeto do seu escrito é: LEÃO RODRIGUES DE MIRANDA LÉDA, filho de Antonio Rodrigues de Miranda Léda e Leocádia Moreira Léda e irmão de: Luiz Rodrigues de Miranda Léda, Ana Rodrigues de Miranda Léda (minha bisavó) e Mariano Rodrigues de Miranda Léda. Esta, portanto, a primeira geração dos Leda, nascidos no Maranhão, de que temos conhecimento.
LEÃO TOLSTOI DE ARRUDA LÉDA realmente existiu... Mas é de uma geração posterior e seria neto daminha bisavó Ana, filho de Gil Léda, irmão da minha avó Leocádia Léda Mecenas. Desta forma, sobrinho-neto de Leão Rodrigues de Miranda Leda. Leão Tolstoi era da mesma geração do meu pai, tinham praticamente a mesma idade. Não sei exatamente o ano de nascimento dele, mas o meu pai nasceu em 1921, em Balsas-MA, onde também nasceu Leão Tolstoi de Arruda Léda.
Sou Leocádia Maria Rodrigues Mecenas, descendente de Leão Rodrigues de Miranda Leda, nasci em
São Luis-MA, em 01/11/1949. Professora de ensino fundamental em Brasília 1969-1975; Bacharel em
Biblioteconomia pela UnB (1976); Especialização em Comunicação Instituto Metodista de São Bernardo
do Campo-SP (1983); Bibliotecária e editora da Embrapa 1983-1996; Analista de Informação e
Documentação MPU/MPF-AL e Assessora de Comunicação (Aposentada) 1997-2004. Resido atualmente
em Maceió-AL.

Creio haver contribuído para esclarecer o equívoco e coloco-me à disposições para novas informações.
Cordial abraço,Léo Mecenas.

Outra observação: Tomo a liberdade de sugerir a você, que faça o seguinte:


a) que no seu texto original, onde está escrito "LEÃO LEDA(Leão Tolstoi de Arruda Leda)"...,
- início do primeiro parágrafo - acrescente ao mesmo um asterisco, passando a figurar como abaixo:
LEÃO LÉDA (Leão Tolstoi de Arruda Leda)*...;

b) ao final do texto, antes dos créditos de autoria, acrescente a seguinte nota:
* Onde se lê (Leão Tolstoi de Arruda Leda), leia-se: (Leão Rodrigues de Miranda Leda).
Fonte da correção: vide verbete LEÃO LEDA NO DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL (opcional)

Acredito que não haja necessidade de maiores informações acerca da correção, uma vez que as mesmas já constam no verbete
do Dicionário e que o mesmo está referido no texto, mas se ainda assim desejar fazê-lo, poderá acrescentar à nota o que está
acima como opcional.

Peço-lhe desculpas pela insistência, mas com trata-se de um dado de identificação, acredito que o mesmo deva corresponder à
realidade.

Como no nosso contato telefônico e posteriormente, no e-mail que lhe enviei, creio haver cometido uma falha não fornecendo o
meu telefone de contato, faço-o neste momento: (82) 3231-8928.


LÚCIA QUILOMBO(Maria Lúcia Fernandes Rocha), de Paranã(Vila de Palma), Goiás, hoje Tocantins, 06.07.1963, escreveu, entre outros, “SOL E CHÃO”(POESIAS-1990), em parceria com Luciano Resende, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “ESTADO DO TOCANTINS-CULTURA E ECO-TURISMO”(1996). Filha de Augustinho Fernandes Rocha e Maria das Mercês Borges. Logo após o nascimento, mudou-se para Porto Nacional(1965). Em sua terra adotiva, fez o curso primário, bem como os demais estudos, entre a Escola Estadual Dom Pedro II e o Colégio Estadual Florêncio Ayres. Fez curso de Dança Moderna, com a professora Maria Zita Ferreira, da UFG. Com Hugo Zorzetti e Mauri de Castro, fez Interpretação Teatral. Em Goiânia e Brasília, fez cursos de aperfeiçoamento. Em 1988, criou o Projeto Andanças, primeira Companhia de Dança Teatro Afro-Indígena Contemporânea do Tocantins. Mãe de Camilla Camanna(17 anos) e Ritha Carolina(15 anos). Atriz Dançarina, Coreógrafa, Artista Plástica. Documentarista. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Poetisa, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Em 1989, foi Agente Cultural da Prefeitura Municipal de Porto Nacional. Em 1991, foi Diretora do Programa ENCONTRO CULTURAL, da TV Palmas. Em 2002, tem sido Diretora de Projetos de Arte Reciclagem, da Prefeitura de Porto Nacional. Professora de Dança, Teatro e Folclore, da Companhia de Dança, Teatro e Cultura Popular. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. Lembrada no livro “VOZES DA CONSOLIDAÇÃO”(2000), de Luiz de Carvalho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.
LUCIANA COSTA AGLANTZAKIS, de Natal, Rio Grande do Norte, 30.03.1970, escreveu, entre outros, QUE A POESIA TE ENVENENE...(Poemas, COMUNICARTE, Recife, junho 89), com prefácio de Selma Oliveira, capa de Deusdedith Silva, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de João Fernandes Costa e Moema Regalado Costa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1995, com 25 anos de idade, formou-se em Comunicação Social(Jornalismo), na Universidade Federal de Roraima, Capital Boa Vista. Em 2001, com 31 anos, formou-se em Direito, também pela Universidade Federal de Roraima. Tornou-se Juíza de Direito de Roraima. Publicou também o livro PRINCIPIOS CONSTITUCIONAIS NOS CONCURSOS PUBLICOS E PÓS-POSITIVISMO(Rio de Janeiro, Editora Papel Virtual, 2006). Fez Pós-Graduação em Direito Constitucional. Com o passar do tempo, fez novo concurso e tornou-se Juíza de Direito do Estado do Tocantins. Tem sido Juíza em Araguaçema, terra da minha amiga Ione de Carvalho e também em Almas, já perto de Dianópolis. Atende pelo e-mail LUCIANA@TJTO.JUS.BR. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.


LÚCIO ALVES DE LIMA, de Maracaju, Mato Grosso do Sul, 18.06.1949, traduziu “O TAMBOR”, do alemão Günter Grass,(prêmio Nobel em 1999). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de pais não revelados em sua biografia. Em 1973, com 24 anos de idade, deixou o Brasil rumo à Europa. Segundo ele, para “aprender a escrever”. A viagem, além de ir ao encontro das necessidades do escritor, foi muito além das expectativas. A idéia inicial de viver na Inglaterra foi, por motivos de força maior, adiada. Viveu por dois anos na Alemanha, onde cursou dois anos de medicina e se casou pela primeira vez com uma alemã. Na Europa, passou a dominar os cinco idiomas que fala (Inglês, Francês, Alemão, Italiano e Espanhol). Entre a Alemanha e a Inglaterra, viveu seis anos na Europa. Casou-se com uma chinesa. Mudou-se depois para Portugal, onde se casou pela terceira vez, desta vez com uma portuguesa, Paula, com quem veio embora para o Brasil. Ainda em Portugal, Lúcio teve a oportunidade de conhecer grandes escritores e atuou como jornalista escrevendo crônicas e artigos para o JORNAL DO PORTO. De volta ao Brasil, Lúcio viveu no Rio de Janeiro, atuando como jornalista. Foi lá também que ele se dedicou a tradução do livro O TAMBOR. Seu quarto casamento foi com a brasileira Sara, com quem teve seus dois filhos, Rafael e Daniela. Após o fim do quarto casamento, sua ex-esposa mudou-se para Porto Nacional, o que acabou fazendo com que Lúcio também viesse para cá. Um dos principais motivos de sua vinda foi o fato de ter ficado órfão e querer estar mais próximo de seus filhos. Lúcio hoje está casado pela quinta vez com a professora Ozélia e está trabalhando em uma peça teatral que, segundo ele, servirá para mostrar que as manifestações culturais ocorrem em vários lugares. “Quero fazer algo grande pela cultura daqui”. Com o passar do tempo, tornou-se Funcionário Público Federal na Delegacia Regional do Trabalho, em Palmas, Tocantins. Escritor, Advogado, Jornalista, Artista Plástico, Tradutor. Faleceu em Palmas, Tocantins, no dia 12 de maio de 2010, com 61 anos, depois de ter sofrido uma queda no banheiro de sua casa. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



LUIS LÊDO MOTA MELO, de Arapiraca, Alagoas, 09.01.1946, escreveu, entre outros, “SIMPLES RETALHOS DE VERSOS”, sem dados biográficos no livro, com prefácio de José Gomes Sobrinho, revisão e digitação de Nilton Pereira Filho. Após os estudos primários em sua terra natal, estudou também no Colégio Nossa Senhora, de Bom Conselho. Com o passar do tempo, deslocou-se para várias partes do Brasil. Viveu em São Paulo por muito tempo. Relacionou-se com figuras ilustres, entre as quais, Dom Hélder Câmara. Publicou “A ESFINGE” e também “LAMENTOS”, todos de poesia. Seus romances “CAMINHOS DOS TROPEIROS” e “ARAGUAIA TOCANTINS” já estão no prelo. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Poeta e Cordelista. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Vinculado a diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Loja Maçônica. Seu livro “SIMPLES RETALHOS DE VERSOS” foi publicado em Palmas, Tocantins, onde reside.



LUIS OTÁVIO DE QUEIROZ FRAZ, de Marabá, Pará, 10.10.1962, escreveu, entre outros, “MDL-UMA COMPOSIÇÃO SUSTENTÁVEL”, juntamente com Hércules Ribeiro Martins, Ana Keila Martins Barbiero Ribeiro e Ricardo César Fernandes, RETALHOS DE MEMÓRIAS(2005), com impressões de Hércules Ribeiro Martins, prefácio de Antonio Carlos Morais e apresentação de Tom Lyra, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Tem pronto para publicação o livro “ARAGUACEMA-RETALHOS DE MEMÓRIA”(2004). Filho de Ivan Fraz Queiroz. Apenas nasceu em Marabá, no Pará, de lá saindo quando tinha 8(oito) meses de idade, mudando-se com a família para Araguacema, antigo Norte de Goiás, hoje Tocantins. Após os estudos primários em sua terra adotiva(Araguacema), deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Direito, pela Faculdade de Direito de Belém do Pará, no Centro de Ensino Superior. Entre 1988 e 1989, foi Presidente da Associação Comercial de Paraíso. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988 e a consequente formação da Assembléia, terminou sendo Assessor da Assembléia Legislativa do Tocantins. Em 1989, fez concurso para Juiz de Direito do Tocantins, sendo hoje(2004) Juiz Titular da Segunda Vara Civil da Comarca de Palmas. Casou-se com Kátia Regina Miranda de Oliveira Fraz, com quem tem 5(cinco) filhos. É Coordenador das Cortes de Arbitragem e Presidente da Segunda Turma Recursal. No momento(novembro de 2004), substitui a Desembargadora Dalva Magalhães, no Egrégio Tribunal de Justiça do Tocantins. Fez Pós-Graduação em Ciência Política. Quando Araguacema, cidade em que sempre viveu, descobriu que ele não nasceu na cidade, deu-lhe o título de CIDADÃO DE ARAGUACEMA. Tem sido professor convidado de várias Instituições de Ensino. Conferencista, Orador, Intelectual. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Em 2010, ao lado de Osmar Casa Grande e Célio Pedreira, é candidato à Cadeira 06, em substituição a Antonio Luiz Maya, tendo como Patrono Francisco Ayres da Silva. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro do tema ENSAIO, no site http://www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br




MAGDA SUELY PEREIRA DA COSTA, de Arraias, Goiás, hoje Tocantins, 1956, escreveu, entre outros, EDUCAÇÃO E CULTURA DE ARRAIAS(2006), com apresentação de André Marcio e Olimpo Carmona e prefácio de Simão de Miranda, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de Honorato Pereira da Silva e Alice Costa Pereira. Casada com João Luis, com quem tem os filhos Thaisa e Eduardo. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Curso de Pedagogia, pela Universidade Federal de Goiás(UFG). Mestre em Educação, pela Faculdade de Educação, da Universidade de Brasília(UNB). Doutora em Sociologia, pela UNB. Com o passar do tempo, tornou-se Professora da UNITINS(Universidade do Tocantins). Foi Coordenadora da UEG(Universidade Estadual de Goiás), em Campos Belos, interior goiano, onde tambem leciona Didática e Literatura Goiana. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



MAIA LEITE(Antonio Maia Leite), de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 07.08.1938. Filho de Aquiles Maia Leite e Etelvina Monteiro Maia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo no Rio de Janeiro. Mudou-se para Goiânia, ingressando no jornal FOLHA DE GOIAS, de Assis Chateaubriand. Deixou a Folha de Goiás para lecionar no recém-criado curso de Jornalismo, da Universidade Federal de Goiás. Seu bisavô, Luis Leite Ribeiro, foi fundador do jornal FOLHA DO NORTE, em Porto Nacional, norte goiano, na segunda metade do século XIX. Em 26.01.1979 ainda é encontrado em Goiânia. É mencionado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, bem como em IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alirio Afonso de Oliveira. Apesar de sua importância, não é mencionado no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


MANUEL DUARTE DE SOUZA, de Pastos Bons, Maranhão, 16.07.1929, escreveu, entre outros, CANSANÇÃO-BIOGRAFIAS-CRONICAS-DEPOIMENTOS(Anápolis, ANAGRAFICA, 2009), com prefácio de Maria José Batista, sem dados biográficos completos no livro. Filho de José Alves de Souza e Benta Duarte de Souza. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o Ginásio no Liceu de Fortaleza, Ceará, através do Artigo 91. Começou o Segundo Grau, no Liceu de Uberlândia e terminou em Goiânia. Em 1952, com 23 anos, tornou-se funcionário do Banco do Brasil, em Areia, Paraíba. Trabalhou também em Cachoeira do Sul, Rio Grande do Sul, em Crato e Juazeiro, no Ceará, em Buriti Alegre, Iporá e Anápolis, Goias. Em 1976, com 47 anos, aposentou-se no Banco do Brasil, de Goiânia. Mudou-se para Lajeado, Tocantins, onde reside há 23 anos. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.


MARIA DE SOUZA ARANHA MEIRELLES, de São Paulo, Capital, 19.11.1960, escreveu, entre outros, EDUCAÇÃO AMBIENTAL-UMA CONSTRUÇÃO PARTICIPATIVA(2005), em co-autoria com Marli Terezinha dos Santos, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Professora há mais de 25 anos. Foi professora no Colégio Santo Inácio e voluntária na Organização do Auxilio Fraterno(OAF). Mudou-se para o Tocantins em 1989, com 29 anos de idade. Foi Diretora Pedagógica da Delegacia de Ensino de Miracema. Montou o Núcleo de Estudos para Profissionais de Educação(NEPE). Montou a peça “CRIANÇA CANTA ZUMBI”, com 120 alunos da Escola Recreio. Participou de um congresso em Cuba sobre Educação. Vinculou-se ao Grupo Rede de energia, participando da implantação de energia em cidades do Tocantins que não tinham esse serviço 24 horas por dia. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



MARIA DOS ANJOS CARREIRO DE SOUSA, de Loreto, Maranhão, 23.09.1945, escreveu, entre outros, O LADO DE DENTRO(Poemas), com apresentação de José Francisco da Silva Concesso e prefácio de José Manoel Sanches da Cruz, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado(como ano de publicação). Filha de João Diniz de Sousa e Maria do Carmo Carreiro da Silva. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Araguaina, norte de Goiás, hoje Tocantins, em 1952, com 7(sete) anos de idade. Com o passar do tempo e mediante Concurso Público, foi efetivada como Professora. Em 1974, com 29 anos de idade, foi trabalhar na Escola Estadual Marechal Castelo Branco, na Vila Aliança. Em 1975, com 30 anos, foi transferida para a Escola Estadual de Araguaina, hoje Escola Estadual Professor João Alves Batista. Em 1993, com 48 anos de idade, aposentou-se, dedicando-se a diferentes atividades. Fundou, junto com outros, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins(SINTET), sendo hoje Diretora da Secretaria dos Aposentados. Fundadora, ao lado de outros, da Comissão de Direitos Humanos, da Casa da Cidadania Dom Helder Câmara. Entre 2001 e 2003, foi Conselheira Tutelar da Criança e do Adolescente de Araguaina. Membro fundadora da Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), presidida(2007) por José Francisco da Silva Concesso. Colaboradora de diversos jornais, entre os quais, O PROGRESSO. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre outras, Movimento de Cursilhos de Cristandade(MCC), de que tem sido coordenadora Diocesana, entre 1993 e 1997, na Diocese de Tocantinópolis. Em espaço cedido pela Organização Jaime Câmara para a Igreja Católica, tem exercido a função de radialista na Rádio Anhanguera, de Araguaína. Apesar de sua importância, não é lembrada no livro A POESIA MARANHENSE NO SÉCULO XX(1994), de Assis Brasil, não é referida no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes Hubner Flores, nem no livro “ENSAÍSTAS BRASILEIRAS”(1993), de Heloísa Buarque de Holanda e nem no “DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL”(2000), de Schuma Schumaher, bem como não é referida no DICIONÁRIO CRITICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho. Não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



MARIA JOSÉ DE PINHO, Mineira, 1962, escreveu, entre outros, POLÍTICAS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES: INTENÇÃO E REALIDADE(Goiânia, Cânone, 2007), com prefácio de Iria Brzezinski, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1986, com 24 anos, formou-se em História, pela Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Belo Horizonte, Minas Gerais. Em 1989, graduou-se em Pedagogia pelo Instituto Cultural Newton Paiva Ferreira. Em 1995, fez Mestrado em Educação pela Universidade Federal de Pernambuco(Orientador Paulo de Jesus). Em 2004, fez Doutorado em Educação e Currículo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo(Orientador: Dra. Maria Machado Malta Campos). Atualmente(2009) é professora adjunta da Universidade Federal do Tocantins. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Política Educacional, atuando principalmente nos seguintes temas: formação de professores, política educacional, função docente, professor não habilitado e profissionalização docente. Seu Currículo completo, embora sem o nome de pai e de mãe, bem como cidade e data de nascimento, encontra-se em Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/7113857811427432. Foi Diretora do Campus de Tocantinopolis, da UNITINS. Foi professora da Universidade Federal de Goiás. Não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



MARILDE DE ALMEIDA GOMES, de Dueré, Goiás, hoje Tocantins, 07.06.1948, escreveu, entre outros, QUASE TODOS: SEGREDOS DE UMA VIDA(Goiânia, Kelps, 2009), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de Hermínio Gomes de Almeida e Roberta Luiza Bezerra. Seu pai foi Vereador e primeiro Presidente da Câmara Municipal de Dueré, bem como Juiz de Paz. A escritora Marilde, conforme Zacarias Martins, viveu parte de sua infância e adolescência em Barreiras (BA), onde aprendeu as primeiras letras na Escola Municipal Aníbal Barbosa Filho, na zona rural daquele município. Depois estudou no Colégio Padre Vieira, também em Barreiras. Em 1965, com 17 anos de idade, retorna com a família para Dueré, onde conclui o curso primário e o ginasial na Escola Estadual Elesbão Lima. O segundo grau foi concluído em Goiânia (GO), em 06 de agosto de 1979, por meio do Projeto Lumem. Em dezembro de 2006, graduou-se em Letras pelo Centro Universitário Unirg. Começou sua vida profissional em 1968, como professora primária na Escola Municipal Brejinho, localizada na zona rural de Dueré, na propriedade de João de Aguiar. Em 13 de julho de 1969, com 21 anos, casa-se em Gurupi com o comerciante Julio Gomes Filho com quem teve os filhos, Laete, Kátia Maria, Antonio Júlio, Ciney e Cineya. Nos dias atuais(2009) além de dedicar-se à produção literária (ela está finalizando o seu segundo livro), Marilde Gomes goza de merecida aposentadoria como auditora de renda do Estado do Tocantins, função que exerceu com muita competência na Delegacia Fiscal de Gurupi. No dia 28 de novembro de 2009, com 61 anos, vai tomar posse na Cadeira 26 da Academia Gurupiense de Letras. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



MAXIMIANO SANTOS BEZERRA, de São Mateus, Maranhão, 1968, escreveu, entre outros, FLORES, ESPINHOS E VENDAVAIS(Contos-2007), com prefácio de Noeli Maria Sturmer e notas de orelha de Roniglese Pereira de Carvalho Tito, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Raimunda Bezerra. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Vitória da Conquista, na Bahia, tendo concluído o Ensino Médio e a Faculdade de História. Pós-Graduado LATU SENSU em História Social. Em 1996, com 28 anos de idade, mudou-se para Palmas. Na UNITINS, fez Pós-Graduação em História Regional do Tocantins. Assessor de Currículo de Historia, na Secretaria de Educação do Tocantins. Pai de Catarina. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.


MIGUEL VON BEHR, de Uberaba, Minas Gerais, 1959, escreveu, entre outros, "Guarakessaba" - Paraná, Passado - Presente - Futuro - Empresa das Artes, São Paulo, 1998, "Berço das Águas e do Novo Milênio, Chapada dos Veadeiros, Goiás" - Edições IBAMA e Editora Universidade de Brasília , Brasília, 2000, "Serra da Bodoquena, MS História - Natureza – Cultura" - Editora Free, Campo Grande, 2001. Publicou também JALAPÃO-O SERTÃO DAS ÁGUAS(2004). Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mestrado em Planejamento Urbano pela Universidade de Brasília, tendo Alto Paraíso como estudo de caso (1995-1997). Sócio-fundador de várias ONGs dentre elas a Fundação SOS Mata Atlântica em 1986. Atua no IBAMA desde 1982 e em Brasília a partir de 1991. Foi Chefe da Estação Ecológica e Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba (PR) durante a década de 80, além de ter colaborado, nesse período, da criação e implantação de Unidades de Conservação no Estado de São Paulo (Estação Ecológica de Juréia) e do Tombamento da Serra do Mar no Estado do Paraná. Atuou no Centro Nacional de Desenvolvimento Sustentado das Populações Tradicionais (CNPT) entre 1992 e 1995. Coordenou os trabalhos técnicos que culminaram na criação da primeira Reserva Extrativista Marinha do Brasil, a Resex de Pirajubaé, SC.Colaborou na criação da Associação dos Pequenos Extrativistas de Flores do Cerrado da Chapada dos Veadeiros - ASFLO. Foi integrante da Comissão Coordenadora do Fórum Permanente das Entidades Civis da Chapada dos Veadeiros e colaborou com as atividades do Projeto Veadeiros da WWF.(Fundo Mundial para a Natureza.) Desde 1995 é associado do Programa Internacional do LEAD – Lideranças para o Meio Ambiente e Desenvolvimento. Participou do processo de elaboração do Plano Diretor Ambiental Urbano e Municipal de Alto Paraíso, entre 1995 e 1998 e das cidades de Registro e Jacupiranga, no interior do Estado de São Paulo, no início da década de 80. Hoje é Gerente do Projeto do Corredor Ecológico do Jalapão-Chapada das Mangabeiras (TO/MA/PI/BA), sob responsabilidade da Coordenação Geral de Ecossistemas, Diretoria de Ecossistemas, IBAMA.Na área fotográfica e literária fez diversos Cursos: Revelação fotográfica, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos, 1980.Edição de livros de arte de fotografia - Secretaria de Estado da Cultura - Oficinas Culturais Três Rios, São Paulo,1987. Mercado Cultural, ministrado por Leonardo Brant, Goiânia, 2000. Workshop Básico de Fotografia Outdoor, com o fotógrafo de natureza, João Paulo Barbosa, Ateliê Photo Trek, Brasília, 2001. Produção Cultural, Instituto de Produção Cultural Brasileira, Brasília, 2001. Exposições fotográficas individuais temporárias: Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social do Paraná, Curitiba,1.987. Universidade Regional de Blumenau, Santa Catarina, 1.988. IBAMA, Brasília, 1.988.Congresso Nacional, 1.990. Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná, 1990. Museu de Arqueologia e Artes Populares de Paranaguá, Paraná, 1990. Jalapão, Tocantins – IBAMA sede, junho 2001. V Bienal Internacional do Livro, Salvador, 2001. Exposições coletivas permanentes: Sede do IBAMA em Guaraqueçaba desde 1987. Sede da Fundação SOS Mata Atlântica em Iguape, Estado de São Paulo, desde 1.988. Jardim Botânico do Rio de Janeiro, desde 1.988. IBAMA Brasília, desde 1994. Centro de Oficina Ecológica - Educação Ambiental - Prefeitura Municipal de Alto Paraíso, Goiás, desde 1.996.Exposições coletivas temporárias:16a Assembléia da União Internacional para Conservação da Natureza(UICN) Madri, Espanha, 1.984. Museu da Imagem e do Som, São Paulo, 1986. Museu de História Natural, Curitiba, Paraná, 1986. SESC Pompéia, São Paulo, 1987. Teatro Guaíra, Curitiba, 1987. Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental, Curitiba, 1.988. Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, 1989. Congresso Nacional e SESC, Brasília, 1990. Museu de Arte do Estado do Paraná, Curitiba, 1992. I Simpósio Ambientalista do Cerrado, Goiânia, 1996. Fotos publicadas em livros, jornais e revistas: Folha de São Paulo. O Estado do Paraná e Gazeta do Povo, Curitiba. Revista Corpo a Corpo, São Paulo. Revista Horizonte Geográfico, São Paulo. Livro O Paraná, Carlos Renato Fernandes. Mata Atlântica, Fundação SOS Mata Atlântica. Realização de lay - out, texto e fotografias publicadas calendários, cartazes, publicações e folders do IBAMA, Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Paraná, Secretaria Estadual de Trabalho, Justiça e Ação Social do Estado do Paraná e Fundação SOS Mata Atlântica. Co-autor de diversos textos, destacando-se: "Dossiê sobre a região estuarina lagunar Iguape- Paranaguá" - Fundação SOS Mata Atlântica e Jornal da Tarde, São Paulo, 1986."El Extrativismo en América Latina" - Programa de Conservação de Florestas da União Internacional para Conservação da Natureza(UICN), Suíça, 1994. "Mata Atlântica" Editora Edibran, Curitiba, 1995. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br



MURILO BAHIA BRANDÃO VILELA, de Viçosa, Alagoas, 01.01.1935, escreveu, entre outros, TAIPOCA-CRONICAS E CONTOS(2006), com prefácio de Ney Alves de Oliveira, apresentação de José Francisco da Silva Concesso, notas de orelha de Carmo Bernandes, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de Dona Laura e José Aloísio Brandão Vilela, sobrinho de Teotônio Vilela e de Dom Avelar Brandão Vilela. Após os estudos primários em sua terra natal, no Engenho Mata Verde, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com 25 anos de idade, em 1960, em 08 de dezembro, formou-se Médico pela Faculdade de Medicina do Recife, em Pernambuco. Com o diploma debaixo do braço, mudou-se para Carolina, no Maranhão, às margens do Rio Tocantins, onde ficou por 9 anos. Nos anos seguintes, transferiu-se definitivamente para Tocantinópolis, norte de Goiás, hoje Tocantins, onde vive até hoje(2009), portanto, 40 anos. Médico, escritor, ensaísta. Pesquisador, memorialista, cronista, contista. Articulista de diferentes jornais e revistas. Membro da Academia de Letras de Araguaina e Norte Tocantinense(ACALANTO), Cadeira 04. Membro Correspondente da Academia Tocantinense de Letras, em Palmas. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



MURILO BAZZO CARVALHO, de Araguaina, Tocantins, 30.08.1996, escreveu, entre outros, A JANELA(2009). Filho de Cristiane Mireile Bazzo de Pina e Cirilo Pereira Carvalho Neto. Cursa o 8º ano do Ensino Fundamental, no Colégio Santa Cruz de Araguaina. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.




NELI FERNANDES MATOS, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 1950, escreveu, entre outros, A VIDA É UM POEMA, com prefacio de Maria José Batista, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de Antonio Fernandes de Almeida e Carolina Coelho Costa. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Casou-se com Bonfim, com quem tem Gleysson e Leonardo. Não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



ODIR ROCHA(MANOEL ODIR ROCHA), de Araguari, Minas Gerais, 12.02.1941, escreveu, entre outros, “DO AMOR À TERRA”(POEMAS-2002), com observações de Fidêncio Bogo e José Sebastião Pinheiro, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também AUSCULTANDO A VIDA(Contos-2005), TERRACANTO(Poemas-2007), CAMINHADA(Poemas-2008). Seu livro Auscultando a Vida foi adotado para o Vestibular, da Universidade Federal do Tocantins. Filho do maranhense Elias de Araújo Rocha e da paulista Rosa Rodrigues Rocha. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu o primário e iniciou o segundo grau em Goiânia, terminando-o em Curitiba, Paraná. Casou-se com a nissei paranaense Dirce Noda Rocha, com quem teve as filhas Valéria(universitária), Mônica(Médica) e Juliana(Odontóloga). Formou-se Médico, pela Faculdade de Ciências Médica, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Cursou também Sociologia e Administração Pública. Mudou-se para o Norte de Goiás, estabelecendo-se em Colinas, onde, em 1971, com a ajuda do então Vereador Siqueira Campos, montou um pequeno hospital às margens da Rodovia Belém/Brasilia. Durante cinco anos foi também Professor. Exerceu a medicina até 1988. Com o advento do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, tornou-se Prefeito Municipal da cidade de Colinas do Tocantins. Mudou-se para Palmas, tendo sido secretário municipal de Ação Social e Habitação, no governo do primeiro prefeito eleito Eduardo Siqueira Campos. Em 1994, foi Suplente de Deputado Federal tendo exercido o cargo por alguns dias, em 1995, quando retornou à Capital como Secretário Estadual da Administração e depois Secretário Extraordinário para Assuntos Metropolitanos. Eleito Prefeito de Palmas, em 1996. Com o fim do mandato, foi nomeado Presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Tocantins. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Médico, Memorialista, Intelectual. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Poeta. Participante de diferentes antologias de poesia e prosa. Membro da Academia Palmense de Letras, Cadeira 12, tendo como Patrono o médico tocantinense dr. Francisco Ayres da Silva. Vinculado ao Projeto Tocantins História Viva, da Fundação Cultural do Estado do Tocantins. Detentor de muitas medalhas e honrarias, entre as quais, Ordem do Mérito do Tocantins e Medalha Jaime Câmara, da Academia Tocantinense de Letras, Cidadão Palmense, Cidadão de Presidente Kennedy, Cidadão Pioneiro de Colinas, Honoris Causa, pela Comarca de Araguaina, etc. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. No dia 01.01.2005, tornou-se Secretário Municipal de Cultura de Palmas, no governo petista do novo Prefeito Raul Filho. No dia 28.01.2005, concorrendo com Osmar Casagrande que teve 07 votos, foi eleito, com 24 votos, membro da Academia Tocantinense de Letras, devendo tomar posse em 08 de abril de 2005, no auditório da Assembléia Legislativa, na Cadeira 29, antes ocupada por José Gomes Sobrinho, tendo como Patrono Lysias Augusto Rodrigues. É hoje(2010), Secretário Geral da Academia Tocantinense de Letras. É membro da Academia Palmense de Letras. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



OFÉLIA SÓCRATES DO NASCIMENTO MONTEIRO, Carioca, do Rio de Janeiro, l900, escreveu, entre outros, "GOIAZ-CORAÇÃO DO BRASIL"(1933), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculada ao Tocantins, por ter escrito sobre o norte de Goiás, hoje Tocantins, fazendo uma descrição completa dos rios Tocantins e Araguaia. Descreveu todos os indios, especialmente os xerentes e apinagés, da região de Porto Nacional e Tocantinópolis. Focalizou ainda a figura do Desembargador Joaquim Teotônio Segurado e de outros nomes ilustres do antigo norte de Goiás. Filha de Alcebíades Nascimento e Mariana Sócrates do Nascimento. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o curso normal em São Paulo, de onde veio para Goiás Velho, com 23 anos de idade. Publicou também "COMO NASCEU GOIÂNIA"(1938), "COROGRAFIA DE GOIÁS" (1942), “REMINISCÊNCIAS (GOIÁS D’ANTANHO-1974)”, “BRASÍLIA, RAINHA DO PLANALTO”, “RIO, QUERIDO RIO!”(1966), “A ESCOLA MODERNA”(1925), “HISTÓRIA DE SÃO JOSÉ DE MOSSÂMEDES”(1951). Professora em Goiás Velho, antiga Capital, desde l923. Na nova capital, Goiânia, foi Diretora da Escola Normal e professora da Faculdade de Filosofia. Escritora, Ensaísta, Pesquisadora. Historiadora, Memorialista, Intelectual. Pensadora, Ativista, Produtora Cultural. Literata, Cronista, Contista. Administradora, Educadora, Ficcionista. Conferencista, Oradora, Poetisa. Referida nos livros ESTUDOS LITERÁRIOS DE AUTORES GOIANOS e ESCRITORES DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Foi membro da Associação Goiana de Imprensa, da União Brasileira de Escritores de Goiás, do Instituto Histórico e Geográfico de Goiás e da Academia Feminina de Letras e Artes de Goiás, além de outras instituições nacionais e internacionais, sociais, culturais e de classe, inclusive Conselho Estadual de Educação. Presente na ESTANTE DO ESCRITOR GOIANO, do Serviço Social do Comércio, no livro A POESIA EM GOIÁS, de Gilberto Mendonça Teles e na IMPRENSA GOIANA-DEPOIMENTOS PARA A SUA HISTÓRIA, de José Mendonça Teles e Alírio Afonso de Oliveira. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DE GOIÁS, de Mário Ribeiro Martins. Por causa da administração da Escola Normal de Goiânia, manteve uma polêmica, transformada em briga judicial, com a professora Amália Hermano Teixeira. Esta, se sentindo prejudicada, escreveu o livro “O CURIOSO CASO DA ESCOLA NORMAL OFICIAL-A HISTÓRIA DE UMA INJUSTIÇA”. Quanto a Ofélia Monteiro, seu livro “GOIÁZ CORAÇÃO DO BRASIL” foi adotado pelas Escolas do Norte de Goiás, hoje Tocantins, por força do Decreto 4349, de 26.02.1934. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografada no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ORESTES BRANQUINHO FILHO, de Taguatinga, Distrito Federal, 05.12.1968, escreveu, entre outros, “TESSITURA DISSIDENTE”(POEMAS-2001), sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Orestes Branquinho e Izailda Rosa de Oliveira. Após os estudos primários em sua terra natal e em Sobradinho, DF, mudou-se para Araguaína, norte de Goiás, hoje Tocantins. Concluiu o primeiro grau no Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial(SENAI), de Araguaína. No Educandário Objetivo, da mesma cidade, terminou o segundo grau. Na Universidade do Tocantins(UNITINS), em Araguaína, fez o terceiro grau, formando-se em Letras(Português/Inglês). Tornou-se professor do ensino secundário e superior em sua cidade adotiva. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Memorialista, Historiador, Poeta. Pensador, Ativista, Produtor Cultural. Literato, Cronista, Contista. Administrador, Educador, Ficcionista. Conferencista, Orador, Intelectual. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe, entre as quais, Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense(ACALANTO), na Cadeira 08, tendo como Patrono Orides Fontela. Participante de diversas antologias de poesia e prosa. Apesar de sua importância, não é lembrado na Antologia POESIA DE BRASILIA(1998), de Joanyr de Oliveira, não é verbetado no DICIONÁRIO DE ESCRITORES DE BRASILIA(2003), de Napoleão Valadares, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2001, 5 volumes, 6.211 páginas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ORION MILHOMEM RIBEIRO, de Tocantinia, Goiás, hoje Tocantins, 05.05.1980, escreveu, entre outros, ESSÊNCIA POÉTICA(2007), com prefácio de Liberato Povoa, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de João Virginio Ribeiro e Rosa Milhomem do Nascimento Ribeiro. Após os estudos primários em sua terra natal, inclusive no Colégio Batista de Tocantinia, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1992, com 12 anos de idade, mudou-se para Palmas. Em 1998, com 18 anos, matriculou-se no curso de Direito da Fundação Universidade do Tocantins-UNITINS- bacharelando-se em 2003, com 23 anos. Foi Presidente do Diretório Central dos Estudantes. Após concurso público, tornou-se Oficial de Justiça, exercendo a função entre 2001 e 2004. Aprovado no Exame de Ordem, fez-se Advogado, vinculando-se à Ordem dos Advogados do Brasil, seção do Tocantins. Também mediante concurso público, tomou posse em 2004, como Analista Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado do Tocantins. Em virtude das eleições municipais de 2004, foi diplomado Suplente de Vereador de Palmas. De janeiro de 2005 a abril de 2006, foi Secretário Municipal de Juventude e Esportes de Palmas. Pós-Graduado em Direito Constitucional, Administrativo e Tributário, pela Universidade Castelo Branco, do Rio de Janeiro. Articulista de diversos jornais e revistas da capital e do interior, bem como de outros estados. Atende pelos endereços eletrônicos: orion-milhomem@uol.com.br e orionmilhomem@hotmail.com Apesar de sua importância, não é referido na ANTOLOGIA DE AUTORES TOCANTINENSES(2000), de Márcio Barcelos Costa e Maria Erlene de Souza Dias. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


PADRE SÉRGIO DE SOUZA NERES, de Barra do Garças, Mato Grosso, 22.09.1974, escreveu, entre outros, “NOSSA SENHORA DE FÁTIMA- A HISTÓRIA DE UM POVO”(2008), “SANTO EXPEDITO: ENTRE AS TROCAS ESPIRITUAIS E MATERIAIS”(Goiânia, UCG, 2008), com prefácio de Telma Ferreira do Nascimento, sem dados biográficos completos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Licenciado em Filosofia pela Universidade Católica de Goiás. Bacharel em Teologia pela Faculdade de Filosofia e Teologia dos Jesuítas, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Mestre em Ciências das Religiões, pela Universidade Católica de Goiás. Religioso estigmatino, pároco e reitor do Santuário Nossa Senhora de Fátima, em Palmas. Capelão do Colégio Marista. Professor na Escola Diaconal São Lourenço. Professor de Fenômeno Religioso no Instituto de Pós-Graduação Albert Einstein. Presidente do Regional CRB, Tocantins. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



PADRE VIEIRA(PE. ANTÔNIO VIEIRA), de Lisboa, Portugal, 06.02.1608, escreveu, entre outros, “ESPERANÇA DE PORTUGAL-QUINTO IMPÉRIO DO MUNDO”(1659), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter residido em Cametá, no Pará, às margens do Rio Tocantins, onde se recolheu para estudar as paisagens, as tribos e as linguas indígenas, bem como a fauna e a flora, sobre os quais escreveu, apresentando descrições para quem quiser compreender agora o Tocantins de outrora. Filho de Cristovão Vieira Ravasco e Maria de Azevedo. Com 8 anos, em 1616, mudou-se para Salvador, na Bahia. Passou a estudar no Colégio dos Jesuítas, sob a orientação do Padre Fernão Cardim. Em 1626, foi para Olinda, Pernambuco, ensinar Retórica no Colégio dos Padres. Em 1634, foi ordenado Presbítero. Em 1636, foi nomeado Professor de Teologia, na Bahia. Em 1642, no dia de Ano Bom, pregou na Capela Real de Lisboa, perante o Rei Dom João IV, quando se tornou famoso. Retornou ao Brasil, como membro da Companhia de Jesus. Estabeleceu-se às margens do Rio Tocantins, na Vila de Cametá(onde hoje se acha a Barragem de Tucuruí), fazendo catequese e estudando a região. Na metade do Século XVII, o Padre Antônio Vieira liderou missões jesuítas nos aldeamentos de Cametá(Pará), Santa Tereza(Maranhão), Palma(Paraná) e São José do Duro(Dianópolis). Planejou estabelecer a CAPITANIA DO TOCANTINS, numa parceria entre índios, colonos e mercadores Judeus. Acusado de heresia, por defender os indios e os cristãos-novos(judeus), foi chamado a Belém, em agosto de 1661, sendo preso e remetido a Portugal. O fato fez parte também da campanha movida pelo Marquês de Pombal contra a Companhia de Jesus. Com isso, o Tocantins perdeu a oportunidade de ter uma Capitania avançada para o sistema da época. Quanto a Vieira, de lá viajou para a Itália, sendo acolhido pelos jesuítas. Aos sermões pronunciados na Itália, deu o título de “AS CINCO PEDRAS DA FUNDA DE DAVID”. Com 73 anos, em 1681, retornou à Bahia, passando a ocupar o cargo de visitador da Província do Brasil. Depois do aparecimento de um Cometa nos céus da Bahia, em 1695, escreveu o sermão “A VOZ DE DEUS AO MUNDO, A PORTUGAL E À BAHIA”. Já cego, sem condições de ficar de joelho e nem sentado, por causa de impingens que lhe sangravam e coçavam o corpo, faleceu em Salvador, na Bahia, no dia 18.07.1697, com 89 anos de idade. Sobre ele já foram escritas as mais belas páginas. Estudado por dezenas de autores, dentre outros, Afrânio Peixoto, Pedro Calmon, Múcio Leão, etc. Mencionado em centenas de livros, entre os quais, ANUÁRIO DO TOCANTINS(2000), de Otávio Barros da Silva, que, sobre ele escreveu: “No Tocantins, particularmente, seu nome devia tornar-se assunto obrigatório nas escolas como o catequista poliglota em línguas indígenas, o missionário humanista na defesa do indio, ao lado do colono na estrutura sócio-econômica para formar a Capitania do Tocantins”. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


PALMARES(ANTONIO FARIAS DA SILVA), de União dos Palmares, Alagoas, 1949, escreveu, entre outros, A REUNIÃO DA BICHARADA(Cordel, 2006), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Gurupi, em 1980, com 31 anos de idade. Publicou também LEMBRANÇAS DO PADROEIRO SANTO ANTONIO(1982). Compositor, Cantor de Forró Nordestino. CD gravado em 2003. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



PATRÍCIA NEME, Carioca, do Rio de Janeiro, 14.08.1950, escreveu, entre outros, O LIVRO DA INTIMIDADE(2008), RELICÁRIO(2006), SONETOS EM DOR MAIOR(2009), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filha de João Carlos Neme e Cleuza Dutra Neme. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Engenheira Têxtil pela Fachhochschule Fuer Textilindustrie de Reutligen, Alemanha. Formada como tradutora e intérprete pelo Sprachen-und Dolmetscher Institut, de Munique, Alemanha. Detentora do premio CANON, de Poesia. Membro de várias entidades sociais, culturais e de classe. Atualmente(2009), CONSUL PARA O ESTADO DO TOCANTINS, do Movimento Poetas del Mundo. Seu livro SONETOS EM DOR MAIOR, foi lançado no auditório da OAB, em 13.11.2009, conforme matéria feita pela jornalista Cinthia Abreu, para o JORNAL DO TOCANTINS, Palmas, Tocantins, 15.11.2009. Radicada no Tocantins há 7(sete) anos. Poetisa, distinguida, entre outras, com premiações das seguintes entidades: Federação das Academias de Letras do Brasil (medalha de ouro). Associação De Jornalistas e Escritoras do Brasil/Secção Ceará. Assoc. Brasileira de Poetas e Escritores/Secção Paraná. Academia de Letras e Artes de Paranapuã/RJ. Academia Municipalista de Letras de Minas Gerais. Assoc. de Escritores de Bragança Paulista/SP. Sociedade de Cultura Latina do Brasil/Secção Mogi das Cruzes/SP. Academia de Ciências e Letras de Conselheiro Lafayete/MG. Academia Ponta-Grossense de Letras e Artes /PR. Assoc. de Mantenedores Beneficiários da Petros (Petrobrás). Academia Maçônica de Letras do Distrito Federal/DF. Núcleo de Arte e Cultura do Literal Paulista. Academia Divinopolitana de Letras/MG. Academia de Letras e Artes de Araguari/MG. Grupo Cultural Pórtico de Salvador/BA. Assoc. Niteroiense de Escritores, Prêmio Florbela Espanca. Jornal Ação Cultural/RJ. Grupo Sul-Mineiro de Poesia/ MG. Academia de Letras de Jequié/BA. Secretaria Municipal de Turismo de Santana do Parnaíba/SP. Academia de Letras do Estado do Rio de Janeiro/RJ. Prefeitura Municipal de Tietê/SP. Prefeitura do Município de Itapetininga/SP. Noite e Poesia de Tatuí/SP. Assoc. Profissional de Poetas do Estado do Rio de Janeiro/RJ. Festival Poético de Cornélio Procópio/PR. Prefeitura do Município de São Paulo/SP. Prefeitura de Santana do Parnaíba/SP. Prêmio Canon de Poesia. Representante: Da cidade de Piracicaba/SP no Encontro de Escritores da Rede de Mercocidades, em Porto Alegre/RS. Membro: Academia Virtual de Letras Luso-Brasileira. Associação de Poetas e Escritores do Paraná. Casa do Poeta Lampião de Gás de São Paulo/SP. Casa do Poeta Brasileiro em Salvador/BA.Centro Literário de Piracicaba/SP. Grupo Oficina Literária de Piracicaba/SP. Cônsul para o Estado do Tocantins do Movimento Poetas del Mundo. Chefe de Redação, por quatro anos, do Ministério da Previdência e Assistência Social – Brasília/DF. Assessora de Literatura da Fundação Cultural do Estado do Tocantins. Participação em mais de trinta antologias em todo o país. Colaboradora (duas matérias por semana) do jornal “O Democrata”, de Piracicaba/SP, por um ano e meio; atualmente, colabora esporadicamente com “A PROVINCIAONLINE”, de Piracicaba/SP. Livros Publicados: Relicário – 2006. O Livro da Intimidade, 2008. Sonetos em Dor Maior, 2009. Principais Sites Literários onde expõe trabalhos: http://www.poetasdelmundo.com/verInfo.asp?ID=4150.http://poesiamsicagentedanossaterra.blogspot.com/search/label/Patr%C3%ADcia%20Neme.http://www.crlemberg.com.br/poeta/patricia/patricia.htm.http://www.avllb.org/academicos/054/biografia.html.http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=647.http://www.sonetos.com.br. tel: 3215.4795. nemepatricia@hotmail.com. patricianeme@gmail.com. Apesar de sua importância, não é mencionada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



PAULO AIRES MARINHO, de Divinópolis, Goiás, hoje Tocantins, 11.07.1967, escreveu, entre outros, “CANTIGAS DE RESISTÊNCIA”(2003), com prefácio de Dom Pedro Casaldáliga e notas de orelha de Pedro Tierra, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou o Seminário Menor de Miracema do Norte, hoje Tocantins. Concluiu o curso de Pedagogia, na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, de Gurupi. Engajado no Movimento Estudantil e na Pastoral Universitária. Detentor do Prêmio SESI TOCANTINENSE DE POESIA(1994). Participante de diferentes antologias de poesia e prosa. Foi professor da Faculdade de Educação, Ciências e Letras de Paraíso. Vereador, em Paraíso, pelo Partido dos Trabalhadores. Professor da Rede Pública Estadual em sua terra natal, Divinópolis. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



PAULO CORREA DE OLIVEIRA, de Uberaba, Minas Gerais, 06.05.1943, escreveu, entre outros, “A NATUREZA FALANDO DE DEUS – VOL. I”, “CONTOS QUE FICAM FÁBULAS QUE VOLTAM”, “A PEDRA QUE QUERIA VOAR”, “ENTREVISTANDO AS CORES”, sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos editados. Filho de Varelina Correa de Oliveira e pai não referido. Com 6 anos de idade, mudou-se para Mossâmedes, Goiás, onde foi alfabetizado pela mãe. Com 12 anos, voltou para Uberaba e depois para Iturama, MG. Teve mais seis meses de aulas particulares e praticou muita leitura durante sua infância e juventude. Nunca foi matriculado numa escola nem primário. Depois de trabalhar no comércio em açougue, lavanderia, balconista garçom, parque de diversão, e circo de tourada em Minas e Goiás, transferiu-se para interior do Estado do Pará, em serviço de topografia passando por várias funções até aprender a função de topógrafo. Em 1976 casou-se com Aurelina Viana Oliveira, com quem tem Ana Paula. De volta a Uberaba MG, o Governo criou uma lei dando a oportunidade para quem exercia determinada profissão, nível técnico. Fez as provas do curso de agrimensura e passou, registrando inicialmente no CREA de MG depois transferiu-se para Taguatinga Goiás (hoje Tocantins), onde reside até hoje à rua Espírito Santo, 38 centro. Sempre exerceu a profissão de agrimensor o que facilitou o contato com a natureza passando a ser um observador e admirador da natureza e, um pesquisador da bíblia por ser o livro mais vendido e mais lido no mundo, dando ensejo à descoberta de uma nova linguagem bíblica explorada no livro “A NATUREZA FALANDO DE DEUS – VOL. I”, que é a linguagem visual. A partir de 2001 começou a escrever e esboçar idéias que pudessem contribuir para a formação do leitor e sua proposta central é PROMOVER O BEM SEM DEGLADIAR COM O MAL, pois, do contrário outros tantos vêm fazendo, criando personagens do mal que lutam todo tempo suprimindo o bem e, somente no finalzinho o bem sobressai deixando uma imagem poderosa do mal que a criança e o jovem acabam buscando nas drogas ou outros meios inconfessáveis, imitar o falso herói que ele assistiu lutando e usando poderes sobre naturais e sobrepondo inclusive o ser humano. Fundou o MEGA LEITURA-um projeto de eventos, dentro do site FUNDAÇÃO NATUREZA. Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.


PEDRO DE SIQUEIRA CAMPOS, de Gurupi, Goiás, hoje Tocantins, outubro de 1967, escreveu, entre outros, A VERDADEIRA HISTÓRIA DE PEDRO SIQUEIRA CAMPOS(Palmas, Provisão, 2001). Filho de Eva Alves Costa e José Wilson Siqueira Campos. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou o Colégio Alexandre Quirino de Souza. Trabalhou no Bradesco de Porto Alegre do Norte, Mato Grosso, bem como na Prefeitura Municipal de Porto Alegre. Em 1993, com 26 anos, mudou-se para Goiânia e fundou a ZANGLE CONFECÇÕES. Trabalhou no SETRANSP, de Goiânia. Antes de fazer o exame de DNA, foi registrado como Pedro Alves Costa. Em Goiânia, contratou o advogado Dr. Jorge Correa de Lima para provar, via DNA, que era filho de Siqueira Campos, o que ocorreu por volta de 1997. Já registrado com o nome de Pedro de Siqueira Campos, fundou em 1999, a GIRASSOL CONFECÇÕES. Morou também em Luciara, Mato Grosso. Casou-se com Marlene Leal de Santa. Seu livro foi escrito com a colaboração de M. Jairo S. Bogado. Posteriormente, deixou Palmas, indo para Goiânia, onde trabalha com confecções. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br.



PORTELINHA(JOÃO RODRIGUES PORTELINHA DA SILVA), de Etombe, Angola, 17.07.1957, escreveu, entre outros, “COSTUMES COMO FONTE DE DIREITO EM ANGOLA:ANÁLISE JURÍDICO-FILOSÓFICA”(1989), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Publicou também “SENTIR A TERRA NAS VOZES POPULARES-CRÔNICAS DE RISOS E LÁGRIMAS”(1997). Filho de Joaquim Martins da Silva e Rosa Rodrigues Portelinha da Silva. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, entrou para a vida militar, chegando ao posto de Coronel. Fez a Academia Militar de Huambo, Angola, onde também foi professor de Ciências Sociais. Foi Diretor das Academias Militares das FAA. Bacharel em Ciências Políticas, pelo Instituto Superior de Ciências Políticas da Alemanha, em 1978, com 21 anos de idade. Bacharel em Direito, pela Faculdade de Direito de Huambo, Angola, em 1984. Mestre em Ciências Filosóficas, pelo Instituto de Ciências de Sofia, na Bulgária, em 1989. Tornou-se Chefe do Gabinete Jurídico do Governo Provincial de Huambo, em Angola. Nos anos seguintes, veio para o Brasil. Concluiu o curso de Doutorado em Sociologia da Cultura, na Universidade Nacional de Brasília(UNB), em 1998. Casou-se com Kleice Maria Moita Tomaz Portelinha, com quem tem alguns filhos. Em 1998, transferiu-se para Palmas, tornando-se Professor da Faculdade de Direito, da Universidade do Tocantins (UNITINS). Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



RAIMUNDO PALMEIRA DA COSTA FILHO, de Balsas, Maranhão, 03.03.1985, escreveu, entre outros, CARTAS PARA MEU AMOR(Poesias-2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Publicou também VERSOS QUE TOCAM(Poesia-2006), com prefácio de Múcio Brechenfeld. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Filho de Raimundo Palmeira da Costa e de Creuza Trindade da Costa. Mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde cursa o Secundário. Professor de Capoeira. Estudou no Colégio Madre Belém, na Escola Rosemir Fernandes, na Escola Estevão de Castro, no Colégio Vinicius de Moraes e no Centro de Ensino Médio Tiradentes. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


REDENIR DOS SANTOS, de Paranavaí, Paraná, abril de 1960, escreveu, entre outros, ARRAIAS-UM PORTAL PARA O ALEM(Brasília, Editorial, 2002), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filho de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Seu livro trata de vários assuntos, entre os quais, a prisão de seu pai em Brasília, por volta de 1966, transferido depois para Goiânia e finalmente para Arraias, no hoje Estado do Tocantins. Seu pai era procedente de Araripina, Pernambuco e mudou-se para Combinado, antigo Norte de Goiás. Quanto a Redenir, mudou-se para Arraias, em 1966. Irmão de Renilde, Regina, Rosimeire e Didi. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


RENI GOMES COSTA, de Itacajá, Goiás, hoje Tocantins, 1960, escreveu, entre outros, O RELUZIR DA ALMA-POESIA E PROSA(São Paulo, Scortecci, 2007), com orelha de Manoel Getulio Alves Matos, sem dados biográficos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Filha de pais não revelados em sua biografia. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Licenciada em Língua Portuguesa e Literatura. Vinculada à Diretoria Regional de Ensino de Porto Nacional. Artigos publicados na Revista Brasília. Membro da Academia de Estudos e Pesquisas Literárias. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


RICARDO BORGES FERREIRA E SILVA, de Itapicuru, região de Canudos, Bahia, 25.11.1886, escreveu, entre outros, “DICIONÁRIO DE VULTOS NOTÁVEIS DO PARÁ”(1986), com prefácio de Maria Annunciada Chaves. Aqui mencionado por se enquadrar entre os grandes DICIONARISTAS BIOBIBLIOGRÁFICOS BRASILEIROS, focalizados na página 725. Filho de Antônio Agripino da Silva Borges e Quitéria Bárbara de Lima. Após os estudos primários na Vila Nossa Senhora da Saúde do Itapicuru de Cima, Sertão Norte da Bahia(zona de Canudos), mudou-se para Salvador, onde estudou no Colégio Carneiro Ribeiro e no Ginásio São Salvador. Em 1908, com 22 anos de idade, formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais, tornando-se Advogado, pela Faculdade Livre de Direito da Bahia, onde advogou por algum tempo. Com o passar do tempo, foi nomeado Juiz Substituto de Blumenau, Santa Catarina, de onde foi transferido para Faro, no Pará, alí chegando em maio de 1909. Nos anos seguintes, foi Juiz Substituto de Bagre e Curralinho. Casou-se em 1926, com Ana Rodrigues Vieira e no ano seguinte, foi eleito Deputado Estadual. Em 1928, tornou-se Diretor dos Correios e Telégrafos. Em 1946, foi nomeado Consultor Econômico da Associação Comercial do Pará e em 1951, Consultor Econômico do BANCO DA AMAZÔNIA S.A, onde se aposentou em 1968. No jornal “A PROVÍNCIA DO PARÁ”, foi editorialista durante dois anos. Faleceu com mais de oitenta anos de idade, em Belém do Pará, na década de 1970. Seu livro foi o resultado de biografias de personalidades ilustres, publicadas no jornal “A PROVÍNCIA DO PARÁ”. Era também conhecido como Ricardo Borges. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


RICCARDO FONTANA. De Roma, Itália, 03.01.1947, escreveu, entre outros, O BRASIL DE AMÉRICO VESPÚCIO(Unb, 1994), O PARAÍSO TERRESTRE DE AMÉRICO VESPÚCIO(2001), IL PARADISO TERRESTRE DI AMERIGO VESPUCCI(Perugia, 2002), FRANCESCO TOSI COLOMBINA: Explorador, Geógrafo, Cartógrafo e Engenheiro Militar Italiano no Brasil do Século XVIII(Brasília, 2004), com apresentação de Pedro Henrique Lopes Borio, tradução de Edilson Alkmim Cunha, sem dados biográficos completos nos livros(nome de pai, mãe, esposa e filhos) e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em 1965, com 18 anos de idade, conseguiu a “Maturità Classica” no Liceu Terenzio Mamiani, de Roma. Em 03.03.1970, com 23 anos de idade, formou-se em Ciências Políticas, na Universidade dos Estudos de Roma, defendendo a tese: “A descolonização da África portuguesa”, sob a orientação do professor Giuseppe Vedovato. Agraciado com bolsa de estudo do Ministério das Relações Exteriores de Portugal, para pesquisas, em Lisboa, sobre o tema de sua dissertação, obtem outras duas do Ministério dos Negócios Exteriores da Itália para a língua inglesa, em Malta e para pesquisas sobre a economia da África do Sul. Freqüenta o curso SIOI(Società Italiana per Organizzazione Internazionale) em Roma, em 1970/1971. Em 1977, com 30 anos de idade e já casado com uma arquiteta brasileira, de origem italiana, com quem teve os filhos Eloísa, Isabella e Renato, ítalo-brasileiros nascidos em Brasília, resolve morar no Brasil, primeiramente no Rio de Janeiro, onde trabalhou nos grupos Fiat e Finsider e como consultor de pequenas e médias empresas de exportação. Em Brasília, desde 1981, com 34 anos, é Assessor da Embaixada da Itália, segundo a lei italiana. Ao seu perfil profissional de observador político, econômico e comercial alia a paixão pela pesquisa histórica. Em 1994, com 47 anos, publica seu primeiro livro, em quatro edições, todas revistas e atualizadas(1994-2002), sobre o papel de Américo Vespúcio na descoberta do Brasil e da América do Sul. Desenvolvendo especialmente argumentos histórico-geográficos e cartográficos e, sobretudo, temas ligados à presença italiana no Brasil, acaba de lançar o o seu novo livro sobre Francesco Tosi Colombina, com patrocínio da Secretaria de Cultura do Governo do Distrito Federal e lançamento no Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal, em 20.04.2004. Apesar de sua importância, não é estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br O maior biógrafo de Tosi Colombina, de todos os tempos é, indiscutivelmente, RICCARDO FONTANA que, sendo italiano, de Roma, depois de muitas pesquisas no Brasil e na Europa, escreveu o livro “FRANCESCO TOSI COLOMBINA”, publicado em Brasília, Charbel, 2004 e sobre ele tem feito palestras e conferências. Com este trabalho tem tentado sensibilizar os governos de alguns estados brasileiros, entre os quais, Brasília, Mato Grosso, Goiás e Tocantins, da necessidade de dar a devida importância a Tosi Colombina.


ROBERTO JOSÉ RIBEIRO(Robertão), de São João do Rio do Peixe, Paraíba, 22.03.1944, escreveu, entre outros, “O LENDÁRIO GURUPI-ASPECTOS HISTÓRICOS, POLITICOS E SOCIAIS DO MUNICIPIO DE GURUPI, TOCANTINS”(2007), com prefácio de José Cardeal dos Santos, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Em 1953, com 11 anos de idade, mudou-se com a família para as matas do Gurupi, antigo Norte de Goiás, hoje Tocantins. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Freqüentou escolas em Gurupi, Porto Nacional e Goiânia. Formou-se Técnico em Contabilidade. Tornou-se Professor de Educação Física, inclusive no Ensino Médio. Secretário Escolar. Diretor de Escola. Funcionário das Centrais Elétricas de Goiás. Representante do Município de Gurupi, em Goiânia. Professor, Vice-Diretor e Diretor do CEM de Gurupi(Colégio Estadual de Gurupi). Professor do Colégio Batista de Gurupi. Professor Fundador e Diretor da Escola de 1º Grau Nossa Senhora do Carmo, de Aliança do Tocantins. Vereador de Gurupi, em duas legislaturas. Secretario da Educação de Gurupi. Superintendente de Finanças e Arrecadação. Diretor Administrativo e Financeiro. Assessor de Comunicação e Relações Publicas da Prefeitura Municipal de Gurupi. Assessor Político do Gabinete do Governo do Tocantins. Coordenador do Programa Sócio-Educativo Pioneiros Mirins, em Gurupi. Poeta, Historiador, Pesquisador, Ensaísta. Apesar de sua importância, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


ROGÉRIO RAMOS, de Goiânia, Goiás, 1972, escreveu, entre outros, JUVENTUDE PRESENTE DA NAÇÃO(Palmas, 2003), notas de orelha de Marcelo Miranda, com observações de Ruy Bucar e José Gomes Sobrinho, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Palmas, no Tocantins, em 1991, com 18 anos de idade. Em 1994, foi Presidente do DCE, da ULBRA, em Palmas. Formou-se em Administração, pela Ulbra. Foi Secretário de Administração no Governo Municipal de Eduardo Siqueira Campos. Secretário da Juventude, no Governo Municipal de Odir Rocha. Em 2001, com 29 anos, foi Secretario da Criança e Juventude de Palmas, na Administração Municipal de Nilmar Ruiz. Em 2002, foi Secretario de Estado da Juventude, no Governo Estadual de Wilson Siqueira Campos. Curso de Pós-Graduação pela ULBRA. MBA em Gestão Publica, pela Fundação Getulio Vargas. Comenda Grande Oficial da Ordem do Mérito Tocantins. Mérito em Administração, pelo Conselho Regional de Administração Goiás/Tocantins. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SALOMÃO WENCESLAU RODRIGUES DE CARVALHO, de Goiânia, Goiás, 20.09.1959, escreveu, entre outros, FOLCLORE DO ESPORTE GOIANO(UNIGRAF, 1988), com notas de orelha de Luiz Gerci de Araújo e apresentação de Luiz Carlos Bordoni. Filho de José Rodrigues. Durante muito tempo viveu a infância em Gogomé, região de Itaberaí, outrora chamada de Curralinho e Rio das Pedras. Após os estudos primários em Gogomé, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. De volta a Goiânia, sua terra natal, passou a trabalhar em jornais, revistas e rádio. Conforme Luiz Carlos Bordoni, Salomão “nasceu” nas editorias de esporte dos jornais CINCO DE MARÇO e DIÁRIO DA MANHÃ, do Batista Custódio, bem como na equipe de esportes do Mané, na Rádio Jornal. Ao lado de Elton Costa Campos, dirigiu a redação do jornal FOLHA DE GOIAZ. Passou pela RÁDIO CLUBE. Foi correspondente da REVISTA PLACAR, em Goiás. Levado por Draulas Vaz, foi para a redação do jornal O POPULAR. É considerado por seus amigos, como um jornalista completo, pois tem experiência em todas as áreas: esporte, polícia, cultura, economia, política, etc. Seu livro “Folclore do Esporte Goiano” conta causos e fatos interessantíssimos, entre os quais, “uma ré de 500”, “alô Bordoni”, “deu formiga na jogada”, etc. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, Salomão mudou-se para o novo Estado. Fundou, em Miranorte, no hoje Estado do Tocantins, em 1989, o orgão noticioso chamado simplesmente JORNAL. Passou 1 ano em Tocantínia. Em 9.06.1991, transferiu o tabloide para a cidade de Palmas, nova Capital do Estado do Tocantins. Em 04.05.1997, foi acrescentado o artigo “o”, passando a chamar-se O JORNAL, com circulação aos domingos, sendo impresso, inicialmente, em Brasília. Quanto a Salomão, apesar da importância do seu livro “FOLCLORE DO ESPORTE GOIANO”, editado em Goiânia, pela Unigraf, em 1988, não foi referido no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2ª Edição-2000), de José Mendonça Teles. É mencionado no livro HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros e em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO, de Luiz de Carvalho. Não é convenientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é referido no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotextoautor.php?user=mariorm ou ainda www.mariomartins.com.br.



SAMUEL AURELIANO DA SILVA, de Porto Nacional, Goiás, hoje Tocantins, 1935, escreveu, entre outros, CAMPOS BELOS-SUA HISTÓRIA-SUA GENTE-50 ANOS-1953/2003(Brasília, SER, 2004), em co-autoria com Odiva Silva Xavier, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Concluiu Filosofia e Teologia no Seminário Maior de Goiânia e no Seminário de Mariana. Foi Vigário da antiga Miracema do Norte. Em 1963, tornou-se Vigário de Campos Belos, em Goiás. Diretor do Grupo Escolar Professora Ricarda. Deixou a vida sacerdotal e passou a residir em Brasília. Mediante concurso publico, tornou-se Técnico em Assuntos Educacionais do Ministério da Educação e Cultura, bem como Professor de Sociologia e Filosofia. Em 25.12.1971, em Goiânia, casou-se com Odiva Silva Xavier. Na década de 80, fez Pós-Graduação em Planejamento Educacional na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Aposentado, continuou a viver em Brasília. Apesar de sua importância, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SAMUEL MARTINS, de Seabra, Bahia, 09.05.1949, escreveu, entre outros, PARAISO-UMA POESIA PARA O TOCANTINS(Poemas, 2007), com observações de Gesimário de França Carvalho, Ivan Cupertino Dutra e Josafá Miranda de Souza. Filho de Abel Martins e Enedina Rosa dos Santos. Mudou-se para Pindorama, antigo Goiás, hoje Tocantins, em 1953. Em 1963, com 10 anos de idade, estudou no Grupo Escolar Eurico Gaspar Dutra. Depois de passar por Porto Nacional, onde trabalhou como Caixeiro na Casa Carvalho, foi para Goiânia, tendo estudado no Colégio Estadual Rui Barbosa, em 1972. Em 1974, com 25 anos, mudou-se para São Paulo. Formou-se Desenhista Técnico, pela Escola PRO-TEC, em 1978. Em 1988, terminou o curso técnico na Escola Paulista de Agrimensura. Mudou-se para Palmas, em 1990, tendo sido desenhista da antiga SEVOP e na Prefeitura. Graduou-se em Letras, pelo CEULP/ULBRA, de Palmas. Trabalhou com Cici Pinheiro, teatróloga, em Goiânia, no Grupo Teatral do SESI, em várias peças, entre as quais, DO OUTRO LADO. Com Maria do Carmo Gonçalves Marinho, teve o filho Erick Douglas Marinho. Com o passar do tempo, tornou-se proprietário de Lavanderia, na Avenida Palmas/Brasil. Apesar de sua importância, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



SANDALO BUENO DO NASCIMENTO FILHO, de Goiânia, Goiás, 08.05.1981, escreveu, entre outros, “O PREQUESTIONAMENTO E SUA APLICAÇÃO PRÁTICA”(AB EDITORA 2006), com prefácio do Ministro Castro Filho, do Superior Tribunal de Justiça e apresentação do ex-presidente da OAB, de Goiás, Felicíssimo Sena. Filho de Sândalo Bueno Nascimento e de Maria Luíza da Consolação Pedroso Nascimento. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com a vinda de seu pai SANDALO BUENO DO NASCIMENTO que havia se tornado Juiz de Direito no Estado do Tocantins, mudou-se para Palmas, passando a estudar em diferentes colégios. Fez o ensino FUNDAMENTAL no Colégio Batista de Tocantínia, interior do Tocantins. Concluiu o ensino MÉDIO no Colégio Objetivo de Palmas. Começou o curso de Direito na Universidade do Tocantins(UNITINS), em Palmas, mas concluiu o curso de Bacharel em Direito pelo Centro de Ensino Universitário de Brasília (Ceub), no 2º semestre de 2003, com 22 anos de idade. Fez Pós-Graduação em Processo Civil no IBDP - Instituto Brasileiro de Direito Processual, concluindo no 2º semestre de 2004. Foi assistente do gabinete da desembargadora Dalva Magalhães(hoje Presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins), entre janeiro de 1999 a julho de 2001. Foi funcionário da Corregedoria do Tribunal de Justiça do Tocantins, entre julho de 2001 a março de 2002. Fez estágio no Escritório de Advocacia dos Advogados Associados Sebastião Rocha & Josué Amorim, entre julho de 2001 e março de 2002. Técnico Judiciário na Coordenadoria da 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, de 2002 a 2004. Tem sido Assessor Jurídico no gabinete do ministro Humberto Gomes de Barros, no Superior Tribunal de Justiça, em Brasília, desde 2005. É professor no Curso de Formação e Aprimoramento dos Servidores do Superior Tribunal de Justiça e no Curso de Especialização Lato Sensu em Direito Civil e Processo Civil promovido pela Unitins. Seu pai é Juiz de Direito em Palmas e sua mãe Maria Luíza da Consolação Pedroso Nascimento, tem sido Pró-Reitora Acadêmica da Universidade do Tocantins (UNITINS). Com 25 anos de idade, fez o lançamento do livro em 10.03.2006, no Auditório do Tribunal de Justiça do Tocantins, em Palmas, com a presença do Ministro Humberto Gomes de Barros. Apesar de sua importância, não é referido em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SANDRA MIRANDA (APARECIDA) (Sandra Miranda de Oliveira Silva), de São Paulo, 1965. Filha de Heny Vilela Miranda. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Em janeiro de 1982, com 17 anos de idade, chegou com a familia, em Araguaína, norte goiano, hoje Tocantins. Tinha concluido o segundo grau no interior de São Paulo. Trabalhou um ano e meio, como Secretária do jornal FOLHA DO TOCANTINS, saindo depois como Editora. Em 10.11.1985, com 20 anos de idade, fundou em Araguaina o jornal O REGIONAL. Neste jornal era de tudo um pouco: fotógrafa, repórter, redatora, editora, diretora. Trabalhava de dia e de noite, inclusive aos sábados, domingos e feriados. O jornal era impresso em Goiânia, onde permanecia durante uma semana. Logo depois, colocava o jornal no carro e trazia para Araguaína. As matérias eram feitas numa máquina OLIVETTI. Em 1987, comprou e instalou em Goiânia, uma gráfica, onde, inclusive, fazia jornais para terceiros. Já tinha se tornado a única mulher proprietária de jornal, o que acontece até hoje(2005) no Tocantins. Foi este jornal que publicou a manchete “TOCANTINS-O SONHO VETADO”, quando o Presidente José Sarney vetou o projeto que criava o Estado do Tocantins. Participou da CONORTE(Comissão de Estudos do Norte Goiano). Com a criação, em Goiânia, do “COMITÊ PRÓ-CRIAÇÃO DO ESTADO DO TOCANTINS”, em 1987, com 13 membros, presidido pelo então Juiz Federal, Darci Martins Coelho, foi a única mulher entre seus componentes. Em 01.01.1989, mudou-se também para a Capital provisória, Miracema do Tocantins, onde o jornal O REGIONAL permaneceu até o final de 1990. Em 1994, o jornal O Regional passou a ser PRIMEIRA PÁGINA. Em fevereiro de 2002, formou-se em Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, na UNITINS(Universidade do Tocantins). Um de seus irmãos, é o fotógrafo José Valdenir, também conhecido como "chumbinho". Sua mãe Heny, com 80 anos, faleceu em Palmas, no dia 05.08.2005, onde também foi sepultada. Quanto a Sandra, é mencionada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, bem como em VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins. com.br



SEBASTIÃO ROCHA (ALVES), de Crixás, Goiás, 02.08.1959, escreveu, entre outros, “DIVAGAÇÕES POÉTICAS”, sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado, com prefácio do Desembargador Liberato Póvoa. Filho de Abel Alves e Oscarina Alves Rocha. Após os estudos primários em sua terra natal, concluiu o curso ginasial na Escola Estadual Prudêncio Ferreira. Em 1977, com 18 anos de idade, deslocou-se para Goiânia, passando a estudar no Colégio Estadual do Jardim América, onde se formou. Prestou vestibular para Direito e concluiu o curso de Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, pela Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás, em 1986. Com a criação do Estado do Tocantins, pela Constituição Federal de 05.10.1988, transferiu-se para Miracema do Norte, Capital provisória, passando a exercer a Advocacia. Em 1991, tornou-se Procurador do Estado do Tocantins. Mediante concurso público, em 1994, foi devidamente oficializado na função de Procurador. Escritor, Ensaísta, Pesquisador. Ativista, Produtor Cultural, Idealista. Visionário, Administrador, Educador. Memorialista, Poeta, Intelectual. Professor de Ética Profissional, na Universidade Luterana do Brasil(ULBRA), Campus de Palmas. Membro de diferentes instituições sociais, culturais e de classe, entre as quais, Ordem dos Advogados do Brasil e Associação dos Docentes da ULBRA. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública, do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SELEUCIA FONTES, de Brasília, Distrito Federal, 1970, escreveu, entre outros, HISTORINHAS DO TOCANTINS(2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto editado. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Jornalismo. Mudou-se para Palmas em 1997. Seu livro foi publicado com o apoio do Programa Municipal de Incentivo à Cultura “Palmas pra Cultura”, da Prefeitura de Palmas. Foi jornalista do JORNAL DO TOCANTINS, em Palmas. Jornalista da UNITINS, em Palmas. Mas não é referida no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO(2000), de Luiz de Carvalho, bem como HISTÓRIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS(2003), de Otávio Barros da Silva. Apesar de sua importância, não é referida na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SÍDIO ROSA DE MESQUITA JÚNIOR, de Pedro Afonso, Goiás, hoje Tocantins, 05.09.1959, escreveu, entre outros, MANUAL DE EXECUÇÃO PENAL(ATLAS-2002), PRESCRIÇÃO PENAL(ATLAS-2003), sem dados biográficos completos nos livros e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Filho de Sídio Rosa de Mesquita e Sebastiana Mesquita. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Brasília. Formou-se em Direito. PROCURADOR AUTÁRQUICO. Professor do Centro Universitário de Brasília(CEUB) e da Associação do Ensino Unificado do Distrito Federal. Docente também da UNIP e CESUBRA. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=3775&cat=Ensaios ou www.mariomartins.com.br


SILVANIO MOTA(COELHO MOTA), de Dois Irmãos, Goiás, hoje Tocantins, 1975, escreveu, entre outros, ENTRE DOIS TEMPOS- A HISTÓRIA DE DOIS IRMÃOS DO TOCANTINS(Goiânia, Kelps, 2008), com prefácio de Egle Roberto Melo, sem dados biográficos completos no livro. Filho de Adilon Pereira Mota e Carmina Coelho Mota. Foi Professor do Colégio Estadual Castelo Branco, até 1997. Pós-Graduado em História Social e Metodologia do Ensino de Historia. Formado em Direito. Vinculado ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado do Tocantins(SINTET). Apesar de sua importância, não é referido na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SIMONE PÓVOA(Simone Cardoso da Silva Póvoa), de Brasília, DF, 02.02.1977, escreveu, entre outros, “SENTIMENTO ABSTRATO” (POEMAS), sem dados biográficos completos no livro, com prefácio de José Gomes Sobrinho e observações de Ana Braga. Filha de Nilce Cardoso da Silva. Fez os estudos primários no Colégio Agostiniano, de Goiânia, para onde se mudou, no mesmo ano em que nasceu em Brasília. Em 1989, com 12 anos de idade, mudou-se para Palmas, Capital do Tocantins, onde também concluiu o curso ginasial. Nos anos seguintes, fez o curso supletivo para completar o segundo grau. Em 1994, com 17 anos de idade, casou-se com o Desembargador do Tribunal de Justiça do Tocantins, José Liberato Costa Póvoa(este, no segundo casamento), com quem teve(até o momento-2002), duas filhas, Kathlyn(6 anos) e Victória(4 anos). Fez vestibular na Faculdade de Direito de Colinas, Tocantins, transferindo-se, posteriormente, para a Faculdade de Direito, da Universidade do Tocantins (UNITINS), em Palmas. Com o passar do tempo, tornou-se funcionária do Tribunal de Justiça do Tocantins, onde presta seus serviços. Seu livro foi lançado em Palmas, no dia 21.02.2002, no Auditório do Memorial Coluna Prestes. Neta adotiva do escritor Carmo Bernardes. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.



SÔNIA MARISE TEIXEIRA SILVA SOUZA CAMPOS, de Goiânia, Goiás, 15.05.1945, escreveu, entre outros, GUARDADOS(2005), com apresentação de Miguel Jorge e prefácio de Darcy França Denófrio, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filha de Atinil Silva e Dagmar. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Curso Normal no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, em Jataí, Goiás. Formou-se em Direito pela Universidade Federal de Goiás(UFG), onde também fez especialização em Direito Civil e Processo Civil. Formada em Letras Modernas(Português e Francês), pela Universidade Católica de Goiás(UCG). Foi Conselheira da OAB goiana. Trabalhou na CELG(Centrais Elétricas de Goiás), como Assessora Jurídica-Sênior. Vinculada ao CEVAM(Centro de Valorização da Mulher). Participante de diferentes antologias de poesia e prosa. Casou-se com Lázaro Ferraz Campos(Diretor do Cerimonial e Relações Públicas do Governo do Tocantins no governo Siqueira Campos), com quem tem os filhos Paula Beatriz e Leandro. Foi Professora do Colégio Estadual Bandeirante, do COLU e Senac. Quanto a Sônia Marise, seu livro GUARDADOS foi lançado em Palmas, Tocantins, na Sede da Organização Jaime Câmara, no dia 08.03.2006. Apesar de sua importância, não é referida no DICIONÁRIO DO ESCRITOR GOIANO(2000), de José Mendonça Teles, não é mencionada no livro A POESIA GOIANA NO SÉCULO XX(1997), de Assis Brasil, não é estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, não é estudada no DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS(2002), de Nelly Novaes Coelho, não é citada no DICIONÁRIO DE MULHERES(1999), de Hilda Agnes, bem como no DICIONÁRIO DE MULHERES DO BRASIL(2000), de Schuma Schumaher e nem no livro ENSAÍSTAS BRASILEIRAS(1993), de Heloísa Buarque de Holanda e Lúcia Nascimento Araújo ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em (2001, 5 volumes, 6.211 páginas) e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


SUZANA BARROS(Suzana Araújo Barros), de Teresina, Piauí, 02.04.1966. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Chegou em Palmas, em Abril de 1992, quando tinha 26 anos de idade, juntamente com a jornalista Maria Arienar. Tinha se formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Piauí, ao lado de Maria Arienar e de Raimundo Penaforte. Já em Palmas, passou a trabalhar na Agencia de Propaganda ÉBANO. Lançou em 1993, juntamente com Maria Arienar e Penaforte o primeiro jornal especializado em turismo e cultura do Tocantins, o TINS & TAIS. O jornal teve dois anos de duração e 14 edições. É estudada no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva. Elaborou a pesquisa e o texto de diversos números do ALMANAQUE TOCANTINS DE CULTURA POPULAR, ao lado da Editora Maria Ariená. É mencionada no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho. Fez o curso superior de Artes Plásticas. Com o passar do tempo, tornou-se Artista Plástica, trabalhando, principalmente, com óleo sobre tela, tinta acrílica, aquarela, etc. Apesar de sua importância, não é referida no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



TÂNIA CAVALCANTE(TÂNIA MARIA RIBEIRO CAVALCANTE), de Goiânia, Goiás, 1959, escreveu, entre outros, “A MASSA INSTÁVEL DO TEMPO”(A LINGUAGEM DO ESPIRITO), Palmas, 2003, com notas de orelha de Marli Santos, prefacio de José Gomes Sobrinho e observações de Osmar Casagrande e Divino Alves, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via textos publicados. Após os estudos primários em sua terra, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Formou-se em Psicologia, pela Universidade Católica de Goiás, em 1989. Mudou-se para Palmas, no Tocantins, em 1991, dedicando-se a atividades espiritualistas. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudada na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br


VIEIRA DE MELO(Sebastião Vieira de Melo), de Guaíra, São Paulo, 1945. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Mudou-se para Goiânia com sete anos de idade. Com o passar do tempo, formou-se em Jornalismo. Durante 12 anos foi VEREADOR EM GOIANIA. Posteriormente transferiu-se para Araguaina, Goiás, hoje Tocantins, tendo trabalhado na organização de Associações Comunitárias. Foi para a TV ARAGUAINA(SBT), de propriedade do Senador Benedito Vicente Ferreira, onde produziu o programa O POVO NA TV. Nos anos seguintes, a convite do ex-governador Siqueira Campos que tinha deixado o governo para Moisés Avelino, implantou junto com outros a TV REAL, primeira televisão de Palmas, sustentada pela iniciativa privada.Trabalhou no jornal FOLHA DO TOCANTINS. Com a eleição mais uma vez de Siqueira Campos, foi convidado em 1994, para dirigir a COMUNICATINS, empresa estatal de comunicação. Fez convenio com a TV CULTURA, da Fundação Padre Anchieta de São Paulo e transformou a Comunicatins, na TV PALMAS e na RADIO PALMAS. Ainda no governo de Siqueira Campos, tornou-se Secretario da Comunicação. Nos anos seguintes, deixou o governo e tornou-se empresário do ramo turístico, sendo proprietário da Fazenda Encantada(Hotel Fazenda), na estrada que liga Taquaruçu/Buritirana, com dezenas de cachoeiras e onde o autor destas notas já esteve hospedado um final de semana. É mencionado no livro HISTORIA DA IMPRENSA NO TOCANTINS, de Otávio Barros da Silva, bem como no livro VOZES DA CONSOLIDAÇÃO-A COMUNICAÇÃO SOCIAL NO TOCANTINS, de Luiz de Carvalho e ainda em todos os livros que tratam da historia política e social do Tocantins. Apesar de sua importância, não é referido no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



VINÍCIUS MARTINS(Vinícius Fernandes Martins), de Brasília(DF), 28.02.1984, escreveu, entre outros, “PEDAÇOS DE ESPERANÇA”(Poemas-2003), com prefácio de Zefinha Louça, sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de Zacarias Martins e Leontina Dias Fernandes Martins. Mudou-se para Gurupi, em 1983, quando tinha um ano de idade. Fez o curso primário na Escola Adventista de Gurupi. Terminou o primeiro grau no Colégio Presbiteriano de Gurupi. Completou o segundo grau no Centro de Ensino Médio Ary Ribeiro Valadão Filho, normalmente conhecido como Colégio Arizinho. Participou, juntamente com seu irmão Rodrigo, da Banda de Pagode OS GENÉRICOS. Vinculado ao grupo RAIZES DE CAPOEIRA. Seu pai Zacarias Gomes Martins é um dos mais ilustres nomes da intelectualidade tocantinense, sendo membro da Academia Tocantinense de Letras, Cadeira 21, cujo Patrono é Jacinto Nunes da Silva. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



WALDEMAR GOMES PEREIRA, de Porto Franco, Maranhão, 04.11.1929, escreveu, entre outros, “MEU PÉ DE TARUMÃ FLORIDO(UM RETRATO DE PORTO FRANCO)”(1997), sem dados biográficos e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Vinculado ao Tocantins, por ter escrito sobre o antigo norte de Goiás, hoje Tocantins, focalizando os diversos aspectos da região, bem como a história de Boa Vista do Tocantins(hoje Tocantinópolis). Filho de Joaquim Gomes Pereira e Adelaide Gomes Pereira. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Com o passar do tempo, transferiu-se para Tocantinópolis, norte de Goiás, hoje Tocantins, passando a estudar no Colégio Dom Orione. Por concurso público, tornou-se funcionário do Banco da Amazônia(BASA), trabalhando em Tocantinópolis. Mudou-se para Goiânia, bacharelando-se em ciências jurídicas e sociais na Faculdade de Direito, da Universidade Católica de Goiás(UCG). Sob a Presidência do Grão Mestre Licínio Leal Barbosa, foi Secretário-Geral da Grande Loja do Estado de Goiás. Membro de diferentes entidades sociais, culturais e de classe. É mencionado em vários livros. Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas. Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001. Apesar de sua importância, não é suficientemente estudado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001, ou no “DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO”, da Fundação Getúlio Vargas, publicado em 2002 e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br.



WARNER MACEDO CAMARGO PIRES, de Goiânia, Goiás, 14.09.1958, escreveu, entre outros, MEMORIAS VIVAS DA CAMARA MUNICIPAL DE PALMAS(2008), sem dados biográficos completos no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa. Filha de Marly e João da Costa Macedo. Fez o pré-escolar na Escola Municipal Edna de Roure. Terminou o primário no Grupo Escolar Victor Hugo. Estudou no Educandário Campinas e no Colégio Estadual Professor Pedro Gomes. Concluiu a 8ª série, no Instituto Castelo Branco. Fez Pré-Vestibular no Curso Pedrão. Trabalhou na Confecção da Dona Girna, numa fábrica de pipocas e numa Loja de Brinquedos, na Av. 24 de Outubro, em Campinas, na Drogaria Carmo. Foi datilografa da Confederal. Estudou inglês no Instituto Euro-America. Tocou prato na Banda Marcial do Pedro Gomes. Fez cursinho no César Lates e no Colégio Objetivo. Passou em concurso publico no DASP e passou a trabalhar no INCRA. Casou-se com o médico Raimundo Nonato Pires dos Santos, conhecido como Raimundo Boi, com quem teve três filhos. Adotou um e assumiu duas filhas que ele já trazia consigo. O casal se mudou para Marabá, no Pará, onde fundou a CLIMEC. A convite de Siqueira Campos, retornou para Miracema, já com o filho Marcus Vinicius e para nascer, Viviane. Depois nasceu Vagner. Graduou-se em Administração de Empresas, pelo CEULP/ULBRA, de Palmas. Com o passar do tempo, foi eleita Vereadora junto à Câmara Municipal de Palmas. Apesar de sua importância, não é referida na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO(2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referida, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br



WOLFGANG TESKE, de Blumenau, Santa Catarina, 24.05.1957, escreveu, entre outros, A RODA DE SÃO GONÇALO NA COMUNIDADE QUILOMBOLA DA LAGOA DA PEDRA EM ARRAIAS(TO): UM ESTUDO DE CASO DE PROCESSO FOLKCOMUNICACIONAL(Goiânia, Kelps, 2008), com notas de orelha de Paulo Paim, apresentação de Osvaldo Meira Trigueiro e prefácio de Juciene Ricarte. Filho de Paulo Teske e Eleonora. Após os estudos primários em sua terra natal, deslocou-se para outros centros, onde também estudou. Graduou-se em Teologia pelo Seminário Concórdia de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. Foi missionário da Igreja Luterana, de 1981(com 24 anos) a 1992, nos Estados do Rio Grande do Sul e do Pará. Em Belém, integrou a equipe que criou o CENTRO INTEGRADO DE EDUCAÇÃO, SAÚDE, ASSISTENCIA SOCIAL E EVANGELIZAÇÃO, tendo sido Coordenador Geral. Como primeiro Diretor, foi o responsável tanto pela construção quanto implantação do complexo educacional da UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL(ULBRA), em Palmas, de 1992 a 1997. Exerceu o cargo de Diretor de Relações Empresariais e Comunitárias da Escola Técnica Federal de Palmas, na sua implantação. Em 2006, com 49 anos, formou-se em Jornalismo, no curso de Comunicação Social do Centro Universitário Luterano de Palmas. É especialista em Docência no Ensino Superior pela Faculdade Albert Einstein, de Brasília. É Mestrando no Programa em Ciências do Ambiente, da Universidade Federal do Tocantins. Atualmente(2009), é Assessor Especial da Prefeitura Municipal de Palmas e Professor no Instituto Tocantinense de Pós-Graduação(ITOP). Apesar de sua importância, não é estudado no DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO (2001, 5 volumes, 6.211 páginas), da Fundação Getúlio Vargas e nem é convenientemente referido, em nenhuma das enciclopédias nacionais, Delta, Barsa, Larousse, Mirador, Abril, Koogan/Houaiss, Larousse Cultural, etc. É verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com.br ou www.mariomartins.com.br


QUEM FOI JÚLIO PATERNOSTRO?


Mário Ribeiro Martins*
JÚLIO PATERNOSTRO (Júlio Novaes Paternostro), de Cruzeiro, São Paulo, em 26.11.1908, escreveu, entre outros, “VIAGEM AO TOCANTINS”, publicado pela Companhia
Editora Nacional, São Paulo, em 1945, com prefácio de RoquetePinto, sem dados biográficos
no livro e sem qualquer outra informação ao alcance da pesquisa, via texto publicado. Filho de
Francisco Paternostro e Esmênia Novaes Paternostro. Após os estudos primários e secundários em sua terra natal, formou-se em Medicina, tornando-se Médico Sanitarista.
Casou-se com sua prima, Julia Guimarães Paternostro (filha de Tranquilo Paternostro, irmão de Francisco Paternostro). Os nomes deles, Julio e Julia, foram dados em homenagem à
avó, Julia.
Do casamento de Julio e Julia Paternostro, nasceram Lucia Paternostro, em 29.09.1937, Teresa Paternostro, em 1939 e Jorge Paternostro em 1941 (já falecido). Todos nascidos no Rio de Janeiro.
Lucia casou-se e teve 7 filhos: 2 morreram, ficando 5, entre os quais, está Maria Lúcia Paternostro (Malu), a caçula que reside em Brasília. Teresa teve o filho Marcelo que mora no Canadá. Ela que fez Direito, aposentou-se na Policia Federal e mora no Rio de Janeiro. Jorge fez Engenharia na Tchecoslováquia, casou-se com uma tcheca e voltou para o Brasil em 1970, não
tendo filhos. Trabalhou em Furnas Centrais Elétricas, no Rio de Janeiro, e faleceu de enfarte em 1994, com 53 anos de idade.
O Médico Júlio Paternostro foi Funcionário do Serviço de Febre Amarela, do Ministério da Saúde, do Governo Federal. Trabalhou durante muitos anos no convênio da Divisão Internacional de Saúde Pública, da Fundação Rockefeller. Percorreu 17 Estados Brasileiros, colhendo material, especialmente mosquitos, para estudar o problema da febre amarela. Entre maio e setembro de 1935, quando tinha 27 anos de idade, realizou a “VIAGEM AO TOCANTINS”, saindo de Belém do Pará, subindo o Tocantins, passando por Tocantinópolis, Filadélfia, Carolina, Pedro Afonso, Tocantínia e Porto Nacional. Seguiu depois para Natividade, Paranã, Arraias, São Domingos, Posse, Formosa e Anápolis, de onde retornou ao Rio de Janeiro, de Trem de Ferro, via Uberaba.
Na cidade de Pedro Afonso, participou em 1935, da formatura de 52 soldados da Companhia de Polícia do Norte de Goiás. Em Porto Nacional, esteve com o Dr. Francisco Ayres e com o Frei Reginaldo Tournier. Em Arraias, participou das comemorações do dia 7 de setembro e nela permaneceu 10 dias realizando estudos. Em Formosa, visitou os padres dominicanos. Sua viagem ao Tocantins, teve o seguinte roteiro: Do Rio de Janeiro a Belém, de Navio, 17 dias (naquele ano, o avião da PANAIR fazia em 2 dias). Belém a Alcobaça-264 Km, de Vapor, 4 dias. Alcobaça a Carolina-1236 Km, de Barco a motor, 18 dias.
Carolina a Pedro Afonso-480 Km, de Barco a remo, gastando 12 dias. Pedro Afonso a Arraias, passando por Porto Nacional- 1020 Km, de Cavalo.
De Pedro Afonso a Tocantínia, demorou 5 dias. De Tocantínia a Porto Nacional, gastou 4 dias. De Porto Nacional a Natividade, demorou 5 dias. De Natividade a Paranã, gastou 6
dias. De Paranã a Arraias, demorou 4 dias. De Arraias a Anápolis, passando por Formosa- 540 Km, de Caminhão, gastando 7 dias.
Descreveu todos os córregos, afluentes e povoados ao longo do Rio Tocantins. Seus estudos sobre o Rio Tocantins serviram de base para o livro do Dr. Fred L. Soper, Diretor da Fundação Rockefeller no Brasil, com o título “THE GEOGRAPHICAL DISTRIBUTION OF IMMUNITY TO YELLOW FEVER IN MAN IN SOUTH AMERICA”, publicado nos Estados Unidos, em julho de 1937.
Em 1934, já tinha visitado o Sul de Goiás, tendo estado em cidades como Rio Verde e Jataí.
Mesmo com sua importância, como Médico Sanitarista brasileiro e de seu livro com cerca de 400 páginas, prefaciado por Roquete Pinto, ilustrado pelo Urbanista Atílio Correia
Lima e publicado pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo, em 1945, nenhuma das Enciclopédias nacionais, nem a Delta, nem a Barsa, nem a Mirador, nem a Abril ou qualquer
outra, faz referência ao seu nome, o que é um esquecimento imperdoável.
Seu livro importantíssimo quanto raro, é hoje disputado por colecionadores de obras raras. O exemplar existente com o autor destas notas, foi adquirido por uma pequena fortuna num dos “SEBOS” de São Paulo e foi dedicado pelo próprio autor, ao DR. JOÃO MAC-DOWELL, em outubro de 1945, quando de seu lançamento oficial.
Este livro VIAGEM AO TOCANTINS foi escrito em 1935, mas só foi publicado em 1945, pela Companhia Editora Nacional, de São Paulo.
Entre seus familiares, oriundos da Itália, destacam-se, Biase Paternostro (1872), Francesco Paternostro (1877), Luigi Paternostro (1885), Antonio Paternostro (1925), Paolo Paternostro
(1953), etc.
Ainda em 1944, fundou junto com José Affonso Netto, Danilo Perestrello, Elso Arruda, Julio Paternostro, Oswaldo Domingues de Moraes e Walderedo Ismael de Oliveira, o Centro
de Estudos Juliano Moreira, no Rio de Janeiro, todos psiquiatras vinculados ao Serviço Nacional de Doenças Mentais.
Quanto a Júlio Paternostro, em 1946, com 38 anos de idade, foi para a Itália, onde continuou a sua formação científica, não mais se tendo noticia dele. Faleceu aos 41 anos no Rio de Janeiro, no bairro de Santa Teresa, em 05/01/1950. Sua esposa Julia Paternostro, pianista, nascida também em Cruzeiro/SP em 12.06.1912, viveu até os 84 anos, falecendo em agosto de 1996, no Rio de Janeiro.
Encontra-se na ESTANTE DO ESCRITOR TOCANTINENSE, da Biblioteca Pública do Espaço Cultural de Palmas.
Apesar de sua importância, não é mencionado na ENCICLOPÉDIA DE LITERATURA BRASILEIRA, de Afrânio Coutinho e J. Galante, edição do MEC, 1990, com revisão de Graça
Coutinho e Rita Moutinho, em 2001 ou DICIONÁRIO HISTÓRICO-BIOGRÁFICO BRASILEIRO (2001), da Fundação Getúlio Vargas e nem é referido no DICIONÁRIO DAS FAMILIAS BRASILEIRAS (2001), de Antonio Henrique da Cunha Bueno e Carlos Eduardo de Almeida Barata.
Como também não é referido no DICIONÁRIO DE AUTORES PAULISTAS (1954), de Luis Correia de Melo, bem como no DICIONARIO BIOBIBLIOGRAFICO LUSO
BRASILEIRO(1965), de Victor Brinches. Não é referido no livro ITALIANOS NO BRASIL (2003), de Franco Cenni.
Biografado no DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO DO TOCANTINS, de Mário Ribeiro Martins, MASTER, Rio de Janeiro, 2001, onde se diz erradamente que ele era carioca. Verbete do DICIONÁRIO BIOBIBLIOGRÁFICO REGIONAL DO BRASIL, de Mário Ribeiro Martins, via INTERNET, dentro de ENSAIO, no site www.usinadeletras.com. br ou www.mariomartins.com.br.
Quando o autor destas notas, matriculou-se no curso de Bacharel em Teologia, no Seminário Teológico Batista do Norte do Brasil, em 1966, fez o seu exame Psicotécnico com o Prof. J. N. Paternostro (CRP 06/25), oriundo de São Paulo, sobre o qual não tem maiores informações, não sabendo se existe algum parentesco entre ele e JULIO PATERNOSTRO.
Seu Consultório ficava na Rua Riachuelo, 275, 9º Andar, Salas 915/7, Fone 35 96 41, São Paulo.
A Malu Paternostro tirou a dúvida, dizendo, via e-mail: “Eles eram irmãos sim. O José era psiquiatra. Era padrinho da minha mãe, casado com Zelinda”.
Devo expressar um agradecimento todo especial a Maria Lucia Paternostro, neta de Júlio Paternostro e suas filhas Lucia Paternostro e Teresa Paternostro, pelas informações preciosas
que me enviaram, eis que JULIO PATERNOSTRO é o meu Patrono, na Cadeira 13 da Academia Goianiense de Letras.
Tal a importância do assunto, que resolvi divulgar a carta pessoal de Teresa Paternostro ao autor. “Oi Mario Martins, sou Teresa, 2a filha de Julio Paternostro. Ele teve 3 filhos. Lucia, mãe da Malu, que me enviou o seu email, eu e Jorge, o caçula. Lucia casou-se e teve 7 filhos. Morreram dois e hoje ela tem mais 4 filhos além da Malu, que é a caçula. Mora em Brasília. Eu, que fiz Direito, trabalhei e me aposentei na Policia Federal. Moro no Rio de Janeiro. Tive só um filho, Marcelo que mora no Canadá desde o ano de 2000. Marcelo tem um filho, o Leonardo de 2anos, completados anteontem dia 16 de setembro de 2007. Jorge, que fez Engenharia na Tchecoslováquia. Casou-se com uma tcheca e voltou para o Brasil em 1970. Não teve filhos. Trabalhou como Engenheiro em Furnas Centrais Elétricas, no Rio
de Janeiro e faleceu em 1994, de enfarte.
Sobre o papai, enviei hoje para Malu um material e ela naturalmente passará tudo para você. Se precisar de mais alguma informação também estou aqui a seu dispor. Fico orgulhosa e
emocionada quando mencionam meu pai, pois ele foi realmente fenomenal. Abraço, Teresa Paternostro”.
A primeira correspondência de Malu Paternostro ao autor: “Olá Mário, desculpe a invasão. Meu nome é Maria Lucia Paternostro, moro em Brasília e sou neta de Julio Paternostro,
falecido médico sanitarista e psiquiatra. O motivo dessa mensagem é que, de tempos em tempos, eu recorro à internet para tentar localizar originais dos livros do meu avô. Em uma de minhas investidas encontrei sua carta à editora Barsa, na qual se queixa da ausência da dados biográficos de Julio Paternostro.
Em sua identificação consta que é Procurador de Justiça. Não sei se você tem ligação com a área médica para justificar o interesse pelo trabalho desenvolvido pelo meu avô na região de Tocantins, de qualquer forma fez referência ao seu livro Viagem ao Tocantins. Essa é uma das obras que tenho grande interesse em conseguir o original.
Minha avó, Julia Paternostro, também já falecida, esposa (e prima) de Julio Paternostro cedeu, a titulo de empréstimo, seu original da obra para um grupo de alunos pesquisadores de
uma universidade federal, não sei bem ao certo qual, para que fotocopiassem, e nunca o teve de volta.
Embora aqui em Brasília as bibliotecas do Senado e da UnB tenham disponível um
exemplar cada do livro, sempre foi desejo da minha mãe possuir um exemplar original. O pleito já foi feito às bibliotecas, porém negado, pois o título está classificado como obra rara. Este mês, dia 28/09, minha mãe completa 70 anos e seria maravilhoso se pudesse contemplá-la com o livro.
Bem, contada toda a história, gostaria de saber se você tem conhecimento sobre a existência de um exemplar disponível em Tocantins que eu possa adquiri-lo. Desde já agradeço a compreensão e fico no aguardo de informações. Atenciosamente, Maria
Lucia Paternostro”. (O dito livro “VIAGEM AO TOCANTINS”, pode ser encontrado atualmente no site www.estantevirtual.com.br).
Carta de Malu Paternostro ao autor: “Mas posso lhe adiantar que Julio Novaes Paternostro era filho de Francisco Paternostro e Esmênia Novaes Paternostro. Nasceu em Cruzeiro, São Paulo, em 26/11/1908 e faleceu aos 41 anos no Rio de Janeiro, no bairro de Santa Teresa, em 05/01/1950.
Casou-se com sua prima, Julia Guimarães Paternostro (filha de Tranqüilo Paternostro), irmão de Francisco Paternostro. Os nomes deles, Julio e Julia, foram dados em homenagem à
avó, Julia. Do casamento de Julio e Julia Paternostro, nasceram Lucia (minha mãe), em 1937; Teresa (minha tia que lhe escreveu), em 1939; e Jorge (já falecido), em 1941. Todos nascidos no
Rio de Janeiro. Sua esposa Julia Paternostro, pianista, nascida também em Cruzeiro/SP em 12.06.1912, viveu até os 84 anos, falecendo em agosto de 1996, no Rio de Janeiro”.

*Mário Ribeiro Martins é Procurador de Justiça e Escritor.
(mariormartins@hotmail.com)
Fone: (063)99779311 (063) 3215 44 96
Caixa Postal, 90, Palmas, Tocantins, 77001-970.
www.mariomartins.com.br





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